Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 08 | 27.04.25
Estudando com Jesus | 27.04.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 08: A rigor Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184
เฮ เฮ Olá, queridos irmãos. Um bom dia a todos. Estamos dando início agora a mais um estudo do livro O Espírito da Verdade. Hoje iremos fazer uma reflexão sobre o capítulo oito a rigor. Então, quem estiver aí com o livro em mãos ou que tiver com acesso aí à internet, quiser dar uma olhadinha no texto, tá? É bem um livro, é um texto bem interessante. Nós já estamos aqui com alguns, com algum companheiros, alguns companheiros online, né? O Walter tá aí. Bom dia, Walter, que já nos, né, nos deu um bom dia no chat. E eu já vou convidar aqui paraa nossa live, né, minha esposa Eliane, minha companheira da vida. Oi, Eliane, tudo bem? Bom dia, Juliano. Bom dia a todos. Bom dia aos amigos que nos acompanham. Bom dia, Walter. Que Jesus envolva cada um de nós com muita paz, com muita serenidade, nos dando aí discernimento nas nossas vidas através desses estudos, que a gente possa fortalecer nossa fé e vamos contar aqui com a participação de todos para que a gente possa estudar melhor essa lição de hoje. Muito bom. Já quero então convidar a todos aqui paraa nossa prece de abertura. Vou fazer a prece. Eliane, ela quer fazer a leitura pra gente logo na na sequência, né? Então já vou começar aqui com com esse convite a todos, né? Esse convite para que a gente possa fechar os olhos, nos conectar com esses espíritos amigos que nos cercam. Todos aqui temos os nossos anjos guardiões, nossos mentores, nossos amigos que não nos esquecem, estão sempre conosco, nos incentivando ao bem. Então, nós convidamos esses amigos a estarem mais perto de nós aqui hoje. Oremos para que o nossa casa possa iluminar. Muito obrigado, Jesus amado mestre, porque o Senhor nos dá essa oportunidade de refazimento nessa manhã de domingo, Senhor, de reflexão, de aprendizado, mais um dia para repensar nossos valores, nossos caminhos. Deus, muito obrigado por essa oportunidade, Jesus. E por isso rogamos que o Senhor esteja aqui presente na nossa casa, na casa de cada um de nós, lançando luzes, afastando os males, nos elevando espiritualmente,
obrigado por essa oportunidade, Jesus. E por isso rogamos que o Senhor esteja aqui presente na nossa casa, na casa de cada um de nós, lançando luzes, afastando os males, nos elevando espiritualmente, ampliando nossos horizontes, nossas consciências, Senhor. e que nos proteja, nos ampare nesse momento, que nos permita ao estudo saudável, nos permita essa segurança aqui de podermos sentar, nos concentrar nesse instante, refletindo sobre a nossa vida futura, sobre as nossas ações atuais, Senhor, para que possamos nos renovar um pouquinho mais nesse breve estudo, mas de grande aprendizado, de grande profundidade, Senhor Jesus, muito obrigado. Deus, nosso pai maior, nosso pai de infinita bondade, possa cuidar de todos nós. E que essas vibrações produzidas aqui em nome do amor ao Cristo, em nome do nosso crescimento espiritual, que essas boas vibrações possam se ampliar aqui, né? Abraçando a todos que estão ao nosso deror, ao derredor dos nossos lares, possamos espalhar um pouco mais de paz aqui, não é, nossos ambientes. Muito obrigado. Que assim seja. Que assim seja a nossa obra O Espírito da Verdade, psicografada por Francisco Cândido Xavier e por Valdo Vieira, os dois médiuns. E são espíritos diversos que escrevem essa obra. Mas hoje a lição é de André Luiz. O tema é a rigor, capítulo um, né? É o item oito, na verdade assim, capítulo um, e item sete, que é a referência lá do Evangelho Segundo o Espiritismo, tá? Então, vamos lá. A rigor, Espírito Santo, falange dos emissários da providência que superentende os grandes movimentos da humanidade na Terra e no plano espiritual. Reino de Deus, estado de sublimação da alma criado por ela própria através de reencarnações incessantes, esferas espirituais santificadas, onde habitam espíritos superiores que exteriorizam do próprio íntimo a esfera, a atmosfera de paz e felicidade. milagre, designação de fatos naturais, cujo mecanismo familiar a lei divina ainda se encontra defeso ao entendimento fragmentário da criatura. Mistério, parte ignorada das normas
de paz e felicidade. milagre, designação de fatos naturais, cujo mecanismo familiar a lei divina ainda se encontra defeso ao entendimento fragmentário da criatura. Mistério, parte ignorada das normas universais, que paulatinamente é identificada e compreendida pelo espírito humano. Sobrenatural, definição de fenômenos que ainda não se incorporam aos domínios do hábito. Santo, atributo dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam na Terra à execução do próprio dever. Tentação. Posição pessoal de cativeiro interior a vícios instintivos que ainda não conseguimos superar por nós mesmos. Dia de juízo. Oportunidade situada entre dois períodos de existência da alma que se referem à sementeira de ações e à renovação da própria conduta. salvação, libertação e preservação do espírito contra o perigo de maiores males no próprio caminho, a fim de que se confie a construção da própria felicidade nos domínios do bem, elevando-se a passos mais altos de evolução. O espiritismo tem por missão fundamental entre os homens a reforma interior de cada um, fornecendo explicações ao porquê dos destinos, razão pela qual muitos conceitos usuais são por ele restaurados ou corrigidos para que se faça luz nas consciências e consolos nos corações. Assim como Cristo não veio destruir a lei, porém cumpri-la, a doutrina espírita não veio desdizer os ensinos do Senhor, mas desenvolvê-los, completá-los e explicá-los em termos claros e para toda a gente quando foram ditos sobóricas. A rigor, a verdade pode caminhar distante da palavra com que aspiramos a traduzida. Renove, pois as expressões do seu pensamento e a vida renovar-se lhe a inteiramente nas fâas de cada um. André Luiz, excelente essa lição, hein? A primeira vez que eu li esse texto, eu achei interessante o fato de que André Luiz era médico enquanto estava encarnado. E todo médico, é claro, ele é acostumado a um glossário de termos que são próprios da profissão a respeito de instrumentos, a respeito de procedimentos, etc., né? até designações
nto estava encarnado. E todo médico, é claro, ele é acostumado a um glossário de termos que são próprios da profissão a respeito de instrumentos, a respeito de procedimentos, etc., né? até designações do do corpo humano. E André Luiz, ele vai traz pra gente também um glossário aqui de termos, um glossário de termos que são termos bíblicos muito encontrados tanto no Velho Testamento quanto no Novo Testamento. Essa linguagem ela é padrão, né, durante todo o texto bíblico. E essas expressões elas vão se repetindo. Interessante que não são expressões próprias do espírita. O espiritismo não faz uso dessas expressões dessa forma. No entanto, André Luiz mostra nessa mensagem que essas essas expressões, esses termos, embora nós não usemos, embora sejam termos próprios da Bíblia, que são muito utilizados tanto por católicos e evangélicos, para nós tem muito sentido. Não é termo errôneo, errôneo para o espírita usar. Não são termos vazios para nós espíritas, muito pelo contrário, são maneiras diferentes de se falar algo que já é do nosso linguajar. Isso que eu achei bacana. Achei esse texto muito bom, porque nós realmente temos esse hábito de conectar a Bíblia ao nosso ao nosso estudo. Próprio Allan Kardec faz isso. O Evangelho Segundo o Espiritismo é um é um é um livro onde Allan Kardec ele traz pra gente esse resgate de textos antigos pra gente criar essa correlação. Então, Allan Kardec, então, a Allan Kardec, por exemplo, ele resgata a lei mosaica, resgata os 10 mandamentos, já nos deixa aí eh eh esse ensejo aí é o estudo bíblico, nesse sentido, fala de Jesus sempre. Então, o Novo Testamento para nós faz muito sentido, né? Allan Kardec resgata até outros autores, né? Allan Kardec resgata a importância do estudo do Sócrates e do Platão para o espírita. Está na introdução do Evangelho segundo espiritismo, né? o estudo da doutrina de Sócrates e Platão, que Kardec ele lança como a nossa primeira literatura complementar, né? É, são os textos de Platão e Sócrates. Então, Kardec fazia
o segundo espiritismo, né? o estudo da doutrina de Sócrates e Platão, que Kardec ele lança como a nossa primeira literatura complementar, né? É, são os textos de Platão e Sócrates. Então, Kardec fazia esse resgate. Mas aí quando a gente vai estudar a Bíblia, seguindo as próprias orientações do codificador, a gente vai nos deparar com esses termos. Como interpretá-los no nosso estudo bíblico, complementar a obra básica. Aí é que tá o grande segredo. E Andra Luiz traz essa atualização de termos para que a gente possa compreender melhor a Bíblia e conectar o texto bíblico a ao espiritismo, né? Então, por exemplo, então já quero, por exemplo, primeiro aqui, Espírito Santo. Olha aí, Espírito Santo é uma palavra muito utilizada pelas cristãs, mas o espiritismo não usa. Mas por quê? Porque nós ajustamos essa esse sentido. Então, o que que André Luiz fala? falange de emissários da providência, essa providência que superentende os movimentos da humanidade, da terra, do mundo espiritual. Ora, o Espírito Santo a gente usa realmente essa palavra, só que nós usamos como como espiritualidade. Então, quando a gente fala em espiritualidade, a gente tá falando de Espírito Santo, por São falanges, são grupos de espírito, são representantes, não é uma figura individual. Assim quando nós falamos espiritualidade, por quê? Porque espiritualidade significa os espíritos. Mas não são os espíritos, né, aleatoriamente falando, são espíritos que estão com os mesmos ideais de Jesus ou os mesmos ideais nós buscamos. Então, quando nós falamos assim, a espiritualidade olha por nós, ah, nós não estamos colocando em espiritualidade espíritos obsessores, espíritos sofredores. Nós não estamos colocando nenhum tipo de espírito inferior moralmente falando. Nós estamos colocando só espíritos nobres ou espíritos que estão vinculados ao bem. Então a gente fala a espiritualidade, que é o Espírito Santo. Apenas um exemplo aqui, né? Seguindo aqui, vou passar a palavra Eliane agora, mas reino de Deus é um desses casos. Olha só,
ulados ao bem. Então a gente fala a espiritualidade, que é o Espírito Santo. Apenas um exemplo aqui, né? Seguindo aqui, vou passar a palavra Eliane agora, mas reino de Deus é um desses casos. Olha só, reino de Deus, estado de sublimação da alma criado por ela própria através de reencarnações incessantes. Então, o reino de Deus seria o quê? O mundo espiritual. Porque tudo que existe, na verdade, é reino de Deus, né? Então, se a gente for pensar lugares de dor ou ou locais felizes, tudo é reino de Deus. onde nós eh nos deparamos com os resultados das nossas ações no mundo espiritual. Então, na na então seguindo a lindo raciocínio de André Luiz, umbral seria reino de Deus também. Por quê? Deus é dom de lá, não é? Ele é o regente de tudo. Então, o reino de Deus é simplesmente esse mundo espiritual. Por aí vai. Eu vou passar a palavra para Eliano para ela dar continuidade aí, né, nessas reflexões. Eu acho bom quando André Luiz ele traz assim, é que Jesus não veio destruir a lei, né? E o espiritismo também não veio destruir a lei de Jesus, né? Ele traz uma continuidade, mas ele traz o porquê, os motivos, né, da das dores da vida, né? Por exemplo, a tentação. Acho muito bom quando falo em tentação, porque a tentação é aquilo que nós temos ainda de mal. Que que é que nos tenta? Que que é que nos provoca? Que que é que faz que com que com que a gente perca, né, a nossa evolução? O que que é que nos coloca a prova? A tentação é uma provação, né? Paulo fala que ele tem um espinho na carne. Olha só o que que é que nos coloca, né, a pensar, a nos coloca a termos uma atenção voltada para as nossas fragilidades. Que que é? Cada um de nós carrega um espinho, né? O do orgulho, muitas vezes, as fragilidades morais, cada um de nós temos os nossos orgulhos. que são as imperfeições particulares, mas também temos virtudes. Nós não somos terríveis, né? Mas também nós não somos anjos, mas ao mesmo tempo nós estamos tentando desenvolver esse lado aí da santidade, né? Que que André Luiz fala é
es, mas também temos virtudes. Nós não somos terríveis, né? Mas também nós não somos anjos, mas ao mesmo tempo nós estamos tentando desenvolver esse lado aí da santidade, né? Que que André Luiz fala é uma é uma lição que traz muita questões particulares, né? Porque quando o André Luiz traz aqui o reino de Deus, estado de sublimação da alma, criado por ela própria, olha, então é um estado de alma, já cai por terra a questão do reino material, onde a gente vê lá no capítulo 17 de Lucas, Jesus falando isso, que quando Jesus é questionado assim, quando vai chegar o reino de Deus, aí Jesus fala que o rei Reino de Deus não está nem ali, nem aqui. Ele não é de forma material, ele é espiritual. Ele está dentro de vós. O reino de Deus está dentro de vós. Então, nesse momento, nós podemos estar vivenciando esse reino de Deus, já trabalhando já para alcançar e construir esse reino de Deus, porque ele é um estado de alma. Olha lá, é espiritual. E Kardec, ele traz essa proposta para o espírita, né, de se perguntar, de questionar para que a gente possa alcançar, né, essas respostas aqui. O que que é o mistério, né, como André Luiz fala, né, a parte ignorada. Então nós não vamos ignorar, nós vamos buscar uma resposta também dentro da nossa evolução, porque nós não sabemos tudo e a gente também não tem condições de saber tudo, né? Por isso nós estamos reencarnando para poder conhecer essas verdades, né? Naquela obra Viagem Espírita de Allan Kardec, lá de 1862, ele traz isso. O espírita ele está em busca de respostas. Então o espírita não se acomoda, mas ao mesmo tempo respeitamos aqueles que não querem buscar. Então o espírita quer saber o que é, o que foi, como foi, como pode ser. Aí nós vamos aí tentando sair dessas ignorâncias, né, que às vezes muitas vezes nos trazem medo, né, como traz aqui a questão do dia do juízo. No dia do juízo vocês vão ser julgados, vão ser condenados. Aí vem aqui, né, dia do juízo. Cadê a parte? É oportunidade situada entre dois períodos de existência da alma.
ui a questão do dia do juízo. No dia do juízo vocês vão ser julgados, vão ser condenados. Aí vem aqui, né, dia do juízo. Cadê a parte? É oportunidade situada entre dois períodos de existência da alma. que se se referem à sementeira de ações e a renovação da própria conduta. O homem pode estar fazendo isso a qualquer momento, né? Tanto na própria vida, que é essa reflexão, quanto na pós-vida, né, que é na morte. Quantas eh lições e mensagens nós temos de espíritos que vieram nos trazer isso, né? Então, quando nós desencarnamos, nós chegamos no mundo espiritual, que é a nossa realidade espiritual, aí a gente começa a entender o que que foi que a gente fez, o porquemos, n nós nos avaliamos. Aí muitas vezes nós temos a necessidade, né, pela nossa condição espiritual, nós temos ainda a necessidade de reparação. Aí nós reencarnamos. Então, o dia do juízo é isso, né? Dia de juízo é nós nos avaliarmos, né? E não é Deus que vai nos pun unir ou é Deus que vai nos julgar. É a nossa própria consciência, né? Porque se Deus está na a lei de Deus está na nossa consciência, nós então já sabemos, nós, nós mesmos já sabemos quando nós falhamos. E aí nós também temos essa consciência de recomeçar, que a gente vê assim: "Ah, eu não pedi para nascer, né? Não, muitas vezes nós não pedimos, né? Nós imploramos por alguma oportunidade, né, que nos faça, eh, saímos da culpa, por exemplo. Não é para nós virarmos eh já espíritos superiores, não. Às vezes é só para acalmar a nossa mente, porque é igual uma dívida que nós temos, né? Quem de nós quer dever? Muitas vezes nós cometemos, né, delitos por conta da ignorância mesmo ou por falta de força. Aí nós reencarnamos, contamos aí com com um grupo de amigos, muitas vezes os nossos familiares, para poder nos ajudar, né, nessa evolução. Mas é muito interessante aqui, né, como André Luiz traz, né, o discernimento, né, de cada de cada palavra e de cada entendimento, né, como você falou aí, né, Juliano, o Espírito Santo, né, o que que é esse espírito santo para nós
, né, como André Luiz traz, né, o discernimento, né, de cada de cada palavra e de cada entendimento, né, como você falou aí, né, Juliano, o Espírito Santo, né, o que que é esse espírito santo para nós espíritas, né, o Espírito, um espírito superior, né? Então assim, aí vai trazer como que a gente faz essa conexão com esse espírito superior, né, com esse Espírito Santo. Nas outras religiões fala muito disso. Então, para que a gente possa conectar com esses espíritos superiores, a gente não é que nós vamos ser superior também, mas pelo menos na mesma vibração, na mesma sintonia de paz, de equilíbrio, de bom coração. Então assim, vai trazendo, né, essa forma de nós nos conectarmos com espíritos superiores para que nós possamos ser eh levados a também, né, a desenvolver, né, a sermos um dia, né, através desses amigos espirituais, né, que nos orientam, né, para que a gente possa caminhar como eles, né? Exatamente. Eliana falou muito bem, eh, foi muito bem lembrado, eh, esse aspecto da doutrina espírita de não ser uma doutrina que vem quebrar uma continuidade, não. Ela vem justamente dar segmento em ideias que podem ser ideias que nós consideramos antigas, mas que não são desatualizadas, né? Então, tá aí aí eh o que Jesus vem dizer com não vim destruir a lei. Achei esse comentário muito bom e tem tudo a ver com que a gente tá estudando, né? Está no capítulo, Juliano, só que só para reforçar no capítulo um do Evangelho. Essa aí que é a referência da mensagem, porque essa obra faz, ela tem como referência o evangelho. Então tá no capítulo um dea não v destruir a lei, né? tá no item sete. Exatamente. Então, eh, voltando aqui ao glossar, enquanto a gente ainda tem um pouquinho de tempo, eh, tem palavras que que são tão interessantes que foram utilizadas na de até de maneiras eh curiosas pelo próprio André Luiz, né? Uma palavra que que é muito interessante é a palavra santo. Olha só o que que André Luiz vem falar. O que que é o santo? a é um atributo a pessoas que atenderam
h curiosas pelo próprio André Luiz, né? Uma palavra que que é muito interessante é a palavra santo. Olha só o que que André Luiz vem falar. O que que é o santo? a é um atributo a pessoas que atenderam na Terra a execução dos próprios deveres, né? Ou seja, a pessoa que ela cumpriu com a sua missão na Terra. É interessante, André Luiz usa lá no livro Obreiros da Vida Eterna a expressão completista. Completista. Completista é a pessoa que ela viveu, cumpriu tudo que deveria, chegou no mundo espiritual, já tinha zerado suas dívidas, zerado suas suas se seus seus erros. Não precisaria voltar aqui para reencarnar aqui não. Você tinha que aprender. Não, eu aprendi já. Aprendo e pronto. Super interessante essa essa observação dele aqui. É possível nós vivermos uma vida, aprendermos o necessário, vencermos aqui as a as tentações, vencermos os impecílios, não é? Cumprirmos a nossa expiação e e conseguir aqui uma vida a a como se diz, uma vida adequada a aos objetivos espirituais. É possível sim, não é? Então, chegou no mundo espiritual lá, como se diz assim, né? e foi recebido em clima de festa, digamos assim, clima de festa. Super interessante isso. E uma outra expressão aqui que também é bem bacana da gente tratar dela, Eliane até falou um pouco sobre isso, né? Que a a questão do reino dos céus, Jesus fala muito sobre reino, reino de Deus. Inclusive até tem uma passagem bíblica que eu que eu separei para hoje, né? Uma passagem lá de Marcos, do capítulo 4 de Marcos. Aí que que Jesus fala? Fala, Jesus rezou muito bem isso. O que que é o reino de Deus? O reino de Deus é como quando alguém lança a semente na terra, quer ele esteja dormindo ou acordado de dia ou de noite, a semente germina e cresce. Olha o que que é o reino de Deus. Que que nós estamos plantando e o que que nós vamos colher? É disso aqui que trata o reino, né, de Deus na como diz o próprio Jesus. Então, tem tudo a ver com que André Luiz tá falando aqui pra gente, tem tudo a ver com que Eliane falou. Quer dizer, é o
olher? É disso aqui que trata o reino, né, de Deus na como diz o próprio Jesus. Então, tem tudo a ver com que André Luiz tá falando aqui pra gente, tem tudo a ver com que Eliane falou. Quer dizer, é o nosso, é o nosso fruto, é o fruto que a gente vai colher. Estamos plantando, mas diz Jesus, o reino, o reino de Deus é isso aí, é o que a gente planta e vai colher depois. Resultado das nossas ações. Super interessante isso aqui. O Agora, tem outras questões aqui que elas já são abordadas eh de maneira bastante direta por próprio Allan Kardec. Então, por exemplo, assim, o conceito de céu, ele é bastante explicado por Allan Kardec lá no livro Céu e Inferno. Então, já vai colocar o o céu naquela naquela posição que nós devemos entender que é o quê? É a situação dos espíritos felizes, a situação dos espíritos que evoluíram espiritualmente. Não é exatamente um lugar, mas uma condição de sentimentos, uma condição intelectual, uma condição espiritual de maneira geral, uma condição moral e daquele espírito que ele não tem dívidas mais, né? já alcançou ali uma certa plenitude espiritual. O livro Céu e Inferno também vai falar do que que é o milagre. Nós temos no livro, eh, no livro Gênesis, aliás, desculpa, no livro A Gênese, nós temos lá eh uma parte que é os milagres e as predições do Cristo, onde Alan Kardec vai nos demonstrar que realmente não existe milagre aqui. O milagre é uma expressão apenas para designar uma coisa impressionante, mas que na verdade não existe milagre. Por quê? Porque Deus não vai derrubar suas próprias leis. As leis de Deus são as leis da química, da física, da biologia. Deus não vai derrubar essas leis aí, mas vai. Mas existem momentos em que nós não compreendemos como é que funciona uma coisa. E aí a gente chama de milagre, né? E ao mesmo tempo a expressão mistério, que para nós ela é algo que tá escondido ainda. Muitas religiões no mundo todo não tocam em certos aspectos da sua fé, não tem esse olhar racional de entender como é que isso é possível. O espiritismo não,
ara nós ela é algo que tá escondido ainda. Muitas religiões no mundo todo não tocam em certos aspectos da sua fé, não tem esse olhar racional de entender como é que isso é possível. O espiritismo não, o espiritismo ele não gosta de mistérios. O espiritismo gosta de solucionar mistérios para que não fique nada inexplicado. Então, é sempre uma uma, eu vou dizer assim, um estímulo para o espírita estar sempre investigando como é que uma coisa acontece. Allan Kardec fez isso para nós investigar os mistérios que nos acontecem individualmente ou na casa espírita, fenômenos do mundo, o espírita tá atrás de tentar entender onde é que tá ali a origem desse mistério, como ele eh eh que ele aconteceu, né? Eliane falou muito bem sobre a tentação, sobre o dia do juízo, né? A salvação é uma palavra que eu queria até destacar aqui antes de passar a palavra para Eliane, né? Porque fala-se muito em salvação. Ah, vamos alcançar a salvação. A salvação como se alguém fosse nos salvar, alguém fosse nos tirar dos problemas, né? Alguém fosse nos tirar do mal e nos levar lá para o céu, entre aspas, né? Isso é salvo, né? Tem muitas religiões tratam assim, né? Ah, Jesus é o Salvador. É o Salvador. É o Salvador. Mas não porque Jesus vai pegar na nossa mão e nos levar como, né, no elevador espiritual até lá no céu, né? Não é bem assim. Conceito de salvação é muito interessante. Está salvo aquele espírito que não cai mais em tentação. Ele tá salvo. Olha que legal isso aqui. Achei super bacana ser o modo como André Luiz trata essa questão da salvação. Ah, eu quero ser salvo. Ótimo. Você tem que estar moralmente equilibrado num ponto em que você não cai mais na tentação. As tentações que te levam ao mal, as tentações que vão te levar ao desequilíbrio, a raiva, né? a você, você ser desleal, a você cair no vício, né? Você ser uma pessoa antiética. Então, se você está livre disso e você não corre risco de cair, você está salvo. Você tá salvo, porque aí pode acontecer qualquer coisa ao seu ao seu redor. Você não vai
Você ser uma pessoa antiética. Então, se você está livre disso e você não corre risco de cair, você está salvo. Você tá salvo, porque aí pode acontecer qualquer coisa ao seu ao seu redor. Você não vai se desequilibrar, não vai cair. André Luiz, André Luiz não, Emmanuel nos traz alguns espíritos, né, em obras famosas que eles não caem em tentação. No caso da Oceon, né, lá do livro libertação, ela não cai em tentação, ela tá salva. Olha o outro livro lá, o ave Cristo, quinto varro. Quinto vasto tá salvo. Ele não cai em tentação. São espíritos que tiveram, viveram uma série de vicissitudes, mas não caíram. Eles não deixaram de de cumprir ali com o ideal cristão na vida deles. Se afastaram de tudo que poderia atrapalhar essa essa vivência deles. Então assim, a dá um oi aí pro pessoal. Hã, dá um oi aí pros nossos amigos. É, eu tô aqui falando, nem vi o chat. Vamos ver como é que tá o chat aqui. Ah, olha só, o Robson tá aqui. Bom dia, Rob. Tá joia, Cásia. Um beijo para todo mundo. Fazer igual o Robson. Muito bom. Olha, Patrícia de Ros tá aqui com a gente aqui. Bom dia, Patrícia. Muito bom, hein? Muito legal, gente. Obrigadão pela conexão aí, por assistir aqui, né, essa esse nosso diálogo aqui, né, tão produtivo. Muito obrigado. Isso aí. Vou passo a palavra para Elian, que eu já falei demais já nesse momento. Eu gosto dessa fala aí do da salvação, porque Jesus lá em Mateus, ele fala: "Mas aquele que perseverar até o fim será salvo". Eu acho tão bom isso. Olha, aquele que perseverar até o fim será salvo. Aí o que que é o fim, né? O fim da vida. O que que é esse fim? Aí eu buscando aqui informações a respeito, né, da do que que é essa salvação, do que que é esse fim, onde acaba, né, tanto esforço, né, que a gente tem que fazer aí lá na no livro Palavras de Vida Eterna, né, que você falou aí agorinha, eh, tem uma fala lá assim: "O evangelho não deixa dúvidas quanto a salvação, por exemplo, de Pedro. é que Pedro foi salvo da indecisão. Olha só, e é impelido a sustentar-se em trabalho até a senctude
eh, tem uma fala lá assim: "O evangelho não deixa dúvidas quanto a salvação, por exemplo, de Pedro. é que Pedro foi salvo da indecisão. Olha só, e é impelido a sustentar-se em trabalho até a senctude das forças físicas. Paulo, por exemplo, foi salvo da crueldade e é constrangido a esforço máximo na própria renovação até o último sacrifício. Olha só, por isso que a gente vê que a salvação ela é individual mesmo, né? Você vê, Paulo teve um tipo de salvação, né? Dentro das suas das suas necessidades aí, né? Dentro da sua particularidade, né? das suas imperfeições. Aí Pedro também, né? Então, cada um de nós tem a sua própria salvação, porque nós somos individuais, né? Nós estamos aqui cada um com objetivo. Então, Jesus nos propõe que sejamos perseverantes nos nossos compromissos, por exemplo, né? Perseverante nos nossos objetivos, né? Então, o que que é que a gente tem que se esforçar tanto? Por exemplo, a gente vê assim a salvação muitas vezes através da conquista, através de um trabalho, né, religioso. Nós espíritas mesmo, nós falamos muito sobre isso, sobre trabalho, compromisso. Mas, por exemplo, quantas vezes a gente pode pode estar sendo salva através de uma enfermidade? Será que a gente já para pensar nisso? Porque assim, a dor muitas vezes ela é o nosso freio, é um termômetro, né? Para ver que não tá bom. O caminho que a gente está seguindo não está bom. Será que a gente quer passar por isso? Porque se nós somos, nós fomos criados simples e ignorantes, como fala lá na questão 115, né, do livro dos espíritos, nós precisamos continuar a ler essa questão lá, porque a gente vê muita gente lendo só essa parte para poder, como se diz, né, poder entender, né, e até às vezes até arrumar uma desculpa que a gente foi simples e ignorante, né? Nós somos criados simples ignorantes, então a gente pode errar. Mas os espíritos complet complementam ali, completam essa questão dizendo que nós somos fomos criados simples e ignorantes. Porém nós temos aí inúmeras ferramentas para nós
, então a gente pode errar. Mas os espíritos complet complementam ali, completam essa questão dizendo que nós somos fomos criados simples e ignorantes. Porém nós temos aí inúmeras ferramentas para nós evoluirmos, né? O nosso trabalho, a nossa religião, nossos pais, os nossos amigos são elementos para que a gente possa despertar e melhorar. Sairmos dessa ignorância. Essa aqui tá desligado. Seu áudio tá desligado. Ia ia falar do comentário da Patrícia aqui, né? Nos salvar de nós mesmos. Nos salvar de nós mesmos. Salvar de nós mesmos. E é isso. Porque nós não estamos sendo salvos do mundo, das outras pessoas, sendo protegidos do mundo, né? Protegido de nós mesmos, né? Então, o que que é que a gente hoje está buscando, né, quando nós eh voltamos aqui para essa vida, né, para esse mundo, e a gente já traz aí inúmeras eh eh reencarnações, experiências malvividas que servem, né, como um alerta para nós, né, porque Thago fala, né, nós só tentados pela nossa própria concupscência. É essa que é a nossa maior tentação, né? os nossos desejos, né, que nós ainda não conseguimos, né, domar, nós não conseguimos superar. E aí vem então, né, essas oportunidades de salvação. A que eu mais assim eh me apego são os nossos desafios e dores e dificuldades que a terra ainda nos traz. Porque por amor ainda eu acho que eu acho que amor é uma palavra muito forte ainda, né, aqui na Terra. Mas a gente vai descobrindo eh nessas situações, né, que a vida vai nos trazendo, nos forçando a a ver, né? Será que a gente hoje tá preparado para passar para uma doença, uma perda muito grande? Serja de qualquer forma, né? Às vezes uma perda material para tratar nosso orgulho, nossa vaidade, né? Então assim, eu que trabalho com a uma área tão sensível, que é uma área que abrange assim pessoas enfermas, né, de equipamentos acessórios, né, de ortopedia. Então a gente encontra tantas pessoas que têm problema às vezes com AVC, perdeu uma perna, questões assim, sabe? E esses dias, assim, eu peço até licença para
quipamentos acessórios, né, de ortopedia. Então a gente encontra tantas pessoas que têm problema às vezes com AVC, perdeu uma perna, questões assim, sabe? E esses dias, assim, eu peço até licença para poder falar a respeito disso, porque a gente aprende muito, né, uns com os outros. Uma esposa falou: "Olha, meu marido tá doente". Aí depois ela parou, falou: "Mas eu sei por que ele está doente". Muita, ele era muito arrogante. Aí eu levei um susto assim porque eu não vejo ninguém falar assim, né? Então a gente sempre está naquele lado assim da vítima, né? Do coitado, do injustiçado. Mas é essa a proposta que a doutrina faz para nós, né? entender o porquê, entender para quê e nós sairmos da rebeldia e entrarmos na resignação, na abnegação. Essa que é a proposta, né? E se a gente quiser saber o porquê de tantos tantos conflitos e dores a qual nós podemos estar passando agora, é só nós estudarmos o capítulo 5 do Evangelho, né, do bem-aventurados aflitos. Lá estão as dores, né? um dos maiores capítulos do evangelho, inclusive. Mas aí a gente vai entrar nessa salvação individual, né, que a gente precisa entender. Então, a salvação, eu eu fico assim preocupada, um pouco preocupada quando a gente vê assim no fanatismo religioso de salvar o outro, né? Salvar o outro, salvar as almas, né? A gente ouve muito isso, não é crítica nenhuma, é só uma observação. Porque se nós começarmos a cuidar de nós em particular, que é a salvação individual, nós já estamos melhorando o mundo, não é verdade? Se dentro da minha casa eu tenho quatro pessoas convivendo aqui, se cada um se salvar, se salvar do orgulho, se salvar do egoísmo, né, a gente já vai estar muito bem. Imagina se fosse assim, se cada um olhasse para si mesmo, que essa que é a ideia. Quando lá no capítulo eh na primeira parte da de obras póstumas, Allan Kardec traz a causa, o efeito e os meios de destruir o orgulho e o egoísmo, que são que são a chaga da humanidade, né? o orgulho e o egoísmo. Ele fala: "Olha, primeiro a gente começa na cura eh
Allan Kardec traz a causa, o efeito e os meios de destruir o orgulho e o egoísmo, que são que são a chaga da humanidade, né? o orgulho e o egoísmo. Ele fala: "Olha, primeiro a gente começa na cura eh individual. Cura, porque a gente já vê que é uma doença, né, espiritual. Nós termos orgulho, nós sermos egoísta é uma doença. É isso que ele quer trazer. Então, vamos começar a curando-nos em primeiro lugar e depois parcialmente e depois a gente vai levar pra sociedade. Olha só essa necessidade. Então, olhe primeiro para você. E como que a gente vai ajudar a contribuir com essa com esse progresso moral da humanidade? Kardec, só fala uma coisa, exemplo, não é obrigar, não é violentar a consciência do outro que o outro tem que ser assim, eu tem que melhorar, não é o exemplo. É o exemplo que vai fazer com que nós, como se diz, né, cheguemos no outro. Então nós vamos fazendo aí o outro vai vendo e assim nós vamos contribuindo para que nos salvemos, né? Então a salvação coletiva é assim, começa em mim primeiro. Muito bom. Isso mesmo. Antes de continuar, eu quero falar com Robson bem aqui antes que eu esqueça. Robson, tivemos aí eh há poucos dias atrás o Congresso Espírito do Estado de Goiás, né? E encontramos lá Severino Celestino e o Mordecai, né? E aí o Severense Celin falou que tá com saudade do Robson, falou que tá doido para te dar um abraço, viu Robson? Vou te dar esse recado do professor ali que teve com a gente aí, conversou bastante. Eu também, viu Robson? Não é só ele não. Nossa. É, foi uma festa encontrar esse pessoal, porque assim, a gente que eh está nesse ambiente virtual e as pessoas às vezes nos assistem, não entende que nos bastidores todo mundo se conhece de alguma maneira ou de outra, né? Nós participamos às vezes das lives uns dos outros. Temos aí o congresso de Goiás que a gente recebe todo mundo aqui, né? Então assim, a gente recebe aqui também Jorge Elarrá, né? Que que vem com com boa frequência, então a gente na verdade a gente acaba conversando muito, se
Goiás que a gente recebe todo mundo aqui, né? Então assim, a gente recebe aqui também Jorge Elarrá, né? Que que vem com com boa frequência, então a gente na verdade a gente acaba conversando muito, se encontrando nos bastidores, né? Todo mundo aqui é muito amigo, né? Próprio Robson Bin, né? A Patrícia De Ros, né? Que saíram lá cada um dos seus países vieram paraa Goiânia, né? Pouco tempo atrás. Então assim, a gente mantém esses laços de amizade fortes, né? Bom, eh, depois do Golossário, André Luiz, então, ele vem trazer para nós assim uma reflexão final sobre sobre todas essas questões que ele traz. Na verdade, quer dizer, André Luiz, ele vem dizer assim que não trouxe esses termos aleatoriamente. Ah, vou fazer um glossar aleatório termos bíblicos. Não, ele ele começa a a essa finalização do texto, nessa ele começa essa conclusão do seu do seu raciocínio dizendo o seguinte, uma palavra muito forte que ele usa aqui. O espiritismo tem por missão fundamental entre os homens a reforma interior de cada um. ponto aqui. Então, D Luiz, ele vai trazer uma máxima aqui dentro dessa dessa mensagem dele. Então, ou seja, que o objetivo primário, o objetivo principal, ele existe para isso, o espiritismo, que é nos reformar interiormente. Eu acho isso, isso incrível ele falar isso, sabe? Como a Patrícia de Roz falou aí, como Eliane também falou várias vezes hoje durante a nossa live, o espiritismo nos coloca para olhar para nós. Não, o espírita não é o reformador do mundo. O espírita não é o reformador do seu vizinho. O espírita não é o reformador das pessoas ao seu redor. Eliane falou do exemplo aí agora, né? O exemplo que arrasta. O espírita é o reformador de si mesmo para que ele se torne exemplo, para que onde ele esteja, ele aja de forma pacífica para pacificar, agind amorosa, né, para pregar o amor. aja de maneira racional, inteligente, comedida, para que essa inteligência possa ser apreciada por outros que também vão agir com inteligência, seja ético, para que as as ações éticas
a pregar o amor. aja de maneira racional, inteligente, comedida, para que essa inteligência possa ser apreciada por outros que também vão agir com inteligência, seja ético, para que as as ações éticas possam ser divulgadas, né, pela prática ética. E por aí vai, por aí vai. Então eu acho isso fantástico, porque pacifica o nosso coração para que a gente não se revolte, para que a gente não queira, não queira ficar derrubando o outro, para que a gente não saia por aí gritando para dizer: "Tá tudo errado, o mundo tá errado". Que a gente não caia nessa, para que a gente olhe para as coisas do mundo e pense assim: "Bom, o mundo tá aqui, o que que eu vou aprender com isso para mim, para que eu possa me reformar? Tô vivendo uma situação difícil, mas o que que essa situação tem para mim ensinar? Então, o espiritismo sempre nos coloca para olhar para fora, para que a gente possa enxergar melhor dentro, né? Estamos vivendo uma situação porque essa situação ela tem algo para me ensinar sobre como eu devo me portar de uma maneira diferente nesse caminho cristão, nesse caminho de de de crescimento moral. E olha aí, aí depois ele vai continuando, né? O espiritismo nos fornece explicações do porquê do destino de cada pessoa. Estou vivendo aqui um destino. A vida me colocou num caminho. Por que que eu tô nesse caminho? Né? E é por isso que ele diz depois posteriormente o quê? que essa é a razão pelo qual o Espiritismo vai nos fazer repensar certas ideias e certos valores, porque o mundo é materialista e o mundo nos ensina coisas do mundo. O espiritismo nos coloca para reajustar esses valores, para nos reajustar esses ensinamentos que nós aprendemos na matéria. E assim André Luiz vai dizer pra gente: "Olha, a gente vai iluminar, vamos lançar luz, primeiramente luz na nossa consciência e segundo consolo para os corações humanos". Olha aí, primeiro nos iluminemos, né, com essas informações. Ou seja, vamos lançar a luz nas trevas interiores nossas, nas nossas sombras, nos mistérios. Vamos lançar luz no nos
os corações humanos". Olha aí, primeiro nos iluminemos, né, com essas informações. Ou seja, vamos lançar a luz nas trevas interiores nossas, nas nossas sombras, nos mistérios. Vamos lançar luz no nos mistérios. Aí sim, quando a gente consegue iluminar os pontos que a gente não compreende, aí vem o consolo, brota o consolo. Olha que bonito que André Luiz fala, né? chega a ser poético. E aí ele encerra dizendo assim, né, pelo menos esse parágrafo, né, como a Eliane falou, Cristo não veio destruir a lei. Ponto. Cristo não veio revolucionar as coisas no sentido de fazer coisas eh eh surgirem de maneira diferente. Nós vamos refazer tudo, vamos zerar tudo e começar de novo. Não, não. Essa não é a ideia de Jesus zerar aqui para começar de diferente, não. A ideia é o quê? Vamos continuar o que é bom e vamos, né, parar com o que é mau, porque tem muita coisa boa. Elena falou demais sobre isso aqui na live de hoje, foi bacana, ela falou, né? Tem muita coisa boa, mas tá misturado com coisa ruim. Aquela história do Joio misturado com trigo, né, que é uma que é uma passagem clássica aí da do Novo Testamento. Nós somos joi e e trigo misturados. Jesus quer dizer é isso. Não, vamos seguir com o trigo aqui. A gente joga o joio para trás, deixa ele para lá. Vamos, nós vamos pôr fogo em tudo. Vamos pôr fogo no trigo e no joio junto para depois plantar uma coisa nova. Não, não é isso que Jesus quer. E assim a gente exalta aquilo que é que é legal. Quer dizer, essa exaltação é a sublimação. Temos que sublimar, ou seja, destacar o que é importante, resumindo o que é o mais legal. E aí sim a gente vai começar a entender nesse processo que as alegorias têm sentido. Então nós não vamos descartar os termos bíblicos porque a gente não tá entendendo. Ah, não tô entendendo isso aqui. Isso aqui não tem nada a ver com o espiritismo. Vamos descartar isso aqui. Não, não, não é isso. Vamos tentar compreender. Aí a gente tira aqui o que é bom para nós e a gente vai caminhar com isso. Aí é hoje em dia uso assim
ver com o espiritismo. Vamos descartar isso aqui. Não, não, não é isso. Vamos tentar compreender. Aí a gente tira aqui o que é bom para nós e a gente vai caminhar com isso. Aí é hoje em dia uso assim muito uma expressão chamada de ressignificação. Ressignificar, né? Eh, André Luiz trouxe uma um exercício de ressignificar certas expressões bíblicas para que elas possam encaixar no nosso dia a dia. Nós já temos o exemplo clássico que Allan Kardec traz de ressignificar a palavra ressurreição. Não, ressurreição seria reencarnação, porque ninguém ressuscita, ninguém levanta o túmulo, sai andando de novo. A pessoa recupera a vida, a vida volta. Então a maneira de se falar da mesma coisa. Onde era a reencarna? ressurreição vira reencarnação. Então, André Luiz traz pra gente essa essa reflexão um pouco mais profunda sobre isso aí, a gente sossegar o nosso coração um pouco, agir com cautela, pensando que tudo tem um valor para nós, pro nosso aprendizado. Jesus, eh, Deus não fez nada errado. Deus não nos colocou aqui numa enrascada eh sem motivo, né? Às vezes a gente pensa nisso: "Nossa, que situação difícil que eu estou aqui." Não, não, não é isso, né? Deus não quer o mal para nós e nem deixou a coisa acontecer aleatoriamente. Nós é que temos que tentar dar significado às coisas. Aí mais uma vez a palavra ressignificação entra. Então André Luiz ressignifica os termos bíblicos e a gente aplica isso ressignificando a nossa vida, os nossos valores. O que que eu achava que era uma tragédia? Desculpa, que é um aprendizado, um ensinamento. Às vezes eu penso, nossa, tô entrando uma fria aqui nessa situação na minha vida. Não é apenas um caminho errôneo que tá se apresentando para mim para que eu possa depois tomar um caminho reto, um caminho mais adequado. Então a gente tem que aprender a fazer isso que André Luiz fez. Da mesma maneira que ele ressignificou os termos bíblicos, a gente ressignificar as coisas da nossa vida, parar de achar que tá tudo errado à nossa volta, que a gente tem que corrigir tudo que existe.
Da mesma maneira que ele ressignificou os termos bíblicos, a gente ressignificar as coisas da nossa vida, parar de achar que tá tudo errado à nossa volta, que a gente tem que corrigir tudo que existe. Se a gente vai por esse âmbito, a gente não se corrige a si mesmo. Nós não nos corrigimos internamente. Se eu começar a achar que tudo fora tá ruim e que eu tenho que mexer em tudo que tá fora, eu deixo de prestar atenção no que eu tenho que mexer dentro. Acho que basicamente o raciocínio que ele traz é essa, né? Então, todos esses termos, como ele diz aqui, né? Termos que às vezes são colocados de forma alegórica sem ter uma palavra muito definida. Então, a Bíblia traz essas essas expressões, mas existe um significado profundo em tudo. Assim como na Bíblia tem um significado profundo, André Luiz vai dizer: "Olha, o que você tá vivendo também tem um significado profundo. Olhe para você mesmo, olhe pro seu interior, veja como é que tá seu equilíbrio, sua moral, sua ética. Veja, veja o que você tá deixando de aprender para que você possa crescer, né? É muito bom, né? Quando ele fala assim, a rigor, a verdade pode caminhar distante da palavra com que aspiramos a traduzi-la. É a compreensão, né? Como a gente é necessitado de entendimento, né? Por exemplo, dicionário é muito necessário por conta de um entendimento errado de uma palavra. a gente faz uma interpretação errônea, né, tanto da vida quanto do que a gente está estudando. Então, a gente precisa de um dicionário para poder entender o que que quer dizer, né, as palavras. Mas aí vem a doutrina espírita com essa proposta de fazer com que a gente avance, né, no nosso progresso eh moral. Mas para isso nós precisamos de um modelo, né? Nós já temos aí que é o modelo Jesus, né? É o maior exemplo de todos, né? Em função de superioridade moral é Jesus. Então nós já temos o modelo a seguir, não é isso? Mas aí eu acho interessante quando Kardec coloca lá, por exemplo, no capítulo 5, na justiça das aflições, que é o item lá muito importante, Kardec fala: "Olha,
já temos o modelo a seguir, não é isso? Mas aí eu acho interessante quando Kardec coloca lá, por exemplo, no capítulo 5, na justiça das aflições, que é o item lá muito importante, Kardec fala: "Olha, Jesus é como se fosse assim a a voz de Deus". Jesus vem trazer o ensinamento de Deus para nós, né? Das leis divinas, nos explicar o que que são essas leis divinas. Mas aí, quem é o porta-voz do Espiritismo? Os espíritos, os espíritos são a, né, são a voz, né, como é que é o espiritismo tem a voz dos espíritos, né, para nos ensinar. E aí a gente entra aqui, né, no Espírito Santo, né, que você falou, né, por exemplo, no santo. Eu quero ficar entre esses aqui agora, porque André Luiz fala assim: "O santo é aquele, né, atributo dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam na Terra execução do próprio dever, aparentemente." Então, nós estamos caminhando, né, num mundo de expiação e de prova. A gente sabe que nós não somos perfeitos, né? Perfeitos só Jesus que passou por aqui. Mas nós podemos fazer dessa vida a melhor possível. É esse que é o nosso objetivo. Então, qual que é o meu objetivo hoje? Fazer tudo que eu faço agora da melhor maneira. Olha, aí eu tiro essa ideia, né, de salvação eh imediata, né, que nós estamos vivendo numa época muito imediatista. Então ele traz frustração, ansiedade, tá gerando tanto problemas, né, em nós, né, por conta disso. Então nós vamos salvar agora tudo que nós precisamos salvar. Nós vamos corrigir todas as nossas imperfeições nesse momento de todas as nossas existências. Eu não sei, mas eu acho que é é um pouquinho impossível, né? Mas quem somos nós para poder avaliarmos isso, né? Nós estamos ainda evoluindo. Se nós saírmos aqui da Terra, nós iremos para outro mundo, né? Continuando a evoluir. Mas, por exemplo, eu gosto muito de uma história do de Francisco de Assis, quando ele é interrogado por um dos seus discípulos lá, né? Ele estava aguando uma uma roseira, né? Suas plantas lá. Aí ele pergunta para ele, o seu discípulo pergunta
stória do de Francisco de Assis, quando ele é interrogado por um dos seus discípulos lá, né? Ele estava aguando uma uma roseira, né? Suas plantas lá. Aí ele pergunta para ele, o seu discípulo pergunta assim: "Eh, pai Francisco, se o senhor quando, quando for o dia da sua morte, o que o senhor gostaria de estar fazendo?" E aí ele responde: "Gostaria de estar fazendo o que eu estou fazendo nesse momento, aguando as minhas rosas, as minhas plantas". Aí eu pensei, gente, que coisa mais simples e e de consciência assim tranquila. é uma pessoa que tem uma consciência tranquila do que está vivendo. É isso que é o santo aqui na visão, na minha percepção, né, que o santo ele está, como se diz, né, vivendo a sua própria vida, atendendo a necessidade da sua própria vida, mas de maneira santa. Então, não importa onde nós estivermos, nós podemos estar vivendo santamente. Então, nós não temos que estar num lugar orando 24 horas, né? Que até no Evangelho fala sobre isso, né? O homem no mundo, no capítulo 17, sede perfeitos, o homem no mundo, ele não precisa ficar o tempo todo ligado aos espíritos superiores, né? vivendo misticamente, porque nós estamos na terra, mas nós tornarmos santas, né, as coisas que nós fazemos, seja no nosso lar, no trânsito, nosso trabalho, é o Esse é o cristão, esse é o espírita, esse é o exemplo que nós vamos levar, vivermos com dignidade, com honestidade, o que nós fizermos, aí sim nós estamos aproximando aí do que nós estamos vendo, né? Nós já estamos construindo o nosso reino de Deus porque ele é interior, que a gente já viu Jesus tirando aí essa questão de matéria, né, que tá dentro de nós. Nós estamos nos aproximando do Espírito Santo, que são esses espíritos que nos ajudam, que nos orientam, aproximando dessa condição espiritual. Mas para isso nós temos que passar por essas questões aqui, né, materiais e vencer as tentações que nós temos. Quais são as tentações? Tentações simples. Por exemplo, ah, eu não aceito alguém falar alto comigo, eu falo mais
que passar por essas questões aqui, né, materiais e vencer as tentações que nós temos. Quais são as tentações? Tentações simples. Por exemplo, ah, eu não aceito alguém falar alto comigo, eu falo mais alto. É uma tentação que nós passamos, né? Às vezes uma forma de alguém nos nos tratar, né? Vai tentar fazer com que a gente saia da nossa condição assim de progresso, né, moral e a gente vai lá pro lado inferior que a gente tem, né, que é isso que Thago fala, né, a nossa concupência, ou seja, é o que a gente tem. Então aí a gente vai começar muitas vezes se preservar, né? Então o que que eu preciso fazer para me preservar? Às vezes falar menos, né? Buscar nesse mundo aqui um equilíbrio, né? Fugindo assim dessas dessas condições que nos que mais nos prejudicam, nos inferiorizam. É um desafio, né? É por isso que vai valer a pena, né? É por isso que a gente vai ser salvo, porque é passar por tudo isso e a gente conseguir, né, e a gente conseguir ainda sair bem, né, de todas essas questões, né, para isso teve aí, né, para isso teve aí essas, como se diz, esses porta-vozes, né, do mundo espiritual nos trazendo essas mensagens, né, que eles venceram, né, Jesus mesmo fala isso, né, eu venci o mundo. Então a gente vai vendo que tem como sim, né, a gente progredir e a gente compreender e que a gente vai passar, né, pelo que eles passaram. Muito bom, muito bom mesmo, né? Gostei demais desse estudo. Nossa, realmente essa questão que André Luiz nos traz, né, de ressignificar a maneira que a gente pensa, ressignificar o nosso valor, ressignificar nossa fé, maneira como a gente interpreta a realidade. Eu acho que é o exercício fantástico que a gente tem que fazer. Imagino que nós teremos que fazer esse exercício ainda, algumas reencarnações até nós conseguirmos entender essas expressões divinas. Aí que tá André Luiz, essa mensagem eu acho muito inteligente porque André Luiz usa vários termos que eles significam coisas diferentes, igual quando ele fala expressão, é a expressão da palavra, mas
Aí que tá André Luiz, essa mensagem eu acho muito inteligente porque André Luiz usa vários termos que eles significam coisas diferentes, igual quando ele fala expressão, é a expressão da palavra, mas também é expressão do comportamento. É a nossa expressão com relação a a como a gente enxerga a vida, né? Então ele vem dizer o seguinte, que às vezes a palavra não expressa exatamente o que ela quer dizer, da mesma forma que às vezes nós temos ainda muitas expressões para amadurecer. Às vezes, às vezes, eh, o que a gente quer falar não traduz o que a gente quer dizer, né? Então, Andrad quer dizer que da mesma forma que a nós temos que aprender a nos expressar melhor, nós temos que aprender a reavaliar a maneira como a gente se expressa, não é? Às vezes a gente não percebe o que a gente tá fazendo. Às vezes conversamos com a pessoa, a pessoa fala assim: "Nossa, mas precisa falar assim comigo?" Aí a gente pensa, mas eu não falei nada demais. É o quê? É reavaliar a maneira como a gente tá se expressando, a maneira como a gente tá querendo falar alguma coisa, maneira como a gente tá querendo viver. Às vezes a gente quer educar, a gente que é pai passa muito por isso. Queremos educar, mas às vezes a gente é duro demais. Aí às vezes a gente pensa, nossa, mas será que a outra pessoa vem e nos fala e a gente fica pensando, mas não tô educando, mas você precisava ser assim com essa dureza toda? Não tem como uma maneira diferente de falar, de explicar. Então eu acho que é um exercício bom que André Luiz nos traz aqui pra gente sempre pensar duas vezes quando a gente vai fazer alguma coisa. Eu acho que é isso mesmo que eu quero fazer. Onde é que eu quero chegar? Será que o que eu tô fazendo tá da melhor maneira? Eh, então eu penso que é uma reflexão também sobre isso, né? And Luiz traz isso aqui no finalzinho pra gente, né? Olha só o que que ele fala, né? Renova as expressões do seu pensamento e aí sim a vida vai se renovar também a cada momento, nas fenas de cada hora, ou seja, a cada momento, a cada atitude
gente, né? Olha só o que que ele fala, né? Renova as expressões do seu pensamento e aí sim a vida vai se renovar também a cada momento, nas fenas de cada hora, ou seja, a cada momento, a cada atitude nossa é importante. É isso. E eu acho interessante esse finalzinho de de raciocínio do André Luiz aqui já no deixa eu encerrar a minha fala, né? é pensar, não, a gente não evolui espiritualmente de uma vez só, não. É gota a gota. É nessa palavra minha aqui agora. Aí aqui encerra a live. Quando encerrar a live aqui em casa, a gente vai começar uma outra rotina, né? Já tá chegando a hora do almoço, é outra coisa que a gente vai fazer. Cuidado nessa hora. Cuidado quando abrir a boca. Cuidado quando você for fazer uma atitude. Cuidado quando você for fazer isso ou aquilo. É assim que evolui a cada atitude, a cada palavra, a cada ação, a cada trabalho, a cada atividade, a cada bom dia, cada boa noite, a cada vez que você for falar alguma coisa com alguém para evitar a confusão, né? E você se se policiar. É a a Patrícia falou da disciplina, disciplina é isso, né? você acompanhando cada ponto para que esse ponto seja melhor possível, né? É isso. Eu vou encerrar minha fala por aqui. Acho que tá bem bacana. Eliane, pode quiser já encerrar aí, já fazer a prece. Eu acho que foi um estudo muito rico, né, que a gente trouxe, né, assim, acredito, acredito, né, que tem muito mais a explorar, porque a doutrina espiritual é muito rica e não acabam, né, os estudos e os exemplos e tudo. Mas hoje nós estamos aqui na terra fazendo tudo que nós fazendo por necessidade. Mas amanhã, né, quando nós viermos aí a ter essa compreensão de que além do nosso dever nós podemos fazer por amor, aí tudo vai fazer sentido, né? Essa aí é a reflexão que eu tenho em relação a esses espíritos, né, que nos orientam, que nos ajudam, né, Jesus mesmo faz por amor, né? Você citou aun, né? Ela não tinha necessidade de voltar, mas ela volta para esse mundo de expiação e de provas e ela é é assim, como se diz, né?
ntam, que nos ajudam, né, Jesus mesmo faz por amor, né? Você citou aun, né? Ela não tinha necessidade de voltar, mas ela volta para esse mundo de expiação e de provas e ela é é assim, como se diz, né? Orientada a não vir e ela vem por amor. Então hoje nós estamos aprendendo também, né? através desses espíritos assim a desenvolver não somente a nós mesmos, mas essa esse altruísmo, né, que a doutrina nos ensina, né? Não é iluminar nós somente, mas querer que essa luz se expanda aos outros, né? E é por amor, não é por outro motivo, não. Então nós vamos caminhando pro nosso encerramento, agradecemos a oportunidade, né, do Iges, a confiança, a amizade, a companhia aí dos nossos amigos, dos nossos irmãos e que nós possamos contar com essa doutrina espírita com aquilo que Kardec espera de nós, né, que sejamos esses que desvendam os mistérios. que pesquise, que busque respostas, né, para que a gente possa viver mais em paz, né, particularmente em paz, né, porque essas respostas que nós buscamos para sairmos da ignorância, do desespero, né, da maldade, entendemos assim com a doutrina espírita, a lei de causa e efeito, aí se desfaz aí essa ideia do egoísmo, né, que até a Patrícia trouxe para nós. Então, não vale a pena ser egoísta, não vale a pena ser orgulhoso quando a gente vê que existe uma vida futura e essa vida e esse futuro que pode ser amanhã, né, batendo nossas portas. Então, quando a gente começa a entender, né, a lei de causa e efeita, a reencarnação e tudo, tudo aquilo que nós fazemos volta para nós, onde nós colocamos assim na ideia de que será que isso me conforta ou me preocupa, né? Os nossos resultados, a gente sempre vai olhar as nossas ações que tem sempre um resultado. Então, essa é a sementeira, né, que a gente tá sempre aí estudando e vivenciando, né, que é o principal. Então fica para nós essa reflexão, agradecendo, né, a Deus, nosso pai maior por essas informações do mundo espiritual que chega até nós como bálsamo, como alívio e como incentivo a continuar no caminho do bem, a nos
nós essa reflexão, agradecendo, né, a Deus, nosso pai maior por essas informações do mundo espiritual que chega até nós como bálsamo, como alívio e como incentivo a continuar no caminho do bem, a nos esforçando, fechando os nossos olhos assim, se for de nossa vontade, amado Mess, Graças te damos, Senhor, por todos esses ensinamentos, pelo Teu Evangelho que nos traz paz, serenidade, ânimo e força moral. Jesus, abençoa cada um de nós. Abençoa a nossa força de vontade para sermos melhores a cada dia. Hoje melhor que ontem, amanhã melhor que hoje. Sustenta-nos, Senhor, nas nossas fragilidades, nas nossas fraquezas morais, mas nos dá também, Senhor, motivo para crescer espiritualmente, moralmente, nos desenvolvermos na questão material. na questão moral, na questão espiritual, material, no sentido de nós sermos irmãos e dividirmos o pão na fraternidade, no intelectual, Senhor, para conhecermos mais a tua doutrina e desenvolvendo em nós aquilo que nós precisamos. Abençoa Jesus também os nossos irmãos que se encontram em situações de dificuldades, que se encontram nas ignorâncias, na maldade, na crueldade, aqueles que ainda não conhecem o teu santo nome, Jesus. Abençoa, Senhor, aqueles que passam por dor, sofrimento no anonimato, nos hospitais, no mais simples casebre as mais altas mansões, nas depressões, nos desânimos, no desalento, que o amor alcance Jesus e que nós possamos, com pouco conhecimento que nós temos Nesse caminho ainda que nós estamos construindo, se for da sua vontade, sermos seus representantes, mestre, alenir corações, acalmar desesperos, levar a paz através da nossa boa conduta, do nosso exemplo de paz, de gentileza e acima de tudo de pacificação. Senhor, muito obrigada por tudo, Jesus. Cuida de nós, da nossa semana. e de cada lar aqui representado ser conosco hoje, agora e sempre. Que assim seja. Uma boa semana a todos. Que Jesus continue nos abençoando, nos envolvendo com muita paz. Muito obrigado a todos. Uma boa semana, né? Obrigado pela audiência aí, né? Pela
gora e sempre. Que assim seja. Uma boa semana a todos. Que Jesus continue nos abençoando, nos envolvendo com muita paz. Muito obrigado a todos. Uma boa semana, né? Obrigado pela audiência aí, né? Pela amizade, gente. É isso aí. Domingo que vem, nova dupla, novo estudo, novo capítulo. Estamos aí juntos.
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