Setembro Amarelo 02 | Depressão na infância: Como previnir. identificar e tratar.

Conecta Espiritismo TV 09/09/2025 (há 6 meses) 1:03:14 9 visualizações 2 curtidas

Busque conhecimento: Depressão na infância: Como previnir. identificar e tratar. Fique atento para a tabela que será apresentado na live. Apresentação: Rodney Lara Orientações e esclarecimentos: Dra. Marlene Venâncio da Silva Psicóloga e Expositora Espírita Transmissão em rede: Conecta Espiritismo TV e Rádio Espírita do Paraná 💡 Conte com nossos voluntários 📲 #Ligue188 ou acesse 🌐 cvv.org.br #CVV #CVV188 #conexao #ApoioEmocional #Conexões #EscutaEmpática #ValorizaçãoDaVida #saúdemental Se você é Espírita | Conecta Saiba mais em: www.conectaespiritismo.com.br Instagram: @conectaespiritismooficial Facebook: https://www.facebook.com/conectaespiritismo

Transcrição

Olá, meus amigos, minhas amigas. Tudo bem com vocês? Espero que sim. E hoje nós temos um tema que a gente tá seguindo hoje agora é o programa número dois. Se você não assistiu o número um, volte no nosso canal que tem material específico, né, na playlist do Setembro Amarelo. E aí você vai verificando lá que a gente vai estar depositando vários conteúdos durante esse mês que é importante da valorização da vida, tá? E hoje nós vamos falar no programa número dois, depressão na infância, como prevenir, identificar e tratar. Então, é algo que a gente precisa compartilhar e a gente vai chamar aqui na live, né, a nossa querida Marlene Venâncio. Vamos chamar ela aqui para que a gente possa já apresentar ela aqui conosco, dividindo a tela com vocês. Olá, Mariane. Tudo bem? Vou deixa eu mudar aqui um pouquinho aí. Agora fica melhor até. Tá tudo bem, Marlene? >> Tudo bem, Rodney. Boa noite. Como você está? E boa noite a todos. É um prazer enorme estarmos aqui mais uma vez contribuindo, colaborando para que a gente possa construir um mundo melhor, famílias melhores, né, Rodney? >> Com certeza. Marlene. Então você vai começar com a apresentação, né, desse tema que é importante, eh, principalmente para quem são os educadores, os pais, aquelas pessoas que têm, eh, em torno da sua família a presença infantil, né? E aí ficar atento e a a essa questão que você trouxe muito bem no título, né? >> Depressão na infância como prevenir, identificar e tratar. Isso que é importante a gente trazer essa colaboração nesse mês do setembro amarelo e falar abertamente sobre essas questões. Então, eu tô vendo que você preparou um material riquíssimo, inclusive até com causas e fatores de risco, e aí você vai discorrendo um monte de situações, mas eu vou passar agora a palavra para você de eh poder aqui apresentar esse programa maravilhoso com seu conhecimento, tá bom? E olha, eu gostaria de deixar em aberto se você, porque eu vou falar e aí se você tiver alguma pergunta ou alguma coisa para colocar, é só me chamar que

grama maravilhoso com seu conhecimento, tá bom? E olha, eu gostaria de deixar em aberto se você, porque eu vou falar e aí se você tiver alguma pergunta ou alguma coisa para colocar, é só me chamar que eu vou estar aqui e dou a vez para você, tá bom? >> Combinado? Então, olha, para nós falarmos sobre os riscos, a depressão, as consequências, nós vamos falar algumas coisas que falamos no vídeo anterior, mas que é bom lembrar para quem não assistiu o vídeo anterior, que são as causas e fatores de risco da depressão, porque ela no nesse na depressão geralmente é uma interação de vários fatores. temos os fatores biológicos, que são alterações químicas no cérebro, que nós vamos mostrar em seguida através de uma figura e uma predisposição genética. Então, se tem na família fatores de depressão, pai, avô, avó, mãe, então já fica alerta com a criança. os fatores psicológicos que são traumas, baixo autoestima, estress crônico, como nós vimos também ontem no nosso programa, né, eh, a respeito da das mídias sociais, da de vulnerabilidade da infância, abuso, também pode gerar uma baixa autoestima, possa pode gerar trauma, um estress crônico, né, que são os fatores psicológicos. e também os fatores sociais, quando a criança fica em isolamento, quando criança tem dificuldade, é muita dificuldade econômica ou excesso até, né, Rodney, de de recursos também causa isso, conflitos interpessoais e os ambientais, que o estilo de vida da criança, a experiências que ela teve de perda, muitas vezes perdeu um antequerido ou um amigo ou pai ou a mãe e um ambiente familiar tóxico. O que seria um ambiente familiar tóxico? Nós temos que cuidar muito. Nós falamos ontem nesse programa que nós gravamos, que nós apresentamos, que nós podemos esperar mudanças nas leis que foram ditas, nós podemos esperar mudanças do governo, nós podemos esperar mudanças na mídia, a mídia gritar o que tá acontecendo, como aconteceu no caso da da a pedofilia através dos vídeos da da rede social, nós podemos falar falar

mudanças do governo, nós podemos esperar mudanças na mídia, a mídia gritar o que tá acontecendo, como aconteceu no caso da da a pedofilia através dos vídeos da da rede social, nós podemos falar falar tudo isso, mas onde nós temos que realmente começar é dentro da nossa casa. É nós percebermos que a doença existe, que ela é real, nós entendermos que a doença é real e fazemos a nossa parte. Não esperar que nós sejamos uma um número a mais na estatística, porque só vai ser cuidado criado lei, só vai aparecer na mídia quando casos catastróficos aparecerem, onde a criança chega ao termo de não querer mais viver. Nós temos muitos e muitos casos hoje. Eu, como profissional de 38 anos, como psicóloga, já atendi vários casos de crianças que não queriam mais viver e que muitas chegaram ao objetivo. Então, de nós prevenirmos, fazer a nossa parte, não fazermos é parte de uma estatística, porque só essa estatística catastrófica, como no caso de uma pandemia, é que vai gerar a ação governamental ou ação externa para se prevenir, para se evitar, para se tolher as possibilidades de que essa criança chegue a esse ponto. Então, se nós já identificamos dentro do nosso próprio lar o caso da criança que ela tem um comprometimento real, como vocês vão ver agora nos dois próximos vídeos, eh, lâminas que eu vou passar, que vai ser projetada, nós olharmos uma figura de uma criança que é afetado ali no cérebro dela, o lobo pré-frontal, o córtex cerebral, a amídala, o hipocampo, que é no caso da depressão infantil, então mostra as áreas do cérebro. Eu volto a repetir, quem assiste minhas palestras, minhas apresentações, sabe se nós temos o tratamos um coração, um estômago, um pulmão, um pâncreas, um Se nós tratamos todos os órgãos do nosso corpo com tanto dedicação, porque sabemos da doença existente, nós temos que tomar consciência que o cérebro também é um órgão que adoece e que tem as áreas correlatas que adoecem. E nessas áreas, vamos dar um exemplo, eh, no hipocampo é onde se concentra a

ente, nós temos que tomar consciência que o cérebro também é um órgão que adoece e que tem as áreas correlatas que adoecem. E nessas áreas, vamos dar um exemplo, eh, no hipocampo é onde se concentra a memória e as emoções. Então, a criança vai apresentar comportamentos relacionados a esse esse eh foco da memória e das emoções. Os pais vão achar que é preguiça, os pais vão achar que é frescura, os pais vão achar que passa porque é da idade e não sabem que tá ali no hipocampo concentrado uma doença que ali causou, foi causado pela depressão e que tá gerando essas dificuldades, como no caso da mídala, né? Amídala é responsável pelo processamento do medo e da ansiedade. Então, tem que tratar a amídala, tem que ter uma alternativa médica, psicológica, espiritual para que se trate essa criança e trate esse órgão desse cérebro para que a criança tenha uma oportunidade de voltar a ser uma criança normal e não ter comprometimentos futuros. Porque se nós tratarmos precocemente, nós estamos prevenindo, principalmente a partir da pré-adolescência, quando os hormônios começam a se manifestar, a menina tem rompantes piores que os das mães e ninguém sabe lidar e não sabe o quanto é a mulher que tem pré-menstrual, sabe o quanto é perturbador e descontrolador a ação dos hormônios no na pré é menstruação. Agora imagina essa menina sentindo a mesma coisa e o menino também sentindo por causa das manifestações hormonais, da alteração dele pra vida adulta e e ninguém entender, ninguém acolher, ninguém aceitar. E temos também o córtex pré-frontal, que é no controle emocional e tomada de decisão. Então, o controle emocional, esses repentes que dá na criança ou ela fica muito irritada, muito chora demais. E muitas vezes os pais, a mãe deixa a criança chorar, chorar, chorar. Chora, chora, chora. Não sabe que a criança não precisa de ouvir nada. Precisa. A criança somente precisa ser acolhida nos braços. Calma, calma que vai passar. Vamos respirar, vai passar. A criança precisa de acolhimento nesse momento.

criança não precisa de ouvir nada. Precisa. A criança somente precisa ser acolhida nos braços. Calma, calma que vai passar. Vamos respirar, vai passar. A criança precisa de acolhimento nesse momento. Então, esse desequilíbrio nos neurotransmissores da serotonina, da dopamina e da noradrenalina é enlouquecedor paraa criança. E nós precisamos saber disso. Nós precisamos estar a par de que isso está acontecendo e que essa criança precisa ser cuidada, observada. Lá na frente nós vamos dar como alternativa para vocês tirarem foto ou de alguma forma pedir pra gente duas tabelas de observação dos comportamentos da criança para vocês eh identificarem se a risco dela estar desenvolvendo uma depressão e já levar no médico ou num psicólogo para uma avaliação ou num neuro eh infantil para fazer uma avaliação ou no psiquiatra para fazer um tratamento, gente, não tenha medo. Tem um tratamento específico paraa criança que o médico, só o médico sabe como lidar, que vai tomar durante um tempo. que é esse processo medicamentoso é acompanhado do processo terapêutico, espiritual, de preferência, cada um na sua religião, saúde e espiritualidade. Essa criança já está gritando pelo alicerce, pela base dela, que é a autoconfiança, a segurança, a fé. Então não importa a fé que vocês professem, é estar levando a criança na evangelização, na escola dominical, eh na catequese, não importa, mas dá uma base pra criança de que ela tem algo que ela pode se apegar. Então, todos esses recursos juntos pode eh determinar a cura da depressão da criança e ela não levar isso pra vida, pra adolescência, que é muito mais perturbador, e pra vida adulta, que vai fazer da pessoa um, muitas vezes um robô que não sabe como eh viver na vida dela. Então nós vamos ver lá, nós já vimos o córtex pré-frontal, lemb o hipocampo, amídala, né, o hipotálamo. E tem os circuitos de recompensa também, que é é a menor ativação pode gerar eh dificuldade em sentir prazer e motivação. A criança fica apática, desmotivada, não quer brincar, não quer

o hipotálamo. E tem os circuitos de recompensa também, que é é a menor ativação pode gerar eh dificuldade em sentir prazer e motivação. A criança fica apática, desmotivada, não quer brincar, não quer se relacionar. Então, o que que nós chegamos à conclusão, gente? A depressão infantil, ela altera a regulação emocional, ela altera a memória, ela altera a resposta ao estress e a motivação e vai impactar no desenvolvimento cognitivo e social da criança. A criança não vai ser uma criança cheia de vida, curiosa, mesmo porque até o celular, a mídia nas mãos das crianças está desenvolvendo essa depressão, essa apatia, esse desenvolvimento cognitivo, né? Então, nós temos que estar de olho nisso. Eu dividi, para que fique mais fácil para vocês entenderem os sinais que nós podemos observar da depressão da infância. Eu dividi em sinais leves, que é onde começa a se iniciar. E nós temos que pensar também, gente, a criança não vai começar a manifestar esses sintomas somente porque ela vai manifestar. Muitas vezes a nossa vida corrida, a correria em casa, a falta de tempo, a falta de atenção, a falta de afeto, a falta de carinho. Guardem uma frase: Não importa a qualidade do tempo, a quantidade, não importa a quantidade do tempo que nós temos com nossos filhos, mas sim a qualidade do tempo. a gente sabe que está tudo num nível tão acelerado. Então vamos criar disciplina. Disciplina, gente, disciplina. o mínimo de disciplina possível que a criança ter horário para dormir, a criança dormir cedo, a criança para gerar serotonina no cérebro dela que tá em desenvolvimento ativo o tempo todo, ela precisa dormir no máximo até 9 horas, 9:30, porque entre 22 horas e 1 hora da manhã é que acontece a produção da serotonina. E as crianças ficam acordadas até de madrugada, ficam no celular aquela tela eh motivando o o a o cérebro da criança hiperativo. O cérebro fica hiperativo e a criança não tem um sono tranquilo e reparador. Então tudo isso nós temos que pensar. Sentem com a criança meia hora

la eh motivando o o a o cérebro da criança hiperativo. O cérebro fica hiperativo e a criança não tem um sono tranquilo e reparador. Então tudo isso nós temos que pensar. Sentem com a criança meia hora por dia, joga um joguinho, dá risada, faz um desenho, faz uma brincadeira, conversa em família, conta caus. Ler um livro meia hora disciplina não é difícil a partir do momento que se interaliza interaliza essa disciplina. Terminou da brincadeira, um vai tomar banho, o outro vai fazer a lição, o outro ajuda, a família inteira, eu estou dizendo, o outro vai ajudar a mãe ou o pai vai ajudar ou o pai vai ajudar a a fazer a lição. Dividem as tarefas que o casal vai ter um momento para si também, porque o casal vai poder eh ficar juntos e conversar e relaxar, porque colocou as crianças cedo na cama. As famílias estão hoje que não é mais um lar, não é uma casa mais, é um hospício. Um hospício, porque só grita, xinga, grita, briga, cobra, aponta, mas ninguém faz nada. Toda a empresa que todos nós trabalhamos tem regras, tem disciplina, tem hierarquia. Então, por que na nossa empresa mais importante que é o nosso lar, nós não criamos essa disciplina? Marlene, você trouxe algo muito importante pra gente nessas reflexões profundas, porque realmente a gente tem reparado na nessa questão em que eu pego o celular, né, e entrego paraa criança pequenininha e eu faço minhas coisas, né? Então, digamos assim, é como de eu entregar isso aqui para que ele tenha o acesso, né, já desde pequenininho a desenhos, a vídeos que são extremamente, vou falar bem a verdade, é muito colorido, é muito, é muita informação, é piscar rápido, é umas músicas chata, né, repetitiva, nossa, como repete reflão, refrão, refrão, refrão. E assim, um desenho que é uma gritaria só. Se a gente, se a gente for bem atento e for acompanhar o que a gente tá oferecendo aos nossos filhos, a gente vai entender que é conteúdo impróprio, gente do céu, >> impróprio. >> É uma barulheira, é uma coisa assim que é fora de série, tá? Então eu eu foi

que a gente tá oferecendo aos nossos filhos, a gente vai entender que é conteúdo impróprio, gente do céu, >> impróprio. >> É uma barulheira, é uma coisa assim que é fora de série, tá? Então eu eu foi muito bom você ter comentado nisso, tá? Isso aqui tá sendo prejudicial pros adultos e principalmente para as crianças, >> tá? Porque a mulher geralmente fala: "Ah, o homem não ajuda, não faz nada, senta no sofá". Mas isso faz parte da disciplina, é combinar, olha, eu faço isso, você faz aquilo, né? E vamos, o lar vai andar, cada um tem uma atividade. Então, se a mãe tá fazendo a comida, o pai cuida da criança ao invés de dar o celular na mão. Gente, hiperatividade celular, hiperatividade cerebral. Isso de noite, quando a criança vai dormir, que sono essa criança vai ter? Qual a formação do cérebro dela? Então, nós temos que nos preocupar seriamente com isso, porque a gente só ouve, ouve, ouve, ouve falar de consequências, mas a gente não toma atitude para nossa disciplina, para dentro da nossa casa. A mudança vai começar a acontecer quando eu tomar uma atitude, quando eu fizer uma mudança dentro da minha casa. Tem vários vídeos, inclusive no YouTube, no celularzinho, tem vários vídeos de de casos que deram certo, que teve disciplina e que a o lar virou e porque a criança pede disciplina, o adolescente pede disciplina. Eu amo trabalhar com a criança, eu amo trabalhar com o adolescente e amo trabalhar com dependente químico. Todos eu percebi a necessidade e a tranquilidade quando eles tinham disciplina, porque eles precisam de uma base, de um alicerce sólido que dê para eles tranquilidade. E aí eles acolhem essa essa regra. Pode ter algum problema de testar, né? Pode nem mais. >> Marlene, eu não quis te interromper, tá? Mas é é que houve um momento aí que toda sua fala, sua imagem eh teve alguns travamentos por questões da internet, tá? Então tô tô tô te avisando agora aqui no ar porque, digamos assim, não tem problema, gente, se travou um pouquinho a imagem, mas assim, o

magem eh teve alguns travamentos por questões da internet, tá? Então tô tô tô te avisando agora aqui no ar porque, digamos assim, não tem problema, gente, se travou um pouquinho a imagem, mas assim, o conteúdo que ela tá trazendo é importante, então a gente não vai cortar isso aqui, tá? a gente vai deixar do jeito que está, porque a informação dela, enquanto tá lá eh nesse momento eh se regulando, né, essa questão da conexão, recuperando a conexão, eu só quero trazer o seguinte, eh a Marlene no início do programa ela tava falando sobre o programa sobre os fatos adultização na infância e adolescência que tá disponível em nosso canal, tá? Então, foi um programa que foi ao vivo, eh, e foi e é muito importante vocês assistirem esse conteúdo, né, dos riscos das redes sociais, tá? Então, eh, a gente vai retomar aqui com a Marlene, eh, porque eu acho que agora já equilibrou um pouco a internet dela lá. A gente vai dar continuidade. Vamos ver como é que ficou aqui agora, Mariane, pode continuar. Então vamos eh retomar aqui nos sinais de depressão na infância que eu dividi em três etapas para que a gente possa entender muito bem. Os sinais leves, que são os iniciais. A criança apresenta uma tristeza frequenta ou irritabilidade. A criança se irrita por qualquer coisa, chora, chora, chora. A mãe se irrita e cala a boca e muitas vezes, sabe, deixa a criança chorar, chorar, chorar. A criança passa por um processo de dor interna e ela só precisa ser acolhida, só precisa calma, calma, respira. E a tristeza, essa tristeza constante, tristeza que não eram manifestada antes. Então, nós temos que estar de olho nesses sinais. Nós temos que ver também a desmotivação da criança em atividades que antes ela gostava. Ah, não, não tô com vontade, não quero. Então eu tô percebendo, mas eu não não dá tempo de eu me deter, porque é quase invisível, é um sinal leve. Mas se a criança tá mudando, a gente tem que aprender a conhecer nossos filhos. Se a criança tá uma coisa que ela gostava muito, ela já

tempo de eu me deter, porque é quase invisível, é um sinal leve. Mas se a criança tá mudando, a gente tem que aprender a conhecer nossos filhos. Se a criança tá uma coisa que ela gostava muito, ela já não gosta mais, não quer saber. Observa, grava para ver se isso se repete várias vezes. Um outro sintoma, um outro sinal, pequenas mudanças no sono, no apetite. Nós podemos ver aí no sono, quando nós falamos do celular, quando nós falamos de televisão, de computador, quando nós falamos da desarmonia no lar, para que a gente crie as regras, para que a gente crie eh peça colaboração um outro, o pai ou e a mãe colaborarem. Se a mãe não tem o pai ali, então ela criar uma tabela. Tem vários exemplos na mídia, no celular. que nos traz muitas opções da melhoria da organização, da disciplina no lar. E a criança pede isso. A criança, o adolescente pede isso. Eu trabalho com criança, com adolescente, com dependente químico. E eles pedem, quando eles têm a regra, quando eles têm a disciplina prédeterminada, eles seguem a risca, leva um tempo, eles vão testar porque eram acostumado de uma forma negativa, mas eles vão acabar entrando e isso se torna hábito. E quando a gente faz isso na infância, Rodney, a criança vai ser um adolescente, um pré-adolescente, um adolescente muito mais saudável, muito vibrado. A criança se sente segura com aquele processo daquela disciplina, quando acontecem também queixas físicas ocasionais, como dor de cabeça, dor de barriga. Então a criança tá não tá se encontrando com ela mesmo. Então ela manifesta no físico porque ela sabe que no físico ela se condicionou desde pequeninha, que no físico quando ela manifesta dor, queixa física, a mãe atende e aí a mãe fala: "Ah, não é, você tá fazendo santagem, você não quer ir pra escola". E aí a mãe não entende que isso pode ser já um sinal de depressão. Então naquele quadro, Marlene, o que você falou ali nesse finalzinho das queixas físicas ocasionais de dor de cabeça, dor de barriga, inclusive vontade de não ir pra escola. Aí pode

inal de depressão. Então naquele quadro, Marlene, o que você falou ali nesse finalzinho das queixas físicas ocasionais de dor de cabeça, dor de barriga, inclusive vontade de não ir pra escola. Aí pode ter certeza que provavelmente teu filho esteja sofrendo bullying. >> E pode ser. Exatamente, Rodney. Então você vê que existem tantos fatores desencadeantes que a gente tem que estar ouvindo esses vídeos. Sim, a gente tem que tá internalizando, não só entrar aqui e sair por aqui, porque se trata dos nossos filhos. Se a sociedade tá toda, vou usar um termo que a gente usava quando era criança, destrambelhada, se a sociedade tá uma loucura, se o mundo tá uma loucura, eu tenho que começar dentro da minha casa. E dentro da minha casa eu tenho que observar, eu tenho que criar eh situações que vão organizar esse caos. Nós trabalhamos, todos nós trabalhamos. E eu não canso de falar isso. Por que que no trabalho a gente segue regra, a gente segue horário, a gente segue hierarquia, a gente por quê? Só porque ganha dinheiro e não pode perder o emprego. Não pode perder o emprego e o dinheiro. Então, a empresa tem que continuar. A empresa não pode falir, a empresa não pode ter prejuízo. E eu faço tudo para que isso não aconteça, porque é interesse meu. Mas e o interesse do meu filho? E se eu perder meu filho para uma depressão? E se eu perder meu filho porque ele desistiu de viver? E se eu perder meu filho paraas drogas? Então, nós valorizamos tanto, tanto, tanto o ter, ter, ter, que nós nos esquecemos de ser mais atentos às necessidades da família. A mãe e o pai pode sentar junto e fazer essa tabela distribuição de tarefa. A mãe, e eu não falo de forma crítica não, gente, porque eu também aprendi muita coisa com os meus filhos. A mãe grita, grita. Grita, grita, gritaita. Daí passa aquele momento, o filho não faz, ela vai lá e faz berrando, gritando, xingando, fica brava. Aí daqui a pouco ela tá fazendo. Aí ele pede uma coisa. Mãe, me dá um dinheiro para eu ir. Mãe, dá, deixa eu ir na casa do

, o filho não faz, ela vai lá e faz berrando, gritando, xingando, fica brava. Aí daqui a pouco ela tá fazendo. Aí ele pede uma coisa. Mãe, me dá um dinheiro para eu ir. Mãe, dá, deixa eu ir na casa do fulano na festa do pijama. Mãe, Deus, a mãe esquece de tudo e de sim para tudo. Ele só tem vantagens, Rodney. Ele não tem prejuízos por ele não ter feito tal e tal e tal coisa combinada. Isso é regra, isso é disciplina. Então, nós precisamos nos atentar a cada detalhe, porque nós não podemos deixar a nossa empresa falir, a família. Vamos então aos sinais. Aqui também tem tecnologia e elas complicam das vezes. Aos sinais moderados. Então, sinais moderados que são para para desencade da depressão, que se identifica a depressão, isolamento social que pode acontecer o que você falou, né? evitar os amigos, brincadeiras, evitar familiares, pode tá sofrendo bullying, pode ser uma depressão, uma baixa autoestima, pode ser um celular, sim, desde pequeninho, porque a criança não aprende interagir, a criança não aprende se defender, a criança não aprende a contestar, a criança não aprende a argumentar, a criança não aprende nada, porque tudo ali tá aí. e acelerando o cérebro dela de um jeito que ela vai perder o controle de si próprio em algum momento e não tem interação social nenhuma. Então a criança passa a desenvolver sintomas desencadeados pelo uso excessivo muitas vezes do celular. E criar regra assim, gente, a gente desiste porque não quer ficar brigando o tempo todo e eles acabam ganhando a parada. Então, tal hora vai usar o celular tanto tempo, principalmente os pequenininhos, olha, uma hora no dia, uma hora no máximo. Os pequenos, meia hora, os pequitinhos. Nem bebê não tem que pegar celular. Bebê tem que brincar com joguinho. Bebê tem que aprender a encaixar, bebê tem que aprender a riscar, sabe? Mas não com o celular na mão, né, >> Marline? Essa parte eu gosto de comentar para quem já teve filha em casa. Parece que a gente tem aquela fase do homem das caverna, né, que a criança pega o lápis

? Mas não com o celular na mão, né, >> Marline? Essa parte eu gosto de comentar para quem já teve filha em casa. Parece que a gente tem aquela fase do homem das caverna, né, que a criança pega o lápis e escreve tudo na parede, né? E aí você pensa um pouquinho, tá certo? Vai sujar a parede, tá? Mas é um processo criativo, né? Que você às vezes >> Mas hoje já tem produtos para limpar. >> Sim, sim, sim. Mas assim, eh, eu lembro do assim, que à voz, às vezes dava essa, acho que rememorava o tempo do homem das cavernas, né? E aí vai deixava suas marcações na parede quando teve acesso ao lápis de cor, essas coisas. >> E aí assim, né, é uma obra de arte, tá? É uma obra de arte, mas depois você passa uma tinta, né, resolve? Mas eu é interessante justamente isso que falta, né, eh, nessas gerações que estão surgindo agora. justamente esse contato com o que é material, o que é palpável, o que é manipulável, né? Não ser abastecido de coisas virtuais >> que é justamente que vai criar um mundo paralelo para elas e não vão estar conectados com o que acontece. É lógico, né? Nós tivemos um um desenho bem bacana lá que falava dos sentimentos, da alegria, da raiva, né? é tudo dosado que a gente não tem como e evitar que a criança sinta, mas que ela reconheça como lidar com isso aí, né? >> Agora, o que o que tá trazendo aqui nos programas do setembro amarelo é a depressão que se estende por um período, né, e vai cada vez mais longo >> e que isso é um gatilho para acontecer abreviatura da existência, né? Então as pessoas resolvam, mas estão falar só de depressão, depressão, depressão. Mas fal assim, esse é um dos caminhos que levam justamente é prevenir a depressão, né? >> Perfeito. Tá, pode continuar, Marlene. É que você falou, eu já me lembrei. É, eu também. Meus filhos também tiveram essa oportunidade. Então, é prevenir a depressão. É uma prevenção. Prevenir a depressão para que a criança não queira mais viver. E hoje é muito comum as tentativas e os sucessos e não querer mais viver, né? Uma um outro

ntão, é prevenir a depressão. É uma prevenção. Prevenir a depressão para que a criança não queira mais viver. E hoje é muito comum as tentativas e os sucessos e não querer mais viver, né? Uma um outro sinal é a queda no rendimento escolar. Muito mesmo criança pequeninha na escolinha, a criança modifica o comportamento e as professoras percebem e os pais não dão nem importância, né? porque não não atribuem isso ao fato de poder ser uma depressão. Dificuldade de concentração em memória. Então, a criança lá, como eu falei nos sintomas iniciais, é a concentração e a memória dela não conseguir eh guardar as coisas mais, ela não conseguir mais eh ter paciência para fazer alguma coisa, ela grita, ela chora, ela joga tudo longe, irritabilidade. Então, a gente tomar cuidado com essa com esse sinal também, alteração do sono, do apetite, que se tornam mais evidentes do que nos sinais iniciais. E abaixo autoestima e fala de autodesvalorização. Então, a criança começa a se autodesvalorizar. Temos que cuidar o por que essa criança tá, por que que ela tá se sentindo. Os pais brigam muito, os pais discutem. Os pais acusam, os pais cobram, os pais apontam. Tudo isso daí gera essa baixa autoestima, porque eles acham que a vida não está boa por causa deles, porque eles não estão sendo como os pais gostariam que fosse. E isso vai pra vida adulta, que a gente chama de criança interior ferida. Então, tudo que nós estamos falando hoje aqui, por isso que eu quis colocar esse vídeo em primeiro lugar, porque é o início de tudo. Tudo que nós estamos vivendo aqui é prevenir paraa primeira infância, segunda infância, pré-adolescência, adolescência, vida adulta. Marlene, >> o sucesso da nossa vida tá aí, >> tá, Marlene? Nesse quesito aqui que você colocou, baixa estimas e fala e falas de autodesvalorização, é, eu também vejo eh alguns comportamentos eh de pais que sempre comparam uma criança melhor do que a sua. Fica fazendo comparação, olha, você é burro porque fulano de tal é mais inteligente que você. Você não vai ser

eh alguns comportamentos eh de pais que sempre comparam uma criança melhor do que a sua. Fica fazendo comparação, olha, você é burro porque fulano de tal é mais inteligente que você. Você não vai ser ninguém na vida. Esse tipo de situação também é minar a criança para esse mundo de depressão e ela vai acabar incorporando-se e acreditando que ela não é capaz de fazer aquilo que os pais estão reforçando negativamente na mente dela. Por por mais que a criança seja inteligente, conforme ela vai crescendo, quando ela for fazer uma prova, quando ela for confrontada num vestibular, quando ela for eh confrontada numa eh luta por uma disputa por uma vaga de trabalho, ela vai trazer à tona aquela criança interior ferido. Você é burra, você não sabe nada, fulano é melhor que você. Pronto, perdi a vaga, não passei no vestibular. Então a gente tem que tomar muito cuidado porque o registro ali, a o cérebro da criança é uma esponja, é um um HD, né? Um HD que tá sendo preenchido e que vai ficar ali. A base principal do alicerce daquele computadorzinho é o que recebeu ali na primeira infância. Então a gente tem que tomar muito cuidado. E os sinais graves, nossa, os sinais graves aqui tem bastante. A tristeza, a irritabilidade fica mais intensa e persistente. >> Não pula nenhum aí, tá? pode falar todos os sinais graves, porque é a nossa redobrada atenção. >> Exatamente. Então, a tristeza é maior, fica isolada no canto, não quer conversar, não é alegre, não brinca mais. na escolinha fica isolado e fica muitas vezes irritado com qualquer coisa, uma irritação intensa e esses sintomas se tornam persistentes. Então, aumenta eh a a os sinais aumentam ideias ou fala sobre morte. Aí vocês veem que os sinais são graves, porque a criança já tá num ponto que ela não se acha que ela tem valor nenhum, que a dor é tão intensa, tão intensa, que ela quer sumir. Ela não quer viver mais, ela quer acabar com aquilo porque e a criança é muito mais grave do que o adulto, porque o adulto vai pensar um

nhum, que a dor é tão intensa, tão intensa, que ela quer sumir. Ela não quer viver mais, ela quer acabar com aquilo porque e a criança é muito mais grave do que o adulto, porque o adulto vai pensar um monte de vezes, a criança não, ela simplesmente acha que é isso e eu não sirvo mais. Então eu não quero mais. E ela vai e faz. Porque criança não tem um impulso para fazer as coisas, não tem um instinto para fazer as coisas. Esse instinto, esse impulso funciona também quando ela não quer mais viver. Infelizmente. Ela pode sim. dos pais não percebem, mas >> é, vou pedir para vou pedir para repetir esse esse pedacinho que travou aqui na nossa transmissão. Pode repetir esse quesito. >> O o automilação ou anterior? >> Isso não, o automutilação não saiu aqui porque travou um pouquinho a internet que é natural, né? Em momento de transmissão então a automutilação. Ah, mas como pode? meu Deus, se machucar não dói. A dor interior dele é tão intensa, tão grande, que ele não, ele tem que acabar com aquela dor, com uma dor maior. Então, a automutilação e comportamentos autodestrutivos. Quer dizer, eu não sirvo para mais nada mesmo. Muitas vezes não quer tomar banho mais. E os pais brigam porque você é porco, porque você não sei o quê, porque você não quer mais tomar banho. Eu tenho um uma um causo de que eu eu posso achar no meu meu YouTube de uma uma casa, um lar avó que tinha três netos e que era uma loucura, uma loucura. Inclusive o mais velho de 14 anos só tomava banho quando menos uma vez por semana. E aí a mãe fala que vai viajar e deixa os netos com a avó. E a avó é uma professora aposentada. E ela fala: "Pera lá, já que ela deixou sob meus cuidados, a avó que é uma ótima, foi uma ótima professora, ela ela projeta, ela faz um projeto de disciplina para as crianças. No terceiro dia, as crianças já eram outras. Quando a mãe ligou que ela ia ficar um mês fora, com 15 dias a mãe voltou porque a mãe achou que a avó tava cometendo maus tratos com os filhos. E as crianças, não, mamãe, não. A vovó

já eram outras. Quando a mãe ligou que ela ia ficar um mês fora, com 15 dias a mãe voltou porque a mãe achou que a avó tava cometendo maus tratos com os filhos. E as crianças, não, mamãe, não. A vovó ensinou a gente isso e descobriu que a menina tinha dons para ciência, o menino tinha dons para não sei o quê, o outro tinha dons de engenharia. E eles começaram a construir pontes, começaram a fazer experimentos e química. Foi a coisa mais linda. Rodne, eu vou te mandar esse causo para você, para você ouvir, >> tá? Obrigado. Manda para mim que eu vou assistir mesmo, tá bom? Então a criança ela precisa se mutilar, ela precisa, essa auto desvalorização dela, esse comportamento autodestrutivos, fazem com que realmente ela não queira mais. E aí que é o ponto final pros pais tomarem uma atitude ou vão perder essa criança ou podem perder essa criança. E não acreditam, Rodney, não acreditam. Teve um caso que eu atendi com 9 anos de idade, a criança estava indo bem, pararam o tratamento porque acharam que não precisava mais e a criança tirou a o jovem tirou a própria vida com 15 anos. Eu levei, eu levei um tempão para eu aceitar, para eu elaborar isso. Imagina os pais, né? Então, a gente tem que realmente estar atento aos sintomas, aos sinais para que a gente busque ajuda. A desesperança generalizada, não tenho esperança de mais nada, não quero mais nada. Nada dá certo, eu não sou mais ninguém. A depressão da criança é igual a depressão do adulto. É um estado de embotamento total. Se fecha em concha e nada mais que os pais digam, que os médicos digam que nada mais adianta. Então eu tenho que tratar, eu tenho que tratar com medicamento, eu tenho que tratar com psicoterapia, eu tenho que tratar com a minha espiritualidade, porque é saúde e espiritualidade é a nova opção da ciência hoje em dia. Então nós temos que que colocar isso em prática, né? A rejeição completa de atividades sociais escolares. Muitas vezes eles não querem mais na escola, não querem mais na escola, não querem mais na escola. Os pais deixam e

ue colocar isso em prática, né? A rejeição completa de atividades sociais escolares. Muitas vezes eles não querem mais na escola, não querem mais na escola, não querem mais na escola. Os pais deixam e fala: "Então vai trabalhar, não quer estudar, vai trabalhar." Então a gente tem que ter atenção, mesmo que os sinais sejam leves, é claro que merece cuidar de acompanhamento, porque a gente pode interromper o mal pela raiz. A gente pode romper o mal pela raiz, mas nos casos graves é de fundamental importância procurar ajuda profissional imediata. psicólogo, psiquiatra infantil, serviços de emergência, se necessário, mas procurar ajuda, porque os riscos aí já são de que a gente não sabe qual momento pra gente eh tirar a própria vida. Quanto tempo leva? Aí os pais não vão ter mais paz, nem para trabalhar, nem para mais nada. Então os pais, a família toda junta também, a os pais conversarem com os avós, com os tios, pedir ajuda, então oferecer apoio emocional, reforçar paraa criança que ela não tá sozinha e que ela pode confiar nos adultos que estão próximo dela. Cada um fica com ele uma vez para fazer uma coisa diferente, para ajudar a ler, para ler para ele, para fazer prece com a criança, validar os sentimentos dessa criança. Eu entendo que você esteja triste, eu entendo que você esteja passando por isso. Você tem que saber que você está doente, que nós vamos te ajudar, nós vamos ajudar você tratar. E é importante que nós falemos disso, falar disso com a criança, explicar paraa criança. Eu tive uma criança de 12 anos, ela tinha menos, ela falou que tinha menos, que ela não queria, não queria, não queria, não queria, não queria. E eu fiquei pensando, falei: "Tá bom, então vamos, vamos." Ela não acreditava em Deus e eu não tenho problema nenhum quando eles falam que não acreditam em Deus, Rodre. E falei: "No que você acredita?" "Ah, eu acredito na força do universo, numa engrenagem." Tá bom, então vamos dividir o que você acredita em faixas de desenvolvimentos evolutivos, tá? Essa engrenagem, ela vai

"No que você acredita?" "Ah, eu acredito na força do universo, numa engrenagem." Tá bom, então vamos dividir o que você acredita em faixas de desenvolvimentos evolutivos, tá? Essa engrenagem, ela vai ter que se desenvolver, não vai? Vai. Então, vamos dividir ela em faixas. Hoje eu e você estamos nessa faixa, só que antes de você nascer, eu já fiz parte de várias faixas. Eu vim durante a minha infância, minha minha pré-adolescência, minha adolescência, minha vida adulta. Eu fui fazer faculdade, eu passei por várias faixas desenvolutivas de desenvolvimento e hoje eu estou aqui nessa faixa com você. E se eu não tivesse E se eu não quisesse viver lá atrás? E se eu tivesse feito alguma coisa para não continuar vivendo? E fiquei quieta. Ela pensou, pensou, pensou. É, a senhora não estaria aqui para me ajudar. Até que um dia ela veio no corredor, ela falou: "Não quero mais morrer. Foi a minha maior conquista". Então, para você ver como é >> que que lindo depoimento, Marlin. Obrigado por você compartilhar conosco, que simplifica bastante assim a questão, >> né, do do que é o cuidado, né, a atenção para se salvar uma vida, >> né? Eu acho que eu acho que se você colocasse hoje assim, puxa, de toda a minha existência, se eu conseguir salvar esta pessoa, já valeu, >> já vale a pena >> todo esse trabalho. É lógico que tem muito mais pessoas que se você atendeu e que >> deu para mudança de rota, mudança de rumo, vida nova, né? inspiração, valorização da vida para que ela realmente enxergue que o mundo oferece inúmeras, inúmeras oportunidades. Para você ter uma ideia, em 1986 que eu trabalhava na saúde mental, nós tínhamos uma lista de 400 pessoas, lista de espera. E aí eu fazia grupos e eu fiz um grupo de depressivos e tinha uma senhora bonita, alta, magra, sabe? Que ela não queria viver, não queria viver e ela saía e tá bom, olha, tchau, eh, eu não volto mais. Eu falava: "Tá bom, aí eu não vou mais, não quero mais viver". Tá bom, a escolha da senhora. Só que eu tinha dado um

ia viver, não queria viver e ela saía e tá bom, olha, tchau, eh, eu não volto mais. Eu falava: "Tá bom, aí eu não vou mais, não quero mais viver". Tá bom, a escolha da senhora. Só que eu tinha dado um livro espírita para ela ler. Ela ficava tão brava comigo e toda semana ela voltava brava comigo. Porque você me deu aquele livro para ler? Então, a gente tem vários recursos, mas essa menina hoje tá moça. Eu já conversei com ela algumas vezes e falei também para ela na época: "Você tem uma missão aqui mesmo essa engrenagem, você tem um propósito de vida. E se você não vive mais a partir de agora, lá na frente essa engrenagem vai estar faltando uma um um dente, porque você não vai estar lá para cumprir com o teu objetivo, com sua proposta. Talvez até ajudar crianças como você e que muitas crianças não vão vão não vão querer mais viver e vão conseguir isso porque você não tá aqui para ajudar. E aí, como vai ser, né? Então, oferecer esse apoio emocional, procurar ajuda profissional, psicólogo infantil, psiquiatra especializado, comunicar-se com a escola para acompanhar em conjunto com a professora, conversar pelo WhatsApp com a professora em casos graves, que eh seja o casos daqueles que que tenham o a propósito mesmo de tirar a própria vida ou da automilação, buscar atendimento imediato em serviços de emergência. Existe serviços apropriados para isso. Existem grupos de apoio que orientam como cuidar desses casos. Também promover um ambiente saudável, mudar as coisas dentro de casa, mudar o quarto dele, mudar os móveis de lugar, porque o cérebro tá embotado. Então, ente parou, parou aquela corrente elétrica do cérebro parou. Então, mudar as coisas de lugar, tudo no quarto dele muda de lugar, porque o cérebro vai ter que fazer uma nova trajetória para encontrar o caminho novo. Então, mudar totalmente a rotina, mudar totalmente a a a proposta da pessoa ali dentro da própria casa. uma rotina equilibrada com sono adequado, alimentação, atividade física, não tem nada melhor. É

Então, mudar totalmente a rotina, mudar totalmente a a a proposta da pessoa ali dentro da própria casa. uma rotina equilibrada com sono adequado, alimentação, atividade física, não tem nada melhor. É o remédio natural do cérebro, é a endorfina. E a atividade física rega o nosso cérebro. Eu quando saio da academia, eu saio quase flutuando de tão feliz que eu saio, né? Então, atividade física, reduzir excesso de telas, reduzir excesso de telas, reduzir excesso de telas e estimular atividades lúdicas, física, fazer jogos dentro de casa. Tem ali eh eh eh vídeos que mostram brincadeiras montadas em casa, que todo mundo brinca junto e se diverte, dá risada e a criança fica super feliz. Lá a criança lembra que tem celular? Lembra nada. Rodney, quando uma mãe dá um uma um celular na mão de um bebê, meu Deus, ela tá assassinando a a o desenvolvimento cognitivo dessa criança, que ela explorar, descobrir, é, é difícil, é difícil, mas todos nós sobrevivemos até hoje. Por que que os de hoje não sobrevivem? A minha vida inteira. Eu levantei cedo, trabalhei, estudei de noite. Eu eu eu fiz cursinho. Eu fiz cursinho com o primeiro filho na barriga. Tive que parar os oitavos, a oitavo mês porque não aguentava mais. Prestei vestibular. Ele tinha quatro dias, ele era hiperativo. Tive a segunda, no terceiro ano da faculdade. Me formei a coisa mais linda do mundo. Meu filho com sete, minha filha com três e sobrevivi. Sobrevivi. Teve os momentos loucos também, mas sobrevivi. Então, a gente tem que parar para pensar o que eu estou dando prioridade. Porque na minha geração a prioridade era o filho, ainda era o filho, né? Proteger contra riscos. Olha só, garantir a segurança física é monitorar objetos cortantes, medicamentos, conteúdos online. Então é a gente proteger fisicamente essa criança, acompanhar interações virtuais para prevenir bullying e isolamento. Então, observar, acolher, conversar, buscar ajuda especializada e oferecer suporte contínuo. Olha só como é importante. Pensa sempre na tua

har interações virtuais para prevenir bullying e isolamento. Então, observar, acolher, conversar, buscar ajuda especializada e oferecer suporte contínuo. Olha só como é importante. Pensa sempre na tua empresa. Pensa sempre o que você, quando você trabalha e se cansa na sua empresa e faça isso dentro da tua própria casa, porque tudo que a gente sofre lá fora, aguenta o tranco e não reclama, não xinga, não briga, a gente descarrega em casa, nos seres que nós mais amamos. Alguma coisa não tá certo e depende de nós começarmos dentro do nosso próprio lar. Aqui temos um roteiro para eh com que pais educadores pode agir quando encontra esses sinais de depressão na infância. Observar é acolher. Prestar muita atenção nas mudanças do comportamento, no humor, no rendimento escolar. Conversar de forma calma, calma, demonstrar interesse genuíno. Esteja um momento só com a criança, porque os pais não falam mais dos filhos no celular. Os pais falavam dos filhos no celular, mas eles estavam no celular. Hoje os filhos não, os pais não falam mais dos filhos no celular porque eles estão no celular. Então, o interesse genuíno é olhar paraa criança, eu sentar com a criança, eu ouvi a criança, ouvi evitar julgamentos ou frases como isso é bobagem, é frescura, vai passar manter um diálogo aberto com a criança, incentivar a criança a expressar, a falar o que tá sentindo. É por isso que tem que sentar e ouvir todo dia um pouquinho. Qualquer coisa de ruim que aconteceu lá fora, a criança vai trazer. Ouça e converse com ela a respeito. Mostra para ela que está do lado dela. Ouvir com empatia, sem interromper ou minimizar, usar perguntas simples como: "Quer me contar o que você tá sentindo? Quer dividir com com a comigo?" E aqui tem os dois quadros, né, que eu vou enviar, que vocês podem depois tirar foto que o Rodner vai projetar, né? E a gente, >> Marlene, eu vou fazer o seguinte, eu vou já mudar aqui a tela e aí isso que você vai comentar agora, o pessoal vai ficar com a tela cheia aqui para dar tempo.

o Rodner vai projetar, né? E a gente, >> Marlene, eu vou fazer o seguinte, eu vou já mudar aqui a tela e aí isso que você vai comentar agora, o pessoal vai ficar com a tela cheia aqui para dar tempo. Enquanto você comenta no fundo, a gente vai est apresentando aqui a tela cheia. Então, a imagem da Marlene vai não vai estar aqui, mas o áudio dela vai estar aqui no fundo explicando justamente esse slide que ela preparou para que você consiga ali já fazer essa autoanálise. >> Sim. Então aqui, como nós vemos nesse quadro de observação e ação da depressão infantil, aí vocês tem uns quadradinhos aí no no final da frase, vocês vão observar, vão fazer cópia, umas quatro cópias para quatro semanas do mês. Vocês vão observar todo dia a criança, quatro cópias, não são várias cópias. Se ela tá tendo mudança de humor, que é a tristeza frequente, irritabilidade, ó lá, bota lá um tiquezinho de que sim ou não, né? Se não tiver, não coloca. Coloca no xizinho. Perda de interesse em atividade antes prazerosa. Alteração no sono, que é dormir demais ou insônia. Alteração no apetite, aumento ou perda, cansaço ou falta de energia constante, dificuldade de concentração na escola, queixas físicas frequentes, dores de cabeça, dor de barriga, baixa autoestima ou sentimento de culpa. isolamento social, falta de motivação. Então vocês vão observando a criança por uma semana e coloquem lá o que vocês acharam que se manifestou na semana. Façam isso por quatro semana. Aí vocês percebam, se repetiu quantos se repetiram e quantas vezes se repetiram e os que menos se repetiram. E vocês vão tá vendo se é um sinal de alerta grave que já precisa de uma um uma busca urgente, se há um sinal moderado que eu preciso buscar ajuda ou se há um sinal leve que eu já tenho que começar a me movimentar dentro de casa para mudar a nossa dinâmica para evitar que a criança passe por isso. E o próximo que são as ações imediatas, marque quando elas são realizadas. Quando você conversa de forma acolhedora com a criança, marca lá se nessa semana

ca para evitar que a criança passe por isso. E o próximo que são as ações imediatas, marque quando elas são realizadas. Quando você conversa de forma acolhedora com a criança, marca lá se nessa semana você fez isso. Quando você notificar, envolver pais e responsáveis, que é no caso até de dar um pro professor, pro professor observar e também marcar semanalmente. Quando registrar observações de registrar observações diárias por uma, duas semanas ou até quatro semanas. Eu prefiro contatar um psicólogo ou um psiquiatra infantil e comunicar a escola para acompanhamento. Então pode dar até um daquele anterior pro professor para que o professor possa estar preenchendo semanalmente. Certo? >> Muito bem, Marlene. É perfeito, pessoal. A gente deixou aí para vocês por um tempinho, né? Agora que voltou a imagem da Marlene, para que você pudesse ter tempo de você, de repente pausar o vídeo num computador, por exemplo, e você tirar a foto ou você fazer o print mesmo da no na aqui no seu computador para você pegar esse registro, tá? e fazer a impressão e fazer essas anotações. Então, serve para você que tá em casa, para outros profissionais que acompanharem aqui, porque geralmente, Marlene, nós temos até pessoas eh evangelizadoras, né, que podem utilizar esse material, que eu acho muito importante também a o evangelização infantil, o pessoal que tem o trato com os jovens também ter acesso a esse material aí fica bem esperto, tá? Então, eh, vigilância constante, né? Então, a família, eh, a escola e a evangelização ou em qualquer outra instituição que tenha os a oficinas, os trabalhos com os jovens e as crianças possam monitorar dessa forma. Achei muito bacana a construção. Bom, Marlen, estamos chegando ao final do programa, suas considerações finais aí, tá? Não sei se tem mais alguma coisa para concluir aqui, mas que a gente vai est fora essa terça-feira na próxima. São cinco, né? São cinco encontros que nós estamos fazendo com o setembro amarelo, falando de de depressão, porque ela é o caminho,

luir aqui, mas que a gente vai est fora essa terça-feira na próxima. São cinco, né? São cinco encontros que nós estamos fazendo com o setembro amarelo, falando de de depressão, porque ela é o caminho, tá? É a cilada que vai aparecendo, né, nessa nossa vivência. E a gente tem que estar atento a todas essas questões para que a gente possa evitar um mal maior, que esse é o objetivo do programa. primeiro trazer a informação, o esclarecimento e as soluções também são apresentadas, porque não adianta a gente só falar das causas, etc e tal, se não apresentar pelo menos algumas técnicas e que foram muito bem exemplificadas pela Marlene. Então, suas considerações finais, Marlenea, ou se você tem mais alguma coisa para concluir o tema desta noite. Olha, eu só vou colocar na visão espírita da depressão infantil que tem repercussão no perespírito, que são heranças emocionais de vida passada, a culpa é o remorcio, desequilíbrio espiritual e influência também de espíritos inferiores que não querem que essa criança, que esse jovem sigue em frente. E Allan Kardec nos diz que as dores morais elas são provas escolhidas pelo espírito para pressar o progresso. Então, nós temos um comprometimento com essa criança, com a oração, com a meditação, com o evangelho no lar, com a caridade, com a reforma íntima, né? Então, nós tomarmos cuidado com a influência desses obsessores que querem pegar nossas crianças para evitar a evolução delas, né? e a e dizer que a dor tem significado. Ela tem o significado. A depressão pode ser como despertar interior e a reencarnação é uma oportunidade de recomeço. Então, nós temos que ver tudo isso e ver que tudo passa, que Deus está conosco, que a gente é luz e que nós temos que continuar confiar e que esses pais se voltem para esses seres que mais amam na vida, porque eles são o nosso futuro. E nós acreditamos na reencarnação, né, Rodney? Então, a gente vai voltar e o que nós deixarmos de legado é o que nós vamos receber. Então eu gostaria de agradecer a oportunidade.

s são o nosso futuro. E nós acreditamos na reencarnação, né, Rodney? Então, a gente vai voltar e o que nós deixarmos de legado é o que nós vamos receber. Então eu gostaria de agradecer a oportunidade. A minha vida inteira é dedicada à família, a proteção, ao amparo e a prevenção na criança, quanto a não querer viver, quanto a drogas, quanto a não querer levar em frente uma um a ter uma uma gestação não desejada. Minha proposta de vida é essa e eu sou muito feliz de estar fazendo minha parte aqui hoje. Muito obrigada pelo convite, Rodney. Eu que agradeço a sua disponibilidade, né? Então, Marlene Venâncio participando aqui conosco, né, desse especial do setembro amarelo. Por isso que a gente até reduziu um pouco a nossa presença aqui dentro da tela, para que você esteja tendo esse olhar justamente que até a natureza nos contempla, né, contempla com flores, árvores, com as cores amarelas, né, mostrando que há vida. Então, assim, os IPs amarelos estão por aí, todos floridos. Então, a própria natureza já se encarrega de dar essa sinalização da valorização da vida. E é lógico, nós temos que fazer nosso papel de fazer a divulgação, de trazer a informação da melhor forma possível. E é lógico, gente, né, é uma chamada de atenção que a gente precisa conversar sobre esses temas, mas com essa leveza, né, trazendo soluções e os encaminhamentos. Então, muito obrigado, Marlene, que daqui a pouco já vai ter que sair daqui da live para fazer atendimentos online, né? Porque hoje em dia agora ficou mais fácil os atendimentos online. Então, pessoal precisando, ó, pode entrar em contato com a gente também pelo WhatsApp, manda sua mensagem lá, a sua pergunta, tá? Se se não quer expor alguma situação aqui, a gente vai poder responder nos próximos programas, tá? OK. Então, ó, toda terça-feira às 20 horas a gente tá trazendo para vocês o setembro amarelo, a valorização da vida. E a valorização da vida é adquirir conhecimentos, orientações e esclarecimento e colocar em prática aquilo que nós estamos

ras a gente tá trazendo para vocês o setembro amarelo, a valorização da vida. E a valorização da vida é adquirir conhecimentos, orientações e esclarecimento e colocar em prática aquilo que nós estamos aprendendo. E principalmente, Marlin, né? Não adianta o conteúdo ficar só para mim, eu encaminho para quem precisa. geralmente vai cair em alguma família que tá passando por uma situação ou se tiver desatento, vai ficar mais atento a partir de agora para diante. Precisando, gente, visite o nosso site, procura lá que já tem o vídeo número um, está setembro amarelo número um. Então, eh, são contribuições que a gente vai deixar numa playlist setembro amarelo, todos os programas que foram feito aqui para vocês, tá OK? Grande abraço e até a próxima. Tchau. Tchau, Marlene. >> Até a próxima. Tchau, Rodney. Obrigada. เฮ

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