Bom dia, café! 051125 AO VIVO Renovando Consciências
A proposta do Bom dia, café! é elevar nossos pensamentos, nossa conexão mental e espiritual através do compartilhamento das boas notícias, bons exemplos amplamente disponíveis ao nosso redor. É a fé raciocinada que nos explica o Espiritismo, com a aplicação do Evangelho em nosso cotidiano, buscando nossa mudança íntima através do debate e reflexão das questões que nos preocupam. Participe, curta e compartilhe! De segunda a sexta-feira - 7h30. Apresentação – Stela Martins, Patrícia De Hoyos, Pedro de Paiva e Jairo de Jesus. Produção – Stela Martins, espírita jornalista. Encontre as edições anteriores do Bom dia, café! na playlist aqui no canal RENOVANDO CONSCIÊNCIAS - Consciência e Espiritualidade. CONVITE PARA GRUPO NO WHATSAPP – Esse grupo tem com o objetivo facilitar o compartilhamento do link das lives do Bom dia, café!, informações sobre o programa e boas notícias. Para entrar clique nesse link: https://chat.whatsapp.com/IjwyHhWGJdN2KRk8BwrjaM Músicas: autorizada a reprodução pelo autor José Henrique Martiniano e “Biblioteca de áudio do Youtube” e músicas SD domíniopúblico.gov.br - 1657 #manhãcomDeus, #bomdiacomJesus, #bomdiaespiritismo, #mensagemdebomdia, #refletindocomKardec, #palavradobem, #espiritualidadeeespiritismo, #reflexãoespiritual, #livedebomdia, #despertardaconsciência, #comeceodianobem, #inspiraçãodamanhã, #féeespiritualidade
nascer, morrer nascer ainda [música] e progredir sempre tão Não é [música] além. [música] Ner, nascer podrer. Renascer, renascer ainda e progredir, progredir sempre. sem [música] não é ali. >> resplandeceu, iluminou. Eita! Bom dia. São 7:32. Está começando agora o nosso Bom Dia Café com Clara Nunes. Ai resplandeceu, iluminou a barra do dia, o canto do galego a flor se abriu. Vamos começar o dia de bom humor, animados, né? É para isso que nós estamos aqui, pra gente começar o dia bem contente, felizes da vida, não é? Afinal de contas, a gente sabe que no comando de tudo isso tá o nosso querido mestre Jesus. E nós estamos indo pro caminho certo. Nós estamos indo pro caminho certo. Não duvideo. Tem muito mais gente boa por aí. Tem muito mais gente bacana do que o contrário, viu? Não duvideo. Hoje, deixa eu ver se tem aí tudo certo. Hoje tem visita dobrada. É visita que não é bem visita, é mais ou menos uma visita, mas já que nós estamos aqui, né? Então nós vamos começar chamando as visitas e depois a gente continua com o nosso roteiro, né, que fica todo invertido quando a gente tem visita em casa, não é assim? Vamos. Pera aí, deixa eu achar aqui a visita agora que eu perdi a visita. Visita foi lá para baixo. Achei. Bom dia para todo mundo. Bom dia, Jairuques. Bom dia, Edmilson. O J precisa abrir o microfone dele pra gente poder ouvir esta voz maravilhosa de locutor de rádio. >> Bom dia. Bom dia, Estela. Bom dia, Edmilson. Bom dia, cafezeiros. Já estamos aqui. Bom dia, Edmilson. Tudo bem por aí? >> Bom dia, Estela. Tudo bem? Bom dia, Jairon. Bom dia a todos que nos escutam nesse momento. O Jairo aqui hoje tá com dupla função, viu gente? Ele trouxe o Edmilson, ele que convidou o Edmilson, então nessa parte ele tá de apresentador, mas ele também faz parte do projeto, então ele também é visita. Ele tá hoje cumprindo jornada dupla [risadas] no Bom Dia. >> Visita e meia. >> Visita e meia. Exatamente. [risadas] Pra gente eh começar aqui com a nossa com as nossas atividades de hoje, vamos colocar a
tá hoje cumprindo jornada dupla [risadas] no Bom Dia. >> Visita e meia. >> Visita e meia. Exatamente. [risadas] Pra gente eh começar aqui com a nossa com as nossas atividades de hoje, vamos colocar a preceita primeiro, depois a gente faz a a autodescrição, tá bom? >> E mudando também o meu padrão, que eu hoje, em vez de colocar um texto da Tânia, hoje eu vou colocar Sam ao Aada. >> São as coisas simples, despretenciosas que a [música] alma descobre os encantos dos dias. No bailar [música] dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto [música] das almas queridas. Nessas horas simples, a alma [música] percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despe lhe [música] a cresce para ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a [música] alma complica, acumula pega, passa pelos dias iludida [música] e cega, vive como morta e sequer percebe, até que desperta os encantos dos dias, pois a [música] ilusão nos afasta da vida. São as coisas simples que a vida acontece. [música] São coisas simples, [música] despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, [música] no ficar mais perto das almas queridas. >> Nessas horas simples, [música] a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despe lhe [música] aquece para ser quase tudo sem ter quase nada. Quando [música] a alma complica, acumula pega, passa [música] pelos dias iludida e cega, vive como morta e [música] sequer percebe, até que desperte aos encantos [música] dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas [música] simples que a vida acontece. até que desperte aos [música] encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples [música] que a vida acontece. [música] >> Muito bem, muito bem. Hoje nós estamos excepcionalmente aqui em três retângulos do nosso Bom Dia Café. Eu tô no alto à esquerda. Eu vou até trocar isso aqui, ó, porque já que o Jairo tá de dupla função. Pronto, vou pôr os rapazes na
stamos excepcionalmente aqui em três retângulos do nosso Bom Dia Café. Eu tô no alto à esquerda. Eu vou até trocar isso aqui, ó, porque já que o Jairo tá de dupla função. Pronto, vou pôr os rapazes na parte de cima, dois retângulos na parte de cima e eu na parte de baixo. Eu sou a Estela, sou uma mulher branca de 60 anos, cabelos curtinhos, grisalhos. Tô com uma camiseta preta, com um desenho em azul e escrito em cima, mano do céu. Mano do céu. Oh, meu Deus. Tô aqui no meu quintal, então tem algumas plantas atrás de mim, meu computador e minha garrafa de café, né, gente? Sem garrafa de sem café não dá, não dá, não dá, não dá. Vamos lá, Edmilson. Jairon, qual dos dois se autodescreve, pego. >> Edmilson que é a visita. [risadas] Isso. >> Então, meu meu nome é Edmilson Menezes, estou falando aqui de Aracaju, >> Sergipe. >> Eu sou um homem de 59 anos, sou pardo. Estou nesse momento com uma camisa vermelha falando aqui do escritório da minha casa, onde eu trabalho. E digo, reafirmo a satisfação de estar repartindo essa manhã com Jairo e com Estela e com todos aqueles que nos ouvem. Bom, eu sou Jairo, um idoso kid, né, Estela? [risadas] Idoso Kid. O J vai tá inventando uns termos aqui agora. Que idoso Kid é esse? Ué, foi foi conteúdo aqui do Congresso Espírita do Estado de Sergipe, essa nova classificação agora, né? Então eu me co nessa faixa de idoso kid. >> Então nós vamos ter que chamar alguém para explicar quem que é Idoso Kid. >> Eu estou de camisa verde, uso óculos, né? Tenho, sou negro, estou aqui falando do meu cafo bem, gente, hoje nós vamos conversar sobre uma notícia boa, né? A visita do Jairo e do Edilson é para falar sobre uma notícia boa e contar sobre um trabalho muito bacana que eles estão fazendo lá. Nós vamos dar bom dia primeiro para vocês, mas nós temos uma efeméri muito, duas três efemérides interessantes, mas uma tem a ver com as visitas, tem a ver com as visitas de hoje. Então vou começar dando bom dia pra turma. Edmilson nós temos um chat aqui que é a coisa mais legal do mundo.
mérides interessantes, mas uma tem a ver com as visitas, tem a ver com as visitas de hoje. Então vou começar dando bom dia pra turma. Edmilson nós temos um chat aqui que é a coisa mais legal do mundo. Então você você vai ver que a turma aqui é é como a gente fala aqui no interior, a turma aqui é poleta. Thaí Valadares, bom dia. Muito obrigada por ser membro de um canal espírita, viu? Não se esqueçam, pessoas, vocês, por favor, inscrevam-se nos canais espíritas, inscrevam-se nos canais que retransmitem o Bom Dia Café. Bom Dia Café parte do canal Renovando Consciências, que eu não sei por que coincidência lá de Aracaju, olha que coisa. E também é retransmitido pela Web Rádio Fraternidade, pelo Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o Iges, pela Rádio Espírita do Paraná, pela TV Conecta Espiritismo e também pelo grupo Espírita Fonte Viva. São todos retransmissores aqui do Bom Dia Café. Inscrevam-se, assistam por lá também, por favor. E se vocês quiserem, façam como a Thaí seja membro de um canal espírita. Para ser membro, do lado do botão onde tá escrito inscrito ou inscreva-se, tem um seja membro. Você clica lá que tem todas as orientações e as explicações de como funciona para ser membro, tá? Bom dia também pra dona Marilda. Marilda, bom dia, querida. Bom dia. Bom dia também para Margarete. Chegou cedo hoje, Margarete. Tem razão. Hoje você chegou antes do Chegou para, como diz o o Jairo, para acender o fogão, né? Chegou para cender o fogão. José Roberto, bom dia, queridão, bem-vindo. Bom dia pro Antônio Fernando também, que também é de Aracaju. Bom dia, Antonieta, nossa amiga aqui. Bom dia, Thago. Thago, eu reconheço por causa da foto. Bom dia, Alguinha. Ah, Web Rádio Fraternidade. Bom dia, queridos. Que bom que é tê-los aqui, viu? Que bom, muito bom. Alguém, alguém deu bom dia? Você que deu bom dia, ô Jairo. Oi. Ah, o Jair escreveu bom dia, então aparece com todos os retransmissores. Ó, muito bem. Ó, todo mundo recebendo. Bom dia. Estranhei a Pat Lux no folder de
eu bom dia? Você que deu bom dia, ô Jairo. Oi. Ah, o Jair escreveu bom dia, então aparece com todos os retransmissores. Ó, muito bem. Ó, todo mundo recebendo. Bom dia. Estranhei a Pat Lux no folder de chamada. É porque vocês vocês já não viram ainda. Eu vou mostrar para vocês já já que tem um card novo do Bom Dia Café. Nós fizemos uma campanha aqui, vocês não sabem. Eu vou contar depois. >> Nos bastidores, a Patrícia de Roios continua contribuindo muito, viu? Vocês vão ver o card de novo do Bom Dia Café. Já já. Estelinha Chará, bom dia. Eu também sou idosa Kid >> me lembro do Aunidade [risadas] na cara dura, né, Marilda? Lembrado do Kid é ótimo. [risadas] Lá Edils >> depois eu vou falar a classificação completa para ela, porque além de além de idoso Kid tem o idoso Tim. >> Ah, tem o idoso Tim também. Jesus amado. José Roberto, ó lá dando bom dia. Bom dia, querido. Ó quem tá aqui também. Ó quem tá aqui. >> Bom dia, Paulo Lucas. Bom dia. Depois você dá os detalhes do Tem uma live nova que você vai fazer agora segunda-feira. É isso. Já começou, Paulo. Dá os detalhes pra gente divulgar, cara. Bom dia, Estelux. Sou eu, Júlio Lourenço. Oh, seu Júlio. Júlio Lourenço, pergunte para o Edmilson se ele é o amigo que foi no encontro emepre da mocidade espírita ou precursor da União Espírita em 1987. Você lembra disso, Edmus? Júlio. >> Lá que bom. >> Júlio tá tirando tirando histórias da cartola. Muito bom. Júlio, muito bom. >> Bem pertinente com o nosso conteúdo. >> É, é, é isso. Essa é a semana de de comemoração do aniversário da Marilda. Sem dúvida. Já cantamos parabéns para ela, viu, querida? Viu, xarazinha Dolores, bom dia, meu bem. Então, bom dia para todo mundo. Eu vou contar para vocês, ó. Eh, era segredo, né? Já não é mais. Mas nós fizemos uma campanha aqui muito intensa, porque nós tínhamos um um card do Bom Dia Café que era eu, o Pedro e a Patrícia dando risada e Jairo com aquela cara dele carrancuda. Não gosto de tirar foto, sabe? Criança que não gosta de aparecer na foto era o
ínhamos um um card do Bom Dia Café que era eu, o Pedro e a Patrícia dando risada e Jairo com aquela cara dele carrancuda. Não gosto de tirar foto, sabe? Criança que não gosta de aparecer na foto era o Jairux. Nós fizemos um arroba para convencer [risadas] a tirar uma foto felizinha. que nós conseguimos. Olha que espetáculo, lindo. Pronto. Pronto. Aí, expus. >> Que sofrimento, viu? Eu tive que trazer a minha netinha para aqui para me fazer sorrir. [risadas] Vejam só que coisa mais louca. Que coisa mais louca. Vamos lá pr pra nossa efeméride. Eu vou falar duas efemérides rapidinhas. Vou vou falar a terceira porque tem a ver com vocês e aí em seguida a gente já vai pro nosso tema de hoje. Cadê? Muito bem. Hoje, dia 5 de novembro, lá em cadê 1839, nascia Staton Moses, eu acho que é assim que fala, pastor protestante, mais tarde convertido ao espiritismo. Ele tem uma história muito legal, vale a pena vocês darem uma olhada. Procura a história aí do pastor Mozes, que depois foi estudar espiritismo e se descobriu médium. É uma história muito legal. Em 1849 nascia Rui Barbosa. Que que Rui Barbosa tem a ver com o espiritismo, né? Olha, ele era jurisculto, estadista, poliglota e é atuou como jornalista também. E o que que ele tem a ver com isso? Aí eu conto para vocês. Eh, ele foi o autor do decreto número 119A de 7 de janeiro de 1890, que estabeleceu a separação entre a Igreja e o Estado no Brasil e consagrou a plena liberdade de culto do país. Por isso que ele é importante para todos nós, né? Não só os escritas, mas todos nós. Porque liberdade de culto eh, quando você separa, quando o estado é laico, todo mundo tem direito a professar a religião que que preferir. E isso é fundamental para pra nossa liberdade, né? Para nosso pra gente poder exercer o nosso direito de culto, o nosso direito de crença, enfim. Mas o que tem a ver agora efemide com os nossos convidados e semiconvidados de hoje? Em 1930, também no dia 5 de novembro era fundada a Federação Espírita Sergipana. Olha só que
eito de crença, enfim. Mas o que tem a ver agora efemide com os nossos convidados e semiconvidados de hoje? Em 1930, também no dia 5 de novembro era fundada a Federação Espírita Sergipana. Olha só que espetáculo. Hoje é data de fundação da da Federação Sergipana de Espiritismo. Muito bem. Agora vamos lá, seu Jairo. Conta para nós por que a gente trouxe o Edmilson hoje pro Bom Dia Café. Bom, mais uma vez, bom dia a todos e a todas, né, os nossos amigos cafezeiros que sempre nos acompanham aqui no Bom Dia Café, esta live gostosa onde a gente dá boas risadas e naturalmente faz boas reflexões para que a gente possa começar o dia para cima. Eh, o Edmilson, que é nosso colega aqui na Universidade Federal de Sergipe, juntamente com a sua irmã, que também é nossa colega na Universidade Federal de Sergipe, Eufrasia, infelizmente não está aqui conosco. Eles tiveram a ideia, né, de eh fazermos um trabalho de homenagem a mediunidade de um médium aqui do nosso estado, da nossa cidade Aracaju, o senhor José Smith, mais conhecido aqui na cidade como Zé Smith ou seu José, seu Zé. E dessa ideia a gente acabou, de certa forma aprofundando um pouco, né, num trabalho de resgate da memória das duas instituições, o grupo de trabalho Caminho da Redenção e o Centro Espírita Amor e Caridade, que estão promovendo este evento que se constitui de duas etapas, uma apresentação fotográfica aí documental e uma elaboração de um trabalho, digamos, acadêmico sobre um tanto quanto a mediunidade de seu Zé, o seu trabalho nas duas instituições e também sobre a trajetória das duas instituições. uma que está fazendo 75 anos, que é o amor e caridade, e a outra que está fazendo 63 anos este ano, que é o caminho da redenção. Eh, a mediunidade, tão tão resgatando então a história de de três entidades, entre aspas, vou colocar, mas para ficar mais fácil da gente entender, as duas casas espíritas, é isso. E o médium, certo? E o a pessoa que foi quem fundou os dois, as duas casas espíritas. Então, é o elo que une
vou colocar, mas para ficar mais fácil da gente entender, as duas casas espíritas, é isso. E o médium, certo? E o a pessoa que foi quem fundou os dois, as duas casas espíritas. Então, é o elo que une para esse trabalho. Perfeito. >> Ah, tá. Bacana. Bacana. E como que tá sendo feito esse resgate? >> Então, eu vou passar agora, não sei se você já ia fazer isto, mas me permita, vou passar agora a palavra pro Edmilson. Primeiro porque o Edmilson, além de já ter um um contato com esse trabalho, né? Porque a Eufrásia é irmã do Edmilson e tem um trabalho nessa área já de entrevista com seu Zé, já produziu textos eh publicados eh a respeito disso. E o Edmilson também teve uma convivência lá na instituição, né, desde a época de, eu acho, desde a época de evangelização, né, Edmilson, >> desde que nasci. Então ele teve muito mais contato, muito mais convivência com seu Zé Smith do que eu, que sou de outra instituição espírita, mas que também foi fundada por seu Zé. E aí, Estela, tem uma curiosidade jornalística interessante aí. E me chamou muito atenção quando o Edmilson veio conversar comigo a respeito disso, porque no amor, amor e caridade a gente tem uma espécie, digamos assim, de apagamento da primeira década da instituição, os 13 primeiro anos, quando o seu Zé esteve à frente da instituição, porque depois houve um trabalho muito rico posteriormente, né? Não estou dizendo que esse apagamento é intencional ou não, não é isso, Edmilson? Mas de certa forma houve esse digamos silenciamento e esse trabalho tá servindo para resgatar um pouco isto também, né? Essa primeira década de 13 anos, na verdade, né? Que não foi só 10 anos, não foram só 10 anos. e que a gente resgata um pouco esse trabalho que depois deu os frutos que deu na instituição e ao longo aqui da nossa entrevista a gente vai falar sobre algum deles. Então eu queria passar, se você me permite, a palavra pro professor Edmilson, que vai falar um pouco sobre eh naturalmente o caminho da redenção e especificamente sobre seus smiunidade.
e algum deles. Então eu queria passar, se você me permite, a palavra pro professor Edmilson, que vai falar um pouco sobre eh naturalmente o caminho da redenção e especificamente sobre seus smiunidade. Demilson, por favor. >> Obrigado, Jar. Então, a iniciativa eh ela eh nasce de duas vertentes. A primeira vertente foi uma experiência muito bem-sucedida que eu e minha irmã Eufrasia já aludida aqui. eh a iniciativa que nós tivemos de um de um resgate de uma personagem importante da história do Espiritismo em Sergipe. No fundo, o grande lastro aqui que está eh eh que nos nos sustenta é a ideia de uma história do Espiritismo em Sergipe. Então essa personagem era é a Dra. Laura Amazonas, uma mulher pioneira eh no espiritismo, uma mulher pioneira na vida intelectual, uma mulher pioneira na profissão eh ligada à saúde. É uma odontóloga formada pela USP em 1910 e que retorna a Aracaju e trabalha eh 40 anos na profissão de odontóloga. é a primeira presidente da federação, a primeira mulher presidente da Federação Espírita Sergipana. Então, alguém de um de um valor histórico, espiritual, cultural extraordinário. Então essa experiência foi muito >> Edmilson. Desculpa, não sei. O J também não deve ter te contado que eu sou a dona de interromper as pessoas quando elas estão falando, mas senão a gente perde uma parte da história aí no caminho. Que ano que ela foi presidente do da Federação Espírita Sergipan? Você sabe, você lembra? >> Ela ela é presidente da Federação Espírita Sergipan ali na década de 30, início da década de 30. Vocês, vocês sempre andando bem adiante da gente, né? Bem adiante da gente. Uma mulher na presidência da Federação Espírita Sergipana na década de 30, 1930. Que espetáculo, né? Que espetáculo. E eu eu não eu não quero me meter na conversa não, mas já fazendo como J Soares, né? me metendo. A dona Laura foi a minha professora de evangelização. Vocês não vão pensar que eu sou dessa década, é que ela já foi minha professora de evangelização aí beirando os 80 anos. Vocês imaginem o
metendo. A dona Laura foi a minha professora de evangelização. Vocês não vão pensar que eu sou dessa década, é que ela já foi minha professora de evangelização aí beirando os 80 anos. Vocês imaginem o que é uma senhora >> próximo aos 80 anos, tomando conta de uma turma de crianças com Jairo no meio. Imagina. >> É, ela tenha pulo para isso, viu Estela? É, a Federação Espírita Brasileira acho que não teve nenhuma mulher ainda. É verdade. >> Bom, vamos lá. Vamos, >> vamos lá. Dos. Bacana, bacana. um dia você precisa vir só para falar dela. >> Então, a primeira vertente foi essa. A segunda vertente que nos motivou foi um uma um sentimento profundo profundo de gratidão a esse médium, José Smith, um médium extraordinário aqui nas terras de Aracaju, um médium que teve uma influência decisiva aí na formação dessas duas casas. Mas antes de de falarmos do de personagem ligado à história do espiritismo, eh nós tá está nós pensávamos neste homem, neste médium, nesse líder espiritual que esteve eh ao tempo todo ao lado da minha família, que nos formou, que nos orientou, que nos corrigiu. Então a ideia era tal qual fizemos com Dra. Laura, Amazonas, fazer com ele. E aí, diante dessa ideia nós descobrimos também que o o Amor e Caridade estava fazendo 75 anos. Entramos em contato com o Jário e aí surgiu a ideia desse trabalho conjunto que está que resultou nessa proposta de um seminário onde se discute a formação do Amor e Caridade, do Centro Espírito Amor e Caridade e do grupo de trabalho Caminho da Redenção. E esse elo que é o o médium José Smith, um elo que eh faz a ponte essa entre essas duas casas. Então, dessas duas vertentes, ou seja, a continuidade de uma história do Espiritismo em Sergipe e uma um reconhecimento, né, da desse personagem histórico espiritual, esse esse esse homem eh importante dentro da estrutura dessas duas casas, eh que merece, né, um um uma ser conhecido. Esse esse merecimento nada tem a ver com uma face egóica. Muito pelo contrário, não é uma exaltação do homem, é uma exaltação do
strutura dessas duas casas, eh que merece, né, um um uma ser conhecido. Esse esse merecimento nada tem a ver com uma face egóica. Muito pelo contrário, não é uma exaltação do homem, é uma exaltação do modelo, ou seja, daquele que as novas gerações precisam para alimentar, inclusive sua fé, para alimentar a o seu entusiasmo, para alimentar a sua a sua consciência de pertencimento. e homens como ele, modelos como ele, fazem com que a gente possa refletir, fazem com que a gente possa entender determinados caminhos. Então, a voltar-nos para esses personagens tem um aspecto pedagógico extremamente importante. E é nesse sentido que nós eh estamos empreendendo esse seminário. >> Olha, a gente fala sempre aqui, viu Edmilson? Já é uma conversa que eu já tive com Jairo inúmeras vezes, antes mesmo do Jairo, a Patrícia e o Pedro virem paraa apresentação do Bom Dia Café, que sempre foi uma preocupação minha, que é a gente ter o a história das casas espíritas registrada e disponível, né? Registrada, ela sempre tá, mas nem sempre da forma correta, né? A gente tem um entendimento equivocável, porque a gente deve deixar para a história só as coisas que deram certo. E aí a gente priva quem vem depois de saber que aconteceram coisas difíceis na história da casa e quais foram as soluções encontradas, como é que se resolveu os problemas. Então a gente tira essa possibilidade de quem vem depois, porque a gente só quer contar o que aconteceu de bom. E quando não, simplesmente desaparece com a história que se perde, porque cada um leva paraa sua casa um pedaço da história. Ah, ninguém vai cuidar dessas fotos aqui, então vou levar paraa minha casa. Como se na sua casa você fosse, né? Deve ser biblioteca. Como é que fala agora? Que eu esqueci o nome, não é mais bibliotecário, tem outro nome agora. Me fugiu. Mas como se você fosse especialista em guardar foto, né? como se a gente fosse especialista em guardar documento e como se o lugar certo para guardar documento de uma instituição fosse a casa de alguém, não é, né? Eu eu
sse especialista em guardar foto, né? como se a gente fosse especialista em guardar documento e como se o lugar certo para guardar documento de uma instituição fosse a casa de alguém, não é, né? Eu eu gosto de ser muito contundente com relação a isso, porque isso pode ser classificado como furto. Você tá pegando o documento e levando paraa sua casa e não tá deixando registrado em lugar nenhum que você pegou os documentos da instituição e levou pra sua casa. Não é para fazer isso. Eu falo sempre aqui como é que vocês, e eu tô fazendo esse discurso todo, eh, porque é muito importante pro Bom Dia Café trazer esse tipo de atividade que vocês estão desenvolvendo agora. E eu queria que vocês contassem como é que vocês estão tendo acesso a às informações, a documentos e a fotos desse período que já é um período difícil de ter fotografia, né, gente? Câmera fotográfica nessa época custava uma fortuna, era só gente rica que tinha. E você revelar as fotos era uma coisa absurda, né? Era absurdo. Era muito caro mesmo. Muito caro. Como é que vocês estão conseguindo acesso a esses documentos, Edmilson e Jair? Bom, no caso do Caminho da Redenção, eh, eu fiz um recorte que foi dos anos final dos anos 60 até meados dos anos 90, porque esses estudos, essas essas abordagens, eh, quanto mais você delimita, mais focada ela fica. Então, felizmente, no nosso caso, nós temos fotos da década de 60, eh, da inauguração da casa, fotos de pessoas, fotos de de pessoas, fotos particulares que nos cederam, eh, pessoas que cederam essas fotos para nós. Nós temos fotos dos anos 70, dos anos 80, dos anos 90. conseguimos recuperar pelo menos a ata de fundação da casa tá muito deteriorada mesmo. Nós fomos a cartório, arquivo, eh, ela tá muito deteriorada, mas em função da técnica, da tecnologia, né, conseguimos recuperar pelo menos os nomes dos fundadores da primeira diretoria, uma técnica que foi aplicada no documento. Eh, eu tinha algumas coisas e pessoais, livros. Eu eu, como o Jário fez uma menção, eu
os recuperar pelo menos os nomes dos fundadores da primeira diretoria, uma técnica que foi aplicada no documento. Eh, eu tinha algumas coisas e pessoais, livros. Eu eu, como o Jário fez uma menção, eu nasci dentro do caminho da Redenção. Eu, minha família é uma família que está na fundação dessa casa. Então, estou lá desde o desde que eu entendo, me entendo por gente. Então, fui da escolinha de evangelização, fui do da juventude. Então, eu tinha material guardado. Resumindo, nós tínhamos um material documental e fotográfico na casa. No caminho da retenção, nós recorremos a pessoas, né, da época que nos cederam material e a um material também da minha família que foi disponibilizado. Então, nós juntamos esse material que compõe a a exposição e nós pretendemos, isso será uma discussão posterior, publicar os resultados e montar um memorial virtual da casa em cima desse desse material que nós conseguimos eh amealhar. É, no caso do amor e caridade, Estela, a gente teve mais dificuldade do que lá no Caminho da Redenção, conforme a narrativa de Edmilson. Primeiro porque a instituição é anterior, é mais antiga, né? E segundo, porque nós tivemos duas situações, dois momentos, né, que acabaram, de certa forma comprometendo muito os registros de que ficaram da da instituição sem espírito amor e caridade. O primeiro momento é aquela informação que eu dei de um certo, digamos, apagamento, né, dos 13 primeiro anos. E também tem um detalhe, era uma época que as organizações elas não se formalizavam nem juridicamente, né? E mesmo quando fazia isto depois, não se tinha cuidado nenhum em guardar de forma nem guardar nem guardar de forma adequada os poucos documentos que se guardava. E a instituição nasceu, como muitas casas espíritas, né, no domicílio, na casa, na residência do seu Zé, né? Só depois é que ela foi para, digamos, uma um salão próximo, né, que ficava ao lado da casa dele, que era uma educandário, chamada Eduandário Alfredo Montes. Depois passou para uma outra instituição
? Só depois é que ela foi para, digamos, uma um salão próximo, né, que ficava ao lado da casa dele, que era uma educandário, chamada Eduandário Alfredo Montes. Depois passou para uma outra instituição também, um prédio do Eduardário Alfredo Montes, quando também aí, né, funcionou um pouco o caminho da redenção. Depois foi pra sede da Federação Espírita do Estado de Sergipe e a época chamada União Espírita segipana, que é uma instituição que ainda existe hoje, que deu origem à federação que está fazendo aniversário hoje, né? >> Só depois veio pra sede atual, já na década de 60, ela surgiu em 1950. Então assim, esse trabalho, sabe, foi um trabalho assim, foi não, está sendo um trabalho ainda muito difícil, né? Porque a gente precisou colher depoimentos de pessoas, muitas das quais já eh com a idade, né, por conta da idade, com a saúde bastante comprometida, mas a gente conseguiu muito material, muitas fotografias. No início, eu confesso a você que eu não coloquei isso para Edmilson, mas nem paraa Eufrásia e paraa Fátima, atual presidente da federação. Mas no início eu tive vontade de desistir porque eu os primeiros meses eles me falavam assim: "Não, a gente tem foto disso, foto daquilo". Eu olhava só tinha quatro fotos. Aí disse: "Meu Deus, como que eu vou fazer um trabalho sobre isto? Eu não tenho nada. >> Mas graças a Deus, hoje a gente tem mais de 80 fotos. Quer dizer, a gente conseguiu com ajuda de amigos, né, ir levantando essas informações, grande parte, como eu disse, baseado em depoimentos. E eu disse que teve uma segunda etapa que também comprometeu um pouco também os registros de lá. Na última reforma, eh, que haviam ainda alguns documentos significativos na instituição, eles foram considerados materiais, digamos, inservíveis, documentos, eh, material velho. E aí foi colocado numa caçamba e foi jogado fora. Mas se a gente pensar assim: "Ah, mas como é que uma instituição faz isso? Olha, nesse trabalho que eu tô fazendo, e aqui eu vou dar um spoiler, né, do que eu vou
ocado numa caçamba e foi jogado fora. Mas se a gente pensar assim: "Ah, mas como é que uma instituição faz isso? Olha, nesse trabalho que eu tô fazendo, e aqui eu vou dar um spoiler, né, do que eu vou apresentar na nos meus 30 minutos. Eh, é o seguinte, esse trabalho não acontece só com as casas espíritas. Olha, Estela, o Amor e Caridade tinha um programa de TV na década de 70, >> na filiada da Globo. Na filiada da Globo, certo? E eu inclusive eu cheguei a apresentar esse programa algumas vezes, chamava-se Momentos de Paz. Haviam dois programas religiosos nessa emissora de TV era presença da igreja apresentada eh pelo arcebispo, ora pelo cônego aqui da da cidade. E havia também o programa Momentos de Paz, que era um programa Espírita coordenado pelo Centro Espírito da Amor e Caridade, que depois passou pra Federação Espírita Segipana. E eu busquei a TV para pegar os registros desse programa, porque inclusive tinha vários programas apresentados por mim na época. Eu recém saído da juventude. E o que ocorre? A TV também não tinha. E aqui para nós fazer uma revelação para você, a TV autorizou tocar fogo nesses arquivos. Eh, é um é um brasileir ao centro de documentação da Globo em Recife, recorri ao centro de documentação da Globo Central em São Paulo e Rio de Janeiro. Não consegui, fui conseguir apenas um material com um jornalista hoje aposentado, né, que trabalhou na TV Sergipe, que produziu um material sobre os 35 anos de existência da TV e guardou alguns materiais. Então, como eu já o conhecia, perguntei a TV, o pessoal da TV, como localizava ele, localizei o entrevistei. Ele me cedeu o material dele, inclusive uma entrevista, a a a o teor da entrevista que ele fez com um dirigente do Amor e Caridade, homenageando os 35 anos da TV Sergipe, onde ele falava sobre o programa Momentos de Paz. E aí ele me fez uma revelação interessante. Esse material hoje foi tema de uma tese de doutorado na Universidade de Sorbone. Olha, >> nós não temos nada e a Universidade de Sorbone tem. Olha que legal isso.
le me fez uma revelação interessante. Esse material hoje foi tema de uma tese de doutorado na Universidade de Sorbone. Olha, >> nós não temos nada e a Universidade de Sorbone tem. Olha que legal isso. >> Ai ai. É uma coisa, né? O brasileiro acha que não precisa, achava, né? Hoje em dia, hoje em dia já não é mais assim, mas durante muito tempo a gente achou que a nossa história não era importante, né? A história da a nossa história, a nossa história mesmo do nosso cotidiano, do nosso dia a dia, não era importante. Importante era registrar o que acontecia na Europa e não aqui, né? Era o resultado do eurocentrismo isso. Mas a história de todos nós é importante e as e é como o Edmilson falou muito bem, que não é uma questão de você idolatrar os personagens, mas de você conhecê-los e saber o esforço que eles fizeram, as coisas que eles fizeram. Aí dona Laura, né, professora Laura? É isso. A Dra Laura? >> Isso. >> Odontóloga como meu pai. Como ela foi presidente da Federação Espírita de Sergipe, fala sério, 1930, isso é fantástico, isso é maravilhoso, é uma coisa importante de ser debatida. Como que ela, quem era essa mulher para conseguir uma coisa dessa? A gente precisa conhecer, né? saber quem ela foi. Do mesmo jeito, um um médium que funda duas eh duas eh entidades. E eu já falei isso aqui várias vezes, Edmilson, o o Jair já tá acostumado. Eh, a gente aqui do Sudeste, do Sul, precisa ir lá pro Nordeste para aprender como é que você se relaciona com seus vizinhos, porque a gente não sabe fazer isso. a gente não sabe, ele sabe, a gente não sabe. Então você fazer, comemorar o aniversário das duas entidades, levantar o as informações sobre duas entidades que foram constituídas, eh, criadas pelo mesmo médium, e elas se movimentarem para contarem as suas histórias e registrarem isso. É fantástico. Procura aqui no estado de São Paulo, se você acha alguém fazendo isso, a mesma coisa. Cada um faz por si. e olhe lá, né? Então, a gente precisa olhar muito para pros outros estados para aprender com
. Procura aqui no estado de São Paulo, se você acha alguém fazendo isso, a mesma coisa. Cada um faz por si. e olhe lá, né? Então, a gente precisa olhar muito para pros outros estados para aprender com eles eh essas coisas que são fundamentais no convívio, sabe? No convívio mesmo. Esse registro que vocês estão fazendo é muito bacana. Como é que isso vai ser apresentado e quando? Eu quero saber que eu sei que o Edmilson e o Edmilson, você Edmilson e sua irmã estão preparando um trabalho eh que não é especificamente para público espírita, não é isso? >> É, na verdade esse trabalho pode ser lido, tanto é como o dossiê que nós preparamos Dra. Laula Amazonas, ele despertou interesse dos espíritas e de não espíritas. Tanto é que isso incentivou, por exemplo, o Conselho Regional de Medicina, esse dossiê, o Conselho Regional de Odontologia, eh, a instituir um prêmio para as mulheres odontólogas de destaque e o prêmio levou o nome de Laura Amazonas. Ah, >> e isso já isso faz isso faz parte desse dessa leitura que foi feita desse dossiê que nós publicamos na revista do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe. Então, o que o que nós estamos programando eh, inicialmente dois dias de reflexão de seminário, no caso do Caminho da Redenção, e se parece um pouco a programação com que vai acontecer no Amor e Caridade, mas tem algumas especificações. Então, a primeira parte é a abertura da exposição, onde nós vamos apresentar eh documentos, fotos, materiais que compreendem esses anos dos eh 60, 70, 80 e 90. Eh, na sequência nós vamos ter a apresentação, uma apresentação musical. Depois eu falo sobre o grupo de trabalho Caminho da Redenção, um histórico do grupo, né? por onde ele passou, as primeiras atividades, as as dificuldades, como o grupo se reorganizou depois que que sai do Centro Espírito Amor e Caridade. Enfim, um histórico do a memória do Caminho da Redenção, do grupo de trabalho Caminho da Redenção. e minha irmã apresenta a biografia de seu José, eh, o homem civil, a profissão, a
to Amor e Caridade. Enfim, um histórico do a memória do Caminho da Redenção, do grupo de trabalho Caminho da Redenção. e minha irmã apresenta a biografia de seu José, eh, o homem civil, a profissão, a mediunidade, a difícil difícil os primeiros difíceis momentos, né, de que essa mediunidade surge. É um médium que eh vem de uma família eh americana cristã. Eh, ele tem formação no colégio salesiano daqui muito cedo a mediunidade se apresenta. Eh, ele foi é diagnosticado como louco, como tendo perturbação mental, perturbações digestivas. ele foi ele foi diagnosticado de várias maneiras, mas eh nenhuma dessas desses diagnósticos médicos resolvia eh eh as questões que se apresentavam até que ele encontra uma uma outra médium, uma médium espírita que apresenta a mediunidade sob o ponto de vista espírita para ele, que era dona Amélia Alves também uma das pioneiras do Espiritismo e em Sergipe. Então, é um pouco isso que nós vamos apresentar. Então, eu com o histórico do grupo de trabalho Camil da Redenção e minha irmã com a biografia eh de seu José Smith. No amor e caridade, o, como Edmilson falou, o roteiro é muito parecido, né? A gente também começa com uma exposição fotográfica e documental em que a gente apresenta essa primeira década da instituição, né, com com fotos, com imagens de seu Zé, das pessoas que trabalharam lá nessa época. Eu tive oportunidade de entrevistar uma senhora, né, eh, a dona Augusta, hoje com 86 anos de idade, que iniciou ainda eh por orientação de seu Zé o trabalho de corte e costura abordado e que depois ficou por quase 50 anos fazendo esse trabalho no Caminho da Redenção, mas começou o trabalho lá na Amor Caridade. Graças a Deus ela ainda está lúcida. Eu tive oportunidade de conversar com ela, tive oportunidade de conversar também com o filho de seu Zé, o seu Pedro, é de meus conheces, que me trouxe uma série de informações muito úteis, muito interessante também. E aí depois que a gente faz toda essa apresentação do trabalho fotográfico documental da casa desde a sua fundação
heces, que me trouxe uma série de informações muito úteis, muito interessante também. E aí depois que a gente faz toda essa apresentação do trabalho fotográfico documental da casa desde a sua fundação até os dias atuais, imagina que vai ter a pessoa que fez a primeira live que saiu a Fóceps aqui no seu espírito amor de caridade. Adivinha quem foi, Edmilson? Bom, imagin >> Pois é, a nossa amiga, a irmã Estela Martins, que fez essa primeira live no nosso YouTube, no YouTube, no canal YouTube do Amor e Caridade, né? >> Em 2020. >> Vamos transmitir? Vamos. Que jeito? Não sei. Vamos dar um jeito aqui. [risadas] Eu a convidei e ela topou essa tarefa. Olha, foi algo inusitado, mas assim, então assim, são esses registros que vem de 1950 até >> as datas atuais, pegando inclusive os trabalhadores atuais. E depois disso eu faço assim uma breve apresentação de não mais do que eh de 30 minutos, talvez um pouco menos, fazendo um pouco esse resgate, né, da memória da instituição, resgate verbal. Eu faço um pouco isso para as pessoas compreenderem alguns lances. por exemplo, mostrar a participação da juventude. O Edmilson participou muito desses momentos. A gente fazia bastante eventos, Estela, eh, estaduais e interestaduais, né? E tivemos aqui assim pessoas ilustríssimas, por exemplo, Sandra Borba, né, do Rio Grande do Norte, mas pernambucana, que abriu inclusive o congresso este ano, né, fez abertura Magna, palestra magna de abertura do Congresso do Rio Grande do Sul, né? Eh, a a Sandra tem foto, a gente tem foto da Sandra aqui. Ela inclusive me revelou alguma coisa que eu não posso dizer aqui, só vou dizer no dia 7, tá certo? >> É, entendeu? Sobre uma particularidade, né, da sua atividade na doutrina espírita que aconteceu exatamente em Aracaju, certo? Então, assim, é bem legal a gente ver essa parte e aí depois dessa rápida apresentação verbal, aí a gente vai ter a apresentação de alguns vídeos depoimentos de pessoas que trabalharam na casa ou que participaram de atividades, de eventos na casa. Acho
í depois dessa rápida apresentação verbal, aí a gente vai ter a apresentação de alguns vídeos depoimentos de pessoas que trabalharam na casa ou que participaram de atividades, de eventos na casa. Acho que vai ser muito legal. Inclusive, assim, a gente vai ter também um pouquinho de tecnologia nisso. Vocês imaginam, a gente vai fazer isso através de recursos digitais, além de ter fotografia mesmo física. E vamos ter inclusive telas, aquelas tiras que aparece nos estádios de futebol com aquelas propagandas todas. nós vamos ter uma tira enorme daquela lá apresentando também um pouco da história da instituição. Então assim, as pessoas se esforçaram, né, as equipes para produzir o melhor. As pessoas que forem lá hoje nos dias 6 e 7, né, amanhã e depois de amanhã, vão ter uma grata e feliz surpresa sobre esse reconhecimento de tantos trabalhadores que, sabe, deram a sua contribuição ao longo do tempo nessas duas instituições. >> Esse essas apresentações vão ser no mesmo lugar ou ser nas separadamente, cada um na sua casa? Não, eu acabei ficando sem entender direito. >> Vão ser separadas porque são dias diferentes. Dia 6. Ah, tá. >> Só no caminho da redenção e os frequentadores das duas casas foram convidados para ir para as duas casas, >> né? >> E no dia 7, no Amor e Caridade o trabalho se repete com a história do Amor e Caridade. E aí também vamos contar com a participação das pessoas do caminho da Redenção. >> Entendi. Entendi. E aí vocês têm isso? Essa documentação também vai ser de alguma forma por conta de quem fundou as duas casas. Vocês vão unir essa documentação em algum momento ou não? Ou não há necessidade? Essa pretensão, né, Edmilson? Inclusive, porque a gente pensa em ter um ter como resultado final uma publicação. Então, a gente vai fazer uma seleção, né, do não só do do que foi apresentado, dos infeccionar textos que fiquem como registro. E a gente pode acrescentar aí eh fotos, documentos, mas a ideia é, pelo menos no caminho da redenção, é que depois de tudo isso, a gente crie um
ntado, dos infeccionar textos que fiquem como registro. E a gente pode acrescentar aí eh fotos, documentos, mas a ideia é, pelo menos no caminho da redenção, é que depois de tudo isso, a gente crie um memorial digital da casa, >> tá? >> Que fique disponível, mas que que também preserve a a esse esse material que há muito custo a gente conseguiu eh recolher, né? >> É sempre bom, né? aqui nos eh num determinado período eh eu e um um colega, o Rodrigo, nós saímos gravando entrevista. Eu já tinha feito algumas entrevistas, mas o Rodrigo tinha um conhecimento ou tem um conhecimento muito melhor que o meu em em gravação, em câmera, etc. iluminação e nós fomos gravar com os espíritas mais antigos da cidade, eh, para que eles contassem algumas histórias daqui. E esse material ficou, eh, disponibilizado no YouTube da União das Sociedades Espíritas Intermunicipal aqui de São Carlos, que é a federativa aqui do município. Então, tá disponível lá. Quem quiser pode entrar lá e assistir, copiar, baixar, usar, enfim, para que eh é nesse sentido que você tá colocando, né, Edmilson, que você quando deixa público, você possibilita que outras pessoas se interessem pelo tema e aprendam com ele também, né, com aquilo que foi feito. Aprendam várias coisas, o que fazer, o que não fazer, né, e etc. Muito interessante isso. E aí, quem for, eu eu vou pegar um avião, né, obviamente ainda hoje vou para Aracaju para participar. Sem chuva e sem frio. >> É, sem chuva, sem frio. Só que não. >> Eh, vou estar em espírito com vocês. Fique sossegado. Eh, >> Edmilson, só um detalhe, deixa eu interromper Estela e assumi o lugar dela. >> A Estela realmente é uma incentivadora desse trabalho sobre a memória das casas espíritas. foi uma pessoa que me motivou, inclusive aí, embora ela não saiba disso, né, a fazer um trabalho que eu venho fazendo já há algum tempo de recolher material sobre os vultos, né, que participaram do movimento espírita, eu faço, eu tô construindo, viu, Estela, a efeméride aqui do do movimento de
ho que eu venho fazendo já há algum tempo de recolher material sobre os vultos, né, que participaram do movimento espírita, eu faço, eu tô construindo, viu, Estela, a efeméride aqui do do movimento de Sergipe aos pouquinhos, já tenho bastante material sobre isso, né, de diversos eh personagens aqui do da história do movimento espírita do nosso estado. Eh, é uma inspiração do Bom Dia Café, é uma inspiração eh do das dos bate-papos, das conversas que eu tive com você. Vou compartilhar depois com o Edmilson aquele material que você me mandou do historiador lá aqui da Bahia, certo? Que é um trabalho lá produzido, né, pela pelo pessoal aí de São Paulo, da US de São Paulo, né, com com o jornal lá da Isabel Virtuoso, né? É, >> eh, bem legal aquele material. E uma outra inspiração também, eh, eu identifiquei ao longo dessas pesquisas na internet, que eu eu busquei muito a internet para coletar materiais até onde foi possível e tem uma instituição com o mesmo nome aqui do Centro Espírito Amor e Caridade que tem um trabalho de memória lá de São Paulo, de Ribeirão Preto, muito significativo, muit inclusive com publicação no próprio site, sabe? com acervo físico, entendeu? Com a sala disponível para isto. Muito interessante o trabalho. E eu tive essa oportunidade de de consultar esse trabalho deles também foi um incentivo, um estímulo muito grande, né? E acho que tá valendo a pena, apesar das dificuldades, do esforço, dos contratempos, porque uma coisa, eu descobri nisso tudo, o que a gente aprende sobre a história do movimento ao fazer um trabalho de pesquisas da natureza é algo que só isso já paga tudo que a gente sabe, eh, todo suor que a gente derrama para fazer isto. E eu só queria acrescentar um detalhe, sabe? Ela mais de Milson. Além dessa preocupação, né, com esse primeiro momento do amor e caridade, a gente também faz um resgate, por exemplo, de quase cinco décadas de um trabalho dirigido pelo casal Mário Policiano Carmen Aguiar Novais, que ficou à frente da instituição por mais
amor e caridade, a gente também faz um resgate, por exemplo, de quase cinco décadas de um trabalho dirigido pelo casal Mário Policiano Carmen Aguiar Novais, que ficou à frente da instituição por mais de cinco décadas e que foi um trabalho riquíssimo, um trabalho riquíssimo, né? um trabalho que, digamos assim, teve repercussão intensa, profunda no movimento espírito do estado de Sergipe. Então, a gente também faz esse resgate dessa assim dessa desse espaço de tempo, né, chegando até os dias de hoje e começando lá atrás com a fundação, com seu Zé e um grupo de pessoas que o ajudaram nesse trabalho. >> Muito bem, nós temos aqui dois comentários que eu vou colocar de novo. falar. O centro espírita Amor e Caridade está se tornando a cada a física do renovando consciência. Eu concordo, viu, xará? Concordo completamente. >> Aliás, em abril nós vamos ter um evento do Renovando Consciência, do NEP, do Renovando lá no Amor e Caridade. >> Exatamente. Acho que aqui é o Thaago. Acho que todo centro espírita deveria ter os espaços da memória, do café e da livraria, como na escola Allan Kardecramento. É lá. É muito fofo mesmo. É muito legal. Eh, eles criaram um ambiente lá na na lá no em Sacramento, que é que é muito bacana também, que a gente devia reproduzir, que é um lugar para as pessoas irem quando elas estão com vontade, porque elas passaram por ali ou elas têm uns minutinhos ali que tão meio dispersos, meio à toa e tá passando ali por perto. Então entra, vai lá ali na livraria, toma um café, tá sempre aberto, nunca fica fechado. Ele sempre tem alguém lá, alguém para receber e conversar quando a pessoa não tá bem, né? Para fazer uma meditação. Tem uma sala só para meditação que eu tomei uma bronca porque eu entrei lá, comecei a conversar baixinho com a minha irmã, veio uma moça, falou assim: "A senhora pode fazer silêncio?" Eu [risadas] não é para conversar, é só para meditar. Pensa, pensa. Então, tem uns ambientes ali que a gente devia eh reproduzir na casa espírita, né, com essa possibilidade de você
e fazer silêncio?" Eu [risadas] não é para conversar, é só para meditar. Pensa, pensa. Então, tem uns ambientes ali que a gente devia eh reproduzir na casa espírita, né, com essa possibilidade de você atender a pessoa quando ela, enfim, quando ela não tá bem, deixa aberta a casa espírita, né? Dá para fazer isso todos os dias? Não sei, mas começa, começa deixando à tarde, segunda, quarta e sexta, depois você começa deixando todos os dias. Aí você uma hora consegue deixar o dia inteiro, tem dia que você vai precisar fechar porque a pessoa não pode ir, mas tem que começar. Eh, o Thiago deu uma boa coloca, deu uma boa ideia aqui, uma boa ideia mesmo. Muito bom. E vocês? Eh, obrigado muito pela participação, Edmilson, você quer fazer mais alguma colocação? Suas considerações finais. Eu adoro falar isso, acha a coisa mais legal. Suas considerações finais, por favor. Bom, minhas considerações vão no sentido de agradecer essa manhã extremamente eh fraterna, eh onde nós podemos expor o que é que estamos fazendo aqui em Aracaju. Como eu disse, foi uma bela surpresa saber que você estava falando de São Carlos, uma cidade onde eu estudei, onde eu conheci o obreiros do bem, o Jesus Nazareno, duas casas que que me acolheram no momento em que eu estava por aí. Então, foi uma satisfação muito grande e espero encontrá-lo e encontrar, se possível for, né, aqueles que nos assistem em outras oportunidades. >> Muito bem. Obreiros do bem vai completar 100 anos em 2026. Eles começaram eh agora em 2025, em junho, se não me falha a memória, eles começaram já o processo de comemoração. Ah, um dos trabalhos era plantar, um dos objetivos era plantar 100 árvores em comemoração. Já passou das 160. Passou das 160 já. Então, cumpriu a meta e extrapolou a meta. Foi bem bacana. boa iniciativa, muito boa iniciativa. >> É, e eles estão fazendo, tem uma série de de atividades que estão sendo feitas em comemoração aos 100 anos. É muito bacana, sabe? Muito legal mesmo, muito importante o que tá sendo feito ali.
tiva. >> É, e eles estão fazendo, tem uma série de de atividades que estão sendo feitas em comemoração aos 100 anos. É muito bacana, sabe? Muito legal mesmo, muito importante o que tá sendo feito ali. Volte, venha, venha ver como está São Carlos agora. Ô, ô, Edmilson, vai ser um prazer ter você aqui, viu? Vamos fazer uma caravana para ir para aí. >> É o Jairo quando vier para São Paulo, ele vai, o Jair a Vanira tem que ficar um mês aqui. [risadas] >> Olha, não, não convida a Vanira que ela aceita o convite, hein? >> Em vári eles vão ter que ir em várias cidades primeiro, né? visitar várias cidades além de outros lugares. Por exemplo, se vocês quiserem conhecer o trabalho que foi feito em Matão com o memorial do Kaar Shutel, que é um memorial muito bem feito num espaço simples, com material simples, mas de muito bom gosto. >> Legal. Eh, quando a gente vai, o resultado final é muito impactante, mas quando você vai ver os detalhes, você percebe que foi com simplicidade. Simplicidade um resultado muito bacana. Faça uma lá, caravana sergipana, ó lá em São Paulo. >> Ó lá. Estou esperando [risadas] sua visita na minha casa lá, ó. Anieta tá esperando, é mais perta. Gente, eu vou encerrar porque vai acabar a bateria do notebook, vai cair a transmissão de qualquer forma. >> Eu acho que você não quer bater o recorde de você, do seu próprio recorde, hein? Mas tudo bem, >> não vou denunciar não. Você, >> ó, Edmilson, muito obrigada. Jairo, muito obrigada por essa proposta para hoje do Bom Dia Café. Foi muito bom, muito bacana. Lindona. Tudo bem aí? Tchau. >> Muito bem. Muito obrigado pela presença de todos vocês. Obrigado pela presença dos cafezeiros. Fiquem todos com Deus. Amanhã tem mais bom dia café, hein? Amanhã tem Pedrux por aqui. Boa festa aí para vocês. Bom evento, bom seminário. Que tudo corra muito bem. >> Obrigado. Obrigadaus. Obrigado, Estela. Obrigado, cafezeiros. Tem você aí? Não, eu não.
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