Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 28 | 14.09.25
Estudando com Jesus | 14.09.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 28: Lições do momento Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ เฮ Olá a todos. Um excelente dia, um excelente domingo a todos esses nossos irmãos que estão nos acompanhando aí pelos canais da internet. É uma satisfação muito grande poder retornar aqui com o nosso estudo a respeito do livro ali, o espírito da verdade, não é? mais um estudo, mais uma lição boa para que a gente possa refletir sobre tantos aspectos da nossa existência. E para iniciar esse estudando com Jesus aqui desse domingo, eu já vou convidar a minha companheira da vida aí que é Eliane. Bom dia. >> Bom dia. Bom dia, Juliano. Bom dia, amigos. É sempre muito bom participar aqui, né, do Estudando com Jesus, estudar essa obra que é uma obra que traz pra gente tanta reflexão da nossa vida. Então nós queremos a participação de todos aí, poder falar, ver aí o que que cada um pensa, porque é assim que a gente enriquece nosso estudo. A Patrícia de Roios, né, a gente já pode dar um bom dia para ela especial, nossa amiga que cuida de nós aqui, da nossa sala virtual também, né? Então a gente agradece muito o Walter Lucas que está sempre conosco. Muito bom dia. Que Jesus abençoe esse nosso encontro de hoje. >> Muito bom. Então, eh, eu vou então começar já com a prece para que a gente possa entrar nessa harmonização. Bom, então é isso, né? Vem então todos nós esse convite para que a gente possa fechar os olhos, entrar em sintonia com os espíritos amigos que buscam nos orientar, nos acalmar, nos sustentar, vibrando muita luz, então, para os nossos lares, para nós mesmos. Vamos agradecer então esse momento. Senhor Jesus, muito obrigado, Senhor. Queremos iniciar esse nosso estudo de domingo, iniciando o seu nosso dia com muita paz, Senhor, agradecendo a esta oportunidade de estudar o evangelho, agradecendo a esta oportunidade de estarmos aqui reunidos em teu nome, Senhor. primeiramente em teu nome para o nosso crescimento, para a nossa iluminação, paraa nossa reflexão íntima, Senhor, nossa transformação. E rogamos, Senhor, que nesse momento o Senhor possa estar assim derramando sobre todos nós
para o nosso crescimento, para a nossa iluminação, paraa nossa reflexão íntima, Senhor, nossa transformação. E rogamos, Senhor, que nesse momento o Senhor possa estar assim derramando sobre todos nós aqui as suas luzes e o seu amor. Senhor, muito obrigado por esta oportunidade. possamos transformar esse estudo num culto do evangelho no lar, iluminando os nossos lares e as nossas consciências também, Senhor, nestas luzes que esperamos que possam iluminar tudo ao nosso deror, consolando infinitos corações que estejam também conectados, Senhor, em busca de consolo. Muito obrigado. Que assim seja. >> E hoje a nossa lição é a lição 28. Lições do momento. Essa obra psicografada por Francisco Cândido Xavier e pelo médium Valdo Vieira também. Hoje essa mensagem foi psicografado por Valdo Vieira e o espírito é o André Luiz, já que ela contém aí vários espíritos que participam, né, que mandam essas, que enviam essas mensagens através da psicografia deles. Mas hoje a mensagem é de André Luiz. E tem também como referência o capítulo 5, o item quatro do capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é bem-aventurados os aflitos. É muito bom a gente saber disso, né? Porque aqui a lição vai trazer as dificuldades da vida, como lidar, como entender. E o Evangelho no capítulo 5 traz aí as questões espirituais, as questões das aflições. Então, para mim, na minha opinião, é o melhor capítulo do Evangelho pra gente entender o porquê do sofrimento na terra, quem nós somos, o porquê dos nossos sofrimentos. E aí, Kardec é tão inteligente que eu não posso deixar de falar que depois do capítulo 5 de bem-aventurados aflitos, ele traz aí o Cristo consolador, que é para nos acalmar, no dar nos dar força e mostrar que a gente não tá sozinho nessa luta diária. Aí, então hoje o tema vai tratar sobre esse aspecto, lições do momento. Deus é amor invariável e o amor desafivela os grilhões do espírito. Se há repouso na consciência, a evolução da alma ergue-se desenvolta dos alicerces insubstituíveis do
se aspecto, lições do momento. Deus é amor invariável e o amor desafivela os grilhões do espírito. Se há repouso na consciência, a evolução da alma ergue-se desenvolta dos alicerces insubstituíveis do sacrifício. Quem não se abate pelo bem desce imperceptivelmente para as fileiras do mal. Junto à correção, sempre existe o desacerto, exaltando o mérito do dever na conduta digna. Identifique na dificuldade o favor da providência divina para dilatar-lhe a paz, sentindo no imprevisto da experiência mais grave o fulcro de incitamento à perseverança na boa intenção e vendo na tibiez de quantos emergiram na invigilância o exemplo indelével daquilo que não deve ser feito. Quanto maior a sombra em torno, mais valiosa a fonte da luz. Desse modo, a alegria pura visseja entre a dor e o obstáculo. A resignação santificante nasce em meio às provas difíceis. A renúncia intrépida e rompe no seio da injustiça das emulações acirradas. E a pureza construtiva surge não raro em ambiente de viciação mais ampla. Eis porque em seu círculo pessoal se entrecruzam mensagens importantes e diversas a lhe doarem o estímulo e a consolação, o entendimento e a claridade de que você carece para ajustar-se espiritualmente através das lidadas de cada instante. O chefe irritadiço é instrumento providencial da corrigenda. O companheiro problemático deixa-nos livre caminho à sementeira da fraternidade sem mescla. O engano é precioso contraste a ressaltar as linhas configurativas da atitude melhor. A tortuosidade do caminho demonstra a excelência da estrada reta. Faça, pois, do momento que transcorre a lição recolhida para o momento a transcorrer, verificando quantas vezes em 24 horas você é requisitado a auxiliar os semelhantes e não regatei com cooperação. Na oficina de trabalho, buscam-lhe a gentileza no amparo de muitos corações que se sentem ao desabrigo. Na via pública, esbarram-lhe o passo, companheiros que vão e vêm buscando encontrar o sorriso que você pode ofertar-lhes como incentivo à esperança.
paro de muitos corações que se sentem ao desabrigo. Na via pública, esbarram-lhe o passo, companheiros que vão e vêm buscando encontrar o sorriso que você pode ofertar-lhes como incentivo à esperança. O recesso do lar, o alvorecer encontra-lhe a presença em novas possibilidades de exaltar a confiança nos desígnios da altura. Na conversação comum, requisições ostensivas auscultam-lhe a disposição de estender conhecimento e virtude na enfermidade das chagas morais, entrevistas na modulação das vozes e nos traços dos semelhantes, a fora variegados ensejos de assistir o próximo a lhe desafiarem a eficiência e a vigilância, tais como a necessidade interior estampada no silêncio. do visitante, o azedume do colega menos feliz, o doente a buscar-lhe os préstimos, o sofredor a rogar-lhe compreensão, a abordagem da criancinha desvalida, a surpresa menos agradável, a correspondência a exigir-lhe a atenção ou noticiário intranquilo que a imprensa propala. Pureza inoperante é utopia igual a qualquer outra. E em razão disso, ignorar a possa infecta é manter-lhe a inconveniência. Não menospreze assim a lição do momento, na certeza de que renovamos ideias, experiências e destinos cada dia segundo as particularidades das manifestações de nosso livre arbítrio. >> Muito bom, né? Lição imensa. Lição imensa, né? Essa é uma das das maiores aí que a gente estudou até hoje aqui no no domingo, né? Antes de iniciar, quero dar um bom dia pra Rosália, nossa amiga aqui, ó, chegou e tudo. Depois eu quero conversar com a Rosalia, que ela quero que ela participe com a gente aqui num dia, num domingo, sabe? Rosalia é uma pessoa muito esclarecida, pessoa muito boa, grande amiga, vai enriquecer muito nosso domingo aí, viu, Rosálio? Ó, fica aí a dica, viu? >> Que coisa, hein? Imagina só presente. >> É, Joelma, bom dia você. >> Joelma Joelma. >> Pode falar. >> Bom, vamos lá então, né? Não dá um bom dia pra Joelma direito. >> Ué, eu não. Bom dia, >> a Joelma Xavier, muito bem-vinda, viu, Joelma, ao nosso estudo.
dia você. >> Joelma Joelma. >> Pode falar. >> Bom, vamos lá então, né? Não dá um bom dia pra Joelma direito. >> Ué, eu não. Bom dia, >> a Joelma Xavier, muito bem-vinda, viu, Joelma, ao nosso estudo. >> Então, mais uma lição, mais uma lição de muitas lições que vão tocar nesse assunto. E Em Emanuel mais uma vez vai falar sobre essa importância de nós mirarmos no amor como o intermediário das nossas relações. Então, já inicia falando de amor como essência de tudo que existe. Então, já vai começar a a reflexão a partir desse ponto aqui. Deus é amor. Ponto. Deus é amor. Ou seja, emano não quer dizer que Deus tem amor ou que Deus criou o amor ou que ou que Deus implantou o amor. Não. Deus é sinônimo de amor. E um amor que é invariável, olha a referência para nós aqui. Significa que Deus vai amar. Não importa nem tempo, nem lugar, não vai variar. Então Deus ama hoje, que foi o mesmo amor de ontem, que será o mesmo amor de amanhã. e que esse amor é do mesmo tamanho para qualquer situação da vida e também qualquer lugar da vida, da existência. Então, é o mesmo amor que ele tem aqui por mim, por todo mundo que tá assistindo aqui esse momento, por toda a humanidade, por todos os planetas, ama do mesmo jeito todo mundo igualmente. É isso que você quer ser invariável, constante, absoluto, imutável. são, né, são palavras que vão tentar traduzir o que é esse amor. E aí vamos lá, vamos caminhando aqui com a reflexão de Emanuel. Então ele marca essa posição aqui de Deus sinônimo de amor e depois ele vai avançar para o espírito, não é? Essa expressão divina que é o espírito humano que vem de Deus, esse espírito que nosso que descende Deus, que somos cada um de nós. Ele vem dizer: "É esse amor que vai o quê? desafivelar grilhões que ele fala, ou seja, o amor que vai nos tirar qualquer tipo de amarra, prisão, algema que vai nos libertar. Então, é o amor que vai nos libertar de qualquer situação que possa estar prejudicando a nossa evolução espiritual, né? Então a gente pode citar
er tipo de amarra, prisão, algema que vai nos libertar. Então, é o amor que vai nos libertar de qualquer situação que possa estar prejudicando a nossa evolução espiritual, né? Então a gente pode citar ignorância, pode citar egoísmo, pode citar paixões que nos colocam em situações viciosas, situações de conflito. Então não há um caminho que não seja o amor. E logo em seguida, que que ele vai falar? que é o caminho para a consciência em paz, ou seja, repouso na consciência. Sem consciência limpa, a alma não evolui. Então, ou seja, é necessário que nós amemos, porque Deus é amor. Eu sou uma expressão divina, tem que amar. O amor vai me levar para a consciência limpa, paraa paz na consciência. e a paz na consciência, que é o segredo paraa evolução espiritual. aqui ele começa assim a desenvolver a lição, a parte da da consciência reta, a consciência limpa. E aí nós vamos eh podemos citar aqui n caminhos para que a gente possa manter essa consciência nossa limpa. Ou seja, né, não teremos débitos, não teremos magos, não teremos rancores, não teremos situações, nós teremos que revivê-las para que a gente possa eh corrigir coisas do passado, né? é o cumprimento das leis morais que a gente vê lá no livro dos espíritos, com certeza. Então, não existe segurança na evolução sem a paz, na consciência. E aí, claro que ele vai lançando a partir disso outros valores. Então, ele vai dizer: "Bom, tudo bem agora para se conquistar o amor, livrando o nosso espírito de qualquer tipo de amarra para que a nossa consciência seja limpa e evolua, aí nós temos que enveredar por uma luta que ele diz: "Olha, será uma luta sacrificiosa". Isso aí é só até o item dois, né? Tudo isso aí. Então é um comecinho onde ele lança já muito do que ele vai desenvolver a respeito desse tema durante a lição, que vai exigir esse sacrifício. E a partir daí, a ideia de sacrifício para que a gente possa alcançar essa consciência limpa vai definir todo o que ele vai desenvolver durante a lição, é, nos vários exemplos que ele vai trazendo
io. E a partir daí, a ideia de sacrifício para que a gente possa alcançar essa consciência limpa vai definir todo o que ele vai desenvolver durante a lição, é, nos vários exemplos que ele vai trazendo aqui para que a gente possa compreender, eh, onde esse sacrifício, por onde esse sacrifício vai ter que passar, né? Então, quer dizer, obviamente ele vai depois falar, olha, e de várias outras questões. Por exemplo, uma questão que ele traz aqui no item quatro, que eu gosto muito, que ele vai falar o seguinte: "Olha, junto a correção existe o desacerto". E ele vai começar a desenvolver agora essa ideia do sacrifício. Quer dizer, não tem como eu acertar sem errar, então o erro vai fazer parte da vida. Mas ele sempre uma ideia de dualidade a partir daqui. Então, o acerto caminho junto com desacerto e a dificuldade ela é caminho para para que eu consiga evoluir. Ou seja, né? Ah, eu quero uma vida mais fácil, é, mas antes eu preciso da da vida difícil antes chegar na vida fácil. E assim, eh, já dá pelo menos o ponto de partida pra gente compreender aqui até onde ele quer chegar. Mas eles, nesse comecinho eu penso que é tipo fundamental importante pra gente compreender o que que Emanuel quer desenvolver, que a aonde ele quer chegar com o o a lição de hoje, né? É tão interessante, né? Porque entender o por que a gente está aqui e porque tanto problema, tanta tribulação, tanta dificuldade. E a lição já fala, né? Lição do momento, viver o nosso dia a dia. Mas Emanuel, ele já vai trazendo para nós a ideia da consciência tranquila. E a consciência tranquila vem através do quê? do cumprimento dos deveres. E aí eu acho interessante a gente entender, por exemplo, qual que é a finalidade da encarnação. Por que que nós encarnamos? Por que que nós reencarnamos? Então, olha só, na na questão 132 do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos superiores: "Qual é a finalidade da encarnação dos espíritos?" E aí eles respondem: Deus a impõe com o fim de levá-los à perfeição. Para
estão 132 do livro dos espíritos, Kardec pergunta aos espíritos superiores: "Qual é a finalidade da encarnação dos espíritos?" E aí eles respondem: Deus a impõe com o fim de levá-los à perfeição. Para uns é uma expiação, para outros uma missão. Mas para chegar a essa espécie, a essa perfeição, eles devem sofrer todas as vicissitudes da vida terrestre, ou seja, da existência corpórea. Nisto é que está a expiação. A encarnação tem outra finalidade que é a de pôr o espírito em condições de enfrentar a sua parte na obra da criação. Então olha, independente se for um espírito mais evoluído, né, menos evoluído, que está em missão, que está em expiação, nós vamos passar pelas vicissitudes da vida. Agora, cada um escolhe a forma que passa. Então, quando a gente encontra tantas vicissitudes, tantas dificuldades, tantos problemas, que sejam eles sociais, né, que sejam eles do ponto do ponto de vista físico, de qualquer forma, no nosso lar, faz parte dessa condição que nós estamos vivendo, faz parte do mundo que nós vivemos. Aí tem a referência aí como capítulo 5 do evangelho que é que vai falar sobre isso do mundo de expiação e de provas, o sofrimento que a gente tem aí. Eu o que eu falei no começo, que eu gosto muito desse capítulo cinco, bem-aventurado dos aflitos do evangelho, porque ele fala, por exemplo, das causas atuais dos nossos sofrimentos, das causas passadas também, né, dos nossos sofrimentos, das nossas aflições. Aí a gente tem que tentar entender o porquê que acontece tudo isso na nossa vida. E é isso que o o André Luiz quer propor. Olha, observa o problema, mas observa também com um olhar positivo. Acho muito bom quando ele fala assim, ó: "Identifique na dificuldade o favor da providência divina para dilatar-lhe a paz. Se a gente não consegue ver nada positivo diante de uma dificuldade que a gente vive, a gente tá, a gente não tá evoluindo tanto assim. Porque nós precisamos dilatar, né, esse pensamento e entender o que é que o espírito veio fazer aqui na terra. Nós vios para cá
dade que a gente vive, a gente tá, a gente não tá evoluindo tanto assim. Porque nós precisamos dilatar, né, esse pensamento e entender o que é que o espírito veio fazer aqui na terra. Nós vios para cá para quê? Só para trabalhar, ganhar dinheiro, vivenciar as coisas materiais. Aí nós vamos sofrer porque nós não temos o controle da vida material, mas nós podemos evitar esse esse processo, por exemplo, de desequilíbrio que a gente pode passar diante do momento que nós vivemos. É por isso que tem que ser uma escolha. Olha, tanto que ele fala de forma muito séria, como a a Rosália pontuou aqui, ó, com tanta seriedade. E é séria mesmo essa lição, quando ele fala assim, ó, quem não se bate pelo bem desce imperceptivelmente para as fileiras do mal. E que mal seria o mal até mesmo de nós mesmos não enxergarmos tudo aquilo que nos aproxima em forma de bem. Tem uma uma moça, o Juliano até sabe quem é. Ela assim, ela apresenta alguns problemas eh como é que eu vou falar? psicológicos que ela vive aqui na nossa rua e ela canta muita música de outra religião, uma música mais cristã e tudo, só que eu nunca nem ouvi falar da nunca ouvi essas músicas, mas eu fico prestando atenção na letra que ela canta, que ela toda fervorosa ali na fé dela, põe um foninho de ouvido e fica cantando e canta e canta e ajoelha no chão e tal. Aí a gente vai, né, eh, eh, vendo tudo aquilo e respeitando, é claro. E aí um dia ela cantou uma música assim que, como é que é que ela falou? Não existe meio termo. Ou é o céu ou é o inferno. Aí eu achei interessante ela falar dessa forma. Ou é um ou é outro, né? Ou você tá no céu ou você tá no inferno. Aí a gente que entende diferente, né, a forma de ver o inferno, ver o céu. Então, qual que é a proposta? ou a gente vive com essa ideia de a gente ir para o bem ou para o mal. Isso é na nossa vida particular. Então, André Luiz, ele vem falar pra gente exatamente isso, que a vida vai nos levar para esse caminho do bem. Ou se nós dentro da nossa ignorância nós não entendermos, nós vamos cair, nós
particular. Então, André Luiz, ele vem falar pra gente exatamente isso, que a vida vai nos levar para esse caminho do bem. Ou se nós dentro da nossa ignorância nós não entendermos, nós vamos cair, nós vamos entrar para a fileira do mal, porque tudo pode virar em nossa vida. por exemplo, rebê o dia, revolta. E ele vai pontuando assim, olha, vai indo dia a dia e observando lá no seu trabalho, o que que acontece? É o chefe que briga, que te chama atenção. Isso é o mal ou é um bem? Olha, pra gente refletir. E o que que nós vamos fazer com essas lições? E assim para passar para você, Juliana, só para entender que muitas vezes nós precisamos é caminharmos, é irmos para a frente, mesmo que o problema possa aparecer. A na lição para a frente do busque achar, uma obra de Xavier também, Emanuel fala justamente isso. Ele fala assim, ó, o problema aparece carregando a lição. Então, que lição que é essa? que o problema traz. Aí nós vamos ter que identificar, nós vamos ter que buscar uma sabedoria e começar a perceber, entender os sinais que esse que esse problema nos traz. Dá trabalho, né? Porque a gente vai precisar sair dessa nossa ignorância. Porque se nós fomos feitos simples e ignorantes, tudo bem. Mas e as diversas encarnações que nós passamos e as diversas ferramentas que Deus nos dá através de uma educação no lar. É isso que que Andra Luiz quer falar para nós. Deus é amor. E o amor de Deus, ele nos ajuda em forma de quê? Em forma de de questões assim tão delicadas, situações tão sutis que a gente às vezes na nossa ignorância a gente não vê. Até Kardec, ele fala isso lá no Evangelho. Ai, eh, depois eu vou lembrar o capítulo. Ele fala assim que ninguém no mundo pode alegar ignorância se essa pessoa recebeu, por exemplo, de um pai, de uma mãe, uma orientação na vida. Olha só. Então, a gente precisa ir para uma religião, a gente precisa ser religioso, a gente precisa orar todo dia. Não. Ele fala: "Todo mundo que teve uma pessoa, um amigo que seja, ou um livro para poder orientar, uma avó
precisa ir para uma religião, a gente precisa ser religioso, a gente precisa orar todo dia. Não. Ele fala: "Todo mundo que teve uma pessoa, um amigo que seja, ou um livro para poder orientar, uma avó amorosa, um pai, uma mãe, um vizinho, Deus é isso. Ele usa um recurso, usa uma forma de nos alcançar através de alguém. Então, se você teve alguém para falar do bem, falar do amor, você então não pode alegar ignorância. Isso que Kardec fala, isso é interessante. Então, as lições estão por toda parte. Eh, quando eu leio, por exemplo, algumas passagens dessa lição aqui de André Luiz e eh a dificuldade em aplicar isso no dia a dia, ela é grande. Claro que é, né? Quando ele fala assim, olha, vamos tentar entender que a dificuldade ela é providencial, que há que se aprender com a barreira, há que se aprender com uma situação sacrificiosa. É, é doloroso porque é olhar para para aquilo que nos nos tá causando dor e a gente tentar entender, gente, por que que tá acontecendo isso comigo? eu não repudiar a dificuldade que vem, mas tentar abraçá-la de alguma forma para poder a gente se renovar. É difícil porque às vezes a dor ela vai durar muito tempo. Tem pessoas que sofrem anos às vezes com uma dor que não conseguem vencê-la. E é um aprendizado que ele é lento. É um aprendizado que não é muito eh claro, às vezes não é claro, né? Tem uma lição de Jesus que tá no capítulo 7 do Evangelho, que inclusive vem até do capítulo 14 de Mateus, que Kardec utiliza, que é que é a parábola do dos dos primeiros lugares. Então, o que que Jesus propõe? propõe aquela parábola, né, onde ele vai falar assim: "Olha, eh, quando nós formos convidados à casa de alguém, nós vamos nos sentar mais atrás, não vamos sentar nos primeiros lugares. Vamos esperar que o dono da casa nos chame. É muito melhor o dono nos chamar para sentar na frente do que a gente sentar na frente e o dono da casa falar assim: "Não, senta atrás, porque aqui à frente tá reservada". Então, Jesus usa essa expressão para dizer o quê?
nos chamar para sentar na frente do que a gente sentar na frente e o dono da casa falar assim: "Não, senta atrás, porque aqui à frente tá reservada". Então, Jesus usa essa expressão para dizer o quê? Jesus quer dizer que todos nós temos os nossos lugares. Deus já nos coloca no lugar que a gente precisa. Muitos de nós queremos fugir dos lugares que são os nossos lugares devidos. E chegamos aqui na terra e começamos a julgar os lugares que nós nascemos. Não, eu não tô bem aqui nesse lugar. Minha família é estranha. Não me dou certo, não me dou bem com eles, não gosto de nada. E vamos questionando tudo que tá ao nosso redor, questionando de maneira que a gente vamos começar a fugir da nossa realidade de vida, porque vamos julgar que tá tudo ruim, porque não nos agrada ou porque nos causa algum tipo de conflito, nós vamos julgar que aquela situação tá errônea, que a gente vai querer fugir daquilo. Ao invés de abraçar essa causa pra gente comprend tentar compreender, para que eu nasci nessa família, por que que eu nasci nessa cidade? Por que que eu nasci com essa condição socioeconômica? Por que que meu corpo físico é dessa forma? Por que que, né, Deus me encaminhou para esse ponto de partida que dessa desse jeito, né? Por mais que às vezes seja difícil, existe um aprendizado do espírito que talvez demoremos assim muitos anos para poder compreender porque é que nós caímos nessa situação. E aí simuel vai entrando, Emmanuel não, André Luiz vai entrando em em eh explicações utilizando palavras chave. Então ele vai dizer o quê? No item s, termos alegria. No item 9, renúncia. O 10, pureza, ele vai utilizando essas palavras chaves, não é? Então, no item 11, então ele vai falar: "Olha, no item 11 há uma mensagem importante. No item 12 existe uma corrigenda que é providencial. Aí no item 13, ah, situação difícil, olha, eh, existe uma sementeira na situação difícil. Então é isso. Então ele vai usando essas palavras chaves em cada em cada item para ir nos chamando a atenção para
no item 13, ah, situação difícil, olha, eh, existe uma sementeira na situação difícil. Então é isso. Então ele vai usando essas palavras chaves em cada em cada item para ir nos chamando a atenção para valores que são desenvolvidos nesses momentos de adversidade. Palavras chave que vão fazer sentido na adversidade. Porque se tá tudo bem, a palavra sacrifício vai perder o valor, a palavra renúncia perde o valor. E essas palavras vão perder paciência. numa situação que tá tudo tranquilão, pela paciência vai perdendo o valor. Então, existem palavras que elas só brilham na adversidade. Se não fosse adversidade, essas palavras nem existiriam no dicionário. Então, já começa por aí essa compreensão, quanto que às vezes a adversidade nos coloca para poder buscar o que o próprio André Luiz chama de contraponto aqui na lição, contraponto da das situações adversas. vem uma situação diversa para mim aprender com ela um valor, uma virtude. Olha aí, como é que eu vou aprender virtude sem o obstáculo? Se eu não preciso pular, como é que eu então eu vou sempre andar e eu não vou aprender o pulo. Se eu não tenho uma situação que me coloca para desenvolver o raciocínio, a inteligência e os sentimentos, ficamos estagnados. Essa lição trata isso de maneira muito clara. Eu acho bacana essa lição. Ela ela se aprofunda muito nisso aí. Não existe como a gente desenvolver virtude na serenidade da da do isolamento. Não tá tudo bem, tá tudo certo, eu tô com saúde, tudo tal. Tem tem valores que vão ficar amortecidos dentro de mim que eu não vou nem saber que eles existem. Palavras nem existiriam, né? Como eu disse aqui, palavras nem existiriam se se a a vida nossa fosse tão monótona. Aonde tá tudo bem. Então, eh, é uma um ponto profundo da da lição pra gente refletir sobre essa construção de valor, né? Que tem tem coisa que é forjada, é, nessa vivência, situações são forjadas nessa eh nessa vivência mesmo, né? >> Eh, até as meninas aqui, ó, do grupo comentaram. É a Sheila. Eh, bom dia, Sheila, a nossa
e tem tem coisa que é forjada, é, nessa vivência, situações são forjadas nessa eh nessa vivência mesmo, né? >> Eh, até as meninas aqui, ó, do grupo comentaram. É a Sheila. Eh, bom dia, Sheila, a nossa coordenadora. Ela fala que, como o Chico falava, tudo passa. Às vezes não no nosso tempo, mas com certeza no tempo de Deus, no tempo que a gente aprendeu, né? André Luiz fala isso. Ele fala que eh um problema, como é que é? Um problema resolvido dá lugar a outro. Ou seja, se o problema não passou, é porque ainda não resolveu. Ou a gente pode entender também que se a gente não resolve aquele problema e vem outro. Já viu quando começa a tumultuar tudo? Aí tô com problema disso e disso e disso e disso porque a gente não conseguiu resolver ainda nem o primeiro. Então se a gente começar dar muita força pro pro problema em si e não, por exemplo, não começar a mirar na solução, a gente só vai ver problema e não vai deixar de existir. A vida tá toda hora nos, como se diz, nos trazendo essas surpresas. Ela fala: "Cada dificuldade é uma oportunidade de crescimento espiritual". Foi o que você falou. Diante da dor, diante da dificuldade, a gente desenvolve uma virtude. Por exemplo, tem situação que eu não posso resolver. Então, o que que eu preciso ter? calma, paciência, mas em todos os momentos equilíbrio. E até no no Evangelho aqui, no capítulo 5, que é bem-aventurados Aflitos, lá tem uma lição que fala sobre isso, que é a que eu acho muito importante a gente estudar, que vai falar sobre o suicídio e a loucura. Olha como é que Kardec começa falando. A calma e a resign e a resignação auridas da da maneira de considerar a vida terrestre e da confiança no futuro dão ao espírito uma serenidade, que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Isso é grave, né? Isso é grave porque se a gente começa a ter tanto problema e a gente não consegue ver nada, não vê uma solução, não enxerga nada, não ouve nada, não consegue ter outro tipo de de visão mesmo, começa só nesse lado negativo, a gente pode adoecer
tanto problema e a gente não consegue ver nada, não vê uma solução, não enxerga nada, não ouve nada, não consegue ter outro tipo de de visão mesmo, começa só nesse lado negativo, a gente pode adoecer mentalmente e espiritualmente. Hoje a gente vê o tanto de casos que tem de depressão, de suicídio, porque a pessoa ela não quer entrar em depressão, ela quer resolver o problema, mas às vezes aquele problema não vai ser resolvido naquela hora. É por isso que Kardec fala da calma. E é por isso que Jesus vem falar para nós sobre a bemaventurança. Mas essa bemaventurança, ela não é aqui na terra. felizes os que são, como se diria, bem-aventurados os aflitos. Mas Jesus quer dizer o seguinte, que a gente precisa ter paciência e calma, que tudo vai resolver, mas dentro das condições aqui da terra. Aí a Rosária colocou: "As doenças ou as dores físicas são uma grande oportunidade de transformações, mas ainda temos essa grande dificuldade de encarar como ensinamento. E doenças às vezes crônicas. doença que às vezes a pessoa vai mais curar. Olha só o tanto que a vida material quer nos mostrar. Nosso lugar não é aqui. Por exemplo, assim, tem casos que a pessoa, por exemplo, perde um membro ou tem uma doença que limita ela a muitas coisas e aí acabou a vida. É isso que o evangelho quer falar. Calma. Se o homem na terra começar a ver que a vida não é somente aqui, ele começa a ter essa fé na vida futura, que foi o que Jesus falou no seu evangelho. E aí a gente começa a aceitar a situação e ter o equilíbrio para poder vivenciar. Por isso que fala, cada um tá vivendo aqui a sua missão ou a sua expiação, mas todos nós estamos sendo provados diante de todas as situações da vida. é uma aprovação para nós. E a gente fala assim, não é de forma fácil, não é de forma tranquila, porque a gente não sabe o que que vai acontecer daqui paraa frente na nossa vida. Nós não sabemos o que que vai acontecer daqui 5 anos, daqui 10 anos. Nós não sabemos. O que eu tenho assim de de exemplo e de ajuda nessas obras
que que vai acontecer daqui paraa frente na nossa vida. Nós não sabemos o que que vai acontecer daqui 5 anos, daqui 10 anos. Nós não sabemos. O que eu tenho assim de de exemplo e de ajuda nessas obras espíritas para tratar, por exemplo, de um caso tão doloroso, igual a Rosáliia pontuou aqui das doenças, das dores físicas, é o caso do Jerônimo Mendonça. A gente até falou sobre ele, né, Rosália, que é tem até a obra dele que é a O gigante deitado. Essa obra que para quem não conhece, o Jerônimo Mendonça, ele viveu quantos anos na cama? Uns 30 anos. E ele vivia com um saco de areia, não sei quantos, quantos quilos que tinha esse saco, gente. E ele vivia ali, não sei se era 5 kg, 10 kg em cima dele para ele poder suportar a dor. E ele tinha artrose. Era uma doença que na época não tinha nem diagnóstico. A medicina nem alcançava ainda a causa e nem tratamento para ele. Então ele viveu dores. Mas o que esse homem fez? O que ele transformou de vidas, o que ele trabalhou na doutrina espírita, ele fundou casa espírita, ele ajudava as pessoas com depressão. Olha só. Mas ele para isso ele teve que entender o porquê dessa dor dele. Ele disse que foi, ele soube que em vidas passadas ele cometeu os débitos dele e ele tinha que passar por essa situação. Ele falava da vaidade dele, ele falou da do orgulho dele no livro que ele tem, né? Então, toda vez que eu penso assim, gente, que dificuldade na vida, eu dou uma estudada nesse livro. É meu livro de cabeceira, porque ele fala assim: "Nós podemos ser doentes do corpo, mas nunca doentes da alma". Eu nunca esqueci isso quando ele fala que muitas vezes nós não sabemos o porquê do nosso sofrimento, mas agora a gente tem que ir em frente. Quando ele visita o Zé Arigó, aquele médico médium, né, de efeitos físicos, ele fala que a única coisa que ele é o falou: "Olha, você tem as doenças dos três CS". Ele fala: "Então ele descobriu qual que é a minha doença porque os médicos não sabem". Aí ele fala: "Olha, as doenças, a doença dos três ser são cama, calma e calma.
você tem as doenças dos três CS". Ele fala: "Então ele descobriu qual que é a minha doença porque os médicos não sabem". Aí ele fala: "Olha, as doenças, a doença dos três ser são cama, calma e calma. Olha só, cama, calma e calma. Não tem jeito, não vai curar, então pode ir embora". Então, acho interessante a forma que ele coloca, que ele lida com a dor, com a dificuldade. Então, assim, é muito interessante porque são lições para nós que deu certo porque ele suportou, ele teve essa calma, ele teve essa resignação e ele tirou muita gente também da depressão, pessoas que estavam desesperadas. Então, eu acho que é importante a gente mirar nesses grandes exemplos. Ah, com certeza. E o a doutrina espírita, ela tem grandiosos exemplos assim de pessoas que passaram por situações das mais variadas e com fé e resignação conseguiram vencer. Eu eu acho que é é indicação de que é possível a gente vencer as questões com paciência e usando a talvez a nossa própria experiência de vida, nossos próprios momentos de superação para que isso sirva de exemplo. Eu conversando com o pessoal do atendimento espiritual lá da nossa casa espírita esses dias, né? Aí a gente conversando sobre a a vezes os inúmeros casos que aparecem lá, né, que pessoas que buscam algum tipo de orientação espiritual, tudo. Uma conclusão que a gente chegou foi de que realmente quando uma pessoa para poder n quer lidar com outra, quanto mais experiência de vida a pessoa tem, quanto mais momentos passou, momentos diversos, isso serve também pra gente aumentar o nosso consolo, né, a ao espírito alheio. É tão interessante porque muitas vezes, por exemplo, quando alguém chega com algum tipo de conflito, algum tipo de situação, eu digo: "Olha, interessante, porque eu mesmo já passei por uma situação muito semelhante". E aí é bom quando a gente consegue conversar com a pessoa com propriedade. Então, nesses momentos a gente percebe, por exemplo, eu mesmo percebi o quanto que essa lição de André Luiz, ela é ela é rica nesse sentido. Nós percebemos às
e conversar com a pessoa com propriedade. Então, nesses momentos a gente percebe, por exemplo, eu mesmo percebi o quanto que essa lição de André Luiz, ela é ela é rica nesse sentido. Nós percebemos às vezes que a adversidade ela é uma dor, mas a adversidade também ela é uma experiência de vida, ela é também um ensinamento que nós acolhemos esse ensinamento e depois podemos repassar ele de alguma forma. Nem todo mundo precisa sofrer. É interessante quando ele observa isso aqui, tem uma frase que eu gostei muito aqui nesse nessa lição, quando ele fala assim: "Olha, por inoperante é utopia igual qualquer outro. Se eu fico preso à letra, a letra me diz uma coisa muito linda. Olha que livro bonito, que lição bonita. Bom, ali eu vejo uma pureza. Quando eu leo, por exemplo, essa lição, eu vejo uma pureza ali de intenção, uma lição que quer nos no nos levar a um caminho de purificação espiritual e tudo, mas é a letra, ela é o ponto de partida para que a gente possa depois lançar isso ao mundo, para que a gente possa vivenciar isso de alguma forma. Aí sim, a pureza no na letra ela é inoperante, mas quando eu opero, ou seja, quando eu ponho em prática de alguma maneira, aí sim essa lição ela começa a fazer sentido, ela começa a a adquirir valor, deixa de ser uma utopia. Então tem momentos que as pessoas chegam lá no atendimento espiritual e tem uma uma queixa, tem uma observação, tem um que tá com problema. É, é, é claro que é muito mais rico quando você tem uma vivência que pode auxiliar essa pessoa, ou seja, numa área mediúnica, ou seja na área da família, ou seja, uma uma experiência em algum outro ponto, é muito melhor do que você simplesmente só lançar uma palavra evangélica para essa pessoa. Aí você tenta tratar um problema real com uma teoria que muitas vezes nós não temos nenhum exemplo para dar. Eu gostei muito que falou, né, nessa busca por exemplos, quais os exemplos que podem nos alimentar ali o a fé. Então, eu acho que é um ponto interessante. Nós temos essa lição, essa
exemplo para dar. Eu gostei muito que falou, né, nessa busca por exemplos, quais os exemplos que podem nos alimentar ali o a fé. Então, eu acho que é um ponto interessante. Nós temos essa lição, essa quantidade de lições que trazem pra gente essa e essa essa necessidade de se transformar. E a e o espiritismo, ao mesmo tempo, em todas as suas obras complementares, traz muitas lições de vida. Então, Emanuel escreveu sobre n situações que ele vivenciou nas suas obras sobre cristianismo primitivo. André Luiz escreveu um conjunto grande obra de coisas que ele viveu. Humberto Campos viveu um monte de coisa, trouxe exemplo. A literatura espírita traz um monte de exemplos. Ao mesmo tempo, se nós não vivenciamos nada, nós não também não teremos os nossos exemplos. Porque é tão bom quando a gente vai tratar às vezes no no aconselhamento espiritual, que é o caso que eu comecei a falar aqui, mas também pode ser uma palestra espírita, pode ser um estudo, pode ser um uma uma pessoa que você encontra. E é tão bom quando a gente vai dizer o seguinte, olha, olha o tanto que é legal quando você fala assim, o espiritismo ele traz essa lição numa obra de Allan Kardec. Ao mesmo tempo, o André Luiz viveu uma situação parecida assim que ele traz na obra fulano de tal, mas eu mesmo, eu mesmo um dia aconteceu comigo isso, isso e isso ou eu conheço uma pessoa que também passou por isso dessa forma, olha como vai enriquecendo, como a vivência enriquece. Então aqui a gente traz exemplos que a literatura enriquece e exemplos que a vivência enriquece também a nossa maneira de pensar, né? Eu fico muito feliz quando às vezes eu olho para trás e vejo assim, eu e temos uma vivência, não apenas como casal ou família, mas temos uma vivência no movimento espírita que é de longa data. E aí a gente tem tanto exemplo de coisas que a gente viu e às vezes nós temos assim encontros espíritas e as próprias às vezes encontros regionais aí da da Federação Espírita que estado de Goiás. E aí uma pessoa traz um exemplo de uma casa
s que a gente viu e às vezes nós temos assim encontros espíritas e as próprias às vezes encontros regionais aí da da Federação Espírita que estado de Goiás. E aí uma pessoa traz um exemplo de uma casa espírita e outro exemplo de outro lugar e fala assim: "Olha, o que que nós fazemos?" E é tão bom quando a gente pode se levantar, falar assim: "Ô, eu vi uma situação muito parecida dessa forma". Então, a vivência ela traz uma experiência de vida que ela já é útil aqui, será útil para nossas vidas posteriores. Então essa lição fala muito sobre isso aí, sabe? A gente passar por essas vivências e ter aprendido alguma coisa em cada uma delas. É claro que nem tudo a gente aprende, né? Grande parte das lições, nós passamos por elas assim meio confusos, ainda mais quando é muito doloroso. E às vezes a gente não sabe nem que lição tira, mas a gente consegue tirar muita lição de tudo, sabe? A vida ela é muito rica. A vida ela é muito rica e para nós é muito importante tentar aprender com tudo. É essa pureza aqui que ele fala. Olha aí. Por isso a necessidade da convivência. Conviver é enriquecimento de viver. Sabe, ontem no atendimento espiritual tava sentado lá com alguns companheiros de trabalho, né? Aí um companheiro tava lendo o livro Paulo Estevan e ele tava comentando sobre o livro. Olha, esse livro aqui é tão legal, aprendi tanta coisa. E ele um dia ele lançou um questionamento, nossa, mas o que é que motivou será Paulo a esse despertar? Aliás, o Saulo, né, a esse despertar que o tornou Paulo, né? Foi tão forte. Eu fico pensando assim: "Nossa, mas por que que nós não conseguimos despertar dessa forma?" Aí lembrei da história de um companheiro nosso de trabalho que é, chama ele de São Betinho, que ele teve um despertar espiritual quando encontrou o filho Xavier. E aí eu fiquei, e nós ficamos pensando assim, será que chegará algum momento do chamado? Será que algum dia a gente vai receber o chamado? Por exemplo, Saulo recebeu o chamado, né? Ele viu ali, nossa, tem que mudar. Muitos companheiros espíritos
será que chegará algum momento do chamado? Será que algum dia a gente vai receber o chamado? Por exemplo, Saulo recebeu o chamado, né? Ele viu ali, nossa, tem que mudar. Muitos companheiros espíritos recebem esse chamado, né? A Eliane contou a história aí do Jerônimo, né? A doença para ele foi um chamado, foi um momento que ele que ele eh eh mudou de vida. Chico Xavier teve um momento do chamado, o momento que Emanuel chegou até ele, né? Ele falou: "Olha, você tá com trabalho assim". O André, o Allan Kardec também teve o chamado dele lá, um dia ele recebeu a mensagem do espírito verdade, né? Foi o chamado. Será que o nosso chamado a gente tá conseguindo identificar ele? Será que esse chamado nosso, a gente tá tão insensível que a gente não percebeu o chamado? O Jerônimo foi uma doença. Para Paulo, de para Saulo de Tarso, foi a aparição de Jesus. Após ele ter esse contato com os cristãos, Jesus precisou aparecer para ele, para Chico Xavier foi uma aparição, foi um a mediunidade, né? Depois a fala de Emanuel. Para nós é o quê? O chamado tem, será que a gente consegue identificar se o chamado para nós ele veio na forma da doença ou ele veio na forma de uma comunicação mediúnica? Ele veio na forma de uma visão que ou um momento assim que nos impressionou muito, porque o chamado da transformação, ele vai vir em algum momento ou se se não se já veio, né, de alguma forma pra gente transformar dessa forma. Então, eu acho muito bonito quando o André Luiz ele vem vem nos falar sobre essas lições de hoje. Você vê, André Luiz, ele não relativizou aqui a nossa maneira de agir na vida. André Luiz, aqui foi muito claro, muito direto de que não há relativismos, o amor é o caminho e a vivência do amor vai nos trazer essa oportunidade de transformação. Ou seja, teremos que amar. E o chamado é para amar. O chamado é para amar mais. O chamado é para que a gente possa desenvolver essas virtudes de alguma maneira. Quanto mais, quanto mais rápido nós percebemos o chamado, mais rápido a
hamado é para amar. O chamado é para amar mais. O chamado é para que a gente possa desenvolver essas virtudes de alguma maneira. Quanto mais, quanto mais rápido nós percebemos o chamado, mais rápido a gente consegue desenvolver virtudes. Quanto mais devagar a gente perceber ou se a gente ignorar o chamado, mais lento será o desenvolvimento dessas virtudes, porque nós não teremos eh essas oportunidades de passar pelo que a gente precisa ou passar sem aprender o que o que o que é necessário. E aí a gente vai chegando até no final aqui já da lição. É por isso que que André Luiz fala, vai falar então no item, no último item, não menospreze assim a lição do momento. Por quê? Cada instante a vida ela vai instruir. Embora a gente tem um livre arbítrio, uma escolha leva a gente a uma situação que leva a gente a uma escolha que leva a gente a uma outra situação. E tudo vai se encadeando. Tudo vai se encadeando de uma maneira interessante aqui, né? Então, até que ele fala aqui em algum momento que nós estamos o tempo todo sendo convidados a a a a cuidar de alguma situação. Quer dizer, são 24 horas, igual ele fala aqui, olha só, né? Verifique quantas vezes em 24 horas você é requisitado a auxiliar um semelhante, né? Quer dizer, alguém que te pede um conselho, alguém que te fala alguma coisa, né? alguém que chega a você com assunto. Quer dizer, qualquer interação é uma interatividade que é uma coisa que é um chamamento para alguma coisa, né? Às vezes até aqui em casa, né, a gente tem que pôr a a água pra nossa cachorrinha, né? É um chamamento para alguma coisa, uma responsabilidade. Então, a todo momento a gente tá sendo convidado a a a termos alguma responsabilidade. Até na hora que a gente vai pentear o cabelo, é um convite à responsabilidade, não é? Da aparência, higiene pessoal. Então, nós somos demandados 24 horas. Então, o André Luiz, ele quer nos alertar, olha, 20, né? Somos, somos convidados 24 horas a algum tipo de ação, nem que seja dormir à noite, nós estamos sendo convidados a
s somos demandados 24 horas. Então, o André Luiz, ele quer nos alertar, olha, 20, né? Somos, somos convidados 24 horas a algum tipo de ação, nem que seja dormir à noite, nós estamos sendo convidados a uma ação, a ação do descanso, do refazimento, da saúde física. Então, é o alerta que André Luiz traz nessa lição para que a gente observe cada segundo, cada minuto da nossa vida que chamamento que é esse? É o chamamento para cuidar da minha saúde, chamamento para cuidar do outro, chamamento para atender uma demanda é o tempo inteiro no trabalho é assim o tempo todo, né? Em casa também. E mesmo que a gente esteja sozinho, o chamamento ele não vai parar. O chamamento ele vai continuar, nem seja me tomar um copo da água. É um chamamento. É um chamamento. Então é dessa amplitude que André Luiz tratou nessa lição aqui, né? Que que o aprendizado tá em toda parte. A gente é que tem que desenvolver essa sensibilidade para olhar a vida. sensibilidade para poder encarar a a tudo que tá ao nosso redor e o que tá dentro de nós. Tudo é chamado. Deus está nos chamando o tempo inteiro a atenção, né, para para algum aspecto da nossa existência, né? Eu acho bonito, sabe, a forma como André Luiz traz essa lição aqui de hoje, né? E tudo para para nos levar aonde o amor que vai nos limpar a consciência. Só assim pra gente evoluir espiritualmente. Achei bacana. citou aí o muitos chamados poucos escolhidos. E aí eu lembrei que Kardec fala em relação ao que eu tinha falado lá atrás sobre a ignorância, que ninguém pode alegar ignorância se foi alertado por alguém. Até quando André Luiz fala aqui do chefe, o chefe quando é bravo demais, exigente demais, ele tá nos chamando a realidade da vida, nos chamando na na a nossa a nossa realidade espiritual, que é o quê? Essa consciência tranquila. Por que que o chefe discute com a gente, chama atenção, briga porque a gente não chegou na hora? É uma disciplina. Se a gente começar a olhar isso de forma negativa, é uma escolha nossa. Olha só. Não, não. Eu escolho então
scute com a gente, chama atenção, briga porque a gente não chegou na hora? É uma disciplina. Se a gente começar a olhar isso de forma negativa, é uma escolha nossa. Olha só. Não, não. Eu escolho então pensar que o meu chefe é um chefe mau. Por quê? Porque ele briga que eu chego no horário. Ele briga se eu se eu atrasei, se eu faltei ao trabalho, se eu não estou cumprindo com o meu dever com qualidade, porque nós devemos fazer as coisas com qualidade. Nós estamos sendo pagos para aquilo. Então o que que a André Luiz quer falar? É isso. Então, observar de forma diferente, começar a perceber que esses momentos, as lições que nós temos é para a nossa evolução espiritual. Ou seja, até o mal é um convite ao bem, né? Que o mal ele é mal interpretado. O mal ele pode ser o bem mal interpretado por nós. Olha só. Então, o que eu acho que é mal é o bem. E aí, interessante que quando ele fala eh na oficina de trabalho que a gentileza que nós devemos ter a muitos corações, foi quando você falou aqui, né, que o dia tem 24 horas e que nós somos requisitados a auxiliar os semelhantes. Então, Luiz vai falar: "Olha, na via pública tem companheiros que vêm e vão e busca o quê?" O encontro de um sorriso que pode ofertar ali o incentivo à esperança. Olha, coisa mais simples. O que que é o que que é um sorriso? É uma simpatia. Será que a gente tá disposta a ser simpático? é uma disposição. Vou atender um cliente, eu tenho que ter a disposição de ser educado, gentil, um vizinho. São coisas mínimas que nós ainda não conseguimos resolver dentro de nós. Não é alcançar o mundo inteiro, mas é dentro de nós que nós podemos fazer diferença. que ó, no recesso do lar, aoer, encontra ali a presença em novas possibilidades de exaltar a confiança nos desígnios da altura. Quantas vezes nós precisamos ter fé dentro do nosso lar, buscar o equilíbrio, a fé, a vontade de melhorar o nosso ambiente, como a Rosalia falou aqui da convivência, né? Que viver é fácil, conviver é que é difícil. Então essa convivência que vai
nosso lar, buscar o equilíbrio, a fé, a vontade de melhorar o nosso ambiente, como a Rosalia falou aqui da convivência, né? Que viver é fácil, conviver é que é difícil. Então essa convivência que vai desenvolver em nós essa simpatia, essa boa vontade, essa alegria, a gentileza um com o outro, porque, por exemplo, o casamento ele só tem como dar certo se um cuidar do outro. Então, um ser gentil com o outro, ceder para o outro e com os filhos, às vezes a gente tem que calar pros filhos. É, às vezes tem que calar. É, o silêncio às vezes é importante ter essa calma. E eu trazendo aqui esse capítulo, muitos chamados, poucos escolhidos, capítulo 18 lá do Evangelho, Kardec fala assim, ó: "O homem traz em si, na sua essência espiritual, o livre arbítrio que lhe faculta escolher entre duas ou mais opções." Mas ele fala assim, ó, escolhe o que ele acha melhor para ele, porque ele fica preso à consequências agradáveis ou desagradáveis das suas escolhas. Aí não dá mais para pra gente reclamar. Então, seja no nosso lar, às vezes tá com muito problema, tá com muita dificuldade no nosso trabalho, na nossa saúde, a nossa vida espiritual, na nossa convivência social, a nossa conduta com o outro. E aí, será que nós somos vítimas o tempo todo de tudo e de todos? É isso que Kardec quer falar. Olha, o homem traz em si, na sua essência espiritual, livrear vida. Nós é que vamos escolher, porque muitas vezes tem que partir de nós essa paz que a gente busca e a gente não quer, porque dá trabalho demais, porque eu tenho que me mudar, tenho que me modificar. Mas ao mesmo tempo ele quer dizer o seguinte, Kardec, ele fala assim que quanto mais inteligente, quanto mais conhecimento, quanto mais talentos, quanto maior o entendimento do homem, mais deve produzir coisas boas para si e para os outros. Olha só, é o nosso dever. Então, se a gente já conhece uma linha do evangelho de Jesus, é dever nosso produzir coisas boas para nós. Ou seja, quando eu desenvolvo a minha consciência e para os outros, ao meu dever social. É
r. Então, se a gente já conhece uma linha do evangelho de Jesus, é dever nosso produzir coisas boas para nós. Ou seja, quando eu desenvolvo a minha consciência e para os outros, ao meu dever social. É por isso que muitos chamados, poucos escolhidos, poucos escolhem, mas também muito a quem muito foi dado, muito será pedido. Aí a cobrança, que a gente fala muito do débito, né? A espírita fala muito de débito. Ah, eu devo, eu devo, tenho que pagar, eu tenho que pagar. Mas esse pagamento tem a ver com a nossa consciência. Quem de nós aqui tem coragem de receber algo que nós não temos merecimento? Quando nós temos essa consciência do que que é certo, do que não é certo, do que é errado, nós não queremos receber algo grandioso se não é de nossa de nosso merecimento. Então, a gente vai se questionar. É por isso que a doutrina espírita fala dessa necessidade de, entre aspas, né, quitar os débitos. É a nossa própria consciência que recusa. Então, deixa eu resolver isso, porque nós somos hoje um espírito aqui encarnado, mas e quantas vivências, quantas experiências nós tivemos? Então, nós queremos ter essa pureza, nós queremos essa evolução espiritual, mas merecedora. Nós vamos encontrar isso em muitas obras falando sobre isso. Ser do bem dá trabalho, mas não tem outro caminho. Isso mesmo, Joelma. E o eu sempre falo assim, ó. E o que é que não dá trabalho? Hoje em dia a gente ouve assim: "Ah, não quero ter filho porque filho dá trabalho. Eu não quero casar porque casar dá trabalho. Eu não quero ter um chefe porque dá trabalho, ir paraa casa espírita, pegar algumas atividades porque dá trabalho. Agora, o que é que não dá trabalho? Aí nós vamos lembrar aqui de Kardec. Olha, cada um escolhe o seu trabalho. Eu posso muito bem não cuidar da minha saúde, não comer, né, a a ter uma alimentação saudável, praticar exercício físico. Posso fazer um monte de co porque dá trabalho, mas lá na frente a doença vai me visitar, por exemplo, e eu posso ter trabalho. Eu tenho que é o médico, eu tenho que
audável, praticar exercício físico. Posso fazer um monte de co porque dá trabalho, mas lá na frente a doença vai me visitar, por exemplo, e eu posso ter trabalho. Eu tenho que é o médico, eu tenho que cuidar melhor da saúde, tenho que tomar muitos remédios. Então são coisas que nós ouvimos, por exemplo, de um médico que cuida da nossa saúde. É isso, tem que cuidar da saúde. Se não cuida hoje, amanhã vai ter cuidado da doença. Então, nós vamos escolhendo o nosso destino. E se a gente muda hoje a nossa atitude, o nosso jeito também muda nessa obra busque chararás, né, Emmanuel fala, o destino pode ser tratado. Nós estamos nesse momento traçando o nosso destino. Que que é que eu penso? Que que é o que eu sinto, o que eu vivo, o que eu gosto, o que eu faço, a colheita está aí. Mas eu acho muito bom isso, porque se nós pensarmos que nós vamos colher no futuro aquilo que nós estamos plantando, e se nós tivermos plantando só coisas boas? E se nós tivermos plantando coisas ruins e a gente acordar, né, de pressa e mudar, muda a rota, muda o jeito de pensar, muda o caminho, muda a estrada. É isso. Você citou o Paulo, né? O Paulo tava no caminho ruim, levou uma queda, caiu e ele falou: "Eu, hein, agora eu vou mudar de vida". Nós estamos também nesse caminho que a qualquer momento a gente pode entrar num caminho comum. Nós não podemos entender que porque nós temos conhecimento, porque nós temos uma religião, que nós não pod nós não possamos ter uma queda também. Nós podemos cair sim, mas o importante não é não cair, é não se levantar, porque nós somos ainda espíritos em construção. Nós estamos no mundo de expiação e de provas, um dos mundos mais materialistas. Então a nossa condição ainda um mundo mais elevado, mas nós podemos ainda cair, mas que nós possamos mirar nesse evangelho de Jesus que nos dá toda condição, força, fé, para que a gente possa conseguir vencer os males diários, não males da vida. É muito ruim falar assim, né? É desesperançoso falar que a vida tem mal. Não, o dia, porque Jesus fala,
ondição, força, fé, para que a gente possa conseguir vencer os males diários, não males da vida. É muito ruim falar assim, né? É desesperançoso falar que a vida tem mal. Não, o dia, porque Jesus fala, cada dia basta o seu mal. Ele fala, vive hoje, aí a gente vive amanhã. E é e mais do que isso, agradecer os dias bons, uma noite bem dormida. Se a gente quiser começar a ver os males, só a gente observar um dia que a gente dormiu mal, um dia que a gente não conseguiu comer, um dia que a gente teve um dia de tormento, aí a gente começa a agradecer os dias bons. Eu finalizo aqui a minha parte, agradeço muito, muito, muito a presença de todos. Foi muito bom que nós possamos ter muita força, esperança, fé, calma e resignação diante das adversidades da vida. Que Jesus nos abençoe. >> Muito bom. E antes de passar a preço para Eliane, eu vou fazer então meu fechamento aqui também. Gostei demais da fala de Eliane até me inspirou aqui uma lembrança. Essa semana eu fui convidado a falar duas vezes e em palestras e de questões que trouxeram a à tona a pergunta 943 do livro dos espíritos, que eu acho que é uma questão boa pra gente fechar aqui, pelo menos eu penso, porque André Luiz nos falou muito muito muito sobre obstáculo, dor, provas difíceis, injustiça, ambiente de viciação, uma série de situações que nos exigem controle, maturidade e amor. E a questão 943, ela justamente trata disso. Advém a tristeza, advém um desgosto pela vida, advém assim uma um, sabe, uma uma angústia. A gente pensa assim, gente, o que que tá acontecendo, né? né? Quer dizer, vem aquele sentimento assim de enfraquecimento, de impotência às vezes frente à situação da vida. Nos sentimos desanimados que isso pode acontecer, né? Se na reta final de todas essas nossas provações ainda tivermos cultivando esses sentimentos angustiosos, sentimentos negativos, os espíritos nos nos passam assim um uma receita de três medicamentos que podem nos auxiliar aqui nessa recuperação. Três medicamentos morais paraa nossa pra
mentos angustiosos, sentimentos negativos, os espíritos nos nos passam assim um uma receita de três medicamentos que podem nos auxiliar aqui nessa recuperação. Três medicamentos morais paraa nossa pra nossa restauração, pra gente recomeçar, pra gente se erguer. Eliane falou da importante erguer. Cair não é importante, mas não se erguer é um problema. Temos que nos erguer. Então, para que a gente possa nos erguer, os espíritos dizem: "Olha, não, primeiro remedinho que os espíritos nos dizem aqui, não sejamos ociosos, ocupemos nosso tempo com coisas úteis, que a gente não joga o tempo fora se a gente tiver triste." Não, não. Ah, muita gente diz assim: "Não, eu gosto de tomar uma cervejinha depois do trabalho para relaxar, para alegrar". O espírito diz: "Não, isso é ociosidade, tenta ocupar seu tempo com uma coisa útil, alguma coisa que seja produtiva, que seja positiva, que seja boa, né? Ocupa seu tempo livre com coisas boas". Primeiro remedinho é esse. Tá com tempo livre, muito à toa, muita diversão, etc, etc. Vamos tentar ocupar uma parte desse tempo com coisas úteis. Segundo remedinho, melhorar a nossa fé, aumentar a nossa fé, porque a falta de fé leva também a desânimo. Então, aumentemos a nossa fé, seja na frequência da Casa Espírita, seja nas orações diárias, façamos mais cultos do evangelho do lar em casa. Aprendamos a a ler mais obras edificantes e trabalhemos a nossa fé para que a gente possa fortalecer o nosso mundo ínteo, nossa confiança em Deus, nossa confiança nos espírit nos espíritos amigos, nos nossos mentores guardiões. Fortaleçamos a nossa fé. E terceiro remedinho que os espíritos nos orientam na questão 943, cuidado com os arrastamentos sociais. Estamos vendo muita notícia negativa na na imprensa. Vamos parar então de ver um pouquinho as notícias, né? Vamos parar de ver um pouquinho o jornal. Vamos parar de acompanhar as fofocas da política, da violência, né? Desses desses meios sociais. Vamos parar um pouco isso. Vamos nos isolar um pouco, porque a sociedade é muito materialista.
jornal. Vamos parar de acompanhar as fofocas da política, da violência, né? Desses desses meios sociais. Vamos parar um pouco isso. Vamos nos isolar um pouco, porque a sociedade é muito materialista. A sociedade tá passando por um período muito violento, de muitas agressões, de muitas críticas. A gente não sabe mais que que é justiça, que que é injustiça. A gente não sabe se acontecendo, tá certo ou tá errado. Confusões que nós mal compreendemos, né? Não vamos entrar nisso não. Vamos deixar a sociedade um pouco para lá. Vamos focar na nossa família, nossos estudos, nossa vida íntima, não é? E a gente e eh silenciar um pouco mais. Então são três remedinhos que os espíritos nos no nos colocam aqui para fortalecer um pouco esses momentos em que a gente tiver triste, desanimados e angustiosos. Gente, finalizo aqui minha fala com essa esse conselho aí dos do dos amigos do da questão 943 do livro dos espíritos. Não vamos nesse momento agradecer a Deus, agradecer a Jesus, esse nosso amigo incansável de todas as horas. Senhor Jesus, nós te agradecemos por todas as oportunidades de aprendizado em nossas vidas e queremos, Senhor, ter olhos de ver todas as bênçãos que nos envolvem, todas as proteções nas nossas vidas, que nós possamos sentir a sua presença amorosa em todos os momentos. momentos de dor, de desespero, que possamos ter calma na alma, ter equilíbrio espiritual, agradecer todas as ferramentas que nós temos para nos amparar, para nos reerguer, que é o evangelho, que é a palavra de um amigo, que é um familiar que nos ama e que nos ajuda, nos assiste diante das nossas dificuldades, Senhor, e pedir perdão, Senhor, para que não leve em consideração a nossa pequeneza, as nossas ignorâncias, às vezes as nossas revolta, a nossa rebeldia. que não se esqueça de nós, Senhor, que nós possamos caminhar contigo de mãos dadas através desse evangelho que é o farol de luz nos nossos caminhos, Senhor. Nós não nos esqueçamos de orar, de elevar os nossos pensamentos ao alto, lembrar que nós somos seres imortais,
o de mãos dadas através desse evangelho que é o farol de luz nos nossos caminhos, Senhor. Nós não nos esqueçamos de orar, de elevar os nossos pensamentos ao alto, lembrar que nós somos seres imortais, espíritos eternos e que muitos amigos aguardam por nós, que aguarda essa vitória pessoal de cada um de nós, a vitória de mim mesmo, a vitória das nossas mazelas, para que nós possamos possamos vencer os nossos males, o orgulho, o egoísmo, a ignorância, Senhor. Abençoa, Senhor, a todos aqueles que estão acamados, que estão passando por dor moral, espiritual, físicas. Que a tua paz e o teu amor possa alcançar todas elas. Abençoa cada um que esteve presente aos lares representados. Que tenhamos uma semana de muita paz, muito equilíbrio e a teu amor em todos esses dias que se aproximarão. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Que Jesus continue nos fortalecendo, nos abençoando, possamos nos lembrar dessas lições que nos aproximam diante de qualquer adversidade, de qualquer problema, que nós possamos acalmar um pouquinho e lembrar dessas promessas de Jesus aí, das bem-aventuranças. Que Jesus nos abençoe. Muito uma bom domingo e um abraço a todos. É isso, gente. Uma excelente semana a todos, viu? Que todos aí fiquem com Deus. Lembrando que amanhã nós temos o programa do Adriano Máximo aí à noite, tá? Fiquem de olho aí, tá? Lá no nas redes sociais do G, nós temos todas as temáticas, todos os horários sendo divulgado, né? A sextas a na sexta-feira nós teremos o Tiro Rangel, também um excelente programa e domingo o retorno aqui do Estudante com Jesus com mais uma dupla e mais um capítulo, tá bom gente? Muito obrigado aí, que Jesus abençoe muito nessa semana.
Mais do canal
Bom dia, café! 300326 AO VIVO Renovando Consciências
BOM DIA, CAFÉ! | 310326 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
BOM DIA, CAFÉ! | 010426 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
BOM DIA, CAFÉ! | 020426 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
BOM DIA, CAFÉ! | 030426 AO VIVO RENOVANDO CONSCIÊNCIAS
Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 50 | 29.02.26
1:14:35 · 22 views