Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 25 | 24.08.25

Conecta Espiritismo TV 25/08/2025 (há 7 meses) 47:09 18 visualizações 4 curtidas

Estudando com Jesus | 24.08.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 25: Fazendo sol Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

เฮ Bom dia a todos. >> Bom dia. Bom dia. Bom dia, pessoal. todo mundo que tá aí nos acompanhando online agora, gente, como é que estamos aí? Como é que tá, Me? Bom domingo. Tudo bem? Bom dia, amigos. Bom dia, Gabriel. Bom dia. Bom dia. Estamos aqui para este estudo, né? Estudo com Jesus. É o estudo sequenciado do livro Espírito da Verdade. >> Exatamente. M. Só preparar aqui. Bom, turma, uma alegria, uma satisfação enorme estar aqui com vocês novamente, dividido esse espaço pra gente estar mais do que nunca se conectando com Deus, né, no domingo, começando o domingo aqui com pé direito. Então, para mim é uma alegria muito grande a gente estar com vocês aqui conversando sobre Jesus, como a Meir mesmo trouxe capítulo 25 hoje do livro Espírito da Verdade, onde o título é Fazer do Sol. Então vamos aproveitar essa oportunidade aí. Me você que nos conduz em prece. >> Vamos lá. Elevemos nosso pensamento a Jesus, ao nosso mestre, rogando a ele nesse instante proteção. Senhor, nos conduza para que possamos falar em teu nome as verdades espirituais apresentada pelos benfeitores. il domina todos nós que estamos nesta sala virtual que possamos refletir, sentir esses ensinos e viê-los na nossa vida no dia a dia. Ilumina e envolve e nos ampare sempre com teu amor, com a tua luz. Que assim seja. Colocar aqui, né? apresentação. Eu fiz a modificação porque tava errado aqui o item de >> tá certo, então o estudo de hoje, né, do capítulo 25, ele tá baseado no capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo no item 18, né, que traz ali o bem e o mal sofrer. Eh, a gente vai ler o texto aqui. Aí, conforme a gente for lendo, a gente vai comentando, tudo bem? Fazendo sol. Amanheceste chorando pelos que te compreendem. Amigos diletos lixaram contigo dos mais amados, vistes o retrato da ingratidão. Aspiravas a desentranhar o carinho nos corações queridos com a pureza e a simplicidade da abelha que extrai o néctar das flores sem alterá-las. E por não conseguires, queres morrer. Não te encareces, porém, nos laços do

anhar o carinho nos corações queridos com a pureza e a simplicidade da abelha que extrai o néctar das flores sem alterá-las. E por não conseguires, queres morrer. Não te encareces, porém, nos laços do desespero. Afirmas-te. à procura do amor, mas não te recordas daquela para quem o teu simples olhar seria assim como o sorriso da estrela descerrado das trevas. Mostram a cabeça encandecida aflição de nossos pais. São irmãos semelhantes a nós ou são jovens e crianças que poderiam ser nossos filhos? Contudo, estariam-se em leitos de pedra ou refugiam-se em antros fincados no solo, quais se fossem escritos atormentados. Não te pedem mais que um pão, a fim de que lhes restaurem as energias do corpo enfermo, ou uma palavra de esperança que lhes console a alma dolorida. Não percas o tesouro das horas na aflição sem proveito. Pode ser ainda hoje o apoio dos que esmorecem desalentos ou a luz dos que jazem nas sombras. Podes estender o cobertura agasalhante sobre aqueles a quem a noite pede perdão. Vou ser longa e fria. Aliviar o suplício dos companheiros que a moléstia carcome ou dizer a frase calmante para os que enlouquece de sofrimento. Finalizando em meio. Sai pois de ti mesmo para conhecer a glória de amar. Perceberás então que a existência na terra é apenas um dia na eternidade, aprendendo a iluminá-la de amor, como quem anda fazendo o sol nos caminhos da vida. E encontrarás mais tarde em cântico de alegria todos aqueles que te que te não amam agora, amando-te muito mais por te buscarem à luz no instante do entardecer. Ei, você consegue começar? Vamos, após a leitura do nosso capítulo de hoje, é o 25, estamos avançando a cada semana fazendo sol, né? E aqui no chat nós já temos o Walter Lucas, bom dia, e a Lucia Gourbeia, bom dia, boa tarde, né, para aqueles que assistiram a voz, dependendo do local, já é parte outro de noite. e fazendo sol, é um poema de meio e a gente fica refletindo bastante. E é a primeira questão, né, que me veio, será que eu estou fazendo sol ou fazendo

dependendo do local, já é parte outro de noite. e fazendo sol, é um poema de meio e a gente fica refletindo bastante. E é a primeira questão, né, que me veio, será que eu estou fazendo sol ou fazendo sombra na minha vida, né? Como é que eu estou me conduzindo nessa jornada que Deus me concedeu? Porque estar aqui é uma bção. Muitos estão na fila esperando. Então, estar aqui é uma oportunidade bendita de crescimento e mais ainda estar junto daqueles que nós precisamos estar. Então tem hora para nascer, né? E a nossa é agora. Estamos aqui. Então assim, e a base do evangelho para este poema de Mei, nós vamos ter lá no capítulo 5, Bem-aventurados os Aflitos. Este é um dos maiores capítulos do Evangelho. E o item 18, bem mal sofrer. Então, o bem e o mal sofrer, qual é o entendimento que nós temos do sofrimento? Por que sofremos e como sofremos? São muitas questões pra gente meditar a respeito. Sofrer, né, depende, né, depende de quê? Da nossa atitude interior. Como é que nós vamos vivenciar essa experiência? Eh, às vezes o que é sofrimento para ti, para o outro não é sofrimento. Para nós espíritos ainda da terceira ordem processo, muitas coisas nós encaramos como sofrimento, mas são oportunidades de crescimento. Então, todos nós aqui na terra iremos passar por provas, aflições. O diferencial é como nós vamos passar por elas. Às vezes nós fazemos a nossas provas sofrimentos pelas nossas atitudes e tem aqueles que realmente vai doer um pouquinho. Nós estamos reparando erros do passado, corrigindo faltas, endireitando nossos caminhos. Vai doer, vai apertar. Nós já sabemos de tudo isso, mas como é que nós estamos vivenciando nossas experiências? Estamos fazendo o sol, como nos recomenda a Memi, e tudo perpassa pelo nossa bagagem espiritual e pelo nosso desejo de transformação. E aí o evangelho nos pontua que poucos sofrem bem. Como será sofrer bem, né? Como será a gente pensar, mantendo a nossa fé, a resignação, a confiança em Deus e buscar vivenciar o aprendizado e não fugir, né, das nossas

os pontua que poucos sofrem bem. Como será sofrer bem, né? Como será a gente pensar, mantendo a nossa fé, a resignação, a confiança em Deus e buscar vivenciar o aprendizado e não fugir, né, das nossas dos nossos desafios e ainda não reclamar deles. É uma oportunidade bendita de sofrer bem. sofrer bem, porque passam, são momentos, são aprendizados na nossa vida, são experiências temporárias. Então, às vezes a gente precisa exercitar paciência, demora um pouco mais para que a gente consiga ter êxito nas provas. E o ideal é que a gente passe louvor por elas. Senão a gente vai, nós seremos novamente submetidos a esse tipo de prova até a gente aprender, né? Então a gente pensar assim fica até mais fácil, mais suave. Vai passar. Nós aprendemos isso com Maria Santíssima. Tudo passa, vai passar, né? Porque certa vez o Chico estava sofrendo numa situação bem delicada com a família. E aí ele pediu de irmão, será que Maria não teria uma uma palavra, uma orientação? E aí a mano, tá bom, Chico, vou ver o que que eu posso fazer. Passaram-se alguns dias, aí o irmão falou: "Chico, tem um recado de Maria para você". E o Chico pegou o lápis, que naquela época ele usava lápis, que era mais barato, o papelzinho e ficou esperando para escrever a orientação de padre de Emmanuel, que era a mensagem de Maria Santíssima. E aí ele escreveu: "Isso também passa". Aí ele escreveu, ficou orando. Só isso? É, Chica, só isso. É um recado para você de Maria. né? E aquele dia ele aprendeu que aquilo ia passar, tudo passa. E assim a gente deve fazer o sol para que o sol brilhe de uma forma que aquela dor seja suavizada pelas bênçãos, né, de Deus que é nosso pai. Então, a gente não se revoltar, esse é o primeiro ponto, não se queixar, não se desesperar, por pior que seja o desafio, o problema e não estagnar e nem fugir, usar as fugas psicológicas, que muitas vezes nós fazemos isso, negligenciamos, fugimos para não encarar desafio e optamos muitas vezes por comportamentos inadequados, por medo de encarar aquilo que a gente precisa. Às

cológicas, que muitas vezes nós fazemos isso, negligenciamos, fugimos para não encarar desafio e optamos muitas vezes por comportamentos inadequados, por medo de encarar aquilo que a gente precisa. Às vezes a preguiça dá todo trabalho crescer, vou ficar por aqui, manhã eu faço, outro dia, né? Quando eu tiver mais velho, eu cuido disso. A gente se acomoda, procrastina, vive na inércia, esperando cair do céu as bênçãos, não é verdade? E aí as coisas vão se acumulando. Chega uma hora que nós somos convidados e vai encarar a nossa realidade. Não tem como fugir, não tem outro caminho. Então para nós, ainda numa condição bem delicada de aprendizado inferior, de um modo geral a gente se revela diante da dor. não aceitamos, né? E aí nós dificultamos ainda mais aquilo que seria mais breve. Então a gente fazer essa reflexão e idosando na nossa vida esperança, confiança e a certeza de que tudo vai passar. Por maior que seja a tua dor, a minha dor, a nossa dor, hoje irá passar. Tudo passa. E as dificuldades elas são oportunidades para a nossa, o nosso aprendizado, a nossa purificação, a reparação de equívocos, senão desta vida, de outra. Às vezes a gente não tem resposta nessa. E assim a gente vai, nós vamos nos fortalecendo cada vez mais. Pode continuar, amigo. >> É isso, M aí trazendo o nosso querido comentário da nossa amiga Patrícia aqui, né? Oi, Patrícia, tudo bem? Bom dia. Então, gente, estudando com Jesus aqui. Bom dia, querida Meia, gratidão por mais um domingo abençoado de estudos com o nosso mestre. Sim, muito legal aqui a interação de vocês. Podem mandar os comentários aqui que a gente vai lendo tudo. Eh, me se eu pudesse dividir aqui em alguns tópicos centrais esse tema que a MMI trouxe pra gente. O o primeiro deles que a gente tem que falar é trazer, como você trouxe aí, a vida espiritual como prioridade. O texto ele fala que é muito importante a gente não basta só a gente crer, né? Não basta só a gente a gente ter aquela fé, aquela fé meio cega, né? A gente precisa viver

da espiritual como prioridade. O texto ele fala que é muito importante a gente não basta só a gente crer, né? Não basta só a gente a gente ter aquela fé, aquela fé meio cega, né? A gente precisa viver conforme essa fé. E esse fazer o sol nada mais é do que esse convite a essa responsabilidade pessoal que eu, você, você aí de casa tem de fazer gerar essa luz interior dentro de nós, né? Mesmo diante das sombras que o mundo possui, as dores, os desânimos, a gente precisa fazer e esse sol dentro de nós, né? E esse sol nada mais é do que uma escolha, né? a gente consegue fazer escolhas, ainda que a tenhamos dificuldades para fazer brilhar essa essa nossa luz, né? E aí ainda dentro dos tópicos principais que a gente consegue pegar é essa vigilância na oração, essa essa disciplina que ela nos convida a fazer essa reflexão contra as paixões que existem no mundo, né? Porque o tempo todo nós estamos aqui recheados de paixões, de tentações, e que a gente precisa ter através da oração uma vigilância constante das nossas atitudes, né? E tomar como modelo o principal exemplo que nós temos, que é Jesus, que ele não só falava, né? Ele não só tinha a o dom da oratória, o dom de contar histórias, mas ele também vivia aquilo que ele falava. E por isso que tinha uma uma por isso que perpetua até hoje, né? Porque não só falava, mas também vivia de acordo com aquilo que ele falava. Que nada mais é do que o exercício do amor, né? O amor na sua essência. E aí, eh, finalizando aqui, né, eu acho que é muito interessante a gente entender que nem todo sofrimento ele é uma punição. Muitas vezes ele é aquela prova de todo espírita já tá acostumado, né, a passar para o nosso progresso espiritual. E a partir do momento que a gente sabe silenciar e entender que tudo na nossa vida é aprendizado, as nossas dificuldades elas passam de passam a ser enxergadas por outros olhos. Porque muitas vezes a gente pensa: "poxa, perdi um pai, perdi uma mãe, tô de luto, né? Tô doente, poxa, meus filhos sempre doentes, não tenho amigos, não consigo

sam a ser enxergadas por outros olhos. Porque muitas vezes a gente pensa: "poxa, perdi um pai, perdi uma mãe, tô de luto, né? Tô doente, poxa, meus filhos sempre doentes, não tenho amigos, não consigo um amor eterno, né? consiga um amor recíproco. Poxa, qual que será que é o aprendizado, né, que Deus tá querendo que eu tire dessa situação? E a partir do momento que a gente se coloca nessa posição de estudante, né, de estar nessa questão, eu tô aqui, como a memas eternidade que nós vamos viver, né, na na imortalidade que que nos espera, na verdade, né? Então, se isso é um segundo da imortalidade que que me espera, o que que eu tô fazendo hoje para trabalhar esse meu fazer o sol? O que que eu tô fazendo hoje para ser uma pessoa melhor comigo, com Deus e para com o outro? É porque a partir do momento que eu olho para mim, olha as minhas imperfeições, olha as minhas dificuldades, sei que isso vai passar, como você trouxe no texto do Chico. E o que que eu tô fazendo? Será que eu tô tendo essa responsabilidade que Deus me convida a todo instante a assumir essa responsabilidade, a assumir esse protagonismo que ele nos convida? Será que eu tô fazendo isso ou não, né? Eh, e assim é reforma íntima, para finalizar mesmo, ela não é só abandonar que a gente vai adquirindo ao longo dessas encarnações, mas principalmente dessas encarnações, mas também cultivar virtudes, né? precisa também cultivar virtudes. A gente precisa também se esforçar para criar virtudes. Acho que nesse primeiro momento a gente consegue consegue trazer isso daí nele. E aí passando aqui pro nosso nosso segundo ponto, você começa. Eu falando aqui mutado, né, gente? A a meia ela traz um poema assim interessante, né? A gente fica sempre pensando fazer este sol. E o Gabriel colocou muito bem, como é que eu posso fazer este sol? Aqui em Manaus a gente tem um sol para cada cidadão, gente. Tá quente e nós estamos vindo para ainda não é o mês mais quente do ano, vocês imaginam. E aí a gente tem uma ideia do que que é fazer o sol realmente

naus a gente tem um sol para cada cidadão, gente. Tá quente e nós estamos vindo para ainda não é o mês mais quente do ano, vocês imaginam. E aí a gente tem uma ideia do que que é fazer o sol realmente acontecer, porque o sol ele aquece, ele domina, né? É vida, sol é vida. Então a gente reclama do calor, mas eu também agradeço porque eh nós temos esse sol todo dia, né? e que nos aquece que é quente mesmo. A gente precisa eh ter este entendimento para que a gente aproveite a nossa vida aqui na Terra. Não fique perdendo tempo, reclamando, falando, né, e pedindo as bênçãos. Mas o que que tu estás fazendo por ti, pelo teu crescimento? Isso é de suma importância. Mas nós somos espíritos ainda inferior. Estamos em processo. Somos mais rebeldes ainda. Um tantinho, né, rebelde, um tantinho difícil. É aquela ovelha desgarrada, né? Então, o que que o evangelho nos recomenda, nos orienta? Que a gente possa confiar em Deus. Eu não sei o que fazer. Confia em Deus. A fé, a fé é o primeiro remédio. Ah, mas a minha fé é vacilante. Vamos fortalecer na fé. Como é que eu transformo essa fé vacilante numa fé robusta? Como ensina lá no capítulo 19 do Evangelho, né? fé que transporta as montanhas, a fé inabalável que Kardec nos orienta a desenvolver, né, a fé raciocinada, a fé verdadeira, a fé ativa que Paulo muito bem lhe demonstrou, nos ensinou como fazer. Então, a gente precisa ativar a fé para que a gente possa suavizar nossas dores e não intensificá-las ainda mais. A fé é o primeiro sol que a gente aciona, ativa na nossa vida. E aí, através da fé, nós vamos também ativar a prece. Senhor, me ajuda, Senhor, tá difícil. Toma conta da minha vida, né? Jesus me socorre. Então, quem sofre com fé, com coragem e confiança, está no bem sofrer. Transforma lágrimas em semente de sabedoria, cultiva a paciência, a caridade e a esperança. Isso é fazer sol. E todos nós temos potencial e condições de fazer, de escolher este caminho. Quem cai levanta, né? A gente não cai e fica no chão. A gente é bom que recomeça. Senor, hoje

a esperança. Isso é fazer sol. E todos nós temos potencial e condições de fazer, de escolher este caminho. Quem cai levanta, né? A gente não cai e fica no chão. A gente é bom que recomeça. Senor, hoje não deu, mas amanhã vai ser melhor. Então todos nós temos a nossa cota de sofrimento. Todos nós é aqui. Nós estamos para aprender, para aprender a usar o livre arbítrio, fazer nossas escolhas para o nosso crescimento. Então esse é o bem sofrer, é o nosso desafio diário. Podemos verificar se nós estamos conseguindo fazer, se estamos realmente fazendo tudo isso. Olha para ti, né? faz essa autoavaliação, percebe, identifica para que a gente possa, né, como nos ensina, humano, de direitar os nossos caminhos. Porque o evangelho nos ensina que a dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos. Que Deus envia seus eleitos. Às vezes a gente só tá olhando para nós, ai mas a minha dor é tão difícil, né? Cabeça baixa, mas tá tão difícil viver nesse mundo, só tem desgraça. Eu tô passando por tanta dor, tanto sofrimento, tu não sabe o que que tá acontecendo comigo. Olha ao teu redor, que é isso que ela fala agora. Amém. Vem. Olha ao teu redor. Tu vai ver que a tua dor é pequena. Olha direito. E às vezes a gente só olha para nós. É tanto egoísmo que a gente não consegue ver o que tá acontecendo em torno de nós. Então ela diz: "Presta atenção que tá melhor do que muita gente agradece a Deus, para de reclamar, né? E aí a gente vai internalizando mais. Aqui é um planeta ainda de expiações e provas. Portanto, se eu não tô espiando, eu estou provando. A escolha é minha. Como eu vou passar por uma ou pela outra, né? Pelas como eu vou passar pelas experiências. Eu vou determinar se é chorando ou se é resignadamente. Então, nós podemos fazer do mal transformar sua visão pela nossa forma de agir, né? E lembra que se tu tá sofrendo, a gente tá o quê? A gente tá reparando nossos erros. Então, a gente deve agradecer. Por isso que é bem-aventurados os aflitos que nós estamos nos quitando perante a justiça divina,

se tu tá sofrendo, a gente tá o quê? A gente tá reparando nossos erros. Então, a gente deve agradecer. Por isso que é bem-aventurados os aflitos que nós estamos nos quitando perante a justiça divina, acertando as nossas cultas. Que maravilha, né? Nos libertando. Então, a gente deveria agradecer a Deus pelas dificuldades, tá certo? Mas não é para ficar no sofrimento eternamente, não. Porque Deus nos criou para sermos felizes. A gente deve buscar sempre o melhor, sempre. Então, quais são as dores do momento atual? Ela fala aqui de várias, né? A gente reclama da ingratidão, da traição, da incompreensão. Aí, problemas financeiros. reclama do chefe. Quem não tem emprego reclama do desemprego, do salário que recebe, das perdas dos seres amados, que ninguém perde ninguém, mas na nossa visão perde, né, da insegurança, dos desafios da vida profissional. Reclamamos da família que nós temos, das doenças e por aí vai. São esses os nossos maiores desafios. a nossa estabelecer nossas relações com o próximo e reclamar e perder, né, oportunidade de crescimento e de melhoramento. Então, a gente pode reclamar menos, agradecer mais. E se nós, se cabe a nós rapidamente passar por aquela prova e superar, a gente pode fazer isso e não deixar elas mais intensamente na nossa vida. Então, fazendo o sol, tudo suaviza e rapidinho passa. a gente olha, já foi, não vi outros, né? Mas aquele a gente já conseguiu superar. E a gente vai encontrar o amparo através da prece. A prece, o alimento para o nosso espírito. Então, a gente precisa recorrer sempre todos os momentos da nossa vida, recorrer a Deus, a Jesus e os amigos espirituais para vir ao nosso auxílio sempre. Pode continuar, Gabriel, que eu falo demais. Então, mas é isso mesmo. Acho que a gente vai conversando e vai vindo as intuições aqui que a Patrícia trouxe pra gente. A consciência da nossa imortalidade, da nossa transcendência, da nossa essência espiritual nos fortalece para seguir avante sem desistir e com força para fazer o que nos é possível. Exatamente, Patrícia. Eu

ciência da nossa imortalidade, da nossa transcendência, da nossa essência espiritual nos fortalece para seguir avante sem desistir e com força para fazer o que nos é possível. Exatamente, Patrícia. Eu tenho essa mesma sensação de que graças a Deus, né, nós somos imortais. Graças a Deus, nós somos imortais. Mas aproveitar dessa mortalidade para cada experiência, cada oportunidade que nós temos, temos nos trabalhando, nos melhorando. E aí que você trouxe eh alguns pontos, né, que eu acho que são interessantes, principalmente do título, né, do sol. Interessante que o sol aqui em Manaus é, não sei se aí para onde vocês estão é assim, mas aqui é literalmente três sóis para cada um. É interessante que o sol ele brilha para todo mundo, né? Brilha para todos de maneira igual. E aí quando meio usa esse essa referência, fazer o sol. Fazendo o sol é um convite interno. Se ela tá mostando essa reflexão do sol, poxa, o sol ele brilha para todo mundo. Será que eu vou brilhar só para aqueles que eu amo? Será que eu vou brilhar para aqueles meus desafetos também? Eh, eu acho que são algumas questões que a gente precisa sempre levantar. Será que eu tô realmente transbordando para todo mundo? Será que eu consigo olhar para todos? Mas não para todos, mas será que eu consigo olhar para grande parte das pessoas, fazer de fato um sol, ser um sol, ser uma luz na vida dessas pessoas? Será que a gente consegue fazer isso? Uma questão. A a primeira a segundo ponto também que eu acho que é muito bacana é a caridade como luz contra as sombras do egoísmo, né, nessa metáfora de sol e luz. Esse raio de sol que a Mimi traz aqui pra gente é muito interessante porque olhando pelo que eu falei ali atrás, o sol ele brilha para todo para todo mundo. Será que eu realmente consigo brilhar para todo mundo? Será que eu realmente consigo fazer da da da caridade um instrumento verdadeiro para o meu progresso moral? E aí ela dá um conselho pra gente nesse texto. Não percas o tesouro das horas na aflição sem proveito. Ela poderia só

sigo fazer da da da caridade um instrumento verdadeiro para o meu progresso moral? E aí ela dá um conselho pra gente nesse texto. Não percas o tesouro das horas na aflição sem proveito. Ela poderia só falar: "Não percas as horas". Mas ela quer dar um termo aqui, né? Um adjetivo para essas horas que é um tesouro. E de fato o tempo que a gente passa aqui, ele é muito valioso. E muitas vezes a gente deixa passar batido, né? Muitas vezes a gente não percebe que a gente tem de vida aqui é algo muito importante, algo muito singular, algo muito único, né? E aí a gente, poxa, tô perdendo tempo, já passou meu tempo, já tô idoso demais, já passei, já perdi oportunidades, mas será que a gente realmente perdeu oportunidades? Será que a gente eh não tem ainda hoje oportunidade para fazer diferente, para agir diferente, para ter uma percepção diferente? E aí eu me lembro daquele da parábola de Jesus que Marcos conta, né? Glóbulo da viúva. E o que mais vale é aquilo que eu tenho em abundância, né? E muitas vezes a gente tem o tempo em abundância, como ela mesmo traz aqui, o tesouro das horas. Será que eu consigo dedicar um tempo para o meu próximo para fazer dele a luz no outro, mas não só dentro do centro espírita? Será que eu consigo fazer delar minha luz no meu trabalho, na minha casa? Será que eu consigo ser sol da minha casa para os meus vizinhos, para a minha comunidade na qual estou inserida? Será que eu consigo ser sol para essas pessoas, né? Será que as pessoas me percebem como um sol? Será que eu me percebo como um sol? Eh, só que a gente não consegue dar aquilo que a gente não tem. Então é impossível, impossível, me impossível, impossível eu dar para você agora um elefante, porque eu não tenho esse elefante, a gente não tá perto. Como é que eu vou lhe dar um elefante? Gosta essa? E como é que eu vou te dar um elefante, não tem como. Como é que eu vou dar aquilo que eu não tenho? Como é que eu vou dar luz para o outro se eu não coloco essa luz dentro de mim? E aí, como é que faz para colocar luz?

te dar um elefante, não tem como. Como é que eu vou dar aquilo que eu não tenho? Como é que eu vou dar luz para o outro se eu não coloco essa luz dentro de mim? E aí, como é que faz para colocar luz? Como é que a gente faz isso? Será que brigando no trânsito? A gente tá colocando uma luz. É essa semana a palestra do Centro Espírita, essa semana que passou agora, né? Foi muito interessante porque a palestrante ela fez um convite lá, né? Ela disse que há um estudo e aí se alguém daí de casa souber puder trazer aqui você mic psicólogo, talvez saiba que existem sempre duas crianças, a criança interior, a criança sol e a criança escura, né? A criança trevas. E todos nós temos essa criança, né? E aí, quem é que a gente tá alimentando? Aí eu sempre vou com a minha mãe, né? Pro centro espírita, eu falei: "Mãe, dentro de casa a senhora é uma criança treva". Ela falou: "Tu, por est falando isso também tá sendo uma criança treva". E é verdade, né? Porque a gente quando aponta pro outro a gente esquece de olhar para si. Só essa atitude de apontar, né? Vou apontar aqui é três apontando para mim. Isso é um clássico, né? Toda você deve ter ouvido falar sobre isso, mas é válido, né? Poxa, como é que eu vou brilhar no outro se eu não tenho a luz dentro de mim mesmo? É, poxa, será que todo domingo a gente aqui estudando uma vez por mês no centro espírita, será que a gente não tem essa coragem de olhar para si e mover as montanhas do egoísmo que a gente tem? A montanha do orgulho, a montanha da vaidade, a montanha da inveja, a do falar mal, da fofoca, do trânsito? Será que a gente não não consegue reconhecer eh essas nossas dificuldades? Senão já é hoje um boa oportunidade pra gente fazê-lo, né? Hoje já é uma excelente oportunidade para o fazê-lo. E sempre olhando pro nosso sol maior, é Jesus. Jesus é de longe o nosso sol maior, nosso maior exemplo. Ele foi, mostrou pra gente que é possível, veio para cá e falou: "Ó, dá para fazer." Aí mandou um monte de gente também que fez. Ele trouxe aqui, Chico, mas em outras

o sol maior, nosso maior exemplo. Ele foi, mostrou pra gente que é possível, veio para cá e falou: "Ó, dá para fazer." Aí mandou um monte de gente também que fez. Ele trouxe aqui, Chico, mas em outras religiões também tem uma galera grande. Dá para fazer? Será que eu quero fazer? É essa esse querer aí que é o complicado, né? Será que eu quero me mudar? Será que eu quero me transformar? Vamos já caminhando pro nosso nossa última parte aqui, né? Me você agora. Isso. Isso. Na verdade, a Joana coloca pra gente, ela nos orienta que nós temos essa dualidade, né? O nosso lado sombra e o nosso lado luz, né? Ou pode ser trevas também. E a o nosso lado luz. E Jesus falou: "Brigue a vossa luz", né? Então é esse é o fazer sol. Um abraço aí pra Nancia, mãe de Gabriel, né? saudade dela. A gente mora no mesmo na mesma cidade, mas a gente não se encontra pessoalmente, então acaba tendo saudade, né, marcar um encontro. Mas é isso, né, gente? A gente eh às vezes tem mais facilidade de mostrar a sombra que habita ainda no nosso intimido. Eh, é um mau hábito ainda, né? E a luz, a gente precisa fazer um movimento diferente, um movimento interno, né? Uma mudança de conduta, de postura e às vezes dá muito trabalho, a gente já desiste da gente mesmo. Então esse é o convite para que a gente faça, né? para que a gente faça esse olhar interno. Então, sai pois de ti mesmo. Mas é no sentido de a gente, ó, focar no problema, focar no lado sombra, focar no lado das trevas, né? Conheceis a verdade, a verdade vos libertará. Então é a gente olhar, né, que nós temos também luz dentro de nós, que a gente pode acender esta certeza, ela pode iluminar não só a gente, mas aqueles que estão em torno de nós. E aí a gente vai caminhar pra esperança, paraa alegria e conseguimos até rir das nossas desgraças. Fica muito mais suave do que a gente chorar, sofrer, reclamar, se mal dizer. Então, a gente fazer esse movimento interno para nós, mas de uma forma diferente, um olhar diferenciado e também movimento externo para ver que

e do que a gente chorar, sofrer, reclamar, se mal dizer. Então, a gente fazer esse movimento interno para nós, mas de uma forma diferente, um olhar diferenciado e também movimento externo para ver que as outras pessoas também tem suas dores, não é só a gente. Então é fundamental, como a Pat coloca aqui, somos imortais. Uma experiência para nós espíritos é um cantinho, passa rápido. Agora a gente vive mais de 100 anos, né? Então, dependendo de como você vai se conduzir, você pode ficar um pouco mais, mas não passa muito disso. Então, é rápido, a gente volta, depois a gente vem de novo para dar continuidade a esse processo. Então, o convite eh eh agora da Mei para nós é a gente encarar nossa realidade. Eu sou filha de Deus. Eu sou filho de Deus. A centelha divina habita em mim. Mas eu tenho também no meu lado sombra, trevas, que eu preciso, digamos que reconhecer e transformar. Se tá tudo escuro, vamos fazer sol. Vamos fazer sal, não é verdade? Acende a tua luz interior para que Deus possa te ajudar. Mesmo nos momentos desafiadores, a gente pode, a gente pode fazer isso, precisa querer, né? precisa querer. Então, olha em torno de ti e identifica que os teus problemas são pequenos. Se você prestar bastante atenção, não precisa ir muito longe na comunidade, lá car não precisa hoje não. Nos dias atuais não precisa. Os involtúos ocultos estão às vezes dentro da nossa casa e a gente não percebe ou ao nosso lado, né, mais à frente no vizinho, na comunidade, no meu ambiente de trabalho. Quantos tm seus desafios muitas vezes muito maiores que os nossos e a gente reclamando aqui da vida, não é verdade? reclam porque não quer comer aquela comida e tem pessoas que nem comida tem, não é verdade? Então, a gente fazer essa olhada diferenciada para nós e para os outros, né? Sair do nosso mundinho, nosso mundo ali, né? muito pequeno e fazer, né, essa caminhada, essa trajetória muito mais suave. E assim nós vamos aprendendo, vamos internalizando melhor todo esse aprendizado e caminhando. E aí a gente vai ver que o

é? muito pequeno e fazer, né, essa caminhada, essa trajetória muito mais suave. E assim nós vamos aprendendo, vamos internalizando melhor todo esse aprendizado e caminhando. E aí a gente vai ver que o mal, na verdade, né, que é a o sofrimento, as dores, os desafios, é um remédio necessário para a nossa cura interior. Para a nossa cura é o mal necessário, é o remédio que Deus envia para nós. E o antigo que para esse mal é o amor. É o amor para nos curar. Então vamos fazer sol para que a luz do Cristo brilhe em cada um de nós. E essa é a esperança, né? É a alegria de viver, é a gente trabalhar internamente a paz, acalmar o nosso coração e entender que as provas são oportunidades. Por mais difíceis que elas sejam, são oportunidades para nós de aprimoramento espiritual, né? de aprimoramento. E tem muitos espíritos neste momento que reencarnaram na Terra para nos ajudar. Nós estamos vivendo momentos decisivos no nosso planeta e na nossa vida. E o convite é mudança, é transformar, é melhorar. E vai doer para que a gente faça isso. Porque se a gente não quiser, nós vamos ser convidados a fazer. Nós já estamos sendo convidados a fazer, não é verdade? Então, aceita que dói menos e busca, né, esse caminho. Vamos aí caminhando para os finalmente as considerações finais. >> A nossa querida Patrícia aqui trazer a contribuição dela. >> Ela queria ter entrado aqui com a gente, não era? Que que ela não entrou? Ei, na próxima, na próxima a gente manda o link. Ah, essa querida Memi, tão carinhosa para nos trazer essa mensagem com todo cuidado para nos alertar sobre a verdade que nos salvará. Eh, obrigado Patrícia pelo seu comentário. Já aqui para o nosso fim. Eu entendo fazer o sol que ela nos convida. É, é a gente realmente fazer viver o evangelho no servío dos nossos atos. no nosso caminho sem cobrar nenhum tributo de ninguém, apenas deixando a luz do Cristo, cara, passar por nós. Se cada um fizer a sua parte, né, se cada um acender essa chama de amor juntos, nós teremos uma grande

inho sem cobrar nenhum tributo de ninguém, apenas deixando a luz do Cristo, cara, passar por nós. Se cada um fizer a sua parte, né, se cada um acender essa chama de amor juntos, nós teremos uma grande sol, segurando tudo que há de egoísmo, de indiferência, de orgulho. É isso a gente vai dissipando se a gente fizer a nossa parte. Se você faria a pressa. Você quer fazer a prece? Posso fazer? Vou fazer a prece aqui. Você tá mutada, mas eu suponho que tem que você falou. Eh, eu esqueço. Pode fazer nossa prece >> à vontade. >> Meus amigos, antes de qualquer coisa, quero desejar um excelente domingo para vocês. Que esse convite, pelo menos no dia de hoje, se faça presente, né? Pelo menos no dia de hoje a gente se esforce para ser um sol, que passarem por o nosso caminho. Um ótimo domingo a todos. Vamos lá. Deus, obrigado por essa oportunidade de estarmos aqui reunidos, estudando o teu evangelho através da tua mensageira de essa mensagem mais para gente, que nós possamos, Senhor, do evangelho muita dedicação. cada um dos que aqui estão presente, dos que também por algum motivo não puderam estar aqui presente, que todos sejam abençoados, que a nossa família seja abençoada, nós possamos ter uma semana maravilhosa. Muito obrigado por tudo que assim seja. >> Boa semana a todos. Até a próxima próximo mês, né? >> Até o próximo mês. Muito obrigado, pessoal. Fi todos com Deus. Vou colocar aqui o Obrigado, Walter. Bom dia,

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