Papo Espírita | #241 - A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO PARA UM MUNDO MELHOR

Comunhão Espírita de Brasília 27/10/2022 (há 3 anos) 40:43 622 visualizações

O Programa PAPO ESPÍRITA, é uma produção da Comunhão Espírita de Brasília, através da TV Comunhão. Em bate papo leve e descontraído, diversos temas da vida cotidiana e da espiritualidade são debatidos à luz da Doutrina Espírita. Uma nova edição do programa Papo Espírita vai ao ar toda quinta, às 19 horas, no canal da Comunhão Espírita, no Youtube! #PapoEspirita #comunhãoespírita TV Comunhão - Inscreva-se no nosso canal, deixe seu like e ative as notificações para ficar por dentro de tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília. Canais de Mídias e Redes Sociais da Comunhão Espírita de Brasília: HomePage: http://www.comunhaoespirita.org.br Rádio Comunhão: http://www.radiocomunhao.com.br TV Comunhão: http://www.tvcomunhao.com.br Facebook: http://www.facebook.com/comunhaoespirita Instagram: http://www.instragram.com/comunhaoespirita Twitter: http://twitter.com/ComunhaoOficial COMUNHÃO ESPÍRITA DE BRASÍLIA Missão: Promover o Ser Humano, facilitando-lhe o acesso ao Conhecimento da Doutrina Espírita, amparando-o e ofertando-lhe os meios para vivência cristã. Visão do Futuro: Ser uma Casa Espírita de excelência na sua organização, na geração de conhecimento, na educação, na difusão doutrinária, na assistência espiritual e social , com estímulo a vivência cristã. ESPIRITISMO O termo "Espiritismo" é sinônimo de Doutrina Espírita, porém, frequentemente, é utilizado erroneamente para designar qualquer prática do mediunismo (comunicação com os Espíritos), ou confundido com cultos afro-brasileiros (Umbanda, Candomblé, entre outros). O Espiritismo é uma doutrina que trata da natureza, da origem e do destino dos Espíritos e de suas relações com a vida material. Traz em si três faces: filosofia, ciência e religião (moral). Os adeptos da Doutrina Espírita são os espíritas e suas práticas se baseiam no estudo das obras básicas da Codificação e na assistência material e espiritual aos necessitados. Quando Surgiu? Foi revelada por Espíritos Superiores e codificada (organizada) em 1857 por um professor francês conhecido como Allan Kardec. Surgiu, pois, na França, há mais de um século. Porque estudá-lo? Em João 8:32, Jesus disse: "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará ." Para sermos, verdadeiramente, espíritas – porque é impossível compreender e viver uma Doutrina tão complexa e abrangente sem dominar seus conhecimentos básicos.

Transcrição

bem-vindo ao Papa Espírita A espiritualidade na sua vida seja bem-vinda seja bem-vindo a mais um papo Espírita da Comunhão Espírita de Brasília hoje nós estamos aqui na conversa com a Luciene Batista tudo bom Luciene tudo bem Tudo joia e também com uma convidada especial que a Cláudia Maria Santos Lima tudo bem Cláudia tudo bem Mira um prazer estar aqui com vocês mas é que agradecemos você tá aqui Cláudia ela é diretora e também evangelizadora da infância e juventude aqui da Comunhão Espírita coordenam por esse projeto de evangelização ele começa com crianças de 3 meses e vai até o adolescente aos 18 anos né Para a gente começar o nosso papo de hoje nós trouxemos aqui uma frase de amor do livro encontros do tempo que inclusive é esse trecho de Emmanuel foi que inspirou o título do tema da conversa de hoje no papo Espírita que sem a educação espiritual da criatura para o bem jamais chegaríamos ao nível superior que nos compete alcançar ajudar a criança amparando-lhe o desenvolvimento sobre a luz do Cristo é cooperar na construção da reforma santificante da humanidade na direção do mundo redimido de amanhã e o título de hoje nada mais importante do que a importância da evangelização para o Mundo Melhor né então se nós vamos conversar do mundo melhor que a gente cria mil expectativas né você o mundo vai ser melhor amanhã as pessoas vão ser mais fraternos mas a gente às vezes esquece que tudo começa no nosso lar que a nossa primeira escola né exatamente e você Cláudia que trabalha diretamente né com a evangelização da Infância e da Juventude como é no dia de hoje criar uma base evangélica nesses lares bem Miriam a gente pode dizer que é Um Desafio na verdade né mas um desafio muito bom porque a gente tem aquela tem aquele cuidado de estar trazendo a família buscando a família para esse processo de evangelização uma vez que a evangelização não é de crianças e de jovens mas sim da família então a gente acredita que apesar de ser desafiador é um momento da gente da gente acolher

a esse processo de evangelização uma vez que a evangelização não é de crianças e de jovens mas sim da família então a gente acredita que apesar de ser desafiador é um momento da gente da gente acolher essas famílias nesse mundo que é um mundo que tá em constante de mudança a gente vive um processo bem complexo Como você mesmo disse a gente espera um mundo de regeneração a gente cria uma expectativa para esse mundo de regeneração mas ao mesmo tempo a gente precisa entender que em cada um de nós está esse mundo de regeneração porque nós é que seremos os responsáveis para o que esse mundo vier a ser concretizar né e a gente acredita que a evangelização é o ponto principal começando ali nos lares com cuidado que cada pai que cada mãe que cada cuidador tem com seus os seus filhos no sentido de estar fortalecendo aquele ambiente aquela primeira escola onde eles vão encontrar todas as condições para se lançar nesses desafios do Mundo desse mundo novo né e é interessante se a gente for pensar é porque você falou como é desafiador quais são os desafios né e de fato a gente hoje é para desenvolver uma espiritualidade de fato a gente tem que abraçar Um Desafio né porque o mundo a cultura do mundo a expectativa os valores estão cada vez mais individ e portanto cada vez mais materialistas né porque quando você desenvolve a espiritualidade isso vai num caminho contrário do individualismo quanto mais espiritualizado o indivíduo mais um senso de coletivo ele vem a ter então a você precisa abrir mão de um tempinho da sua semana para estar aqui como criança você precisa abrir mão de um tempo como pai como mãe para trazer o seu filho aqui e o que é interessante que eu acho é que a como eu oferece um espaço realmente para integrar a família no sábado à tarde então às vezes os pais não tem oportunidade de frequentar um grupo durante a semana as crianças são pequenas não tem com quem deixar a família e o pai não frequenta e às vezes é difícil você trazer o filho para evangelização porque ele vai perguntar

equentar um grupo durante a semana as crianças são pequenas não tem com quem deixar a família e o pai não frequenta e às vezes é difícil você trazer o filho para evangelização porque ele vai perguntar Eu vou e você nunca vai eu já tive depoimentos de amigos que dizem isso cobrados dos filhos porque o pai mesmo a mãe não vão mas aqui não você vem você tem o espaço do passe o momento do passe para as crianças que você já traz o filho para que ele cuidado aquele tratamento energético afetuoso do passe depois da criança tem aula dela de evangelização e a comunhão tem o espaço para reunião dos pais então pode ser um evento da família dedicado a família então é você conversa a família para o evangelho então a família toda junta tá nesse processo então isso dá uma amplitude uma profundidade porque nós estamos todos envolvidos nisso vamos todos juntos né então eu acho que isso é um elemento bem interessante do formato que tem atividade de evangelização aqui da comunhão porque não é só você passar conteúdo isso não é evangelizar e parte da evangelização um Centro Espírita oferece mas a parte mais importante vem da família você não vai ser evangelizar se você é criança ou sua referência não é fora de casa é dentro são seus pais desde cedo é o que você nessa habituar ver então ver os pais vindo ver os pais participando isso vai criando né na criança e depois no jovem um engajamento diferente mas aquilo que esse comportamento paterno como é que ele lida com isso isso é que a fonte da evangelização vamos dizer assim para todos nós né a gente ia ser um processo tão importante nós já gravamos um outro programa com a Cláudia o outro papo Espírita falava sobre filhos desafiadores né Então não é só um momento desafiador que a gente vive mas também filhos desafiadores né achei interessante Luciano quando você fala da Integração da família nesse processo de evangelizar né saindo um pouco talvez daquele conceito daquele comportamento que a gente possa ter trazido né de anteriormente de que a evangelização

cê fala da Integração da família nesse processo de evangelizar né saindo um pouco talvez daquele conceito daquele comportamento que a gente possa ter trazido né de anteriormente de que a evangelização você participar de um grupo religioso do único momento e dali acabou eu acho muito interessante na doutrina espírita que a gente aprende é que a doutrina não é apenas uma prática religiosa né a doutrina é muito mais porque se eu posso assim dizer é um estilo novo de vida é Criar novo olhar para a vida Um Novo Olhar para os relacionamentos que a gente tem não é e quando os pais participam dá mais sedimento né para essa para esse processo Porque a gente sai um pouquinho dessas ilusões do mundo né Porque quanto mais material né os interesses vão ficando mas a gente se preocupa no ter no aparentar não sei né E as crianças também vão muito nisso né E a gente vai se distanciando muito da questão de espiritualizar espiritualizar eu preciso estar dentro de uma religião não necessariamente é desde que a gente aprenda é a criar intimidade com Deus né que a gente aprenda a exercitar o bem né para com outro quem te Diminui um pouquinho nosso egoísmo né que são os nossos próprio interesse para pensar na questão da coletividade e tem um detalhe também Miriam que eu acho que é fundamental que a gente esquece muitas vezes é que cada um de nós espíritos em processo de evolução somos espíritos individualmente nós temos nosso a nossa vida pregressa a gente tem um registro que tá gravado em cada um de nós então aquela criança aquele jovem ali eles eles fazem parte de uma família e aquele núcleo traz lá os seus compromissos né suas necessidades também nesse processo de evolução e como é importante os pais estarem juntos a crianças perceber que todos eles pertencem a esse espaço no sentido que estão todos buscando é crescer juntos então por exemplo quando a família chega a evangelização e que que os pais participam da reunião de pais enquanto as crianças estão assistindo as aulas é uma nova forma de a criança

o é crescer juntos então por exemplo quando a família chega a evangelização e que que os pais participam da reunião de pais enquanto as crianças estão assistindo as aulas é uma nova forma de a criança compreender a importância que o processo tem para a família não para ela né porque é muito simples você achar que o meu filho precisa passar pela evangelização mas na verdade a família o processo de evangelização é um processo mesmo é importante para cada indivíduo porque a evangelização não acaba ela não é estanque né a gente desde antes do nosso Nascimento a gente tá passando pelo processo de evangelização então começa dentro do Lar Se estende para as casas espíritas onde a gente tem oportunidade oferecer a criança ao jovem e aos pais esse processo vamos dizer assim de uma maneira mais é como se fosse um processo oficial vamos dizer assim né você tem ali uma um grupo que oferece a parte doutrinária Mas acima de tudo acolhe recebe aquela criança recebe aquele jovem é se ocupa da realidade deles esclarece e atende as necessidades que eles trazem porque são caixinhas de surpresa para nós a cada instante a cada aula é uma novidade para Gente o que a criança traz da sua realidade e o que a gente consegue oferecer dentro do que a doutrina nos confere né e tem outro aspecto que a gente não pode ignorar a evangelização de crianças e jovens é Um trabalho espiritual como outro qualquer O que significa dizer que você uma equipe espiritual é já designada para assistir dirigir orientar o trabalho mas você tem os colaboradores dedicados como em qualquer trabalho de natureza espiritual que a gente desenvolva em nome de Jesus nós temos aquele grupo de benfeitores espirituais que se ocupam dos nossos problemas principalmente dos nossos problemas relacionados às vamos dizer assim aos vínculos espirituais que a gente traz aos Laços que a gente traz com seres que não reencarnaram conosco mas que se juntam a nós seja porque razão for muitas vezes são almas que ainda é não compreendem o processo do

ituais que a gente traz aos Laços que a gente traz com seres que não reencarnaram conosco mas que se juntam a nós seja porque razão for muitas vezes são almas que ainda é não compreendem o processo do mundo espiritual são almas que não para esse acolhimento espiritual às vezes são almas extremamente dependentes da companhia desse ser encarnado então isso significa a gente sabe nós vivemos cercados de espíritos e boa parte desses espíritos está sempre conosco está no ambiente da nossa casa então quando você vem como família você traz o seu filho mas você entende que o processo é familiar e você também vai participar da reunião de pais os temas abordados são sempre relativos à família há espaço para perguntas respostas mas o que é mais importante tá todo mundo vamos dizer assim debaixo de uma supervisão espiritual única e então você nesse trabalho de evangelizar-se de evangelizar o seu filho de alargar o entendimento e dele você é também da oportunidade a esses espíritos que convivem com você de receberem os mesmos benefícios às vezes eles nos acompanham Então tudo aquilo que a gente escuta Eles escutam mas mais do que isso você dá oportunidade é que os benfeitores espirituais possam abordar esses espíritos convidá-los a participar de alguma outra coisa convidá-los é um outro lugar para que eles possam ver observar quem sabe frequentar alguma reunião no mundo espiritual de esclarecimento você pode proporcionar Às vezes o encontro daquelas almas com espíritos que elas amam também mas que estejam desencarnados e que as ali de imediato Olha isso não tá fazendo bem para você não tá e se a gente pensar nas nossas crianças isso ganha uma dimensão muito maior porque às vezes é isso que acontece a criança tá ali pequenininha para a gente é uma criança mas é um ser eterno que traz companhias Que Nós não vemos então a presença frequência assídua é respeitosa comprometida dentro da evangelização com evangelização proporciona esse saneamento do ambiente O saneamento no sentido de melhoria das

ue Nós não vemos então a presença frequência assídua é respeitosa comprometida dentro da evangelização com evangelização proporciona esse saneamento do ambiente O saneamento no sentido de melhoria das relações e que ajuda encarnado desencarnado porque o desencarnado que tá ali no ambiente familiar diariamente não é bom porque aquilo não é vida né você vira mesmo um fantasma ninguém te vê ninguém te ouve ninguém fala com você e você vive aquela condição que é muito triste também então isso é também muito importante que a gente pontue no mundo em que as crianças estão ficando deprimidas cada vez mais cedo no momento do nosso mundo em que as crianças se automutilam muito cedo em que as ideações Suicidas estão acontecendo muito cedo então você traz a sua criança para um ambiente em que a todo um cuidado e uma possibilidade de auxílio para isso porque os benfeitores espirituais a hora que aquela criança chega então você pode ter certeza eu acho que eles têm as fichinhas lá das famílias como eles fazem sempre nos nossos grupos a gente vem André Luiz isso né às vezes chegam bem feito então espiritual colaborador tô pedindo ajuda para o Fulano do grupo que tá lá numa situação difícil eu gosto tanto dela eu quero ajudar Puxão Daqui Dali vão lá acudir aquela situação e Luciene tem uma coisa importante que você trouxe também que não é só a criança mas a família começa a ter eu não sei até depois né Cláudia você até me né porque eu não sei se todas as famílias já vem de uma base Espírita ou se começa a ser espíritas aqui na casa então é uma possibilidade de entendimento melhor para essas situações não é porque esses vínculos familiares vem lá que a gente planeja lá no mundo no plano espiritual né e vem assumir como é que é concretamente falando na matéria aqui né como é essa relação dessas famílias nesse processo todo aí nós temos diversas situações Diferentes né Nós temos aquelas famílias que não são espíritas mas buscam a casa no sentido como a Luciana mesmo colocou por alguma necessidade de compreender

esso todo aí nós temos diversas situações Diferentes né Nós temos aquelas famílias que não são espíritas mas buscam a casa no sentido como a Luciana mesmo colocou por alguma necessidade de compreender determinadas questões que se passam dentro do núcleo familiar e que elas não conseguem administrar então nós temos por exemplo diversos famílias que vem encaminhados pelo nosso atendimento fraterno buscando um auxílio como no caso de uma criança num processo de depressão ou com uma necessidade de um tratamento espiritual enfim temos também aquelas famílias que já estão no berço Espírita há bastante tempo né Acontece muito de nós termos por exemplo nosso evangelizadores terem os seus filhos os seus filhos vem para evangelização e o ciclo permanece Então na verdade a evangelização ela tem vários várias nuances diferentes vai depender muito das necessidades de cada família mas principalmente do Cuidado que cada ser tem com aqueles entes queridos ali porque a partir do momento em que você faz essa opção de separar aquele momento seu semanal para trazer a sua criança seu jovem para evangelização significa que você tá buscando oferecer a esses espíritos algo a mais que eles precisam e que a gente muitas vezes nós nem planejamos isso mas é um compromisso a gente sabe né já Kardec emano eles nos mostram através das suas das obras que que a família os responsáveis por conduzir esses irmãos esses recém reencarnantes aqui no nosso planeta são os pais são os cuidadores então cada um dentro do seu compromisso fazendo o seu papel então é muito importante que que a partir do momento em que eles percebam isso exista um compromisso de todos né então Luciene citou a questão da vinda aqui a evangelização e eu vou um pouquinho mais além até eu acredito que nos lares a partir do momento que as crianças frequentam evangelização e ali propriam dos conceitos que são trabalhados nos lares esses conceitos podem ser fundamentados também a gente tem o culto do Evangelho no Lar que é um momento

as crianças frequentam evangelização e ali propriam dos conceitos que são trabalhados nos lares esses conceitos podem ser fundamentados também a gente tem o culto do Evangelho no Lar que é um momento excepcional em que os pais as mães podem estar mantendo um diálogo com seus filhos desenvolvendo ali algumas trabalhando algumas questões que eles possam estar precisando porque a gente tem cada vez o mundo material ele tá conduzindo as crianças de uma maneira muito diferente né levando a elas uma realidade às vezes até muito complicada para elas compreenderem e ali naquele núcleo naquele momento ali é exatamente Aquele momento em que as famílias vão conseguir desenvolver ainda mais e apertar mais aqueles Laços que precisam ser firmes né Para que elas possam estar enfrentando depois toda a demanda que o mundo material vai vai solicitar delas né Nossa você fala uma coisa importante a responsabilidade dos pais ou cuidadores né é porque às vezes a gente fica tão envolvido com a questão profissional né com a questão de da Sobrevivência né nesse mundo vamos dizer assim Às vezes a gente até leva para o exagero é da responsabilidade não apenas na manutenção da Sobrevivência daquela criança em termos fisiológicos em termos de instrução né mas especialmente com o olhar que é uma um espírito Imortal né que veio para uma experiência junto com aquela família com aquele pai com aquela mãe com aquele cuidador e que essa família tem a responsabilidade da espiritualização porque me lembrei agora que às vezes a gente também ouve assim Ah meu filho quando ele crescer Ele Decide o que ele quer em termos espirituais só que às vezes tem uma criança que pode até ter trazido da sua vida passada uma tendência depressiva né possa ser mais suicida que traz ainda em si aquela e é tão afastado dessa realidade Deixa aquele a criança virar um adolescente sem que ele tenha qualquer é familiaridade com a questão espiritual e no entanto né Às vezes a gente vê a surpresa né nossa eu não sabia que meu filho era assim então

le a criança virar um adolescente sem que ele tenha qualquer é familiaridade com a questão espiritual e no entanto né Às vezes a gente vê a surpresa né nossa eu não sabia que meu filho era assim então deprimido não sabia que ele estava sofrendo tanto eu dei tudo para ele né materialmente Falando exato né então é um conflito do adulto que é responsável Mas acima de tudo é uma necessidade de se manter esse olhar diferenciado né é eu acho que tem uma questão mesmo que porque a gente precisa olhar para o nosso tempo é uma realidade diferente a gente precisa entender qual advento da internet modificou radicalmente a vida e tem um elemento que é muito importante então cada família cada pai cada mãe cada cuidador cada responsável faz pela sua criança aquilo que acha melhor e acho que é mais adequado a gente observa essa escolha de eu vou não vou a escolher por ele quando ele for adulto ele vai poder escolher como um caminho mas vamos dizer assim talvez aberto ou democrático a gente precisa considerar uma coisa antes da internet a gente tinha as referências é absolutamente limitadas ao nosso convívio e a televisão é cujo controle parental né familiar é muito mais fácil que programas serão assistidos que programas não serão assistidos então o que que acontece a criança vai crescendo e vai tendo como referência os pais os avós os tios né aquelas famílias que estão ali no dia a dia e aquilo que a família deixa entrar em casa como forma de referência né então às vezes a família não esse programa aqui nós não assistimos em casa não se liga a TV às vezes controle então num ambiente como esse Quando você diz eu vou deixar aquele escolha Então você tem todas essas referências que são referências de certa forma controladas você sabe as referências que o seu filho tem então você deixa que ele observe ali e veja o que ele acha melhor e você se torna uma grande fonte de referência para ele e a partir da sua vida religiosa a partir da sua vida espiritual você pode oferecer a ele um referencial e ele dá de adulta de Eu

le acha melhor e você se torna uma grande fonte de referência para ele e a partir da sua vida religiosa a partir da sua vida espiritual você pode oferecer a ele um referencial e ele dá de adulta de Eu quero seguir esse seu caminho mas hoje nós perdemos o controle sobre as referências que afetam as nossas crianças porque a muito cedo pela comodidade pela segurança pela necessidade você coloca um celular na mão de o seu filho são coisas do mundo a gente não há o que fazer a gente precisa se educar para isso então ninguém tem demo dessa situação saber usar né exato a educação parte por isso né e ainda assim você tem todo um controle o celular do seu filho tem um controle parental ou que ele assiste e tal mas às vezes ele tem um colega uma colega diferente Ou então às vezes eles têm acesso ali pega o celular da mãe numa hora que a mãe não tá vendo e tal enfim o fato e assim a medida que eles vão crescendo 10 11 12 anos né eles vão tendo acesso a informações que você não controla e tudo isso vira referência então se você não dá nada você deixa espaço para que essas interferências que você não controla ganhe um lugar de autoridade para o seu filho no seu lugar ele passa a dar mais valor a isso do que E é isso que hoje acontece nessa questão da ve da hierarquia da tradição e o porque você olha aos lado para o lado para o lado da informação tá aqui as referências estão aqui então eu não vou criar meu filho como a minha mãe me criou eu vou ali para a internet eu vou ver curso disso eu vou ver influência daquilo eu vou ver experiência aquilo e aí a mãe parece antiquada a criança a mãe é de outro tempo esse tempo é outro e mãe você não entende isso que acontece com um adulto um pai jovem um pai que tá tendo filho agora com a criança também então se você não der nada você tá deixando que o mundo muitas vezes determine é aquilo que ela vai ser e às vezes o mundo vai dar para ela informações com as coisas você não concorda e o papel do evangelização é justamente fornecer essa base antes da isso que a

vezes determine é aquilo que ela vai ser e às vezes o mundo vai dar para ela informações com as coisas você não concorda e o papel do evangelização é justamente fornecer essa base antes da isso que a gente fala muito de escolhas a gente tem o livre arbítrio que é maravilhoso que a doutrina nos proporciona essa ideia de que nós nós gerenciamos as nossas escolhas mas para a gente fazer a escolha a gente precisa ter essa embasamento Engraçado que você levantou essa questão e eu me lembrei que volta e meia aparecem crianças assim as crianças às vezes os jovens se afastam um pouco e a gente entra em contato com as famílias para para dizer que a gente está né assim com saudades sentimos a falta gostaríamos de que voltasse a frequentar E aí muitas vezes a justificativa das ausências caminha por esse lado Ah meu filho ele ele não quis mais ir ele escolheu Não mais ir e eu sempre pergunto para as famílias para as mães para os pais cuidadores se ele escolher não ir mais para escola se a partir de agora ele escolher que ele não quer mais estudar você vai permitir certamente não porque a gente muitas vezes valoriza essa educação formal a tal ponto que a gente Desconsidera a importância da educação moral Cristã Então a partir do momento que as famílias perceberem que a educação moral Cristã ela tá ela tá ali paralela essa questão da educação formal porque é um processo de formação aquele espírito reencarnou ele tem as suas impressões do passado mas ele tá começando um processo novo de situação aqui de perceber esse mundo em que ele se encontra a Nova Condição que ele se encontra ele precisa dessa base se você não oferecer essa base para ele como a Luciene disse o mundo vai oferecer só que o mundo hoje não não tem critério nessa oferta então o cuidado a responsabilidade é dos pais das Mães dos cuidadores sempre e tem uma coisa que é fundamental da gente observar é que o processo da evangelização de uma criança de um adolescente ele passa pelo processo da evangelização dos Pais da

s Mães dos cuidadores sempre e tem uma coisa que é fundamental da gente observar é que o processo da evangelização de uma criança de um adolescente ele passa pelo processo da evangelização dos Pais da evangelização da família Então emano eu tenho uma frase que é uma frase muito profunda ele diz que o homem a mulher né o homem e a mulher vem ao mundo para educar educando-se a gente vai perceber que para evangelizar uma criança de forma efetiva consistente para que você possa manter aquele vínculo espiritual da criança com a tarefa a família tem que estar envolvida e a criança cresce nesse nesse ambiente e dando esse valor a partir do momento em que você vai também observar que você precisa se evangelizar porque quando a gente imagina que evangelizar uma criança colocar a criança na evangelização é você vir e deixar a criança e esse problema é dela do evangelizador e da casa você tá esquecendo que o Evangelho não é um momento que se restrinja uma aula uma sala fechada a uma hora de estudo do adulto ou da criança o Evangelho é um convite a um caminho de vida que exige da gente como adultos e pais sacrifícios porque o evangelho sempre vai ser sacrificial porque ele vem na contramão desse individualismo desse materialismo desse egoísmo ele vem na contramão do conforto da comodidade E aí o que acontece como Pais você se vê Obrigado comprometido com certas coisas porque a criança vem para aula de evangelização e ali ela vai aprender certos valores dados por um ambiente que você chancela Porque você traz você valoriza quando ela chegar em casa ela vai observar você então ali ela aprendeu uma coisa e aí quando chega em casa ela olha e o que ela vai aprender ali diz respeito à conduta dela mas diz respeito à conduta de o ser humano Inclusive a conduta do pai e da mãe então os pais se veem confrontados e eu acho que essa hoje é uma dificuldade grande sobre a qual é preciso refletir a ser pai e ser mãe dá muito trabalho mesmo né E a Cláudia pontuou a importância que se dá tantas coisas

m confrontados e eu acho que essa hoje é uma dificuldade grande sobre a qual é preciso refletir a ser pai e ser mãe dá muito trabalho mesmo né E a Cláudia pontuou a importância que se dá tantas coisas tantas aulas tantos cursos e atividade fora né a importância que se dê a evangelização ela tem uma dimensão mais Ampla e complicada que é essa de você também se ver vamos dizer embrulhar do nesse processo e sendo obrigado a se comprometer com aquilo também e isso daí é que vai trazer a consistência desse trabalho e é que vai ajudar a que os pais possam trazer os filhos desde cedo até a fase mais adulta a gente recebe as crianças até os 18 anos né E quanto mais adolescente mais difícil é fazer essa escolha de vir mas a partir do momento que você Você também é impactado pela evangelização como pai como mãe e que esse processo entra na família de todas as formas principalmente no seu comportamento Então você aquilo vira um valor familiar e aquilo que é valor familiar é uma coisa mais consistente e isso pode ajudar né Cláudia a você trazer o seu filho e não ser aquela briga eu vou dar o meu exemplo para vocês eu tenho três filhos todos já acima dos 20 hoje mas é todos eles Entraram na evangelização no primeiro ano que a evangelização disponibilizava aqui na comunhão os três fizeram o mais velho achou sempre natural gostou ele gosta a do meio que a filha também vinha tudo bem E o Caçula tinha uma resistência mas desde cedo ele começou com quatro anos e ele veio até os 18 anos entrava no carro sábado eu não sei para que que eu tenho que vir todo sábado para aula de evangelização eu não sei para que que eu tenho que vir e eu dizia para ele olha o meu compromisso com você é a evangelização a evangelização termina nesse processo quando você faz 18 se você gostar e quiser continuar temos a mocidade temos se você não quiser continuar não tem problema mas até lá é um compromisso mas os meus sábados sempre foram sacrificados para isso tinha que trazer os meninos e isso passou também pela forma como eu vivo a

ocê não quiser continuar não tem problema mas até lá é um compromisso mas os meus sábados sempre foram sacrificados para isso tinha que trazer os meninos e isso passou também pela forma como eu vivo a doutrina como eu me comprometo esforços que eu faço ou que eu não faço as disciplinas que eu tenho ou que eu não tenho então eu trouxe meu exemplo assim às vezes é uma luta não é Cláudia de anos você com seu filho é ou não é porque tudo é uma questão de Hábito e a criança é pequenininha Cláudia como ela vai adquirir valor a de três meses que aqui na comunhão né começa Conta aí para gente Pois é essa a partir dos bebês começando com os três meses de idade na verdade é o ponto a chave da evangelização da família porque a partir do momento que o pai e a mãe ou o cuidador ou a cuidadora vem com seu bebê para ter uma aula de evangelização ali ele vai perceber que o processo é da família não é do bebê que vai ser uma criança então é todo uma dinâmica é assim é lúdica mas ao mesmo tempo a doutrina ela vai sendo sedimentada um tijolinho por vez ali naquela naquele grupo familiar e o mais importante é que a gente vê a evolução que parte dos pais a maneira como eles realmente incorporam-se como responsáveis pelo processo e que eles se dão conta de que eles têm eles conduzem o barco eles estão com o remo na mão então eles é que vão conduzir e essa criança que desde essa idadezinha pequenininha aí ela vai recebendo toda aquela Gama de informações mas claro de uma maneira lúdica é uma sementinha que você planta Mas é uma sementinha que você planta que vai Florescer lá na frente mas você vai criando o hábito daquela criança vira evangelização Naquele dia naquele horário vai estabelecendo uma disciplina que é extremamente necessária para que esse processo aconteça de maneira satisfatória você não vem larga o seu bebê e vai embora você cria uma sementinha de compromisso no pai na mãe às vezes nos dois às vezes aquele que é o responsável vira um compromisso então assim a criança está mas você precisa

arga o seu bebê e vai embora você cria uma sementinha de compromisso no pai na mãe às vezes nos dois às vezes aquele que é o responsável vira um compromisso então assim a criança está mas você precisa estar também então você começa ali como parte atuante do processo e se você realmente se deixar comprometer quando essa criança aos quatro três ou quatro anos que ela puder ir para sala sozinha você já tem ali você já pode estar comprometido com trabalho você vai para reunião de pais eu vou agora para minha parte porque segue vamos dizer assim você consegue fazer um trabalho de fidelização não no sentido de um cliente que eu quero capturar um trabalho de fidelização no sentido de o pai se sentir ligado e desenvolver esse compromisso de fidelidade com essa proposta da evangelização que ele entende que impacta ao bebê ao filho mas que pode impactá-lo e que vai impactar a família né mas antes de encerrar e os jovens né a gente tá falando bastante a importante trazer as crianças mas o jovem hoje nesse meio desse mundo virtual né desse mundo sem referências mais limitantes né como é que esse jovens ainda pertencendo a esse consegue frequentar uma um grupo né de evangelização para juventude humilha eu entendo que a melhor maneira de você levar e Evangelização é você aproximar O jovem da realidade que a doutrina pode oferecer para ele então quando ele quando ele vem as aulas de evangelização nós trabalhamos temas em que eles percebem que aquele tema tá exatamente encaixando com a necessidade dele com o desafio que ele vive na escola com os amigos com o mundo lá fora com as baladas que ele vai que certamente vão oferecer ali situações que ele vai precisar enfrentar com responsabilidade inclusive e ele perceber que ele tem o controle da situação que ele tem a liberdade de escolha e que ele pode fazer as melhores escolhas é muito é muito gratificante a gente perceber a partir do momento em que eles colocam para nós assim nas aulas de evangelização colocam as suas posições os seus as suas vivências e a

melhores escolhas é muito é muito gratificante a gente perceber a partir do momento em que eles colocam para nós assim nas aulas de evangelização colocam as suas posições os seus as suas vivências e a gente vê como que eles enfrentam Mas por que que eles enfrentam bem porque eles receberam esse fundamento eles conseguem compreender a importância que esse processo todo de evangelização tem para dar a eles essa força que eles precisam porque não é fácil o mundo vai oferecer desafios assim que estão longe dos que nós enfrentamos na nossa época de jovens né e ele sabe que ele tem todas as ferramentas a partir do momento em que ele compreende e conhece todo toda aquela parte doutrinária a parte evangélica que é extremamente importante e ele vai percebendo que as peças se encaixam é tão simples e de repente dá um clique Sabe aquela situação que a gente vê muito nas escolas a criança quando ela tá aprendendo a ler a escrever e no começo ela junta as sílabas parece que não vai ah meu filho não vai conseguir fazer isso não daqui a pouco você tá dirigindo ali o seu carro e o seu filho começa a ler tudo ler os outdoors ler as placas e é mais ou menos o que acontece quando o jovem ele consegue compreender que a doutrina tá inserida na vida dele porque instrumentaliza a esse jovem e da oportunidade para ele lidar com o mundo e com todos os desafios da melhor maneira possível Nossa gente nosso papo tá chegando ao fim para porque não dizer chegou ao fim O tempo é curto é o assunto é tão interessante né O importante é a gente compreender que a gente tem que ter uma visão enquanto pais né para exemplificar os nossos filhos que nós somos seres Imortais vivendo o momento né curto materialmente mas com a necessidade desse desenvolvimento espiritual né então nós vamos agradecer primeiro a Luciene Mais uma vez você é muito conosco Cláudio muito obrigada por você ter participado papo adorei reconhecer melhor né o nosso programa de evangelização aqui da casa a você que nos assiste nós agradecemos a

is uma vez você é muito conosco Cláudio muito obrigada por você ter participado papo adorei reconhecer melhor né o nosso programa de evangelização aqui da casa a você que nos assiste nós agradecemos a assistência né por estar conosco e Nós lembramos sempre dê o seu like compartilhe comente no canal do YouTube na como eu Espírita de Brasília porque isso vai ajudar com que outras pessoas também tenham acesso ao conteúdo do papo Espírita e a papa Espírita vai ao ar Todas as quintas às 19 horas te esperando na próxima quinta-feira Até lá

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