CONGRESSO ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA | BLOCO VIII - DOMINGO MANHÃ - SEGUNDA ETAPA

Conecta Espiritismo TV 18/08/2025 (há 7 meses) 1:31:43 823 visualizações 104 curtidas

CONGRESSO ESPÍRITA DE JUIZ DE FORA | BLOCO VIII - DOMINGO MANHÃ - SEGUNDA ETAPA 11:30 às 12:20 - Roda de conversa Tema: Aplicando os princípios do Sermão da Montanha para enfrentar os desafios diários. Palestrantes: Wellerson Santos, Victor Hugo (Menino) e Rafael Siqueira 12:20 às 12:30 – Resultados da transcomunicação instrumental – Luis Hu Realização: CONECTA ESPIRITISMO Acesse: https://www.conectaespiritismo.com.br/ Transmissão e Gestão de imagens: TV IDEAK-RJ Conheça o IDEAK: https://institutoideak.com.br/

Transcrição

Merece o movimento espírita merece. E é graças a vocês que estão aqui que nós conseguimos realizar este congresso. Então, gente, palmas para vocês. Muito obrigada a cada um. Se não fosse essa a nossa união, nós não conseguiríamos fazer nada, não é? Então, nós vamos apresentar rapidamente ali um relatório financeiro que está aqui. Vocês vão perceber, né? Aqui nós temos rapidamente isso aqui depois ficará disponível no site, tá bom? Do conector espiritismo. Nós temos aqui a quantidade de ingressos que foram vendidos por lotes, tá? Nós tivemos ali então um total também de 67 cortesias que foram oferecidas para o movimento espírita aqui da região de Juiz de Fora, mais 16 voluntários, 27 expositores, que é o pessoal que veio colocar aí as suas eh os seus artesanatos, né? Eh, não existe nenhum custo para eles, tá? O espaço é oferecido gratuitamente para as instituições virem e expor os seus produtos e comercializá-los. Então, nós tivemos um total de venda de 1390 entradas emitidas num total de 216.640. Passando aí o próximo, nós temos ali então o descritivo da juventude. Na juventude nós tivemos 76 ingressos vendidos de lote único, mas 17 cortesias e voluntários. Tivemos que interromper a juventude porque o espaço não comportava mais jovens, senão teríamos tido um número maior. Fica um desafio agora para a organização do ano que vem encontrar um espaço maior para que mais jovens possam, né, ser recepcionados no Congresso. É, então, olha, nós tivemos um custo, uma entrada, né, uma receita congresso da juventude de 1900. Por quê? Fizemos um valor simbólico, R$ 25 o valor da inscrição, porque o congresso adulto subsidizia a participação do jovem. Seguindo, nós temos aqui então agora as nossas despesas. Gente, depois isso estará disponível detalhadamente. Nós vamos passar rapidamente para não tomar muito o nosso tempo, tá? Então nós fomos colocando ali por tipo de despesa, né? Estrutura, espaço, staff é a equipe que precisa, né? Segurança, pessoal do credenciamento e tal. Tivemos 78.000 e pouco com mídia

osso tempo, tá? Então nós fomos colocando ali por tipo de despesa, né? Estrutura, espaço, staff é a equipe que precisa, né? Segurança, pessoal do credenciamento e tal. Tivemos 78.000 e pouco com mídia e publicidade 21.700. 15. >> Isso aqui, gente, faz toda a diferença. >> Hoje se nós não patrocinarmos os anúncios nas redes sociais, ninguém fica sabendo. >> Mesmo patrocinando, olha, investindo mais de 20.000, muitas pessoas disseram assim: "Nossa, eu não sabia desse congresso, alguém que me contou que tinha". Então, realmente hoje é um desafio divulgar, né? os eventos ali. Nós vamos então também ver as despesas com palestrantes, convidados, organização. J Fora é uma cidade que não está assim bem na melhor rota, né? Porque não tem um aeroporto na cidade, então os palestrantes eles chegam por outro destino, a gente tem que ter transfer para trazer. Então tudo isso ali somando alimentação, receptivo, tudo que envolve isso. Mais 72.000 não era possível. Os gastos com a juventude, 14.178, porque os jovens eles receberam também lanche. Chega >> camiseta eles fizeram. Camiseta a gente não deu, foi iniciativa deles. Olha que lindo. Mas eles ganharam eh bolsas, sacolas, que eu vou falar para vocês agorinha quem deu. >> Então, somando ali, nós tivemos de doações da Elíita, editora, que é a editora do nosso presidente do Conecta do Luiz Saigua. Nós tivemos a doação ali dos crachás, dos bloquinhos e das canetas. Então isso aqui a gente não teve que pagar. Foi muito bom. Nós tivemos a doação das bolsas que foram feitas para os jovens e também de necessers que os palestrantes receberam como presente que foi doado pelo Paulo. O Paulo Bianquete Bianquini Paulo, eu tô errando o sobrenome do Paulo, mas o Paulo, gente, é aqui, né, da região de Jitória de Barbacena, tem uma empresa nessa área. Então assim, a gente agradece o Paulo de todo coração, porque ele fez tudo para que a gente tivesse essas bolsas lindas que vocês receberam, né? E fez a doação aí para nós também. Então, nós tivemos ali um total de

gente agradece o Paulo de todo coração, porque ele fez tudo para que a gente tivesse essas bolsas lindas que vocês receberam, né? E fez a doação aí para nós também. Então, nós tivemos ali um total de receitas microfone, não >> isso. Legal. E tivemos um saldo final de 25.000. Esse saldo final já não existe mais. do evento, nós fizemos campanhas de apadrinhamentos, tanto nos nas programações que estavam acontecendo aqui no fundo, gravação de podcasts estavam sendo transmitidos ao vivo também aqui campanha aqui presencial. Depois o Andrei vai poder contar pra gente, Andrei, o resultado, né, desses novos apadrinhamentos, como é que foi, mas a gente acredita que deve ter tido um resultado positivo. Andrei, gente, vamos aplaudir o Andrei porque ele é o cara. Até agora que eu acabei de puxar o relatório ali, até agora nós tivemos 192 apadrinhamentos nesse congresso, R$ 10.400 mensais para fraternidades sem fronteiras. Maravilhoso. Mas ainda dá tempo. Quem ainda não apadrinhou e vai apadrinhar, levanta a mão. Deixa eu saber. Aí é o tanto de gente. Nós vamos bater a meta, hein, gente. Então, aproveitem. Depois pedi o pessoal para colocar para nós de novo o Qcode do apadrinhamento depois da apresentação que ajuda o pessoal. >> Valeu, Andrey. >> E deixa eu agradecer aqui mais uma vez o evento de Juiz de Fora que sempre abriu as portas paraa Fraternidade Sem Fronteiras. Agradecer o Rafael Papa porque foi iniciativa dele isso e continua sendo, né? Agradecer o Conecta por essa organização primorosa desse ano, essa parceria. são amigos queridos, pessoas muito competentes e dedicadas. Agradecer ao Saigua pela doação de livros para fraternidade sem fronteiras, como fez recentemente no nosso evento do Rio de Janeiro. E é muito, é muito fraterno e é muito em sintonia com a mensagem do evangelho, que a gente se que a gente abra portas e some esforços aí nessa causa. Então, muita alegria e muita gratidão, viu, Van? Obrigada, Andrei. >> Pessoal, nós vamos fazer alguns agradecimentos.

evangelho, que a gente se que a gente abra portas e some esforços aí nessa causa. Então, muita alegria e muita gratidão, viu, Van? Obrigada, Andrei. >> Pessoal, nós vamos fazer alguns agradecimentos. Nós anotamos aqui para não esquecer. É possível até que a gente esqueça. É um momento de muita emoção para nós que organizamos esse evento, reuniões quase diariamente, né? A gente eh assumimos em abril, né? quando a gente, quando o Rafael passou para o Conecta a toda a organização do evento, então correndo atrás de comunicação, de divulgar, de planejamento. Então, eh o Connect é uma equipe aqui nós estamos o nós três, né? Mas temos também a Jô, né, Jo Andrade e o Rusivel Thaago, que são dois companheiros que infelizmente não puderam estar aqui com a gente, mas também fazem parte da diretoria do Conecta. Então assim, para o planejamento de um evento dessa grandeza, a gente tem que fazer reuniões praticamente todos os dias para eh discutir às vezes o monitor que vai na frente do palco, né, os painéis, quer dizer, todo o detalhamento realmente requer bastante tempo. Então eu quero agradecer ao Rafael Papa, né, que de certa forma nos deu essa oportunidade, nos deu a oportunidade de estarmos aqui realizando esse evento, né, ao IDA que vamos chamar aqui o o Antônio Júnior, nosso querido abobrinha. Vem cá, vem cá. Não, tem que vir aqui. Tem que vir aqui. A nossa imensa gratidão a equipe do ID que são seis pessoas. É isso, >> sete pessoas. Sete pessoas são voluntários. Toda a transmissão são voluntários queridos. Toda transmissão que a gente tá fazendo, filmagem, estrutura, estúdio dos podcast, que depois cerimonial, tudo por conta deles, responsabilidade deles, doaram tudo sem cobrar um centavo. são espíritas queridos e fazem isso com muito amor. Não é só aqui no nesse evento, tem feito esse trabalho em outros eventos e estará conosco em Campinas também fazendo esse esse evento em Campinas. É como a a Ivana falou, é um evento maior, né? Um evento onde a gente tem, né, mais do que o dobro, né? mais do que

os eventos e estará conosco em Campinas também fazendo esse esse evento em Campinas. É como a a Ivana falou, é um evento maior, né? Um evento onde a gente tem, né, mais do que o dobro, né? mais do que o dobro da quantidade de pessoas que a gente tem aqui. Também ao nosso querido Vladimir, né, Vladimir, que é aqui da cidade eh de Juiz de Fora, que nos ajudou fazendo essa interligação com o movimento espírita eh da cidade. É muito querido. Cadê o Vladimir? Tá por aí, né, Vladimir? tá ali. Grande abraço ao Vladimir e gratidão ao Vladimir, ao nosso querido Vittor Hugo. Cadê o Vitor Hugo? Vittor Hugo que olha gente, ele abraçou, ele abraçou essa coordenação dos jovens, né? Aí foi uma coisa assim tão empolgante e vocês não imaginam a felicidade nossa, né, de est realizando conecta jovem aqui pela primeira vez. Assim, vocês não imagina a gente lá, esses jovens se doando, né, se confraternizando, com certeza será inesquecível para eles. Então, valeu ao todos os palestrantes, né? todos os palestrantes queridos que estão doando aí a o Tim, a Vanessa, a Natasha que cantaram aqui maravilhosamente. Então, muita gratidão a todos os voluntários que estiveram conosco. Agora eu quero fazer um agradecimento especial, agradecimento a vocês, porque esse evento só foi possível graças à contribuição de vocês, senão não existiria o evento de Juiz de Fora. Então vocês contribuíram, né? Vocês viram aqui todas as despesas vai tá disponível lá no site e graças à contribuição de vocês, a presença de vocês, que nós conseguimos realizar esse evento. >> Quer falar algo, Naara? Olha, gente, então só para finalizar, nós vamos ter mais ainda um sorteio. Vamos sortear também algumas dessas necessarias que foram feitas especialmente aqui pro evento, tá? Quem não ganhar pode comprar para levar para casa de lembrancinha. Apenas R$ 15, né? Ainda temos ali. E realmente, desculpem por ter ocupado esse tempo, mas a gente precisava. >> Uma coisa importante, vocês têm eh aí a gente divulgou durante todo o evento a

rancinha. Apenas R$ 15, né? Ainda temos ali. E realmente, desculpem por ter ocupado esse tempo, mas a gente precisava. >> Uma coisa importante, vocês têm eh aí a gente divulgou durante todo o evento a avaliação do evento. Vocês não imaginam como isso é importante pra gente, né? Não só e os elogios, mas as críticas também são importantes para que a gente possa melhorar para outros eventos. A gente já sentiu que teve alguns errinhos, algumas coisas que a gente pode aprimorar, que a gente pode melhorar. Então, é graças às observações de vocês que a gente vai melhorando, a gente vai aprimorando. Então, é muito importante. Depois, inclusive, a gente vai anunciar o sorteio, né? nós estaremos hã a ah esse é o Qcode da avaliação, né, para que vocês possam eh copiar e fazer a avaliação pra gente, né, ou no crachá. >> E nós depois faremos o sorteio, né, das pessoas que fizeram a avaliação. Vão ganhar o qu, Ivana? >> Vão ganhar livro, vão ganhar necesséri e vão ganhar também ingresso para Campinas. Tá bom? Obrigado. >> Muito obrigada, pessoal. Vamos que vamos. Então vem, Larissa, por favor, pra gente fazer o sorteio. Oi, pessoal. Vamos começar então os sorteios para aqueles que fizeram a avaliação. Para aqueles nós vamos começar com dois nomes daqueles que fizeram a avaliação e depois nós teremos ainda quem fizer, quem fez as marcações no Instagram desde ontem. Então nós estaremos também sorteando essas pessoas e nós também estaremos sorteando os ingressos de Campinas. Então, para começar, o livro que pode o livro que será sorteado agora vai ser o livro Paz, Além das Palavras, do Simão Pedro, um livro excelente que tá sendo eh lançado nesse Congresso de Juiz de Fora, foi lançado aqui. Então, essa pessoa vai ter esse livro em mãos para no lançamento. E a ganhadora foi Antônia Fátima Cescon Alves. Pode vir aqui retirar o seu livro, Antônia. O segundo livro que nós vamos sortear é As Cartas de Paulo. As É isso. As cartas de Paulo, volume um. Volume um. E a ganhadora foi Solange de Cácia Silvo

s. Pode vir aqui retirar o seu livro, Antônia. O segundo livro que nós vamos sortear é As Cartas de Paulo. As É isso. As cartas de Paulo, volume um. Volume um. E a ganhadora foi Solange de Cácia Silvo Gandra. Parabéns. Agora a gente vai sortear do pessoal do Instagram, do pessoal que fez as as postagens no Instagram. Nós vamos sortear mais dois agora. Po, pode ser, Pat. Pode. >> Então nós vamos pegar agora a geração TDH do Rafael Papa, que tá aqui ainda e pode fazer o autógrafo para vocês. E a ganhadora foi Najara Freitas. Najara Freitas tá aqui presente. Lembra do nosso combinado que tem que tá aqui presente. O Instagram é Najara Freita 58. tá aqui presente. Ah, tá aqui. Levanta a mão. E o próximo ganhador vai ganhar o as cartas de Paulo volume 2. E aí, se não tiver o volume um, vai ter que comprar, hein? Não tem jeito. Foi o Alisson Canônico. Alisson, você tá aqui. Dá um gritinho. Uh. Vamos fazer mais um. Quem quer o evangelho de João? Volume um ou volume dois? >> Dois. Ó, >> os dois. Então, vamos fazer o seguinte. Vou sortear uma pessoa aqui. Se ela souber me dizer qual foi a primeira palestra e o tema da primeira palestra e quem deu a primeira palestra, ela vai levar os dois. E a sorteada foi Cleidara Andrade, que trabalha com porcelanas. Tá aqui, Cleidara. Ela foi embora. Ah, >> então é o Rafael Ferreira. Rafael Ferreira está aqui. Rafael, Rafael, agora é a hora, hein? Vou até baixar aqui. Vem aqui na frente primeiro, por favor. Qual foi a primeira palestra e o tema? Mas não passa vergonha não. Não me faz passar vergonha em público não, que eu esqueci. O público aqui é todo empático. Vocês querem gritar para ele? >> E qual é o tema? >> Então agora só falta você falar no microfone. >> Adeilson Sales. >> Desafios de quê? De, >> viu? Eu tô provocando o povo a lembrar. >> Isso mesmo, parabéns. Levou os dois volumes. Obrigada, pessoal. Agora, calma aí que não acabou não. Ih, vamos ter mais um. Olha quem ganhou. Foi Jaqueline Valeo. Vem aqui retirar o seu livro. Ela

. >> Isso mesmo, parabéns. Levou os dois volumes. Obrigada, pessoal. Agora, calma aí que não acabou não. Ih, vamos ter mais um. Olha quem ganhou. Foi Jaqueline Valeo. Vem aqui retirar o seu livro. Ela falou: "Podia ficar só no jaqueline que nós duas ia brigar." >> Aí, pronto. Pois ganhou. E agora nós vamos começar com o ingresso para Campinas. Nós, vocês querem mais livros? >> Então, Pat, podemos fazer mais livros? A Pat, a Pat que tá decidindo, ó. Andrei Moreira, >> maravilhoso. Então vamos >> sim das avaliações. Vou pegar aqui agora das avaliações. Jane Coimbra tá aqui. Vem cá, Jane, pegar o seu livro. Regina C Batista Ramos. Regina está aqui. Pode vir aqui retirar o seu livro. As cartas de Paulo um. Só esperar ela vir aqui. Queria agradecer a vocês. Já a nossa produção tá falando que acabou o nosso horário já. Queria agradecer a vocês. Daqui a pouco a gente faz mais um pouco de sorteio, né, Ivana? A gente faz, a gente faz. Pode fazer um agora de Pode fazer um agora de Campinas ou pode fazer OK? No próximo intervalo a gente vai fazer mais livros e um ingresso para Campinas, tá bom? Obrigada. A gente se empolga da vontade de sortear todos os livros, né? presentear todo mundo aqui. Eh, agora nós vamos dar continuidade com eh os palestrantes, Wellerson Santos, que já esteve conosco ontem aqui, Vittor Hugo, Rafael, Rafael Siqueira. Então, Rafael Siqueira e o Wellerson, nós já apresentamos. Vamos apresentar o Vittor Hugo. Víor Hugo Guimarães, o menino é trabalhadora espírita, palestrante, graduado em Letras pela Universidade Federal de Uberlândia. Atualmente cursa cursa o mestrado na Universidade Federal de Juiz de Fora. Então nós convidamos os três palestrantes, Wellerson, Rafael Siqueira e Víor Hugo, que estarão falando sobre aplicando os princípios do sermão da montanha para enfrentar os desafios diários. Eles estão eh estarão realizando a roda de conversa. Sejam bem-vindos. Bom dia a todos. >> Uma alegria podermos estar juntos mais em uma roda de conversa. O sermão da montanha, segundo Rodolfo

iários. Eles estão eh estarão realizando a roda de conversa. Sejam bem-vindos. Bom dia a todos. >> Uma alegria podermos estar juntos mais em uma roda de conversa. O sermão da montanha, segundo Rodolfo Caligares, dos grandes estudiosos do nosso movimento espírita, é o roteiro do bem viver. Amélia Rodriguez, por meio de Divaldo Franco, ela nos esclarece que o sermão da montanha é o princípio e o fim. E Mohandas Karachangand, o grande pacifista da Índia, ele certa ocasião afirmou que se todas as leis do mundo fossem destruídas, se todos os livros sagrados fossem queimados e restasse apenas o sermão da montanha, nós iríamos encontrar também as diretrizes seguras. para a nossa iluminação interior. Na nossa roda de conversa com Víor Hugo e Rafael Siqueira, nós vamos falar sobre a aplicação do sermão da montanha no nosso cotidiano, já que a mensagem do Evangelho, ela é atemporal e fala ao nosso coração de forma direta. Seria impossível nós abordarmos todas as bem-aventuranças em 50 minutos de conversa, mas nós pensamos algumas dessas bem-aventuranças para nós podermos conversar. Então nós vamos começar com o nosso querido Víor Hugo, com uma das bem-aventuranças que inicia o sermão da montanha, que fala a respeito dos pobres de espírito. Nós sabemos através da espiritualidade, Víctor Hugo, que as duas chagas que consomem a humanidade é o orgulho e o egoísmo. Nós vivemos uma sociedade muito competitiva, onde a todo instante nós somos convidados à nossa autopromoção, a estarmos eh sendo visualizados pelas redes sociais, onde alguma forma nós somos impulsionados a viver essa experiência dessas chagas no nosso dia a dia. Como cultivar a humildade interior na proposta do evangelho em um mundo tão competitivo como nosso? Vamos lá. Jesus cuida da gente aqui. Eu preciso demais do você. Tá. Eu só queria fazer um parêntese. É que eu só tô aqui porque minha mãe deixou. Foi aniversário dela sexta-feira. Ah, que chique. E aí é talvez a primeira vez que ela tenha se disposto a não fazer o aniversário dela, assim com

rêntese. É que eu só tô aqui porque minha mãe deixou. Foi aniversário dela sexta-feira. Ah, que chique. E aí é talvez a primeira vez que ela tenha se disposto a não fazer o aniversário dela, assim com pessoas que normalmente ela gostaria de fazer para estar comigo aqui. Então ela veio para Juiz de Fora, né, viajimbão junto com a minha família para poder estar aqui. E eu não dei nenhum minutinho de atenção para ela, mas eu gostaria de dizer, mamãe, que eu te amo. Eu nem sei aonde a senhora tá aqui no no Ah, ó lá, ó. Ai, nessa data querida, muitas felicidades, muitos anos. Levanta, mãe, você nessa data querida. Muitas felicidades, muitos anos de Viva Badia, mamãe. Pronto. Desculpa o parêntese, gente, mas eu precisava fazer e eu não dei nenhuma atenção para ela assim por causa do evento de juventude. Então é pelo menos um jeitinho de Mas o que me vem ao coração para compartilhar nessa nesse primeiro momento, a partir dessa pergunta que a questão do orgulho e do egoísmo é tão desafiador. Olha aí, ó. Olha aí, ó. Ah, que chique, Pátima. Mas o orgulho e o egoísmo é tão difícil, porque ele acaba entrando até nas fileiras do bem. Vamos dizer assim, a gente tem um desafio que não é só ser trabalhador, mas cooperador. Eu vou explicar porque uma das coisas que tem me chamado muita atenção, a gente tem muita gente que tem iniciativas boas, só que mais do que ter iniciativas boas, um segundo desafio é trabalhar com pessoas. Porque às vezes eu tenho um talento e o orgulho e o egoísmo às vezes é sutil porque a pretexto de conservar a minha ideia, eu atropelo todo mundo. E se a gente tá disposto a regenerar-se, não só dispor-se ao Cristo como trabalhador é imprescindível colocar o talento e a dádiva à disposição, mas aprender a colocar o talento e a dádiva disposição a serviço do outro. Porque se eu tenho recurso, isso me permite estar mais conectado com o meu semelhante. Isso me permite estar mais perto do outro, porque se eu pego tudo que eu tenho para simplesmente me valer das

ro. Porque se eu tenho recurso, isso me permite estar mais conectado com o meu semelhante. Isso me permite estar mais perto do outro, porque se eu pego tudo que eu tenho para simplesmente me valer das minhas ideias, tem um problema. Eu acho que é um perigo muito sutil que o espírito verdade nos alerta na mensagem aos obreiros do Senhor e que de certa forma nos convoca para uma perspectiva mais profunda do próprio bem. Não só saber trabalhar, mas sobretudo aprender a cooperar, porque a gente não precisa fazer nada, nada, nada sozinho. Rafael, uma das outras bem-aventuranças que nós temos no sermão da montanha é aquela que nos fala: Bem-aventurados que choram porque serão consolados. Nós sabemos que lágrimas existem sobre variados ângulos da nossa vida. Nós temos lágrimas de dor, lágrimas de ódio, nós temos lágrimas de saudade e até mesmo lágrimas de alegria, como algumas que nós vivenciamos aqui nesse congresso. Você acredita que a nossa dor pessoal, as nossas lágrimas que são enxugadas por Jesus, elas podem se transformar em força, empatia para apoiar outras pessoas que estão passando também pelas mesmas dificuldades ou mesmo para abrir o nosso coração para despertar a compaixão. Olha nós de volta. Quando Vittor Hugo cumprimentou dona Badia, eu pensei: "Há outras pessoas fazendo aniversário em agosto". Então eu quero cumprimentar outras abadias, outras pessoas queridas que estão fazendo aniversário no dia de hoje, na presente semana, no mês de agosto, porque nós precisamos celebrar a vida, o grande desafio de viver. E no mês de agosto renasceu Adolfo Bezerra de Benezes Cavalcante, a quem agradecemos nesse instante por ser um dos baloartes da doutrina espírita. Falar sobre a dor. Há alguém aqui que não tem a dor? Há alguém aqui que não passe por um momento de aflição? No ano de 2023, no mês de novembro, nós chegamos à categoria de 8 bilhões de encarnados. São 8 bilhões de pessoas que perpassam mecanismos de dor. E a doutrina espírita nos ensinou a ver a dor sobre um aspecto diferente, fazendo

vembro, nós chegamos à categoria de 8 bilhões de encarnados. São 8 bilhões de pessoas que perpassam mecanismos de dor. E a doutrina espírita nos ensinou a ver a dor sobre um aspecto diferente, fazendo uma ponte com o sermão do monte. Porque para o mundo, muitas vezes a dor tem um aspecto limitador. Para nós cristãos espíritas, a dor tem um aspecto libertador, porque ela nos ensina, ela nos liberta, ela nos proporciona ver a vida sobre um novo prisma. Eu vou fazer uma experiência com vocês, pode? Eu não estou enxergando absolutamente nada. Eu sei que eu estou em Ju de fora com pessoas muito queridas. Muitas pessoas vêm a dor sem o óculos do entendimento, sem o óculos de saber que a dor é um processo que nos liberta. Melhorou? Porque agora eu vejo um despertador. Compreenderam a palavra? A dor nos desperta. A dor nos proporciona ressignificar. A dor nos proporciona fazer curvas de ternura com as outras pessoas. E para eu não me alongar, lembrando também de minha mãe, dona Celenes Neves de Amorim, ela me contava uma historieta que dizia que um homem carregava uma grande cruz. E num determinado momento o Wellerson, ele pediu a Deus, não dá para cortar um pedacinho da minha cruz, não? Talvez seja o grande desejo de todos nós. Vocês concordam? E o Senhor da vida, olha meu filho, eu te sugiro não cortar, mas eu vou respeitar o seu livre arbítrio. Cortou um pedacinho da cruz e o homem continuou caminhando com uma cruz mais levinha. Num determinado momento, ele olhou pro lado. Nossa, mas a cruz do Vittor Hugo tá mais leve que a minha. Porque quando a gente olha pro lado, parece que a grama do vizinho é sempre mais verdinha, mais saborosa. E ele vira para Deus. Dá para cortar mais um pedacinho? Não, olha, meu filho, eu não recomendo, mas se você quer, eu vou respeitar o seu livre arbítrio. Cortou mais um pedacinho da cruz. Chegou no final da caminhada, tinha um penhasco e ele percebeu que várias pessoas tomavam da cruz e jogavam no penhasco. A cruz virava uma ponte. Quando ele jogou

io. Cortou mais um pedacinho da cruz. Chegou no final da caminhada, tinha um penhasco e ele percebeu que várias pessoas tomavam da cruz e jogavam no penhasco. A cruz virava uma ponte. Quando ele jogou a própria cruz, a cruz caiu, não virou ponte. E ele virou-se para Deus. Que que eu faço agora? Olha, a sua cruz era uma ponte. Eu não dou nenhuma cruz maior do que as possibilidades das pessoas carregarem. Mas eu sou tão bom que eu vou te propiciar renascer de novo com o grande desafio de viver. E dessa vez olhe paraa dor sobre o aspecto pedagógico. Aprenda o bem sofrer e seja feliz. Então, quando Jesus pronunciou a divina bem-aventurança, bem-aventurados os que sofrem, ele não estava fazendo uma apologia da dor. Não era masoquismo, era um convite para nós pensarmos. Quando eu sofro, eu aprendo. Quando eu sofro, eu me torno empático. Faço compaixão com as outras pessoas. Quando eu sofro, eu me liberto. Bem-aventurados os que sofrem, os que padecem, porque serão consolados. O prêmio é a libertação, o prêmio é a plenitude. Víor Hugo, nós somos testados a todo instante da nossa vida, né? Existem diversas provas que surgem na nossa caminhada como é uma maneira, inclusive, que a divindade encontra de despertar em nós os valores e de poder provar a nós mesmos que já entendemos a lição. Existe a bemaventurança que diz que felizes são os mansos, porque eles possuirão a terra. Viver em sociedade não é fácil. Nós temos eh milhões de pessoas, cada uma delas com as suas individualidades, as suas escolhas. Como manter a nossa serenidade, a nossa mansidão diante de tantas provocações e injustiças que nós sofremos sem nos tornar indiferentes ou mesmo coniventes com aquela situação, >> tá? Então, pensando nas bem-aventuranças como a escadinha, humildade, resignação, chegamos na mansetude, na pacificação. Curioso é que é uma premissa. A mansidão depende da humildade. Porque se a gente não entende que eu tenho lugar e o outro tem lugar, vai ficar muito difícil. E a violência quase sempre vai ser a minha

Curioso é que é uma premissa. A mansidão depende da humildade. Porque se a gente não entende que eu tenho lugar e o outro tem lugar, vai ficar muito difícil. E a violência quase sempre vai ser a minha iniciativa. Egoísmo, excesso de si. Orgulho apagamento do outro. Se eu não me reposiciono, o outro não tem vez. Se o outro não tem vez, normalmente eu vou batalhar para tá certo. O meu discurso tem que predominar e as minhas ideias têm que prevalecer. Então, naturalmente a gente vai para esse apagamento desse outro. Só que se a gente tá se colocando num outro paradigma, numa outra proposta, esse outro tem que ter lugar. E aí é onde a mansidão entra em jogo, porque só faz sentido ser manso se efetivamente esse outro precisa ser respeitado dignamente, porque senão eu posso deixar extrapolar tudo aquilo que vem. E aí, sábado passado, rapaz, pensa na bucha. Teve um probleminha, a gente tava, né, fazendo uns preparativos para uma reunião do conecta jovem. Aí deu um probleminha, acordicou. Aí chegou um instante que eu eu falei: "Nu, Senhor da glória, ajuda aqui". Porque o trem deu uma desestabilizada. Aí eu escutei Jesus dizendo assim: "Cala a boca, não fala nada. Ah, muito ajuda quem não atrapalha". Aí o meu meu serviço foi esse. A bucha tava ali e a minha tarefa era só não falar nada. Gente, eu não falei nada, as coisas se resolveram naturalmente. Aí na hora que eu percebi que tudo tava calmo, eu falei: "Jesus, valeu, mestre, tamo junto". E eu fico pensando porque às vezes vai faltar estrutura diante de determinadas experiências pra gente ter uma iniciativa diferente, porque a tarefa da pacificação ela é fundamental. A gente tá trabalhando junto. A encarnação é sempre uma tarefa conjunta. Ninguém encarna sozinho e ninguém até mesmo para ir embora, vai embora sozinho. É sempre uma costura divina. Então, nesses instantes que a tensão vem, eh, quando a gente percebe que não existe recurso em nós para que de pronto a situação se faça diferente, é só a gente não atrapalhar o amor

a costura divina. Então, nesses instantes que a tensão vem, eh, quando a gente percebe que não existe recurso em nós para que de pronto a situação se faça diferente, é só a gente não atrapalhar o amor divino, que com certeza terá recursos para reconduzir os corações e para nos ajudar nessa tarefa de ficar calmo. Rafael, nós aprendemos culturalmente e posso até dizer de certa forma o sistema educacional nosso, os nossos pais nos ensinaram que não devemos levar desaforo para casa, né? E Jesus nos fala a respeito das bem-aventuranças daqueles que têm fome e sede de justiça. Como que nós podemos buscar vivenciar a justiça de uma forma ética e construtiva, evitando que a indignação ela se transforme em ressentimento? Vocês concordam com a frase que a gente não deve levar desaforo para casa? Se Jesus foi a mansuetude em pessoa, então veja, é uma água, meu filho. Essas coisas acontecem, gente. Isso acontecem com quem trabalha. Nada que uma água não resolva. Pronto, agora a gente pode continuar e ele toma a aguinha dele. Bem-aventurados que têm fome e sede de justiça. Muitos de nós interpretamos essa bem-aventurança como uma justiça que se faz com as próprias mãos. Mas não é esse o sentido. Quando nós fazemos justiça com as próprias mãos, nós nos tornamos justiceiros. o que é diferente da justiça que nós compreendemos como sendo aquela que emana do amor de Deus. Então, quando nós nos depararmos com uma situação, nós precisamos entender que há uma injustiça, mas não há ninguém injustiçado, porque nós estamos sob a de Wellerson, de uma lei de causa e efeito, onde a semeiadura é livre, mas nós colhemos de acordo com aquilo que nós plantamos. Nós não precisamos nos tornar justiceiros da vida de ninguém, da vida da sociedade. A nós compete amar sempre, fazer o nosso melhor, semear sempre coisas boas. Então, se alguém nos traz um desaforo, deixa o desaforo com a pessoa. Eu não preciso pensar se eu vou levar ele para casa ou não. O pensamento deve ser diferente. Não passe recibo.

sempre coisas boas. Então, se alguém nos traz um desaforo, deixa o desaforo com a pessoa. Eu não preciso pensar se eu vou levar ele para casa ou não. O pensamento deve ser diferente. Não passe recibo. Não entre na mesma zona de frequência mental. Quer um exemplo? Vem o aqui agora e pisa no meu pé. Eu preciso pisar no pé dele. Eu preciso transformar o dia dele num inferno porque ele pisou no meu pé. Eu preciso seguir em frente. Deixa o erro com quem errou, porque dele cuida Deus. Eu cuido da minha vida e sigo em frente. Por isso, Francisco Cândido Xavier já dizia: "Ao outro eu dou o direito de ser quem ele é". procurando amá-lo em todos os instantes. A mim mesmo eu procuro ser cada vez melhor. Então, a justiça que nos é trazida por Jesus no sermão das bem-aventuranças é a justiça da compreensão de Deus. Porque Deus se manifesta nas nossas vidas, não do jeito que a gente quer, mas através através de leis eternas mutáveis. a lei de amor, a lei de causa e efeito, a lei de justiça através das reencarnações. Então, nós precisamos nos entregar nas mãos de Deus e procurar ter a fé e entendimento, porque tudo que é para vir para nós vai vir, compete a cada um de nós compreender. Tudo que há de vir pra sociedade vá vir. que nós tenhamos o olhar da compreensão e sigamos em frente, porque continuamos a todos os momentos abençoados por Deus. Viver as bem-aventuranças para todos nós é um grande desafio, porque nós trazemos ainda muitas imperfeições junto conosco. Então, Víor Hugo, eh como lidar com as nossas com as ofensas, com as calúnias que nós sofremos no nosso dia a dia para despertar no nosso coração essa bem-aventurança que Jesus nos diz, que felizes são os misericordiosos, porque também obterão misericórdia. Como lidar com essas experiências que às vezes nos machucam tanto, especialmente com as pessoas que às vezes nós amamos, sejam os nossos familiares, sejam os nossos amigos. A misericórdia, ela se apresenta também sob, mas a espiritualidade no capítulo de O Evangelho Segundo

lmente com as pessoas que às vezes nós amamos, sejam os nossos familiares, sejam os nossos amigos. A misericórdia, ela se apresenta também sob, mas a espiritualidade no capítulo de O Evangelho Segundo Espiritismo, especificamente nos fala acerca muito do perdão, né, como nos braços da misericórdia. Pois é, rapaz. Vamos lá, né? Eh, tem um autor que vai dizer que as bem-aventuranças elas podem ser consideradas muito mais um desafio do que uma consolação. Porque você se encontrar na condição de misericordioso no mundo de prova expiação, talvez não seja a coisa mais consoladora. você poderia esperar para aquele contexta. Só que pensar nesse desafio da bem-aventurança, sobretudo da misericórdia, faz a gente pensar nas próprias feridas, nas dores que nós carregamos. Porque quanto mais machucada a gente tiver, quanto mais a alma tiver carregada de fissura, marcada muitas vezes por traumas, inseguranças, mais difícil vai ser olhar para esse outro de uma forma humana, de um jeito sensível, numa postura digna. Porque o fato da gente trazer o coração ainda marcado pelas nossas dificuldades nos faz e muito, né, ter dificuldade em relação a esse outro. Porque se com a gente mesmo às vezes é difícil a gente ter essa postura de mais acolhimento, de mais entendimento, difícil será olhar para esse outro coração que tá do nosso lado e que às vezes se equivocou. Então, um dos pontos que a gente poderia, né, sucintamente reconhecer dessa bem-aventurança é que só um coração nutrido de afeto, só um coração inteiro pode transbordar daquilo que em si ele já carrega. Porque a misericórdia é um perfume que transpira do coração que aprendeu a se acolher e que, portanto, estende a mão não simplesmente como um dever, porque ele além de justo, ele é bom. Uma bondade que começou porque o amor já fez morada. Os biógrafos de Francisco de Assis nos contam que em certa ocasião ele estava nos arredores da cidade onde morava, na estrada da Ummbria. E ele encontrou na estrada poerenta uma lagarta que estava atravessando a estrada.

cisco de Assis nos contam que em certa ocasião ele estava nos arredores da cidade onde morava, na estrada da Ummbria. E ele encontrou na estrada poerenta uma lagarta que estava atravessando a estrada. E ele abaixou-se, pegou aquela lagarta na sua mão, colocou em cima da árvore e disse: "Irmã lagarta, olha lá por onde andas. Atravessando a estrada, tu poderá ser pisoteada por alguém." É muito difícil de nós nos tornarmos adultos e mantermos essa pureza dentro do coração. Francisco de Assis era uma pureza infinita, né, vivenciada durante toda a sua vida. Como preservar, Rafael, essa pureza que Jesus nos convoca despertar, dizendo que feliz é aquele que tem puro o coração, a transparência nas nossas ações, em um ambiente marcado por tantas vezes eh manipulações, interesses ocultos, como manter a pureza do nosso coração? >> Excelente pergunta. E ele tá deixando uma dica pra gente, eu não sei se vocês perceberam, porque ele tá fazendo as bem-aventuranças uma após a outra. Então, tá dando um tempinho pra gente pensar. Meus amigos, vocês querem ser felizes? Quem aqui quer ser feliz? Não estou vendo todos os braços levantados. Quem quer ser feliz, levante a mão. Não existe uma fórmula para felicidade, até porque se existisse alguém venderia essa fórmula. Mas já se deram conta que Jesus estabeleceu passos para felicidade? Porque a palavra bem-aventurança quer dizer felicidade. E quando ele estabelece o sermão das bem-aventuranças, é como se ele estabelecesse sete degraus paraa felicidade. Essa fala não é minha. Eu preciso dar crédito a Simão Pedro de Lima, que ele fala das bem-aventuranças trazendo como degraus paraa felicidade. E como o Elerson vem trazendo de uma forma escalonada, bem-aventurados os pobres em espírito. Qual o primeiro degrau paraa felicidade? Humildade. Bem-aventurados os que choram. Qual o segundo degrau paraa felicidade? Resignação. O entendimento do sofrimento como algo que me levanta. Bem-aventurados os mansos. Qual o terceiro degrau para felicidade?

aventurados os que choram. Qual o segundo degrau paraa felicidade? Resignação. O entendimento do sofrimento como algo que me levanta. Bem-aventurados os mansos. Qual o terceiro degrau para felicidade? Mansuetude. Não é mansuetude conivência, porque Jesus nos recomendou, seja o seu dizer sim, seja o seu dizer não. É a mansuetude de não querer resolver as coisas na violência, na briga. Quarto degrau paraa felicidade. Bem-aventurados que têm fome e sede de justiça. Compreensão dos desígnios de Deus. Porque eu sou feliz quando eu me ajusto à lei de Deus e deixo de querer fazer justiça com as minhas mãos. Bem-aventurados misericordiosos. O que que é misericórdia? Colocar o coração na miséria alheia. Então eu serei feliz quando sair do meu egoísmo para ir ao encontro do outro. E agora o Wellon me traz o sexto passo paraa felicidade, pureza. O que que é ser puro? Ser puro não é ser ingênuo, porque nós estamos no mundo ainda de provas, expiações. Nós precisamos ser simples como as pombas, mais prudentes como as serpentes. O segredo da pureza é eu ser fiel aos valores que eu sigo. E os valores que eu sigo são os valores do Cristo, são os valores do evangelho. Porque muitas vezes nós queremos agradar as pessoas, mas quando nós agradamos as pessoas, às vezes a gente se desagrada e acaba desagradando ou estando em desacordo com o evangelho. Então a pureza é para onde eu estou indo? Para onde Jesus vai. Então, eu não estou preocupado se eu estou ganhando likes, se eu estou ganhando aplausos, se as pessoas estão gostando ou não de mim, porque é melhor ser desgostado pelo mundo e amado por Jesus do que ser amado pelo mundo e estar contrário ao evangelho. Essa é a grande escolha que nós temos nos dias atuais. Manter a pureza que Inácio de Antioquia teve, que Policarpo de Esmirna teve. manter a pureza que João evangelista teve, que Simão Pedro teve. Olha, vão me crucificar, façam de ponta cabeça que eu não mereço sequer morrer do mesma forma que o meu mestre. Manter a pureza que Paulo de Tarso teve.

ue João evangelista teve, que Simão Pedro teve. Olha, vão me crucificar, façam de ponta cabeça que eu não mereço sequer morrer do mesma forma que o meu mestre. Manter a pureza que Paulo de Tarso teve. Cumpra com teu dever. E o homem tremeu a mão na hora de matar Paulo. Eu já cumpri o meu. Manter a mesma pureza que Francisco teve. Porque Francisco conta-se que Frei Leão foi conversar com ele. Se você fosse morrer hoje, meu pai, os franciscanos chamavam Francisco de pai, o que você faria? Eu continuaria cuidando do chão. Pode parecer uma frase tão simplória. Frei, eu não estou preocupado com a minha morte, porque um dia eu vou ter que entregar o jumentinho. Não é o jumento do Aroldo, não, tá gente? O jumentinho é o corpo, como Francisco de Assis chamava. O meu compromisso é de até eu entregar o meu jumentinho, eu trabalhar até o fim. Eu ser fiel a Jesus até o fim, eu ser fiel ao evangelho até o fim. E Francisco foi tão fiel, Wellerson, que quando ele subiu o monte Alverne, Deus, será que eu tô fazendo certo? Ele recebeu os estigmas nas mãos e nos pés. Nós não precisamos receber estigmas. O nosso compromisso de pureza será quando a gente deitar no travesseiro de noite. Eu hoje fiz a parte que me cabia. Dei o sorriso, dei o abraço, distribuí a sopa, eu estou em paz. O mundo que nós vivemos, Víctor Hugo, está marcado de muitos conflitos. Na atualidade, nós estamos vivendo muitas guerras, mas talvez as maiores guerras sejam aquelas que nós vivemos internamente, as guerras internas, né, que se apresentam na nossa vida. Jesus diz que felizes são os pacificadores. Quais estratégias no nosso dia a dia nós podemos usar para nós sermos esses construtores de paz? N situações mais diversas, seja no conflito familiar, seja no nosso movimento religioso, profissional, social, onde quer que nós estejamos, como ser pacificadores. É curioso porque nessa bem-aventurança Jesus diz: "Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Deus tem uma digital, tem uma, dá pra gente reconhecer

omo ser pacificadores. É curioso porque nessa bem-aventurança Jesus diz: "Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus. Deus tem uma digital, tem uma, dá pra gente reconhecer aonde ele se manifesta." E a questão é, todo dedinho divino tem por correspondência um sinal de paz. Aonde a paz se faz presente, ali Deus se encontra. E é muito curioso porque Emmanuel no Avec Cristo no prefácio, ele vai justamente dizer assim: "Hoje, como outrora na organização social em decadência, ou seja, nos tempos que a gente tá, onde o trem tá feio, vou traduzindo aqui pro mineirês, né? Jesus avança no mundo restaurando a esperança e a fraternidade para que o santuário do amor seja reconstituído e seus legítimos fundamentos. Então, tudo que é da esfera do divino mantém-se inaltervelmente em paz, mas na esfera do humano é que o trem normalmente dá uma zebrinha. A iniciativa divina faz de tudo para retomar, para reconstruir, para reapaziguar aquilo que a gente normalmente começa a desorganizar. E aí Emanuel diz: "Por mais se desenfreia a tormenta, Cristo pacifica. Por mais na igreja a sombra o Cristo, ó. Por mais desenfreia a tormenta, o Cristo pacifique. Por mais na igreja a sombra, o Cristo ilumina. Por mais se desmande a força, o Cristo reina. Então, quer dizer, tem um cenário difícil. Todo o empenho celeste é para que aquilo ali caminhe para o curso da paz. Esse é a impreensão digital de Deus. E aí a gente pode pensar nas nossas situações mais simples, o que que a gente pode fazer para recomeçar o fluxo harmonioso da paz? Às vezes, como já dei o exemplo anterior, é só ficando calado. Se se a boca ficar fechada, claro, tem um barulho interno e tal, os espíritos vai ajudando devagarzinho a acalmar. Mas é curioso porque o nosso psiquismo procura paz. É natural da nossa economia interna que a gente anseie alcançar esse estado de paz. Por isso que a gente esfria depois que esquenta e esses ânimos e o coração vai se sentindo mais seguro, mais leve, porque é próprio do

economia interna que a gente anseie alcançar esse estado de paz. Por isso que a gente esfria depois que esquenta e esses ânimos e o coração vai se sentindo mais seguro, mais leve, porque é próprio do espírito o anseio pela paz, tá? Mas não só ficar calado, porque às vezes a gente vai ter que falar alguma coisa. E o Rafa foi muito feliz ao lembrar de Jesus, manso como as pombas e prudentes como as serpentes. Porque a gente o a pessoa que incorpora o ideal da paz não é a pessoa que fica omissa situações, mas é aquela que sabe na sua atitude coordenar tudo para que chegue lá. Às vezes vai demorar mais um tiquinho, porque, né, sobretudo pai quando tá conversando com o filho é natural. Às vezes você tem uma conversa de ajuste fino ali, né, que é dar uma uma organizada em algumas coisas e tem um tempo, um time ali para que as coisas voltem ao lugar. E aí a gente vai percebendo que no nosso dia a dia, quando não é possível fazer o que a gente gostaria, se a gente não atrapalhar o fluxo, já vale. Mas o quanto mais a gente tem autonomia para assumir esse lugar, de colaborar com o nosso falar, com o nosso pensar, com o nosso agir, mais o divino vai se fazendo perceber nas nossas vidas. Nosso tempo vai passando e conforme eu disse, seria impossível nós falarmos de todas as bem-aventuranças e sobre o sermão da montanha, onde Jesus nos traz santas diretrizes. Mas nós queríamos finalizar a nossa participação falando de uma bem-aventurança que não está no sermão da montanha, mas que a mediunidade incomparável de Chico Xavier pode nos trazer na boca de Jesus quando por seu intermédio no livro Boa Nova, o Espírito Humberto de Campos desdobra as páginas do Evangelho, nos contando que na cidade de Cafarnaum, na sua rica residência, Mateus foi procurado por três homens que viviam naquela cidade, Lisandro, Pafos e Áila. E eles vieram entusiasmados com o desejo de ajudar Jesus a construir um reino novo, o reino que ele pregava. E Mateus, na sua empáfia, olhando para aqueles homens que eram

ade, Lisandro, Pafos e Áila. E eles vieram entusiasmados com o desejo de ajudar Jesus a construir um reino novo, o reino que ele pregava. E Mateus, na sua empáfia, olhando para aqueles homens que eram bastante conhecidos na cidade, disse que eles não poderiam auxiliar. Um deles tinha problemas físicos. Mateus chega a chamá-lo de aleijado. O outro tinha problemas familiares, o outro tinha dívidas para pagar. Como é que vocês vão conseguir? auxiliar na construção de um novo reino. E aqueles homens que tinham a esperança dentro do seu coração, eles saíram com a luz apagada, se despediram, se foram e não demorou muito para que Jesus pudesse chegar na casa de Mateus, acompanhado de um dos seus apóstolos. E Mateus contou para Jesus a experiência que ele havia tido com aqueles três homens, como é que eles poderiam ajudar. E Jesus diz a Mateus que quem não é contra nós é por nós. Que todos são bem-vindos na construção desse reino. E Mateus, ele entende a mensagem de Jesus, fica muito pensativo. E foi naquele dia, segundo Humberto de Campos, que ao sair da residência de Mateus, Jesus vai ao monte próximo de Cafarnaum, junto ao mar da Galileia, e nos traz o sermão das bem-aventuranças, onde Mateus, ávido pelo conhecimento, vai anotando as frases de Jesus para que elas pudessem ficar registradas na história. Mas tal não foi a surpresa de Mateus que ali no Monte Bem-aventuranças ele viu no meio da multidão Lisandro Pafos e Áila estavam escutando o sermão e ele com a sua ombridade ele procura os três homens, lhes pede perdão e os convida para que eles pudessem ir à sua casa porque ele iria oferecer naquela noite um jantar para Jesus. E os apóstolos Jesus já estavam reunidos na casa que Mateus residia. Era uma rica casa dos apóstolos. Ele era o mais rico de todos. Quando batem a porta e quando Mateus vai atender era Lisandro, Pafos e Áquila. E ele os acolhe. Eles se assentam à mesa junto com os apóstolos. E quando Mateus se assenta do lado daqueles três homens convidados, Jesus

rta e quando Mateus vai atender era Lisandro, Pafos e Áquila. E ele os acolhe. Eles se assentam à mesa junto com os apóstolos. E quando Mateus se assenta do lado daqueles três homens convidados, Jesus olha pro seu apóstolo e lhe diz: "Mateus, felizes, bem-aventurados são aqueles que ouviram e praticaram as boas novas de alegria. que nós possamos ser também como Mateus. Nós que temos tanto estudado, aprendido com o evangelho de Jesus, possamos interiorizá-lo no nosso coração para podermos levar a mensagem não apenas por meio das nossas palavras, mas principalmente por meio das nossas atitudes. Para nós finalizarmos, o nosso querido Rafael vai nos trazer um poema. Ele nos solicitou que queria fazer uma pequena homenagem a também um dos grandes trabalhadores do nosso movimento espírita, que já não está mais conosco fisicamente, que neste ano se despediu de nós e que nos legou tantas mensagens, tantas lições. nosso saudoso Divaldo Franco, que esteve em tantos eventos, um grande apoiador da fraternidade sem fronteiras, um grande trabalhador do nosso movimento espírita, que também legou com os seus exemplos muitas lições para todos nós. Então, é nesse clima de gratidão e de felicidade que o sermão da montanha nos proporciona, que nós vamos escutar nosso querido Rafael Siqueira. A nossa gratidão pela atenção de todos vocês, a gratidão ao Víctor Hugo, ao Rafael, por ter participado conosco dessa roda de conversa. Que outras experiências como essa possam se dar. Com você, Rafael. Ninguém tão bem cantou o sermão das bem-aventuranças como Divaldo Pereira Franco. Nascido naquele recuado 5 de maio de 1927, ele rasgou as estradas poeirentas do Brasil falando de Jesus, falando da doutrina espírita. E agora, no dia 13 de maio do presente ano, ele passou a alegrar a pátria da espiritualidade com a sua presença sempre jovial, com seu espírito alegre, tendo desencarnado fiel a Jesus, fiel à doutrina espírita. Nós escrevemos um soneto pro Divaldo, que tivemos oportunidade de falar diretamente para ele na mansão do

re jovial, com seu espírito alegre, tendo desencarnado fiel a Jesus, fiel à doutrina espírita. Nós escrevemos um soneto pro Divaldo, que tivemos oportunidade de falar diretamente para ele na mansão do caminho. Mas para que não fique só no soneto do Rafael, eu escolhi uma poesia de Amélia Rodrigues, a poetisa, professora baiana, que Divaldo muitas vezes terminava as suas falas com uma poesia e de Amélia Rodrigues, essa eu decorei e agora endereço Adivaldo Franco porque ele bem representa essa poesia. Meu Deus e meu Senhor, enquanto lá fora o desespero caminha e a amargura dizima, eu quero lhe dizer que te ofereço o banquete do amor. Eu gostaria, Senhor, de ser a chuva generosa que caísse por sobre a terra porosa e reverdecesse o chão. Mas como eu não conseguirei, eu então lhe pedirei para ser um copo de água fria, matando a sede, a agonia de quem anda na escuridão. Eu gostaria, Senhor, de ser uma Via Láctea de estrelas para que as noites da terra fossem mais belas. Mas se eu não conseguir, eu te venho pedir. Deixa-me ser um pirilampo na noite escura, iluminando a amargura de quem anda na escuridão. Eu gostaria, Senhor, de ser um jardim de flores de todas as cores para embelezar a terra. Mais na dor que minha alma encerra, se eu não puder ser um jardim, deixa-me ser uma rosa solitária na fresta da montanha, colocando beleza no painel. por sobre a natureza. Eu gostaria, Senhor, de ser um trigal maduro para repletar de pão a mesa da humanidade, mas é demasiado para mim. Então eu lhe peço para ser um único grão que caindo no chão me multiplique num milhão e me converta em alimento para matar a fome da sociedade. Eu gostaria, Senhor, de ser artista, esteta, cantor, trovador, musicista ou orador para falar da magia, da beleza da sua glória. Mas como nada sou, falta-me o verbo, falta-me a maestria, então eu lhe peço, deixa-me ser apenas o companheiro da criatura deserdada, que segue caminhando pela estrada da alucinação e dando-lhe a mão de sustento, eu lhe possa dizer: "Sou teu

a-me a maestria, então eu lhe peço, deixa-me ser apenas o companheiro da criatura deserdada, que segue caminhando pela estrada da alucinação e dando-lhe a mão de sustento, eu lhe possa dizer: "Sou teu irmão, irei contigo. Graças, Senhor, te dou porque nasci. Graças, Senhor, te dou porque creio em ti, pelo teu amor. Muito obrigado, Senhor, pelo Conecta Juiz de Fora. Muito obrigado, Jesus. Muito obrigado a cada um de vocês. >> Muito obrigado, amigos queridos. Rafael, Víor, Hugo e Wellerson Santos. Devemos anunciar aos senhores que ainda não é um intervalo para que os senhores não percam a atividade que vai acontecer agora, que embora curta, muito importante. Nós queremos convidar ao palco nosso querido amigo Luís Ru Rivas, por favor, que vai apresentar os resultados da transcomunicação instrumental que aconteceu ontem durante a psicopictografia aqui no palco. Enquanto os nossos queridos irmãos deixam o nosso espaço, nossa gratidão. Wellerson, Vittor, Rafael. Obrigado. Foi ótimo. Obrigado. Muito bom. Hum. Perdão. Eh, desculpa, você falou. >> OK. Boa tarde. >> Boa tarde. >> Boa tarde. >> Vamos apresentar o trabalho de ontem. Enquanto o nosso irmão Florêncio Anton realizava aqui a pintura mediúnica. Alguns de vocês repararam que nós estávamos deste lado colocando uma cabine e realizando experiências de transcomunicação instrumental. O que é transcomunicação instrumental? é a possibilidade do mundo espiritual se comunicar conosco através de aparelhos eletrônicos, seja com câmera, seja com celular, seja com telefones, computadores. E eis a experiência que realizamos e iremos mostrar aqui. Tem duas fases. Primeira é as imagens que vamos a mostrar e a segunda o áudio. Alguns dos áudios, é interessante para explicar isto, eh utilizamos um aplicativo que gera fonemas aleatórios em inglês. Então, em tempo real, eles não são audíveis, mas logo quando a gente estica o áudio, eles conseguem modular os sons para produzir as suas vozes. Sim, mas é eh é delongas, né? Ah, obrigado. Porque eu já tô tanto tempo no

l, eles não são audíveis, mas logo quando a gente estica o áudio, eles conseguem modular os sons para produzir as suas vozes. Sim, mas é eh é delongas, né? Ah, obrigado. Porque eu já tô tanto tempo no Brasil ainda, meu português não tá bom. Mas vamos lá. Então, vamos apresentar uma das imagens, já que foi comentado aqui também a nossa gratidão ao irmão Divaldo Franco, porque desde há 3s anos que iniciamos a experiência em laboratório, nós temos enviado para ele os áudios, as imagens e sempre Divaldo, incentivando, incentivando para continuar à frente e cada vez, né, indo aprimorando as técnicas. Então vamos iniciar com uma das transimagens, tá? OK. Ele está um pouco sutil, mas não sei se alguns conseguem observar o rosto, a nariz. Sim, uma face. Exatamente. E vamos uma próxima. É como se fosse alguém com um olhar muito muito forte, muito profundo. Uma próxima, por favor. Eu vou me aproximar. É isso aqui, como se fossem os lábios, os olhos, uma nariz pequena. E nós gostaríamos apresentar a do ano passado, porque houve muitas pessoas que não estiveram aqui. Essa foi do ano passado. E com a ajuda da inteligência artificial, eh, pedimos que recriasse, ela captou os algoritmos e recriou um rosto humano, né? No ano passado conseguimos com alguns detalhes na boca o queixo, não é isso? É o queixo, né? E os olhares. E agora nós vamos a mostrar eh a segunda parte que é o áudio. com o áudio. Tenho um detalhe especial, porque eh depois de tantas experiências, nós sabemos que do outro lado da vida existe no mundo espiritual uma estação, espécie de estação espacial espiritual chamada Rio do Tempo ou Sidestrom. Nessa estação é coordinada por muitos cientistas, astrônomos, físicos. Entre eles, a coordinação está com o espírito Nicola Tesla. Ele é o coordenador da estação Sidstrom. E também tem um detalhe, quando eles falam, não é como uma psicofonia, é como se eles estivessem uma cabine, são várias mentes falando em simultâneo. Então nós realizamos algumas perguntas, vocês vão ver aqui.

tem um detalhe, quando eles falam, não é como uma psicofonia, é como se eles estivessem uma cabine, são várias mentes falando em simultâneo. Então nós realizamos algumas perguntas, vocês vão ver aqui. E no final a gente colocou em letra amarela porque entrou outro áudio que não tem nada a ver com a pergunta falando para alguém com o nome Diego ou Diogo, que eu não sei se tem algum vínculo com alguém da plateia ou talvez alguém da internet. Então, eh, se por acaso alguém reconhecer esse vínculo, eh, nos procure, né, para poder conversar no final. Então, vamos a mostrar aqui o resultado. Eh, a transcomunicação é muito transparente, ela mostra tal qual está o ambiente espiritual, né? Então, nossos irmãos, eles mandaram as seguintes mensagens. Vamos lá. 16 de agosto 2025, juiz de fora durante a pintura mediúnica no congresso espitora. Alguma mensagem para o nosso planeta? Yeah. aumentar mensagem evento Pode falar que irmãos está conosco Esta parte é diferente. Contato. H Nós queremos agradecer muito os irmãos que acompanharam esta comunicação, nosso amigo Álvaro, a Natasha, nosso irmão Sérgio do Lar de Frei Luiz, Ana Augusta, eh, que vem acompanhando e apoiando estas iniciativas. ainda está em estado experimental a transcomunicação instrumental, mas como diria o Chico Xavier, dia virá em que quando os nossos irmãos comuniquem-se livremente pelos aparelhos eletrônicos e câmeras celulares, a civilização cristã no mundo terá dado um novo passo. Então, nós acreditamos muito nisto. É uma etapa experimental e já há dois anos que vem nos alertando dos caminhos difíceis do nosso planeta, mas a esperança que a Terra vai ser um mundo de paz. E só para finalizar, quem tem interesse ou tem alguma captação, algum áudio e eh alguma imagem, alguma fotografia em algum momento, pode entrar em contato conosco, seguir o as nossas redes, Luís Rivas. E acabamos de criar o Instituto Rio do Tempo, especializado em transcomunicação instrumental no Rio de Janeiro. Então, mais uma vez agradecemos a todos vocês

sco, seguir o as nossas redes, Luís Rivas. E acabamos de criar o Instituto Rio do Tempo, especializado em transcomunicação instrumental no Rio de Janeiro. Então, mais uma vez agradecemos a todos vocês por esta oportunidade. Muito obrigado. Deus abençoe nosso querido Luiz. que ele continue firme nas suas pesquisas, cada vez elas sejam melhores. Antes de sairmos, eu quero pedir ajuda para localizarmos a bolsa da nossa companheira que está com a bonequinha dentro, lembra? E alguns produtos do Fraternidade Sem Fronteiras. Visitem os estandes. Bom almoço para todos. Daqui a pouquinho estamos de volta. Um celular, olha, tem um celular também aqui, ó.

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