T5:E21 • Nas Fronteiras da Loucura • Causas anteriores dos sofrimentos
» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 05: Nas Fronteiras da Loucura (Philomeno de Miranda) • Episódio 21: Causas anteriores dos sofrimentos (Capítulo 20) » Host/Resumo: Gisele Risso » Aprofundamentos: Laudelino Risso e Tânia Menezes
Boa noite, queridos amigos, queridas amigas. É com grande alegria que nós do grupo de estudos online Sueli Caldas Schuber, damos boas-vindas a todos. Hoje, entre os corações amigos de Laudelino e Tânia, vamos estudar o capítulo 20, causas anteriores dos sofrimentos. Antes então de entrarmos no estudo, convidamos a todos para a oração. Divino amigo Jesus, nosso mestre, o bom pastor. Agradecemos por esta oportunidade do reencontro de corações, irmãos voltados para a descoberta da verdade, para essa união fraterna cristã, com o objetivo da nossa transformação íntima, da nossa evolução e também do auxílio aos aos nossos irmãos sofredores, encarnados e desencarnados. Pedimos, Senhor, que esteja presente em todos os lares, nos nossos corações, nos nossos pensamentos, nas nossas atitudes e que essas lições vivas contidas nestas obras magníficas possam nos servir de lições práticas paraas nossas próprias condutas, pros nossos próprios desafios. E nunca nos esqueçamos da bondade divina, do amor de Deus por todos nós. Envolva-nos então na sua paz e abençoe mais uma vez este estudo de hoje. Que assim seja. Hoje, então, nós faremos o resumo e posteriormente passamos a palavra para o La para a Tânia, que vai falar primeiro e depois para o Laus, para os nossos aprofundamentos. Então, inicia o benfeitor falando a respeito da situação toda da da do acontecimento e que chegavam então até a UTI do hospital, onde encontraram o irmão Artur assistindo a filhinha que estava despertando. Ela havia tomado uma forte medicação e também sofrido de uma grande hemorragia que havia a enfraquecido muito. Então, ela estava dormindo por um longo período de tempo, que foi muito útil também pra sua recuperação. A jovem, ela não tinha se dado conta, de imediato, pela turbação mental que ela se encontrava, das ocorrências que haviam sucedido. Compreensivelmente atordoada, ela foi pouco a pouco refazendo as lembranças que culminaram na tentativa contra a própria vida. Nesse començos passou a experimentar as
ocorrências que haviam sucedido. Compreensivelmente atordoada, ela foi pouco a pouco refazendo as lembranças que culminaram na tentativa contra a própria vida. Nesse començos passou a experimentar as sensações dos pulsos feridos e o estranho mal-estar do pós-operatório. Havia silêncio naquela unidade, embora a presença de mais alguns pacientes nos leitos a regular distância. Sem a indução do infeliz perseguidor e carinhosamente amparada pelas energias fluídicas do do genitor vigilante, Noemi experimentou um certo bem-estar, mas ela ainda estava aturdida. Ela lamentava que não havia morrido. Ela estava dominada pela angústia, como seria o seu futuro, o que estaria por vir. em face desta situação muito embaraçosa e que ela desejava fugir. Sedada então porque chegou o médico para socorrê-la novamente, ela volta a dormir. Em espírito, no entanto, a paciente prosseguia muito agitada. Ela ruminava mentalmente planos de vingança, o que era muito pernicioso ao seu estado emocional. E aí então o diretor espiritual diz que era de se presumir esta reação de Noemi, porque era um espírito comprometido. Ela ainda não possuía maturidade nem adestramento para reagir de forma conveniente numa conjuntura deste porte. A precipitação que a irmã da revolta responde por muitos males que poderiam ser evitados caso as pessoas preferissem o clima da concórdia e da calma. A mágoa é outro fator dissolvente no comportamento humano pelos desastres íntimos que ocasiona. Sob sua ação, desarticulam-se os equipamentos do sistema nervoso central que sofrem a ação dos diluentes de ordem mental. interrompendo o ritmo das suas respostas na manutenção do equipamento emocional e ao longo do tempo de ordem fisiológica. Aí estão os enfermos psicossomáticos, cujas gênese dos males que sofrem encontram-se no comportamento psíquico. E aí logo adianta, vamos atendê-lo espiritualmente, chamando a responsabilidade para que não se lhe afigure a situação como de injustiça divina que a torna desventurada. O comovido progenitor então abraça a
ogo adianta, vamos atendê-lo espiritualmente, chamando a responsabilidade para que não se lhe afigure a situação como de injustiça divina que a torna desventurada. O comovido progenitor então abraça a filha, acarinhando-lhe a cabeça, infundindo-lhe calma. Ela chorava sem os complementos agora da ira, nem da necessidade de vingança, mas punggida pela dor que se lhe afigurava insuportável e sem limites. Quando ela pôde falar, interrogou ao paizinho silencioso: "Onde está Deus que permitiu tanta desdita? Por que não me aconteceram um acidente antes de constatar tanta vileza de que eram portadores minha mãe e meu marido? Não sou inocente, cumpridora dos meus deveres? Porque sofria dessa forma? Com muita serenidade, o bondoso pai lhe responde longamente, né? Vale a pena a nossa leitura, da qual então nós resumimos nas seguintes linhas: Deus, minha filha, não é portador dos humanos caprichos, fiscal e punidor dos nossos erros ou gratificador leviano dos nossos pequenos acertos que não passam de um comportamento que nos faz bem. Agir corretamente nos credencia a louros nem prêmios extras, por constituir em si mesma ação digna e edificante, uma colheita de bênçãos. A vida pode ser comparada a um rio de largo curso. Suas águas saem da nascente, descendo continuamente até alcançar o mar. Uma curva aqui, outra ali, um obstáculo à frente, lodo e areia no leito, calhaus e pedras largas que vão ficando para trás até o desaguar no oceano que o aguarda. O Senhor, porém, a todos nos faculta resgatar, nos dando contínuas oportunidades abençoadas. Eis porque nos é importante a fé religiosa, racional e clara, influenciando o nosso procedimento honrado, mesmo que sob chuvas de incompreensões, problemas e dores físicas ou morais, do qual sairemos se agirmos com correção para a paz e a felicidade. Mas não é assim que normalmente ocorre. Vejamos o nosso problema, especificamente porquanto não posso me dissociar da sua e da aflição de Enalda e de Cândido. Não pretendemos justificar as atitudes incorretas, mas não nos
ormalmente ocorre. Vejamos o nosso problema, especificamente porquanto não posso me dissociar da sua e da aflição de Enalda e de Cândido. Não pretendemos justificar as atitudes incorretas, mas não nos colocamos na posição de julgar os erros alheios e programar punições para os seus responsáveis. para colhermos melhores elucidações. Então ele convida o Dr. Bezerra de Menezes, que então poderia dar melhores esclarecimentos paraa filhinha em nome de Jesus. chega então o benfeitor espiritual, ela o reconhece como tal e ele então inicia os esclarecimentos apontando que a menina, como todos nós, vem de experiências muito ásperas, nas quais nem sempre agiu como deveria. atuando com incorreção, atraiu animosidades e com bom nas armadilhas da insensatez onde se devera se deverá liberar na presente oportunidade. E aí então ele se utilizando de todo o seu cabedal de forças psíquicas, também dotado da sua superior acuidade de penetrar nos arquivos mentais dos espíritos, identificando-lhes as reencarnações, ele sugere a Noemi, vejamos você recorda, durma um pouco. Durma e sonhe com o seu passado, o passado próximo. Portugal, de 1832. a cidade do Porto. Recorde determinado conábolo, conciliábolo em outubro desse ano. Então, a jovem agora dormindo em espírito, subitamente estremece e se agita, como se em sonho ela voltasse a viver os acontecimentos apagados na memória anterior, como realmente era o que acontecia. Então, né? E aí nesta reencarnação, numa aldeia da cidade, num casarão, vários cavalheiros discutiam como proceder paraa tomada de uma vingança política nos bastidores do ódio. Depois de debates que não ofereceram qualquer solução, uma dama de mais ou menos 40 anos surgiu dizendo: "Raptemos a filha do infame e façamo-lo sofrer com a perda, demonstrando ao bandido que nos infelicita que nesta terra há justiça." Referia-se à linda criança de 8 anos aproximadamente, que se lhe desenhou na recordação tanto quanto ressurgiu em clichê mágico a figura do homem odiado. Não tive dúvidas", diz então e Filomeno
tiça." Referia-se à linda criança de 8 anos aproximadamente, que se lhe desenhou na recordação tanto quanto ressurgiu em clichê mágico a figura do homem odiado. Não tive dúvidas", diz então e Filomeno de Miranda, "emid identificar na mulher cruel a atual Noemi e na personagem detestada, o obsessor que fora liberado naquele mesmo dia no lance a que nos referimos antes. O cavalheiro enfocado era correligionário do príncipe de Dom Miguel, do partido absolutista, portanto, considerado traidor pelo grupo, que terminaria por raptar-lhe a filhinha numa escaramuça entre os dois grupos na propriedade em que residia a família. No combate em glório, morreu o Senr. Manuel Trindade. E, ao ser sequestrada criança, também veio a falecer em circunstâncias que não ficaram esclarecidas. mas que verdade faleceu por conta de que o raptador enfurecido com o choro de desespero da menina terminou por estrangulá-la, embora sem o querer. As cenas se desenrolavam com celeridade, captadas por todos os espíritos que ali se encontravam, tanto quanto pelo irmão Artur, demonstrando onde se iniciavam as razões dos atuais sofrimentos da jovem. Não se houvesse ela emiscuído nos ódios políticos e a muitas dores se teria poupado. Por sua vez, o Sr. Manuel, vitimado na luta, foi vencido pelo ódio que o cegou, lutando desde então por vingança. A filhinha liberou-se da situação e cresceu em espírito, aguardando com a vozinha o momento que só agora se derem bênçãos lenificadoras. No grupo de apaixonados políticos, Noemi era uma dama de prestígio na comunidade que enviara herdando aquela propriedade que se considerava um expressivo latifúndio. Soberba e egoísta, terminou por seduzir o capataz das suas terras que provinha da região montanhosa da Vila Real, terminando por estimulá-lo a liberar-se da esposa, mediante crime de que ninguém tomou conhecimento. agora renascido na roupagem carnal de Cândido e a esposa assassinada ressuscitada na pessoa de Enalda. A sabedoria das leis, explicou o diretor prudente. Reúne todas as personagens do
ou conhecimento. agora renascido na roupagem carnal de Cândido e a esposa assassinada ressuscitada na pessoa de Enalda. A sabedoria das leis, explicou o diretor prudente. Reúne todas as personagens do velho drama no cenário do mundo, a fim de que se elevem e, pelo amor, resgatem os delitos perpetrados. Desde que compliquem a situação, serão levados à compulsória do sofrimento, em expiação oportuna, através da qual se reeducarão crescendo para o bem. Portanto, minha filha, nenhum rancor, que é cultivo de urse na terra do coração, nem programação de vingança que constitui intoxicação venenosa a longo prazo, o perdão incondicional e a irrestrita confiança em Deus. deverão tornar-se as alavancas impulsionadoras dos atos a serem vivenciados do avante. Movimentando recursos próprios, então fez Noemi retornar a sua lucidez. A moça estava preocupada, então parecia mais serena. E aí se utilizando de uma pausa, ela pergunta com muita apreensão: "E saindo daqui do hospital, para onde eu vou? É impossível retornar à minha casa nestas circunstâncias. E o mentor eh aconselha: "Concordamos que não será um pequeno esforço no momento impraticável. Todavia, a divindade providencia. A filha será visitada pelo nosso Agnaldo, irmão do seu pai e seu tio afetuoso. Tomando conhecimento da tentativa de autodestruição e desconhecendo os motivos, ele a convidará para fazer a convalescência em sua casa, o que deverá ser aceito, sem detalhar os infelizes sucessos. demonstre o interesse de desvincular-se legalmente do esposo e, ao ser por esse visitada, apresente-lhe a ideia da separação amigável, sem escândalo de qualquer natureza, o que vai facilitar as coisas para todos. O Senhor auxiliar auxiliará lá na reconstrução da vida e o tio será desvelado amigo, contribuindo para o prosseguimento da sua existência com os olhos postos no futuro. A jovem então em espírito, recebeu a assistência conveniente e também foi ministrada no seu corpo. Após a operação, fluidoterápica. Tudo transpirava, ordem e paz. Chegou um
os olhos postos no futuro. A jovem então em espírito, recebeu a assistência conveniente e também foi ministrada no seu corpo. Após a operação, fluidoterápica. Tudo transpirava, ordem e paz. Chegou um enfermeiro do posto central para prosseguir assistindo Noemi e cooperar com outros trabalhadores sediados no hospital dos socorros aos demais pacientes ali em tratamento. Então agora, depois do breve resumo, passamos paraa nossa querida Tânia para iniciar os aprofundamentos. Tânia querida, seja bem-vinda. A palavra está com você. Boa noite, Gisele. Boa noite, Laudes e a todos os companheiros que já estão conectados para mais um momento de estudos e reflexões. Agradeço, Gisele querida, o resumo. essa parte histórica é sempre importante estar trazendo, está trazendo para eh a gente conhecer um pouco deste passado que diz respeito a uma existência que agora vem se apresentando como cobradora. E nós queríamos iniciar exatamente pelo título deste capítulo que Manuel Filomeno de Miranda coloca causas anteriores dos sofrimentos. Durante toda a leitura da obra de Filomeno, nós encontramos sempre uma proximidade com Allan Kardec, com a Joana de Angeles. E nós vemos no próprio título que Allan Kardec nos traz lá em o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 5, as causas anteriores e atuais das aflições. Na verdade, ele começa item quatro e cinco com as causas atuais e depois a partir do item seis ele vem trazendo para nós as causas anteriores dos das aflições que aqui Filomeno coloca dos sofrimentos e vai ser muito bem apresentado, apesar de sintético. Imagine se nós tivéssemos, né, a eh este tempo de estar aprofundando nessa história para poder chegar a até este ponto. E aí nós vemos na neste capítulo retornando ao caso de Noemi, e é uma dinâmica deste livro que tem os casos secundários que voltam à tona para eh o maior aprofundamento. E nós vemos nessa tentativa de Noemi de por termo a por termo a sua existência, exatamente pela descoberta do envolvimento do seu marido com a sua
ios que voltam à tona para eh o maior aprofundamento. E nós vemos nessa tentativa de Noemi de por termo a por termo a sua existência, exatamente pela descoberta do envolvimento do seu marido com a sua mãe. Mais adiante nós vemos o porquê, porque tudo tem uma justificativa. Mas é interessante nós observarmos que eh Noemi, ela estava nesta situação por condicionantes de outras existências. Esse estado de perturbação, de fato, ele chega para que nós diante da prova nós possamos eh atravessar sem nos deixar levar por esse estado de perturbação. Imagine que nada nos chega por acaso. Então, se deparar com uma ocorrência dessa não é fácil, mas a opção feita foi a a pior possível, mas foi a escolha que ela fez. E aí na história nós percebemos que o irmão Artur, pai da Noemi, é um pai extremamente zeloso. Ele pelos seus créditos espirituais consegue estar interferindo nessa assistência e nada menos do que a figura, a presença do Dr. Bezerra de Menezes atuando diretamente neste caso. E aí nós percebemos também que, eh, estando em um ambiente de UTI, nós sabemos que quem é da área da saúde sabe que ou quem já teve alguém que fez a visita neste ambiente sabe o quanto é um ambiente cheio de ruídos, de muita movimentação de profissionais, mas há um destaque aqui que Filomeno coloca havia silêncio naquela unidade. Então, este silêncio que não é comum na neste na unidade de terapia intensiva, não era o que estava eh na verdade ela com esse atordoamento tinha um ambiente que era favorável a ela não estar naquela situação. Aprendemos inclusive com Allan Kardec que o meio ele vai estar influenciando sim. Em verdade, ela tinha toda aquela aquela eh perturbação decorrente da vivência e do reconhecimento daquilo que foi a sua tentativa, mas que não conseguiu lograr êxito. E aí pensamos também e em termos de aprofundamento, de estarmos trazendo algo relativo a raiva, porque Noemi, ela teve uma precipitação decorrente de um sentimento de mágoa, de raiva que tomou conta dela. Então, imagine nós adotarmos
de aprofundamento, de estarmos trazendo algo relativo a raiva, porque Noemi, ela teve uma precipitação decorrente de um sentimento de mágoa, de raiva que tomou conta dela. Então, imagine nós adotarmos posturas e atitudes de eh o estado emocional que está abalado decorrente da descoberta que foi feita. E aí nós buscamos na benfeitora Joana de Ângeles, ela ela vai estar escrevendo em algumas obras a respeito da raiva, especialmente em conflitos existenciais. E aí ela vai estar dizendo para nós, a benfeitora, que a raiva é um sentimento que vai estar sempre exteriorizando toda vez que o ego ele se sente ferido. Então, ela vai se instalar inesperadamente. Nós precisamos cuidar disso, porque às vezes tomado pelas emoções, as nossas atitudes depois vão gerar ou um remorço ou um arrependimento. Lembrando que há uma diferença entre remorço e arrependimento, porque o remorço é esse primeiro estágio que eh nós vamos mudar, mas inicialmente nós somos tomadas pelo remoço e depois seguimos ao arrependimento, que é a mudança de comportamento. E aí nós não poderíamos deixar de lembrar que é muito muito nítido para nós a figura de Paulo de Tarso, que arrependido ele busca uma total conversão daquilo que era a sua, o seu comportamento, as suas atitudes, a sua maneira de se conduzir. Agora, é preciso também que nós pensemos que sentir raiva faz parte da natureza humana. Isso é normal. Agora vai ser grave quando nós sentimos e não sabemos como dominar. Aí é que vai entrar todo um processo que pode desencadear prejuízos para nossa jornada evolutiva quando somos dominados e não conseguimos ter o domínio e vamos na nossa condução nos deixar envolver mais e mais pela raiva. E aí quando nós pensamos em termos de organismo, a raiva ela vai promover em nosso corpo uma elevada descarga de adrenalina. Nós sabemos que a adrenalina é o hormônio que vai eh preparar o nosso corpo para situações de estresse, de medo, de luta, de fuga e também vai estar promovendo uma descarga do cortisol no sistema circulatório. Tudo
e a adrenalina é o hormônio que vai eh preparar o nosso corpo para situações de estresse, de medo, de luta, de fuga e também vai estar promovendo uma descarga do cortisol no sistema circulatório. Tudo isso vai comprometer o nosso sistema nervoso central, que vai ficar agitado. nós vamos estar na manifestação com ansiedade, com agitação. E aí é importante que nós quando vemos uma pessoa que está com raiva ou que é essa descarga de adrenalina por conta da reação fisiológica do organismo e aí o rosto parece que está todo vermelho, que é justamente por essa descarga da adrenalina e que vai trazer também para o sistema circulatório outros tipos de comprometimento. Mas nós também sabemos que a raiva com essa descarga vai trazer alterações nas glândulas de secreção endócrina por diversos problemas também ocasionados no aparelho digestivo e que juntando tudo isso nós teremos também alterações no nosso comportamento psicológico e tudo isso vai estar desencadeando prejuízos no nosso corpo, nas nossas emoções, no nosso psiquismo e precisaremos cuidar se isso se repete com frequência e se nós não estamos tratando adequadamente, que é a verificação dessas condições que estão desencadeando a raiva em nós, isso vai produzir o endurecimento das nossas artérias. que por sua vez também vai trazer prejuízos orgânicos, os mais variados. Agora, quando a benfeitora Joana de Angeles, ela faz uma análise da raiva, ela vai trazer que ela, a raiva, é um mecanismo de defesa do instinto de conservação da vida quando se opõe a qualquer ocorrência que nós interpretamos. como agressão. E às vezes nós sentimos raiva de alguma alguma situação que no relacionamento que estabelecemos o outro, ele não teve a intenção de estar provocando em nós este sentimento, mas recebemos como uma forma de agressão. E é importante perceber que esse círculo da raiva, ele é vicioso porque nós vamos nos adaptando a este modo de agir e vamos gerar este comportamento que vai se reproduzindo quando não vivenciando uma postura de
ante perceber que esse círculo da raiva, ele é vicioso porque nós vamos nos adaptando a este modo de agir e vamos gerar este comportamento que vai se reproduzindo quando não vivenciando uma postura de mau humor a todo instante. Então, ela também vem trazendo eh a raiva ser eh algo que é decorrente de pequenas frustrações que vão acontecendo no nosso cotidiano, que muitas vezes essas frustrações elas têm início no contexto da família, na constelação familiar. E aí ela vai trazendo às vezes os pais, eles são muito rigorosos, são imprudentes, não dialogam com seus filhos, não querem ouvir justificativas de alguns tipos de comportamento que foram adotados pelas crianças, pelos jovens. Então esta impossibilidade de diálogo, ela vai trazendo como sendo um fator desencadeador da raiva. Então tudo isso vai se acumulando e pela falta de oportunidade de defesa, os indivíduos eles vão se deixando envolver por este sentimento. E aí muitas vezes o indivíduo ele tem uma necessidade de afirmação e vai ser através da raiva que ele vai estar se manifestando. Mas aí quando nós trazemos o estudo em tela, Noemi, é claro que uma manifestação de raiva decorrente da do quadro que ela se depara de traição do seu esposo exatamente com a sua mãe. Quando a gente pensa, a traição é algo que ocasiona uma ferida em qualquer pessoa. Quando se pensa que este envolvimento ele é decorrente de duas pessoas que são o seu afeto, isso vai trazendo mais eh indignação, mais desejo de vingança, que foi exatamente o que surgiu na mente dei. E quando ela se dá conta que tentou, né, por termo a sua existência e não foi bem-sucedida, então é aquele mergulho eh na frustração e como eu vou me deparar frente ao outro com esta atitude. Aí vem a vergonha, vem a tristeza. E quando há o diálogo com o seu pai, é interessante observar que acontece inicialmente eh essa narrativa de Filomeno ela estando acordada, mas depois com a medicação que ela toma, que era justamente para poder acalmá-la, ela vai em desdobramento ter esse
servar que acontece inicialmente eh essa narrativa de Filomeno ela estando acordada, mas depois com a medicação que ela toma, que era justamente para poder acalmá-la, ela vai em desdobramento ter esse diálogo com o seu pai. E aí é interessante que o pai, tendo todo este cuidado, como nós falamos inicialmente, um pai que era zeloso, ele também é firme porque ele diz para ela: "Eu não sei dos três qual foi o mais errado". Então, naquele momento, ele está mostrando para Noemi que ela também tem o seu envolvimento, porque observem como ela vai estar eh indagando que é o que acontece com a maioria de nós quando nos deparamos com situações que são desafiadoras e são difíceis. Ela vai estar perguntando: "Onde está Deus que permitiu tanta? Ou seja, nós sempre temos que procurar culpados para aquela condição que foi buscada por nós mesmos, que aparentemente nós somos aquela pessoa boa, como ela mesma diz, eh, não sou inocente, não sou inocente, cumpridora dos meus deveres. Então, se nós temos este olhar perante o que está acontecendo somente na atualidade, nós não conseguiremos respostas para as diferentes situações, que são situações desafiadoras, dolorosas, difíceis de sofrimento que estamos a atravessar. E o pai eh vem trazendo eh todo um conjunto de eh de chamado a Noemi para a sua responsabilidade. E aí vem algo que o Dr. Bezerra de Menezes, que vai estar também interferindo neste momento, que traz a questão 621 de O livro dos Espíritos, onde está escrita a lei de Deus na consciência, na seguinte frase: Deus manifesta-se ao homem interiormente na consciência de cada um. Então, se nós aparentemente estamos esquecidos, porque está adormecido pelo esquecimento o nosso passado, nós não poderemos deixar de trazer a lembrança esta lei de Deus que no ato da criação foi depositado, depositada em cada um de nós. Então, essas leis elas precisam ser relembradas especialmente nesses momentos de aflições que estamos a nos deparar em nosso cotidiano. Então, por que ficar com mágoa, ressentimento,
m cada um de nós. Então, essas leis elas precisam ser relembradas especialmente nesses momentos de aflições que estamos a nos deparar em nosso cotidiano. Então, por que ficar com mágoa, ressentimento, com raiva, se precipitar nas atitudes que podem prejudicar toda uma jornada evolutiva que já foi construída, que foi pensada, que foi programada e que foi estudada por todos nós antes deste movimento da reencarnação. E nós sabíamos os fatos principais que aconteceriam em nossa existência e fomos preparados para isso. Mas diante da dor fraquejamos, nos esquecemos do compromisso assumido e aí adotamos essa postura que denota o nosso primitivismo. Então, nós temos aqui quando o pai a chama para a responsabilidade, a lembrança de que toda a responsabilidade ela traz para nós uma dinâmica de atitude. E qual é a atitude? O que eu faço para me corrigir perante as circunstâncias onde eu própria também estou caindo, me equivocando, provocando de sabor, gerando no outro raiva por conta de atitudes que muitas vezes foram impensadas no nosso modo de nos conduzirmos na vida. Então, que nós possamos estar cada vez mais pensando nas ocorrências que chegam para nós, trazendo a todo instante as leis do nosso pai que estão inscritas na consciência. Quando estamos com a consciência desperta, certamente nós ficamos mais abertos para a compreensão das diferentes nuances desafiadoras que chegam até nós. Então, está sempre buscando eh maneiras de se corrigir para que se equivoque menos, para que as falências sejam menores e adotando uma postura de maior responsabilidade perante a vida, porque é isso que o Pai aguarda de cada um de nós. Só fechando com a benfeitora Joana de Angeles, que diz que a raiva é normal. Agora, nós precisamos buscar os caminhos para que cada vez mais ela se faça menos presente na nossa maneira de agir. Então, essas são as nossas considerações iniciais a respeito deste capítulo. Obrigada, Tânia. Excelentes como sempre. E da sua fala a respeito da raiva, eu gostaria só deixar aqui a indicação
de agir. Então, essas são as nossas considerações iniciais a respeito deste capítulo. Obrigada, Tânia. Excelentes como sempre. E da sua fala a respeito da raiva, eu gostaria só deixar aqui a indicação paraa leitura de todos do capítulo 16 do livro Cartas e Crônicas, psicografia de Chico Xavier por irmão X, intitulado Belarmino Bicas, que ele vai apresentar para Humberto de Campos, né, a história dele. E ele fala assim, diga, né, que a raiva, a ira, a intemperança também matam, né, como sendo um caso de suicídio indireto. Então, vale aí a leitura para que a gente fique alerta. Então, agora nós passamos a palavra pro nosso querido Laudes. Boa noite, Laudes, seja bem-vindo. A palavra está com você. Boa noite, Gisele, Tânia, amigos que nos escutam eh num estudo aonde desejamos que todos possamos aprofundar num tema tão valioso como nos propõe nosso querido Manuel Filomeno de Miranda pelas mãos abençoadas do nosso Edivaldo. Então, nossos votos de alegria para todos que estão conosco no estudo. E a temática é tão interessante quando vamos aprofundar as questões dos estudos para iniciarmos uma pequena reflexão. Estamos avaliando um caso de uma tentativa de um suicídio. E quais são as condições mentais de interpretação dos acontecimentos da vida diária dessa querida irmã que tentou o suicídio? Como que ela interpreta os fatos corriqueiros da sua existência? Ela se considera inocente. Ela se considera como se a vida dela estivesse sendo feito todo o processo de acordo com a ordem e não consegue encontrar as raízes do porquê tanto sofrimento. Quando nós avaliamos a própria chamada do capítulo que a Tânia nos trouxe brilhantemente a recordar do Evangelho Segundo o Espiritismo, as causas anteriores das aflições ou dos sofrimentos, nos faz entender o real sentido da nossa existência quando consideramos do ponto de vista espiritual. Não podemos deixar de rememorar a nossa querida Ivone do Amaral Pereira no livro Memórias do Suicida quando nos traz que o suicida, em próxima jornada terá
o consideramos do ponto de vista espiritual. Não podemos deixar de rememorar a nossa querida Ivone do Amaral Pereira no livro Memórias do Suicida quando nos traz que o suicida, em próxima jornada terá novamente o desejo, a vontade, o ímpeto de ter ação contra a vida. Ou seja, a própria natureza vai conduzir o indivíduo para chegar o momento da sua existência e ele poder romper aquela vontade, ele poder sublimar mesmos acontecimentos da sua existência, ele vai olhar aqueles acontecimentos e sublimar e ver que a vida é muito mais do que aquele sofrimento momentâneo que ele tá passando. Agora, percebam que a mudança da lente sobre o sofrimento se faz necessário. Então, quando nós pegamos um processo reencarnatório que nós temos às vezes no nosso lar, né, hoje as crianças que fazem parte da da nossa família ou pensando nos momentos em que nós éramos as crianças que tínhamos um lar que estávamos educando e orientando as fundamentações de comportamento ético moral para podermos identificar os pontos relevantes da nossa existência. Porque Jesus deixou de maneira categórica a sua afirmação: "No mundo tereis aflições." Ou seja, ninguém e nenhum de nós estaremos livres das aflições. Estamos num mundo de provas e expiações, provando, espiando e passando por por aflições incontáveis. na pobreza, na riqueza, na saúde, na doença. Todos nós vamos enfrentar dias ensolarados, nublados e poder encontrar sim dias de tristeza em momentos ensolarados e dias felizes às vezes em momentos chuvosos na própria tormenta. Agora, o que nos faz mudar este ponto de vista para considerar os fatos e os acontecimentos da nossa existência, as questões da espiritualidade, a religiosidade, mas o conhecimento real do processo da reencarnação, podemos lembrar da lei do amor no próprio evangelho, segundo a palavra do alfabeto divino, o amor e a reencarnação, as causas anteriores se não estão nessa, estão em jornadas passadas. Então, quando o indivíduo consegue perceber que os fatos de acontecimento devem ser relevado sobre uma balança
or e a reencarnação, as causas anteriores se não estão nessa, estão em jornadas passadas. Então, quando o indivíduo consegue perceber que os fatos de acontecimento devem ser relevado sobre uma balança para colocar nos na no plano de avaliação para identificar as raízes desta ou da próxima e poder sublimar os acontecimentos, faz de uma maneira inteligente, racional, para que ele saia da acomodação. Eu achei brilhante quando o benfeitor coloca diluentes de ordem mental que afetam a manutenção do equipamento emocional, ou seja, diluentes de ordem mental. Para diluir uma ordem é sinal que a mágoa, a raiva, os sentimentos corriqueiros do dia a dia vão diluindo, vão alterando uma ordem mental. E a depender desses automatismos diários que todos nós vamos passando, a chegar o momento de afetar o nosso sistema emocional. Então, as pequenas raivas diárias, as pequenas mágoas, as pequenas ias, os pequenos acontecimentos, se não forem avaliados de uma maneira aonde a razão e a consciência estejam interpretando, a interpretação será através das sensações. O corpo físico naturalmente começa a afetar o seu estado fisiológico. Eu começo a alterar o meu sistema autonômico e o meu sistema autonômico gera sensações de simpáticotonias paras simpáticotonias. Eu estou afetado por uma ação externa porque não tive a habilidade de poder avaliar os acontecimentos. A chegar um ponto dos meus equilíbrios estarem afetados. E logicamente, se eu não atentar, desenvolvo as patologias psicossomáticas de médio a longo curso no processo existencial. Fechando o parêntese dessa primeira interpretação, é importante voltarmos na análise do livro que estamos estudando. Como foi que ela pôde interpretar os acontecimentos? Porque a vida foi lhe levando a um momento de decisão. E como coloca o equipamento emocional, não é? Enfraquecido por falta da vontade, a fraqueza da vontade e a acomodação moral. Vem o pai e lhe chama a responsabilidade, porque se não for chamada a responsabilidade se mantém como criança imatura, ainda
raquecido por falta da vontade, a fraqueza da vontade e a acomodação moral. Vem o pai e lhe chama a responsabilidade, porque se não for chamada a responsabilidade se mantém como criança imatura, ainda numa dependência emocional externa, como se o responsável pelo sofrimento, o responsável pela dor fosse qualquer outra pessoa ou qualquer outra responsabilidade de ordem divina ou sobrenatural sobre a sua existência e o indivíduo não assume o próprio controle, não somente pela sensação do medo, mas principalmente pela acomodação moral. Veja que profundo a acomodação, a fraqueza da vontade de poder avaliar e poder sair daquele lamaçal. Então, quando o indivíduo se desperta com responsabilidade dos atos cometidos e entender que sofre e o sofrimento vai ter bases fundamentais de mudança de conduta, assume essas as suas responsabilidades e modifica-se, ele sai de uma inércia, ou seja, ele sai de um processo de diluente de ordem mental para solidificação da ordem. Eu coloco ordem nos meus pensamentos, eu coloco ordem na minha rotina, eu coloco ordem na minha existência, de forma que os acontecimentos já não mais coordenam através dos automatismos a minha existência. Eu faço despertar da razão. Eu começo a cada vez mais fortalecer o pensamento íntimo e o raciocínio próprio sobre as sensações que já afetam o meu fisiológico, mas também antecipando os fatos, podendo ver quais são os pontos positivos que eu posso avaliar na minha existência que aconteceram no dia de hoje. Mas quantas reclamações eu já não pude fazer no dia de hoje? Quantos apontamentos negativos eu já não fiz, talvez no dia de hoje, tá? Mas será que eu pude identificar quantas coisas agradáveis, benéficas, que trouxeram brilho à minha existência ou eu perdi a capacidade? O automatismo da minha rotina está me fazendo viver de um efeito manada existencial entre um processo reencarnatório aonde os prazeres estão como eles como o próprio brancoitor coloca. anestesiando os centros do discernimento. Eu vou manter anestesiado porque vou
o manada existencial entre um processo reencarnatório aonde os prazeres estão como eles como o próprio brancoitor coloca. anestesiando os centros do discernimento. Eu vou manter anestesiado porque vou vivendo através das paixões grosseiras, das arbitrariedades, corrompendo o corpo, a mente, a alma. E hoje é tão fácil estarmos estimulando a nossa mente através das próprias redes sociais. Vamos colocando no rios e acompanhando. E daqui um pouquinho a inteligência artificial já consegue nos conhecer um pouquinho melhor os desejos, gostos e necessidades. E daqui um pouco eu consigo perceber que eu passo duas, 3, 4, 5 horas e o mecanismo com a impressão de distrair a minha mente, mas logo percebo que estou sendo controlado e não mais estou no controle mental. a minha mente vai perdendo através justamente desse entorpecimento. Eu vou anestesiando os meus centros, mas a vida ela vai me trazer a sua própria responsabilidade, me trazendo o sofrimento. E se porventura eu já tiver o delito ou débito de existências passadas que estejam vinculados na área do suicídio, pequenos acontecimentos de talvez um sorriso não correspondido, de talvez não ser atendido como esperava de uma expectativa de uma relação familiar ou não. E de repente o próprio sentido da vida se faz desfalecer. as entidades obsessoras se aproximam e começam a dar vazão ao meu fluxo mental de desistência. Como os centros já não apresentam nenhuma ordem e já não há um controle íntimo, eu facilmente sou manipulado. E conforme eu vou sendo manipulado, o controle externo, mesmo hoje, envolvendo as questões, sejam de redes sociais ou sejam de procuras de informações, me induzem justamente aos padrões vibratórios e automáticos que eu estava vivendo. E daqui um pouco pequeno acontecimento me faz decidir e tomar decisões contra a própria vida, porque já havia no meu plano reencarnatório o momento, é claro, mas sem as ferramentas necessárias de preparação para enfrentar tal situação. Então o livro vem nos trazer a informação paraa nossa
ida, porque já havia no meu plano reencarnatório o momento, é claro, mas sem as ferramentas necessárias de preparação para enfrentar tal situação. Então o livro vem nos trazer a informação paraa nossa existência, para assumirmos o controle mental, solidificar, não mais diluir. Mas o que me dilui? Tânia nos trouxe brilhantemente a raiva, por exemplo, a mágoa, o ressentimento, a ganância. Quais são os meus sentimentos durante o dia que me mantém ainda em processo de dormência mental para não tomar ação? Essa acomodação moral que não me faz reagir, o que me faz manter a fraqueza da minha vontade, qual é? É ainda justamente a desculpa para tentar me vincular às paixões grosseiras. Mas eu entendo, não, mas eu mereço o descanso, eu mereço o entretenimento. Claro, mas será que talvez eu não possa aprender a me entreter com uma música, com uma obra de arte, com uma pintura, com um passeio com a minha família? Há quanto tempo eu não paro para observar um pôr do sol ou um nascer do sol ou verificar o desabrochar de uma rosa? Questões simples, aonde a própria mãe natureza vai nos fazer refletir sobre a origem do nosso próprio universo daqui um pouco sobre a minha própria existência. Daqui um pouco real sentido da minha vida, logo eu estou religado ao criador, porque tomei um momento da minha vida para glorificar, para contemplar, para estar em harmonia com o universo. Eu estou solidificando uma ordem, uma ordem natural do meu próprio organismo. O meu organismo requer uma ordem. Nós temos todo um processo nictameral de refazimento dos órgãos, dos tecidos, das células, mantendo o funcionamento pleno. Se eu excedo em qualquer ponto do meu sistema fisiológico, gestivo, respiratório, mental, o próprio corpo será exío cobrador. acordo com as minhas enxaquecas, com problemas grásticos, refluxos, processos diarreicos e tantos outros a depender dos excessos cometidos. E na mente, será que não? Porque quando o bemor Bezerra de Menezes se aproxima dela e faz uma avaliação e coloca avaliando os arquivos mentais do
cos e tantos outros a depender dos excessos cometidos. E na mente, será que não? Porque quando o bemor Bezerra de Menezes se aproxima dela e faz uma avaliação e coloca avaliando os arquivos mentais do espírito, ou seja, os fluidos mentais já não são mais os fluidos que estão envolvidos com as questões do cérebro, mas arquivos mentais do espírito. Dr. bezerra brilhantemente traz um acontecimento e um acontecimento que marca-lhe o espírito para em jornadas futuras entrar num processo de reparação aquela coletividade. todos estariam saindo beneficiados por tal acontecimento, mas por indução externa necessário foi recordar a vivência através deste sonho no próprio estado agora que estava sobre o efeito medicamentoso, no sono que estava induzido, lá ainda há um sonho para trazer as recordações. Mas veja o brilhantismo. Aqueles que acompanhavam também visualizavam, sentiam, seja ali não, talvez uma tela plasmática para poder avaliar ou mesmo fazendo a avaliação internamente pelo seu próprio espírito a refletir e conseguir sentir e visualizar a cena projetada através das induções magnéticas do nosso querido benfeitor Bezerra de Menezes. Ou seja, todos os nossos acontecimentos e pensamentos estão imersos em um fluido cósmico universal. Não há um balançar da asa da borboleta que não afete o a orientação dos planetas. Precisamos entender que a complexidade do microcosmo no nosso corpo físico ou do macrocosmo está fazendo uma ligação de forma que cada um de nós devemos assumir as nossas responsabilidades e compromissos para com a nossa existência, com a existência do coletivo, mas principalmente da unidade divina. entender a unidade divina e compreender de uma forma que possamos vislumbrar no nosso íntimo os atributos da divindade, é aproximar-nos da da criação sobre um processo de cocriadores, como André Luiz também nos apresentou no livro Evolução em Dois Mundos do universo em que nós estamos vivendo. Entender a complexidade da nossa existência nos faz assumir a responsabilidade,
riadores, como André Luiz também nos apresentou no livro Evolução em Dois Mundos do universo em que nós estamos vivendo. Entender a complexidade da nossa existência nos faz assumir a responsabilidade, sair da fraqueza, envolvido, envolvidos agora sobre a ação da vontade para fazer com que a nossa vida comece a ganhar o brilho diário, encontrando no meio do lamaçal o lírio, que dali vai extrair o sumo e poder apresentar então talvez os belíssimos ah colorar. as suas flores, mas também os seus grandes aromas. Como que não vamos poder encontrar as maravilhas da nossa vida mesmo nos momentos dolorosos? Eu lembro do livro da psicologia da gratidão da nossa querida benfeitora quando falava: "A laranja oferece o seu fruto do laranjal através do sentimento de gratidão à vida. Os lírios e as flores apresentam seu perfume de gratidão à vida. Qual é o nosso produto de gratidão à vida que nós estamos tendo? Estamos reencarnados e será que perdemos a capacidade de descobrir o brilho da misericórdia divina que nos envolve em todos os dias desta existência? Estamos tendo hoje uma grande oportunidade. Talvez amanhã possamos seguir com oportunidades maravilhosas e vamos deixar passar. Por quê? Para quê? O automatismo ainda controla ou eu sou capaz de iniciar o próprio controle e terminar o dia? talvez mais sobrecarregado mentalmente por estar assumindo, talvez vencendo os vícios e sentindo o corpo físico exigindo necessidades fisiológicas, mas a minha mente assumindo o controle terminar o dia em prece agradecendo e pedindo então aos benfeitores que nos auxiliem com a boa vontade e com esforço para seguir projetando a nossa vida para a nossa nosso aperfeiçoamento. ético moral. Essas seriam as reflexões. Eu gostaria de contribuir também na noite de hoje. Obrigada, Laudes. Também excelentes e muito oportunas as tuas reflexões. Eh, me recordei quando você trouxe a respeito da psicologia da gratidão, eh, que você falou da da laranja, né? Eh, aí eu fiquei pensando, ele vai falar talvez
ntes e muito oportunas as tuas reflexões. Eh, me recordei quando você trouxe a respeito da psicologia da gratidão, eh, que você falou da da laranja, né? Eh, aí eu fiquei pensando, ele vai falar talvez que ela precisa ser esmagada para produzir o suco, mas ele trouxe uma outra abordagem que me remeteu a questão de que a flor para produzir também o seu perfume precisa ser esmagado, fazendo uma analogia aos sofrimentos que acontecem conosco, as dores, as lutas, para que também de nós brilhe a luz, né, que Jesus nos convidou. Então, queridos amigos, muito obrigada pela companhia de todos, pela participação. É sempre uma grande alegria nos encontrarmos aqui. Desejamos muita paz e até o nosso próximo encontro. Até lá.
Vídeos relacionados
T5:E24 • Nas Fronteiras da Loucura • Trama na treva
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Laudelino Risso, Tânia Menezes
T5:E6 • Nas Fronteiras da Loucura • Primeiras providências
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Eulália Bueno, Tânia Menezes
T5:E26 • Nas Fronteiras da Loucura • Técnica de libertação
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Laudelino Risso, Vitor Silvestre
T5:E11 • Nas Fronteiras da Loucura • Morrer e libertar-se
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Lincoln Barros de Sousa, Tânia Menezes
T5:E13 • Nas Fronteiras da Loucura • Despertamento em outra realidade
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Laudelino Risso, Lincoln Barros de Sousa
T5:E32 • Nas Fronteiras da Loucura • Retorno ao lar
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Andreia Marshall Netto, Laudelino Risso
T5:E18 • Nas Fronteiras da Loucura • Apontamentos necessários
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, João Korngold, Gisele Risso, Laudelino Risso
T5:E31 • Nas Fronteiras da Loucura • Reencontro feliz
Mansão do Caminho · Grupo de Estudos Suely Caldas Schubert, Philomeno de Miranda, Gisele Risso, Eulália Bueno, Laudelino Risso