Sobre os Fatos | A adultização na infância e adolescência

Conecta Espiritismo TV 04/09/2025 (há 6 meses) 1:07:44 15 visualizações 2 curtidas

A adultização de crianças e jovens é um fenômeno complexo e preocupante. Ela se manifesta de diversas formas, sendo impulsionada pela exploração de adultos, pelo estímulo da sensualidade e por outras situações que privam essa faixa etária de suas vivências naturais. O resultado é a supressão de uma fase crucial de aprendizado, descobertas e inocência. Esse processo pode despertar no espírito suas inclinações, antes mesmo que a criança ou o adolescente tenha a oportunidade de receber a devida educação moral e desenvolver uma compreensão plena de si e do mundo. Ao debater a adultização, é essencial refletir sobre as pressões sociais, culturais e econômicas que contribuem para essa realidade. Discutir as causas e consequências desse problema é o primeiro passo para encontrar soluções que protejam a infância e a adolescência, garantindo que elas possam viver plenamente cada fase de seu desenvolvimento.

Transcrição

Boa noite, amigos. Boa noite, amigas. A você que está acompanhando esse programa sobre os fatos, né? Eh, nós hoje estamos em rede, transmissão com a TV Serge, a Conecta Espiritismo TV e a Rádio Espírita do Paraná, que é a geradora desse conteúdo, com a assinatura, né, da produção, né, do Raízes audiovisual e espiritismo. Então, dando boa-vindas a todos vocês. O assunto hoje requer realmente a atenção de nós pais, educadores e também da sociedade em geral. você fique à vontade para você colocar ali seus comentários, suas perguntas, que vai enriquecer muito mais a nossa live, porque ela é além de um fato de esclarecer, ela também é de utilidade pública. Então, esse apanhado de de hoje é justamente o que aconteceu no mês anterior, aquele fato mais relevante e que nos traz hoje sobre adultização na infância e adolescência. Então eu tô feliz porque o apresentador de hoje é o nosso querido amigo já de longa data, Paulo Machado, que ele saiu aqui de Curitiba, tá em São Paulo e a gente conseguiu achar aqui na forma do online e trazer ele de volta. Então vou trazer aqui pra live apresentando vocês o Paulo Machado. Boa noite Paulo, tudo bem amigo? Boa noite, Rodney. Boa noite a todos que nos acompanham aqui. É um prazer muito grande poder estar de volta com vocês. Prazer é todo nosso. E nós vamos ter quem aqui conosco, Paulo? >> Olha, Rodney, aproveitando para fazer já uma introdução desse tema tão pertinente, nós vamos ter uma convidada muito especial, que eu já vou chamar aqui e a gente vai dar início ao nosso bate-papo. Eu tenho certeza que vocês vão adorar. Como o Rodney disse, interajam no chat. Falem de onde vocês estão falando. Eu vejo que tem gente já aqui de Goiânia, de Recife. Recife, meu pai é recifense, uma terra muito linda. Eu adoro o povo de lá. Então, deixa eu aproveitar aqui meio para chamar a nossa querida Marlene pro nosso bate-papo hoje sobre adultização na infância. Marline, seja muito bem-vinda. Um prazer ter você conosco. >> Obrigada, Paulo. Prazer também em tê-lo

i meio para chamar a nossa querida Marlene pro nosso bate-papo hoje sobre adultização na infância. Marline, seja muito bem-vinda. Um prazer ter você conosco. >> Obrigada, Paulo. Prazer também em tê-lo conosco. E muito boa noite, Rodn. Muito boa noite a todos. É um prazer imenso estar aqui. Nós temos certeza, os três, de estarmos aqui podendo fazer a nossa parte e colaborar. >> Muito bem, Marlend. Eu vou puxar você pouquinho pro lado. A gente consegue fazer isso ao vivo. Isso é legal dessa plataforma, né? Mexer as peças aqui. E vamos trazer já um um os primeiros comentários, né? O pessoal que já tá dando sim o seu boa noite, né? O Francisco, né? lá de Goiás, né? De Goiânia, Goiás, deixando aí um abraço fraterno para todos nós. A Cirlei, que é a nossa camisa número 12, tá Paulo? Ela sempre tá aqui, é lá de >> eh de Rio do Sul, em Santa Catarina. Ela movimenta, ela manda os links, tudo, ela faz uma campanha geral, tá? Eh, quem mais aqui que chegou aqui? A Ednalva, né? A Ednalva. Boa noite a todos de Recife. Obrigado pelo privilégio de participar. O tema é muito importante e realmente é importante, tá? Então quem mais aqui? A Dolores Queiroz, boa noite amigos, né? A Cirlei sempre colocando aqui. A Urix também tá aí. Opa, legal. Eh, lá dos Estados Unidos tem gente lá acompanhando. É, exatamente. Eh, Adalva, né, de Adrianópolis. Antônia, Adalva lá de Adrianópolis. o pessoal do grupo Formigas, um abração para vocês aí, tá acompanhando. É importante, principalmente que tem os professores, tem professores que estão acompanhando, tá, Paulo? E Marlene, tá? Então vou fazer o seguinte, ó. Eu vou sair agora da live porque eu vou est gerenciando aqui nos bastidores e vou deixar o Paulo bem à vontade aí e depois eu volto em algum momento aqui e daqui a pouquinho ele vai chamar o vídeo, né, na sequência aí. Tá bom? Então, boa live para vocês aí. >> Muito obrigado, Rodney. Marlene, mais uma vez bem-vinda. Se você me permite, eu gostaria de fazer aqui uma introdução para esse nosso bate-papo, né? O que, o

Tá bom? Então, boa live para vocês aí. >> Muito obrigado, Rodney. Marlene, mais uma vez bem-vinda. Se você me permite, eu gostaria de fazer aqui uma introdução para esse nosso bate-papo, né? O que, o fato que houve em agosto e que desencadeou toda essa discussão muito pertinente, diga-se por sinal, foi um vídeo de um influenciador muito famoso chamado Felka, que trouxe à tona esse tema da adultização na infância e na adolescência. Eu falo aqui no papel de pai. Eu tenho uma filha de 18 anos e tenho uma filha de 10 anos. E eu queria começar, Marlene, com uma provocação que de uma frase muito interessante que eu vi na internet esses dias. Influenciadores fizeram crianças de 10 anos se sentirem feias por estarem sem maquiagem. O que que a gente pode refletir em cima disso para começar o nosso bate-papo? >> Olha, Paulo, é uma polêmica. A cabeça da gente parece um uma cachoeira, né, de ideias. Mas, primeiramente, eu gostaria de colocar uma coisa, Paulo. Nós temos na nossa sociedade hoje tudo em velocidade máxima. Tudo está na velocidade máxima e tudo que diz respeito a governo tomar decisões, a polícia, a a campanhas contra ela, como ela começa essa campanha? Eu só queria te fazer essa pergunta. Quando que nós conseguimos que essa campanha, campanha aconteça? Você sabe me dizer? Eu penso assim, Marlene, não sei se está correto ou não, mas eu penso a partir do momento da sensibilização de muitas pessoas em direção ao tema, essa sensibilização gera uma mobilização que, por consequência, geram ações aí, seja por parte dos políticos, das autoridades, dos pais, das escolas e assim por diante. >> Sim. E ela começa, Paulo, na verdade, infelizmente, com uma amostragem. >> Hum. Você entendeu onde eu quis chegar? >> Sim. >> Nós nunca vamos ter o governo ou a mídia, seja lá o que for, lutando por uma causa, se não houver uma amostragem ou uma tragédia ou uma pessoa como esse Felca, né, esse eh influenciador denunciando que mobilizou de uma forma que a gente percebe o quanto veio à

lutando por uma causa, se não houver uma amostragem ou uma tragédia ou uma pessoa como esse Felca, né, esse eh influenciador denunciando que mobilizou de uma forma que a gente percebe o quanto veio à tona. E isso acontece em todas as áreas da sociedade, com as drogas, né, com a maconha, acontece com no caso de de das gravidez precoce, acontece com todos os casos da mesma forma. E aqui também ela acontece de tudo que você falou. Você falou de trás, de de trás para frente. Não, da frente para trás. Você parou na família, lembra? >> Uhum. >> Então tudo isso tem que começar onde? Na família. Na >> família, com certeza. A família é a base. E até eu puxo uma provocação também aqui, Marlene, pra gente conversar. Recentemente também ouvi uma influenciadora falando e se não me engano o nome dela é Milly Lacombi falando, destruindo a família tradicional, assim que a família cafona, que uma série de coisas assim, buscando uma demonização da família tradicional. E não precisa ser a família tradicional, mas a entidade família, eh, como se fosse algo retrógrado que hoje a gente precisa de mais liberdade, de uma série de coisas. Mas eu penso que esse caminho todo em busca de um certo progresso aparente tem levado a consequências muito terríveis pra sociedade. E hoje nós estamos diante de uma sociedade adoecida mentalmente, fisicamente, espiritualmente. E isso afeta os mais vulneráveis que são adolescentes e crianças. Como é que a gente lida enquanto pais eh educadores? Nessa questão onde dentro da nossa família a gente tenta manter um ambiente seguro, um ambiente harmonizado com os princípios do evangelho, com a presença de Jesus, mas que a criança é constantemente bombardeada por influências, por certas coisas, eh interesses econômicos. Até para puxar nesse dess da maquiagem que eu falei, eu penso assim, as empresas de cosméticos perceberam que eu não preciso esperar uma mulher fazer 40 anos para começar a ganhar dinheiro. >> Eu posso fazer ela começar a ganhar já desde a infância.

ei, eu penso assim, as empresas de cosméticos perceberam que eu não preciso esperar uma mulher fazer 40 anos para começar a ganhar dinheiro. >> Eu posso fazer ela começar a ganhar já desde a infância. >> E isso gerou toda uma E é uma cena até chocante quando você vê uma menina de 8, 9 anos muito maquiada. É uma coisa que gera um assim instintivamente pro ser humano gera uma sensação ruim, né? >> Sim. Com certeza. E o e mais ainda o fator social familiar, nós vamos nos confrontar com a minoria. A minoria pensa assim: >> Uhum. >> Nós sabemos que tudo que vai contra os princípios morais, éticos, cristãos, é uma minoria. Daí nós vamos novamente chegar na família que permite que isso aconteça dentro do próprio lar. Porque como você falou, se a base e o princípio ético, moral, cristão, dentro da tua casa, você tem dois laboratórios perfeito aí, né? Uma de 10, uma de 18. Então, >> é uma, eu brinquei que é uma adolescência de 16 anos lá no meu lar, porque uma tá saindo, a outra tá entrando. >> Exatamente. Olha que você tá em maus lençóis, >> mas graças a Deus é muito boazinho, viu? a gente tem grandes desafios assim, mas assim, graças a Deus, mas eu penso, Mar também e nessa engenharia social, um outro fator e queria ouvir a sua opinião sobre essa questão dos pais estarem muito ausentes, trabalhando o dia inteiro, como é que a gente consegue preservar, manter um ambiente de segurança, tudo isso que a gente tá falando, se o pai e a mãe trabalham 10 horas por dia, a criança é educada pela escola, pelo YouTube, por outras coisas? É, eu já me perguntei isso, acho que eu tinha o quê? 30 e poucos anos. Eu perguntei paraa minha terapeuta, eu fazia psicologia, ela era minha professora e eu perguntei para ela, sabe o que ela me falou? >> É, >> não importa a quantidade do tempo que você passa com seu filho, mas sim a qualidade. >> Uhum. Então, eu trabalho com famílias e eu criei uma estratégia de 30 minutos de desestressamento. Não importa a quantidade, mas sim a qualidade. Então, quando os pais

u filho, mas sim a qualidade. >> Uhum. Então, eu trabalho com famílias e eu criei uma estratégia de 30 minutos de desestressamento. Não importa a quantidade, mas sim a qualidade. Então, quando os pais chegarem em casa, não importa a hora, porque se nós seguramos as pontas lá fora, você vê que o princípio tá lá na família, não tem como. Nós seguramos as pontas, a gente foi educado com todo mundo, a gente aguentou desaforo, a gente teve paciência porque não podia perder emprego. Aí chega em casa, o que eu faço? Grito com um, berro com outro, cobro um, cobro do outro e tô estressada, cansada, ansiosa. Então, para 30 minutos, combina com os filhos, não importa a idade, nós vamos parar 30 minutos só pra gente. Desliga celular ou tira o som e eu tira, tira de perto porque contamina ele perto, né? Um escolhe um jogo, outro escolhe que seja um desenho, um dia, ou um joguinho de uma uma pintura ou a leitura de um livro. Ouça um ao outro. Ouça. Ouça. Nós não sabemos ouvir. Por isso que quando o psicólogo fala diálogo, não existe diálogo. Porque quando uma pessoa fala, o outro já tá pensando no que ele vai se defender. Então não há diálogo, há monólogo. Como dizia meus pais, quando um burro fala, o outro baixa a orelha, né? Boa. >> Então é um ouvir. O ouvir. Então 30 minutos e combina. faz um contrato. Depois desses 30 minutos, não mais, nem menos, você vai tomar banho, você vai fazer lição, teu pai me ajuda ali na cozinha e as crianças e adolescentes vão pra cama cedo. Paulo, a produção de serotonina de manhã é endorfina. Quando o sol, a criança levanta cedo, né? A noite, a serotonina, ela é produzida entre 22 horas e 1 hora da manhã. Por que que a criança tanto depressão, tanta ansiedade, tanta essas síndromes, os TDHs da vida, mesmo TDH tem um tratamento dentro de casa com o comportamento da família. Então começa ali na família ela programar estar em família, porque nós nunca estamos em família, porque nunca dá tempo. Dá tempo para tudo, mas nunca dá tempo para estar em família.

amento da família. Então começa ali na família ela programar estar em família, porque nós nunca estamos em família, porque nunca dá tempo. Dá tempo para tudo, mas nunca dá tempo para estar em família. E o grande vilão dessa história, né, o que que mudou tanto na na geração passada, na minha, para essas novas crianças aí, é uma pecinha que invadiu os lares assim também, né, que de fato, como você colocou, às vezes a gente até fala, tem medo de falar, desliga o celular, às vezes não tem problema desligar o celular, porque você tá no silencioso, você ainda fica com aquele sentimento que a colheira digital tá ali. Quando você desliga, parece que até às vezes dá um certo alívio assim, sabe? Não vai acontecer nada se você ficar 30 minutos sem o celular ligado. A gente perdeu essa essa noção. Mas o grande desafio que eu enxergo, Marine, é o seguinte. Eh, eu também eu comprei Bobby Goods, que tava na festa, na na farra agora da na a fama agora era esse Bobby Goods que você colore, um um livrinho de colorir. Vocês devem conhecer casa. >> Eh, por quê? Não é pelo colorir, mas é porque enquanto a criança tá colorindo, ela tá conversando com você. Ela tá falando, papai, olha aqui, ó. Que que você vai fazer aqui no essa interação? O desenho passa a ser só o meio para você conseguir se conectar com a criança. Eh, mas o ladrão realmente dessa conexão é o celular. >> É o celular. E a gente eh deveria, penso eu, se nós queremos que essa desintoxicação ocorra, sermos os primeiros a dar o exemplo, porque e aí entra um trabalho pessoal de nós pais educadores, como é que eu vou cobrar que meu filho fique menos no celular se eu estou o tempo inteiro na frente na presença dele mexendo no celular? Então, acho que aí já fica uma primeira eh reflexão para nos policiarmos pais. Primeiro para dar o exemplo e depois para cobrar. >> Eh, e Paulo, tem uma coisa muito importante que eu morei 3 anos em Portugal e voltei. Nossa, parece que tinha um chacoalhado o Brasil e jogado para cima quando eu voltei, sabe? E aí a

para cobrar. >> Eh, e Paulo, tem uma coisa muito importante que eu morei 3 anos em Portugal e voltei. Nossa, parece que tinha um chacoalhado o Brasil e jogado para cima quando eu voltei, sabe? E aí a gente vê nos restaurantes, você vai na Praça de Alimentação, no shopping, uma família inteira, cada um no celular, nenhum olha pro outro, nenhum conversa com o outro. Então, nós já temos uma geração que é a geração dos meus filhos, que eu tenho seis netos, uma geração que já veio, já sendo já deturpada já na geração deles. >> Uhum. >> Já teve aquela coisa de que, ah, não vai trabalhar porque tem que estudar. Eu falei que o meu filho 16 anos tinha que e que tinha que trabalhar. Meu marido não, ele precisa estudar. Eu falei: "Nós estudamos e trabalhando, vai fazer". E foi o período que melhor ele ficou na vida dele, foi o período que ele trabalhou. Então, esses jovens que estão hoje criando as crianças de hoje, eles não têm a uma que não querem ter filho, a gente só vê com pet, né? Então a gente vê, eu moro num bloco enorme de de prédios, meu Deus, um monte de gente com um cachorro passeando, mas eu não vejo quase ninguém levar as crianças no parquinho. >> É. Você sabe que tem uma outra frase do pastor eh, pastor Cláudio Duarte que ele fala assim: "Essa é a geração que coloca os pais no asilo, as crianças na creche e vão passear com o cachorro". É engraçado, mas é triste. >> Mas é verdade. É verdade. Porque olha, a hoje, olha só a ordem que eu tenho certeza que você conhece bem. Eh, a minha a minha geração não colocava os filhos na escolinha. A gente não, só depois dos 3 anos minha filha brigou que queria ir pra escolinha e a gente deixava com os avós porque trabalhava, porque minha geração já trabalhava. A geração dos meus filhos, os filhos já foram paraa escola super cedo. Então a mãe vai, ela, ela tem o filho, não dá os 40 dias de resguardo, que chamava na época da minha mãe, ela já bota o filho na escola e volta a trabalhar porque ela não aguenta o tranco. Ela não aguenta

o a mãe vai, ela, ela tem o filho, não dá os 40 dias de resguardo, que chamava na época da minha mãe, ela já bota o filho na escola e volta a trabalhar porque ela não aguenta o tranco. Ela não aguenta >> é >> ficar 24 horas com criança. E hoje o que que tá acontecendo, Paulo? Já deu um outro salto muito mais grave. É o salto de que a mãe enfia os bebês no celular, as crianças, para ficar quietinho e não dá trabalho. Então, avó, escola e celular e tablet, né? Então, eh, essa >> hã, >> perdão, eu vi até uma um aparelho, não sei se era da Fisher Price, não, talvez não fosse assim, mas era um berço, era mecanicamente ele embalava a criança assim, ó. nem mais a o embalar a criança a gente já tá delegando pr pra máquina. >> Exatamente. Então o que a gente tenta trazer em todos os setores da vida, eu sou 38 anos psicóloga e trabalho em defesa da família. Eu tenho projetos de escola para pais e uma coisa que a gente verifica é a dificuldade da gente trazer a família até a nós. >> Uhum. e da pessoa colocar em prática, da pessoa entender que nós estamos formando umas gerações. A Einzia que o dia que a tecnologia sobrepor à humanidade, teremos um bando de idiotas. >> Estamos bem perto, acho, desse ponto agora com o chat GPT, né? >> É, é, é, exatamente. >> Estamos chegando lá onde ele onde ele profetizou. >> Ele profetizou. Então, o que o que é difícil para nós é nós entendermos que a gente tem que ter um tempo com a criança. A gente não precisa sacrificar nossa vida para estar com as crianças. Se a gente colocar as crianças cedo na cama, isso é questão da gente treinar a criança, a gente tem tempo para relaxar, descansar, fazer o que tem que fazer e namorar, o casal namorar, né? Então, a gente tenta trazer essa família na escola, nas na evangelização, na catequese, na escola dominical, eh nas escolas, as reuniões de pais, a gente tem que trazer no psicólogo. Psicólogo até que tá vindo mais, viu? melhorou bastante, bastante >> e e a gente não consegue porque a família não participa. Eu fiquei chocada

s reuniões de pais, a gente tem que trazer no psicólogo. Psicólogo até que tá vindo mais, viu? melhorou bastante, bastante >> e e a gente não consegue porque a família não participa. Eu fiquei chocada quando eu dei uma uma palestra, uma não, foi uma série de palestras que eu dei no colégio estadual do Paraná para mais de 2.400 alunos. Sabe quantos pais vieram? >> Não faço ideia. >> 37, >> né? >> 37 pais. >> E você veja, ó, e é uma questão que >> o Rodney tá se coçando, ó. Ele quer mostrar o vídeo da escalada. Eu, eu já tava no ponto aqui, ó. >> Beleza. Eu, eu fiquei preocupado. Será que eles não tão vendo o aviso da >> Não, não, tava só esperando o time aqui, mas vamos aproveitar então a a vinda do nosso cara Rodney aí, o mago por trás das câmeras. Ele tem um vídeo bem bacana para compartilhar aqui com a gente que vai embasar aí o nosso segundo bloco da conversa. Exatamente. Aí, >> então, pessoal, manda pergunta aí, deixa o seu boa noite, diga da onde você está acompanhando aí esse material. Cristiane Drux preparou esse material, gente, que é ela que sempre faz a escalada. Então, vamos lá. >> Lindíssimo. >> Tá, eu vou sair da live, depois vou vou aguardar. Que bom que vocês estão vendo as minhas mensagens. Eu fiquei preocupada aqui, mas então, tá bom. Em um momento em que a denúncia feita por um influenciador digital sobre a adultização de crianças em plataformas digitais ganha repercussão nacional, o Senado aprovou na última quarta-feira, 27 de agosto, o projeto de lei que cria regras para a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. A proposta prevê obrigações para os fornecedores e controle de acesso por parte de pais e responsáveis e promete também combater a chamada adultização de crianças nas redes sociais. O projeto de lei 2628/2022 segue agora para a sanção presidencial. O projeto prevê, entre outros pontos, a remoção imediata de conteúdos relacionados a abuso ou exploração infantil, com notificação às autoridades, além da adoção de ferramentas de controle parental e

O projeto prevê, entre outros pontos, a remoção imediata de conteúdos relacionados a abuso ou exploração infantil, com notificação às autoridades, além da adoção de ferramentas de controle parental e verificação de idade dos usuários, com a criação de um estatuto digital da criança e do adolescente, a intenção é proteger esse público. no uso de aplicativos, jogos eletrônicos, redes sociais e programas de computador. Pesquisas que mostram dados em relação à utilização da internet em correlação com crianças e adolescentes apontam um padrão preocupante. Mesmo vídeos com a presença delas sem tom sexual, acabam atraindo perfis com o comportamento pedófilo em seus comentários e compartilhamentos. Em olhar mais abrangente, é importante para entender a gravidade da exposição infantil nas redes. É reconhecer que o abuso online não é menos sério que o físico. A lei 12015 de 7 de agosto de 2009 foi atualizada para incluir formas de violência sexual que acontecem mesmo sem contato físico. A discussão sobre responsabilização de empresas de tecnologia também tem mobilizado outras instituições da sociedade civil. Em 2022, o Instituto Alana participou do julgamento no Supremo Tribunal Federal, que ampliou a responsabilidade das redes sociais pelas publicações dos usuários. A ação também contribuiu para a aprovação do projeto de lei 2628/2022, que dispõe sobre a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais, com o entendimento espírita, ciente da importância do zelo, do cuidado e da responsabilidade dos pais pela trajetória reencarnatória de seus filhos, espíritos imortais colocados pela providência divina sob a gestão dos elementos mais maduros do núcleo familiar. O assunto adultização de crianças e adolescentes ganha destaque nessa edição de Sobre os Fatos. O convite é de reflexão. O contato de crianças com conteúdo adulto pode causar riscos emocionais e psicológicos. A adultização pode facilitar a erotização precoce e a exploração de crianças no ambiente online. Pais e responsáveis devem

de crianças com conteúdo adulto pode causar riscos emocionais e psicológicos. A adultização pode facilitar a erotização precoce e a exploração de crianças no ambiente online. Pais e responsáveis devem monitorar o uso das redes sociais e conversar com os filhos sobre os riscos? Qual o comportamento desejável diante da necessidade de denúncia de violações? Esse e outros assuntos entram em foco agora. Seja bem-vindo ao Sobre os Fatos. >> Muito bem, muito bom, muito bom. o vídeo acho que trouxe uma um resumo bem legal, né, de tudo isso que a gente tá tratando aqui. >> E eu queria puxar o gancho, Marine, desse vídeo >> e pedir para você mandar uma orientação você com a sua experiência. A minha filha, inclusive também está fazendo, essa de 18, está fazendo psicologia na PUC, conseguiu o primeiro estágio agora, vai ser tutora de uma criança de 13 anos num colégio de Curitiba, tá bem animada com essa seara aí. E a pergunta que eu te faço é, eu li um livro recentemente que é, eu não sei como é que seria a tradução em português, mas é alguma coisa assim, o foco perdido de como nós seres humanos estamos perdendo a capacidade de concentração. Estamos ficando só na superficialidade dos relacionamentos, do conhecimento, de tantas coisas, da oração. E e uma das coisas que é uma engenharia realmente das bigtecs aí é você viciar deliberadamente adultos, jovens, adolescentes ao consumo de conteúdo em redes sociais. Inclusive tem várias questões assim, eh esse esse movimento vertical assim para atualizar tudo, ele remete a um cassino, ao canqueo, eh toda aquela vez. Então, aquela dopamina eh instantânea, eh tudo isso que a gente vê. E daí antigamente a gente via o capacidade de concentração da gente sentar, ter uma boa conversa, assistir a um filme comprido, a uma palestra, a um jogo de futebol, a uma novela, a um intervalo comercial. Hoje parece que a janela de atenção foi se restringindo tanto que daí surgiu uma grande revolução com a o advento do TikTok com essa proposta de vídeos de 15

l, a uma novela, a um intervalo comercial. Hoje parece que a janela de atenção foi se restringindo tanto que daí surgiu uma grande revolução com a o advento do TikTok com essa proposta de vídeos de 15 segundos. E e 15 segundos assim já parece também um tempo interminável para crianças. Então eles tiveram que dividir o vídeo em duas partes para assistir duas coisas ao mesmo tempo. Um é uma pessoa apertando uma massinha, fazendo não sei o que em cima conteúdo e daí 15 segundos é muito. Daí a criança fica 1 2 tr que nem um zumbi por uma hora. Eh, qual que é o dano que isso causa em tantas eh vertentes da vida dessa criança futuramente? esse essa ansiedade, essa recompensa imediata e essa incapacidade de se concentrar com mais tempo. Olha, Paulo, na verdade a formação do cérebro da criança, ela é um ritmo super acelerado e vai até a vida adulta para amadurecer esse cérebro. E se a criança não interage com pessoas, ela não tem a formação correta para esse cérebro, a não ser pelos estímulos gerados no celular ou no computador ou no tablet. Então esse estímulo é automático, é um autômato. A criança, ela não tem a possibilidade de eh questionar, raciocinar, eh deduzir, ter curiosidade de perguntar, de ler. Ela não tem essa capacidade. Então, a criança acaba não tendo a a formação própria do cérebro dela no desenvolvimento emocional, no desenvolvimento psicológico, no desenvolvimento físico dela. Ela não consegue interagir com as pessoas. Então, nós estamos tendo uma geração, principalmente essa geração a a atual, totalmente desconectada de si mesma. Ela tem, ela tem ali formatando um ser que responde a um estímulo. Eh, nós chamamos >> e isso nós chamamos na psicologia psicologia experimental. Então, é como condicionar um um bichinho a pedir água, condicionar um é é o condicionamento de laboratório, né? Isso. Então, a criança fica recebendo aquele estímulo, recebendo, o cérebro recebe, recebe, recebe. Daqui a pouco ela só sabe responder aquilo. Quando ela se vê solta daquilo, ela não sabe o que fazer.

sso. Então, a criança fica recebendo aquele estímulo, recebendo, o cérebro recebe, recebe, recebe. Daqui a pouco ela só sabe responder aquilo. Quando ela se vê solta daquilo, ela não sabe o que fazer. Sintedia facilmente >> sintetia ou ela não sabe mesmo, ela não tem estímulo no cérebro dela para ela competir no meio, para ela lutar pelo espaço dela, para ela interagir, para ela fazer amizade. Tanto que a gente eh e eu eu faço muito, trabalho bastante também com a prevenção do suicídio, crianças de 9 anos tentando se suicidar, querendo morrer. Eu fiquei chocado quando eu descobri que isso existia já faz uns anos, mas eu nem imaginava que existia essa palavra junto do infantil, assim, que são duas palavras que parecem ser tão distantes uma da outra. É. >> E e >> é, até a gente tem que evitar usar essa palavra. Eu usei sem querer. >> É, tirando a própria vida, né? Querendo eh eliminar a dor, tirar a própria vida. Então, a gente perspitismo agora aqui também um pouco, né, pra gente também eh colocar um olhar espírita. o que não resolve absolutamente nada, né? A vida não se encerra, a vida não tem fim, >> então a gente só a eh piora um problema de uma situação que já está eh bem delicada. Mas sabe, Mariene, assim, diante de todo esse mundo frenético que a gente tá vivendo, eh, eu penso, voltando à questão da família, se você vê, as pessoas acham que tradicionalismo, conservadorismo, quer dizer uma pessoa retrógrada, uma pessoa que não quer progresso, uma pessoa que é preconceituosa, quando a minha visão de conservadorismo é aquilo que a gente busca sempre evoluir, sempre melhorar, porém conservando aquilo que é bom, aqueles valores que mantém uma sociedade saudável em pé. E voltando à família tradicional ou a família eh como queira chamar, se você for pensar numa estrutura, claro, ótimo que a mulher teve a possibilidade de acender ao mercado de trabalho e ter mais liberdades que lhe foram tolhidas, mas às vezes parece que a gente vai para um extremo tão grande agora que as mulheres

o que a mulher teve a possibilidade de acender ao mercado de trabalho e ter mais liberdades que lhe foram tolhidas, mas às vezes parece que a gente vai para um extremo tão grande agora que as mulheres também não estão mais querendo ser mães, que a a maternidade virou um fardo. Então você vê assim, e eu vi, eu não quero estar falando besteira aqui, mas eh parece que na Inglaterra, pela primeira vez na história, vai ter mais mulheres acima de 30 ou 33 anos, assim que não são mães do que são mães. Então assim, eh, a colocar a maternidade como um e se você for ver essa estrutura familiar, onde existe ali uma colaboração entre um provedor ou dois provedores, mas que existe uma presença de pai e de mãe em casa, os avós cuidam pros pais poderem trabalhar, eh, a mãe, eu não vejo assim, a ser mulher, ser mãe é um privilégio que nenhum homem jamais vai ter ideia do que é ser mãe. Então, não existe coisa mais valiosa nesse mundo do que você poder cuidar do seu filho, amamentar, ser mãe, dar atenção a ele. E em nome às vezes de uma ascensão, de conquistar coisas assim, a gente abandona certas coisas e essa família rui e a partir dessa ruína eh tantas tantas consequências nefastas se decorrem dela. Então, veja, poxa, que legal que é você poder ter um casamento sólido, não? também essa geração também que parece que primeira briga, quer divorciar, que não quer mais também eh resolver os problemas. É, é tudo muito descartável, né? Não dá certo, a gente termina. Não dá certo compra outra. Não dá certo a gente eh então um casamento sólido, amparado aí por pela pela pelo amor de Jesus, pela harmonia da espiritualidade, um lar amoroso, filhos, família unida, avô, todo mundo junto. Então, parece uma estrutura tão bonita de se manter e e não não há nada. E também as famílias existem nas mais diferentes configurações. Não tô dizendo aqui que só existe um tipo de família, não. Família onde existe um vínculo de amor entre pessoas. E então, eh, como é que a gente resgata isso, Marina? Não

ais diferentes configurações. Não tô dizendo aqui que só existe um tipo de família, não. Família onde existe um vínculo de amor entre pessoas. E então, eh, como é que a gente resgata isso, Marina? Não sei se você já, eu vejo muito Estados Unidos, assim, porque parece que o que acontece nos Estados Unidos é o que vai vir, vai acontecer para cá. Eh, então agora eu percebo lá um movimento de que isso daí foi muito para um exagero. estão tentando retomar certas coisas assim, porque viram que o resultado disso foi uma sociedade, como eu falei, eu vi também um outro dado que parece que eu não sei, isso daqui não não sei no Brasil, mas lá a maioria de pessoas que fazem terapia com psicólogos e psiquiatras são mulheres solteiras acima de 40 anos, assim, porque parece que não teve aquele preenchimento que ela buscava, ela não encontrou. E aí existe um relógio biológico envolvido na história. Então é uma situação bem complexa, né? O que que você pode dizer para mães, para jovens em relação a isso? >> Eh, em relação a isso, é uma é bem isso mesmo. A mulher ela quer sobre que sobressaia a profissão dela, ela quer ser independente, mas esse fator de que nós já estamos falando dessa dissociação do ser humano com interagindo entre crianças com crianças, com a idade certa, né? não ter essa adultização, que tem esses prejuízos da mat, não tem a maturidade emocional. O que acontece quando ela entra num lar que ela assume, ela não consegue assumir essa responsabilidade, ela não consegue interagir. Ela porque ela não interagiu, ela tava no celular, ela tava ali viciada ou eh hipnotizada pela tela do computador e do celular. Então ela não consegue, ela não desenvolveu no cérebro dela a interação social, ela não desenvolveu no cérebro dela a necessidade afetiva de uma pessoa do lado para conversar, para dar risada, para contar causo. E olha que isso é muito recente, viu Paulo? Porque eu atendi adolescentes que hoje estão com 25 anos, ainda não tinha isso. Isso é muito recente. >> Uhum.

onversar, para dar risada, para contar causo. E olha que isso é muito recente, viu Paulo? Porque eu atendi adolescentes que hoje estão com 25 anos, ainda não tinha isso. Isso é muito recente. >> Uhum. >> Elas ainda me contavam aquelas longas pessoas. As mães falavam: "Eu não sei como que você fala que você ama adolescente, mas eu sou apaixonada por adolescente". E aí elas falavam: "Por que que a senhora não leva pra senhora?" falava assim: "Porque vocês criam e eu educo." >> Ah, é verdade. Educação não se terceiriza, né? A educação dos pais assim não se terceiriza, né? >> Exatamente. Mas essas adolescentes, elas me contavam histórias tão longas. A minha neta me contava história tão longa e eu pacientemente ouvia aí a a ali o cérebro tá processando e organizando a história dela, a formação da do lado da maturidade emocional dela. O que é essa maturidade emocional? É saber lidar com as frustrações, é saber controlar os impulsos. Eu brigo, eu me separo. >> É, é aquilo que eu falei da superfa, eu não sei se no seu consultório é assim, mas existe assim a expectativa desses pais mais jovens. Olha, eu tenho adolescente que tá me dando muito problema em casa, tó, vou te pagar, você faz exceções, me devolve ele consertadinho, por favor. Como se não não precisasse do meu envolvimento enquanto pai, assim, >> é, tem. Só que eu tenho uma forma de trabalhar desde que me formei em 1986. 86, é 1986 que eu fui trabalhar na área de saúde mental, onde nós tínhamos uma lista de espera de 400 pessoas. Eu não trabalhava o manifesto da doença sem a família. Eu nunca aceitei dependente químico, seja qual patologia, seja qual queixa aqui que venha me dar, eu atendo a família. Então já está implícito no meu trabalho que sem a família eu não trabalho. >> Uhum. Então você, eu peguei uma uma uma menina de 16 anos que me chocou tanto, eu lembro que me deu um ruim porque ela se ela se eh mutilava, se automilava e ela cortava a coxa. Aquilo me deu uma coisa ruim que eu falei: "Não dói". E ela olhou para mim espantada e eu li nos

nto, eu lembro que me deu um ruim porque ela se ela se eh mutilava, se automilava e ela cortava a coxa. Aquilo me deu uma coisa ruim que eu falei: "Não dói". E ela olhou para mim espantada e eu li nos olhos dela. Como assim? A dor dela interna era tão profunda, tão profunda, que aquela dor do corte, da automilação, era para aliviar aquela dor interna. Uhum. >> Aí eu fui verificar, ela não conseguia, ela só tinha mãe na vida dela e não conseguia se relacionar com a mãe. Eu fui trabalhando com a mãe, com ela e aí eh foi verificada a dificuldade da mãe eh interagir com ela, porque a mãe via projetada a figura dela da adolescência. Isso acontece com todas as mães e pais. E ela não conseguia ter a mãe, na verdade, porque a mãe contestava o tempo todo, porque não sabia o que fazer. Eu ensino os adolescentes hoje. Por que que pai e mãe grita? Eles falam porque eles não sabem o que fazer. >> É. Então você sabe. >> E depois que essa menina conseguiu conversar, interagir com a mãe, meu Deus, o relacionamento delas. A menina já tá casada, já tem filho, mas o relacionamento delas mudou, só para encerrar. >> Parte pela família, né? Deixa eu aproveitar e ver aqui também os comentários. Eh, ó, São Bento também aqui o eh Sten Focus é esse livro mesmo que é um foco assim perdido. Foco roubado é a tradução oficial e tem eh tópicos interessantes, mas aqui ele faz um uma um observação sobre a autidade de algumas obras plagiadas. Esse é a parte eu não sabia do livro, mas o tema em si que ele traz sobre essa questão da gente estar perdendo a capacidade de manter o foco e concentração é muito válido. Aqui também mais um comentário, ó. O corpo é de criança e o espírito é milenar. Exatamente. A gente não pode achar que a a dentro daquela criança que ainda não tem as faculdades desenvolvidas para se expressar, que ali é um espírito criança, né? O espírito realmente ele já vem de outras vidas. E você sempre tem que ter esse olhar à luz da doutrina espírita de que quando você tá com uma criança de 8 anos ou um adolescente

espírito criança, né? O espírito realmente ele já vem de outras vidas. E você sempre tem que ter esse olhar à luz da doutrina espírita de que quando você tá com uma criança de 8 anos ou um adolescente passando por momentos de transição e crises, é a o corpo humano manifestando ali um um uma existência, um espírito já eh milenar, como coloca o nosso caro colega. Eu queria aproveitar também chamar o Rodney antes que ele eh me puxe a orelha aqui, porque o Rodney tem um um alerta legal para falar sobre os pros pais também, sobre essa questão de como a gente pode fazer diante de todo esse cenário, Marlene, que nós estamos aqui conversando. O que, Rodne, os pais podem fazer para proteger crianças e adolescentes, sobretudo, especificamente naquela questão de pessoas desequilibradas que podem causar mal aí as crianças. Muito bem, Paulo. Eh, pessoal, o papo tá bom. Eh, então assim, a gente tá percebendo que o Paulo e a Marlene estão construindo muito bem a live, porque primeiro trazendo aqui os princípios familiares, que é a base de tudo, tá? Então, o que tá acontecendo na atualidade é reflexo da desestrutura familiar nesse cuidado tão específico, né? Então, assim, como eu trabalhei num setor que que atendia as demandas judiciais e policiais, né, para identificar essas pessoas em desequilíbrio, que a gente vai usar esse termo. Então, assim, a grande maioria dos materiais que nos chegavam é de coisas que a gente pode fazer em casa uma proteção, né? Então, você tem em casa a webcam, você tem a câmera do seu notebook, né, você tem agora do celular. Então, digamos assim, quem tá do outro lado vai estimular o seu filho em jogos online, em alguma rede social online, se aproximar, convencer que ele é de confiança, né? E aí começam a as investidas de pedir pra criança tirar camiseta, né? E aí ele do outro lado já tá gravando, né? Então, começa com pequenas coisas e aí ele vai armazenando e aí ele começa a chantagear a criança e o jovem porque depois ele investiga a rede social da família e aí

do outro lado já tá gravando, né? Então, começa com pequenas coisas e aí ele vai armazenando e aí ele começa a chantagear a criança e o jovem porque depois ele investiga a rede social da família e aí começa a fazer a ameaça. Se você não fizer outras coisas que eu quero gravar, então por isso que você tem que prestar atenção se seu filho fica fica trancado no quarto ou ele fica dando graças a Deus quando você sai de casa para ele ficar sozinho. Cuidado, tá? Então assim, acho que a primeira proteção é a gente eliminar eh o jogo online com a câmera, tá? Aí vai ter o chat lá para est conversando. Então tem que tá monitorando o que é a conversa, explicar pro seu filho. Qualquer coisa que saia fora do contexto do jogo, da troca de informações, nos chame para acompanhar, tá? a gente tem como eh as pessoas têm hoje em dia como procurar os no cíbers, né, que são as delegacias especializadas em crimes eh cibernéticos, né, da da internet, fazer a denúncia, porque você pode até perguntar, mas qual é o perfil de um desequilibrado desse? É qualquer um que tem acesso à internet. Então, a delegada quando fez um um uma operação da Arknet, Darknet, que foi uma operação muito grande, a gente percebeu nas reportagens e depois no meio mesmo que a gente tem contatos o quanto é terrível os policiais federais terem que assistir todo o conteúdo para relatar. Não é só pegar o material e prender o cidadão, não. Eles têm que assistir, porque às vezes pode ter naquele vídeo algum algum elemento para que eles possam aprofundar as suas investigações, reconhecer lugares, entendeu? Então assim, é qualquer um que tem internet pode estar justamente nessa zona de desequilíbrio. E aí eu te pergunto, conteúdo adulto tá onde? Isso daí não é conteúdo adulto. Adulto já sabe o que é certo, que é errado. A gente tem que prestar atenção. O termo correto é conteúdo impróprio. >> Uhum. >> Tá. Inclusive, minha gente, se você dig existe um termo aqui na na uma forma de se você pesquisar que todos os navegadores, exceto Brave, que foi o

o. O termo correto é conteúdo impróprio. >> Uhum. >> Tá. Inclusive, minha gente, se você dig existe um termo aqui na na uma forma de se você pesquisar que todos os navegadores, exceto Brave, que foi o único que eu consegui fazer um teste, para esses benditos desses conteúdos adultos, que eu chamo de conteúdos impróprios, ele é o único que borra a imagem. Se você for procurar vídeo, você ele borra a imagem e tá certo? Só que, digamos assim, poxa, nós não temos no celular a segunda camada de proteção que você tem que digitar uma senha. Então, se você as plataformas de víde inventar algo nesse sentido, se você está desequilibrado e quer acessar esse conteúdo e é adulto, né, então que ele pegue a tua informação que você cadastrou no seu e-mail, que você colocou o seu nome, a data de nascimento, que daí ele verifica que você é um adulto e aí você vai ter que ter digitar uma senha lá para você acessar aquele conteúdo e a plataforma registra, né? Mas não deixa livre como tá pra criança. Se ela digitar, ela consegue o acesso e assiste naturalmente, porque às vezes ela vem no computador do pai. Então o pai tem que deixar a senha, não deix não liberar senha. E se você liberar, você tem que saber muito bem que seu filho já é maduro para acessar a internet e se ele verificar algo de errado, já te avisa imediatamente. Tem que ter essa troca de confiança. Mas assim, o risco não é só a manipulação do adulto em forçar a criança a fazer um monte de coisa que a gente tá visto, tem visto, mas também de forma oculta eles, porque a gente tem que ter assim a certeza que nós passamos uma educação correta e mesmo fora dos nossos alcances, de nossos olhos, de nossos ouvidos, de tudo que a gente possa deixar ele, né, eh, protegido, a gente tem que confiar que ele absorveu essa essa lição e sabe se cuidar. Porque Paulo e Marlene, eu lembro que teve um conteúdo dos Estados Unidos que um influenciador, ele chamava os pais, entrava na van, tá? E ele fala assim, ó, vou entrar e vou fazer amizade com seu

ar. Porque Paulo e Marlene, eu lembro que teve um conteúdo dos Estados Unidos que um influenciador, ele chamava os pais, entrava na van, tá? E ele fala assim, ó, vou entrar e vou fazer amizade com seu filho, com sua filha e vou fazer ela sair de dentro de casa e me encontrar lá na praça e pai, não, não. Eu usei todas as orientações, ela segue a nossa religião, nós só um pouquinho, começou lá, 5 minutos depois estava se encontrando com o rapaz lá na praça. >> Já pensou? >> Aí o aí o pai se desmonta, né? Puxa, eu passei toda essa educação. Então ele fazia isso justamente para chamar a nossa atenção. Nós temos os nossos controles enquanto estão em nosso alcance. >> Sim. >> Mas haverá um momento que a gente tem que deixar ele livre. E aí que é >> essa investida que a gente coloca nos nossos filhos, a confiança que tem que surgir nessa hora, porque ao nosso alcance a gente vai fazer de tudo para protegê-los. E fora do nosso alcance, aí é Deus, é Jesus, é a espiritualidade e a consciência que a gente conseguiu despertar nele, né? Como bem mandar ali, ó. A criança é só o corpo. O espírito que habita ali já tem um monte de situações. É a bebida, é o fumo, é o exemplo do seu do seu pai, da sua mãe, que ele tá tá ali rastreando, ó, comportamento, né? Então assim, rede social também tem esse risco. Então, assim, nós temos brechas, temos brecha. Então, quem faz a lei tem que tá atento a esses detalhes aí que tá passando batido. Comercial de televisão, lembra que a gente tinha classificação livre? Tudo bem, tá ali de tarde, mas você passa conteúdo da novela que vai passar às 9. >> Aham. Não adianta nada, >> né? E eu vou falar aqui da, ó, na maior tranquilidade, Globo, Globo Play passa aquelas aqueles aqueles filmes ou ou séries com um monte de crime em plena tarde, aí fica difícil. Você deixa a criança ali no horário livre, mas tá achando com comercial que não não corresponde. Então é muito estímulo, é música, é muita coisa que tá realmente necessitando disso que o Paulo e a Marlene trouxeram no começo. Nós temos

livre, mas tá achando com comercial que não não corresponde. Então é muito estímulo, é música, é muita coisa que tá realmente necessitando disso que o Paulo e a Marlene trouxeram no começo. Nós temos que voltar a ser um pouquinho mais chato nessa questão mesmo, >> nas disciplinadores, né? a disciplina. >> E vocês pasmem que o que eu mais aprendo com a criança e com o adolescente é que eles gostam de disciplina, eles pedem limite, eles precisam. A formação do cérebro, da personalidade deles tá conectada ao break que os pais dão, que os pais são o alicerce, o modelo. Então, que os pais têm que dar o breque na hora que precisa. E até eu gostaria de colocar para vocês, para que a gente, se a gente for estender muito depois, pode não dar tempo, eh, o comportamento desejável que a gente tem que ter perante a necessidade de denúncia, de violação. Vamos supor, uma criança chega pros pais e falam para os pais que tal fulano fez isso, o tio fez isso ou o fulano fez isso, fez. Você sabe o que que acontecia na minha geração? Os pais fal botava culpa na menina, botava culpa na pessoa e e disfarçava porque não podia denunciar um irmão da mãe ou um irmão do pai ou um avô. Quantos casos sérios eu não atendi que teve eh problemas com pai, com tio, com avô, com irmãos e não acreditavam. Então, o que nós podemos fazer perante essa necessidade de denunciar eh a essa violação contra a criança e adolescente? Eu posso falar agora para que fique registrado? >> Marline, só um pouquinho. Eu esqueci no detalhe, me desculpe, mas segura aí. >> Tá bom. >> Gente, outro detalhe que eu esqueci é muito importante. Uma das maiores ocorrências que tem acontecido são justamente questões de namorados na adolescência, tá? Uhum. >> Aquela questão de mandar, ah, manda uma fotinha sem roupa, tá, gente? Orienta seu a seu filho, sua filha, não fazer isso, tá? Porque a partir do momento que a pessoa tem isso aí, depois fica fazendo chantagem para outras coisas, digamos assim, avançar de nível na relação, né? Começa com esse tipo de

ilha, não fazer isso, tá? Porque a partir do momento que a pessoa tem isso aí, depois fica fazendo chantagem para outras coisas, digamos assim, avançar de nível na relação, né? Começa com esse tipo de troca de de fotos que o pessoal chama de nudes. Vamos lá, vamos falar a linguagem deles, nudes. E aí vai para um próximo estágio. E além do mais, é aquela questão, né? Você pode ter um celular furtado e você tá com conteúdo desse dessa situação. Aí é o que acontece com vazamento. Inclusive com artista também acontece isso também, né, de vazamento de dessas coisas. Então tem tudo isso, gente que invade seu celular, que daí fazem essa chantagem. Então assim, >> sabe o que Rodne? >> Então tudo isso que tá tá tá acontecendo, Paulo, >> puxando esse gancho, hoje em dia com a inteligência artificial também, que foi outro tema, eu consigo, por exemplo, pegar a foto de uma criança, quer dizer, eu não, né, um hacker aí, alguma pessoa muito mal intencionada, pegar a foto de uma criança e colocar o rosto dela num vídeo comprometedor que a criança nunca fez, mas que é tão realista que coloca ela numa situação embaraçada. Pode e você postou, as pessoas têm que ter consciência. Olha, postou, esqueça, você não tem mais controle sobre aquilo, ele é eterno, ele pode atingir assim tudo. Então é muito delicado. Até teve de tudo isso que você falou, Rodney, eu lembrei do filme Som da Liberdade para quem não assistiu, porque é um é um filme que traz bastante esse tema eh da proteção às crianças. E um outro dado chocante também, aqui no Brasil ainda chega pouco, mas nos Estados Unidos daí já virou uma epidemia, que é um tal de site chamado Only Fans. Não sei se vocês conhecem, mas é um site que parece que uma a cada 10 meninas americanas entre tanto e tantos anos já participam desse site, eh, que é aí a falência total moral da sociedade. mente um site onde ela se vende eh de maneira ali com 17 18 anos ou pode mentir a idade também que seja 18 19 anos achando que vai enriquecer sem a menor consciência de que esse

al moral da sociedade. mente um site onde ela se vende eh de maneira ali com 17 18 anos ou pode mentir a idade também que seja 18 19 anos achando que vai enriquecer sem a menor consciência de que esse vídeo que ela tá colocando agora vai ser visto pelo irmão, pelo pai, pelo avô, pelo futuro filho que ela vai ter. E assim, é é terrível essa situação que a gente tá vivendo. Então, que a gente tenha muita serenidade, iluminação espiritual para proteger as nossas famílias de tantas coisas que estão acontecendo. >> Paulo e Marlene, foi agradeço a sua contribuição de lembrança de dessa questão também, Paulo. Pessoal de casa, para você ter uma ideia, a operação Darknet, Darknet, ela ela chegou até uma questão eh que é assim, a família é que também produz isso aí, tá? O desequilíbrio é tão grande que chegou a um ponto do pai gravar o seu filho de 5 anos nesse tipo de situação. E aí ele vende na internet profunda. Isso vale muito dinheiro na internet profunda, tá? Tem um monte de gente desequilibrada lá que compra e paga caro para assistir esse tipo de conteúdo. E esse pai já tava até planejando já da outra gestação que já tava acontecendo da mãe. Então, digamos assim, graças a Deus que nós temos os agentes da Polícia Federal, toda essa rede de proteção internacional para estarem trabalhando juntos, tá? Eles formam um grupo, eles vendem isso na internet profunda e é caríssimo. Então, digamos assim, é um meio que realmente se se espalhou em todo mundo. Então, assim, por isso que nós, que somos equilibrados, que temos eh uma religião, que se declaramos cristãos, nós temos que estar cobrando das autoridades mais proteção, punição para quem eh faz esse tipo de de situação acontecer, né, essa violência e realmente criar barreiras, né, não deixar tão escancarado assim. Não é questão de liberdade de expressão aqui. É risco, é risco, >> é risco 100%. Tá, mas vou deixar aqui a Marlene falar que ela tá aguardando aí o momento. Valeu, Paulo. Obrigado. >> Ainda e uma coisa também que os eh

iberdade de expressão aqui. É risco, é risco, >> é risco 100%. Tá, mas vou deixar aqui a Marlene falar que ela tá aguardando aí o momento. Valeu, Paulo. Obrigado. >> Ainda e uma coisa também que os eh riscos de suicídio que nós temos da de criança, jovem eh pré-adolescente é vazar imagem sensual na internet. Já teve mais de um caso que isso aconteceu, mas nós podemos ver aqui, Paulo, para que isso fique gravado, é com o comportamento desejável nosso quando acontece um caso de abuso, seja abuso emocional, seja abuso físico, né? O que pode eh a os pais podem fazer, os familiares, os avós, as pessoas que lidam com essa criança pode fazer primeiro acreditar na criança, não julgar a criança, não pressionar a criança, não duvidar do relato da criança. Isso é muito importante para que a criança se sinta mais à vontade para falar o que realmente aconteceu, porque muitas vezes ela é ameaçada pela pessoa para que não conte, né? Então, se a gente não acolher e ao invés da gente explodir e da gente não, vamos primeiro analisar, porque tudo precisa de provas, de fatos comprobatórios. Então vamos analisar, vamos averiguar com a criança para que a gente não a exponha. Garantir a proteção imediata da criança, ou seja, afastar a criança da situação de risco, não expor a criança ao agressor mais. Então, da onde veio essa esse abuso? Então, não tentar, não expor mais a criança, não tentar investigar por conta própria. O papel do adulto é proteger, então que acione os canais oficiais, não ficar interrogando a criança ou não tentar resolver fazer justiça com as próprias mãos, ser bem astuto, porque no caso a justiça vai pedir provas eh como fala, eh, >> comprobatórias. comprobatórias, né? Então, a gente tem que ter muita frieza nessa hora para que a gente saiba analisar e e ajudar efetivamente essa criança, né? Acionar os órgãos competentes, que é o disquem, que é o de direitos humanos, né? o Conselho Tutelar, Delegacia de Polícia Especializada, manter o sigío e o respeito da identidade da criança, não expor o caso

os órgãos competentes, que é o disquem, que é o de direitos humanos, né? o Conselho Tutelar, Delegacia de Polícia Especializada, manter o sigío e o respeito da identidade da criança, não expor o caso em redes sociais, espalhar, porque isso vai traumatizar a criança pro resto da vida, né? acompanhar o processo o máximo que puder até o final e oferecer o apoio emocional, que é garantir que se que seja denunciado essa essa esse abuso, né? e a gente poder também buscar o tratamento, buscar ajuda para essa criança. Então isso é muito importante que as pessoas saibam, porque eu já eu da das gerações anteriores eu vi prejuízos gravíssimos, psiquiátricos, por causa do que aconteceu e a mãe culpou a pessoa ou a mãe não acreditou para proteger a família, para não abrir em família. Então vira um >> Você imagina que triste, né, Marlene? Obrigado pelas suas eh indicações aí, orientações, >> porque você imagina uma criança de 5, 6 anos, ela não tem assim o o porto seguro dela é o pai e a mãe. E se ele, se ela sentir que o pai e a mãe não acreditam, não acolhe nesse momento, ela vai recorrer a quem? Então assim, muito bem colocado tudo isso. Tem alguns comentários aqui, nós já vamos entrando também paraa fase final do nosso programa para não ficar muito extenso, mas a Sheila Nunes aqui, o Rodney tá colocando mais uma vez ressaltando, né, que conservador não quer dizer não evoluir, quer dizer evoluir, mas conservar as coisas que são boas. Então, eh, tanto porque ter o o progressismo, que seria, digamos, entre aspas, a antítese, né, eh, que remete a progresso, não quer dizer também que seja e tudo isso que a gente tá vendo, Only Fans, muitas coisas são tidas como progressistas ou progressos, mas que a gente vê que são resultados muito nefastos. Então, a gente que a gente tenha o bom senso de assim eh conseguir crescer harmonicamente em sociedade, em fraternidade. Eh, tem pessoas aqui, olha, eh, Dolores que relata, ó, isso aqui não é uma coisa que acontece pouco, viu, pessoal? Então,

so de assim eh conseguir crescer harmonicamente em sociedade, em fraternidade. Eh, tem pessoas aqui, olha, eh, Dolores que relata, ó, isso aqui não é uma coisa que acontece pouco, viu, pessoal? Então, pessoas aqui, ó, no nosso meio aqui já tiveram conhecidas com situações aí de menina também que foi vítima desse tipo de coisa. Eh, também o Manuel colocando aqui, ó, também eles, esse pessoal eles são astutos, né? Então eles de fato costumam a se empregar em locais, eles costumam, eles têm uma estratégia por trás, né? Uma maldade tão perversa assim que eh não é nem no impulso, é planejado, é deliberado. Eh, então que a gente tem que ficar muito atento mesmo. Eh, mas assim, vamos terminar, né? Aqui a gente viu gente de, ó, de São Carlos, São Paulo, eu vi de Manaus, eu vi de Recife, Goiânia, Santa Catarina. Então, pra gente não terminar num num clima mais pesado ou que a gente tá vivendo uma realidade tão triste, eu queria, Marlene, que nas suas considerações finais aí você deixasse uma mensagem de esperança para nós aqui, pra gente, apesar de tudo isso que nós devemos enfrentar e não podemos virar o olho e fingir que não existe, então de fato, temos que encarar esses problemas. Mas como é que a gente pode sair daqui com a também com a esperança renovada que também há coisas boas e que a gente pode sim eh aprender com tudo isso daí para evoluir e ter ainda nossas crianças mais protegidas e mais saudáveis? >> Olha, a esperança ainda continua na família. A família não vai ser fragmentada, não vai ser extinguida, não. Não. Na família, ela sempre vai existir na essência dela. Por quê? Porque na família reina o quê? O amor. O amor incondicional e verdadeiro. Nós viramos leoas e leões quando é para defender as nossas crias. Agora, essa família, somos um grupo espírita. Nessa família, nós temos que dizer que a base principal e que por dor ou por amor vai ter que se buscar é o conhecimento espiritual. Cada um na sua religiosidade, cada um na sua religião buscar levar a criança, porque

s temos que dizer que a base principal e que por dor ou por amor vai ter que se buscar é o conhecimento espiritual. Cada um na sua religiosidade, cada um na sua religião buscar levar a criança, porque a criança só tá em contato com todas essa desordem global. Então, a criança precisa saber que tem um alicerce sólido que ela pode se plantar, que é Jesus, quer conhecer Jesus, quer conhecer a o que ele nos trouxe, é assistir. Tá bom, tá lá com celular ou com tablet, assiste e showen a história toda do que Jesus fez por nós. Assiste vídeos que falam do do que Jesus nos trouxe. Isso, essa essência na religião católica, evangélica, não importa, não importa. Eu fui evangélica, hoje sou espírita, mas a minha essência básica, principal que eu passei para meus filhos e passo por meus netos é Deus, é Jesus. Então eu agradeço muito a oportunidade, mas o meu apelo é que não deixe para que eles cresçam para escolher, porque eles podem ser escolhidos antes. >> Muito bom, Marlene. Isso que você falou, eh, realmente, uma vez eu vi um padre dizendo assim: "Olha, você não educa o seu filho no que ele deve comer ou você deixa ele comer qualquer coisa? você não educa ele no que ele deve vestir, no que ele deve consumir, no que ele deve assistir. Então, por que que você não vai educar ele também na espiritualidade, né? Então, que a gente tenha sempre esse na dúvida, não tem erro, vai no caminho de Jesus que você sempre vai est seguro. Então, >> ele nos mostrou o caminho, né? Eh, de uma maneira tão clara assim. Então assim, não não existe o nossa a nossa desculpa de não saber qual é o caminho. O caminho a gente sabe, então que a gente momentos de dúvidas segue ali. Eu queria registrar e também a questão até de privacidade também. Olha, eu penso que privacidade é uma coisa que você conquista depois que você é adulto, depois que você é tudo. Porque, ó, você tem, você deixa um, um aparelhinho desse aqui, você abriu uma janela para 1000 coisas ali que seu filho pode ver. Então, se ele tá sozinho no quarto e que

ulto, depois que você é tudo. Porque, ó, você tem, você deixa um, um aparelhinho desse aqui, você abriu uma janela para 1000 coisas ali que seu filho pode ver. Então, se ele tá sozinho no quarto e que tem muito pai que deixa o filho sozinho no quarto um tempão aí você não sabe o que ele tá fazendo aqui, ó, em poucos segundos ele pode clicar num site, dizer que tem 18 anos e pronto. Então não tem barreiras que impeçam isso. Então que a gente tenha também muita atenção em relação até que ponto vale a pena ter privacidade. Claro, respeitar um certo nível de privacidade do seu jovem adolescente, mas que não é assim, olha, eu tenho direito à minha privacidade, então eu não vou nem saber o que você tá fazendo. Eu acho que nós pais temos sim que disciplinar, que cobrar e muito disso que tá acontecendo, né, Mariane, foi a infantocracia, assim, a inversão de papéis. A criança hoje tem 2 anos, ela manda nos pais, ela diz o que ela vai comer, onde ela vai sentar, tudo. Os pais se tornaram submissos às crianças e essa hierarquia se inverteu. Então, realmente, que a gente retome mais uma vez o conservadorismo, assim, a questão de hierarquia de uma estrutura familiar onde de fato existe um comando, uma hierarquia com muito amor, com muito respeito, mas que o pai e a mãe retome o papel de pai e mãe e a criança volte a ser criança, né? registro aqui também participação do Mato Grosso do Sul, terra muito querida também. Eh, agradeço mais uma vez aí você, Marlene, foi muito rico poder trocar essa ideia com você. Parabéns pelo seu trabalho, que a minha filha, que agora tá iniciando, tá no segundo período de psicologia, possa também aí se inspirar em pessoas como você para ajudar tanta gente que precisa. Eh, Rodney, obrigado mais uma vez pela oportunidade aqui. Sempre os trabalhos que o Rodney faz com muito amor, muita paixão. Eu fico muito feliz de de colaborar porque ele é o nosso capitão aí. Eh, então é uma honra poder fazer parte aqui desse projeto tão bonito. Agradeço a vocês também que

az com muito amor, muita paixão. Eu fico muito feliz de de colaborar porque ele é o nosso capitão aí. Eh, então é uma honra poder fazer parte aqui desse projeto tão bonito. Agradeço a vocês também que participaram conosco. Compartilha esse vídeo, deixa aqui mensagens no comentário, deixa o like, se inscreve no canal, ajude esse trabalho a crescer cada vez mais para que a gente possa levar a luz de Jesus a muitas famílias. Obrigado mais uma vez, Marlene. Obrigado a todos. >> Até uma próxima edição do nosso programa sobre os fatos. Muito obrigado.

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