T4:E2 • Tramas do Destino • Infortúnio doméstico

Mansão do Caminho 10/09/2023 (há 2 anos) 1:06:35 3,215 visualizações 424 curtidas

» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 04: Tramas do Destino (Philomeno de Miranda) • Episódio 02: Infortúnio doméstico (capítulo 01) » Host/resumo: Gisele Risso Comentários: Laudelino Risso e Lincoln Barros

Transcrição

Olá, queridos amigos, queridos irmãos. É com grande alegria que nós do grupo de estudos online Sueli Caldas Schuper saudamos a todos para darmos continuidade ao estudo do livro Tramas do Destino, no primeiro capítulo hoje que nós estaremos estudando. E como de hábito nós reunimos a maioria dos coordenadores deste nosso tão querido grupo, para que possamos também cumprimentar a todos aqueles que acompanham o nosso estudo. Então, gostaria de passar a palavra ao João, depois ao Laudelino, ao Marcelo, ao Lincoln e por último ao Víor, que após dar os seus cumprimentos vai nos conduzir também em oração. João, olá, amigos. É uma alegria muito grande estarmos aqui no começo desse estudo. Estivemos juntos semana passada na introdução e agora começamos ativamente a estudar esse essa obra maravilhosa. Desejo a todos muito sucesso, muita proteção, muita luz. É uma grande alegria estar aqui novamente, meus amigos. Também desejo votos de muita alegria nestes tramas que nos envolve todos e possamos aprender com essa belíssima obra de Manuel Flomena de Miranda nas mãos abençoadas de Divaldo. Novamente uma alegria e gratidão da oportunidade de estarmos juntos. Irmãs e irmãos queridos, da mesma forma, nós saudamos a todos nesta oportunidade muito especial de estudarmos esta obra, como disse o nosso querido eh João e o nosso querido Laurelino, esta obra que foi trazida pela mediunidade abençoada de Divaldo Pereira Franco e ditada pelo espírito Manuel Filomino de Miranda. Que tenhamos um bom estudo com muita paz e muita harmonia. Saudações fraternas desde as três fronteiras, Brasil, Paraguai e Argentina, a todos aqueles que participamos desses estudos iluminados que abre horizontes profundos na análise de nós mesmos para compreendermos a nós e o mundo. Que possamos trilhar essas tramas do destino, buscando ampliar ainda mais os horizontes do nosso entendimento de Deus, da vida e de nós mesmos. Muita paz, queridos amigos, queridas amigas e irmãs. Eh, gratos estamos, conforme os nossos

o destino, buscando ampliar ainda mais os horizontes do nosso entendimento de Deus, da vida e de nós mesmos. Muita paz, queridos amigos, queridas amigas e irmãs. Eh, gratos estamos, conforme os nossos companheiros acabaram de dizer, pela valiosa oportunidade da continuação dos estudos trazidos por Manuel Filomeno de Miranda e que Divaldo, com sua característica de missionário, traz, propiciou que possamos aqui estar para estudarmos estes apontamentos. Agradecemos também, lembrando agora da nossa Sueli, e pedimos eh que nessa situação que nos encontramos possamos estar sempre atentos às esses ensinamentos que Manuel, pelo menos de Miranda, nos traz. e um grande abraço e desejo que esse estudo também tenha a sua situação trazida num num contexto de aprendizado que todos nós deveremos ter. Vou aproveitar este momento dirigindo-nos a Jesus, o mestre amigo, a Deus, o nosso pai, colocarmos, mestre neste momento com os nossos corações estremecidos no sentido desse diálogo em que temos a grata oportunidade do estudo, da meditação, da vinculação entre os companheiros. Te pedimos que possamos neste momento ter essa teia vibratória, envolvendo a cada um daqueles que estão nos sintonizando, entre os companheiros, entre todos aqueles que se dedicam ao estudo. e as abençoadas oportunidades em forma de palavras que o nosso querido Manuel Feleno de Miranda trouxe nesse capítulo primeiro, possam ser desdobradas com bastante felicidade pelos nossos irmãos coordenadores desta noite, encarregados dos aprofundamentos. que eles sejam envolvidos, Jesus com muito carinho para a verbalização desses conteúdos. Te pedimos nessa oportunidade, querido mestre, para os nossos irmãos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e de outras regiões atingidas pelas chuvas, atingida pela questão climática de uma maneira muito impactante e que os noticiários alardeiam de forma às vezes não no sentido de acalmá-los, mas no sentido também de promover aquelas criaturas que sofrem, que estão desamparadas, que estão confusas,

to impactante e que os noticiários alardeiam de forma às vezes não no sentido de acalmá-los, mas no sentido também de promover aquelas criaturas que sofrem, que estão desamparadas, que estão confusas, sem sentidos, que os benfeitores espirituais possam neste momento verbalizar e emitir vibrações carinhosas, porque a dor como a dor necessita do acolhimento. Assim, mestre amigo, para aqueles companheiros coordenadores que hoje não puderam comparecer, sejam envolvidos também nessa carinhosa lembrança deles. Fica conosco, mestre. Que assim seja. Que assim seja. Obrigada então ao Vittor, obrigada ao Marcelo, obrigada ao João por estarem aqui conosco, saudando aqueles que nos acompanham. Então agora eu vou pedir licença para removê-los da nossa telinha para que possamos ficar aqueles que estamos escalados, né, na no estudo do capítulo um. Então, um grande abraço mais uma vez a eles. Então, nós ficamos responsáveis para trazer o resumo do capítulo um e que também nós, como sempre recomendamos a leitura porque é um capítulo comovedor, como sempre. Nele, o benfeitor espiritual, Manuel Filomeno de Miranda, vai nos trazendo a história, as tramas desta família envolvida nesta, nesta grande lição, a começar para nos trazendo a história de Artemis e também de Rafael, que futuramente vão casar-se. Ele nos traz que essa moça, essa jovem moça, Artemis, ela vinha sofrendo durante um grande período de tempo, mas ainda assim permanecia sem reclamação, suportando todos os sofrimentos com grande estoicismo. Jamais se queixava. era portadora de grandes virtudes e de uma resignação heróica, porque ela confiava plenamente em Deus e se submetia aos seus desígnios superiores. Então ela, Artemis de Alencar Ferguzon, nome que iremos ouvir muito durante a leitura e estudo desta obra. Ela aprendeu desde cedo que a tudo a divindade provê e que jamais sobrecarrega as criaturas com compadecimentos acima das nossas forças. Ela havia nascido numa fazenda próspera de pequena cidade do interior, no estado

e cedo que a tudo a divindade provê e que jamais sobrecarrega as criaturas com compadecimentos acima das nossas forças. Ela havia nascido numa fazenda próspera de pequena cidade do interior, no estado da Bahia, e recebeu dos pais, especialmente da mãe a senora Adelaide, todas as forças para conseguir resistir o mal e dava excelentes mostras em todos os momentos da sua admirável existência. tinha hábitos singelos, graças a essa vida recatada do interior que ela levava. E ela se vinculava aos os sentimentos, ao romantismo da natureza. Ela era bem dotada de corpo, de mente e de alma, embora na idade juvenil permanecia sempre equilibrada. tinha também um temperamento calmo, a voz doce, cativava sempre todos aqueles que estavam presentes com a sua simpatia e com a sua ternura. E então o matrimônio, o casamento, ao completar 18 anos, foi consertado pela família, sem qualquer reação negativa ou rebeldia sistemática, como era feito à época. Ela conheceu então o futuro esposo Rafael Duarte Feruzon, jovem de 20 anos, numa dessas recepções domésticas que as famílias eh arrumavam, né, para que os nubentes, os noivos, pudessem se conhecer. Rafael, por sua vez, ele procedia de um clã respeitável, era um moço bem dotado, mas ele preferia a movimentação da capital, diferente da sua futura noiva. E ele também tinha grandes ambições econômicas. Ele decidiu do anos antes de do matrimônio que então eh trabalharia na carreira comercial. Ele então se torna um viajante porque ele tinha um espírito aventureiro, ele ele tinha um caráter forte, era relativamente inflexível, embora ele fosse gentil e falador, ele conseguia reunir os amigos de forma muito fácil, mas não poucas vezes irrompiam-lhe as lembranças inconscientes do passado, quando as injunções se lhe tornavam penosas, denotando então um temperamento vigoroso e até mesmo implacável. E nessas ocasiões em que se irrompiam essas lembranças, ele falava pouco, sem embargo e se fazia rancoroso, com visível dificuldade para perdoar as ofensas reais ou imaginárias. era tido

o implacável. E nessas ocasiões em que se irrompiam essas lembranças, ele falava pouco, sem embargo e se fazia rancoroso, com visível dificuldade para perdoar as ofensas reais ou imaginárias. era tido como um bom partido. O namoro, o namoro rápido com aquiessência da família se converte então em matrimônio feliz logo após um ano. E aí no no suceder dos dias dos júbilos, a jovem Artemis se sentia saltar com frequência por tormentos tormentosos presságios. Ela experimentava impressões angustiantes, sensações indescritíveis que ficavam camartelando o seu espírito sensível. Ela passou a sofrer perturbadora neurose íntima, a lhe prenunciar sofrimentos, cuja causa ela não conseguia sequer pressupor, mas que superava através da crença em Deus e da oração. Rafael, seu noivo, a amava e era correspondido. Eles se sentiam estranhamente identificados, como se fossem conhecidos que se reencontravam. e realmente se conheciam, porque não era a primeira vez que eles se reencontravam nessa experiência afetiva que foi programada para que pudessem se redimir e que se haviam se proposto espiritualmente. Depois de transcorridos os primeiros meses do casamento, Rafael começa então a exteriorizar os tormentos íntimos que o dominavam e se transforma pouco a pouco num vigoroso verdugo da esposa, que por sua vez era submissa e que experimentava todas as injunções entre as frustrações afetivas e profundos martírios morais. renascente de rudes responsabilidades em que ele havia fracassado no passado, desbordaram-se as lembranças impressas nos painéis da inconsciência, o que o tornou rancoroso, sem qualquer motivo, e desconfiado, a ponto de sucumbir em crises de violência e mudez, mudez selvagem a que se entregava, ante a reação passiva da esposa, que ficava aturdida e inditosa. Quando terminavam esses rompantes, parecia que ele recobrava a lucidez, retornava então a gentileza e a ternura com que buscava se reconciliar com a esposa. Mas logo na frente ele recaía nos mesmos dédalos da crueldade e da

rompantes, parecia que ele recobrava a lucidez, retornava então a gentileza e a ternura com que buscava se reconciliar com a esposa. Mas logo na frente ele recaía nos mesmos dédalos da crueldade e da insânia. Obsidiado em si mesmo, nos coloca Filomeno de Miranda, avaçalado pelas lembranças odientas do passado e assulado pelo ódio dos antigos cômpares de orgias como de agressividade, padecia a funesta subjulação transitória cíclica em que se arruinava emocionalmente, avançando com celeridade para um colapso nervoso. Assim profundamente decepcionada pelo matrimônio inditoso, dona Artemis refugiava-se nos deveres domésticos e na oração. Nos refúgios da prece lenificadora, ela conseguia adquirir paz e força, conseguindo, por meio do milagre da inspiração, a claridade mental para que ela pudesse conseguir no dever. Ela era devota de Maria, mãe santíssima, a quem rogava com frequência para que lhe protegesse. E ela também tinha muitas saudades de quando morava na fazenda, daquela vida do interior, quando se lembrava de dias felizes, mas agora ela morava na capital, estava sozinha, longe dos amigos, longe dos parentes e sofria sem consolo. Logo após um ano que ela havia se consorciado, a sua mãe desencarna. E esse para ela foi um golpe que produziu infinita mágoa moral e que ela não mais conseguia se refazer. Era como se um invisível punhal da angústia se tivesse cravado na alma, fazendo com que ela se debulhasse em lágrimas inestancáveis. Quando ela estava orando numa noite em que ela supunha suportar mais tantas dores e tanto sofrimento, ela adormeceu. E aí, repentinamente ela se viu diante da sua mãezinha em radiosa manhã num parque em flor, em estância feliz que ela desconhecia. E a mãezinha começa lhe dizendo: "Jesus, minha filha, reuniu-nos a fim de que eu te pudesse consolar, de modo que você saísse desse vale de saudade e se animasse para que pudesse ganhar força diante das provações que havia se proposto." E ela continua afirmando: "Eu não morri. Nós não morremos.

solar, de modo que você saísse desse vale de saudade e se animasse para que pudesse ganhar força diante das provações que havia se proposto." E ela continua afirmando: "Eu não morri. Nós não morremos. Refaço-me depois da travessia pelo corpo denso para a vida espiritual, mas podemos prosseguir juntas. Não te entregues em demasia à aflição, ao desespero, mesmo na dor justa. É medida de rebeldia ante os impositivos da evolução que promanam do Senhor. A Serena te confia. E a filha que estava agoniada reclina a cabeça no regaço materno, desatou-a chorar e diz: "Não suporto a decepção no lar e agora a sua ausência, mãezinha. Sim, filha, eu sei. Embora os poucos dias em que me separei, prosseguiu suave a mãezinha. Estou informada de todas as tuas agruras. No entanto, desces, sem que o percebas, ao poço de inditoso suicídio indireto, por negar-te o direito da vida em face das dores que te enjaulam no sofrimento forte. Serás mãe em breve e é indispensável que te prepares para o sacerdócio sublime de cocriadora com o nosso pai, a fim de ensejares a regularização de severos compromissos com outros espíritos ao quais te vinculas. Não te permitas, porém, sonhar desnecessariamente. A vida que a todos nos reserva a felicidade futura estrutura-se em contínuos testes de humildade e de paciência. Constrói-se a harmonia íntima de renúncia em renúncia, passo a passo. O amor dos teus filhinhos será a luz das tuas horas, na lâmpada dos teus sacrifícios. Rafael está enfermo da alma, porém te ama como pode. Ajuda-o com o teu puro e inocente amor. Falo através do tempo adquirir a paz e contribuir para a sua edificação pessoal, porquanto ele muito sofre nos desvãos das agonias infinitas em que se debate o obsesso. Não lhe mal, haja o que houver. compreenderás o porquê posteriormente. E aí ela silencia para depois prosseguir. Eu peço licença para poder ler estes trechos muito importantes para então darmos encerramento ao resumo. A mãe de Artemes, então, concluindo, vai dizendo que o sacrifício doméstico é luz

s prosseguir. Eu peço licença para poder ler estes trechos muito importantes para então darmos encerramento ao resumo. A mãe de Artemes, então, concluindo, vai dizendo que o sacrifício doméstico é luz libertadora, que homens sedentos de gozos iludidos em si mesmo simplificam soluções separando-se do cônjuge problema, adiando os compromissos resgates, que transferem realizações, testem complicadas malhas de fugas em que se enredam. Enquanto houver força, deve alguém porfiar no matrimônio sem esperar reciprocidade. O perdão é decorrência do amor, do amor que não vacila, que sabe esperar, dignificar-se. Todos nos ligamos uns aos outros por deveres e situações que nos aproximam ou nos afastam, sem que essa aproximação ou esse afastamento signifique impedimento, que os acontecimentos se concretizem de acordo com os liames de entrosamento sempre vigentes. Vínculos familiares são opções evolutivas e experiências em que transitamos em forma de parentela carnal para atingir a pureza na fraternidade espiritual que nos espera. Por isso, cônjuges difíceis, ingratos, adúlteros, agressivos, obsessos, ao invés do abandono rápido, puro e simples, que mereceriam sofrer, devemnos inspirar enfermos que são misericórdia, tratamento e ajuda. Rafael encontra-se curso na posição de de doente, confiado à tua vigilância e afetividade, a fim de que disponha de forças para resgatar e evoluir. Portanto, não desfaleças nos testemunhos, nem o queira queiras menos. E aí quando dona Artemis desperta, ela apresentava os sinais balsâmicos da esperança, qual se a espumilha da sua noite moral agora estivesse iluminada por lâmpadas mágicas e novas, clareando-a por dentro. Muito lindo, né? muito valoroso. Então, agora nós estamos eh ansiosos para ouvir os comentários dos queridos Lincol e Laudelino. Quando nós pegamos estas questões da afetividade, as perturbações, aonde todos nós, de uma maneira ou outra, enfrentamos também não só as decepções, como de Artemis fala para sua mãezinha sobre o matrimônio, mas quantos de nós

uestões da afetividade, as perturbações, aonde todos nós, de uma maneira ou outra, enfrentamos também não só as decepções, como de Artemis fala para sua mãezinha sobre o matrimônio, mas quantos de nós também não estamos vinculados nos nossos sentimentos, afetos de uma maneira ainda desarmônica, sem uma harmonia nesse esse conjunto de notas. E eu gostaria de trazer algumas reflexões a respeito justamente destes laços afetivos que quando vamos pegando deste capítulo, na minha percepção, vejo que na atualidade cada vez mais a rapidez, a fugacidade aonde a ligação de duas almas no matrimônio sem um devido compromisso ético ou vinculado a qualquer grau de moralidade de avanço do indivíduo esteja ligando ou fortalecendo o laço. Muitas outras questões estão fortalecendo para que o matrimônio aconteça. E rapidamente ocorrem as separações, ocorrem aquele que nós costumamos escutar de uma maneira muito singular. assim, ah, o amor foi se esvaindo, o amor foi acabando. Aí eu ficava pensando, mas como assim o amor acaba se realmente ele esteve presente em algum momento? Porque ele pode, como braseiro, né, ficar um pouquinho mais acumulado de cinza, mas será que nós não temos estratégias para manter essa chama sempre acesa? Porque o amor quando conquistado é uma virtude que só vai se fortalecendo. Por mais que se divide, mais se multiplica. Não há como ele se esvair ou acabar. Mas o sentimento quando ligado de uma forma doentia vai nos trazendo sim uniões afetivas de uma maneira equivocada, patológica, doente. Penscemos quando o indivíduo está em um matrimônio e de repente o cônjugue, seja a mulher ou seja o homem, adoece uma enfermidade mais grave que o gere limitações, sejam limitações no aparelho físico locomotor, cognitivas, sexuais. E aí nós pensamos, mas será que eu vou manter a minha existência toda agora? Vamos dizer que esteja aí no início da sua fase adulta, juvenil, viril, e pensar, vou manter, eu fiz um matrimônio com um corpo sadio, com uma pessoa que estava ali colocando todas as suas

toda agora? Vamos dizer que esteja aí no início da sua fase adulta, juvenil, viril, e pensar, vou manter, eu fiz um matrimônio com um corpo sadio, com uma pessoa que estava ali colocando todas as suas projeções e agora eh e aquele pedacinho de carne com muitas dificuldades. E será que teríamos um compromisso se não olharmos a vida no seu processo reencarnatório, nos compromissos assumidos, aonde o matrimônio e os laços afetivos me coloca do lado daquele aonde eu possa resgatar, contribuir, valorizar o laço amoroso já realizado no passado. Mas e se invertemos? Teria eu condições de permanecer se fosse comigo, as atribuições limitativas da minha existência, conseguindo fazer com que o meu orgulho fosse abatido e manter agora uma dependência do lar daquele ente querido que eu escolhi como esposa. Será o orgulho a capaz de enfrentar essas dependências, não só físicas, mas emocionais, financeiras, etc., que envolva a minha existência. A vida a dois, antes da chegada dos filhos, vai nos trazendo múltiplos ensinamentos. Estes infortúnios ocultos que vamos enfrentando das da das obsessões e da espiritualidade inferior, também vamos enfrentando os infortúnios aparentes, afetivos. E é muito importante que nós possamos trazer à luz esses infortúnios para que identificado em nós, possamos verdadeiramente construir a virtude do amor. Então, quando nós pegamos para estudar o livro Vida, Desafios e Soluções, obra também de Divaldo, na psicografia da mentora Joana de Angeles, nós vamos vendo que as afetividades conflitivas elas nascem de alguns sentimentos principais, que são a ansiedade, as insatisfações e os desajustes. A carência afetiva do indivíduo vinculado à insegurança da sua persona, personalidade que ele está formando através de um ego ainda imaturo, lhe faz projetar externamente, em alto grau e potencial as suas incapacidades de realizar, ou seja, o potencial de irrealizações, diz Joana, nós vamos projetar no outro. Eu projeto na minha esposa as realizações que eu desejaria conquistar

grau e potencial as suas incapacidades de realizar, ou seja, o potencial de irrealizações, diz Joana, nós vamos projetar no outro. Eu projeto na minha esposa as realizações que eu desejaria conquistar e não tenho a força, o esforço, a vontade ou a coragem para dar o primeiro passo, mas eu projeto nela e faço as cobranças na personalidade dela e cobro de uma maneira que ela possa projetar o máximo daquilo que eu almejaria um sucesso de realização existencial. Eu tento colocar no outro ao meu lado as minhas incapacidades e trago com tanta naturalidade como se aquilo já fosse conquista íntima minha. E eu começo a trazer essas cobranças justamente por não vou me sentindo ainda valorizado. Nós vamos ver um pouquinho mais à frente que se trata de um processo ainda de desvalor na formação de primeira infância, mas não valorizado na vida adulta. Vou seguindo uma vida com uma companheira ou companheiro, se for ao contrário, aonde eu tento buscar não o alicerce para suprir as minhas deficiências, mas eu coloco ali tudo que possa projetar a conquista das minhas fragilidades num processo de cobrança que não me satisfaz, porque tudo o que venha contrário aos meus interesses, eu afasto, eu critico, eu desdenho. Eu não valorizo a conquista do outro. Eu vou fazendo um uma personalidade tão dominadora que a personalidade que tá ao meu lado vai se desfazendo. A pessoa vai entrando em um processo para tentar atender as necessidades do outro em um processo matrimonial que a pessoa ao lado vai perdendo a sua própria individualidade, a sua própria personalidade. Muitas vezes escutamos aquele como se fosse talvez um elogio. Nossa, vocês são tão parecidos. Mas seria isso a perda da autenticidade, da personalidade ou é um convívio fraterno que os dois puderam evoluir em conjunto ou alguém teve que ceder para fazer com que as manipulações fizessem com que aquele indivíduo esquecesse realmente quem ele é. Quando vamos pensando no início de um processo conjugal, quais são os atributos físicos, éticos, morais

fazer com que as manipulações fizessem com que aquele indivíduo esquecesse realmente quem ele é. Quando vamos pensando no início de um processo conjugal, quais são os atributos físicos, éticos, morais que me aproximam neste imã existencial? Porque a união vai permitir com que esses dois espíritos avancem de uma maneira recíproca, né, a escalada dessa célula familiar. Não estamos ainda falando de filho, somente do matrimônio. Mas o que é que me atrai? Se eu começar a realizar projeções físicas, financeiras ou outras projeções que possam me trazer facilidades materiais, nós vamos perceber que essa fragilidade material jamais vai me trazer qualquer tipo de satisfação. Eu sempre vou estar pré-ocupado ou receando o medo que aquilo se perca ou se acabe a qualquer momento. E realmente pela a fragilidade da matéria, todos nós estamos propensos a qualquer momento, a fazer com que o corpo físico, recebendo um efeito da gravidade já não mantenha a mesma beleza de 10, 15, 20 anos atrás. Mas mesmo as funções fisiológicas do meu corpo, os hormônios também não mantenham a sua atividade por um pleno período de tempo decorrer do matrimônio. Se porventura foram um largo prazo ou curto prazo, há tantas patologias e fragilidades que podem ferir o corpo físico e fazer com que aquilo se esva. Se eu começo a conquistar um laço e identificar que esse processo do diálogo e da amizade é um laço principal de vínculo espiritual, através dessa amizade eu vou conquistando mutuamente degraus no processo evolutivo, aonde o conjunto procura soluções naquele processo aonde a eu identifico a trave no olhar do outro, mas aquele que tá na minha frente também está apontando a trave e aquela bolinha de sal, de areia que tá no meu olho. Então, mutuamente, sem trazer uma ferida de afronta à nossa personalidade, ao ego, ao orgulho, nós vamos se moldando, vamos avançando, melhorando, porque o desejo não é a competitividade, mas é terminar o dia e pensar que o olhar do outro para comigo, de repente traga aquele olhar de aprovação, de

vamos se moldando, vamos avançando, melhorando, porque o desejo não é a competitividade, mas é terminar o dia e pensar que o olhar do outro para comigo, de repente traga aquele olhar de aprovação, de utilidade no lar, mas de respeito, de carinho, de amor, de orgulho. Como eu me sinto bem de estar ladeado da minha esposa e podendo pensar, como que eu pude fazer um laço de uma pessoa tão incrível que está aqui ao meu lado? Como que eu posso manter tantos anos aquela chama tão acesa? não quer dizer que não enfrente as dificuldades, mas a habilidade para lidar com essas dificuldades vai manter de forma que o matrimônio prevaleça em todas essas dificuldades, inclusive as espirituais. Então, quando nós vamos vendo que o indivíduo vai formando a sua personalidade naquele processo aonde ainda imaturo um processo de formação que se sente desvalorizado, hoje na fase adulta ele começa a trazer a desconfiança, o ciúme, porque ele ainda não se sente amado. E o fato de trazer em si o ciúme, a insegurança, vai tentando aprisionar o outro nas suas condutas e controles mentais, não só no processo de espionagem, mas o indivíduo mantém um laço afetivo com aquele que está ao seu lado, patológico, pensando o que está fazendo nesse momento, o que poderia estar pensando naquele momento. Será que aquela atitude que ele ou fez, a pessoa está de repente pensando de uma maneira negativa, positiva, será que a pessoa está o rejeitando aquele olhar dentro dela? Ela mantém ainda uma conduta completamente desequilibrada, porque dentro dele ainda não existiu a figura do amor. A pessoa não foi capaz de se sentir amada, mas não amada agora na relação matrimonial. Esse laço do amor começou muito antes e agora somente está extravazando o seu lado, imperfeito, imaturo, mas ignorante, num processo de um automatismo, reflete aa aquilo que tenta conquistar através de um processo que todos nós obtemos, que é um instinto. Vamos tentando viver o matrimônio ainda de uma forma instintiva, ou seja, eu tento atender as questões sexuais,

lo que tenta conquistar através de um processo que todos nós obtemos, que é um instinto. Vamos tentando viver o matrimônio ainda de uma forma instintiva, ou seja, eu tento atender as questões sexuais, matrimoniais para tentar fazer com que exista uma prolle, construa a família e eu tenho uma parceira para que possa, naqueles momentos de maior estresse ou necessidade, a gente ter um um amparo, uma bengala, porque nós vê ali, é tão ruim ficar sozinho. Calma. As grandes conquistas que estão inerentes nesse trajeto, nessa caminhada de médio, longo ou curto prazo, A2, essas divisões, essas renúncias no lar fazem com que o indivíduo possa sublimar a sua existência. Então, o diálogo, a lealdade, a autenticidade são fontes primordiais para manutenção de um bom matrimônio, como encontramos no amor, imbatível amor também da obra de Joana de Ângeles e Divaldo Pereira Franco da série psicológica. Mas voltemos um pouco para falar a respeito dessas raízes de uma infância solitária. Quando vamos avaliar o melhor processo existencial descrito pelo um processo dos grandes psicólogos avaliando a psiquê, vão trazendo que esse processo da ignorância que está ligado na primeira, iniciando a segunda infância, que depois podemos colocar até simbolicamente como se fosse Adão e Eva vivendo num paraíso, no paraíso, porque ignoravam a verdade. A partir do momento que descobrem a verdade, caem do paraíso. Esta infância aonde tudo é alegria, a imaginação e a o processo criativo à tona. A pessoa e a criança é feliz, os melhores momentos da sua vida brincar com uma borboleta, um pedaço de graveto no chão. Duas pedras são o suficiente para que a criança atinja talvez o êxtase da alegria do seu dia. Mas quando a criança atinge uma idade mais avançada e nessa idade adulta ele pode refletir o seu processo de vínculo amoroso familiar, vai poder encontrar no lar uma mãe castradora, um pai violento, agressivo, ausente, para poder encontrar ali os reflexos da condução familiar para sua existência. É ali exatamente

lo amoroso familiar, vai poder encontrar no lar uma mãe castradora, um pai violento, agressivo, ausente, para poder encontrar ali os reflexos da condução familiar para sua existência. É ali exatamente aonde ele instintivamente vai reagir às cobranças daquele par afetivo que está ao seu lado. Não porque somente o deseja, mas instintivamente procura preencher um espaço que não será preenchido através da cobrança, porque não é o outro capaz de preencher este espaço. Poderiam ter sido os pais? Sim, poderiam, mas não tiveram as ferramentas necessárias para fazer com que aquele espaço fosse realmente preenchido pelo sentimento puro e pleno do amor. Mas agora o indivíduo ele pode começar o seu autodescobrimento num processo de não guarda de mágoa ou ressentimento, mas conseguir entender plenamente as maturidades, o avanço de personalidade envolvendo as questões materna e paterna e perdoar. perdoar e fazer com que neste laço encontre verdadeiramente a potência do amor vibrando em sua plena grandeza, pegando uma mãe que porventura pudesse trazer laços aos seus olhos ainda equivocados, encontrando as renúncias que aquela mãezinha precisou fazer para que a sua existência estivesse íntegra, para que o alimento chegasse na sua boca. E pensamos, mas hoje é tão fácil, né? é um iFood, mas trazer o alimento à mesa, talvez nas dificuldades que os pais, os avós tiveram a sua época, as preocupações grandes aonde a fome poderia assolar e bater na minha porta, as preocupações que passavam na mente, entendendo toda a complexidade de formação cultural, intelectual, emocional dos pais e dos avós, vamos de uma maneira muito fácil conseguir entender essa complexidade. e avançar, avançar numa linha conjugal, permitindo que o outro nos ame. Porque às vezes é tão o desejo de demonstrar o amor externo para tentar preencher o vazio interno, que esquecemos de abrir uma pequena prestazinha, uma fenda para nos tornar verdadeiramente vulneráveis. E através da vulnerabilidade, nós vamos perceber que aquele que está

preencher o vazio interno, que esquecemos de abrir uma pequena prestazinha, uma fenda para nos tornar verdadeiramente vulneráveis. E através da vulnerabilidade, nós vamos perceber que aquele que está do nosso lado não vai nos derrubar, mas vai nos apoiar, vai nos fortalecer. E sabendo daquela vulnerabilidade, eu já não me torno, então, uma presa fácil, mas eu me torno um companheiro fiel. Eu me torno ali aquele que está ao lado para que possamos conquistar na escada evolutiva, simbolicamente por Jacó. um novo passo, vencendo então de uma forma que os atributos que nos vinculam no no matrimônio possam sublimar a nossa existência. Só pra gente poder finalizar, para concluir, passando a passar a palavra ao Lincoln, só que nos dias atuais, uma das maiores propensões aos desajustes, aos desenlaces e à separações especialmente estão se dando antes da de completar 3 anos de vínculos afetivos no processo do matrimônio, indiferente do tempo em que a pessoa está namorando. Aí pensemos o que foi que ligou a criatura para permanecer 3 anos juntas. Não quer dizer, no próprio livro Amor imativo ao amor está que o matrimônio não vai estar ligado de uma maneira definitiva e isso poderia ser até imoral, mas o que os une, se não for um laço vinculado à virtude, ao amor, já não há mais a união e nunca a houve. Os principais motivos de desajustes hoje ainda estão vinculados às questões da libido, os desajustes da sexualidade. O indivíduo deseja dominar, controlar, ter a posse do outro através de um ego doentil. Então ele casa, ele entra no matrimônio, seja ele homem ou mulher, principalmente nas pesquisas e nas leituras que eu faço, a figura masculina, desejando ter a posse feminina. o domínio, né, o controle hoje, nos dias atuais, talvez já possa estar aumentando ou igualando essa face feminina ou masculina. Mas o ego tentando dominar e após o domínio, ou seja, após ele conseguir conquistar, seja no ato sexual, ou seja na conquista que o indivíduo aceite o seu casamento, aquela fome foi saciada.

asculina. Mas o ego tentando dominar e após o domínio, ou seja, após ele conseguir conquistar, seja no ato sexual, ou seja na conquista que o indivíduo aceite o seu casamento, aquela fome foi saciada. Ou seja, não é a fome só do desejo sexual, mas é da conquista, é da posse. E o ego, após ter tido aquela conquista, rejeita, aprisiona, maltrata, já não mais dá o valor necessário o que dava anteriormente, mas é uma forma imatura de um ego ainda infantil, dominador de uma infância, aonde não poôde ter a maturidade para vencer aquele processo educacional, mas mesmo trazendo as suas existências passadas, um ego ainda imaturo. Então, essas fugas que acontecem ainda são fragilidades da nossa alma, que todos nós o temos, desajustes, decepções, mas o mais importante é que se estamos vinculados em um matrimônio, que possamos encontrar ao nosso lado um verdadeiro amigo. como Jesus pode encontrar em seus discípulos, como podemos encontrar também dentro dos nossos lares um verdadeiro amigo pra gente poder contar nos melhores e nos piores dias da nossa vida, enfrentando de uma maneira leal os compromissos assumidos para que daí no final dessa existência as renúncias, mas também as glórias possamos estar juntos sorrindo na conquista do verdadeiro amor. Essas seriam as contribuições. Muito obrigado. Agradecemos, Laud. Sempre importante relembrar, né, esses compromissos espirituais que todos temos. E quando a gente fala eh que Jesus, né, nos ordenou, digamos assim, para amar o próximo como a nós mesmos, o próximo que começamos a aprender a amar é aquele que está mais próximo, né? ou seja, os familiares. Então, Lincol, agora nós passamos a palavra a você e gostaríamos muito de ouvir as suas considerações. Eh, ouvindo atentamente aí as palavras, as reflexões do Laudelino, que destacou muito bem que conhecendo a reencarnação, os os cônjuges terão melhores possibilidades da sustentação do matrimônio, porque as doações de amor nas possibilidades de cada um, eh, é que darão no ao longo do

to bem que conhecendo a reencarnação, os os cônjuges terão melhores possibilidades da sustentação do matrimônio, porque as doações de amor nas possibilidades de cada um, eh, é que darão no ao longo do tempo, como ele mencionou aí na renúncia, na entrega a permanência desses laços que não são de agora, porque o reencontro aqui não é uma casualidade, é uma tem uma causalidade naturalmente dentro desse processo, quando a reencarnação é tomada de forma consciente, como bem lembrou o Valdelino, as coisas seriam muito mais fortal for estalecidas e facilitadas eh na constituição dos lares e da próle também, sem dúvida, não é verdade? Mas eu tomei aqui uma referência eh que foi colocada pelo nosso mentor Manuel Filomeno com relação a lembranças do inconsciente do passado de Rafael. E nós observamos que o processo reencarnatório, ele traz um elemento importante que está tratado em o livro dos espíritos, na questão 392, que é o esquecimento do passado, a fim de possibilitar que as experiências nossas, especialmente no âmbito familiar, onde são reunidos os espíritos mais próximos nas necessidades de experiências, eh não tenhamos conscientemente lembranças de atos do passado, porque ainda carregados de equívocos. E o lar representa então o reencontro de almas que ao esquecer o passado ganham numa nova encarnação como que um livro onde vão vamos escrevendo a cada dia as nossa nova história. Entretanto, nós viemos desse passado com as nossas possibilidades, com as nossas tendências. tanto para as expressões mais nobres da vida, quanto daquelas expressões também mais desequilibradas. O Allan Kardec, inclusive fala na questão 219 das faculdades extraordinárias que certos espíritos têm desde a infância e alcançando muitas vezes a fase da juventude adulta, em que eh espíritos trazem por intuição conhecimentos já adquiridos em outras encarnações e manifestam isso de alguma forma muito viva, seja nas expressões da inteligência ou nos campos da arte também, eh, onde, eh, crianças inclusive

uição conhecimentos já adquiridos em outras encarnações e manifestam isso de alguma forma muito viva, seja nas expressões da inteligência ou nos campos da arte também, eh, onde, eh, crianças inclusive exercitam ao piano, a um violino ou a um instrumento musical qualquer ou na própria voz ao cantar eh esse pretérito que já trazem adquirido nas experiências de outras encarnações. Mas no caso e que foi apresentado aqui, eh as lembranças que vieram ao inconsciente ou que nasceram do inconsciente de Rafael foram eh de transtornos que ele carregava, porque numa encarnação recente, passada, como afirma o benfeitor, ele fracassou de uma maneira eh muito muito grave. Esses esse fracasso naturalmente gravado no seu perespírito, como a história escrita de todos nós está gravada, ele rassume ou reassuma no nosso ambiente de experiência durante o a reencarnação, afetando-nos de alguma forma. e no caso dele afetava negativamente porque foram muito complexas as experiências que ele havia vivido. Então todos nós, tomando como referência a esta passagem, é um chamamento a que todos nós também façamos uma reflexão a respeito das tendências que nós trazemos na nossa vida no dia a dia. Eh, muitas pessoas reclamam que como eu posso viver uma experiência agora diante da realidade da reencarnação se eu não me lembro daquilo que eu fiz no passado? É melhor que não lembremos, porque fazendo ou trazendo essa lembrança ao nosso consciente, nós não suportaríamos. Mas se nós quisermos de alguma maneira saber o que nós fomos em outras encarnações, vamos buscar aquela recomendação que está também no livro dos espíritos, na questão 919, que é o conhece-te a ti mesmo. Porque conhecendo-nos vamos aprender a fazer uma análise das nossas tendências instintivas, que são indícios daquilo que nós já fomos no passado. Se nós temos um comportamento ou hábitos de alguma forma que são inadequados ou de um processo educativo pernicioso, se somos muito rudes com as pessoas, se nós guardamos eh muito rancor com muita

do. Se nós temos um comportamento ou hábitos de alguma forma que são inadequados ou de um processo educativo pernicioso, se somos muito rudes com as pessoas, se nós guardamos eh muito rancor com muita facilidade, somos intolerantes, impacientes, temos dificuldades de perdoar. Esta é a característica da nossa persona atual, mas que está gravada no indivíduo imortal. E ao fazermos essa análise e reconhecermos essas nossas tendências que são prejudiciais à boa convivência nossa no ambiente familiar, no ambiente profissional, no nosso no nosso convívio, na na dentro da nossa prática religiosa, qualquer que seja ela, ou na relação comunitária em geral, se aprendemos a identificar essas tendências como nocivas ao nosso processo, processo de crescimento espiritual e de edificação da vida num sentido mais nobre. Vamos devagarinho trabalhando essas tendências para que essas más inclinações, como dizia Allan Kardec, não afetem a nossa oportunidade de experiência nesta encarnação e prejudiquem a nossa caminhada. Então, ao fazermos isso, vamos conhecendo-nos cada vez mais, identificando naturalmente as imperfeições que ainda carregamos. mas também identificando muitas potencialidades que nós podemos desenvolver e multiplicar para melhor, porque nós temos os dois caminhos do crescimento da nossa inteligência e dos nossos sentimentos já desenvolvidos, potencializando ainda mais essas possibilidades, como vamos também ao longo do tempo analisando as nossas imperfeições, renovando-nos de alguma forma no esforço diário de de autotransformação. a nós espíritas em particular. Nós já entendemos pela descrição que faz Allan Kardec do verdadeiro espírita em o Evangelho segundo o Espiritismo, e seremos reconhecidos pelo nosso processo de transformação e naturalmente pela renovação interior, o controle das nossas más tendências. Porque temos consciência de que somos seres imortais. Estamos dentro de uma viagem milenária de encarnação e encarnação e cada uma delas sendo um tesouro valioso no nosso

le das nossas más tendências. Porque temos consciência de que somos seres imortais. Estamos dentro de uma viagem milenária de encarnação e encarnação e cada uma delas sendo um tesouro valioso no nosso processo de aquisição. Nessa escada de Jacó, como disse agora a pouco Laudes, né? Vamos galgando esses degraus dessa escada de Jacó, atingindo cuminâncias maiores para o nosso a nossa evolução espiritual. O nosso progresso espiritual, ele é inevitável. Então, chamou-nos a atenção esse aspecto aqui apresentado na experiência de Rafael com relação a essas lembranças que vêm do seu inconsciente. Vamos lembrar também que a própria senhora Artemis em algum momento eh recebeu também de alguma maneira esses impulsos que vieram de compromissos que ela assinou consigo mesma antes de reencarnar. Eh, também reminiscências que vieram ao seu inconsciente, preocupando-a de alguma forma, porque ela entregou a si mesmo um compromisso de chegar aqui eh como reencarnando para cuidar de seres queridos junto aos quais ela se comprometeu. Podemos tirar conclusões dessa maneira. Quando a própria mãe, ao falar com ela durante o sono, disse que Jesus colocou as duas juntas naquele momento para que a mãe desencarnada pudesse consolar a filha, a fim de que ela saísse daquele vale da saudade e animar e pudesse animar-se um pouco mais para enfrentar as provações a que ela se propôs antes de reencarnar. E aqui tomamos uma frase que marcou bastante a nossa leitura. Quando Manuel Filomeno lá naquela parte inicial em Limene, ele fala que Artemis eh trocou ou permutou uma instância muito feliz onde ela vivia para reencarnar aqui na Terra de dentro daquele mecanismo do amor intercessor, porque ela veio para trabalhar em favor de amores dela, eh, que nós vamos conhecer ao longo, eh, do desenvolvimento. do estudo deste livro, mas já de antemão apresentada a a ela Rafael, que já traz as suas dificuldades e vamos conhecer as razões de tudo isso no desenvolvimento dos do dos nossos estudos, contrariamente à

studo deste livro, mas já de antemão apresentada a a ela Rafael, que já traz as suas dificuldades e vamos conhecer as razões de tudo isso no desenvolvimento dos do dos nossos estudos, contrariamente à posição reencarnatória de Rafael, que veio para de alguma maneira corrigir os seus equívocos do passado, conduzido também ao processo reencarnatório. para tentar fazer a sua renovação diante das experiências que ele viveria na família. Um outro aspecto importante que é destacado também eh neste capítulo por Manuel Filomeno é o processo obsessivo que já se manifesta desde esse momento, atingindo também Rafael. Nós sabemos e já estudamos nas obras apresentadas até aqui, mas sempre teremos que recorrer as nossas observações para não nos esquecermos como é importante termos presente as reflexões próprias sobre os processos obsessivos. Aqui foi dito eh por Manuel Filomeno que Rafael era um obsidiado em si mesmo, avaçalado por reminiscências que que trouxe do passado, aqui manifestadas inclusive nesta lembrança que veio do seu inconsciente, mas também perseguido por antigos pares de orgias e de agressividade do passado. Sobre essa parte da autoobsessão, nós encontramos inclusive uma observação da nossa querida Selda Schubert no livro Obsessão e Desobsessão, onde ela fala que o homem não raramente é o obsessor de si mesmo. alguns estados doentios e certas aberrações que se lançam a conta de uma causa oculta derivam do espírito do próprio indivíduo. Vejamos como é importante esse esclarecimento. Não podemos, aos menores distúrbios que possam estar afetando todos nós, recorrermos a colocar a culpa dessas ocorrências aí a espíritos que possam estar neste processo conosco de sintonia no processo obsessivo. Como vimos no exemplo aqui de Rafael, ele iniciou essa manifestação de desequilíbrio, trazendo dos da sua experiência do passado, gravadas no seu inconsciente, aqueles distúrbios que caracterizavam a sua conduta mais agressiva com as pessoas e, especificamente, uma esposa também, Artemes. Então, não devemos

periência do passado, gravadas no seu inconsciente, aqueles distúrbios que caracterizavam a sua conduta mais agressiva com as pessoas e, especificamente, uma esposa também, Artemes. Então, não devemos colocar a culpa fora de nós. Vamos transformar, como diz Joana de Angeles, o fator culpa em responsabilidade. Portanto, ao analisarmos a nossa conduta, haveremos de buscar no nascedouro do nosso comportamento primeiro aquilo que já está dentro das nossas imperfeições próprias, que são um elemento importante para nos vincularmos a espíritos desencarnados, imperfeitos como nós. Porque nesta vinculação ou neste neste nesta imantação se realiza o processo de obsessão também. Então, verificamos que todos nós eh estaremos sujeitos aos rigores da lei divina nas na correção dos nossos atos do passado, nas vinculações próprias que vamos ter com seres que prejudicamos no passado, que não nos perdoaram e que de alguma forma hoje nos perseguem. Então, resguardando a nossa responsabilidade, porque lá atrás nós provocamos algum tipo de ferida profunda nos seres com os quais tímos a nossa relação e que ao nos perdoar, eles hoje nos encontram magneticamente pelos mecanismos da lei divina que reúne devedor e credor para o reajustamento necessário. Isso custa sacrifício, custa especialmente entendimento, mas também um senso de confiança na divindade. Para que tenhamos nesta confiança e no entendimento do que está acontecendo conosco, não assumimos a atitude de vitimados pela vida, mas de despertados pela vida em processos dolorosos para tomarmos novos caminhos. Então, meus irmãos, nós vemos que todos nós, ao vivermos as nossas dificuldades aqui neste planeta de provas e expiações, neste palco da vida onde a misericórdia divina nos coloca, estamos vivendo exatamente no local, na condição e com as pessoas necessárias aos nossos reajustes diante da própria consciência que foi ultrajada ao ferirmos a lei divina em nosso passado. delituoso. Então, verificamos que cada dia é oportunidade nova que se

essoas necessárias aos nossos reajustes diante da própria consciência que foi ultrajada ao ferirmos a lei divina em nosso passado. delituoso. Então, verificamos que cada dia é oportunidade nova que se abre para todos nós no sentido de nós buscarmos a nossa renovação. Um terceiro tema que falaremos rapidamente aqui, eh, que foi colocado no diálogo da mãezinha de Artemis, foi a questão do suicídio indireto a que ela estava submetendo-se de alguma forma. eh negando-se o direito à vida neste mês de setembro, que é dedicado a ao a a esse assunto do suicídio, inclusive o dia 10 de setembro é dedicado às campanhas próprias em todo o mundo de prevenção ao suicídio. que o país todo se mobiliza aqui no Brasil, desde a nossa Federação Espírita Brasileira que tem a sua campanha que pode ser eh buscada no próprio site da federação e que se multiplica pelas federações em todo o país e chegam a todos os centros espíritas também em todo o país para que cada um de nós, conhecedores da realidade espiritual e de que a morte não existe, como afirmou a mãe de Artemis aela, ela continuou vivendo, o suicídio possa ser de alguma forma prevenido nos corações que buscam as casas espíritas ou que nos buscam em caráter particular para compreender de alguma forma este esta essa tentativa ou essa tendência que a pessoa tenha de tirar a própria vida. eh uma campanha permanente, embora ela seja mais eh proeminente no mês de setembro, mas calcula-se, isso consta no site da Federação Espírita Brasileira, que anualmente cerca de 700.000 1 pessoas desencarnam no mundo vitimadas pelo suicídio. Então, é uma, e a tendência é que este número vá aumentando, porque a gravidade dos processos eh de de tristeza que invade, esta melancolia que invade a sociedade em geral, as depressões que estão tomando surtos eh muito graves conduzem as pessoas ao suicídio, além naturalmente de outros fatores, como a drogadição, eh os os desarranjos afetivos, o desespero das pessoas, a falta de uma fé consolidada ou de um sentido para a vida. Então, o suicídio

suicídio, além naturalmente de outros fatores, como a drogadição, eh os os desarranjos afetivos, o desespero das pessoas, a falta de uma fé consolidada ou de um sentido para a vida. Então, o suicídio comparece como uma solução aparentemente mais facilitada ou mais simples para problemas gravíssimos que o indivíduo enfrenta, mas enfrentará logo em seguida a realidade de que aquilo que tentou realizar, que seria o autoaniquilamento, não acontece. E ao reencontrar a si mesmo nesta condição de ser vivo após a morte do corpo, vai ter então um processo de perturbação bastante profundo. Mas voltando à questão do suicídio indireto, que é interessante também registrarmos, ele acontece no nosso dia a dia, às vezes em pequenas coisas em que nós vamos de alguma forma afetando a saúde do nosso corpo especialmente, que é o elemento mortal da nossa eh da nossa composição aqui no campo físico, não é verdade? além dos fatores também do desequilíbrio mental que que provocam aí transtornos graves no nosso emocional e se refletem também no corpo físico. Então, a forma como nós respeitamos ou não o corpo, tratando-o adequadamente, dando a ele a alimentação eh eh conveniente, os exercícios próprios para mantê-lo saudável, o espircimento mental que dá também o alívio a à pressões próprias do organismo, a não ingestão de elementos nocivos a a ao nosso corpo que possam prejudicar as funções dos nossos órgãos. Tudo isso faz parte de um esforço para evitar esta morte lenta que poderia acontecer em nosso corpo se nós estivéssemos prejudicando o seu funcionamento. são sistemas que produzidos através de milhares de anos e no automatismo que o espírito foi colocando eh na sua experiência milenária e que funciona sem a necessidade da nossa vontade, mas tem certos aspectos que dependem da nossa vontade para que ele funcione melhor. Então, busquemos o registro feito aqui pelo nosso benfeitor Manuel Filomeno como um alerta a todos nós de buscarmos analisar se nós não estamos também de alguma maneira praticando este suicídio

elhor. Então, busquemos o registro feito aqui pelo nosso benfeitor Manuel Filomeno como um alerta a todos nós de buscarmos analisar se nós não estamos também de alguma maneira praticando este suicídio indireto, reduzindo o tempo de vida do nosso corpo e, portanto, o tempo de permanência previsto na nossa encarnação aqui no planeta, no ambiente onde Deus nos colocou. Dentro desses alertas, nós estaremos então dando a nós mesmos uma prova de autoamor. Estaremos dando à nossa família uma prova de amor a eles também, porque permaneceremos mais tempo com eles nesta convivência construtiva e educativa que nos reuniu aqui na terra. E desta forma seremos vitoriosos sobre as injunções do mundo, porque o nosso mundo interior estará mais pacificado com os nossos deveres retamente cumpridos e, portanto, em paz conosco mesmo. Rogamos a todos muita fortaleza íntima, sempre amparados na figura de Jesus, que declarou-se ser o caminho para chegar-se a Deus, conhecendo e estudando cada vez mais o seu evangelho hoje trazido e revivido pela doutrina espírita, para que tenhamos, como ele mesmo disse, vida em abundância. Com isso, deixamos o nosso desejo de muita paz a todos os irmãos que nos acompanham. Obrigada, Lincoln, pelas sempre muito oportunas e profundas considerações, reflexões. É um tema realmente muito grave e importante. Até o Laus fez um comentário aqui, as fugas do casamento são graves e realmente porque infelizmente nem todos fomos educados paraas responsabilidades do casamento. A maioria ainda pensa no casamento como a realização de uma fantasia, como que o outro nos complete, o outro nos faça feliz. E nós sabemos muito bem, né, diante dos conhecimentos espíritas que temos, e casamento é muito além de tudo isso, é compromisso, é renúncia, é construção do amor, né, como ele o Laus falou também da amizade. Então é um excelente laboratório para que a gente possa burilar a nossa alma no resgate de importantes de débitos. Com isso, encerramos então o capítulo um deste livro maravilhoso, como todos o

izade. Então é um excelente laboratório para que a gente possa burilar a nossa alma no resgate de importantes de débitos. Com isso, encerramos então o capítulo um deste livro maravilhoso, como todos o Benfeitor Filomeno de Miranda pelas mãos de Divaldo Fran, com votos de muita paz a todos e que possamos nos reencontrar na semana que vem. Até lá.

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