Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 33 | 19.10.25
Estudando com Jesus | 19.10.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 33: Página do caminho Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ Olá, meus irmãos. Muito bom dia. É uma satisfação muito grande poder voltar aqui mais um domingo, mais um estudo do livro Espírito da Verdade, mais uma obra escrita aí e em prol aí da nossa evolução espiritual, em prol desses aprendizados diários. uma obra que ela é muito recheada de de boas mensagens de vários espíritos e que para nós tem sido assim uma alegria muito grande poder abordá-la aí todos os domingos, né, sempre com uma dupla diferente. Hoje nós vamos estudar o capítulo 33, tá? Então vamos ficar de olho aqui. Eu vou convidar já a nossa nossa irmã, nossa amiga, a minha companheira da vida, Eliane para tá com a gente. Bom dia. >> Bom dia. Bom dia, Juliano. Bom dia a todos. Nós agradecemos a oportunidade de estarmos aqui através do canal do Igese, estudando com Jesus. É sempre uma alegria estarmos reunidos e nós temos assim essas lições como força pra gente e ver o o acompanhamento, né, de todos e a participação principalmente é uma alegria para nós, porque enriquece o nosso estudo. Então a gente já deixa aqui registrado que é muito bom ver a opinião de todos que puderem e quiserem também, né? Fiquem todos à vontade. Então, está aberto aí também o nosso chat para poder participar. E a lição de hoje é uma lição bem sensível, bonita e que a gente vai observando que sempre faz parte das nossas vidas. Então, vale a pena a gente participar do estudo. >> Muito bom. Então, eu já gostaria de convidar a todos que estão nos assistindo a o momento da prece, nossa prece de abertura, nossa prece inicial. essa prece para iluminar muito o nosso lar nesta manhã de domingo, eh, iniciando bem a semana, né? Então, fechando os olhos, mentalizemos muito a figura do nosso mestre amado Jesus, que nós possamos assim convidar nosso mestre agora a adentrar aos nossos lares, a participar deste momento sagrado conosco, esse momento de imersão na doutrina, nos conhecimentos espirituais, nas profundas reflexões da vida. Muito obrigado, amado mestre Jesus, pela oportunidade que nos concede de estarmos
sagrado conosco, esse momento de imersão na doutrina, nos conhecimentos espirituais, nas profundas reflexões da vida. Muito obrigado, amado mestre Jesus, pela oportunidade que nos concede de estarmos reunidos mais uma vez em teu nome, em nome do nosso aprendizado, do nosso crescimento, Senhor, da nossa reforma. Muito obrigado por isso, Senhor. Nos permite cuidar de nós mesmos, dos nossos lares, de nossas famílias, Senhor. E rogamos muitas bênçãos a todos que estão aqui nesse estudo conosco. Que todos os nossos lares aqui conectados possam se tornar uma expressão do templo sagrado, do amor, da fraternidade, desse templo divino cristão, Senhor. Que nossos lares possam ser dignificados nessa expressão de amor, Senhor, nessa expressão de fé na nossa doutrina. Fé em Jesus, fé em Deus, Senhor, fé no Espiritismo. Muito obrigado por isso. Nos proteja, nos guia, Senhor, nos ilumina e torna nossos lares fontes de luz, Senhor. Fontes de luz para tudo que nos cerca, Senhor. Luzes para o nosso bairro, luzes para a nossa cidade, luzes, Senhor, para a nossa família, para a nossa vida, Senhor. Muito obrigado. Que assim seja. >> Que assim seja. Patrícia já está aí conosco. Um beijo, Patrícia querida. Nós estamos muito felizes. >> É, nossa amiga Patrícia, muito bom dia, Patrícia. Buenos dias para você também. >> Então, vamos lá, né, com o nosso estudo hoje. Aí, como Juliano já nos disse, né, o capítulo 33. Então nós vamos seguindo e hoje a mensagem ela foi psicografada por Francisco Cândido Xavier. Sabemos que essa obra O Espírito da Verdade ela contém diversas mensagens por autores diversos, ou seja, vários espíritos escreveram. Hoje a mensagem de Albino Teixeira, então ela é psicografada pelos médiuns Valdo Vieira e pelo Chico Xavier. Hoje é do Chico Xavier essa psicografia. pelo espírito Albino Teixeira. Eh, página do caminho é o título: Não aguardes o amigo perfeito para as obras do bem. Esperavas ansiosamente a criatura irmã na soleira do lar, e o matrimônio trouxe alguém a reclamar-te sacrifício e
Eh, página do caminho é o título: Não aguardes o amigo perfeito para as obras do bem. Esperavas ansiosamente a criatura irmã na soleira do lar, e o matrimônio trouxe alguém a reclamar-te sacrifício e ternura. Contavas com teu filho, mas teu filho alcançou a a mocidade sem ouvir-te à esperanças. Sustentavas-te no companheiro de ideal e de momento para outro recolheste mistura vinagrosa na ânfora da amizade em que sorvias água pura. Mantinhas a fé no orientador que te merecia veneração. E um dia até ele desapareceu de teus olhos, arrebatado por terríveis enganos. Contudo, embora a dor de perder continua no trabalho edificante que vieste realizar. Ninguém reprova o doente porque sofra malmorado. Ninguém censura a árvore que deixou de produzir porque o lenhador lhe haja decepado os braços frondejantes. Quase sempre, aqueles que tomamos por afetos mais doces, crendo abraçá-los por sustentáculos da luta, simbolizam tarefas que solicitam renúncia e apostolados a exigirem amor. Não importa o gelo da indiferença, nem o bramido da incompreensão, se buscamos servir. O coração mais belo que pulsou entre os homens respirava na multidão e seguia só. Possuía legiões de espíritos angélicos e aproveitou o concurso de amigos frágeis que o abandonaram na hora extrema. Ajudava a todos e chorou sem ninguém. Mas ao carregar a cruz no monte áspero, ensinou-nos que as asas da imortalidade podem ser extraídas do fardo de aflição, e que no território moral do bem alma alguma caminha solitária, porque vive tranquila na presença de Deus. Eu fiquei um pouco emocionada, não vou não vou negar não. Que mensagem linda, né? Que mensagem bonita. Porque quem de nós nas nossas vidas não se sentiu sozinho ou algo que a gente planejou não foi adiante, ou um trabalho ou um projeto mudou a rota? Eu penso assim, né? Aqui em casa a gente fala que a vida é dinâmica. Uma hora a gente tá num trabalho, de repente tá em outro. E e aqui eu achei um ponto assim principal da lição, é que Albino Teixeira fala: "Não importa
Aqui em casa a gente fala que a vida é dinâmica. Uma hora a gente tá num trabalho, de repente tá em outro. E e aqui eu achei um ponto assim principal da lição, é que Albino Teixeira fala: "Não importa a situação, não importa a dor, a gente tem que seguir." Eu eu sempre falo isso para mim mesma, a gente tem que seguir. Não dá para ficar parando, ficar acolhendo essa dor de forma de mágoa, né? Mas nada, nada que nos estacione. É importante sentir dor, né? Entender, ressignificar é importante, mas seguir. E a, eu já tô aqui falando, né? A ideia era você começar. Mas então eu penso que a doutrina ensina isso pra gente, né? As lições, o perdão, o apego às coisas, à pessoas, né? Isso, isso é tão importante que a gente tá aprendendo isso na prática. vem aprovação e junto a lição. E que que é que a gente pode tirar disso? Porque no final das contas a gente vai o quê? Crescer. E embora a solidão doa, é um momento de aprendizado e é particular. Eu o que eu acho interessante é isso. Nós não somos solitários, mas nós temos tarefas individuais. Eu gosto de ver assim, porque solidão é muito doloroso, né? Eu eu prefiro entender que nós estamos caminhando e que nós somos seres individuais, cada um com seu propósito, cada um com seu com a sua necessidade de evolução, mas nós estamos unidos, mas sem esse apego, porque aí senão a gente sofre demais. Eu achei muito boa essa lição. A gente precisa aprofundar nela. E sem assim, só para eu te passar, né, Jesus foi muito solitário na tarefa dele, porque os espíritos que ele conviveu aqui na terra eram, não entendia nada que ele falava. Vamos falar assim, né? Até hoje a gente tá estudando o evangelho e tentando entender o que que Jesus falava numa frase para escrever um livro, o tanto que é profundo o conhecimento dele. Então, imagine a solidão também que ele passou, mas espiritualmente ele não era sozinho, ele não era solitário. Acho que lá na Bíblia, lá no Evangelho, cita eh umas nove vezes que Jesus se afastou e ficou em na solidão, mas ele na perfeição dele
u, mas espiritualmente ele não era sozinho, ele não era solitário. Acho que lá na Bíblia, lá no Evangelho, cita eh umas nove vezes que Jesus se afastou e ficou em na solidão, mas ele na perfeição dele e vivia nesse lado espiritual que a gente já sabe e pelo menos imagina, imagina o tanto de espíritos que ele tinha em companhia, mas a tarefa era dele. Então é muito, é muito bonito. Depois a gente vai trazendo assim essas informações dentro do evangelho. O tanto que Jesus se afastou, tanto que Jesus ficou sozinho e ele sentiu a solidão e chorou. Então isso é muito bom assim pra gente entender. >> Muito bom. Começamos bem. >> E antes de fazer os meus comentários iniciais, quero dar um bom dia aqui pro nosso amigo Marcos. Bom dia, Marcos. Marcos, que também está aqui no nosso estudo, que também tem os seus dias aí >> de de estudo aqui conosco, né? >> Bom dia. Enfim, olha que o que Eliane falou é bem certo mesmo, sabe? Eu essa semana estudando essa lição, nós sentamos alguns minutinhos e eu fiquei pensando nas outras lições que nós também estudamos eh que vem desse livro. E para mim, eu acho que essa é de todas que nó que eu e apresentamos, isso é visão pessoal de todas que nós apresentamos. Essa eu julguei a mais profunda, assim, uma das mais profundas, sabe? Uma das mais completas, uma das mais amplas, porque diz respeito a a momentos de muita importância da nossa existência. E é uma lição que ela toca muito nessa expectativa que a gente tem sobre o outro. Quer dizer, temos a nossa vida com as nossas responsabilidades e tudo o que nós fazemos é compartilhado de alguma forma. Mesmo que eu tenha uma atitude individual, ela tem ela tem uma ressonância. Pode ser uma ressonância na minha família, pode ser uma ressonância social, pode ser vários tipos de ressonância, né? Porque na verdade nós não estamos morando em desertos, né? Onde eu vou gritar, ninguém vai ouvir, não. Qualquer coisa que eu fizer vai ter um pequeno impacto. É da mesma forma. automaticamente nós temos expectativa
ade nós não estamos morando em desertos, né? Onde eu vou gritar, ninguém vai ouvir, não. Qualquer coisa que eu fizer vai ter um pequeno impacto. É da mesma forma. automaticamente nós temos expectativa sobre o outro. E é e é justamente essa essa questão que ela abre a lição. Então, olha só, logo na primeira frase, não aguardes o amigo perfeito para as obras do bem. Gente, eu acho assim, o Teixeira, ele tava muito inspirado, tudo bem, né? ele ele já estava desencarnado, mas mesmo assim ele estava numa inspiração muito grande. E e uma realidade nossa a gente esperar que o outro ele tenha algo especialíssimo ou que ele vai atender nossas exigências ou que ele vai atender as nossas expectativas de alguma forma. Eh, quando nós no trabalho, nós esperamos que o nossos, às vezes nosso patrão ele vai atender todas as nossas expectativas ou no casamento, que o nosso cônjuge, ele vai ser aquele cônjuge perfeito que vai ter um mínimo de falhas e que vai automaticamente atender os nossos sonhos de matrimônio ou que os nossos filhos naturalmente eles vão simplesmente ser aqueles filhos que a gente sonha. É sempre expectativas nós temos. E da mesma forma o o em qualquer outro âmbito, até no âmbito do trabalho da casa espírita, não é? Nós esperamos, por exemplo, que o palestrante seja um palestrante sábio, detentor de grandes conhecimentos, que seja um palestrante perfeito. De repente a pessoa vê a palestra e fala assim: "Ah, mas esse palestrante parece que não foi muito bom hoje". E parece que a gente fica frustrado. Uma expectativa humana que outra pessoa tão humana quanto nós e seja muito melhor do que nós sempre, né? o tempo todo que vai solucionar para nós, né, uma série de questões. E nem sempre é assim lidar com pessoas humanas eh é justamente a gente compreender as possibilidades humanas, as qualidades humanas, mas também as falhas humanas, né, a pequenez humana que tá dentro de cada um. Então, se a gente for esperar sempre o o o melhor do melhor do melhor que esteja ao nosso lado, a gente vai
dades humanas, mas também as falhas humanas, né, a pequenez humana que tá dentro de cada um. Então, se a gente for esperar sempre o o o melhor do melhor do melhor que esteja ao nosso lado, a gente vai fazer nada da vida. às vezes o né, igual por exemplo e nós temos trabalhamos num grupo mediúnico, né, na nossa casa espírita. É claro que a expectativa que a gente tem é que um médium que queira agregar o nosso grupo, que o médium que se formando no MEP queira trabalhar, a expectativa nossa é que esse médico seja o melhor médium, né, de todos. De repente, quando chega uma pessoa comum, né, que tem dias melhores ou dias piores. Então a gente tem que compreender a isso aí que faz parte dessa empatia que nós devemos ter pelos outros, né? Então é a gente compreender que todos somos falhos, né? Então ab Teixeiro começa muito bem dessa forma e assim ele vai trazendo e esses exemplos que dizem respeito ao nosso lar, né? Pera um pouquinho aí que eu tô E assim ele vai trazendo essas expressões mais íntimas. Então ele vai falar eh dessa pessoa com a qual nós vamos nos relacionar, não é? Esse namoro, esse noivado, esse casamento, mas que sempre vai haver uma uma necessidade de nossa parte de nós termos que nos ajustar o outro, assim como o outro se ajusta a nós, né? Nós não vamos encontrar uma pessoa que vai vir pronta e perfeita e que vai nos suprir demanda emocional, demanda espiritual, demanda material, né? Não, tudo é uma construção, é um construir. Então ele começa falando justamente nesse segundo item dessa construção que nós devemos ter junto com quem está do ao nosso lado. Vamos nos construindo, vamos nos ajeitando uns com os outros, né? Eu gosto muito daquela historinha do do porco espinho, né? no frio, porque os pins vão se juntando, sejuntando. Mas esa aí tem que se aconchegar direitinho para não espetar um ao outro, né? Quer dizer, os nossos melhores lados eles têm que ser combinados para que os nossos piores lados eles não vão nos afastar. Então ele já começa dessa forma. Eu eu
inho para não espetar um ao outro, né? Quer dizer, os nossos melhores lados eles têm que ser combinados para que os nossos piores lados eles não vão nos afastar. Então ele já começa dessa forma. Eu eu gostei muito dessa lição, né? Então, a gente vai vendo que ele vai se aprofundando eh de modo a nos mostrar a nossa responsabilidade em cada relação. Temos uma responsabilidade. E o o que é mais interessante nisso tudo é que ele, né, dá uma continuidade nesse pensamento seguinte: "Olha, não esperar, você tem que viver. Vai viver. Você não pode deixar de viver. É importante você viver, você abraçar a vida, você viver o que tem que ser vivido, mas sabendo que dentro dessa vivência vai vir os desafios. Mas não vai deixar de viver por causa disso, porque hoje em dia é tão complicado, né? Nós entramos às vezes eh hoje em dia se gente, a gente vai vai entrando, né? às vezes em em entramos em redes sociais, temos amigos, temos conhecidos, pessoas que nos relacionamos em todos os âmbitos, né, profissionais, tem as amizade e a gente vê muita gente assim que que tá se esquivando do outro, né? Tem muita gente que diz assim: "Não, não vou me casar, não vou namorar, porque as pessoas são muito difíceis. Ah, o outro é muito difícil, então prefiro ficar sozinho mesmo. E tem uma pessoa não tá vivendo, ela tá com medo de viver da vida, ela tá com medo, não quer viver. Aí então a pessoa até que se casou, mas ela diz: "Não, não vamos ter filhos porque o mundo é difícil, as crianças são difíceis". Ou seja, não quer viver, não quer a vida, tá fugindo da vida. que vão dar tudo que exigerado dessa pessoa. Um pouco mais de sabedoria, um pouco mais de paciência, um pouco mais de esforço, abnegação. De alguma forma a pessoa vai deixar de de fazer uma coisa exclusivamente pelo outro. Eh, eu acho interessante aqui que, igual você falou, né, que nós esperamos muito do outro e tem como referência o capítulo 10, bem-aventurados que são misericordiosos. Olha só, um capítulo que vai falar sobre o perdão.
ssante aqui que, igual você falou, né, que nós esperamos muito do outro e tem como referência o capítulo 10, bem-aventurados que são misericordiosos. Olha só, um capítulo que vai falar sobre o perdão. E aí a nossa irmã Rosália, um beijo, querida Rosário, que bom ter você aqui conosco. E eu acho interessante que o capítulo, vai, esse capítulo vai trazendo para nós essa mensagem sobre as dores, né, dessa expectativa no outro, do abandono, da solidão, daquele que a gente espera algo e ele não nos dá. né? Igual você falou aí, muito bem, a gente tem uma expectativa e de repente não é nada daquilo. E aí, como referência aqui nessa lição do livro, nós temos o capítulo 10 do Evangelho Segundo Espiritismo, que trata sobre o perdão. Então, essa bemaventurança aos misericordiosos, é aquele que tem misericórdia pela pela imperfeição do outro. Então, muitas vezes nós temos essa ideia, né? Ai, não vamos aguardar então que o nosso filho retribua tudo que nós fizemos por ele. Aí o menino cresce e vai embora. Como teixeira tá falando aqui na lição, né? Contavas com teu filho, mas teu filho alcançou a mocidade sem ouvir-te as esperanças. Olha só, eh, o ideal é que a gente não espere, realmente, sabe? Que os filhos retribuam, não é uma cobrança, não é exigência. Mas hoje em dia eu vou falar como mãe e como filha, porque nós antes de sermos mães, nós somos filhos. Então é é importante a gente destacar essa solidariedade para os nossos filhos também. Eu acho que me marcou aqui um pouco essa questão, porque na vida que nós temos vivido, que todo mundo corre, que todo mundo trabalha, que todo mundo tem suas vidas e nós estamos criando famílias. Não vou falar de sociedade, não, vamos falar de família. Nós estamos criando uma família que todo mundo tem suas vidas, mas ninguém renuncia pelo outro. Eu sei que a vida é difícil, mas ensinar para os nossos filhos, através principalmente dos nossos exemplos como filhos dos nossos pais, é muito importante, não para retribuir, né, na na na fase dos nossos pais de
vida é difícil, mas ensinar para os nossos filhos, através principalmente dos nossos exemplos como filhos dos nossos pais, é muito importante, não para retribuir, né, na na na fase dos nossos pais de idosos, mas por amor, porque a importância do honrar pai e mãe. Então aqui, ó, alcança a mocidade, deixa os pais, abandona os pais ou não pode contar com com esses filhos. Então, a gente precisa também buscar isso. É claro que os pais não vão ficar a mercer e eh com essa, como se diz, né? com essa cobrança com os filhos, não é isso, mas ensinar esse amor, porque a gente estuda muito também que a solidão é falta de solidariedade. Muitas vezes nas nossas vidas a gente foi uma pessoa difícil, aí chega na na fase aí, né, no final da vida, a gente tá sozinho. Então, trabalhar essa sementeira, esse plantil para que a gente possa colher também alegrias. Mas o evangelho ainda sim nos ensina que só cabe a Deus julgar, né? Quem fez o mal ou quem fez o bem. Então não cabe a nós julgarmos. Então, honrar é assistir a necessidade dos nossos pais na velice, em todas as idades deles. Isso é muito importante. Então, isso aqui eu acho que é primordial na vida que a gente vem vivendo, principalmente quando fala: "Não, não tenho tempo para para ajudar meu pai e minha mãe, eu tenho que trabalhar, eu tenho minha vida. Tudo bem, tem sua vida". Mas a gente precisa falar sobre isso com os nossos filhos. Essa semana até nós fizemos uma palestra sobre a evangelização para as crianças. Então essa semente ela é plantada na infância. Quando o nosso filho cria uma sensibilidade, cria esse lado humano e somos nós que vamos plantar essa sementinha do amor neles. Mas não tem jeito, a não ser pelo exemplo que nós damos aos nossos filhos, né? de assistir a necessidade dos nossos pais, do respeito, da bondade, então a gente não pode passar por cima disso. E tudo para nós eles são. Mas aí Albino Teixeira quer dizer o seguinte, não importa o outro, nós vamos ter que passar por por situações às vezes às vezes por expiação também, mas o
sar por cima disso. E tudo para nós eles são. Mas aí Albino Teixeira quer dizer o seguinte, não importa o outro, nós vamos ter que passar por por situações às vezes às vezes por expiação também, mas o importante é nós não termos nos nossos corações, por exemplo, a amargura, o ódio e não sairmos dessa vida aqui com inimigos, porque ele vai citando várias situações difíceis e tristes da dor, da perda, de um conflito que a gente teve com um amigo. num trabalho edificante que a gente foi fazer, de repente não foi do jeito que a gente esperava. Olha só, a gente vai encontrar isso. Ah, mas vamos encontrar em casa religiosa, vamos encontrar. Nós vamos encontrar na igreja pessoas que nos ofendam, nós vamos encontrar. Na casa espírita também, em todos os lugares. Por nós não somos perfeitos. Nós estamos num mundo de expiação e de provas, né, nos mundos mais inferiores, mais, aliás, mais materialistas e e de espíritos inferiores ainda que estão aqui. Então, nós não podemos exigir isso dos outros mesmo, porque nós também somos imperfeitos. Agora, o que que a gente faz com essa dor? Aí a doutrina espírita nos ensina o quê? a seguir e aprender com lição. Porque a casa religiosa, ela é o lugar de pessoas doentes. Porque Jesus falou sobre isso. Eu não vim para os sãos, eu vim para os doentes. Então, se a gente busca Jesus, nós já estamos nos mostrando aí que nós somos enfermos da alma de alma. Então, já demonstra que nós somos seres imperfeitos, que precisamos sim evoluir em alguma coisa. Eh, lendo a mensagem aqui da nossa irmã Rosáia, o Espiritismo realmente nos ajuda a entender e tentar resolver os desafios, principalmente familiares. Exatamente. Principalmente os familiares, porque nosso planejamento reencarnatório começa na família, né? Então, a nossa sociedade começa primeiro no nosso lar. É ilusão nós acharmos que nós vamos mudar lá fora. Então, por exemplo, na evangelização, nós vamos tentar a partir do nosso lar, que é a primeira escola do espírito, é o lar, é a mãe, é o pai que tem aí a maior
ós acharmos que nós vamos mudar lá fora. Então, por exemplo, na evangelização, nós vamos tentar a partir do nosso lar, que é a primeira escola do espírito, é o lar, é a mãe, é o pai que tem aí a maior influência sobre o espírito encarnado. A questão 208 do livro dos espíritos, Allan Kardec pergunta sobre a influência dos pais na vida dos filhos. E os espíritos falam que sim, a influência dos pais é muito importante. Inclusive, quando os pais, esse filho não desenvolve, não melhora, ele, o pai e a mãe, eles têm aí uma responsabilidade na criação dessa, desses dessas crianças, porque a gente não pode eh esquecer que os nossos filhos são espíritos como nós, com objetivos, propósitos, motivo para estar aqui. Nós não estamos a passeio. Então, lá na no livro dos espíritos mesmo, tem lá eh um capítulo que vai falar sobre a infância, né, da infância. Por que é que o espírito passa pela infância? Qual que é a utilidade da infância para o espírito? Aí os espíritos respondem para Kardec a a idade mais acessível aos ensinamentos. Aí ele vai aprender, ele vai absorver. Ele vai ter mais facilidade para aprender coisas boas e ruins. É por isso que é a idade que mais exige de nós. E a gente pensa que não, não é tão simples. Criança, criança brinca, corre, come bolo, toma suco e só. Não é bem assim não. E aí lá na adolescência a criança modifica a sua personalidade, por exemplo. Aí fala: "Ah, mas o menino mudou". Ele não era assim. Aí os espíritos respondem. Eu acho que na questão 83 e 385 respondem que não é que o espírito mudou na adolescência, ele retoma o que ele sempre foi, retoma o que ele era. Olha só, a sua natureza real ali, ele ele põe, ele demonstra na adolescência, gente. E é tão interessante porque assim, a fase mais difícil para mim não é adolescência, é na infância. Porque a gente vai observando dentro da infância, como o próprio Santo Agostinho fala, né, lá no capítulo 14, honra pai e mãe, ele vai falar sobre a infância, sobre a necessidade de nós vermos no berço o a má índole dessas crianças. E ele
a infância, como o próprio Santo Agostinho fala, né, lá no capítulo 14, honra pai e mãe, ele vai falar sobre a infância, sobre a necessidade de nós vermos no berço o a má índole dessas crianças. E ele ainda fala assim: "Olha, não é difícil". E ele ainda fala: "É isso, eu fico assim assustada, né? Não é difícil. Santo Agostinho fala isso. Por quê? Porque a gente consegue ver, consegue identificar e modificar. Então, se o menino mente muito, se o menino é muito orgulhoso, muito egoísta, aí a gente vai começar a ver naquele ponto ali que é algo negativo e trabalhar em cima dele. E a gente tem tanto estudo hoje, né, psicologia e tudo. Hoje a gente tem muitas informações. Mas voltando aí nessa parte da eh da evangelização, como a Rosália fala, é o grande início para as nossas crianças. Falo por experiência própria mim e dos filhos, né? Rosália tem uma família grande, né? E ela que trabalhou muito aí na educação dos filhos e dos netos. E o trabalho continua sempre, né? Então eu achei interessante essa parte, sabe, Juliana? A gente vê que existe a dor, vê que existe problemas, conflitos no lar, de solidão, mas algo que a gente precisa trabalhar, que não precisa ser vivido. Nós não precisávamos numa num mundo que a gente tem assim hoje muita fraternidade, né? Os pais assistem muitos filhos hoje, principalmente hoje com muito recurso, com muita coisa, com muitas coisas os pais têm feitos para os para os filhos para terem uma vida de conforto. Então, precisa trabalhar esse conforto material, que a gente tem muito hoje e a gente precisa trabalhar o coração, trabalhar a gratidão, trabalhar o amor, trabalhar esse reconhecimento na família. qualquer coisa, qualquer coisa que a gente faça pros nossos filhos, é bom que a gente demonstre isso para eles, não como cobrança, mas como gratidão a tudo que tem. E aí entra a simplicidade, entra tanta coisa que eu acho que tem faltado, né? E aí a gratidão a tudo, né? A vida, ao trabalho, a escola, aos professores. Então, acho que era muito
idão a tudo que tem. E aí entra a simplicidade, entra tanta coisa que eu acho que tem faltado, né? E aí a gratidão a tudo, né? A vida, ao trabalho, a escola, aos professores. Então, acho que era muito bom a gente falar sobre isso aqui. >> Vou dar um bom dia aqui pro nosso irmão Abner. que entrou aqui, nos mandou essa mensagem. Bom dia para você também, Abner. >> Bom dia, Abner. >> Bom dia paraa minha prima Lázaro aqui. Bom dia, prima. Bom dia, >> você aqui e uma característica dessa mensagem, essa continuando assim, raciocínio da Eliane, eu achei muito bom aqui que o Albino Albino Teixeira traz uma visão tão interessante para nós, porque que ele vai criando então essa essa narrativa aqui para nós, né? nos contando essa história muito comum no nosso dia a dia, né? Quer dizer, às vezes nós idealizamos uma pessoa ou temos nela uma expectativa, né? Voltando a falar de expectativa, né? Ou nos acostumamos a ver de uma certa forma ou essa pessoa demonstra para nós qualidades, né, que são muito valorosas, que realmente nos inspiram. Mas que que a Tercheira vem dizer? Não quer dizer que essa pessoa não vá cair algum dia. Não significa que essa pessoa vai se manter assim sempre. Pode ser que sim. Mas pode ser que essa pessoa um dia ela eh se encaminhe para um outro tipo de de de atitude, né? Pode acontecer. De repente uma pessoa que a gente gosta e conhece, toma uma atitude que a gente fala assim: "Gente, mas é possível uma coisa dessa?" Tá todo esse exemplo aqui, né, do companheiro de ideal, que é uma pessoa que que assim que que sempre toma inspiração para nós. De repente, olha o que que ele fala aqui. Recolheste mistura vinagrosa na ânfora da amizade, uma amizade que servia apenas água pura. E a gente às vezes se associa com atitude de uma pessoa muito próxima, né, que nós tínhamos confiança, tínhamos amizade até isso aí. Eh, quantas pessoas já não passaram por isso? Eliane aqui mesmo nós temos n exemplos de pessoas que para nós eram pessoas de referência, de grande amizade, de repente tomou atitudes assim
até isso aí. Eh, quantas pessoas já não passaram por isso? Eliane aqui mesmo nós temos n exemplos de pessoas que para nós eram pessoas de referência, de grande amizade, de repente tomou atitudes assim que nos assusta. E que ele fala também, olha lá, o orientador que a gente venerava, um dia ele envereda por um caminho que nós entendemos que seja totalmente enganoso. E a gente acontece isso muito com nós no dia a dia. Às vezes nós gostamos tanto de um autor, de um escritor, gostamos de um filósofo, gostamos de até de um artista que tem, que representa bem aquilo que a gente acha que é bacana. De repente essa pessoa começa a divulgar ideias que não são incompatíveis com que a gente pensa. Isso é em qualquer âmbito, até no âmbito da política, por exemplo, às vezes a gente gosta, né, de determinado candidato que representa bem o que a gente acredita, tal, de repente a gente descobre que esse candidato aí tá tá vinculado a algum tipo de escândalo, né? Então vale para várias instâncias essa esse tipo de de pessoa que ele chama de nosso orientador, né? Essa pessoa de referência. Então é é sempre um aviso do Albino Teixeira de que todos somos falíveis. Por melhor que nós sejamos, por mais sábio que nós sejamos, por mais inteligentes e equilibrados, detentor de conhecimento e práticas, podemos todos falhar, né? podemos todos falhar. E depois ele ele traz traz uma informação que eu acho tão bacana e que eu achei muito consolador, muito consolador, onde ele vai dizer o seguinte, inclusive assim, antes de tocar nessa parte, quer dizer, nós também podemos falhar, nós também somos figuras de inspiração. Eliane falou muito sobre a família aí, sobre os pais, sobre a evangelização, né, sobre essas questões de que realmente vão tornar a criança uma criança eh eh melhor, que pode auxiliar esse ser humano a crescer melhor com base em tudo aquilo que os pais lhes dão, né? Mas, por exemplo, né, os pais são figuras inspiradoras, somos líderes, somos pessoas de referência, né, mas também
ar esse ser humano a crescer melhor com base em tudo aquilo que os pais lhes dão, né? Mas, por exemplo, né, os pais são figuras inspiradoras, somos líderes, somos pessoas de referência, né, mas também nós falhamos como amigos também nós podemos falhar, nós também corremos esse risco. Eu acho que é uma toda a lição espírita, todas essas mensagens, ela sempre tem esses dois lados, né? nos coloca como aquela pessoa que enxerga determinados panoramas ao nosso redor e temos que nos colocar de alguma forma, ou com a paciência, ou com amor, com perseverança, ou com o trabalho, com a fé e por aí vai. Todos esses valores que o cristianismo entend. Mas também nós podemos ser essa pessoa que falha. Nós podemos ser a pessoa que que nós servimos a água pura e de repente a gente começa a a jogar vinagre na água pura que a gente eh oferecer a todos. Como o B Teixeiro comenta aqui, nós podemos ser essa figura de referência que enveredamos por caminhos enganosos, igual ele fala aqui, né? O orientador que envereda, que somos arrebatados por enganos terríveis. Podemos ser nós, podemos ser essa pessoa que chegamos e somos amados e de repente nós começamos a impor sacrifícios aos outros devido à nossas atitudes. Podemos ser essa. Mas o que que o Abino Teixeira fala a a após isso que eu acho que é extremamente consolador, ele vai dizer: "Olha, ninguém reprova o doente porque sofre mal humorado e ninguém censura a árvore que deixou de produzir porque o lenhador lhe haja decepado os braços frondejantes." O que que isso quer dizer? Quer dizer que frente às situações que às vezes vão nos entristecer ou situações que vão nos decepcionar, é muito natural que a nossa reação seja uma reação eh muitas vezes negativa. Pode ser que realmente seja uma reação de tristeza, uma reação de desconfiança, de ceticismo com relação a determinados aspectos da nossa vida. Ele diz que é natural que isso aconteça. É, não é reflexo, né? Dizer: "Olha, confiei e fui traído, acreditei e não se mostrou verdade, me apoiei e me derrubou".
a determinados aspectos da nossa vida. Ele diz que é natural que isso aconteça. É, não é reflexo, né? Dizer: "Olha, confiei e fui traído, acreditei e não se mostrou verdade, me apoiei e me derrubou". Situações que a gente vive no dia a dia. El dizer, é natural que a gente que a gente adquira essa essa defesa, né? Que ele vai dizer aqui, por exemplo, uma das expressão dessa defesa, é o quê? Um amor, por exemplo. E depois ele vai dizer o que o quê, né? tivemos eh eh todas essas pessoas ao nosso redor, mas que depois das decepções, dep nós não iremos produzir, talvez da mesma forma, talvez não iremos trabalhar na casa espírita da mesma forma depois nós sofrermos lá um bacasa espírita. Pode ser que a gente se afaste de algumas atividades, por exemplo, um exemplo que eu tô dando, ou pode ser que dentro da família, devido aí alguns alguns problemas que a gente tenha, alguns um ataque, uma traição, uma crítica pesada, né? Pode ser que a gente se afasta determinados familiares por algum período, né? Lidemos diferente com as pessoas, pode ser que a gente se afaste certas amizades, né? Dependendo do que do como a vida transcorre. Então tudo isso ele faz parte. Ele diz faz parte. Da mesma forma que ele diz que nós somos essa pessoa, que teremos essas reações de defesa perante a a esses desafios, desafios humanos, desafios interpessoais, nós também podemos ser essa pessoa que temos que compreender o outro que também sofreu isso, porque uma a gente podemos conhecer uma pessoa que ela é decepcionada, é uma pessoa decepcionada. Ela chega ao nosso lado com um pensamento negativo, a respeito de certas situações. Ela já chega crítica ou às vezes chega não acreditando, duvidando, que que é o um caso também a se avaliar. Pode ser essa pessoa que ela foi tolhida nas suas expressões. Pode ser um uma pessoa que ela tinha certas vontades, certos sonhos, certas esperanças. De repente aquilo foi tolhido lá de alguma forma, porque tinha uma companhia que não a compreendeu, estava no meio de pessoas que não a
que ela tinha certas vontades, certos sonhos, certas esperanças. De repente aquilo foi tolhido lá de alguma forma, porque tinha uma companhia que não a compreendeu, estava no meio de pessoas que não a compreenderam, não não a valorizaram, né? Então essa pessoa chega decepcionada, chega reclamando, chega dizendo: "Ah, não sei se vai dar certo, não sei como é que é". E aí nós temos que ser essa pessoa que que também vai auxiliar nesse reequilíbrio, né? Da mesma forma que o outro pode nos reequilibrar, a gente também pode reequilibrar o outro. Então, é sempre essa visão que o Albino Terceira traz de que nós podemos ser parte da solução, mas talvez nós estejamos sendo parte do problema, né? Sempre essa visão, né? De daqui de dentro para fora e também nos colocando no lugar do outro, né? Então eu acho isso que é extremamente consolador, Albino Teixeiro, entendendo o quanto nós somos humanos, o quanto nós somos falhos, mas nos colocando para para que a gente olhe para nós mesmos sobre isso. Olha, eu posso estar sendo parte do problema de outra pessoa, eu posso estar sendo, será que eu não estou sendo agora? Porque se eu não sou perfeito, se eu não sou perfeito, significa o quê? Que eu posso estar ajudando muita gente. Realmente posso estar. Eu tenho essa essa capacidade de ajudar muita gente mesmo. Eu tenho esse protagonismo no mundo, mas ao mesmo tempo eu também eu tenho esse outro protagonismo que ele é negativo. Eu posso estar sendo uma pedra no sapato do outro. E se a gente olhar com com atenção, talvez a gente esteja mesmo. De repente nós não encontra numa situação que a gente poderia dizer assim: "Nossa, eu tô sendo, né, um carrasço para alguém, talvez esteja sendo, né, né, seja lá qual que seja a situação, né, é sempre é com essa humildade que a gente vai poder avaliar a nossa vida e é com essa humildade que a gente tem que olhar o outro, não olhar com esse olhar crítico ferrenho, porque também a gente não quer que o olho, que o outro nos olhe com a crítica ferrenha.
nossa vida e é com essa humildade que a gente tem que olhar o outro, não olhar com esse olhar crítico ferrenho, porque também a gente não quer que o olho, que o outro nos olhe com a crítica ferrenha. Porque em tese tá todo mundo querendo fazer o melhor, não é verdade? Em tese tá todo mundo querendo ser feliz. Em tese tá todo mundo querendo eh eh doar o que o que sabe. Em tese tá todo mundo querendo errar menos. E acaba a gente errando muito. Alguns, eu achei tão engraçado um uma diálogo que eu tive com um amigo há um um tempo atrás, sabe? Ele ele a gente conversando sobre uma instituição espírita e ele e esse amigo ele tem um olhar muito espiritualizado, né? Um médium, né? Então ele sempre tem essa expressão espiritualizada, essa visão espiritualizada. Então e aí nós entramos num aspecto que essa casa espírita foi um lugar assim onde nós encontramos muitos impecílios lá dentro, pessoas difíceis, né, e tal. Foi um momento nós passamos uma casa espírita, realmente um lugar muito complexo e que nos trouxe alguns desabores, né? E aí ele trouxe um olhar que eu não tinha na época, né? Um olhar mais maduro espiritualment. Ele falou assim: "Pois é, nós erramos tanto no passado, erramos tanto e no mundo espiritual nós queremos refazer os nossos passos, planejamos nossa vida para que a gente possa errar menos. Só que nós chegamos na Terra com uma garra muito grande e uma vontade de acertar tão grande que nós nos tornamos pessoas extremamente sistemáticas, perfeccionistas, intolerantes. Então aí é é aquele é aquele medo de errar vai tornando a pessoa intolerante, vai tornando a pessoa pessoa sistemática, radical até na busca quase que alucinada para acertar sempre. E naturalmente o que que acontece com a pessoa assim erra muito, né? Trata muito mal outras pessoas, né? Eh, tem muita dificuldade de ouvir, né? que era uma situação muito muito do que a gente experimentou nessa instituição. Eu achei aquilo ali muito válido, essa essa essa essa ideia que ele trouxe, né? De repente a nossa vontade de acertar se
que era uma situação muito muito do que a gente experimentou nessa instituição. Eu achei aquilo ali muito válido, essa essa essa essa ideia que ele trouxe, né? De repente a nossa vontade de acertar se torna tão grande que a gente começa a não aceitar nada que vem de outras pessoas, nos colocam numa posição eh eh dessas de intolerância tão muito grande, né? Eh eh e realmente como é verdade isso, né? Nós que somos espíritos assim antigos e estamos desenvolvendo essa consciência que o espiritismo nos auxilia a conquistá-la, eh temos que tomar esse cuidado nosso com esse nosso perfeccionismo, querer tudo certinho, né, e tal, e a gente de repente transformar isso aí no no mecanismo de desagravo de desagrado, né, das pessoas que estão ao nosso ao nosso redor. De repente a gente não vai achar que ninguém serve, não é? Ninguém serve para ser meu companheiro, ninguém serve para ser minha companheira, ninguém serve para ser meus filhos. Ninguém serve para trabalhar comigo, ninguém serve para dividir a vida comigo, ninguém serve para estar comigo na casa espírita, ninguém de ninguém serve para nada, né? É coisa tão comum, tão natural que a gente vê, né? Eh, eu achei interessante eh quando a Albino Teixeira fala assim, ó: "Quase sempre aqueles que tomamos por afetos mais doces, querendo abraçá-los por sustentáculos da luta, simbolizam tarefas que solicitam renúncia e apostolados a exigirem amor." Aí eu lembrei de Jesus como ele nos ensina a servir. Porque o que que é servir? A gente pensa que servir é de que forma. Então olha, se nos exige amor é servir o amor. E renúncia também é um tipo de servir. E aí a simplicidade de Jesus, né? Porque ele passou por essas etapas aqui na terra, né, de abandono, de amigos que tra amigo que traiu, de carregar sua cruz sozinho e tantas coisas ele passou para poder nos mostrar que era da terra, é da da vida aqui na terra, ou seja, é da nossa natureza ainda, desses espíritos ainda inferiores que ainda que naquela época era bem pior, né? Mas hoje nós já temos essa luz, essa clareza
a da terra, é da da vida aqui na terra, ou seja, é da nossa natureza ainda, desses espíritos ainda inferiores que ainda que naquela época era bem pior, né? Mas hoje nós já temos essa luz, essa clareza para poder mostrar o contrário, porque como que eu vou retribuir o mal, como é, como que eu vou fazer retribuindo com o bem? Essa que é a proposta do evangelho, não é ficar nessa guerra, me fez mal, vou fazer o mal. Então você não, a gente não vai melhorar nunca. É por isso que dói muito. Por quê? É que a gente ainda tem orgulho. Por que que a gente não consegue perdoar aquele que nos ofendeu? Porque a gente ainda não mira, né? A gente não foca, né? Hoje em dia fala muito sobre isso. Não foca no modelo principal, porque no final das contas Jesus cumpriu com a tarefa dele. A tarefa que ele veio cumprir, veio fazer, ele conseguiu fazer. E se nós ficarmos ainda preocupados com o outro, o que que o outro fez, que aconteceu, a gente não vai conseguir terminar. Então nós não vamos conseguir cumprir o nosso com o nosso objetivo. Então o modelo a gente já tem de servir. Jesus fala que o maior de todos é aquele que mais servir. Olha só. Aí na hora de servir a gente acha que é difícil. Então como que nós vamos fazer? Poder aprender esse evangelho e cumprir com o que a gente veio fazer aqui mesmo, né? Porque Jesus, ele narra também no evangelho que ele era sozinho, solitário na sua tarefa. Eu achei tão bonita uma uma passagem aqui em Salmos. Olha só o que que ele fala. Estou como pelicano do deserto, como pássaro solitário no telhado, e me deixarei sozinho, mas não estou só, porque o Pai está comigo. Olha só, isso é muito bonito. Mostra assim que Jesus estava solitário, mas ele não era sozinho, porque ele tinha ali a equipe espiritual que o assistia. E nós também somos assim. Muitas vezes nós somos mal, né, compreendidos. Nós não temos essa compreensão em casa, como você falou, né? O companheiro, o companheiro difícil, porque todo mundo quer esse aconchego, quer esse alento, quer essa
nós somos mal, né, compreendidos. Nós não temos essa compreensão em casa, como você falou, né? O companheiro, o companheiro difícil, porque todo mundo quer esse aconchego, quer esse alento, quer essa força, mas às vezes não vai ter. Sabe por que que não vai ter? Porque você que é o forte da casa. Isso aí eu li num livro do do Febier, aquele busca busca e acharás que às vezes a gente tá sozinho na tarefa, né? Às vezes para falar de Deus no nosso lar, para dar força, para ter mais paciência. Aí Emanuel fala assim: "Olha, olha para você. Se você é sozinho e tá com essa força toda, é porque você é o escolhido para ter a força. Às vezes nós nós estamos num grupo familiar, mas é porque nós somos ali a força daquela família. Somos o que tem mais clareza. Porque você enxerga isso? Porque quando Jesus fala que para ter é para é preciso ter olhos de ver para ver, nem todo mundo vê. Ele fala: "Nem todo mundo vê, nem todo mundo ouve, mas se você vê, se você enxerga o problema, então você é o escolhido para resolver o problema". É, é bonito e é triste ao mesmo tempo, né? Porque assim, você como escolhido naquele lar para ter mais paciência, para ter mais compreensão das coisas, para perdoar mais, porque a evolução de cada um de nós é diferente. Mas ao mesmo tempo se a gente ficar começando, não, só eu que preciso melhorar, só? Não importa o outro. Como eh lá naquela obra depois da morte de Leon Deni, esse livro é é sensacional. Depois da morte, ele fala que até os nossos adversários, até aquele que nos fez mal, que exigiu de nós uma melhoria, vai ser importante quando a gente desencarnar, porque a gente pensa que tem a ver com o outro. A dor, a ofensa não tem a ver com o outro, tem a ver comigo. Ele fala: "Aquele perdão que você foi capaz de dar, ele foi para você, que ele foi capaz de iluminar algo em você. Então, olha só, depois que eu li isso nessa obra, eu falei: "Gente, que interessante isso. O bem que você fez para alguém não tem a ver com aquele que recebeu bem, tem a ver com você que
algo em você. Então, olha só, depois que eu li isso nessa obra, eu falei: "Gente, que interessante isso. O bem que você fez para alguém não tem a ver com aquele que recebeu bem, tem a ver com você que desenvolveu a bondade e esse olhar sensível de enxergar o outro." Então, eu desenvolvi essa virtude do amor, da bondade, da generosidade e ficou comigo, ficou para mim. Porque Jesus fala que nada se perderá no reino dos céus. Olha só, as boas ações elas vão comigo, então tudo isso vai me acompanhar. Então achei muito interessante quando eh Albino Teixeira fala isso. Então muitas vezes a gente quer ser servido, que é um casamento muito bom pra gente ser feliz, mas ele fala: "Não, às vezes você não vai encontrar isso, vai encontrar uma pessoa às vezes que vai te exigir mais, mas quando exige eu desenvolvo, eu cresço. Porque se eu olhar dessa forma é o amor, né? o amor que a gente vai desenvolver, a renúncia de si mesmo. Muitas vezes a gente vai ter que sair do egoísmo, vai ser, vai ter que sair desse orgulho que não, que não aceita de jeito nenhum, aí vem um filho, vem um neto que te exige. Então tá bom, então nós vamos caminhar, tudo vai levar para essa evolução e a vida vai trabalhar para isso. Às vezes uma enfermidade, como que a gente vai lutar com o nosso corpo que não aceita, que não não tem jeito mais. Então são situações que vão colocando no nosso caminho que às vezes não é necessário, mas às vezes vai vai ter que chegar nesse ponto, né? Então eh eh ele vai destacando aqui que já tá quase chegando no nosso horário, né? E eu acho bonito como ele eh Albino Teixeira ele fala: "Olha, o coração mais belo que pulsou entre os homens respirava na multidão e seguia só. Possuía legiões de espíritos angélicos e aproveitou o concurso de amigos frágeis. que o abandonaram na hora extrema. Então, quando os discípulos dormem lá no orto, Jesus acorda e eles dormem, né? Então, assim, tudo isso para nos mostrar que às vezes a pessoa não tá vendo a gente, não tá vendo a nossa dor, nossa,
ma. Então, quando os discípulos dormem lá no orto, Jesus acorda e eles dormem, né? Então, assim, tudo isso para nos mostrar que às vezes a pessoa não tá vendo a gente, não tá vendo a nossa dor, nossa, não tá vendo que eu tô sofrendo não. As pessoas estão distraídas na sua própria vida e não consegue enxergar a gente. Jesus quer mostrar isso. Não é maldade, é fragilidade humana. Então ele fala: "Perdoa, porque até aquele que nos fez mal, não é porque ele é mal, é porque ele é frágil. Olha só, se a gente começa olhando por esse ponto de vista, a gente começa a perdoar todo mundo. A gente vai começar a perdoar todo mundo, porque nós também somos frágeis. É como você falou, a gente pode cair e é isso mesmo, a gente pode cair. A gente não sabe onde a gente vai tropeçar um dia. Então Jesus ele ajuda a todos e chorou sem ninguém. Albino Teixeiro fala aqui, né? Mas a ao carregar a cruz, ele não carregou sozinho. Ele teve ajuda lá, né? Foi um outro, não tinha nada a ver. É um Cirineu, né, que fala, né? Ele não teve ajuda dos familiares, não teve ajuda dos amigos que o conhecia, mas alguém foi, alguém foi levado para mostrar que a gente não é sozinho. Às vezes não é alguém que a gente gosta, que nos retribui o bem, mas vem outro. Deus é misericórdia. A gente fala assim: "Nossa, mas eu ajudo tanta gente na minha família". Aí vem uma pessoa que tem nada a ver e me ajuda. Um patrão, um vizinho, um amigo, porque a misericórdia de Deus nos alcança. Sozinha a gente não vai ficar. Porque se Deus é amor, é bondade, é justiça, ele não vai deixar. Eu assim, só passando rapidamente, eh, por exemplo, assim, eu trabalho numa área bem sensível, pessoas acamadas, pessoas amputadas, pessoas com dor, pessoas de muita tristeza. E às vezes relata assim que às vezes um familiar não cuida, mas alguém cuida, um asilo cuida, o governo cuida, o médico cuida. Fica, gente, olha só tanto que Deus age na bondade. Não importa quem vai, mas alguém vai. Alguém vai lá. Até aquela obra, o consolador, né, de Emanuel, pergunta
cuida, o governo cuida, o médico cuida. Fica, gente, olha só tanto que Deus age na bondade. Não importa quem vai, mas alguém vai. Alguém vai lá. Até aquela obra, o consolador, né, de Emanuel, pergunta assim: "Olha, mas eu sou tão importante assim na casa espírita, no trabalho espírita, que eu não posso faltar nunca. Eu tenho um problema pessoal na família, eu tô doente, eu não posso faltar nunca. Aí fala: "Não, não é bem assim não. Assume o seu trabalho, assume sua família, seus compromissos com o dever na sua casa, se isso se isso te exige." Mas em matéria de trabalho espírita, trabalho com o próximo, a gente nunca deve sa pensar que a gente é o principal, o melhor. Sabe por quê? Porque antes do encarnado ir, Jesus já se adiantou, Jesus já foi. Então, se Deus quiser ajudar aquela criatura, ele vai mandar qualquer um, alguém vai lá. Então, nós não somos melhores que ninguém. Nós nem somos o o principal de nada. Nós não somos. Mas o bem que a gente faz é bom para nós. Aí até nessa obra aí, depois da morte, Leonin fala isso. Aquele o bem que você fez pro outro, que bom que você fez. O que ajudou foi você a ser mais bondoso, amoroso, generoso. Que bom que você foi. Que bom que você atendeu o chamado, porque o chamado vem, né? Muitos chamados, poucos escolhidos, poucos escolhem ir, poucos escolhem ajudar. Às vezes não dá, não tem tempo, a gente arruma um monte de coisa. Mas Leão Dani fala: "Que bom que você foi, porque se não fosse você ia ser outro". Por quê? Porque nós somos filhos de Deus. Nós não estamos abandonados em momento nenhum. Aí, só para fechar aqui a minha parte, Juliano, que quando ele fala assim, no fardo de aflição, no território moral do bem, alma alguma caminha solitária, porque vive tranquila na presença de Deus. Aí naquela obra eh Pão Nosso, Emmanuel fala sobre isso, né? Que nós estamos cercados por uma nuvem de testemunhas. E essa nuvem de testemunhas são quantos espíritos que estão ligados a nós? o nosso anjo guardião, um espírito familiar, um espírito simpático a nós. O bem que a
cercados por uma nuvem de testemunhas. E essa nuvem de testemunhas são quantos espíritos que estão ligados a nós? o nosso anjo guardião, um espírito familiar, um espírito simpático a nós. O bem que a gente faz para alguém aqui na terra que tem alguém no mundo espiritual que zela por ela, se afinize a nós, tem gratidão por nós. Então, nós somos seres que nós estamos o tempo todo desenvolvendo essa amizade, construindo laços que vão perdurar a eternidade. É aí. Então, a solidão ela é importante até mesmo porque nos faz eh esse reajuste, faz a gente refletir. É bom, né? A solidão às vezes é boa por conta disso, a gente refletir sobre nós, mas não precisa ser solitária, sofrida, não. Ninguém está dessa forma. Então, Deus está sempre conosco, né? Até André Luiz, né? Quando ele faltava há quanto tempo sozinho? não tava lá, a mãe estava os espíritos. Então essa nuvem de testemunha tem aí os amigos que nos tutelam, que muitas vezes torcem por nós e falar: "Ah, não sei se ele vai dar certo não, mas nós vamos tentar de novo." Para nós que somos espíritas e acreditamos nisso, é a força que a gente tem, a esperança que a gente tem. É, exatamente. Eu quero finalizar então a minha fala apenas destacando um uma palavrinha que o Abino Teixeira usou aqui no finalzinho, onde ele fala sobre a importância do servir, né? Não importa como é que o outro vai agir. Não importa como o outro vai agir, porque isso não pode nos tirar a vontade de fazer as coisas. Porque o evangelho já nos traz a importância do dever, né? O dever é uma questão que ela tá lá no capítulo 17 do Evangelho, né? É uma mensagem de Lázaro, onde ele vai falar sobre o dever. O que que é o dever? Dever é o que é obrigatório de fazer, né? A louça ela tá suja, então dever limpar, lavar essa louça, né? A gente já sabe disso, né? é um dever que a gente tem que cumprir. Agora, o servir está em como a gente vai fazer isso, porque o o enquanto o dever é algo que é externo e nos chama a atenção, o servir é a motivação interna,
né? é um dever que a gente tem que cumprir. Agora, o servir está em como a gente vai fazer isso, porque o o enquanto o dever é algo que é externo e nos chama a atenção, o servir é a motivação interna, é o meu olhar sobre isso, é a minha motivação sobre isso, é o quanto que eu vou investir minhas minha inteligência, meus sentimentos nisso. Isso é o servir. O que eu dou para o dever, né? Então eu tenho esse dever e o que eu vou doar para isso é o meu servir. Então a Ben Tex vai falar sobre essa motivação interna. Ora, eu tenho dever de cuidar das minhas relações familiares. Eu tenho dever. Então eu preciso servir a essa família de alguma maneira. Onde é que tá esse servir? está na minha paciência. Quando a minha esposa tiver malumorada, nervosa, acontecer uma frustração, estarei servindo ela se eu tiver paciência. Não é verdade? O exemplo que a gente dá, cria minha o meu, nós temos dois filhos, né? Então eles já foram bebezinhos, já usaram fralde, já choraram. Eu vou trocar a fralda. Meu dever é esse aí. Mas eu preciso servir a essa criança trocando essa fralda com carinho, com cuidado, com higiene, não é? O olhar atento que é a motivação interna para entender o valor disso aí. Se a gente não aprende a servir, a gente não aprende a valorizar as coisas que Deus nos dá. A gente não aprende a se desenvolver, o olhar atento, a sensibilidade e a educar o nosso sentimento, educar nossas ações. Quem mais serve é quem mais compreende as motivações internas para fazer as coisas. Ah, eu tô fazendo uma coisa por obrigação. Eu vejo ainda muitas casas espíritas que ainda falam coisas que eu acho assim que me somam muito mal, dizem: "Ó, vamos, vamos lá fazer a caridade". Ah, porque nós temos que fazer a caridade. Você não vê, vocês já não viram muita casa espírita tratando dessa forma, como se fosse bater ponto, né? Vou lá fazer sopa, bate ponto, faça, faça, vou embora. Mas e o servir nisso? que a sua vontade de que isso fique bom, de que isso dê certo, a vontade de que essas pessoas elas sejam
e bater ponto, né? Vou lá fazer sopa, bate ponto, faça, faça, vou embora. Mas e o servir nisso? que a sua vontade de que isso fique bom, de que isso dê certo, a vontade de que essas pessoas elas sejam bem atendidas na casa espírita, a vontade que a a palestra que você des palestra boa, que reconforte esse coração, traga ensinamento para as pessoas, não apenas cumprir essa tabela lá, né? Cumprir a o que tá na planilha para você fazer, não é? Então é disso que a Teixeira fala. Vamos aprender a servir, tá? Porque problema todo mundo tem. Você tem problema, o seu vizinho tem problema. Na sua casa, todo mundo tem problema, mas servir é isso, é essa compreensão madura, né? Você tem que ter essa motivação. Nós temos todos que ter essa motivação interna para poder cumprir os nossos deveres, né? Isso é que é o servir cristão. É isso que é o servir que o evangelho nos ensina, não é? Então, a gente pode até resumir isso aí, né? Quer dizer, estamos cumprindo os nossos deveres, sim, estamos servindo, né? Aí fica essa interrogação para saber como nós estamos cumprindo esses deveres, né? Qual que é a nossa motivação para cumprir esses deveres, né? O quanto que a gente tá com essa vontade, esse amor, essa, né? Esse sentimento bom para poder cumprir esse essa obrigação. Porque no mundo perfeito não existe ainda aqui na terra, né? Mundo de aspiração e provas. Então aqui tudo tem um ônus e tem o bônus, não é? Então, é o justamente o servir é a gente aprender a lidar com o ônus, né, de toda a escolha e de tudo que nos surge aqui na vida. Gente, é, quero encerrar por aqui meus comentários de hoje. >> Muito bom, né? Graças a Deus, a gente tem tantas ferramentas para poder aceitar situações da vida. Fácil, não é? Mas Deus nos dá essa força. E aí, só para encerrar com a frase aqui de Jesus, ele fala assim: "E aquele que me enviou está comigo. O Pai não me tem deixado só porque eu faço sempre o que lhe agrada". Está lá em João capítulo 8. Só para fechar aí quando você falou dos deveres, né, que nós temos. Ou seja, todo dever
ou está comigo. O Pai não me tem deixado só porque eu faço sempre o que lhe agrada". Está lá em João capítulo 8. Só para fechar aí quando você falou dos deveres, né, que nós temos. Ou seja, todo dever exige obediência. Então Jesus quer trazer isso aqui para nós. Quando a gente é obediente às leis de Deus, nós não estamos sozinhos, pelo contrário, nós estamos bem assistidos e amparados. Então, nós queremos agradecer a companhia de todos, a participação, muitos, muitas palavras, né, que nós trouxemos aqui, que todos trouxeram a palavrinha. Então, acho que acho que foi muito bom para nós, porque a gente cresce junto e a gente agradece muito essa participação aqui nesse nesse trabalho de amor e trabalho que começa primeiramente em nós. Uma oportunidade para nós que somos espíritas a crescer com essa doutrina que primeiramente ela é consolo. Aí ela vem com consolo, vem devagarinho, traz a lição e termina com a força moral que a gente precisa, né? Então nós vamos agradecendo a todos, desejando uma semana assim de muitas bênçãos e fazendo a nossa prece final para aqueles que tiver vontade de fechar os olhos, que possa fechar, mas que esteja com coração aberto para todas essas lições do evangelho de Jesus. que nós possamos, Senhor, mirarmos sempre em Ti, exigir de nós e aceitar no próximo, aceitar naqueles que convivem conosco. Porque quando nós vemos as imperfeições dos outros, nós estamos mostrando que nós ainda somos imperfeitos. que possamos ter esse olhar de bondade, de amor e que nós possamos aproveitar todas as lições da vida, sejam elas lições difíceis, para que possamos, Senhor, aprender uns com os outros, porque nós somos professores e ora nós somos aprendizes. Estamos sempre trocando através das das vivências, das convivências, essas lições para que possamos nos fortalecer. Mas no final de tudo vai ficar em nós aquilo que nós aprendemos na vida. que nós possamos ser leves, pessoas mais amorosas, que o teu evangelho possa ser para nós esse efeito de amor, de bondade, de alegria nos nossos deveres.
icar em nós aquilo que nós aprendemos na vida. que nós possamos ser leves, pessoas mais amorosas, que o teu evangelho possa ser para nós esse efeito de amor, de bondade, de alegria nos nossos deveres. Todas as vezes que nós servirmos alguém moralmente, materialmente, espiritualmente, que seja com amor, com bondade, Senhor. E assim, Jesus, nós queremos pedir com humildade para que assista os nossos irmãos enfermos, onde quer que eles estejam, dores morais, físicas, espirituais, Senhor, aquelas que só o Senhor conhece, aqueles irmãos que estão nos anonimatos, nas dificuldades, Senhor, que a tua mão alcance essas dores e apazigue. que possamos ser também esses pacificadores, Senhor, a levar luz, levar calma, levar paz, brilhar essa luz que nós viemos construir, iluminar dentro de nós, acender essa pequena luz, Senhor. Que nós possamos sentir a tua amorosa presença durante todos os momentos de nossas vidas. que possamos nos lembrar das tuas palavras, dos momentos de dor, momento de sofrimento, momento de surpresas difíceis, Senhor, que nos que nos cheguem, que possamos lembrar do teu amor e da tua bondade em teu nome. Nós encerramos o nosso estudo de hoje. Que assim seja. >> Assim seja. >> Um grande abraço a todos. Que nós possamos estar reunidos, estarmos reunidos no próxima semana. que vai ter outra dupla aí de amigos, tá bom? Um grande abraço. Tchau, tchau. >> Tchau, tchau. Boa semana. E amanhã temos o programa do Adriano, tá falando de espiritismo à noite, tá? Não perca mais um convidado especial que vai est aí explorando alguns aspectos aí bem específicos do espiritismo com mais uma temática boa, gente. Boas boa semana a todos, viu? E até mais. Fique com Deus.
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