🎙️ Podcast CONECTA ESPIRITISMO – CONECTA.ON com Claudia Saegusa

Conecta Espiritismo TV 22/02/2026 (há 1 mês) 29:40 52 visualizações 4 curtidas

O espaço onde as grandes ideias ganham voz. Um bate-papo leve, inteligente e inspirador com as principais personalidades presentes no Congresso Espírita de Campinas 2026. Conversas que conectam experiências, ampliam visões e aproximam corações. Aqui, o conteúdo vai além do palco — ele pulsa, dialoga e transforma. Realização: Conecta Espiritismo Produção e Gestão: TV IDEAK 🌐 www.conectaespiritismo.com.br

Transcrição

Olá, olá, minhas queridas amigas, meus queridos amigos. falando aqui diretamente de Campinas, do Conecta Espiritismo, que tem se mostrado um evento de muitos encontros, de muita conexão, não percam, está maravilhosas, estão maravilhosas as palestras, as rodas de conversa e também nós que estamos aqui no nosso podcast recebendo nesta tarde a querida tarefeira espírita e também psicóloga Cláudia Saigusa. Conte pra gente o que que você tá achando do Conecta, quais são as suas expectativas e também o que que você tem visto nos nossos encontros. >> Boa tarde, Rafael. Boa tarde a todos que estão nos acompanhando. É um evento incrível, é um evento maravilhoso, eh envolvente, uma energia, a gente sente a energia no ar, as as palestras incríveis, muito conhecimento, é muito enriquecedor e ser o primeiro aqui, né, em Campinas, eh, divulgando a doutrina espírita, que é a nossa missão. Então é uma alegria estar aqui e tá aqui com você também. >> Nós só temos agradecer a sua presença. E você que está em casa, conecte-se na página do Conecta Espiritismo lá no YouTube, veja a nossa programação, compartilhe, curta e faça a mensagem do bem chegar a tantos corações que precisam da mensagem do mestre. A Cláudia, além de uma trabalhadora espírita, ela escreveu uma obra com bastante relevância paraa sociedade contemporânea, Geração Conectada. E logo abaixo, uma pergunta, as telas são as vilãs. Eu gostaria que você falasse um pouco sobre essa temática e sobre o como a gente pode, com a doutrina espírita, entender esse tema. Eh, Rafael, eh, na questão 383 do livro dos espíritos, é questionado qual a importância pro espírito eh da infância, porque nós passamos pela infância. E lá tá explicado que é o período em que nós temos a maior maleabilidade para que nós possamos buscar a nossa perfeição. É onde os pais têm maior acesso à criança. E isso vem sendo corroborado pela ciência, porque a ciência vem nos demonstrar que é, eu procurei trazer de forma bastante eh palpável para os pais, para os

É onde os pais têm maior acesso à criança. E isso vem sendo corroborado pela ciência, porque a ciência vem nos demonstrar que é, eu procurei trazer de forma bastante eh palpável para os pais, para os educadores, eh que a ciência ela nos mostra que a criança ela tem uma capacidade no cérebro de aprendizado muito grande. uma um bebê que nasce com 10 bilhões de de neurônios, se ela é estimulada, o bebê estimulado, ele pode fazer mais de 700.000 sinapses por segundo. Uma criança, até os 2 anos de idade, ela vai ter o cérebro do tamanho de 80% do cérebro de um adulto já. Então é um período muito rico mesmo. Então indo ao encontro do que nos ensina o codificador. Então a ciência vem nos trazer isso. E hoje o que que nós temos visto? Se nós temos de um lado esse conhecimento do cérebro que a ciência vem nos trazendo, do outro lado temos visto as crianças se prejudicando pelo excesso de uso de telas. Eh, notícias alarmantes de suicídios, automutilação, depressão, ansiedade, assim, é quase pandêmico. Então, diante disso, eu procurei como mãe, não só como psicóloga, eh quando eu fui aprofundando o os estudos, eu falei: "Não, eu preciso trazer isso pros pais eh de uma forma eh bastante a aconchegante, com exemplos do cotidiano, para que a gente possa pensar esse tema, que é um tema que faz parte da nossa vida, da minha vida, da sua vida também, que tem uma criança, né, Rafael? Com certeza. E eu acho, Cláudia, que a pergunta que eu quero te fazer é exatamente aquela que se você se propõe a responder logo na capa do livro. E as telas são vilãs? >> As telas não são as vilãs, viu? quem tá nos acompanhando. Eh, eu já antecipo, né, eh, que as telas não são as vilãs. Eh, nós temos hoje um distanciamento muito grande na no convívio familiar. Voltamos para Allan Kardec, né, quando nós vamos lá na questão 775, fala assim: "O que vai acontecer se os laços familiares afrouxarem?" Não é nem acabarem, né? se os laços familiares afrouxarem. E lá tá explicado o recrudecimento do egoísmo, ou seja, o egoísmo vai crescer. E é

: "O que vai acontecer se os laços familiares afrouxarem?" Não é nem acabarem, né? se os laços familiares afrouxarem. E lá tá explicado o recrudecimento do egoísmo, ou seja, o egoísmo vai crescer. E é exatamente o que nós temos visto hoje, os pais muitas vezes eh levados pelo pela correria do cotidiano, muitos pais também ficando muito tempo nas telas. Por quê? O smartphone ele é um aparelho incrível. Nós não podemos negar a o quanto ele é incrível. Eh, acho que você, Rafael, não consegue imaginar sua vida sem ele, né? Imaginar assim: "Ai, que que eu vou fazer sem WhatsApp?" Eh, a pessoa, quantas pessoas estão nos acompanhando neste momento pelo celular, pela internet? Então, é algo que faz parte da nossa vida. Mas várias coisas que acontecem dentro do smartphone é para nos manter viciados. Para você ter uma ideia, eh, aquela tela de rolagem que a gente fica ali olhando os vídeos, olhando muitas vezes nossas crianças, nossos filhos, vendo influencer, vendo o que que vão comprar, o que que tem que comprar, qual é a tendência. Isso equivale à aquela máquina de caçanqueis. É como se o nosso cérebro estivesse ali esperando uma recompensa, algo melhor. E nós, sem percebermos, nós vamos ficando horas naquela tela e isso vai prejudicando demais o desenvolvimento cerebral das crianças e dos jovens. Eh, inúmeros casos que são confundidos com o TDH e não são e muitas vezes a família tá perdida. Então, exatamente onde eh Allan Kardec vai nos falar, eh, como eu vou vencer o egoísmo, tá lá na questão 917, como vencer o egoísmo através da educação. Então, a educação é o caminho para a nossa melhora como espíritos. E nós, não por maldade, eu falo isso no livro, como mãe, nós erramos por amor. Eh, se eh você que é pai, você que é mãe, eh muitas vezes nós eh nos perdemos no nosso caminho, é por amor, mas muitas vezes a gente não sabe o que fazer. Eu procurei trazer eh de forma eh o que pensadores, como Inicot, você que é psicólogo, né, que são pensadores do século XX lá, do meio do século XX, eh

, mas muitas vezes a gente não sabe o que fazer. Eu procurei trazer eh de forma eh o que pensadores, como Inicot, você que é psicólogo, né, que são pensadores do século XX lá, do meio do século XX, eh nos falam sobre esse vínculo da mãe com o bebê, depois a aceitação dos filhos, como eles são, que eu trago Carl Rogers, eh, como olhar para um filho como ele é. Eu errei muito como mãe em alguns aspectos. Eu consigo enxergar isso. Graças a Deus, minha filha conseguiu se desenvolver bem, mas eh aprendendo esses teóricos, eu vi o quanto que eu poderia ter sido melhor. Então é isso que eu divido, porque é o caminho, é a educação. Mas nós, como pais e mães, muitas vezes estamos perdidos. Eh, o que que eu tenho que fazer? Então, eu usei, não são teorias minhas, eu não criei nada novo. Eu trouxe teóricos que estudaram o desenvolvimento do ser humano. Eh, e tirei do mundo acadêmico, procurei tirar do mundo acadêmico para levar para os lares, levar para as escolas e exatamente para facilitar isso que Allan Kardec nos fala sobre a a educação. Eh, e a que educação que ele fala? Aí nós vamos lá para 685. a educação moral, né, Rafael? Então, >> excelente. Tá me vindo uma pergunta aqui agora, porque a gente vive uma sociedade onde nós corremos o tempo inteiro, temos vários afazeres, muitos compromissos e já não estamos mais numa época onde os pais têm tanto tempo para ficar com os seus filhos. E nós ouvimos muito dizer que as telas acabam sendo um substituto daquele tempo que os pais não têm. Seriam as telas então uma forma de os pais na impossibilidade de estar próximos, na impossibilidade daquele afeto do cotidiano e para acalmar a criança dá a tela e depois não consegue arcar com as consequências. >> Eh, exatamente. Num primeiro momento as telas acalmam porque a criança ela fica o tempo todo ali vidrada. uma criança eh de 2 anos, por exemplo, que recebe uma tela, ela ela tem tanta informação, tanta informação, que ela tem muito prejuízo no desenvolvimento da formação cerebral dela. E o que que vai

da. uma criança eh de 2 anos, por exemplo, que recebe uma tela, ela ela tem tanta informação, tanta informação, que ela tem muito prejuízo no desenvolvimento da formação cerebral dela. E o que que vai acontecendo? É uma dopamina rápida, é aquela dopamina que é o neurotransmissor da recompensa, né? Imagina que quando você come um chocolate, você se sente assim bem, é a dopamina sendo eh produzida no corpo, mas aí na a tela do celular é aquela dopamina o tempo todo sendo produzido e o cérebro quer cada vez mais, como qualquer vício. E isso o que que vai acontecendo? A criança num primeiro momento, ela até se acalma para deixar os pais, só que aí quando você tira ela da tela, aí é onde vem a crise de ansiedade, vem a dificuldade de trabalhar com frustração, por a tela entrega tudo pronto para ela. Ah, ela não tem que pensar, ela não tem que fazer nada. Nós estamos vendo isso nas escolas, eh, exatamente pelo a explosão de casos de crianças sendo diagnosticadas com TDH. Nem todos são TDH. É excesso de uso de telas, porque acelera demais o cérebro. Ah, o cérebro fica com a memória sobrecarregada, com a tensão fragmentada. E aí tudo que ele vai fazer fora quando ele vai aprender algo na escola é chato. Brincar fica chato. Mas, eh, por exemplo, o Inicot vai nos falar que é através da brincadeira que a criança desenvolve a criatividade. E Freud nos fala que através da brincadeira a criança vai aprender a lidar com seus sentimentos. E nós estamos vendo e isso é tão importante a que vem nos falar, vai novamente ao encontro do que nos fala o Allan Kardecão 685, que é a a importância da educação moral da criança que precisou entrar no currículo das escolas o desenvolvimento das sociedades, das habilidades socioemocionais. Por quê? Porque as crianças estão tendo dificuldade de conviver em sociedade, de ter empatia, de ter autogerenciamento das emoções e ali na escola ter o autoconhecimento. Ali na escola é um ambiente ótimo. Por quê? Porque ela está convivendo num grupo, é, em sociedade.

ciedade, de ter empatia, de ter autogerenciamento das emoções e ali na escola ter o autoconhecimento. Ali na escola é um ambiente ótimo. Por quê? Porque ela está convivendo num grupo, é, em sociedade. Então, é ótimo desenvolver as habilidades socioemocionais na escola. Sim. Mas eh o que eu procuro eh eh chamar a atenção dos pais é que a escola é um complemento do trabalho dos pais. >> A gente não pode esperar que a escola faça todo o trabalho da educação. A educação ela começa desde antes da barriga. Desde lá dentro da barriga você já começa educando o seu filho. Eh, existem estudos do impacto da música eh num bebê. Eu, quando a minha filha nasceu, ela chorava muito, Rafael. Ela chorava assim quando ela e eu cantei durante toda a gestação dela, eu cantava a oração de São Francisco. Eh, e ela chorava no momento que que ela se foi se aproximando de mim. Eu fui cantando a oração de São Francisco para ela. Imediatamente ela foi acalmando. Então esse vínculo da mãe com o bebê, ele começa ainda antes do bebê nascer, né? Então o inicote ele vem nos falar isso. Não assim, você tem que cuidar do seu filho, sim, não tem nenhum problema. Você dá presentes pro seu filho, ótimo, dê presentes pro seu filho. Mas você tem que ter presença com o seu filho. Tem que ter presença. Muitos pais às vezes estão com a criança no mesmo local, mas o pai e a mãe estão no celular e a criança e eles dão a a o celular paraa criança também. O nesse sentido, a criança larga a tela para estar com os pais. Nós somos seres sociais, naturalmente sociais. Nós só estamos aqui porque nós somos seres sociais, porque nós não somos mais fortes que animais e inúmeros animais que existem no nosso mundo. Nós só conseguimos passar para a frente a nossa humanidade hoje eh dominarmos praticamente o nosso planeta, porque nós fomos sociais, nós nos ajudávamos, pegávamos o melhor de cada um de nós. Então, eh, é nesse sentido de que os pais precisam entender que não é só o o filho tá o tempo todo ali na tela, né? Só ele, o mundo e a tela. É preciso

judávamos, pegávamos o melhor de cada um de nós. Então, eh, é nesse sentido de que os pais precisam entender que não é só o o filho tá o tempo todo ali na tela, né? Só ele, o mundo e a tela. É preciso mostrar que existe o mundo em volta. E é essa bolha que eu tento furar através do livro. Excelente. Estão observando como como é bom a gente tratar desses assuntos que dizem tudo das questões das nossas crianças, dos nossos jovens. esses jovens, essas crianças chegam na nossa casa espírita trazendo essas questões e num podcast como esse a gente aprende a ter meios como entender e como lidar com todas essas questões. Cláudia, pelo que eu tô entendendo, o problema não é a conexão, porque as telas, a inteligência artificial, existe todo um avanço que a tecnologia traz para cada um de nós. Pelo que você está narrando, a dificuldade está na hiperconectividade, está no excesso. E esse excesso está ligado aos processo de ansiedade que nós vemos em muitas crianças e jovens nos dias atuais. >> Com certeza, Rafael. Excelente posicionamento que você trouxe agora. Porque assim, quando o smartphone foi o iPhone, né, e os demais foi, o iPhone foi lançado em 2007 e ele foi popularizado assim de forma muito rápida. Em 10 anos o smartphone ele ele tava na maioria das casas. Eh, para você ter uma ideia, o telefone normal demorou 200 anos para se popularizar. E aí o que que tem? Os estudos mostram, ao mesmo tempo que o smartphone estava chegando nas casas em grande número, a mesma curva foi crescendo em depressão, em ansiedade, em suicídios e automícia muito triste hoje com uma amiga que frequenta uma casa espírita, eh, que o frequentadores ali, uma menina que até às vezes e às vezes ia ou não ah no centro eh atentou contra a vida. 11 anos, Rafael. Então isso nós temos eh eh notícias eh eh é muito alarmante, é muito triste. e psicólogos como eu, que atendem adolescentes como outros colegas, outros psicólogos, tem e tem de você também eh nessa área tem visto quanto as pessoas têm sofrido, porque a tela ela traz

to triste. e psicólogos como eu, que atendem adolescentes como outros colegas, outros psicólogos, tem e tem de você também eh nessa área tem visto quanto as pessoas têm sofrido, porque a tela ela traz assim, a tela é a vilã, não, mas se você deixa uma um psiquismo que ainda está em formação, né, porque o cérebro da criança e o cérebro do adolescente, ele ele não está formado e numa numa área extremamente importante que é o córtex pré-frontal, que é onde nos dá a bom senso. Isso só vai se desenvolvendo com o tempo, só vai terminar de se desenvolver lá pelos 24, 25 anos. E aí você expõe essa mente frágil, porque a mente de um adolescente, por exemplo, é uma mente que tudo que acontece é extremamente grande. Tudo uma espinha, é o fim do mundo. Ai, eu não pude ir no tal passeio, é o fim do mundo. E aí você deixa aquele adolescente o tempo todo comparando, se comparando com o que tá acontecendo. Primeiro que assim, as mídias sociais não não nos traz o mundo real, é o mundo do eu eu tenho que ser bom o tempo todo, né? Eu tenho que ser bom o tempo todo, eu tenho que me mostrar bem o tempo todo. E aí o adolescente olha aquilo, fala assim: "Nossa, editam fotos, editam tudo, né?" Então, quando você vai olhar, daí olha assim: "Nossa, mas ela é tão perfeita e eu não tenho essa perfeição em mim, naquele cérebro que ainda está se formando, é algo muito grave que está acontecendo." Então, é algo assim que a gente tem que cuidar. Os pais precisam estar presentes. Uma das coisas que os estudos mostram é que a tela, se existe a interação de um adulto com a criança, eh, existe a Sociedade Brasileira de Pediatria, eles trazem uma quantidade de horas eh saudável para crianças e jovens estarem em contato com telas. Mas essas horas são ultrapassadas, mas tem um adulto participando deste acontecimento com a tela não prejudica a formação do cérebro, não tem esse impacto na formação emocional do jovem e da criança. Então, os pais eh não é questão de tempo, né, Rafael? Não é questão assim, ah, eu tenho que tá,

a não prejudica a formação do cérebro, não tem esse impacto na formação emocional do jovem e da criança. Então, os pais eh não é questão de tempo, né, Rafael? Não é questão assim, ah, eu tenho que tá, porque às vezes o pai tá o dia inteiro em casa, mas ele não tá presente. Ele não tá presente. Às vezes ele nem sabe quem é o filho dele. E eu vou pedir pedir licença para falar diretamente com os pais e com os educadores. Se vocês não sabem quem são as crianças e os jovens que Deus confiou para que vocês cuidassem, algoritmos estão moldando a mente deles. Algoritmos que muitas vezes são planejados por pessoas que só estão preocupados com ganhos, lucros. Eles não estão preocupados com o desenvolvimento do seu filho, com o desenvolvimento dos alunos, com o desenvolvimento da criança e nem do jovem. Então, às vezes eles sabem mais dos filhos do que nós mesmos. Então é importantíssimo, né, Rafael, a gente saber o que que os nossos filhos estão consumindo, o que que eles estão sentindo, o que que eles estão achando. Não, não tem essa coisa hoje de você ver seu filho ali numa tela e achar que tá tudo bem. pode ser algo muito, ele pode estar tendo uma um sofrimento muito grande e que muitas vezes ele não consegue não consegue externar pela dificuldade que os pais têm. Eh, com todo amor, eu já errei. Eh, nós nos colocamos no lugar do filho, mas nós muitas vezes colocamos nosso, colocamos o nosso ponto de vista, como nós resolveríamos aquela situação. E eles não se sentem vistos e nem ouvidos. E pode chegar um momento em que eles vão se calando e eles vão se afastando. E quem vai tomando esse lugar é uma máquina. A máquina vai tomando esse lugar e vai moldando o que ele gosta, moldando o que ele não gosta e nós vamos perdendo conexão com os nossos filhos. É exatamente isso que nós estamos vivenciando. E e é um momento muito grave da humanidade, porque você ter eh jovens e crianças sem sentir validade na vida, achar que a vida não vale a pena e simplesmente acharem que não precisam

amos vivenciando. E e é um momento muito grave da humanidade, porque você ter eh jovens e crianças sem sentir validade na vida, achar que a vida não vale a pena e simplesmente acharem que não precisam mais estar aqui, a gente tá falhando em alguma coisa. Então, eh, e não é como eu falo, olha, a gente não fala falha porque a gente falha porque a gente não sabe como fazer. Muitas vezes a gente faz do jeito que nós recebemos a educação, nós repassamos, né? Então, eh, eu procurei, eh, dessa forma, assim trazer pros pais, eh, um caminho, que eu poderia dizer, um caminho. Eh, tem uma frase que o Aroldo Dutra Dias traz, eh, que eu tive a felicidade assim muito grande dele, ah, fazer a apresentação do meu livro, o, o Deluca também, o Jaime, que é da área da educação, né? Eh, o Aroldo, ele fala que muitas vezes nós estamos eh preocupados em sermos melhores do que alguém, mas nós somos únicos, somos pessoas únicas e nós precisamos trazer isso pros nossos filhos e trazer Deus pros nossos filhos. Porque se nós não trouxermos Deus para os nossos filhos, este mundo é um mundo sem sentido. Excelente. A conversa tá maravilhosa, mas tudo que é bom dura pouco. Eu quero aproveitar mostrar o livro mais uma vez e já que ela citou Aroldo Dutra Dias e José Carlos Delca, eu quero ler as contribuições que que eles deram no livro. Em um tempo em que algoritmos parecem conhecer mais intimamente os filhos do que suas próprias famílias, a autora faz um alerta firme e necessário. Quando o vínculo humano falha, outros ocupam esse lugar, nem sempre de forma saudável. Citação de Haroldo Dutra Dias, que é nosso querido palestrante espírita, também juiz, psicólogo e neurocientista. O tema do livro é extremamente atual e urgente e tenho certeza que traz as luzes da psicologia sobre essa questão que tem afetado a sociedade contemporânea, especialmente crianças e adolescentes. José Carlos Deluca, juiz de direito e escritor. Deixando o seu recado final, eu quero que você diga: "Há um limite? Qual é esse limite?

sociedade contemporânea, especialmente crianças e adolescentes. José Carlos Deluca, juiz de direito e escritor. Deixando o seu recado final, eu quero que você diga: "Há um limite? Qual é esse limite? Falando pras mães, falando pros responsáveis. Quanto tempo existe? uma data após a qual as crianças podem usar e como eu saber se o uso está sendo dentro de um de um padrão que eu poderia chamar de funcional e quando esse uso já está prejudicando? >> Eh, Rafael, é incrível que você perguntou, porque eh muitas pessoas criticam muitos pais hoje é como se eles estivessem falhando, porque eles não eh dão limites exatamente pros filhos. Eh, mas eu acho que o maior limite de um pai para um filho, ele só se forma através do vínculo que você tem com o seu filho. Então, o vínculo de um pai e de uma mãe com um filho é o que existe de mais poderoso. Porque nunca um pai e uma mãe vai conseguir estar em todos os lugares que o filho frequenta, todos os sites que o filho acessa, nunca é impossível, impossível controlar 100%. Então, o vínculo que um pai constrói com o seu filho no dia a dia é a única coisa que vai conseguir protegê-lo tanto do mundo virtual como no mundo real. você vai estar no coração do teu filho, não importando onde ele estiver, você vai participar da vida dele. E para isso é preciso dar acessibilidade, ele se mostre como ele é, quem realmente é o filho. A aceitação incondicional que fala C Rogers, aceitar o filho como ele é. O filho não é um desdobramento nosso, não é o realizador dos nossos sonhos. O filho é um ser que Deus nos confiou. E lá em no Evangelhoismo, Santo Agostinho vai falar da missão dos pais e ele vai dizer que quando os pais chegarem ao mundo espiritual vai ser questionado: "O que fizeste? do filho que eu lhe confiei. Então, espero que quem esteja assistindo não responde. Eu fiquei olhando o celular o tempo todo. Eu só trabalhei o tempo todo. Eu falo assim: "Olha, eu amei meu filho. Eu fiz o melhor que eu pude." Gente, não é perfeito, mas assim, o

istindo não responde. Eu fiquei olhando o celular o tempo todo. Eu só trabalhei o tempo todo. Eu falo assim: "Olha, eu amei meu filho. Eu fiz o melhor que eu pude." Gente, não é perfeito, mas assim, o filho precisa saber que você ama. Isso que o filho, o que mais você precisa. Você pode ser rico ou pobre. Amor é o maior presente que um pai e uma mãe pode dar ao filho. Não importa quanto tempo ele fique com o filho. É essa a minha fala final. Rafael, muito obrigada, viu? Excelente. Parabéns pelo seu trabalho. Que Jesus prossiga te abençoando. >> Sucesso com o livro. Que ele possa ajudar a você, pai, a você, mãe, ou padrasto, tutor, curador, quem quer que seja, e que nós sigamos trabalhando no bem, sendo responsáveis, tendo conexão com os nossos filhos. Nós seguimos com a programação do Conecta, esperando que vocês permaneçam conosco. Um grande abraço.

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