Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 07 | 20.04.25

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 21/04/2025 (há 11 meses) 1:06:41 30 visualizações

Estudando com Jesus | 20.04.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 07: Os outros Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184

Transcrição

เฮ Eh, bom dia, amigos. Bom dia a todos ou boa tarde ou boa noite, né, dependendo da onde você está, do horário que você vai nos assistir. Mas sejam todos muito bem-vindos nesse domingo de Páscoa abençoado, que possamos seguir juntos nos estudos. Bom dia, minha amiga Sheila. Bom dia, Patrícia. Bom dia a todos que estão conosco, os que também vão seguir conosco aí no decorrer dos dias. Hoje um dia, um domingo especial, domingo de Páscoa, né, que nos traz tantas lembranças ao mesmo tempo tristes e renovadoras também, né? Porque é um momento de ressurreição, de revermos os nossos conceitos, né? Então, bom domingo a todos. Exatamente, né? Um domingo muito convidativo, muito inspirador para nós seguirmos aí com a nossa obra, O Espírito da Verdade. Estamos no capítulo sete, hoje uma mensagem belíssima da nossa querida Mei, né? E vamos trazer então uma prece aqui, um poema, né, musicado da nossa amiga Sâmia. E pra gente se harmonizar então para esse estudo. Eu mergulho no abismo de mim mesmo. Me procuro na caverna em que me escondo e me encontro encurvado em sofrimento. escuridão, meus erros camuflando. Me aproximo e em meio a densas trevas me conheço, me abraço, me consolo, me perdoo me acolhindo e sem reservas. Com ternura me aconchego no meu colo. Regozijo ao descobrir-me sem ser falso. Me preencho por amar-me e ser amado e decido a mim mesmo resgatar. Me retiro da caverna nos meus braços. Me apresento a liberdade encantado e me entrego inteiro à vida por me amar. Que lindo, muito lindo, né? Muito lindo. E é esse convite, né, que o nosso mestre veio nos fazer estando aqui entre nós, né, e a todos os dias, todos os momentos para que a gente se encontre, se ame como ele nos amou. né, para que a gente se dê conta, se conscientize dos seres espirituais divinos que somos e poderemos fazer muito mais, como ele disse, né? Isso mesmo. Vamos dar um bom dia aqui pra Jose, pra Teca, que está aqui conosco, né? Isso. Bom dia. Acompanhando aqui esse nosso estudo nesse domingo. Exatamente. Exatamente. Bem-vindas.

le disse, né? Isso mesmo. Vamos dar um bom dia aqui pra Jose, pra Teca, que está aqui conosco, né? Isso. Bom dia. Acompanhando aqui esse nosso estudo nesse domingo. Exatamente. Exatamente. Bem-vindas. A Sheila também tá aqui, gente. A gente vai testando o nosso bicuido, a nossa bicorporeedade aí vamos vendo. Ai, coisa boa. Então, vamos ler nosso nosso texto aqui. Chama-se Os. Título de hoje é uma referência ao capítulo 13 do Evangelho Segundo Espiritismo, item 13, pela nossa querida Meimê. Dizes trazer o deserto no coração. Entretanto, pensa nos outros. Muitos pisam teus rastros, procurando-te as mãos no grande vazio. Para um pouco e perceberá a presença nas sombras da retaguarda. Enquanto gritas a própria solidão, compreenderás que a voz deles está morrendo na garganta através de longos gemidos. Volta-te e vê. Compara os teus braços robustos com os ossos desencarnados que ainda lhe servem de suporte as mãos tristes em que os dedos mirrados são espinhos de dor. Enxuga o teu pranto e observa os olhos fatigados que te contemplam. Falam-te a história de esperanças e sonhos que o tempo soterrou na areia da frustração. Referem-se ao frio cortante do lar perdido e a agonia da ramagem nas trevas. Para e compadece-te. Deixa que respirem ainda mesmo por um momento só o calor do teu hálito. Quem poderá medir a extensão da grandeza de uma simples semente caída na terra que o arado martirizou? A beleza de um minuto que ensina muitas vezo de alegria e de luz a existência inteira. Diz antiga lenda, que uma gota de chuva caiu sobre o oceano, que a tormenta encapelara e aflita perguntou: "Deus de bondade, que farei sozinha neste abismo estarrecedor?" O pai não lhe respondeu, mas tempos depois a gota singela era retida no mar, retirada do mar, convertida numa pérola para adornar a coroa de um rei. Dá também algo de ti aos que bracejam no torvelinho do sofrimento. E mesmo que possas ofertar apenas um pingo de amor aos que padecem, tua dádiva será filtrada. pelas correntes da angústia

de um rei. Dá também algo de ti aos que bracejam no torvelinho do sofrimento. E mesmo que possas ofertar apenas um pingo de amor aos que padecem, tua dádiva será filtrada. pelas correntes da angústia humana e subirá cristalina iluminescente na direção dos céus para enfeitar a glória de Deus. Falei que era um poema esse texto, não é? Desculpa, gente, que ficou meio desconfigurado porque acho que eu subi o arquivo em PowerPoint, aí ele bagunça tudo aqui. Mas é uma é uma pérola, né, esse texto, como ela fez essa essa comparação para nós do nosso exercício da das nossas missões, na verdade, né, Sheila? Daquele papel cocriador na obra, como os espíritos disseram a Kardec. Só que nós não podemos o tempo todo querer ter destaque, né, nesse papel cocriador da obra. Alguns momentos teremos destaques, outros momentos estaremos nos bastidores, mas todos têm a sua contribuição a ofertar e tudo conta no livro da vida, né? no livro fluídico da vida, que também o querido poeta Leão Delin nos fala, né, que tudo que a gente faz pelo outro fica marcado nesse livro da vida. Então, nada se perde, a gente, né, vá tendo cada vez mais essa certeza de que nada se perde e que sempre vale a pena fazer o nosso melhor por nós. E aqui, claro, ela tá falando, né, dos outros, da caridade, né? Eh, eu achei bem interessante quando ela fala ali, né, desse no início ali, né, os outros. Eu fiquei pensando, né, os outros, né, o que será os outros, por esse título os outros, né, e porque não os irmãos, né, mas é os outros, né? Então, me chamou muita atenção esse título, né? Parece num primeiro momento quando tu olha assim até algo frio, né? Porque você falar os outros, né? Como se você não desse tanta importância, né? Mas depois eu fui percebendo que justamente, né? Ela nos fala os outros para que a gente se atenha que são o as pessoas que estão em torno de nós, né? para que a gente saia do nosso mundo, né, da da nossa visão egoísta e que a gente comece a olhar os nossos irmãos, né, que são tantos, né, e

atenha que são o as pessoas que estão em torno de nós, né? para que a gente saia do nosso mundo, né, da da nossa visão egoísta e que a gente comece a olhar os nossos irmãos, né, que são tantos, né, e a importância de vermos como todos, né, da mesma família, né, porque somos todos da mesma família universal, né? E e aqui quando ela fala assim, né, diz dizeis trazer o deserto no coração, né, eh, muitas vezes a gente se se acha já tão em sofrimento, né, se acha sem condições de auxiliar, né, ah, porque eu já tenho tanta coisa para fazer, porque eu já tô sofrendo tanto, porque, né, eu já tenho um monte de problemas aqui para resolver, como é que eu vou auxiliar os outros, né? E daí ela nos chama atenção, né, para que a gente olhe para esses outros como irmãos, para que a gente saia da nossa casca e comece a auxiliar, mesmo que em pequeninas gotas, como diz ali, né, no texto, né, aquela pequena gota no oceano, né, porque às vezes tem tantos irmãos em sofrimento, né, que é isso, né, parece um oceano inteiro. Se a gente ficar olhando para aquele oceano, como quem só tem uma gotinha para colocar ali, a gente nunca vai fazer nada, né? A gente sempre vai ficar nessa inércia, nesse conformismo de que, ah, eu não posso ajudar, o que eu tenho para dar é muito pouco, né? Eu eu acredito que a a lição que Meimei vem nos trazer aqui é tipo: "Pega o teu pouco e auxilia com o teu pouco, né? mesmo que você também está em sofrimento, mas olha pro teu irmão que muitas vezes o sofrimento dele é muito maior que o teu, né? Então daí o o evangelho, né, que ele vem nos trazer aqui é falando da caridade, né? Porque a referência não saiba a vossa mão esquerda o que dá a vossa mão direita, né? Que é o capítulo 13, né? E e esse capítulo 13, ele tem um trechinho aqui no início que eu achei achei lindo, né? Que ele fala assim: "Chamo-me caridade, sigo o caminho principal que conduz a Deus. Acompanha-me, pois conheço a meta a que deveis todos visar. dei esta manhã o meu giro habitual e o e com o

indo, né? Que ele fala assim: "Chamo-me caridade, sigo o caminho principal que conduz a Deus. Acompanha-me, pois conheço a meta a que deveis todos visar. dei esta manhã o meu giro habitual e o e com o coração amargurado venho dizer-vos, ó meus amigos, que de misérias, que de lágrimas, quanto tendes de fazer para secá-las todas, né? Em vão procurei consolar algumas pobres mães, daí ele se estende, né? É um um texto lindo, né? Lindo. Uhum. de um trechinho. Esse item 13, eu não tinha passado por ele ainda, né? Que engraçado, porque a gente a gente faz o evangelho no lar e muitas vezes a gente abre aleatoriamente. E justamente esse item é um item que eu não tinha ainda passado por ele. E eu achei lindo esse item da forma como ele fala da caridade, né? Porque me traz muito assim, não espera você estar pronto, você ter condições para, né, condições, aquelas condições perfeitas, né, que a gente sempre fica esperando que para fazer a caridade a gente pressão e temperatura, né? É, precisa estar pronto, precisa estar com sobras financeiras, sobras de tempo disso. Não, se a gente for esperar isso, a gente não vai auxiliar nunca, né? E se a gente esperar também estar curado das nossas dores para daí auxiliar também, nunca estaremos, né, preparados para esse auxílio, porque muitas das nossas dores elas serão curadas a partir do momento que a gente vai auxiliar, né, as dores do nosso próximo, né, dos outros. Eh, eu fiquei pensando aqui enquanto você tava falando, né, naquela frase que Jesus deixou para nós. A gente tem um videozinho de Jesus, né? A gente esqueceu no final, gente, a Páscoa, porque olha só, né, o que é essa mensagem que Jesus deixou para nós, né? É, foi a caridade pura vivida, né? O amor em ação pleno, né? vivência da lei de amor na sua totalidade, na sua plenitude. E aí ele disse, né, ninguém vai ao Pai senão por mim. Então, ninguém vai ao Pai senão pelo outro, né? E e aí, Emmanuel, tem aquela famosa frase, né? A ponte entre nós e Deus é o outro. Porque é nesse

E aí ele disse, né, ninguém vai ao Pai senão por mim. Então, ninguém vai ao Pai senão pelo outro, né? E e aí, Emmanuel, tem aquela famosa frase, né? A ponte entre nós e Deus é o outro. Porque é nesse caminho, né, eh cruzando essa ponte que a gente vai fazer o descobrimento de nós mesmos, né? Vamos alcançar um autoencontro, como a Sâmia nos trouxe belamente no poema, porque o outro vai trazer os elementos necessários paraa minha transformação moral dos sentimentos, paraa educação dos meus sentimentos, com base nas virtudes divinas, com base no evangelho. Então, sem o outro nada acontece. Olha, e aí a gente vai lá na lei de sociedade, né, que Kardec perguntou se eh ao buscar a sociedade o homem obedece tão somente a um sentimento pessoal ou haverá nesse sentimento um objetivo providencial de ordem maior? Sim, há um sentimento providencial de ordem maior. Ó, o homem deve progredir sozinho, isso não lhe é possível, porque ele não dispõe de todas as faculdades. Então, nós vamos nos auxiliando um ao outro, né? E aquilo que a Sheila falou, ninguém é tão pobre que não tenha algo para doar de si, para fazer pelo outro. Nós já vimos em tantos capítulos, né? Fiquei, se foi falando, eu fui lembrando do calma, fui lembrando do estudo viva, tantos textos em que os mentores nos chamam atenção para essa condição da caridade moral, né, da doação de nós mesmos e de sair das nossas mazelas, como ela disse aí, dos nossos desertos, das nossas sombras, da nossa solidão e ir buscar no outro as respostas que eu preciso, porque não vai ser sozinho. Ó, no isolamento ele se embrutece e definha. É isso que os espíritos responderam a Kardec. Aí ele faz uma reflexão. Nenhum homem dispõe de faculdades completas. Mediante a união social. Eles se completam mutuamente para segurar o seu bem-estar e progredirem. É por isso que precisamos uns dos outros, os homens foram feitos para viverem a sociedade não isolados. E mais adiante um pouquinho eles falam que o que tá mais à frente dá a mão pro que tá um pouquinho atrasado ainda e vai

os uns dos outros, os homens foram feitos para viverem a sociedade não isolados. E mais adiante um pouquinho eles falam que o que tá mais à frente dá a mão pro que tá um pouquinho atrasado ainda e vai puxando. É isso, né? essa conexão para que todos encontrem o melhor caminho. Então, se a gente fica no nosso deserto, né, no nosso vazio, só olhando pro que pra metade vazia do copo, apesar da metade vazia, a gente já falou aqui, ser importante pra gente olhar o que a gente precisa transformar, mas com essa proposta, né, da abertura de consciência para que a gente identifique o sentimento que ainda não segue as leis divinas, né? E aí a a caridade, né, como a Sheila disse, é a base de tudo, como tá aqui, né, como ela fala, eh, eu sou o caminho principal que conduz a Deus. Não, não farem, né, não faremos esse essa volta ao Pai, essa iluminação, se não pensarmos nos nos outros, né? e tantos exemplos aí que a gente pode citar de irmãos desencarnados que continuam aqui nessa psicosfera pesada, né? E mas ficaram por livre espontânea vontade para nos auxiliar. Tá, tá fechado, Sheila, seu microfone. Já fechei porque tem um barulhinho aqui. Graças a eles que hoje a gente tá conseguindo tomar consciência, né? E vamos falar desse momento que estamos vivendo hoje, do domingo de Páscoa, da maior caridade, né, que Jesus fez aqui por nós, né, que a gente tem consciência, né, olha a caridade que ele fez por nós, né, vir nesse nesse planeta Terra, num corpo de carne, sofrer todas as, né, as angústias, todas as injustiças, as injustiças que ele sofreu. para que nós possamos, né, evoluir, né, ele não precisava mais estar aqui passando por tudo que ele passou, né? Então, ele com certeza é o maior exemplo de caridade, né, que que a gente tem. E assim como Jesus, quando a gente se coloca, né, a auxiliar o nosso irmão, e muitas vezes a gente precisa abrir mão de algumas algumas coisas, né, renúncias, né, amiga, ele falou que nós não evoluiríamos em renúncias. Isso, exatamente, renúncias. Você me trouxe a

osso irmão, e muitas vezes a gente precisa abrir mão de algumas algumas coisas, né, renúncias, né, amiga, ele falou que nós não evoluiríamos em renúncias. Isso, exatamente, renúncias. Você me trouxe a palavra que tá me faltando aqui, né? Então, muitas vezes a gente precisa renunciar ao nosso tempo de descanso, renunciar a algum bem material que a gente gostaria de estar adquirindo para ceder aquele dinheiro por irmão, né? Muitas vezes a gente precisa renunciar porque tem uma questão de egoísmo aí também, né? De ego, às vezes a gente sabe, eh, interesse pessoal, então é renúncia. A doação, à caridade, é renúncia. Então, Jesus nos deu o maior exemplo de caridade e renúncia. Ele também renunciou estar lá, né, provavelmente num plano já bem tranquilo, bem evoluído. Ele renunciou à aquele momento de formando planetas, né, criando mundos. Ex aqui ser apedrejado, né, por nós mesmos, né, ser julgado, né? Então assim, esse é o exemplo que temos exatamente hoje no dia de Páscoa, né? Então que a gente também tem essa sementinha, né, dessa caridade colocada dentro de nós, né, porque daí eu também fui buscar no Evangelho, né, na pergunta que o Kardec faz, a 886, né, que é a caridade, né, e os espíritos nos respondem, a caridade é o amor em ação, né? Então não é só amar. Ai eu amo meu irmão. Mas como tu tem sido ele lá e eu aqui, né, né? Então é o amor e ação, é a prática do bem, a compreensão, a indulgência, a benevolência para com todos, né? Então nesse trecho, ele reforça a ideia de que a caridade vai muito além de simples gestos, né? Sendo uma atitude de amor, de compreensão que devemos cultivar em nossas vidas, né? a gente precisa realmente colocar esse amor em ação. Nós já passamos da fase de simplesmente verbalizar. Uhum. Verbalizar não não nos cabe mais, né? A gente precisa agora ir para ação, a gente precisa ir lá para aquele arado, né? Semear, na verdade. Então, que a gente possa entender o quanto Meimei quer quer nos trazer nesse texto, né? que ela diz assim: "Vai, vai com o pouco, mas vai".

nte precisa ir lá para aquele arado, né? Semear, na verdade. Então, que a gente possa entender o quanto Meimei quer quer nos trazer nesse texto, né? que ela diz assim: "Vai, vai com o pouco, mas vai". Sabe porque não tem acreditado o pouco com Deus é muito, né? Então assim, olha, a gotinha não se transformou na pérola, mas a gente precisa ir fazendo. Ir fazendo, é porque assim, quando você a doação é uma fonte infinita, né? Inesgotável, né? Então, quanto mais você doa, mais condições você tá tendo, né? Então, a gente não deve, né, ficar naquele pensamento egoísta de que se eu tenho pouco, eu vou doar, eu vou ficar sem nada, não, né? E e até no, eu até peguei um trechinho do evangelho que diz assim, né? Convido-vos para um grande banquete, forneço a árvore onde todos vos saciareis, né? Então assim, não precisamos nos preocupar de que a gente vai doar e vamos ficar sem, não. Não vamos ficar sem porque essa fonte inesgotável, né, de amor, que que a lei maior é de amor, então nunca vai faltar, né? Eh, olhai os pássaros no céu. É exatamente isso. Nunca faltará. Nós que ainda dentro, né, do nosso da nossa condição moral baixa, eh, nos apegamos ao instinto de sobrevivência, né, e queremos de acordo com as vontades do mundo, né, do que vemos, das ilusões que criamos. Porque se vivêsemos pelo apenas pelo necessário, como tá lá na quarta parte também do livro dos espíritos, não sofreríamos, não estaríamos infelizes, não estaríamos sentindo desertos nos corações, sombras dentro de nós. Então, nós criamos, né, as as ilusões para nós mesmos e nos desiludimos depois com elas, porque elas não nos completam, elas não trazem o verdadeiro alimento, o verdadeiro, né, caminho para que a gente desenvolva o ser espiritual que nós somos. Ela preenche até um ponto e depois para, né? E como a Sheila falou, tudo é uma continuidade, é permanente. Olha, o determinismo do bem é permanente, porque a gotinha se transformou em pérola. Por mais que tenha levado longo tempo, nada ficou parado. Mas a gente a gente se coloca

continuidade, é permanente. Olha, o determinismo do bem é permanente, porque a gotinha se transformou em pérola. Por mais que tenha levado longo tempo, nada ficou parado. Mas a gente a gente se coloca nessa condição de estacionar, né, de inércia. E aí sim vai criando as sombras, os vazios e vai sofrendo e vai doendo e não vai despertando, né? E é exatamente que você que você colocou, né? Porque lá na caridade, fora da caridade, não a salvação, porque aí também Kardec se deu conta, né, de qual era o propósito maior da vida espiritual e deixou muito claro para todos nós dentro, né, da codificação, que esse tinha que ser o lema maior, né, dentro da moral do Cristo, da lei de amor. É o que Paulo vai falar. Não basta uma virtude negativa parada. Eu, ah, eu não estou fazendo nada, então não tô nem tô prejudicando ninguém. Isso não auxilia nem a nós, nem ao outro, né? Como a falou, faz um pouquinho, faz o que você já consegue, porque a gente precisa da virtude ativa. Fazer o bem. Mistério sempre existe ação da vontade. Então aí a gente vai lembrar, né, dessa potência gigantesca da alma. Então, aonde está, né, a grande questão é somos nós conosco, conosco mesmo, que não queremos fazer o movimento, né, não queremos fazer a entrega, como a falou, as, né, as doações de nós mesmos, dos tempos. dos recursos. Somos nós que escolhemos, né? Eh, a Jose nos traz ali, eu vi, ela falou, ó, com certeza você já passou por esse item, mas hoje despertou de outra forma. É, às vezes é isso, né? A gente até já passou, mas tem em alguns momentos o trecho nos desperta, né? Isso, ó. Muitas vezes não precisamos olhar para o outro e pensar em caridade. Talvez isso cria um peso desnecessário. Precisamos olhar o outro com empatia. É, é, é ganhar essa naturalidade, né? É deixar de ser um peso, como a Jose falou: "Ah, eu tenho que fazer alguma coisa pelo outro". Não é, eu quero fazer alguma coisa pelo outro porque isso volta para mim. É, é o que acho que ela tava falando. Quanto mais a gente dá, mais a gente recebe,

u tenho que fazer alguma coisa pelo outro". Não é, eu quero fazer alguma coisa pelo outro porque isso volta para mim. É, é o que acho que ela tava falando. Quanto mais a gente dá, mais a gente recebe, porque a gente entra no círculo virtuoso da ação do bem, da ação do amor. Então, quanto mais a gente dá, mais o quê? Mais a gente recebe, né? Voltou, voltou, voltou. Deu uma congelada aí. Isso. Eu achei que ela tava reflexiva. Olha só, é, olha só, a esse esse tema caridade muitas vezes, né, no grupo nos grupos de estudo, ele traz uma polêmica, né, a questão, você falou ali, quanto mais eu der, mais eu recebo, né? Então, muitas vezes a gente nos grupos de estudos sai sempre aquela fala: "Tá, mas então eu não tô auxiliando despretenciosamente, eu já tô auxiliando esperando algo, né?" Então aí tem tem um um fio muito tên, né? Uhum. Mas assim, o quanto nós já conseguimos auxiliar sem esperar nada em troca? Muito pouco, né? a gente ainda não consegue. Então, melhor do que não auxiliar é auxiliar mesmo que a gente espere, né? nem que seja os tesouros, né, do céu, mas que a gente espere, porque a gente tá exercitando, né, infelizmente a caridade ainda não é natural em nós. Isso. Lembra que Emanuel fala que a disciplina antecede espontaneidade. É, então a gente precisa mesmo que de certa forma egoísta ainda, né? A gente pensando nisso, né? Pensando na colheita lá na frente, mas a gente está auxiliando, né? Então vamos lá. Aquele irmão que tá precisando de um pão lá, ele vai receber o pão, né? Mesmo que eu esteja doando, pensando em receber lá na frente, mas ele vai receber o benefício deste pão, né? E com o passar do tempo, eu vou exercitar tanto essa minha caridade que daqui a pouco aquilo vai se transformar em natural e eu vou estar fazendo sem nem pensar mais na colheita, né? Só vou estar aqui, né? Pensando em auxiliar pela alegria e pelo bem do próximo, né? Porque um dos ensinamentos que Jesus nos deixou é amar o próximo como a si mesmo, né? E eu eu sempre gosto de falar que

vou estar aqui, né? Pensando em auxiliar pela alegria e pelo bem do próximo, né? Porque um dos ensinamentos que Jesus nos deixou é amar o próximo como a si mesmo, né? E eu eu sempre gosto de falar que daí vem lincando junto uma frase: "Não faça para o próximo que você não gostaria que fizesse para você ou faça para o outro que você gostaria que fizessem para você". Então que a gente sempre possa ter esse olhar de empatia, como a Jose falou, quando a gente pensar no outro necessitando de caridade, a gente se coloque no lugar e como seria se eu tivesse no lugar dele? Eu ficaria feliz em receber, mesmo que pequenina ajuda, né? E quando a gente vai ajuda, vamos lá, vamos voltar, que essa ajuda não é necessariamente material, né? É ajuda de um abraço, de uma palavra de conforto, de um sorriso, né? Né? Então assim, tem várias formas da gente auxiliar, né? Não necessariamente eu preciso estar bem financeiramente para auxiliar. Eu tenho condições de auxiliar. E daí eu lembrei daquele outro trecho do evangelho que eu tava tentando lembrar aqui o item que é aquela mãe, né? Hum. Ela leva a filha junto quando ela vai fazer a doação e a filha quer doar também. Ela diz: "Vai lá e faz com as tuas próprias mãos". Ela não dá o dinheiro, dá o alimento pra filha lá entregar, né? pros necessitados, ela diz: "Não, agora você vai fazer com tuas próprias mãos, reduzironos ocultos, né?" É, então a gente sempre tem possibilidade de tá auxiliando, né? Basta que a gente tenha os olhos de ver, porque eu acredito que é isso que ela ela fala aqui em alguns trechos, né? Volta a te ver. Uhum. Compadra e compadre. Isso. Então assim, saia um pouco, saia um pouco desse, dessa tua vida, desse automático que a gente tá e olha, olha pro lado, vê se ali do lado não tem um irmão que tá precisando, né, de um auxílio em todos os sentidos, né? Muitas vezes tu não tem condições de ir lá e dar um pão, mas tu tem condições de ir lá e dar um abraço. Muitas vezes tu tem contatos de pessoas que podem dar o pão,

m auxílio em todos os sentidos, né? Muitas vezes tu não tem condições de ir lá e dar um pão, mas tu tem condições de ir lá e dar um abraço. Muitas vezes tu tem contatos de pessoas que podem dar o pão, né? Então você vai lá, intervém pel aquele irmão, né, pedindo ajuda para ele, né? sempre, sempre podemos fazer quando nos dispusermos a fazer, quando a nossa vontade, né, for ativada e colocada em ação para isso. Vamos colocar o videozinho porque aí eu acho que ilustra bem tudo que, como você falou, né, o que a nossa mestre fez por nós nesse pouquíssimo tempo em que realmente, né, atuou entre a multidão, os discípulos e todos que estavam ali naquele momento. Ó, vamos colocar aqui. Então, nós vamos sair da tela um pouquinho só para ficar mais bonitinho, gente. Toda a vida de Jesus no mapa em Belém. Por volta do ano 4 antes de Cristo, Jesus Cristo nasceu, cumprindo antigas profecias. Para escapar do decreto do rei Herodes, sua família fugiu para o Egito, retornando depois para Nazaré. Aos 30 anos, Jesus foi batizado no rio Jordão e iniciou seu ministério viajando pela Galileia, pregando, curando e realizando milagres em cidades como o Cafarnaum, Caná e Betsaida. Ele seguiu para a Cesareia de Filipe, onde Pedro o declarou o Messias, e depois para Betânia, onde ressuscitou Lázaro. Ao entrar em Jerusalém, foi recebido como rei, mas logo foi traído, preso no Getsmane e crucificado no Golgota. O terceiro dia, ressuscitou dos mortos, aparecendo aos seus discípulos em Emaús e na Galileia, antes de ascender ao céu, no Monte Oliveiras, deixando a promessa: "Eis que estou com vocês todos os dias até o fim dos tempos". Bonitinho, né? É um resumo assim dessa passagem da vida de Jesus entre nós, né? uma uma um pouquinho aí só pra gente fazer essa homenagem. Eh, é tão pouco tudo que a gente faz diante de tudo que ele nos deixou, de todas essas lições, de todo esse amor, né, que ele viveu, a caridade pura, como a Sheila falou. E aí a gente vê, né, resumidamente aí que foi muita coisa, né, muita coisa. E sabemos

ele nos deixou, de todas essas lições, de todo esse amor, né, que ele viveu, a caridade pura, como a Sheila falou. E aí a gente vê, né, resumidamente aí que foi muita coisa, né, muita coisa. E sabemos que muita coisa não foi escrita. Porque João disse que não caberiam, né? Não haveria livro suficiente, páginas, né? Aquela época não existiam livros, mas páginas, né, suficientes para serem escritas de tudo que eles viram, de tudo que eles testemunharam que Jesus fez ali pel aquele povo que representa, né, nós sabemos, toda a humanidade. Ele não poderia daquele naquele momento estar com todos, né? Então ele precisava, como disse ali o início do vídeo, seguir as profecias, né? Seguir ali toda a linha da história para que assim, talvez, né, nós acreditássemos que ele era o verdadeiro Messias e pudéssemos nos entregar, nos abrir paraa verdadeira salvação que ele veio trazer para nós, né? A a verdade, o o caminho, a verdade e a vida. Mas nem seguindo, né, todas as tradições, todas as profecias, nossos olhos ainda assim se fecharam, né, não quiseram ver, porque a nossa salvação depende de nós mesmos, né? o nosso autoencontro, a nossa autoeluminação, a nossa plenitude depende da nossa escolha, da nossa vontade, né? e de estarmos disponíveis e dispostos a fazer o melhor, tanto para nós quanto para os outros, como o Mimi tá nos, né, convidando a refletir hoje. É, na verdade assim, os ensinamentos ele nos trouxe, né, mas nós também estamos sobre a lei do livre arbítrio, né? Então, cabe a nós, né? Cabe a nós ação de entender, né? Compreender os ensinamentos de Jesus e colocar em prática, né? Se a gente for olhar, ele não nos pede muito, né? Ele nos pede simplesmente que a gente ame, né, o nosso próximo, que a gente siga a lei de amor, né, e ele não nos pede que a gente seja perfeito, né, que apenas nós nos amamos, né, mas para nós ainda é tão difícil, né? É tão difícil abrir mão do julgamento, abrir mão dos preconceitos, né, que ainda hoje, né, tem tanto preconceito, né, preconceito de todas as

nós nos amamos, né, mas para nós ainda é tão difícil, né? É tão difícil abrir mão do julgamento, abrir mão dos preconceitos, né, que ainda hoje, né, tem tanto preconceito, né, preconceito de todas as questões, né, raça, cor, né, cr religiãos, né, enfim, né? Então, assim, a gente precisa se despir, né? A gente precisa se despir disso tudo e entender que somos todos irmãos, que somos todos filhos do mesmo pai, né? E em situações evolutivas diferentes, né? Então, nós temos uma diversidade enorme, né, nesse convívio em sociedade. E, e isso é importante para que a gente aprenda, né? Porque se todos pensassem iguais, não teria aprendizado, né? A gente não tem desafio, a gente não tem o trabalho de pensar, né, de raciocinar diferente, né? Então, essa questão de sermos, né, eh, diferente, de termos essa diversidade tanto cultural de raça, de crença, isso traz um engrandecimento, né, traz esse crescimento moral e espiritual para nós. E por isso a importância, né, de estarmos em sociedade, né, porque se não fosse assim, nós poderíamos estar vivendo cada um na sua caverninha ali, né, como disse a Sânia, né, cantinho, é, na sua caverna ali, né, mas não, o nosso nosso crescimento, tanto moral quanto espiritual, ele vem, né, através do outro. O outro sempre vai ser o nosso instrumento, né, de crescimento, né, por mais que em alguns momentos a gente tem algumas pessoas que eu costumo dizer que às vezes a gente encontra umas marretas aí, né, que vão nos lapidar, né, ser na força, né? É, então, mas aí, né, aí a gente esquece, né, quando a gente não considera a nossa imortalidade, a gente fica totalmente revoltado, né, achando uma grande injustiça, porque agora não fizemos nada ou nossa, não foi para tanto, né, mas é, não existe injustiçados, né? Não. Então assim, se hoje estamos recebendo, é porque em algum momento nós também fizemos, né? Tem aquela história do Chico, que Chico dizia, né, que tinha um um senhor que sempre chegava para ele e reclamava que a casa dele tinha sido roubada e tal, né? E ele chegava lá e

s também fizemos, né? Tem aquela história do Chico, que Chico dizia, né, que tinha um um senhor que sempre chegava para ele e reclamava que a casa dele tinha sido roubada e tal, né? E ele chegava lá e dizia novamente, roubar a minha casa e tal, né? né? Já tinha sido assaltado inúmeras vezes. E Chico olha para ele e diz assim: "Que bom, meu irmão, que graça, que bção, que hoje você não é mais o ladrão, né? Então assim, ô, que você tá devolvendo talvez, né? Talvez já ter feito a mesma coisa, né? É, então a gente precisa ter esse olhar, né? Às vezes tem pessoas que podem dizer: "Ai, mas é um olhar romântico, né? romântico se a gente considerar uma existência, né? Mas não é um olhar realmente da verdadeira vida, né? É um olhar de confiança na justiça divina, né? Porque se Deus é soberanamente bom e justo, não nos deixaria estar passando injustiça, né? Se estamos passando é porque de alguma forma estamos pagando, né? Estamos pagando estamos recebendo de volta. É para testemunhar, né? Para ver como nós reagiremos naquela situação, né? Se com obediência, com resignação e exercendo a verdadeira caridade, né? né? Benevolência, a indulgência e o perdão, porque aí sim nós quitaremos, né, os nossos débitos, porque se nós revidarmos, estaremos na lei de talião ainda, né? E só ou ah não, eu não vou fazer isso porque eu não quero que façam para mim, não. É como a Sheila falou, vamos tirar o não, né? Porque o não é, faz parte do entendimento antigo da lei. Vamos, né, fazer a ação proativamente. Eu vou fazer o outro que ele, né, o que eu gostaria que ele fizesse para mim. Então é sair da inércia, né, e fazer realmente o movimento, né, entrar dentro do desse movimento do do determinismo do bem, do determinismo do amor, né, pelo pela nossa escolha, pela nossa vontade, como a China falou, vamos lembrar do livre arbítrio. Eles não interferem, né? Eles podem nos intuir, nos inspirar. A gente pode até escutar, né, mas muitas vezes a gente também não dá bola, porque a gente acha que a gente sabe mais, que

livre arbítrio. Eles não interferem, né? Eles podem nos intuir, nos inspirar. A gente pode até escutar, né, mas muitas vezes a gente também não dá bola, porque a gente acha que a gente sabe mais, que a gente entende mais, né? e esse caminho, né, do da nossa da nossa perfectibilidade, né, que é o convite que o Pai nos coloca, né, desde a nossa criação, cada um com o seu com a sua trajetória, é aquilo que diz o o espírito protetor, né, que dizem que a nossa querida Joana de Ângeles no homem do mundo, né, lá no sede perfeito, por como que nós temos que estar no mundo, né? É isso que a Jose também colocou. Olha, um sentimento de piedade, né? Mas não de pieguismo, mas desse dessa busca de olhar o outro como eu gostaria que o outro me olhasse, né? Deve sempre animar o coração daqueles que se reúnem sobre o olhar do Senhor, implorando a assistência dos bons espíritos. Purificai, portanto, os vossos corações. Olha só, senão nós não conseguiremos viver plenamente a nossa evolução, né? Aí mais no final ele ela ela diz assim: "Perfeição, como disse o Cristo, encontra-se inteiramente na prática de caridade sem limites, pois os deveres da caridade abrangem todas as posições sociais, desde as mais ínfimas até a mais elevada. É dever moral, né? É. E e quando você diz ali que a caridade abrange todas, né, a partir do momento que que eu eu tenho a caridade em mim, né, que eu que eu auxilio sem esse julgamento, sem esse preconceito, eu tô amando. E se eu tô amando, eu tô eu tô próximo da perfeição, né? Eu tô amando a todos. Não interessa se é preto, se é branco, se é homem, se é mulher, se não é, enfim, né? se é evangélico, se é espírita, se é ateu, eu simplesmente olho como filhos de Deus e eu auxilio, né? Então assim, eu ali eu já derrubo um monte de imperfeições, né? E eu me aproximo da verdadeira perfeição, né? Então, eu só queria voltar um pouquinho lá atrás quando a gente tava falando, né, da questão da eu estou aqui pagando, né, ideias injustiças. Uhum. Porque também a gente não pode ter esse olhar

o, né? Então, eu só queria voltar um pouquinho lá atrás quando a gente tava falando, né, da questão da eu estou aqui pagando, né, ideias injustiças. Uhum. Porque também a gente não pode ter esse olhar assim tão rígido, né? Então eu tô aqui só pagando, né? Eu tô aqui só pagando. Eu tô aqui para pagar porque esse planeta de provas e expiações, porque eu tô aqui para sofrer, porque aqui é um planeta de sofrimento, porque eu não vou ser feliz aqui, né? Então, às vezes, é isso, a gente vai pros extremos, né? Então, a gente precisa lembrar que que não é os extremos, é o equilíbrio. Eu tô aqui sim, né, certa forma pagando, né, cumprindo aí, né, o que eu preciso cumprir, reparando os meus erros, meus equívocos lá do passado, mas eu tô plantando para colher lá na frente, né? Então, nunca só uma coisa, né? Eu tô ao mesmo tempo pagando, estou plantando para que eu colha. bons frutos lá na frente, né? Então, é uma existência de oportunidade sempre, sempre infinita, né? E daí é onde a gente consegue visualizar a verdadeira, né, bondade, né, o amor de Deus por nós, né? Então ele nos dá a oportunidade de reparar e ao mesmo tempo, né, de praticarmos, de mostrarmos que nós já aprendemos, né? É, acontece tudo junto, né? acontece tudo junto ao mesmo tempo. A gente não vai ter uma existência apenas de reparação, apenas de expiação, porque a própria, essa própria oportunidade é o que a Sheila falou, é a oportunidade de fazer diferente. É o momento do testemunho, é o momento que vai adubar, né, o nosso campo para que ele dê outros frutos. né, pra gente mudar de atitude, pra gente mudar de plantil, né? Então, fazer as mesmas coisas vai nos levar as mesmas plantações, as mesmas colheitas. Então, nós precisamos fazer coisas diferentes, né? Ter reações diferentes, atitudes diferentes para alcançar novos frutos. Isso vem da onde? vem da transformação do sentimento, que é a base do ser espiritual, né, de desenvolver os sentimentos virtuosos que estão lá encobertos pelas nossas necessidades, né, de nos ainda, né,

so vem da onde? vem da transformação do sentimento, que é a base do ser espiritual, né, de desenvolver os sentimentos virtuosos que estão lá encobertos pelas nossas necessidades, né, de nos ainda, né, ficarmos recebendo só as coisas do mundo, né, só o que eu vejo com os meus olhos físicos, com os meus ouvidos físicos, né? Só o que me dá eh prazer imediato. Aí a gente não vai desenvolver sentimentos virtuosos. A gente vai, né, permanecer vivendo de sensações e a sensação ela cessa a vida material, né? E aí a gente desencarna e se encontra no plano espiritual sem essa vestimenta e não e não consegue, né, não suporta aquele aquela condição, porque não temos nada em nós construído interiormente para levar. Aí nós ficamos voltando aqui, né, para ter acesso às sensações, né? de que estamos tão apegados, tão apegados pelo nosso egoísmo, pelo nosso orgulho, pela nossa vaidade e pelos interesses pessoais, né? E essas sensações elas passam muito rápido, né? Muito rápido. Então, quem aqui não não quis um dia adquirir alguma coisa, vamos lá, um carro novo, né? Ah, uma roupa nova, um sapato lá que queria muito. Daí tu vai lá, compra, ai meu Deus, aquela alegria. Muitas vezes nem chegou em casa, alegria já passou, né? Telefonia, aquela coisa. Eu eu tô tentando até até e eh o pedacinho de chocolate pouco que eu como assim, né? De vez em quando, eu eu vi outro dia o um médico falando, deixa na sua boca dissolvendo, porque gente, aquilo passa em segundos. Por isso que a gente come compulsivamente, porque a sensação é do sabor, você, né, deglutiu o alimento, passa alguns minutos, você já perdeu aquela conexão, né, que faz com o nosso cérebro de receber a sensação, né, de liberar os hormônios ali. Então deixa ali derretendo na sua boca um pouquinho mais de tempo para você aproveitar, né, e não ter que virar aí, né, essa, né, ter essa dependência, né, de um alimento, de alguma coisa que te que depois só vai te fazer mal, né, que vai te prejudicar a saúde do corpo físico e vai te gerar outras questões

irar aí, né, essa, né, ter essa dependência, né, de um alimento, de alguma coisa que te que depois só vai te fazer mal, né, que vai te prejudicar a saúde do corpo físico e vai te gerar outras questões que talvez você não deveria ter, não precisaria ter e complica mais uma vez, né, a existência aqui e a nossa missão aqui. Então, é prestar atenção nesses pequenos detalhes, né, e não não sucumbir, né, não sucumbir ao imediatismo que nós como sociedade eh eh chegamos, né, nesse ponto, né, construímos tantas tecnologias, tantas coisas, mas tudo é permitido. Mas que uso estamos fazendo, né? que uso estamos fazendo. É isso. Se a gente só ter essa visão para para esse mundo aqui, para essas coisas imediatas aqui, né, que estamos cada vez mais imediatistas, né? Isso é fato, né? A gente acaba virando escravo, né? Escravo. É. E não dá tempo de fazer caridade, imagina. Porque aí uma perda de tempo. É porque eu quero voltar a ter aquela sensação que eu tive. Muitas vezes isso está atrelado às questões materiais. Aí eu preciso ir lá e comprar de novo. Para comprar de novo, eu preciso trabalhar mais, né? Preciso trabalhar mais. Se eu trabalho mais, eu tenho menos tempo de olhar para o outro, né? de olhar paraa minha própria vida, né? Paraa minha própria vida. Às vezes eu converso muito com a Jose aqui, né? A gente tem longas conversas sobre isso, o quanto as pessoas não olham para si. E muitas vezes o fato das pessoas não quererem ficar sozinhas, ai eu não quero ficar sozinha em casa, eu quero estar sempre aonde tem gente, eu quero estar sempre aonde tem barulho. Se eu tô em casa sozinha, eu tenho que estar com a televisão ligada, eu tenho que estar com o rádio ligado, eu tenho que ter alguma coisa, o estímulo, né, para fugir. É, eu não consigo. Tem bastante barulho aqui, tá, gente? Tô, peço desculpa para vocês. Ah, eu não consigo ficar com o meu silêncio, porque o meu silêncio muitas vezes ele é tão barulhento, tão barulhento, que eu não dou conta dele, né? Então assim, eu preciso do barulho

ulpa para vocês. Ah, eu não consigo ficar com o meu silêncio, porque o meu silêncio muitas vezes ele é tão barulhento, tão barulhento, que eu não dou conta dele, né? Então assim, eu preciso do barulho externo para não ouvir o meu barulho interno. E aí a gente tá perdido, né? Tá perdido nessa existência. a gente precisa desse barulho interno, porque esse barulho interno é o que vai nos trazer o autoconhecimento, né? Eu preciso me ouvir, mesmo que seja esse barulho que que me irrita, que me agonia, que me entristece, mas eu preciso lidar com aquilo ali, né? E muitas vezes essa questão do material, dessas compulsividades, eu vejo que é muito isso, né? Então, eu não consigo lidar com as minhas frustrações, com os meus medos, com as minhas angústias. Eu vou pro externo. Eu vou buscar no externo, eu vou buscar nas compras, eu vou buscar no alimento, né? Porque a alimentação também, eu vou buscar sempre estar rodeado de pessoas que tão falando, que tão, né? Porque eu não quero me ouvir, né? E quando a gente, mas eu também não ouço a Deus, né? Não ouço a Deus não entrou no quarto Deus. É, exatamente. Então, olha, a questão da caridade, ela é tão importante pro pro outro, mas para conosco mesmo, né? E a partir do momento que que eu me coloco na ação de fazer a caridade, automaticamente eu saio da questão material. Exato. Porque muitas vezes eu vou deixar de ir num shopping fazer compra para ir no centro espírita, para ir lá no meu templo evangélico, para ir lá na rua distribuir sopa, para ou ajudar o meu vizinho que tá precisando auxílio com uma criança que tá chorando, né? Uhum. Com animalzinho de rua. Eu vou destinar esse tempo para isso, né? E daí eu começo a fazer uma moeda de troca. Eu percebo que aquela sensação de tá lá no consumismo, eu também obtive aqui auxiliando o meu irmão, auxiliando o animalzinho, né, fazendo uma caminhada e ajuntando o lixo que tá na beira da estrada. Enfim, são muitas possibilidades, muitas possibilidades, né, de auxiliar ir lá no hospital, né,

rmão, auxiliando o animalzinho, né, fazendo uma caminhada e ajuntando o lixo que tá na beira da estrada. Enfim, são muitas possibilidades, muitas possibilidades, né, de auxiliar ir lá no hospital, né, conversar com aquelas pessoas que não recebem visita, que estão lá há muito tempo, né? Então, assim, se a gente começar a abrir o nosso campo de visão, a gente vai entender que o trabalho no bem ele tá em todos os lugares, em todos os momentos. Basta que a gente se coloque à disposição de fazer, né? E daí eu começo a valorizar mais o outro, o ser humano, e não dá mais tanto valor pro material. E daí eu tô no caminho, né, que me leva ao encontro dos ensinamentos de Jesus, ao encontro da perfeição, né? E aí a gente experimenta, né, o verdadeiro alimento, né, o pão da vida através do evangelho, né, e a água, né, verdadeira que sacia, né, a nossa sede e aquilo nos preenche, né, a gente encontra o propósito e e aí tudo muda, né? tudo muda. É, é um sentido novo, é um sentido novo paraa vida, né? Então, eh, é maravilhoso a gente tomar consciência disso, né? E e vamos lá. Ninguém aqui é desapegado de tudo que é material. Não, não estamos falando isso. Ah, então agora eu não posso mais ir no shopping fazer uma compra, eu não posso mais comprar o meu carro, eu não posso mais ter uma casa boa. Não, claro que pode, pode e deve, né? Sempre que você tiver condições, ótimo, né? Estamos aqui também regidos pela lei do progresso, né? E a lei material é uma das leis do progresso, mas que não seja só isso, são instrumentos, né, para isso, né? Tudo precisa ter o seu lugar. Exato. Exato. Olha, eu tô achando que nós vamos ficar aqui até até amanhã. Gente, esse tema é maravilhoso e nos toca tanto, né? Porque a gente faz tão pouco, tão pouco diante de tudo que Jesus fez por nós. É, a gente faz praticamente nada, né? Então que fica esse convite, né, para todos nós reler esse texto de Meinei muito poético, profundo, junto com esse dia, né, tão importante para todos nós, em que descobrimos, né, tivemos a certeza, na

Então que fica esse convite, né, para todos nós reler esse texto de Meinei muito poético, profundo, junto com esse dia, né, tão importante para todos nós, em que descobrimos, né, tivemos a certeza, na verdade, da nossa imortalidade, de que a vida continua, né, de que ele está conosco a tão todo tempo, o tempo todo, né, até o final dos tempos. O que que é, né, gente? Até quando nós alcançarmos esse momento de plenitude da nossa ascensão, né? Então, é esse caminho que nós temos que trilhar, ele estará sempre ao nosso lado, né? não é um irmão eh longe de nós, é um irmão muito próximo, muito amigo, né? Que basta nós entrarmos para dentro de nós, que o escutaremos, estaremos em contato com toda a espiritualidade que nos abençoa e que está a serviço das leis de amor, né? Então é é muita é muita gratidão, né? poder reencontrar o mestre, reencontrar as lições, reencontrar o caminho, né, nessa existência e que os nossos corações possam se abrir verdadeiramente, né, para essa para essa oportunidade bendita que nos foi dada, né, e de uma vez por todas nós seguirmos, né, esse evangelho bendito. de toda a nossa alma, todo o nosso coração, né? Toda a nossa nossa intenção e o nosso entendimento. Uma ótima Páscoa para todos, amiga. Agora te passo a palavra. Isso mesmo, né? Que a gente possa refletir nesse dia de hoje, né? Nessa questão da ressurreição, né? que essa ressurreição não seja uma ressurreição de corpos, mas uma ressurreição de de ideias, de consciência, né, de moral, de caridade, que a gente possa trazer essa ressurreição para dentro de nós, né, para que a gente deixe ressurgir esse espírito, né, que somos, né, nesse corpo de carne, né, né? Então, que a gente possa ter essa essa consciência aberta para essa esperança, né? Porque ressurreição pode se falar de esperança também, né? De que temos a cada dia, a cada dia que o dia amanhece, nós temos uma nova oportunidade de fazer diferente. Nós temos a esperança de sermos melhores, né? e que a gente tem a oportunidade de praticar a caridade e o amor que Jesus

ada dia que o dia amanhece, nós temos uma nova oportunidade de fazer diferente. Nós temos a esperança de sermos melhores, né? e que a gente tem a oportunidade de praticar a caridade e o amor que Jesus tanto venho nos ensinar, exemplificando através das suas ações, das suas atitudes, né? Então, que a gente traga isso pros nossos corações, né? Especialmente nesse dia de hoje, né? E que a gente possa estar levando para todos os dias, né? para que a gente abra o nosso coração paraa verdadeira vida, né, que não é essa vida aqui nesse planeta Terra, nessas questões materiais, mas sim a vida em espírito, né, que é isso que Jesus vem nos ensinar também, né? Então, agradeço a todos, desejo a todos um um excelente domingo de Páscoa, que todos possam estar em harmonia, né, nos seus lares e com o pensamento e o coração voltado a Jesus no dia de hoje. Muito obrigada a todos. Excelente domingo a todos. Obrigada, amigos. Ó, vamos colocar mais uma musiquinha aqui, então, pra gente finalizar e que fiquem todos em paz. Domingo que vem estamos aqui de volta, mais um estudo. Fiquem com Deus. E são das coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se desce do que não lhe aquece para ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula pega, passa pelos dias iludida e cega, vive como morta e sequer percebe, até que desperte aos encantos dos dias, pois se a ilusão nos afasta da vida. São as coisas simples que a vida acontece. São coisas simples, despretenciosas, que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despe lhe aquece a ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula a pedra, passa pelos dias iludida e cega, vive

, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despe lhe aquece a ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula a pedra, passa pelos dias iludida e cega, vive como morta e sequer percebe, até que desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece. até que desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece.

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