Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 41 | 14.12.25
Estudando com Jesus | 30.11.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 41: A tomada elétrica Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
E bom dia, bom dia, bom dia. Sejam todos muito bem-vindos ao nosso Estudando com Jesus aqui aos domingos com vocês às 10 da manhã, Brasil. Então, para quem tá em outro continente, Estados Unidos, bom dia. Bom dia. Aí tá acordando cedinho ou para quem vai ver a gente mais, né, paraa frente, boa tarde ou boa noite. Estamos aqui, né, Marcos, hoje para encerrar o ano desse estudo com muita alegria. E aí até colocamos uma contagem regressiva nova. Ainda bem que o Marcos lembrou que ela estava pronta para nós. Bom domingo, bem-vindo, amigo. Ainda tá fechado o seu microfone. Vê aí. Pera aí. Aí >> eu tô com eu tô com delay porque tá congelando aí. Eu não sei se vocês estão me ouvindo. Tá, >> estamos ouvindo. Eu tô te ouvindo. Deixa. Eu preciso colocar aqui no YouTube para ver se tá tudo normal. Mas vai falando aí. >> Ah, tá. Que a imagem para mim é que o microfone ainda não ligou. Desculpa, gente. É que eu tô também aconteceu isso segunda-feira à noite. A minha minha internet tá meio estranha. Desculpa a todos. Um excelente domingo a todos. Uma ótima manhã, uma ótima tarde. Ó, agora que destravou para mim. Tá normal, viu? Tá normal. Tá normal aqui. Tá normal lá. Tá >> tudo de boa. >> Agora que voltou normal para mim. Tá tudo congelado. >> Aqui que tá frio e aí que tá congelado. Não pode. Ai, mas tá ótimo. Vamos seguindo aí. E olha a nossa amiga Teca, sempre aqui com a gente, né? Lá cedinho dos Estados Unidos. Bom dia. Ó lá, ela falou que tá dando para ouvir, sim, ó. Tá dando para ouvir. Muito bom. Ó lá tá congelado mesmo, Marcos. Tá nevando. Tá nevando. Pois é, eu vi, eu vi. Aí, amiga, aqui tá super frio aí, meu Deus. A Ângela Brandão. Ei, Ângela querida, seja bem-vinda. A Ângela vai nos acompanhando aí vários programas, coisa maravilhosa. Que bom você tá aqui com a gente, viu? >> Bem-vinda. É, um coração, querida. Pois é. É que a gente apresenta um outro programa, sabe, Marcos, aí durante a semana e aí a gente, os amigos que vão chegando nessa família são todos os amigos LS.
> Bem-vinda. É, um coração, querida. Pois é. É que a gente apresenta um outro programa, sabe, Marcos, aí durante a semana e aí a gente, os amigos que vão chegando nessa família são todos os amigos LS. cheios de luz. Então, nós temos o nosso Marco Lux aqui com a gente também. Coisa boa. Estamos tentando fazer a nossa luz, né, meu amigo? Estamos nessa caminhada aí. >> E olha que o texto de hoje é bem sugestivo. Vamos ver ele já já. Você quer fazer nossa prece inicial? Vou vou fazer assim, aproveitar que tá normal aqui. >> Isso, isso, exatamente. Amorável, Amorável Pai, nosso criador universal, Mestre Jesus, irmão de todas as horas, gratidão pela oportunidade de nos reencontrarmos aqui mais uma vez reunidos, pensando no evangelho de Jesus, pensando na boa nova, que possamos estar receíveis para o estudo de hoje, agradecidos por mais uma manhã de domingo para a reflexão, para pensarmos, para assimilarmos essas ideias, esses pensamentos da melhor forma, que acesse o nosso coração, que limpe a nossa mente e que purifique a nossa alma. Graças a Deus. >> Que assim seja. Graças a Deus. É, ó, a gente agradece aí então, né, sempre o Igudo, aos canais parceiros aí, TV Goiás Espírita, né, o Discovery Spirit Network dos Estados Unidos, que estão aí sempre, né, nos recebendo nas suas casas com muita bondade, muita paciência para escutar esse pouquinho, né, que a gente já consegue refletir sobre esses textos maravilhos. E hoje, eh, é o capítulo 41, né? Vamos colocar aqui. Capítulo 41. >> Isso. Ó lá, falei que tinha a ver com luz, gente. Tomada elétrica. O Marcos falou assim: "Mas que texto é esse? Tomada elétrica?" Eh, >> foi >> essa turma chama atenção nota, né? >> É verdade. >> É. E aí vai, né, a mensagem é de um espírito amigo, né, que chama Júlio, que vai nos dar um testemunho, né, vai contar a sua história. É um um relato um pouquinho longo. Eu falei pro Marx, né, até fez lembrar lá a segunda parte do livro Céu Inferno, né, dos amigos nos contando sobre a vida do outro lado.
é, vai contar a sua história. É um um relato um pouquinho longo. Eu falei pro Marx, né, até fez lembrar lá a segunda parte do livro Céu Inferno, né, dos amigos nos contando sobre a vida do outro lado. Então esse amigo aqui vai nos dar um panorama geral de lá e de cá, né? Nos contando o que que aconteceu. E aí a referência é ao capítulo dos bem-aventurados puros de coração, ao item sete, né, que Kardec faz os seus comentários, que é pecado por pensamento e adultério. Então a gente vai ler o texto todo para vocês terem aí uma uma ideia da história, né? o que que aconteceu e aí a gente volta e faz as nossas considerações. Vocês também aí vão escutando a história, se já quiserem colocar, fazer colocações, né, no chat. Depois a gente volta e vai trazendo aí as o que já veio na mente de vocês aí sobre essa história. Olha, então diz assim: "De volta à encarnação, à reencarnação em breve tempo, sou trazido a vosso recinto de oração e fraternidade por benfeitores e amigos, para que algo vos fale de minha história. Argo escarmento aos levianos do ouvido e aos imprudentes da língua. Sem ornato verbal de qualquer natureza, e minha confissão dolorosa, passo diretamente ao meu caso triste, a maneira de um louco que retorna ao juízo. Depois de haver naufragado pela vileza de um pântano. Há alguns anos, em minha derradeira romagem na Terra, eu era simples comerciário de hábitos simples. Com pouco mais de 30 anos, desposei Marina, muito mais jovem do que eu. E exaltando a nossa felicidade, construímos nosso paraíso doméstico numa casa pequena de movimentado bairro do Rio de Janeiro. Nossa vida modesta era um cântico de aventura, entretecido de esperanças e preces. Todavia, por que fosse de ordinário, desconfiado e inquieto, amava minha esposa com doentia paixão. Marina era muito moça, quase menina. Estimava as cores festivas, o cinema, a vida social, a gargalhada franca. E por guardar temperamento infantil, a curto espaço teve o nome emlaçado a maledicência, que fustiga a felicidade,
ase menina. Estimava as cores festivas, o cinema, a vida social, a gargalhada franca. E por guardar temperamento infantil, a curto espaço teve o nome emlaçado a maledicência, que fustiga a felicidade, como a sombra persegue a luz. em torno de nós. Fez-se o disse disse: "Se tomávamos um bonde, éramos logo objeto de olhares assustadiços enquanto se coxava, lembrando-se o nome. Se passávamos numa praça, éramos quase sempre seguidos de assovios discretos. Começaram para mim os recados escusos, os telefonemas inesperados. as cartas anônimas e os conselhos de família, reunindo várias acusações. Marina, desertada dos compromissos do lar. Marina era ingrata e infiel. Marina respirava numa poça de lama. Marina tornara-se irregular. Muitas vezes, minha própria mãe, zelosa de nosso nome, chamava-me Abrios, indicando-me providências. Amigos segredavam-me anedotas irreverentes com sentido indireto. Lutas enormes do sentimento ditavam-me desesperados conflitos. Acabou-se em casa a alegria espontânea. Debalde, a companheira se inocentava, alertando meu coração. Entretanto, densas trevas possuíam meu raciocínio, induzindo-me a criar a sombros assombrosos quadros em torno de faltas inexistentes. Como se eu fora puro, exigia pureza em minha mulher, qual se fosse santo reclamava-lhe santidade, deplorável cegueira humana. Foi assim que, numa tarde inesquecível para o remórcio que me virgasta, te limpou o telefone, buscando-me para aviso. 3 horas da tarde, anunciava-me alguém ao cérebro atormentado que um estranho se achava em meu aposento íntimo. Desvairado, tomei de um revólver e busquei minha casa. Sem barulho, penetrei nossa câmera e de olhos embaciados no desespero, vi Marina curvada ao lado de um homem que se lhe curvava igualmente a dois passos de nosso leito. Não tive dúvida e alvejeios agoniado. Vi-lhes o sangue a misturar-se enquanto me deitavam olhares de imensa angústia. E porque não pudesse eu mesmo resistir a tamanha desdita, estilhasei meu crânio com bala certa, caindo logo
os agoniado. Vi-lhes o sangue a misturar-se enquanto me deitavam olhares de imensa angústia. E porque não pudesse eu mesmo resistir a tamanha desdita, estilhasei meu crânio com bala certa, caindo logo após para acordar no túmulo, agarrado a meu corpo, malizento e fedentinoso, que servia de engorda a vermes famentos. Em vã busquei desvencilhar-me do arcabolço de lama a emparedar-me na sombra. Gargalhadas irônicas de espíritos infelizes cercavam-me à prisão. Descrever minha pena é tarefa impossível no vocabulário dos homens, porque o verbo dos homens não tem bastante força para pintar o inferno que brame dentro da alma. Por muito tempo armagorei meu cálice de aflição e pavor, até que mãos amigas me afastaram por fim do cárcere do lodo. Vim então a saber que Marina, sem culpa, fora sacrificada e minhas mãos de louco. abnegada e inocente que era simplesmente pedir a um companheiro da vizinhança consertasse em nosso quarto humilde a tomada elétrica desajustada, a fim de passar a roupa que me era precisa para o dia seguinte. Trânsito de vergonha e enojado de mim, antes de suplicar perdão às minhas pobres vítimas, implorei humilhado a prova que me espera. E é assim que, falando as almas descuidadas que cultivam na terra o vício da calúnia, venho dizer a todas, na condição de um réu que, para me curar, da própria insensatez roguei ao Pai Celeste, e me foi concedida a bênção de meio século de doença e martírio, luta e flagelação na dor de um corpo cego. Nossa Senhora. >> Texto muito forte. >> É muito forte, né? O coração até vem aqui na boca, né? Porque a gente percebe aí o envolvimento, né, desses irmãos em uma orquestrada, né, Marcos? aí obsessão eh não só deles, né, mas de outros que estavam envolvidos, familiares e amigos, de quanto que nós preferimos buscar, né, o que há de pior no outro, a ver realmente a verdade e ver que, né, cada um pode dar o seu melhor e cada um dá o que tem. E aí nos deixamos influenciar por todas esses pensamentos, essas sugestões, essas palavras, né? E
outro, a ver realmente a verdade e ver que, né, cada um pode dar o seu melhor e cada um dá o que tem. E aí nos deixamos influenciar por todas esses pensamentos, essas sugestões, essas palavras, né? E acabamos caindo nessa sombra, como ele coloca aí, né, nesse enredo de maledicência, como ele fala aqui, né, no final, que fustiga a felicidade, porque nós caímos numa, né, num mar de dúvidas e incertezas. não sabendo mais por onde buscar a verdade. E uma história, né, uma história completa, é muito triste, mas também é muito bonita, porque ela tá muito bem escrita, né, com uma linguagem simples, uma linguagem objetiva, direta. E você percebe aqui que é é fruto da loucura, né? E então a gente vai buscar aqui saber como evitar, né, de você enlouquecer. E se você já tiver eh, infelizmente atordoado, com a saúde mental já atingida, o que que você precisa fazer para poder buscar eh voltar à sanidade, né? eh buscar aí encontrar o que o que é verdadeiro, né? Porque se você recebe, né, influências de vários lados, eh, fica realmente difícil se concentrar no que é a verdade, porque a gente sabe, né, que a verdade sempre tem os lados de quem busca manifestar essa verdade, mas existe uma verdade oficial que a gente vai encontrar nos nossos corações, >> mas quando a gente busca escutar, né, o outro com sincer sinceridade, como a esposa tava, né, manifestando para ele. >> É, pedia para ele, >> pedia para ele prestar atenção ao coração dele, né? Exatamente. Exatamente. E aí eu fiquei me perguntando aqui, né, eh porque ele faz referência, né, a esse texto do Evangelho dos puros de coração e como é difícil para nós olhar para o outro e buscar encontrar essa essa essência da pureza que todos nós temos. Mas a gente precisa ir tirando todos esses adornos que nós colocamos no nosso coração e na nossa mente para nos auxiliar a sobreviver no mundo, né? Mas a gente tem a pureza, mas a gente colocou tanta coisa em cima dessa dessa condição divina que a gente já não olha mais pro outro e não consegue mais
te para nos auxiliar a sobreviver no mundo, né? Mas a gente tem a pureza, mas a gente colocou tanta coisa em cima dessa dessa condição divina que a gente já não olha mais pro outro e não consegue mais encontrar essa pureza, né? Então ele diz aqui, né, que é o pecado por pensamento e adultério. Então o que que é adulterar, né? O que que nós onde começa o adulterar? Eu fiquei pensando, né? Onde eh o que que nós temos feito, né? Que que nós temos adulterado para alcançar esses essas satisfações do mundo, né, de de sensações ou de ou de ter a razão, por exemplo, né? Porque aí, nesse caso, todos os irmãos que foram colaborando com um pedaço da verdade queriam ter razão, queriam mostrar que a sua a opinião era o que era verdadeira, era o que valia. A custas de quê? Então, o que que nós temos feito, né? Como, onde começa esse adultério em nós? E pela doutrina espírita, nós vamos descobrir que a palavra adultério, ela é muito mais do que a tradição nos mostrava, porque ele adulterou a mente dele e a loucura conseguiu invadir >> os invejosos. Ele deixou os invejosos entrarem. Ele abriu as portas da mente dele para as palavras de inveja. No caso da mãe dele, eu entendi como arrogância, porque o casal de filhos já tem já tinha uma liberdade entre eles. Tanto que ela providenciou a pessoa para para fazer o conserto, né, numa família tradicional, patriarcal, eh, o homem controla tudo. Então, o homem é que chamaria. >> Hum. pediria para alguém estar ali vigiando, né, que nas fazendas eram os capatazes. Isso. >> E esse núcleo familiar que ele conseguiu estabelecer, ele ele conseguiu conquistar o coração de uma moça muito jovem, né? você vê ali que ela viu algo muito bom nele e e por isso que pedia que ele desse atenção ao coração dele, porque sabia que o coração dele era bom, mas ele, o coração ficou isolado pela razão. A, a razão sufocou o coração dele e isso pode acontecer. E como acontece, né? muito, muito onde, onde estamos nesse momento, né? Acho que a maioria das situações em que
ração ficou isolado pela razão. A, a razão sufocou o coração dele e isso pode acontecer. E como acontece, né? muito, muito onde, onde estamos nesse momento, né? Acho que a maioria das situações em que a gente tem visto acontecer está baseada nesse, né, nessa influência que a gente se deixa levar, né, porque o Emânuel, né, vamos lembrar lá do pensamento e vida, né, fala do pensamento que é esse campo íntimo. Então, se ele é um campo íntimo, nós precisamos cultivá-lo para que ele oferte a colheita que nós queremos. E aí, quem que é, né, a a charrua que comanda esse campo íntimo é a vontade. Então, como a gente, né, deixa a nossa vontade ser influenciada ou ter, né, essa luz, esse entendimento, aí nós vamos saber eh conquistar a harmonia do espírito ou não, né? como ele fala, a vontade é a única energia suficiente para dirigir a harmonia do espírito. Então, se a gente não tem essa vigilância, não faz, né, essa entrega de buscar o outro, né, de compreender o que tá acontecendo diretamente com o outro, deixar de fora quem não está envolvido na situação, né? Nós queremos muitas vezes que os outros resolvam as coisas por nós, as nossas angústias, as nossas aflições. E aí a gente vai abrindo, como o Marcos falou, esse, né, esse campo mental. vai nos eh contaminando, achando que isso vai solucionar, né, as questões que nós temos em nós, aflitivas em nós. Não, vamos diretamente ao outro, né? que o outro prove com as suas atitudes e as suas, né, palavras aí incoerência que a verdade é aquela e não o que tem sido dito ou falado, né, muito menos nem que seja a nossa própria da nossa própria família, né? É o essa mensagem também ajuda muito porque eh eh ela não teve culpa, mas ainda que ela tivesse culpa, não justificaria o que aconteceu. >> Não, >> você vê que ele comenta: "Não tive dúvida". Ele não teve dúvida do quê? Da atitude que ele iria tomar. >> Isso. >> Que no direito a gente chama de dolo, >> ou seja, >> a intenção, né? É, ele teve a intenção de ferir, de ferir gravemente.
vida". Ele não teve dúvida do quê? Da atitude que ele iria tomar. >> Isso. >> Que no direito a gente chama de dolo, >> ou seja, >> a intenção, né? É, ele teve a intenção de ferir, de ferir gravemente. Agora, por quê? Porque estava com imagens pré-concebidas. >> Então, os olhos dele estavam cegos >> para os fatos, para o que tava ali diante dele. Por quê? porque ele tinha imagem que fixaram na mente dele, uma fixação. >> Isso. >> Isso. E o quanto, né, amigo, a nossa ignorância da verdade, né, que é que é a vida espiritual eterna, né, imortal nos leva a não ter dúvidas de cometer esses atos que trarão consequências, né, como ele diz aí, desastrosas paraas nossas sementeiras, que teremos, né, que eh receber os reajustes, como ele falou, aceitei, né, pedir e aceitei de bom grado do bom pai, do senhor na próxima, né, essa reencarnação seguinte, que ele viesse sem a capacidade de ver, porque nós temos que fazer o reajuste, né? vai chegar esse momento do reajuste. Então, para nós termos essa certeza, né, de que se nós não temos esse conhecimento, como acaba, né, nos levando a cometer esses atos ainda tão instintivos, né, de sobrevivência e que liga o amor à posse, né, a essa a essa propriedade, né, que somos uns propriedados dos outros. Isso. >> E na verdade somos todos irmãos, né? Somos todos irmãos aqui nos auxiliando. Eh, estamos nas relações, né, para criarmos eh laços afetivos, né, de fraternidade para seguir cada um com a sua missão dentro lá da nossa da nossa função cocriadora, né, amiga? Eh, a pouca importância também dada ao trabalho doméstico. A pessoa acha que que a esposa não faz nada, entendeu? Esses estereótipos, essa e eh esse essa maledicência, né? Você acha que só quem está dentro da indústria é que tá trabalhando. Não, não é assim. Não, não posso tipificar. Eh, não não não existe isso, né? Viver, trabalhar, viver servir, >> é de que quem fica em casa eh vive na ociosidade, né? >> Isso. >> E nessa casa mental vazia, né? que só atrai coisa eh que o outro tá pensando
o não existe isso, né? Viver, trabalhar, viver servir, >> é de que quem fica em casa eh vive na ociosidade, né? >> Isso. >> E nessa casa mental vazia, né? que só atrai coisa eh que o outro tá pensando que ele faria se estivesse naquela situação. Então, para nós vermos também, né, essa condição de como, por que filtro nós eh olhamos a vida do outro. Nós olhamos pelo nosso, nós vamos até onde a nossa capacidade reflexiva de raciocínio e de sentimento vai. >> Então nós projetamos no outro, né? >> Eu vou dar um exemplo paralelo. Eu tenho um colega que a esposa arrumou um emprego que ganhava mais do que ele. >> Então ele >> ele pegou e fez o seguinte: "Olha, eu sou uma pessoa muito boa, então nós vamos dividir ao meio as despesas". a despesa do condomínio, a despesa da luz, a despesa da água, do gás, vamos dividir ao meio. Ele decidiu isso e e comunicou. Aí ele falou que naquela semana ele chegou do trabalho, aí não tinha janta. Aí ele foi questioná-la. Aí ele questionou: "Ué, não tem janta?" Aí a esposa respondeu: "Você não falou que é tudo meia a meia, que você é uma pessoa muito boa? Então, que eu não precisa, apesar de eu ganhar mais do que você, não, eh, iria dar igual. Então, eu cheguei cansada igual a você, já preparei minha comida, já comi e você, já que é meia meio, você prepara. Ele ficou indignado porque ela disse que ele tinha que preparar a comida dele, >> ou seja, não houve conversa entre os dois. Ele tomou todas as decisões e ele caracterizou o problema e tomou todas as decisões e depois apenas comunicou, deu ciência para ela. Ele jogou o o que tava na cabeça dele já resolvido. É um exemplo assim mais simples, né? Porque esse nosso de hoje é muito sério, né? E mas eh pra gente poder compreender como é que as coisas vão você as coisas vão acontecendo e às vezes você nem percebe que elas estão acontecendo. >> É porque tem aquela frase, né? O combinado não sai caro e a gente esquece de combinar, né? A gente esquece de combinar. E aí como é que fica? Aí fica o dito pelo não
ebe que elas estão acontecendo. >> É porque tem aquela frase, né? O combinado não sai caro e a gente esquece de combinar, né? A gente esquece de combinar. E aí como é que fica? Aí fica o dito pelo não dito, como ele falou aqui, começou o disse, me disse, né? Porque muitas vezes faltou também, né, da parte dele, eh, fazer esse combinado com quem começou a trazer essas informações para ele, né, seja quem fosse, falar: "Não, o meu combinado com a minha esposa, a minha família é assim. Nós funcionamos assim e tá tudo certo, né? como o Marx falou, muito provavelmente, né, uma um núcleo familiar que começou a ter uma outra dinâmica diferente por conta, né, da juventude da moça, dessa espontaneidade, dessa inocência, talvez uma certa imaturidade, né, e que aí é aquilo que a gente falou, quem tá olhando de fora, olha com o seu filtro, analisa com o seu filtro e traz a sua verdade com o seu filtro. Então, faltou combinar, né, com essas pessoas que não interessava a opinião delas, né? Esse foi o grande, a grande falha dele naquele momento, né? grande fraqueza dele naquele momento, porque como a gente colocou, o amor ainda muito associado à posse, né, a matéria, ao que é meu. Então nós deixamos a brecha para receber essas influências, tanto de quem tá aqui com a gente, quanto dos que, né, ele narra aí, os amigos que o receberam no plano espiritual e que entram, né, para alimentar essa essa mente sem a vontade lúcida de fazer o seu caminho ali na verdade, né? Ele ele misturou o passado dele com o presente dele e o presente já vivendo em tempo moderno. Porque se ela chamou uma pessoa para para resolver o problema, você pressupõe que ele deixava ela com algum dinheiro, porque ao final do conserto ela teria que pagar pelo serviço que foi prestado. Então, se você vai deixar eh vai deixar um caixa, vai deix vai deixar eh a palavra, >> dá uma autonomia, né? >> É isso. Se você vai deixar a palavra final da tua esposa para resolver problemas internos de pequena monta, né? Eu que trabalho na justiça, as varas do
deixar eh a palavra, >> dá uma autonomia, né? >> É isso. Se você vai deixar a palavra final da tua esposa para resolver problemas internos de pequena monta, né? Eu que trabalho na justiça, as varas do interior elas têm uma pequena monta que eles têm autonomia, eles >> isso >> não ficam vinculados a nós se vai poder fazer ou não para para coisas emergenciais, para coisas urgentes, para coisas simples, para coisas objetivas. Então ele misturou o passado dele, que foi a criação que os que os pais tiveram com com o com o presente dele, que que a família que ele tava preparando, aí poderia ter tido filhos com ela, >> né? >> E e infelizmente isso não poôde foi interrompido, não pôde acontecer. >> Exatamente. Exatamente, né? a gente vê aí os nossos eh a nossa anterioridade, né? Eh, falando mais alto se nós não buscamos eh um caminho de ressignificá-lo, né? que é para isso que nós reencarnamos, trazer, né, esses traços que são mais fortes ainda em nós, né, que predominam na nossa personalidade, nos nossos comportamentos, para ressignificá-los, para então vivê-los de acordo com as leis, né, aproveitar essa oportunidade. E aí foi o que o nosso amigo não conseguiu, não conseguiu concretizar nesse momento, né? Eh, e é interessante que ele até fala, né? Deporável cegueira humana. Realmente a gente tá, né, vivendo, né, eh, aí só de acordo com os olhos do mundo, com os ouvidos do mundo, né, com o que, eh, nos chega aí todos os dias, né, de situações complicadas, com esse, né, vivendo só por esses sentidos e sensações, nós não conseguiremos eh vencer essa nossa nossa anterioridade, né? >> É >> refazer esses caminhos, >> porque você vê que ele buscava se comunicar com ela quando ele já tinha um problema na cabeça. >> Isso. >> E isso quer dizer que eh após o casamento, ele tinha momentos de silêncio sobre a relação dos dois, porque ele deixou que a vontade dos outros predominasse, como você comentou. Mas ali no casal tem que ser a vontade da esposa e do marido. >> Isso até para conhecê-la mais. E e ó,
a relação dos dois, porque ele deixou que a vontade dos outros predominasse, como você comentou. Mas ali no casal tem que ser a vontade da esposa e do marido. >> Isso até para conhecê-la mais. E e ó, realmente ela é impressionante. Cada dia ela desperta em mim mais amor. Porque uma outra coisa também que eu queria falar, as pessoas confundem muito inocência com malícia. Se eu não sou malicioso, então eu sou inocente. E não é assim. Se ela chamou aquela pessoa para fazer o serviço, ela sabia que aquela pessoa era confiável. Ela tomou essa decisão aqui. Não mostra como, porque nós estamos vendo sobre a ótica dele. E a ótica dele bastante sincera. Ele se abriu conosco, mostrou todas as cartas falando grosseiramente, né? >> Uhum. >> E você percebe que eh eu também sou uma pessoa que costumo ter muitos pensamentos ruins que que eu acesso, né, que eu capto. Aí como é que você vai fazer? Da forma que o evangelho eh alerta. Ó, se você tá tendo muito pensamento ruim, então dá mais atenção pro teu coração, porque se você cuidar melhor do teu coração, você vai perceber que esses pensamentos ruins não vão conseguir entrar na tua razão. >> Isso >> tá aqui nesse capítulo oito. Não com essas palavras. >> É. Tá aqui, olha, todo mau pensamento é, portanto, o resultado da imperfeição da alma. É isso que a gente falou. a gente vem >> para fazer esse reajuste, ressignificação do que tá imperfeito em nós. E de acordo com o desejo que tiver de se purificar, até mesmo esse mau pensamento se torna para ela, né, paraa alma, um motivo de progresso, porque o repele com a energia. Ó lá o que o Marcos tá falando. A gente coloca a intenção, né? Em vez de abrir as portas para que ele seja cultivado, a gente fecha as portas >> e abre as portas para outros pensamentos, identificando que nós já não queremos que esses mais façam parte da nossa vida, que nos cheguem a confundir a razão, né, que é o o atributo do ser inteligente da criação, né, a razão lúcida com base nas verdades, né, na verdade e nas leis espirituais, nas leis
arte da nossa vida, que nos cheguem a confundir a razão, né, que é o o atributo do ser inteligente da criação, né, a razão lúcida com base nas verdades, né, na verdade e nas leis espirituais, nas leis imutáveis de Deus. Te cortei, Marcos. >> Não, não cortou não. E é é bastante oportuno a colocação que você fez é bastante oportuna. E e se você eh acessando teu coração ainda tá encontrando dificuldade, então recorra a prece >> recorra o centro espírita, recorra água, água passe, água fluidificada, atendimento fraterno, a um psicólogo, >> recorra a alguém que veja a pureza do coração, não é, Marcos? Isso que que vai vai te guiar, né? O nosso guia e modelo fundamental é Jesus, mas nós também temos os servos de Jesus que trabalham tão bem quanto ele, quanto o mestre. Por quê? Porque já sabem amar, já sabem perdoar. Esse texto é muito bonito para mim, porque eu vejo o arrependimento dele e é fundamental. >> Você só vai encontrar uma solução para um problema desse >> se você conseguir se arrepender. >> Sinceramente, é, >> né? Mas é é muito muito importante isso que você falou, né? Eh, para fazer, né, sairmos dessa sintonia que a gente se coloca, né? Então, muito interessante também o título, né, ser tomada elétrica, porque o Marcos falou assim: "Nossa, eu achei que iam falar de correntes elétricas, de, né, de alguma coisa mais técnica, não. Mas dentro do pensamento e vida, do livro, a gente sabe que nós somos, né, o que nós pensamos. E nós somos essa corrente constante de energia de pensamento em troca incessante de, né, de desses sentimentos e pensamentos. Então, muito importante nessa nessa eh empreitada, né, de repelir o pensamento com energia, buscarmos as pessoas que já sabem ver a nossa pureza de coração, como Jesus via em todos, né, e abraçou a todos, mesmos os escribas, os fariseus, deu oportunidade a todos de se aproximarem dele e, né, o questionarem até É, para receberem as lições. Então, nós precisamos mudar essa frequência aonde buscamos o nosso alimento moral e espiritual.
, deu oportunidade a todos de se aproximarem dele e, né, o questionarem até É, para receberem as lições. Então, nós precisamos mudar essa frequência aonde buscamos o nosso alimento moral e espiritual. Vamos buscar então aí, né, dentro de um ambiente de quem já possa mostrar para nós o que nós temos de melhor. E aí vamos, né, nos afastando dessa sintonia e conseguindo ver o nosso lado luz também. Isso, porque tomada elétrica é uma palavra figurada que você pode entender que os pensamentos ruins, eh, maliciosos, de maldade que, que que o dominaram, o o sufocaram, o conseguiu eletrecutá-lo. Isso >> gerou um acidente nele com repercussão na vida dos outros, com repercussão gravíssima, porque ele tá ouvindo demais a mãe e a mãe vai, se você continuar, ela vai ser repetitiva. >> Então, por que que ele não buscou ouvir a sogra? >> De repente, quem arrumou esse eletricista foi o sogro dele >> ou o irmão dela? Muda a fonte. Isso. >> Nós não temos todos os elementos. >> Isso. Isso >> não é. >> Aí dá atenção para um vizinho que tá vendo uma pessoa pela janela. >> Isso >> que que não convive e >> que se acha e que se acha no direito, né? Que tem o dever. Muitas vezes a pessoa acha que tem o dever de fazer o alerta. Eh, é porque na vida em sociedade nós temos dois valores fundamentais que se chamam justiça e segurança. Então, a pessoa às vezes, ah, eu vou aqui cuidar do bairro, eu vou vigiar o bairro, >> entendeu? Mas ele tem formação para isso. Não, não tem. Entende? Aí começa a misturar as coisas, aí começa a julgar as pessoas >> de forma precipitada, de forma eh sem elementos, de forma errada. Olha a confusão que dá. Ele comenta aqui sobre a calúnia, seja calúnia defamação, injúria, >> e e e esses três eh essas três situações gravíssimas, né? O que que que elas podem gerar na gente, né? >> É, a gente tem que ter muito cuidado com as palavras, realmente muito cuidado com pensamento. É que é uma sequência, né, amiga? é o sentimento, é o pensamento, é a palavra e aí é a atitude.
te, né? >> É, a gente tem que ter muito cuidado com as palavras, realmente muito cuidado com pensamento. É que é uma sequência, né, amiga? é o sentimento, é o pensamento, é a palavra e aí é a atitude. >> Então, muito cuidado, >> porque faz parte da vigilância eh ouvirmos isso. Ah, ah, eu já conheço isso. Ah, isso nunca vai acontecer comigo, tá? Vou respeitar. Mas se você tivesse um filho ou uma filha, você conseguiria instruir a um deles para ter essa mesma força que você acha ter? >> Uhum. >> Você percebe que ele adentrou num num centro espírita que ele comenta ali logo no início, porque ele tá trabalhando. >> Hum. >> É, ele foi, ele foi deixar o registro. Olha, gente, aqui, ó, já aconteceu comigo. Então, coisas que vocês ficam no livro dos espíritos vendo em tese, comigo é um caso real. E aqui a trabalheira, ó, a trabalheira que tá me custando para para poder resolver, porque ele quer resolver, ele tá resolvendo. Aí faz a visita, vai numa sessão mediúnica, divide. Eu, se passasse por essa dor, ninguém ia ficar sabendo. A Patrícia se percebesse, eu ia enrolar ela, eu ia mudar de assunto. Ah, não, mas aí como é que tá, como é que estão os trabalhos aí no exterior? Como é que tá o a doutrina tá avançando? Já ia mudar de assunto, eu ia esconder, eu ia ocultar. Que que e essa mensagem mexeu muito comigo? Ah, porque ah, ah, sim. Eu tenho uma anteninha, eu tenho uma anteninha que eu tenho pouca disciplina e e realmente, né, pensamentos ruins, eu eu acesso, né, eu capto, é a palavra que eu quero falar, né? Você pode até captar, às vezes você tá captando para diminuir a carga do outro. A a tua função é essa, que é o que acontece numa sessão mediúnica. o médium que tá ali, né, incorporando, seja pela fala psicofonia ou pela psicografia, ele também tá sentindo momentaneamente a dor do Júlio. >> Uhum. >> E isso serve como remédio. Também serve como remédio. >> Isso. >> Para ele se purificar, para ele se melhorar. >> Isso é muito profundo, né, amiga? muito profundo, né? como a gente tava
o. >> Uhum. >> E isso serve como remédio. Também serve como remédio. >> Isso. >> Para ele se purificar, para ele se melhorar. >> Isso é muito profundo, né, amiga? muito profundo, né? como a gente tava comentando aí eh no início, antes de entrarmos também, né, dessa situação eh atual que tá cada vez mais eh nas mídias aí, né, desses acontecimentos eh agressivos, né, eh impensados e aí sem dúvida, como o nosso amigo Júlio, né, e tomar essas decisões, né, né? Nossos irmãos têm tomado essas decisões aí drásticas, né? Muito provavelmente por não terem um pouco de entendimento, né? Ou a terem um entendimento, mas ainda não terem colocado no seu coração, né? Porque não adianta ficar aqui, precisa ser sentido, precisa ser vivido. E é um desafio nós fazermos as nossas mudanças mesmo, né? Muitas vezes, ou na maioria das vezes, né? A gente quer que o outro mude primeiro para depois a gente ver se vai mudar, se vale a pena. Então, é uma história muito, né, atual, que nos faz refletir, né, sobre vários pontos que muitas vezes só escutando na mídias histórias, a gente nem pensa que pode ter acontecido, né, eh, essas interferências dessa forma, até que, né, o casal não consegue se acertar e se decide por essa atitude. Aí, eh, muito muito infeliz mesmo, né, amiga? >> É, porque ele demonstra que ele domina as coisas do mundo, tanto que ele é um comerciante. >> Ela quis preparar para ele ter uma boa roupa, uma não tá amarrotada para eh como é que uma boa aparência, né? Ficar bem apeçoado, aquela palavra que minha avó falava, bem apeçoado, né? Ou seja, ele conseguia transitar nas coisas do mundo, mas e nas coisas do espírito. Olha só, né? É óbvio, é óbvio que que há uma base aí de obsessão, mas ela não foi tratada porque não é o foco agora, porque aconteceu >> e aconteceu. Então se já aconteceu, como é que devemos agir? Aquilo que Chico Xavier falou, você não consegue voltar atrás para mudar um fim, mas você consegue a partir de hoje buscar um recomeço, >> buscar ser uma pessoa melhor. Se eu já
mo é que devemos agir? Aquilo que Chico Xavier falou, você não consegue voltar atrás para mudar um fim, mas você consegue a partir de hoje buscar um recomeço, >> buscar ser uma pessoa melhor. Se eu já tenho facilidade para lidar com as coisas do mundo, então por que que eu não posso, a partir de agora começar a aprender a ter facilidade com as coisas do espírito, com as coisas da alma, com as coisas que são imperecíveis, que que eu vou acompanhar com elas ao longo da eternidade? é essa oportunidade bendita que a gente tem, né, de retornar para fazer o resgate e eh esse essa atenção, né, como o Marcos falou, que os nas sessões, né, essas histórias vêm para que nós saibamos o que acontece verdadeiramente com a vida. eh verdadeira, né, para nós saber, não para nós levarmos, né, ficarmos pesado, né, como ele falou, não é para ficar com aquele pensamento ou com essa emoção, mas é para aprendermos com as histórias, aprendermos que somos nós que curamos a nós mesmos através dessa conscientização cada vez maior de que somos espíritos, não somos corpos, não temos uma vida, né, que se finda. Temos uma vida imortal, com diversas existências para recebermos a misericórdia de Deus, porque ele sabe, né, que para nós ainda é desafiador fazer as escolhas, como Marcos falou, pelas coisas do espírito. E cada vez mais, né, a gente fica, eu fico assistindo, reassistindo lá o The Chosen, sabe, Marcos? E aí eu fico pensando, nossa, naquela época que era tudo mais simples, né, que as coisas eram mais com menos, menos adornos da matéria, já era um desafio aceitar o convite de Jesus. E agora o que o que fizemos, né? Claro, a gente sabe que tudo é permitido e que nós temos que evoluir, mas fomos cada vez mais adornando as nossas vidas aqui na matéria e nos distraindo dessa verdade espiritual, dessa condição eh que não vai sair de nós nunca, porque é a nossa essência. Então, o que temos feito com o que foi permitido nós termos, né? Nos auxilia a ter mais consciência ou nos auxilia a ficar inconscientes dessa condição, né,
ir de nós nunca, porque é a nossa essência. Então, o que temos feito com o que foi permitido nós termos, né? Nos auxilia a ter mais consciência ou nos auxilia a ficar inconscientes dessa condição, né, que nós temos que buscar o melhor para nós, o melhor para todos, né? fazer a outra, que gostaria que fosse feito a si mesmo e eh não deixar, né, não deixar que quem não faz parte, né, da história, daquele daquele acontecimento, daquela, né, daquele combinado entre um casal ou entre uma família que seja, influencie, influencie na nossa decisão, Porque nós somos capazes de buscar a verdade, mas a gente tem, né, essa ainda preguiça moral, preguiça espiritual, essa imaturidade, vamos dizer assim, né, Marcos? Porque a gente gosta que o outro resolva para nós, porque a gente pode responsabilizar o outro e não a nós, né? >> Sim. Lembrando também que eu eu dei aquele exemplo, né, do meu amigo que que deliberou, né, unilateralmente. Mas e esse esse esse caso aqui do Júlio, ele pode acontecer de outras formas. Vou vou modelar um aqui. Ah, um avó que teve que criar o neto, aí se apega muito a ele, aí não quer que ele trabalhe, aí tudo ela resolve para ele, aí ele se torna dependente dela. Ele vai achar que o mundo é ela. Hum. >> Mas ela não vai ficar para sempre porque ela já é uma avó. Ou seja, pode ter perdido o filho, né? perdeu o filho antes de que desencarnou e teve que criar o bebê. Olha só como é que as coisas acontecem. E lembrando também, né, o eh e essa mensagem de hoje é sobre a família e nós estamos no terceiro domingo do adventício. José, José que não tinha certeza se o filho era dele. >> Uhum. >> Porque era a Virgem Maria. Mas ele protegeu, porque se ele não pegasse a família dele para fugir, eh eh ele ia perder Maria, porque, né, >> que tinha lei lá, eu esqueci o nome lá do do que que falou que todos os bebês até certa idade tinham que ser mortos, né? >> Não, duas situações, né? Né, Marcos? Eh, primeiro, a situação, a condição de Maria mesmo como uma jovem que ainda não
do que que falou que todos os bebês até certa idade tinham que ser mortos, né? >> Não, duas situações, né? Né, Marcos? Eh, primeiro, a situação, a condição de Maria mesmo como uma jovem que ainda não estava oficialmente casada e poderia ser apedrejada, né, por isso >> não saber as circunstâncias em que aconteceu aquela concepção e depois, né, a morte dos inocentes lá, dos primogênitos, né? Ou seja, José tirou Maria daquele local onde haveria essa maledicência, né, que ele comenta aqui, o Júlio comenta, ah, falavam nos nossos nomes, apontavam para nós. Ele, então ele percebeu que ali não ia dar certo, que ali algo ruim ia acontecer. Ele retira, ele retira >> e transporta para outro local. Por quê? porque ele tá preocupado com a família dele, né? Alguns teólogos comentam que Maria seria >> eh a nova arca da aliança, mas eu tenho uma interpretação que que ali a nova arca da aliança foi a família. >> Is >> porque Jesus escolheu nascer numa família. >> Jesus poderia ter sido um menino órfão >> que se demonstra depois um prodígio e feito tanto quanto o que ele fez. Mas ele escolheu nascer no lar, escolheu nascer naquela sociedade que era dominada. Ele sabia que havia dominação romana. Eles ele podia ter nascido numa sociedade que não era dominada por um império. Então você percebe, né? Ele quis se esforçar e aceitou o desafio, >> né? a uma esposa jovem que se apaixona aí pelo comerciante, que que a princípio vai ter um eh vai ter muita prosperidade, né? Vai ter muito sucesso no nos negócios dele, né? >> E mas aí a pessoa falha porque >> eh às vezes se acha já não, eu já sei tudo, não é eh por arrogância, pode ser uma arrogância, né? inconsciente, mas pode ser. >> É toda a Sagrada Família, né, Marcos, é essa a arca da nova aliança, porque todos eles vêm mostrar para nós um novo paradigma, >> isso, >> né, do amor, da verdadeira justiça, da misericórdia. Então, cada personagem, né, dentro, claro que a Sagrada Família é são os principais, óbvio, né? Jesus com a sua perfeição, com a sua pureza e Maria e
, do amor, da verdadeira justiça, da misericórdia. Então, cada personagem, né, dentro, claro que a Sagrada Família é são os principais, óbvio, né? Jesus com a sua perfeição, com a sua pureza e Maria e José, né, ali espíritos praticamente nessa condição para mostrar para nós o que nós temos que fazer. É isso, é sair do mundo. Sai da situação, se afasta. E quem quiser ver muito bem ilustrado isso aí que o Marcos colocou, assiste agora o primeiro episódio da quarta temporada, né, que é o episódio ali onde vai acontecer toda aquela questão de Heró, né, da pedindo a cabeça de João Batista. Mas a introdução do episódio é eh Maria chegando na casa da sua prima Isabel, né? E quem a estava estava conduzindo ela, levando ela para a casa de Isabel, fazendo comentários maledicentes sobre o que que tava acontecendo ali. Então fica muito bem ilustrado, né? Então você vê, Maria já sai da sua própria casa antes, né, para ficar com Isabel, para evitar essa situação e depois sai com José também. >> O marido de Isabel fica mudo, né? Porque o anjo >> não, Zacarias estava mudo. Exato. Zacarias estava mudo porque ele duvidou do anjo Gabriel. >> Isso. Da notícia do anjo. >> Como é do ano, mas como que vai acontecer isso? Não é possível. E aí é muito bonito esse episódio, gente, porque, né, eles ilustraram, fizeram ali toda, né, a história, o contexto do nascimento de João Batista até o dia, né, da sua do seu desencarne ali naquelas condições que a gente já sabe qual é. Mas é muito bonito porque aí, né, Zacarias, né, declama o seu cântico que é maravilhoso, né, exultando a vontade do Senhor e o que iria acontecer, né, o profeta que que se torna a própria profecia, né, que vem cumprir a profecia >> para que os novos caminhos, né, chegassem para preparar os caminhos do Senhor, trazendo esse novo paradigma. E para isso ele precisava, né, de uma família, precisava estar no mundo com as coisas do mundo, com o contexto do mundo, né? Porque ele não veio destruir a lei, ele veio dar o seu verdadeiro cumprimento.
ara isso ele precisava, né, de uma família, precisava estar no mundo com as coisas do mundo, com o contexto do mundo, né? Porque ele não veio destruir a lei, ele veio dar o seu verdadeiro cumprimento. >> Lindo. É, >> fica o convite aí, gente. Olha, para quem, né, às vezes não sabe, né, Marcos, o o aí o seriado tem o seu aplicativo, né, para qualquer dispositivo que que você tenha. Och chosen é só baixar no telefone, no, né, no tablet e é tudo gratuito. É só você fazer, né, uma contazinha ali, um login e é tudo gratuito, tá tudo disponível. A quinta temporada também já tá disponível. É muito bom. É muito bom porque eu tô assistindo pela segunda vez, então assim, a gente vê coisas, tá vendo? Nossos olhos do mundo não têm a capacidade de captar tudo, né? Tudo que tá acontecendo de uma vez. Imagina se a gente fica só focando e dando ouvidos a essas influências que não buscam ver o melhor em cada um, o melhor que cada um tem. como é realmente eh um peso grande para o espírito, para a consciência conseguir sair desse redemoinho, né, Marcos? >> Isso. Eh, eu gostei muito dessa lembrança que você fez agora. Se quando nós não estamos cegos na visão, já é difícil, porque para eu ver melhor, eu vou ter que dilatar o meu coração, vou ter que expandi-lo, eu vou ter que aprimorá-lo, porque quanto mais amor eu souber amar e o amor você ama o infinito, não não há não há teto, >> não. >> Você não é igual uma garrafa de 1 L que só aguenta 1 L d'água, 1 L de leite. O amor, o coração aguenta. Se a tua, se você amar muito, o teu coração aguenta. Ele, ele não vai eh se estragar, na verdade, ele ele vai ficar superior, né? Então, muito boa essa tua lembrança. Agradecer também ao irmão Júlio, né, por ter dividido, ter tido essa coragem de dividir conosco, né, a experiência dele, né? >> É, o coração, na verdade, não aguenta amar pouco, né? Nós que somos relutantes, né, recocitrantes e e temos esse medo de viver por esse novo paradigma. E achamos porque nós queremos ver o do outro primeiro. A
ação, na verdade, não aguenta amar pouco, né? Nós que somos relutantes, né, recocitrantes e e temos esse medo de viver por esse novo paradigma. E achamos porque nós queremos ver o do outro primeiro. A gente nunca quer dar o primeiro passo. Mas se a gente dá o primeiro, é, se a gente dar o primeiro passo, >> a gente vai recebendo de volta. Às vezes não do jeito que a gente imagina, né, gostaria. Mas vai chegando sim, vai chegando sim o amor de volta. Muito bom, hein? Eh, >> pois é, muito bom. Aqui esse texto dava para fazer uns 20 encontros. Ai, meu Deus, tem muita coisa, muita coisa, né? Então fica o convite aí pros nossos amigos aguardarem o nosso retorno, né, em fevereiro, primeiro domingo de fevereiro. E também fica o convite para segunda-feira, dia 22, às 17 horas, vai ter uma live do Ig aqui com Adriano e e amigos para fazer o encerramento do ano também. Então, quem puder, quiser, estejam aí, né? Estão conversos. >> É, é lá no dia 22, tá? É daqui uma semana, daqui dias. >> Isso. >> Exatamente. Marcos, obrigada, viu? Obrigada por estar comigo hoje, por trazer lá teca, isso, por trazer essas reflexões maravilhosas. Obrigada a todos que estiveram, que estarão. Um excelente Natal a todos, né? que esse amor que Jesus veio viver entre nós possa habitar cada vez mais os nossos corações, as nossas mentes e nós caminhemos, né, eh, na direção dessa pureza que nós temos, né, tirando o que não é necessário para alcançarmos a verdadeira felicidade. >> Boas festas. Esse evangelho de luz que é o presente que Jesus nos ofertou. o que tem de melhor aí para para nosso crescimento e desenvolvimento e a oportunidade, né, de refletir, de pensar, de se conhecer pelo pelo pensamento. Será que eu sou assim? Ah, eu já fui assim, será que eu posso voltar a ser dessa forma? Sempre você fazendo perguntas sadias, né? perguntas sadias que nós vimos aqui o que que acontece quando você faz perguntas eh desajustadas, né? >> Exato. >> Agradecer a nossa amiga também por dividir. >> Imagina. É uma é uma alegria sempre,
? perguntas sadias que nós vimos aqui o que que acontece quando você faz perguntas eh desajustadas, né? >> Exato. >> Agradecer a nossa amiga também por dividir. >> Imagina. É uma é uma alegria sempre, gente. Uma alegria. >> Lembrando que a Sheila ficou ocupada, né? Com trabalhos. >> Exato. A Sheila tá numa atividade também, né? Aí não dá para estar em dois lugares >> ainda não, gente. A gente vai chegar um dia nessa condição. Professor Euíedes, né, e outros aí, Santo Antônio de Po, a gente vai chegar lá. Estamos a caminho. Olha, eu vou colocar uma musiquinha aqui pra gente finalizar, que eu acho que é o o presente, né, que Jesus gostaria que nós buscássemos, né, eh, com toda a nossa força, a nossa alma, nosso entendimento, nosso coração, que é o que ele veio trazer para nós, para que nós sejamos felizes como espíritos imortais. a simplicidade. Beijo, gente. Fiquem com Deus. São as coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despe do que não lhe aprece para ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula pega, passa pelos dias iludida e cega, vive como morta e sequer percebe, até que desperta os encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são as coisas simples que a vida acontece. São das coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. >> Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despido do que não lhe aquece quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula pegia, passa pelos dias iludida e cébia, vive como morta e sequer percebe, até que desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece. até que desperte aos encantos dos dias.
ébia, vive como morta e sequer percebe, até que desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece. até que desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece.
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