Setembro Amarelo 04 | A Influência da depressão na vida adulta

Conecta Espiritismo TV 23/09/2025 (há 6 meses) 53:18 21 visualizações 4 curtidas

A depressão é um desafio complexo na vida adulta, afetando a maneira como vemos o mundo, nossas relações e nosso propósito. Muitas vezes, ela se manifesta como uma tristeza profunda, falta de interesse e uma sensação de que a vida perdeu o seu brilho. Para trazer luz a essa questão urgente, a Dra. Marlene Venâncio da Silva, com sua vasta experiência de mais de 38 anos em psicologia e conhecimento espírita, realizará uma live especial. O objetivo é desmistificar a depressão na vida adulta, oferecendo um olhar mais profundo sobre suas causas e caminhos de tratamento. A Dra. Marlene apresentará uma nova perspectiva, unindo a ciência da psicologia com a compreensão espiritual para abordar a depressão de forma mais completa. Ela irá discutir não só a prevenção e o tratamento, mas também o papel crucial de encontrar motivos para viver. Não perca a chance de adquirir um conhecimento que pode transformar sua vida ou a de alguém que você ama. A depressão não é sinal de fraqueza; é uma condição que exige nossa atenção e cuidado. Junte-se a nós para aprender a ser um pilar de apoio para o seu próprio bem-estar mental e o de outros adultos. Dica Especial - CINE DEBATE Link Filme: https://youtu.be/ElVOwW66pks Apresentação: Rodney Lara Orientações e esclarecimentos: Dra. Marlene Venâncio da Silva - Psicóloga e Expositora Espírita Transmissão em rede: Conecta Espiritismo TV e Rádio Espírita do Paraná 💡 Conte com nossos voluntários 📲 #Ligue188 ou acesse 🌐 cvv.org.br #CVV #CVV188 #conexao #ApoioEmocional #Conexões #EscutaEmpática #ValorizaçãoDaVida #saúdemental Saiba mais em: www.conectaespiritismo.com.br Instagram: @conectaespiritismooficial Facebook: https://www.facebook.com/conectaespiritismo

Transcrição

Olá, meus amigos. Boa noite. Tudo bem com vocês? Espero que sim. E estamos no quarto programa já, né, do setembro amarelo com a Dr. Dra. Marlene Venâncio da Silva, que sempre está conosco aqui, trazendo o seu conhecimento de mais de 38 anos de experiência, além da vivência na parte da psicologia, também no espiritismo, né? Então é um grande prazer ter você aqui e principalmente, né, deixa eu chamar ela já aqui na live pra gente poder conversar e mostrar, né, a nossa caminhada até aqui, porque são cinco programas todas as terças-feiras às 20 horas. Deixa eu dar boa noite pra Marlene. Boa noite, Marlene. Tudo bem? >> Boa noite, Rodne. Boa noite a todos. Aqui estamos nós, mais um dia de aprendizado. E não é só o que a gente está passando, mas o que a gente está aprendendo também. Estou muito feliz em estar aqui. >> Muito bem. Eh, conforme no programa número três, então a gente vai, olha só, tem efeitos especiais aqui, ol aqui, viu? Já mudou. Então, lembrando você, então o primeiro conteúdo que foi na primeira terça-feira, que é o Setembro Amarelo Especial 01, a Marlene trouxe aqui a abordagem, né, entendendo e aprendendo a lidar com a depressão. É importante que vocês visitem esse conteúdo, tá? Aí o próximo conteúdo que eh também foi apresentado, que é o segundo, é a depressão na infância, como prevenir, identificar e tratar, tá? Então também tem aqui já é diferente do primeiro, tá? Lá em tem uma visão geral aqui é especificamente na criança, principalmente pra gente identificar, prevenir e tratar, tá? E o que também aconteceu com a questão dos jovens, né? Depressão na adolescência, quais são os fatores, né? A prevenção também, o tratamento e a valorização da vida. Daqui a pouco a gente vai dizer qual é o tema dessa noite, mas a gente fez essa recapitulação para que você entenda que a gente tá depositando esses conteúdos que ela elaborou, justamente de uma amplitude geral. E aí falando sobre as fases das nossas vidas, né? infância, juventude e depois agora vai ser o

ê entenda que a gente tá depositando esses conteúdos que ela elaborou, justamente de uma amplitude geral. E aí falando sobre as fases das nossas vidas, né? infância, juventude e depois agora vai ser o adulto. E nós prometemos que na número três nós íamos apresentar eh duas tabelas, tá? Então vou pedir paraa Marlene explicar essas duas tabelas que eu vou apresentar agora na sequência. Exatamente, Rodney. Essas tabelas elas são muito importantes porque elas, o que nós vamos prevenir aqui ou tratar vai prevenir a vida toda, até na vida adulta, caso apareça algum sintoma, algum problema na infância, ele vai repercutir lá na vida adulta. Então é importantíssimo que se avalie a criança pra gente não achar que é manha, pra gente não achar que é birra, pra gente falar é frescura ou pra gente falar o que é passa, né? Então aqui esse quadro é para observar a criança uma, duas semanas e aí no ladinho onde tem um quadradinho, a criança teve ali naquela semana durante o dia, ela teve mudança de humor, tristeza frequente, irritabilidade. Coloca lá um tiquezinho. Se não teve, coloca um xizinho. Perda de interesse em atividades antes prazerosa, alteração no sono, alterações no apetite, cansaço ou falta de energia. Então, vai olhando, observa a criança no dia a dia e uma vez por semana preenche esses tópicos. Vá preenchendo para que vocês possam identificar se ela apresenta dois, três, quatro, mais desses sintomas para vocês se atentarem. e levar para uma avaliação ou num neurologista ou num psicólogo ou num psiquiatra, mas para se tratar precocemente. Passa o outro Rodney, faz favor. Então aí olha as ações imediatas, né? Marque quando elas foram realizadas. A família tem que ser parte integrante, parte participativa no processo da criança, começar de conversar de forma colhedora com a criança, notificar e envolver os pais, se for no caso de professores, de avós, registrar as observações diárias por uma, duas, três, 4 semanas para vocês eh terem certeza do que tá acontecendo. contatar um psicólogo ou um psiquiatra

pais, se for no caso de professores, de avós, registrar as observações diárias por uma, duas, três, 4 semanas para vocês eh terem certeza do que tá acontecendo. contatar um psicólogo ou um psiquiatra infantil, como eu já citei, e comunicar a escola para que a escola também possa acompanhar passando até uma tabela dessa pra escola. Isso vai fazer com que a gente identifique precocemente, que a gente trate, que a gente prevenha e trate para que isso não vá ter repercussão na adolescência ou na vida adulta. OK? >> Muito bem. como a gente combinou, né, na número três, que hoje na abertura do setembro amarelo número 4, a gente ia trazer justamente essas tabelas para que você pudesse acompanhar certinho, tá? Então, visite os conteúdos anteriores porque é uma construção. Eh, então hoje o tema é a influência da depressão na vida adulta. Então, a gente vai voltar aqui pra nossa apresentação aqui. Isso é é bom ter respeitos especiais. Então, agora é na vida adulta, mas muito bem lembrado pela Marlene. A a aquelas duas tabelas a gente começa a observar na infância, mas adapta também pra questão do adolescente e do adulto, tá gente? Então, e eu acho isso muito bacana. Outro detalhe, eh, Marlene, que setembro amarelo sempre traz assim, não é tudo conteúdo no setembro amarelo, tá? Mas é porque assim, é para lembrar a gente, né, que porque a gente tem uma distração muito grande. Então é no setembro amarelo que a gente traz os conteúdos, mas o ideal é que esse material seja consultado em qualquer época do ano, porque é porque é uma informação relevante para o ano todo, então não é só o setmo amarelo. Então, sua instituição pode aqui eh eh usar esse material para conversar com o público, passar no telão, né, nos grupos de apoio que vai servir justamente de orientação. Quero agradecer a você, meu amigo, minha amiga, que quando a gente posta lá no Facebook, né, eles também estão ali multiplicando a informação, tá? Eu vi, eu escutei o miadinho porque a Marlene tem uma gatinha lá que faz

ocê, meu amigo, minha amiga, que quando a gente posta lá no Facebook, né, eles também estão ali multiplicando a informação, tá? Eu vi, eu escutei o miadinho porque a Marlene tem uma gatinha lá que faz companhia para ela. É, é. E a gente já comentou sobre isso, né, Marlene? Que tem que ter um petzinho para quem mora sozinho. >> Ah, com certeza. >> Ela tiver, ó, se ela tiver vontade de dar o ar da graça, de aparecer na live, não se preocupe. O pessoal também tem seus bichinhos de estimação, tá? Ó aí, ó. Já tá dando ar da graça. Pega, ela quer aparecer aí. Aham. Ela parecida com frajola. É parecida comola, ó. É, viu como sossegou para que apareceu na live? >> Ela é portuguesinha. >> Como é que você trouxe ela de lá? >> Na gaiola no meu pé. >> É. >> Aham. >> Ah, não tem, não tem restrição, >> não. Não tem >> não. Ai, que bom. Então, tá bom, Maren. Então, agora eu vou ficar quietinho para você poder dar sequência aí no programa de hoje, tá bom? >> Tá. OK. Obrigada, Rodn. Então, boa noite a todos. Vamos fazer uma reflexão profunda, uma reflexão psicológica e de acordo com a doutrina espírita, segundo Alon Cardan Kardec, da influência da depressão na vida adulta, como Rodney falou, nós já falamos na na infantil, no conhecimento de conhecer e identificar o que é a depressão e na adolescência. Agora vamos pra vida adulta. Aqui nós temos casos gravíssimos de depressão, de pessoas que já não tem mais utilidade na da vida, que não quer viver mais, que eh dão fim à própria vida porque acham que vão aliviar a dor. E nós vamos falar disso também na visão espírita. Então, nós vamos estar abordando a depressão e a influência dessa depressão na vida adulta, especialmente quando leva o ser humano a perder o sentido da vida e perde, viu, Rodney? Perde e até a desejar encerrar essa pró essa própria existência. Então, a depressão, na verdade, ela é considerada pela psicologia uma das doenças mais impactantes, mais graves na atualidade e ela afeta milhões de pessoas no mundo inteiro. E se nós falarmos do ponto de vista

epressão, na verdade, ela é considerada pela psicologia uma das doenças mais impactantes, mais graves na atualidade e ela afeta milhões de pessoas no mundo inteiro. E se nós falarmos do ponto de vista clínico, a gente sabe que ela altera a forma como o indivíduo percebe a si mesmo, que altera a forma com que o indivíduo percebe os outros e a vida. Ele perde totalmente o foco do como ele era. Ele passa a ter uma visão própria desse sentido da dele saber, de perceber a si mesmo, de perceber os outros e a vida. Ele desconecta totalmente do mundo para se conectar em embotamento, fecha numa gaiola e ele tem a própria percepção que é sempre negativa. Então isso é muito importante que as pessoas saibam. Já na visão espírita que nós vamos abordar também um pouco mais lá na frente, a gente encontra que Allan Kardec na codificação espírita e ensina que a compreensão do sofrimento humano traz luz sobre as causas espirituais, a compreensão do sofrimento humano. Então, nós temos que aprender a entender. E para nós termos essa compreensão das causas espirituais, morais, existenciais que pode estar relacionada a essa dor, nós temos que acolher, nós temos que entender o ser, nós temos que ir dentro do nosso interior e aprender o amor integral, o amor incondicional. E isso nos ensina no espiritismo, como acolher, como amar, como não julgar, como não ter preconceito, como não discriminar. Tudo isso nós aprendemos de uma forma global no espiritismo, que vai ajudar com que a gente possa acolher esse ser, porque muitas vezes a dor da família é tão profunda que a família nega, a família trata mal, a família fala que a pessoa não tem força de vontade, que a pessoa não se esforça, porque a família não ama, a família ama, mas a família já fez tanta coisa, tanta coisa, que ela acaba desistindo. Então, com ajuda espiritual e não só do espiritismo, eu e o Rodney, nós sempre eh enfatizamos qualquer religião, né, Rodney? qualquer religião. >> Isso, qualquer religião mesmo. Sempre tem o apoio.

o. Então, com ajuda espiritual e não só do espiritismo, eu e o Rodney, nós sempre eh enfatizamos qualquer religião, né, Rodney? qualquer religião. >> Isso, qualquer religião mesmo. Sempre tem o apoio. >> Exatamente. As orações, a reza, a missa, o culto, a evangelização, a escola do dominical, ao crisma, a catequese. Não importa, gente. Nós precisamos de uma base, de um alicerce em alguma coisa que a gente possa se apegar. Aí vocês falam: "Ah, mas o meu adolescente não acredita em Deus." É porque ele já desanimou, porque todo mundo fala tanto, fala tanto, que esse Deus para ele se torna um Deus punitivo. Ele não acredita em Deus, mas ele cita, ele descreve algo grandioso, algo fascinante. Na cabeça dele, ele descreve um mundo magnífico que, na visão dele é o meu Deus. Eu falo para eles, você tá descrevendo meu Deus, mas como você é muito cobrado disso, você acaba negando o nome Deus, mas você está na mesma na mesma proporção, na mesma faixa vibratória. E aí a doutrina trata, o evangélico trata, trata, gente, nós não temos nada lá diferente. Nós não temos rituais, nós temos, é igualzinho. Tanto que eu fui evangélica por 30 e poucos anos e sou espírita cerca de 35, 38 anos. Não tem nada de diferente. A única diferença é que nós acreditamos na reencarnação e na vida após a morte. Então esse conhecimento que nós estamos passando aqui é para todas as religiões. Então vamos voltar ao tema pra gente ver na perspectiva psicológica. Vamos falar um pouco na visão da psicologia. O que compreende a depressão na visão da psicologia. Aí nós vamos estudar os fatores biológicos, os fatores sociais, familiares e emocionais. Eu quero que vocês prestem atenção e que vocês leiam de novo para que vocês internalizem e entendam o que é depressão. Eu acho que em cada família, cada família, porque isso foi previsto pela ciência, que no segundo, no terceiro milênio, nós teríamos um ou mais depressivos em cada família. Então, todos nós vamos enfrentar isso. Então, nós temos que conhecer o que nós

isso foi previsto pela ciência, que no segundo, no terceiro milênio, nós teríamos um ou mais depressivos em cada família. Então, todos nós vamos enfrentar isso. Então, nós temos que conhecer o que nós estamos enfrentando. Então, vamos ver no fator biológico. No fator biológico tem as alterações químicas no cérebro, tem especialmente nos neurotransmissores que eu botei lá na frente que eu amo o neurotransmissor. Então eu botei pr pra gente para apresentar para vocês os neurotransmissores, como a serotonina, dopamina, noradrenalina, que vão fazer o quê? regular o amor, o sono, o prazer. Se se esses se esses neurotransmissores estão desestruturados, estão com problema, então vai agir exatamente no humor, no sono, no prazer. E aí aqui mostra numa figura e essas eh essas alterações que acontecem lá no córtex pré-frontal, no no núcleo acumbes. E aí tem no cérebro, gente, eu em todas as palestras que eu dou, eu eh faço questão de reforçar que o cérebro é um órgão que tem que se eh tratar como qualquer órgão do corpo. Diga, Rodne >> Marlene, se você precisar que eu apresente aqui a o slide, tá? Só me sinaliza que eu já coloco aqui no ar, tá? >> Ah, então coloca porque aí a pessoa vai acompanhando, tá? você puder colocar. >> Esse é o três. Isso. Exatamente. Olha, vocês estão vendo aí as alterações químicas na serotonina, na dopamina e na noradrenalina. E aí aparece aqui onde que age essa esse eh esse problema no cérebro, essa alteração química no cérebro, tá? Vocês vão perceber mais para frente ainda outro outro. Olha aqui. Aqui tá um neurotransmissor. Ele é muito bonitinho. Então tá aqui. Isso aqui, essas bolinhas é a sinapse. Então quando o cérebro adoece, adoece esse neurotransmissor e não faz a sinapse. E aí é que entra tratar o órgão. Como eu trato o coração, o estômago, pulmão, o osso, o intestino. como eu trato cada órgão do meu corpo, eu tenho que tratar meu cérebro. E o tratamento medicamentoso da depressão, geralmente é feito com antidepressivos, que eu vou falar lá no

, o osso, o intestino. como eu trato cada órgão do meu corpo, eu tenho que tratar meu cérebro. E o tratamento medicamentoso da depressão, geralmente é feito com antidepressivos, que eu vou falar lá no final. Eu fiz questão de colocar para vocês, para vocês desmistificarem esse preconceito contra a medicação, contra tratar o cérebro, contra a saúde mental, que não é para louco, é para qualquer outra doença, como cardiologista, como neuro, e existe o psiquiatra e o psicólogo. Então nós temos que desmistificar esse nome que eu não gosto, saúde mental, porque todo mundo fala que não é louco para ir no psicólogo ou para ir no neuro ou para ir no psiquiatra. Então o tratamento medicamentoso da depressão, geralmente ele é feito com antidepressivos e esse antidepressivo vai atuar regulando esses neurotransmissores aqui, tá? Que vai tratar a serotonina, dopamina, noradrenalina. Para quê? para restabelecer o equilíbrio químico no cérebro. Quer falar alguma coisa, Rodney? >> Não, eu tô concordando com tudo que você tá falando, que é necessário, tá? Se precisar de outro slide, você me avisa que eu já mudo e aí vou seguindo a sua orientação, tá bom? >> Ah, então esse daqui eu não vou pedir porque ele inclusive tá com uma letra pequenininha que é para eu eh não esquecer porque eu não vou guardar tudo isso daqui, né? Então, como agem os antidepressivos lá? Vamos lá. Eu espero que vocês se convençam depois disso, né? Eu espero. Os inibidores seletivos da recaptação de serotonina. Não importa que é termo médico, vocês vão entender o que eu quero passar. Então, um exemplo, dois dois medicamentos, a fluxetina, que muitos tomam e a certralina que muitos tomam. Qual é a ação da fluxetina e na certralina? Impedem que a serotonina seja reabsorvida rapidamente pelo neurônio que a liberou. E qual o efeito desse remédio? É o que é mais importante. Eu tô falando um monte de termos médicos que eu quase não uso, mas que é para vocês entenderem que a medicação tal age em tal, tá? Então, qual o efeito? Esses dois medicamentos,

que é mais importante. Eu tô falando um monte de termos médicos que eu quase não uso, mas que é para vocês entenderem que a medicação tal age em tal, tá? Então, qual o efeito? Esses dois medicamentos, a fluxetina e a certralina. vai aumentar a disponibilidade da serotonina na fenda sináptica, que é aquele lá, né, que é o o neurotransmissor, aqui tem o a sinapse. Então, vai aumentar essa eh disponibilidade da serotonina na fenda sináptica e vai melhorar o humor, vai reduzir os sintomas depressivos. Entenderam? Porque que é importante tomar medicação até que o médico diminua ou os miligramas ou a dosagem ou até retire, mas precisa ser tratado. Nós vamos falar no fator psicológico lá na frente, que tem que ser os dois paralelos, porque não adianta eu tratar o órgão eh o a causa se eu não tratar o efeito, né? O que gerou essa depressão? Aí na psicologia vai tratar o que gerou para não acontecer mais. Nós podemos eliminar a doença. E aí os inibidores de recaptação da serotonina na e noradrenalina, o venta faxina e o dx duloxetina. Olha que a gente é trava língua, como você falou lá na apresentação. >> É verdade. >> Então, qual é a ação desses dois remédios? Bloqueio a recaptação de serotonina e noradrenalina. Eh, o efeito dele vai aumentar os níveis de ambas, ambos os neurotransmissores, vai trazer mais energia, mais motivação, mais estabilidade de humor. Vocês perceberam? O médico, através da avaliação de da do teu nível de depressão, do qual o efeito que tá causando, ele vai receitar o remédio adequado para produzir tal e tal efeito. Agora, um último que é o antidepressivo tricíclico e outros que é o amitriptilina e a nartriptilina que é a ação que é bloqueiam a recaptação de vários neurotransmissores. Qual o efeito desses dois? Reforçam múltiplos circuitos ligados à regulação emocional. Aí o resultado clínico geralmente aparece de duas a seis semanas, porque o cérebro precisa se adaptar ao novo equilíbrio químico estrutural, que eu chamo de muleta. A pessoa toma, fala:

ção emocional. Aí o resultado clínico geralmente aparece de duas a seis semanas, porque o cérebro precisa se adaptar ao novo equilíbrio químico estrutural, que eu chamo de muleta. A pessoa toma, fala: "Ah, não tá surtindo efeito, não tá surtindo efeito e para de tomar". Mas o cérebro precisa de tempo porque ele tá começando a aprender a andar de muleta. Depois que ele aprende a andar de muleta, ele vai se adaptar e vai aceitar a medicação. Deu para entender, Rod, né? Perfeitamente. Inclusive, é as orientações que inclusive no centro espírita sempre fala, né? Nunca abandone se você já está com acompanhamento médico. O que vai acontecer é que a espiritualidade vai te auxiliar nessa questão, né? Sim, com certeza. >> O trabalho da psicologia vai também vai te auxiliar também a resolver essa questão, mas se você já tá com medicação prescrita, somente o médico vai dizer >> exatamente, >> porque na verdade vai é o que vai acabar acontecendo, né? Você recebendo a orientação correta, o trabalho investigativo da psicologia, né? Para trazer ali o o encaminhamento, ó, vamos mudar, vamos virar a página, vamos se concentrar nessa nova visão de vida. E aí mais atuação independente da religião, da espiritualidade, né? Aí o médico vai se convencer, não, você vou reduzir primeiramente a a dosagem aqui, né? Até o momento que dizer, não, agora você já tá seguindo por si próprio. >> É verdade. E você sabe, Rodrine, que nós estamos falando como espíritas, né? Eu sou uma profissional, estou espírita, mas nós temos hoje muito a a uma velocidade imensa. Tá sendo tratado pela medicina no mundo inteiro, a saúde e a espiritualidade. Tratar o paciente na sua religiosidade, na sua religião. Então, tá sendo colocado como primordial tratar o paciente na crença dele e diz que as melhoras têm sido acentuadas em qualquer diagnóstico. Isso é muito importante. >> É, eu já lembro do seu filho defendendo a fideologia. >> Isso. Isso. >> Eu achei bacana ele criar esse termo aí para trabalhar justamente isso. Mas

em qualquer diagnóstico. Isso é muito importante. >> É, eu já lembro do seu filho defendendo a fideologia. >> Isso. Isso. >> Eu achei bacana ele criar esse termo aí para trabalhar justamente isso. Mas segue aí, Marina. Então, outros fatores biológicos que vão influenciar na depressão, a predisposição genética, gente. Então, tem um histórico lá familiar também aumenta os riscos, tá? Então, o avô era, a avó era, o pai era, a mãe era. Aí tem essa predisposição genética, tem as alterações hormonais, que muitas vezes a gente vê depressão pós-parto, né, ou então uma alteração na tiroide. Isso também pode ser um fator biológico que desencadeia a depressão. Doenças crônicas, o uso de alguma medicação também pode favorecer quadros depressivos. a pessoa recebe um diagnóstico de câncer ou alguma outra doença que limita demais da conta à pessoa, um acidente que mobiliza a pessoa, deixa a pessoa numa cadeira de roda, também são fatores que desencadeiam eh fatores biológicos que influenciam na depressão, o impacto na autoestima, na motivação, na capacidade de lidar com os desafios na vida adulta, eh do jeito que nós estamos hoje, a tecnologia nos engolindo, eh, as coisas numa velocidade que nós já estamos no dia eh 23 de setembro. pensa bem e eh não dá para acompanhar mais isso. Então o impacto, esses impactos estão influenciando muito as pessoas e as pessoas são estão se deprimindo muito porque não conseguem mais acompanhar. E alienação na tecnologia não tá fazendo com que a pessoa se interaja, com que a pessoa aprenda a se relacionar, com que a pessoa tenha alegria de ter amigos, com que a criança não fique ali alienada no celular e o cérebrozinho dela que precisa de estímulo, que precisa de atividade motora, a área cognitiva em ação o dia inteiro, ela tá ali alienada, não forma o cérebrozinho dela. Então nós temos que pensar em tudo isso para que a gente mude, para que isso não aconteça. E a necessidade também de tratamento, um fator biológico, de acompanhamento médico e psicológico.

zinho dela. Então nós temos que pensar em tudo isso para que a gente mude, para que isso não aconteça. E a necessidade também de tratamento, um fator biológico, de acompanhamento médico e psicológico. E os fatores sociais, as condições socioeconômicas desfavoráveis. Eu acho que é é a pior de todas, né? Que isso daí acontece demais da conta, né? O desemprego, a pobreza, a falta de oportunidade. Pensa bem, gente, como deve ser difícil, né? as pretições culturais e sociais, o excesso de cobrança por sucesso, culturamente. Eu tenho que me formar, tenho que fazer uma posse, tenho que fazer mestrado, tenho que fazer doutorado, eu tenho que ser, é, são pressões, cobranças, padrões estéticos e reais que hoje tá levando as mulheres cada vez mais a buscar uma beleza que não existe nos padrões eh sabe, saudáveis da da vida cotidiana. E ela busca cada vez mais e ela se deprime porque ela não encontra. Quanto mais ela muda, mais ela perde a identidade, mais ela não se vê mais naquele corpo que ela modificou. Isso pode gerar depressão, comparação constante nas redes sociais, a exclusão social, o preconceito, a discriminação, as a violência, guerras e instabilidade social. Tudo isso são fatores sociais que podem desencadear e de forma grave a a depressão que tem levado milhões de pessoas a desistirem da vida. Por isso que esse nosso trabalho está sendo feito no setembro amarelo. E os fatores familiares, esse, gente, é muito importante. Eu dou muita ênfase ao fator familiar, porque nós temos que reestruturar a nossa família, principalmente repensar o uso da tecnologia. Ela é ótima. Eu falei pro, acabei de falar pro Rodney que eu vou sair dessa vida já pronta para voltar paraa próxima vida com uma tecnologia bem elaborada, né, Rodney? >> Verdade. Eu sei muito bem o que você tá dizendo, porque quando era pequeno para encher dois tanques de roupa, a gente usava o balde no poço. Aí eu sei o quanto é bom tecnologia. >> Ai, como é exatamente? Então, as relações familiares marcadas por

o, porque quando era pequeno para encher dois tanques de roupa, a gente usava o balde no poço. Aí eu sei o quanto é bom tecnologia. >> Ai, como é exatamente? Então, as relações familiares marcadas por conflitos, que isso, olha, se a gente for fazer uma uma uma estatística, isso acontece e sei, não sei dizer, não sei, a maior parte das famílias, porque ocorre, o corre, ocorre tecnologia, não dá tempo de olhar nos olhos, não dá tempo de conversar, não dá tempo de dialogar, não existe diálogo, né? falta de diálogo, os vínculos frágeis, porque não existe afeto, carinho, não existe ouvir o outro com empatia. Então, as relações familiares conflituosas geralmente desencadeia a depressão. Histórico de abandono. E abandono não é só abandonar a criança na rua. Abandono é deixar a criança sozinha no quarto. Abandono é ficar vendo a televisão o tempo todo e não conversar. Abandono é eu não ouvir a criança. Abandono é eu deixar a criança no celular para ela não me dar trabalho. Isso também é um histórico de abandono, de rejeição, de negligência e abuso também, né? E abuso também existe em várias faces, não só o abuso físico, a violência física, a a a emocional, também existe a violência emocional que é também eh aceita pela lei. A perda de entes queridos também, sem o suporte emocional adequado, também pode acontecer. É, a pessoa sente demais e fica deprimido. Ambientes muito críticos, ambientes autoritários, ambientes poucos afetuosos, isso também pode enfraquecer a autoestima. Então, esses são os fatores familiares e os fatores emocionais e psicológicos. Emocionais e psicológicos. traços de personalidade, como a pessoa que é perfeccionista, baixa autoestima, autrítica e muito acentuada, são pessoas que têm uma predisposição a desenvolver a depressão. também como fatores emocionais e psicológicos, a dificuldade de lidar com perdas e frustrações, isso pode fazer com que a pessoa desenvolvia, desenvolva uma super baixa autoestima e que também desenvolva a depressão. experiências traumáticas que não foram

ldade de lidar com perdas e frustrações, isso pode fazer com que a pessoa desenvolvia, desenvolva uma super baixa autoestima e que também desenvolva a depressão. experiências traumáticas que não foram elaboradas. Violência, violência sexual, violência emocional, bullying, rejeição, também são fatores emocionais e psicológicos. O sentimento de vazio é aquilo que eu busco, busco, busco, busco, busco. Aí eu vou pro celular, eu vou pro computador, eu vou, eu vou buscar a tecnologia como uma forma de, de fugir. A tecnologia hiperacelera meu cérebro, que é uma previsão da doença mais grave que a depressão, é a hiperatividade cerebral. E aí esse sentimento de vazio que nunca é preenchido, a falta de esperança, a falta de sentido na vida. E aí nós entramos com a crença, a religiosidade, a esperança e a fé para que essa pessoa aprenda a ter sentido na vida. E na psic na psicologia, esses fatores eles não atuam isoladamente. Geralmente a depressão, ela surge da interação entre a biologia, entre o ambiente familiar, entre o mundo interno e vai variar de pessoa para pessoa. Porque nós trazemos características já também de vidas anteriores, nós trazemos pendências que em certa idade vai vir à tona para que a gente elabore. Então nós temos vários fatores que vão influenciar do quando surge a depressão, como ela surge, em que intensidade ela é, se ela é leve, esporádica, se ela é grave. se ela leva a pessoa a desistir da vida. Então, tem vários fatores que influenciam a depressão aí nesse momento. E na visão espírita, vamos ver agora de acordo com Allan Kardec lá no livro dos espíritos, ele questiona os espíritos sobre o sentido da vida, sobre a dor, as provas e as consequências das pessoas desistirem de viver. E lá na doutrina espírita nos mostra que a vida, na verdade é uma oportunidade valiosíssima de aprendizado, de progresso, de evolução, de autoconhecimento. Mesmo quando a gente passa pelas piores dores, passa tudo, passa. Nós temos vários desafios e obstáculos durante a vida que a gente roga a Deus

ndizado, de progresso, de evolução, de autoconhecimento. Mesmo quando a gente passa pelas piores dores, passa tudo, passa. Nós temos vários desafios e obstáculos durante a vida que a gente roga a Deus forças para vencer, mas só vai passar quando chegar a hora certa. Então, a doutrina espírita, ela nos mostra essa oportunidade de que eu estou tendo essa dor. É uma forma de eu aprimorar, amadurecer o meu espírito, de eu trazer uma maturidade pro meu espírito, um aprendizado pro meu espírito, um autoaperfeiçoamento, uma autoestima mais elevada. Tudo isso nos ensina na doutrina espírita, como em todas as outras religiões, porque eu fui evangélica e eu participei da católica, eu estudei com Jeová com adventista, então eu conheço Deus. Eu não fiquei a não me ative, eu não me detive na religião, mas sim que todas elas eu encontrei o mesmo Deus. E não importa de que forma o adolescente hoje descreva esse Deus, não vá contestá-lo ou querer cobrar dele que ele precisa acreditar em Deus. Acolha ele no que ele acredita, porque ele tá falando do nosso Deus. O importante é a gente valorizar o que ele acredita. E também na visão espírita, segundo Allan Kardec, eliminar a vida, embora compreendido como resultado de um grande sofrimento, que muitas vezes também vem junto com uma demenciação, que isso pode acontecer, eliminar a vida é visto também com uma fuga que não liberta o espírito, não liberta, mas que o mantém ligado as dificuldades que ele buscava evitar. Ou seja, quando uma pessoa tenta tirar a própria vida, ela está querendo matar não o corpo físico dela, mas a dor. A dor é tão profunda que ela ela se desestabiliza, ela demencia e ela quer matar aquela dor, tanto na automilação como também na na tentativa de eliminar a vida. Só que nós como espíritas, nós sabemos e outras religiões também sabem que o corpo morre, mas que o espírito sobrevive ao corpo. E esse espírito vai continuar a viver, vai ver que não morreu e que a dor que ele tinha no corpo é mais acentuada do que quando ele estava aqui. Então, de

morre, mas que o espírito sobrevive ao corpo. E esse espírito vai continuar a viver, vai ver que não morreu e que a dor que ele tinha no corpo é mais acentuada do que quando ele estava aqui. Então, de acordo com Allan Kardec, a gente tem as dificuldades, nós temos que lutar porque tem recursos. É só buscar os recursos, é só a família ajudar o o depressivo a buscar os recursos a qualquer custo. Todos os recursos que estão ao alcance, que a pessoa vai encontrar sentido para continuar lutando. Mas se eu desistir, aí fica muito mais difícil. Rodney, tem alguma coisa para falar? Mas é lógico que eu tenho, nossa, eh, foi muito bom você ter comentado justamente as questões de dos medicamentos, né, que geralmente a gente não vê essa abordagem, tá, do, né, digamos assim, não é uma coisa ruim, é justamente o tratamento, porque já tá no corpo físico, mas a questão eh do apoio emocional, da questão do apoio também espiritual, que em alguns programas você falou muito bem, a rede de proteção, né? A rede de proteção. E aí você foi linkando justamente as problemáticas que o ser humano já adulto enfrenta, né? É uma separação, né, de um casal é é algo assim também terrível paraa mulher, né, ou pro homem, dependendo da de quem ama mais ali naquela questão, né, a questão do abandono, abandono do lar, é é algo assim realmente o luto, como você muito bem falou, às vezes a pessoa tem três filhos, mas um faleceu, os outros também parece que faleceram, porque a pessoa fica, que nem você falou, se fecha num embotamento que não perce percebe que tem os outros filhos, que a vida continua e tem outras pessoas, às vezes tem até netos, mas não, mas se fecha. Inclusive isso aconteceu com a minha avó quando ela estava aqui transitando com nós aqui no ORB, né? A três filhos, a filha do meio faleceu, ela entrou justamente nesse ciclo, né, de se fechar de tal maneira que os outros dois não >> tanto faz como tanto fez de desistir, né? Então assim, mas ela mergulhou nisso aí profundamente, né? até chegar o

trou justamente nesse ciclo, né, de se fechar de tal maneira que os outros dois não >> tanto faz como tanto fez de desistir, né? Então assim, mas ela mergulhou nisso aí profundamente, né? até chegar o momento da desencarnação dela, tudo. Mas é assim, eh, é porque eu era ainda jovem, mas assim, os filhos não tiveram esse olhar como você tá convidando. A falta de informação, gente, agrava a situação, né? >> Aham. >> Porque justamente a gente vai julgar, não, isso aí é frescura da pessoa, ela quer ficar assim mesmo. >> Não é de é incontrolável. >> É incontrolável. Então, a necessidade de você adquirir esses esse conhecimento que tá sendo deixado aqui para você, desde o programa número um até o número cinco é justamente para alertar as famílias que isso está ocorrendo em larga escala, tá? Então, digam assim, a depressão vai levar a uma outra situação. Marlene, eu quero trazer também o seguinte, Andreia Cleans. >> Ah, minha amiga. >> Exatamente. Então, eh, quando eu apresentei para ela um filme chamado Solitude, a gente criou eh até o produtor falou assim, ó, criem debates sobre esse filme, passa pra comunidade e depois façam o debate. E o bom que ela é uma psicóloga como você. E aí ela trabalhou alguns temas importantes. E a quem assiste o filme Solitude, >> eu vou deixar na descrição, depois que você assiste a live, tem a descrição que você olha lá. Vou deixar o link desse filme, desse filmete, para que você na casa espírita ou em qualquer instituição religiosa, né, no bairro ou você que trabalha com esses grupos de apoio, possa assistir. Eu lembro muito bem que a gente foi em Araucária, Marlene, e aí a gente passou o filme, >> daí ela começou a falar sobre os detalhamentos, os sinais. A pessoa era acostumada a levantar cedo, abrir a janela, olhar o dia lindo. Se tiver, se tiver chovendo, não tem problema nenhum. Aí trocou por aquela questão de ficar no escuro, tudo fechado, já levanta mais tarde, já não cuida da aparência, né? Então assim, a os sinais são visíveis. A

e tiver chovendo, não tem problema nenhum. Aí trocou por aquela questão de ficar no escuro, tudo fechado, já levanta mais tarde, já não cuida da aparência, né? Então assim, a os sinais são visíveis. A gente que às vezes tá tão distraído que a gente não percebe que a pessoa do lado tá passando por isso, né? E no exatamente >> retrata isso >> aí foi feita uma dinâmica, todo mundo fecha os olhos, apenas o pessoal que tá na casa espírita lá, que ficaram assim no entorno da plateia, ficaram observando todo mundo. >> Ela pergunta assim: "Quem já pensou em desistir da vida, levante a mão". Aí as pessoas levantaram a mão e o pessoal rapidamente foi identificando. Depois quem já tentou aí ergueram a mão mais alguns poucos lá, né? >> Com os olhos fechados. >> Com os olhos fechados. Então ninguém ficou >> sabendo do outro, >> sabendo um do outro, mas a a equipe foi orientado para anotar e marcar qual em que lugar a pessoa tá sentada ali para depois chamar para um atendimento fraterno personalizado. Ah, >> tá? Então achei muito legal. fazer esse tipo de movimento para identificar na própria comunidade, porque se você faz a palestra e não faz uma dinâmica, você não sabe. >> Exatamente. >> E e isso também ocorreu no encontro de família, mandaram fechar os olhos e depois você revelou que 30% daquelas pessoas que estavam numa roda de conversa estavam com 30% de pessoas que tinham pensado. >> Você já pensou? >> Inclusive duas crianças. Ah, >> e que a mãe falou assim: "Eu e as minhas duas filhas, eu já tentei três vezes, mas minhas filhas elas pensam também nessa situação e são pequenas, né? >> Já pensou? >> Então assim, tudo isso acendeu esse alerta. Então não é uma brincadeira, é algo muito grave, né? Muito grave e tem que ser trazido aqui além das questões espirituais. >> Uhum. Aí uma questão, Marlene, que eu que eu fiquei intrigado. Eu fui recentemente num centro espírita e a pessoa que dirige os trabalhos lá, ele já olha assim na pessoa e ele tem essa mediunidade e ele já pergunta pra

ão, Marlene, que eu que eu fiquei intrigado. Eu fui recentemente num centro espírita e a pessoa que dirige os trabalhos lá, ele já olha assim na pessoa e ele tem essa mediunidade e ele já pergunta pra pessoa, você já pensou, né? A pessoa já. Então ainda dá tempo da gente dar um apoio para você, porque existe uma dificuldade para quem já tentou. Isso é real mesmo, Marlene, porque digamos assim, é mais fácil ainda o tratamento para quem está só no pensamento do que aquele que já fez algumas tentativas. Eu acho que para mim é tão importante quanto. Para mim é tão importante quanto Rodney, porque a gente tem que identificar e prevenir e quando identificar que já eh tentou tratar. >> Eh, eu trago isso pelo seguinte, que como ele é um médium Sim. e e ele ele tem essa essa predisposição orgânica de identificar. E ele perguntou se tá, ele já identificou. >> Ele ele tem falado assim que eh as pessoas que já estão tentando já tão com eh espíritos, né, inimigos do passado já ali, incentiv influenciando muito forte. Exatamente. Exatamente. >> Ele que ele até explicou que depois da depressão, o próximo passo é a pessoa chegar ao ponto eh de existir. >> A síndrome do pânico. >> Aham. >> Que daí o próximo da síndrome do pânico é da cabo da existência. >> Então ele explicou direitinho. >> Exatamente. >> E aí aí ele falou assim, ó, o tratamento espírita, né? Por isso que é bom estar no atendimento fraterno, >> porque afasta as influências, né? >> Afeaça as influências, né? Então, digamos assim, tem a somatização, porque aquele negócio, baixou frequência, eles vêm, né? >> Vem, >> eles vêm. Então, de repente algo acontece de o de tirar você do seu do seu equilíbrio emocional. Por isso que a Marlene falou muito bem, não é questão de saúde mental, é emocional, porque assim que algo tira você, né, do seu emocional equilibrado para uma situação, aí que pode ser a brecha que a espirituidade inferior, né, dos nossos inimigos do passado ou os oportunistas da nossa invigilância para a gente permanecer

seu emocional equilibrado para uma situação, aí que pode ser a brecha que a espirituidade inferior, né, dos nossos inimigos do passado ou os oportunistas da nossa invigilância para a gente permanecer muito tempo nessa questão, eles vêm e acabam complicando a situação, né? >> Exatamente. Atrapalhando nossa vida, né? Perfeito. >> Então tá. Então damos a sequência aqui falando da conexão entre a visão psicológica e a visão espírita. Na visão psicológica, eh a psicologia busca compreender e tratar a depressão eh no campo da saúde mental e emocional, né? No espiritismo amplia a visão para além da vida presente. Quer dizer, a vida não acaba, a vida continua trazendo esperança, trazendo consolo, trazendo entendimento sobre as causas profundas e o valor dessa nossa existência. Porque nós sabemos, nós acreditamos que nós vamos voltar. Então, a gente tem que fazer tudo que nós viamos fazer aqui pra gente não ir com mais débitos para outra existência. E ambas as perspectivas, olha que interessante, Rodne, tanto a perspectiva psicológica como a espírita se complementam, porque a psicologia oferece os meios científicos de cuidado e a espiritualidade fornece o ser na fé, na resiliência e na esperança. Então, por isso que eu sou psicóloga e sou espírita, eu sou espírita psicóloga. Não tem jeito de separar mais uma da outra. porque os dois são muito parecidos. Então, para que a gente já vá caminhando para o nosso final, eu espero que todos possam refletir principalmente sobre a valorização dessa vida, a valorização dessa oportunidade. E a depressão, na verdade, ela é uma realidade que ela merece acolhimento, tratamento e amor. Ela merece. E na visão espírita, a vida é sempre um bem maior, é sempre um dom de Deus. E essa visão nos convida ao aprendizado e ao progresso. Tem lá uma frase que o que diz: "Não se canse, não vos canseis, pois de lutar e viver, porque cada dia um degrau na escala, na escada que nos conduz à verdadeira felicidade. E aqui a as áreas dos cérebros eu eu já

ase que o que diz: "Não se canse, não vos canseis, pois de lutar e viver, porque cada dia um degrau na escala, na escada que nos conduz à verdadeira felicidade. E aqui a as áreas dos cérebros eu eu já mostrei ali na figura, então eu não preciso é mostrar para vocês. E aqui a o Rodney já mostrou as nossas lives anteriores que eu espero que todos acessem, porque o aprendizado tanto pro adolescente como pro adulto eh começa lá nas lives anteriores, na infância, na adolescência e no do adulto. E aí nós encerramos, Rodney, a nossa live. >> É, exatamente. Dá uma saudade. Já tá acabando. Falta só mais um que é o quinto, mas >> de qualquer forma, eu acho que vai ser muito importante, >> vai >> as famílias acessarem. Você que é um trabalhador espírita também pode acessar esse material para que as casas espíritas também possam. qualquer qualquer um pode acessar aqui esse conteúdo, porque ele é relevante em muitas informações, como eu falei, eh, eu nós já passamos por essa situação e não tivemos nenhum conhecimento, né? Passamos despercebidos, né? Olhos vendados, né, nessa situação na época da minha avó, né? Então, eh, se a gente tivesse essa informação, a gente tinha procurado uma uma >> uma ajuda, >> uma profissional, >> é. uma questão espiritual. Então, tudo isso caminha junto, como ela bem fechou aqui, ó. E tudo aqui é em conjunto, né? Essa rede de proteção e e esse olhar mais atento a quem tá à nossa volta, né? Primeiro dentro da família e fora dela também, né? Então, que a gente possa perceber. Então, o filme Solitude também tem esse esse olhar, viu, gente? Até o comerciante não tinha percebido aquela pessoa que sempre esteve no comércio dele tomando seu cafezinho. Ele não percebeu a mudança. Mas assim, é importante essa nossa percepção do que acontece primeiramente conosco, quem está conosco e a quem faz parte ao nosso redor. Marlene, eu sou muito grato, assim, sabe? Foi assim providencial a gente fazer esse convite para você aceitar o desafio do setembro amarelo e você rapidamente já me trouxe cinco

parte ao nosso redor. Marlene, eu sou muito grato, assim, sabe? Foi assim providencial a gente fazer esse convite para você aceitar o desafio do setembro amarelo e você rapidamente já me trouxe cinco temas importantes pra gente trazer aqui na na live especial e agradecer também não só o canal da Rádio Espírita do Paraná, a Conecta Espiritismo TV, pela oportunidade da gente também estar aí com o público de vocês, eh, compartilhando esse material, tá, pessoal? Vocês podem copiar, podem eh eh colocar em outros canal, não tem problema nenhum, porque isso daqui >> é para ajustar, >> é um programa de utilidade pública. E quando a gente fala que é de utilidade pública, já não nos pertence, pertence a toda a rede aí que quiser utilizar, tá? A gente não se preocupa com isso. A gente quer que a informação chegue aonde tem que chegar. E muitos dos relatos que nos chegam é que as pessoas que assistiram encaminharam. >> Aham. Ah, assista aí, meu amigo. Veja, veja aí. E aí eles não sabiam que de repente aquela pessoa tava pensando nisso de desistir da vida ou pela falta de informação. Então, a gente recebe aqui testemunhos chocantes e muitos assim que nos indicam que nós estamos na direção certa, né, Marlene, de >> Sim, >> distribuir esse material, como ela falou. Eu não posso sair daqui do planeta sem poder compartilhar, >> passar tudo que eu tenho guardado aqui como experiência de vida, tá? >> E isso foi uma coisa que eu pedi a Deus. >> É, tá aí, ó. E foi dado, Marlene, muito obrigado e até a próxima, próxima terça-feira. >> Até a próxima. Até a próxima terça.

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