Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E16 – Cap. 8: A Grandeza da Renúncia – Parte 2

Mansão do Caminho 09/11/2025 (há 4 meses) 1:02:08 1,066 visualizações 216 curtidas

Na segunda parte do Capítulo 8 de Loucura e Obsessão, de Manoel Philomeno de Miranda (psicografado por Divaldo Franco), o Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert aprofunda o tema da renúncia como expressão superior do amor, mostrando que o verdadeiro desapego não é perda, mas conquista espiritual. O estudo ressalta que toda doação sincera ao bem gera libertação interior e crescimento moral duradouro. 📖 Obra: Loucura e Obsessão – Manoel Philomeno de Miranda / psicografia de Divaldo Franco 👥 Host: Gisele Risso 🔎 Aprofundamentos: Laudelino Risso e Tânia Menezes 📅 Domingos, às 18h30 📺 TV Mansão do Caminho (YouTube) #LoucuraEObsessao #AGrandezaDaRenúncia #EstudoDaObra #PhilomenoDeMiranda #DivaldoFranco #Espiritismo #VirtudesCristãs #Desapego #GrupoDeEstudosSuelyCaldasSchubert #TVMansãoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Boa noite, queridos amigos e amigas. É com grande alegria que nós estamos aqui mais uma vez para darmos continuidade ao estudo do livro Loucura e Obsessão, psicografado pelas mãos abençoadas do querido médium Divaldo Pereira Franco, pelo espírito de Manuel Filomeno de Miranda. Hoje estamos entre os corações queridos de Tânia e Laudes para darmos eh sequência no estudo do o capítulo oitavo do livro A grandeza da Renúncia, segunda parte. Antes de entrarmos então no nos aprofundamentos, convidamos a todos para nos unirmos em oração. Amado Mestre Jesus, queridos amigos e benfeitores espirituais que coordenam este trabalho, esse estudo já de longa data. Agradecemos pelo amparo, pela assistência, pela inspiração que nos motiva a darmos continuidade neste grupo querido Sueli Caldauber, que nos ajuda tanto a despertar ainda mais a consciência, também estreitando os laços de amizade entre os corações que nos reunimos aqui semanalmente, a fim de formarmos essa família espiritual. Te rogamos, Senhor, as bênçãos na noite de hoje para que o nosso coração e a nossa mente esteja aberto às mensagens que Tânia e Laudes irão nos trazer através daquilo que o querido benfeitor nos trouxe neste capítulo tão importante. Seja conosco então, mestre querido, e que assim seja. Então, o resumo foi apresentado na no estudo da semana passada, apenas para dar uma contextualizada, neste capítulo intitulado A grandeza da renúncia vai falar a respeito da renúncia da mãe ou benfeitora, neste caso, emerenciana e do seu esposo, o bemla, que estão aí tentando resgatar o seu filho Valdemar ao longo das sucessivas reencarnações. estão há 400 anos, dizemerenciana, e ambos estão ali com o amor, a dedicação e a permissão divina atrás dessa alma que tomou caminhos da dor, da violência, da rebeldia, né? foi um guerreiro e aí depois da desencarnação ficou entre os obsessores desenvolvendo técnicas de hipnose, de obsessão, algumas reencarnações em que ele faliu em meio da escravidão e agora, por fim, está reencarnado, né? o seu ex-marido,

carnação ficou entre os obsessores desenvolvendo técnicas de hipnose, de obsessão, algumas reencarnações em que ele faliu em meio da escravidão e agora, por fim, está reencarnado, né? o seu ex-marido, marido vencesl está reencarnado como pai novamente de Valdemar, que agora vem com uma grave deficiência resgatando os débitos do passado. É um capítulo em sua homenagem que permanece ali eh em atendimento às mães com problemas com seus filhos, por também uma questão de gratidão, por pela divindade ter oportunizado a ela o resgate do filho. Então agora nós passamos para a Tânia, que vai iniciar os aprofundamentos. Boa noite, Tânia, seja bem-vinda mais uma vez. A palavra está com você, minha amiga. Boa noite, querida Gisele, querido Laudes e a todos os amigos que nos acompanham nesse estudo maravilhoso da obra eh Loucura e Obsessão. e em um capítulo que nos faz um convite a muitas reflexões pelo próprio título. E eu fiquei sempre muito reflexiva desde as vezes anteriores que eu fiz a leitura deste capítulo por imaginar o o quanto uma mãe é capaz de renunciar em prol de seus filhos e particularmente aqui emana eh na renúncia a Valdemar. E neste capítulo nós vemos aqui a narrativa de Filomeno trazendo três reencarnações que a irmã emereciana, que é a benfeitora desta instituição de matrizes africanas, onde fileno está a convite do Dr. Bezerra de Menezes fazendo um estágio. E por que que ele está lá? porque o Dr. Bezerra de Menezes sabia do seu interesse em ver como se processava eh os atendimentos em instituições desta natureza. E aqui nós queríamos iniciar os nossos aprofundamentos lembrando a questão 132 de O livro dos Espíritos. E por que nós trazemos mais uma vez essa questão? Ela diz muito para nós quando estudamos a reencarnação. Essa questão, ela está lá na parte, no capítulo segundo, eh, que intitulado, eh, da volta, não, desculpe que eu estou aqui atrapalhando, eh, da encarnação dos espíritos. é o tópico do capítulo segundo da parte segunda. E quando Kardec faz a indagação qual o

eh, que intitulado, eh, da volta, não, desculpe que eu estou aqui atrapalhando, eh, da encarnação dos espíritos. é o tópico do capítulo segundo da parte segunda. E quando Kardec faz a indagação qual o objetivo da encarnação, é como se ele tivesse levando para nós a reflexão do que nos leva a uma experiência no corpo físico. E quando pensamos nesta nesse estar aqui, nós não podemos estar eh vinculando apenas a um único objetivo, porque temos diferentes frentes a atender de acordo com as nossas necessidades. Então, os benfeitores vão estar respondendo que Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de fazê-lo chegar à perfeição. O primeiro destaque nesta palavra impõe para nós eh parece entender que é uma obrigação e em verdade o nosso entendimento deveria ser por uma outra ótica. Porque Deus entende que estando aqui, nós teremos a possibilidade de estarmos chegando à perfeição. E a primeira reflexão que podemos ter a respeito disso é: ora, mas se eu estou no mundo espiritual, eu também não posso progredir? Isso é o que Kardec vai indagar na questão 230. Eh, se na erraticidade o espírito progrede. E na resposta os benfeitores vão dizer que pode progredir de acordo com a vontade dele, mas é na experiência do corpo que nós vamos colocar em prática todo este aprendizado. E aí vamos pensar que estamos aqui para progredir, para atingir a plenitude, mas nós sabemos que para chegar a esta plenitude nós vamos passar por etapas. E aí vem ainda na sequência desta resposta à questão 132, quando os benfeitores dizem que para uns é expiação, para outros é missão, mas para alcançar a perfeição é necessário atravessar as vicissitudes. E por que passamos por estes momentos que são difíceis, desafiadores. Exatamente. Porque nós não estamos atendendo aos propósitos que nos são estabelecidos por conta das escolhas que estamos fazendo. E aí, voltando para este nosso capítulo, na primeira encarnação, na narrativa apresentada pela irmã emereciana, ela está ali na época do século X7, Guerra dos 30 anos. Ela é casada, tem

tamos fazendo. E aí, voltando para este nosso capítulo, na primeira encarnação, na narrativa apresentada pela irmã emereciana, ela está ali na época do século X7, Guerra dos 30 anos. Ela é casada, tem uma condição social muito favorável e tem um filho, excelentes condições, só que o seu esposo, ele vai para a guerra e ele falece da guerra. Isso foi muito bem apresentado no resumo que Vânia trouxe do capítulo eh no estudo anterior. E este quando ela fica viúva, então aí é que está o detalhe. para o que vem na encarnação seguinte, porque não soube aproveitar a sua condição social. Ela coloca o seu filho para ir à guerra vingar a morte do seu pai. E lembrando que Valdemar tinha apenas 20 anos e não era revertido da moral para poder entender que estar na guerra, porque muitos vão de fato porque tem a obrigatoriedade como homem de estar servindo ao seu país. Só que naquela função ele cometeu muitas atrocidades, mas ele foi porque ele também recebeu a orientação da sua mãe. Então, passam uma encarnação. Na verdade, o pai ele já tem uma condição espiritual diferenciada, porque quando chega a desencarnação da sua esposa, ele já está guardando no mundo espiritual. Só que durante o período da vivez, ela na condição social que que se revestia, ela não soube aproveitar e também cometendo as suas atrocidades, as suas eh barbaridades, vai estar chegando ao mundo espiritual em comprometimento. E daí, como o esposo ele já tinha essa situação mais privilegiada, eles eh se organizam para um retorno à experiência de forma a atender a necessidade do seu filho. Então, voltando para o título que Filomeno atribui a este capítulo, a grandeza da renúncia. Um pai que já estava em uma condição espiritual melhor, ele se submete a uma prova porque assumem a reencarnação na África sofrida. Então, podemos imaginar alguém que sai da Europa, vai para um país subdesenvolvido e vai ser submetido ao regime da escravidão. Então, para este para este segundo momento, ou seja, essa segunda reencarnação

podemos imaginar alguém que sai da Europa, vai para um país subdesenvolvido e vai ser submetido ao regime da escravidão. Então, para este para este segundo momento, ou seja, essa segunda reencarnação do grupo familiar Valdemar, o filho Venegal, o esposo e emereciana a mãe, nós lembramos da questão 167 de O livro dos Espíritos, quando Allan Kardec vai, está indagando qual o fim objetivado com a reencarnação. O que respondem os benfeitores? Expiazão, melhoramento progressivo da humanidade. Sem isso, onde é a justiça? E aí começamos a perceber que a expiação ela chega, que o próprio Allan Kardec vai definindo lá em livro Céu Inferno, capítulo 7o, quando ele vai tratar das dos passos que nós vamos estar dando para poder ressarciir algum equívoco que nós cometemos. E ele aponta com eh o arrependimento como sendo este primeiro passo. E quanto mais demorado for o nosso arrependimento, maior será o nosso sofrimento. E ele vai estar definindo a expiação como os sofrimentos físicos e morais decorrentes de uma falta cometida. E aí podemos pensar, ah, mas o pai ele já estava numa situação, numa condição espiritual mais elevada, ele ele teria que passar pela expiação? Não necessariamente, porque todo sofrimento, ele pode ser uma prova, pode ser um pedido do espírito de estar passando por aquela experiência para poder adquirir uma virtude. pode ser uma prova para poder sustentar alguém que seja do seu afeto em uma condição que requer este apoio e, por isso, se submete. Então vamos pensar emciana, que sai de uma condição socioeconômica muito favorável de autoridade, de destaque no mundo social para reencarnar, conforme diz aqui Filomeno de Miranda, na África sofrida. Então, é preciso pensar que estando em uma experiência como estamos todos nós agora neste momento, mergulhados no corpo físico e cada um vivendo os seus sofrimentos, as suas dores, atravessando desafios, tentando superar obstáculos e entendendo que tudo isso tem um propósito. para o crescimento de cada um de nós. Então, a Terra, a escola da vida, a

us sofrimentos, as suas dores, atravessando desafios, tentando superar obstáculos e entendendo que tudo isso tem um propósito. para o crescimento de cada um de nós. Então, a Terra, a escola da vida, a oportunidade de estar aqui é uma escola, conforme a que o próprio benfeitor eh descreve como sendo um educandário moral, porque nós vamos trabalhando o nosso orgulho, a nossa vaidade. Então, vejam que aceitar a condição que ele foi apresentada já sinaliza a compreensão de que naquela condição eu vou conseguir superar aqueles momentos que eu não soube colocar em prática aquilo que foi eh talvez aprendido, mas não vivenciado. tinha o conhecimento, mas não tinha ação. E aí eu retorno com esta oportunidade para que de fato ocorra o meu avanço, para que eu me liberte daquilo que ficou pendente. E aí tem uma questão que é apresentada aqui neste capítulo que diz respeito ao tempo da existência corporal, quando o benfeitor vai indagar que é uma existência corporal e quanto dura no tempo sem fim. E aí imaginemos cada um já pensando na idade que viveu até o dia de hoje, 20, 30, 50, 70, 80, 90 anos, o quanto poôde aproveitar e soube aproveitar este tempo. Mas o tempo no corpo físico é fração de segundos em relação à eternidade. Então, Filomeno de Miranda vem mostrando para nós, através destes exemplos, que é preciso aproveitar melhor este tempo porque ele vai correr célere. Então, quando eu acordo no mundo espiritual, porque todos nós em nosso planejamento receberemos um tempo que nos é confiado, receberemos uma cota de fluido vital para poder colocar em prática tudo quanto nós abraçamos e que consideramos que seríamos vitoriosos com tudo aquilo que passamos por educação, por orientação, por preparo. Não reencarnamos em um passe de mágica. Não vai ser de uma hora para outra que os benfeitores vão dizer: "Agora você vai reencarnar". Não. O processo ele é muito bem estudado, orientado, trabalhado para que sejamos bem-sucedidos. Então, chega este momento de voltar, qual é mesmo o

benfeitores vão dizer: "Agora você vai reencarnar". Não. O processo ele é muito bem estudado, orientado, trabalhado para que sejamos bem-sucedidos. Então, chega este momento de voltar, qual é mesmo o propósito de cada um para o retorno? E aí vamos pensar naquilo que estamos vivenciando de dores, de obstáculos, que às vezes nós não conseguimos transpor os obstáculos, mas que sabemos que precisamos atravessar aquela tempestade. E quanto menos mergulharmos na dor, mais rápido será esta travessia. E é preciso guardar esta lição de obediência em relação a tudo que nós estamos vivendo. Porque se não entendermos o processo como uma oportunidade libertadora, estaremos fadados ao ao fracasso, a queixa, a revolta e a não compreensão dos propósitos do pai para a vivência naquela experiência. Então eles reencarnam na África em uma comunidade Ioruba e eles entenderam eh fica subliminar, mas eles entenderam que nesta vivência eles teriam a chance de libertação do seu filho e de cada um daquilo que ainda tinha necessidade nos processos individuais. Mas o que é que a irmã emereciana traz na narrativa? A aprendizagem ela foi longa, ela foi difícil e muito mais dolorosa do que imaginavam. E aí nós podemos trazer também para as nossas experiências quando vivemos, quando atravessamos os períodos difíceis da nossa existência. Quando a dor chega, que bate a nossa porta, nós nunca imaginamos que ela vai demorar o tempo que ela demora. E parece que os dias passam, as dores ficam mais atrozes, parece que você fica mais distante do seu processo de libertação. E aí na narrativa dos personagens, eles estão nos meados do século XVII. E vivendo nesta comunidade, eles são apanhados, capturados por aqueles que buscavam escravizar. Em verdade, não se fala de cor da pele, mas fala de captura de negros para a escravidão. E para onde eles foram colocados? Para o navio negreiro, que tinha o destino ao Brasil. E quando aqui aportaram, eles foram vendidos como escravos nas terras da Bahia. E aí imaginamos o nosso querido

E para onde eles foram colocados? Para o navio negreiro, que tinha o destino ao Brasil. E quando aqui aportaram, eles foram vendidos como escravos nas terras da Bahia. E aí imaginamos o nosso querido Filomeno de Miranda, que nasceu eh em 1876 aqui na Bahia e que esses todas essas narrativas que ele apresenta, é claro que algumas saem do território do nosso estado, como por exemplo Grilhões Partidos. Nós sabemos que a narrativa acontece no Rio de Janeiro, a história de Ester, mas que tem o soldado que foi o obsessor, que era baiano e a sua mãe e a sua irmã, mas vocês vejam que eles saíram da do seu país de origem ou casal, vieram para a Bahia, foram escravizados. Então, apertando ainda mais as dores, porque a a narrativa nos apresenta as dificuldades de uma viagem como essa, em condições subhumanas, sem alimento, sem a a água, eh como se eles fossem animais e talvez morrer na viagem fosse melhor do que a própria condição que estavam ali a viver. Mas tem um detalhe que vai nos mostrar a expiação que é o nascimento do filho. Valdemar nasce com deformidades. Aí vem a expiação. Qual o fim objetivado com a reencarnação? expiação, melhoramento progressivo da humanidade. Só que espiar requer de nós a aceitação do processo que nós acordamos foi trabalhado, nem todos, isso vai depender também do nível evolutivo de aceitação. Muitos chegam inclusive nas reuniões mediúnicas não aceitando as propostas que estão lhe sendo apresentadas para o retorno, mas ainda assim eles são trabalhados para que haja aceitação. Quanto mais aceitação, melhor será o resultado. E aí, Valdemar, diante das atrocidades cometidas, porque quando estava na primeira encarnação que ele vai a à guerra, ele comete atrocidades. Então, tudo quanto nós fazemos e que causamos um débito na economia divina, isso precisará ser ressacido. E foi o que aconteceu com ele. Então ele vem com um corpo que apresenta deformidades. E aí eu trago uma fala da benfeitora Joana de Ângeles no livro Entrega-te a Deus. Ela vai dizer que quando as dores

foi o que aconteceu com ele. Então ele vem com um corpo que apresenta deformidades. E aí eu trago uma fala da benfeitora Joana de Ângeles no livro Entrega-te a Deus. Ela vai dizer que quando as dores de qualquer natureza ela encontra um agasáho aqui no nosso íntimo e nós não identificamos qual é a finalidade dessa dor, nós não entendemos a lei de causa e efeito, essa dor ela vai se transformar em castigo para nós. E esse castigo, ele vai se tornando mais intenso e vai dcer o nosso ser. E isso pode nos impulsionar ao desespero, pode levar à revolta. Quantas vezes nós ouvimos pessoas a dizerem: "Ah, mas por que Deus fez isso comigo? Eu não quero mais conversa com Deus, porque eu não merecia estar passando por esta condição. O que isso vem assinalar para nós? Isso vem dizer que eu não estou entendendo a função deste momento para a minha existência. A dor, ela é libertadora. Mas aí Viana de Carvalho também no livro Rumos Novos, ele vai trazer uma página que é relativa a reencarnação, salvo engano, é, no segundo capítulo deste livro, ele vai dizer que o resgate dos erros e dos crimes cometidos, ele pode se dar apenas mediante o sofrimento. Vejam, os pais se colocam à disposição para poder ajudar e não necessariamente eles vão entender a escravidão como um sofrimento. E aí nesta comunidade eles começam a a entender mais o culto aos mortos. E aí é quando vai tendo a aproximação da irmã emereciana com a questão das religiões de matrizes africanas, porque neste culto aos mortos ela vai encontrar consolo, ela vai encontrar esperança, só que entra em um momento que ocorre a separação deles, porque uma das filhas do casal aonde eles foram vendidos como escravos. ela casa, ela eh ela engravida, ela tem filho e muda para uma cidade no estado de Pernambuco. Então, ela tem que acompanhar. E aí nós vamos entendendo que a irmã emereciana, ela já também se situa em um outro patamar evolutivo, porque ela passa a aprender sobre o dever, o valor do dever antes do prazer. E quando Filomeno fala deste aprendizado

dendo que a irmã emereciana, ela já também se situa em um outro patamar evolutivo, porque ela passa a aprender sobre o dever, o valor do dever antes do prazer. E quando Filomeno fala deste aprendizado que ela traz em relação ao dever, nós lembramos que Lázaro, ele escreve lá em o Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 17º C de perfeitos. Ele abre inclusive a instrução dos espíritos no item sete, dizendo que o dever é a obrigação moral da criatura primeiro para consigo mesma e depois para com os outros. E diz que o dever é lei da vida. Aí vamos imaginar porque neste neste percurso o filho já havia falecido, teve, né, toda uma movimentação, ele com aquela deficiência. E aí o próprio capítulo, o resumo já foi apresentado, mas só lembrando que estes que eram os diferentes, eles eram segregados, mas eles conseguiram manter porque muitos mandavam matar. porque eram considerados inválidos os que tinham deficiências, pessoas idosas. E ele, né, eh, já separado, porque a mãe já estava em uma outra condição, ela vê nos filhos da sua patroa como se fosse o seu próprio filho. Então, vejam que capacidade de amar alguém que foi separada do seu afeto e que estava em uma condição que ela poderia escolher. está exercendo a sua função, mas não ter a dedicação. E quando seu esposo desencarnou, ela nem tomou conhecimento. E aí, é claro, os anos foram avançando, ela também desencarna. E aí chega o capítulo, a terceira reencarnação do casal. Mais uma vez eles vão retornar como escravos. Qual era o objetivo agora desta reencarnação deles? Auxiliar ao filho que estava cada vez mais comprometido? E tem um destaque aqui de Filomeno no capítulo que mostra o que amparava o casal diante de tantas dores. E aí Filomeno vai trazer a palavra resignação. E quando lemos ouvimos essa palavra, também não podemos deixar de lembrar Lázaro ainda em Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 9, no item oito, obediência e resignação, onde ele diz que são duas virtudes ativas que nos convidam ao movimento e

ão podemos deixar de lembrar Lázaro ainda em Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 9, no item oito, obediência e resignação, onde ele diz que são duas virtudes ativas que nos convidam ao movimento e que a resignação é o consentimento do coração, ou seja, Quando eu estou atravessando as dores, as dificuldades, eu não fico desajustada. Eu compreendo a função daquela circunstância, daquela travessia, daquela tempestade em minha existência. Não poderia deixar de lembrar do nosso saudoso tio Nilson, quando ele estava já nos seus momentos finais internado. Ele passou cinco semanas internado até a sua desencarnação e tinha dores atrozes porque tinha uma metástase óssea. E ele constantemente, sem qualquer revolta, sem qualquer queixa ou lamentação, ele perguntava-se: "O que Deus queria que ele, um burro velho, aprendesse ainda com aquela experiência. Isso é resignação e temos que trazer para o nosso mundo íntimo. Estamos compreendendo a função da dor, do desafio, do sofrimento, das tempestades, quando estamos atravessando no nosso existir. E aí o que é que acontece com o filho Valdemar nesta encarnação? Ele um quilombo para vinganças e arbitrariedades mais uma vez. Só que agora Valdemar estava mais comprometido porque ele foi durante o período na erraticidade se vinculando a entidades perversas, à féries espirituais de baixo teor e com isso o espírito vai assimilando, porque é com aquilo que ele sintoniza. Então, eh, ele foi mais uma vez, né, ele desencarna consumido pelo ódio porque ele não aceita a condição. Vejam que os pais eles buscam aquela condição como forma de auxiliar ao seu filho e também do próprio crescimento de cada um. E aí nós vamos ver o quanto o capítulo está trazendo para nós eh este aprofundamento, este entendimento da lei de causa e efeito. Porque nós aprendemos com esta lei que a ação má do passado, ela vai produzir um efeito em forma de aflições, em forma de sofrimento. Então, eh, diz, né, o benfeitor aqui que o sofrimento ele vai drenar os cânceres

endemos com esta lei que a ação má do passado, ela vai produzir um efeito em forma de aflições, em forma de sofrimento. Então, eh, diz, né, o benfeitor aqui que o sofrimento ele vai drenar os cânceres da alma, que Laures vai trazer eh aprofundamentos a este respeito. E aí eu queria voltar à página inicial deste capítulo, quando Manuel Filomino de Miranda ele vai dizer para nós da necessidade do aprendizado para que nós possamos discernir, discernir melhor para que façamos melhores escolhas e, acima de tudo, podermos incorporar as lições, as reflexões, aquilo que estamos caminhando, dando os passos. Em que direção mesmo? Por que é que nós estamos aqui? Por que nos dedicamos a estar participando de um estudo, a estar aprendendo um pouco mais a respeito da doutrina espírita do que Allan Kardec traz e trouxe para nós com profundas reflexões que cada questão, quando nós vamos amadurecer das indagações que ele apresenta em o livro dos espíritos com as respostas que os benfeitores nos apresentam, nós temos que trazer para as nossas vivências as reflexões do Evangelho Segundo o Espiritismo, o quanto o próprio Allan Kardec traz para nós e esta legião de benfeitores espirituais que nas suas instruções também vem esclarecendo e norteando os nossos caminhos. E aí no início também deste capítulo, nós encontramos o benfeitor falando do amor, do amor que é de procedência divina na criação. É claro que se o nosso pai é amor, ele depositou a centelha deste amor na criação de cada um de nós. Então, se já estivemos neste lugar de Valdemar, porque cada um destes personagens foram vividos ou estão sendo vividos por nós, quando alguém nos provoca que alimentamos o ódio no nosso mundo íntimo e aí a gente vê que as vidas de Valdemar elas foram eh tragadas por este ódio que ele foi se nutr indo e que vai cada vez mais afundando ao abismo, a região de trevas e que depois nós teremos mais dificuldades de sairmos desta condição. Por isso, é preciso buscar o amor, a vivência do amor, amar e servir. Manuel Filomeno de

s afundando ao abismo, a região de trevas e que depois nós teremos mais dificuldades de sairmos desta condição. Por isso, é preciso buscar o amor, a vivência do amor, amar e servir. Manuel Filomeno de Miranda, que agora no próximo dia 14 de novembro completaria 149 anos de vida. Então, nós precisamos também ter a gratidão a este espírito que nos apresenta uma obra como esta, um capítulo como este, levando-nos à reflexão, a reflexão que precisa se transformar em renovação, renovação de ideias, renovação de atitudes. Não podemos ser mais os mesmos depois de termos a oportunidade de ler, de refletir e de buscar a renovação para o nosso cotidiano. Então, que nós possamos seguir em nossa marcha, vencendo os naturais desafios com resignação, aprendendo nas lições o que nós podemos estar melhorando para que sejamos hoje melhor do que fomos ontem e amanhã melhores do que temos sido no dia de hoje. Essas são as nossas reflexões, aprofundamentos e agradeço mais uma vez a oportunidade de estarmos juntos aprendendo, refletindo e renovando-se. >> Querida Tânia, queridos amigos que nos acompanham, os nossos votos de alegria em estudarmos juntos um capítulo tão importante essa grandeza da renúncia. Gostaríamos de atentar um pouquinho na introdução quando o benfeitor vem trazendo para nós alguns alertas antes de entrar nos aprofundamentos sobre a verdadeira renúncia apresentado pelo pai, mas principalmente por essa mãezinha. Eh, o benfeitor coloca aqui no desfilar dos sofrimentos ele encontra uma tônica única. Eu achei bem importante que essa túnica única nos reflete para as nossas existências atuais. Quantos de nós ainda estamos mantendo a nossa existência focada no culto da personalidade, sobreestimando questões existenciais, considerando a persona ou a condição momentânea em que estamos vivendo com bases, não somente na situação passageira, financeira, econômica, diretamente, mas também nas condições físicas, intelectuais ou sobreestimando qualquer questões que esteja inerente à condição atual da

ases, não somente na situação passageira, financeira, econômica, diretamente, mas também nas condições físicas, intelectuais ou sobreestimando qualquer questões que esteja inerente à condição atual da reencarnação, a ambição desmedida, a fatuidade, quantos de nós ainda não estamos ainda vivendo questões e fazendo com que essa tônica ganhe ainda mais vigor através das nossas condutas. Porque nesse desfilar desses sofrimentos, o benfeitor coloca que a nascente dos cânceres da alma são exatamente aonde nós estamos colocando as questões das nossas energias, da nossa vivência. Ele vem trazendo os reflexos em relação à diferenciação do culto e do sábio entre o processo do conhecimento e da ação. O processo pra gente poder conhecer a verdade e se tornar livre não se trata somente de conhecer a verdade, mas aplicá-la. Um processo que me chamou muito atenção, que é uma frase que levaria comigo aí para as reflexões nos dias que estão por vir, é exatamente estar com ideal nobre, mas com as mãos desocupadas. Veja que profundidade o benfeitor nos coloca. Se estamos com ideal nobre, estudando, ganhando conhecimento, não podemos estar com as mãos vazias. Quantos de nós ainda estamos vivendo um vazio existencial quando o dia passa com tantas horas, nos oferecendo tantas oportunidades para poder vencer através da nossa vontade, do nosso esforço, colocarmos a nossa vontade à disposição do serviço. Mas para isso é necessário iniciarmos o aprendizado da renúncia. Renunciar às vezes não somente os prazeres momentâneos que vivemos no lar, às vezes o aconchego da família, às vezes o merecido repouso que talvez precise ser renunciado a benefício coletivo. Quantos de nós estamos atento para começarmos essa jornada para não mais sermos impactados por um reflexo físico das funções oncológicas dos cânceres, mas vencendo primeiramente essas questões que envolvem a nossa questão da moralidade, a alma, para que dali esse reflexo venha trazer em um processo de um indivíduo que está em aperfeiçoamento, já não mais trazendo

rimeiramente essas questões que envolvem a nossa questão da moralidade, a alma, para que dali esse reflexo venha trazer em um processo de um indivíduo que está em aperfeiçoamento, já não mais trazendo grandes sofrimentos, não quer dizer dizer que não haja dor, não quer dizer que não haja patologias, mas o sofrimento vem associado ao aprendizado, que a alma vem aprendendo de uma maneira constante, mas aquele que aprendeu a desenvolver o ato da renúncia vai enfrentando qualquer enfrentamento resignado, altivo, confiante na justiça divina, vivendo a questão das leis morais em sua plenitude, mantendo a puplitude íntima de todos os valores que já estão inseridos em uma proposta não somente de conhecimento, mas com a mão no arado, não só na charrua para nos levar, mas no arado, trabalhando, plantando, para que logo mais a colheita possa fazer. Estamos ainda naquela fase do sofrimento para poder arar a terra, o sofrimento, a terra árida. Mas de acordo com que vamos irrigando através do suor dos nossos esforços, poderemos sim ter uma terra pronta para um plantil de uma boa semente do evangelho que nós mesmos poderemos colocar. Então penso que essas primeiras reflexões a respeito do ideal nobre, mas as mãos vazias já não mais possa bater na nossa porta durante os dias da nossa existência. Uma outra questão que eu achei bem importante e quando vamos falar a respeito do processo da retribuição dessa ingratidão. A mãezinha e o pai estão três jornadas atrás de um filho rebelde. Traz ali a ovelha desgarrada. Mas nesse processo, imaginemos uma jornada que todos nós sabemos dos riscos reencarnatórios. Vai voltar à Terra. Sempre trazemos riscos. às vezes para assumir novos compromissos viciosos ou riscos em que todos nós estamos, querendo ou não, nessa fragilidade de estar vivendo no mundo e as suas múltiplas tentações. Pois o casal vem com compromisso, não somente para fazer com que o filho venha pro processo na lei do progresso, mas quantos aprendizados também se dão no longo da jornada, mas na atenção da

entações. Pois o casal vem com compromisso, não somente para fazer com que o filho venha pro processo na lei do progresso, mas quantos aprendizados também se dão no longo da jornada, mas na atenção da obra, aonde o casal vem se dedicando para poder resgatar esse filho que vai cada vez, como Maria dissa, se movendo para o fundo e cada vez se comprometendo mais através das suas ações. Mas mesmo assim não ocorre um desânimo a desistência, um processo aonde o vínculo na confiança da justiça divina em Deus mantém o casal cada vez mais vinculado para que aquele espírito chegue o momento de despertar. Algo que gostaria de fazer a leitura na íntegra para talvez não perder a brilhante mensagem que está no livro Boa Nova, pelo espírito Humberto de Campos, pelas mãos de Chico, no capítulo 12, intitulado Amor e Renúncia, quando Pedro tá tendo um diálogo com Jesus e Jesus fala a respeito de quando os outros nos paguem com a ingratidão. E ele fala assim: "Pedro, o amor verdadeiro e sincero nunca espera recompensas. A renúncia é o seu ponto de apoio, como ato de dar é a essência da vida." Veja que maravilha. Ter como ponto de apoio a verdadeira renúncia e estar ciente. Ele segue depois quando vai falando o processo de renunciar um pedacinho de si em benefício do reino dos céus. Porque esse casal está renunciando não a benefício somente do filho, porque a justiça divina, antes de ser filho do casal, é filho de Deus. e o filho de Deus, que vai também manter o seu processo na lei do progresso, das múltiplas reencarnações, mas eles assumiram o compromisso e renunciaram grande parte das suas existências de outros programas para ficar 40, 400 anos mantendo os ideais para fazer com que aquela alma despertasse. Mas a pensar, quantas outras almas também não despertaram em conjunto com aquele aquela linha psíquica que estava vinculada aquele filho querido, ainda em comprometimento, ainda com baixa amplitude de conhecer as realidades do espírito e da sua imortalidade e de todos os compromissos

ela linha psíquica que estava vinculada aquele filho querido, ainda em comprometimento, ainda com baixa amplitude de conhecer as realidades do espírito e da sua imortalidade e de todos os compromissos perante a lei divina, mas iniciando o despertamento. Mas aqui ainda traz os ensinamentos Humberto de Campos a respeito dessa renúncia. Nos diz quão poucos de nós estamos dispostos a renunciar um pedacinho de nós. Diz assim: "Ah, Simão, quão poucos sabem partir por algum tempo do lar tranquilo ou dos braços adorados de uma afeição por amor desse reino que é o tabernáculo da vida eterna?" Quão poucos saberão suportar a calúnia, o apodo, a indiferença por desejarem permanecer dentro das suas criações individuais, cerrando ouvidos à advertências do céu, para que se afastem tranquilamente, mantendo a ilusão dos projetos individuais, quando não traz consigo a vontade de renunciar a benefício deste reino, a benefício de almas que necessitam de ajuda. ajuda. Quantos de nós estamos dispostos realmente de realizar por amor ao reino? Quando essa mãezinha está falando de ir atrás dessa ovelha desgarrada, me trouxe a lembrança de uma obra da benfeitora Joana de Angeles pelas mãos abençoadas do nosso querido Divaldo, chamado Em Busca da Verdade. Ela faz uma análise psicológica das três parábolas, do filho pródigo, da dracma e da ouvida perdida. E algo em relação a essa ovelha desgarrada me trouxe também as reflexões envolvendo as as questões psicológicas que a benfeitora coloca nessa parábola. Quantos de nós estaríamos dispostos a largar 99 ovelhas para ir atrás daquela que está perdida? E voltar com a ovelha nos ombros e mostrar que ela foi encontrada. A benfeitora vem trazendo as suas reflexões, dizendo: "Quantos de nós que podemos talvez voltar através depois à procura daquela ovelha que estava perdida, que foi encontrada, foi salva, resgatada, foi trazido de volta ao reino e encontrar lá não mais 99, mas talvez encontrar 80, 70, 60 ovelhas. Outras mais se desgarraram." E a benfeitora diz: "Pois se não estão

encontrada, foi salva, resgatada, foi trazido de volta ao reino e encontrar lá não mais 99, mas talvez encontrar 80, 70, 60 ovelhas. Outras mais se desgarraram." E a benfeitora diz: "Pois se não estão no rebanho, é porque ainda não me pertenciam. Mas todas elas que se desgarraram ten a certeza que o pastor irá atrás de cada uma delas e cada uma delas serão resgatadas. E aquelas que permaneceram entendem a falta do pastor, porque sabe que o pastor está salvando uma das ovelhas que fazem parte do seu rebanho. Aquelas que permaneceram já entenderam, já permaneceram fiéis, já estavam ali praticando o ato da renúncia, porque o pastor não estava com elas. Elas começaram a estar por conta, vivendo de uma maneira íntegra, plena, mantendo-se firme e fiel. Enquanto as outras que se desgarravam, que estavam vivendo essas vicissitudes do próprio programa do sofrimento, das conquistas, da jornada que todos nós estamos. Daqui um pouquinho o pastor novamente nos encontra no caminho e muitas vezes revoltados ou ainda vivendo nas ilusões, rejeitamos novamente o convite, mas a certeza que o pastor continuará conosco. 1 2 500 600 anos. Sempre temos às vezes aquele que está ao mando do bom pastor, servindo e sendo as mãos de Jesus ao nosso consolo, amparo e resgate. Mas quando refletimos a respeito da parábola, a pensar que quantos de nós estamos talvez sendo resgatados por esse pastor, quantos de nós muitas vezes nos mantemos unidos já em muitos conhecimentos, confiantes de que o pastor está servindo. Não estamos desamparados, muito pelo contrário, mas sabemos que o compromisso está está sendo agindo a outras almas mais necessitadas, quando nós podemos estar colaborando, incentivando, apoiando, dando tudo de nós para que aquela ação aconteça, mesmo que estejamos nós ficando em casa, não como o filho mais velho lá do filho pródigo, com ciúme ou a inveja, mas realmente desejos. de contribuir com aquele pastor que saiu à procura da ovelha perdida. Este casal que permanece à procura da

o como o filho mais velho lá do filho pródigo, com ciúme ou a inveja, mas realmente desejos. de contribuir com aquele pastor que saiu à procura da ovelha perdida. Este casal que permanece à procura da ovelha. Veja, em uma das jornadas há o convite para o embate, há o desafio. A mãezinha diz que não aceitou naquele momento, mas quando o pai volta, que já está em jornada reencarnatória, que a mãezinha fala então que iniciaria então o repto aos mandriões, ou seja, o enfrentamento. E quando vai entrar nesse enfrentamento, o filho, ainda revoltado e com tantos outros mandões preguiçosos que estavam atormentando, tentando impregná-la com fluidos e vibriões maléficos, tentando envolvê-la, não conseguiam. não conseguiu porque ela tinha em torno de si algumas proteções. Mas a proteção principal não só que lhe a protegeu dessas investiduras, mas que pôde penetrar a intimidade do filho, diz ela, que foi o sentimento de mãe. Pensemos a respeito do poder desse sentimento materno. o pai que poderia estar auxiliando essa jornada e se colocando à disposição em nova jornada reencarnatória, nesse poder aonde o instinto materno, já trazendo de um processo não só instintivo, mas saindo das sensações e se colocando na plenitude desse sentimento, foi capaz de fazer com que o filho baixasse completamente as armas de ataque e entrasse nos processos reflexivos da esperança futura, do que estaria por vir na proposta daquela mãezinha que estava vibrando e falando a verdade e tentando fazer com que aquele filho entendesse. que renunciar à aquela posição de um pseudo poder que o filho estava exercendo em outras almas, aonde estava dominando outros processos hipnóticos, almas formando o seu clã, o poderio das trevas, renunciar à posição de um falso poder para voltar em jornada reencarnatória, sabendo das limitações e muitas vezes da deficiência. Que amor é esse que vibra? e faz o indivíduo a enfrentar a jornada na certeza de que ela vai passar, na certeza que ele vai estar amparado pelo pai, mas na certeza absoluta que a

vezes da deficiência. Que amor é esse que vibra? e faz o indivíduo a enfrentar a jornada na certeza de que ela vai passar, na certeza que ele vai estar amparado pelo pai, mas na certeza absoluta que a mãezinha se mantém impressa em cada momento da sua existência, daquela promessa materna, dizendo: "Eu estarei contigo em cada momento, mas mais saiba que Jesus está contigo, vibrando e torcendo pro seu progresso. És filhos de És filho de Deus. Da onde vibra esse sentimento que todos nós poderemos construir quando aprendermos a verdadeira renúncia? A renúncia para nós em nossas existências, podemos ver no coração materno que renuncia uma parte de si, renuncia aos seus melhores fluidos, não somente no processo gestacional, mas as questões do que há melhor no corpo, é absorvido por aquele feto informação, aquela criança que se forma, ele já pega o melhor da mãe. Não porque somente a mãe está doando-a em sua integridade, mas no desejo pleno para que o filho obtenha o que vem de melhor daquela mãezinha. Mas o tempo, os projetos, os sonhos, a renúncia, a renúncia da existência. Porque a partir do momento que aquela alma está vinculada, há um laço de amor criado. E esse instinto da maternidade é capaz de fazer com que não somente neutralize o ódio de milhões, como dizia Gandy, quando uma única pessoa conseguir viver a plenitude do amor, será capaz de neutralizar o ódio de milhões quando esse instinto verdadeiro tornado em sentimento que pode refletir nas nossas casas quando não mais houver as disputas, quando não mais estivermos vivendo a maternidade ou paternidade, colocando o culto da nossa personalidade, procurando o nosso reconhecimento, sobreestimando as nossas tarefas, colocando as nossas ambições desmedidas, colocando a fatuidade, as nossas vaidades, ainda num egocentrismo, ainda num ego doentil, fazendo com que a maternidade não se torne aquela condição sublime aonde pode trazer o apoio das nossas famílias. A verdadeira grandeza da renúncia todos nós estamos tendo a oportunidade de

o doentil, fazendo com que a maternidade não se torne aquela condição sublime aonde pode trazer o apoio das nossas famílias. A verdadeira grandeza da renúncia todos nós estamos tendo a oportunidade de realizar hoje nos nossos lares. Que possamos estar vivendo essa integridade, mas renunciando, renunciando de uma maneira onde mesmo que nos retribuam com a ingratidão, mesmo que tenhamos no Evangelho, segundo o Espiritismo, o consolo da ingratidão dos filhos, mas a certeza de abraçar o filhinho e dizer se erramos no passado. Hoje o sentimento é puro, é pleno e estaremos juntos porque já estivemos juntos e estaremos pela infinidade dos tempos, porque da nossa parte o laço do amor foi desenvolvido e não há mais como se desfazer. Estamos vinculados identificando que o espiritismo nos oferece de conhecimento que possamos sair da parte culta e nos tornarmos os sábios, porque colocaremos ferramentas nas nossas mãos ao trabalho e ao trabalho do próximo, tão próximo de nós, de crianças, de jovens, de adultos que precisam sentir a verdadeira pureza do amor. O amor que ensina, que educa, que burila, que faz com que ocorra o aperfeiçoamento através das cobranças, mas também do amor, do carinho, do aconchego, num processo arquetípico do ânima e do ânimos, que possamos fazer com que o nosso lar resplandeça o processo da verdadeira renúncia e ensinemos aos nossos filhos, ensinemos aos nossos jovens esse ato de renunciar. Quando estava estudando um pouco mais o tema, eu lembrava de algo que nosso querido Di relatava algo de sua própria existência, dizendo das dificuldades que havia passado quando, passando falsas acusações, vivendo tormentos graves, e a benfeitora dizia que a verdade não se justificava, que o trabalho segue e que pudesse manter a mente sempre ocupada ao trabalho desinteressado do evangelho. Os anos passavam e por mais de 12 anos não houve nenhuma justificativa ou uma apresentação do seu lado, mantendo-se aquelas acusações infundadas, sendo justificadas através de um trabalho

o evangelho. Os anos passavam e por mais de 12 anos não houve nenhuma justificativa ou uma apresentação do seu lado, mantendo-se aquelas acusações infundadas, sendo justificadas através de um trabalho orgúlio, fazendo com que o desinteresse do serviço do evangelho fosse a bandeira. Mas algo que sempre me marcou e me toca de profunda emoção foi que depois de tantos anos entrando na fila para poder rever o amigo que havia feito em conjunto uma acusação, não vai lá para se justificar ou para apontar o erro. chega dizendo da seguinte forma: "Amanhã é o meu aniversário. Há 12 anos não lhe vejo e eu vim escolher o meu presente. E o meu presente é um abraço seu." A reconciliação, mas a renúncia verdadeira da personalidade, a renúncia plena para fazer com que o laço da amizade seja puro como sempre foi. O tempo passa, mas a grandeza do homem que exemplifica. para nós segue de modelo daquele que está tentando viver as pegadas de Jesus. Então, para nós que estamos aprendendo através desses grandes homens que viveram na terra, outros que vivem na terra, nos fazendo o poder da grandeza da renúncia, que possamos pegar esses exemplos e começar a movimentar as nossas almas para talvez também entregarmos um pouquinho dentro de casa, mas daqui um pouquinho, renunciar a um pouquinho mais do lar, do conforto dos entes queridos e poder também atuar lá fora. Somos os servidores e os trabalhadores da última hora. Que possamos aprender o verdadeiro sentido de sacrificar, renunciar a benefício desse amor, já que temos a certeza que somos espíritos imortais, temos muito a obrar em benefício do reino. Pela atenção, oportunidade. Muito obrigada. >> Nós que agradecemos a você, Laudos, também a Tânia pelas excelentes contribuições, como sempre. um tema muito profundo, um capítulo belíssimo, você exaltando a maternidade e por consequência nos chamando a responsabilidade, né? Então que nós possamos ouvir o chamado e irmos arregaçar as mangas, como diz o evangelho, né? E irmos porque a charru está pronta pro trabalho, né? A

consequência nos chamando a responsabilidade, né? Então que nós possamos ouvir o chamado e irmos arregaçar as mangas, como diz o evangelho, né? E irmos porque a charru está pronta pro trabalho, né? A terra está ali já foi adubada por Jesus. Basta que nós trabalhemos no nosso coração em benefício do próximo. Então, mais uma vez, obrigada a todos aqueles que estiveram conosco e neste nesta noite de estudos e esperamos que possamos nos reencontrar na semana que vem. Muita paz até lá. per

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