Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 16 | 22.06.25
Estudando com Jesus | 22.06.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 16: Educação Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184
São as coisas simples, despretenciosas, que a alma descobre os encantos dos dias, no bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas, nessa Essas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despe do que não lhe a cresce para ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula pega, passa fé nos dias iludida e cega, vive como morta e sequer percebe. Até que desperte aos encantos dos dias, mas a ilusão nos afasta da vida. São as coisas simples que a vida acontece. São coisas simples, despretenciosas que a alma descobre os encantos dos dias. No bailar dos astros, nas folhas já mortas, no ficar mais perto das almas queridas. Nessas horas simples, a alma percebe o que é para sempre e o que sempre passa. Então se despido do que não lhe aquece para ser quase tudo sem ter quase nada. Quando a alma complica, acumula a pedra, passa pelos dias iludida e cega, vive como morta e sequer percebe, até que desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece. até que desperte aos encantos dos dias. Pois se a ilusão nos afasta da vida, são nas coisas simples que a vida acontece. Alô, bom dia a todos. Um excelente domingo, mais uma manhã de estudo e GESE, Instituto Goiano Goianense de Estudos Espíritas com mais um capítulo. Hoje vou trazer aqui a nossa amiga que estará conosco. Olá, bom dia. Nosso som, amiga. É, abri. Bom dia. Bom dia para todos. Bom dia para quem vai nos ver depois. Boa tarde, boa noite, né? Para quem não tiver conosco agora, mas puder estar conosco posteriormente. Vai ser muito bom a companhia de cada um de vocês, que a gente possa aqui fazer um estudo interativo, né, Marcos? Que a gente possa não falar, é, não falar só para nós, mas que a gente possa falar para o coração de cada um e que cada um possa contribuir também. né? Que cada um possa dar a sua opinião também. Participem. Eh, aquelas pessoas que estão vendo de outros países com outro fuso horário ou
a o coração de cada um e que cada um possa contribuir também. né? Que cada um possa dar a sua opinião também. Participem. Eh, aquelas pessoas que estão vendo de outros países com outro fuso horário ou então aquele que assistirá porque fica aqui guardado, né, armazenado para quem quiser ver depois. Agora tá ocupado vendo algum assunto de família. E hoje nós vamos estudar do livro Espírito da Verdade, o capítulo 16, que trata do tema educação e psicografia Edvaldo Vieira, pelo espírito André Luiz. Então, hoje nós vamos ter o André Luiz nos ajudando aqui, nos instruindo. É. E aí, antes de começar, né, meu amigo, como sempre, você faz oração para nós, pra gente abrir. Vamos abrir com a prece. Ó pai amorável, nosso pai de toda hora, criador universal e também nosso mestre Jesus, mestre querido e amado, sempre nos socorre, nos assiste. Estamos aqui mais uma vez reunidos para uma manhã de estudo que possa ser edificante, que possa harmonizar e equilibrar os nossos espíritos, as nossas almas. Que possamos ficar propensos ao amor, ficar receptivos a misericórdia, a caridade e nos aperfeiçoarmos na prática do bem. Graças a Deus. Que assim seja, que assim seja, que assim seja. Que nosso estudo possa ser proveitoso, né, amigo, para nós primeiro e para todos os nossos amigos que vierem a nos ouvir, né? Então você já falou aí que acerca do capítulo, né, que nós vamos falar do livro da verdade, da do espírito da verdade, né? Você tá falando aí do capítulo 16 que nós vamos falar e nós vamos falar sobre ele. Faz menção ao evangelho no item quatro do capítulo oito, que é bem-aventurados os que têm puro coração. Isso. Então nós vamos ver o que que é que tem a pureza de coração a ver com a educação. Vamos fazer um link aqui porque uma coisa tá muito ligada à outra, né? Eu posso ler? Ele é curtinho pra gente poder saber do que é que nós vamos tá tá remetendo o texto, né? Então, no capítulo oito, ele diz, no item quatro, uma vez que o espírito da criança já viveu, por que não se mostra ele desde o
ra gente poder saber do que é que nós vamos tá tá remetendo o texto, né? Então, no capítulo oito, ele diz, no item quatro, uma vez que o espírito da criança já viveu, por que não se mostra ele desde o nascimento tal qual é? Tudo é sábio nas obras de Deus. A criança tem necessidade de cuidados delicados que só a ternura materna pode lhe dar. E essa ternura cresce com a franqueza, aliás, desculpa, com a fraqueza e a ingenuidade da criança. Para a mãe, seu filho é sempre um anjo e precisaria que assim fosse para cativar a sua solicitude. Ela não teria para com ele o mesmo desprendimento se, ao invés da graça ingênua, encontrasse nele, sob os traços infantis, um caráter viril e as ideias de um adulto, e ainda menos se conhecesse o seu passado. Seria preciso, aliás, que a atividade do princípio inteligente fosse proporcional à fraqueza do corpo, que não poderia resistir a uma atividade muito grande do espírito. Depois nós vamos falar disso aqui, ó. Assim como se vê entre as crianças muito precoces. É por isso que desde a proximidade da encarnação, entretanto, o espírito em perturbação, que é o estado que nós entramos, né, perde pouco a pouco a consciência de si mesmo. Ele durante um certo período permanece numa espécie de sono durante o qual todas as suas faculdades conservam em estado latente. Esse estado transitório é necessário para dar ao espírito um novo ponto de partida e fazê-lo esquecer em sua nova existência terrestre as coisas que poderiam extraviá-la. Seu passado, entretanto, reage sobre ele, que renasce para uma vida maior, mais forte moral e intelectualmente, sustentando e secundado pela sustentado e secundado pela intuição que conserva da da experiência adquirida. A partir do nascimento, suas ideias retomam gradualmente impulso à medida que se desenvolve os órgãos. De onde se pode ver dizer que durante os primeiros anos o espírito é verdadeiramente criança? Porque as ideias formam o fundo do seu caráter. Elas ainda estão, as ideias que formam o fundo do seu caráter estão ainda
ver dizer que durante os primeiros anos o espírito é verdadeiramente criança? Porque as ideias formam o fundo do seu caráter. Elas ainda estão, as ideias que formam o fundo do seu caráter estão ainda adormecidas. Durante o tempo em que seus instintos dormitam, ele é mais flexível e, por isso mesmo, mais acessível às impressões que podem modificar a sua natureza. Olha aqui, gente, importante esse parágrafo, ó. As impressões que podem modificar sua natureza e fazê-lo progredir, o que torna mais fácil a tarefa imposta aos pais. Olha aqui a educação começando aqui, ó. O espírito reveste, pois, por um tempo, a túnica da inocência. E Jesus está com a verdade quando malgrada anterioridade da alma toma a criança por emblema da pureza e da simplicidade. Então ele tá falando aqui da pureza do coração, tá falando da criança, tá falando da nossa do nosso preparo encarnatório, né? que nós precisamos nos preparar, que nós, como nós já estudamos, nós adormecemos, entramos num estado de dormência espiritual, né? Para quê? Para que haja o esquecimento daquele pretérito, para que a gente possa vir nesse novo tempo, nessa nova escola, porque cada encarnação nossa é uma escola, né? é um aprendizado. Então, para que a gente possa entrar nessa vida pronto para receber novos ensinamentos, a gente precisa estado esquecido, porque é como ele coloca aqui, como que uma mãe ia olhar com ternura para um bebê se visse nele ali a lembrança que teve lá no pretérito, tanto para ela quanto para ele. Então, num corpo infantil, num corpo frágil, não cabe esse tipo de situação. Por quê? Porque aquele espírito que já viveu, ele já viveu muito e muito e muito e muito. Então, ele pode ser um espírito ali centenário, pode ser um espírito milenar. Então, ele carrega com ele purezas, imperfeições, virtudes, defeitos, né? Então ele ele tem ele tem qualidades que ele precisa aprimorar e ele e ele traz defeitos que ele precisa corrigir. Para essa corrigenda acontecer, a gente precisa frequentar a escola da vida. A gente veste essa capa
em ele tem qualidades que ele precisa aprimorar e ele e ele traz defeitos que ele precisa corrigir. Para essa corrigenda acontecer, a gente precisa frequentar a escola da vida. A gente veste essa capa da matéria, que é o nosso material didático pro nosso aprendizado. Então, investindo esse novo corpo e chegando aqui nessa nova encarnação, é necessário que haja esse esquecimento. Para quê? Vamos falar na nossa memória espiritual aqui como HD. Você limpou o HD, ele tá limpinho, então ele tá pronto para receber novos ensinamentos. E é nessa, né, nesse momento em que ele está pronto, é que a educação começa a ser processada. Então nós vamos falar da educação aqui. Marcos, eu posso falar um pouquinho aí depois você fala, porque eu quero fazer uma arremeter lá no passado. Vamos dar Eu esqueci foi de dar bom dia pro pra galera. Ah, é mesmo, Marcos. Nossa. Desculpa as boas-vindas pros nossos amigos. Desculpa aí, gente. Sirle chegou cedinho, depois foi a teca. Cadê a teca? Bom dia, Teca. Ali a teca. Bom dia. Bom dia. Rodrigo brasileiro tá aqui conosco. A Carla. Bom dia. Carla, nossa amiga querida. É isso aí. A Eliane dando bom dia. A Eliane. Bom dia. Bom dia, Eliane, coração qu nosso. E a nossa amiga Milena. Milena, a Milena daí da sua região, né, Marcos? A Milena daí, só conterrânea aí, né? Isso. Lá depo ouço a Milena. Antigamente tinha um programa que eu ouvia. Ela ter assistido, mas ela é envergonhada. Hoje ela deu bom dia. Ah, bom dia, Milena. Oxa, nem parece que ela é envergonhada. Olha lá. E ela ela conduz tão bem quando ela tinha um ensinamento. Não sei nem se ela ainda tem aquele programa dela que eu assistia muito. Ela tá com Bem-vinda. Todo domingo ela tá com estudo à noite, hoje 20 horas, que vai ser do livro Joana de Angângeles, né? Acho que é o homem integral. Ai, que beleza. Ó, mandou um beijo, tá? Ah, bom dia. Bom dia, Milena. Bem-vinda. Então, ó, vocês aí, nossos amigos que já estão conosco aí, vamos participar conosco. E aquilo que nós estudamos aqui, né,
, que beleza. Ó, mandou um beijo, tá? Ah, bom dia. Bom dia, Milena. Bem-vinda. Então, ó, vocês aí, nossos amigos que já estão conosco aí, vamos participar conosco. E aquilo que nós estudamos aqui, né, Marcos, não quer dizer que nós estamos falando a a realidade tal e qual ela é, não. Esse é o nosso ponto de vista, né? Todo estudo é o ponto de vista de quem preparou aquele estudo pra gente poder estar junto ali, conversando, dialogando e e trocando ideia acerca daquilo ali. Será que faz sentido? Será que é isso mesmo? Eh, por que que é que nós estamos falando sobre isso? O que que isso tem a ver com a lição de hoje, né? Então, quando eu falei ali que que eu ia pedir licença para para voltar ali um pouquinho no evangelho, quando Jesus aqui fala da pureza do coração, ele tá falando: "Deixai virar minhas criancinhas, né? que é o começo, que é a base aqui da pureza do coração. Mas até chegar ali, vamos falar aqui, vamos voltar ali um pouquinho no evangelho, depois a gente começa a a dissertar o nosso capítulo de hoje. Mas vamos trazer um pouquinho isso aqui antes pra gente saber porque nós precisamos dessa eh desse aprendizado, né, dessa educação, dessa pureza, que a gente precisa burilar esse nosso coração. Então, lá atrás, quando Jesus conta para nós das parábolas, porque todos os ensinos de Jesus eles vieram, né, através das pará das parábolas maravilhosas, quando ele fala lá atrás daquele da parábola do samaritano, que aquele que foi encontrado ao longo da estrada, caído, machucado, seminu, largado ali na estrada e que as pessoas que passavam por ali começaram a olhá-lo de forma diferente. Então vamos voltar lá na na parábola quando ele diz assim que as pessoas que o os as pessoas estavam descendo de de Jerusalém. Por quê? Porque o templo ficava lá. Então as pessoas iam ao templo igual aqui como nós vamos eh quando você vai a uma casa espírita, quando você vai a uma igreja, quando você vai a qualquer templo de Deus, né, que a gente chama templo de Deus aqui na nossa terra. Quando a gente
como nós vamos eh quando você vai a uma casa espírita, quando você vai a uma igreja, quando você vai a qualquer templo de Deus, né, que a gente chama templo de Deus aqui na nossa terra. Quando a gente vai algum lugar desses, oi, Suzi, bom dia. A Suzi tá ali também, ó, Marcos, ela gosta muito de você. Ela já me falou. Então, obrigado, então, quando eh a noção que a gente tem que as pessoas desciam do templo, o que que elas foram fazer no templo? elas foram orar, né, que era um lugar de oração, é um lugar de encontro com Deus, né, desde muito tempo e até hoje os templos nos levam porque nós não precisamos orar só no templo, né, gente? Só um um aspas aqui. Mas na parábola ele tava dizendo que então aquelas pessoas que desciam do templo, elas estavam o quê? Purificadas. Porque naquele tempo, na na mensagem que se tinha, era que você precisava se purificar. Então você ia ao templo, você orava no templo, quando você saiu de lá, você saiu purificado. Então limpou tudo que tinha de de dentro de você, de da das virtudes que você não conseguiu, os seus defeitos, vamos chamar de pecado, né, que a gente usa muito essa palavra. Então, que as pessoas eh elas estavam ali descendo já limpas, elas já estavam limpas. Então, que que aconteceu? Quem primeiro passou ali do lado daquele daquele homem caído na estrada? foi um sacerdote. O sacerdote que era o que ensinava as leis, né? Que que ele fez? Ele passou de longe. Ele nem passou perto. Por quê? Porque o costume que se tinha naquele tempo, o homem tava ali caído, ele tava ensanguentado, tava eh irreconhecível. Eu não sabia nem quem era a pessoa que tava caída ali. E naquele tempo, o costume, o sangue era algo de impureza, era algo impuro. Tanto é que nós vamos ver também na passagem lá da mulher que sangrava, da mulher hemorruíça, nós vamos ver que ela não podia nem frequentar os ambientes onde todos estavam, porque ela era considerada impura, porque ela sangrava. Então aquele homem também que estava ali na estrada sangrando, o sacerdote passou ao longe, porque ali
equentar os ambientes onde todos estavam, porque ela era considerada impura, porque ela sangrava. Então aquele homem também que estava ali na estrada sangrando, o sacerdote passou ao longe, porque ali ainda dizia de uma de uma medida que eles eh que eles tinham lá naquela época lá, tinha uma determinada medida que você tinha que passar a tantos, vamos chamar de metros, você tinha que passar tantos metros daquela situação porque senão você se tornaria impuro, porque ela, aquela situação te contaminaria. Então, se ele desceu do templo, ele tava puro e ele vendo aquela situação ali, se ele se aproximasse ou se ele pegasse naquela pessoa, ele se tornaria impuro novamente. Então, ele não queria, porque ele já desceu do templo purificado. Então, ele queria seguir puro como ele estava sentindo que estava, né? E depois passou o levita, fez a mesma coisa. E depois em seguida veio aquele homem de uma vida que eles chamavam, entre aspas, eles achavam, né, que os samaritanos eram homens de uma vida, né, de uma índole, né, uma vida, não, de uma índole. Então aquele samaritano, ele condoeu-se quando ele viu aquele irmão. Ele olhou aquele ali, ele viu com os olhos de irmão. Ele olhou para aquele para aquela pessoa caída ali, nem indagou quem seria, de onde veio, por que aconteceu, o que que fez aquilo, quem é que fez aquilo. Ele não indagou nada. Ele chegou, ele limpou as feridas do rapaz ali que tava no no no relento ali, colocou aquela pessoa no seu animal, levou com ele para uma hospedaria, pagou a hospedaria com o dinheiro que ele tinha e recomendou para aquela pessoa da hospedaria que podia usar de todos os recursos que precisasse para fazer com que aquela pessoa ficasse bem e que se passasse daquele dinheiro que ele deixou na volta. porque ele voltaria ali, na volta ele pagaria todo a despesa que houve para poder eh deixar aquela pessoa bem, né? Trazer aquela pessoa de volta ao bem-estar. Então, vamos voltar aqui um pouquinho. Por que que nós estamos falando do samaritano? Por que que nós
que houve para poder eh deixar aquela pessoa bem, né? Trazer aquela pessoa de volta ao bem-estar. Então, vamos voltar aqui um pouquinho. Por que que nós estamos falando do samaritano? Por que que nós estamos falando da pureza? Porque nós começamos falando da pureza da criança aqui, né? E por que nós estamos falando isso? é a pureza do coração, porque nós estamos voltando lá atrás para ver de onde é que Jesus já tá trazendo isso para nós. E nós estamos falando isso por causa da educação. Se ali no templo tem uma lição, quem está ali está ensinando. Nós estamos falando aqui educação é o quê? Ensino, né? Então, quem está ali, quem está eh como sacerdote ou como pregador naquela situação, ele traz uma mensagem para ser ensinada. E o aluno, no caso, somos todos nós que vamos ali no templo, que estamos ali para receber aqueles ensinamentos, né? Então, nesse ensinamento que Jesus coloca aqui para nós, quem foi que usou da misericórdia e quem estava nesse estado de pureza? Aquele homem, aquele samaritano que nem tinha subido ao templo ainda, aquele homem que tava de passagem por ali, ele se condoeu por quê? Porque ele colocou a boa vontade, ele colocou o coração no olhar para ver que aquele ali era um irmão caído na estrada que tava precisando de ajuda. Então esse aprendizado ele não precisou subir ao templo, ele carregou com ele no coração. Então nós vemos aqui que essa essa pureza de alma que a gente precisa chegar a ter, essa pureza de olhar, que também é uma pureza de olhar, a gente precisa ter dentro de nós e a gente precisa externalizar nos momentos que se fizerem necessários. E aí nós vamos de novo aqui, ó, com com as lições de Jesus para chegar na educação. Eh, vamos falar aqui da parábola do publicano e do fariseu. Lembra quando eles vão orar ali no templo? Vai lá o publicano, né, coitadinho, homem do povo lá impuro e o fariseu, doutor das leis, né? Aí o fariseu chega altivo e vai orar aí no templo: "Senhor, eh, eu vos dou graça porque eu jejuei, porque eu paguei meus
cano, né, coitadinho, homem do povo lá impuro e o fariseu, doutor das leis, né? Aí o fariseu chega altivo e vai orar aí no templo: "Senhor, eh, eu vos dou graça porque eu jejuei, porque eu paguei meus impostos, porque eu não sou adúltero, porque eu não sou egoísta." né? E foi trazendo e tecendo um rosário ali de qualidades que ele achava que tinha para poder oferecer a Deus ali no templo. E depois no final ele ainda fala assim que não sou que nem esse publicano, que não paga seus impostos, que não faz tudo que eu faço, que não jejua, então ou seja, que ele tá dizendo: "Eu sou melhor que ele, Senhor, então ouve a minha prece, porque a minha prece é melhor do que a dele." Olha aí o que que nós estamos falando nessa nessa lição que Jesus trouxe para nós. Olha o egoísmo, olha o orgulho. O orgulho falando alto e o egoísmo externando em se achar melhor e maior do que o outro. Nós vamos falar sobre isso para quê? para chegar lá na pureza do coração. E aí vem o publicano que abaixado, que nem coragem de olhar para cima ele tem, que ele chega e diz: "Senhor, eu não posso ser como ele. Eu não posso fazer tudo que ele faz, mas Senhor, tende misericórdia de mim. Ouve minha prece." Gente, qual é o coração que tá falando com Deus ali naquele momento? é o coração daquele que está arrogante, se mostrando e e se posicionando ali porque acha que tem uma posição é melhor do que o outro. Ou se aquele na sua humildade que nem olhar para o céu, que era um ato de de elevação, era olhar pro alto, ele nem se achava no direito de olhar para cima, porque ele se achava tão pequeno. Olha aí a humildade. Onde é que Jesus coloca as crianças aí? quando ele coloca ali para nós essa lição que nós esquecemos, essa humildade da alma, esse olhar da alma. Então tudo isso pra gente falar que o quê? Que todos esses aprendizados nós viemos carregando e viemos absorvendo através das lições. Essas lições que professores trouxeram para nós. Nesse caso aqui, nós estamos falando no nosso mestre maior, que é Jesus, das parábolas.
s nós viemos carregando e viemos absorvendo através das lições. Essas lições que professores trouxeram para nós. Nesse caso aqui, nós estamos falando no nosso mestre maior, que é Jesus, das parábolas. Mas no nosso dia a dia, trazendo isso aqui para cá, paraa lição que nós vamos chegar agora, todos nós aqui estamos num tempo de aprendizados. Nós todos somos aprendizes. Na nossa lição, o Marcos vai ler para nós daqui a pouco. Eh, ele tá dizendo aqui do professor e do aluno. Ele tá colocando o professor como se fôssemos todos alunos infantis. Porque quando a gente fala professor e aluno, primeiras letras, a gente remete à escola, ao aprendizado dessas crianças, desses desses nossos, de nós que viemos aqui, que fomos essas crianças e que frequentamos esse banco de escola e que foi ali que nós aprendemos as primeiras letras. Ali ele diz que o mestre deve ter o carinho para que o aluno receba o aprendizado. Mas será que na vida é sempre assim? Será que depois que nós crescemos? Porque aí a gente deixa de frequentar o banco da escola, mas nós consegui, continuamos frequentando o banco da vida, porque a nossa vida aqui na sociedade e aqui na família, ela é um constante aprendizado. Então, será que nesse aprendizado nós estamos nos colocando como mestre ou como aprendiz? Porque a educação é a via de mão dupla. O professor ensina, mas ele também aprende com o aluno. A vida ensina porque ela nos dá as lições e nós aprendemos essas lições à medida que nós vamos discrutinando o nosso olhar. Aí quando ele pergunta, tem uma pergunta aqui lá no no livro dos espíritos que pergunta assim: "Se nós conseguimos, se nós, né, diante da nossa eh do nosso estado evolutivo, se nós poderemos ver e compreender Deus." Ele dise que ainda no nosso estado material, eu vou trazer com as minhas palavras, viu, gente? A a resposta não é bem essa não, mas com a minha interpretação, que nós, enquanto estamos nesse corpo material, enquanto estamos nesse plano terreno, nós não temos ainda condição e nem conhecimento para chegar
sta não é bem essa não, mas com a minha interpretação, que nós, enquanto estamos nesse corpo material, enquanto estamos nesse plano terreno, nós não temos ainda condição e nem conhecimento para chegar a entender o que seria Deus. Então, nós estamos todos o quê? Todos nós estamos num tempo de aprendizado. Nós somos todos alunos nessa caminhada da evolução. Aqui na lição do Evangelho, quando ele diz que a criança eh que nós, enquanto espíritos, nós passamos pelo esquecimento para que a gente possa retornar a esse plano, para que a gente possa encarnar novamente. Por que que nós precisamos esquecer? Porque se a gente trouxer essa lembrança de tudo aquilo que a gente fez lá atrás e se nós nos censurarmos e se nós nos condenarmos, quando é que nós vamos ter a boa vontade de mudar e de aprender? Porque se a gente ficar só se culpando, a gente vai ficar só se culpando. Quando é que nós vamos sair dessa culpa e quando é que nós vamos ter esse olhar para enxergar que Deus misericordioso, ele olha para cada um de nós e dá oportunidade, a chance do recomeço a cada dia para cada um de nós. Então esse esse prefácio que eu tô fazendo aqui, Marcos, é pra gente chegar na escola, na escola da vida, na escola do aprendizado. Então, se para nós nos prepararmos para estar aqui, nós precisamos esquecer, é sinal que nós precisamos preencher esse HD com novas lições, com novos aprendizados, absorver tudo aquilo que é bom, que vai fazer com que essas virtudes cresçam em nós. É corrigir todos aqueles defeitos que nós trazemos, porque nós trazemos e nós nos lembramos. É quando a gente fala que a gente vai ver, esse ver aqui, tá no sentido de conhecer. Quando é que nós vamos ver as verdades? Quando nós conhecermos, quando nós estudarmos, quando nós aprendermos essas lições que foram trazidas para nós. Então, quando é que nós vamos praticar isso aí? Se a gente olhar para uma criança, porque todos nós olhamos paraa criança com ternura, com bondade, eh, no coração, assim, a gente traz, porque ele
nós. Então, quando é que nós vamos praticar isso aí? Se a gente olhar para uma criança, porque todos nós olhamos paraa criança com ternura, com bondade, eh, no coração, assim, a gente traz, porque ele traz para nós aquela pureza da alma. Então, quando Jesus fala que é para os que se lhes assemelham, não é para que a gente seja uma criança eterna, não é para que a gente seja sempre essa criancinha que não sabe nada e que não vai conhecer nada, não. Ele fala para nós é da pureza, da sinceridade, da beleza da alma. Porque você veja uma criança, quando a gente solta as crianças assim, vamos colocar as crianças que não se conhecem numa festa, num parque, seja lá onde for. Você já viu como elas logo dão um jeito de interagir, que elas logo dão um jeito de se conhecer, de brincar. Um entra na brincadeira do outro, um vem, toma bola do outro. Então, naquela pureza e naquela simplicidade, eles interagem, eles integram. As crianças, elas são integradoras do meio. Por quê? Porque elas não carregam as reticências que nós, enquanto adultos, temos uns para com os outros. Aí de repente eu chego num ambiente e olho o Marcos assim, de repente ele tá sério, pensativo, eu não sei com que, mas deve deve ser com algum problema que tá ali afligindo ele. Eu olho para ele e fala: "Nossa, não posso nem dar um bom dia para aquela pessoa. Olha lá como ele tá sério, cisudo". Quer dizer, eu já começo a fazer julgamento de uma pessoa que eu nem sei o que vai na alma dela. Eu não sei nem o que que tá se passando por ali. A criança não, a criança não tem isso. Ela olha pro outro, eu como criança e o Marcos como criança. Eu olho pro Marcos e e vejo que ele tá com a bola na mão e chego para ele e falo: "Ah, vamos brincar, eu posso também. Vamos brincar assim." E aí ele vem, aí ele interage. Aí chega mais um, chega mais outro e existe uma interação. Por quê? Porque não há o pré-julgamento, porque a criança olha pro outro sem prejulgar quem ela seja. Ela só quer interagir, ela só quer se aproximar. Por
um, chega mais outro e existe uma interação. Por quê? Porque não há o pré-julgamento, porque a criança olha pro outro sem prejulgar quem ela seja. Ela só quer interagir, ela só quer se aproximar. Por quê? Porque ela não carrega defeitos que nós, depois de muito aprendizado, vamos discortinando e vamos vendo que nós ainda não conquistamos aquilo que nós precisamos para ter essa pureza do coração que a criança tem. A gente vê quando eu falei da criança, ela é uma integradora. Porque eu não sei, Marcos, se se você tem filho. Acho que não, né, Marcos? Você tem filhos? Não, não tive filho, não. É, mas nós, enquanto pais aqui, a gente vai vendo que nós fizemos amigos ao longo da vida através dos nossos filhos. Eu mesma, eh, quando meus filhos eram pequenos, eu morei em Brasília há muitos anos, eu tenho amigos que ainda estão lá, que até hoje eu cultivo uma amizade muito calorosa com eles, que foram amigos que nós fizemos de quando os nossos filhos eram crianças. As crianças elas interagem e elas aproximam os adultos. Por quê? Porque ela não tem esse pré-julgamento, ela não tem esse olhar malicioso, ela não tem o olhar que julga, ela tem o olhar da pureza, daquele que é meu irmão. Ela não tem esse olhar com esse conhecimento, mas ela sabe que aquele que tá ali do lado dela é um igual a ela. Então essa esse olhar de igualdade é esse olhar da pureza que Jesus tá falando para nós aqui. É essa leveza do coração é que nós precisamos ter para nos aproximarmos e para convivermos nesse grupo, para conviver nessa sociedade. Então, Marcos, desculpa, eu falei demais aí, agora fala sobre a nossa leitura aí, porque eu fiz tudo isso para chegar na educação, porque essa educação é um aprendizado ao longo da vida. Ela não é só a escola ali que tá trazendo para nós o conhecimento, mas ela é a educação daquilo que nós carregamos, que nós trouxemos, daquilo que nós estamos aprendendo hoje e daquilo que na escola nós conquistamos também, né? Vamos falar do nosso capítulo aqui. Eu gostei dos comentários que você fez,
carregamos, que nós trouxemos, daquilo que nós estamos aprendendo hoje e daquilo que na escola nós conquistamos também, né? Vamos falar do nosso capítulo aqui. Eu gostei dos comentários que você fez, porque domingo passado foi o Hilário Silva com é o tema da paz. E nos ontem, hoje os acontecimentos eles estão abalando a paz. Então você eh falando sobre a pureza do coração é uma forma da gente lembrar que a paz é necessária, né? O Ilário Silva, ele até comenta que a paz é um alimento e o Ocidente com o Oriente tá vivendo uma situação que há muito tempo não era vista antes, com muita destruição, muito ódio, muita imposição e cada um se achando melhor que o outro, como você comentou, sem essa pureza das crianças, né, sem esse detalhe das crianças terem uma ingenuidade. Agora, eh, nesse estudo, antes de começar a ler, uma coisa que que me chama muita atenção é que ele destaca que as crianças trazem uma intuição preparada em razão das experiências anteriores. Ou seja, essa intuição, ela está instrumentalizada, ela vai dar subsídios, ela vai dar apoio, ela ela vai dinamizar se o aprendizado foi realmente eh assimilado. Se você ficou mais forte, você vai fazer um teste, você vai ter como comparar aí. Então eu abro com com esses comentários pra gente agora poder fazer a leitura do texto. Só concordar com você, Marcos, aqui quando você falou na paz. À vontade. O a esse tema, gente, essa paz, a paz quando Jesus até tem uma a a uma fala muito bonita de Jesus, né, quando ele fala, não é sobre a paz, a minha paz eu vos dou. Então, quando cada um de nós trouxermos essa paz em nós, que nós pudermos externalizar essa paz, aí nós vamos trazer a paz pro meio que nós vivemos. E se nós trouxermos a paz pro meio onde nós estamos, não haverá guerra, não vai haver espaço para ter o mal. O mal vai se vai se, como é que fala? vai, vai, vai diluindo. Então ali naqueles países onde você acabou de citar isso aí, ali ainda não estão vendo Deus. Eles ainda não se percebem como irmãos. Nós ainda estamos
vai se, como é que fala? vai, vai, vai diluindo. Então ali naqueles países onde você acabou de citar isso aí, ali ainda não estão vendo Deus. Eles ainda não se percebem como irmãos. Nós ainda estamos olhando para eles como se nós estivéssemos lá no passado degladiando aqueles espíritos que ainda se comprazem no prazer de matar, de querer, do egoísmo, do orgulho, de querer para si o que é do outro. Então essa paz, gostei da sua fala nessa parte, porque essa paz que nós precisamos trazer em nós, nós precisamos irradiar para que o mundo todo possa perceber esse momento e possamos todos realmente, cada um externalizando aquele pouquinho que já tem, que pouquinho que carrega, que ele possa expandir e que ele possa chegar a todas as pessoas. Aí sim, aí nós estaremos caminhando para um mundo que é o nosso mundo da regeneração, né, que é o mundo de paz, de tranquilidade, serenidade, de amor, né? Aí, meu amigo, pode continuar. Então, título, educação. Palavras de André Luiz. O amor é a base do ensino. Professor e aluno, cooperação mútua. O o autoaprimoramento será sempre espontâneo. Disciplina excessiva, caminho de violência. A curiosidade construtiva ajuda o aprendizado. Indagação ociosa, dúvida enfermiça. Egoísmo na alma gera temor e insegurança. Evangelho no coração, coragem na consciência. Cada criatura é um mundo particular de trabalho e experiência. Não existe vocação compulsória. Toda aula deve nascer do sentimento. Automatismo na instrução, gelo na ideia. A educação real não recompensa nem castiga. A lição inicial do estrutor envolve em si mesma a responsabilidade pessoal do aprendiz. Os desvios da infância e da juventude refletem os desvios da madureza, aproveitamento do estudante, eficiência do mestre, maternidade e paternidade são magistérios sublimes. Lar, primeira escola. Pais, primeiros professores, primeiro dia de vida, primeira aula do filho. Pais educadores, se o lar deve entrosar-se com a escola, o culto do evangelho em casa deve unir-se à matéria lecionada em classe, na iluminação da
ssores, primeiro dia de vida, primeira aula do filho. Pais educadores, se o lar deve entrosar-se com a escola, o culto do evangelho em casa deve unir-se à matéria lecionada em classe, na iluminação da mente, em trânsito para as esferas superiores da vida. Palavras de André Luiz. Uhum. Quer comentar, amigo? É, como visto, né, toda a educação percebemos que ela exige um esquecimento e o esquecimento ele tem pró e contra. Então, como é que nós vamos garantir que o esquecimento seja proveitoso? com base no amor. Por isso que André Luiz abre o estudo, a mensagem falando que o amor é a base do ensino, o amor é a base dos relacionamentos, o amor é a base da convivência. Nós só vamos crescer enquanto espíritos se nós soubermos nos relacionar com o outro, saber tratar o outro assim como nós gostaríamos de sermos tratados. Exatamente. Por isso que ele fala que o amor é a base, né? Sem essa base nós não podemos ter essa cooperação mútua que ele diz aqui, né? Porque se eu não dou, como que eu vou receber, né? É uma é uma um um toma lá da cá. Então, será que esse amor, esse esse aluno que cresce ali, que tá chegando na escola, chegando no aprendizado, aquele carinho, aquele acolhimento do professor para que aquele aluno sinta que aquele ambiente é confortável para ele, é preciso haver esse amor, confiança, né? Porque através dessa confiança é que o aluno, o pequenininho, quando ele começa, quando ele vai ali paraas primeiras letras, ele precisa confiar naquele professor. E a confiança, nesse caso aqui, ela é traduzida em amor. É essa amorosidade que nós precisamos ter. Aí vamos trazer isso aqui para nós adultos. Da mesma forma, quando você vai se relacionar com uma pessoa, quando você chega e a pessoa é intransigente, a pessoa é arrogante, a pessoa orgulhosa, você tem coragem de se aproximar. Muitas vezes nós recuamos, muitas vezes nós ficamos ali no nosso canto calado, quieto, esperando uma oportunidade ou outra. Muitas vezes nós nos intimidamos, nós nem abrimos a boca para as vezes
imar. Muitas vezes nós recuamos, muitas vezes nós ficamos ali no nosso canto calado, quieto, esperando uma oportunidade ou outra. Muitas vezes nós nos intimidamos, nós nem abrimos a boca para as vezes tecer algum comentário que nós gostaríamos. Por quê? Porque não houve esse essa confiança, porque não houve essa amorosidade. Então essa amorosidade que ele tá falando aqui na base do ensino é em todas as etapas da nossa vida, porque em cada etapa nós aprendemos algo novo. Então o professor aqui é a escola da vida. Essa educação aqui é a vida que tá trazendo para nós. Na escola da vida nós aprendemos e nós aprendemos com todos os professores que estão ao nosso redor, porque todos com os quais nós convivemos são professores para nós. Pensa aqui na sua casa, a nossa primeira eh o nosso primeiro momento de aprendizado, tá tá aqui a nossa célula maior é a nossa família. Olha quanto aprendizado tem aqui dentro da nossa família. Você nem sempre tem um pai e uma mãe e os filhos ali naquela amorosidade constante às 24 horas. Cada um pensa de um jeito, cada um externaliza suas suas emoções, seus pensamentos, o outro não concorda. Aí o outro diz: "Eu não acho que é assim. Eu não acho que tem que ser feito dessa forma. Eu penso diferente." E o que é que nós precisamos? Saber conviver com essas diferenças. Aí entra toda essa amorosidade do aprendizado, da educação, porque se nós queremos receber, nós precisamos dar. Quando ele fala aqui, ó, eu eu vou ler só um pedacinho aqui que tem na questão 350 do do aqui do livro dos espíritos, 351, quando ele fala assim: "No intervalo entre a concepção e o nascimento, o espírito goza de todas as suas faculdades?" Aí ele responde assim, eh, mais ou menos de acordo com a época, porque ele não está ainda encarnado, mas vinculado. Desde o instante da concepção, a perturbação começa a senhorar-se do espírito, advertindo que é chegado o momento de tomar uma nova existência. uma perturbação vai crescendo até o nascimento. Nesse intervalo, o seu estado é pouco próximo a de um espírito
senhorar-se do espírito, advertindo que é chegado o momento de tomar uma nova existência. uma perturbação vai crescendo até o nascimento. Nesse intervalo, o seu estado é pouco próximo a de um espírito encarnado durante o sono do corpo. A medida que o momento do nascimento se aproxima, as suas ideias se apagam, assim como a lembrança do passado, da qual ele não mais tem consciência, como o homem, uma vez entrando na vida, mas lembran eh lembrança lhe volta pouco a pouco a memória no seu estado de espírito. Então, olha aqui, nós vamos moldar um espírito quando ele chega, porque ele tá pronto, ele tá novo. E se não houver essa amorosidade para que a a mãe enquanto olha ali para aquele bebê, para aquele serzinho tão frágil, se não houver ali uma amorosidade, como é que ela vai, como é que ela vai acompanhar aquele crescimento daquele corpo e quais são as lições que ela vai poder dar para ele? Se ele não esquecer o passado, se ele não tiver pronto para receber novas lições, como que ele vai se prestar a entender e a ouvir aquilo que lhe está sendo ensinado? Então, muitas vezes, muitas vezes, não sempre, como ele fala aqui, nós precisamos limpar aquilo que nós trouxemos eh dos nossos erros, né, aquilo que nós cometemos ali no passado. E à medida que nós vamos estudando e vamos aprendendo, nós vamos aprimorando para que a gente possa, igual lá na infância, quando a mãe começa a nos ensinar, como ele fala que aqui é um serzinho frágil, para que nós possamos olhar para nós também que enquanto crianças em espírito que nós somos, porque nós não somos adultos em espírito ainda. Então, enquanto crianças no espírito que nós somos, nós estamos prontos para aprender. Então essa escola e esse aprendizado, ele vai trazer para nós lições primorosas. Vai depender de nós o captar, o entender, o aprender, o enxergar, conviver com tudo isso, dependendo do quanto o nosso coração estiver pronto, puro e que tiver a benevolência dentro dele, que é a boa vontade, né? Aí ele vai falando que o
der, o aprender, o enxergar, conviver com tudo isso, dependendo do quanto o nosso coração estiver pronto, puro e que tiver a benevolência dentro dele, que é a boa vontade, né? Aí ele vai falando que o autoaprimoramento aqui será sempre espontâneo. A disciplina excessível é um caminho da violência. Então a gente vê isso aqui não só nas escolas, eu vou trazer a escola maior aqui que é a nosso lar, eu vou falar naquele lar onde há violência demais, existe a disciplina da forma adequada que ela precisa. Vamos falar nas casas de correção. Se não houver amorosidade ali, enquanto aqueles aqueles nossos irmãos foram detidos para poder eh pagar alguma alguma falha. Bom dia. Bom dia, Solange. Eh, enquanto eh, vamos falar das penitenciárias, então os nossos irmãos que estão ali, se não houver ali dentro um cuidado especial com a amorosidade, essas pessoas vão mudar. A disciplina rígida demais, ela vai trazer mudança benéfica? Essa disciplina precisa ser feita com amorosidade. Então, a disciplina excessiva nem em casa ela surte efeito. Imagina lá fora, porque em casa a gente tá ali próximo, no dia a dia, a gente tá sabendo com quem a gente tá falando. Agora imagina lá fora que você não conhece o outro lado, você não conhece quem é a pessoa, como é que você vai chegar com ela com rigor? Então, de tudo ele tá falando na educação e principalmente no amor. Olha aqui, a curiosidade ajuda o aprendizado. As crianças não são puras de coração no sentido de perguntar, de querer saber, de indagar, de não ter vergonha, né? Por quê? Porque a indagação ela é um um ponto principal, como é que fala? É um ponto de partida para o aprendizado. Se não há dúvida, não há aprendizado. Pode ver que nós crescemos mais quando nós temos dúvidas e quando nós clareamos essa dúvida. É igual a matéria que você tem na escola. Vamos falar aqui de uma matemática, que é uma matéria que às vezes muita gente fica eh tropeçando por ali. Enquanto você não entender que 2 + 2 são 4, você não vai conseguir passar pra equação seguinte. A partir do
ui de uma matemática, que é uma matéria que às vezes muita gente fica eh tropeçando por ali. Enquanto você não entender que 2 + 2 são 4, você não vai conseguir passar pra equação seguinte. A partir do momento que você entendeu aquilo ali para você, ó, foi um estalo, foi um ponto de partida pro seu aprendizado, né? Então aqui a indagação ociosa é uma dúvida enferm. Ou seja, quando não há o que perguntar, para quem perguntar e onde direcionar, você não vai para lugar nenhum. Às vezes você não tem uma direção para crescer. Ele fala que na frente com o egoísmo gera temor e insegurança e gera mesmo. Como que a pessoa egoísta ela se apresenta diante das dos outros? Muitas vezes a gente diz: "Aquela pessoa egoísta, ela é muito orgulhosa porque é uma máscara que ela veste com receio de se apresentar como ela é". Então ele ele mostra para nós aqui de uma forma poética, né? Ele gera temor e insegurança. Então por quê? Porque o evangelho no coração gera coragem na consciência. Por quê? Porque aí ele faz com que a gente abrange o nosso coração, porque aqui a gente vai reconhecendo que pouquinho, um pouquinho de cada vez a gente tá aprendendo. Ele vai trazendo segurança paraa gente nesse aprendizado. Aí quando ele fala aqui que a aula deve nascer do sentimento, que o automatismo é um gelo na ideia, que que adianta a gente decorar? Todos os livros espíritas, decorar todas as obras espíritas ou decorar todos os livros da escola. Mas se a gente não puser em prática aquele aprendizado, que que adiantou? Isso não é o gelo no coração? Se a gente ficar só no automatismo aqui, quando é que nós vamos ser nós mesmos? Quando é que nós vamos mostrar o nosso aprendizado para nós mesmos? Não é lá para fora que nós vamos mostrar, não. Eh, quando ele fala aqui que não existe vocação compulsória, ainda vou voltar aqui no exemplo de casa com os filhos, você determina o que o seu filho vai ser. Seu pai determinou o que você seria, Marcos. Você é o que seu pai gostaria que você fosse? Eu sou o que
inda vou voltar aqui no exemplo de casa com os filhos, você determina o que o seu filho vai ser. Seu pai determinou o que você seria, Marcos. Você é o que seu pai gostaria que você fosse? Eu sou o que meus pais gostariam que eu fosse? Meus filhos são aquilo que às vezes eu imagino que seria melhor para eles? Não. Então, a vocação ela não é compulsória, ela não é imposta. Cada um tem a sua e cada um vai trabalhar e vai lutar para ser aquilo que ele como espírito veio para ser. Então, a gente não impõe nada, né, Marcos? Aqui a gente tá falando educação, você eh você recebe, mas você não impõe. E tudo isso aqui, a base é o é o amor, né? É o que ele colocou ali no início. Se a gente não houver a se não houver da nossa parte essa amorosidade para entender o outro irmão nosso aqui e por exemplo, você vai dizer pro seu filho assim, ele ele fala: "Nossa, eu quero seu filho ou sua filha, não sei". Você fala: "Ah, eu quero ser estilista, eu quero ser um bom costureiro, eu quero ser do do mundo da moda." Aí você olha para ele e fala: "Coitado, meu filho nossa, olha ali, ele não vai ser nada, ele não vai ganhar dinheiro nenhum. Ele podia ser um médico, um juiz, um advogado, ele podia ser um engenheiro, ele podia ser um comerciante, um bom empresário." Ou seja, a gente fica ali tecendo na nossa cabeça o que seria melhor pro outro. Então isso aqui você não eh eh eh quando ele fala compulsória, você não impõe nada ao outro daquilo que ele quer ou deve ser. Você tem que dar a liberdade, a liberdade na educação do outro se expressar, do outro ser o que ele é, dele colocar para fora aquilo que ele trouxe enquanto ser humano, enquanto encarnado. Aquilo que ele trouxe, ele tem todo o direito de viver. Com todo o aprendizado que ele conquistou e que nós viemos aqui conquistar. Nós temos direito de externalizar tudo isso, né, Marcos? Ai, Marcos, desculpa, só eu que falo. Desculpa aí, viu? Ai, desculpa. Tá ótima tua fala. É exatamente isso. E ele fala aqui, Márcio, dos desvios da infância e da juventude. A gente vê isso
né, Marcos? Ai, Marcos, desculpa, só eu que falo. Desculpa aí, viu? Ai, desculpa. Tá ótima tua fala. É exatamente isso. E ele fala aqui, Márcio, dos desvios da infância e da juventude. A gente vê isso mesmo, né? a gente vê a criança, enquanto ela não é corrigida, se ela não tem ali um educador que seja o seu pai, a sua mãe ou uma escola para corrigir algum defeito que está se instalando ali, se esse defeito não for corrigido, enquanto ela tá ali em crescimento e em aprendizado, ali na frente, quando ela se tornou adulto, aquilo vai continuar com ela. A gente vai carregar essas imperfeições e esses defeitos se a gente não tiver um professor ali. naquele momento do nosso erro para nos mostrar, para nos fazer enxergar, ó, dessa forma não tá correto. É preciso que se mude, é preciso olhar para isso com outro olhar, é preciso mudar a atitude. Nós não podemos continuar dessa forma porque essa forma não é a correta. Então é a forma do aprendizado. Então, se nós não formos corrigidos enquanto nós estamos nos moldando, nós vamos tornar um adulto cheio de defeitos. Então, a escola da vida, ela nos mostra, nós podemos nos analisar o quanto nós aprendemos, o que que é que nós já aprendemos até hoje, o que que eu me modifiquei, o que que a doutrina trouxe para mim desde que eu comecei o meu aprendizado, os meus estudos aqui, como o meu olhar se abriu, eu consigo ver os meus defeitos? Eu consigo ver que eu também tenho virtudes? E qual foi a atitude que nós tomamos? Qual a atitude que a gente deve tomar para se aprimorar nesse momento de educação que nós estamos falando aqui? O que que nós absorvemos de toda essa educação? Isso nos fez pessoas melhores? Nós estamos vivendo num lar com melhor qualidade de compreensão, de amorosidade, através de quê? De tudo isso que nós estamos aprendendo aqui. Porque a gente se modifica. O que que ele fala ali, Kardec? Que dos espíritos contar eh nos trouxeram? que a gente reconhece um espírita pela sua mudança, pelas suas atitudes, naquilo que ele conheceu e na
e a gente se modifica. O que que ele fala ali, Kardec? Que dos espíritos contar eh nos trouxeram? que a gente reconhece um espírita pela sua mudança, pelas suas atitudes, naquilo que ele conheceu e na forma que ele mudou-se interiormente, que ele trouxe esses ensinamentos para si, para si, e que ele se transformou. Qual é a transformação que nós queremos ver em nós? Então, que tipo de aprendizado nós estamos aqui construindo enquanto nós estamos a caminho? Então, se nós estamos todos na escola educativa chamada vida, chamada planeta Terra, o que que nós estamos fazendo com esse aprendizado? Não é isso? É exatamente porque esse planeta ele tanto é um hospital, mas hoje nós estamos dando atenção pra escola, pro planeta escola, que nos oferece a natureza. que nos oferece conforto, abrigo, alimento com fartura. E às vezes a gente não sabe nem como eh gerenciar isso aí com criando o quê? Criando desperdício. Uhum. E lembrando também que ele fala muito no modelo pai e mãe, mas a gente também pode obter educação. Por exemplo, que eu eu vi eu vi isso acontecer, né? Eu tenho uma amiga que a irmã morreu, então ela teve que cuidar do filho, que é o sobrinho. Então essa educação a gente normalmente comenta pelos pais, mas pode ser de uma mãe que o pai não quis reconhecer o filho. Pode ser também uma criação feita por ade que haja o amor presente ali, você querer que a pessoa se sinta segura com você, que a pessoa se sinta confortável, que que você se preocupe com o bem-estar dela, então você vai eh obter isso por outras pessoas. até mesmo um padrinho, eh, uma que que não tem nem o teu sangue ou por adoção. Eu tenho colega que eles começaram adotando, aí depois veio um filho biológico, mas eles não pararam de adotar porque ali que eles começaram a se ver como uma família. Que bom. Então, eh destacando que esse núcleo, esse instituto que é a família, ele pode ter eh cores, eh graus, eh variações, de forma que duas famílias não sejam exatamente iguais. E e quantas vezes, né, o o irmão mais
destacando que esse núcleo, esse instituto que é a família, ele pode ter eh cores, eh graus, eh variações, de forma que duas famílias não sejam exatamente iguais. E e quantas vezes, né, o o irmão mais velho ajuda na criação dos mais novos, né? Lá em casa a gente pediu muito uma menina que que foi a caçula, que quer a caçula, né? Minha minha irmã ainda tá encarnada e a gente se modificou com a presença dela, com a chegada dela na família. Então essa construção da família, ela colabora para ambos os lados, como o André Luiz destaca. Ela colabora tanto para aqueles que estão ali como guardiães, como também para quem está sendo recebido, a pessoa que tá ali tendo a oportunidade de uma reencarnação, de experimentar o mundo corpóreo, a fim de crescer e se desenvolver. Por isso que ele encerra aqui, ó, quando ele as duas últimas falas dele, quando ele fala que a maternidade e pagamento e paternidade são magistérios sublimes. É tudo isso que você falou, né, Marcos, que não precisa ser o pai biológico ou a mãe biológica. Os pais eles podem vir de várias formas, igual você acabou de colocar aí, né, que o lar é a primeira escola, que os pais são os primeiros professores da vida e a primeira aula do filho é o primeiro dia de vida dele, né? o quanto amor ele tá recebendo ali. Às vezes a mãe não pôde, igual você acabou de falar aí, a mãe não pôde eh educar esse filho porque ela partiu. Que que a Carla falou? Lembramos que fomos uma família universal. Todos somos irmãos. A criança deve ter um adulto de referência, seja no seio familiar, seja entre amigos, educadores, sociedade. Estamos todos unidos, somos todos aprendidos no caminho. Certíssimo. É isso aí. Nós somos essa família universal. ela colocou de uma forma bem abrangente e é uma forma que nós devemos nos situar. Quando nós falamos ali atrás, né, eh, sobre a paz, é essa família universal que nós queremos que essa paz atinja, né? Porque todos nós somos irmãos e nós queremos então viver na paz, no coração e na irmandade. Então, nós precisamos olhar a todos,
paz, é essa família universal que nós queremos que essa paz atinja, né? Porque todos nós somos irmãos e nós queremos então viver na paz, no coração e na irmandade. Então, nós precisamos olhar a todos, igual ela coloca aqui, ó, que é a família universal. Nós precisamos olhar a todos como irmãos, como pais, como mães, como família que nós somos. Nós precisamos sentir no outro que nós somos eh confiança. Eh, desculpa, que nós somos eh ai, fugiu a palavra. Eh, quando você confia, como é que é? Eh, que nós somos ser, ai, fugiu a palavra. Isso que ela colocou aí, que deve ter essa confiança, esse amigo de educadores. Eh, me fugiu a palavra que eu queria falar aqui. Quanto nós pudermos olhar no outro e sentirmos segurança, a palavra que eu queria dizer, segurança, que nós possamos olhar no irmão, olhar no outro, nessa família universal e sentir a segurança de que eu posso ser quem eu sou, que eu estou integrada nessa família e que eu sou bem-vinda, eu sou aceita, eu sou recebida. Nós vamos gerar essa paz, essa paz que ela falou ali, somos todos aprendizes no caminho. Se nós todos nos olharmos como aprendizes que somos, isso é o quê? Humildade. Isso é a humildade e a pureza da criança para olhar para nós e nos olharmos enquanto irmãos. Eu posso ser quem eu sou porque eu sou aceita, porque o Marcos me aceita, porque a Carla me aceita, porque meus amigos que estão aqui conosco no chat nos aceitam, que ninguém fica só apontando o dedo para nós. Então, nós temos defeitos, temos, nós temos virtudes, temos também, mas nós somos aceitos como nós somos. Então isso nos faz olhar paraa humildade do coração e da alma que nós precisamos carregar em nós. Quando Jesus diz da pureza da criança, ele tá dizendo dessa pureza de não apontar o dedo pro outro, de olhar o outro com bondade, de olhar com benevolência, né? de praticar boas ações pro nosso meio, para aqueles que estão aqui ao nosso redor. Então, esse é o olhar que Jesus tá colocando para nós aqui. E a última fala dele aqui que fecha para nós, quando ele fala que pais
oas ações pro nosso meio, para aqueles que estão aqui ao nosso redor. Então, esse é o olhar que Jesus tá colocando para nós aqui. E a última fala dele aqui que fecha para nós, quando ele fala que pais educadores devem entrosar-se com a escola no culto do evangelho em casa. Então ele tá querendo dizer que a lição da escola, a extensão dela, que é a nossa casa, é no culto. No culto do evangelho, completa a lição de educação que nós trazemos lá de fora. Porque no culto do evangelho, nós nos moldamos enquanto aprendizes dessa educação espiritual, né, que nós estamos aqui nos aprimorando, que nós estamos como aprendizes aqui. Lá fora eu estudo a matéria da vida. Aqui dentro no culto eu estudo a matéria do espírito. Então, enquanto aprendizes que nós estamos nesse caminho, nessa caminhada, que esse complemento escola e lar, ele possa se fazer numa constante onde nós sempre possamos ter esse olhar. Eu posso olhar pro Marcos como meu irmão, eu posso aceitar o Marcos como ele é. Eu aceito você da forma como você é e você também da mesma forma. Você não me aponta os meus erros e os meus defeitos. Sim, nós podemos corrigir o outro de uma forma amorosa. Você pode me apontar o meu erro, sim, mas de uma forma amorosa, de uma forma gentil, né? Com humildade que eu vou receber. Por quê? Porque eu recebi de você amor. Então, houve essa troca, houve essa interação, vai haver essa correção, vai. Por quê? Porque houve amor, né? Houve amor nesse aprendizado e nessa educação. Era isso, né, meu amigo? Exatamente, amiga. Estamos nos minutos finais. Se você quiser fazer alguma consideração. Ô, gente, eu só quero me desculpar aqui com vocês, porque eu sou tão falante, né? E eu adoro ouvir o Marcos, mas eu falo demais, aí o tempo fica tão curto, né, Marcos? Desculpa, viu, meu amigo? Não, o tempo foi suficiente. Nossa, desculpa aí vocês também, viu? Eu gostei muito da colocação da Carla, porque destaca mais um motivo de termos a necessidade de buscarmos a paz. Uhum. Se eu hoje tô enfrentando uma pessoa que
e. Nossa, desculpa aí vocês também, viu? Eu gostei muito da colocação da Carla, porque destaca mais um motivo de termos a necessidade de buscarmos a paz. Uhum. Se eu hoje tô enfrentando uma pessoa que eu considero estrangeira, às vezes eu já tive um contato com ela em vida pretérita e eu não tenho algo bem resolvido com ela e eu fico reagindo e não relacionando. fico reagindo alguma coisa que me sufoca, que me espreme, que me bagunça, que me incomoda. Aí eu expresso, eu extravazo aquilo pelo poder, pelo grito, pela teimosia, pelo não, pela eh retirada, tirar tudo que aquela pessoa possa ter pelo despojamento dela, fazer com que ela fique sem nada. Então, a educação ela garante que tenhamos uma visão além do alcance. Sabemos que estamos nessa vida, mas que essa vida também acontece em outros planos. E o que eu faço aqui hoje, agora, tem consequências amanhã. Não fica inerte, não fica impune, não fica solto, vagando. Ele vai ter um direcionamento e eu vou ter a minha responsabilidade sobre aquilo. E é você fala a palavra certa, responsabilidade, né, Marcos? É, a educação ela nos molda, ela nos alinha, ela nos qualifica, ela nos harmoniza, ela nos garante o equilíbrio, porque às vezes a pessoa tem um vazio, um vazio, um vazio, pais amorosos. E quando a gente passa por um vazio, às vezes incomoda, porque, por exemplo, uma gripe, você fala assim: "Ah, uma gripe leva 10 dias, de 6 a 10 dias, mas às vezes um vazio leva anos. Às vezes você tem que trocar de terapeuta, às vezes você tem que recorrer a outros métodos para se tratar, o que demanda mais amor daqueles que estão aguardando que você se recupere, que você se restabeleça, que você consiga voltar a ser dono do seu destino. É, então essa visão da educação, ela vai abordar esses aspectos. Eles serão pontos de assunto que são tratados, que que são considerados, que as pessoas se preocupam em relação a isso. E tudo o pano de fundo aí é o amor, né, Marcos? Exatamente. A Sheila aí colocou para nós, ó, olhar para nosso, olhar para o nosso irmão como
onsiderados, que as pessoas se preocupam em relação a isso. E tudo o pano de fundo aí é o amor, né, Marcos? Exatamente. A Sheila aí colocou para nós, ó, olhar para nosso, olhar para o nosso irmão como instrumento que Deus colocou em nossas vidas para para que possamos exercitar o amor que Jesus nos ensinou. Exatamente. Ah, tá. Para que possamos exercitar o amor que Jesus nos ensinou. É como que a gente vai colocar em prática todo esse aprendizado, né? Se a gente não tiver essas pessoas ao nosso redor, se não tivermos essa família universal, igual a Carla colocou ali para fora, né? Ela colocou ali anteriormente na fala dela que a gente precisa ter um adulto ou alguém em referência. Ali, ó, a criança deve ter um adulto de referência, seja no seio da família, seja entre amigos. Por quê? Porque aqui nós estamos falando do nosso mestre Jesus. Nós estamos falando desse modelo, mas trazendo para nosso tempo hoje, muitas vezes, se a criança não tem dentro de casa, se a gente não tem dentro de casa, a gente busca referências lá fora. Essas referências que nós buscamos ali, que ela tá falando, seja no sei, familiar ou ou entre amigos, né? Porque nós estamos todos unidos, nós possamos buscar, né? Você acabou mesmo de falar aí daquela mãe que que partiu e que a tia que cuidou da criança, né? Então, ou seja, nós precisamos ter um olhar de referência. essa referência para nós somente com amor e somente com a educação pra gente atingir, né, passar por esse tempo e atingir aqui a nossa caminhada que é a nossa evolução, né? Então, acho que nós já estamos aqui nos nossos minutos finais, né, Marcos? Eu gostaria, é, pode falar. Lembrando que domingo que vem nós vamos ter mais um capítulo, vai ser o capítulo 17 com outra dupla que irá tratar dele. Agradecer os canais parceiros que cuidam da transmissão. Então, vários canais do YouTube nós podemos ver, né? Tem o portal TV Goiás de Espírita, tem o nosso Iges, tem o Rádio Portal da Luz, tem agora o Conecta Espiritismo, temos o estrangeiro que é o Discovery
ão, vários canais do YouTube nós podemos ver, né? Tem o portal TV Goiás de Espírita, tem o nosso Iges, tem o Rádio Portal da Luz, tem agora o Conecta Espiritismo, temos o estrangeiro que é o Discovery Spirit. É, é. E aí que nós queremos só agradecer a eles, né? Porque através deles nós podemos chegar a outras pessoas, né? agradecer também pela participação de todos e vamos fazer uma peça de encerramento. Vamos. Você faz a nossa prece, minha amigo? Faço. Ó mestre Jesus, irmão querido de todas as horas, estamos aqui agradecidos por mais um estudo dessa manhã de domingo. Cuidar de nossos lares, cuidar de nossas famílias, cuidar de nossa educação, cuidar da paz, cuidar dos povos, das nações. permita que possamos sair da cegueira, que possamos voltar a ter uma visão harmoniosa, uma visão de pacifismo, uma visão de união, que todos nós temos muito a trocar com cada um, trocar coisas belíssimas, coisas que irão nos ajudar no crescimento e desenvolvimento, cuidar daqueles que estão esquecidos. que estão desguarnecidos, que estão fracos. Já que falamos hoje que toda criança traz em si a fraqueza por causa do organismo que ainda começará a amadurecer, cuidar de todos, todos aqueles que já estiveram encarnados, aqueles que virão a reencarnar, para que possam encontrar uma família, encontrar um lar, encontrar muito amor em suas vidas. Graças a Deus. Graças a Deus, muito obrigada. Linda sua preça, amigo. Então, nós agradecemos a todos vocês pela companhia. Que Jesus abençoe a semana de cada um de vocês. Obrigado pela participação aqui e que nós possamos levar essa mensagem a outras pessoas que possam nos ver posteriormente e que os nossos amigos que estarão aqui no próximo domingo possam trazer novas lições pro nosso aprendizado, né? Foi bom estar com vocês e uma boa semana para cada um. Uma boa semana. Fiquem com Deus. Fiquem com Deus todos vocês. Bom domingo e boa semana.
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