Bom dia, café! 141125 AO VIVO Renovando Consciências

Conecta Espiritismo TV 15/11/2025 (há 4 meses) 1:21:03 4 visualizações

A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade

Transcrição

เฮ >> Bom dia, meus amigos. Bom dia, minhas amigas. Estamos iniciando o nosso Bom Dia Café do Seestor. Hoje, dia 14 de novembro de 2025, o nosso Bom Dia está chegando assim com um caço de informações, recheado de boas reflexões, embora a gente hoje vá limitar-se a uma efeméride, mas vocês vão já entender porque o nosso bom dia, vocês sabem, é sempre uma proposta de trazer a todos nós bons exemplos, boas notícias para que a gente possa renovar a nossa fé em Jesus, nosso mestre, nosso modelo, guia da humanidade. E por isso mesmo, é uma proposta de nos levar a refletir sobre quantas boas pessoas existem fazendo coisas maravilhosas umas pelas outras. O bom dia também é uma forma simples, bem humorada de mostrar o espiritismo em nossas vidas, em nosso dia a dia. é uma proposta que objetiva criar um certo equilíbrio entre as informações do cotidiano que mais frequentemente nos são oferecidas pela mídia convencional, pelas redes sociais, como aquelas informações que nos chegam sobre entretenimento, sobre violência, né, sobre eh notícias policiais, enfim, até sobre eh aspectos sociais também. Mas o bom dia traz uma proposta diferente, às vezes informações que até são publicadas pela mídia, pela grande mídia, mas que em geral ficam meio escondidas, né? E aí a gente vai pensar, né? Pescar essas informações, essas notícias e fazer aqui os comentários e análises à luz da doutrina espírita. E nós vamos descobrir a partir dessas notícias quanta gente boa existem agindo no bem, promovendo o bem geral, o bem de todos. O bom dia. Também é uma proposta de falar a respeito do evangelho, sobre as demais obras da codificação e a aplicação diária dessas obras ou desses estudos em nosso cotidiano. Se você gosta dessa proposta, participe, curta e compartilhe. De segunda a sexta-feira, não esqueça, às 7:30 da manhã. Chame seus amigos, chame seus parentes, chame principalmente aquelas pessoas que estão desanimadas com a vida, eventualmente desiludidas com o ser humano. Fale dessa proposta. O Bom

às 7:30 da manhã. Chame seus amigos, chame seus parentes, chame principalmente aquelas pessoas que estão desanimadas com a vida, eventualmente desiludidas com o ser humano. Fale dessa proposta. O Bom Dia Café deseja trazer você e os seus amigos para este convívio Amigo e Fraterno, onde aqui nós vamos compartilhar boas reflexões, boas notícias, bons exemplos. E hoje, como proposta de abertura do nosso momento da prece, como a gente sempre faz, trazendo eh uma mensagem para que sirva de reflexão para todos nós. Então vamos trazer aqui como o momento de prece aqui para todos nós, uma reflexão e vocês também vão entender o porquê dessa reflexão, não é? que é uma resposta bem interessante do espírito Emanuel pela psicografia de Chico Xavier, mas que vocês vão entender um pouquinho dessa mensagem e porque ela é tão pertinente no dia de hoje, tá? Então vamos então à nossa eh a nossa vinheta aqui da prece para a leitura da nossa meditação da nossa mensagem. em forma de prus [música] amigos, minhas amigas, orientar a infância e a mocidade em Cristo é iluminar o presente e preparar o futuro do mundo. Não se ergue a casa sem aliceces. Impraticável a edificação da cidade sem o desbravamento. Incalculável a bênção da colheta sem o suor da semeiadura. Impossível civilizar sem aparelhar, recolher o bem legítimo sem esforçarmo-nos. exigir de outrem sem dar de nós mesmos. Por isso, a obra do Espiritismo evangélico junto da mente juvenil é setor fundamental nas religiões, desculpe, nas realizações doutrinárias, reclamando de todos nós o concurso indispensável na condição de cooperadores fiéis. Razoável amparar os que indagam e auxiliar aos que choram. Entretanto, é imprescindível estender braço amigo aos que se iniciam no aprendizado em plena manhã da vida humana, para que aprendam a perguntar e a sofrer com proveito. Auxiliar, portanto, a compreensão dos meninos e dos jovens. Na organização espiritista cristã é lançar fundamentos no rei do reino de Deus, efetuando a sementeira de luz e amor

a sofrer com proveito. Auxiliar, portanto, a compreensão dos meninos e dos jovens. Na organização espiritista cristã é lançar fundamentos no rei do reino de Deus, efetuando a sementeira de luz e amor para a felicidade do homem. e traçando o caminho de libertação do planeta, ainda preso as teias da ignorância, força geratriz de todos os monstros que atormentam a humanidade. educar a juventude nos sagrados princípios do amor cristão e da imortalidade, dilatando-lhe os horizontes do entendimento, é serviço de renovação mundial e que pede a colaboração de cada um de nós. São alguns trechos da mensagem de Emanuel em resposta ao professor Leopoldo Machado, que solicitou dele, do espírito emano uma opinião a respeito das uniões das juventudes espíritas no Brasil. Leopoldo Machado, que foi um baloarte desse trabalho de unificação e de desbravamento do movimento de juventude no nosso país, movimento espírita de juventude em nosso país. E ao questionar a entidade amorosa, sempre orientadora do espírito Emanuel, recebeu esta mensagem como resposta. que possamos meditando nestas informações trazidas pelo espírito Emanuel, compreendermos a urgência e a importância significativa de trabalharmos o jovem. E o propósito dessa mensagem é porque, exatamente amanhã nós estamos comemorando no movimento espírita, né, o dia da juventude e o dia da mocidade, o dia do jovem espírita. Então fica para todos nós esse essa mensagem de reflexão sobre a importância e o impacto do trabalho da criança e do jovem nas lides espíritas. que possamos refletir a respeito dessa mensagem do espírito emanuel. Hoje nós trazemos também uma mensagem, um conjunto de informações a já na nossa atividade de efeméride ou no nosso quadro de efeméride, a mensagem de um trabalhador espírita que de certa forma, embora a sua grande contribuição nas tarefas da mediunidade, da desobsessão, mas foi alguém que começou de certa forma jovem, né, aos 38 anos de idade no movimento espírita e que legou uma contribuição, aliás, continua legando,

uição nas tarefas da mediunidade, da desobsessão, mas foi alguém que começou de certa forma jovem, né, aos 38 anos de idade no movimento espírita e que legou uma contribuição, aliás, continua legando, né, para todos nós uma contribuição imensa, incalculável e que vai, né, né, servir para as nossas análises, os nossos comentários. E eu peço muito a compreensão de todos, porque no programa de hoje nós gostaríamos de dedicar todo o programa, todo o programa, né, para que a gente pudesse eh refletir, analisar a respeito deste trabalhador que há 149 anos atrás nascia no Nordeste brasileiro. Aqui pertinho da gente, pertinho do nosso estado em Sergipe, né, nascia Manuel Filomeno de Batista de Miranda. E para que a gente possa então fazer o nosso quadro de efeméride, né, para que a gente esteja cumprindo religiosamente, já que nós não vamos cumprir os demais quadros, né? Então, que a gente pelo menos coloque a vinheta das nossas efemérides. Só para que a gente, [risadas] desculpem, só para que a gente não passe em branco. esta data, 14 de novembro, só que do ano de 1849, as irmãs Fox, né, que se notabilizaram por aqueles fenômenos de eh trazer o interesse da população a respeito das questões mediúnicas. Pois bem, nesta data, 14 de novembro, só que do ano de 1849, as irmãs Fox realizaram as primeiras demonstrações públicas de suas faculdades mediúnicas, nada mais, nada menos no Corinthian Hall em Rochester, ou seja, tornaram, deram publicidade, né, aos seus dons mediúnicos. elas que já haviam, né, sendo, digamos, manchetes, né, sendo realmente registrado em diversos noticiários, né, pelas demonstrações que faziam das suas faculdades mediúnicas. Isso. No dia 14, nós abrimos o nosso programa hoje trazendo uma mensagem no formato de prece, né? Eh, alusiva esta mensagem ao dia de amanhã, dia 15, dia do jovem espírita. Mas, mas hoje, dia 14, nós queremos trazer aqui o registro do nascimento na Bahia de Manuel Filomeno de Miranda. É isso mesmo, Manuel Filomeno de Miranda. Ele que

manhã, dia 15, dia do jovem espírita. Mas, mas hoje, dia 14, nós queremos trazer aqui o registro do nascimento na Bahia de Manuel Filomeno de Miranda. É isso mesmo, Manuel Filomeno de Miranda. Ele que é muito conhecido no movimento espírita, né, nas através das suas obras psicografadas por Divaldo, mas também tem mensagens psicografadas por Chico. Aliás, quando o Divaldo tomou conhecimento do espírito Manuel Felêno de Miranda, foi justamente a partir de uma mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier. E a história de Manuel Filomeno de Miranda ou Manuel Filomeno de Batista de Miranda é uma história belíssima da gente conhecer, belíssima. Eu vou fazer aqui respingos trechos da sua biografia, mas eu gostaria aqui de pontuar duas obras e não vou me referir aqui às obras muito conhecidas de Manuel Filomeno de Miranda, mas uma obra que traz uma biografia, e eu vou fazer questão aqui de mostrar o livro, deixar aqui o livro bem. bem visível para todos. Pois é, esta obra, a prática mediúnica espírita, é ditada pela Federação Espírita Brasileira, que fala a respeito da psicografia de Manuel Filomeno de Miranda, que é uma obra, esse livro, aliás, para mim é uma relíquia, né? Porque nós fomos presenteados numa bela tarde de prosa, de conversa rápida com Divaldo lá na mansão do Caminho, quando havíamos retornado uma mansão com Edilton, ele que estava em Aracaju aqui e nós fomos levá-lo de volta à mansão do caminho. Edilton foi médico lá na mansão do caminho ainda. É, né? mas que foi médico também, companheiro do movimento de juventude. E ao retornarmos, então, quando a gente passeava lá na mansão do caminho, eis que Divaldo desce para eh um alpendre lá de uma das residências e Edilton nos convidou, estava com Vanira, minha esposa, olha lá, Divaldo, vamos lá conversar, bater um papo e lá fomos nós bater um papo e naquela oportunidade Divaldo nos presenteou com esta obra, né? E esta obra, além do conteúdo muito bom, vocês vão entender porque é que nós estamos falando dessa obra e não das

mos nós bater um papo e naquela oportunidade Divaldo nos presenteou com esta obra, né? E esta obra, além do conteúdo muito bom, vocês vão entender porque é que nós estamos falando dessa obra e não das demais obras, é porque nesta obra existe um retrato da vida de Manuel Filomeno de Miranda, de autoria de Ednólia Peixinho, esposa do nosso né, queridíssimo André Luiz Peixinho e Ednólia num trabalho brilhante, né, fez uma pesquisa desde as atas da União Espírita Baiana, onde Manuel Filomeno de Miranda desempenhou também o seu trabalho e traz um conjunto de informações úteis pelo exemplo de dedicação que é apresentado no trabalho de Manuel Filomeno de Miranda. E aí, Ednólia Peixinho registra uma série de fatos e de informações muito úteis para todos aqueles que desejarem conhecer com certa profundidade, um pouco mais a respeito da vida e do trabalho de Manuel Filomeno Batista de Miranda. Porque às vezes a gente conhece bastante as obras psicografadas por Divaldo, de autoria de Filomeno de Miranda, mas ele desenvolveu um trabalho muito interessante no movimento espírita da Bahia e que muito engrandece o movimento espírita brasileiro desde que se tornou espírita em 1914 e começou a trabalhar mais intensamente em 1915, então aos 38, 39 anos de idade e há uma série de informações muit mas muito interessantes. É bem verdade que na sua modéstia Edia disse que não teve nenhuma pretensão de apresentar eh um trabalho de uma escritora ou mesmo uma biografia densa que não era propósito dela. Mas o resultado é excelente, é muito bom. Aliás, ela começa fazendo algumas reflexões muito úteis. para esse momento que o movimento espírita vive, né, onde a gente começa a despertar para o trabalho de resgate da memória do movimento espírito e em determinado trecho da sua do seu trabalho, né, que consta neste livro, aliás, o livro eh não é de autoria de Edinola, né? O livro, na verdade, ele retrata as obras de Manuel Filomeno de Miranda. Mas é um trabalho organizado em homenagem aos 70 aos 80 anos, né, da

livro, aliás, o livro eh não é de autoria de Edinola, né? O livro, na verdade, ele retrata as obras de Manuel Filomeno de Miranda. Mas é um trabalho organizado em homenagem aos 70 aos 80 anos, né, da desencarnação de Manuel Filomeno de Miranda. Então esse trabalho veio alume no ano de 2022 e foi organizado por Marta Antunes e Carmen Silveira e publicado pela Federação Espírita Brasileira. Mas é um trabalho brilhante. E logo nas primeiras páginas, após a apresentação da obra, existe essa biografia de Manuel Filomeno de Miranda, talvez a mais completa biografia de Manuel Filomeno de Miranda elaborada a partir de uma pesquisa feita por Ednólia Peixim e ela em determinado momento para que a gente possa recordar um pouquinho o que eu falava há pouco, né, do momento que vive o movimento espírita, de resgatar ou de se preocupar, né, com o resgate da memória do movimento, porque eh os trabalhadores espíritas, os dirigentes espírit, as casas espíritas, infelizmente ainda não despertaram ou estão despertando muito tardiamente, mas em bom tempo ainda, para esse trabalho. de registrar a memória, né, do movimento espírita, dos trabalhadores espírita, das instituições espíritas, não para endeusar os trabalhadores, muito pelo contrário, mas para que essas notas, esses registros, né, sirvam de inspiração para os demais trabalhadores que sequenciam, né, as atividades no movimento espírita. Então diz aqui Ednol em determinado momento que tinha em mente o seguinte, pensando inclusive no próprio trabalho assim quase que embrionário, né, de construir um memorial espírita pro movimento espírita da Bahia, naturalmente. E ela diz, tinha em mente que o passado ouvidado, o passado esquecido é escravizante. Sem história, inviabiliza-se a compreensão do presente e prejudica-se a construção do futuro. Isso pra gente perceber a pertinência, né, a necessidade mesmo de nos preocuparmos com esse trabalho de registro. né, do que se fez, né, do que se faz no movimento espírita brasileiro e mundial.

turo. Isso pra gente perceber a pertinência, né, a necessidade mesmo de nos preocuparmos com esse trabalho de registro. né, do que se fez, né, do que se faz no movimento espírita brasileiro e mundial. E aqui, desculpem aí um pouco da falta de modéstia ou da falsa modéstia, não é? Esse programa, essa live cumpre um trabalho significativo ao manter quase que diariamente, de segunda a sexta-feira, um quadro sobre efemérides, fazendo esse trabalho de resgate, de registro, né, de recol, de lembrança desses trabalhadores que contribuíram e que continuam contribuindo com a divulgação do movimento espírita no Brasil e no mundo, né? Então eu fiz questão de fazer, de pensar logo no início, né, esta frase de Ednolia Peixinho, porque tem muito a ver com esse momento que a gente enxerga, pelo menos eu enxergo, né, de esforço para se resgatar um pouco, né, esse esses registros, né, esse trabalho e deixar eh na memória né, ou construir uma memória do movimento espírita brasileiro e mundial. Então fica aqui inicialmente esses aspectos. Mas antes de nós sequenciarmos e nos aprofundarmos um pouco mais a respeito de quem foi, do que fez Manuel Filomeno Batista de Miranda, vamos fazer aqui o registro do nosso chat, né, dos nossos amigos, das nossas amigas que já se encontram aqui, porque tem algumas observações interessantes. Já a respeito do Manuel Filomeno de Miranda. Vamos começar inicialmente aqui registrando e agradecendo, né, a nosso a nossa irmã Solange Santos, que se tornou membro aqui de um dos canais, né, que faz a exibição do programa Bom Dia Café. Muito obrigado, Solange, que você possa aproveitar bem esses diversos programas oferecidos por esses portais de divulgação da doutrina espírita. Também está conosco já trazendo o seu bom dia a nossa irmã Marilda Gonçalves Fonseica Veiga. Bom dia, Marilda. Desejando um café quentinho para todos. Verdade, Marilda. Marilda que está lá trazendo o seu bom dia, diretamente de São José do Rio Preto, em São Paulo, né? Também queremos registrar mais um novo

da. Desejando um café quentinho para todos. Verdade, Marilda. Marilda que está lá trazendo o seu bom dia, diretamente de São José do Rio Preto, em São Paulo, né? Também queremos registrar mais um novo membro nos nossos canais aqui. Eh, não dá exatamente para entender o nome, né? Mas que fique aqui o nosso registro deste nosso irmão, desta nossa irmã, que também se tornou membro aqui do nosso canal Passeio. Conosco também aqui o nosso conterrâneo Antônio Fernando Neves. Bom dia, Fernando, desejando aqui da nossa cidadezinha Aracaju, um bom dia de paz e de luz para todos. Bom dia também aqui o nosso amigo aqui deve ser o nosso amigo Pedrux, né? É, deve ser quintal agro, né? Deve ser o nosso amigo Pedruques aqui. Bom dia, Pedruques. Se não for você, por favor, se identifique, tá bom? Trazendo aí o bom dia dele para todos nós, para todos os cafezeiros. Afinal de contas, o Pedruques, que é jardineiro nas horas e vagas, tá cuidando bem das plantinhas e naturalmente, né, ampliando a sua receita com as vendas das plantas. É isso aí, né, Pedro? Bom dia também de Dolores. Bom dia, Dolores. Trazendo o seu bom dia para todos os amigos aqui do nosso Bom Dia Café. E a Dolores diz que se estou com muita paz e com muita luz. E realmente não podia ser diferente, né? O bom dia tá chegando exatamente trazendo boas reflexões, luz e paz para todos. Também aqui o nosso bom dia da nossa amiga Héla Soares de Salvador. Olha, Hélio, vamos aqui fazer a nossa homenagem a esse baiano, né? como diz lá os nossos amigos de Salvador, esse baiano porreta, né? Esse baiano que trouxe uma contribuição enorme para a doutrina espírita. Bom dia, Hélia. Trazendo aí o seu bom dia de sempre para todos nós e um bom dia aqui paraa nossa amiga, nossa companheira aqui que sempre nos auxilia, nos ajuda, que dá todo o suporte necessário para que a gente possa continuar fazendo o nosso trabalho. Bom dia, Vanira, com muito carinho, com muito amor, com muita dedicação, muita paz e muita saúde para você e para todos os cafezeiros.

ssário para que a gente possa continuar fazendo o nosso trabalho. Bom dia, Vanira, com muito carinho, com muito amor, com muita dedicação, muita paz e muita saúde para você e para todos os cafezeiros. Está conosco também a nossa amiga Antonieta. Antonieta, amanhã é dia de nós nos encontrarmos na fed, aliás, desculpe, amanhã não, que amanhã é sábado, domingo, de nos encontrarmos na Federação Espírita do Estado de Sergipe. É, você tá sabendo, né? Amanhã nós temos lá na Federação Espírita de Sergipe uma jornada de estudo Luzes do Além. Na verdade é um encontro, né, das casas espíritas para fazer uma homenagem aos 75 anos da Federação Espírita do Estado de Sergipe. Espero que a gente possa nos encontrar por lá, viu, Antonieta? e não apenas com você, mas com todos os nossos amigos aqui que fazem o movimento espírita no nosso estado. O bom dia também da nossa amiga Maria Angélica. Bom dia, no dia que tá vindo lá do Rio Grande do Sul, de Canoas, trazendo o seu bom dia para todos, né? Bom dia também aqui. Bom, vamos ver se a gente consegue aqui lembrar. Não consigo lembrar. né? Mas tá aqui registrado o bom dia do nosso irmão, da nossa irmã lá e do nosso irmão, né? Reconhecendo no nosso queridíssimo Manuel Filomeno de Miranda, né? Um grande trabalhador das almas adoecidas ou enfermas que somos todos nós, né? e que sempre nos traz nos seus livros, nas suas obras, um conjunto de boas orientações, né, especialmente para aqueles que lidam com a tarefa da desobsessão. Bom dia também aqui da nossa amiga Maria das Graças. Bom dia todos os amigos, né, o nosso irmão que há pouco nós trouxemos aqui a sua a sua mensagem mostrando que aqui nesse trabalho que eu mencionei de resgate, né, mostrando que a memória possui muitas funções, desde a construção de uma identidade, a não repetição de falhas, né, que foi cometida eh por aqueles desbravadores. E naturalmente, né, o estímulo, né, o estímulo, a inspiração para os novos trabalhadores. É realmente muito interessante esse trabalho. E às vezes,

, né, que foi cometida eh por aqueles desbravadores. E naturalmente, né, o estímulo, né, o estímulo, a inspiração para os novos trabalhadores. É realmente muito interessante esse trabalho. E às vezes, meu amigo, essa esse trabalho, né, de memória, ele também nos permite que a gente, nessa singela homenagem que se faz, né, nos permite que a gente possa resgatar muitas vezes informações às vezes ignoradas pela informações importantes, às vezes ignorada por um grande contingente de pessoas que às vezes conhece aquele personagem, conhece a sua obra, mas ignora às vezes determinados feitos, determinadas particularidades, seja da sua vida, seja do seu trabalho, e que às vezes se torna muito interessante conhecermos para que a gente possa compreender melhor aquele trabalhador, o seu trabalho, né, o conjunto da sua obra. Então fica aqui realmente esse essa observação. Bom dia, Estela Vasconcelos. desejando um dia bom para todos nós, trazendo o seu bom dia lá de Erexim, no Rio Grande do Sul, né? O frio, chuva ou calor, Estela, como é que tá as coisas por aí? Bom dia também aqui. Ah, o bom dia ali que a gente tava comentando, não sei, mas se não for, mas ela tá trazendo aqui a nossa, né? Ainda não consegue comentar por conta da conta dela, né? E gente, não vai pensar que ela tá sem pagar a conta, não. É problema mesmo aí, tá certo? de configuração. A Estela eu coloco Estela em cada furada, vocês nem imaginam, tá certo? Mas quando ela pode, ela também apronta comigo. Então, de vez em quando a gente vai fazendo aqui, né, as nossas as nossas trocas de mensagens e de informações, certo? em público, [risadas] o que é mais interessante. Pois bem, Estela, pode trazer aí os seus comentários ainda que com essa dificuldade de configuração da sua conta, né? Mas eu, por exemplo, posso aqui registrar o esforço, né, da nossa amiga Estela, né, nossa irmã Estela Martins em relação a esse trabalho também de memória. é um entusiasta desse trabalho de resgate, porque realmente é um trabalho significativo

esforço, né, da nossa amiga Estela, né, nossa irmã Estela Martins em relação a esse trabalho também de memória. é um entusiasta desse trabalho de resgate, porque realmente é um trabalho significativo e que merece, né, de todos nós os aplausos para aqueles que se dedicam a esse trabalho de resgatar e de eh conservar, né, a memória das informações e dos trabalhadores do movimento espírita brasileiro, né? Aqui o nosso bom dia de São José do Rio Preto, da nossa irmã Maria Elsa. Bom dia, Maria Elsa. Olha, eu vou ter que dar uma parada aqui no bom no no bom dia do chat, senão a gente vai ficar só no bom dia, né? Mas vamos ainda mais um pouquinho. Bom dia, Terezinha, trazendo o seu bom dia para todos nós lá da capital federal. Não é fácil não, hein, Terezinha? Bom dia. E a nossa amiga Antonieta tá dizendo que, infelizmente não vai poder comparecer domingo na programação da Federação Espírita, né, do Estado de Sergipe, mas tá fazendo aqui um registro também interessante, né? Aliás, aqui já é, acredito a nossa amiga Estela, né? Deixa eu resgatar um pouquinho aqui o a mensagem de Antonieta, né, que ela não vai lá se dirigir a federação porque vai estar numa atividade, ora, mas tá totalmente justificada, né, a sua ausência lá na nossa no nosso encontro lá de homenagem aos 75 anos da Federação Espírita do Estado de Sergipe, né? pode estar tranquila na atividade que vocês realizam aí de assistência às famílias com o seu sopão. Eh, uma das grandes contribuições das obras de Manuel Filomeno de Miranda é o ensinamento de que todos somos seres espirituais vestindo uma roupa de carne. O Manuel Filomeno de Miranda é brilhante, né? a gente vai tentar trazer algumas algumas informações que julgamos úteis, né? Que julgamos úteis. Bom, o Anol Filomeno de Miranda, ele nasceu aqui no Conde, uma cidade aqui da Bahia, relativamente próxima aqui de Sergipe, né? quase na divisa aqui de Sergipe com a Bahia e depois foi para Salvador, mas ele começou a trabalhar muito cedo, verdade? Aos 11 anos ele já estava

da Bahia, relativamente próxima aqui de Sergipe, né? quase na divisa aqui de Sergipe com a Bahia e depois foi para Salvador, mas ele começou a trabalhar muito cedo, verdade? Aos 11 anos ele já estava trabalhando. É verdade, né? Depois mudou-se para Salvador, fez o que a gente poderia chamar hoje, né? na época era guarda livros, fez o curso eh de ciências, né, que hoje seria o curso de bacharel, né, em ciências contábeis, eh, na atual Universidade Federal da Bahia e atuou até os seus 48 anos de idade na profissão. foi sócios, né, de de pelo menos duas empresas, né, enquanto era contador das empresas, também era sócio dessas duas empresas e não teve até mais ou menos 1914, seus 38 anos de idade, ele não teve uma, digamos, atuação no movimento espírita. Mas exatamente lá pelo ano de 1914, né, ele eh foi debilitado por uma enfermidade, né, de caráter obsessivo, né, de caráter espiritual, uma influência espiritual, recorreu a diversos médicos sem obter uma solução para o seu problema. Foi então encaminhado a um médium conhecido como Saturnino Fávelo, na cidade de Alagoinhas e foi plenamente curado através de passes e água fluidificada. Também recebeu orientação para usar alguns remédios da flora medicinal. Isso por volta aí, né, do ano de 1914. Já finalzinho de 1914, início de 1915, já em Salvador, ele conheceu José Petitinga, que foi José Petitinga que o levou a frequentar a União Espírita Baiana. Mas por essa época, Manuel Filomeno de Miranda já havia iniciado na sua própria residência uma instituição espírita. Chamava-se Grupo Fraternidade, na rua direita de Santo Antônio, né, na casa número 170, que era a própria residência de Manuel Filomeno de Miranda. E lá nesse espaço, né, na sua residência, ou seja, no grupo Fraternidade, ele começou a atender, né, os sofredores, não apenas do ponto de vista eh do sofrimento espiritual, mas inclusive da necessidade material. Ele atendia as pessoas distribuindo alimentos, palavras de consolo e também coordenava as reuniões mediúnicas,

nas do ponto de vista eh do sofrimento espiritual, mas inclusive da necessidade material. Ele atendia as pessoas distribuindo alimentos, palavras de consolo e também coordenava as reuniões mediúnicas, sempre muito dedicado à questão do trabalho de assistência espiritual, que a gente chama de tratamento obsessivo, né? em 1921, através da companhia, né, da amizade que fez com José Petitinga, ele começou um pouco antes a integrar a diretoria da União Espírita Baiana, União Espírita Baiana, que mais tarde se transformou, né, na Federação Espírita do Estado da Bahia, a FEB, né, inclusive Filomeno de Mirande. Miranda sucedeu José Petitinga na presidência da União Espírita Baiana. Ele exerceu essa função inclusive de presidente de 39 a 42. Foi um grande trabalhador, vocês vão entender daqui a pouquinho, né? tanto na divulgação, né, do trabalho do em prol, né, na divulgação da doutrina espírita, como nas questões eh da atividade mediúnica, mas sempre um trabalhador abnegado, sempre gentil no trato com as pessoas, mas de uma persistência na luta diária. em prol do benefício dos irmãos de jornada que o destacava. Por isso, ele dedicou-se mais especificamente, muito afim com as reuniões mediúnicas, mais ainda as questões da tarefa de desobsessão, que ele considerava imprescindível nas instituições espíritas, mas mas que sempre afirmava que para fazer esse trabalho de desobsessão, as casas espíritas deveriam estar devidamente preparadas para esse processo de intercâmbio espiritual. Então, por aí a gente já percebe, né, o quanto eh Manuel Filomeno de Miranda se preocupava com esse trabalho eh de assistência espiritual, mas não deixava de reconhecer a importância, né, da preparação, que naturalmente aí preparação não significa você ter um conhecimento acadêmico, né, mas principalmente, né, às questões ligadas à boa vontade, a disciplina, o amor e o compromisso ao trabalho para que a gente possa dedicar-se ao trato das questões no trabalho da desobsessão. retornando um pouco a biografia, né, de

tões ligadas à boa vontade, a disciplina, o amor e o compromisso ao trabalho para que a gente possa dedicar-se ao trato das questões no trabalho da desobsessão. retornando um pouco a biografia, né, de eh elaborada por Ednólia Peixinho, né, que ela chama Retratos de uma vida. Eh, fazendo essa biografia de Manuel Filomeno de Miranda, ela sem nenhum trabalho, né, sem nenhum esforço, né, sem nenhum interesse de se intitular. uma memorialista, né, ou mesmo uma historiadora, né, ou seja, ela diz que não nenhuma pretensão de ser nem historiadora, nem memorialista, mas ela descobriu, por exemplo, nos nas consultas, nas pesquisas que realizou, que Manuel Filomeno de Miranda teve uma preocupação, ainda quando encarnado, de documentar Tá? A trajetória do movimento espírita baiano. Veja que interessante, a gente aqui falando, né, de resgate, de memória, do movimento. Então, se vocês consultarem lá a obra que eu, né, apresentei aqui, exatamente aqui esta obra, né, tá certo? A prática mediúnica espírita, né? Eh, como eu disse, é um trabalho organizado, né, pela Marta Antunes Moura e Carmen Silveira, que é um trabalho que foi apresentado por ocasião dos 80 anos da desencarnação de Manuel Filomeno de Miranda e que traz no início da obra essa biografia elaborada por Edinólia Peixinho, né, sobre Manuel Filomeno de Miranda. Então a Ednólia ele ela mostra que Manuel Filomeno de Miranda desenvolver um desenvolver um esforço enorme em documentar a trajetória do movimento espírita baiano. Imagina isso lá atrás, né? Imagina época de 40, tá certo? Então a gente pode perceber aí que quando a gente tá falando aqui de de um trabalho, né? eh de resgate, tá certo? Eh, é importante a gente perceber, né, que já tinha muita gente se preocupando com isso há bastante tempo, o que só demonstra a necessidade que nós temos de nos aprofundarmos, de intensificarmos um pouco mais esse cuidado, né, com os registros eh dos fatos eh realizados pelo movimento ente espírita, pelas instituições espíritas, que às vezes não

temos de nos aprofundarmos, de intensificarmos um pouco mais esse cuidado, né, com os registros eh dos fatos eh realizados pelo movimento ente espírita, pelas instituições espíritas, que às vezes não registrou nada, às vezes não guarda nem as suas atas, enfim. Eh, é muito difícil, né, a gente às vezes quando deseja conhecer a história de uma casa espírita e a gente vai até a casa espírita e lá a gente não encontra quase absolutamente nada. Então você precisa eh consultar as pessoas, que são os chamados registros vivos, né? E através desses depoimentos, a gente começar a fazer esse trabalho de resgate, porque as instituições espíritas elas não têm esse trabalho realmente, né, de fazer isto. Ora, talvez pelo fato de ser o que nós chamamos hoje de contador, né, de se dedicar a esse trabalho, a esse registro dos fatos contábeis, né, das organizações onde ele trabalhou e onde também foi sócio, proprietário. Então, Manuel Flamengo de Miranda já tinha um espírito muito, digamos, eh, que era fácil compreender a necessidade desses registros. E ele começou então a documentar a trajetória do movimento espírita baiano, né? Imagina, imagina o tempo que isso aconteceu, né? Só para pra gente não perder aqui o fio da meada, né? Nós estamos falando aí, tá certo? 1940, 1939. Então assim, faz faz bastante tempo, faz bastante tempo. Então, por isso que a gente precisa realmente eh estar fazendo esse trabalho de resgate, né? Porque ainda hoje a gente continua talvez com, eu não diria, com as mesmas dificuldades, mas continua com grandes dificuldades ainda, né, de fazer hoje, eh, de pegar, por exemplo, de vez em quando, só para cortar aqui a minha ideia e deixar a patente ter essa dificuldade, de vez em quando, eu, Pedro, né, Patrícia, Estela, eh, falamos assim: "Ah, Hoje aqui tem um registro de e a gente fala o nome do trabalhador. Aí a gente diz assim: "Mas nós pesquisamos e não encontramos muita coisa. E olha, a gente pesquisa mesmo e às vezes não tem, às vezes é uma notinha lá muito pequena,

gente fala o nome do trabalhador. Aí a gente diz assim: "Mas nós pesquisamos e não encontramos muita coisa. E olha, a gente pesquisa mesmo e às vezes não tem, às vezes é uma notinha lá muito pequena, né? Então é preciso que de alguma forma a gente possa fazer esse trabalho de registro, resgatando a memória dos trabalhadores e do movimento espírita. Então, voltando, Manuel Filomeno de Miranda, ele nos deu esse exemplo. Às vezes a gente só faz a relação de Filóo de Miranda, né, com os trabalhos, os livros da sua lavra, né, o seu trabalho no movimento espírito, mas o seu trabalho no movimento espírito também precisa ser identificado nesse aspecto. Ele documentou a trajetória do movimento espírita baiano num trabalho pioneiro, pegando inclusive, né, registro dos primórdios no movimento da Bahia com Teles de Menezes. Tentou inclusive ele, Manuel Felo, de Miranda, realizar um senso das instituições espíritas do seu estado. Vejam que interessante. 1940, 1940 e pouco. E ele já estava preocupado com isso e tentou realizar um senso, saber quantas quais eram as instituições espíritas do estado da Bahia. Essa descoberta que é trazida aí pela Ednólia Peixinho, né, mostra mostra, né, o quanto é relevante a gente ampliar e conhecer, né, detalhes às vezes da vida dos trabalhadores espíritas. Porque eu, por exemplo, que já falei sobre Manuel Filomeno Miranda em muitas oportunidades, né, não tinha me detido nessa particularidade que só agora quando fui reler a biografia dele, né, produzida aqui nesta obra, é que fui compreender melhor, né, o carinho, o olhar especial que Manuel Filomeno de Miranda dedicou a esse de trabalho de registro do movimento espírita federativo. Sim, porque o que ele tava fazendo era uma preocupação que deveria ser muito presente naqueles que fazem o movimento federativo nos seus estados e naturalmente eh a nível nacional também. Eh, o que ele queria naquele momento, né, entre outras coisas, era reconstituir a história dos pioneiros do espiritismo para que pudesse legar informações

os e naturalmente eh a nível nacional também. Eh, o que ele queria naquele momento, né, entre outras coisas, era reconstituir a história dos pioneiros do espiritismo para que pudesse legar informações importantes às gerações futuras e que poderiam, né, a partir desse conhecimento, servir de inspiração para alimentar o nosso ideal de servir na seara do Cristo. Então, bem lembrado aqui esse trabalho, né, da Ednólia para que a gente possa compreender essa, digamos, eh, esse aspecto pouco pouco conhecido, né, de Manuel Filomeno de Miranda, né? Eh, outro aspecto também interessante que é destacado e que a gente tem muito cuidado quando fala sobre as pessoas, né, os trabalhadores espíritas aqui, é que ao fazer esses recortes da sua existência física, né, ao destacarmos os seus feitos, fatos, ideias, vivências, a gente faz no intuito de conhecer um pouco da personalidade daquele trabalhador. Mas especialmente para que isso seja assim uma oportunidade pra gente refletir sobre os seus exemplos, não para divinizá-los, para endeusá-los em absoluto. É muitas vezes nesse trabalho de resgate para incluir às vezes trabalhadores que às vezes fica por um ls até esquecido do movimento espírita e legaram, deixaram uma grande contribuição. Então fica, portanto, aqui um pouco desse aspecto, né, que muitos de nós às vezes não conhecemos do Manuel Filomeno, né, de Miranda. Bom, como eu disse, ele nasceu na Bahia, né, eh, no município de Conde, né, ele eh nasceu em 14 de novembro de 1876, né? Eh, hoje se se estivesse conosco, né, Manuel Filomeno de Miranda, ele estaria aí comemorando eh 149 anos. 149 anos, né? Então, estamos trazendo aqui um registro importante, né, aqui desse nosso irmão, tá certo? Começando aí já retomando um pouquinho o seu nascimento, né, profissionalmente, né, eu disse que ele começou a trabalhar muito cedo, tá certo? Eh, eu disse que ele começou a trabalhar aos os 11 aos 11 anos, né, quando com seus pais ele mudou para Cana Vieiras na Bahia e aos 11 anos começou a trabalhar como auxiliar de uma

ito cedo, tá certo? Eh, eu disse que ele começou a trabalhar aos os 11 aos 11 anos, né, quando com seus pais ele mudou para Cana Vieiras na Bahia e aos 11 anos começou a trabalhar como auxiliar de uma casa de negócios. É isso mesmo. Aos 18 ele veio para Salvador, foi transferido para Salvador, exatamente junto com a empresa que ele trabalhava, né? Então a empresa se mudou lá de Canavieiras para para Salvador e ele veio inclusive no caminhão da mudança, né? E lá começou a ocupar agora já em Salvador, né? Ele começou a ocupar logo que a empresa foi vendida a uma outra empresa, né, a uma outra razão social, ele começou a ocupar o cargo de guardalvos, que seria o cargo equivalente a contador. Graduou-se em bacharel e comércio e fazenda pela antiga escola comercial da Bahia, hoje atual faculdade de ciências econômicas da Universidade Federal da Bahia, da UFBA. e mais tarde tornou-se sócio, né, da firma onde ele trabalhava como contador, né? E nessa empresa ele ficou até por volta de 1914, quando se retirou, deixou a sociedade, mas foi para uma outra empresa. E lá também, nesta nova empresa desempenhou a função de contador e também foi sócio da empresa. Aí em 1924, quando então já já contava 48 anos de idade, ele resolveu, né, encerrar a sua atividade comercial, a sua atividade profissional. Já conhecia a doutrina espírita, vocês lembram que eu me referia há pouco, mas aos 48 anos de idade, certo? ele resolveu encerrar a sua atividade profissional e dedicar-se, né, praticamente somente as demandas de caráter da doutrina espírita. Importante ressaltar, né, que quando ele começou o trabalho, né, no movimento espírita, ele inicialmente integrava a comissão fiscal da União Espírita Baiana, dirigia uma instituição que fundou na própria residência, né, mas a sua atividade profissional o ajudou bastante, tá certo? certo, a desenvolver eh um trabalho de certa forma, digamos, meticuloso, né, que a gente observa muito nas obras de Manuel Filomeno de Miranda, quando ele está trazendo

al o ajudou bastante, tá certo? certo, a desenvolver eh um trabalho de certa forma, digamos, meticuloso, né, que a gente observa muito nas obras de Manuel Filomeno de Miranda, quando ele está trazendo orientações a respeito do funcionamento das atividades mediúnicas. Eh, isso é fruto muito dessa aptidão, né, que ele trouxe da sua formação profissional, dos encargos que ele exerceu, inclusive nas instituições espíritas. Imagina na União Espírita Baiana, ele era da comissão fiscal, que tinha tudo a ver com a sua formação, né, em ciências contábeis, digamos assim, e economia, né, porque esses cursos durante muito tempo eram muito juntos, né, muito muito relacionados, né? Bom, outro aspecto interessante que a gente pode destacar ainda recorrendo aqui à obra de Ednólia, né, aqui da biografia que ela faz, tá certo? É que ele também foi responsável, Manuel Filomeno de Miranda, tá certo? Foi responsável junto com os demais trabalhadores da União Espírita Baiana. ele foi responsável pela legalização como sociedade civil desta entidade, né? Por quê? Porque é muito comum, especialmente ainda hoje, mas especialmente naquela época, né? a gente constitui a instituição espírita, mas não faz a legalização, ou seja, não a constitui enquanto sociedade civil, não faz os registros necessários, né, para torná-la uma pessoa jurídica de fato e de direito. Então, já auxiliando, né, a a a instituição, ele, no caso, a União Espírita, né, Baiana, ele regularizou, foi um daqueles que ajudou na regularização da legalização da entidade, fato inclusive que foi publicado no Diário Oficial, né, para que pudesse realmente se tornar concret concretização de uma etapa na vida da instituição. Bom, outro aspecto é que do trabalho, da aproximação, da amizade que ele teve, né, com José Petitinga, nós já nos referimos aqui, ele inclusive substituiu José Petitinga na direção, na presidência da União Espírita Baiana, ele não apenas aprendeu com a dedicação, com o trabalho de de José Titinga, né, mas eh ele que compreendeu junto com esse

substituiu José Petitinga na direção, na presidência da União Espírita Baiana, ele não apenas aprendeu com a dedicação, com o trabalho de de José Titinga, né, mas eh ele que compreendeu junto com esse trabalho, com essa aproximação de José Petitinga, o quanto a gente deveria, enquanto trabalhador, enquanto trabalhador, né, contribuir com dedicação, tá certo, para a casa onde a gente estava sendo, digamos, acolhido na condição de trabalhador, né? E via a semelhança do que havia aprendido com José Petitinga, a casa espírita como um templo de amor fraternal e de caridade cristã. Por que que a gente tá destacando isso, né? Porque nós chegamos na instituição espírita trazendo aquele espírito, né, de eh espírito aqui no sentido, digamos, no sentido eh comparativo, né, trazendo aquele jeito, né, aquela forma de de participar da vida social, como a gente faz nas atividades e nas organizações profissionais. mais que a gente serve, né? A gente traz às vezes aquele espírito muito competitivo e isso às vezes não nos ajuda muito, né, no ambiente fraterno da casa espírita. Então, enxergar, como enxergou José Petitinga, como enxergou Manuel Felomeno de Miranda, a casa espírita como um templo de amor fraternal e de caridade cristã faz uma diferença significativa. Porque ao invés de olhar para as imperfeições do nosso próximo que trabalha conosco na casa espírita, né, com aquele olhar, com aquela análise mais crítica, a gente vai olhar e analisar essas, digamos, imperfeições do nosso próximo companheiro de trabalho na casa espírita, né, um espírito mais cristão, né, mais caridoso, né, sendo muito mais solidário, né? Eh, enxergando com uma visão, digamos, menos crítica no sentido pejorativo da palavra, né? Então isso é um um ensinamento, né, dessa experiência de Manuel Filomeno de Miranda junto com José Petitinga, que pode nos ajudar bastante, né, a facilitar, né, esse trabalho em equipe, esse trabalho de grupo que a gente precisa desenvolver nas casas espíritas, né, para que a gente possa manter a

é Petitinga, que pode nos ajudar bastante, né, a facilitar, né, esse trabalho em equipe, esse trabalho de grupo que a gente precisa desenvolver nas casas espíritas, né, para que a gente possa manter a harmonia do trabalho, né? A solidez da equipe, né? Bom, eu sinto que a gente não vai conseguir se não bater o recorde aqui da nossa irmã Estela, né? Trazer um conjunto maior de informações, porque a biografia de Manuel Filomeno de Miranda é bem extensa, né? Bem extensa, apesar, tá? é de olha colocar no título da biografia que ela produziu de Manuel Filomeno de Miranda, que são apenas retratos de uma vida. Imagina retratos. Imagina se fosse realmente uma descrição, como talvez aqui coubesse na compreensão que ela julgaria, né, que o Manuel Filomeno de Miranda merecia, tá certo? Mas ele também teve um trabalho muito interessante junto à implantação da biblioteca Manuel Fom de Miranda, tá certo? Teve um trabalho importantíssimo na implant criação, porque ele foi ele foi o grande incentivador da criação e da implantação da Biblioteca Bezerra de Menezes, que fazia parte da União Espírita Baiana. Isso lá pelos ídos de 1926, né? Ele eh achava essa atividade extremamente importante de as pessoas terem acesso, né, de terem facilidade para terem acesso ao livro Espírita. Era um leitor assido da revista Reformador e de diversos outros. órgãos de divulgação que lhe chegavam às mãos. Por isso, talvez, né, esse carinho, né, com o trabalho de implantação da biblioteca da União Espírita Baiana, certo? e que é também um belo exemplo para todos nós, que às vezes não incentivamos a criação de bibliotecas, né, nas casas espíritas, né, às vezes fica lá cantinho meio escondido, apagado, né? E a gente precisa realmente deixar os livros espíritas bem bem visíveis, né? Eh, e existem muitos belos exemplos também nas casas espíritas. Eh, talvez um dia a gente possa tá aí, viu, Estela, uma sugestão, fazer aqui um levantamento de alguns poucos exemplos, o que já vai ser muito útil, né, de diferentes formas de

ém nas casas espíritas. Eh, talvez um dia a gente possa tá aí, viu, Estela, uma sugestão, fazer aqui um levantamento de alguns poucos exemplos, o que já vai ser muito útil, né, de diferentes formas de biblioteca. É porque existem, sabe, diferentes formas de funcionamento de bibliotecas nas casas espíritas, algumas muito interessantes, né, e que podem talvez servir de inspiração paraa casa espírita que ainda não tem, que às vezes julga muito difícil, né, manter uma biblioteca, mas um pouquinho de boa vontade, um pouquinho de carinho, um pouquinho de esforço dá pra gente fazer esse trabalho em todas as casas espíritos, mesmo naquelas casas mais simples, né? mais simples. Bom, ainda avançando um pouco mais a respeito daquela informação anterior de que ele ele já visualizava, né, a necessidade de fazer um trabalho, quando eu falei do interesse dele de fazer um censo, né, das instituições espíritas na Bahia, eh, ele também já vislumbrava ali a publicação, né, de um de um caderno de um opúsculo, né? Eh, para que pudesse se fazer o os registros, né? Inclusive cadastrando os centros espíritas, eh, que ele conhecia das cidades da Bahia. Eh, e detalhando, inclusive alguns aspectos do próprio estado, né? eh para que as pessoas também conhecessem um pouco a respeito eh do próprio estado, né, onde ele nasceu e onde residia. Bom, pra gente não deixar passar em branco, né, sobre a relação de Manuel Filomeno de Miranda e o estudo da mediunidade, fica aqui um breve, um pequeno registro, né, dele em relação asto, eh, não apenas eh em relação à mediunidade, mas em defesa, né, da própria doutrina espírita. Eh, o Manuel Flomeno de Miranda, ele eh muitas vezes se envolveu em algumas polêmicas, né, no sentido de defender realmente a doutrina espírita, tá? Ele não, a gente não encontra registro que ele se considerava um um polemista, mas a gente sabe que em determinado momento do movimento determinado momento da história do movimento eh espírita, né, a gente teve bastante polêmica, porque a doutrina precisava eh se

m um polemista, mas a gente sabe que em determinado momento do movimento determinado momento da história do movimento eh espírita, né, a gente teve bastante polêmica, porque a doutrina precisava eh se solidificar, né? doutrina, quer dizer, o movimento espírita precisava ser solidificado na sociedade e muitas vezes encontrava resistência junto a lideranças de outros credos religiosos que publicavam questionamentos e às vezes denúncias, né, contra alguns princípios da doutrina. E aí muitos dos trabalhadores espíritas e o Manuel Flomeno de Miranda assumiu também essa postura de fazer a defesa, né? Por exemplo, todos nós sabemos o quantas quantas vezes, inúmeras vezes a doutrina foi, digamos, eh taxada de fábrica de loucos, né? E o Manuel Filomeno de Miranda também se posicionou, né? se posicionou e fazendo, refutando muitas vezes, né, algumas publicações que faziam críticas, tá certo, à doutrina espírita, né? e tem um um trabalho em que ele eh fala a respeito de uma análise feita por lideranças católicas, em que ele realça os desvios produzidos pelo catolicismo em relação aos desvios do cristianismo e faz uma defesa enfática da doutrina espírita, né? Eh, houvesse tempo aqui, valeria a pena a gente dedicar aqui à análise de alguns trechos, né? E ele vai esclarecendo na defesa que faz do espiritismo, né? Como inclusive ele, Manuel Felo de Miranda, né? Havia inclusive se tornado espírita. e qual seria a melhor forma de fazer a defesa do espiritismo, né? E é muito interessante em um desses trabalhos, né? Porque ele esclarece porque havia se tornado espírita, né? E nesse esclarecimento que ele faz, ele deixa muito claro, né, que as críticas que se faziam eh sobre o espiritismo não encontrava fundos ou fundamentos, né, na verdade, né, porque se se a época, né, se buscava às vezes coisas até simplórias, né, para eh detratar realmente os trabal trabalhadores da doutrina espírita, né? E ele fazia sempre as defesas baseadas em fatos bíblicos, eh em fatos da literatura, eh citando fontes, autores, portanto,

para eh detratar realmente os trabal trabalhadores da doutrina espírita, né? E ele fazia sempre as defesas baseadas em fatos bíblicos, eh em fatos da literatura, eh citando fontes, autores, portanto, com bastante conhecimento de causa, deixando claro, né, que havia pesquisado a propriedade das informações que ele trazia, né, para que eh os detratores não encontrar trasse às vezes oportunidade de refutar, né, a as suas informações. Mas Miranda foi realmente assim um grande, digamos, eh trabalhador e divulgador, né, das atividades no campo da mediunidade e foi e continua sendo, né, por conta das obras que ele traz. E eu queria aqui destacar pra gente finalizar, porque a gente já avançou bastante aí o tempo, eu queria apenas destacar nesse aspecto uma informação muito interessante já trazida pela psicografia de Divaldo, né, a respeito de Manuel Filomeno de Miranda, né, ele escreve Manuel Filomeno de Miranda, que depois do seu desencarne, ele se dedicou por quase 30 anos no mundo espiritual a estudar a questão da obsessão e do processo mediúnico, né? E quando conseguiu eh permissão de Joana de Angeles, ele se apresentou para Adivaldo para que pudesse trazer em forma de livros, né, muitas das experiências e dos estudos que ele havia realizado no mundo espiritual a respeito da questão da desobsessão. Por que que a gente tá fazendo esse registro, né? Porque nós estamos falando de um espírito que traz a informação que no mundo espiritual ele se dedicou por 30 anos a pesquisar, a estudar, tá certo? a questão da obsessão para que pudesse trazer informações, né, que nos fossem úteis. E nós estamos destacando isso no final, porque às vezes a gente encontra, né, companheiros que desejam se dedicar ao trabalho da mediunidade e acha que podem fazer esse trabalho só com as informações de ouvir ou de ouvido, achando que é suficiente. Imagina, eu sei que alguns poderão até dizer assim: "É, mas eu vou só trabalhar, eu não vou escrever, eu não vou me dedicar, né, a um estudo mais aprofundado, eu quero apenas contribuir,

é suficiente. Imagina, eu sei que alguns poderão até dizer assim: "É, mas eu vou só trabalhar, eu não vou escrever, eu não vou me dedicar, né, a um estudo mais aprofundado, eu quero apenas contribuir, dar a minha parcela de colaboração." Não, mas tudo que a gente precisa fazer para fazer com certa qualidade, a gente precisa ter informações suficientes para contribuir de maneira justa, de maneira adequada, de maneira realmente a que a gente possa trazer, né, algo que seja útil para os nossos semelhantes, sem sem criar embaraço. para a divulgação e a prática, né, no campo mediúnico orientado pela doutrina espírita. sobre isto e agora finalizando mesmo, né? Existe um projeto aqui idealizado pelos trabalhadores da área mediúnica na Bahia, muito conhecido no Brasil inteiro, mas que merece aqui se fazer o registro, porque ele é uma justa homenagem a esse grande trabalhador da área mediúnica, né, que é Manuel Filomeno de Miranda. Trabalho chama-se Projeto Manuel Filomeno de Miranda. E aqui um livro que resgata um pouco esse trabalho do projeto Manuel Filomeno de Miranda. Eh, e nesse livro é muito interessante, ele é no formato de perguntas e respostas, né? um livro, digamos, eh, avalizado, né, pelo espírito Joana de Angeles e que, entre outras coisas, traz uma série de contribuições das obras de Manuel Filomeno de Miranda a respeito da questão da obsessão e da desobsessão. Mas há uma particularidade neste livro aqui, qualidade na prática mediúnica. Qual é a particularidade? é a reflexão em torno da qualidade na prática mediúnica que todos nós precisamos entender sem aquela resistência que às vezes a gente tem de, ah, mas isso não é trazer paraa casa espírita, né, um tema muito oriundo das organizações públicas e privadas que se preocupa com os seus resultados, inclusive no caso das organizações privadas de caráter lucrativo. Não, não, absolutamente não. É para que a gente possa perceber a pertinência de nós desenvolvermos os processos, né, das instituições espíritas no que diz respeito à tarefa

vadas de caráter lucrativo. Não, não, absolutamente não. É para que a gente possa perceber a pertinência de nós desenvolvermos os processos, né, das instituições espíritas no que diz respeito à tarefa mediúnica e, mais particularmente à desobsessão, com uma qualidade mínima necessária para se conseguir bons resultados. Kardec já nos adverte muito sobre isto, né? E Manuel Filomeno de Miranda escreve uma página no início desta obra que nos remete exatamente a isso, sobre a necessidade do trabalhador e das casas espíritas de levarem em consideração que nós precisamos fazer o trabalho mediúnico com qualidade para que os resultados possam realmente ente traduzir esse esforço, né, esse compromisso que a doutrina espírita tem para com o campo da mediunidade. Porque mediunidade não é privilégio do espiritismo. Mas o espiritismo talvez seja, não vou aqui afirmar em caráter absoluto, mas talvez seja a única doutrina que procura estudar a mediunidade e nos incutir a necessidade de dar uma finalidade útil a essa faculdade que é orgânica e, portanto, inerente a qualquer ser humano. Que Deus nos ilumine, que Deus nos abençoe, que nos permita, refletindo a respeito desse grande trabalhador da seara espírita, Manuel Filomeno de Miranda, o carinho e o compromisso que todos nós devemos ter com o estudo, com a prática do bem, especialmente no que diz respeito às tarefas da desobsessão. Muita paz, muita luz para todos nós. Que possamos ter uma sexta-feira serena e tranquila, um final de semana de muita harmonia. E aos nossos amigos aqui de Sergipe, né? Domingo é dia de nós nos encontrarmos na Federação Espírita do Estado de Sergipe, das 8 às 12, para homenagearmos os 75 anos da Federação Espírita do nosso estado, do estado de Sergipe. Paz e luz para todos.

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