Setembro Amarelo 05 | A CURA NA PRÓPRIA DOR! Mas Como?

Conecta Espiritismo TV 30/09/2025 (há 6 meses) 59:07 16 visualizações

Chegamos ao programa final desta campanha de Setembro Amarelo com reflexões que são verdadeiras ferramentas de transformação! Nesta live profunda e esclarecedora, mergulhamos no paradoxo que é a chave para a superação: "A cura na própria dor!" Mas como, afinal, transformamos o sofrimento em força e crescimento? A Dra. Marlene Venâncio da Silva compartilha o conhecimento e a sabedoria acumulados em mais de 38 anos de experiência, oferecendo um olhar integrado entre a visão psicológica e a perspectiva espírita sobre o sofrimento, a resiliência e a evolução da alma. Esta série de 5 programas construiu uma base sólida de informações relevantes. Temos a certeza de que estes conteúdos se tornarão ferramentas indispensáveis para o seu dia a dia e para todos os anos que virão. Nosso Foco é: Esclarecer, orientar e indicar caminhos para a sua cura e evolução. #cvv188 #conectaespiritismotv #valorizaçãodavida Conecta Espiritismo é uma organização de pessoas para levar o Espiritismo com fidelidade a Allan Kardec, por meio de Programas Exclusivos, Congressos, Palestras e Seminários. Se você é Espírita | Conecta Saiba mais em: www.conectaespiritismo.com.br Instagram: @conectaespiritismooficial Facebook: https://www.facebook.com/conectaespiritismo

Transcrição

Olá, tudo bem com vocês? Uma boa noite a todos que nos acompanham pela Rádio Espírita do Paraná e também pelo canal do Conecta Espiritismo TV. Um grande abraço a todos vocês que estão compartilhando esses programas especiais, né, do setembro amarelo, né, a nossa abertura já tem lá o IP amarelo ali balançando, saudando este mês tão importante, né, trazendo que a natureza já faz a sua própria homenagem na valorização da vida. E nós chegamos então a este quinto encontro, né? foram construído todos os programas anteriores até chegar neste último, trazendo sempre mensagens positivas, sempre focando na informação, no esclarecimento e também nas soluções eh que esse tema eh tão necessário deva ser discutido. Eu sei que a gente pretende fazer o setembro amarelo assim com shows, com coisas alegres, mas assim a informação principal ela é séria. Então por isso que a gente veio construindo e graças a Deus a Dra. Marlene Venâncio aceitou o convite de produzir esse material para deixar aqui para o setembro, para o outubro, novembro, para todos os dias do ano, tá? OK. Então vamos chamar ela aqui. Boa noite Marlene, tudo bem? Boa noite, Rodner. Boa noite a todos. É um prazer imenso estar aqui novamente. >> Mês puxado de tantas atividades, né? Graças a Deus. >> Mas prazeroso, muito prazeroso a gente poder ajudar. E você repete isso sempre. A única coisa que eu peço a Deus é realmente que eu possa deixar o que tá aqui, né? que de ajudar de alguma forma, não importa quantas pessoas, mas ajudar quem precisa realmente. >> Perfeito, Marlene. Então, a gente agradece a todos vocês que acompanham e compartilham, porque essa informação, essas orientações que foram construídas ao longo desse tempo serve muito para as pessoas estudarem, para as pessoas divulgarem e até mesmo orientar alguém que estiver passando por essa necessidade, porque daí você já tem pelo menos aqui, né, na nessa construção que foram feitas todas as terças-feiras às 20 horas, eh, esse trabalho da Marlene Venâncio, contribuindo com o seu

por essa necessidade, porque daí você já tem pelo menos aqui, né, na nessa construção que foram feitas todas as terças-feiras às 20 horas, eh, esse trabalho da Marlene Venâncio, contribuindo com o seu conhecimento, sua experiência, sua vivência nessas questões, trazendo para vocês esse indicativo. Marlene, eu eu vou eu eu não costumo eh falar isso, sabe, nas lives, mas eu acho que esse tema é importante. Eh, existe algum contato para que as pessoas que assistiram todos os programas e esse que é o último possa de repente querer ter alguma outra informação contigo diretamente? se tem alguma rede social que você atende, como é que é essa situação das pessoas entrarem em contato com a psicóloga Marlene Venâncio da Silva? >> Olha, Rodne, você pode passar meu WhatsApp porque eu dificilmente eu entro nas redes sociais, dificilmente. Eu tenho Instagram, tem lá o Facebook, mas é muito difícil entrar. Eu trabalho mais assim com você, com os vídeos, né? Eu prefiro trabalhar mais assim, mas pode passar meu celular para que a pessoa possa conversar. Estarei aqui disponível com todo amor e carinho para qualquer esclarecimento e orientação. >> OK? Então, ao longo do nosso bate-papo aqui das suas orientações, a gente vai colocar ali embaixo. Daí eu vou deixar um tempinho para que vocês anotem, tá bom? Combinado, gente? Combinado, Marlene. >> Combinado. >> Então, vamos ao tema dessa noite, tá? Vou silenciar aqui, vou deixar você ir trabalhando aí o tema. >> Tá bem, Rodney? Obrigada. Então, hoje nossa última apresentação. Eu e o Rodney fizemos isso com muito carinho. Ele acompanhou, ele vivenciou, ele leu e participou. Então, nós falamos do entendendo, aprendendo como lidar com a depressão, falamos sobre a importância, muito, muito mais do que vocês possam imaginar da depressão na infância, da depressão na adolescência, a depressão nos adultos e que levam a pessoa querer eliminar a própria vida porque não sabem lidar com essa dor. E hoje nós vamos falar da dor em si. que na depressão, na própria depressão,

lescência, a depressão nos adultos e que levam a pessoa querer eliminar a própria vida porque não sabem lidar com essa dor. E hoje nós vamos falar da dor em si. que na depressão, na própria depressão, o sofrimento pode conter uma oportunidade de transformações. Então, com muito prazer, porque é um aprendizado pra gente também. Isso me dá muito prazer, realmente, porque eh além de fazer o programa, eu fiz várias palestras em várias casas espíritas a respeito desses temas e a união da ciência e do espiritismo e que os dois juntos estão aqui oferecendo a nós a cura para os nossos males. Todos os males, seja depressão, ansiedade, doenças físicas, contém a saída. Mas nós temos que aprender como buscar essa saída. Então, nós vamos ver hoje como que chegar à conclusão de que na própria depressão pode existir a cura dela, né, que pode ter uma oportunidade da gente se transformar. Nós eh sabemos também que, embora essa frase "A cura está na própria depressão", não seja uma afirmação cientificamente comprovada diretamente, tem também as linhas, mas tem as linhas terapêuticas e filosóficas que sustentam uma ideia semelhante de que a transformação ocorre quando a dor é compreendida, quando a dor é enfrentada quando a dor é ressignificada. Isso quem nos traz é Víctor Frankio, Rolumei, Irvonal e outros que nós vamos citar agora na psicologia existencial e humanista, na abordagem como a logoterapia que foi criada por Vittor Frano, que mais para frente eu vou falar um pouquinho dele, a psicoterapia existiral de Rolomei, Irvin e Allon e a psicologia humanista de Carl Rog. Abram Maslow sugere que o sofrimento pode conter sim em si uma oportunidade de transformação. É difícil, gente. É claro que é difícil. Eu não tenho uma depressão crônica, não tenho predisposição, mas eu já lidei com várias pessoas nos meus 38 anos trabalhando com depressão. Com depressão crônica é muito difícil. Mesmo com depressões esporádicas, parece que a gente não vai conseguir levantar do lugar. A gente vai, a gente perde a a

meus 38 anos trabalhando com depressão. Com depressão crônica é muito difícil. Mesmo com depressões esporádicas, parece que a gente não vai conseguir levantar do lugar. A gente vai, a gente perde a a motivação para tudo. É claro que é difícil. Então, é claro que eu vou ter que fazer muito esforço para poder entender o porquotei. A gente entende perfeitamente as dificuldades. Ah, ela fala, mas porque ela não sabe o que é uma depressão. Sei sim, sei, sei. Tanto tratando como pelos períodos e que eu passei pela depressão e que tive que sair nessa condição que eu estou falando para vocês. Porque se eu tivesse falando para vocês o que eu não passei, então eu não poderia estar falando com convicção. Então, nessas abordagens da psicologia existencial e humanista, a depressão, ela pode ser sim vista como um sinal, um sinal de que algo profundo precisa ser ouvido em nós, precisa ser compreendido, precisa ser transformado e que a saída está justamente quando a gente enfrenta e a gente ressignifica essa situação. Embora as ideias não constituam provas científicas, que eu faço questão de reforçar isso no sentido biomédico, elas são fundamentadas nas teorias psicológicas sólidas e em práticas clínicas com décadas de aplicação. Então, vamos dar um exemplo. Víor Frankio, vamos falar um pouco dele. é um psiquiatra austríaco que ficou muito tempo no campo de concentração e ele escreveu como que até o sofrimento extremo pode ter fonte de crescimento se for enentado, encontrado um significado. Então nós temos que entender porque tudo nós vamos ver lá na frente, de acordo com a doutrina espírita, nós vamos ver que tudo tem um uma explicação, tudo tem um motivo. E lá no livro de Víctor Frankel, em busca do sentido, que é uma das obras mais influentes nesse campo, ele coleca coloca que ele foi sobrevivente dos campos de concentração. Ele criou a logoterapia e ele dizia que o ser humano pode encontrar sim sentido até mesmo no sofrimento. Para ele, Víor Franki, quando a dor é inevitável,

foi sobrevivente dos campos de concentração. Ele criou a logoterapia e ele dizia que o ser humano pode encontrar sim sentido até mesmo no sofrimento. Para ele, Víor Franki, quando a dor é inevitável, a liberdade nossa interior tá na atitude que nós temos perante ela. O sofrimento, ele pode se tornar uma ponte para encontrar o propósito. Eu costumo dizer assim, tem a Marlene que pode estar com depressão, mas tem a Marlene que tem que continuar. Eu tenho que respeitar essa aqui. Eu tenho que ser carinhosa, colher, respeitar, não ficar me sentindo culpada, inútil, não ouvi o que as pessoas falam que é falta de vontade, falta de iniciativa. E essa Marlene aqui tem que buscar mensagens, leitura, tratamento, tudo que nós vamos falar daqui pra frente. Essa é a diferença. Tem que existir duas Marlenes. a Marlene que tá doente, mas a Marlene que sabe que tem que seguir em frente porque tem um objetivo a ser cumprido, que tem um propósito de vida e que se eu tô passando por esse período, que ele é um período de aprendizado e que eu tenho que descobrir o que eu estou aprendendo, aí que está a diferença. Então o Vittor Frano, ele diz que quando a dor é inevitável, a liberdade interior nossa tá na atitude que nós temos diante dela e que o sofrimento pode sim se tornar uma ponte pra gente encontrar esse propósito e ele vai aparecer. Esse propósito vai surgir quando a gente luta e a gente confia e a gente ora e a gente busca o tratamento psicoterápico. A gente busca se arrastar para fazer um exercício físico qualquer para produzir a endorfina, serotonina. Nós temos que buscar. E quando nós buscamos, nós entendemos porque aconteceu aquilo ali. Já Rolomei, que é da psicologia existencial, ele via o sofrimento psíquico não apenas como algo a ser eliminado. Eu só vou tomar remédio, tomar remédio, remédio forte e vai me aliviar aquela dor profunda, aquele vazio que parece um canion no peito que nunca é preenchido. Então não é só eu eliminar essa dor, mas ele vê como um sinal de que tem um

édio, remédio forte e vai me aliviar aquela dor profunda, aquele vazio que parece um canion no peito que nunca é preenchido. Então não é só eu eliminar essa dor, mas ele vê como um sinal de que tem um conflito humano profundo em mim, pedindo atenção. Então ele diz, Rolumei diz que a ansiedade e a depressão nesse sentido, pode ser um chamado para nós para um modo de vida mais autêntico. Então que problema que eu estou preso e que não muda nunca e que eu fico esperando que mude? Eu tenho que mudar, eu tenho que arriscar, eu muitas vezes tenho que tomar atitudes doloridas, doloridas, doloridas, mas que não faz mais parte de mim, que eu não posso mais permitir que essa dor me domine porque a situação não se resolve. Eu tenho que tomar uma atitude que provavelmente é mais dolorida que a própria depressão, mas que vai me dar uma oportunidade de um novo caminho, mas que esse novo caminho muitas vezes demora para acontecer e que eu tenho que confiar e entender que do jeito que estava tava me elegerando essa depressão profunda, sem sentido, e que não muda. aquela dor não muda, não melhora. Então, eu tenho que ressignificar, eu tenho que ser mais autêntico perante a vida, eu tenho que buscar uma nova alternativa. Mesmo que essa alternativa seja mais dolorida ainda, mas eu tenho que buscar uma saída, eu tenho que mudar a minha trajetória. O que eu não posso é me fechar, me embotar e ficar preso ali me definhando, me destruindo. E as coisas não mudam nunca. Eu tenho que criar uma alternativa. Então, Rolomei fala disso. A perspectiva existencial e humanista, a depressão, ela vista também com uma expressão de que algo precisa ser olhado, um vazio, a ausência de um ente querido, ausência de um filho, ausência de alenção, a migalha que de amor que as pessoas imploram e que nunca muda. Então esse vazio interior, uma perda de sentido, porque só espera, espera, espera e nunca nada mida, muda. Uma desconexão consigo mesmo ou com o mundo. Quer dizer, eu não faço parte daquilo porque eu estou esperando que algo mude

a perda de sentido, porque só espera, espera, espera e nunca nada mida, muda. Uma desconexão consigo mesmo ou com o mundo. Quer dizer, eu não faço parte daquilo porque eu estou esperando que algo mude para que eu mude. Eu só estou esperando. Eu não posso ficar esperando. Ao invés da gente apenas reprimir, suprimir os sintomas, o processo envolve escuta, enfrentamento, reconstrução de significado. Então, eu tenho que ouvir fora de mim as alternativas para que eu mude, porque eu mudando, eu vou eliminar a dor pelo que tá acontecendo. E eu tenho que enfrentar essa dor e eu tenho que reconstruir uma nova situação para que eu não fique mais, para eu sair daquela prisão. E uma coisa é muito importante que eu tenho para dizer e que as pessoas têm que entender isso. Tudo que eu estou falando da terapêutica, da busca, da mudança, não substitui tratamentos médicos e psicológicos, porque todos eles estão baseados em evidência. A depressão em grau moderado e grave, ela exige acompanhamento profissional, exige, e nós já falamos em todas as lives anteriores, precisamos nos libertar do preconceito de que saúde mental não é louco, que psicólogo tem sim uma alternativa para organizar a sua vida, organizar suas ações e te motivar a seguir em frente e que o psiquiatra tem um remédio certo que nós falamos nas lives anteriores, cada remédio para que que serve, os tipos de depressão que ele trata. Então, nós não podemos deixar excluir o acompanhamento profissional, que pode ser a psicoterapia, medicação, apoio social, um grupo de apoio, um grupo de autoajuda, mas dentro do tratamento da filosofia existencial ajuda a gente a enxergar o sofrimento, não apenas com algo a ser extirpado, eliminado, mas como um potencial espaço de crescimento humano. Crescimento. E o crescimento está em eu me libertar. Tem uma oração que eu amo e que eu fiz muito ela e que eu aprendi com os dependentes químicos. Senhor, concedei-me a serenidade necessária para eu aceitar as coisas que eu não posso me edificar. Me dê coragem para modificar o

e que eu fiz muito ela e que eu aprendi com os dependentes químicos. Senhor, concedei-me a serenidade necessária para eu aceitar as coisas que eu não posso me edificar. Me dê coragem para modificar o que está ao meu alcance, mas me dê sabedoria para distinguir entre uma e outra. Então, tem coisas que eu não posso modificar, mas que eu não posso ficar esperando que o outro mude. Eu tenho que buscar uma uma alternativa. Então, dentro desse desse processo, nós crescemos, porque esse processo de uma nova busca vai fazendo com que a dor diminua, diminua, diminua até que eu percebo, nossa, passou. E aí tudo que eu busquei de alternativa em volta para tratar a dor, vai ser um processo novo em andamento. Aí que eu descubro que na dor estava a minha saída, na dor estava o significado do por ela aconteceu. Marlene, eh, muito bem você frisar agora essa última parte aí, né, que a dor realmente é um caminho de transformação, né, não é nenhum castigo, não é nenhuma punição, mas ela é um convite para fazermos a nossa transformação. E e você falou muito bem, é um processo, né? Porque, digamos assim, quem tá vivenciando a dor extrema, ela não consegue enxergar justamente isso que você está trazendo agora para que ela possa refletir que eh realmente é uma oportunidade de transformação. Muito bem, muito bem essa colocação, essa reflexão, porque você foi construindo aí, né, trazendo Victor Frank, trazendo, né, outras informações para chegar justamente nesse ponto assim, não. Tá? Ela é realmente uma oportunidade de transformação. Então, quando você tá no olho do furacão, às vezes você não tá encontrando nenhuma uma saída para sair de dentro dele, né? E agora você trouxe pra gente >> essa questão. E foi bom que daí você já deu o tempinho de se hidratar, porque tá calor, tem que se hidratar. Você de casa não perca tempo, né? Sempre toma ali uma aguinha para manter o seu corpinho também hidratado. Tá bom? Continua, Marlene. Tá muito bom. Tá muito bom. Então, Rodney, isso é muito importante,

ocê de casa não perca tempo, né? Sempre toma ali uma aguinha para manter o seu corpinho também hidratado. Tá bom? Continua, Marlene. Tá muito bom. Tá muito bom. Então, Rodney, isso é muito importante, porque a pessoa passa pelos processos tanto das somatizações e doença como da depressão ou uma ansiedade extrema, ansiedade exacervada, ela não sabe que ela está ali fugindo de algo que não muda, um relacionamento que não muda, eh, o abandono, as pessoas de idade sofrem muita depressão, muita depressão. Então, tudo que a pessoa lutou uma vida inteira, tudo que a pessoa fez, aí ela se sente sozinha, abandonada, excluída. Tudo isso são processos que faz com que a pessoa se feche totalmente. Eu gosto de falar um estado de embotamento porque ela não deixa entrar mais nada, mais nada. Então ela tem que buscar paralela a essa dor algo que faça com que ela saia daquela condição. Ela tem que identificar o porquê dessa dor. Ah, porque meu casamento nunca dá certo, minha mulher sempre reclama. Ah, porque meu marido nunca me percebe e não me trata bem. Ah, porque meus filhos me abandonaram. Meus filhos são mal educados comigo, não tem consideração, meus filhos, tudo tem um significado e que causa esse estado de embotamento, porque as coisas não mudam. Então eu tenho que buscar, eu tenho que buscar o porquê que eu causei essa dor em mim, essa doença, buscar novas alternativas para que eu saia daquela condição de codependência da situação e para que eu me ressignifique, para que eu tenha um novo significado na vida. lá nas abordagens psicodinâmicas, que são as terapias psicodinâmicas, que foram desenvolvida, olha, por Freud e Jung, meus preferidos, né? e entendem que a depressão como uma expressão de conflitos internos não resolvidos, conflitos internos que a pessoa foi ficando triste, triste, triste, triste e ela vai se fechando, se fechando, se fechando. Quando ela vê, ela tá extremamente deprimida e não sabe porquê, porque o tal estado é tal de embotamento que ela não consegue

e, triste, triste, triste e ela vai se fechando, se fechando, se fechando. Quando ela vê, ela tá extremamente deprimida e não sabe porquê, porque o tal estado é tal de embotamento que ela não consegue enxergar por que ela tá daquele jeito. Então, a cura ela surge do processo de nós nos conscientizarmos, de nós trabalharmos esses conteúdos reprimidos. Se for em relação à situação externa, eu tenho que modificar minha forma de enxergar aquela situação. Eu tenho que abrir mão daquela necessidade. Eu tenho que buscar a cura para aquela dependência daquela situação, de que aquela situação mude. Porque nós criamos uma dependência igualzinho da droga e a gente passa. E quando nós não temos a autoestima, o valor próprio e a busca de novos significados na vida, eu fico dependente daquela situação e as pessoas que estão envolvidas naquela situação percebem a fragilidade e aí que judiam mesmo, aí que não mudam mesmo. Por quê? que a gente permite. Eu tive uma terapeuta que eu tenho certeza que ela já não existe mais porque ela foi minha professora branca, ela chamava Branca e ela foi minha professora de psicologia e eu fazia terapeuta com ela, terapia com ela. Aí ela falava assim: "Rodney, isso aconteceu de verdade, viu?" Ela falava assim: "O marido só faz o que a gente quer". E a gente só fica com a doença do outro enquanto a gente precisa da doença do outro. Eu falei para ela, branca, por que que você não casa com meu marido? Então, juro para você, aquele dia eu quase não saí, eu não encontrava a porta do consultório de tão perdida que eu fiquei. E no decorrer dos anos eu fui entender, porque a gente só permite que o outro nos agride, só permite que o outro faça com a gente o que tá deixando a gente infeliz enquanto eu preciso que ele seja o problema. Porque quando eu começar a buscar outras alternativas para ser feliz, que não seja a necessidade daquela pessoa mudar, eu não preciso mais da doença daquela pessoa e aí eu começo a me modificar. Deu para entender, Rodney? >> Deu sim. Deu para entender? Então, e

r feliz, que não seja a necessidade daquela pessoa mudar, eu não preciso mais da doença daquela pessoa e aí eu começo a me modificar. Deu para entender, Rodney? >> Deu sim. Deu para entender? Então, e exatamente isso. Ent, >> então >> tem muita tem muita gente que às vezes tem um relacionamento na esperança de modificar o outro, né? >> Exatamente. Os casamentos infelizes, quando eu parar de modificar o outro, para parar de tentar modificar o outro, quando eu cuidar de mim, quando eu me modificar, vai chegar uma hora que eu não preciso mais. E aí ou a pessoa muda, porque ele vai mudar quando ele quiser, ou a pessoa não vai mais ver significado nenhuma de continuar com aquele relacionamento tóxico e doentivo. >> Exatamente. Porque se eu promovo a minha mudança, eu de repente eu posso incentivar, inspirar o outro a fazer a mesma coisa, mas não ficar assim com o foco da existência, não. Eu tenho que mudar o titucjo, né? ou a dita cuja, mas esqueço de eu fazer a minha própria transformação. Aí eu >> aí eu tô com aquele negócio do a passagem evangélica, né, da trave no olho. >> Exatamente. É, >> mas continua, Marlene, tá muito bom. A cura ela surge do processo de nós nos conscientizarmos, de nós trabalharmos esses conteúdos reprimidos que eu não identifico. Meu inconsciente não deixa, porque meu inconsciente tá dependente da situação tóxica. Então eu tenho que me conscientizar de que aquela situação que me gerou esse sêno, esse essa doença, esse sintoma e o que é só possível que aconteça quando a gente entrar em contato com a nossa experiência depressiva. Quando eu comecei a ficar depressivo, quando eu comecei a ficar triste, quando eu fiquei inconformado porque as situações não mudavam, quando aí eu vou analisando, analisando até que eu encontro a causa principal e paralelo a isso, eu vou criando novas situações. E de acordo com Freud, Jung, implica isso em enfrentar a depressão, não evitar. pode ser o próprio caminho da nossa cura quando nós fazemos isso. E o que mais me

isso, eu vou criando novas situações. E de acordo com Freud, Jung, implica isso em enfrentar a depressão, não evitar. pode ser o próprio caminho da nossa cura quando nós fazemos isso. E o que mais me encanta, Rodney, me cada vez mais eh agora eu vou falar da visão de acordo com a doutrina espírita e como falam a mesma coisa. No espiritismo codificado por Allan Kardec, a depressão, embora não fosse nomeada assim no século XIX, ela pode ser eh recompreendida dentro de um de um contexto das aflições da alma, aflições da alma, do sofrimento moral, das provas, das expiações que o espírito enfrenta na na caminhada evolutiva. Ou seja, nós já trazemos através dos relacionamentos que nós escolhemos, das condições de vida que nós escolhemos, das codependências que nós criamos, tudo isso são eh projetos, projeções das nossas caminhadas anteriores também e faz parte da nossa caminhada evolutiva. Então, lá no livro dos espíritos, na questão 930 a 941, o sofrimento como caminho do progresso. Kardec vai tratar das causas das nossas aflições, causas das aflições humanas. E ele nos mostra que muitas dores surgem, derivam das nossas escolhas atuais. Mas outras dores estão ligadas às provas necessárias ao nosso progresso, ao nossa nossa evolução. Ou seja, eu não me tornar codependente de situações é uma evolução espiritual. Eu não me tornar dependente e carente do como me tratam é uma evolução espiritual, é uma autonomia, uma independência espiritual de que eu vou fazer o que tem que ser feito, mas eu não vou ficar preso a à minha vitimização de que eu dependo do outro para eu poder fazer as coisas, tá? Lá na questão 930, os espíritos ensinam que o sofrimento pode exercitar a paciência e a resignação. Porque eu peço para Deus o quê? Deus, por favor, me livra dessa dor, me livra dessa depressão. Ele vai livrar a gente da dor quando a gente entender a nossa dor, porque ela aconteceu, quando eu ressignificar tudo isso, quando eu criar novas atitudes, novos comportamentos, novos caminhos,

essão. Ele vai livrar a gente da dor quando a gente entender a nossa dor, porque ela aconteceu, quando eu ressignificar tudo isso, quando eu criar novas atitudes, novos comportamentos, novos caminhos, ele vai me dar força para eu sair. Ele vai me dar entendimento, ele vai abrir minha mente para eu compreender se eu buscar novos horizontes. Mas a dor, quem vai, quando que ela vai parar? Quando ela esgotar, quando nós não precisarmos mais dessa dor. Isso vai funcionar como instrumento educativo da alma. tá lá no livro dos espíritos que eu falei nas perguntas 930, 941. Depois se a quem quiser pode entrar em contato conosco através do Rod ou de mim que eu passo a bibliografia, que eu passo as referências bibliográficas, tá? OK. A visão espírita também sobre a dor e a esperança. Allan Kardec, lá no livro dos espíritos diz das causas morais, do desgosto da vida e do suicídio. Nessa anterior, eh, na 930, 941, foi o que nós falamos do sofrimento como caminho de progresso. Agora aqui no livro dos espíritos, na 943 a 945, causas morais de desgosto da vida e também do suicídio, da pessoa não querer viver mais. Então ele coloca o sofrimento como oportunidade de aprendizado e de crescimento espiritual. Ele nos coloca que o livre arbítrio é de responsabilidade diante da minha própria vida. Eu desencadeei a doença. Eu criei porque eu não aceitei, porque eu não concordei, porque eu sofri, porque eu achei que a pessoa não me entende, eu achei que a pessoa não me respeita. Então eu fui me embotando, me embotando, me embotando e somatizei em alguma parte do corpo alguma doença. Então a nossa responsabilidade é criar novas situações para que a gente saia desse estado de embotamento e que a gente modifique a situação. Ele coloca também a vida como um bem divino e a necessidade de nós preservarmos a vida e não tentar eliminar essa dor eliminando a própria vida. Porque nós sabemos, de acordo com a doutrina espírita, que o corpo morre, mas o espírito e a dor intensificada vão continuar do outro lado da vida.

tentar eliminar essa dor eliminando a própria vida. Porque nós sabemos, de acordo com a doutrina espírita, que o corpo morre, mas o espírito e a dor intensificada vão continuar do outro lado da vida. Então, a doutrina ela nos esclarece, nos previne, nos alerta de que não vai acabar a dor, que eu tenho sair daqui mesmo, que eu não preciso tentar eliminar a dor porque ela vai ficar pior lá do outro lado e eu vou ter que retomar numa própria uma próxima existência para resolver o que eu me recusei a enfrentar nessa existência. E também Allan Kardec nos traz mensagens de esperança, que a dor ela é transitória, ela passageira e que a alma é imortal. Ele traz também a dor como prova ou expiação. Prova ou expiação. Prova é para que eu aprenda a mudar. expiação é um resgate de algo que eu fiz de grave lá no passado e que eu tô, vamos supor, eu atentei contra a minha própria vida numa vida anterior porque eu passei por isso. Aí eu volto com a mesma dor, a expiação. Agora, a prova pro desenvolvimento moral, para o meu amadurecimento espiritual, aí é prova. Então, a depressão, ela pode ser vista como uma prova, que é algo que é escolhido pelo espírito antes de reencarnar para que possa se fortalecer. E a expiação é a consequência dos nossos erros passados que ensinam, nos ensinam através da reparação. >> Aí, Marline, aí nessa questão da expiação e entra justamente o mau uso do livre arbítrio. >> É, exatamente, >> né? Porque, digamos assim, eu vou vou tomar minhas minhas decisões, vou, né? e não penso nas consequências daquilo que eu estou, né, achando que eu estou livre para tomar de decisão, sem nenhuma sem sem infringindo leis, né, infringindo leis, >> leis divinas que que já estão ao nosso dispor, né, para o nosso conhecimento. Inclusive, por isso que é a obra, né, o livro dos espíritos, a doutrina dos espíritos, né, trazendo para nós as informações espirituais de como nós devemos proceder. É como se a gente tivesse recebendo um manual de instruções. Vamos falar bem mais

os espíritos, a doutrina dos espíritos, né, trazendo para nós as informações espirituais de como nós devemos proceder. É como se a gente tivesse recebendo um manual de instruções. Vamos falar bem mais simples, né, Marlene? a gente recebe da doutrina lá na doutrina espírita, ali no livro dos espíritos, que tem perguntas e respostas e suas profundidades na na interpretação do que está descrito ali. É um manual de instruções. Gente, se vocês seguirem por esse caminho, vai dar ruim, né? Aí vocês vão ter muito sofrimento. A proposta é outra, é vocês se transformarem, evitar esses males que a gente vem cultuando de milênios e milênios de reencarnações, porque sempre é dado pelo Pai a oportunidade de modificação e nós continuamos persistindo mesmos erros. Então, por isso que é importante você aprofundar nas lições evangélicas aqui dentro do do próprio espiritismo e você verifica que outras frentes estão ali trazendo também o seu contributo, como a Marlene trouxe uma parte da psicologia que cabe certinho, né? que, digamos assim, mostra, demonstra que o espiritismo tá correto, é a informação dos espíritos, não tem como tá errado. Eh, eh, justamente faz essa fusão de de trazer um entendimento mais fácil para vocês que há esse convite, reforma íntima, mudança, acerto de rota. Então, é é a vida aqui que nos dá a oportunidade. Se nós estamos fazendo a expiação, porque aí é uma algo forçado que vai ter que passar, ou a prova que veio nos testar se a gente realmente merece ir pro segundo passo. É como na escola, né? Não, esse tá apto para ir pra próxima série. Mais ou menos assim, né, Marlene? >> É exatamente assim. E uma coisa que nós colocamos eh sempre que podem ter evangélico, testemunho de Jeová, podem ter a religião que for nos assistindo. Nós estamos falando na linguagem que nós conhecemos, mas todos nós conhecemos o mesmo Deus. E se formos ver através de outras religiões que eu fui criada, também fala a mesma coisa. Nós só falamos com entendimento de reencarnação e vida após a morte. E mesmo aos que não

hecemos o mesmo Deus. E se formos ver através de outras religiões que eu fui criada, também fala a mesma coisa. Nós só falamos com entendimento de reencarnação e vida após a morte. E mesmo aos que não acreditam em Deus, quando descrevem esse universo, essa engrenagem, quando nós atentamos contra a nossa própria vida, nós deixamos de ser uma uma parte da engrenagem. Então, nós estamos retardando o processo. Se temos faixas evolutivas de desenvolvimento, eu estou aqui hoje junto com todos vocês. E se eu tivesse atentado contra a minha própria vida lá atrás, eu não estaria aqui podendo fazer esse bem, ajudando pessoas que a gente alcance e que nem sabe quem é. Então, não precisamos falar de religião, mas sim de uma condição de desenvolvimento, de evolução do planeta de acordo com o que nós acreditamos, não que seja só na nossa linguagem, porque o espiritismo não converse, não converte e não tenta convencer ninguém a se converter, mas sim a conhecer o conhecimento científico e espiritual. Então, lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, lá no capítulo 5, bem-aventurados aflitos, os espíritos explicam que Deus não dá sofrimento inúteis e que cada dor pode se transformar numa oportunidade de purificação nosso e de aprendizado. Os caminhos de esperança e prevenção. Então, nós temos as estratégias psicológicas que nós temos que reconhecer os sinais. Ninguém trata, ninguém faz prevenção de nada. Ah, passa, a passa, a passa. Não, nós temos que aprender a reconhecer os sinais precocementes. Nós temos as terapias baseadas em evidências que a terapia cognitivo comportamental, psicodinâmica, a importância de uma renda de apoio, de um grupo de autoajuda e as estratégias espirituais que são magníficas. E a gente tem que confiar de que Deus não vai atender curar minha depressão do nada, mas ele vai me dar força. Então, a oração, a meditação, o evangelho no lar nos protegem das investidas externas para piorar a nossa situação. Prática da caridade, gente, é tão bom. Eu falei esse mês inteiro para um monte

orça. Então, a oração, a meditação, o evangelho no lar nos protegem das investidas externas para piorar a nossa situação. Prática da caridade, gente, é tão bom. Eu falei esse mês inteiro para um monte de gente que eu reconheci em cada rosto, em cada olhar, a gratidão pelo conhecimento. Isso é praticar caridade, serviço aos ao próximo, consolação nas mensagens espíritas, que nenhuma dor é eterna. Então, nós temos que nos inspirar em histórias de pessoas que aconteceram anteriormente. Tudo isso vai nos ajudar. E o socorro na prece também. Kardec ressalta que o consolo nosso também tá sempre acessível e que o espiritismo nos traz uma fé inabalável no futuro. E essa fé inabalável, mesmo no meio da dor extrema, causada por uma depressão profunda, crônica. Mas aí a consolação vai nos suavizar as maiores dores, as dores mais cruéis. Tá lá no Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo 2, e ele nos diz ainda que a depressão nesse olhar não é um castigo. Não é um castigo, mas é um chamado para que a gente se transforme interiormente. É uma busca de apoio espiritual. É uma busca de que a gente aprenda a ter fé e confiar de que vai passar. é uma busca de que eu vou crescer e e evoluir espiritualmente ao ponto de continuar lutando através da fé, da esperança, mas que eu vou eu confiar de que vai realmente passar. E agora essa essa imagem, o Rodner vai passar só para vocês entenderem na visão espírita a depressão numa imagem. >> Vamos colocar aqui. Vamos lá. 13 R. Isso. >> Então, nós estamos vendo aqui na visão espírita a repercussão no perespírito. O que é o perespírito? É o que tá aqui. É uma cópia nossa. E aí vai essa depressão vai repercutir no perespírito, que vai dar essas heranças emocionais de que traz essas heranças emocionais de vidas passadas. Por quê? Porque nós deixamos através de uma uma atentado contra a própria vida, uma doença grave que eu não respeitei, que eu desisti, eu encravei no meu espírito uma marca. Aí ela traz essa marca no nosso no perespírito, no nosso corpo físico.

uma atentado contra a própria vida, uma doença grave que eu não respeitei, que eu desisti, eu encravei no meu espírito uma marca. Aí ela traz essa marca no nosso no perespírito, no nosso corpo físico. E aí a culpa, o remorço, desequilíbrio espiritual, influência de espíritos inferiores. E tá aqui, olha, o escurinho no meio do peito é esse estado de embotamento que eu não quis mudar e eu quis somente acabar com essa dor e acabei com a minha vida. E aí vai ficar no perespírito. E a marca, conforme eu atento contra a minha própria vida, fica uma marca no espírito que eu vou trazer para um novo corpo físico para eu resgatar o que eu não quis resolver. Espero que vocês tenham entendido mais ou menos essa imagem. Ele nos diz que as dores morais elas são provas escolhidas por nós mesmos, pelo nosso espírito, para apressar o nosso progresso. Então nós pedimos porque nós vimos que erramos, que atentamos contra a própria vida, que não crescemos e aí a gente pede para que a gente para pra gente passar pela situação, pra gente aprender. Obrigada, Rodney, pela imagem. Vamos falar um pouquinho, gente, já logo acaba, eh, sobre as influências espirituais. Lá no livro dos médiuns, na segunda parte, no capítulo 23, Kardec nos fala da ação dos espíritos sobre os encarnados, de espíritos desencarnados que atentaram contra a vida, a própria vida, que passaram pelo mesma depressão, pela mesmo sofrimento, pela mesma dor. Eles se afinizam conosco e se aproximam da gente. E aí muitas vezes estados de tristeza profunda podem ser intensificadas por influências desses espíritos inferiores que se aproveitam da nossa fragilidade, que eles podem ser tanto os obsessores como os sofredores. Eles se aproveitam das nossas fragilidades morais e emocionais e se aproximam da gente intensificando a nossa dor e o nosso sofrimento. Por isso o evangelho no lar, por isso as orações, a prece que isso não significa também a gente culpar os obsessores, porque nós permitimos quando nós não buscamos saídas. Mas a gente tem que compreender

isso o evangelho no lar, por isso as orações, a prece que isso não significa também a gente culpar os obsessores, porque nós permitimos quando nós não buscamos saídas. Mas a gente tem que compreender que o tratamento pode envolver não apenas a medicina e a psicologia, mas uma higiene espiritual, oração, a reforma íntima, a prática da caridade, o passe. Então, tem também aqui a referência bibliográfica, tá? Ele nos coloca também o consolo e a esperança. Nos traz que a visão espírita reconhece a dor, mas ilumina como como perspectiva a continuidade da vida. e que a depressão, como qualquer sofrimento, não é o fim, mas sim uma etapa que nós estamos passando. Então, Kardec nos afirma também: "Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que empregam para domar suas más inclinações." está lá no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 7, no item quatro. Ou seja, até mesmo uma dor profunda pode se converter numa alavanca para essa transformação nossa. Então vocês veem como que o Espiritismo mostra paralela à ciência tudo que nós podemos modificar. E as perspectivas de cuidado também nós podemos ver, ó, lá psicoterapia, os medicamentos, estilo de vida, apoio social, espiritualidade, propósito. Cada um aqui é a gente na terapia cognitivo comportamental, os antidepressivos, atividade física, alimentação, sono adequado, conversar com amigos, com familiares, grupos de autoajuda, tudo isso, gente, nós podemos muitas vezes procurar o recurso que o recurso no vai surgir, sim. E aqui nós temos uma indicação de leitura, o livro dos espíritos, Evangelho Segundo Espiritismo, Depressão e Obsessão. Olha, tá aí, ó. E depois vocês podem paralisar a tela. Muito bom, Rodney. Obrigada. Tá vendo o meu socorro? >> Facilita aí. Inclusive as referências também deixei ali para hora que você quiser. >> Isso. E o outro também, olha, que é a referência bibliográfica eh na área da psicologia e do espiritismo. Então, tudo eu peguei referência bibliográfica para que a gente leia. A

ra que você quiser. >> Isso. E o outro também, olha, que é a referência bibliográfica eh na área da psicologia e do espiritismo. Então, tudo eu peguei referência bibliográfica para que a gente leia. A pessoa que tá em depressão, tá lá depressivo, tá, vai lá, pega, dá uma lida, ouve de novo o vídeo para que se possa se motivar, porque a dor é muito profunda e a gente não consegue sair sozinho. Então, a gente tem que buscar recursos, conversar com alguém. E eu acho que é isso. Eu acho, se ficou alguma dúvida, eu me coloco à disposição para esclarecer. Se eu não souber, eu vou buscar, porque eu não sei de tudo. Cada dia eu aprendo mais. Mas o que realmente a gente faz é com muito carinho. Eu e o Rodney e a equipe da da Rádio Espírita do Paraná. Eh, a gente tem muito prazer em fazer o que nós estamos fazendo. >> Muito bem. É isso mesmo. A gente tem um carinho enorme por fazer esse trabalho, tá, Marlene? Só aqui tá embaixo aqui o telefone do seu contato. Vamos liberou o pessoal é contato pelo WhatsApp que é o 41 que é o DDD aqui de Curitiba. É o 9911639 mesmo. Parece parece o número comercial, né? Fica bom assim. 91 19639. Fica bem fácil de decorar, tá? Então, eh, como a Marlene deixou em aberto, se você tem alguma questão, porque às vezes a pessoa não quer se expor nos comentários, né? Então, de repente manda ali para ela eh alguma pergunta que ela possa eh te responder, né? E é nesse também, é nesse telefone que você também faz atendimento, né, Marlene, de outras situações, né, principalmente dependência química, né, que realmente não é relacionamentos, eh, relacionamento pais e filhos, conjugais, depressão, a gente faz sim, tem caso Rod para você ver como que alcança, graças a Deus tem pacientes nos Estados Unidos, Inglaterra, França, tem Canadá, então as pessoas procuram a gente, as pessoas Pessoas procuram. >> Ah, então tem o pessoal de fora. Então, então aí você >> não diga que que não pode pagar não, que se não puder pagar eu não vou deixar de atender. >> Eu sei, Mar. Mas então, para você que

procuram. >> Ah, então tem o pessoal de fora. Então, então aí você >> não diga que que não pode pagar não, que se não puder pagar eu não vou deixar de atender. >> Eu sei, Mar. Mas então, para você que está em outro país, aí você acrescenta antes do 41, número 55, né, que é o código do Brasil, né? Então, 55 41 9911339, tá? Então, para quem for ligar de fora, tem que colocar o 55, que é o código da nossa nação brasileira. Marlene. Então, ó, eu só tenho agradecer, eh, recomendar vocês a visitarem, tá? vai est ali na playlist Setembro Amarelo, o Setembro Amarelo 01, 02, 03, 04 e esse que é o 05 que a gente encerra na data de hoje essa campanha do setembro amarelo. Mas como a gente sempre fala, né, Marlene, serve para qualquer dia de qualquer mês do ano. A a nova visão do pessoal que está construindo o setembro amarelo é que isso seja o ano todo. a todo instante a você que tá aqui absorvendo o conhecimento, seja um multiplicador eh desse conhecimento, assim como Marlene falou assim, ó, não quero sair da minha existência com tudo aqui na minha cabeça sem deixar para os demais. Então, então ela tá justamente fazendo isso, a caridade de passar o seu conhecimento e nós podemos fazer a caridade virtual de encaminhar para alguém, porque às vezes a gente no próprio meio não sabe que às vezes tem uma pessoa depressiva ou com outras questões que quando a gente encaminha vê ali e fala assim: "Opa, deixa eu modificar". É essa proposta que foi trazida de hoje, né? a dor como um instrumento para que a gente possa dar um passo à frente de fazer ela ser algo transformador, que ela seja a nossa escada de subida e não de descida, né, Marlene? >> Exatamente. >> Então tá, Marlene, vou passar para você as últimas considerações antes da vinheta, né, que vai me dar saudade de ver aquele, né, aquele pé de pesinho balançando ali, com a musiquinha, tal, >> né? Então assim, para que você possa trazer aqui para nós como foi para você desenvolver esse trabalho de cinco programas especiais, né? E e é lógico

pesinho balançando ali, com a musiquinha, tal, >> né? Então assim, para que você possa trazer aqui para nós como foi para você desenvolver esse trabalho de cinco programas especiais, né? E e é lógico que você acabou até utilizando nas palestras e como tem sido esse trabalho para você nesse mês de setembro que foi muito produtivo, graças a Deus. Foi florido, >> foi graças a Deus. Eu gostaria, em primeiro lugar, de agradecer a Deus, a Deus, a Jesus, pela oportunidade que eu pedi de estar podendo divulgar, ajudar, deixar algo que a gente sabe que pode ajudar e pedir para que possam vocês que que assistiram eh partilhar para o máximo de pessoas, porque vocês partilhando a os próprios mentores podem direcionar uma pessoa que não está querendo viver mais. de nós salvarmos uma vida. Então, a gente sabe que o acesso é pouco. Infelizmente eu me frustrei muito porque tanta coisa na internet tem 10.000, 20.000 1 acessos e uma informação tão importante, a gente percebe que tem tão poucos acessos, mas que vai atingir as pessoas que que a espiritualidade escolher a dedo e que pode estar nas suas mãos essa pessoa quando você divulga. Eu queria agradecer a Deus, a Jesus pela confiança e a todos vocês que estão aí aprendendo e ouvindo. Que Deus nos abençoe. Eu vou pedir para você repetir o pedacinho, Mariene, porque seu áudio travou. Então quando trava, daí eu peço pra pessoa repetir, tá? É, é questão da internet. Então a gente >> só esse esse finalzinho aí, Marine, que você tava falando assim que e eu vou até vou até para você recuperar o tempo aí na >> que tá travando um pouquinho, se quiser tomar um pouquinho de água, né, dá tempo de eu explicar aqui. A, >> digamos assim, a há um envolvimento, há um todo um trabalho a ser realizado para que a gente possa trazer para você da melhor forma possível. e a Marlene se dedicou ao máximo para fazer essas cinco apresentações. E aí é lógico, você consegue comparar assim que às vezes a a internet, a rede social, por exemplo, às vezes ela tem um

possível. e a Marlene se dedicou ao máximo para fazer essas cinco apresentações. E aí é lógico, você consegue comparar assim que às vezes a a internet, a rede social, por exemplo, às vezes ela tem um viés para um para um outro momento, né? E aquilo que realmente nos fazem a nossa elevação na busca do conhecimento, de compartilhar e principalmente foi o que ela falou. E isso tem acontecido muito. >> A, a medida que você encaminha para alguém e essa pessoa >> de repente tava por um problema sério, recebeu conteúdo e demoveu a ideia de desistir, né, da tentativa de abreviar sua vida e e tem um outro olhar assim, não, eu vou lutar, eu vou reagir. Puxa, esse conteúdo me trouxe informações que eu não tinha pensado. Aonde é que eu em que momento começou a minha vida ficar desse jeito? Eu vou ter que fazer essa volta lá atrás. Poxa, mas quando eu era na infância eu era feliz. Na juventude também. O que foi que aconteceu que mudou me modificou? Então esse é um exercício que foi falado aqui dentro da própria live que a gente precisa fazer. Então digamos assim, a questão das visualizações é um problema sério, porque, digamos assim, hoje em dia a plataforma ela vai seguir o que a maioria tá desejando ver na internet. E são questão o quê? Politização política. Então, toda vez que você assistir um único conteúdo, você vai ser bombardeado com vários conteúdos para você assistir esse tipo de situação. Agora, quando é algo para te clarear a mente e que as pessoas não têm muito a questão do engajamento, de compartilhar, de clicar no like, né, que é aquele dedinho lá do gostei, então a plataforma entende que esse esse tema não é relevante e na verdade a gente sabe que é. Basta você do outro lado reconhecer, encaminhar. E aí, como a Marlene falou, assim, a espiritualidade vai levar aonde vai ser necessário. Mas tem um outro detalhe importante, Marlene, porque além de passar aqui, ele passa em duas TVs, na TV Espírita do Paraná e na Conecta Espiritismo TV. Então são duas web TV que depois passam de novo,

Mas tem um outro detalhe importante, Marlene, porque além de passar aqui, ele passa em duas TVs, na TV Espírita do Paraná e na Conecta Espiritismo TV. Então são duas web TV que depois passam de novo, >> então a gente não fica amarrado as visualizações aqui no YouTube porque daí a gente tem esses dois canais de TVs na web que olha tá tendo muito acesso porque também eles conseguem baixar o aplicativo e levar aqui no celular a TV Espírita do Paraná e a Conecta Espiritismo TV. E e a TV Espírita do Paraná já tem mais de 2 milhões de acesso. Então você fica pensando assim, >> é bom que lá não tem propaganda, né? Às vezes interfere na nas pessoas, tá assistindo e passa propaganda e passa propaganda. Não sou nada contra porque a plataforma precisa se manter, mas é se aí que às vezes há um exagero, mesmo a gente não sendo canal monetizado. Mas Marlen, termina aí o seu comentário, daí a gente passa aqui a vinheta se despedindo do pessoal. >> Não, foi muito bom ouvir o que você falou. foi muito melhor colocado, porque você conhece a rede, né? E eu queria agradecer mesmo de coração. Partilhem, compartilhem, que pode estar na tua mão salvar uma vida e você nem fica sabendo, nem fica sabendo. Então, que esse conhecimento possa ser útil. Vamos agradecer a Deus pela oportunidade de aprendizado. Muito obrigada a Rodney e a todos. >> Obrigado, Mare. Foi uma honra de estar contigo aqui, tá bom? Tá bom. Tchau. Tchau, gente. >> Tchau. Ciao

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