Contos Africanos | A Moral da História
Hoje você vai assistir três Contos Africanos. 1 - Amizade em torno do Baobá 2 - Ubuntu 3 - Baobá e os presentes Apresentação: Noah Miranda de Lara Madrinha do Projeto: Sandra Borba Pereira Com "A Moral da História", você terá em mãos uma ferramenta poderosa para: Despertar o interesse dos jovens pelos ensinamentos morais e valores cristãos de forma lúdica e acessível. Facilitar a compreensão de conceitos importantes através de narrativas envolventes e personagens inspiradores. Promover discussões edificantes em família e nos encontros de evangelização, fortalecendo os laços e o aprendizado em conjunto. Oferecer um conteúdo seguro e educativo em um mundo digital repleto de distrações. Não perca a oportunidade de levar para perto das crianças e jovens um material que nutre a alma e edifica o caráter. O Projeto Raízes Audiovisual acredita no poder das histórias bem contadas para formar indivíduos mais íntegros e conscientes. Produção: Raízes Audiovisual Espiritismo Canais Parceiros: Conecta Espiritismo e TV CEERJ Transmissão: Rádio Espírita do Paraná
apagada. >> Olá, boa noite nossos amigos, nossas amigas. Que bom tê-los novamente aqui a mais um A Moral da História, cheio de ensinamentos, muito riquíssimo em conhecimentos e agradecemos a sua participação para mais uma live que em breve começará com a nossa participante ilustre, a Sandra Borba. Então, estamos aguardando ela. Pai, dá um recadinho. Não me deixa falando sozinho. >> É produção. Hoje eu vou ter que estar aqui junto do do Noa para auxiliá-lo nesse momento de abertura. >> Sempre é uma grande felicidade, né, Noa? ah, o pessoal que tem nos acompanhado, eh, tem curtido e, principalmente tem utilizado as apresentações que são feitas aqui na live, que depois fica na playlist aqui do canal específico para que você, pai, mãe, evangelizador ou educador possa utilizar esses esses trechos, né, dos vídeos que são produzidos pelo raízes, audiovisual, espiritismo, para que você possa possa trabalhar justamente os valores morais que cada história eh traz ali na sua apresentação. E o recurso audiovisual auxilia muito para poderem realmente trabalhar. Inclusive, né, Noa, a gente teve a felicidade de gravar um programa especial chamado Enfox da Vida, com a Cris Roxavetes, que ela é uma contadora de história, tá? Em breve, em breve a gente vai disponibilizar essa entrevista muito bacana. Sim. >> E o mais importante, quem sabe a gente traga ela aqui também no programa A Moral da História, porque ela já é uma profissional contadora de histórias e que ela foi motivada a fazer eh desta questão em repassar para os outros as contações de histórias, porque a avó dela fazia isso, né? A vozinha contava histórias e ela desde pequena ficava encantada com a forma em que o adulto consegue na hora da leitura, da narrativa, trazer a emoção do personagem e fazer a gente viajar com as nossas memórias afetivas e também eh mergulharmos, né, no mundo da imaginação, o que mais tarde vai fazer muita diferença, porque a gente acaba criando aqui em nossa nossa mente um campo bem criativo. Então isso é muito
tivas e também eh mergulharmos, né, no mundo da imaginação, o que mais tarde vai fazer muita diferença, porque a gente acaba criando aqui em nossa nossa mente um campo bem criativo. Então isso é muito importante a gente ter esses momentos em família e é lógico que neste exato momento nós estamos proporcionando esse tipo de situação, né, No? >> Sim, sim, claro. >> E hoje nós vamos ter o quê? Quantos vídeos nós vamos ter hoje na apresentação do programa Moral da História? >> Três vídeos curtinhos, simples, mas com ricos em conhecimento na história da tradição oral africana. Ah, hoje vai ser contos de histórias africanas. >> Isso mesmo. Correto. Três. Três. >> Três. >> Então, se preparem, pessoal, que vão ser três. E é lógico, depois que a gente apresenta a live, a gente depois divulga uma semana depois a gente sobe o vídeo completo. Então, daí os três vão estar agrupados num vídeo só. E aí serve justamente para aquilo, né, no para que as pessoas trabalhem >> recursos educacionais dentro das >> recursos educacionais dentro das escolas, dentro da evangelização, os próprios pais mostrando pros filhos às vezes as histórias antes de dormir, como às vezes não tem uma história de cabeça, mas ah, mas eu lembrei daquele vídeo, então lembra automaticamente da gente ou de canais parceiros. Então assim, a gente fica muito feliz em poder estar compartilhando e mostrando mais o nosso trabalho, da nossa mágica que acontece aqui nos bastidores com uma equipe tão grande, >> certo? E o bom é isso, minha gente, que volte meia tá chegando eh vozes novas, personagens novos, diferentes, >> próximos participantes também na live que a gente pode pensar mais paraa frente junto com a Sandra Borba, eu e mais algum participante, >> eh, que vem aí colaborar, ajudar, >> inclusive convidar alguma criança da evangelização para estar aqui com a gente online, >> evangelizadores, >> evangelizadores, ó, muito bem lembrado, evangelizadores, vocês também serão convidados. a moral da história com o Noa e a Sandra
vangelização para estar aqui com a gente online, >> evangelizadores, >> evangelizadores, ó, muito bem lembrado, evangelizadores, vocês também serão convidados. a moral da história com o Noa e a Sandra Borba, né? >> Deixa eu começar a dar uma caçada aí no pessoal para trazer aqui pra nossa equipe, >> não? Perfeito. E o legal é o seguinte, né? No que nós estávamos eh analisando o todos os programas, a você pode eh acessá-los, eh estudar as histórias junto com os seus filhos, mas sempre tem um link com as lições evangélicas, né? Esse aqui, principalmente vai ter, né? Vai ter. A gente tá até vendo ali a posse do necessário. O pessoal que que estuda aí o espiritismo vai saber, né, do que a gente tá falando, mas vai tá ali dentro do contexto, né, No? >> Mas pai, eu não sei se você pensou, mas eu pensei agora que quando as pessoas comentam nas nossas lives, nossos vídeos, já está acontecendo umas assim dizer uma evangelização. >> Por quê? Porque a gente troca as nossas ideias, as nossos pensamentos, as nossas posições sobre tal assunto, sobre tal comentário. Então, a gente vai fazendo uma evangelização, a gente vai trocando conhecimento um com o outro, pensamentos, um diferente, outros que tiraram conclusões totalmente, vamos assim dizer, de uma forma, um tirou isso e outro outro. Então é muito interessante essa troca, essa conversa, essa fraternidade que se que se que se tornam os comentários. Então a gente vê o pensamento, parece tem evangelizadores que comentam nas nossas lives que tem essas vezes que a gente nem pensou, nem passou pela mente de ter falado, de ter explicado certas coisas. Então isso também serve de aprendizado para nós e para as pessoas que comentam. Ah, entendi. Você quer dizer assim que de um determinada apresentação cada um tem tira a sua própria interpretação, >> as suas reflexões e daí cada um vai colocando ali o que achou daqueles e aí assim se constrói o conhecimento, né? Não, mas perfeito. É, é justamente isso. O que falta na nas famílias de da
retação, >> as suas reflexões e daí cada um vai colocando ali o que achou daqueles e aí assim se constrói o conhecimento, né? Não, mas perfeito. É, é justamente isso. O que falta na nas famílias de da atualidade é esse momento de sentarmos e assistirmos algo juntos e ali estarmos atentos ao que tá acontecendo e tirar nas entrelinhas as informações, né? >> Sim. Então, como a gente tá vendo, né, no as atribulações do mundo, então a gente vai tirar ali as lições também, né, >> os aprendizados, >> é, das questões negativas a gente também aprende, né, principalmente com os pais ensinando, gente. >> Tem a gente vê assim, ah, falando tá me prejudicou, não, a gente ajudou porque a gente revelou uma verdade. Então, a gente também aprende com os erros dos outros pra gente não fazer a mesma coisa >> também. Exatamente. A gente aprende com os erros e como a gente sempre conversa em casa, né, Noa? >> Uhum. >> Que a gente tem muita informação, olha, está chegando no mundo crianças melhores que falaram que era índico, cristal e tudo mais, né? Nem que seja pé da Brita, né? Mas de qualquer forma, independente da informação espiritual que estão chegando espíritos melhores, eles passam justamente pela educação dos pais que dão direcionamentos, né? Então, realmente, se você observar seu filho, eles estão chegando com uma carga mais amorosa, diferente da nossa, um um uma predisposição bem diferente daquilo. Eu lembro que quando eu era pequeno assim, né, que me contava, a gente era enrolado num panos lá que a gente parecia mais uma múmia. E hoje em dia, depois que o Noa nasceu, a gente vê assim que já quer andar rápido, porque tudo é mais rápido, né? Antes se enrolava o nenê, não deixava se movimentar tanto. >> Parece que estamos evoluindo. >> É, agora tá tudo mais acelerado, né? E até inclusive a forma de aprendizagem está bem diferenciada. Eles absorvem mais rápido. Então, digamos assim, se eles estão absorvendo mais rápido, então nós que somos o exemplo, temos que passar coisas bem positivas para que
aprendizagem está bem diferenciada. Eles absorvem mais rápido. Então, digamos assim, se eles estão absorvendo mais rápido, então nós que somos o exemplo, temos que passar coisas bem positivas para que eles copiem aquilo que de melhor que a gente possa oferecer, né? >> Fazer eles se tornarem ser humanos, homens, mulheres de bem. E nós temos aqui sempre eh dentro da nossa relação familiar, assim, a oportunidade dele também poder apontar alguns equívocos, porque ele vai sempre enxergar também em nós eh uma certa eh equívocos também, né? Nós não somos pais 100%, mas a gente, ele vê, consegue enxergar isso, que há uma, um esforço da gente eh sermos algo positivo, mas que a gente pode cometer algum erro, mas ele já sinaliza, né, no tá certo? >> Sim. Mas então agora vou falar uma coisa rapidinho aqui, tá? Pra gente entender mais ou menos um pouquinho do que que é o baubá e essa lendra africana sobre >> Ah, não, não fala ainda, porque a nossa a nossa convidada ainda não está aqui ainda. A gente tá dando aqui o nosso testemunho primeiro, né? >> Sim, sim. >> Mas a gente também tem que dar uma olhadinha aqui o que que o pessoal de casa, o pessoal de casa colocou aqui pra gente, né? Vamos ver as mensagens, as mensagens, as mensagens. Vamos lá, vamos ver que que o pessoal já mandou, já mandou lá no chat. Vamos lá. Começando com quem? >> Dolores Queiroz. Boa noite, amigos. Beijos para todos. Um beijo. Eliana, Eliana Garret. >> Garret. >> Garret, >> boa noite. Garret >> americana. Boa noite, amigos queridos. Boa noite, Francisco Batista de Menezes Júnior. Boa noite, Goiânia, Goiânia, Goiás. Ó, tudo jun >> esse de Santa Catarina, >> Manuel Moura Júnior Silva, boa noite a todos. Como você sabe que ele Catarina? >> A gente tá sabendo. >> Marcones Moreira, boa noite a todos. Paulista. Perfeito. Cilei. Ah, a nossa amiga. >> A nossa amiga. Amiga, amiga, amiga, amiga. >> Silei. É que bacana. >> Ela mandando cheio de florzinha ali. >> Maria das Graças. Lazarine. Ah, Maria das Graças. No é além de inteligente, um jovem que
> A nossa amiga. Amiga, amiga, amiga, amiga. >> Silei. É que bacana. >> Ela mandando cheio de florzinha ali. >> Maria das Graças. Lazarine. Ah, Maria das Graças. No é além de inteligente, um jovem que tem brilho próprio e com olhar cativante. Obrigado, Maria. Aqui chegando mais a >> Boa noite garotinho. Sandra e Noa. Boa noite amigos do chat. Ó igual tá em peso ali. >> Não, a Clei é a nossa camisa número 12, né? Tal camisa número 12. >> Margarete Cruz. Eba. Boa noite, Novo. Boa noite Sandra. Boa noite, Margarete. A CR será uma linda noite de mergulho nas tradições africanas. Perfeito. Maria das Graças, boa noite, amigos queridos. A Jusara, >> Jusara Macedo, boa noite. >> A Jusara, não lembro da onde é a Jusara, me desculpe. >> Boa noite a turma do >> Terapias de Vô. >> Terapias de Von. Especialmente um abraço ao Marcondes. Ó, >> ó, Marcondes tá com tudo. Marcondes. >> Terezinha Fal Ribeiro. Boa noite, querido novo. Bom te ver. Bom te ver também, Terezinha. aqui. >> Clara Batista, boa noite. Eu e meu filho César, 10 anos assistindo de Goiânia a Goiás. Ó, outro Goiano. >> Muito bem. Muito bem. O nome, o nome do filho é o César. Um abraço, César. 10 anos, ó. Viu como é importante, >> César? Depois você manda uma, pede pra mãe colocar aí que que você achou, tá? A gente vai passar o vídeo número um, depois o vídeo número dois e o número três, tá? >> Sim, sim. >> Vamos ver quem mais aqui que chegou. Lá o último aqui. >> Vamos curtir e compartilhar. Isso mesmo, gente. Curte. Não vou falar do sininho, não sei se tem sininho, >> tá? >> Só no YouTube daí. >> Sim. >> Então, um beijo a todos. Boa noite. >> Alguém. É, tem alguém aqui nos b >> Dolores. Eu sou de Juiz de Fora. Ai, que >> Ah, Juiz de Fora. Vai ter, vai ter aí o um congresso aí. Congresso. E ó, >> não vamos falar, né? Não vamos dar spoiler. >> Não, esse é outro. Esse é outro. O de Campinas é outro. >> Tá. Ah, é verdade, >> pessoal. Já de Três Rios, tá certo? Três Rios lá no Rio de Janeiro, tá? Isso aí. >> Aí o pessoal em peso ajudando na Jara.
, esse é outro. Esse é outro. O de Campinas é outro. >> Tá. Ah, é verdade, >> pessoal. Já de Três Rios, tá certo? Três Rios lá no Rio de Janeiro, tá? Isso aí. >> Aí o pessoal em peso ajudando na Jara. >> É, ó, tem impressão de Brasília. Que legal, que legal. Boa noite a todos, gente. >> Vamos lá. Tem gente esperando nós aqui nos bastidores. Vamos chamar ela para dentro daqui da Vamos. >> A chefe, >> nossa chefa. >> Opa, sai diferente aqui. Mas vamos vamos ajeitar aqui. >> Tudo bom, gente? Eu tô improvisando aqui a minha entrada para dar um beijinho nesse noa, fofo querido, um abraço no Rod, cumprimentar a todos que estão aí no chat, né, prontos para mergulharem no universo africano. Tá muito bacana, gente, as três histórias. E eu tô em comunicação com a Sandra Borba. Ela teve que atender uma emergência familiar, tá tentando se deslocar de volta para casa, mas o acesso dela, por conta dela tá dentro do carro, tá sendo dificultado, porque ela não tá conseguindo acessar pelo celular. Então eu eu entrei para dar essa notícia, né, que a gente tem a confirmação da participação, da perspectiva de participação da Sandra. Mas aí, Rod Noa, eu acho que a gente já pode cruzar fronteiras aí e entrar na África. Daqui a pouquinho a Sandra chega. >> Perfeito. E olha só, Cris, o pessoal hoje tá movimentado aqui no chat, tá? Tão mandando bastante, >> olha quem tá aqui, ó, >> né? Mensagens, né? Quem mais que chegou aqui? A, o >> Cláudio Marcelo Brumado, Bahia. Um abraço ao povo baiano, o Valdir Manfredini da Arte Espírita do, >> né, da Arte Espírita do Paraná aqui >> tá também tá aqui conosco. >> Cantinho dos cantinhos da Conchego. >> O Cantinho da Conchego. Precisamos conversar, tá? Nosso amigo Valdir Manfredini. Bom, gente, então vamos fazer o seguinte, vamos apresentar então, tá? Sandra, provavelmente você já tá acompanhando a gente, tá? Fique tranquila, chega em casa com segurança, liga lá seu laptop e daí entra ao vivo aqui conosco enquanto a gente vai aqui apresentando. >> Te dá um jeito,
lmente você já tá acompanhando a gente, tá? Fique tranquila, chega em casa com segurança, liga lá seu laptop e daí entra ao vivo aqui conosco enquanto a gente vai aqui apresentando. >> Te dá um jeito, >> a gente dá um jeito, tá? O o público, o público é muito carinhoso, eles vão aguardar a sua presença, sim, os até até os seus comentários que são sempre bem pontuais e assertivos, né, já pela experiência que ela tem, né, no >> e para nós é uma grande satisfação de ter a Sandra Borba, que eh através do convite da Cris, ela aceitou ser madrinha do projeto, né, Cris? e também além de tudo é o anjo protetor do Noa, né? Porque eh ela sempre faz as suas pontuações, porque é necessário que a pessoa que está aqui apresentando o programa, ela tenha realmente os pés no chão, como ela falou, né? E que não se vislumbre pelas questões que podem ocorrer, né? Hoje em dia a gente a gente pode sair de um simples momento de estar apresentando aqui e de repente a coisa expandir de uma certa forma sair do controle, né? Então ele tem que tomar cuidado com essas questões. Então a gente é muito agradecido a Sandra por est sempre sendo esse anjo bom nas nossas vidas. Mas ela já chegou. Vamos lá colocar ela aqui também. Pera aí. Vamos ajeitar aqui o nosso. >> Tento colocar esse aqui. Três aqui. >> Eu eu eu vou eu vou cair pros bastidores, Rod, porque eu quero abrir alas aqui pra nossa Sandra Borba. Ela tem que ficar em tela cheia, gente. Eu tô saindoando um beijinho para vocês, tá bom? >> Um beijo. >> Tá bom. Beijo. >> Olá. >> Olá. Vamos só acertar aqui. >> Tenta colocar no outro ali. A >> velha luta da internet, né? Sim, sim. Ai, meu pai >> ajeita você >> me arrumar aqui, me ajeitar. E aí, Noan? >> Tudo bem? >> Tudo correndo, mas tudo em paz. E >> você? >> Tô muito feliz que hoje nós vamos conversar sobre coisas lindas, maravilhosas. >> Sim. Perfeito. Prazer ter você aqui no nosso programa. Ok, querido. É uma aposta, viu? Tive um contratempozinho, mas cheguei. Graças. >> Um abraço pro seu Assis, né, Noa?
isas lindas, maravilhosas. >> Sim. Perfeito. Prazer ter você aqui no nosso programa. Ok, querido. É uma aposta, viu? Tive um contratempozinho, mas cheguei. Graças. >> Um abraço pro seu Assis, né, Noa? Produção tá mandando aqui. >> Estamos firme e forte. Obrigado, Sandra. Tudo bem por aí? Deu, deu tempo de fazer atendimento lá. >> É, eu tava com problema porque eu tava pelo celular, depois eu tentei pelo note e não conseguia pelo note, no celular não dava som, não dava imagem. Mas graças a Deus resolveu os deuses da informática. >> Então, perfeito. Então, nós nós já vamos passar o primeiro vídeo, tá? P Nossa edição de hoje de A moral da história vai tratar de contos africanos em torno da simbologia que a árvore Baubá tem na cultura yorubá. É para muitas etnias africanas a árvore da vida. Suas raízes representam a ancestralidade e a sabedoria. Firmes denotam os vínculos com a terra e a memória das comunidades. O ancião, o mais velho, mesmo após a desencarnação, continua participando da vida da coletividade da aldeia, auxiliando nas importantes decisões, aguardando o momento de reencarnar para retornar ao clã. O tronco são as crianças em crescimento, indo em direção ao alto e o ápice de suas realizações quando da vida adulta. Galhos e folhas significam o amadurecimento. As folhas ao caírem retornando ao solo para alimentar as raízes, significam continuidade e ciclo. números em torno do Baubá, originário das steps africanas e regiões semiáridas de Madagascar estão gigantes qual a árvore. Pode atingir até 30 m de altura por 7 m de circunferência. Devido à sua capacidade de armazenar água, cerca de 120.000 1000 L é muito resistente, sobrevivendo por longos períodos de estiagem. Atinge até 6.000 1 anos de idade, assim, bem mais que uma árvore. Baluba é por excelência o guardião de sentidos e significados endossados pelos povos da África, pelas suas sociedades e culturas, teus modos de ser, tuas aspirações, expectativas de vida e religiosidade. Há muito tempo, em uma aldeia rodeada
tidos e significados endossados pelos povos da África, pelas suas sociedades e culturas, teus modos de ser, tuas aspirações, expectativas de vida e religiosidade. Há muito tempo, em uma aldeia rodeada por savanas douradas, viviam dois grandes amigos, Coeco, e a Man. Eles cresceram juntos, aprenderam a caçar, pescar e contar histórias sobre a luz da lua. Eram inseparáveis. No centro da aldeia havia um imenso baubá, tão antigo que os mais velhos diziam que ele já estava lá antes mesmo dos antepassados pisarem naquela terra. Diziam que esse ba guardava a sabedoria da felicidade verdadeira e que uma vez a cada 7 anos ele revelava um ensinamento apenas para aqueles que se aproximassem com o coração puro. Na véspera do sétimo ano, Cueco e Amani fizeram um trato. decidiram visitar o baubá juntos. No caminho, passaram por pessoas da aldeia em dificuldade, uma mulher com cestos pesados, uma criança ferida, um velho com fome. A Mane queria parar e ajudar, mas Coeuco estava ansioso demais para retardar a marcha. Se demorarmos, outro pode chegar antes e pegar o segredo do baubá. A Mane sorriu e disse: >> "Se a árvore é sábia, ela saberá esperar". Então a ajudou a mulher a carregar os cestos, tratou a ferida da criança e repartiu com o ancião seu último pedaço de pão de sorgo. Cueco, relutante ajudou com pressa, mas seguiu reclamando que estavam perdendo tempo. Chegando finalmente ao baubá, os dois sentaram-se em silêncio. Um leve vento soprou entre os galhos e uma voz suave ecoou como um sussurro. A felicidade não se encontra sozinho, nem se pode correr para ela. Ela cresce onde se cultiva o cuidado, como raízes que se entrelaçam debaixo da terra. Aquele que valoriza o outro valoriza a si mesmo. >> Naquele momento, o baá deixou cair duas sementes brilhantes, uma para cada amigo. Coeuco entendeu. A amizade, a compaixão e a partilha são os verdadeiros frutos da vida. Os dois bons amigos plantaram as sementes lado a lado e assim, com o tempo, nasceram duas novas árvores entrelaçadas,
o entendeu. A amizade, a compaixão e a partilha são os verdadeiros frutos da vida. Os dois bons amigos plantaram as sementes lado a lado e assim, com o tempo, nasceram duas novas árvores entrelaçadas, o símbolo eterno da amizade e da felicidade que floresce juntos. Que conto maravilhoso, cheio de conhecimento, tudo sobre ancestralidade, sobre a resistência, sobre a amizade e também sobre a paciência da espera, tudo. Mas primeiramente a gente quer saber um pouco do que você achou deste vídeo, Sandra. Por favor, compartilhe seus seus conhecimentos. sua sabedoria. >> Boa noite a todos. Um cheiro especial para você, Noa. Eh, principalmente para nós nessa noite que aqui estamos e outros que acompanharão. É uma lição pra gente combater o preconceito, né? Porque há uma, vamos dizer assim, um preconceito firmado histórica e culturalmente, né, aqui no Brasil, em outras localidades também, de que o negro, o africano, a cultura africana, ela seria uma cultura inferior em razão do fato dos africanos terem chegado ao Brasil inicialmente em 1530 e de modo mais acentuado no final do século X, na condição de escravos, né? Então isso gerou por parte principalmente do português, né, o colonizador, né, todo um empenho mostrar e demonstrar, vamos dizer assim, a inferioridade, né, da cultura eh africana. A África é muito diversa. Nós aqui hoje não temos a ideia, né, dos das línguas, né, eh, de todo o conteúdo, principalmente cultural, que nós encontramos na mama África, como diz o o meu conterrâneo Chico César, né, Chico Saence, aliás, é Chico Saence. Então, é muito bonito ver eh a história aí do Baobá nos trazendo uma lição de pertencimento, uma lição de sabedoria. E eu vou dizer para você e para quem nos escuta, nós temos um baá belíssimo aqui em Natal e ele é conhecido como o baar. Sabe de onde? Do livro O Pequeno Príncipe de Santo Zuterri. Não tem um baubá famoso. Dizem que é o baubá daqui. Tanto é que é um ponto turístico aqui. O ba lindíssimo. É um tronco imenso, imenso, imenso. Então, muito bonita a lição,
Príncipe de Santo Zuterri. Não tem um baubá famoso. Dizem que é o baubá daqui. Tanto é que é um ponto turístico aqui. O ba lindíssimo. É um tronco imenso, imenso, imenso. Então, muito bonita a lição, principalmente você já colocou numa síntese muito boa, né, que é exatamente fraternidade. Lembrar que a tradição dizia que era necessário ter pureza. um dos amigos eh mais vechadinho, vamos dizer assim, né? E o outro eh mais preocupado exatamente com o cuidado. Então, ajudou a idosa, ajudou a criança, ajudou depois dividir o seu pão com o idoso. Mas todos os dois, mesmo conversando do outro, né? Todos dois mereceram receber a lição sobre a felicidade e receberam as sementes, né? Então, muito bonita a, eh, vamos dizer assim, a lição, eh, principalmente porque isso vai trazer para nós uma reflexão profunda. A palavrinha que me chamou atenção, sabe, no foi cuidado. Então, a gente tem que aprender a cuidar da gente, do outro, da natureza, né? Pra gente poder merecer as coisas positivas. E aí para você também deve ter sido uma surpresa, porque raramente no no chamado saber escolar a gente tem acesso. Embora hoje eu já tenho visto algumas coisas diferentes, né, na literatura escolar abordando exatamente a riqueza que a África representa. Eu espero que você tenha tido essa essa sorte. >> Sim, Sandra, perfeito seus sua explicação com a sua sabedoria. Então assim, realmente, porque muita gente maltrata a cultura africana como se não fosse nada, mas é uma, para mim é uma das um dos contos, um dos países que tem a maior riqueza natural, belezas. Então a gente tem que preservar, a gente tem que cuidar, que nem como você disse, preservar e deixar manter essa história viva, marcada do nosso povo, para não cair no esquecimento como muitas histórias caíram. Então é se conto fala sobre amizade verdadeira, que eles sempre estão ali, que eles são inseparáveis, que teve o deslize, mas mesmo assim, incrivelmente, muita gente deve ter pensado, a gente pensa no começo, poxa, mas esse aqui não merece todos. Ah,
e eles sempre estão ali, que eles são inseparáveis, que teve o deslize, mas mesmo assim, incrivelmente, muita gente deve ter pensado, a gente pensa no começo, poxa, mas esse aqui não merece todos. Ah, porque ele teve o deslejo porque ele queria ir rápido ao baubá, mas não. Ele merece sim por causa da lição e não por causa do valor de alguma coisa e sim pela lição. E também não só ele que precisava, os dois precisavam. Os dois estavam necessitados da palavra, desse ensinamento que o Baubá trouxe. Então, foi é uma história muito bonita, que nem se diz, com uma riqueza extrema e que a gente tem que manter viva e que esses contos sempre vão dar uma educação aqui pra gente, que às vezes a gente não tem nem ideia do que passa na nossa cabeça. É, porque a gente acostumou, né, até mesmo pela propaganda, vamos dizer assim, do colonizador e depois continuou, né, eh, que de repente a cultura africana é é mais comida, eh, dança, ritmo, música, né, e algumas palavras e e é muito e tradições religiosas, né, como em grande, na grande maioria os africanos eram politeístas, embora tivesse também um grupo eh muçulmano, Mas as tribos de um modo geral elas eram politeístas, né? Então isso gerou uma leitura equivocada de uma cultura inferior, né? Mas nós temos no nosso Brasil uma forte influência africana, não apenas na culinária, não apenas nas danças, nas músicas, mas também na religiosidade, né? Então, candomblé, Umbanda, né? eh, e outras, Jurema Sagrada e outras práticas que se espalham pelo Brasil, tem exatamente a chamada matriz africana e tem toda uma concepção, né, de de vida, de mundo, né, e como você disse, a gente tem que respeitar, né? A gente tem que respeitar porque eh é uma contribuição do ser humano, independentemente da sua cor, da sua geografia, da sua etnia, né? Não interessa. O ser humano ele tá sempre produzindo. E essa produção ela é quando, né, a gente viu agora mesmo com a história do baubá, é bonita, tem valores e aí a gente não pode ter nenhum preconceito só porque não está vinculada
tá sempre produzindo. E essa produção ela é quando, né, a gente viu agora mesmo com a história do baubá, é bonita, tem valores e aí a gente não pode ter nenhum preconceito só porque não está vinculada a nossa nossa cor, enfim, nossa nossa história. Não, eh, é preciso que a gente tenha, eu já vou lançar aqui, ó, para ir a crise, ela fica louca comigo, né? Mas, por exemplo, lá adiante a gente vai ver muitas contribuições da cultura nórdica, né? Contribuições da cultura australiana, né? E esse esse programa ele é uma maravilha, por isso que ele está aberto a nos ensinar, né, com as histórias e as tradições. Sandra, me desculpa por não ter respondido antes, mas agora vou responder a sua pergunta lá da escola. Então, a a bom a minha escola e como eu já te passei por outros que também teve o ensinamento africano, eles trazem sobre a história, o que que foi, os líderes de como que é a como que eles são comandados, tals, mas infelizmente essa cultura, essa riqueza eles não trazem. a se aprofundar dentro da África de trazer que nem esse vídeo não trazem, não trazem realmente os ensinamentos, a pureza disso, só trazem como que funciona e como que é. E mais também que nem você disse da parte de que eles foram escravos, que eles foram trazidos não sei da onde. Então foi muito superficial, muito. >> É, tá melhorando. Eu já vi alguns alguns livros didáticos bem mais enriquecedores. Inclusive eu passei o dia procurando um que eu tinha, mas não consegui achar. Era minha neta em séries. Acho que ela fazia a sexta série e tinha um material muito interessante para mudar a nossa visão da África. Por exemplo, pouca gente faz a ligação. É Egito ou é África? É, muita gente não faz essa ligação, né? E a África não é uma coisa homogênea, nada disso. Nós temos impérios inclusive africanos aí, porque quando fala em África, a gente já pensa o que? Os selvagens ali africanos correndo atrás dos leões, for fugido dos leões, né? E ass e não é a coisa não é desse jeito. Então são preconceitos, são
orque quando fala em África, a gente já pensa o que? Os selvagens ali africanos correndo atrás dos leões, for fugido dos leões, né? E ass e não é a coisa não é desse jeito. Então são preconceitos, são estereótipos, né? Uma outra palavra que a gente, né, lastimavelmente é eh alimentado ao longo dos séculos. Mas que bom que você, né, tá tendo essa oportunidade, quem está nos ouvindo também está tendo essa oportunidade de ver a beleza. E a gente ainda tem mais coisa que vem por aí. É isso, Noa. Perfeito, Sandra. Como minha mãe e meu pai me relembraram, eles eles reforçam essa riqueza humana pela parte humana >> que nem o o líder, ele desencarnou, teve o processo de de encarnação, mas ele está lá na espiritualidade tudo ali acompanhando para depois reencarnar e continuar ajudando sua tribo, sua >> eles tem eles têm essas visões. Exatamente. Maravilha. a coletividade, as equipes, a força, tudo bem lembrado. >> Obrigado, mãe. Deus te abençoe. >> Produção aqui ativa. Eh, vamos rapidinho aqui só e antes de dar continuidade aqui. Pera aí. Opa, só um pouquinho aqui. Pessoal aqui mandando mensagem, né? Nossa, o pessoal tá em peso aqui. >> Dolores que bem-vinda, Sandra querida. >> Beijo. >> Cilei. Sandra, Santa Catarina te abraça com carinho. Tu és muito querida por aqui, ó. >> Oba. Valeu. Que bom. >> Edna Varandas, boa noite, irmãos. Rio de Janeiro. Olha que legal. Vários lugares. >> Nossa, nós estamos ficando brasileiro, nacional. Olha. Ariane Fukner, boa, boa e abençoada noite. Masé Guerbas, boa noite, Noa Sandra, boa noite. >> Boa noite, >> Clara Batista, eu achei interessante, muito linda a história. Me fez lembrar dos meus amigos que ficaram em Natal e eu tenho muitas saudades. Natal >> e quando vier vai visitar o Baubá, certo? Vai visitar o Baubá. Uhum. >> Noa, quando você vier aqui, eu faço questão de levar você para ver o ba >> um dia, um dia a gente vai, pode ter certeza. Você maravilhoso você bela experiência. >> Atrada, mas cheguei. Importante que chegou, mas é. Jorge de Souza, boa
o questão de levar você para ver o ba >> um dia, um dia a gente vai, pode ter certeza. Você maravilhoso você bela experiência. >> Atrada, mas cheguei. Importante que chegou, mas é. Jorge de Souza, boa noite. Que maravilhosa, que maravilha vocês aí para nós aqui, senhora Sandra. Ó aí, >> Rodne, um abraço. E pai, >> paizinho também, né? Merece o abraço, mamãezinha. É isso aí. >> Lembrar no pai. Sim. Eu quero dar os parabéns lá pro canal da Federação do Rio Grande do Norte. Tem muita coisa boa lá. >> Tem sim. Vamos pro cont dois boa. É. Tá preparado pro segundo conto? Que >> o segundo conto é lindo também. Muito lindo. Então vamos lá. >> Então pessoal, estão prontos? >> Então espero que sim. >> Um antropólogo estava estudando os costumes de uma tribo africana. Ele propôs uma brincadeira para as crianças da aldeia. colocou um cesto cheio de frutos doces perto de uma árvore e disse: "Aquele que chegar primeiro até o sexto ganhará todas as frutas". As crianças se alinharam para correr. Quando ele deu o sinal, em vez de saírem correndo individualmente, as crianças deram as mãos e correram. Todas juntas chegaram ao sexto ao mesmo tempo. Sentaram-se em círculo e começaram a repartir as frutas entre si, rindo, felizes. >> Por que vocês fizeram isso? Um de vocês poderia ter ganhado tudo sozinho. >> O bumtu. Como eu poderia ser feliz se os outros estivessem tristes? O buntu, uma expressão repleta de significados profundos, quer dizer de maneira geral: "Eu sou porque nós somos". Essa filosofia enfatiza que a felicidade individual só é plena quando a coletividade também está bem. Ela valoriza o outro como parte essencial da nossa própria existência. A valorização do outro e a solidariedade fazem parte dos nobres conceitos nutridos por nossos irmãos em África. Mais do que uma simples narrativa, é um princípio filosófico presente em várias culturas africanas, especialmente entre os povos banto. >> Olha aí, >> muito bonitinho mesmo. >> O buntu, >> o buntu. Então, Sandra, primeira aí a sua
iva, é um princípio filosófico presente em várias culturas africanas, especialmente entre os povos banto. >> Olha aí, >> muito bonitinho mesmo. >> O buntu, >> o buntu. Então, Sandra, primeira aí a sua sabedoria sobre este >> meu amor, você é muito lindo que não tenho sabedoria não, meu amor. Agora esse esse buntu, eu eu li essa essa história, fiquei encantada, né? Por quê? porque eh surpreendeu o antropólogo, pesquisador ninha ideia de que haveria essa competitividade entre as crianças, né? E ele no popular quebrou a cara, não é isso? Do Então, ao invés da criançada sair correndo, empurrando a outra para uma chegar primeiro, não deram as mãos e todas chegaram ao mesmo tempo. Ele não entendeu e perguntou: "O que é isso?" E eles responderam: "U buntu". O que é que significa? Eu sou porque nós somos. É uma noção de pertencimento, de coletividade, de cuidado coletivo. Eu não sou feliz sozinho, né? A minha felicidade tem a ver com o outro, a importância do outro na nossa vida. Então, a felicidade ela não pode ser alcançada por nós nesse sentido que muitos adotam, né, de ter o seu carro, a sua casa, a sua mansão, os seus a sua conta bancária gorda, tá lá em aí com aquilo que ocorre com as coletividades. Então isso não é o verdadeiro sentido nem de fraternidade, que é a base de uma nova ordem social, e muito menos de felicidade. Então é uma lição extraordinária o Ubun, né? porque vai mostrar exatamente essa corresponsabilidade, essa necessidade que a gente tem de eh ser feliz, sermos felizes juntos, nos responsabilizarmos pelo bem-estar do outro, aprendermos a conquistarmos coletivamente, a dividirmos coletivamente. Hoje tá faltando muito bom tu na vida, né? Na vida. às vezes da família, da vizinhança, das coletividades. Por quê? Porque hoje nós temos todo o investimento no individualismo. Isso é muito grave, né? é muito sério, porque uma das características do ser humano que tá é uma lei que está realmente no ser humano, na sua lei de sociedade, está também a sua lei ou está
idualismo. Isso é muito grave, né? é muito sério, porque uma das características do ser humano que tá é uma lei que está realmente no ser humano, na sua lei de sociedade, está também a sua lei ou está também a lei da fraternidade, da justiça, do amor, da caridade. Então, quando nós nos afastamos disso, nós estamos o quê? Estamos cada vez mais alimentando o nosso egoísmo, né, e nos afastando de uma construção de algo mais verdadeiro, que é exatamente a construção de uma felicidade coletiva. E você, que que achou do bom? Porque tá longe, viu? Na escola, no lar, na vizinhança, parece que não tem um bom, não é? Cada um por si eu por todos. >> Perfeito, Sandra. Isso mesmo, concordo plenamente. Então assim, Sandra, um breve comentário, certo? que ali as crianças, como você diz, podiam se sair se batendo, sair uma na frente da outra, podiam sair até no tapa, mas eles ensinam a nossa querer, eles não têm as grandes tecnologias, os grandes avanços por meio da tecnologia, né, tals, mas que eles nos ensinam mesmo na simplicidade, mesmo ali às vezes não tendo um prato de comida, a educação como também a educação vem de casa, a educação no lar, a educação nas escolas. Então isso é perfeitamente que dá para ver que ao invés deles ser egoístas de comer só um ou levar só para um, eles repartem, eles se sentem felizes num coletivo, nessa nessa riqueza humana que eles têm um com o outro, nesse respeito um ao outro, nessa coletividade, uma coisa maravilhosa que eles nos ensinam, mesmo tendo a tecnologia, que a gente precisa disso nos nossos dias. Isso que Jesus nos espera de nós. Então, que a gente tente fazer o melhor da nossa vida, que a gente faça essa repartir com o outro. É o repartir. Você colocou bem, né? Então, quando a gente vê eh em Jesus fazer ao outro o que desejamos que o outro nos faça, então isso é também um princípio de quê? De colaboração mútua, né? Então eles trazem para nós na sua vivência cultural o exemplo, o exemplo. O buntu é uma filosofia extraordinária e que suscita o exemplo. Quer dizer, a
m um princípio de quê? De colaboração mútua, né? Então eles trazem para nós na sua vivência cultural o exemplo, o exemplo. O buntu é uma filosofia extraordinária e que suscita o exemplo. Quer dizer, a criançada já foi educada nesse sentido. Olha que coisa importante, não se esperou, não, né? É exatamente a vivência desde a infância, recebendo, né, dos mais velhos, né, toda a sabedoria dos ancestrais. E aí o quê? Através da tradição oral, né, e da vivência coletiva, eles então eh chegam para nós e nos ensinam essa coisa tão linda que é o bontô. É uma um sentido muito interessante, né? Eu acho assim de uma pureza, né? de uma pureza e de uma grandiosidade, né? Essa essa vivência de preocupação, de cuidado e essa certeza de que nós não somos felizes solitariamente, egoísticamente, né? O outro é parte da nossa vida. O outro é alguém que está exatamente conosco e que nós vamos compartilhar com ele a vida, vamos dividir, vamos aprender, vamos dizer assim, né, nos processos sociais de convivência a exercitar o quê? O carinho, a indulgência, o cuidado, a divisão, né? A solidariedade, enfim. Então é uma grande lição da cultura africana para nós bund e que estão agindo com o evangelho. Então eh a gente vai paraos nossos comentários do nosso público amado. >> A gente vai logo já passar daqui a pouquinho o último vídeo, né? >> Último vídeo. >> Vamos lá. Comentários aí no >> Terezinha, precisamos ter umas aulas com essas crianças. Certinho, Terezinho. Perfeito. Dolores quiros. >> Um bunto. Tá faltando muita fraternidade. Concordo. Tá faltando bastante. Mas é guerpas no abraço pra sua mãezinha que deve ter muito orgulho do filho que tem, viu mãe? Tem gente que lembra da senhora. Mas é partilhar nossa mãe África. Perfeito. Mais cooperatividade e menos competitividade. Perfeito. >> Competitividade. >> Competitividade. Anderson Alberto, que lindo essa troca de energia e informação. Certinho. >> É de energia. >> Energia. >> Eu sei que teve comentário aqui. Deixa eu só achar aqui rapidinho.
vidade. >> Competitividade. Anderson Alberto, que lindo essa troca de energia e informação. Certinho. >> É de energia. >> Energia. >> Eu sei que teve comentário aqui. Deixa eu só achar aqui rapidinho. Convida as pessoas para conhecer o canal aí. Eu >> pessoal, sigam, curtam e também assistam os vídeos na rádio espírita do Paraná, na TV Conecta Espiritismo, que traz muitas informações, vídeos cheios, ricos em informações, em também em histórias e muitas outras coisas, podcasts. >> Aí, achei >> Clara Batista, eu, César, que estou comentando no perfil da minha mãe, ó, que legal. Então, deixar um abraço pro César, tá, César? Fica aí à vontade para pedir pra mãe digitar aí ou você digitar aí a suas impressões sobre os vídeos, sua participação é importante, tá? Depois divulgue pr os coleguinha. Vamos lá então passar mais um vídeo >> certinho. Nossa, tá passando rápido o tempo, né? >> Sim, na moral, tá quase dando uma hora de live. >> Sandra, tá preparado pro terceiro vídeo? Vamos lá, aprendendo com a mamá África. >> Pessoal, comentem aí se vocês estão preparados. Então, bora lá. Vem, produção, chama essa vinheta. A muito, muito tempo, em uma aldeia banhada de sol na savana africana, existia um baubá antigo e imenso, com raízes profundas, como a sabedoria dos mais velhos. Diziam que aquele baubá era mágico, pois quem descansasse a sua sombra encontrava paz no coração. Duas amigas cresceram naquela aldeia. Desde pequenas dividiam tudo e todos os dias, quando o sol estava alto e o calor forte, elas se encontravam debaixo do baubá para conversar e se proteger a sua sombra. Um dia, Nala resolveu levar um presente azur, uma tigela de frutas doces. colhidas com carinho. Nala tinha a vocação da culinária. >> Cheguei bem cedinho, ao amanhecer, aos pés do imenso baá, coloquei a tigela sobre a frondosa árvore e fui embora sorrindo, quieta, plena de satisfação. Mais tarde, Zuri chegou e encontrou o presente. Seus olhos brilhavam de gratidão. >> Não faço ideia de quem deixou esses presentes no baá, mas de qualquer forma
sorrindo, quieta, plena de satisfação. Mais tarde, Zuri chegou e encontrou o presente. Seus olhos brilhavam de gratidão. >> Não faço ideia de quem deixou esses presentes no baá, mas de qualquer forma eu quero retribuir. >> No dia seguinte, Zuri, que era uma ótima artesã, deixou uma pequena escultura de madeira que havia feito sob o Obobá. No outro dia, Nala viu o presente e seu coração se encheu de alegria. E assim, dia após dia, as duas amigas passaram a trocar presentes anonimamente, sem nunca falar disso, apenas deixando gestos de carinho e lembrança à sombra do Balbá. Mulher, você já notou com o passado tempo, o baobá de nossa aldeia está ficando cada dia mais bonito? >> Sim, parece mais cheio de vida. Penso que o brilho da amizade invisível que ali acontece com as oferendas dos presentes diários está embelezando a árvore. >> O tempo foi passando, construindo experiências e um belo dia. As duas amigas chegaram juntas ao mesmo tempo no baubá. Olharam uma para a outra, sorriram. e entenderam tudo sem precisar dizer uma palavra. Sentaram-se juntas como sempre e ali dividiram o silêncio, a sombra, os presentes e a felicidade de se saberem amadas. Muito bonito, Sandra, antes de passar para você, A gente agradece a toda a equipe, meus amigos da evangelização que, vamos assim dizer participaram, uma coisa simples, uma fala pequena, simples, mas riquíssima. Então, a Mateus Luz, ao Miguel Luz, espero que estejam assistindo aí e agradecer a Clei que também participou com as vozes, a Cris e toda a equipe por trás, o Nilo, meu pai também que tá ali na supervisão, tudo e que agradecemos a toda essa equipe pequena, mas que faz e mostra para nós essas histórias tão bonitas e deixam vi essas histórias aí. Foi indicação da própria Sandra, tá? Então, para >> a gente trazer aqui a os contos africanos para embelezar, né? >> Sim. E que para deixar essas memórias vivas dessas histórias marcadas aqui no nosso ser, na nossa sociedade. Então, Sandra, agora os comentários. >> É, o Baar, a gente viu, né, ele tem um
ezar, né? >> Sim. E que para deixar essas memórias vivas dessas histórias marcadas aqui no nosso ser, na nossa sociedade. Então, Sandra, agora os comentários. >> É, o Baar, a gente viu, né, ele tem um uma simbologia eh muito importante na tradição africana, né? E essa o nosso último conto fala sobre amizade. Mas uma coisa muito interessante que chama atenção, né? Uma ia num dia, deixava uma coisa, a outra ia no outro, recebia. E aí há uma troca, um certo anonimato de repente, mas um belo dia eles se encontram. E a leitura que nós podemos fazer é que a amorosidade, a gratidão, o carinho, o mimo, como a gente gosta de dizer aqui pelo Nordeste principalmente, né? Não tem preço e não precisa palavras, né? A gratidão é um sentimento que antecede, vamos dizer assim, a porta de entrada da amorosidade e elas foram gratas. E o que é bonito nessa relação apresentada aí é que a os mais velhos eles começaram a ver uma beleza no próprio baá, como se a árvore recebesse também, vamos dizer assim, essas vibrações, né, eh, daquelas meninas. Isso é muito bonito. Isso mostra e isso a cultura africana tem eh para nos ensinar, essa integração entre nós, os humanos, né, e a natureza, certo? E a natureza. Hoje há muitos estudos importantíssimos mostrando exatamente toda essa vinculação e como nós adoecemos quando nos afastamos, né, do outro, né, e nos afastamos da natureza. Então, é mais uma lição de integração, de responsabilidade, de cuidado, de amorosidade, de gratidão, de troca, né, de doação. Então, é mais uma vez a beleza da cultura africana entre nós. No >> perfeito, Sandra. O que eu realmente enfatizo que as duas meninas com a sua simplicidade, com o seu amor, com seu carisma, embelezaram toda a aldeia, toda a tribo, todas as árvores. Então, e realmente deixa o ar para ser tema respirável, deixa uma como se fosse tudo colorido, uma coisa realmente bonita, >> é, cria cria uma atmosfera, né, muito boa. Exatamente. >> É isso. Bom, mas agora antes eu vou passar pro meu pai se ele quer comentar
xa uma como se fosse tudo colorido, uma coisa realmente bonita, >> é, cria cria uma atmosfera, né, muito boa. Exatamente. >> É isso. Bom, mas agora antes eu vou passar pro meu pai se ele quer comentar um pouquinho sobre essa história. >> Bom, não >> volta paizão aí. Olha, o que me tocou em todas essas histórias realmente foi algo que nós estamos conectando com o livro dos espíritos e também algumas partes do Evangelho Segundo Espiritismo, né? a gente tá fazendo conexões. Então assim, até deixei pro aqui fazer o encerramento justamente com uma questão que traz justamente essas reflexões que nós precisamos incorporar, né? >> Posso ler? >> Eh, pode, pode ler. >> 922, livro dos espíritos. A vida, a questão 922. A felicidade terrestre é relativa à posição de cada um. O que basta para a felicidade de um constitui a desgraça de outro. Haverá, contudo, algum critério de felicidade comum a todos os homens? Daí os espíritos respondem: "Com relação à vida material, é a posse do necessário. Com relação à vida moral, a consciência tranquila e a fé no futuro." E que esse trechinho da das explicações dos espíritos trazem que ele já tem uma moral, que ele já tem essa consciência, essa consciência tranquila, essa fé no futuro, nessa nesse respeito um com o outro. Exatamente. Esse amor. Mais alguma coisa, pai, para relembrar? >> Não, você vê eh os trabalhos da comunidade lá sem sem fronteiras, né? Que eles vão lá, fazem seu trabalho. Alegria deles receber o recurso material, não é? Mas assim, mesmo que eles não tenham todo o aquilo que nós temos disponível, eles sempre são felizes, sempre estão numa numa condição eh >> de alegria, >> é de alegria, gratos pela vida, né? Então, celebram a vida e a vida em comunidade vida. Então, é como se, digamos assim, todos aqueles espíritos que estão ali caminhando, todos eles têm o mesmo objetivo de mãos dadas, como foi lá no na questão do umbunto, chegarem a algo, tá? É a simbologia da daquele cidadão que deixou um cesto de frutos. Mas se a gente trazer para nossos dias
s têm o mesmo objetivo de mãos dadas, como foi lá no na questão do umbunto, chegarem a algo, tá? É a simbologia da daquele cidadão que deixou um cesto de frutos. Mas se a gente trazer para nossos dias atuais, somos todos nós caminhandos para um mesmo objetivo para alcançar algo, né? Esse alcançar algo é trilhar o caminho do Cristo, porque ele quer levar-nos ao Pai. Então, com essa alegria, com essa compaixão, com essa com esse cuidado com o próximo, com si mesmo, vão nos direcionar justamente a esse caminho. Então, assim, eu achei muito fantástico e essas pequenos takes que vão dar para nós, que vamos trabalhar com as crianças, com os jovens e com os mesmos adultos. eh essas questões de elaborarmos cada vez mais os nossos entendimentos, ampliar nossas consciências e principalmente, né, nós, nosso país ele é devedor com os irmãos africanos, então a gente tem realmente uma dívida muito grande. Então nós temos que ter um respeito e termos realmente a maior boa vontade. quando surgir uma campanha que vá atingir lá ao nosso país e irmão africano, que essas pessoas que organizam, sejam os nossos braços, sejam as nossas pernas, sejam os nossos corações. >> Perfeito, pai. Perfeito. Mais alguma coisa? >> Fechou, Sandra? Mais algum comentário? Mais alguma coisa? É, eu não tô lembrada da palavra, mas estou lembrada de uma prática. Em uma determinada tribo africana, quando alguém faz uma coisa errada, né, eles pegam aquela pessoa, certo? alguém cometeu um deslize grave, aquela coisa. Eles colocam a pessoa no centro, por exemplo, da tribo e eles começam a dizer pra pessoa como aquela pessoa ela é boa, como ela é boa. >> Eles começam a a trazer lembranças e coisas boas daquela criatura, da infância, enfim, né? Então é muito interessante, é um processo terapêutico até que a pessoa ela demonstre é que realmente se arrependeu, que não vai mais repetir aquele erro. Olha que que sabedoria. Eu tô esquecida agora da palavra, mas tem isso é uma prática de uma determinada tribo. Quer dizer, em
nstre é que realmente se arrependeu, que não vai mais repetir aquele erro. Olha que que sabedoria. Eu tô esquecida agora da palavra, mas tem isso é uma prática de uma determinada tribo. Quer dizer, em vez de pegar a criatura, de esfolar, de maltratar, de castigar, eles têm, né, nessa tribo a compreensão de que a pessoa ela só se esqueceu de que ela era boa. Então, era necessário lembrar a pessoa que ela era boa. Volta lá no centro e vamos falar coisa boa para recordar tudo de boa que aquela pessoa tem. Olha que lição, né, meu querido Rod Neno e todos aqueles que nos acompanham. Cultura africana, tradição dos nossos irmãos. >> Realmente temos muito que aprender com eles, com nossos irmãos. E agora, pai? Dá um socorro aí. >> Agora a gente só vai rematar aqui os comentários porque são importantes e a gente já se despede porque já passamos do horário, né, >> as considerações finais. A não, já a gente já se despede aqui >> agradecendo a todos, né? Então vamos lá rapidinho. >> Margarete Cruz, oi, eu sou a Aurora, neta da Margarete e tem 8 anos, que fez a menina do conto Ubuntu. Ubuntu, obrigada pelo convite. Perfeito. Ó, que legal. >> Parabéns, Aurora. Tá no caminho certo. >> Não deixa a Globo te descobrir. >> A Globo CBT. Terezinha Falker Ribeiro. Amorosidade sempre gostoso se se de se ver. Gratidão, pessoas lindas. Gratidão. Dolores Queiroz. O mais bonito foi a troca anônima de coisas e o quanto o o bem faz bem. Certinho. Perfeito. Ó a evangelização acontecendo. Se lei fadinha Aurora. Nós que agradecemos sua linda contribuição. Parabéns, Aurora, foi linda a sua voz. >> A Cris Dr >> Cris, é muito bom ver no chat a alegria da participação de todos. Nossas vozes mirins, como da Aurora nos inspiram no engajamento. Esse trabalho foi forjado na essência buntu. >> Muito bem. Oi, posso só dizer o que eu tinha esquecido que minha filha me lembrou? >> Pode. >> Pronto. Para quem que tiver curiosidade, é salabona. S a w. Salabona. É uma prática então dessa tribo africana que coloca a pessoa que
o que eu tinha esquecido que minha filha me lembrou? >> Pode. >> Pronto. Para quem que tiver curiosidade, é salabona. S a w. Salabona. É uma prática então dessa tribo africana que coloca a pessoa que fez a besteira lá no no centro e começa a relembrar como ela é boa, certo? Ou seja, a natureza boa da pessoa. Salabona. >> Muito legal. Anderson Alberto. Belíssimas análises e comparações bem reais e sempre atuais. Parabéns a tanta praticidade e também a objetividade. Terezinha, acho lindo as crianças nesse engajamento no bem. Perfeito. Tem que trazer o pessoal para trabalhar >> para dar uma ajuda. Lindo mesmo. >> Cris trouxe mais umas. >> Maravilhoso. Sandra. A sabedoria ancestral, lembrando a filiação divina e nossas virtudes. >> Então é isso, né? >> Coloca aqui da Terezinha. Gostei. Em um povo simples vemos tanta elevação espiritual. Exemplos para nós todos. Perfeito. >> Muito bem. Infelizmente nosso programa está chegando ao finalzinho. Então, Sandra, suas considerações finais, o seu beijo pr pra galera. >> Não, não tem considerações finais. foi muito rico. Acredito que todo mundo vai meditar, vai combater um pouco do preconceito histórico cultural que a gente herdou e vai, né, abrir, vamos dizer assim, que acho que é um grande objetivo desse programa, abrir coração e mente para aquilo que é o humano, independentemente de onde este humano esteja, na África, na América, no sertão, no litoral, isso aqui é importante. Beijo para você e é muito bom esse envolvimento de outras. Convida aí, né, outras pessoas para participarem, fazerem as vozes. Eu fiquei muito feliz, mais feliz ainda hoje. Um beijo para você, pro papai, pra mamãe, para todos que nos acompanharam, pra Cris em especial. >> Obrigado, Sandra. Produção, agradece aí, tá? Bom, pessoal, vou só vou deixar aqui o recadinho. A criançada tá convidada, tá? É só entrar em contato com a nossa equipe, pessoal do chat ou deixa lá em comentários, a gente vai fazer o convite. Sandra também, viu? Encontrando alguns talentos aí da do pessoal da
á convidada, tá? É só entrar em contato com a nossa equipe, pessoal do chat ou deixa lá em comentários, a gente vai fazer o convite. Sandra também, viu? Encontrando alguns talentos aí da do pessoal da evangelização, encaminha pra gente que será bem-vindo, braços abertos para participar disso aqui. Tá bom, >> Sandra? Agradecemos a sua participação maravilhosa a todos que nos assistiram, nossos amigos e amigas muito especiais. E pessoal, lembrando, confiram o canal Rádio Espírita do Paraná, TV Conecta Espiritismo e acesse os conteúdos, vejam os vídeos, ao marketing e que Deus nos abençoe. A EOS Manaus também e a muitos outros canais que são nossos parceiros. >> TV Serge. >> TV Serge também. Então pessoal, que Deus nos abençoe mais esse restinho, esse finzinho de semana. Então pessoal, até o próximo a moral da história e com novas histórias. Tchauzinho pessoal, sigamos com Jesus. เฮ
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