T4:E4 • Tramas do Destino • Presença da amargura

Mansão do Caminho 24/09/2023 (há 2 anos) 56:49 2,903 visualizações 408 curtidas

» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 04: Tramas do Destino (Philomeno de Miranda) • Episódio 04: Presença da amargura (capítulo 03) » Host/resumo: Gisele Risso Comentários: Laudelino Risso e Vânia Maria de Souza

Transcrição

Olá, queridos amigos, queridos irmãos. Sejam todos bem-vindos a mais um estudo da obra Tramas do Destino, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco, através do espírito Manuel Filomeno de Miranda. O grupo de estudos online Sueli Caldas Schuber saúda a todos. Hoje nós contamos com a presença dos queridos irmãos Laudelino Riço e Vânia Maria de Souza para estudarmos o capítulo três desta obra. E antes então de nós iniciarmos, nós vamos convidar a todos para nos unirmos em prece. Amado mestre Jesus, queridos amigos e benfeitores do mundo maior, é com grande alegria que estamos aqui reunidos em nome do Cristo para aprender essas verdades da vida além túmulo desta, deste intercâmbio entre o mundo material e o espiritual. que nos serve para aprendermos a como nos conduzir diante das dificuldades da vida. Então, Senhor Jesus, nos ampare para que possamos compreender essas lições e aplicá-las na nossa vivência, nos problemas que estamos enfrentando todos nós enquanto humanidade no lar, no trabalho, problemas íntimos e que possamos sempre air e força do mundo superior. Gratidão ao benfeitor espiritual Filomeno de Miranda, a nossa querida Sueli Calda Schuber e as mãos abençoadas do nosso querido Divaldo. Muito obrigada e que assim seja. Então, hoje, como nós já havíamos comentado, vamos falar a respeito do capítulo três, vamos estudar o capítulo três e a nós coube a apresentação do resumo. O capítulo é intitulado Presença da Amargura. Já pelo pelo título do capítulo, nós podemos imaginar o que vem por aí. E então Filomeno de Miranda vem nos narrando que a família Ferguson se ajustava aos programas afetivos em prol da própria redenção. Lisandra, suas a sua filha podia ser comparada a um anjo bom em relação ao genitor, que não conseguia disfarçar a preferência pela filha, embora o garoto não lhe causasse qualquer tipo de repulsa consciente. estavam associados afetivamente por sucessos complexos do passado. E ele tentava, o pai identificá-la nos arquivos da memória, mas não conseguia obter êxito. Ela, por

lquer tipo de repulsa consciente. estavam associados afetivamente por sucessos complexos do passado. E ele tentava, o pai identificá-la nos arquivos da memória, mas não conseguia obter êxito. Ela, por sua vez, demonstrava sentimentos antagônicos em relação ao pai. Em algumas ocasiões, ela se fazia afável e carinhosa. Em outros momentos, ela demonstrava temor ao pai. Ela atravessou toda a infância, padecendo as estranhas construções da enfermidade insanável. Era cometido de pesadelos apavorantes, de que despertava com expressões típicas do autismo. Por causa disso, ela se torna uma menina triste, quando não facilmente irritável, denotando o agravamento paulatino do mal que eliminava a organização física e mental. O pai estava passando por difíceis angústias e também se se irritava constantemente a par da sua agressividade que também era contínua. Mesmo ele não sendo culto, tinha algum conhecimento sobre a vida e era, de certa forma autodidata. Ele não conhecia a psicanálise, mas ele estava informado, ou melhor, segundo o benfeitor, mal informado das questões referentes à libido, em que se sustentam os pilares das investigações de Freud. nas rodas boêmias dos viajantes, apesar dele se impor a fidelidade conjugal, ele ouvia referências sobre esse assunto e teve algum esclarecimento sobre os comentados complexos de Édipo e Electra, atormentando-se por algum tempo ante a ideia infeliz derivada desses diálogos incompletos de que sua preferência pela filha seria de natureza incestuosa, mas ele sabia que não era e ele reagia, fixando-se em estritas linhas de conduta moral e honradezual. O que lhe faltava era o conhecimento das existências múltiplas do espírito. Não era a atração de ordem física que emanava de Rafael Alisandra, mais incoercível força procedente do passado espiritual de ambos, ao impositivo das leis divinas que organizam os destinos humanos através de mapeamentos ressarcidores que promovem o equilíbrio da economia espiritual na programática da evolução. O filho Gilberto se sentia como carga

leis divinas que organizam os destinos humanos através de mapeamentos ressarcidores que promovem o equilíbrio da economia espiritual na programática da evolução. O filho Gilberto se sentia como carga sobre o pai, apesar dos desvelos maternos. O tempo o ajudou a se acostumar com as crises da irmã e ele se fazia até indiferente ao drama doméstico. Do outro lado, não faltavam pessoas simples e de boa vontade que aconselhavam a família a procurarem ajuda do espiritismo para o problema da filha. Porém, eles eram vinculados às ideias religiosas retrógradas. preferindo consultar incógnitos, charlatães e exploradores. Com a adolescência, Lisandra começou a apresentar sinais periódicos que se assemelhavam à ebbefrenia clássica, que já se expressavam como cargas obsessivas de grave teor espiritual, perturbante. Nesses comenos, o chefe do clã foi vitimado por uma série de problemas orgânicos que muito afligiram os familiares. Começou a sentir câras nas mãos, pés e, periodicamente passou a experimentar sensações de perda da sensibilidade tátil. Surgiram algumas despigmentações na pele que o levaram apreensivo a conhecido dermatologista que não titubiou no pronto diagnóstico. Era ranceníase em grave fase de desenvolvimento. O especialista o encaminhou, sem nada o informar, ao serviço de lepra, solicitando a pura e simples internação no hospital de precárias condições, mais parecendo um presídio do Inosocomômio. chegavam às excluciantes aflições que desabariam por longos anos sobre os familiares Ferguson, sem saber exatamente o mal de que era portador, intuído, porém, pela divina inspiração, antes de rumar ao consultório indicado, dirigiu-se ao lar trazido de angústias, com o peito prestes a arrebentar de desespero desconhecido, em silêncio, O preço, ele entra no lar, procura fixar na alma todas aquelas cenas vividas e que lhe seriam as reminiscências futuras. Algo lhe dizia ser aquela uma despedida que o levaria à loucura surda e insuportável. A esposa, percebendo o seu semblante

alma todas aquelas cenas vividas e que lhe seriam as reminiscências futuras. Algo lhe dizia ser aquela uma despedida que o levaria à loucura surda e insuportável. A esposa, percebendo o seu semblante preocupado, o interroga preocupada. E é nesse momento que ele se dá conta de quanto a amava. Desejou suplicar o seu perdão e pedir a sua ajuda. Conteve a vontade, desculpou-se com o espírito em alucinação e o corpo a doer, e se dirigiu à clínica à qual foi encaminhado. Já no leprosário, o médico afirma que, sem dúvidas, ele era portador da ranseníase lepra. A palavra e o diagnóstico desabaram sobre ele como o ruil de tudo, esmagando suas forças enfraquecidas. prosseguiu o médico dizendo que era obrigado a interná-lo em sanatório próprio e a sua vida agora pertencia ao estado, encarregado de zelar pela população. Este era o Dr. Armando Passos, que em função da áspera tarefa, expunha com uma indiferença lamentável o quadro do paciente. E ele então diz ao Senr. Rafael, se o senhor, se o senhor ama a sua família, tem família, ele interroga e Rafael a cena afirmativamente com a cabeça. E aí ele continua: "É de bom ao vitre que os poupe do escândalo de ser levado à força ou é pior ao contágio, está de acordo com o treinamento?" E aí então Rafael assentiu com a cabeça, sem conseguir articular qualquer palavra. E as lágrimas então desataram em abundância. Ele saiu de lá direto para o leprosário. O mais foram as providências de pra formais e a transferência dele para o casarão semiabandonado, em que os réprosito espiritual culposo ressarciam os débitos na áspera posição atual. Antes de despedir-se do médico e informado de que a família seria notificada posteriormente, ele solicitou um papel e grafou com mão trêmula um recado à esposa que a tudo ignorava, esclarecendo a necessidade de uma viagem urgente, prometendo notícias pormenorizadas logo mais na alma aturdida em densa noite, o senhor Ferguzon, sem o amparo de uma fé luarizante, não possuía socorro das estrelas morais que fugem esperança no céu das aflições.

otícias pormenorizadas logo mais na alma aturdida em densa noite, o senhor Ferguzon, sem o amparo de uma fé luarizante, não possuía socorro das estrelas morais que fugem esperança no céu das aflições. deixou-se sucumbir ante a situação maceradora que o impelia à revolta em que mergulhou sob o estrugir do ódio em forma inicial de ira que o dilaceraria no futuro como ácido a requeimá-lo por dentro. Então este é o resumo do capítulo 3. Passamos a palavra agora à nossa querida Vânia, que vai iniciar os aprofundamentos. Olá, queridos amigos, queridos irmãos. É com muita alegria que estamos aqui novamente. Então, neste capítulo, Manuel Filomeno de Miranda escreve que o médico diz a Rafael com demasiada sinceridade que ele era portador da ranseníase e que seria internado num sanatório de ransenianos. sendo que sua vida agora pertencia ao estado. Conta-nos que o médico, em função da áspera tarefa, expunha realidade com uma indiferença lamentável. Vamos comentar um pouquinho sobre indiferença. A indiferença, meus irmãos, é característica de quem se comporta de forma insensível diante de alguém. Ao contrário da empatia, a indiferença por alguém se manifesta pelo sentimento de apatia, que é um estado da alma não suscetível de comoção. De certa, a indiferença afeta o nosso semelhante, pois passa, a mensagem de que eu não me importo com você, demonstrando frieza de sentimento. Mas Filomeno de Miranda escreve que depois que a consciência do médico fez com que ele lembrasse que estava diante de um paciente que ouvia a cruel sentença e necessitava de uma terapêutica, senão de amor, ao menos de solidariedade. A solidariedade, meus irmãos, é o sentimento de simpatia, de ternura ou piedade pelos que sofrem. Leon Deni escreve em seu livro O problema do ser, do destino e da dor, que a solidariedade, esse sentimento de identificação, de reconhecimento das necessidades alheias, nos habilita a sairmos de nós mesmos e a nos colocarmos no lugar do outro, lembrando sempre o ensinamento de Jesus: "Façais aos outros

nto de identificação, de reconhecimento das necessidades alheias, nos habilita a sairmos de nós mesmos e a nos colocarmos no lugar do outro, lembrando sempre o ensinamento de Jesus: "Façais aos outros somente aquilo que gostariais que os outros te fizessem. Então, o pobre Rafael está com ranceníase. Nossa amiga Silvia escreveu: "Fiquei com dó do Rafael". Eu também, Silvia, eu também. Então, vamos falar um pouquinho sobre a ranceníase para ver como é que ela surge, por que ela surge e vamos contar uma história real de um espírita do estado de São Paulo, conhecido, muito conhecido no estado de São Paulo e no meio espírita também de todo o Brasil, sobre Jesus Gonçalves, também conhecido como o poeta das Chagas Redentoras. Jesus Gonçalves, que viveu a sua última reencarnação aqui no Brasil, em vidas pretéritas, ele transgrediu incontáveis leis divinas no mundo espiritual, após cada desencarnação, passa por indescritíveis sofrimentos nas regiões umbralinas. suas duas últimas reencarnações, sem contar com esta, foram compulsórias e renasce com ranceníase. Após então essas duas reencarnações como leproso, decorrer do certo tempo, esse espírito está diferente, sinceramente arrependido, trabalha e estuda nas colônias espirituais. reconhece que resgatar o passado culposo significa aproximar-se de Deus. É chamado então pelo mentor da colônia espiritual. Este lhe diz que lhe seria dada nova chance de reencarnação. Projetem sua tela mental as suas reencarnações, algumas delas, no seio do povo bárbaro, como estadista francês, e através das experiências dolorosas da lepra. O espírito sofria ao ver as suas ações. E o benfeitor lhe diz: "Devemos prevenir-te das provas que passarás nesta próxima vida. Nova vestimenta de ranceníase e chagas para dominar suas características rebeldes. Sem essa misericordiosa providência, mais uma vez te lançaria as aventuras das dominações desenfriadas. provas da da orfandade e da vivez terás devido aos antecedentes cruéis nesta área. A teu mando, milhões de açoites

diosa providência, mais uma vez te lançaria as aventuras das dominações desenfriadas. provas da da orfandade e da vivez terás devido aos antecedentes cruéis nesta área. A teu mando, milhões de açoites abriram feridas e mutilaram membros. aniquilastes a alegria de viver de dezenas de cidades. Não haverá facilidades para ti. O lar feliz e a vida próspera irão durar pouco tempo. Em teu tecido perespiritual estarão inoculados os bacilos da ranceníase que surgirão no verdor juventude. será por isso, desprezado e humilhado pela sociedade. Serproso à época significava ser abjeto e desprezível. Entre os companheiros estarão seus velhos comandados, reconhecerão em ti seu antigo líder, e dessa situação deverás recambiá-los ao aprisco do Senhor. Terás oportunidade de conhecer a doutrina consoladora dos espíritos. A revolta se afastará de Deus, mas sem a presença de Deus no coração, será difícil despertar para a realidade da vida maior. E suportares tudo isso sem grandes deslizes e sem revoltas de monta, se não desencaminhar a si próprio, nem a outros, receberá do plano espiritual toda a retaguarda que necessitas. Não sabemos ainda, meus irmãos, o motivo pelos quais Rafael está com Reneníase. Estamos apenas dizendo que os motivos são débitos com as leis divinas. Então, no ano de 1902, nasce em Borebi, no estado de São Paulo, Jesus Gonçalves, que fará ficará conhecido como o poeta das chagas redentoras. Ele nasce em família simples, fica órfão de mãe aos 3 anos, conserva o espírito de liderança. Ele ele traz sempre esse espírito de liderança. Casa-se aos 20 anos e tem seis filhos e fica viúvo 8 anos depois. Aos 27 anos é acometido pela ranceníase. Vem a rejeição e o abandono. Em agosto de 1933 é recolhido pelo serviço sanitário e é internado no asilo colônia Aimorés em Bauru. E apesar da reação resignada e de conformismo dele, é nesta época que ele se questiona sobre Deus e diz: "Onde estava Deus que tanto se falava?" Então ele entra no momento de revolta íntima como Rafael. Depois ele resigna-se e convive com seus

mo dele, é nesta época que ele se questiona sobre Deus e diz: "Onde estava Deus que tanto se falava?" Então ele entra no momento de revolta íntima como Rafael. Depois ele resigna-se e convive com seus irmãos em dor. Por sua imensa disposição e capacidade de trabalho, ele é chamado de mestre na colônia. Funda um jornal, escreve peças teatrais, ajuda na criação de mais uma banda de jazz que ele tinha antes de ficar doente. Tem dores terríveis no fígado e é transferido para o hospital de rancenianos de Pirapitingui em 1937. Ali também ele se revela um líder natural entre os internos. funda mais uma banda de jazz e uma rádio que esteve ativa até pouco tempo e além de criar um jornal interno. A doença avança penosamente, os medicamentos tornam-se inoperosos, o sofrimento põe em dúvida a existência de Deus. E em Pirapitingui, lá na colônia mesmo, ele conhece Nimita, uma amiga do hospital, e casa-se com ela. Ela era estudiosa da doutrina espírita e tentava esclarecer Jesus sobre as leis de Deus. Ninita desencarna com câncer e em seu velório acontecem fenômenos de clareividência. Jesus impressionado lê o livro O céu e o inferno de Allan Kardec. foi o marco inicial da transformação que viria a ocorrer. A partir de então, com o mesmo empenho que lhe era característico, dedicou-se à construção de um centro espírita dentro da colônia Pirapitingui, buscou ajuda junto às comunidades espíritas e estabeleceu um elo sem precedentes entre os leprosos e a sociedade. E assim fundou em 1945 a Sociedade Espírita Santo Agostinho, após muito estudo e superação de grandes dificuldades que também trouxeram amizades e solidariedade de muitos que o apoiavam nesta época. Jesus participava ativamente das atividades do Centro Espírita, sempre movimentadas por um espírito de ação e dedicação sinceras. Troca a larga correspondência com Chico Xavier, apresenta a doutrina espírita aos seus companheiros de dor e a doença avançava. tirava-lhe os movimentos e abriam-se feridas cada vez maiores. Completamente deformado pela doença, seu

om Chico Xavier, apresenta a doutrina espírita aos seus companheiros de dor e a doença avançava. tirava-lhe os movimentos e abriam-se feridas cada vez maiores. Completamente deformado pela doença, seu rosto ficou desfigurado e já lhe consumia todo o corpo, inclusive as cordas vocais. Ele já não podia mais falar. Alguns dias antes de desencarnar, ele fez um grande esforço e foi até o Centro Espírita Santo Agostinho. E para a surpresa das 300 pessoas presentes, ele fez uma preleção de quase 2 horas de elevados ensinamentos evangélicos. Ao término da preleção, Jesus simplesmente perdeu a fala novamente. Em 16 de fevereiro de 47, desencarna Jesus Gonçalves e sua alma então libertava-se de sua existência árdua e espinhosa, mas sobretudo purificadora. pelo sofrimento pode encontrar o caminho que nos leva a Cristo e pelo trabalho pode plantar novas sementes na sua história. Em março do mesmo ano, ele desencarna em fevereiro. Ali alguns dias, em março, sem saber que Jesus Gonçalves havia desencarnado, Francisco Cândido Xavier o recebe em espírito a sua visita em Pedro Leopoldo, numa reunião mediúnica. Os dois nunca haviam se encontrado pessoalmente, mas trocavam intensa correspondência. E nessas cartas, Jesus sempre falava a Chico que o visitaria. E nesta noite Jesus diz a Chico: "Vim ver você, quero escrever por você". Muito emocionado, Chico recebe de Jesus um lindo poema. No poema, Jesus Gonçalves escreve através da mediunidade do Chico, ele se utiliza da expressão estamanha de chagas para figurar a condição em que viveu na sua última existência terrena. A túnica de Estamenha era uma túnica de grosseiro tecido de lã, vestimenta comum na Judeia. Ao tempo de Jesus, os judeus pobres vestiam-se de esta menha, esta túnica de tecido grosseiro, enquanto que os ricos usavam túnicas dos mais finos tecidos. A estamanha de chagas, que Jesus se refere é tecida no passado da própria criatura pela sua crueldade e a sua arrogância. No tear do destino, os fios da loucura humana são tecidos pelas nossas ações. E

estamanha de chagas, que Jesus se refere é tecida no passado da própria criatura pela sua crueldade e a sua arrogância. No tear do destino, os fios da loucura humana são tecidos pelas nossas ações. E aquilo que tecemos é precisamente o que iremos vestir em próxima existência. Sobre Jesus Gonçalves, Herculano Pires escreve que os recursos da lei não representam condenação implacável, mas corrigenda necessária. Ninguém, portanto, está sujeito na Terra uma afrontosa sentença, mas apenas submetido às consequências de seu próprio comportamento em vidas anteriores. Por isso, escrevia Leon Demeni, a dor é uma lei de equilíbrio e educação, mas nem por isso devemos pensar que os sofredores não devem ser socorridos. A lei maior da caridade nos obriga a ajudar os que sofrem. É verdade que a dor extingue o mal e o pranto lava as trevas, escreve ele. Mas a indiferença ante a dor e o pranto do próximo é também o mal que pode e deve ser extinto pela caridade. Socorrendo os que sofrem, estaremos descendo no tear do nosso destino os fios da sensatez e da bondade, que nos preparam uma túnica de luz para o futuro. E no final do capítulo, como a Gisele leu, a Manuel Filomeno de Miranda escreve que Rafael ficou com a alma aturdida e deixou-se sucumbir. bem compreensível. Impelido pela revolta, escreve Filomeno de Miranda, que que mergulhou sobre o estrugir do ódio em forma inicial de ira, que o dilaceria no futuro como ácido a requeimá-lo por dentro. Foi aí que nós sentimos pena e que nós eh nos preocupamos. Mas Chico Xavier nos deixa uma mensagem falada. Ele diz: "Estamos encarnados na Terra, espíritos imortais que somos, para nos humanizar, de modo que todo processo de ódio ou de cólera é reminiscência de nossa vida animal. vida animal que estamos deixando a pouco e pouco através do nosso burilamento. Então, é possível que tenhamos raiva ou que tenhamos ódio. É possível, sem termos o direito para isso. Porque o ódio que sentimos ou a cólera que alimentamos recai sempre sobre nós no

sso burilamento. Então, é possível que tenhamos raiva ou que tenhamos ódio. É possível, sem termos o direito para isso. Porque o ódio que sentimos ou a cólera que alimentamos recai sempre sobre nós no sentido de doença, de abatimento, de aflição. e só pode causar mal, já que estamos há muito tempo a, já que deixamos a muito tempo a faixa da animalidade para entrarmos na faixa da razão. E André Luiz escreve no livro Mecanismos da Mediunidade, que o espírito é um dinamo gerador, indutor, transformador e coletor ao mesmo tempo, com capacidade para assimilar correntes contínuas de força e exteriorizá-las simultaneamente. Agora, meus irmãos, imaginemos esse dinamo em nossa mente, em nosso espírito, no estado de cólera, de raiva, de ira, de descontrole. E no livro Entre a Terra e o céu, André Luiz escreve: "O súbito desequilíbrio de nossas energias estabelece os mais altos prejuízos à nossa vida. Porque os pensamentos desvairados em se interiorizando provocam a temporária cegueira de nossa mente, arrojando-a à sensações de remoto pretérito, nas quais como que descemos, quase sem perceber, a infelizes experiências da animalidade inferior. Além disso, meus irmãos, existe um fator a mais. que ele escreve. Quando entramos em desequilíbrio de nossas faculdades mentais, as vibrações mentais emitidas entram com extremo grau de agitação na atmosfera, atraindo rapidamente vibrações mentais semelhantes e assim atraímos os espíritos desencarnados que estão na mesma sintonia. Nosso perespírito, meus irmãos, fotografa os nossos sentimentos. E para encerrarmos então uma frase de Marin Luther King Jor, a escuridão não pode expulsar a escuridão. Apenas a luz pode fazer isso. O ódio não pode expulsar o ódio. Só o amor pode fazer isso. Muito obrigada pela atenção. Nós que agradecemos, Vânia, pelas suas sempre profundas contribuições, nos trazendo uma vasta bibliografia para aqueles que desejamos aprofundar e continuar esse estudo dessa temática muito importante, trazendo o exemplo de Gesis Gonçalves. Então agora nós vamos

buições, nos trazendo uma vasta bibliografia para aqueles que desejamos aprofundar e continuar esse estudo dessa temática muito importante, trazendo o exemplo de Gesis Gonçalves. Então agora nós vamos passar pro Laudelino, que irá continuar com os aprofundamentos das lições de hoje. Queridos amigos, nossos votos de alegria, a Vânia, Gisele que antecederam com esses exemplos da presença da amargura, como tão bem nos trata Manuel Filomeno de Miranda, na família que agora, sem dúvida, começaria a sofrer da amargura da patologia da lepra, da rancieníase, sem talvez daquele momento ter escalado a montanha para poder analisá-la no ponto de vista espiritual. Antes do benfeitor nos apresentar a temática da lepra, ele vem trazendo um pouquinho de um conflito de relacionamento entre Rafael e Lisandra, trazendo os comportamentos familiares entre a paternidade, entre os sentimentos da filha perante ao pai. E um desses momentos, eu gostaria também de nos trazer, pinçar desse texto para trazer as nossas reflexões, para que daqui possamos levar a nossa intimidade, porque talvez ali tenhamos também problemas similares para enfrentarmos nas nossas próprias existências. Quando Rafael começava a analisar a sua relação perante a filha e traz ali o benfeitor que, apesar de não ter grandes estudos, informado, mas mal informado sobre o assunto, estava procurando qual era o conflito em relação ao seu sentimento perante a filha e o que se passava perante a sua angústia íntima para poder encontrar ali as raízes do problema. Podemos pensar que talvez ali Rafael também estivesse vivendo, como Paulo informava em Coríntios, no segundo texto dos Coríntios, nos apresentando o espinho na carne, qual era talvez o sentimento dele que levava aquelas reflexões aonde o benfeitor apresenta que poder então os psicanalistas, os psiquiatras da época apresentando o tema, o tema da libido de uma maneira tão aflorada, para justificar tantos males. E Rafael começava a questionar talvez aqueles complexos apresentados

analistas, os psiquiatras da época apresentando o tema, o tema da libido de uma maneira tão aflorada, para justificar tantos males. E Rafael começava a questionar talvez aqueles complexos apresentados por Épo, por Electra, que poderiam fazer algum sentido do seu sentimento. Ele entra nas suas reflexões, mas eu fico pensando que para entrar nas reflexões, algum tormento mental pode ter afetado a sua existência. um espinho começando a lhe cvaria algo envolvendo as energias sexuais perante a parte masculina e feminina, apesar de agora está vinculado à família. Tema esse que gostaríamos também de trazer justamente nesses dias aonde a família vem sofrendo eh tentativas de rebaixamento das suas funções ético-morais perante a sociedade. Rafael, mantendo a sua honradezual tem para si já a confirmação que não se tratava nada disso. traz ali o benfeitor que a apesar de portador de algumas debilit debilidades, se fixava em estritas linhas de conduta moral e honradez sexual. Depois vai nos trazendo que desconhecia desconhecia a respeito do espírito mortal, da mesma maneira que Freud, Jung, Adler e outros psiquiatras da época também desconheciam. e desconhecer esse assunto sobre o espírito imortal. Ainda nos dias atuais, sofremos muitas fragilidades perante as nossas condutas e fragilidades perante alibito. Quando Rafael enfrenta essa dificuldade, essa dúvida, essa análise perante ao comportamento, imaginemos nós próprios vivendo, talvez conflitos familiares, conflitos familiares perante, sejam aos filhos, sejam ao matrimônio. E às vezes podemos levar que o conflito pode estar ligado às questões da libido, porque muitas vezes ainda hoje a parte da psicanálise e muitos outros estudiosos do tema desconhecem a raiz do espírito imortal. Ali depois os benfeitores, o Manuel Flamengo Miranda apresenta que não era, portanto, a atração de ordem física que emanava de Rafael Lisandra, era uma outra ordem quando coloca a incocível força procedente do passado espiritual de ambos. Porém, este conhecimento, muitas

era, portanto, a atração de ordem física que emanava de Rafael Lisandra, era uma outra ordem quando coloca a incocível força procedente do passado espiritual de ambos. Porém, este conhecimento, muitas vezes, quando vamos pegar o processo de liberdade, quando acionado uma questão de libido na psicanálise, encontrando que há algum tema de fragilidade, a pulsão sexual deveria trazer o seu processo de vazão, não mais trazer um processo de introjeção. Quando nós pensamos, passamos um pouquinho mais a avaliar os estudos da psicanálise, vamos entrar em um dos professores de Freud, que era Joseph Brberg. Ele começou a estudar os processos da histeria e começou ali a arte da cura da fala, a psicanálise depois mais aprofundada por Freud. Mas Brewer começa a estudar um caso muito conhecido na psicanálise, talvez o primeiro caso a ser estudado de forma detalhada, que é o caso de Anna Ow, que sofria de algumas problemáticas físicas, paralisias físicas e outros transtornos físicos podendo ser estudado através de um processo histérico. histerias, aonde depois, através do hipnotismo, Brenner e também Freud e outros alunos começaram a acompanhar este processo, aonde Ana começou a falar dos seus conflitos e cada vez que ela começava a falar do que se passava, sem sendo julgada por o constrangimento do que ela expressava, ela começou a apresentar melhores. Junto a esses estudos, estava para mim um dos casos que eu lia há alguns anos e me chamou muito atenção. e neste grupo de estudiosos que faziam parte, depois vamos poder até falar de Charcô, aonde Freud pôde se reunir com ele na na Setrier para poder eh aprofundar um pouco mais os estudos da histeria, mas esse grupo estudando um caso em específico de uma jovem que apresentava uma paralisia de um braço e procurando então a psicanálise começou a apresentar os seus conflitos. e trazendo para ela que o conflito poderia estar associado ao pai, porque após uma conduta paterna apresentando para a filha, lhe causou um choque tão grande quando o pai se afastou do

seus conflitos. e trazendo para ela que o conflito poderia estar associado ao pai, porque após uma conduta paterna apresentando para a filha, lhe causou um choque tão grande quando o pai se afastou do relacionamento familiar, aonde a menina não conseguia mais mover o braço e o braço começou a entrar em processo de atrofia muscular, perdendo a sua resistência. O músculo já não mais tinha força pros movimentos. e começaram a aprofundar e tentar entender o porquê. E ela então afirma que o pai em um dos momentos chegou a apresentar para ela que o amor que ele tinha por ela não era um amor de pai e filha, mas ele tinha um amor como se ela fosse uma companheira. Uma companheira não só para substituir a mãe, mas uma companheira também com desejos de pulsões sexuais. E a menina recebe a informação e até ali, apesar de ter recebido o trauma, estava reagindo fisicamente bem. Quando o pai se afasta, ela entra em paralisia e eles começam a falar do complexo de de Electra e trazer todos os processos de conhecimento para ela, mas sem nenhum efeito. E quando, após algumas sessões, entram na conclusão apresentando a ela: "Eu já sei o que você tem". E ela, então, mas o que é, o que é que pode me auxiliar? É que quando o pai lhe apresentou o processo aonde ele tinha esse amor, você na idade aonde estava vivendo numa fase da adolescência, que também tinha os seus hormônios pulsantes, você também teve o mesmo desejo. E esse desejo para com o pai lhe causou um tormento que você não esperava. O pai lhe apresentou e você retribui intimamente, mas não o expressou. Houve um controle e logo este controle retraído lhe fez entrar em um processo aonde consideramos uma histeria paralisando os seus movimentos. A menina entra em uma convulsão, eh, chorando compulsivamente e quando o pranto para, o movimento do braço restaura-se imediatamente. Ela estaria curada. Mas o brilhante disso é quando começamos a analisar as questões dos sentimentos, porque não quer dizer que ela sentindo aquele desejo da proposta daquele pai que vivia

ediatamente. Ela estaria curada. Mas o brilhante disso é quando começamos a analisar as questões dos sentimentos, porque não quer dizer que ela sentindo aquele desejo da proposta daquele pai que vivia em um conflito, não poderia trazer ali a educação do sentimento. Não quer dizer extravazar o sentimento e dar seguir eh seguimento à aquele desejo que lhe feriria as funções éticomorais. um incesto não só em questões religiosas, mas compreendendo as leis morais do espírito imortal, as leis divinas, as bases familiares. Ou seja, ela teve o sentimento e até aí está tudo bem. Não quer dizer que não possa ter o sentimento, mas educar o sentimento, sublimar o sentimento é a questão primária do espírito encarnado em processos progressivos, educadores do espírito imortal em atraso ainda de inferioridade. Por isso estamos habitando planetas de provas e expiações. Agora, não compreender as fases é ouvir talvez daquele que está analisando para que o indivíduo dê vazão, para que que vai retrair, para que que vai sofrer de algo tão simples. Quando a educação não está embasada com princípios ético-morais, nós passamos de um processo que hoje estamos vivendo na atualidade, de um processo de liberdade para libertinagem, aonde já não há mais um controle educacional daquelas provas que todos nós estamos inseridos num sistema reencarnatório. É tão brilhante que logo abaixo o benfeitor coloca da seguinte forma, que estamos voltando então à Terra com caracteres físicos e psicológicos para a nossa necessidade evolutiva. Ou seja, um corpo físico masculino ou feminino, as polaridades psicológicas, as necessidades psicológicas inerentes à nossa necessidade evolutiva. Ou seja, não há um erro da divindade me colocar nas posições. Não há um erro de me colocar, talvez, alguém que eu tive vínculos amorosos do passado para dentro do meu lar, para que agora possamos sublimar verdadeiramente o amor, que de repente anteriormente poderia ser um amante, um amante, e hoje vem com um filho ou uma filha e o sentimento vá

o para dentro do meu lar, para que agora possamos sublimar verdadeiramente o amor, que de repente anteriormente poderia ser um amante, um amante, e hoje vem com um filho ou uma filha e o sentimento vá sublimando e dentro da complexidade familiar vamos conseguindo o quê? limitar, controlar, educar os nossos sentimentos. Porque se Rafael trouxesse em si as fragilidades, poderia entrar em complexidades, a ferir a filha inocente e lhe causar transtornos ainda mais graves. Para ele, ainda mais graves estariam as chagas da lepra para o compromisso agora nas funções da sexualidade. Há dois livros atrás, estudávamos que a o comando de Gengis Clan, aqueles espíritos que colocaram de uma maneira sarcástica as quatro legítimas verdades, aonde uma delas a humanidade cairia e seria através das funções do sexo. Ou seja, é um tema que necessitamos estudar. Na época, Bramer e Freud começam a estudar as questões da histeria, mas vemos a histeria estava vinculada às questões uterinas. Charot começa a estudar de uma maneira mais profunda não só as questões da fisiologia, mas também a anatomia e outras outras questões fisiológicas para o entendimento da histeria. Freud conseguiria perceber que a histeria realmente não deveria ser somente feminina, porque alguns homens também apresentavam quadros histéricos. E a histeria, até hoje, vamos pegar as ligações que Charcot coloca. A histeria poderia ser controlada até muito pouco tempo com a extração do órgão genital feminino, a o clitoris. Hoje, a estereectomia, não é a extração parcial ou total do útero, mas ainda vinculado à questões histéricas, ligado a um sintoma histérico pelas funções uterinas femininas. Quando nesse encontro de São Pedrier, Charco e Freud começam a vincular as suas obras. Uma delas está a teoria da sintomatologia histérica, que era uma apresentação de Charcot. Freud começa a perceber que Chark está avaliando as questões orgânicas, ele as questões mentais, psicológicas e depois avalia um estudo trazendo que a base psíquica e aologia orgânica estão

e Charcot. Freud começa a perceber que Chark está avaliando as questões orgânicas, ele as questões mentais, psicológicas e depois avalia um estudo trazendo que a base psíquica e aologia orgânica estão associadas às paralisias histéricas. Nem todas elas são psicológicas que envolvem a psiquê, mas a base orgânica pode transformar junto com a psique atormentada grandes processos histéricos. Quando o indivíduo começa a somatizar ou introjetar estes sentimentos, na grande maioria dos indivíduos ocorre uma fuga, porque ele se envergonha do próprio sentimento que teve. E muitas vezes esse sentimento pode vir associado a um sonho, um símbolo onírico que apresenta o indivíduo acorda, corado, envergonhado, traumatizado pelo sonho que teve, aonde conscientemente jamais teria aquela ação que se visualizou, tendo enquanto em desprendimento do sono. O símbolo ele apresenta de forma tão traumatizante que ele rejeita o símbolo. Aquilo volta para seu subconsciente. logo voltará o corpo físico através de uma patologia psicossomática. Ele somatizou porque não teve a coragem para neutralizar aquela sombra dominadora, colocar ela na mesa e poder avaliar o que estava acontecendo agora com a maturidade. Não, eu não faria isso. Eu tenho princípios que me limitam. Eu tenho eh bases religiosas morais que já estão inseridos no meu espírito, que não me deixam mais ter tal conduta. Me surpreendo do símbolo, mas agora eu o domino. Essas funções avaliadas fazem com que o indivíduo ganhe uma maturidade. Porém, quando introjetadas, há um processo chamado pela benfeitora Joana de Ângeles de despersonalização. Vamos pegar em uma das obras Amor imbatível, amor, Joana de Angeles, Divaldo Pereira Fran. Em um dos capítulos vai estar lá citando um psiquiatra alemão chamado Jorge Bleurer. Eugene Bleurer, me desculpem, Eugim Bleurer. Ele vem apresentando a palavra esquisoide. Ele que forma a palavra esquisoide, os transtornos da personalidade, aonde os indivíduos vão perdendo a sua persona através das informações externas ou por vergonha de

resentando a palavra esquisoide. Ele que forma a palavra esquisoide, os transtornos da personalidade, aonde os indivíduos vão perdendo a sua persona através das informações externas ou por vergonha de ter tais sentimentos. traz que muitos vêm com uma infância traumatizada de pais, mães, apresentações às vezes de cenas traumáticas envolvendo questões da sexualidade. Às vezes a mãe mais rígida, o pai talvez mais atormentado, fazendo com que a criança apresentasse ali fissuras na sua personalidade a projetar na fase adulta as suas fugas. Depois, no homem integral, a segunda obra da série psicológica de Joana vai tá ali um dos capítulos que eu acho atualíssimo, que vai falar a necessidade ou a reconquista da identidade. Porque a reconquista da identidade nos apresenta, a benfeitora, que através hoje das propostas, nós vamos vestindo máscaras para tentar esconder os nossos medos. E através da dos nossos complexos de inferioridade e o medo de enfrentar as situações, vamos tentando ser aquele que agrada, aquele que pertence, mas não mantendo a sua individualidade. Mas qual seria a personalidade aceita pelo coletivo? Eu me projeto naquela personalidade, mas sou incapaz de sustentar aquela máscara, aonde eu sofro diariamente o tempo para me manter aquela máscara que não faz parte da minha persona. Eu entro em um conflito de despersonalização. E às vezes vamos entrando em um em um dos conflitos aonde a área da libido acaba sendo um espinho que mais projeta o indivíduo a mudar a mudar a personalidade, a mudar às vezes as questões da própria sexualidade, seja ns processos de transformação do seu corpo físico, feminino, masculino, masculino, feminino, ou tantos outros em processos de ideologia, tentando fugir, tentando eh esconder de si o medo junto com os seus complexos de inferioridade, fazendo com que na sociedade ele possa ter a sua aceitação, mas ainda incapaz de subir um degrau e avaliar a sua existência, como nos propõe neste capítulo sobre as lentes do espírito imortal.

ridade, fazendo com que na sociedade ele possa ter a sua aceitação, mas ainda incapaz de subir um degrau e avaliar a sua existência, como nos propõe neste capítulo sobre as lentes do espírito imortal. Quando avaliarmos o nosso problema, dificuldade, provas ou mesmo expiações sobre as lentes do espírito mortal, entenderemos as suas complexidades. Se for nos complexos da libido, da sexualidade ou mesmo das fragilidades que possam impactar a nossa existência, sem dúvida, a doutrina espírita irá nos aliviar a carga. Vamos entender o julgo suave, o julgo suave, o fardo, o julgo leve, o fardo suave que Jesus nos oferece quando compreendemos a ação do amor, da caridade, mas também entendendo a pré-existência da nossa alma e a imortalidade da mesma após essa existência, sofrendo então os dispositivos orgânicos, como nos coloca Charcô, avançando nas dificuldades psíquicas, como investigou tão bem Jung e Freud. Mas de uma maneira aonde vamos entender o espírito imortal tão bem aprofundado por Kardec, poderemos assim ter as ferramentas necessárias para vencer essas dificuldades nessa existência, onde estamos tendo grandes oportunidades para avançar, porque estamos conhecendo essa amada doutrina que nos proporciona tantas portas para avançarmos nessa cenda da conquista íntima para avançarmos no progresso. do espírito imortal. Essas seriam as contribuições que gostaria de passar na noite de hoje. Obrigada, Laudes. Sempre muito bom ouvir as suas considerações, o seu conhecimento a respeito da psicologia profunda da nossa querida benfeitora Joana deângeles. Com certeza muito pertinente pros dias atuais que estamos vivendo essa confusão toda, né, a respeito da área da sexualidade. E como ainda nos restam alguns minutinhos, gostaria só de eh ressaltar aqui do de tudo aquilo que nos foi trazido pela Vânia e pelo Laudes, através do Benfeitor que nos trouxe esse capítulo e que nos proporciona pensar em muitas coisas da nossa própria existência, dos problemas que todos nós enfrentamos.

trazido pela Vânia e pelo Laudes, através do Benfeitor que nos trouxe esse capítulo e que nos proporciona pensar em muitas coisas da nossa própria existência, dos problemas que todos nós enfrentamos. também me lembrando da frase da benfeitora Joana de Angeles, que eh todos os fatos quando são examinados do ponto de vista espiritual mudam de configuração. Então, quando a gente considera a reencarnação, esse mapeamento que o benfeitor fala, né, que foi realizado para unir aquelas pessoas na mesma família, para que pudesse haver esse resgate desses compromissos, eh, paraa redenção de todos nós. Então, quando nós nos depararmos com essas dificuldades, que tenhamos em mente que são oportunidades que a divindade está nos está nos concedendo para que possamos nos redimir dos nossos erros do passado. E todo o bem que fizermos, toda ação de caridade desinteressada vai nos auxiliar a a resgatar, a apagar essa essa multidão de pecados, como nos dizia, nos diz o evangelho. Então, se agirmos no bem, conhecedores das verdades, do espiritismo, que nos chama para essa questão tão importante da reencarnação. que se aplicarmos bem a nossa os nossos esforços de forma resignada para enfrentar as vicissitudes da vida, sairemos vencedores ao final desta existência, prontos para uma nova jornada, talvez de maneira mais leve, né? Então assim, mais uma vez agradecemos a todos os amigos, os corações que nos acompanham nesses estudos, desejando uma excelente noite, uma excelente semana e que possamos nos encontrar novamente no estudo que vem. Um grande abraço e muita paz a todos.

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