Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 23 | 10.08.25
Estudando com Jesus | 10.08.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 23: No reino da ação Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
เฮ Olá, meus irmãos. Muito bom dia. Um excelente domingo para todos. Vamos iniciar agora mais um mais um programa de estudo, mais um programa onde nós vamos abordar aqui mais um capítulo do livro Espírito da Verdade, esse livro de Emanuel e Espíritos Diversos junto de Chico Xavier e Valdo Vieira. E nesse dia dos pais aí também, um excelente dia dos pais para todos que estão nos assistindo aqui. Já quero convidar para esse momento aqui a minha companheira da vida, Iliane, para estar conosco aqui juntos. Bom dia, tudo bem? >> Bom dia a todos. Um ótimo domingo, né? Hoje é um dia especial que é o dia dos pais e queremos desejar aí um feliz dia dos pais, um dia com muita harmonia, muita paz. Muito amor a todas as famílias. Energia dos pais ao Juliano, né, que é pai aqui do Ian, da Catarina. E nós temos aí essa tarefa tão grandiosa que nos traz alegria, crescimento espiritual, nos motiva, né, sermos melhores, né, como pai, mãe. Então isso é muito importante para nós. Que Jesus abençoe a todos os pais hoje, todos aqueles que partiram também, que já estão no mundo espiritual. Então, que Jesus nos traga também nesse momento eh esclarecimentos quanto ao estudo de hoje, que seja enriquecedor para cada um de nós. E nós esperamos a participação de todos aqui nos comentários, né, Juliana? Então, é muito bom a participação dos nossos amigos aqui conosco. >> É isso mesmo. Deixa aí o seu like, compartilhe esse estudo aí com quem você acredita que pode gostar. E é claro, durante o nosso programa aqui de hoje, quem tiver alguma dúvida, que quiser fazer algum comentário, fique à vontade, viu? Coloque aí tudo que você esver pensando aí sobre esse assunto para enriquecer um pouquinho nosso diálogo de hoje. E enfim, vamos então dar início ao nosso estudo. Eu vou fazer então a nossa prece inicial aqui já para começar com muita luz, convidando os nossos amigos espirituais a estarem conosco aqui, nos inspirando e, claro, iluminando a nossa casa. Esse estudo ele também é para nós no verdadeiro culto do evangelho no lar,
muita luz, convidando os nossos amigos espirituais a estarem conosco aqui, nos inspirando e, claro, iluminando a nossa casa. Esse estudo ele também é para nós no verdadeiro culto do evangelho no lar, né? Para começar bem aqui o nosso domingão. Bom, então fechando os nossos olhos, buscando assim essa sintonia com o mundo maior, iluminando os nossos corações, iluminando as nossas mentes, vamos agradecer, iniciar então o nosso domingo agradecendo. Obrigado, amado mestre por esse dia, Senhor, pela nossa vida. Obrigado, Senhor, por esta encarnação. Obrigado, Senhor, por esta oportunidade de encontrar a tua lição mais uma vez, mestre, nesta vontade que temos de encontrar felicidade, vontade de compreender os mistérios da vida, Senhor, e as leis divinas. Muito obrigado, mestre. Rogamos muita luz e paz para todos os lares que estejam conectados a esse estudo, Senhor. Que esse estudo de hoje possa ser mais uma revelação em nossas vidas que nos auxilie a melhorar os nossos relacionamentos, a compreender melhor os nossos desafios, Senhor. Que os nossos lares possam ser pacificados, possam ser iluminados, possam se tornar extensões das casas espíritas, Senhor. nosso lar possa ser então esse ambiente fraterno, harmonioso e cristão, Senhor, nos auxilia nessa jornada. Muito obrigado. Que assim seja. Então, nós vamos fazer a leitura aqui da nossa lição de hoje, a obra O Espírito da Verdade. A lição hoje é a número 23. E nós sabemos que essa obra ela foi psicografada pelos pelos médiums Franciscândo Xavier, né, nosso querido Chico Xavier e Valdo Vieira. Essa mensagem de hoje foi o Chico Xavier que psicografou a lição no reino da ação. Não condene. Ajude ao outro. Cultive serenidade. Use os próprios recursos para fazer o bem. Proceda com bondade, sem exibição de virtude. Seja qual for o problema, faça o melhor que você puder. Não admita a supremacia do mal. Fuja de todo pensamento, palavra, atitude ou gesto que possam agravar as complicações de alguém. Ouça com paciência e fale amparando.
ema, faça o melhor que você puder. Não admita a supremacia do mal. Fuja de todo pensamento, palavra, atitude ou gesto que possam agravar as complicações de alguém. Ouça com paciência e fale amparando. Recorde que você amanhã talvez esteja precisando também de auxílio e em toda situação indesejável, mesmo que o próximo demonstre necessidade de reprimenda, observe conforme a lição de Jesus. Se você está em condições de tirar a pedra. André Luiz, uma mensagem curta, mas ao mesmo tempo profunda, né, nas frases pequenas, né, que André Luiz traz, né, Juliana? Então assim, dá para tirar tanto ensinamento com a com a riqueza que a doutrina espírita traz, né, para nós, né? Muito interessante, né? André Luiz já começa assim, né? No reino da ação, ou seja, né, quando nós somos convidados, né, a termos alguma atitude, isso é o tempo todo, né? Até o silêncio faz parte da nossa ação, das nossas atitudes. Aí ele começa, né? não condenar, ajudar. Então tudo isso faz parte ali das nossas ações. >> Sim, exatamente. E eu penso que faz muito sentido com o nome da lição no reino da ação, que é um convite a a gente agir e não ficar no reino da crítica, por exemplo, em contrapartida, não ficar no reino do achismo, não ficar no reino somente da reflexão, mas a gente realmente conseguir fazer as nossas atitudes elas eh de alguma maneira sustentar o outro em algum tipo de melhoria, em algum tipo de consolo que a gente possa fazer, né? Então, André Luía já começa falando justamente disso, né? Então, a gente vai falar o quê? não condene. Ou seja, antes de compreender melhor a situação, antes de conseguirmos enxergar o panorama da vida areia, a gente não emitir nenhum tipo de crítica, julgamento antes de compreender melhor o que que tá acontecendo, né? Então, pera aí, antes da gente formar uma opinião sobre essa situação, vamos fazer o quê? Aí o item dois já trata justamente disso, né? Nós já vamos ajudar. Vamos ajudar. Eu acho interessante essa posição porque lembra muito uma passagem do Evangelho Segundo
sa situação, vamos fazer o quê? Aí o item dois já trata justamente disso, né? Nós já vamos ajudar. Vamos ajudar. Eu acho interessante essa posição porque lembra muito uma passagem do Evangelho Segundo Espiritismo lá do capítulo 15, eh, um comentário de Allan Kardec, ele fala assim, ó: "Fora caridade não há salvação, porque não há não há amor verdadeiro sem serviço." Olha que interessante isso aí. Amar, então não é ficar com esse sentimento, ah, eu amo, né? Então fica desejando bem. Não é só isso, não é só um sentimento. O amor ele é um trabalho. Então, quem ama tá ativo, né? Quem ama não tá só em casa emitindo bons pensamentos, boas vibrações, não. Tá lá também e com a mão na massa. Então, e esse, na verdade, vai ser ao cerne dessa lição de hoje aqui. Em que reino nós estamos? Então, chegará um momento em que intervir será um um um uma obrigatoriedade pra gente praticar bem a a caridade e além disso a gente poder sustentar o outro, né, nos seus desafios. Aí >> eh acho interessante quando a gente começar assim a colocar a etimologia da palavra, né, que André Luiz fala assim, eh, no reino, no reino da ação, né, o que que é reino? É, reino, reinar, né? A gente pode ver como a etimologia da palavra dominar, né? O reino, eh, governar, então, de de a domínio da nossa ação. Acho interessante porque assim, traz o seguinte, a gente só tem domínio sobre nós mesmos, porque diversas coisas vão acontecer diante de nós, mas nós só temos controle. de nossas da nossa parte, porque se cada um cuidar de si, das suas atitudes, né, dos o mundo já melhoraria, né? Então, quando André Luiz quer dizer o seguinte, olha, não condenar, olha, imagina se todo mundo nesse momento não condenasse, ajudar, ou seja, né, você participar e trazer solução. Ajudar, mas não é ajudar o outro como você quer, ajudar dentro da necessidade do outro. Cultiva a serenidade. Tá vendo? tem a ver com você, não a ver com o outro, não a ver com a situação. Então nós buscarmos esse equilíbrio próprio, né? E aí use os recursos
ntro da necessidade do outro. Cultiva a serenidade. Tá vendo? tem a ver com você, não a ver com o outro, não a ver com a situação. Então nós buscarmos esse equilíbrio próprio, né? E aí use os recursos próprios para fazer o bem. Traz também a ideia da humildade, né? Porque muitas vezes nós queremos fazer coisas que não está ao nosso alcance. Então a gente vai entendendo assim, né? Por exemplo, você falou da caridade, né? A caridade é nós usarmos aquilo que nós temos. Muitas vezes nós queremos eh trazer recursos e e condições que nós não vamos alcançar. Aí a gente deixa de ajudar. E Allan Kardec traz, né, uma uma eh esse tipo de de colocação de de estudo para nós, né, que fora da caridade nossa salvação, porque é para alcançar todos aqueles que querem fazer a caridade, né? que a caridade começa primeiro na vontade, na vontade, na intenção, né, na bondade, não propriamente na questão material, né? Então assim, aproxima de todas as criaturas a forma de fazer o bem. É por isso que fora da caridade, nossa salvação, quer dizer que todos nós podemos ser podemos ser salvos através do bem que nós podemos fazer. Então, a primeira coisa que nós podemos identificar aqui os próprios recursos é que todos nós podemos fazer o bem. A oração é uma forma de fazer caridade, uma forma de fazer o bem, um pensamento positivo, uma fala positiva para o outro, né? Então, André Luiz vai trazendo aqui essas ideias, né? essas sugestões para que onde nós estivermos, nós podemos sim controlar a ação a partir de nós, através de nós. E é procedência, né, com bondade, sem exibição de virtude. Tão difícil hoje, né, porque muitas vezes nós queremos sermos vistos e não tem necessidade disso, né? Eu acho assim, a doutrina espírita, ela nos ensina isso o tempo todo, o tempo todo. Fazer o bem sem olhar a quem, né? Tem até a fala de Jesus, né? Que a vossa mão esquerda não saiba o que dá a vossa o que dá a mão direita. Então, o tempo todo nós somos orientados dentro da doutrina espírita através do evangelho
, né? Tem até a fala de Jesus, né? Que a vossa mão esquerda não saiba o que dá a vossa o que dá a mão direita. Então, o tempo todo nós somos orientados dentro da doutrina espírita através do evangelho de Jesus, que é essa força maior da simplicidade, né, da bondade verdadeira. E por que que é que muitas vezes nós temos essa necessidade de de justificar pro outro que nós fizemos o bem, né? Para que essa esse exibicionismo, né, nas nossas virtudes? Por que ainda nós carregamos isso? Então, traz aí a ideia do orgulho, né, da vaidade. Então, quando nós vamos estudando aí sobre as questões da caridade, a caridade começa em nós, né? Não precisa ser vista, né, pela sociedade, pelo outro, mas ainda assim numa sociedade hoje muitas vezes muito agressiva, né, onde a gente vive, quando a gente vê o bem sendo feito, aí a gente começa a achar diferente, né? Hoje o bem, uma atitude boa, ainda é novidade, né? Uma novidade no mundo que não se faz tantas coisas, né? Com naturalidade. Então, muitas vezes tem que servir para poder gerar então um exemplo na sociedade. Mas já temos tanto o mal, né, sendo levado, então tudo bem. Então, pode ser também às vezes um ponto de partida, né? Fazer o bem e ser visto. Aí pode gerar o quê, né? Exemplo, influência. Hoje em dia se fala muito em influência, né? Influencer digital, essas coisas todas. Tudo bem, mas agora essa influência então precisa ser pro lado do bem, né? E às vezes então a gente passa por essa por essa fase, né, de sermos vistos, sermos reconhecidos para depois se tornar um hábito para todos nós, né? Se começar assim e depois, né, desaparecer, tá tudo certo, né? Porque tem um ponto de partida. Mais um dia ou outro tem que desaparecer, né? Mas isso é em todos os aspectos, né, Juliana? a gente olhar assim, por exemplo, uma pessoa que que leva o evangelho, por exemplo, um palestrante, vou dizer assim, e às vezes quer se destacar mais do que a própria palestra, mais do que o próprio evangelho, também é, né, um ponto que precisa ser destacado.
evangelho, por exemplo, um palestrante, vou dizer assim, e às vezes quer se destacar mais do que a própria palestra, mais do que o próprio evangelho, também é, né, um ponto que precisa ser destacado. Mas assim, se foi um motivo, né, que a pessoa dentro da sua própria imperfeição a fez ser levada, né, para esse tipo de trabalho de divulgação, mas depois desaparece, é uma coisa, né? Agora, o problema é continuar sempre, né, através do bem, ela ter sempre a evidência. Mas isso é uma coisa muito particular, né? Aí a gente volta lá na no início do estudo aqui do André Luiz, não condeme. Tá vendo? Então, toda vez que nós observarmos a imperfeição de alguém e nós condenarmos, a gente já está fazendo errado. Então, é muito boa assim a solução do André Luiz nesse aspecto, né? A gente não condenar. Olha, então quando a gente observa lá na no item cinco, né? É aqui do da lição, né? proceda com bondade, sem exibição de exibição de virtude. Ou seja, a gente já reparando no outro, né, muitas vezes também. Mas aí a gente volta e vê que André Luiz fala pra gente não condenar. A gente vai destacando e observando que todos nós vamos passar por essas etapas aqui que André Luiz fala, né? A gente vê, repara, mas a gente não não deve condenar o outro. Ajudar o outro de que forma, né? Não destacar o mal que o outro faz, né? Todos nós fazemos o bem. em todos os momentos e fazemos o mal, né? O que Paulo de Tarso fala, né? Eu ainda faço o mal que eu não deveria, né? E não faço o bem que eu deveria ou gostaria. Então, somos nós, né? Nós temos aspectos positivos, mas nós ainda temos os negativos, né? Mas o importante de tudo é nós não darmos forças a esse mal, né? Isso é muito importante. >> Sim, exatamente. A gente tem que ser mais objetivos, né? Eu acho que é uma lição que convida a objetividade. Olha, vamos então entender o que tá acontecendo, que a gente pode fazer para poder arrumar essa situação. Porque se a gente fica pensando muito nos motivos que levaram aquilo a acontecer, a gente se atrapalha nesses julgamentos,
que tá acontecendo, que a gente pode fazer para poder arrumar essa situação. Porque se a gente fica pensando muito nos motivos que levaram aquilo a acontecer, a gente se atrapalha nesses julgamentos, que é uma questão que a incomoda muito os espíritas. ainda vemos muito esse tipo de situação. E hoje em dia, quando nós olhamos uma pessoa numa situação de fragilidade, seja material, seja espiritual, seja um qualquer tipo de desajuste, é muito comum que nós que somos espíritas, devido aos nossos estudos, a gente pensar assim: "Nossa, mas que desafio reencarnatório que levou a pessoa nessa condição?" Nós sabemos que a primeira o primeiro motivo que nos coloca numa situação delicada na Terra são as condições reencarnatórias. É muito e disso, ah, essa pessoa deve ter aprontado uma coisa terrível numa vida anterior e hoje tá aí colhendo e etc. Quem sabe que as misérias sociais vem todas das questões reencarnatórias, né? Só que isso não pode nos paralisar nesse julgamento. Olha o que que André Luiz tá nos levando a pensar. Isso não importa de onde veio o sofrimento dessa pessoa. Não estamos aqui para julgar se essa pessoa foi um criminoso na vida anterior. Quantas multidões essa pessoa prejudicou na vida anterior que lavaram ela, levaram ela esse resgate, né? Levaram ela a essa situação miséria, uma situação de tanta dor. Não nos cabe esse julgamento aqui, porque nós não estamos aqui para isso. Isso cabe é a Deus. Nós estamos aqui é para tentar mitigar a dificuldade com a palavra amiga, o os bens materiais, se a gente disponibilizar de recursos para isso, alguma maneira de levar esse consolo. E o André Luiz, ele é muito empático e eu penso que ele é muito, muito consolador nesse momento, porque ele vai nos nos colocando para olhar o que que nós podemos fazer dentro da nossa individualidade, dentro dos nossos limites. Então ele deixa esse recurso aqui dessa frase. Seja qual for o problema, faça o melhor que você puder, o melhor que eu puder. Não é, não é? faça tudo o necessário para aquela
entro dos nossos limites. Então ele deixa esse recurso aqui dessa frase. Seja qual for o problema, faça o melhor que você puder, o melhor que eu puder. Não é, não é? faça tudo o necessário para aquela pessoa ser solucionado o problema dela. Não é isso que ele tá dizendo. Ele tá dizendo, olha, nós temos nossos limites, mas temos potencialidades. O que que eu posso fazer da minha parte aqui para poder auxiliar isso aí de alguma forma, né? Então, eh eh nesse ponto eh André Luiz deixa muito claro, é realmente vai ser muito difícil uma pessoa resolver o problema total de outra pessoa, né? Cada um de nós contribui um pouco com o que pode, da maneira que consegue. Eu acho isso muito consolador, nos coloca para para compreender que realmente eh nós podemos ser suporte, mas raramente seremos solução completa, né? E uma observação que André Luiz faz, que eu achei muito boa, é no item quatro da lição, que que ele fala assim, ó: "Use os recur os próprios recursos para fazer o bem". Eu achei isso tão bom, porque André Luiz nos coloca para poder observar o que que nós temos, o que que o nosso esforço pessoal pode contribuir. Essa frase de André Luiz, ela remete diretamente a uma lição do evangelho que fala exatamente disso aí. Quem puder depois olhar o evangelho, nós vamos ter lá no capítulo 13, que é aquele capítulo não sabe a vossa mão esquerda o que dê a vossa mão direita. Teremos o item dos infortúnios ocultos, que vai falar daquela dama que ia com a filha fazer a caridade de maneira discreta e eles vão lá visitar uma família cujo pai está doente. Essa mulher, ela é ela é chamada aí na na linguagem popular aí de dama da caridade, né? Falado muito sobre isso aí. E ela deixa uma frase quase que exatamente igual a frase do André Luiz. Ela explica isso lá pra filha dela. No final eh da visita que que ela fala pra filha dela? Ola, filha, o que você pode dar, minha filha, quando nada tens de seu? Porque se eu passar as tuas mãos alguma coisa para que dês a outrem, qual será teu mérito?
isita que que ela fala pra filha dela? Ola, filha, o que você pode dar, minha filha, quando nada tens de seu? Porque se eu passar as tuas mãos alguma coisa para que dês a outrem, qual será teu mérito? Nesse caso, em realidade, serei eu que faz que fez a caridade. E que que merecimento você teria nisso? Não é justo. Quando visitamos os doentes, tu me ajudas a tratá-los. Dispensar cuidados é dar alguma coisa. E não te parece bastante isso? Nada mais simples. Aprende a fazer obras úteis e confeccionará roupas para essas criancinhas. Desse modo, você dará alguma coisa que vem de ti. Que que ela quer dizer? que mais do que você amealhar recursos de outrem, é você entender assim, o que que eu posso dar meu? Porque nós temos muito esse hábito nas casas espíritas de juntar recursos, né? Nós queremos uma doação para isso. Traga sua cesta básica, traga roupas, contribua com isso aí pra gente fazer, né, o nosso caldo, fazer nossa macarronada, né, os ingredientes, as casas espíritas pedem recurso para as pessoas poder criar o trabalho, né? A dama candidato tá falando o seguinte: "Isso é bom, mas de você o que que você tá dando?" Igual ela falou assim pra filha dela, "Bom, filho, você não tem nada porque você é jovem, né? Ainda uma uma um adolescente, né? Mas se você está dispensando o cuidado seu, você tá dedicando seu tempo porque você não tem dinheiro, você não tem itens nenhum para dar aqui para essa família. Mas se você já tá dando o seu esforço de me ajudar a cuidar, você tá dando alguma coisa, não tá? Ela tá dando o tempo dela e o e o esforço pessoal, que que ela vai dizer? Já é uma boa coisa porque precisa disso. Tá vendo como é que é? De repente a gente não tem nada material para dar, mas a gente tem o tempo, tem a atenção, a gente pode, tem conhecimento de alguma coisa, já é alguma coisa a dama da criidade faz. Quer melhorar isso aí? Ela fala para ela, aprende a fazer alguma coisa. Por o exemplo que ela deu foi o exemplo da costura. Aprende a costurar uma roupinha, né? No caso aí você já tá transformando
az. Quer melhorar isso aí? Ela fala para ela, aprende a fazer alguma coisa. Por o exemplo que ela deu foi o exemplo da costura. Aprende a costurar uma roupinha, né? No caso aí você já tá transformando a matériapra que era um pedaço de pano numa roupa. É um esforço de inteligência que, né, que eu te dou o pano, você tem costura, né, transformou aquele recurso em outro, né? Ah, vou vou vou fazer o caldo aqui, peço para as pessoas doarem os ingredientes, eu vou e cozinho, é alguma coisa. Então, é, é um pouco disso nós estamos falando aqui. Quais as maneiras nós vamos contribuir com esse trabalho, né? Porque tá vendo como como o que André Luiz fala e o Evangelho vai vai nos explicar melhor, é que n esforços tem valor. Os mais variados esforços podem ter algum valor. Não é só o esforço X ou Y. Exatamente. Não, gente, tudo que a gente tá dando, o nosso tempo, o nosso esforço, nossa fé, né, nessa é um ombrear, né, tudo que nossas mãos podem operar tem um valor que é muito forte. É isso aqui que o Andrus tá falando, né, que que vai nos convidar a olhar para nós mesmos. para entender o que que a gente pode doar, né, para qualquer situação aí, eh, nos valorizando nesse ponto, mas ao mesmo tempo eh nos convidando a usar a inteligência para lidar com as situações que nos aparecem, né, que são as mais variadas situações. Que que local é esse que não precisa de caridade? caridade na casa espírita pra gente lidar com pessoas tão diferentes de nós, por exemplo. Paciência e essa caridade no nosso ambiente profissional, no ambiente de trabalho, que às vezes é um ambiente estressante, que às vezes é um ambiente que a gente não controla tudo, ter essa caridade lá dentro, respirar fundo, não julgar, mas como Andra Luiz fala, né? Mas agir com com sabedoria. Então são os convites ao auxílio que vem nas mais variadas formas, né? Se a gente souber identificá-los e compreender como é que a gente pode aplicar a caridade nisso, eu penso que é um bom caminho pra gente já iniciar aqui. O Candra Luiz tá
nas mais variadas formas, né? Se a gente souber identificá-los e compreender como é que a gente pode aplicar a caridade nisso, eu penso que é um bom caminho pra gente já iniciar aqui. O Candra Luiz tá tá tá nos nos nos falando sobre a essa ação, né? É muito bom, né? Achei bom isso aí que você falou em relação à caridade, aquilo que a gente pode fazer, mas ao mesmo tempo, né, eh nós não nos sentirmos assim os superiores diante dessas dessas ações, né, nos sentirmos eh como é que fala a palavra? É como se nós fôssemos os melhores naquilo ali, sabe? Naquele trabalho, né? Indispensáveis. Nós somos importantes, sim, mas nós não somos os principais, né, naqueles trabalhos. E acontece tanto isso, né? E aquela mensagem do livro Agenda Cristã de André Luiz, eu acho ela muito interessante porque ele fala disso, ele fala assim: "A os irmãos em perigo, olha só que que ele fala aqui, um trechinho, irmãos em perigo são aqueles que se sentem senhores exclusivos de todos os trabalhos no campo da caridade, sem distribuir oportunidades de serviço ao outro". Olha só, tanto que isso é interessante. Então assim, a caridade, esses trabalhos que você falou aí, né, puxando já para esse lado, né, na casa espírita ou qualquer lugar, né, no nosso lar, no nosso trabalho material, na sociedade, nós trabalhamos em conjunto. Isso faz parte da caridade, né, essa esse agrupamento, né, inserir as pessoas, isso é forma de caridade. Nós somos sim importantes porque nós compomes, olha, exclusivos de todos os trabalhos. O melhor palestrante, o melhor médium, né, o melhor evangelizador, o melhor dirigente da casa espírita. Não existe isso. Existe o quê? nós entendermos a nossa nosso trabalho, a nossa responsabilidade e nós trabalharmos com boa vontade e alegria. Nós nos destacamos pelas nossas características eh particulares, mas nós não somos os melhores e os principais de trabalho. Olha só. E e André Luiz vem falar, né, na agenda cristã, que é um perigo nós nos sentirmos assim, porque já vai, né, eh, trazendo para nós esse perigo da
somos os melhores e os principais de trabalho. Olha só. E e André Luiz vem falar, né, na agenda cristã, que é um perigo nós nos sentirmos assim, porque já vai, né, eh, trazendo para nós esse perigo da vaidade, né, do orgulho, então da presunção, né, e pelo contrário, Jesus nos ensina o quê? A sermos humildes. Humildade tem a ver não com pequenez, mas a humildade que nos mostra quem nós somos, sabermos a nossa verdadeira realidade, né? Não, quem eu sou dentro do que André Luiz traz aqui, né, na lição de hoje, fazer o que eu puder. Olha só, já denota a humildade. O que eu consigo fazer e não fazer mais do que eu do que eu consiga. Também é um ponto da humildade, né? Olha, eu só consigo fazer isso. Eu não consigo fazer mais que isso. E isso é bom porque nos traz a condição de quê? de dividirmos, né, o nosso o lugar de trabalho para que a gente possa colocar todas as pessoas juntas, né? Isso é muito importante, né? E o próprio André Luiz nessa agenda cristã, na mensagem irmãos em perigo, traz isso, né? Que é um perigo também, ele fala assim que é um perigo quando, né, que não distribuir oportunidade de serviço aos outros, né? Ou seja, nós somos eh aqueles que têm mais condições de fazer, de ajudar, né? O perfeccionismo, né? Então, acho isso muito interessante, né? Essa fala de André Luiz. E ele fala aqui também, ó, seja eh, como é que é? Não admita a supremacia do mal, né, Juliano, você tava até falando mais cedo sobre isso, né? O que que a gente pode fazer? Você quer falar? Não pode continuar, tá tudo certo. >> Assim, quando ele fala assim, a gente não deixar que o mal quê, né, tenha força, né, a gente não entrar, né, dentro da do mal, não permitir que o mal seja, né, maior que o bem, né? Isso é muito importante, né? Às vezes a gente ir para o lado da do pessimismo, né? Não darmos força para o lado do mal. Isso é muito importante, né? em todos os aspectos, né? A gente às vezes se encontra numa situação de ajudar o outro e às vezes a gente leva mais pro lado negativo, né? Nós como espíritas, como
do mal. Isso é muito importante, né? em todos os aspectos, né? A gente às vezes se encontra numa situação de ajudar o outro e às vezes a gente leva mais pro lado negativo, né? Nós como espíritas, como cristãos, né, que nós somos, nós estamos sempre eh estudando e seros sendo fortalecidos para que tenhamos a fé. A fé, a esperança, é essa força que vai nos trazer, né, para que a gente possa melhorar, crescer, evoluir e superar todos os os obstáculos, né, e essa palavra que é de de esperança para o outro, né? Então assim, a gente fazer com que o bem seja acima, né, do do que possa do que possa parecer, né? >> É, é o é o raciocínio começa por aí mesmo, né? Antes de falar alguma coisa, eu quero dar um bom dia pro Walter, >> a Patrícia, o Walter, >> um bom dia pra gente aí já tem um tempão, né? Logo no comecinho do nosso programa e um bom dia pra Patrícia também. Bom dia para vocês, gente. E é exatamente, a gente conversou aqui um pouquinho, né, ontem e hoje sobre essa questão da supremacia do mal. Achei tão interessante isso que ele fala, porque admitir a supremacia do mal, sabe, é a gente desistir, entender que uma situação ah, não tem jeito, não tem solução, ah, tá tudo acabado, não adianta pôr a mão lá. E se admitir a supremacia do mal, pelo menos eu eu compreendo que é uma das formas de de interpretar essa frase, é quando a gente coloca o mal como o final da história ali. É, deu, vai dar errado aquilo, não vai ter jeito. Então, te admiti com mal isso vai, vai ser supremo ali naquela situação. Enquanto que a gente tem que entender que tudo o que vem, mesmo que pareça mal, mesmo que pareça uma tragédia, um problema, é, vem a guisa de de lição, de ensinamento para nós. Deus, ele detesta desperdício. Deus tem uma característica que ele o seguinte: Deus transforma tudo em lição, transforma tudo em terra fértil para nós. Mesmo que aconteça uma situação assim que nós podemos dizer que é uma calamidade, para Deus é oportunidade de se transformar terra fértil para um aprendizado, por uma lição para nós ali.
til para nós. Mesmo que aconteça uma situação assim que nós podemos dizer que é uma calamidade, para Deus é oportunidade de se transformar terra fértil para um aprendizado, por uma lição para nós ali. Então, o mal nunca vai ser supremo, hipótese nenhuma, porque dali vai sair uma situação boa, dali vai sair uma pessoa um pouco mais previdente, vai sair uma pessoa um pouco mais responsável, vai sair uma pessoa que numa próxima encarnação ela vai tomar um pouco mais de cuidado. Então, de qualquer situação vai nos remeter aí a a essa transformação. Então, a gente tem que ter fé sempre. Elan falou muito bem aí. A gente tem que ter essa fé, essa esperança sempre, por amanhã Deus pode transformar tudo aquilo ali de uma maneira que a gente nem imagina. O evangelho trata muito disso. Por isso que, por exemplo, o espírita, ele não pode, hipótese nenhum apoiar eutanásia, por exemplo. Que que os espíritos nos dizem? O último segundo de vida daquela pessoa ali pode gerar uma transformação nela. um arrependimento, uma reflexão. Então, Deus vai nos colocando numa situação até que a gente possa aprender a lição que nos é devida. Então não tem erro nas situações da vida, mas tem lição para todos nós. E essa lição é sempre será positiva. Então fé, esperança, o consolo, a vontade de ajudar, tem que ser constantes, tem que ser eh eh ativos o tempo todo, o tempo todo, para que a gente possa compreender essa lição de Deus, né? Quem tem a última palavra é Deus, não somos nós. Não podemos achar porque a nossa visão material ou materialista é uma visão tão estreita, tão limitada. A gente olha paraas situações e parece situações tão às vezes tão definitivas, tão sem jeito. Ah, eu vou ajudar para quê? Porque a pessoa nunca melhora. A gente tem muito essa visão das coisas, né? Ah, mas tem paciência de novo com essa pessoa? Já tive, nossa, mas já tive paciência demais, já ajudei demais. O que que é isso aí? É quando Jesus fala perdoai 70 vezes sete vezes tá relacionado a isso também. Ah, mas vou ajudar de novo. É ajudar 70
tive, nossa, mas já tive paciência demais, já ajudei demais. O que que é isso aí? É quando Jesus fala perdoai 70 vezes sete vezes tá relacionado a isso também. Ah, mas vou ajudar de novo. É ajudar 70 xes. Vou ter paciência de novo. É ter paciência 70 xes. Vou ter que ouvir de novo essa mesma reclamação. É ouvir 70 vezes s vezes. É, é disso que trata essa lição do perdão que que Jesus passa para nós. Nossa, mas vou dar um pão de novo, né? Eu vou ter que aguentar de novo isso e 70 x 7 vezes até que a gente possa amadurecer, até que eu possa talvez ministrar uma lição melhor, dar um conselho melhor ou eu possa dar uma ajuda melhor ou essa pessoa ela tem uma consciência maior, né? Então são essas situações aí que Jesus pede que nós vamos nos levando com paciência um pouco mais, né? O que Jesus quer dizer é o seguinte, vamos esforçar um pouco mais, vamos ouvir mais uma vez, vamos ajudar mais uma vez, vamos ter paciência mais uma vez, vamos dar a mão mais uma vez, vamos acolher mais uma vez, porque esse processo é um processo lento. Todo processo de amadurecimento, de aprendizado, é lento. Não importa qual o aspecto da nossa existência. Há que se fazer um paralelo com outras áreas da vida que nos exige também aprendizado. A escola. Quantos anos nós ficamos numa escola? A gente começa ali pequenininho, 2, 3 anos de idade na escola. A gente com 20 anos tá na escola ainda. 25 anos tá na escola ainda. Porque a gente sai da, às vezes do ensino médio, queremos fazer uma faculdade, depois a gente quer fazer outra coisa, uma especialização. A gente vai ficando na faculdade quantos anos, né? 20, 30 anos na estudando. Estudando. A por que que a na vida moral seria mais fácil que na vida acadêmica, que na vida intelectual? A vida moral ela não é fácil não, não é? A gente sabe disso. Na verdade, a vida moral ela me parece muito mais difícil do que a vida intelectual e acadêmica. Porque a gente pode aprender a somar 2 mais do ali, muito fácil, mas aprender a perdoar uma falta é muito difícil. Às
vida moral ela me parece muito mais difícil do que a vida intelectual e acadêmica. Porque a gente pode aprender a somar 2 mais do ali, muito fácil, mas aprender a perdoar uma falta é muito difícil. Às vezes as pessoas já vai viver 100 anos aqui na terra e não vai dar conta de aprender o perdão. E já aprendeu tantas ciências complexas, já aprendeu tanta coisa, né? pessoas se tornam um cirurgião neurológico, trabalhar com a mente, o cérebro da pessoa, coisas tão delicadas que existe tanto conhecimento, mas às vezes para ser gentil não dá conta. >> É >> para estender a mão dá coisa. Então a gente tem que entender o quanto que é complexo a vida moral. Por isso, nessas lições s tão interessante, por isso que Jesus falava, né? E faz e é um eco infinito esse, perdoar 70 xes, entende? É isso. É o quê? É essa paciência moral que a gente tem que ter para poder lidar com as questões morais que envolvem não apenas nossas falhas morais que às vezes nos pode prejudicar, mas os erros morais ou as deficiências morais de todas as pessoas que nos cercem, todos os âmbitos da vida social, né? >> É a universidade da alma, né? Essa aí, muitas vezes nós estamos há 1000 anos tentando eliminar um problema com uma pessoa. Vou nem falar um problema particular meu, uma imperfeição particular, mas um problema com alguém, né? E entra o 70 x 7 que você falou, que é indefinido, né? Porque são números, né? Que Jesus quer que a gente perca de vista, né? Então assim, é até aquela aquela história, né, do perdão, né, que Chico Xavier traz, né, que a mulher começa a anotar todas as vezes que perdoa o marido. Aí quando ela chega lá na conta, né, exata de 70 vezes, sete vezes, ela fala: "Não, já consegui, Chico, já anotei tudo, então já já resolveu nessa parte." Aí o Chico fala: "Ô, minha irmã, é por dia, né? Essas 70 x 7 aí é por dia, é diário. Então nós vamos vendo que não existe, né, limite para perdoar, né? Existe as necessidades que forem que foram nascendo, né? Foram surgindo. Isso não é para o outro, é para nós, né?
por dia, é diário. Então nós vamos vendo que não existe, né, limite para perdoar, né? Existe as necessidades que forem que foram nascendo, né? Foram surgindo. Isso não é para o outro, é para nós, né? Termos esse coração eh eh que perdoa, mas é para nos transformarmos, né? Na verdade é isso. Mas eu achei muito bom assim quando você falou em relação a assim não deixar que o mal domine, né, toda a situação e no e tome conta de nós, né, nos tirando a esperança, a fé, porque de que vale a nossa fé, a nossa tudo aquilo que nós estudamos, né, o evangelho de Jesus, para que que serve se no momento de de dificuldade, no momento triste da vida, né, nós não tenhamos essa fé, né, essa força que nos levanta, que nos nos encoraje. Para que que seria isso? Porque senão nós vamos ser o quê, né? Estudantes do evangelho. Nós vamos ser intelectuais de tudo aquilo que nós estudamos, ainda mais dessa doutrina espírita que tem assim muitos estudos, estudos, estudos. E aí a gente vai fazer o quê com tudo isso, né? É no momento da luta, da dor que tem que fazer efeito para nós, tem que surgir um algo em nós, né? Senão não vale, né? Nós não estamos aqui estudando somente para passar pro outro, né? Nós somos aprendizes e somos, né, como diz o próprio Emmanuel, né? Eh, eh, professores e aprendizes uns dos outros. Até no final da lição aqui, André Luiz vai falar que nós estamos, muitas vezes, nós vamos precisar dos outros, porque nós não sabemos da vida, nós sabemos os tropeços da vida, nós não sabemos as dores que nós vamos passar, então ninguém sabe tudo. Mas e tem até uma frase lá no Ceá dos Médiuns, uma lição no livro Seara dos Médiuns de Emanuel, né, psicografado por Chico Xavier, que assim é um dos livros que eu mais gosto, que fala da mediunidade, que é esse dos médiuns, porque traz essa conexão, né, nos nos orienta como médiuns, como que é, né, essa conexão do médium com os espíritos. Então o Emmanuel fala que a gente nunca deve ter uma palavra negativa. A gente nunca deve ter uma palavra eh
né, nos nos orienta como médiuns, como que é, né, essa conexão do médium com os espíritos. Então o Emmanuel fala que a gente nunca deve ter uma palavra negativa. A gente nunca deve ter uma palavra eh que traga, né, mais o mal do que o bem, tirando a esperança do outro. Porque ele até fala assim: quando a gente vê uma pessoa que está muito doente, ah, não, essa pessoa não vai curar não. Essa doença ela é terrível, não tem cura. Já já, tipo assim, a gente já fala que a pessoa não tem salvação, não tem cura, né? Isso serve para todas as as áreas, né, da da vida, não só da parte da do de enfermidade física, morais, principalmente, né, quando pensa que a pessoa não tem jeito mais, né? Então, Emmanuel fala assim: "Olha, porque Deus é misericórdia e a misericórdia dele pode nos desmentir". Olha só. Então, toda vez que a gente achar que aquilo não tem saída, não tem salvação, não tem cura, a gente pense que Deus é misericórdia. A misericórdia de Deus pode te desmentir. Olha só, isso assim causa impacto em mim, porque eu penso assim, nós não temos essa noção do que que é para sempre, né? O que que está determinado, nada, nem a ciência, nem o homem, nem a mãe, nem o pai. Esse menino não tem jeito, tem, sabe? Eu acho que isso é muito bom para nós, né? Traz assim aquela choque de realidade, né? Um tapa mesmo assim, né? Pra gente despertar que tem uma superioridade existe, né? E nós e não somos nós. Então nós não temos essa força para poder determinar nada. Graças a Deus, né? Que a gente não tem, né? Porque muitas vezes a gente cai, a gente não tá muito bem e é e faz parte, né, da nossa condição evolutiva ainda aqui na Terra, né? E passando aqui, né? Eh, André Luiz, ele fala, né? Fuge de todo pensamento, palavra, atitude ou gesto que possam agravar as complicações de alguém. Eu vejo aqui nessa frase de André Luiz como o pacificador, né? A gente precisa muito desse pacificador que Jesus quer que a gente seja, né? Lá no são lá em Mateus, no Evangelho de Mateus, olha só a frase de Jesus aqui.
frase de André Luiz como o pacificador, né? A gente precisa muito desse pacificador que Jesus quer que a gente seja, né? Lá no são lá em Mateus, no Evangelho de Mateus, olha só a frase de Jesus aqui. Bem-aventurados que são brandos, eh, porque possuirão a terra. Bem-aventurados pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Olha, filhos de Deus, é a todo aquele que faz o que Deus gostaria que fizesse. Então, Deus, o que ele quer para todos nós, né? Essa brandura, essa mansidão, quer que acalme uns aos outros, né? Traga a paz, o equilíbrio. Então, vai ser chamado filho de Deus. Ou seja, alguém vai trazer por Deus, né, aquilo que ele gostaria que fizesse, que ele gostaria de fazer. Então, acho muito, muito interessante isso, né? O como que nós agimos diante, por exemplo, de uma situação que tá ali pegando fogo? A gente joga mais fogo, põe mais lenha, né? Ou a gente joga um balde d'água para apagar aquele fogo, né? O que que é que nós estamos fazendo nesses momentos de de tormenta, de confusões, de problemas que a gente tá sempre vendo? Qual que é a palavra de efeito que a gente usa para acalmar? Nós não estamos cobrando de nós mesmos coisas que nós não podemos alcançar, mas uma palavra, às vezes o silêncio, acalma, né? Uma situação. Então a gente pode gritar, a gente tem direito de tudo. Mas agora, qual que é o nosso dever? Não só de cristão, não só de espírita, não só de, mas de questões que nós necessitamos na sociedade. Muitas vezes a gente calar, acalmar, sair, né, como diz, né, ceder, ceder para o outro, isso é tão importante, né? Às vezes, pra gente sair de uma guerra, de uma confusão, de um conflito, a gente tem que ceder. Até uma frase do Chico Xavier que eu adotei assim para mim, né? Às vezes é necessário ceder para o outro para que a gente tenha paz. Olha só. Então cede pro outro pra gente ter paz, pra gente ter sossego. É isso. Agora, o que que é que tá dentro de mim? O que que é que eu busco tanto, né? É equilíbrio, é paz. Às vezes a gente vai ter que abrir mão. Eu
pro outro pra gente ter paz, pra gente ter sossego. É isso. Agora, o que que é que tá dentro de mim? O que que é que eu busco tanto, né? É equilíbrio, é paz. Às vezes a gente vai ter que abrir mão. Eu acho que isso muito importante, né? Exatamente. Eu estava aqui no meu radar essa frase da Patrícia aqui, achei bacana ela citar a lei de amor. A lei de amor, ela é tratada na codificação espírita lá no livro dos espíritos. É lei moral, lei de justiça, amor e caridade. Então a lei de amor tá aí. E depois ela é tratada lá dentro do Evangelho Segundo Espiritismo, lá no capítulo 11. Existe o item lá que é a lei de amor. Eu acho super interessante isso porque realmente um dos princípios da lei de amor é é justamente sentir com a alma, né? E e é e nessa relação entre nós e o outro. Então uma frase que a lei de amor ela deixa ali muito clara é é a seguinte. Olha o que que é dito lá no evangelho. A lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres. Ou seja, não há que se falar de amor na solidão, no isolamento, no egoísmo. Não dá para você, pra gente entender amor nessa situação. Dizer: "Ah, eu amo, eu amo". E a gente trancar dentro do quarto, dizer que ama. Não. O amor está no reino da ação. Olha aí a gente fazendo esse paralelo com a lição do André Luiz. Então, só você aprende a amar ou se ou pelo menos entendemos as deficiências que o nosso amor tem quando a gente tá na nessa lida com o outro, nessa lad, né, com o outro, nessa situação de convivência. É muito fácil uma pessoa que não tem problema nenhum, nenhum nenhum ou uma pessoa que mora sozinha dizer: "Ah, eu tenho muita paciência, sou uma pessoa que tem muita paciência". Mas a paciência só se descobre é na relação com o outro. É quando a gente tem que enfrentar uma pessoa ou lidar com uma pessoa, né, que nos exige paciência. Aí a gente vai entender, poxa vida, talvez eu não tenha tanta paciência quanto eu pensei que eu tinha. Um exemplo, ah, eu sou uma pessoa que eu não tenho nenhuma mágoa no coração. Tem, eu já vi
ência. Aí a gente vai entender, poxa vida, talvez eu não tenha tanta paciência quanto eu pensei que eu tinha. Um exemplo, ah, eu sou uma pessoa que eu não tenho nenhuma mágoa no coração. Tem, eu já vi pessoas falando isso. Até que apareceu uma situação bem difícil na vida dessa pessoa. Lembro de uma situação na casa espírita, nós passamos. Eu via isso numa pessoa, ela dizer, eu sou uma pessoa que não tem raiva de ninguém. Isso. Sou uma pessoa que não tem mágoa no coração. Eu vi uma pessoa dizer isso e poucos meses depois aconteceu uma situação que essa pessoa se tornou a pessoa talvez mais rancorosa que eu já conheci na minha vida. Uma situação de não tem mágoa com ninguém, não tem raiva de ninguém por situação que tô com raiva de um monte de gente e não conseguiu perdoar em pautas nenhuma essa situação. E nós já vimos isso na prática. Então a gente tem que ter muito esse cuidado quando nós nos afirmamos elevados, nos afirmamos pacientes, nos afirmamos com n qualidades, né? Porque a lei de amor vai fazer igual a Patrícia expôs aí pra gente, né? Vai fazer com que a gente tem, não é apenas olhar pro outro, enxergar o outro materialmente, mas é sentir o outro, né? A gente só se sente se a gente tiver junto, convivendo. É por isso que o o o amor ele é tão ele é tão exigente na prática. Não é à toa que André trouxe essa lição aí no reino da ação, porque se a gente não age, a gente não transforma. Transformação, ela vem justamente da do exercício, exercícios, vários tipos de exercício que nos vão colocar para poder desenvolver as vários tipos de aptidões morais que nós precisamos. Então, determinada situação exige inteligência, a outra exige paciência, a outra exige respeito, a outra exige a gente mudar o que a gente acredita para para uma outra disposição. Quando a gente vê uma situação que que a gente nunca havia lidado com isso na vida. Por isso, várias encarnações não são necessárias. A gente vai conviver em várias sociedades com várias culturas, com várias pessoas diferentes, onde nós
ue a gente nunca havia lidado com isso na vida. Por isso, várias encarnações não são necessárias. A gente vai conviver em várias sociedades com várias culturas, com várias pessoas diferentes, onde nós teremos famílias diferentes, pessoas diferentes. Então, as encarnações são necessárias. Eh, nesse ponto a gente vai entender que é muito impossível a gente evoluir muito rápido com poucas encarnações, porque muitas situações vão nos escapar que a gente vai ter que lidar com elas. Então, por isso que a gente reencarna tanto, né? Não é só porque nós somos devedores e aquessa história assim, né, que a gente tem, né, no meio espírita, mas é também porque é necessário vários tipos de aprendizado nas vários tipos de situações, né? Então nós vamos ter que passar por várias culturas, vários sistemas diferentes para que a nossa moral possa ser uma moral adequada. Jesus passou pela Terra e ele deixou uma lição ou deixou lições que servem a todas as sociedades. Não vai haver uma sociedade onde a lição de Jesus não vai encaixar justamente por causa disso, porque ele falava a essência humana, o coração humano. E não importa se você seja uma pessoa lá do Oriente Médio, seja uma pessoa da África, da Ásia, não é da Europa ou aqui da América, não importa. A lição de Jesus faz muito sentido, faz muito sentido para todo mundo, porque Jesus conhecia a essência humana. E Jesus deve ter passado por vários tipos de culturas ao longo do tempo e teve esse aprendizado prático que trouxe ele a certeza do que ele falava serviria a qualquer pessoa, não é? Então, eh eh são lições que não se perdem. Por isso que é tão atual, por isso que nós vamos ler o evangelho hoje. E ele está tão atual quando era há 500 anos atrás. O evangelho continua tão atual quanto foi há 1000 anos atrás. Daqui 1000 anos ainda o evangelho continuará atual. E é disso que o espiritismo fala, né? A gente tentar sempre adaptar as lições à nossa realidade, sempre adaptar essas lições ao que tá acontecendo. O reino de ação, o reino da ação é agora. O reino
l. E é disso que o espiritismo fala, né? A gente tentar sempre adaptar as lições à nossa realidade, sempre adaptar essas lições ao que tá acontecendo. O reino de ação, o reino da ação é agora. O reino da ação é hoje. Essa lição vale agora. E assim que a gente vai vivendo. Por isso que essas lições são tão interessantes e a cada dia essas lições vão se renovando. Hoje eu entendi dessa forma a lição do André Luiz, né? Eu e El estamos conversando sobre isso, né? A Patrícia falou bastante sobre esse assunto também aqui hoje conosco. E amanhã nós vamos ter vivido situações diferentes. Vamos estar mais maduros moralmente, mais maduros intelectualmente, vamos ter aprendendo um pouco mais com a vida. E essa lição, quando a gente passar por ela de novo, a gente vai ter uma visão, talvez diferente, vai encaixar em outro aspecto da nossa existência. Por isso que essas lições elas têm que ser lidas eh continuadamente, né? Eu costumo dizer que o espírita ele lê muito e estuda pouco, porque o espírita, eu conheço muito espírita que tem essa mania assim de ler um livro, depois passa para outro livro, depois passa para outro livro, depois passa para outro livro. sendo que é a proposta melhor do que essa é você ler o livro uma vez, depois ler de novo e depois ler de novo, porque aí você extrai o máximo de lição daquela leitura. Eu nas minhas palestras atualmente tenho sempre dou exemplos da literatura espírita, sempre trago uma referência, duas, três, três obras e de uns anos para cá, o que que eu descobri? Não adianta eu ficar dando referências cada palestra de um a um livro diferente, porque um livro tem 1000 lições. Saber pegar aquela mesma lição e você desdobrar ela tirando 10 ensinamentos de uma mesma lição, é mais útil do que você pegar 10 ensinamentos de 10 lições diferentes, porque você potencializa aquele estudo que você tem, né? Então o espiritismo ele nos convida ao estudo. O que que é o estudar? Estudar é você ler até entender e ler de novo e ler mais uma vez. Essa lição aqui, ela é uma lição que
le estudo que você tem, né? Então o espiritismo ele nos convida ao estudo. O que que é o estudar? Estudar é você ler até entender e ler de novo e ler mais uma vez. Essa lição aqui, ela é uma lição que merece ser lida hoje, amanhã vai fazer uma diferença maior. Tem lição que a gente passa por ela hoje, diz: "Não sei, fez muito sentido." Amanhã, de repente, a gente descobre uma grande lição, às vezes numa frase que passou durante a vida toda, passou desapercebido. Por isso que o culto do evangelho no lar, ele é tão valoroso para nós. Muitas vezes nós passamos pelo evangelho, aqui em casa já aconteceu isso várias vezes, e aí a gente fala assim: "Nossa, essa lição aqui nem lembrava dela. Nossa, nem sabia que tinha isso no evangelho". a gente sabia, mas é porque naquela época que a gente leu a primeira vez, não tava tão maduro naquela compreensão e hoje a gente tá um pouquinho mais, né? Eh, agora a lição já tá chegando no finalzinho aqui, né? nosso horário também, mas assim, nos últimos itens, né, André Luiz coloca assim: "Ouça com paciência e fale amparando." Recorde que você amanhã talvez esteja precisando também de auxílio e em toda situação indesejável, mesmo que o próximo demonstre necessidade de reprimenda, observe conforme a lição de Jesus, se você está em condições de atirar a pedra. Eu acho que a coisa mais difícil que tem é a gente ouvir, né? Todo mundo quer falar, falar, falar, falar. Agora, ouvir é a mais difícil. E ouvir com atenção e ouvir com serenidade e ouvir sem julgamento, e ouvir com paciência, né? Porque se a gente vê que o mundo tá precisando dessa atenção, né? dessa. Todos nós queremos falar e às vezes nós vamos ficar nessa condição de sermos ouvidos. E é isso que André Luiz quer falar. Um dia a gente vai precisar também, né, dessa caridade da escuta. Então, será que nós estamos preparados para termos essa caridade para com o outro, né, de ouvir somente? E ouvir também quer dizer que nem sempre é ouvir para resolver. Olha aí, a gente volta lá na mensagem do Agenda Cristã,
mos preparados para termos essa caridade para com o outro, né, de ouvir somente? E ouvir também quer dizer que nem sempre é ouvir para resolver. Olha aí, a gente volta lá na mensagem do Agenda Cristã, onde André Luiz fala que a gente não é assim, como se diz, é indispensáveis em certas situações, em certos casos. A gente vai ouvir muitas vezes as pessoas com paciência, mas não com o desejo de resolver o problema dela. Mas nós temos sim, né, o reino no reino da ação, ou seja, na nesse domínio das nossas ações, a gente temos uma palavra de fé, uma palavra de consolo, uma palavra, né, que fortalece, uma palavra de ânimo, tudo isso porque vai depender mais da pessoa de mudança do que de nós, né? até mesmo do Cristo, né? Porque Jesus falava, né? A sua fé te curou. Olha só, ele falava, né? A sua fé, que quer dizer tanta coisa, né, nessa nessa frase, né? Ou seja, na na na escolha da pessoa. Aí inclui aí essa ideia de André Luía aqui nessa mensagem de hoje de nós não sermos de forma nenhuma esses atiradores de pedra, né, nesse julgamento na situação da pessoa, porque nós também podemos estar numa situação difícil que às vezes leva tempo pra gente mudar, né, de atitude, de vida, a gente não sabe. Então, é igual você citou e a pessoa, né, que eu nunca guardei mágua. Mas hoje eu tô numa mágua que eu não consigo sair. Olha, é uma fragilidade que a gente tem. Muitas vezes a gente não conhece. Enquanto a vida está muito bem, está tranquila, a gente se acha, né, com essa força toda. Mas e se um dia a vida nos coloca numa situação difícil e a gente consiga demorar para sairmos, demorar um tempo. Então a gente não se conhece. É isso que a gente estuda bastante, né, na doutrina. é o autoconhecimento, né? O conhece-te a ti mesmo. Onde é que a gente vai estar às vezes numa situação da vida que pode trazer, né, situações difíceis para nós, né, e descobrirmos as nossas fragilidades morais. Então, nós somos aí seres, né, espíritos que estamos encarnados há quanto tempo? Nos e reencarnando há quanto tempo?
né, situações difíceis para nós, né, e descobrirmos as nossas fragilidades morais. Então, nós somos aí seres, né, espíritos que estamos encarnados há quanto tempo? Nos e reencarnando há quanto tempo? Então, o que que é que nós vamos descobrir ao longo da nossa vida, né? Mas o principal aqui que eu acho que essa fala: "Ouça com paciência e fale amparando." Nós temos aí, né? Eh, uma área muito importante na na casa espírita que é o atendimento fraterno, né? Que é ouvir, aprender a ouvir, aprender a amparar, né? Uma fala que ampara diante da dor do outro. Isso é muito importante, não só no no na casa espírita, mas em todos os lugares. A gente pode estar no nosso trabalho e dependendo da área que a gente trabalhe, que pode ser uma área sensível, né? Um seg um um uma área de trabalho sensível, que a gente tem que ter equilíbrio para poder falar, ouvir com a pessoa, ouvir a pessoa e falar de forma eh eh sutil, né, que é um ambiente de trabalho, mas amparar a pessoa. Então, não é um trabalho fácil. Não é uma situação fácil. É desafiador nós hoje sermos uma pessoa que tem paciência, que ouça, que ampare, que oriente, né, sem invadir também a o outro, a vida do outro, sem invadir, por exemplo, as decisões do outro, não induzir o outro a tomar decisões. Olha, tanto que isso é sério, né? Isso é muito sério e isso é muito importante para nós, né? E eu encerro aqui, né, com a frase de de André Luiz, quando ele fala, recorde que você amanhã, né, também precisa desse auxílio. Ou seja, a gente não sabe. Amanhã somos nós os que vão ter que ser ouvidos com paciência, com tolerância. A gente tá falando, falando, falando, tá nervoso, tá brigando, porque nós estamos doentes. Às vezes nós podemos ficar doentes, né? Mas nós termos essa essa condição, essa humildade de buscar ajuda e alguém vai ter que ter essa paciência conosco, vai nos amparar, vai nos ajudar, né? Hoje é o o auxilia-te, né? Também, né? Nós nos auxiliamos, auxiliamos o outro, somos auxiliados. É isso, assim, é a vida, né? Essa vida que
essa paciência conosco, vai nos amparar, vai nos ajudar, né? Hoje é o o auxilia-te, né? Também, né? Nós nos auxiliamos, auxiliamos o outro, somos auxiliados. É isso, assim, é a vida, né? Essa vida que a gente não sabe o que que pode acontecer. Nós não temos controle de nada, né? Mas nós podemos ter dentro de nós essa força, essa fé que nos levante, né? Então, acho muito importante e lembrar sempre da fala de Jesus para Pedro, né? Pedro, tu me amas, apacenta as minhas ovelhas, né? E aí Jesus fala três vezes com Pedro, né? E Pedro, eh, Pedro, tu me amas? E ele disse: "Sim, Senhor, apacenta as minhas ovelhas. Pedro, tu me amas?" E Pedro já fica, né? Tu sabes que eu amo, Senhor, apacenta as minhas ovelhas. Então é isso, né? Esse apacentar, esse acolher, esse levantar, esse animar, é isso que Jesus espera, né, de cada um de nós. E sempre na ideia de que hoje nós estamos apacentando, acolhendo, mas amanhã pode ser, pode ser um de nós. >> Muito bom. E eu acho que a gente pode encerrar aí mesmo, viu? Ficou muito bom esse finalzinho, muito bom mesmo. Excelente reflexão, viu? É isso aí, gente. Então, vamos nos despedindo desse momento, né? Nos preparando já para a prece final. Vou deixar a carta da Eliane a prece porque eu fiz a de abertura e eu já quero desejar um excelente domingo, excelente semana a todos, viu, gente? Muito bom esse estudo. Gostei demais. Então vamos agradecer a Deus, nosso pai maior, a Jesus, esse mestre e amigo incansável de todas as horas, que está pertinho de nós, esperando só o momento em que nós o chamamos, buscamos através do nosso coração a presença dele, buscamos através dos pensamentos bons, de alegria, de gratidão, estarmos perto dele. E assim, Jesus, na certeza que nós temos que o Senhor cuida de nós, nos ampara, nos orienta, queremos agradecer por tudo, por essa doutrina espírita que é tão consoladora aos nossos corações, porque nos traz as respostas da vida. Abençoa, Senhor, todos nós nesse momento, os nossos lares representados aqui. Abençoa os nossos irmãos que se encontra
que é tão consoladora aos nossos corações, porque nos traz as respostas da vida. Abençoa, Senhor, todos nós nesse momento, os nossos lares representados aqui. Abençoa os nossos irmãos que se encontra em dor, em sofrimento, onde quer que eles estejam, Senhor. Aqueles, Senhor, que estão sofrendo no anonimato, aqueles que a sociedade não vê. Leva, Senhor, o bálsamo consolador, suavizador Jesus. Que a tua paz se espalhe por todas as nações, os governantes, as casas espíritas, os lares, os orfanatos, os hospitais, os manicômios, as prisões, Senhor. Que cada um de nós sinta a paz nesse momento, a cura espiritual, física, emocional, Jesus, e fortaleça os pais. para que eles possam cumprir as suas missões aqui na terra com alegria e buscando sempre a ti, Senhor, como verdadeiro exemplo, como nosso grande exemplo também, que foi José, pai de Jesus, trabalhou no silêncio e na obediência a Deus na sua tarefa. E assim, Jesus, muito obrigada por tudo e que nós possamos estar sempre conectados com esse mundo espiritual que tanto nos orienta, tanto nos ajuda, Senhor, que não nos esqueçamos de ti e das tuas palavras. Que assim seja. Assim seja, gente. Olha, muitas felicidades para todos aí, viu, gente? E uma semana muito abençoada. >> Muito obrigada. Bom domingo. Boa semana a todos. Um abraço.
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