Setembro Amarelo 01 | Entendendo e aprendendo a lidar com a depressão.

Conecta Espiritismo TV 02/09/2025 (há 6 meses) 40:22 13 visualizações 2 curtidas

Busque conhecimento: Entender mais sobre a depressão ajuda a lidar melhor com a situação e a oferecer a ajuda certa. Apresentação: Rodney Lara Orientações e esclarecimentos: Dra. Marlene Venâncio da Silva Psicóloga e Expositora Espírita Transmissão em rede: Conecta Espiritismo TV e Rádio Espírita do Paraná 💡 Conte com nossos voluntários 📲 #Ligue188 ou acesse 🌐 cvv.org.br #CVV #CVV188 #conexao #ApoioEmocional #Conexões #EscutaEmpática #ValorizaçãoDaVida #saúdemental Se você é Espírita | Conecta Saiba mais em: www.conectaespiritismo.com.br Instagram: @conectaespiritismooficial Facebook: https://www.facebook.com/conectaespiritismo

Transcrição

Boa noite, meus amigos, minhas amigas. Sejam bem-vindos ao especial que nós estamos construindo do Setembro Amarelo, trazendo mensagens positivas e também informações relevantes para esse mês que é tão necessário a gente apresentar a valorização da vida, tá? Você pode participar deixando aqui o seu comentário no chat e também quando terminar a live você pode encaminhar esse conteúdo porque é importante que chegue a tantas outras pessoas que necessitam dessa informação. E precisando, gente, não se acanhe, 188, você pode ligar de qualquer parte do país, né, para ser atendido pelos voluntários do CVV, o Centro de Valorização da Vida. Ou você pode também procurar uma instituição, a sua casa espírita, o seu templo, a sua igreja, mas que você busque apoio, não se isole, tá gente? Vamos trazer aqui para dentro da live a nossa querida Marlene Venâncio. Boa noite, Marlene. Tudo bem com você? Vamos lá, vamos trazer ela aqui pra gente. Olá, >> boa noite, Rodne. Boa noite a todos que estão nos ouvindo. Que nós possamos ser intuídos na nossa missão tão nobre, tão importante de tentar ajudar, salvar vidas. >> Muito bem. E vamos já falando qual é o tema desta noite, que que a Dra. A Marlene preparou de material pra gente aqui, estáamos conversando e sendo apresentado a à população em geral. >> Como nós temos eh cinco temas para esse mês, né? Nós vamos ter cinco temas. Eu dividi, eh, e sempre falando da depressão. Então, entendendo a depressão, que a compreensão em caminhos de esperança para o nosso programa Apoio emocional na visão tanto psicológica quanto espírita. Então, por que a depressão? Porque é da depressão, que a pessoa entra num estado de embotamento, como nós vamos ver lá na frente, e acaba buscando suicídio muitas vezes. >> É, e isso é é bem relevante trazer, pontuar isto, tá? Eh, inclusive quando se fala disto, tá, geralmente o algoritmo tenta travar a sua disseminação, porque as pessoas precisam fazer um seguinte movimento. Como a gente tá falando sobre depressão e esse

? Eh, inclusive quando se fala disto, tá, geralmente o algoritmo tenta travar a sua disseminação, porque as pessoas precisam fazer um seguinte movimento. Como a gente tá falando sobre depressão e esse mês é específico sobre essa questão do suicídio, então quando a gente fala essa palavra, pode ver que em alguns canais fica um pi ou só fala sui, né? Eles fazem um jeito para não falar a palavra completa, >> mas se você clicar no curtir e colocar lá seus comentários, né? Então, eh, isso é necessário para que a plataforma entenda que este tipo de abordagem, principalmente como uma profissional, psicóloga da área, que vem trazer um contributo para nós, é necessário que a gente faça esse movimento, porque senão a própria plataforma ela não vai fazer essa indicação, ela vai travar. Aí a gente vai ter poucas visualizações e não é por isso que a gente tá atrás de visualizações, não. Mas é que a importantância do conteúdo precisa chegar pras pessoas que necessitam de orientação. Então, nós temos que fazer a nossa parte, dá o seu like aí, o curtir, eh, encaminhar paraas pessoas, colocar em outras redes sociais, no Facebook, o link, aonde você que desejar, mas fazer essa multiplicação para que não aconteça da plataforma barrar esse tipo de conteúdo, né, Marlene? A gente tá vendo isso que a gente fica com o pé atrás porque tem tantas outras coisas que andam passando, né? A plataforma não segure. Nem me falha. Mas vamos, >> mas eu vou tentar não usar o termo e substituir. Se eu tiver algum deslize, será que eles cortam tudo ou não? >> Não, mas não. Se a gente se a gente colocar aqui na descrição, na sequência o a referência do CVV, tá? >> O número 188 para as pessoas ligarem e a gente tá ali dando curtir, fazer esses encaminhamentos e colocar aí em comentários que esse conteúdo foi bacana. Aí a plataforma em si, ela vai verificar que é algo relevante e aí vai verificar, Marlene, que realmente é para ser um conteúdo informativo, educativo, tá? >> OK. >> Não é apologia para fazer isso aí, mas é

lataforma em si, ela vai verificar que é algo relevante e aí vai verificar, Marlene, que realmente é para ser um conteúdo informativo, educativo, tá? >> OK. >> Não é apologia para fazer isso aí, mas é tudo isso. >> Sim, com certeza. >> Então vamos lá. Que tem aí para nós aí, Marlene? >> Então, Rodney, o nosso objetivo aqui, na verdade, é a gente compreender a depressão sob a ótica psicológica e espiritual, né? e oferecer caminhos, oferecer esperança de superação. Tudo que acontece na vida, na nossa vida, tem uma forma de superar e a depressão também. E nós não podemos, na verdade, que isso fique bem claro, porque eu sei que isso é escrito na lá na na no YouTube também, que e nosso nossa palestra ou tudo que nós falamos não substitui tratamento médico psicológico, mas sim nos agrega reflexões. Então, que isso fica bem claro. Então, pra gente entender a depressão da da perspectiva psicológica, vamos primeiro entender, que tá lá no DSM5. O que que é o DSM5? É o manual diagnóstico e de estatísticas de transtornos mentais, tá? E tem o CID 11, que é a classificação internacional da doença de doenças que foi publicado pela Organização Mundial de Saúde. Então, está lá a nos no Código da Organização Mundial de Saúde, no DSM, está a depressão. E o que é a depressão? Na verdade, é um transtorno do humor que é caracterizado, muitas vezes a pessoa aprende a identificar, que nós vamos ver lá na frente também. por uma tristeza persistente, por perda de interesse pelas coisas, por fadiga, cansaço, que não tem vontade de fazer nada, por alteração no sono, no apetite, por pensamentos de também não querer mais viver, querer eliminar a possibilidade de continuar vivendo. E essa nós temos que aprender a diferenciar uma tristeza passageira, Rodney, de uma tristeza de um transtorno depressivo. É muito diferente. A gente tá triste porque não deu certo uma coisa, porque sepou, porque perdeu a namorada. É muito diferente a gente passar por um transtorno que acaba eh se repetindo. E os fatores de risco, os fatores de risco

triste porque não deu certo uma coisa, porque sepou, porque perdeu a namorada. É muito diferente a gente passar por um transtorno que acaba eh se repetindo. E os fatores de risco, os fatores de risco em relação à depressão podem ser genéticos, podem ser neuroquímicos, como nós vamos ver na próxima imagem que eu vou explicar algumas coisas, podem ser ambientais e psicossociais. E é muito importante o diagnóstico e o tratamento através de psicoterapia, de modifica de de medicação, de suporte social. E o mais importante que eu trabalho com depressivos há 38 anos. Não é fraqueza, não é falta de vontade, não é preguiça, não é que a pessoa não se esforça, não. É um transtorno depressivo que a pessoa perde totalmente o controle da sua vontade, das suas ações. Então vamos ver lá no cérebro como acontece através dessa imagem, como que acontece, aonde acontece, em que parte do cérebro acontece esse prejuízo da depressão. Vamos lá, Rodney. >> Tá OK? Então, a gente vai mudar de cena para mostrar para vocês aqui a arte, que daí a Marlene vai explicar, porque daí já ajuda, né? O o material áudio, o material visual aqui ajuda bastante. Só um pouquinho, gente. Vamos lá. Aqui. >> Aí, estamos aí. Fica à vontade, Marine, para explicar. >> É uma coisa que eu nunca me conformei, não aceitei. Eu pensei até de procurar, de fazer um protótipo e lançar de um cérebro, porque você vai no gastro, o que você vê em cima da mesa, o estômago. Você vai no ortopedista, o que tem? um esqueleto, você vai num pneumologista, tem um pulmão, num cardiologista tem um coração. Agora pensem bem, quem já foi num neurologista, num psicólogo ou num num psiquiatra, se tem um cérebro lá em cima da mesa dele para explicar as áreas correlatas do cérebro. Então nós vemos aqui, olha, um cérebro sadio real brain e o brain with depression, que é o cérebro com depressão. Olha a área do cérebro que é afetada. Então quando as pessoas têm preconceito, eu não vou em psiquiatra porque não tô louco, eu não vou no psicólogo porque eu vou, tô

n, que é o cérebro com depressão. Olha a área do cérebro que é afetada. Então quando as pessoas têm preconceito, eu não vou em psiquiatra porque não tô louco, eu não vou no psicólogo porque eu vou, tô louco. Ah, não adianta eu tomar remédio que não vai mudar. Nós temos que uma das consciências da depressão é que tá ali, ó. Se adoece seu estômago, se adoece o seu pulmão, seu coração, se adoece seu ouvido, seu, o cérebro também adoece. Então, a medicação, na verdade, ela é para tratar e estabilizar a doença, para que a pessoa possa, através da psicoterapia, de um atendimento fraterno ou através de de um grupo de apoio, tentar mudar a condição dela. Obrigada, Rodney. Então, a depressão ela é muito mais do que tristeza passageira. Na verdade, ela é um momento muito difícil. Eu já peguei pessoas depressivas que eu realmente tive dúvida se eu ia conseguir ajudar. Eu peguei pessoas depressivas que eu levei 1 ano e 7 meses paraa pessoa sair da depressão. Eu peguei pessoas depressivas que pareciam um robô, um autôno, um automo atual, assim, uma pessoa sem um robô, na verdade. Então, é muito difícil, é uma tristeza, mas ela não passa. é uma condição médica muito séria, multifacetada. Por que que é multifacetada? Porque ela tem várias faces, ela se apresenta de várias formas e ela afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Tanto que foi previsto para esse século, né, a doença que mais vai se ser diagnosticada no mundo é a depressão. E ela interfere na capacidade da da pessoa funcionar no dia a dia, nas relações, na percepção de si mesmas. Ela se perde de si mesmo. Ela e ela compreendendo a depressão, Rodney, é um primeiro passo rumo a cura e a esperança. Então, o que acontece com a pessoa é um estado de embotamento. Eu espero daqui de fora. Eu espero do externo, do social. Eu espero do meu trabalho, da minha vida conjugal. Nada acontece do jeito que eu quero. Eu vou me fechando. Eu vou me fechando. As pessoas não me entendem, as pessoas não me compreendem. Eu não consigo mudar

ro do meu trabalho, da minha vida conjugal. Nada acontece do jeito que eu quero. Eu vou me fechando. Eu vou me fechando. As pessoas não me entendem, as pessoas não me compreendem. Eu não consigo mudar e eu vou me embotando, me embotando, me embotando até que eu fico em estado de concha dentro de mim mesmo. E aí é muito difícil sair sem um tratamento. E isso pode levar com que a pessoa possa pensar: "Eu não quero mais viver, não quero mais viver". E aí ela quer encerrar essa dor. Na verdade, a pessoa não é que ela não quer mais viver, ela quer minimizar ou eliminar a dor que ela tá sentindo e isso não vai acontecer. E aí nós vamos ver na visão espírita pra gente ver como é que isso funciona. Eh, através da dor e da esperança, como que Allan Kardec lá no livro dos espíritos, na questão 943 e na questão 95, o que ele traz? As causas morais do desgosto da vida e de a pessoa não querer mais viver. Então o que ele diz que o sofrimento, na verdade pode ser uma oportunidade de aprendizado e de crescimento espiritual. Mas como espírita gosta de sofrer? Não, espírita não gosta de sofrer. Simplesmente eu tenho lá um problema sério que me tirou o meu prumo, o meu equilíbrio. Eu não posso entrar ali na bolinha do problema e ficar lamentando que não muda, lamentando que não melhora, lamentando que não é do jeito que eu quero. Eu tenho que olhar de fora e ver. Pera lá, se isso tá tão pesado para mim, o que eu posso fazer para me melhorar? O que eu posso fazer para mudar essa situação? Então, eu tenho a oportunidade de entrar no problema e deixá-lo se tornar uma patologia, como eu tenho a oportunidade de ficar doente. É uma escolha. E sempre é uma escolha. Por mais cruel que possa parecer, sempre nós temos através de todos os nossos problemas, de todos os problemas de nossa vida, a escolha de permanecer na bolinha ou da gente sair e olhar de fora e ver o que tem que aprender. E aí Kardec nos traz também o livre arbítrio, que é uma responsabilidade diante da vida. Então aqui nós não sabemos que nós não

a bolinha ou da gente sair e olhar de fora e ver o que tem que aprender. E aí Kardec nos traz também o livre arbítrio, que é uma responsabilidade diante da vida. Então aqui nós não sabemos que nós não tivemos uma existência só, tivemos várias existências. Então, tudo o que acontece com a gente nessa existência é uma oportunidade de eu corrigir erros do passado, corrigir problemas que aconteceram comigo e que eu falhei. >> É só um pouquinho, Marlene, que travou aqui um pouquinho a tua internet, tá? >> Ah, enquanto isso, deixa eu tomar água. Como eu tô mal, eu não eu tô com muita sede. >> Tom água. É. Ah, o pessoal entende, né? A gente tem transmissão da internet e às vezes acontece eh esses tipo de problemas tecnológicos ainda, mas mesmo assim a gente já tem um ganho, né, na tecnologia, pelo menos pra gente poder fazer isso, falar com uma pessoa às vezes que tá do outro lado do mundo e fazer uma live, tá? Então, Marlene, só vou pedir para você repetir novamente esse trechinho, tá? Que eh assim que você começou a falar de Allan Kardec aí, tá? >> Sim, Allan Kardec. Eh, eu estava no livre arbítrio, né? O sofrimento é uma oportunidade de aprendizado e crescimento. >> Então, não é que a gente gosta de sofrer, não. O espírita gosta de sofrer, não é verdade? Na verdade, a oportunidade do aprendizado é quando eu tenho um problema e eu não entro na bolinha do problema. Eu saio dela, olho para fora, pera lá, eu não preciso ficar aí sofrendo, me lamentando, meses, um ano, 2 anos. Eu tenho que olhar para fora e ver o que eu tenho que aprender. Que aí Kardec nos diz do livre arbítrio, que é uma responsabilidade diante da vida, porque nós não tivemos uma existência só. Nós temos, tivemos várias existências. Então, o que eu cometi de erro lá no passado, eu não vou pro inferno. Eu não vou arder no no fogo do inferno a eternidade, não vou. Eu recebo pela bondade divina uma oportunidade para eu corrigir os erros e seguir em frente em desenvolvimento, aprendizado e evolução. E Kardec nos diz também que a vida é um

o a eternidade, não vou. Eu recebo pela bondade divina uma oportunidade para eu corrigir os erros e seguir em frente em desenvolvimento, aprendizado e evolução. E Kardec nos diz também que a vida é um bem divino e que nós temos que preservá-la. E também através de mensagens de esperança. Eu coloquei aqui porque a dor na verdade ela é transitória, ela passa. O que que nós temos que fazer? A pessoa quase não ora porque não tem nem força para orar, para pedir, mas ela passa. O que eu tenho que pedir? A dor tá aqui. Eu tenho que cuidar dessa pessoa com tudo que nós vamos indicar aqui. Mas aqui essa outra tem que pedir a Deus para que dê força, não para que Deus faça passar a dor, porque aí não passa, eu vou ficar bravo com com Deus. Então eu tenho que na verdade pedir para que ele me dê forças para eu vencer. a dor, porque a dor é passageira e a alma é imortal. Agora vamos ver, Rodne, alguns pontos de convergência entre a psicologia e o espiritismo. >> A hã, antes de se adentrar esse assunto, >> sim, pode falar também. >> Eu eu acho eu acho legal assim, eh, uma vez eu assisti a sua palestra, tá? E você trouxe assim algo que foi muito bacana. As pessoas que estavam assistindo naquele momento, elas puderam fazer uma autoanálise, porque você falou bem assim, ó, imagine uma linha reta, tá? Para baixo são situações negativas que acontecem na nossa vida e acima coisas alegres, né, que também nos elevam, né? Então assim, ela falou até até falou assim, lembra do do do eletrocardiograma que tem para cima, para baixo, cima, para baixo? Então ela falou, ela ela explicou bem assim, ó, veja bem, aconteceu um luto na família, né? Todo mundo se fica impactados, eh, os amigos ficam impactados porque é a perda de um ente querido, né? A a maioria do pessoal fala perda de um ente querido. Nós espíritas a gente só sabe que ele fez a passagem, continua, continua vivendo no mundo espiritual. Mas a gente analisa que você fala assim, analisa quanto tempo você fica na parte negativa, né? Existe um período, se você fica muito

ele fez a passagem, continua, continua vivendo no mundo espiritual. Mas a gente analisa que você fala assim, analisa quanto tempo você fica na parte negativa, né? Existe um período, se você fica muito prolongado, já é um sinal de depressão, né? Se fica lá é muito eufórico, já é também um outro sinal. Lembra que você explicou isso pra gente? Aham. Sim. E a gente tem que realmente, como eu falei, né, do da gente ficar na bolinha ou sair da bolinha também. Então, eu tenho lá os problemas, eu escolho, eu tenho livre arbítrio de escolher. É claro que a gente tem o direito de sofrer, de lamentar, de ficar bravo e tudo isso. Não é que eu tenho que ser santinho e aceitar tudo com resignação, mas eu tenho que seguir em frente, eu tenho que ver que isso vai passar. Então eu tenho que pedir forças para que eu olhe mais o que está acima da linha do que o está abaixo. Senão eu vou abaixando, abaixando, abaixando, abaixando, até que eu não consigo mais sair do abismo sem ajuda. É isso, né? >> É isso mesmo. E ainda você fez um, ressaltou algo importante que a gente vai relembrar aqui, que eh você fez essa análise e você identificou que você tá mais na linha de baixo, aí tem somatização, né? Porque >> parece que veio um combo, né? né? Não é só uma situação, vem mais situações que reforçam para você ficar mais para baixo. >> Exatamente. Exatamente. Então, vamos ver aqui os pontos de convergência entre a psicologia e o espiritismo. A psicologia, o foco da psicologia é no equilíbrio emocional e na funcionalidade. Ou seja, eu tenho que lidar com todos os recursos que eu tenho, que me são oferecidos para eu vencer a doença. e eu tenho que me esforçar para sair da doença. E eu conheci uma uma paciente há muitos e muitos e muitos anos atrás, mais de 30 anos atrás, uma mulher tão linda, de uns olhos azuis, igual a cor dessas nuvens aí atrás, um cabelo loiro, uma moça, uma mulher loira, que ela parecia um fantoche. E, e, e, eu falei pr ela, você vai ter que se arrastar feito cobra para sair dessa situação. E ela saiu. Ela

nuvens aí atrás, um cabelo loiro, uma moça, uma mulher loira, que ela parecia um fantoche. E, e, e, eu falei pr ela, você vai ter que se arrastar feito cobra para sair dessa situação. E ela saiu. Ela saiu. Então, é isso que nós temos que ver. E no espiritismo, o foco é no sentido da vida e na evolução espiritual. É o que eu falei lá atrás. Eu tenho que saber que eu não tenho só uma existência, que eu tive várias e que os erros que eu cometi lá, Deus me fez tá fazendo, eu repetido, fazer tudo de novo para poder acertar e melhorar. E aí depois disso, a evolução espiritual. Então eu venço e evoluo. E quando eu venço, consciente de que eu busquei todos os recursos, de que eu aprendi tudo a respeito da doença, porque nós temos preguiça de aprender, preguiça de ler, preguiça de ouvir os vídeos, né? Então, quando eu realmente aprender, eu vou dar um salto, eu vou subir mais um degrau na nossa evolução espiritual. Agora, ambos convergem na necessidade de acolhimento humano, a empatia, a escuta, a rede de apoio, a busca de ajuda profissional, médica e psicológica, a conexão espiritual, valores que transcendem eh fator protetivo. Pode ter aqui muitas pessoas que não são espíritas, não faz mal. Ninguém tem que se tornar espírita. Uma coisa que eu tenho orgulho do espiritismo é que ninguém convence eu queira queira converter ninguém. Pode sim fazer o tratamento e continuar na sua religião, professar a sua fé. É a saúde e espiritualidade e não a religião que a gente impõe pra pessoa para melhorar. Então, vamos dar alguns exemplos práticos de suporte, que seria o grupo de apoio, oração, passe, a psicoterapia, atividades físicas e sociais. Eh, eu vou falar mais para frente do evangelho no lar, da água fluidificada. Então, nós temos várias alternativas. Nós vemos também a depressão eh na dentro do tema da depressão, caminhos de esperança e caminhos de prevenção. Para que que eu vou deixar chegar lá no fundo do poço as linhazinhas lá do eletrocárdio lá todas só embaixo, nada nenhuma em cima,

do tema da depressão, caminhos de esperança e caminhos de prevenção. Para que que eu vou deixar chegar lá no fundo do poço as linhazinhas lá do eletrocárdio lá todas só embaixo, nada nenhuma em cima, né, Rodney? Não dá. Então, vamos ver estratégias psicológicas que nós podemos reconhecer sinais precocemente. Terapias baseadas em evidências como a terapia cognitivo comportamental, como a psicodinâmica. tem várias opções que podem ajudar a pessoa a vencer a depressão. E importância da rede de apoio. Rede de apoio, eu digo também, esse aparelhinho aqui que temos em nossa mão, o tempo todo, se você abrir, tem milhões de mensagem. Procura lá no Google ou no Yá, procura lá. Eh, mensagens de apoio à depressão, mensagens de motivação, eh alternativas de tratamento. E ouve, ouve, ouve, ouve. O teu cérebro doente lá vai começar a receber serotonina de coisas positivas e vai começar a melhorar. >> Opa, opa. Presta atenção, gente, na dica da Dra. Marlene, olha só, ela tá falando de mensagens escritas. Agora, você já imaginou você ligando pra pessoa, >> é >> que você sabe que não tá legal e que você pode tirar um momentinho para falar com ela, de dizer a importância, porque a a o setembro amarelo são essas reflexões do que causam a depressão, né? muito bem trazido aqui. Eh, o que também somatiza que daí, por isso que a Marlene colocou muito bem, né? Tem tratamento ambulatorial, médico, né? Você tá tendo um tratamento, não abandona. Busque o localonde você professa sua fé para ter mais essa oportunidade de de ter essa rede de apoio que é importante, >> o apoio espiritual, né? é o apoio espiritual, o apoio familiar e dos amigos. Mas mesmo assim, fica a dica. Procureem o centro espírita, porque você também pode ter questões espirituais somatizando, tá? Então, por isso que ela falou assim, ó, você não precisa abandonar sua fé porque o espiritismo não quer fazer isso, né? a doutrina espírita os centros espíritas não vão fazer isso. Eles estão lá, como bem ela falou, como rede de apoio, só que daí

ão precisa abandonar sua fé porque o espiritismo não quer fazer isso, né? a doutrina espírita os centros espíritas não vão fazer isso. Eles estão lá, como bem ela falou, como rede de apoio, só que daí esse é um apoio espiritual, né? El eles vão agir mais profundamente, vão fazer uma investigação em determinado caso, mas mesmo assim não abandonem sua fé, não abandonem seu tratamento. E aí tá dica, gente, dica o que a Marene falou, mensagem escrita. Então, nós temos aí vários poetas fazendo também poesias, né? Eh, eles estão colocando fundo musical nas mensagens, narrações, que a gente sempre recebe esses vídeos, as pessoas encaminham pra gente, dá uma olhadinha o aquela aquelas aqueles bom dia que já chega ali carregado de informações. Então, tudo isso é um alimento, mas também nada substituir o seu contato carinhoso de afeto, de uma ligação ou de uma visita inesperada, né, para chegar lá, dar um abraço, ver como é que está a pessoa, né, Marlene? Tudo isso ajuda. >> Exatamente. Ajudem muito. E as áudios também, viu? Os áudios do YouTube, nossa, tem um mais lindo que o outro. A gente eh eh busca essa alternativa e parece, parece não. Eu tenho certeza que o anjo da guarda bota a mensagem certa na hora certa. >> Ah, me lembrei de um recurso uma vez que você falou para para memórias afetivas revisitar o álbum da família. Isso >> para sentar para sentar numa roda de conversa e começar a se lembrar das coisas boas, isso também ajuda nos cas >> ajuda demais porque traz a alegria da construção. É a alegria da construção. Então, seguindo aqui com as estratégias, vamos ver as estratégias espirituais agora, Rodney. A oração, a meditação, tem áudios de meditações, lindíssima. Tem uma meditação do Divaldo que eu amo, que aparece uma luz azul aqui na garganta dele, que ele leva a gente para encontrar Jesus. Ohô meu Deus, foi a meditação mais linda que eu fiz na minha vida. O evangelho no lar, gente, não custa. Todo dia pega lá um livrinho, lê uma mensagenzinha, 5 minutinhos, bota

te para encontrar Jesus. Ohô meu Deus, foi a meditação mais linda que eu fiz na minha vida. O evangelho no lar, gente, não custa. Todo dia pega lá um livrinho, lê uma mensagenzinha, 5 minutinhos, bota uma um copinho de água católico, evangélico, não importa. lê a Bíblia, lê um livro de mensagens de de eh de conforto, de motivação e vá lá e faça isso. O evangelho no lar por semana, faça um evangelho maior, medite a respeito do que tá sendo lendo, lido no evangelho. A gente tem quanto, dó 24 horas, vez de 7 dias, quanto dá? Quantas horas nós temos da semana recebendo de Deus tudo ao nosso alcance? E a gente não para 10 minutinhos, 15 minutinhos, meia hora pra gente se conectar com Deus, com o divino, para que ele organize o nosso corpo físico, paraa gente possa continuar com a nossa missão. Aí é uma escolha nossa, né? Prática da caridade também, olha, ajuda demais. Serviço ao próximo, consolação e mensagens espíritas de que nenhuma dor é eterna. e também história breves de superação, histórias anônimas ou literárias, busque depoimentos. Por isso que um grupo de autoajuda ele é muito bom, porque as pessoas dão depoimentos. Nós temos a Omada, mulheres que amam demais. Nós temos o Aá, o Alanon, Naranon, na. Nós temos grupos de de de sexólatras, de temos o grupo de de pessoas depressivas, temos tem grupo de tudo hoje e é o método mais eficaz no mundo inteiro. Inteiro. E vamos ver aqui também agora eh, pra gente concluir, apesar de que eu tenho mais algumas coisas ainda, eh, vamos ver umas mensagens de esperança. E para dizer para vocês que a a depressão tem sim tratamento e a vida sempre tem mais valor do que qualquer outra coisa. Basta a gente ter coragem, iniciativa e paciência de aguardar a dor passar. Vamos buscar ajuda. Buscar ajuda, na verdade, não é covardia ou porque é louco, porque não, não. Buscar ajuda é um ato de coragem. Vamos fazer o evangelho no lar. Lá no espiritismo, no capítulo 5, tenho tudo sobre bem-aventurados aflitos, que diz muito a respeito dessa nossa

uco, porque não, não. Buscar ajuda é um ato de coragem. Vamos fazer o evangelho no lar. Lá no espiritismo, no capítulo 5, tenho tudo sobre bem-aventurados aflitos, que diz muito a respeito dessa nossa reforma interior. E cuidar da vida também é honrar a nossa vida, é um dom divino, na verdade, né? E a gente tem que eh valorizar isso, a gente tem que trazer eh essa essa alternativa para nossa vida e não deixar que essa que que tome conta todo o resto que é a nossa falência. Nós temos que quebrar estigmas, né? Falar sobre depressão um com o outro ainda é um tabu em muitas culturas, porque isso vai contribuir pro isolamento de quem sofre da doença. É como dependência química, todo mundo esconde, esconde, esconde, esconde. Aí quando abre aparece um monte de gente precisando de ajuda e se afiniza com a história da pessoa. E também é essencial lembrar que a depressão ela não é fraqueza, ela não é preguiça, ela não é falta de fé, ela é uma doença, na verdade que precisa de cuidado. Então nós precisamos eh aprender a entender. Nos outros vídeos todos nós vamos falar, você vai falar dos outros temas, Rodney, que aí eu já encerrei aqui. Não, tá tranquilo. Não, eu não vou falar não. Sabe por quê? >> Porque eh a gente vai >> eh sempre deixar nas lives, nas terças-feiras, né, que nós teremos cinco neste mês de setembro. Então, cada uma delas vai ser um capítulo especial para você comentar. >> E aí vamos atiçar a curiosidade. Qual será o próximo tema, né? >> Que ótimo. >> É deixar o pessoal. >> Isso é estratégia de marketing, né? >> É, provavelmente sim, né? Mas assim, eh, o bacana é isso, Marlene, é a gente fazer o que você fez, né? Trazer aqui a trazer sem nenhum bloqueio livre para comentar, tá? E por isso que a gente já reforçou no início da live para que você curta, compartilhe, faça o seu comentário, eh absorva aqui essas lições e e se realmente você achou que esse conteúdo é relevante, como eu considero que é, para passar pra frente. Não fica com você, puxa, eu assisti, resolvi aqui

u comentário, eh absorva aqui essas lições e e se realmente você achou que esse conteúdo é relevante, como eu considero que é, para passar pra frente. Não fica com você, puxa, eu assisti, resolvi aqui minha questão, me abasteci de informações. passe pros outros, porque a gente recebe cada depoimento que pessoas foram anjos na vida delas, porque de repente chegou uma live lá para ela assistir, ela assistiu e tava passando por momentos terríveis até com com vontade de sair do planeta, né? E aqui não, aqui a gente tá trazendo justamente o que acontece com essa pessoa. Então cada um de nós vai analisar aqui já desde o início da da conversa, né, desse bate-papo, se eu não estou passando por essas fases que a Marlene já no início foi já dando sinal. Ó, presta atenção. É isso, é isso, é isso, é isso. Se eu não tô muito tempo aqui, porque na verdade o espírito quando já consegue eh enfrentar as dificuldades, ele ele, digamos assim, ele vai encarar isso na maior naturalidade, os altos e baixos, os reveses. Por isso que ela falou, o espírita não gosta, ninguém gosta de sofrer nemum espírita. é que o espírita vai entender os motivos daquele sofrimento, tá? Os resgates que às vezes estão por detrás. >> Mas mesmo assim todos nós, mesmo sendo espírita, a gente vai buscar eh também >> ajuda, >> tá? Nós não estamos fora do contexto, nós também sofremos, mas a gente tem algumas situações que a gente consegue encarar com mais firmeza determinadas coisas e a gente é motivado à superação. E quando a gente consegue fazer a superação disso, a gente nos a gente se fortalece de tal maneira, né, que daí a gente já tá pronto pro próximo embate, porque é assim que a gente vai fazendo, né, Marlena? A gente vai sim. E e nossa, foi muito importante trazer esse tema, porque é justamente isso. Nós queremos valorizar a nossa vida aqui na Terra pelo seguinte, porque como aqui é do candário, nós temos muita coisa para aprender. Quantas coisas sensacionais acontecem todos os dias, quantos milagres da vida acontece todos os dias.

aqui na Terra pelo seguinte, porque como aqui é do candário, nós temos muita coisa para aprender. Quantas coisas sensacionais acontecem todos os dias, quantos milagres da vida acontece todos os dias. E você às vezes veio com uma predisposição de auxiliar muito nesse planeta. Então, todas as mãos, todos os pés que caminham por este lugar podem fazer de algo muito positivo. Eu até esqueci de comentar paraa Marlene se ela que atende já há tanto tempo essas questões de depressão, se a pessoa que mora sozinha adotasse um pet, faz alguma diferença? Provavelmente sim, porque eles são amorosos e eles inclusive a eles identificam quando a gente tá para baixo, né? >> Eu moro sozinha e tem uma gatinha portuguesa que é a minha companheirinha que quando eu não tô bem ela vai lá e bota a patinha no meu rosto minhau. Então um pet é tudo de bom na vida. Eu sou suspeita, né? Mas um pet é tudo de bom na vida da gente, né? Então é isso aí, gente. Então eu eu me despeço agradecendo aos canais parceiros, né, a Rádio Espírita do Paraná, ao Conecta Espiritismo, um abraço a toda a equipe de vocês aí que tá, nossa, tá pipocando aí nas redes sociais esse trabalho muito bacana e agradeço a parceria da gente trazer esse esse conteúdo no mês de setembro aqui no Conecta aí na Rádio Espírita do Paraná, tá bem bem preparado aí a a as apresentações, os programas que a gente tá produzindo. indo com a colaboração de tantos amigos e corações, né, que a gente fica assim grato a Deus por unir essas pessoas para justamente te dar um apoio e vocês podem também nos ajudar, principalmente vocês que assistiram encaminhar Marlene suas considerações finais, o seu até logo pro pessoal aí pra gente tá depois na próxima terça-feiras aqui o mesmo horário às 21 horas falando sobre a questão do setembro amarelo, a valoriz valorização da vida. E não se esqueçam, CVV 188, ligue grátis, senão se isole, pode conversar com o pessoal, procure uma casa espírita se você quiser o atendimento fraterno ou a sua religião, procure ajuda. Não se isolem, gente.

e esqueçam, CVV 188, ligue grátis, senão se isole, pode conversar com o pessoal, procure uma casa espírita se você quiser o atendimento fraterno ou a sua religião, procure ajuda. Não se isolem, gente. Então, olha, para eu encerrar, eu gostaria de dizer que a depressão pode ser uma das experiências mais difíceis que alguém pode enfrentar, mas como tudo na vida, sempre há luz no fundo do túnel. Então, pensar que você tem a escolha. Todos os recursos existem para você sair. Você tem a escolha de ficar na bolinha, no emaranhado, na teia ou sair e buscar recursos para poder melhorar, buscar tratamento, buscar ajuda, ouvir, ouvir, ouvir, ouvir. E ó, tá deitada lá, não tem vontade de fazer nada, bota um fone de ouvido e ouça a mensagem, ouça a mensagem. E também uma coisa, Rod que eu esqueci, academia, viu? A serotonina, nossa, o que produz o exercício físico, essa endorfina é o remédio natural do cérebro, tá? Então eu tenho muito prazer, muito prazer em estar aqui. Agradeço ao Rodney pelo carinho, pelo convite, pelo acolhimento e eu fico muito feliz. Eu não gostaria de partir e levar tudo aqui, ó. Eu pedir para Deus deixar eu deixar o meu conhecimento para que eu possa ajudar pessoas. E essa é uma forma. Então, divulguem, porque se nós divulgarmos para 50 pessoas e uma encontrar a razão para continuar vivendo, já terá valido pena a pena esse trabalho. Boa noite a todos. Muito obrigada. Tchau. Tchau, gente.

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