Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 09 | 04.05.25

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 05/05/2025 (há 11 meses) 1:15:04 40 visualizações

Estudando com Jesus | 04.05.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 09: Dinheiro e amor Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184

Transcrição

Bom dia a todos. Um feliz domingo de manhã, uma boa noite, uma boa madrugada, uma boa tarde para aqueles que irão ver a transmissão ou estão em outros países. Bem-vinda, minha amiga Lázara. Bom dia. Bom dia, meus amigos. Bom dia a todos. como disse o Marcos, aqueles que nos verão agora, aqueles que nos verão mais tarde, que nos ouvirão mais tarde, e que todos sejam bem-vindos e que sejam bem-vindas à participação de todos vocês, que vocês nos ajudam a complementar esse estudo. É mais um estudo do da obra espírito da verdade. Hoje nós vamos trabalhar o capítulo nove e é importante a participação de vocês, essa troca de ideias. Um capítulo bem bonito que nós vamos trabalhar hoje. Vou fazer uma prece então, amiga de abertura. Vamos. É, faça a prece para nós, por favor. Pai celestial, nosso pai amado, nosso pai amigo, mestre Jesus, irmão de todas as horas, estamos aqui reunidos para passarmos a sua mensagem, ao seu evangelho, aos corações, aos corações que já estão confortados, aqueles corações que estão aflitos ou necessitados. de uma esperança, de um pouco da palavra da fé que traz a verdade, que nos ilumina, nos tira da escuridão. permita-nos realizar esse estudo de hoje, apesar das falhas técnicas que este trabalhador aqui eh está enfrentando e que possamos juntos sairmos daqui melhor do que quando aqui chegamos. Graças a Deus. Graças a Deus. Que assim seja, né? Que assim seja. nessa mesma sintonia de amor, nessa eh nessa prece que o Marcos fez com a sintonia de amor, que nós possamos todos nos ligar, né, aos nossos mentores espirituais, a equipe espiritual que nos assiste nesse programa e que todos vocês que estejam conosco agora possam também se elevar e trazer os seus bons pensamentos e as boas vibrações para que nós possamos ter um excelente estudo e uma excelente manhã e uma excelente compreensão dessa obra que nós vamos ler, né, Marcos? É, agradecer nosso canais. Então, o capítulo que nós vamos eh hoje eh pode fazer os agradecimentos aí. Eh, TV Goiás Espírita, Rádio Portal da

ente compreensão dessa obra que nós vamos ler, né, Marcos? É, agradecer nosso canais. Então, o capítulo que nós vamos eh hoje eh pode fazer os agradecimentos aí. Eh, TV Goiás Espírita, Rádio Portal da Luz, ao nosso GES abençoado. É, desculpa ter te cortado, amiga. Pode prosseguir. Não, tranquilo. É porque nós precisamos, não, não, nós precisamos agradecer porque através deles nós chegamos a muito mais pessoas, né? Então, que aqueles que estiverem conosco até esses de retransmissão aí possam ser multiplicadores desse nosso estudo da manhã de hoje, né, que muito vão nos ajudar porque vai levar essa mensagem a mais pessoas, a mais amigos, a mais ouvidos que estiverem necessitados, né, da compreensão de de uma palavra como essa do estudo de hoje que vamos ter aqui. Então, nós vamos continuar aqui, ó, o estudo da do do nosso livro O Espírito da Verdade. Nós vamos hoje ler o Dinheiro e Amor, que é o capítulo onde ele faz tem nove. E o capítulo 11, eh, ele traz para nós, no item nove, eh, a lei de amor. Ele é do capítulo amar ao próximo como a si mesmo. Então, nós vamos eh nessa leitura aqui do do Evangelho, nós que ele faz menção, ela nós não precisamos ler ele todo, mas ele é um pouquinho grande, mas nós vamos fazer menção a ele quando ele diz que amor é essência divina e que todos nós, do primeiro ao último, do mais elevado ao mais ínfimo, todos nós temos essa centelha divina dentro de nós, que é essa luz divina. que é a luz do amor, que por mais viu, ele usa a palavra viu aqui, que por maiso que seja uma pessoa ou de menor valia que ela seja, né, que seja qualquer um de nós que não seja um espírito elevado, ele tem em si essa chama de ardente do amor divino dentro de si mesmo, que de alguma forma, mesmo que seja, como é que nós vamos chamar aqui, um algó um gente, como é que fala? Um assassino, né? Ou alguém que rouba ou alguém que eh que maltrata as pessoas. Alguém na vida dele ele ama. De alguma forma ele ama alguém. E esse amor e essa chama que tem dentro dele, por mais que

Um assassino, né? Ou alguém que rouba ou alguém que eh que maltrata as pessoas. Alguém na vida dele ele ama. De alguma forma ele ama alguém. E esse amor e essa chama que tem dentro dele, por mais que os seus atos não sejam compatíveis com esse amor, ele carrega dentro de si essa chama e esse germen divino que é o amor. Então, é por isso que nós vamos evoluindo, né? É por isso que nós vamos passo a passo e pouco a pouco adquirindo em nós essa centelha e fazendo com que essa centelha ela venha aos poucos assumindo eh esse brilho, esse brilho do amor que muitas vezes tá escondido e muitas vezes nós não sabemos externar. Então ele eh ele disse aqui quando ele fala que por um desses views, né? Então ele dizendo aqui que até nas plantas, nos animais, em todos os tipos de de seres da natureza, eh qualquer que seja aqui sobre todos os objetos, ele fala que essa luz ela é essa fagulha, ela é ela essa centelha que a tendência natural da alma, que procura ao seu redor a afeição e a simpatia e elas rebaixam a lei do amor ao estado do instinto, quando não é um animal mal pensante, né? Como não é um racional como humano, qualquer coisa que façam seus corações na sua criação, esse germe desenvolve e engrandece com a moralidade e a inteligência. Então, ou seja, a medida que nós vamos evoluindo na moralidade, na e na nossa inteligência, eh, comprimindo aqui o egoísmo, que a fonte de santas e doces virtudes que fazem afeições sinceras e duráveis vos ajuda a transporta escarpada e árida da existência humana. Então ele fala aqui que esse germe que desenvolve, engrandece a nossa inteligência e ainda que ele seja esmagado pelo pelo egoísmo, ele é uma fonte doce e virtuosa. Nossa, é lindo, né? É, chega a ser poético isso aqui. Algumas pessoas a quem a prova da reencarnação repugna, no sentido que outros participem das suas afetuosas simpatias das quais são coisas, essa afeição vos torna egoísta. O vosso amor está restrito ao círculo íntimo de parentes e amigos e todos os outros são indiferentes. Então assim, há

das suas afetuosas simpatias das quais são coisas, essa afeição vos torna egoísta. O vosso amor está restrito ao círculo íntimo de parentes e amigos e todos os outros são indiferentes. Então assim, há pessoas que acham que o amor se deve devotar apenas aqueles que estão ali ao seu redor, que são os mais próximos, eh, que é a sua família, né? Então, muitas vezes ele circunscreve esse amor apenas validando aqui ao meio onde ele vive. E ele esquece que nós todos somos nós todos enquanto humanidade, né, que nós fazemos parte de um todo, que esse todo é a nossa família universal. Então, quando ele diz aqui no amor, ele quer dizer o amor da família universal, que nós devemos devotar amor a tudo e a todos aqueles que estão ao nosso redor, não apenas aqui a nossa família consanguínea, não apenas aqui aos amigos mais próximos e que não são apenas aqueles que eh que trabalham conosco, que convivem conosco no dia a dia, que sejam eles os nossos conhecidos, não. Nossa família universal é toda a humanidade. Então, a lei do amor é para todas essas pessoas, essas pessoas que nosam aqui. O capítulo é a leitura é extensa, gente. Então, eu vou ler só partes dela aqui pra gente não tomar muito o nosso tempo. Os efeitos da lei do amor são o aperfeiçoamento moral da raça humana e a felicidade durante a vida terrestre. Os mais rebeldes e os mais viciosos deverão se reformar quando virem os benefícios produzidos por essa prática. Não façais aos outros o que que não querereis que vos faç que vos tenham feito, mas fazei-lhes o contrário, todo o bem que está em vosso poder de fazer. Então aqui ele tá dizendo pra gente sair de dentro de nós, pra gente olhar ao nosso redor e pra gente eh poder estender esse amor a todos aqueles que estão aqui ao nosso redor, aos animais, à plantas, porque mesmo inanimados como eles são e mesmo que eles não pensem, tá, na inteligência que nós temos da da mesma forma, então eles não eh como eles não têm a mesma inteligência que nós, então nós Nem por isso devemos ou

ados como eles são e mesmo que eles não pensem, tá, na inteligência que nós temos da da mesma forma, então eles não eh como eles não têm a mesma inteligência que nós, então nós Nem por isso devemos ou rechaçá-los e nem por isso nós devemos deixar de lhes querer bem, de lhes fazer o bem, de lhes tratar bem, de lhes alimentar, né? Então, ou seja, muitas são as formas que nós temos de endereçar esse amor a esses seres que não são inteligentes tanto quanto nós que já atingimos a fase hominal. Então, todos eles fazem parte dessa família universal. Então, a todos nós devemos esse carinho, essa proteção, esse amor. Então, que aqui a gente deve entender que a família humana é todo esse nosso universo, desse nosso plano material, do qual nós fazemos parte e do qual tudo que nos cerca faz parte também. Caros irmãos, ele termina assim. Caros irmãos amados, utilizai com proveito essas lições. Sua prática é difícil, mas a alma delas retira um bem imenso. Crede-me, fazei o sublime esforço que vos peço. Amai-vos e vereis bem cedo a terra transformada e tornarem-se um elísio onde as almas dos justos virão gozar o repouso. É uma mensagem de Fenelon e de Bordelus de 1861. Quando ele fala aqui, ó, que transformai-vos num Elío, naquele campo maravilhoso de paz, de harmonia, de amor, porque nós estaremos não só entre nós, humanos encarnados ou desencarnados, mas com toda essa natureza que nos cerca, através dos animais, através das plantas, através do bem que nós podemos eh fazer e levar a toda essa comunidade que nos cerca. Porque veja bem, fazer o bem não é só fazer o bem a ao Marcos, a Lázaro ou a minha amizade ou a minha família, não. Se eu não fizer o bem à natureza, a natureza que nos provê, se eu não cuidar bem de toda essa natureza, de todas essas plantas, da a água que nos cerca, ou seja, qual é o meu papel que eu estou bem desempenhando aqui enquanto me foi emprestado esse espaço para que eu possa compartilhar e para que eu possa viver. Eu faço parte do todo. O todo faz parte

ou seja, qual é o meu papel que eu estou bem desempenhando aqui enquanto me foi emprestado esse espaço para que eu possa compartilhar e para que eu possa viver. Eu faço parte do todo. O todo faz parte de mim. Então, os animais que me cercam merecem carinho, merecem amor, merecem alimento. As plantas merecem a água, merece o carinho, merece o alimento. E todos nós enquanto humanos, se o animal e a planta que está aqui ao nosso redor merece essa atenção, o que dirá então de nós humanos, uns com os outros? Qual é o tipo de atenção e qual é o tipo de carinho que eu devo estender a todos esses que estão ao meu redor? Então, quando ele fala amar ao próximo como a si mesmo, não é só nós enquanto humanos, não. É nós, enquanto humanidade. Que nós possamos levar esse amor, esse entendimento a tudo e a todos que nos cercam, para que nós possamos ter ao nosso redor uma comunidade em harmonia. E através dessa harmonia é que nós vamos poder entrar nessa situação de amor, que é onde nós precisamos muito aprender, né, meu amigo? Então, fazendo a menção aqui a essa lição, Marcos, se você quiser começar aí sobre o nosso tema de hoje, que é o dinheiro e o amor, deixa eu só fechar esperar a nossa amiga voltar. Lindas palavras. Eh, pronto. Desculpa aí. À vontade, amiga. Lindas palavras. Hoje o estudo me deixou pensativo porque nós fizemos o estudo de Bezerra e era a segunda mensagem de Bezerra no livro. E o nosso de hoje, que é o capítulo é a segunda mensagem de Meimei no livro até agora, né? E ela no final ela comenta que é, eu não lembro se foi o Juliano ou se foi a Patrícia de Ros com a Sheila que fizeram o estudo. Se foi o Juliano com a esposa ou se foi a Eliane, né, que ela fala bem fala sobre o o Pingo de Amor, né, pelo menos o Pingo de Amor. E então, eh, eu vou ler aqui para nós o capítulo, né? Dinheiro e amor. Diante do bem, não pronuncie a palavra impossível. Aí ele faz referência, né, o capítulo 11, que ela já leu os trechos principais para nós escritos, trazidos por Fenelon,

apítulo, né? Dinheiro e amor. Diante do bem, não pronuncie a palavra impossível. Aí ele faz referência, né, o capítulo 11, que ela já leu os trechos principais para nós escritos, trazidos por Fenelon, né? E continua assim, Meimei, certamente sofres a dificuldade dos que herdaram a luta por preços das maiores menores aquisições. Ainda assim, lembra-te de que a virtude não reside no cofre. Onde encontrarias ouro puro a fazer-se pão na caçarola dos infelizes? Em que lugar surpreenderias, frágil cobertor? Tecido de apólices para agasalhar a criança largada ao colo da noite. Amiga, se você quiser fazer algum comentário, algum parágrafo, tá? É só você Ah, tá. Então, então vamos, é, eu gosto de de ir conversando aqui com você e ir e lendo aqui os trechos daquilo que ele tá trazendo para nós. Vamos começar aqui quando ele fala que diante do bem, não pronuncie a palavra impossível, porque para fazer o bem vamos entender o que que é fazer o bem e que que é estender esse bem ao nosso redor, né? Porque quando ele tá falando aqui do título da da leitura de hoje sobre o dinheiro e o amor, então para eu amar eu não preciso ter posses. O amor ele é inerente, ele é independente da posição social, da riqueza que a pessoa traga. Por isso que ele começa a falar aqui, ó, certamente sofres a dificuldade dos que herdaram a luta do preço por preço das menores aquisições. Ou seja, se você veio desprovido da riqueza, se nós viemos aqui com poucas posses, nem por isso nós deveremos deixar de estender o nosso amor e de fazer o bem a quem quer que seja que esteja ao nosso redor, porque ele vai distinguir muito bem aqui entre a posse e e o amor, que uma coisa é ter e a outra coisa é ser e fazer e estender, né? né? Então, quando ele fala, "Onde encontrarias ouro puro para fazerse pão na caçarola dos infelizes?" Então, não é necessário que nós tenhamos ouro em posses, não é necessário que nós tenhamos riquezas abundantes para poder levar um conforto. Aqui quando ele fala o pão na caçarola, esse pão aqui pode

Então, não é necessário que nós tenhamos ouro em posses, não é necessário que nós tenhamos riquezas abundantes para poder levar um conforto. Aqui quando ele fala o pão na caçarola, esse pão aqui pode ser o alimento material, mas ele pode ser o alimento da alma também. Então eu não preciso andar eh cheia, com os bolsos cheios de dinheiro e pensar que é só o dinheiro que eu vou estender e que vai matar a fome daquele que tá chegando ali ao meu redor. Muitas vezes aquele que vem ao nosso redor pedindo alguma coisa e às vezes nós estendemos a mão e damos-lhe um dinheiro às vezes ele não tá precisando, não é daquele dinheiro. A necessidade dele vai além daquele dinheiro que nós estamos dando para ele. Porque quando a gente, vou vou usar aqui a a um exemplo mais corriqueiro, que é quando a gente passa, porque nos sinaleiros hoje, no sinal, né, eh tem tanta gente com necessidade que tem uns que vem com plaquinha, eu sou de tal lugar, me ajude com a minha família e tudo mais. E a gente não tem tempo de parar para conversar com essas pessoas, porque o sinal ali é tão rápido, né? E você mal dá tempo de baixar o vidro, dar um bom dia, dar um sorriso, né? Alguma coisa, porque mesmo que a gente não tenha ali algum algum recurso material, algum dinheiro que a gente não carregue conosco para poder dar para aquelas, como é que vai? Porque não dá tempo de você conversar com uma pessoa dessa em poucos segundos que abre e fecha um sinal. Mas de repente se você tiver um tempo, quando às vezes você para por alguns instantes maiores assim e que você para para conversar essa pessoa, aquela pessoa que tá ali com aquela plaquinha pedindo, você vai ver a cidade vai muito além do recurso material. Olha, hoje nós estamos vendo aqui, principalmente na nossa cidade aqui, nós vemos pessoas que vêm de outros países, principalmente aqui, como nós estamos perto, né, o Brasil e Venezuela. Nós temos nos sinais aqui muitas pessoas venezuelanas que estão dizendo assim na plaquinha, eh, eu sou da Venezuela, me ajude, que minha eu

ente aqui, como nós estamos perto, né, o Brasil e Venezuela. Nós temos nos sinais aqui muitas pessoas venezuelanas que estão dizendo assim na plaquinha, eh, eu sou da Venezuela, me ajude, que minha eu trouxe minha família e tudo mais. Eh, será que essas pessoas elas querem só o dinheiro? Será que elas estão precisando é só do dinheiro? Será que elas não estão precisando de um ouvido para ouvir? Porque você já pensou, você deixa sua família, você deixa seu país, você muitas vezes você vem aqui só com os que estão mais pró próximo de você, que é um filho, é um esposo ou uma esposa, né? é a família mais consanguínea que você traz consigo. Mas na verdade os seus amigos ficaram para trás, a sua casa onde você morava ficou para trás, o seu pai e a sua mãe ficou para trás. E você tá ali num outro país onde você não tem uma casa para morar, onde você tinha. Quando você tava lá no seu, você tinha. Que que será que essa pessoa quer? Será que ela quer contar para nós das suas dificuldades? Será que o nosso ouvir também não é um gesto de amor? Então não preciso da caçarola cheia de ouro para poder levar esse pão. Às vezes o pão que eu tô levando é o meu ouvido para poder escutar o que que essa pessoa quer falar, para ela colocar as dores dela para fora, né? Então quando ele vai falando aqui, começa a falar aqui da da riqueza, em que lugar surpreenderia frágil cobertor tecido de apólices para agasalhar a criança largada ao colo da noite? Que adianta eu ter tantas eh tantas apólices, né? Porque tanta gente hoje tem a pollice disso, a pólice daquilo. É um seguro alto, é um seguro muito gordo. Quando você precisar, esse dinheiro vai tá ali. Quando você fizer necessário, você vai poder recorrer. É um recurso que você tem guardado para uma necessidade extrema. OK, é válido, é quando a gente pode ter é muito valioso, mas esses papéis guardados ali, eles não vão trazer benefício para para aqueles que estão aqui ao redor precisando de um agasalho, precisando de um pão, precisando de uma palavra. Eles são

to valioso, mas esses papéis guardados ali, eles não vão trazer benefício para para aqueles que estão aqui ao redor precisando de um agasalho, precisando de um pão, precisando de uma palavra. Eles são apenas coisas, eles são apenas posses que nós temos ali depositadas e guardadas. Ele vai dizer aqui ainda a frente um pouquinho, ele vai dizer do cofre. É como se tivesse alguma coisa guardada ali, ou seja, eu não vou fazer uso dela agora. Não é uma coisa necessária no meu dia a dia. Eu não uso toda hora. Eu não tô usando todo dia, né, Marcos? Lê porque senão eu vou começando a falar aqui. Eu vou adiantar a leitura todinha. Esse do pãozinho e a primeira frase que você leu que que nada é impossível, né? Deixa eu ver aqui. Diante do bem, não pronuncie a palavra impossível. me fez lembrar dos pãezinhos de Santo Antônio, que foi assim um milagre, né? Não sei se você lembra. Ah, que delícia. Gente, é, a gente costuma lembrar da da lá no meio do ano, lá para junho, que a gente lembra dos pãezinhos de Santo Antônio, porque eles viviam clausurados. Aí o padeiro tinha feito as fornadas para eles. Santo Antônio foi lá, deu tudo pros pobres, mas ele deu tudo. Ele esqueceu de deixar o que eles teriam que comer. Aí um deles comenta: "Ué, mas o o que que a gente vai comer?" Aí eles vão lá na padaria, aí encontra outros cestos todos cheios. mais cheios do que o padeiro tinha feito. Aí por isso que existe essa tradição, né? É um dos milagres de de Santo Antônio que ele se preocupou totalmente, né, com com a necessidade, com os necessitados, né? E e aquilo que você também falou do capítulo 11, né? Às vezes a pessoa tem amor pelas coisas. Aí eu pensei em alguns exemplos, por exemplo, às vezes a pessoa tem amor pela dança, tem amor por andar de bicicleta, elas aí aquela coisa agressiva, aquela coisa violenta desaparece e ele fica em harmonia, fica em equilíbrio. Por quê? Porque às vezes ele cavalgava, em outras vidas ele cavalgava pelas colinas quando ele tava lá na liberdade, satisfeito, feliz.

violenta desaparece e ele fica em harmonia, fica em equilíbrio. Por quê? Porque às vezes ele cavalgava, em outras vidas ele cavalgava pelas colinas quando ele tava lá na liberdade, satisfeito, feliz. Aí quando tá numa nova reencarnação aqui, tá andando de bicicleta, eh, ele não sabe, mas mas aquilo vem um pouco, né, para pro pra alma dele. Vem mais do que pro corpo, vem vem pra vida dele, pra existência dele. E você também comentou que eu achei muito importante pelo amor à natureza, que a nós geralmente esquecemos e a natureza é viva, né? tem a vida em abundância, né? Então é muito importante isso. E eu parei nesse trecho porque ela fez essas perguntas retóricas. Eu não tava conseguindo decifrar o segundo parágrafo. Aí você conseguiu me explicar, né? Ou seja, as pessoas que nasceram em necessidade, né? Por causa disso que elas vão deixar de praticar o bem. Então vamos continuar aqui, ó. É. Entretanto, se o amor te faz lume no pensamento, arrebatarás a imundice, a derradeira sobra da mesa, convertendo-a no caldo reconfortante para o enfermo esquecido, e farás do pano pobre o abrigo providencial em favor de quem passa relegado a intempere. Uma garganta de pérolas não emite. Ah, deixa eu, deixa eu fazer um parêntese. Per, deixa eu só, deixa eu fazer um parêntese nesse, nesse parágrafo que você leu aqui. Eh, quando ele, se o amor te faz lume no pensamento, arrebatarás a imundícia, a derradeira sobra da mesa. Então, olha aqui, vamos trazer pro nosso dia a dia isso aqui. Quantas coisas s sobram na nossa mesa todo dia quando você vai fazer sua alimentação? Não é? Às vezes você fez ali uma comida fresquinha, sobrou alguma coisa, você vai jogar fora? Não, geralmente a gente guarda na geladeira, né? Se você tem onde acondicionar, se você não tem, será que custa às vezes a gente fazer um prato de comida e sair com ele pela rua? Eu faço isso assim, de vez em quando eu faço e e até brinco aqui com meus meninos. Eu até me emociono mais do que quem ganha. Por quê? Porque se você fizer com aquela

e comida e sair com ele pela rua? Eu faço isso assim, de vez em quando eu faço e e até brinco aqui com meus meninos. Eu até me emociono mais do que quem ganha. Por quê? Porque se você fizer com aquela sobra da sua mesa, tá limpinho, você não vai jogar fora. Com aquela sobra da mesa nossa, ela vai alimentar outra pessoa, outra pessoa que talvez seja a única refeição que ela vai fazer ali no dia. E eu ouvi aqui uma pessoa contando que eu achei muito bonito de um de um de uma pessoa que tinha um restaurante, acho que é em São Paulo, eu não me lembro se é no São Paulo ou se é aí no Rio, eh que aquela comida que vinha, que era servida à mesa e que depois vinha recolhida pra cozinha, antigamente ele jogava fora porque já foi servido na mesa, mesmo que a pessoa não tivesse mexido, mas como ele foi e voltou, ele era um alimento talvez impróprio pro consumo. Ele achava assim. Aí um dia e ele viu as pessoas revirando o lixo ali, né? Porque sempre a pessoa que ela tá em necessidade, às vezes ela fica ali revirando, procurando alguma coisa para se alimentar. Daí ele pensou: "Por que que eu vou jogar fora se tá tão limpinho?" Então, como ele tem, a gente tem, a gente quando você vai a um restaurante, geralmente que sobrou a comida que você não consumiu toda de uma vez, às vezes a gente pede para embalar para levar para casa, não é isso? Quando a gente pede para embalar, ele não vem lá acondicionado com com uma marmitex ali, com aquelas marmitinhas de isopor e não coloca a comida ali para você levar para casa para você fazer uma próxima refei Alô. Eu acho que deu problema no sinal da Lázara que eu não tô Ah, ela tá voltando, viu, amigo? Desculpa, voltei. Voltou, voltou rápido. Que bom. Eu eh ele começou ele começou a raciocinar que que aquelas pessoas outras pessoas poderiam consumir aquela comida que tava sobrando e que ninguém levava para casa. Então ele começou a fazer essas quentinhas, essas marmitec e comprou uma geladeira dessas eh que tem a porta de vida exposta, né? E colocou na porta do

ue tava sobrando e que ninguém levava para casa. Então ele começou a fazer essas quentinhas, essas marmitec e comprou uma geladeira dessas eh que tem a porta de vida exposta, né? E colocou na porta do estabelecimento dele, oferecendo que quem quisesse poderia poderia abrir a porta ali, pegar e levar para casa. Olha só, aquilo que não tava mais servindo na mesa, que não tava servindo para todas as pessoas, talvez fosse o alimento, o único alimento que aquela pessoa ia ter durante o dia. Faz falta no na mesa do outro. Exatamente o que a Carla tá falando. O que te sobra no prato faz falta na mesa do outro. Eh, tá sobrando pro outro, tá falt faltando. Então, se a gente parar e pensar um pouquinho que aquilo que eu tenho na minha mesa, além de me alimentar, ele alimenta outras pessoas? Se a gente fizer eh assim, se a gente começar a ter uma prática de de embalar aquilo ali e sair pela rua e a pessoa primeira que você vê por ali, que você vê que tá ali na rua, às vezes sem se alimentar, se oferece, porque eu ofereço quando eu faço isso, que eu saio com uma marretinha ali no carro, eu ofereço. O senhor aceita? Eu tenho uma comida aqui, o senhor aceita? A pessoa faz um sorriso tão bom. Eh, eu ontem fiquei impressionado. Eh, eu ontem fiquei muito aquilo ali faz bem é pra gente, não é pro outro. Hum. Pode falar, Marcos. Não, dentro disso que você falou ontem, eu fiquei muito impressionado porque eu vi a pessoa comendo, porque eu tô acostumado a ver a pessoa catando, buscando, né? Buscando, buscando, buscando, buscando. Aí ontem, sábado, né? Aí eu vi comendo, aí aquilo me impactou, ainda não tinha lido o nosso texto. Agora, agora é muito importante esses comentários da Lázara, porque as palavras da Meias estão bem assimuditas, né? Então você tem que ler, tem que pensar bastante para poder extrair, né? E outro exemplo também é perguntar empregada o conteúdo que ela tá eh isso aí não dá para qualquer pessoa que não tenha um pouquinho de entendimento eh alcançar a a mensagem, né? Aquilo que a mensagem trazer, né?

plo também é perguntar empregada o conteúdo que ela tá eh isso aí não dá para qualquer pessoa que não tenha um pouquinho de entendimento eh alcançar a a mensagem, né? Aquilo que a mensagem trazer, né? Bom dicionário do lado. É, é, é, é exatamente. Aí, então, falando aquilo que nos sobra, quando ele fala aqui também, ele fala do abrigo providencial em favor de quem passa. Reconfortante. Ele falar também do pano, nós não estamos usando e que muitas vezes ali eh no nosso armário tem um ano, tem 2 anos, tem 3 anos, será que você ainda vai vestir aquela roupa? Então essa roupa que tá ali também com da mesma forma que tá sobrando aquele alimento na mesa, essa roupa vai servir para cobrir o corpo de alguém que não tem uma roupa para trocar. Às vezes ele tá ali na rua por muito tempo, ele tá com aquela roupa ali, muitos e muitos, né, dias e ele não troca. Por quê? porque ele não tem outro, ele não tem o que vestir. Então, da mesma forma que o alimento que tá sobrando na nossa mesa, aquela vestimenta nossa, aquela roupa, aquela toalha, aquele lençol, seja lá o que for, aquele pano, ele tá chamando de pano, mas esse pano aqui engloba muito. Oi, Binha. Olha o Bin chegando ali, ó. Que lindo. Saudade de você, viu, Bin? Então, tudo bem com você? Ó o Calinha aí, ó. Então, bom dia para você também aí, viu? É, bom dia, minha prima Maria Augusta aí, ó, que tá conosco aqui também de outro país, o Binho, ó, tá vendo? Nós estamos ali, ó, chegando até ele. É, então assim, aquele aqui ele tá falando da sobra, ele tá falando da sobra da vida e ele tá falando da sobra do do agasalho, do agasalho como roupa, como vestimenta. Então, muitas vezes ele fala aqui, ó, por exemplo, o pano que te cobre, às vezes pode ser um lençol que você tem que, Então, eu tô falando aqui dos nossos em condição de rua, porque são os que a gente mais acha por aí em situação de necessidade. Mas tem outras famílias que nós assistimos dentro dos centros, dentro das casas espíritas, como nós, por exemplo, lá temos o nosso eh a nossa

s que a gente mais acha por aí em situação de necessidade. Mas tem outras famílias que nós assistimos dentro dos centros, dentro das casas espíritas, como nós, por exemplo, lá temos o nosso eh a nossa entrega mensal e nós temos um brechó na casa, onde nós recolhemos, onde nós recebemos doações e nós separamos também, nós separamos ali a doação daquilo que vai servir como agasalho, que vai servir como utilidade na casa do outro. Então, olha, a Carla colocou bonito. Não precisamos dessa abundância de panos e sim de uma vida mais simples e fraterna. Poxa, encerrou muito bem a nossa nosso parágrafo, né? Né, Marcos? É isso mesmo. Então, nós não precisamos dessa quantidade toda. Muitas vezes o nosso supérfluo é o necessário do outro, né? Então, olha só, eh, isso que você falou, ela ela ela tem palavras redundantes aqui que muitas vezes, se a gente não trocar isso em miudinho, a gente passa às vezes com as coisas despercebidas, que às vezes a gente podia comentar algo mais e muitas vezes nós deixamos de fazê-lo por falta de entendimento, né? Mas duas cabeças, três, quatro, quatro pensam melhor do que uma só, né, Marcos? É aqui na zona norte, né, no grande, aqui na zona norte, no grande meer tem as senhorinhas da costura. Aí elas fazem enxoval pras mães eh de primeira vez, né? mães que que tão assim desamparadas, elas fazem brinquedo para as crianças aí de pano, brinquedo aí com enchimento. Elas fazem os agasalhos quando se aproximam, se aproxima o frio. Aqui tem muitos centros pistas que tem o grupo das senhorinhas. Eu acho isso tão bonito. Aí elas ficam lá, aí trocam ideia, mostra o tipo de cois. É, o nosso chama obra do berço. Ali no nosso. É. Ah, que lindo. Então, Marcos, aqui no nosso nós chamamos de obra do berço. A obra do berço ali elas fazem os enxovaizinhos. Ah, olha só que coisa linda. A pessoa teceu um brinquedo para servir para outra criança que não tem, ela não tem o dinheiro para comprar. Então, uma bonequinha que você faz, ou é um carrinho ou é um um boneco, seja lá que

linda. A pessoa teceu um brinquedo para servir para outra criança que não tem, ela não tem o dinheiro para comprar. Então, uma bonequinha que você faz, ou é um carrinho ou é um um boneco, seja lá que for, é um trabalho muito bonito que essas mãos que tem igual tem lá uma lição da caridade lá no evangelho, né, que fala que aquela senhora, ela vai tecer com as suas mãos, ela vai tecer roupas e vai tecer agasalhos para poder cobrir aqueles que não tm quando o inverno chegar. Então, esses eh todos os geralmente nos centros que têm esse trabalho, o nosso nós fazemos lá com as gestantes, né? Nós fazemos um acolhimento para essas gestantes, fazemos uma tarde aonde ela pode vir vir conhecer, buscar o enxoval e colocamos ali uma pessoa para fazer uma palestrinha para ela, alguma coisa assim curtinha, com com noções de primeiros cuidados, de pós-parto. Às vezes é um assistente social, às vezes é um pediatra que faz um uma meia horinha ali de conversa com elas, que é uma assistência que talvez seja a única que ela vai ter ali durante aquela gestação, não é? Então, eh, esse trabalho, qualquer que seja a intenção e de que forma que ele esteja sendo realizado, ele é de muita valia, porque ele vai agasalhar aquele serzinho que tá chegando e ele vai facilitar para aquela mãezinha que muitas vezes não vai ter acesso a um outro tipo de de de roupinha para aquele bebê que tá chegando, né? Então é muito valioso isso, esse trabalho todo é isso, é esse pano que vai agasalhar aquele que tá chegando, não só o que tá chegando, mas aquele que já anda por aí, que já anda pela rua e que muitas vezes não tem esse pedaço de pano. É. Aí pode continuar aí, Marcos. Vamos lá. Uma garganta de pérolas não emite pequenina frase consoladora e um crânio esculpido de pedras raras não deixa passar leve fio de ideação. Todavia, se o é ã não pode continuar. Tá. Todavia, se o amor te palpita na alma, podes falar a palavra renovadora que exclui o poder das trevas e inspirar o trabalho que expresse o apoio e a esperança de muita gente. Ó,

ão pode continuar. Tá. Todavia, se o amor te palpita na alma, podes falar a palavra renovadora que exclui o poder das trevas e inspirar o trabalho que expresse o apoio e a esperança de muita gente. Ó, lindo, né? Então, para aqui, Marcos. É lindo isso aqui. Se a gente vamos trocar isso aqui em miúdo, porque é igual você falou, as palavras aqui são bonitas e rebuscadas, né? Eh, para um entendimento mais fácil. Garganta de pérolas, gente. Que que adianta a gente andar adornado de ouro e pérolas? Ele tá falando da garganta e ele tá falando do crânio esculpido aqui. Que adianta a gente com tanta beleza, com tanta pompa, né, com tanta riqueza, se tem tantos corações necessitados? Quando ele tá falando, se esse amor palpita na alma, podes falar a palavra renovadora que exclui o poder das trevas. Então aquela gargantilha de pérolas ali no pescoço, ela não tem uma fala, ela não tem uma vida, ela é uma coisa, ela é um objeto. objeto que expõe a pessoa, ela ela expõe de tal forma que ela é até perigosa, porque aquele que expõe dessa forma e que anda por aí todo envaidecido, com tudo, com toda essa pompa no pescoço ou na cabeça, seja falar aqui da riqueza, das joias, né? O que benefício ele tá levando pro outro? Ele tá só se expondo, ele tá só se mostrando. E cadê a dor do outro que ele tá falando aqui, ó, que exclui o poder das trevas, se inspira o trabalho que expressa apoio e esperança de muita gente. O que que aquela garganta, quando ele tá falando aqui na Antíha, o que que aquela garganta tá falando de amor para outra pessoa? Ela tá ali toda adornada, ela tá ali toda recheada de pérolas ou de prata ou de pedras preciosas. Mas e a palavra amor? O que que é que ela tá, como que ela tá se expressando aqui ao outro que te cerca? Muitas vezes eu vou fazer eh eh uma comparação aqui agora que que talvez possa parecer uma crítica, mas nem tanto. Mas olha só a pompa que nós vemos ah dentro do cristianismo, o Vaticano, gente, o que que nós vemos ali no Vaticano? Quanta pompa, quanta riqueza, quantas paredes

a parecer uma crítica, mas nem tanto. Mas olha só a pompa que nós vemos ah dentro do cristianismo, o Vaticano, gente, o que que nós vemos ali no Vaticano? Quanta pompa, quanta riqueza, quantas paredes adornadas, né? Quanta, quanto rito, né? quanto ritual que tem ali, com toda aquela riqueza que existe ali, gente, OK, que que os os padres, os bispos, sejam lá, eh, eu não sei nem o o a categoria de cada um deles, mas olha só, ao invés de amontoar riquezas, riquezas e riquezas, porque as igrejas são maravilhosas, são belíssimas, mas o que tá adornando aquilo ali, será que ele tá levando o pão na casa daquele que precisa, naquele que vem ali adorar uma imagem que tá ali pedindo, pedindo alimento paraa sua mesa, pedindo leite para um filho. É, será que aquela riqueza é capaz de levar isso? Aquela riqueza, aquela abundância de tanta pedraria, de tanto luxo, ela é capaz de cobrir, de acasalhar, de levar uma palavra amiga? Gente, nós precisamos eh sair de dentro eh de muita pompa que às vezes a gente vive ou do ambiente que nós nos eh nos cercamos para que a gente possa sa ouvido. Esse é aconchego, esse agasalho para aqueles que estão ao nosso redor. Quando a gente abriu ali a leitura, quando eu falei que a nossa humanidade e o nosso planeta são todos que nos cercam. é a planta, é o animal, é a pessoa. Então, de que adianta tanta riqueza, tanta suntuosidade se não tá servindo a aquele que não tem o pão na mesa, aquele que não tem o agasalho para se cobrir, aquelas crianças lá na África que não tem alimento, é, não tem nada, existe no mundo, existe sim. E outra coisa, nós não estamos falando da riqueza aqui que ela é um mal, não. A riqueza ela é é necessária para que ela possa levar abundância, conhecimento, educação, tecnologia, ciência. através dessa riqueza, através dessa abundância bem empregada, desse dinheiro bem empregado, nós podemos instruir, né, nós podemos levar a educação a muitas pessoas, a muita gente. Então, nós não estamos querendo dizer aqui que com isso uma

ndância bem empregada, desse dinheiro bem empregado, nós podemos instruir, né, nós podemos levar a educação a muitas pessoas, a muita gente. Então, nós não estamos querendo dizer aqui que com isso uma riqueza ou um dinheiro, ele não é bem-vindo ou ele não é abençoado por Deus. Não é isso. A riqueza é uma eh pode ser vista aqui como uma aprovação ou como uma missão para todas as pessoas que a possuem para saber o bom uso que dela vai fazer e o benefício que a outras pessoas ela vai levar. Ela vai se tornar o quê? Ela vai se tornar um egoísta se ela não fizer bom uso, se ela não souber distribuir esse dinheiro que está nas suas mãos que nós vamos, é verdade. Vamos então, eh, deixa eu ver aqui. Respeita a moeda capaz de fazer o caminho das boas obras, mas não esperes pelo dinheiro a fim de ajudar. Hoje mesmo em casa, alguém te pede entendimento e carinho. E além do reduto doméstico, legiões de pessoas aguardam-te os gestos de fraternidade e compreensão. Aí continua, ela continua. Eh, recorda que a fonte da caridade tem nascedouro em ti mesmo e não descreias da possibilidade de auxiliar. Para transmitir-nos semelhante verdade, Jesus a sós sem finança terrestre, usou as margens de um lago simples, ofertou simpatia aos que lhe buscavam convivência, confortou os enfermos da estrada, falou do reino de Deus a alguns pescadores de vida singela e transformou o mundo inteiro, revelando-nos assim que a caridade tem O tamanho do coração. Linda, linda essa conclusão dela. Muito, muito bonita. É, então aí olha aí só como ela tá falando. Ela não tá ela não tá colocando o dinheiro, as posses como algo negativo. Ela só tá nos mostrando a utilidade que nós precisamos e devemos dar a ele. Nós não precisamos é distorcer esse entendimento do dinheiro, não. Porque igual eu falei, como ele vai levar eh o dinheiro, ele vai levar a ciência, ele vai levar a tecnologia, ele vai levar o aprendizado. numa fonte que ele pode ter de abundância para partilhar, para poder levar a todos a necessidade que

ar eh o dinheiro, ele vai levar a ciência, ele vai levar a tecnologia, ele vai levar o aprendizado. numa fonte que ele pode ter de abundância para partilhar, para poder levar a todos a necessidade que cada um tiver. Então, a posse do dinheiro, ela é ela é necessária nesse nosso mundo aqui, muitas vezes para saber como é que nós vamos saber repartir, como que esse dinheiro que tá nas nossas mãos, como que essa riqueza que chega até nós, qual o uso que nós vamos dela fazer. De que forma nós vamos usar em abundância esse dinheiro? Eu vou me tornar um egoísta ou um avarento guardando para que a traça não coma aquilo ali, né? Olha quem que é essa ticteco aí falando dos nossos irmãos. Ah, isso, isso nós comentamos ali no início, que as plantas e os animais eles são nossos irmãos, sim. E nós precisamos cuidar deles, porque a nosso planeta aqui depende, nós dependemos deles paraa nossa qualidade de vida nesse nosso planeta, né? Então, nós temos que cuidar deles também, primeiramente, né? Então, eh, seguindo aqui, quando a gente tá falando do dinheiro, ele não pode nos transformar em egoístas, em verdugos. Ele não pode nos transformar em pessoas totalmente dependentes daquela riqueza. Ele tem, nós temos que saber como partilhar aquilo que nos chega através. E outra coisa, nós ah, falando assim de valores, tô conversando com com as minhas meninas aqui essa semana e falando dessa dessa nossa leitura aqui, desse nosso estudo. E e a gente comentava que eh muitas vezes nós eh valorizamos ou idolatramos às vezes coisas e pessoas. Quando eu citei aqui, gente, desculpa aqui citar o Vaticano, não é não é em termos de crítica, mas quanta riqueza existe ali dentro acumulada. tá acumulada porque ela tá parada ali dentro, né? Tanto ouro, tanta beleza, tanta pintura, tanta escultura, ela tá parada. E a riqueza parada, ela tá servindo para alguma coisa, igual ele citou ali atrás na na gargantilha, no colar de pérolas, ele tá parado, ele só é uma coisa. Essa coisa ela só vai ser útil se eu der uma destinação útil a

, ela tá servindo para alguma coisa, igual ele citou ali atrás na na gargantilha, no colar de pérolas, ele tá parado, ele só é uma coisa. Essa coisa ela só vai ser útil se eu der uma destinação útil a ela. Então veja bem, muitas vezes nós valorizamos isso. Negativo é o não, não é que o excesso de dinheiro seja negativo, desculpa. O o excesso do dinheiro, ele só é negativo quando a gente não sabe fazer bom uso dele. É porque nós nós é que vamos dar o bom ou amar a destinação naquela quantidade que nós estamos tendo, que nós estamos aqui nesse momento, porque ele não é nosso, ele está sob a nossa posse na momentaneamente, mas ele vai ser bom bem usado ou não, dependendo da destinação que nós, enquanto humanos, que estamos aqui, e que nós dermos a ele. Então, veja bem, muitas vezes tem pompas e cerimônias que nós fazemos. Eh, vou vou citar um exemplo que eu conversei com minhas meninas essa semana. Por exemplo, você vai inaugurar um busto eh eh numa praça, eh no no empresa, aí você faz um busto ali, faz uma inauguração para prestigiar e para homenagear alguém. E ali durante a aquela cerimônia ali, aí você faz um coffee break, ali você serve um uns salgadinhos, um petisco e tudo mais. Você faz daquela inauguração ali, você faz uma festa. Você tá inaugurando o quê? Você tá inaugurando um pedaço de cimento. Um busto é um pedaço de cimento esculpido, homenageando uma pessoa. OK? Tá bom. Nós precisamos muitas vezes lembrar das pessoas que prestam serviço e lembrar delas é é uma forma de eternizar a memória daquela pessoa, talvez naquele busto. Mas aí bem, nós estamos aqui falando que nós estamos fazendo aquilo ali um evento, uma festa com um pedaço de cimento que nós estamos ali eh eh não idolatrando, mas nós estamos festejando. E muitas vezes nós temos outras necessidades e nós queremos destinar aquele mesmo recurso para uma outra pessoa que não está em evidência e muitas vezes é negado. Então, por que que é negado? Olha só a diferença. Eh, eh, a minha filha me contou essa semana do do de uma

aquele mesmo recurso para uma outra pessoa que não está em evidência e muitas vezes é negado. Então, por que que é negado? Olha só a diferença. Eh, eh, a minha filha me contou essa semana do do de uma menina que tá num num eh que editou um livro de poema, que ela veio de uma uma eh uma instituição socioeducativa e agora ela é maior e tal, e que tava inaugurando e que tava eh como é que fala? Lançando um livro de dos poemas que a menina escreveu. Essa menina não vai ter como esse busto um uma festa para poder fazer o lançamento do livro. Por quê? Porque ninguém conhece, porque ninguém sabe de onde ela veio. Quer dizer, vai saber de onde ela veio, sim, porque ela veio de uma instituição socioeducativa. Será que ela é menos ou ela é menor do que aquele outro lá do busto que teve toda aquela pompa, toda aquela festa? Qual que é a valorização que nós estamos dando para isso aí? Qual é o valor da pessoa? Ela é o ela tem valor enquanto enquanto ser humano. Claro que nós vamos aqui distinguir as pessoas que fazem o bem. Pessoas que fazem o bem, que nós lembramos delas e de todos os feitos dela. É, é glorioso a gente poder tá sempre com elas na memória. É, é sim. Nós não estamos querendo dizer que com isso nós estamos menosprezando as pessoas. Mas se entre um que está em destaque e aquele que ninguém conhece tem essa distinção de valor, o que que nós estamos fazendo com o uso desse dinheiro, com esse próprio eh com essa própria valorização do ser humano? Nós estamos elevando um a uma categoria de de nós endeusamos aquele ali e a outra porque não é conhecida, nós estamos rebaixando. Então eu falei, gente, quanto a gente pode, quanto pode ser significativo esse valor? Que que vou só ler que que a Cirlei falou aqui? O próprio Santos do Mon que findou sua vida quando viu sua criação sendo usada para a guerra. Olha só, é isso, né, Cirley? Quando você trabalhou tanto com algo que poderia ser um benefício pra humanidade e que você vê que ele acaba no fim das na daquelo que você criou, a

o usada para a guerra. Olha só, é isso, né, Cirley? Quando você trabalhou tanto com algo que poderia ser um benefício pra humanidade e que você vê que ele acaba no fim das na daquelo que você criou, a finalidade que ele se destinou, ele veio, ao invés de contribuir, ele veio para destruir. Então, quando eu tava falando ali de quando a gente eh o quanto nós valorizamos uma pessoa que está em destaque por ela ter eh feito algo de melhor ou menos, né? melhor que outra pessoa. Muitas vezes nós supervalorizamos pessoas e coisas e menosprezamos e desvalorizamos outras pessoas e outras coisas em detrimento da mesma situação. Olha só como que nós usamos dois pesos e duas medidas com dinheiro. Muitas vezes nós queremos levar o reconhecimento de algo ou de alguém e nós valorizamos demais e outras vezes nós desprezamos e valorizamos de menos. Olha como que nós muitas vezes somos em coerência a essa riqueza, como ela pode ser bem ou mal distribuída. Dependendo da utilidade que nós vamos fazer e daquilo que nós temos para poder fazer chegar até as pessoas, nós temos que ter um critério de alma, um critério de valorização de humanidade, porque o dinheiro em si, ele não é ruim, ele é apenas um objeto. A destinação do bem ou do do mau uso que nós dermos a ele vai caber a nós. Nós é que vamos estar agindo de uma forma mais valiosa ou de uma forma menos valiosa. Ele não deixa eh quem que é o ticteca aqui? Ela tá falando que o dinheiro não deixa de ser perigoso para a alma. Sim, ela é uma aprovação também. Ela pode ser uma aprovação ou ela pode ser uma missão. Ele pode ser uma prova para ver se nós já conseguimos deixar de lado o egoísmo e se a avareza para poder distribuir esse bem que tá na nossa mão com outros que estão ao nosso redor. É uma prova sim. Então a aquilo pode ser uma casca de banana como pode ser um cacho de alimentar os outros. Depende. Exatamente. Então assim, o bom ou mau uso que nós vamos fazer dele vai depender daquilo que nós carregamos dentro da alma. Se eu carrego bem, eu

como pode ser um cacho de alimentar os outros. Depende. Exatamente. Então assim, o bom ou mau uso que nós vamos fazer dele vai depender daquilo que nós carregamos dentro da alma. Se eu carrego bem, eu vou saber dar uma destinação valiosa para ele. Mas se eu sou egoísta e eu sou tirando, muitas vezes aí é que eu não vou distribuir esse dinheiro de jeito nenhum. Quantas vezes a gente vê falar que uma família tá eh ela tá guardando, como é que é? Ele tá guardando pra geração futura. É herança. A herança. Ela é geração futura. Eu tô fazendo tudo que eu tô fazendo. Eu tô fazendo para deixar paraos meus filhos e para deixar para meus netos. Se chegar na mão do filho ou se chegar na mão do neto e ele não tiver que que aquilo ali não seja um benefício pra vida dele, não vai permanecer e não vai ficar na mão dele. É. Is vai. Deus coloca tudo certo na hora certa. É. Is vai entre os dedos, né, Marcos? é é o melhor exemplo de falar que escorre ela escorre pelos nossos dedos. Por quê? Porque se eu não tiver que fazer bom uso daquilo ali, se aquilo ali não for um motivo para que eu cresça, se aquilo ali for um motivo para que eu caia e para que eu me perca, ele não vai permanecer comigo. Quando você falou aí que Jesus ali ele não usava, ele não usou do púlpito para falar com as pessoas, ele não tinha um microfone, um megafone para fazer a sua palavra chegar nos lugares. Ele não carregava dinheiro, ele não carregava ouro. Ele só tinha a palavra e o coração e a natureza. Quando eu falei da natureza, porque ele usou a natureza para ser a sala de aula. A natureza era onde ele estava em contato com todos que estavam ali ao redor. E quem foram aqueles que ele foi buscar primeiro para distribuir essa riqueza da alma? Foram os mais simples. Foram aqueles que talvez não tivessem nenhum entendimento de de tudo aquilo que da grandiosidade de tudo aquilo que estava sendo deixado nas mãos. Então, não é essa riqueza, não é essa riqueza, não só cultural, mas financeira, é que vai nos fazer eh que

ento de de tudo aquilo que da grandiosidade de tudo aquilo que estava sendo deixado nas mãos. Então, não é essa riqueza, não é essa riqueza, não só cultural, mas financeira, é que vai nos fazer eh que vai nos elevar. Não, essa riqueza, ela vai ser bem feita, bem usada, dependendo daquilo que eu carrego dentro de mim. Porque uma pessoa precisa de um relógio de 300.000, um carro de 1 milhão. É verdade. Por que que a pessoa precisa disso, né? para poder passear por aí e ficar se mostrando e ficar mostrando que tem é a posse, viu? Eh, eh, o uso da posse, o bom ou mau uso da posse que nós temos, daquilo que nós estamos utilizando, é que vai nos fazer pessoas melhores ou não. E lembrando aqui, ô Marcos, ainda com relação à leitura, eh, esse livrinho aqui, ó, Jesus no Lar, é o livro onde Jesus fazia o culto na casa do Pedro, né? Ele reunia ali com os apóstolos e na casa de Pedro eles faziam culto e faziam uma leitura. Então aqui se vocês puderem ler lá no item 20, ele chama a caridade desconhecida. Então ela é uma leitura que ele fala exatamente dessa riqueza, dessas posses, dessa posse do dinheiro. Quando ele, eu vou ler só o comecinho e depois vocês Hã, que interessante. Que bom. É. Ele fala assim, ó, um sincero, eu vou, eu não vou começar a ler, vou ler só um trechinho do início e vou ler só por partes para vocês aqui. A conversação na casa de Pedro versava nessa noite sobre a prática do bem com a viva colaboração verbal de todos. Como expressar a compaixão sem dinheiro? Olha aqui o que ele vai falar. Compaixão sem dinheiro. Por que meios incentivar a beneficiência sem recursos monetários? E aí Jesus vai conversar com ele. Com essa interrogativa, grandes nomes da fortuna material eram invocados e a maioria inclinava-se a admitir que somente os poderosos da terra encontravam a altura deando bondoso. Então aqui muitas vezes nós achamos nessa mesma leitura de de aqui de Jesus lá atrás lá com os apóstolos, já se falava, já se achava que só através do dinheiro, através das

am a altura deando bondoso. Então aqui muitas vezes nós achamos nessa mesma leitura de de aqui de Jesus lá atrás lá com os apóstolos, já se falava, já se achava que só através do dinheiro, através das posses, se podia multiplicar e se podia levar ajuda aqueles que estavam ao nosso redor. E aqui Jesus vem dizer exatamente o contrário. Entre outras coisas aqui. Se você não tem a posse do dinheiro, mas você tem a pala palavra, você tem o ouvido, você tem o coração para poder levar para as pessoas para ouvir o que ela tem. Quando eu citei ali no sinaleiro, quando às vezes a pessoa só quer falar de onde ela veio, a saudade que ela tem de quem deixou, né? Muitas vezes a gente só tem que emprestar o ouvido para que o outro fale, para que o outro desabafe e para que o outro fala: "Nossa, gostei tanto daquela pessoa, ela foi tão bondosa comigo". Às vezes a gente não falou nada, a gente só emprestou o ouvido. É, a gente só deu o coração, a gente só deu o amor que tinha ali dentro, né? Então aí Jesus fala assim: "Um sincero devoto da lei foi exortado por determinação do céu ao exercício da beneficência. Entretanto, vivia em pobreza extrema e não podia de modo algum retirar a mínima parcela do seu salário para o socorro aos semelhantes. Em verdade, ele dava de si mesmo quanto possível, ó, em boas palavras e gestos pessoais de conforto e estímulo a quanto se achavam em sofrimento e dificuldade. Olha o que que ele dava. Ele não tinha o dinheiro. Ele não podia nem tirar, porque se ele tirasse ali da casa ia fazer falta pros filhos. ia fazer falta na alimentação. Então, o que que é que ele dava? Boas palavras, gestos pessoais de conforto e estímulo a quanto se achava em sofrimento e dificuldade. Mas ele ficava magoado no coração pela impossibilidade de distribuir um agasalho e um pão. Ele gostaria de ter para poder levar algo de material, porque o agasalho e o pão é material. Então ele ficava chateado porque ele não tinha, ele não tinha como levar um agasalho para uma pessoa, nem

. Ele gostaria de ter para poder levar algo de material, porque o agasalho e o pão é material. Então ele ficava chateado porque ele não tinha, ele não tinha como levar um agasalho para uma pessoa, nem como levar um pão. Ele era rodeado de filhos pequenos e era escravo do lar que lhe absorvia o suor. Reconheceu, todavia, que se lhe era vedado o esforço da caridade pública, podia perfeitamente guerrear o mal em todas as circunstâncias na marcha da terra. Aí o que que ele passa a fazer? ele passa a guerrear com o mal, ou seja, a a cortar todo o mal que viesse de alguma forma contra quem quer que fosse, invertendo a situação, levando o bem, levando a palavra. Então ele fala assim: "Assim é que passou a extinguir com incessante atenção todos os pensamentos inferiores que lhe eram sugeridos quando em contato com pessoas interessadas na maledicência. Olha só, gente, é só da gente cortar o pensamento. Quando uma maledicência vem, quando alguém fala algo mal, é a gente transformar esse pensamento, é como se a gente mudasse a nossa frequência vibratória. Isso já é um bem. Essa é a lição que Jesus tá colocando para nós. Não é a posse do dinheiro, é até a mudança do pensamento, emitindo boa frequência vibratória para que você possa mudar o ambiente onde você está. tirando dali a maledicência e colocando a morosidade. Então, quando em contato com pessoas interessadas na maledicência, retraía-se e Cortez, em respondendo a alguma interpelação, recordava essa ou aquela pequena virtude da vítima ausente. Então, quando ele via alguém falando mal do outro, ele se lembrava que naquela pessoa que não estava presente e alguém estava falando mal dela, ele lembrava de alguma qualidade boa que ela tinha e ressaltava essa qualidade boa. Então, ou seja, no lugar da maledicência, ele começou a colocar as boas palavras e as boas ações, a beneficiência. Então, mal contra essa maledicência, eh, considerava-se a ira como enfermidade digna de tratamento e recolhia-se a quietude. Insultos alheios

colocar as boas palavras e as boas ações, a beneficiência. Então, mal contra essa maledicência, eh, considerava-se a ira como enfermidade digna de tratamento e recolhia-se a quietude. Insultos alheios batiam-lhe o espírito à maneira que ele de calhaus em barril de mel, porquanto, além de não reagir, prosseguia tratando o ofensor com a fraternidade habitual. A calúnia não encontrava acesso na sua alma, de vez que toda denúncia torpe se perdia inútil. Em seu grande silêncio, reparando ameaça sobre a tranquilidade de alguém, tentava desfazer as incompreensão sem alarde, antes de assumir a feição tempestuosa. Se alguma sentença condenatória bailava em torno do próximo mobilizava espontâneo todas as possibilidades ao seu alcance. na defesa delicada e imperceptível. Seu zelo contra a incursão e a extensão do mal era tão fortemente minucioso que chegava a retirar detos pedras da via pública para que não oferecesse perigo aos transiúdes. Olha, gente, nada do que Jesus falou até aqui usou um centavo do nosso dinheiro, não é isso? Então, ou seja, se nós temos como levar o bem, levar o amor e levar a paz com as nossas atitudes, o que que nos falta? Não é o dinheiro que vai levar o amor. O dinheiro pode comprar uma casa bonita, pode comprar uma comprar a sua paz, a sua saúde. Ele não vai comprar para você o amor das pessoas que estão ao seu redor. Acho que toda espírita deveria conhecer a parábola do Rico e do Lázaro. Nela vemos o que acontece conosco do lado lado de lá. Exatamente. Exatamente. Nós precisamos conhecer a necessidade do outro, né? Então eu vou vou ler só o finalzinho aqui, gente, porque ainda tem três parágrafos e a nossa hora tá avançada. Então, distribuímos o pão e a cobertura, acendamos a luz para a ignorância e intensifiquemos a fraternidade, aniquilando a discórdia. Mas não nos esqueçamos do combate metódico e sereno contra o mal, em esforço diário, convicto de que nessa batalha santificante conquistaremos a divina coroa da caridade desconhecida através das boas obras.

o nos esqueçamos do combate metódico e sereno contra o mal, em esforço diário, convicto de que nessa batalha santificante conquistaremos a divina coroa da caridade desconhecida através das boas obras. Então, gente, essa é a leitura de número 20 desse livro Jesus no Lar, quando ele fala para nós que nós não precisamos de um centavo sequer para poder fazer o bem. Então, o dinheiro é útil no nosso mundo demais, é valioso demais, mas o amor precisa ser maior do que o dinheiro. A gente precisa ter atitudes e a gente precisa eh levar o que nós temos de melhor dentro de nós, que não seja o dinheiro, mas nós podemos ter dentro de nós algo muito mais valioso para levar para as pessoas que estão ao nosso redor, né, Marcos? fala aí que sou eu que falei. É verdade. Eh, lembrando, né, que e esse capítulo da Mei, ela começa mostrando eh como que você tá utilizando o dinheiro. Por por quê? Porque há necessitados que a forma, se eu utilizar o dinheiro pelo dinheiro, querendo os juros, os lucros, os dividendos, eu jamais vou me relacionar com o outro. É uma forma de eu me afastar, mesmo morando num prédio com vizinhos, mas no verdadeiramente eu tô afastado das pessoas. E no finalzinho ela já nos mostra o que a Lázara leu agora no final do Jesus no lar, que na verdade na prática do bem nem do dinheiro a gente precisa. Ela conclui, meio conclui assim, de uma forma muito sutil, muito poética, muito elegante, porque aí você não precisa nem passar pela situação do rico e do Lázaro, porque você sabendo praticar o bem, sem também forçar a pessoa, né, sem tirar a identidade da pessoa, porque eu posso ser um religioso, eu e e ficar fanático e eu vou vou passar a agredir, a a violentar as pessoas sem ter consciência disso, porque a minha visão está distorcida pelo abuso, pelo exagero. Então, nós vamos sempre dosar as coisas. A espiritualidade tá sempre participando, então ela faz o casamento, ela faz o encontro, peçam da melhor forma. Tem tem uma história muito bonita de um senhor que ele é ele é barbeiro, né?

as coisas. A espiritualidade tá sempre participando, então ela faz o casamento, ela faz o encontro, peçam da melhor forma. Tem tem uma história muito bonita de um senhor que ele é ele é barbeiro, né? Corta cabelo e ele ele é evangélico, mas ele ouviu uma voz falar assim: "Hoje o dinheiro dessa pessoa não te vale". A voz só falava isso na cabeça dele. Aí quando ele acabou de cortar o cabelo, era um senhor que cortava de 40 e 40 dias, nove vezes por ano. Aí ele escreveu assim: "Cortesia". Ele escreveu cortesia. Aí entregou a comanda, aí ele foi pagar. Aí ele quanto, quanto que eu devo? Aí ela não, hoje hoje o senhor não vai pagar nada não. Hoje tá escrito aqui que é cortesia. Aí ele já tava lá no caixa, ele nem agradeceu. Aí 40 dias depois ele voltou. Aí ele falou assim: "Ah, antes de você começar a cortar, eu queria que você me dissesse por que você fez eh de cortesia". Aí ele falou assim: "Ah, você corta tanto aqui e eu tava feliz. Aí peguei: "Ah, não, não vou cobrar não". Aí falou assim: "Poxa, você não sabe o que que aconteceu". Eu quando saí de casa para vir para cá, minha esposa falou assim: "Olha, estamos sem frutas. A nossa filha gosta de mamão, gosta de melão, maçã. se você puder trazer pelo menos umas duas ou três. Aí ele falou assim: "Ih, meu, minha linda, hoje hoje não vai dar não, porque ou eu corto o cabelo ou eu compro as frutas. Segunda-feira eu vou ter uma entrevista de emprego." Então eu tava pensando em ir com uma boa aparência. Aí ela falou assim: "Tá, tá, então tudo bem, a gente dá um jeito". Aí quando ele voltou, entrou em casa, naquele dia que que o moço não cobrou, ele tava cheio de sacos de frutas. Ele tomou uma bronca da mulher, você mentiu para mim? Você mentiu? Aí ele quê? Como assim? Você falou que não ia dar para comprar as frutas e eu tô vendo que você tá com cabelo cortado, você tá bonita, abessa? Aí ele fala assim: "Meu amor, você não vai acreditar. O fulano hoje não me cobrou". Aí eu fui lá no Ortifru, eu tava chorando, não conseguia nem ver as

ê tá com cabelo cortado, você tá bonita, abessa? Aí ele fala assim: "Meu amor, você não vai acreditar. O fulano hoje não me cobrou". Aí eu fui lá no Ortifru, eu tava chorando, não conseguia nem ver as frutas, eu ficava só chorando, molhei o chão todo lá do Ortifru, aí trouxe essas frutas todas pra gente. Então, a caridade, o amor, ele tá independente da religião, ele tá dentro de nós, que é o que a Mei comenta, é o que o capítulo 11 fala sobre a lei do do amor. É o nosso fogo eterno, é o que nos alimenta, tá na nossa essência. A prática do amor movimenta as forças da alma, nos desenvolve, dá tô espiritual para nós, para nós conseguirmos agir de uma forma mais sábia, sem causar danos, desastres, infortúnios e e agindo com segurança e garantindo que além de nós, outras pessoas tenham felicidades. Aí são essas considerações que eu trouxe para finalizar. É, e aproveitando, você falou da mei poética, né? No final dela até escrevi aí, ó, deixei uma uma mensagem aí quando ela fala assim que falou do reino de Deus a alguns pescadores de vida singela e transformou o mundo inteiro, revelando-nos assim que a caridade tem o tamanho do coração. Então, esse tamanho do coração é a pergunta que nós vamos deixar para nós refletir durante, né, durante a nossa semana. Qual é o tamanho do nosso coração? Qual é o tamanho do nosso amor? Será que eu tô praticando realmente? Será que eu tô realmente entendendo a necessidade de amar? Será que eu tô entendendo essa necessidade de que eu tenho o próximo do meu lado e que nós uma fraternidade, que nós somos todos uma humanidade que uns dependem dos outros, que nós só vamos viver em paz e viver em harmonia se todos nós nos amarmos. É difícil como a É difícil. É porque às vezes aquele desafeto nosso, nós não vamos ter tanta afinidade com ele quanto nós temos com aquele outro que é caloroso, não é? É, mas nós vamos nos esforçando para entender que ele é filho de Deus. Se ele é filho de Deus, ele é meu irmão. Porque se Deus é pai de todos nós, nós somos

mos com aquele outro que é caloroso, não é? É, mas nós vamos nos esforçando para entender que ele é filho de Deus. Se ele é filho de Deus, ele é meu irmão. Porque se Deus é pai de todos nós, nós somos todos irmãos. ele então com defeito ou sem defeito, ele vai continuar sendo meu irmão. Então que nós possamos devagarinho, pouco a pouco, começar a entender que nós também temos os nossos defeitos e que os outros também muitas vezes olham para nós da mesma forma que nós estamos olhando para esse outro. Então, qual é o tamanho do nosso coração? Vai caber quantas pessoas aqui dentro? Qual é o tamanho do nosso amor? A quantas pessoas nós vamos levar esse amor? a quantos nós vamos deixar essa mensagem de amor? Então fica para nossa reflexão eh essa semana essa essa mensagem da Meime, qual é o tamanho do nosso amor, qual é o tamanho do seu coração, né? Então é isso, a nossa lição de hoje era essa, a a leitura de meio meio, conforme o Marcos falou, muito poética, né, amigo? E é isso que nós gostaríamos de ter deixado para vocês. Se vocês eh quiserem partilhar com outras pessoas, nós vamos agradecer muito. E se ela foi útil para vocês também, da mesma forma que foi útil para nós, que ela atinja mais e mais corações para que a gente possa multiplicar esse amor, né? É. Glória a Deus nas alturas. Vamos então finalizando, fazendo uma peça de encerramento. Domingo que vem de manhã nós vamos ter eh mais um capítulo. Vai ser o capítulo 10, que é uma mensagem do André Luiz com outra dupla que vai trazer o estudo pra gente. E vamos então à nossa prece. Ó pai celestial, ó Mestre Jesus, estivemos aqui mais uma vez reunidos para refletirmos, pensarmos sobre as coisas da vida, sobre a natureza, sobre a nossa relação com o outro, sobre a prática do bem, sobre o amor, que tudo vence, que nada é impossível para quem ama. Permita-nos que tenhamos uma excelente semana, cuidar de todos os nossos familiares, cuidar de nossos amigos, dos nossos ambientes de trabalho, do comércio em que nós nos

a é impossível para quem ama. Permita-nos que tenhamos uma excelente semana, cuidar de todos os nossos familiares, cuidar de nossos amigos, dos nossos ambientes de trabalho, do comércio em que nós nos habituamos a frequentar. Cuidar das pessoas que estão desamparadas na beira da rua, sem um lar, sem ter o que comer, sem ter o que beber. Cuidar dos doentes com as suas aflições, tratamentos duros, intensivos, que demandam muito do tempo e da paciência e da esperança. Cuidar dos presos que estão privados de sua liberdade para dar a sua parte para a sociedade em pagamento pelo que de ruim eles causaram. cuidar de todos nós, Pai, e permita-nos, se possível, que estejamos aqui reunidos mais uma vez na próxima semana para darmos continuidade a esse trabalho, a esse estudo, dando juntos, graças a Deus. Um beijo enorme. Assim seja, né? Gratidão, muita gratidão. Obrigado, amigos. É, obrigado por estar conosco. Que nós possamos estar juntos mais vezes aqui, né, no outro dia. E que vocês estejam conosco no próximo domingo para mais um estudo, né? Muito obrigada, viu? Obrigada para vocês. Que todos nós tenhamos uma ótima semana. Amém. Tchau. Que assim seja. Tchau, gente. Obrigada, viu? Fiquem.

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