T4:E10 • Tramas do Destino • Expiação e prova

Mansão do Caminho 05/11/2023 (há 2 anos) 1:01:09 2,495 visualizações

» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 04: Tramas do Destino (Philomeno de Miranda) • Episódio 10: Expiação e prova (capítulo 09) » Host/resumo: Gisele Risso Comentários: Tânia Menezes e Vânia Maria de Souza

Transcrição

Boa noite, queridos amigos, queridas amigas e irmãos que nos acompanham neste estudo online, grupo de estudos Sueli Caldas Schuber. É com grande alegria que nós hoje aqui reunidas entre os corações amigos e amados de Vânia e Tânia, saudamos a todos para que possamos juntos estudar o capítulo 9 da obra Tramas do Destino, de Divaldo Pereira Franco, pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Antes de nós entrarmos no estudo do capítulo, convidamos a todos a unirmos o nosso pensamento em oração. Amado mestre Jesus, queridos amigos e benfeitores do mundo maior, agradecemos pela bendita oportunidade de estarmos aqui reunidos em seu nome para estudarmos a doutrina espírita esclarecedora e consoladora. Que esses ensinamentos possam calar fundo nos nossos corações, nos servir de estímulo para os enfrentamentos das dificuldades diárias que cada um de nós enfrenta. que possamos aproveitar esses momentos em que os amigos espirituais nos visitam no lar ou onde quer que estejamos conectados aqui nestes ensinamentos, nessas palavras, para que possamos fluir desses bons fluidos, acerenando a nossa mente, o nosso coração, a nossa alma. Fica conosco, Senhor Jesus, e nos abençoe, inspirando as nossas queridas coordenadoras do estudo desta noite. Que assim seja. Então, nós vamos apresentar o resumo do capítulo e na sequência passamos a palavra então para as coordenadoras. O título do capítulo é expiação e prova. Filomeno de Miranda vem trazendo importantes apontamentos a respeito desse resgate, destes resgates desta família e nos faz fazer eh reflexões importantíssimas. Então ele começa dizendo que a família estava sofrendo de uma conculsão expiatória, todos eles e que eles estavam então reconquistando pela dor os recursos que a insânia os fizera malbaratar, com as decorrentes complexidades que se expressaram na perversidade e exploração que impuseram aqueles que eles deveriam compartir bens em face das augustas determinações divinas. Embora os o esquecimento dos compromissos que resultaram nos atos

ssaram na perversidade e exploração que impuseram aqueles que eles deveriam compartir bens em face das augustas determinações divinas. Embora os o esquecimento dos compromissos que resultaram nos atos nefastos, não se encontravam isentos da carga de culpas, a alcançá-los como medida salvadora, com que se enriqueceriam de bens morais para as provas futuras, as quais lhes avaliariam as conquistas. Muito natural que transitassem agora entre desassossegos em expectativa de novas desesperadoras surpresas. merece que se considere aqui a intuição que o espírito conserva das expiações a que se deve submeter, vivendo à espera da ocorrência ocorrência saneadora, o que já constitui um sofrimento. Quando no estado do sono estamos parcialmente lúcidos, nos inteiramos do que nos cabe ressarcir e anelamos mesmo por meios com que podemos nos liberar dessas constrições do remorço, remorço ante a percepção dos gozos e venturas que nos aguardam, cessada a pena de que vemos a defender. Em outros casos, rogamos que essas regularizações da dívidas nos sejam antecipadas e a chegada dos sofrimentos então batem a nossa porta, nos prometendo, prometendo-se coragem e valor ante os sucessos dolorosos. Graças a esse estoicismo de consciência que se dispõe a superar as circunstâncias amargas da vida, aure a renovação dos recursos preciosos com que sustenta as encarniçadas batalhas com altivez, sem desânimo, tornando-se exemplo de abnegação e dignidade, estímulo para os que facilmente desfalecem nas lutas, mirando-se nos espelhos. do seu heroísmo e erguendo-se sem o desculpo, nem a autocomiseração em que os outros se apoiam para a queixa e a fuga. Nesses momentos de sintonia maior com a responsabilidade, recebe do seu anjo guardião altas dosagens de estimulação, emulação e vitalidade para não depercer. sustentado pelos poderosos fios do pensamento, um vigoroso intercâmbio com as nascentes superiores da vida, que regem os destinos humanos e os vitalizam no cumprimento das tarefas que lhe cabem realizar, mediante as lutas acirradas,

do pensamento, um vigoroso intercâmbio com as nascentes superiores da vida, que regem os destinos humanos e os vitalizam no cumprimento das tarefas que lhe cabem realizar, mediante as lutas acirradas, os sacrifícios sobre humanos, as renúncias ercúlias ou a realização dos empreendimentos da edificação humana, nas conquistas e nas sustentações dos ideais, nas ciências e nas artes, no pensamento e na fé. Dona Artemes, esposa então de Rafael e Hermeninda, por procederem de estirpe espiritual elevada pelos padrões de enobrecimento de que se fizeram credoras, dispunham de mais amplas possibilidades fora das limitações orgânicas e, portanto, fruíam de maior dosagem de forças morais para sustentar-se nas aspérmas conjunturas que as alcançavam. As duas cunhadas eram fortemente sustentadas pela senora Adelaide, mãe de Don Artemis, que participava das equipes espirituais que dinamizam na terra as esperanças e as consolações do evangelho em nome do Cristo. Porque após a sua desencarnação, eh, a mãe de dona Artemis já se reintegrou as astes a que ela estava vinculada antes da reencarnação, podendo ajudar aquelas duas sofridas mulheres. Considerando-se ser ela um espírito que havia completado os seus programas cármicos, né, uma completista, ela permanecia na condição de anjo tutelar, instando pela ascensão dos amores, ainda mantados a retaguarda, que lhe cumpria impelir ao avanço, embora guindada a posição meritória em que se encontrava. Na sua última experiência carnal, longe dos movimentados meios citadinos, ela foi descobrir lá no interior com no campo o trabalho dignificante, foi viver as virtudes da fé, da caridade e ela se torna mãe espiritual de todos aqueles que com ela conviviam. E sobre então a sua inspiração a fraternidade na fazenda, substituir a arrogância e o preconceito que ali existiam decorrentes das diferenças econômicas. Era portadora de uma fé religiosa espontânea e simples e aquecia os corações com isso. E o o seu trabalho então era capaz de enflorescer aquelas

que ali existiam decorrentes das diferenças econômicas. Era portadora de uma fé religiosa espontânea e simples e aquecia os corações com isso. E o o seu trabalho então era capaz de enflorescer aquelas almas. Ela não distinguia os méritos dos seus filhos com os filhos dos seus auxiliares. Ela conseguiu imprimir na sua família o respeito ao próximo em qualquer posição que se encontrasse, tendo também transmitido aos seus descendentes, a par do seu exemplo vivo, as virtudes do coração, que agora a dona a dona Artemis se fazia atestada inequívoca. sua legítima sucessora Hermelinda, por sua vez, estava ela vinculada afetivamente por vida precedente, havendo nela os plugs da emotividade e da sintonia perfeita com que ela recebia também a inspiração. Já o Senr. Rafael, Lisandre e Gilberto, profundamente emaranhados entre si pela trama dos sucessivos amores e desventuras que perpetraram e em que se mancomunaram, possuíam menos resistências morais e novelados na expiação educadora que a pouco e e pouco os adestrava para cometimentos mais relevantes. Passaram-se oito longos anos da congurência na dor, em que aqueles corações reagiam conforme a capacidade pessoal em relação à existência. Quando Lisandre, então, cujo quadro psíquico apresentava sensível e contínuo, em contínuo agravamento, apareceu com os alarmantes sinais da rancinese. O médico da família foi consultado e confirmado, então, confirmado o diagnóstico da doença de ranceníase. Nesse momento, Lisandra contava com 22 anos de idade. diz o benfeitor que ela não possuía uma beleza física ou um magnetismo eh pessoal expressivo, mas que, ao contrário, como resultado dos seus deslizes espirituais, dela emanavam vibrações desconcertantes que desagradavam aos primeiros encontros, quantos lhe privassem da convivência. Então ela era redia, ela se refugiava em ties nervosos que denotavam o seu desarranjo emocional. Pouco loqu, ela se torna tímida, vivendo mais as contingências íntimas e as da família. Por isso, ela não fluía das

a redia, ela se refugiava em ties nervosos que denotavam o seu desarranjo emocional. Pouco loqu, ela se torna tímida, vivendo mais as contingências íntimas e as da família. Por isso, ela não fluía das alegrias da mocidade. Ela ficava recolhida aos muros da desolação em que refundia a vida. Não poderia ser maior o drama que a notícia produziu na sua mãe, dona Artemis. Mas o médico muito amoroso, muito humano, vai consolando a mãezinha diante a dolorosa via cruces que ela deveria enfrentar. E aí então ele afirma que a medicina estava sofrendo, vivenciando, experienciando grandes avanços e que não haveria necessidade dela ficar isolada num hospital tal como o seu pai. Porque a dona Artemis alerta o médico que Rafael já havia ameaçado, caso algum dos seus familiares eh sofresse o contágio da do da ranceníase, ele não suportaria e escaparia pelo suicídio. Então, esse médico muito muito sensibilizado e também inspirado, eh, acaba então sugerindo para a dona Artemis que Lisandra ficasse isolada num cômodo da casa e que todas as recomendações fossem observadas para que ela não transmitisse a doença aos demais. E aí então ela a sente, consente, porque diante da ideia de ficar longe da filha ou que o marido saiba que ela estava também com a ranceníase, todos da família se organizam para atender a moça, que ficaria então semiar no lugar em que a justiça inderrogável e soberana a amparava entre os tecidos orgânicos. e entumcimentos resultantes da expiação e prova purificadoras de que necessitava. Então, este é o resumo do capítulo agora nós passamos paraa nossa querida Vânia, que vai iniciar os aprofundamentos. Boa noite, queridos amigos, queridos irmãos. É com muita alegria que estamos aqui novamente para comentar um pouco sobre este capítulo 9, expiação e prova. Como a Gisele já disse no resumo, mas repetiremos para que possamos gravar bem. Manuel Filomeno de Miranda diz que Rafael e os familiares sofriam a compulsão expiatória, embora não se lembrassem das causas que geraram os sofrimentos.

mas repetiremos para que possamos gravar bem. Manuel Filomeno de Miranda diz que Rafael e os familiares sofriam a compulsão expiatória, embora não se lembrassem das causas que geraram os sofrimentos. Rafael e os filhos Lisandra e Gilbert estavam profundamente emaranhados entre si pela trama de sucessivos amores e desventuras que perpetraram e em que se mancomunaram. Agora eles estavam reconquistando pela dor os atos infelizes praticados em vidas passadas quando foram perversos e exploradores. Ao estudarmos o Evangelho Segundo o Espiritismo, lá no capítulo 5, item 11, Allan Kardec escreve que frequentemente o espírito renasce no mesmo meio em que já viveu, estabelecendo de novo relações com as mesmas pessoas, a fim de reparar o mal que lhes haja feito. reconhecesse nessas pessoas as que odiara no passado, quizá o ódio se lhe despertaria outra vez no íntimo. De todo modo, ele se sentiria humilhado em presença daquelas pessoas a quem houvesse ofendido. Imaginemos nós na nossa família, nós nos juntamos novamente no mesmo, né, meio em que já vivemos, na mesma família muitas vezes, para, então, estabelecer de novo relações com essas pessoas para que a gente possa reparar o mal que nós fizemos a essas pessoas. a gente não se lembra. Mas se nós reconhecêsemos aquelas pessoas que estão no nosso lar e que amamos profundamente, pais, filhos, esposos, né? Se nós reconhecêssemos um inimigo do passado quem nos fez mal, como é que a gente iria trabalhar o perdão e progredir? Da mesma forma, aqueles a quem prejudicamos, se nos reconhecesse nessa vida, não ia dar certo. Então, o processo de reencarnação não teria sentido de ser. Mas prossegue Allan Kardec esquecimento das vidas passadas. Em vão se objeta, se opõe que o esquecimento constitui obstáculo a que se possa aproveitar da experiência de vidas anteriores. Não é verdade? A gente vai aproveitar. Por quê? Porque havendo Deus entendido de lançar um véu sobre o passado, vejamos, meus irmãos, lançar um véu. Como é o véu? transparente,

ia de vidas anteriores. Não é verdade? A gente vai aproveitar. Por quê? Porque havendo Deus entendido de lançar um véu sobre o passado, vejamos, meus irmãos, lançar um véu. Como é o véu? transparente, né? Eh, não é lançar uma lona, é lançar um véu. Então, havendo Deus entendido de lançar um véu sobre o passado, é que há nisso vantagem. Com efeito, a lembrança do passado é extraria gravíssimos inconvenientes, como nós já falamos, poderia, em certos casos, humilhar-nos singularmente ou então exaltar-nos o orgulho e assim entravar o nosso livre arbítrio. Em todas as circunstâncias, acarreitaria inevitável perturbação nas relações sociais. relações sociais em toda a convivência, na família, nos familiares, no trabalho, nas eh funções eh sociais, nas instituições que participamos. Então, a gente se reconhecesse, a gente tem uma certa simpatia ou antipatia, mas nós vamos superando, né? Então, embora os personagens deste livro tivessem esquecido ou mal praticado, eles não estavam isentos de culpa. Por quê? Na questão 399 de O livro dos Espíritos, Kardec vai comentar: "O esquecimento das faltas praticadas de novo, né, não constitui o obstáculo à melhoria do espírito. Porquanto se é certo que o espírito agora reencarnado não se lembra das faltas com precisão, não menos certo é que a circunstância de a ter conhecido na erraticidade e de haver desejado repará-los, repará-las em as faltas, guia o espírito por intuição e lhe dá a ideia de resistir ao mal. Ideia esta, meus irmãos, que é a voz da consciência. E quem secunda esta voz, quem nos inspira, são os espíritos superiores que nos assistem se atendemos às boas inspirações que nos dão. Então, nós vemos que não importa o mal que fizemos em vidas passadas, Deus é tão misericordioso que vamos reencarnar agora com algumas provas, expiações. E ele, Deus, nosso criador, pai eterno, ele nos manda espíritos superiores para nos assistir, para nos secundar. E se nós atendermos as boas aspirações que eles estão nos dando, vai ficar mais

iações. E ele, Deus, nosso criador, pai eterno, ele nos manda espíritos superiores para nos assistir, para nos secundar. E se nós atendermos as boas aspirações que eles estão nos dando, vai ficar mais fácil a nossa vida. Mas Rafael, neste momento, ele se encontra refratário às inspirações superiores. No entanto, ele próprio gozando do livre arbítrio, escolheu ainda no mundo espiritual, quando desencarnado, as provas da vida corporal, mas parece que ele esqueceu completamente. Ainda na questão 399, no comentário de Kardec, ele diz que chegado ao termo em que a providência lhe assinalou a vida na erraticidade, o próprio espírito escolhe as provas a que deseja submeter-se. Então, vamos explicar melhor este esta frase. Então, Kardec diz o que nós já conhecemos, né? Então, nós desencarnamos, cometemos alguns atos ruins, eh ferimos pessoas, prejudicamos e quando desencarnamos, nós não vamos paraa colônia nosso lar, nós vamos para um lugar de sombras, né? O que a gente costuma chamar de umbral, como no livro Nosso Lar, né? É bem o exemplo de André Luiz. Então, quando passamos lá algum tempo em sofrimento, com os espíritos que prejudicamos querendo nos vingar, então quando a providência assinala que é terminado este período que nos assinalou a vida na erraticidade, então ele nos leva para uma colônia reeducadora e ali nós passamos algum tempo até que vem a programação de uma nova vida. E aí nós vamos para o ministério da reencarnação, como vimos no livro mesmo, nosso lar. E somos ali acompanhados, auxiliados por espíritos superiores, nossos amigos ou nossos familiares, que já são espíritos mais elevados, e, principalmente pelo mentor da nossa reencarnação, aquele que vai passar a vida toda conosco. E ali nós vamos assistir numa tela alguns momentos de nossas vidas passadas. E normalmente vai passar as coisas, vão passar as coisas em que nós cometemos atos ignóveis, atos prejudiciais. E vamos pôr a mão na cabeça e vamos falar assim: "Meu Deus, quanta gente eu prejudiquei. Olha o que eu fiz para

r as coisas, vão passar as coisas em que nós cometemos atos ignóveis, atos prejudiciais. E vamos pôr a mão na cabeça e vamos falar assim: "Meu Deus, quanta gente eu prejudiquei. Olha o que eu fiz para aquela pessoa. Ele tá assistindo o filme e no filme é ele mesmo, somos nós mesmos. Então aí nós vamos escolher as provas que nós devemos nos submeter e vamos aceitar. É assim que se processa, né? Mas para apressar o nosso adiantamento, nós vamos escolher o gênero de existência. Não é que nós vamos, a nossa vida se desenvolve tintim por tintim conforme foi programado. Não. Vamos escolher o gênero da nossa existência. se vamos nascer aqui ou ali, se vamos nascer com os pais fulano, beltrano, se teremos filhos tais e quais, se teremos alguma doença, se teremos alguma profissão. Então são essas linhas, esse gênero de existência, se se nasceremos numa favela, coisas desse tipo, nós escolhemos o gênero que acreditamos ser o mais próprio para nos fornecer o meio de nos adiantarmos. E tais provas estão sempre em relação com as faltas que nos cumpre espiar. Se delas nós triunfamos, nós nos elevaremos. Se nós sucumbirmos, nós teremos que recomeçar. Então é assim, mas existe o véu, né, do esquecimento, senão as coisas não dariam certo, mas vamos ter que prosseguir da melhor maneira possível. A natureza dessas vicissitudes e vicissitudes e das provas que sofremos também nos podem esclarecer acerca do que fomos e do que fizemos. A gente tem curiosidade de saber, ah, o que que eu fui na última reencarnação, na penúltima? Será que eu fui alguma rainha, algum rei? Sempre assim, né? Graças a Deus. Não, porque no mando, no comando, a gente erra mais, viu, meus irmãos? Então, a gente eh vai esclarecendo. Às vezes a gente tem intuição, né? Então, do que fizemos. Aí eu trago um exemplo, por exemplo, da traição, né? Conhecemos o caso de Joana Dark, que foi traída pelo rei que ela ajudou, né? e ajudou muito e foi queimada na fogueira porque ela era a reencarnação de Judas, né, que traíam Jesus. Então, ela resgata nessa vida e

caso de Joana Dark, que foi traída pelo rei que ela ajudou, né? e ajudou muito e foi queimada na fogueira porque ela era a reencarnação de Judas, né, que traíam Jesus. Então, ela resgata nessa vida e em outras esse peso que ela levava. Assim, o orgulhoso, diz Kardec ali na questão 399, o orgulhoso será castigado no seu orgulho mediante a humilhação de uma resistência subalterna. O mau rico e o avarido pela miséria. Olha só, o tirano pela escravidão, o mau filho pela ingratidão de seus filhos, o preguiçoso por um trabalho forçado. E nesse nosso caso, que eu acredito é o que foi cruel para com os outros pela crueldade que sofrerá. Muito bem. Mergulhando na vida corpórea, de Kartec, o espírito perde momentaneamente a lembrança de suas existências anteriores, como se um véu as cobrisse. Olha o véu aí de novo. Todavia, conserva algumas vezes vaga consciência dessas vidas que em certas circunstâncias lhe podem mesmo ser reveladas. Então, nesse sentido, ao estudarmos lá atrás o capítulo C livro, Tramas do Destino, que quando Rafael foi transferido para o leprosário, ele se deixou ficar imerso na desesperação, ficou revoltado, chorou emocionado e perdeu a noção do tempo e do espaço. ficou entorpecido e aí ele entra em transatavam poder e distinção social em torno de um homem abastado e nobre. E acurando mais a observação, ele descobriu que era ele mesmo aquele homem. E ao se identificar com o personagem, ele sentiu a arrogância e a prepotência, o orgulho exacerbado e a alta carga de paixões. Sabia-se temido e odiado, mas ele se comprazia com isso. Como se continuasse essa viagem de retrospecto, ele se viu numa ampla alcova no quarto de casal diante de bela mulher imóvel que fic fitava aterrada à construção de uma parede. Podemos imaginar o que sucederia depois. Então, desta forma, de súbito, desaparecem os cenários e ele volta então ao estado normal. Então, com o sofrimento ali no leprosário, ele reconquistaria pela dor, pelo sofrimento, as insânas que praticou. E o sofrimento seria uma

, desaparecem os cenários e ele volta então ao estado normal. Então, com o sofrimento ali no leprosário, ele reconquistaria pela dor, pelo sofrimento, as insânas que praticou. E o sofrimento seria uma medida salvadora, como disse a Gisele, com o qual se enriqueceria de bens morais para provas futuras, né? Então, acaba aí não apenas ele, mas também os tios Lisandra e Gilberto. Nós vimos também neste capítulo o sofrimento da dona Artemis, mãe. A gente pode imaginar como se não bastassem as dificuldades financeiras, a internação do esposo com Hancasse naquele tempo e o comportamento desajustado da filha Lisandra, agora com 22 anos, mas que desde o seu nascimento apresentava um quadro psíquico desconcertante, resultado dos deslizes dela espirituais. Nós ficamos assim nos perguntando, será que dona Artemis também espiava faltas do passado? Mas Manuel Filomeno de Miranda vai comentar, como disse a Gisele, que tanto Artemis como sua cunhada Hermelinda procediam de estirpe espiritual elevada pelos padrões de enobrecimento que se fizeram credoras. É o que nos ensina o Evangelho Segundo Espiritismo no capítulo 5, item 9. Não há crer, no entanto, abre aspas, né? Não há crer, no entanto, que todo sofrimento suportado neste mundo denote a existência de uma determinada falta. E prossegue, né, o Allan Kardec comentando então esta natureza de eh dos sofrimentos nossos, né, que nem todos os que sofremos estamos então eh eh com a expiação de faltas passadas. Artemes, por exemplo, abre mão de sua condição feliz no mundo espiritual por amor, para ajudar antigos afetos numa reencarnação difícil, não por débito, mas por amor, ela se oferece. Então, para encerrar, nós vamos nos lembrar do de Joana de Angeles, que ditando uma mensagem intitulada Testemunhos através da psicografia de Divaldo Franco, lá no livro Florações Evangélicas, ela vai dizer que Jesus, mesmo quando foi injustamente arrastado em fame, punição indébita pela crucificação, dignificou as traves do madeiro, transformando-as

anco, lá no livro Florações Evangélicas, ela vai dizer que Jesus, mesmo quando foi injustamente arrastado em fame, punição indébita pela crucificação, dignificou as traves do madeiro, transformando-as desde então no símbolo perfeito da redenção e do martírio para quantos tenham os olhos postos na glória da imortalidade. Então, meus irmãos, resumindo, sempre quando estivermos em sofrimento, vamos lembrar do sofrimento na cruz e antes da cruz também do nosso Senhor Jesus Cristo. Muito obrigada. Nós quem agradecemos, Vânia. São considerações eh importantíssimas, porque todos nós sofremos, né? Eh, passamos pelas provas e pelas expiações no mundo de provas e expiações. E como é bem dita, né, essa doutrina que nos esclarece, as questões que você nos trouxe do livro dos espíritos são bem esclarecedoras. Então, até a gente recomenda a releitura, leitura, para que a gente possa aprender ainda mais esses ensinamentos. Agora, então, nós vamos passar a palavra pra nossa querida Tânia. Boa noite a todos os queridos amigos, amigas, irmãos que estão nos acompanhando nesse estudo. É uma alegria estarmos de volta para compartilhar com vocês nossas reflexões. Agradecemos a querida Gisele pelo resumo que nos apresentou, a Vânia que nos antecedeu com os seus primeiros aprofundamentos e trazendo um tema que faz parte do nosso cotidiano, que é a expiação. Eu gosto muito de lembrar a definição de Allan Kardec lá no livro Céu e Inferno, no capítulo s, quando ele vai tratar do de nós que cometemos os nossos equívocos. E a partir deste equívoco, a nossa consciência nos chama para a reparação. Mas antes de reparar, primeiro nós temos que nos arrepender. É o primeiro passo para a nossa libertação. E aí segue com a expiação. E Kardec nos define a expiação como sendo sofrimentos físicos e morais decorrentes de uma falta. Vemos a abordagem de uma família cujo pai ele é internado por conta da lepra. E agora surge a questão da filha, que também recebe este diagnóstico. Podemos imaginar para uma mãe que já tem

uma falta. Vemos a abordagem de uma família cujo pai ele é internado por conta da lepra. E agora surge a questão da filha, que também recebe este diagnóstico. Podemos imaginar para uma mãe que já tem o seu esposo em internamento, a lepra, que continua sendo ainda uma doença que traz estigmas. e pensar que agora tinha em seu seio familiar a presença de uma filha também com o as marcas desta doença. E aí nós lembramos que Filomeno ele fala não somente eh no decorrer de desta obra, mas em outras da tua larva sobre a questão dos males que atingem o nosso corpo, que todos eles são procedentes do espírito. Nós sabemos disso. Então está Lisandra com esta doença? é algo que está na gênese do seu corpo intermediário e que vem manifestar no seu corpo físico. Mas é exatamente no início deste capítulo que Manuel Filomeno de Miranda vem apresentar para nós a respeito da intuição que o espírito carrega em relação à aquilo que a sua consciência assinala como a culpa decorrente de um equívoco cometido. Mas essa intuição que de fato vai se apresentar no estado de vigília nos faz pensar neste período do sono fisiológico. E aí fazemos uma referência a Allan Kardec em o livro dos espíritos, na parte segunda, no capítulo oitavo, que é intitulado da Emancipação da Alma. Nós temos aí oito tópicos estudados por Allan Kardec e o primeiro deles que é o sono e os sonhos. Kardec nos apresenta 12 questões e é exatamente na questão 402 que ele eh vai indagar como podemos julgar da liberdade do espírito durante o sono, que nós vamos perceber. eh esse direcionamento com relação ao que acontece conosco quando o corpo dorme. Então, nós sabemos, por exemplo, que o sono vai libertar a alma parcialmente do corpo. Mas o que faz esta alma quando ela está liberta? Aí vem parcialmente liberta. Aí vem a passagem por momentos já vividos, aquilo que Vânia nos trouxe na sua exposição. É como se nós tivéssemos voltando aquilo que é a nossa proposta, aquilo que já aconteceu e isso vai nos reavivar do que precisamos atravessar,

já vividos, aquilo que Vânia nos trouxe na sua exposição. É como se nós tivéssemos voltando aquilo que é a nossa proposta, aquilo que já aconteceu e isso vai nos reavivar do que precisamos atravessar, porque estamos de fato tendo a oportunidade de recordar destes compromissos, pensar que estamos atravessando situações delicadas da nossa existência, em algum momento pode nos querer nos dar essa essa vontade de afastar daquele momento, de não atravessar aquela tempestade que certamente é muito difícil, é desafiador. Entretanto, quando nós passamos por este momento de desprendimento parcial da nossa alma, nós vamos ter reavivado essas impressões e este compromisso que foi assumido, inclusive quando Vânia fez, trouxe na sua colocação que eh isso acontece dos fatos principais, porque nós temos o livre arbítrio e que vai nos direcionar para seguir a proposta ou para nos afastarmos da proposta. E é justamente neste período de desprendimento parcial que vamos reavivar essas lembranças do passado e vamos também ter a intuição do futuro. Então, os benfeitores quando nos apresentam em relação a esta liberdade do espírito durante o sono, eles vão estar dizendo: "Graças ao sono, os espíritos encarnados estão sempre em relação com o mundo dos espíritos". Mas esta relação não significa que a todo instante é a esfera superior que está contactando conosco, porque nós precisamos manter a sintonia para que os mentores que estão responsáveis pela nossa proposta da reencarnação possa estar nos reavivando, nos fortalecendo para que não desistamos das nossas provas das nossas expiações e o que fazer diante daquela condição que há uma vontade de declinar dessa proposta. Aí vem as interferências desta esfera elevada, especialmente dos familiares que já nos precederam, quando eles observam que há uma tendência ao afastamento da proposta, mas que nós assumimos. E aí podemos estar passando em revista quantas situações já atravessamos na presente existência e que diante dos momentos mais desafiadores, a nossa ideia inicial era:

proposta, mas que nós assumimos. E aí podemos estar passando em revista quantas situações já atravessamos na presente existência e que diante dos momentos mais desafiadores, a nossa ideia inicial era: "Ah, não, eu vou desistir, tá muito difícil. Isso agora não é para mim, eu vou deixar para depois". Nós ouvimos isso das pessoas e certamente neste momento do desprendimento parcial da alma através do sono, nós teremos reavivado em nossas memórias este compromisso para que depois, se declinarmos de darmos continuidade, ele não venha numa cobrança de forma maior, Porque nós aprendemos inclusive com Allan Kardec que tudo quanto adiamos, Manuel Filomeno de Miranda também fala a respeito disso, depois chegará na cobrança de maneira mais intensa. Então a hora é agora. A prova está difícil? Certamente cada um que atravessa suas as suas dificuldades pode aqui dilatar a dimensão da dor que vivencia. Entretanto, esta oportunidade que nos chega, nós não podemos esquecer que fomos preparados para esta travessia. E o que é mais especial? Nós concordamos em fazer, em passar por este momento, porque acreditávamos lá no mundo espiritual de que seríamos vitoriosos. E às vezes ficamos assim marcados pelo desgaste da prova, pela expiação que é dolorosa, que é estressante, que muitas vezes nos vem a mente mesmo a desistência. E aí nós vamos lembrar, não, eu não posso desistir porque eu aceitei passar por esta condição e se eu aceitei, tenhamos a certeza do investimento do mundo espiritual para que nós fôssemos bem-sucedidos em cada uma destas experiências. Então, não vamos desistir, vamos dar prosseguimento e vamos nos fortalecer com os recursos que estão disponíveis, a exemplo da oração. Mas tem um outro aspecto em resposta esta questão 402 dos comentários dos benfeitores que diz: "O sono é a porta que Deus lhes abriu para que possam ir ter com seus amigos do céu." Quem são esses amigos? São todos aqueles que estão interessados no nosso sucesso, no nosso aproveitamento, na nossa ascensão

a porta que Deus lhes abriu para que possam ir ter com seus amigos do céu." Quem são esses amigos? São todos aqueles que estão interessados no nosso sucesso, no nosso aproveitamento, na nossa ascensão espiritual. Então, se essas portas se abrem, nós precisamos nos preparar para que este encontro ele se dê com os nossos amigos e não com os nossos desafetos, porque isso certamente acontecerá se nós não fizermos o preparo adequado. ainda segue eh neste comentário. Eu recreio depois do trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final que os restituirá ao meio que lhes é próprio. Então, nós precisamos estar investindo mais neste momento do sono, neste momento que eh no desprendimento parcial que nós estaremos nos fortalecendo, nos abastecendo de energias para o enfrentamento destes momentos que foram colocados e aceitos por cada um de nós. E para finalizar este tópico, eu sigo dizendo do comentário dos benfeitores a esta questão. O sonho é a lembrança do que o espírito viu durante os pontos. Notai, porém, que nem sempre sonhais. Que que quer isso dizer? que nem sempre vos lembrais do que vistes ou de tudo o queis visto visto enquanto dormis. é que não tendes então a alma no pleno desenvolvimento das suas faculdades. Então, precisamos trabalhar também para que este momento do nosso sono seja um momento em que vamos estar trabalhando no mundo espiritual para a nossa ascensão, para os nossos enfrentamentos, para o nosso amadurecimento, para que possamos também auxiliar a quem está fazendo parte do nosso contexto em sua marcha. ascenscional. Mas nós queríamos fazer também um destaque em nossos aprofundamentos a respeito da presença do médico, do médico que acompanha Lisandra, que acompanha a família. E pensando neste tema, nós nos recordamos que em painéis da obsessão, Manuel Filomeno de Miranda, ele faz, ele apresenta em um dos capítulos uma fala que traz referências à posição de um médico que estava fazendo atendimento em um ambulatório e vai mostrando para nós esta presença

meno de Miranda, ele faz, ele apresenta em um dos capítulos uma fala que traz referências à posição de um médico que estava fazendo atendimento em um ambulatório e vai mostrando para nós esta presença do mundo espiritual naquele atendimento. Primeiro, ele iria atender alguém que estava vinculado a um desafeto, a um obsessor. Quando o obsessor percebe que aquele seu desafeto seria atendido por aquele médico, o que ele faz? Ele tenta interferir na consulta. para que o médico ele não traga o diagnóstico preciso, ou seja, ele venha a comprometer a vida daquele seu desafeto. Mas o médium, ele estava em outra sintonia. Miranda inclusive destaca que ele seguia a ética daquilo que ele havia jurado quando ele havia sido graduado. E por conta disso, ele se encontrava sintonizado com a esfera superior. Inclusive o médico espiritual daquele local, ele auxiliava a quem se mantinha em sintonia para que os médicos encarnados eles prescrevessem menos medicações para que menos medicalizado a pessoa pudesse ter uma interferência maior no seu campo. espiritual para que a pessoa pudesse ter mais disposição para a vida, pudesse estar buscando o seu autocrescimento. Está lá painéis da obsessão. Então, a gente percebe essa constante interação do mundo físico com o mundo espiritual. E o que fez o médico da Lisandra? Lógico que dona Artemis, manifestando a sua angústia quando se levantou a possibilidade de uma internação, ou seja, afastamento do contexto familiar, ela que tinha problemas, desordens, eh, emocionais, mentais. Então, a mãe sabia que esse afastamento desta presença, que era a presença da sua mãe, iria comprometer mais a sua saúde. E roga a aquele médico que possa auxiliá-la, mantendo ela no domicílio, lógico que ele iria fazer a sua tentativa. E aí, fazendo uma ponte com o que nós observamos lá nessa descrição em painéis da obsessão, certamente que Lisandra tem a sua equipe de desafetos, mas o contrário também se dá. Se esses desafetos eles chegassem neste momento da consulta

s observamos lá nessa descrição em painéis da obsessão, certamente que Lisandra tem a sua equipe de desafetos, mas o contrário também se dá. Se esses desafetos eles chegassem neste momento da consulta e interferisse para que ela fosse internada, o médico iria acolher a sugestão se ele não tivesse em outra sintonia. E aí nós observamos o quanto nós temos o nosso papel também de quando buscarmos, né? Eh, o destaque aqui é no profissional médico, mas Miranda, ele faz neste capítulo em painéis da obsessão uma expansão em relação a todos os profissionais que atuam no nosso planeta, que inclusive a proposta do profissional é fomentar o progresso da humanidade. Então, se existe esta conexão, tudo quanto nós vamos fazer em nosso cotidiano vai estar pautado naquilo que é o projeto individual que vai se repercutir na proposta coletiva. Então, quando nós buscarmos os profissionais, nós também temos que fazer o nosso movimento, orar para que ele também esteja nesta sintonia. É claro que às vezes a resposta que nós obtemos não é de fato aquela que nós almej almejávamos. Entretanto, se estivermos constantemente sintonizados, nós vamos perceber que está acontecendo conosco aquilo que é o essencial, necessário e relevante para o nosso processo de crescimento. Então aquele médico, ele estava perfeitamente sintonizado, porque ele diz que vai manter, que que vai procurar diante das autoridades os recursos indispensáveis para a manutenção de Lisandra no seu contexto familiar. É claro que a mãe precisaria atender algumas necessidades que fazem parte deste processo de adoecimento. E foi exatamente isto que aconteceu. Mas aconteceu por quê? somente por conta da sintonia do médico, não aconteceu porque isso também faz parte de um projeto maior para esta família que está passando por esta condição de adoecimento, existe uma esfera espiritual que também investe para que eles sejam bem-sucedidos. Por que avali? O mundo espiritual faz todo um preparo para o nosso retorno. Nós também quando estamos

de adoecimento, existe uma esfera espiritual que também investe para que eles sejam bem-sucedidos. Por que avali? O mundo espiritual faz todo um preparo para o nosso retorno. Nós também quando estamos lá fazemos o nosso esforço para poder estudar, aprimorar, refletir, amadurecer e retornamos. Imagine se nós, diante de todo esse investimento não estivéssemos respondendo a essas propostas. É claro que nem sempre nós atendemos na sua maioria. Alguns aspectos eles ficam a desejar e é por isso que nós retornamos. Mas o retorno vai se dar para poder refazer o caminho daquilo que de fato não foi contemplado. outros aspectos. Nós finalizamos e aí vamos seguir para poder saudar aquilo que ainda está pendente, mas nós vemos aqui neste capítulo a respeito desta consciência que se coloca à disposição e promete coragem e valor. São essas duas palavras apresentadas por Miranda. ante os sucessos dolorosos. E aí vamos pensar nós na atualidade diante desses desafios que a vida nos apresenta constantemente, talvez diariamente, talvez numa frequência maior ou menor, não importa, mas se prometemos que iríamos cumprir esses propósitos. De fato, esta promessa ela está se efetivando ou não? E se ainda há tempo de refazer aquilo que deixamos pendentes nesta experiência? Por que não dar este passo inicial? Por que não buscar recomeçar enquanto tempo para não aumentar aquilo que na contabilidade divina ainda se encontra pendente, inclusive reduzindo as nossas expiações. E qual é o caminho? É o caminho do amor, é o caminho da solidariedade, é esta busca para que possamos estar cada vez mais harmonizados e integrados com a proposta que é do nosso pai. Então, é que a nossa consciência ela se eh ela se conecte mais e mais com o que é a lei de Deus, que é amor. E fazendo esta movimentação na direção do amor, ainda que estejamos atravessando por expiações em nossa caminhada, certamente o amor ele servirá como lenitivo para que as nossas dores elas possam estar cada vez mais amenas. Então, estas são as nossas considerações

mos atravessando por expiações em nossa caminhada, certamente o amor ele servirá como lenitivo para que as nossas dores elas possam estar cada vez mais amenas. Então, estas são as nossas considerações a respeito deste capítulo, convidando vocês para que possam pegar esta obra, fazer a leitura em cada capítulo, se encontrar em alguma frase, em algum parágrafo e fazer este movimento de olhando para dentro de si mesmo, perguntar-se: "Como eu posso atravessar a tempest Como eu posso estar diante da expiação vencendo dia a dia para que ao final da minha jornada eu saia vitoriosa? Então, essas são as nossas reflexões, agradecendo a vocês que nos acompanham por este momento, por esta sustentação, por estas vibrações e que Jesus nos abençoe. Gratidão, Tânia, os seus comentários também muito oportunos que nos caem como uma luva, porque estamos aí todos vivendo momentos turbulentos, né, nesse nessa fase de transição. Então, como tudo no mundo é solidário, mesmo lá que esteja longe, né, essa guerra lá na faixa de gás, a gente sabe que acaba também sofrendo as consequências e a psicosfera ficando cada vez mais densa, mas que a gente possa então se lembrar desses ensinamentos, da do nosso comprometimento, da nossa responsabilidade. E você falou em tempestade, eu gostaria de fazer uma citação aqui da de um capítulo do livro Após a Tempestade da benfeitora Joana de Angeles, intitulado Os novos obreiros do Senhor. É uma mensagem bem extensa, mas muito profunda e oportuna. E num trecho da mensagem, ela diz assim que nós rogamos reencarnações dolorosas, né? Só eh corroborando aquilo que vocês duas já trouxeram, em que a lepra nos dilacerasse a carne fantasista ou a alucinação nos dominasse as paisagens mentais, ou a demência nos fizesse esquecer temporariamente as impressões mais profundas, ou câncer nos minas energias, impedindo-nos de maiores derrocadas. ou a viuvez, a orfandade, a paralisia decorrente dos surtos de epidemias constantes e guerras soes como recursos salvadores, a fim de meditarmos, refletirmos e

as, impedindo-nos de maiores derrocadas. ou a viuvez, a orfandade, a paralisia decorrente dos surtos de epidemias constantes e guerras soes como recursos salvadores, a fim de meditarmos, refletirmos e desejarmos a luz do esclarecimento libertador. Então, como a gente vê também, observem todas as obras do benfeitor Filomeno de Miranda, o propósito desses resgates, dessas expiações, dessas provas, é fazer com que a gente se volte cada vez mais a Deus, compreendendo através da doutrina espírita os porquês do nosso sofrimento. Então, mais uma vez, agradecemos a todos aqueles que nos acompanham, aos comentários carinhosos no nosso chat, as nossas queridas coordenadoras Vânia e Tânia, que nos abrilhantaram com os seus apontamentos deste capítulo e convidamos a todos desde já, que possamos nos encontrar semana que vem. Até lá, um grande abraço.

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