Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 40 | 07.12.25

Conecta Espiritismo TV 08/12/2025 (há 3 meses) 1:09:21 7 visualizações

Estudando com Jesus | 30.11.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 40: Jesus e você Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE

Transcrição

Já são 10 horas. >> Pois é, no meu que ainda falta um minuto. >> Ah, bem. Tá. E vou tirar a gente para colocar aqui a vinheta. เฮ เฮ Olá a todos, muito bom dia. Um excelente domingo, entrando aqui já no mês de dezembro para que a gente possa fazer um estudo, mais um estudo do nosso livro Espírito da Verdade. E hoje um capítulo dos mais interessantes, que é o capítulo 40, que vai falar Jesus e você. Nós achamos um excelente capítulo para que a gente possa iniciar o nosso mês de dezembro aqui e já para que a gente possa eh trabalhar esse estudo, eu já vou convidar a minha companheira da vida, Eliane, para estar conosco aqui. Bom dia, tudo bem? Bom dia, Juliano. Bom dia a todos os amigos que nos acompanham através aqui do GES. E que mês bonito que nós temos, né, que é dezembro e falando de Jesus, reforça essa mensagem aí de fim de ano para que a gente possa sentir também o que é Jesus nas nossas vidas. Então eu eu recebo como um presente para nós aqui no nosso estudo de hoje esse tema tão importante e atual, porque o evangelho é diário. Então temos aí essa ferramenta em mãos para nos ajudar a discernir, a entender melhor a nossa posição aqui na vida terrestre. E desejamos a participação de todos aqui através do chat. É muito importante a o comentário porque enriquece e a gente vê também como visões diferentes. >> Muito bem, nosso amigo Walter Lucas já está aqui conosco. Muito bom dia para você também, Walter. Bom, eu vou então iniciar com a nossa prece. Então, a gente convida todos que estão aqui conosco a mentalizar muita luz agora, muita paz pra gente iniciar o nosso domingo com Jesus, esse estudo que é para nós um culto muito importante para tentar nos restabelecer o equilíbrio, a fé e a harmonia não apenas íntima, mas também doméstica. Senhor, nosso pai de infinita bondade, muito obrigado, Senhor, por nos permitir mais um dia de vida. Mais um dia de esperanças renovadas, mais um dia de fé, mais um dia de esperança, mais um dia de reequilíbrio na nossa vida e mais um momento de

obrigado, Senhor, por nos permitir mais um dia de vida. Mais um dia de esperanças renovadas, mais um dia de fé, mais um dia de esperança, mais um dia de reequilíbrio na nossa vida e mais um momento de reflexão, mais um encontro, um encontro em nome de Jesus nesse domingo de manhã para aprender um pouco mais das lições do mestre, para nos enriquecer um pouco mais, para nos fazer refletir mais uma vez e para nos contar essas histórias do passado. histórias desse homem, Jesus, mestre amado, querido, que viveu entre nós. E rogamos que o nosso lar possa ser iluminado nesse instante, Pai, que o nosso lar possa se tornar numa extensão da instituição espírita. muita luz, muita paz para nós, muita harmonia, que os nossos caminhos possam ser refeitos nesse estudo, Senhor, onde rogamos muita luz para cada um que está conectado aqui a nós e que o nosso lar possa difundir essa luz, Senhor, espalhar essa luz, multiplicar essa luz, Senhor, ao nosso derredor, iluminando a quantos pudermos, Senhor. Muito obrigado por esta oportunidade, né? e nos auxilia a aprender o máximo de ensinamentos aqui de cada palavra, de cada frase aqui. Muito obrigado. Que assim seja. >> Então, hoje o nosso tema Jesus e você. Essa obra O espírito da verdade são de autores diversos. Fografada pelo médium Francisco Cândido Xavier. e Valdo Vieira. Hoje a mensagem quem nos traz é o espírito André Luiz através da psicografia de Valdo Vieira. E nós temos também como referência desse estudo de hoje o capítulo 6 do Evangelho Segundo o Espiritismo, que é o Cristo o Consolador. Então, Jesus e você, nosso mestre não se serviu de condições excepcionais no mundo para exaltar a luz da verdade e a bênção do amor. Em razão disso, não aguarde renovação exterior na vida diária para ajudar. Comece imediatamente a própria sublimação. Jesus não tinha uma pedra onde recostar a cabeça. Se você dispõe de mínimo recurso, já possui mais que ele. Jesus, em seu tempo, não desfrutou qualquer expressão social. Se você detém algum estudo ou título, está em situação

a onde recostar a cabeça. Se você dispõe de mínimo recurso, já possui mais que ele. Jesus, em seu tempo, não desfrutou qualquer expressão social. Se você detém algum estudo ou título, está em situação privilegiada. Jesus esperou até aos 30 anos para servir mais decisivamente. Se você é jovem e pode ser útil, usufrui magnífica oportunidade. Jesus partiu aos 33 anos. Se você vive na idade amadurecida e dispõe do ensejo de auxiliar, agradeça ao alto, dando mais de si mesmo. Jesus não contou com os familiares nas tarefas a que se propôs. Se você convive em paz no recinto doméstico, obtendo alguma cooperação em favor dos outros, bendiga sempre essa dádiva inestimável. Jesus não encontrou ninguém que o amparasse na hora difícil. Se você recebe o apoio de alguém nos momentos críticos, saiba ser grato. Jesus nada pôde escrever. Se você consegue grafar pensamentos na expansão do bem, colabore sem tardança para a felicidade de todos. Vemos assim que a vida real nasce e evolui no espírito eterno e não depende de aparências para projetar-se no rumo da perfeição. Jesus segue à frente de nós. Se você deseja acertar, basta apenas segui-lo. Digamos. Pois, André Luiz, eu achei interessante aqui quando André Luiz traz para nós que nós já temos um modelo a ser seguido. Então, na dúvida das circunstâncias da vida, como agir, como não agir, temos Jesus como modelo. Então, assim, para iniciar, ou seja, a gente não está perdido. Nós estamos nos caminhos da vida e nós temos aí uma bússola, nós temos uma indicação e nós temos um exemplo vivo, ou seja, que deu certo. E aí nós estamos no ano de 2026 falando de Jesus e, como se diz, né, tentando praticar o que ele nos ensinou através do exemplo. Então, quando André Luiz fala, ele não escreveu, ele não dispôs de muitos recursos, eh, demonstra para nós que deve existir um esforço próprio, né? Mas a ao mesmo tempo que existe um esforço, tem que existir a vontade. Aí cada um na sua particularidade, medindo, sentindo as suas limitações. Mas a importância que eu vejo nesse

esforço próprio, né? Mas a ao mesmo tempo que existe um esforço, tem que existir a vontade. Aí cada um na sua particularidade, medindo, sentindo as suas limitações. Mas a importância que eu vejo nesse estudo de hoje é que André Luiz fala que Jesus ele trouxe mais o seu lado interior, né? naquela época não tinha tantas condições favoráveis, mas ele utilizou espiritualmente, ou seja, da sua característica particular, singular, usou dele. E agora nós estamos nesse desenvolvimento pessoal, espiritual e moral, mas com o modelo a ser seguido. Não acho isso que retira um pouco de nós essas preocupações em acertar e errar ao mesmo tempo? É, exatamente. Existe ainda eh um pensamento muito recorrente e eu acho que essa lição ajuda a gente a superar o que a gente acha que é limite. Quer dizer, quais são os limites daquilo que eu tenho que praticar como caridade ou o que que eu posso ajudar? Ou às vezes a gente sente que o que a gente tá fazendo não é caridade ou não é caridade suficiente. Eh, conforme Eliane foi falando, eh, o exemplo de Jesus, ele é muito válido. Eu eu concordo com essa afirmação, porque eh a gente não pode olhar para uma caridade e dizer assim, não, essa caridade aqui é melhor do que essa e ficar com com essa dúvida e e e acreditar que isso seja um uma espécie de métrica pra gente julgar o tamanho da caridade, né? A gente lembra eh que Allan Kardec, ele é um livro dos espíritos, questionou os benfeitores amigos sobre o que que era a caridade, mas sobre o ponto de vista cristão de Jesus. O que que Jesus acreditava ser a caridade? Ontem até nós conversávamos aqui em casa, né, sobre essa questão, né, do que que era a verdadeira caridade. E aí os espíritos vão dizer o seguinte: "Olha, a verdadeira caridade, conforme Jesus ele quis praticar, ele quis servir de modelo, como Eliane pontuou bem aí, né? Servir de modelo é na visão de Jesus era o quê? Você ser benevolente, você ser indulgente e você saber perdoar. benevolência indulgên, perdão. É o tal do bip, né, que a gente brinca muito

bem aí, né? Servir de modelo é na visão de Jesus era o quê? Você ser benevolente, você ser indulgente e você saber perdoar. benevolência indulgên, perdão. É o tal do bip, né, que a gente brinca muito quando a gente vai falar desse assunto, né? Então são os pontos da criidade. Não é você dizer que vou servir uma pessoa com sopesta básica e que a outra vou fazer um tipo de atendimento especial e tal e vou montar uma instituição para poder receber esse tipo de pessoa que precisa e tal. Não é esse tipo de caridade, exatamente, mas qualquer caridade que você fizer, que ou qualquer ato que você fizer para uma pessoa, uma atitude que venha de você para outra, hein, que seja uma atitude benevolente, ou seja, uma atitude boa, que tenha bondade incluída nela, que seja indulgente, ou seja, que seja menos crítico com defeito alhei, que não fique criticando gratuitamente o defeito de outra pessoa, só porque uma pessoa tem um defeito, ela tem uma característica assim que pode ser negativa, isso não é o motivo de crítica, né? Cada um tem um direito seu que acha melhor, né? E ao mesmo tempo a gente não conserve mágoa, não conserve mágoa, né? Não façamos essa atitude magoados ou que a gente não deixa a mágoa nos atrapalhar na nossa na nossa maneira. Então, a gente percebe que desde o início esse esse assunto ele é tratado na codificação e e é traduzido pelos espíritos de maneira muito simples, de maneira muito simples, né? E eu penso que André Luiz, ele abre muito bem eh esse estudo com a logo com a primeira frase, né, do texto, que ele vai falar o quê? Nosso mestre não se serviu de condições excepcionais, né? E isso não atrapalhou ele o quê? a exaltar a luz da verdade, nem a bênção do amor. Olha aí que interessante, né? Não, Jesus não teve esse arcabolso, né? Como Eliane falou assim, né? De equipamentos, né? De recursos financeiros, né? Um monte de de de amizades assim que o compreendessem, apoio familiar, né? Muito pouco ou quase nulo, né? Eh, então eu acho que o pontapé inicial

né? De equipamentos, né? De recursos financeiros, né? Um monte de de de amizades assim que o compreendessem, apoio familiar, né? Muito pouco ou quase nulo, né? Eh, então eu acho que o pontapé inicial de de André Luiz para que a gente possa iniciar as discussões, parte daí. Parte daí. >> Eh, eu acho interessante assim, quando Jesus é questionado, como nós podemos ser salvos, como nós podemos eh obter a vida eterna, conquistar os céus. E aí ele fala que vão ser separados aqueles que fizerem o bem de forma assim já de interpretação evangélica lá na quando Jesus fala do do bom samaritano. Então o bom samaritano ele tem o olhar, ele tem a sensibilidade de ver a necessidade. Então acho muito interessante isso, porque Jesus quer mostrar o quê? Aquele que consegue enxergar o outro. Então olha, nós não temos muitos recursos para poder ajudar, para poder sermos úteis, mas eu consigo ver a necessidade de um irmão. Então acho que a ideia da caridade é isso, é nós obtermos a ideia de acolher, de auxiliar com o que nós temos. Então, muitas vezes a gente espera algo grandioso e na verdade não é isso. Olha, o bom samaritano, ele usou o seu próprio esforço quando ele acolheu aquele irmão naquele local na rua. Aí ele levou ele, né, para um um local. Ele se dispôs a fazer. Então, a primeira coisa, passou um homem, um religioso, passou um outro doutor da lei. Você vê, era conhecimento demais, mas não tinha o olhar de bondade. Aí vem o samaritano, um homem julgado pela sociedade e fez mais do que eles. Eu acho isso tocante no evangelho. Jesus quer demonstrar isso. Você vê, não é o que a gente tem, é o que a gente é. Lá no capítulo 15 do Evangelho Segundo Espiritismo, Allan Kardec traz pra gente assim, ó, que fora da caridade não há salvação, que ele fala que a caridade está acima da fé e a caridade está ao alcance de toda a gente. Olha só, está ao alcance do ignorante como do sábio. Está ao alcance do rico como do pobre. independendo de qualquer crença particular, é o coração. Porque às vezes se nós eh eh buscarmos

oda a gente. Olha só, está ao alcance do ignorante como do sábio. Está ao alcance do rico como do pobre. independendo de qualquer crença particular, é o coração. Porque às vezes se nós eh eh buscarmos condições aqui, como o André Luiz fala, se nós começarmos a olhar só o lado exterior, buscando condições para servir, para ajudar, nós não vamos fazer aquilo que nós precisamos. Porque se Deus é bondade, é justiça, é amor, é misericórdia, a misericórdia vai alcançar aquela pessoa que precisa naquele momento, mas ela não vai nos alcançar de forma que nós precisamos. Porque André Luiz fala assim, ó: "Não aguarde renovação exterior na vida diária para ajudar. comece imediatamente a própria sublimação. Então, muitas vezes nós achamos que estamos ajudando as pessoas sendo sermos úteis aos outros. André Luiz fala que é a própria sublimação de quem ajuda. Olha só. Então, eu contribuo para o auxílio de alguém, mas não esquecendo que eu também estou em desenvolvimento, porque eu começo a desenvolver virtude, eu começo a ser bondoso, uma pessoa mais gentil. Isso tem a ver com hábito. Olha, se a gente começasse a entender que é um hábito nós olharmos à nossa volta, sermos pessoas que observasse mais o outro e sermos parte dessa luz aqui que Jesus eh. Quando ele fala Jesus, ele não precisou exaltar, aliás, ele não precisou de condições excepcionais no mundo para exaltar a luz da verdade. Olha só, Jesus foi a luz, a claridade. Imagina tanto que isso é importante. Jesus fala: "Eu sou a luz do mundo." Quando ele fala, brilhe a vossa luz, ele quer transmitir para nós que nós também podemos brilhar, iluminar. ou seja, através do seu próprio eh evangelho, da sua própria do seu próprio modelo. Então, a ideia aqui hoje dessa lição para mim, Juliano, é nós sermos úteis. Então, começa daí. Agora, ferramentas nós temos, quais são? Às vezes materiais, não, mas nós temos o quê? Virtudes particulares. E isso é bonito, né? Ou seja, nós temos muito a oferecer. E aí, André Luiz vai trazendo aqui para

ferramentas nós temos, quais são? Às vezes materiais, não, mas nós temos o quê? Virtudes particulares. E isso é bonito, né? Ou seja, nós temos muito a oferecer. E aí, André Luiz vai trazendo aqui para nós, né, quando ele fala que Jesus não tinha uma pedra para recostar a cabeça. Se você dispõe de mínimo recurso, olha só, mínimo recurso, já possui mais que ele. E aí, assim, posso te passar aí a palavra para você continuar um pouco, mas dizendo que nós temos recursos demais hoje. conhecimento que nós temos, nós temos eh mais condições hoje para servir. Exatamente. Eh, são tantos recursos e tantas possibilidades. E Eliane falou uma coisa muito interessante que é sobre o desejo de ser útil. Essa palavra aí é uma palavra muito, muito importante. Me lembro, por exemplo, do capítulo 13 do Evangelho. Há uma passagem bacana lá, sabe? Então essa passagem vai dizer o seguinte, que todas as pessoas que desejem ser úteis aos seus irmãos, vão encontrar 1000 ocasiões para realizar esse desejo. Quem quer ser útil encontrará 1000 ocasiões. Procure-as, né, como diz o evangelho, procure-as e elas se lhe depararão. Olha o que que é dito lá no Evangelho. Então, eh, eu acho bacana o evangelho trazer essa, essa expressão, porque nos coloca para poder treinar o nosso olho, treinar a nossa percepção sobre a necessidade alheia. Posso talvez não estar vendo nesse momento uma necessidade de auxílio, mas pera aí, a necessidade de auxílio ela existe. Eu que não às vezes não consigo perceber devido à minha talvez insensibilidade ou a minha imaturidade, falta de conhecimento. Então eu não tenho esse olhar atento. Hoje hoje nós estamos vivendo uma época, eu acho muito bacana essa essa ideia. Estamos vivendo um momento em que muitas instituições, muitos profissionais, eh muitos cientistas tem nos tem nos falado sobre essas questões de olhar olhar atento, não é? A saúde, as questões de saúde mental hoje estão muito em evidência, mas o que que é isso? É olhar para uma pessoa e e tentar imaginar, será que ela está bem? Será

uestões de olhar olhar atento, não é? A saúde, as questões de saúde mental hoje estão muito em evidência, mas o que que é isso? É olhar para uma pessoa e e tentar imaginar, será que ela está bem? Será que não está? Será que eu estou fazendo com o outro tá incomodando ela de alguma maneira? Será que o que eu estou fazendo estou prejudicando meu ambiente? ou ambiente doméstico, o ambiente profissional. Se esse olhar atento que o evangelho nos convida a ter é justamente para poder melhorar não apenas nossos relacionamentos, mas melhorar a nossa ação do bem. para quem para quem é cristão, além da melhoria dos dos relacionamentos interpessoais, é a melhoria do desses aspectos relacionados a caridade, a prática do bem, a benevolência, que vai me convidar, o quê? A ser mais positivo e a tentar amenizar as coisas, as coisas negativas que estão ao meu redor, né? A indulgência que vai deixar menos crítico, menos crítico. A gente tá vivendo uma época em que as pessoas são criticadas simplesmente por falar o que pensam. Eu penso dessa forma e as pessoas são são atacadas por aí por causa disso. Não podemos pensar fora do que cer, né, do que muitas pessoas acreditam. Então a gente indgência vai nos colocar para silenciar mais vezes, é menos críticos. Então eu acho que essa ideia da utilidade é muito bacana nesse sentido, sabe? E e continuando nesse raciocínio do evangelho, o evangelho ainda vai continuar para dizer o seguinte, eh deixa eu só pegar o um pedacinho aqui, né? Então, continuando, né, esse raciocínio do evangelho lá no item sete, ele vai falar o seguinte, né, além disso, né, de que de que encontraremos eh meios úteis ou 1 ocasiões de sermos úteis, se a gente tivesse olhar atento, o evangelho ainda vai dizer o seguinte, né? Porém, olha só, aquelas pessoas cuja intenção estiver isenta de qualquer ideia pessoal, ou seja, estou pensando mais no outro que em mim, né? Devem consolar-se da impossibilidade que se venha de fazer todo o bem que desejariam. Olha aí a história do óbulo da viúva. Isso quer

eia pessoal, ou seja, estou pensando mais no outro que em mim, né? Devem consolar-se da impossibilidade que se venha de fazer todo o bem que desejariam. Olha aí a história do óbulo da viúva. Isso quer dizer que eu vou encontrar, quanto mais eu vou treinando meu olhar, minha percepção, mais eu vou localizando locais onde eu posso ser útil, mais locais onde eu posso intervir de forma útil. No entanto, eu não vou dar conta de cuidar de tudo. Vão ter dessas 1000 situações que eu ver, nem todas eu vou conseguir auxiliar como eu gostaria. Então ele diz o seguinte: "Para quem pratica o evangelho é interessante. Então para quem tem que tá com vontade de praticar caridade, tá com olhar atento, tá com essa benevolência, vai há de vir uma frustração, diz o evangelho para nós aqui. Devem consolar-se com a impossibilidade de fazer todo o bem que desejariam. Então vai vir uma frustração de falar assim: "Nossa, eu queria fazer tanto, mas não dou conta". E que isso não é mal, é normal. É o normal, é isso. Mas que é importante para nós a gente ter essa percepção, né? Esse olhar atento para eh tudo que nos rodeia, onde a gente pode ser útil sabendo que nós vamos com o tempo enxergar muito mais o que fazer e não teremos condição, claro, de atender. E para isso vai nos motivar o quê? vai nos motivar a contatar outras pessoas, vai nos motivar talvez a filiar a instituições, vai nos motivar a tentar ampliar, né, o nosso campo de ação de alguma maneira, né, e trazer isso pro nosso dia a dia, né, e pra nossa visão de mundo. É bonito isso que o evangelho nos traz, né, e é esse treino que às vezes nos falta, né, quando sempre que a gente pensar que não sei se eu sou útil, não. Claro que é útil. Você é útil sim. Você só talvez não esteja percebendo as suas possibilidades ou não percebe suas possibilidades ou talvez não perceba os locais onde você pode ser mais útil, né? Talvez um campo mais útil do que outro. >> É muito bom, né? E André Luiz aqui, ele traz uma uma ideia que é muito importante para

ades ou talvez não perceba os locais onde você pode ser mais útil, né? Talvez um campo mais útil do que outro. >> É muito bom, né? E André Luiz aqui, ele traz uma uma ideia que é muito importante para nós. Por exemplo, quando ele fala assim, eh, Jesus em seu tempo não desfrutou qualquer expressão social. Se você detém algum estudo ou título, está em situação privilegiada. Aí eu fico pensando assim, tudo que nós temos, o título, estudo, ou seja, capacidades desenvolvidas, habilidades que a gente desenvolve ao torno da vida, em torno da vida. Agora, de onde vem tudo isso? Por que que alguns são mais inteligentes que outros? Porque alguns têm mais assim facilidade de formação acadêmica, né? Quando ele fala o título, título é o quê? Título terreno, né? um profissional muito capacitado enquanto outros não conseguem. Por que que alguns de nós não conseguimos e o os outros conseguem mais fácil, mais facilmente? E a questão da riqueza e a questão da pobreza. Nós temos aí estudo, né, do livro dos espíritos falando sobre a desigualdade social, da desigualdades eh que nós temos sociais. Então, a doutrina espírita vem trazer para nós que todas as capacidades mais fáceis para cada um de nós são acúmulos de conhecimento de vidas passadas. E às vezes eh nós precisamos freiar um pouquinho essa ideia de que é meu esse conhecimento, tomar muito cuidado, porque tudo vem de Deus. Ou seja, todas as habilidades que eu tenho desenvolvidas aqui nessa vida terrena é por permissão divina. Porque para nós espíritas que temos aí eh em como se diz assim eh a parte principal da doutrina espírita, a lei da reencarnação, vem trazer exatamente isso. Porque muitas vezes nós vamos estudar, por exemplo, questões nas nossas vidas e necessidades de passarmos pela humildade. Então, às vezes nós vamos ter uma limitação aí na área do conhecimento e às vezes passarmos pela pobreza ou nos testes da riqueza. Mas em resumo, tudo que nós temos, todos os recursos, todas as nossas capacidades vem de Deus. E aí lá em Tiago

o aí na área do conhecimento e às vezes passarmos pela pobreza ou nos testes da riqueza. Mas em resumo, tudo que nós temos, todos os recursos, todas as nossas capacidades vem de Deus. E aí lá em Tiago ele fala assim, ó: "Tudo de bom que recebemos e tudo que é perfeito vem do céu, vem de Deus, o criador das luzes do céu. Ele não muda nem varia de posição, o que causaria a escuridão." Então, a ideia aqui que André Luiz nos traz, que ele fala assim que se nós temos um estudo ou título, nós estamos em situação privilegiada. Ou seja, o que que é que nós estamos fazendo com essas situações? O que que nós estamos fazendo com essas riquezas nas nossas mãos? Se tudo vem de Deus, a gente observa que é permissão dele. Porque ora nós estamos felizes, saudáveis, porque a saúde é uma riqueza. O corpo físico saudável nos dá mais condições de evoluir aqui na Terra. Agora, quando a gente vem com uma limitação ou encontra uma limitação no meio do caminho, a nossa encarnação, a gente vê que já dificulta, mas a gente já observa aí que é para o quê? Para a utilidade. Então, se você tem mais, você deve servir mais. Quando Jesus fala: "Aquele que mais recebeu é o que mais será cobrado". Olha só, tanto que isso é interessante. Então, Jesus, dentro da limitação de sua época de recursos, ele serviu muito mais que a todos aqueles homens daquela época. E hoje, o que que nós temos que facilita? Então, por exemplo, na nossa profissão, o nosso conhecimento, então vai dando a ideia de que nós devemos o quê? passar para a frente. O que nós temos de recursos deve ser em prol da sociedade, do outro. Imagina se todo mundo que obtivesse um conhecimento guardasse para ele somente, então nós não teríamos professores, nós não teríamos curas de muitas enfermidades. Então é isso que André Luiz quer trazer. Se você dispõe de recurso, você está muito privilegiado. E a gente lembrar também que o poder ele é transitório, então é riqueza nas nossas mãos. Se a gente utiliza de má fé e má vontade de forma egoísta, isso é tirado. Aí tem a

ocê está muito privilegiado. E a gente lembrar também que o poder ele é transitório, então é riqueza nas nossas mãos. Se a gente utiliza de má fé e má vontade de forma egoísta, isso é tirado. Aí tem a parábola, né, tirando os talentos, né? Se não utiliza bem os talentos, me dá aqui que eu vou vou transferir pro outro que tem mais. Olha só. Então, os talentos, os dons, as minhas capacidades, elas são para multiplicar, né? A ideia do talento é esse, é multiplicar o talento. Que que você fez o talento que eu te dei? Então, não é só para mim. A gente vê o modelo de Jesus de dividir conosco, a sua capacidade de amar. a bondade, o conhecimento. Então, acho interessante quando André Luiz traz isso, né? Eh, essa visão que você traz, eh, que a gente que a gente observe, eh, onde estamos sendo privilegiados para que a gente possa utilizar isso a favor do bem. Eu acho que esse rinho ele é muito bom. Inclusive, eh, eu acho que dá pra gente aprofundar agora nessa questão, porque é uma questão que André Luiz ele traz muito clara aqui nessa lição. Olha só, quando nós vamos lendo frase por frase, não é que André Luiz queira nos envergonhar com o que ele coloca, mas ele quer nos despertar para dizer o seguinte: "Olha, Jesus tinha tão pouco e fez tanto e a gente que tem tanto tá fazendo tão pouco perto de Jesus". É uma reflexão que ele deixa muito clara aqui, abordando linha por linha. Jesus não tinha nem pedra para encostar a cabeça. Se você tem mais do que isso, já tem mais do que Jesus tinha. Olha aí um exemplo, uma frase que ele põe aqui, dentre tantas outras. Então, gente, nós estamos com muitos recursos. Nós poderemos fazer muito, muito, muito mesmo, né? Quer dizer, estamos nos sentindo limitados. Por quê? Será que é o nosso egoísmo que nos deixa limitados, nos impede de ajudar um pouquinho mais, de contribuir um pouquinho mais? O que que é? É orgulho? É vaidade, né? Qual que é o sentimento que tá nos segurando, que tá nos acorrentando? Jesus, ele tinha potenciais muito, muito

pouquinho mais, de contribuir um pouquinho mais? O que que é? É orgulho? É vaidade, né? Qual que é o sentimento que tá nos segurando, que tá nos acorrentando? Jesus, ele tinha potenciais muito, muito grandes. Nós sabemos disso. Não, não é uma comparação que André Luiz quer dizer, não é? Mas quer dizer que que os recursos são usados de maneira diferente. Aí é que tá. Eliane falou sobre isso aí. O recurso que eu tenho é diferente do recurso de Jesus. Nós temos é que saber adaptar os nossos recursos ao que Jesus ensinou. Então Jesus, ele era um bom pregador. Nós também podemos estudar, podemos ler, podemos melhorar nossa dicção, melhor melhorar nosso português pra gente poder falar um pouco melhor sobre o livro. Podemos adquirir conhecimento. Posso não ser um pregador tão bom quanto Jesus foi, mas não impede de ler um livro e falar sobre ele. Por exemplo, esse estudo aqui é um estudo muito simples. A gente lê as lições, conhecemos aí a algumas obras espíritas e a gente vem falar um pouco sobre isso. É o nosso óbvulo da viúva. O nosso óbvulo é esse. Tem pessoas que não conseguem multiplicar pães e peixes. Nunca conheci uma pessoa que pudesse multiplicar pães e peixes. Mas não dá para comprar um pão para doar >> ou pedir um pão em algum local? para poder doar. Nós tínhamos, nós trabalhávamos numa instituição espírita que atendia muitas famílias carentes. E lá o dirigente, ele até conquistou amizade com algumas algumas instituições, alguns instituições comerciais ao redor ali. Então haviam padarias que, por exemplo, quando elas tinham ali uma sobra de pão, sobrava o pão de queijo e a padaria fechar, ela já enviava para lá o as quitandas. Então recebia muita quitanda de padaria lá. Por quê? Porque a padaria fechar aquilo ia pro lixo, não é? E o pessoal mandava para lá. Um um um uma senhora, ela era muito grata porque o marido dela gostava de frequentar a instituição espírita e ele gostava de levar pão pra sopa. Um dia ele desencarnou e ela disse: "Não, eu agora quero continuar

a senhora, ela era muito grata porque o marido dela gostava de frequentar a instituição espírita e ele gostava de levar pão pra sopa. Um dia ele desencarnou e ela disse: "Não, eu agora quero continuar ajudando com o pão da sopa". Então é, todo sábado ela deixava o pãozinho lá pras famílias lá tomar um pão com a sopa. Então são redes de apoio que a gente vai contando com aquilo que podia ser desperdiçado, mas serve a instituição espírita de alguma forma, né? Um exemplo que a gente tá dando aqui, né? Olha, Jesus ele curava as pessoas, curava. Tudo bem, eu não tenho poder de cura, mas a gente na dentro da instituição espírita, a gente aprende a utilizar os recursos do passo magnético, passo espírita, da flago fluidificada. a gente aprende a usar os recursos da mentalização, poder orar por uma pessoa. O culto é momento de mentalizar uma pessoa. Nós conhecemos o poder do passe a distância. Isso é isso é amplamente estudado por Allan Kardec no livro A Gênese. Que essa magnetização dos fluídos. A gente pode utilizar esse aí que é mecânica, que é da nossa fluidoterapia. Existem recursos sim. Olha, eu quero ajudar a pessoa, não posso. Então vamos fazer o curso do passe, vamos aprender a fazer o fazer radiação, vamos aprender, não é, a utilizar água fluidificado, vamos usar usufruir de todo esse conhecimento que a doutrina espírita nos nos oferece e que as casas espíritas têm exercitado. Vou fazer o curso de oratória para poder falar do evangelho com mais propriedade. De repente eu não consigo me tornar um palestrante espírita, mas eu não posso trabalhar na casa espírita. caso tem tantas oportunidades para você falar de evangelho lá dentro, né? Pequenas palestrinhas de evangelho nas diversas atividades. A pessoa pode trabalhar na evangelização, é uma forma de utilizar os recursos dentro da casa espírita e fora o que que impede, né? Que em casa mesmo nós gostamos muito de falar porque é uma coisa que para nós é muito importante, né? Aqui a gente usa o passo magnético aqui dentro de casa, quando

pírita e fora o que que impede, né? Que em casa mesmo nós gostamos muito de falar porque é uma coisa que para nós é muito importante, né? Aqui a gente usa o passo magnético aqui dentro de casa, quando nós sentimos necessidade. Algum de nós desequilibrado ou com alguma enfermidade, nós já somos passistas na casa espírita, por que que a gente não pode usar os recursos do passe aqui em casa com equilíbrio, como a gente faz com equilíbrio, com amor, com boa vontade, né? Um não, nosso lar não é um ambiente vicioso, não é um ambiente que tem, né, eh, consumo de bebida alcoólica, não tem nada disso aqui em casa. Então, a gente pode utilizar esses recursos com, né, com com confiança em fé. Jesus. Então são pequenos exemplos do que do que Jesus ofereceu, mas que a gente também pode oferecer de outra forma, não é? A gente é muito crítico e às vezes acolhe muito pouco e nós não entendemos às vezes as dificuldades que as pessoas têm na vida. Por dias não são apenas dificuldades financeiras, mas existem muitas dificuldades psíquicas, dificuldades psicológicas de convivência. E a lição vai nos colocar para olhar esses recursos. Eliane falou muito bem sobre os recursos que nós temos disponíveis hoje, o quanto que são maiores. Hoje até para poder, né, saber se eu tô com alguma coisa ou outra, um sintoma físico de alguma enfermidade, a gente pode entrar no Google e o Google nos dá algumas pistas, nos dá algumas dicas do que que a gente poderia ter ou não, nos orienta de alguma forma, né? Pode, né? Não, não é, não quer dizer que seja real, mas é orientado. Então nós somos muito, muito bem orientados por informações diversas, né? Então a gente não pode se limitar, não sabe, né? Temos que encontrar num um ponto onde a gente pode ser útil, sim, a sociedade, eh onde a gente pode ser útil, sim ao espiritismo, útil à instituição espírita, útil à nossa família. A gente sempre pode ser útil em algum ponto, né? A gente não pode cair nessas na nas garras da sociedade, né? materialista que vai dizer pra gente: "Não, nosso

tituição espírita, útil à nossa família. A gente sempre pode ser útil em algum ponto, né? A gente não pode cair nessas na nas garras da sociedade, né? materialista que vai dizer pra gente: "Não, nosso nosso dever é só trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, ganhar dinheiro, ganhar dinheiro, ganhar dinheiro." Isso é isso é o mais importante. E hoje a gente tem muito esse discurso por aí, né? De que a religião não é importante, que a família é segundo plano, mas o espírito nos coloca para olhar as pequenas coisas, né? Muito pelo contrário, não sejamos materialistas, não podemos ser materialistas, não é? Eu acho que essa lição quando vai trazer Jesus, só mais um pouquinho, Eliana, já te passo a palavra, só para encerrar esse raciocínio, né? Jesus, ele nasceu de maneira tão simples, Jesus nasceu tão pequeno aos olhos da matéria. E os materialistas olham para Jesus e vão dizer o seguinte: "Olha, tem alguma coisa errada com Jesus. Como é que nasce numa manjedoura? Como é que nasce assim, sem ninguém perto?" E Jesus não vai olhar por esse lado. Nunca olhou por esse lado de quem tem dinheiro ou quem não tem dinheiro. Era o lado de quem queria ser cristão. Porque a pessoa era rica. Jesus não quis do lado dela. Claro que quis. Jesus era amigo de muitos fariseus, foi amigo de Zaqueu, não é? O Mateus era um homem de muitas possas, era um homem rico, era publicano, era era um dos milionários da época de Jesus lá. Era era Mateus. Mateus falou assim: "Jesus, eu quero participar aí". Não, então vem, Mateus, pode vir. Jesus não fez essa distinção. O outro era pescador, não vamos vir comigo aqui. Pedro era pessoa difícil, né, de lidar. Não, Pedro, vem, vem, vem com a gente aqui também. Então Jesus foi olhando o que que cada um tinha de melhor. Eu acho que a lição que Jesus deixa deixou nesse momento é essa. Nasceu, mas o olhar que Jesus nos pede é o olhar espiritual, não é o olhar material, é o olhar espiritual. Olha, não importa se você é é tá rico, cheio de diplomas aí e essa outra pessoa aqui, coitada,

asceu, mas o olhar que Jesus nos pede é o olhar espiritual, não é o olhar material, é o olhar espiritual. Olha, não importa se você é é tá rico, cheio de diplomas aí e essa outra pessoa aqui, coitada, não conseguiu nem terminar o ensino médio. Aí a pessoa vai dizer: "Não, mas essa aqui pode contribuir menos porque ela não tem estudo. Eu tenho mais estudo, mais conhecimento, mais recurso, posso contribuir mais". Não é assim que Jesus enxerga. Não é assim que Jesus enxerga. Jesus tá enxergando o mérito moral, mérito espiritual. Tá olhando o quê? tá olhando a benevolência, tá olhando a indulgência, tá olhando a capacidade de perdoar. Vou, já voltei nesse, nessa nesse ponto várias vezes, porque é um ponto de simplicidade, né, de apoio à humildade que a gente tem que ter, de reconhecer a grandeza alheia também, né, né, nesses trabalhos, né, a gente nunca olhar para o outro com olhar materialista, mas o com olhar espiritual. É interessante isso que você falou dessa idade espiritual, dessa não olhar paraa idade, as aparências, porque nós espíritas sabemos que o espírito pode ter uma idade muito mais avançada do que a gente vê. A gente vai notaronde no comportamento, na parte moral. Então, quando a gente vê uma pessoa ou quando nós identificamos em nós uma característica muito ignorante ainda, mais primitiva, a gente vê que a gente precisa avançar. A gente sabe que não desenvolveu ali naquela área. Todos nós temos eh eh muitas qualidades e ainda imperfeições que precisam ser melhoradas, né? Transformadas. É a palavra correta, né? Você falou aí do dos discípulos, Jesus acolheu a todos dentro das suas imperfeições morais. Mas o que que ele falava para que eles mudassem de vida, não é isso? Então assim, ele quando ele curava os doentes, seja eh fossem de de forma física ou moralmente falando, ele falava: "Vá e não peques mais". Então, a oportunidade que nós temos em estudar o evangelho é a nossa transformação. Porque como André Luiz vai falar lá no final dessa lição, que a gente tem que

o, ele falava: "Vá e não peques mais". Então, a oportunidade que nós temos em estudar o evangelho é a nossa transformação. Porque como André Luiz vai falar lá no final dessa lição, que a gente tem que parar com essa ideia de aparência. É a árvore que não dá frutos, né? Então, o que que adianta uma árvore frondosa, bonita e não dá frutos? Jesus já falou, né? Essa árvore vai ser, ou seja, ela não tem utilidade. Olha só. Então, a utilidade tem a ver com que aquilo que a gente pode oferecer. E essa ideia da exigência aí que tem um perigo. Então nós não vamos exigir nem de nós o que nós não conseguimos fazer e nem do outro. E aí André Luiz traz essa essa visão aqui para nós quando ele fala que Jesus esperou até aos 30 anos para servir mais decisivamente. Se você é jovem e pode ser útil, usufrui magnífica oportunidade. É a ideia de que cada um vai servir diante das suas possibilidades. Então, se nós temos um jovem, por que que ele não pode servir na casa espírita? Ele vai esperar até 30 anos para se tornar médium. E vai se tornar até até 30 anos para ficar mais maduro dentro da nossa visão, para poder servir a casa espírita, fazer uma palestra. Às vezes ele tem um potencial muito maior do que uma pessoa que é mais velho. É essa que é a beleza da doutrina espírita. A gente não sabe quem é aquele jovem, quem é esse jovem, quem é essa criança. E eu acho isso tão importante a gente observar, que nós às vezes estamos lidando com espíritos com potencial altíssimo, mas às vezes não tem a oportunidade. Olha só, uma coisa é o jovem entender que ele tem que ser útil, outra outra coisa ele ter esse espaço. Isso a gente faz no nosso lar, não é? aquela criança, quanto mais ela cresce, mais responsabilidades numa casa religiosa também. Quando Jesus ele naquela lição, é a lição da bondade, uma lição que eu acho muito bonita, nós estudamos muito isso na evangelização infantil que cada um de nós, todos nós podemos ser úteis, que é a obra Pai Nosso. Eu gosto muito dessa lição, que é a obra

uma lição que eu acho muito bonita, nós estudamos muito isso na evangelização infantil que cada um de nós, todos nós podemos ser úteis, que é a obra Pai Nosso. Eu gosto muito dessa lição, que é a obra Pai Nosso do Espírito Mei por Chico Xavier, né? a psicografia dele. E Meimei traz para nós que uma jovem, ela via Jesus ali montado no burrico, voltando para Jerusalém. Aquela parte ali que Jesus é recebido em Jerusalém e é exaltado por todas aquelas pessoas. E então ela com muita vontade de servir, ela fala: "Senhor, eu ofereço essas flores para o reino de Deus". E aí Jesus montado naquele burrico que já estava cansado de carregá-lo, vamos imaginar ali um sol bem quente. Aí Jesus quando percebe que ela quer ser útil, quer servir. E aí Jesus olha e fala assim: "Você quer mesmo realmente servir ao reino do céu?" E ela diz que sim. Ela fala que é uma moça, uma moça feliz, ou seja, uma moça empolgada, uma moça que quer eh eh ajudar, quer a querer ser útil. ao trabalho de Deus. E aí Jesus fala assim: "Olha, então me ajuda a proteger o burrico que me serve, trazendo um pouco de capim e água fresca". Olha só. E aí, Meimei fala que ela então atendeu rapidamente ali o pedido de Jesus e mostrando para nós que Jesus espera de nós, acima de tudo, a bondade sincera e fiel eh do coração. Olha só, a simplicidade, que é o que a gente tem falado lá do início da lição, né? É o olho, o aquele que tem olhos de ver. Então, todos nós podemos ser úteis naquilo que que nos compete. Então, um jovem pode ser útil na casa espírita. Falando aqui dentro da analogia da água pro burrico, né, pro burro, o jovem servir a água fluidificada. Olha só, são pequenas funções que dá aquela ideia de pertencimento dentro de um trabalho muito importante e ele não passa despercebido e é um trabalho importante. Então são ideias que nós precisamos amadurecer muitas vezes que todos nós somos úteis, somos importantes. E aí Jesus também aqui, aliás, André Luiz ele fala que Jesus partiu aos 33 anos, ou seja, desencarnou, voltou para o mundo

cisamos amadurecer muitas vezes que todos nós somos úteis, somos importantes. E aí Jesus também aqui, aliás, André Luiz ele fala que Jesus partiu aos 33 anos, ou seja, desencarnou, voltou para o mundo espiritual aos 33 anos. Se você vive na idade amadurecida e dispõe do ensejo de auxiliar, agradeça ao alto, dando mais de si mesmo. Olha só, essa ideia de que nós vivemos mais tempo é para nossa evolução. Então, quanto mais anos nós estamos na Terra, porque hoje a idade ela eh é eh a nossa faixa etária, a nossa idade, a gente vê que o a a questão assim de desencarne, né, de tempo de vida do ser humano, ela aumentou muito. A gente olha assim, uma pessoa que tem 80 anos, essa pessoa nem demonstra mais fisicamente, por quê? Melhorou muito a alimentação, melhorou mais esse lado aí de nós olharmos para nossas questões emocionais, né? Nós temos aí tantos recursos nos ajudando a cuidar do corpo, cuidar do espírito. Então isso ajuda, né, que a gente tenha uma vida melhor, menos sobrecarregada, né? Eu sei que você gosta muito de falar sobre isso, né, Juliana? Então, acho muito importante você ver que tudo isso é importante para que a gente entenda que nós temos diversos recursos para sermos úteis, né? Então, nossa, a pessoa vive tanto tempo, né? Por que que vive tanto tempo, né? Quando eu conto que meu avô viveu até 102 anos, as pessoas assustam, mas 102 anos bem, sem bengala, sem usar óculos e tal, assim, bem mentalmente. É isso que é interessante, né? Nós não estamos falando mal de quem adoeceu, mas assim, observarmos que nós estamos, ó, em desenvolvimento evolutivo e espiritual e moral, estamos vivendo muito mais tempo para quê? servir, evoluir. Então assim, a gente vai observando que nós não estamos aqui em vão. >> Exatamente. É muito bom isso aí, né? Essa fala eu gostei demais. Inclusive, até quando complementa a lição de hoje, eh a importância da gente reconhecer, né, nossas possibilidades, entender que teremos limites, entender que Jesus também os teve. Mas uma lição que

. Inclusive, até quando complementa a lição de hoje, eh a importância da gente reconhecer, né, nossas possibilidades, entender que teremos limites, entender que Jesus também os teve. Mas uma lição que é muito compatível com essa e que eu que eu acho que ela é bem bacana, é uma lição que vem lá do capítulo do Evangelho, sabe? Eu acho tão interessante você tem um lá um espírito, é um espírito amigo. Espírito amigo hoje nós já sabemos que é Jana de Ângeles, né? O espírito amigo vai dizer, vai dizer, vai nos falar uma frase tão interessante, eu acho que é tão propício, vai falar assim, ó: "Coragem, amigos, coragem. Cristo é o nosso modelo, né? Cristo é o nosso modelo. Olha só, Cristo sofreu mais do que qualquer um. Olha o que que o espírito amigo fala. sofreu ele mais do que qualquer um, mas ele não tinha nada do que se penitenciar. Ou seja, não era um espírito endividado, né? Não era um espírito que tava comprometido com algum erro do passado, não era. Aí que que ele vai dizendo aqui na na frase? Nós, ao contrário de Jesus, temos que espiar muita coisa do passado. Então, a gente tem o desafio da expiação, mas o desafio ainda de o quê? Nos fortalecer. a gente tem que esperar o passado, mas ao mesmo tempo nos fortalecer pro futuro, ou seja, nos fortalecer moralmente, evoluir, curar as feridas, né? Então esse espírito amigo vai dizer o seguinte: "Olha, a gente tem que ser paciente e ao mesmo tempo ser cristão." [risadas] Eu acho interessante esse conselho que ele nos dá. Olha, a gente vai ter que ter paciência nessa vida e não podemos deixar de ser cristãos porque junto da vontade de ajudar, ou seja, quer nos fortalecer para o futuro, vão vir os desafios da expiação e das provações desse mundo. Então eu acho que é o seguinte, é uma conscientização que o espírito amigo quer nos dizer, que barreiras sempre vão vão vão haver, sempre vai ter uma barreira que é natural, mas que as barreiras não podem nos derrubar nem nos paralisar. Então é um desafio que vai ser diário. Quero ser um bom pai. Ah, vão haver

vão vão vão haver, sempre vai ter uma barreira que é natural, mas que as barreiras não podem nos derrubar nem nos paralisar. Então é um desafio que vai ser diário. Quero ser um bom pai. Ah, vão haver barreiras para mim ser um bom pai. Quer ser uma boa mãe? Ixe, vai ter barreiras que vão querer me atrapalhar a ser uma boa mãe. Quero ser um bom cristão. Mas vai ter problema ser bom cristão. Vai ter um problema. Que problema? Que o problema não seja eu, né? Claro. Mas a vida é desafiadora. Por quê? Porque nós estamos no mundo de expiação e provas. Naturalmente teremos impecías, teremos a incompreensão de alguém, teremos a pessoa que nós queremos ajudar, pode ser uma pessoa difícil, né? Às vezes a gente tá com o pai e a mãe que às vezes estão adoentados, estão idosos e a gente vai querer ajudar e eles mesmos eram pessoas difíceis que nos atrapalharam a ajudar. Aí o espírito amigo fala: "Paciência, paciência, paciência, [risadas] paciência. N, eu quero ser uma pessoa melhor no meu trabalho, quer ser mais honesto, no meu trabalho quer ser mais ético. E de repente o patrão não é honesto. De repente o ambiente trabalho é um ambiente pernicioso. Aí a gente vai ter aí que que o espírito amigo fala paciência. Paciência não deixa de ser cristão. Não deixa o mundo te te acabar com o seu sentimento cristão. Não deixa o mal do mundo tornar você mal. O espírito do amigo vai finalizando aqui esse raciocínio dele. É dizendo isso aí, né? que o mal do mundo não mate a nossa vontade de sermos maisentes, que o mal do outro não atrapalhe nossa capacidade de perdão, que o mal do outro não nos torne tão críticos a ponto de nós acabarmos com a nossa indulgência. É disso que o que o que o espírito amico quer dizer, que tudo isso aqui eh vai tá embrulhado, né, né, toda a nossa vontade de ajudar vai est embrulhado aí com eh eh essas características negativas de mundo de expiação em próba, né? Vamos ter que saber superar isso, né? Saber superar isso com paciência e com perseverança, né? Entendendo que Jesus

hado aí com eh eh essas características negativas de mundo de expiação em próba, né? Vamos ter que saber superar isso, né? Saber superar isso com paciência e com perseverança, né? Entendendo que Jesus passou por isso e ele não tinha nem dívida, que dirá de nós que temos que, né, viver bem, pensando no nosso futuro, pensando na nossa evolução espiritual, mas nós temos débitos nas nossas costas que irão servir de empecío às vezes pra gente poder avançar, né? E o espírito amigo vai dizer: "Olha, nós temos que ter muita paciência mesmo, paciência, reflexão sobre tudo isso que nos cerca e que a gente não eh eh deixe o espírito cristão morrer na nossa vida. É como se diz assim, perder a fé na humanidade, perder a fé no próximo, perder a fé em nós mesmos, achar que nossos esforços em prol do bem são inúteis, porque não são, não é? Todos os esforços no bem são pequenas sementes que plantamos na nossa casa espírita. Eh, tivemos uma reunião lá da diretoria e um dos nossos médiuns lá, ele sentiu essa vontade de passar um recado espiritual, né? E no meio das nossas discussões da diretoria da casa, a gente tava, muitos de nós estávamos preocupados assim com as coisas que nós já havíamos programado de fazer e nós não conseguimos fazer por algum motivo, né? E aí esse espírito veio falar pra gente que não muda visão. O espírito veio nos dizer, muda visão. Enxerga tudo que vocês fizeram de bom. Lance o olhar para valorizar o que vocês fizeram de bom, pensando que o que deixou-se de fazer não foi simplesmente ignorado, mas foram sementes que foram plantadas. A ideia ficou, o propósito ficou, demos às vezes assim um um um início naquilo, mas que não conseguimos concluir, mas tudo que a gente deixou de fazer foi uma semente plantada para germinar depois e pra gente resgatar depois. Então os espíritos não não nos deixaram ficar muito presos naquilo que a gente deixou de fazer. Nós a gente devia ter feito isso, não conseguimos fazer da os espíritos. Não, não, anda pra frente, [risadas] pra frente. Isso aí foi

s deixaram ficar muito presos naquilo que a gente deixou de fazer. Nós a gente devia ter feito isso, não conseguimos fazer da os espíritos. Não, não, anda pra frente, [risadas] pra frente. Isso aí foi semente plantada, tá aí no escopo, tá aí no plano, né? Vamos fazer germinar depois. E a gente não perdeu foco, né, na no na conquista, no que foi conquista útil, não perdeu o foco nisso, não ficar chorando pelo às vezes que a gente deixou de fazer, mas tentar ser útil novamente num novo ciclo, num novo ano, né, a gente botar isso paraa frente. Foi um recado muito bom desse do da espiritualidade para nós, né, naquele momento. E ficou essa lição para nós pro pro para pensar sobre isso a todo tempo, né, levar isso paraa nossa vida. Eh, sempre vão surgindo necessidades e a medida que a gente vai amadurecendo, à medida que a gente vai caminhando na vida, nós vamos nos tornando pessoas, né? Se se nós formos realmente cristãos que estão querendo melhorar a cada dia, nosso olhar vai se tornar cada vez mais atento. A gente vai eh encontrar cada vez mais recursos que nem necessariamente são recursos materiais pra gente poder ajudar. Importante é a gente tá em sintonia sempre, sintonia sempre com o meio que nos cerca. Eu acho assim que André Luiz aqui pegando já quase o finalzinho da lição, ele vai falando aqui das dificuldades do meio que Jesus vivenciou. Então quando ele fala assim, Jesus não encontrou ninguém que o amparasse na hora difícil. Então, se você recebe o apoio de alguém nos momentos críticos, saiba ser grato. Olha só, então, a gratidão nasce através, por exemplo, de uma situação muito grande na dificuldade da vida. Agora, ou seja, as lições difíceis que nós passamos, ó, para nosso desenvolvimento pessoal, né? O próprio Emmanuel, ele fala lá no livro Busque Charas, que nós vamos ter problema o tempo todo, que a vida muda o tempo inteiro. Ele usa assim que indubitavelmente as paisagens do caminho da vida, ela eles elas vão modificar. Olha, a gente tá passando uma situação muito difícil, aí de repente

o, que a vida muda o tempo inteiro. Ele usa assim que indubitavelmente as paisagens do caminho da vida, ela eles elas vão modificar. Olha, a gente tá passando uma situação muito difícil, aí de repente muda e fica favorável, a vida fica pesada, aí depois fica leve, tudo tá tá se transformando o tempo todo, né? Eu gosto muito de uma frase, fala assim: "A vida muda". Isso é muito bom. Uma fase difícil, a vida muda. Aí, graças a Deus que muda, porque não tá fácil. Mas aí quando a gente tá vivendo muito bem, a vida muda, ou seja, ela pode ficar difícil. Então são situações da vida, da terra e o que que vai ficar para nós? Como é que nós vamos agir? Então quando ele fala assim, ó, se você recebeu o apoio de alguém, então agradeça, ou seja, desenvolva a gratidão pelas pessoas, reconhecimento, mas aí também mora o perigo da gente também não criticar aqueles que nos não nos ajudaram, porque Jesus não encontrou quem uma parasse na hora difícil. Imagina a multidão que seria Jesus. Ó, ninguém ajudou. Os discípulos foram embora, um negou, então não teve ninguém. Agora imagina a gente. Então nós estamos hoje numa situação mais favorável. Por quê? Porque na época de Jesus não não se falava em amor, em bondade. Ele veio com a novidade, né? A boa nova. Assustava as pessoas, né? Fazer o bem, fazer o amor, perdoar. Como assim perdoar? Não, não existe perdão. Não, mas Jesus falou: "Não existe o perdão". misericórdia para com os outros, para que nós possamos receber a misericórdia. Jesus começou, a gente começou a fazer com que todos olhassem para o outro e se visse. Olha, se dói no outro, se dói em você, dói no outro. É, então aí quando a gente vai vendo então que todas as situações difíceis que nós passamos precisa começar desenvolver a gratidão. Ou seja, o outro não é obrigado, não tem o dever de fazer tudo por mim, então agradecer e acima de tudo aprender a passar à frente aquilo que nós recebemos. E aí ele vai citando aqui, né, André Luiz, quando ele fala que Jesus nada pôde escrever. Se você

azer tudo por mim, então agradecer e acima de tudo aprender a passar à frente aquilo que nós recebemos. E aí ele vai citando aqui, né, André Luiz, quando ele fala que Jesus nada pôde escrever. Se você consegue grafar pensamentos na expansão do bem, colabore sem tardança para a felicidade do outro. Então vem aí a ideia de novo, né, de que tudo que nós temos é para o bem, é para ajudar uns aos outros. O que que a gente pode fazer para colaborar com a felicidade de todos? Mas é uma felicidade que vai nos alcançar. Mas eu ainda queria aqui, Juliano, assim, já partindo pro encerramento, né, que nós não estamos sozinhos. Eu gosto muito de ver assim aquela aquela parte que Jesus na cruz pesada ali, na sua solidão, ele foi ajudado por alguém que nem teve vontade de ajudá-lo, que era aquele sirineu que foi obrigado pelos soldados. Então, vai ajudar sim. Ou seja, muitas vezes nós estamos passando por uma situação difícil e quem a gente nem imagina nos ajuda. Olha só, nós vamos encontrar recursos, nós vamos encontrar ferramentas, nós vamos encontrar oportunidade, lugar que nós nem imaginamos. Por quê? Porque a misericórdia de Deus é que nos alcança. Então, pessoas que a gente nem aquela pessoa não sabe nem que por que tá fazendo por nós, mas vai fazer. Então, termos essa certeza, né, de que nós estamos aí amparados, sendo observados por Deus pela pelas leis divinas, quando essa essa lição de hoje, ela tem como referência lá no capítulo 6, que é o capítulo mais bonito do evangelho que eu acho, ainda mais se tratando dessa dessa terra, desse mundo expiação de provas que a gente vive, que fala é o Cristo Consolador, capítulo 6 do Evangelho Segundo Espiritismo. que o espírito da verdade fala assim: "Venho instruir e consolar os pobres deserdados e dizer que elevem a sua resignação ao nível de suas provas, que chorem, porquanto a dor foi sagrada no jardim das oliveiras. Mas esperem, mas que esperem, pois que também a eles os anjos consoladores lhe virão enxugar as lágrimas." É o que

ível de suas provas, que chorem, porquanto a dor foi sagrada no jardim das oliveiras. Mas esperem, mas que esperem, pois que também a eles os anjos consoladores lhe virão enxugar as lágrimas." É o que André Luiz fala aqui, ó. Vemos que a vida real nasce e evolui no espírito eterno e não depende de aparências para projetar-se no rumo da perfeição. Jesus segue à frente de nós. Se você deseja acertar, basta apenas segui-lo. Então, servir não é fácil. Nós vamos encontrar ingratidão, nós vamos encontrar dificuldade, nós vamos chorar às vezes pelo caminho, mas essa resignação é continuar, como você falou, Juliana, por que eu sou bom? Independe do outro se ele não é. Foi isso que Jesus encontrou, né, quando traz ali a a mensagem de 10 leprosos que só um voltou. Então, olha só, a ingratidão nasce aí. Então, o desapego do bem que a gente faz, porque se a lição toda ela traz a visão de servir como Cristo serviu e aproveitar tudo que nós temos de bom para oferecer, vencer as limitações, vencer as barreiras, vencer as incompreensões. Às vezes nós vamos encontrar um lugar bom, mas aí a gente muda de lugar porque Jesus falou que a seara dele é grande e carece de bons trabalhadores. Ou seja, se a gente é bom trabalhador, não nos faltará oportunidades para servir, para ajudar. E servir não é só local físico, não, em pensamento, né, no ambiente de trabalho que você citou. O nosso silêncio colabora para nós que somos espíritas, o silêncio, a prece. Então, a nossa conduta principalmente hoje no meio corporativo, não se olha mais somente o título, somente a formação acadêmica. tem estudado como forma assim positiva a conduta da pessoa. Olha só como é a pessoa, como é o comportamento dela. Será que aguenta a pressão? Como é que eu não perco? Igual você falou, Juliana, como é que eu não perco a minha fé, a minha crença? O que que é que nós estamos estudando? Então, às vezes é bom a gente silenciar, afastar. Pera, isso aqui vai, eu vou perder minha dignidade. Então, saia de cena. É o que Jesus mostrou para nós,

rença? O que que é que nós estamos estudando? Então, às vezes é bom a gente silenciar, afastar. Pera, isso aqui vai, eu vou perder minha dignidade. Então, saia de cena. É o que Jesus mostrou para nós, né? A não foi bem recebido, saia da cidade, vai embora. É isso. Então, onde eu aproveito, onde eu sou aproveitado, onde eu ajudo, onde eu sou eh útil, eu estou ali. Onde eu não sou, eu também faço um grande favor às vezes de não prejudicar o ambiente. Isso é o cristão. >> É isso mesmo. Eu acho que foi um encerramento muito bom. Podemos encerrar por aqui. >> Então que fique aí para nós, né, Juliana? É o que André Luiz fala aqui, ó. Jesus segue à frente de nós, ou seja, ele está lá na frente. Se você deseja acertar, basta apenas segui-lo. Então, ou seja, o roteiro, o modelo nós já temos. Tem até aquela frase bem conhecida que fala assim: "Quando nós estivermos numa situação muito difícil, que que a gente pode fazer?" E às vez a gente não sabe o que fazer? Acontece, meu Deus, eu estou perdida, eu não sei o que fazer. E aí a gente pensa assim: Como Jesus faria? Como Jesus agiria? Olha só, é uma reflexão para nós. E aí não tem erro. Aí nasce a esperança, nasce a fé, nasce todas as possibilidades de nós evoluirmos. Por quê? Porque nós já temos aí um modelo a ser seguido. Eu encerro aqui. Você gostaria de falar mais alguma coisa? Não, >> não. Tá muito bom, muito bom. Eh, penso que são muitas reflexões paraa gente levar levar a levar adiante, né? Mas é muito bom saber que a gente é útil, né? Que a gente pode ser útil, sim. É isso, né? Eu acho que é um ponto que André Luiz coloca: "Olha, você pode ser mais útil, não se sinta inútil. Pelo contrário, somos muito úteis. Jesus precisa de cada um de nós. Deus não nos colocou aqui à toa. E aí é com a nosso trabalhinho de formiguinha, esse trabalho nosso aí, né, do dia a dia, com as nossas boas intenções, que a gente vai conseguir ajudar o mundo a melhorar, né? Não é a gente gritando aí em multidões aí que o mundo vai mudar, não. O mundo muda é quando você educa bem o

dia, com as nossas boas intenções, que a gente vai conseguir ajudar o mundo a melhorar, né? Não é a gente gritando aí em multidões aí que o mundo vai mudar, não. O mundo muda é quando você educa bem o seu filho. O mundo muda quando você se torna mais honesto. Quando você fala pro outro, seja mais honesto, quando você trata com mais gentileza o outro, tenta ser uma pessoa mais paciente, mais amorosa, ter mais fé no coração. Então é é assim que o mundo vai mudar, sabe? através de nós, primeiramente em nós, para que a gente possa contagiar o outro com o nosso exemplo, assim como Jesus nos contagiou com seu exemplo, suas palavras. Por que que nós não podemos fazer isso, né? Jesus não foi lá enfiar nada na cabeça de ninguém, nem foi lá causar confusão, né? Muito pelo contrário, né? Ficou lá à disposição de quem quisesse modificar a sua vida, né? Então é assim que a gente tem que ser, né? Eh, penso que é um grande exemplo. Eliane falou muito bem e eu vou encerrar por aqui, né? quer fazer a prece de encerramento? >> Pode ser. Então assim, nós queremos agradecer por esse ano em que nós estivemos juntos. E doutrina espírita é isso, é a gente estudar, refletir e nos fortalecendo para praticar na nossa vida diária. É diário, é dia a dia. Então nós vamos agradecendo a oportunidade e buscando assim nesse momento, se for de nossa vontade, fechar os nossos olhos. Agradecendo a Jesus, esse nosso amigo incansável de todas as horas. Ele que espera um chamado nosso, buscando ele em pensamento através das preces, do nosso recolhimento íntimo, para que possamos assim senti-lo em todos os instantes das nossas vidas. Então, Jesus, cuida de nós, Senhor. cuida dos nossos lares, cuida dos nossos corações, que todas essas ferramentas que nós temos adquirido através dessa doutrina espírita que é consoladora a todos nós, que possam ser para nós instrumentos de serenidade, de calma nas situações difíceis, que possamos nos lembrar do teu evangelho nos momentos de dores. Aqueles momentos nós somos testados, mas

odos nós, que possam ser para nós instrumentos de serenidade, de calma nas situações difíceis, que possamos nos lembrar do teu evangelho nos momentos de dores. Aqueles momentos nós somos testados, mas nós sabemos que é importante porque o nosso espírito é eterno. E ensina Jesus a sermos úteis, a termos olhos de ver as bênçãos que nos rodeiam, a dividir e multiplicar tudo aquilo que nós recebemos do mais alto. ensina Jesus a termos ouvidos de ouvir sos sendo mais pacientes e ouvindo esses seus emissários de luz que cuida tão bem de nós. E nesse momento pedimos também que leve a tua paz, o teu amor, que alcance a todas aquelas pessoas que t passado por dor, por dificuldade, dores morais física, que o Senhor leve a tua paz, o teu equilíbrio, a tua misericórdia, Senhor. E assim, Jesus, nós encerramos o nosso estudo de hoje na tua paz e no teu amor. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Nós temos aí o Walter que nos acompanha sempre, a Joelma Xavier, que nós possamos aproveitar todos esses nossos encontros que é muito rico para cada um de nós. Então desejo aí um feliz Natal, né, Juliana? A gente já despede assim, né, do esse mês de dezembro, um feliz Natal, muita paz, muita harmonia. um mês assim que a gente volta paraas questões espirituais com mais força, né? Esse mês, >> é, esse mês de dezembro, eu e nós não voltamos, voltamos ano que vem, mas domingo que vem tem uma outra dupla aí, né? E os estudos continuam, gente. Muita paz para todos. Um abraço.

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