T4:E28 • Tramas do Destino • Caridade: discrição e devotamento ao bem
» Grupo de Estudo Suely Caldas Schubert • Temporada 04: Tramas do Destino (Philomeno de Miranda) • Episódio 28: Caridade: discrição e devotamento ao bem (capítulo 27) » Host/resumo: Gisele Risso Comentários: João Korngold e Tânia Menezes
Boa noite, queridos amigos, queridas amigas que nos acompanham nesse estudo online do grupo Sueli Caldas Schuber. Nós saudamos a todos com grande alegria para que hoje possamos dar continuidade ao estudo da obra Tramas do Destino, psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco, através do espírito do Benfeitor Manuel Filomeno de Miranda. Hoje nós contamos com a presença dos queridos irmãos Tânia e João, que irão nos trazer o aprofundamento deste capítulo 27 que nós abordaremos no dia de hoje. Então, antes de darmos início ao resumo e aos aprofundamentos, convidamos a todos para que nos unamos em oração. Amado mestre Jesus, queridos amigos da espiritualidade superior, benfeitores espirituais deste grupo de estudos, desta família que se reúne nos quatro cantos do mundo através da internet. A nossa gratidão pela oportunidade de estarmos aqui nesta noite mais uma vez. E o pedido para que os nossos amigos espirituais nos abracem a todos, nos consolem, nos auxiliem no entendimento das verdades trazidas pelo nosso querido benfeitor Filomeno de Miranda nestas páginas luminosas e que possamos, Senhor Jesus, ao término deste estudo de hoje, nos sentimos mais revigorados, fortalecidos, animados. Que o seu amor e a sua paz permaneçam conosco hoje e sempre. Que assim seja. Então, hoje, como nós já havíamos mencionado, vamos estudar o capítulo 27 intitulado Caridade de Escrição e devotamento ao bem. Neste capítulo, o benfeitor vai nos trazendo revelações a respeito dos relacionamentos do passado que reúnem novamente os mesmos personagens. agora nesta reencarnação. E aí ele então começa dizendo que o Cristo pairava naquele grupo de almas afeiçoadas ao evangelho e que todos provinham de experiências aflitivas em que temperaram o ânimo nos altos fornos dos testemunhos bem vividos, compreendendo desse modo as reais finalidades da reencarnação. Na família Ferguson, o sofrimento abriu as áreas de semeação, em que o arado das expiações e das provações sucou a terra adusta para a sementeira divina do
e modo as reais finalidades da reencarnação. Na família Ferguson, o sofrimento abriu as áreas de semeação, em que o arado das expiações e das provações sucou a terra adusta para a sementeira divina do evangelho da vida. O Senhor Rafael, realmente vitorioso sobre si mesmo, guardava na face e no corpo os sinais e as mutilações das batalhas ásperas que tivera de travar para reencontrar-se. A forja de alta temperatura da ranceníase e o ácido das perturbações na consciência pejada de culpas, modificaram-lhe a estrutura brutal do temperamento férreo, em cujo esforço soube aplicar as reservas de energia para os ingentes labores autoiluminativos. Quando o homem mal se decide à bondade, é ardente na recuperação do tempo mal baratado e na redenção de si mesmo, tudo investe e nada teme até o encontro marcado com a consciência liberada. Com as conquistas realizadas no período de internação hospitalar, nosso amigo iniciava a produção do bem real em si mesmo. Não fora sua estado em Dax, na França, em que malograra malfadado. Antes de envergar o corpo de Jorges, estivera como governante mais arbitrário, decidindo destinos na velha fortaleza de que se destacava. ainda sobranceira dominadora sobre a cidade, volver aos mesmos sítios a fim de recuperar-se e não o conseguiu, agravando mais ainda as responsabilidades em face dos novos delitos. E aí o benfeitor destaca: "Não se impõe uma sobrecarga difícil de conduzida ou insuportável, porque o amor jamais pune em todo e qualquer cometimento educativo." Em diversas circunstâncias, dona Delaide e o Venerando Natércio conduziam Rafael aos sítios de desditas nas baixas esferas espirituais. onde padeciam cpares de antigas loucuras que não despertaram para as realidades da vida e careciam de socorro. Vítimas das circunstâncias apresentavam-se enlouquecidos pelo ódio que os comburia, dementados pela monoideia da vingança, em deformidades perespirituais estarrecedoras, como decorrência das próprias construções mentais a que se permitiam e sustentavam a preço de desgraça
s comburia, dementados pela monoideia da vingança, em deformidades perespirituais estarrecedoras, como decorrência das próprias construções mentais a que se permitiam e sustentavam a preço de desgraça incessante. O antigo senhor da fortaleza sombria atemorizava-se, formulando projetos sob a inspiração do Cristo com olhos postos no futuro. do passado, acompanhava o don Artemis, que lhe foi esposa fiel durante as mais arbitrárias imposições da selvageria de que era objeto, e perseverava constante, procurando atenuar os males que perpetrava, como seréia bondosa junto aos infelizes e por eles intercessora, quando a cidade pertencia ao vcondado de Berhan Bear. Bear, nos idos do século X, tempo em que a fortaleza foi levantada, a dor sublimada e sara à luz, enquanto o desnaturado consórte mergulhava no abismo de onde se ofereceu para erguê-lo na atual reencarnação. Ele colocando pelas mãos de Cândido, uma das suas antigas vítimas, a mensagem libertadora de Jesus pela revelação espírita. É da lei que a vítima socorra o agressor, porque a claridade mergulha no foso para clareá-lo e o auxílio sempre é proporcionado por quem se encontra em posição melhor e mais feliz. Cândido à época, sofrera-lhe ru de perseguição, que resultou na morte impiedosa que lhe foi infringida. de formação social humilde, não agasalhou as labaredas do desejo da vingança, liberando-se, por sua vez, da insânia passada em hostes bárbaras, quando quando da invasão da Europa, progredindo, emulado pelo amor, não tivera dificuldade de aceitar a revelação espírita que lhe chegou à alma no santuário do Lar Humilde, onde recebeu a formosa formação oral para O atual compromisso. Ao ensejo dos sacrifícios de Artemis em Dax. No passado medieval, Hermelinda foi sua irmã dedicada que a substituiu pelo matrimônio imposto pelo cunhado após a sua desencarnação, também sucumbindo sob os maus tratos e imposições do caprichoso e infeliz esposo. Poucos anos depois. renasceu para ajudar, vinculando-se pela consanguinidade
to pelo cunhado após a sua desencarnação, também sucumbindo sob os maus tratos e imposições do caprichoso e infeliz esposo. Poucos anos depois. renasceu para ajudar, vinculando-se pela consanguinidade ao verdugo e volvendo a ser a irmã incomparável da cunhada. A programática dos mapeamentos reencarnatórios examina os antecedentes e as possibilidades ajustáveis para os mistérios elevados, quando estão em jogo tentam relevantes de grupos espirituais em processo redentor. O Senr. Rafael receava aparecer no centro, explicando que temia ferir a sensibilidade do próximo e expor os familiares a sofrimentos, porque neles se viam as marcas da ranceníase. E aí, então ele gostaria de poupar os seus familiares as humilhações desnecessárias, apesar das explicações honestas que fundamentava em zelo por todos. A esposa e a cunhada demoveram-no após ouvirem a sempre carinhosa e devotada Epifânia, que disse: "Esta é a casa de Jesus, onde os filhos do Calvário, que somos quase todos, encontramos alento e amparo. Se aqui não viermos, para onde vamos? Que se não constranja o querido irmão Rafael e venha ajudar-nos. dando uma dose de humor oportuno, ela conclui: "Sem dúvida, não nos encontramos num salão social em que a beleza do corpo desfila, pois não?" Nossa disputa assume relevo mais expressivo, a aquisição da beleza da alma. sem maiores esforços, então ele passa a frequentar o núcleo, vencendo o constrangimento inicial e o e reencontrando a naturalidade. E todos se esforçaram muito para que o pudessem auxiliar, o recepcionar, o acolher. No Francisco Xavier, as atividades edificantes não facultavam tempo a ociosidade e nos estudos doutrinários exprravam-se convenência, o descrimes morais, as frivolidades, arregimentando os servidores para as ações do autoburilamento, base para os empreendimentos de qualquer natureza superior. A mediunidade de Hermelinda desdobra-se consoladora no ministério desobcessivo a que se entregava a alma feliz. Concomitantemente, ela atuava nos passes em dias próprios, ao lado de dona
eza superior. A mediunidade de Hermelinda desdobra-se consoladora no ministério desobcessivo a que se entregava a alma feliz. Concomitantemente, ela atuava nos passes em dias próprios, ao lado de dona Artemis, que ganhou a alcunha delicada de irmã Doçura pela forma carinhosa com que recebia a todos. E aí então seu Rafael sentia saudades daqueles irmãos seus que ficaram na colônia de rancenianos. E ele temia que ante a sua ausência o clube do otimismo viesse a ser extinguido. Então ele fala com o Dr. Armando Passo sobre a sua vontade de ir ajudar dois dias por semana aquele grupo do otimismo. E o médico, claro, fica muito feliz e se dispõe para que pudesse mandar um carro que o ajudasse na locomoção. Então ele passa passou a frequentar novamente, mas agora como alguém que auxilia aqueles que lá estão, duas vezes por semana pela manhã e voltando ao entardecer. E aí então finaliza o capítulo nos trazendo Filomeno de Miranda. Desde então, nos dois dias, dentre os que não trabalhava no Francisco Xavier, o ex-leeproso da alma adentrava-se pela colônia de agonia para ajudar em nome de Jesus, retribuindo em parcelas de amor quanto recebera, em bênçãos eternas de felicidade. Então agora nós passamos a palavra paraa nossa querida irmã Tânia, que iniciará os aprofundamentos. Seja bem-vinda, Tânia. Boa noite a todos os amigos e amigas que estão conectados conosco para mais este encontro com esta obra fantástica apresentada por Manuel Filomeno de Miranda. Agradeço a vocês, Gisele, por ter trazido de forma tão suave o resumo deste capítulo e a João, que vamos dividir aqui hoje os aprofundamentos. Eu pensei de eh sempre quando me é destinado este este aprofundamento ou essa participação no livro, eu fico a pensar no que poderia estar trazendo que já não apresentamos em conteúdos anteriores, seja dessa obra, seja das obras que já estudamos anteriormente. E eu fico sempre com esta interrogação a respeito daquilo que vamos levar e que mesmo que já tenha sido apresentado, a forma como nós abordamos, ela não é a
a das obras que já estudamos anteriormente. E eu fico sempre com esta interrogação a respeito daquilo que vamos levar e que mesmo que já tenha sido apresentado, a forma como nós abordamos, ela não é a mesma. E o que foi que eu pensei para a noite de hoje? falar um pouco a respeito da reencarnação com uma abordagem eh mais eh relativa a este propósito, ao reconhecimento da nossa função aqui na Terra. Então, vamos estar trazendo um pouco a respeito da reencarnação. E para isso nós precisamos eh entender que a reencarnação é um conceito chave que é apresentado pela doutrina dos espíritos, que vai nos ajudar ao entendimento a respeito da lei divina. Então, entender a importância da reencarnação para que nós possamos explicar uma série de questões a princípio da própria justiça divina, a diversidade dos destinos, onde se dá o processo evolutivo na no qual todos nós estamos mergulhados. E aí quando nós buscamos a questão 138 de O Livro dos Espíritos, cujo tópico ele é destinado à encarnação dos espíritos, nós encontramos um questionamento de Allan Kardec aos benfeitores que eh ele vai indagar se tem necessidade da encarnação os espíritos que desde o princípio eles seguiram o caminho do bem. E o que os benfeitores vão estar respondendo para nós? Que todos fomos criados simples e ignorantes. Este conhecimento todos nós já temos. E nesta criação nós vamos nos instruir nas lutas e nas tribulações da vida no corpo. E se Deus é justo, ele não poderia, na sua justiça fazer com que uns fossem felizes e outros não. sem fadigas, sem trabalhos e consequentemente sem o mérito para poder estar vivenciando a felicidade. Então, nesta resposta que os benfeitores nos apresentam, nós podemos compreender que todos nós na criação partimos do mesmo ponto, que é a simplicidade e a ignorância. E vamos sair deste lugar conforme tenham sidos sido as nossas escolhas, a maneira como nós utilizamos o nosso livre arbítrio, a nossa vontade. E tudo isso vai se construindo ao longo das sucessivas reencarnações e
deste lugar conforme tenham sidos sido as nossas escolhas, a maneira como nós utilizamos o nosso livre arbítrio, a nossa vontade. E tudo isso vai se construindo ao longo das sucessivas reencarnações e todas são direcionadas ao mesmo destino que é a plenitude. Aí nós buscamos através da psicografia de Marco Prisco pelo nosso querido Divaldo Franco, ele vai dizer que a existência terrestre ela tem por finalidade desenvolver em nós dois aspectos, a inteligência e a moralidade. Quando nós pensamos no aspecto da inteligência, é algo que é muito mais prático a busca individual. Aqueles que eh apresentam maior disposição investem mais nesta busca. Mas quando nós pensamos no aspecto moral, este é um investimento que muitas vezes nós declinamos quando nos deparamos com os diversos obstáculos que vão surgindo em nossa caminhada. Mas nós sabemos que tanto a inteligência quanto a moralidade, elas estão incitas, adormecidos no nosso ser. Então, toda a nossa existência, ela tem propósitos que devem ser buscados individualmente. Por isso, a importância de aproveitamento do nosso tempo, aquilo que nos foi destinado em nosso processo evolutivo, que agora se dá nesta presente existência. E aí, Marco Prisco também vai falar nesta mensagem que a Terra é uma escola de bênçãos que vai nos capacitando constantemente a este processo evolutivo, mas que nós, para que nós possamos atingir aquele patamar mais alto, nós precisamos subir cada degrau dessa escada. Quando nós eh lemos a respeito desta escola de bênçãos, nós nos recordamos que a benfeitora Joana de Ângeles, no livro Constelação Familiar, ela também vai dizer que o lar é um celeiro de bênçãos. Então, no lar nós encontramos este celeiro e nós temos que a terra é esta escola, ou seja, tanto o lar quanto a existência nossa no planeta está nos oferecendo esta possibilidade de estarmos refazendo os nossos caminhos, mas que precisamos estar atentos. Qual é mesmo a nossa meta? Quais são mesmo os mesmos os nossos propósitos, aquilo que estamos
oferecendo esta possibilidade de estarmos refazendo os nossos caminhos, mas que precisamos estar atentos. Qual é mesmo a nossa meta? Quais são mesmo os mesmos os nossos propósitos, aquilo que estamos estabelecendo quase que a todo instante como meta a atingir para que de fato possamos atender ao programa que foi estabelecido para nós. Então, nós renascemos para poder tornar o objetivo existencial significativo. Então, nós temos que perseguir esta meta, aquilo que foi estabelecido para cada um de nós. E é o que Filomeno ele vai destacar na primeira página deste capítulo sobre a compreensão das reais necessidades, finalidades da reencarnação, que aquele grupo familiar, a família que está sendo apresentada nesta narrativa, o senhor Rafael, a dona Artemes, Hermelinda, os seus filhos do casal, enfim, cada um precisa descobrir o seu propósito e tornar este objetivo que vamos perseguir significativo na sua existência. Então, este comentário de Miranda no início do capítulo, ele vai nos alertar sobre esta compreensão que precisamos ter a respeito de estarmos aqui para mais uma experiência e estarmos constantemente fazendo uma indagação a nós mesmos a respeito deste propósito. que de fato nós estamos aqui inseridos naquele contexto familiar, talvez em um contexto onde alguns desses membros sejam mais difíceis, outros facilitam o nosso processo. E aí quando nós buscamos o livro Caminho, Verdade e Vida, que é o primeiro livro da série evangélica apresentada por Emanuel, através da psicografia de Chico Xavier, nós temos um capítulo que é o de número 108, que é intitulado Reencarnação. E Emanuel vai está extraindo do evangelista Mateus, capítulo 18, item 8, a seguinte narrativa de Jesus, que é conhecida nossa. Portanto, se a tua mão ou o teu pé te escandalizar, corta-o e atira-o para longe de ti. Aí abre uma pausa e continua: "Melhor te é entrar na vida coxo ou alejado do que tendo duas mãos ou dois pés serem lançados no fogo do eterno." No fogo eterno. E aí a primeira e compreensão
nge de ti. Aí abre uma pausa e continua: "Melhor te é entrar na vida coxo ou alejado do que tendo duas mãos ou dois pés serem lançados no fogo do eterno." No fogo eterno. E aí a primeira e compreensão que vamos estar extraindo desta análise de fala de Jesus é que temos a certeza de que não passa pela cabeça do mestre esta conotação de mutilação, cortar, atirar para que não sejamos lançados no fogo eterno. orientação que ele deu não vai neste sentido. É necessário que nós tenhamos uma compreensão mais abrangente e a partir daí possamos entender o funcionamento do processo do processo evolutivo e destes mecanismos da lei divina, esses desajustes que o próprio espírito ele passa a criar quando ele vai se afastando da lei divina. comprometendo o próprio corpo espiritual e que vai desencadear no futuro as experiências expiatórias, que foi exatamente o que nós vimos ao longo deste livro com o processo da ranseníase vivido pelo Senhor Rafael. Então essa fala de Jesus, ela vai estar anunciando a respeito da reencarnação de voltar mais uma vez vivenciando as consequências de atitudes pretéritas, pregressas, que geraram os desajustes, os desequilíbrios que foram perpretados pelas próprias ações. Então, a reencarnação, ela sempre será este ponto chave para a nossa compreensão das questões que envolvem a filosofia, porque a filosofia vai estar a todo instante fazendo com que apresentemos os diversos questionamentos em relação aos problemas que estamos vivenciando, aos desafios que nos deparamos. sobre as questões que envolvem a morte. Então, para que possamos estar entendendo isso, só mesmo buscando esta variável que se chama reencarnação, que é a chave para poder desvendar todas essas nossas inquietações. Se não pensarmos na reencarnação, nós estaremos transitando por caminhos que não terão saída. E aí, como podemos conciliar a justiça divina com caminhos tão antagônicos que nos são apresentados? a exemplo de indivíduos que desde o nascimento eles são marcados por dores, por lutas, por dificuldades,
como podemos conciliar a justiça divina com caminhos tão antagônicos que nos são apresentados? a exemplo de indivíduos que desde o nascimento eles são marcados por dores, por lutas, por dificuldades, ao passo que a gente olha pessoas ao nosso redor que parece que tudo é só facilidade na sua vida, vivem mergulhados na felicidade, na abundância de recursos, de oportunidades. Então, por que uns têm mais? e outros têm menos. Talvez tal eh não tenhamos em mente, mas nós tenhamos solicitado em nosso planejamento estar passando por aqueles sofrimentos para que possamos amadurecer alguma virtude que consideramos essencial, relevante para a nossa caminhada. Ou podemos de fato estar atravessando estes sofrimentos decorrentes das ações que foram perpretadas em vidas pregressas. Aqueles que agora estão com esta vida de mais facilidades, talvez numa experiência anterior não tenha vivido tantas facilidades como essas que se apresentam no momento. Então, as existências sucessivas elas vão estar permitindo passarmos pelas diferentes alternâncias. Hoje eu passo pela beleza, mas anteriormente eu vivenciei a fealdade. Hoje eu passo pela carência, mas anteriormente eu atravessei a riqueza. Hoje eu estou no poder, mas anteriormente eu vivenciei a subalternidade, masculino, feminino. Então são essas alternâncias que vão favorecendo o amadurecimento espiritual e o avanço em nossa marcha ascensional. Então, nós não podemos analisar as tramas do destino fazendo apenas um recorte. O senhor Rafael, ele foi diagnosticado com a ranceníase, mas esse diagnóstico tem uma história por trás disso. Essa história, ela está sendo decorrente das ações que foram praticadas por ele ou houve um pedido, um pleito para que atravessando aquela circunstância ele pudesse ascender mais rapidamente em sua marcha evolutiva. E aí, Emanuel, neste capítulo do livro Caminho, verdade e vida, que é o 108 intitulado Reencarnação, ele inicia trazendo a reflexão de que unicamente a reencarnação esclarece as questões do ser, do
a. E aí, Emanuel, neste capítulo do livro Caminho, verdade e vida, que é o 108 intitulado Reencarnação, ele inicia trazendo a reflexão de que unicamente a reencarnação esclarece as questões do ser, do sofrimento e do destino. Quando nós fazemos a leitura disso, imediatamente nós nos reportamos a obra que foi escrita por André, por Leon Deni, o problema do ser, do destino e da dor. Apenas aqui, ao invés de sofrimento, de dor, Emmanuel utiliza a palavra sofrimento. Então, em muitos momentos, Jesus já trazia para nós esta ideia da reencarnação, não abordando exatamente este termo que foi apresentada pela apresentado pela doutrina dos espíritos. Por que não falar de Jesus abordando o tema quando trouxe a questão de Elias, de João Batista, dentre outras circunstâncias? Mas tem um destaque neste recorte do evangelista Mateus 18 vers capítulo 18 versículo 8. Quando Jesus diz de melhor te é entrar na vida. Ora o que Jesus queria dizer à aquelas pessoas entrar na vida se ele falava para pessoas que viviam a experiência do corpo? Aquelas pessoas não estavam vivas. é o que nós queremos trazer no que diz respeito à nossa vivência perante as dificuldades, que ficamos na queixa, na lamentação, porque eu estou atravessando isso, que vai estar demonstrando a nossa imaturidade psicológica, a nossa autocompaixão, mas nós precisamos ter uma compreensão mais alargada de que todos estes problemas eles constituem avanços em nossa jornada. Quando enfrentamos os problemas, pensemos que estamos conquistando mais um degrau. Estamos avançando em nossa jornada e o tempo perdido na reencarnação, ele será automaticamente um prejuízo para a conquista do êxito, da felicidade ao qual todos nós estamos destinados. Então vamos parar de interrogar por eu sofro. Certamente o Senr. Rafael, internado naquela colônia passou por momentos difíceis e deve ter trazido à sua mente muitas reflexões nesta direção. Mas quando compreendemos melhor a lei divina, a justiça divina, a justiça das reencarnações, ao invés de perguntar porque eu sofro,
íceis e deve ter trazido à sua mente muitas reflexões nesta direção. Mas quando compreendemos melhor a lei divina, a justiça divina, a justiça das reencarnações, ao invés de perguntar porque eu sofro, nós vamos dizer: "Por que não eu?" Se passamos pelo esquecimento daquilo que nós fizemos e estamos nos deparando com o momento da dor, aquela dor ela tem um propósito, ela tem uma função. E aí nós precisamos também recordar de uma mensagem do Evangelho Segundo o Espiritismo que está lá posta no capítulo 17º, que é intitulado Sede perfeitos. quando Allan Kardec vai escrever sobre os caracteres do homem de bem. E aí quando nós pensamos neste homem de bem, que é um conquistador de si mesmo, ao invés dele se entregar à lamentação ou a revolta, ele vai procurar os meios próprios para o enfrentamento daquela situação, esperando alcançar o propósito. Mas para isso ele vai pagar um preço que diz respeito à renúncia, que diz respeito a sacrifícios e que muitas vezes nós não nos colocamos à disposição para poder estar vivenciando isso. Aí vem o questionamento que cada um deve responder para si. Qual é de fato a minha disposição para renunciar em diversas circunstâncias que nos deparamos em nossa existência? Então, Jesus, ele falou para os mortos no sentido espiritual, no sentido de que aquelas pessoas elas não estavam despertas para os valores da vida. Alguns já ansiavam para a vida, mas encontravam como que estagnados, paralisados. aqueles propósitos ainda não estavam como a chama acesa ao qual eles deveriam estar perseguindo. Mas se a gente faz uma análise daquela época e estendemos esta análise para a atualidade, nós sabemos que alguns ainda se encontram mortos no sentido existencial. E nós como nos situamos? Lembramos também do apóstolo Paulo quando dizia: "Desperta tu que dormes, levanta-te entre os mortos e o Cristo iluminará". Então, aquele que vive só para a matéria, ele só vai enxergar aquilo que está morto ou que está para morrer dentro de si, porque a sua visão, o seu
s, levanta-te entre os mortos e o Cristo iluminará". Então, aquele que vive só para a matéria, ele só vai enxergar aquilo que está morto ou que está para morrer dentro de si, porque a sua visão, o seu foco está exclusivamente no imediatismo, no materialismo. Com isso, certamente ele não está aproveitando a sua oportunidade da reencarnação. E é necessário sair para o desenvolvimento de nossas potências, para o nosso crescimento espiritual. E Emanuel também nos fala de que os verdadeiros mortos, eles estão sepultados na experiência que vive no corpo, na experiência atual. Então, já perceberam nós? De um modo geral, que quando nós vivemos essas experiências difíceis que nos marcam, são essas experiências que nos permitem entrar na vida, como disse Jesus, melhor entrar coxo ou alejado. Ou seja, por que não despertar e não aguardar que esse despertamento ele se dê através da dor? Então, precisamos estar mais ativos, mais ativos na criação, mais ativos com a nossa percepção mais ampliada a respeito da lei de vida divina. Porque a vida ela é um constante movimento que nos oportuniza esta possibilidade de criação, de participação com o criador, porque nós somos cocriadores. E aí pensar, estamos ainda vivendo paixões, apegos, inércia, ócio, ilusão. Dentre outras questões, se reconhecemos esta vivência, nós estamos mortos para a nossa realidade espiritual. E a vida está nos convidando agora para este despertamento. E este despertamento também surge com este livro apresentado pelo espírito Manuel Filomeno de Miranda. Então, pensando em termos espirituais, só há um tipo de morte, porque nós sabemos que o espírito ele é imortal e que nós eh nós tudo que nós somos, isso não vai morrer. O que deixamos é aquilo que nós temos, mas o ser, tudo quanto nós vamos construindo na direção do ser, isso vai permanecer conosco. Então, o único tipo de morte que existe no que diz respeito ao espírito, é para aqueles que se afastam da lei divina. Então, a morte espiritual nos chega quando temos também
so vai permanecer conosco. Então, o único tipo de morte que existe no que diz respeito ao espírito, é para aqueles que se afastam da lei divina. Então, a morte espiritual nos chega quando temos também a consciência de culpa de que nos desviamos daquilo que diz respeito à lei de Deus. Já caminhando para o nosso encerramento, nós nos recordamos no capítulo 11, o evangelista João traz a narrativa de quando Jesus conversava com as irmãs de Lázaro e ele dizia: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê e vive em mim nunca mais morrerá." Então, Jesus está nos fazendo um convite para este despertamento, para que não fiquemos presos diante das dores e dificuldades que muitas vezes nos cristalizam em nosso processo de amadurecimento. E aí eu queria finalizar a minha frase, a minha fala, trazendo uma frase que Miranda apresenta aqui neste início do capítulo 27, quando ele diz que a reencarnação ela é uma santa oportunidade de crescimento e de autorrealização. Pensar nesta santa oportunidade é pensar na valorização que precisamos ter com frequência deste tempo a nós outorgado. Isso nos faz lembrar uma mensagem que a benfeitora Joana de Ângeles nos apresenta no livro Vida Plena. Ela recomenda nós fazermos uma análise das horas da nossa existência e de nos perguntarmos se estamos fazendo tudo que devemos fazer. Olha a pergunta, olha a recomendação que ela traz. E o que seria fazer tudo que nós devemos? É claro que é tudo que vai na na direção da lei divina. E ela ainda diz: "Se for necessário retroceder para refazer o caminho, não perca tempo, mergulhe e siga adiante." Então, finalizamos agora recomendando esta observação daquilo que estamos fazendo e de que possamos aproveitar cada vez mais esta oportunidade da reencarnação que nos foi concedida pelo nosso pai. O convite é o título do capítulo caridade, descrição e devotamento ao bem. Essas são as nossas considerações. Agradeço a oportunidade mais uma vez. Nós quem agradecemos sempre muito interessantes e profundas as suas considerações.
lo caridade, descrição e devotamento ao bem. Essas são as nossas considerações. Agradeço a oportunidade mais uma vez. Nós quem agradecemos sempre muito interessantes e profundas as suas considerações. Agora passamos então a palavra ao João, que vai dar continuidade aos aprofundamentos. Seja bem-vindo, João. A palavra está com você. Olá, queridos amigos, queridas amigas. É uma grande alegria estar aqui novamente, agradecendo primeiro a Gisele por esse resumo tão, como a Tânia definiu muito bem, tão suave. e a Tânia pelos aprofundamentos, pelo pelo estudo de reencarnação que ela trouxe. A gente podia continuar ouvindo ela aqui por por muito tempo, porque é um assunto tão fascinante. Então, agradecemos a Tânia também. Eh, no nosso estudo, eh, uma frase aqui me chamou atenção no começo do capítulo, quando Manuel Filomeno de Miranda nos fala: "O reino dos céus deve ser tomado de assalto". Eh, antes disso ele havia falado que quando o homem mal se decide a bondade é ardente na recuperação do tempo mal baratado e na redenção de si mesmo. Imediatamente quando eu li essa frase, que pode parecer um pouco eh forte, um pouco incisiva, eu me lembrei de Paulo de Tarso e da transformação que ocorreu no seu encontro com Jesus. Então ali no capítulo 10, na primeira parte de Paulo Estevão, quando Jesus aparece para Saulo no deserto a caminho de Damasco, e fala a ele: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" E Saulo, caindo então da montaria, reconhece o erro no seu eh no seu na sua perseguição aos cristãos. Então ele nos eh Emanuel nos diz, banhado em pranto, como nunca lhe acontecera na vida, fez ali mesmo sob o olhar ol ol olhar assombrado dos companheiros e ao calor escaldante do primeiro do meio-dia a sua primeira profissão de fé. Senhor, o que quereis que eu faça? Ou seja, aquela alma resoluta numa capitulação incondicional, humilhada e ferida, dava mostras da sua nobreza e lealdade. Encontrando a revelação maior em face do amor que Jesus lhe demonstrava solícito. Saulo de Tarso não escolhe tarefas para
ção incondicional, humilhada e ferida, dava mostras da sua nobreza e lealdade. Encontrando a revelação maior em face do amor que Jesus lhe demonstrava solícito. Saulo de Tarso não escolhe tarefas para servi-lo na renovação dos seus esforços de homem. entrega-se de alma e corpo como se fora ínfimo servo, interroga com humildade o que desejava o mestre na sua cooperação. Então, eh, por aí a gente vê que quando, eh, o trabalhador que se dedica ao trabalho, mesmo que esteja no caminho errado, é uma questão de direcionar ao caminho certo. tem uma frase muito interessante que fala que é muito mais fácil segurar alguém que tá tentando correr em disparada do que empurrar alguém que tá parado e não quer andar. Então, esses espíritos trabalhadores e comprometidos com atingirem seus objetivos, se se estão eh direcionados ao caminho errado, quando se direcionam pro caminho certo, o fazem com dedicação, com afinco e com muita vontade. No caso de Paulo, não se não se dizia que era um homem mau, porque era um homem convicto, um homem que acreditava no seu trabalho e acreditava que que seguia fielmente as suas responsabilidades na perseguição aos aos cristãos que, na sua opinião, eh, perturbavam o trabalho da do judaísmo. E quem é outro que a gente pode pensar outra figura muito importante na nossa história que a gente pode pensar? Francisco de Assis. Francisco de Assis, uma reencarnação de João Evangelista, que foi o último apóstolo a desencarnar e que cuidou de Maria, mãe de Jesus, até o fim. Por isso, Francisco de Assis era tão dedicado a ela. Eh, como é a mudança de Francisco de Assis? Ele tá um dia na igreja e recebe a voz do Senhor. Francisco, reconstrói a minha igreja que está destruída. E ele imediatamente aceita a missão, doa todos os seus bens e volta para comunicar a sua família. Seu pai fica muito irritado e diz a Francisco de que se ele não mudasse de ideia, ele seria deserdado. O pai dele era rico, como a gente sabe. Francisco de Assis não só ah diz ao pai que que não que aceita ser deserdado,
rritado e diz a Francisco de que se ele não mudasse de ideia, ele seria deserdado. O pai dele era rico, como a gente sabe. Francisco de Assis não só ah diz ao pai que que não que aceita ser deserdado, mas ele tira as roupas do corpo e fala: "Não vou levar nem as roupas que vem de você. Vou caminhar a partir do que eu conseguir receber". Ou seja, de novo, a mudança que que também não de um homem mau, mas de um homem apenas eh que não estava direcionado ao caminho certo, que quando se direciona ao caminho certo segue em trabalho até o fim da vida. E como diz também Manuel Filomeno de Miranda, todos os discípulos do Consolador, sem olhar para trás, devem se decidir ao avanço que pretendem empreender. No caso do nosso capítulo, a gente vê então Rafael eh Ferguson quando se encontra com a doutrina espírita, quando começa a estudar o espiritismo. E aí é importante, gente, é não não achar que a transformação é feita do dia pra noite. Nós não somos Francisco de Assis, nem Paulo de Tarso. A gente passa pelo processo de primeiro entender e aceitar a nova verdade, eh, fazer dessa nova verdade parte de nós. Mas a partir da hora que ela se torna parte de nós, o nosso trabalho é caminhar em direção ao mestre, sem olhar para trás. É isso que Rafael fez. Ele demorou um tempo, que a gente acompanhou nos capítulos anteriores, na na luta contra si mesmo, contra suas seus sentimentos inferiores. Mas quando ele abraça o espiritismo com todas as suas forças, ele imediatamente começa a ajudar os outros doentes no sanatório. ele cria o grupo eh para ajudar a todos e quando sai já se eh se dispõe a trabalhar no centro espírita. Obviamente ele hesita porque ele não quer ofender aos outros eh que ali se encontram trabalhando. E nos leva a uma segunda reflexão sobre esse capítulo, onde Epifânia nos fala: "Esta é a casa de Jesus, onde todos que vão vimos aqui encontramos alento e amparo. Se aqui não viermos, para onde iremos? Sem dúvida, não é um salão social onde a beleza do corpo desfila. Nossa disputa
sta é a casa de Jesus, onde todos que vão vimos aqui encontramos alento e amparo. Se aqui não viermos, para onde iremos? Sem dúvida, não é um salão social onde a beleza do corpo desfila. Nossa disputa assume relevo mais expressivo, aquisição da beleza da alma. Jesus nos fala: "Eu não vim para os sãos, eu vim para os doentes." O centro espírita existe para os doentes, existe para os sofredores, existe para os que estão buscando a beleza da alma, a aquisição de uma beleza interior, as aparências externas, o que somos lá fora não interessa. Vamos então buscar com o nosso trabalho no centro espírita servir. Servir a Jesus, servir a casa, servir aonde formos necessários. Eh, aqui também nos fala que Rafael se oferece a trabalhar aonde precisassem dele. Eh, ele começa a buscar os trabalhos necessários para ajudar. No Francisco Xavier, as atividades edificantes não davam tempo à ociesidade e os estudos doutrinários. deixavam de lado as frivolidades, pediam aos servidores a ações de autopurilamento. Então, novamente, a função do centro espírita na nossa vida. Mas voltando um pouco a um outro assunto que a Tânia já abordou, eh, que fala do re da reencarnação, eu gostaria um pouco de na de falar um pouco das dos relacionamentos familiares que acontecem na reencarnação. Nós não reencarnamos numa família por acaso ou sem algum planejamento. No livro dos espíritos, na questão 258, Allan Kardec nos fala que o planejamento reencarnatório pode ser concebido pelo próprio espírito que deseja reencarnar ou por espíritos mais esclarecidos, especialmente designados para essa tarefa. No Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 4, no item 19, eh, Kardec nos fala que a união e a afeição entre que existe entre pessoas parentes são um índice de simpatia anterior que as aproximou. Daí vem-se que alguém cujo caráter, gostos e pendores nenhuma semelhança apresentam com seus parentes mais próximos, se costuma dizer que não é da família. Eh, nisso tem uma verdade mais profunda que Deus permite que nas famílias
ráter, gostos e pendores nenhuma semelhança apresentam com seus parentes mais próximos, se costuma dizer que não é da família. Eh, nisso tem uma verdade mais profunda que Deus permite que nas famílias ocorram essas encarnações de espíritos antipáticos ou estranhos, com o duplo objetivo de servir de prova para uns e para outros para o progresso. Assim, os maus se melhoram pouco a pouco ao contato com os bons e o caráter se abranda, seus costumes se apuram, as antipatias se esvaem. Aí a gente vê a necessidade desta família quando descobrimos eh que dona Artemis e Hermelinda foram irmãs que casaram sucessivamente com Rafael, então na época Georges, e as duas foram vítimas de maus tratos e imposições do caprichoso e infeliz esposo alguns anos. anos depois renascem então para ajudar ela, Hermelinda como irmã de Rafael e dona Artemis novamente como esposa. E a gente acompanha a história nesse livro, mas outro personagem reencarna também, não família, mas pronto para ajudar na família, Cândido, que sofrera ru de perseguição e que causara sua morte. Porém, não agasalhou as labaredas do desejo da vingança. Aí vemos a característica de um espírito mais evoluído, que em vez de se afundar no ódio, no desejo de vingança, pelo contrário, se dispõe a ajudar, se dispõe a resgatar esse espírito que causou a sua morte, que causou todo o seu sofrimento. Então, eh, ele quando abraça o espiritismo, imediatamente se põe à disposição dessa família, eh, que tanto sofre junto para ajudá-los a resgatar as suas dívidas. No livro Evolução em dois mundos, André Luiz nos fala no capítulo 19 que às vezes o corpo físico deve sofrer mutilações e enfermidades benéficas, inibições e dificuldades orgânicas de caráter inevitável. Porque de aprendizado e de aprendizado e de tarefa a tarefa, quando o aluno de estágio a estágio para as grandes metas educativos educativas, é que se levantará vitorioso para ascensão à imortalidade celeste. Ele nos explica também a necessidade de membros dessa família de passarem pelas privações
ara as grandes metas educativos educativas, é que se levantará vitorioso para ascensão à imortalidade celeste. Ele nos explica também a necessidade de membros dessa família de passarem pelas privações físicas. Rafael e Lisandra com Hanseníase. Olhamos no capítulo anterior o filho com a dificuldade de se reconciliar com o pai, o filho que também foi vítima das perseguições do pai em encarnações anteriores. Então, eh, finalmente temos também no final do capítulo Rafael voltando a querer trabalhar no leprosário de onde saiu, porque ele receva pelo prosseguimento das realizações do clube do otimismo. Eh, é interessante, tem uma frase que diz: "O criminoso sempre volta à cena do crime". Eh, aqui não é necessariamente um criminoso voltando à cena do crime, mas um uma pessoa endividada com o benefício que recebeu, querendo voltar para quando realiza da sua necessidade de fazer o bem, de trabalhar pelo progresso, seu progresso moral e buscando cumprir o lema do espiritismo fora da caridade, não a salvação. Ele quer voltar ao leprosário. Ele quer prosseguir na ajuda aos amigos que ficaram, aqueles que necessitam, servindo não só como trabalhador, mas muito mais como exemplo. Porque para aqueles doentes que sofrem no leprosário, a presença de alguém que passou por ali, que se curou da lepra, que carrega no corpo as marcas do sofrimento, a possibilidade de servir de exemplo é de uma é de uma preciosidade que não tem eh palavras. de novo, remetendo a Francisco de Assis, que nos falava, eh, para nós servirmos de exemplo, trabalhe para servir de exemplo e, se necessário, use palavras, o exemplo de Rafael trabalhando de volta no leprosário, eh, vai ser muito mais importante do que qualquer palavra que ele possa falar a todos eles. Então ele volta a trabalhar no leprosário. Então eu gostaria de encerrar com um poema de Jesus Gonçalves, que foi um quando encarnado, um que sofreu da ranceníase, um espírito que teve uma vida muito difícil. Eh, no livro Antologia dos Imortais, capítulo 30, tem um poema dele que se
ma de Jesus Gonçalves, que foi um quando encarnado, um que sofreu da ranceníase, um espírito que teve uma vida muito difícil. Eh, no livro Antologia dos Imortais, capítulo 30, tem um poema dele que se chama Reencarnação, e que nós gostaríamos de acabar os nossos comentários com o poema. E assim ele nos fala: "Há séculos, num carro de esplendores, minha vida era angústia de outras vidas. estraçalhava multidões vencidas, coroado de púrpura e de flores. Depois, a morte, os longos amargores. Depois ainda a volta a novas lidas, o berço pobre, o manto de feridas, a solidão e os prantos redentores. Volve do rei antigo um réu que espanta. E o Senhor concedeu-me a lepra santa para cobrir-me em chagas bem fazejas. Mas hoje, livre enfim de toda algema, posso saudar a dor justa e suprema, emissária da luz, bendita sejas. Esse então era o nosso os nossos comentários de hoje. Obrigada, João. Eh, belíssima poesia que você encerra essa noite de hoje, que vai acalentando os nossos corações e nos estimulando para que possamos, cada um de nós, superar os nossas dores, os nossos sofrimentos com os olhos acima da matéria, né? Porque quando nós sabemos que tudo que nos chega é porque é nosso, em decorrência daquilo que praticamos no passado, próximo ou remoto, fica mais leve, mais suave para que a gente possa aceitar e tirar desses acontecimentos, dessas lições preciosas, tal como o Rafael. E ah, ainda trazendo um pouco do que a Tânia falou, né, da reencarnação, nós vamos lembrar que o termo palingesia e renascimento estava, né, nos evangelhos, nos nas nas escrituras dos profetas, mas que a partir do concílio de Constantinopla em 453, essas palavras foram retiradas, né? E aí temos aí depois uma história bem bem interessante por trás disso para aqueles que quiserem pesquisar aí a respeito do imperador Justiniano. E também lembrando, trazendo um pouco do que o João nos trouxe eh a respeito do papel da casa espírita, né, na nas nossas vidas, do Espiritismo, nós nos lembramos daquela frase que Divald sempre nos
. E também lembrando, trazendo um pouco do que o João nos trouxe eh a respeito do papel da casa espírita, né, na nas nossas vidas, do Espiritismo, nós nos lembramos daquela frase que Divald sempre nos traz. Muitos de nós entramos no espiritismo, mas ainda em muitos o espiritismo não entrou, né? Então assim nós agradecemos mais uma vez a Tânia e ao João e a todos aqueles que nos acompanham, que vibram junto conosco, que aprendem essas lições preciosas. O nosso abraço e que possamos nos encontrar semana que vem. Até lá.
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