CONECTANDO COM A PALESTRANTE CLÍCIA THEODORO | 08/12 | 20h30

Conecta Espiritismo TV 09/12/2025 (há 3 meses) 1:05:35 84 visualizações 8 curtidas

"Conectando com o palestrante" é um programa do canal CONECTA ESPIRITISMO no formato de entrevistas com o objetivo de apresentar ao público informações pessoais dos mais requisitados palestrantes do movimento espírita. Conduzido por Paulo Witter, do CEAK Conchal/SP, vai ao ar todas as segundas, às 20h30! Nesta segunda, 08/12, nossa entrevistada é a palestrante e trabalhadora espírita CLÍCIA THEODORO de São José do Rio Preto/SP. Conecte-se conosco! https://www.youtube.com/@ConectaEspiritismo https://www.instagram.com/conectaespiritismooficial/ #kardec #kardeciscmo #espiritismo #evangelho #conectaespiritismo ✅ Inscreva-se no canal 👍 Deixe seu Like ✍️ Escreva seu comentário 🔔 Ative as notificações para não perder nenhum vídeo. 📲 Compartilhe com seus amigos.

Transcrição

Olá, olá para você que já está conectado conosco. Estamos hoje para mais um conectando com o palestrante e hoje com a palestrante, a nossa querida Clícia Teodoro. Clícia, boa noite para você. Obrigado por estar conosco nesta data. Obrigado pela tua disponibilidade. >> Olá, Paulo. É um prazer enorme estar aqui com você, com todos vocês. Vamos bater papo pra gente se conhecer e tô muito feliz, não só de estar aqui, agradeço pelo convite, mas de estar no Conecta Espiritismo com vocês, um evento que eu tenho certeza que vai ser transformador na jornada de todos nós. >> Sem dúvida. Promete muito, né? Promete muito, >> muito. >> Eu vou iniciar com a nossa prece, depois você faz a final pra gente. Pode ser? Claro. Vamos lá >> então. Vamos lá. Convido assim aqueles que desejarem para fecharmos os nossos olhos, abrindo os nossos corações e levando o nosso pensamento ao Deus, nosso Pai, a Jesus, nosso mestre, nosso amigo de todas as horas, Senhor das nossas vidas. Aos amigos espirituais, agradecemos, Senhor, a oportunidade de aqui estarmos reunidos virtualmente com o propósito de nos conhecermos melhor, mas sobretudo para que possamos conhecer a tua mensagem e para além de conhecê-la, possamos vivenciá-la. Obrigado por tudo e portanto. Que assim seja. >> Que assim seja. >> Muito bom. Cí, só lembrando o pessoal, né, esse nosso programa Conectando com o Palestrante é produzido pelo Conecta Espiritismo, não é? E tem como propósito a gente apresentar, saber um pouco mais dos detalhes dos nomes eh do movimento espírita que tanto nos auxiliam, nos ensinam, nos trazem reflexões, nos trazem insites, né? E você, como é desse time, eh, agradeço mais uma vez a tua a tua presença e eu não vou te apresentar, já vou pedir para que você se apresente, já que é um programa de entrevistas, né? Então, nada melhor do que você mesmo falar um pouquinho da tua trajetória, como é que você começou no espiritismo, enfim, aquilo que você gostar de compartilhar conosco. >> Bom, vamos lá. Então, meu nome é Clícia,

elhor do que você mesmo falar um pouquinho da tua trajetória, como é que você começou no espiritismo, enfim, aquilo que você gostar de compartilhar conosco. >> Bom, vamos lá. Então, meu nome é Clícia, eu tenho 35 anos, sou espírita de berço, já era espírita quando meus pais nasceram, quando eu nasci, né, e meus pais já eram espíritas, né? Na verdade, quando meu pai nasceu, meus avós paternos já eram espíritas. Então, o espiritismo tá a longos anos na nossa família. Eh, sinto que é um privilégio muito grande isso para mim, porque a doutrina espírita sempre me auxiliou muito, muito e eu sempre fui muito apaixonada pelo Espiritismo desde pequenininha. Então, sempre questionando muito os meus pais, sempre amando participar do evangelho no lar, da evangelização infantil. Eu cresci na evangelização infantil do Centro Espírita que eu trabalho aqui em Rio Preto hoje. Eh, eu me formei em direito. Eu fiz faculdade por um período em São Paulo, na PUC em São Paulo, né? E quando eu tava estudando lá, no terceiro ano da faculdade, a minha mãe faleceu. Minha mãe teve uma pedra no rim e foi uma coisa muito rápida, acabou dando uma infecção, né? E minha mãe desencarnou naquele momento e eu acabei voltando para Rio Preto para estar com a minha família, para auxiliar meu pai nos negócios, para est perto dele, do meu irmão. E e aí voltei a frequentar o centro, que eu frequentava sempre, né, como eu tava morando em São Paulo, eu vinha para Rio Preto e ia ali sempre junto com os meus pais, né, muito especialmente com a minha mãe. Ela às vezes tava só nós duas juntas, então era um momento muito nosso. E eu voltei para Rio Preto para ajudar meu pai, transferir minha faculdade para Rio Preto e voltei a frequentar ali, né, o centro com mais frequência. E aí depois desse período, >> qual o centro, por favor? >> É o Francisco de Assis. >> Francisco de Assiso, né? É, aqui em Rio Preto todo mundo conhece como centro do Dr. Agnaldo. >> Dr. Agnaldo >> é uma bênção na nossa vida ele. >> E e aí eu fiquei ali, né, frequentando,

o de Assis. >> Francisco de Assiso, né? É, aqui em Rio Preto todo mundo conhece como centro do Dr. Agnaldo. >> Dr. Agnaldo >> é uma bênção na nossa vida ele. >> E e aí eu fiquei ali, né, frequentando, assistindo as palestras, mas eu comecei a sentir nesse momento um certo incômodo no coração, uma vontade de trabalhar, sabe? Eh, eu tinha 23 anos na época que minha mãe faleceu, né? E aí eu já tava ali há um há há uns dois anos já tinha voltado para Rio Preto e assistindo as palestras e pensando o que que será que eu podia fazer aqui? Qual dia, né? Ai, será que eu vou ter tempo? E e aí alguém do centro, eu nem me lembro quem, me viu um dia e me reconheceu como filha da minha mãe, né? Minha mãe era muito ativa no trabalho, tava lá sempre, fazia palestras e e aí me reconhecendo como filha dela, falaram: "Nossa, você é filha da Ciseid, então você deve estar procurando um trabalho voluntário aqui, né? Você quer trabalhar?" Na verdade, eu tava assim, né? Eu queria, mas eu não sabia muito bem o quê. E aí trabalhar na evangelização, eu nem sabia se eu queria tanto, mas eu fiquei com vergonha de falar não. Aí eu falei, falei: "Gente na minha mãe, se eu falo nãoita, [risadas] eu falei: "Não". Eu falei: "Ah, eu quero". E foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Eu lembro que no início eu fiquei com um pouquinho de receio de deixar de assistir as palestras porque eu sentia que eu aprendia tanto ali e a evangelização era no mesmo horário, né? Eles estavam evangelizadormente, é, né? É, exatamente. Aí eu falei assim: "Nossa, mas eu vou deixar de assistir as palestras, vou deixar de aprender". E na verdade assim, todos esses anos, faz 9 anos que eu sou evangelizadora. E eu posso dizer assim que os 9 anos de palestra de de evangelização me ensinaram o que? 20 anos de palestra eu acho que que não >> tem que preparar a aula, né? Tem todo um estudo para isso, né? >> Exatamente. É. E as crianças são questionadoras, né? elas questionam muito. Então assim, a gente tem ali, precisa realmente aprender, falar com

reparar a aula, né? Tem todo um estudo para isso, né? >> Exatamente. É. E as crianças são questionadoras, né? elas questionam muito. Então assim, a gente tem ali, precisa realmente aprender, falar com autoridade. E eu falo assim muito também da da parte moral mesmo da minha vida pessoal, porque eu comecei a ser muito mais reflexiva nas minhas atitudes, porque eu ensinava as crianças numa coisa que depois eu não podia fazer diferente, né? Então assim, quando aconteceu alguma coisa na minha vida, eu falava: "Meu Deus, como que ontem eu falei pras crianças que a gente tem que agir dessa forma e hoje eu não vou agir assim? que moral que eu vou ter para entrar dentro da sala e falar como elas devem se conduzir. Então assim, foi uma bênção na minha vida essa oportunidade, né? E que e ficando na casa ali, trabalhando, ajudando sempre tudo que eu posso é muito bom. >> E tem 9 anos, então que você tá com esse trabalho com a evangelização da casa. É isso. >> Isso. 9 anos. Eu me tornei coordenadora da evangelização depois da mocidade, né? E aí a gente começou um trabalho com a mocidade também muito bacana. O nosso centro espírita em Rio Preto, ele é muito grande, né? Assim, a gente tem ali em torno de 400 frequentadores a cada palestra. Então >> é bem, o salão é bem grande, então tem bastante gente, tem muita criança, mas a gente tinha aquela dificuldade de trazer o jovem, sabe? >> Que que é natural, né? A gente sabe >> no movimento espírita, né? >> É comum no movimento espírita. E a gente tinha muitos pais. Seus pais me paravam no corredor e eles falavam: "Clícia, precisa fazer alguma coisa aqui, um negócio diferente, que meu filho quer ir pra igreja católica evangélica." O que é claro, a gente sabe que não é nenhum problema, né? Tem que tá seguindo Jesus, seguindo a Deus, sendo uma pessoa melhor a cada dia. Mas a gente entende a vontade dos pais de manterem os filhos dentro do espiritismo, né? >> E então assim, eh, eu, eu falo que a gente tem que se inspirar muito nos nossos irmãos católicos e evangélicos

as a gente entende a vontade dos pais de manterem os filhos dentro do espiritismo, né? >> E então assim, eh, eu, eu falo que a gente tem que se inspirar muito nos nossos irmãos católicos e evangélicos quando a gente fala de mocidade, né? eles sabem fazer esse movimento de uma forma muito boa e a gente procurou se inspirar neles. Então assim, eh, eu tive, eu já já vim essa cobrança dos pais há muito tempo e aí um dia eu tava em casa e me deu assim uma coisa na cabeça que parece que eu vi uma um negócio pronto, sabe? Eu pensei assim: "Meu Deus, eu a gente não vai conseguir, eu não vou conseguir fazer sozinha, né? Eu, as duas coordenadoras que estavam comigo ali na evangelização, falei nós, eu falava com elas, às vezes elas, ah, a gente também não tem tempo de organizar nada. E aí eu pensei, falei, a gente fiz estruturar um grupo de pessoas que assumam a nossa mocidade fora da casa espírita. E aí a gente marcou uma reunião com os nossos evangelizadores, que são bastante, a gente tem 50 evangelizadores na casa >> e e aí a gente e e aí nós fizemos essa proposta, sabe? a gente quer fazer coisas com os jovens fora do centro espírito. Aí a gente precisa de um grupo que assuma isso, né? E eu falei morrendo de medo de ninguém assumir, na verdade, eu ficar lá com o meu papelzinho, com a caneta, esperando os nomes dos voluntários. Eu falei: "Ah, se ninguém aceitar, vou ficar com tanta vergonha". E aí assim, 10 pessoas levantaram a mão, sabe? Eu quero fazer parte, eu quero, eu quero. Eu nem acreditava, nem cabia no papel assim o tanto de nome. >> E aí a gente começou a estruturar essa mocidade, criamos esse grupo. Então, hoje a gente tá com trabalho muito ativo dentro da casa. Nós fizemos um acampamento em setembro do ano passado, foi o primeiro evento que a gente fez para jovens fora do Centro Espírita. E foi assim uma virada, nossa, Paulo, foi uma virada de chave na nossa vida, na vida de muitos dos jovens que participaram, das famílias e da nossa casa espírita, porque o movimento da

entro Espírita. E foi assim uma virada, nossa, Paulo, foi uma virada de chave na nossa vida, na vida de muitos dos jovens que participaram, das famílias e da nossa casa espírita, porque o movimento da juventude que a gente passou a ter depois desse acampamento foi assim maravilhoso, foi transformador. >> Transformador. >> É >> setembro. E esse grupo, eh, esse trabalho com os jovens tem quanto tempo? Ó, nós começamos em setembro do ano passado, né? A gente sempre teve evangelização e mocidade. É, nós fizemos setembro do ano passado e a gente teve a participação de 50 jovens, né? E foi aí também que começou o nosso Instagram, que hoje se chama Espiritizando, né? Ele começou por causa do acampamento. É porque a gente >> fez muitas coisas da nossa cabeça. A gente não tinha experiência nenhuma, a gente nunca tinha feito nada. Então assim, a gente tinha uma integrante no grupo que já tinha participado de acampamentos católicos e trouxe muitas ideias para nós. A gente tinha uma outra que tinha participado de alguns eventos da US e da mocidade, trouxe muitas ideias para nós. Então a gente foi fazendo uma junção de coisas e a gente estava num grupo ali com muita boa vontade de fazer acontecer e um grupo que se ama. Eu falo que isso é muito importante, >> a gente se ama. Se não tiver amor entre os voluntários que estão trabalhando, as coisas não acontecem. Então assim, eu falo que isso é uma das coisas mais importantes que fez dar certo, sabe? E aí a gente preparou tudo em dois meses. Ai quantas quantas vagas a gente vai colocar? A gente não tinha nem ideia. Aí a gente chutou, vamos pôr 50, né? Será que tem 50 adolescentes? Nossa, nem tinha 50 adolescentes na nossa casa. Mas a gente quis pôr 50 vagas. a gente foi organizando tudo, a chácara que a gente ia fazer, quantos dias ia ser, como que a gente ia levantar dinheiro. A gente começou a buscar mais voluntários, cada um para assumir um departamento de trabalho. E aí quando a gente abriu as as inscrições, ninguém se inscreveu. Aí

como que a gente ia levantar dinheiro. A gente começou a buscar mais voluntários, cada um para assumir um departamento de trabalho. E aí quando a gente abriu as as inscrições, ninguém se inscreveu. Aí passou uma semana e não pingava nenhum nome, >> pânico. >> Ai que tristeza. E a gente indo no salão falar, a gente indo nas salas de evangelização e ninguém. E aí uma um amigo chegou para mim e falou: "Clícia, você tá preparada para não ter assim nem 20 jovens?" E eu tava arrasada, mas eu não queria passar isso pra equipe, né? Eu tinha que passar assim, otimismo. Eu falei: "Não". Falei: "Olha". Falei: "Genteismo". >> E é, eu falei, a espiritualidade vai mandar a quantidade que a gente der conta. Nós nunca fizemos. Se a gente não der conta de 50, vão vir 20, vão vir 10 e tá tudo bem. A gente vai trabalhar. É a primeira vez. né? Então assim, vai ser uma experiência, a gente vai cometer muitos erros, é natural. Então vão vir a quantidade que eles sabem que a gente dá conta, eles estão nos amparando, vamos confiar. E é verdade, né? >> Mas assim, a gente tem que confiar, mas a gente também não pode ficar parado, né? A gente tem que fazer nossa parte. Então aí nós começamos a pensar como que a gente podia divulgar mais para atingir mais adolescentes, né, que estavam fora da nossa casa espírita. E aí a gente resolveu fazer um vídeo. Então a gente fez um Instagram que se chamava Mocidade Espírita Francisco de Assis. E aí a gente gravou um vídeo, tem uns vídeos que viralizam aí na internet que eles têm uns cortes assim, então tá passando uma cena e de repente corta e aparece você dando continuidade naquela cena, né? E aí a gente fez uma coisa parecida que eu vinha me arrastando no chão assim com um papel na mão escrito, acampamento, conexão espiritual. E eu morri de rir na hora de falar e o vídeo ficou muito engraçado. E aí a gente postou e colocou o centro em colaboração. E eu nem sabia se eles iam aceitar. Falei: "Ai, meu Deus, capaz até de eu levar bronca amanhã de [risadas]

falar e o vídeo ficou muito engraçado. E aí a gente postou e colocou o centro em colaboração. E eu nem sabia se eles iam aceitar. Falei: "Ai, meu Deus, capaz até de eu levar bronca amanhã de [risadas] ter gravado uma palhaçada dessa e eles ador que que você tá fazendo? Nossa, tem que levar tudo a sério." Eu fiquei com medo. Mas a gente colocou, eles aceitaram, eles amaram. E aí começou os pais compartilharem e mandar no grupo de WhatsApp e começou a vir inscrição, inscrição, inscrição. E nós batemos as 50 vagas, fechamos as 50 vagas depois disso. O acampamento foi um grande sucesso. >> Nossa, foi maravilhoso. E aí a gente fez depois um segundo acampamento em abril de desse ano e o terceiro em setembro de novo. E aí nós vamos ter o quarto em abril do ano que vem. Então, a gente já tem um calendário definido, abril e setembro, dois acampamentos por ano. E aí, Paulo, o que é mais legal, essa última vez agora que a gente fez, quando a gente abriu as inscrições em 30, a gente abriu para 90 vagas, dessa vez a gente aumentou e em 38 minutos as vagas se encerraram. >> Caramba. Foi assim, eu nem acredit, eu fiquei olhando, >> eu fiquei olhando na tela durante os 38 minutos, só vendo os nomes, em os nomezinhos entrando, sabe? Nossa, foi uma felicidade tão grande, tão gratificante para nós saber assim que eles gostaram, que eles querem ir de novo, que eles estão convidando os amigos. Então assim, é muito bacana, sabe? Saber que em abril de 2026 vamos ter 200 vagas, >> vão ser 100 vagas porque o espaço não comporta. o espaço >> porque assim senão, mas vão ser vagas e a gente tá muito animado com isso, com uma equipe maravilhosa. Cada acampamento que passou, claro que nós erramos, aprendemos, melhoramos e vamos continuar da mesma forma, né? Mas a gente tem uma equipe de voluntários muito engajada, muito boa, que ama estar envolvido nisso e como eu te falei, que se ama, >> porque a gente precisa se amar. Isso é primordial para dar certo, porque existem os desafios, né? Então assim,

ito engajada, muito boa, que ama estar envolvido nisso e como eu te falei, que se ama, >> porque a gente precisa se amar. Isso é primordial para dar certo, porque existem os desafios, né? Então assim, quando o amor prevalece, a gente tenta lidar com tudo, com amor, tudo é diferente, porque não, a gente tá amparado pela espiritualidade o tempo inteiro, mas os desafios vão vir, né, pra gente aprender também a se desvencilhar deles. Então é isso, mas é muito bom. >> O Álvaro Moderai teve com vocês, não teve? Sim. O Álvaro foi muito engraçado. Ele teve com a gente em abril do ano passado, que em abril desse ano, que foi nosso segundo acampamento, ele veio para Rio Preto um mês antes. Em março ele veio fazer uma palestra no CF, um seminário, na verdade, sobre mediunidade, que foi maravilhoso. E aí ele soube ali que a gente ia ter um acampamento e ele fala assim, ele fala: "Aí eu me convidei para ir praticamente". Ele falou, mas ele falou realmente, ele falou que ele queria. Não, eu falei se você puder vai ser maravilhoso. E aí ele ele acho que tinha uma palestra online no dia, ele conseguiu remarcar, veio para Rio Preto no dia do acampamento e aí ele conseguiu participar com a gente durante um dia. Então o acampamento começa na sexta e vai até domingo. E o Álvaro passou o sábado com a gente. Então a gente fez um pingafogo sobre mediunidade com ele e com o Gustavo Musa, que também os dois participaram com a gente. E os adolescentes ficaram assim extremamente curiosos, fizeram muitas perguntas, a gente fez uma brincadeira noturna, ele se fantasiou de obsessor, ele participou. Então foi assim, foi muito divertido, foi muito. Aí quando terminou, né, ele falou: "Clícia, eu quero vir de novo e você me coloca de padrinho. O padrinho é o líder da equipe, né?" E aí ele e a Júlia, né? Que é a noiva dele, os dois vieram, foram líderes ali, padrinhos da equipe agora nesse de setembro. E foi maravilhoso, foi maravilhoso ter eles com a gente também. Incrível. >> Você sabe que logo depois do evento de

ele, os dois vieram, foram líderes ali, padrinhos da equipe agora nesse de setembro. E foi maravilhoso, foi maravilhoso ter eles com a gente também. Incrível. >> Você sabe que logo depois do evento de abril de vocês, eu conversando com o Álvaro e ele quer fazer um aqui aqui. >> É, ele vai fazer, >> entendeu? >> Ele vai fazer. Ele já falou que vai fazer. >> Aí eu vou eu vou querer o no de vocês aí para poder >> Não, com certeza. Com certe >> trazer vocês para cá, se possível. >> É o maior prazer do mundo. O Álvaro fala para mim, ele fala: "Você vai, né? que equipe é equipe. Eu com certeza é só falar, a gente fez inclusive, Paulo, um material porque assim, a gente não pode deixar isso só com a gente, sabe? Deu tão certo. Eu acho que eh nossa equipe ali, a Nicole, que participou muito do da construção do cronograma, que que ela tá comigo no espiritizando também, ela foi muito inspirada em muitas coisas que ela criou ali, sabe? E e aí a gente segue um roteiro hoje, né, assim, as coisas que sempre tem no acampamento, mas a gente muda o tema. Então, primeiro a gente falou sobre autoconhecimento e a gente trabalhou autoestima e reforma íntima. No segundo, a gente falou sobre imortalidade da alma e no terceiro agora, que foi o último, a gente falou sobre pluralidade dos mundos. Então, assim, foi eh são temas diferentes, né? E é uma verdadeira imersão nesse assunto, sabe? No assunto que a gente define, mas existem algumas coisas que sempre tem. Por exemplo, a gente eh uma inspiração que veio do acampamento católico, né? A Nicole falou que no no acampamento católico sempre tinha um grupo de pessoas que ficavam em oração pelas pessoas que estavam no acampamento. Então assim, a a cada X tempo eles se reuniam e oravam. É uma vigília. E aí ela pensou assim, por que não colocar os próprios adolescentes para fazer essas orações ao longo do dia? E aí nós criamos as licitações da prece. Então, espalhado pela chácara, tem várias estações da prece, cada um com um tema. Tem o perdão, tem o pedido,

scentes para fazer essas orações ao longo do dia? E aí nós criamos as licitações da prece. Então, espalhado pela chácara, tem várias estações da prece, cada um com um tema. Tem o perdão, tem o pedido, tem o agradecimento. E aí cada equipe se direciona a uma naquele momento e faz 15, 20 minutos de oração em conjunto. Aí eles vão para as próximas atividades, tal, dá-lhe mais 1 hora 2 horas, eles vão pra Estação da prece, faz mais uma rodada de oração. Então assim, isso é uma coisa que em todo acampamento tem, sabe? muito importante, >> mas vai mudando, vai mudando o tema, é muito legal. E então assim, aí a gente fez um um documento, né, que a gente tem em PDF hoje para compartilhar com outros centros espíritas. Nós já compartilhamos com mais de 20 centros espíritas do Brasil. A gente colocou lá no Instagram, tudo. Então é só mandar lá pra gente que que é o documento que a gente encaminha. E lá a gente colocou o nosso primeiro cronograma que foi do autoconhecimento. Então tem assim tudo que a gente fez a cada minuto, o que a gente comprou, quanto a gente gastou, os materiais necessários, a alimentação que foi servida, absolutamente tudo. Só precisa ter uma equipe engajada que se ama. Se tiver, tá pronto para fazer, sabe? Dá certo. É muito bom. >> Legal. Tô até anotando aqui. Depois eu vou pedir material de vocês. Te mando. >> Muito legal. >> É muito legal. E olha, fundamental, fundamental esse trabalho de de atrair os jovens paraa casa espírita, né? Eh, e como você colocou aí, eu acho muito importante que não tem que inventar a roda, né? >> É, >> a roda já existe. Vamos lá. Como que esses nossos irmãos evangélicos fazem? Conseguem engajar o pessoal? Como que eh os católicos fazem? Como os demais fazem, que levam o jovem? Por que que o espiritismo não pode levar, né? Eh, então a gente tem que quebrar um pouco. Eh, não sei qual que é a tua opinião sobre isso, mas assim, eh, um certo rigorismo que a gente vê nas casas espíritas, que aí o fica o jovem sem o espaço porque ele ele é barulhento,

quebrar um pouco. Eh, não sei qual que é a tua opinião sobre isso, mas assim, eh, um certo rigorismo que a gente vê nas casas espíritas, que aí o fica o jovem sem o espaço porque ele ele é barulhento, porque ele quebra quebra a ordem da casa, né? Claro, tem que ter disciplina, tem que ter ordem, mas tudo tem que ter uma certa flexibilidade, né, Clí? É, >> então eu acho importante que a gente tenha esse entendimento e parabéns por esse trabalho. >> Obrigada. É a equipe toda que é muito boa. A gente tem assim, o jovem tem tem que sentir que ele pertence, né? Que aquele espaço também é dele. É exatamente. A gente tem muita sorte na nossa casa espírita, porque nosso dirigente, Dr. Agnaldo e toda a diretoria da casa, eles nos dão uma abertura muito grande. Eles confiam em nós, sabe? eles nos apoiam em tudo que a gente pensa em fazer. Então assim, isso para nós é muito importante, porque nós primeiro nos sentimos pertencentes, né? A gente sente que a gente tem autonomia para trazer as nossas ideias que são abraçadas por eles com o maior entusiasmo do mundo. E aí a gente consegue transmitir isso pros jovens, né, que também acatando as ideias deles. A gente tem que falar na língua deles, eles têm que sentir que a doutrina se encaixa na vida deles no momento atual que eles vivem. que responde as perguntas, né, que traz o o acolhimento, o consolo que eles prisam no coração, que não é um espaço de julgamento, que eles são aceitos independentes de qualquer coisa. Então, é tudo isso, né, que envolve. é muito muito importante. É um trabalho gratificante demais e que deu início ao espiritizando, né, que a gente tem hoje. Nós vios ali a pedir >> a gente a gente ficou tão feliz assim com a repercussão que a gente começou a ter e a gente pensou assim, né, vamos deixar esse Instagram para falar com os jovens, então então vamos falar de espiritismo de um jeito mais leve, de um jeito mais fácil de entender, né? colocar algumas coisas lúdicas, como a gente usa na evangelização, né, para pro

lar com os jovens, então então vamos falar de espiritismo de um jeito mais leve, de um jeito mais fácil de entender, né? colocar algumas coisas lúdicas, como a gente usa na evangelização, né, para pro para ficar mais fácil. Só que a gente começou sem querer atingir adultos e idosos, né? Então assim, todas as idades e e pessoas de fora de Rio Preto, então assim, era uma coisa que era regional ali, começou a ficar maior do que a gente podia imaginar. Então a gente resolveu mudar o nome para espiritizando, para poder abranger todo mundo. E aí a casa, nossa casa de espírita, o Francisco de Assis nos convidou para auxiliar, para assumir a parte da comunicação da casa, levando muito do Espiritizando para dentro do Instagram do CEFA, que hoje a gente cuida também. Então a gente faz ali também, é claro que ali tem a divulgação das palestras, das atividades da casa, mas a gente também tenta trazer os conteúdos doutrinários, né, para que também a gente esteja incitando e falando de espiritismo nas redes sociais, né? Eu falo assim que o nosso objetivo como espiritizando é a gente atingir alguém que talvez por alguma razão, nunca entraria em uma casa espírita, mas que entra no Instagram todos os dias, >> né? Então assim, por que não ouvir ali falar sobre espiritismo e despertar o interesse, né, da religião. >> Perfeito. Perfeito. E acabou, como você falou, seu objetivo inicial era falar com o jovem, acabou atingindo jovens há mais tempo, como eu >> em outras regiões, né? Então eu sou um seguidor de vocês e admirador também. >> Obada. A gente tá muito feliz. nos conta um pouquinho sobre como começou aí o teu o teu trabalho como palestrante, como que você chegou na tribuna espírita. >> Olha, foi primeiro de tudo a evangelização, né? Eu acho que isso me trouxe uma segurança porque eh quando me convidaram no CEFA, no centro que eu frequento hoje para falar pela primeira vez, que é um centro grande, como eu te falei, é um centro de 400 pessoas. Então assim, eh, eu eu sempre gostei muito

do me convidaram no CEFA, no centro que eu frequento hoje para falar pela primeira vez, que é um centro grande, como eu te falei, é um centro de 400 pessoas. Então assim, eh, eu eu sempre gostei muito assim de falar, eu sempre fui muito comunicativa, de apresentar na escola, de participar de teatro, nunca tive vergonha assim de de estar em público, né? Eh, mas eh eu sempre senti uma responsabilidade muito grande de falar sobre em nome da doutrina espírita, né? Eu não posso falar a minha opinião, eu tô ali para falar em nome da doutrina. quem ouvir vai levar isso como uma verdade do espiritismo. Então, a responsabilidade é muito grande. Então, isso pesava, né, sobre os meus ombros. Mas eh aí eu eu pensava: "Nossa, mas eu falo sobre espiritismo com as crianças por uma hora na aula, eu vou conseguir falar com adultos também, eu preciso estudar, eu preciso, né, assim, me esforçar e ter o meu empenho ali para preparar". E aí eles me deram essa oportunidade, me convidaram, eu aceitei, estudei muito, me esforcei muito, fiz minha primeira palestra e aí ali eles começaram: "Não, então você vai falar agora mais nesse dia também, nesse outro dia também, me colocando em outros departamentos da casa para falar e aí depois outras casas espíritas, pessoas que frequentavam também, né, depois de assistir uma palestra, começaram a me convidar também. E eu vou assim, eu eu falo hoje aqui na nas casas da cidade, da região, né? Eh, mas estudo muito, me esforço muito, assisto um monte de palestras sobrequele tema, consulto vários livros pela responsabilidade que eu sinto que a gente tem em falar em nome da doutrina. Claro que assim, sou espírita de berço, Paulo, mas tô engatinhando, né, no conhecimento espírita. a gente tem que estar estudando sempre muito. Então, eu tenho muito para aprender. Eu falo assim que eu tô sempre compartilhando o conhecimento que eu acabei de adquirir e e eu gosto muito de compartilhar tudo que eu amo, sabe, na minha vida. Então, assim, eu sempre amei muito a doutrina.

o assim que eu tô sempre compartilhando o conhecimento que eu acabei de adquirir e e eu gosto muito de compartilhar tudo que eu amo, sabe, na minha vida. Então, assim, eu sempre amei muito a doutrina. É uma coisa que sempre me fez muito bem pro meu coração. Quando a minha mãe desencarnou, eu não sei, eu não sei como uma pessoa consegue passar pelo desafio imenso da separação temporária de um ente querido sem uma doutrina consoladora como a nossa. Então isso me deu uma força muito grande, trouxe um consolo muito grande pro meu coração, sabe? Então, eu sou apaixonada pelo espiritismo. E aí, quando a gente tem esse amor, a gente fala com entusiasmo, a gente fala com coração, né? As pessoas sentem essa vibração. Então eu falava na minha roda de amigos, sempre falei assim para amigos que não são espíritas e questionavam. Então, para mim poder falar para mais gente sobre o que eu mais amo, nossa, é um prazer, é uma alegria muito grande. É o que eu mais gosto de fazer, sem dúvida. >> E aí você vai falar pra gente no Conecta Campinas, né? Sim, eu vou participar de uma roda de conversa que a gente vai falar justamente sobre a juventude, o movimento espírito aí da juventude. Tem que ser, tem que ser. Tenho certeza que você vai contribuir e muito e muito. Você tá contribuindo com esse trabalho de divulgação do material, né? Eh, essa essa referência mesmo, eu já ouvi falar muito do trabalho de vocês aí, viu? Então, >> ah, que legal. >> Legal. E na tribuna espírita, né, nas palestras, você tem um tema assim que você gosta mais de falar, que você eh tem mais facilidade ou que você gosta de tocar entre tantos que a gente tem, né, no movimento? >> Olha, eu vou falar alguns que eu gosto muito. Eh, eu gosto muito de falar sobre a morte, na verdade, foi a primeira palestra que eu fiz, foi sobre a morte. E foi muito engraçado porque quando eu terminei montar ela assim que eu estudei muito e falei: "Nossa, eu acho que é isso. Eu acho que aqui eu consegui colocar todas as perguntas, todos os

re a morte. E foi muito engraçado porque quando eu terminei montar ela assim que eu estudei muito e falei: "Nossa, eu acho que é isso. Eu acho que aqui eu consegui colocar todas as perguntas, todos os questionamentos sendo respondidos. E aí eu cheguei pro meu pai e falei: "Pai, minha palestra tá pronta e eu vou falar sobre a morte". Ele falou assim: "Nossa, levou um susto. Foi o primeiro tema que a sua mãe falou numa palestra, a morte". Aí eu falei: "Meu Deus". Eu falei: "Então, já sei quem me inspirou, >> não tenho dúvidas. [risadas] de que foi uma inspiração profunda dela. Então, assim, é um tema que eu gosto muito porque é uma coisa que eu vivenciei muito de perto, né? Então, assim, eh, eu sei o que é a gente sentir a perda de um ente querido, né? Passar por uma dificuldade como é um desafio muito grande para nós. >> Então, assim, eh, claro que tem situações diferentes, né? No meu caso foi a minha mãe, tem o caso da mãe que se despede de um filho, que eu acho que deve ser a maior dor que uma pessoa pode passar. né? Não posso nem falar porque eu não passei por isso, mas eh eu acho que o espiritismo nos traz um consolo tão grande nesse sentido. Eu acho que muitas pessoas chegam até a doutrina depois de perder um ente querido, né? >> Então assim, é um tema que eu gosto muito de falar. Eu falo assim, é até estranho, mas eu falo que é um dos temas que mais me encanta, que mais me fascinam no espiritismo, é a morte. Porque eh não, na verdade não existe, né? Só vida, >> na verdade é a imortalidade, né? >> É a imortalidade. É vida do início ao fim, né? Então assim, é vida em diferentes estágios, né? É, é só isso. Eu gosto muito. >> Fal, desculpe te interromper, falar sobre morte, sobre a ótica da doutrina espírita, é falar sobre mortalidade da alma, né? Então, é falar sobre continuidade. Então, por isso que acho que é tão empolgante assim, né? quando isso é muito esclarecedor e também, como você colocou há pouco, eh, quando você disse, né, não sei como que alguém pode superar a dor de uma de

por isso que acho que é tão empolgante assim, né? quando isso é muito esclarecedor e também, como você colocou há pouco, eh, quando você disse, né, não sei como que alguém pode superar a dor de uma de uma separação física, né, eh, sem o olhar da doutrina espírita. Isso nos fala indiretamente do quão consolador, né, é o propósito da doutrina, né, como consolador é eh consoladora é a doutrina espírita. Então, acho muito legal, muito bom essa esse esse viés que você >> nos trouxe. E a tua mãe então já era palestrante. Teu pai também é? Meu pai não, meu pai sempre frequentou junto com ela, assim, eu me lembro de pequeninho deles irem fazer trabalho voluntário na assistência social e eu ir junto com uma camisetinha de voluntária que batia até no meu joelho, que eu não dormia direito. Eu tinha um orgulho de vestir aquela camiseta e falar que eu era voluntária assim e ia eu, minha mãe, meu pai, meu irmão, a gente ia juntos. Isso me marcou muito. Eu tenho assim eh coisas que me marcaram muito e eu acho que eh moldaram muito a minha personalidade hoje, quem eu sou, que evangelho no lar eu tenho a memória de alguns temas sendo falados e eu era muito pequena, sabe? Então me marcou muito e o trabalho voluntário que meus pais levavam a gente junto para ver eles fazerem e colocar a gente para fazer alguma coisa também. Então isso me marcou, eu tinha orgulho de estar ali fazendo aquilo, sabe? Então e foi muito marcante para mim, mas palestra era com a minha mãe, ela que fazia, ela que trabalhava. Aí depois de um tempo, meu pai tava mais frequentando e minha mãe sempre procurando alguma coisa que ela pudesse fazer, que ela pudesse ajudar. Então assim, ela era muito envolvida, sabe? Um nossa, é porque parece que é porque é minha mãe, mas não é. Ela realmente sempre foi uma pessoa muito diferenciada. Eu falo por isso que foi, né, rápido, porque já cumpriu o compromisso aqui, tinha outro assumido para começar lá. E a gente tem que ficar, aguentar firme e seguir nesse período aqui que pra gente às vezes, por

or isso que foi, né, rápido, porque já cumpriu o compromisso aqui, tinha outro assumido para começar lá. E a gente tem que ficar, aguentar firme e seguir nesse período aqui que pra gente às vezes, por mais longo que possa parecer, a gente sabe que é pequenininho demais, perto da eternidade de Deus e que logo a gente vai estar junto de novo, né? Estamos, tenho certeza, sinto demais a presença da minha mãe perto de mim. sei que ela me ampara muito, sinto a influência dela, sabe? Eh, e eu tenho certeza que que a gente se encontra em sonho. Eu falo que às vezes eu eu já sonhei muito com ela, né? Sonho às vezes, mas às vezes eu não me lembro, só que eu acordo com a sensação de que nossa, parece que não faz tanto tempo assim que eu não vejo. É engraçado isso, né? Porque com certeza estivemos juntos. Então, assim, também ter essa certeza, né? acreditar e saber que isso acontece é muito consolador para nós. >> Me permita contar um uma experiência pessoal. Certa feita, atenimento fraterno aqui na nossa casa, eh, veio uma jovem muito culpada, porque ela tinha perido a mãe há se meses, mais ou menos, e ela não tinha saudade. Então, o problema dela no atendimento era que ela não tinha saudade da mãe. Aí eu perguntei para ela assim: "Você sonha com a tua mãe? quase todas as noites. Falei: "Então, não vai ter saudade dela, você tá convivendo com ela. Tá vendo? Aí tô explicando, né, tal". Ela falou: "Ah, então é isso. Resolveu o problema, né?" >> Nossa, que Deus >> detalhes, né? Tão importantes, eh, como você tava dizendo, né? Eh, esse esse olhar que a doutrina traz, que é falar de morte, mas na verdade é falar de imortalidade, >> de vida. É. você falando da tua mãe, do teu pai, teu irmão, evangelho no lar, família, eu vi lá no no Instagram de vocês fizeram um evento na praça para a família, não é isso? >> Sim, nós fizemos agora no último domingo, a gente fez assim, >> eu tô ligado, você tá vendo que eu tô >> É, tá mesmo, tá tá atualizado, Paulo, que acabou de ser esse evento. A gente

ia, não é isso? >> Sim, nós fizemos agora no último domingo, a gente fez assim, >> eu tô ligado, você tá vendo que eu tô >> É, tá mesmo, tá tá atualizado, Paulo, que acabou de ser esse evento. A gente fez, na verdade, assim, que que a gente sentiu muito com os acampamentos, né, com os resultados do acampamento? A gente sente uma transformação muito grande no jovem quando ele volta para casa, em todos nós, na verdade, quando as pessoas chegam para mim e fala: "Clan, vamos fazer acampamento para adulto". Eu falo: "Não precisa, é só você trabalhar com voluntário de jovem, você vai ver a transformação que você vai ter." E é verdade, a gente volta transformado. Eles também, os pais ficaram em casa, né? participaram muito pouco. A gente tenta envolver os pais sempre no domingo. No domingo, o nosso trabalho com eles no acampamento é sempre voltado a família. Então, a gente trabalha no tema que a gente propôs, mas envolvendo a importância da família, o propósito de de ter aquela família, o valor que precisa ser dado na família. Então eles voltam realmente com um olhar diferente, mas quando eles chegam em casa, se os pais não mudaram absolutamente nada, eles estão numa energia, numa vibração muito diferente. Não tem como, né? Eles começam a conviver de novo com aquela vibração, com aquela energia diferente, começa a baixar deles, baixar, baixar, baixar, daqui a pouco volta tudo como tava antes. Então isso nos preocupa muito, né? A gente quer que eles mantenham essa vibração elevada. Então, a gente tenta no domingo também fazer um trabalho com os pais, eles vão pro centro mais cedo antes do jovens chegar. Então, a gente conta como foi, passa vídeo, faz surpresa para eles para tentar envolvê-los ao máximo, né? Levar para eles a responsabilidade que eles têm de aplicar o evangelho dentro de casa. E eu sempre falo isso, né? A gente fala pros adolescentes: "Vocês estão tendo essa oportunidade, então vocês são responsáveis por levar o evangelho na casa de vocês." Mas eu falo pros pais,

o de casa. E eu sempre falo isso, né? A gente fala pros adolescentes: "Vocês estão tendo essa oportunidade, então vocês são responsáveis por levar o evangelho na casa de vocês." Mas eu falo pros pais, aqui entre nós, a gente sabe de quem é essa responsabilidade mesmo e e são de vocês e eles não vão conseguir educar moralmente os filhos através de condutas que eles não tenham, né? Falando coisas que eles não fazem. Então, a reforma íntima dos pais é muito importante paraa educação moral dos filhos, né? a gente é educado mais até pelas vibrações que a gente é envolvido do que pelas palavras. Então assim, a gente tenta levar muito isso pros pais terem essa consciência, mas o nosso tempo é muito curto com eles. Então, pensando nisso tudo, nós pensamos em ter um momento um pouco maior envolvendo a família para que eles sentissem um pouco mais também dessa vibração e que a gente levasse uma pequena transformaçãozinha, uma sementinha pro coração daquelas famílias para auxiliar em alguma coisa. E aí a gente fez nesse domingo uma manhã, né? Foi um café da manhã muito gostoso, mas cheio de dinâmicas com essas famílias. Então, a gente colocou ali logo no início eles para preencherem uma árvore. A gente fez uma árvore simbólica que representava a família e eles tinham que colocar ali eh nas folhas da árvore o que cada membro da família precisava melhorar. E aí a gente falou: "Olha, não pode retrucar o que for falado, a gente só tem que acolher. E tem aí um ano, depois a gente olha daqui um ano essa árvore de novo para pensar e para melhorar sobre isso que tá sendo colocado ali. Então assim, é um momento que às vezes a gente acaba não tendo em família, né? A gente não para para fazer uma análise de como tá a nossa convivência. Às vezes os pais chamam a atenção dos filhos sempre num momento de estress, de nervoso, e os filhos às vezes não têm espaço para falar o que eles gostariam que os pais melhorassem também. Então, quando a gente leva todo mundo para ter esse olhar e tá todo

momento de estress, de nervoso, e os filhos às vezes não têm espaço para falar o que eles gostariam que os pais melhorassem também. Então, quando a gente leva todo mundo para ter esse olhar e tá todo mundo calmo, num momento de tranquilidade para falar o que realmente sente no coração, é diferente, né? Então assim, eles fizeram isso, aí eles colocaram também qual o propósito que eles entendem que a família deles tem aqui na terra. Então, será que é perdoar? Será que é desenvolver mais a paciência e o tudo que eles já construíram? Então, o que que a família tem de bom? O que que eles mais amam na família? Que que eles já construíram juntos? Então assim, a gente fez esse várias outras atividades vincanas que eles competiram em família. Então foi muito gostoso. A gente já sabe que a gente tem um monte de coisa para melhorar. Então todo evento que a gente faz é um monte de aprendizado, passa uns perrengue, mas tá tudo bem porque deu certo, é normal e a gente só vai, né, colhendo tudo isso para fazer melhor o próximo. >> Esse foi o primeiro da família. Então >> foi o primeiro, foi o primeiro que a gente fez. Então, mais uma iniciativa aí, mais uma atividade nova, muito legal. >> Tem que pôr no calendário agora do ano. >> E uma coisa, é legal demais isso. Achei muito interessante. A hora que eu vi lá no Instagram, falei: "Gente, que sacada boa, levou pra praça, porque você pode ter o jovem às vezes que tá na casa espírita, né, >> ou o contrário, né, os pais que estão mais jovem, não. E aí vai falar que é na casa espírita, talvez ele tenha uma resistência aí, né? Mas na praça não, né? na praça, um ambiente público, um ambiente comum. Examente. >> Muito joia. >> E é gostoso assim a gente sair um pouquinho da casa espírita para que para que todo mundo sinta que essas coisas precisam acontecer fora também, porque senão a gente fica sendo bonzinho só dentro do centro espírita, >> né? A gente que trabalha, a gente tá lá e a gente é um doce dentro da casa espírita, mas e fora? E quando a gente

fora também, porque senão a gente fica sendo bonzinho só dentro do centro espírita, >> né? A gente que trabalha, a gente tá lá e a gente é um doce dentro da casa espírita, mas e fora? E quando a gente vai embora, né? Como que é na nossa vida? Nosso dia a dia tem que ser igual. Então, é legal também tirar de dentro da casa espírita pra gente falar sobre isso fora, né? A gente acaba trazendo também essa ideia de que isso tem que acontecer em todo lugar. >> Perfeito. E uma uma dúvida que surgiu você comentando sobre o acampamento e esse trabalho no domingo com a família, né? Eh, imagino que como vocês tiveram uma crescente, né, no número de inscritos, tal, vocês também acabaram trazendo jovens que eles são espíritas e eventualmente os pais não, né? Como conciliar isso nesse dia, nesse domingo? >> Nós nós tivemos alguns eh jovens do acampamento que não eram espíritas, né? Então eles levantaram a mãozinha ali no começo para falar que eram católicos e tudo mais. Então, primeira coisa, é muito importante, a gente tá sempre falando de espiritismo de uma forma que a gente consiga introduzir o assunto para que todos consigam entender. Então, a gente busca fazer muito isso no primeiro dia do acampamento para deixar todo mundo na mesma página, né? E aí o bom é que quando eles vão para casa, os pais às vezes percebem que não era o que eles imaginavam, né? Então assim, o primeiro acampamento, a lembrancinha deles foi um chaveiro de Jesus. Então isso eu já imagino que tenha sido uma surpresa para alguns pais que não imaginavam que a gente falava de Jesus. Eles imaginam às vezes que a gente nem segue Jesus, né? Eles não não olham às vezes o espiritismo como uma religião cristã. Então assim, eh são os filhos e e ver a transformação dos filhos trás dos pais, né? Então a gente teve casos de pais que chegaram até nós ali, porque nossa, agora meu filho quer vir todo toda semana. Então é o jovem trazendo a família pro centro. Isso acontece com criança também, né? A gente na aula de evangelização ali com os pequenininhos,

porque nossa, agora meu filho quer vir todo toda semana. Então é o jovem trazendo a família pro centro. Isso acontece com criança também, né? A gente na aula de evangelização ali com os pequenininhos, às vezes a gente fala: "Olha, quem não faltar o mês inteiro, no último dia a gente vai sortear um sorvete". Nossa, eles deixam os pais doidos para não voltar do centro. Então a gente fala: "Olha, a oportunidade de gente fazer a criança trazer a família, [risadas] né?" Então, eh, é muito bom porque quando eles vêm que eles gostam, que eles se envolvem e que eles mudam, né? E a gente percebe que quando entra na adolescência parece que surge uma uma distância, uma ponte, uma distância ali entre o o pai e o filho, né, e o adolescente. E aí a gente vem como essa ponte, vamos ligar de novo essa relação. Os pais não sabem como fazer, como lidar, né? Os filhos não querem falar com os pais, parece que não entende, eles não se entendem, né? A comunicação tá difícil. Então, quando a gente entra como intermediários, a gente consegue fortalecer essa relação. E os pais sentindo que a gente tem um foco muito grande em valorizar a família, eles passam a confiar em nós e querer que a gente esteja perto para fazer esse trabalho. Então, isso é muito legal. Hoje os adolescentes mandam mensagem para nós que às vezes 11 horas da noite, tia Clita, tô brigando com os meus pais, me ajuda. E aí desabafa. E aí, às vezes os pais também buscam a gente para conversar, conversa com ele, tá acontecendo tal coisa. Então a gente poder ser, né, esse elo de confiança para unir a família, ai é muito gratificante. >> Uma coisa interessante, né, quando a gente, por exemplo, tem uma situação que já aconteceu algumas vezes aqui, tenho certeza que acontece isso aí com frequência. Eh, a pessoa vai para casa espírito, fala assim: "Minha mãe não pode nem sonhar que eu tô aqui, né?" Porque tem essa essa visão, né, como você colocou há pouco. Ah, mas segue Jesus, né? Nem sabia, mas segue a Bíblia, como que é isso, né?

fala assim: "Minha mãe não pode nem sonhar que eu tô aqui, né?" Porque tem essa essa visão, né, como você colocou há pouco. Ah, mas segue Jesus, né? Nem sabia, mas segue a Bíblia, como que é isso, né? >> E a gente costuma dizer assim, né, Clícia, >> que você quer convencer os teus pais, né, e mudar ou quer auxiliar os teus pais a mudar a visão com relação à doutrina, se melhora. Exatamente. >> Seja melhor em casa que nossa vai ser uma uma bção. Verdade, tá tudo certo, né? >> É, não existe nada melhor para mostrar para alguém o que quer do que o nosso trabalho, do que a nossa conduta, né? A gente falar dentro de casa é uma coisa, mas a gente viver o que o Espiritismo fala, todo mundo se interessa porque vai falar: "Que que é isso? Que que é isso que você acredita que tá fazendo você fazer tantas coisas legais? Quero saber o que que é também. Então, a o trabalho que o, nossa, eu falo assim, uma das coisas que eu mais amo no espiritismo é é esse trabalho que ele traz para nós, né, essa responsabilidade de de pôr mãos à obra, né, a gente tem que trabalhar. A gente não pode só ficar ouvindo, ficar lendo, ficar refletindo, ficar meditando, tenho que fazer alguma coisa pelo mundo. E isso que o espiritismo, essa consciência que o espiritismo nos traz é maravilhosa. E isso faz as pessoas terem interesse, porque ninguém convence ninguém de ser espírita. As a pessoa se convence quando ela passa a ter interesse em conhecer aquilo. E nada mais desperta o interesse do que a nossa conduta, né? >> Perfeito. Teve um caso aqui também de novo contando história, né? Daqui a pouco viro eu entrevistado. >> Não, por favor. A gente adora. [risadas] >> Ah, uma coisinha. Teve teve um jovem que teve no centro falou: "Ah, minha mãe não pode nem sonhar que eu tô aqui porque nossa, ela tem um preconceito danado tal". Aí eu falei isso para ele, falei: "Olha, bom, se melhora, né? Torne-se uma pessoa mais calma, né? Ouça mais ela". Resumindo, passou um tempo, ele deixou de frequentar a casa. Aí eu encontro com

tal". Aí eu falei isso para ele, falei: "Olha, bom, se melhora, né? Torne-se uma pessoa mais calma, né? Ouça mais ela". Resumindo, passou um tempo, ele deixou de frequentar a casa. Aí eu encontro com a mãe no mercado, ela me fala assim: "Paulinho, chama fulano de volta pro centro. >> Nossa, eu tava tão melhor. Enfim, mas é isso, né, que >> nada é melhor do que isso. >> Não tem segredo, né? Tem segredo. >> É, não tem. E nada melhor do que isso mesmo. É a nossa conduta para despertar o interesse em outra pessoa, né? >> Muito bom. Nós vamos entrar agora numa sessão que a gente chama de tríades, tá? Eu costumo dizer e já repeti isso aqui outras vezes, que Kardec acho que adora o número três, né? Que tá cheio de três, né? Ele como um Celta, né? Os Celtas tinham as tríades, né? Então, eh corpo, né? Eh, Deus, espírito, matéria, corpo físico, perespírito, espírito, né? Deus Cristo, caridade. E assim a gente vai, >> Verdade, >> né? >> Nossa, dá para citar um monte aqui de de tríades. Então, eu queria que você citasse pra gente três livros espíritas da sua preferência. >> Difícil, hein, Paulo? Ó, eu vou, eu amaria falar assim todos os romances do Emanuel, mas para não falar todos, eu vou escolher um que é o meu preferido, que é Paulo Estevan. Nossa, esse livro >> tem como, né? >> Não tem como, é maravilhoso. Um segundo livro, O Consolador. Eu gosto muito do Emanuel ali, as respostas que ele tem. É um livro que eu consulto com frequência, sabe? Que eu gosto muito também. E deixa eu pensar num terceiro. >> Quer pular? Depois você volta. >> Ai meu Deus. Tá bom. Vai. >> Deixa em stand by. >> Tá. >> Nos conta três não espíritas. Três livros não espíritas. >> Três não espíritas. Eh, as cinco linguagens do amor. Eu acho que todo casal precisa ler esse livro, não só o casal, mas a gente aprende ali também a lidar com qualquer pessoa, né, de acordo com a linguagem do amor de cada um. É muito lindo. >> Linguagem universal. >> É a linguagem universal. Eu gosto muito de um livro que chama 1984

e ali também a lidar com qualquer pessoa, né, de acordo com a linguagem do amor de cada um. É muito lindo. >> Linguagem universal. >> É a linguagem universal. Eu gosto muito de um livro que chama 1984 do George Orel, um livro muito conhecido, assim, que fala muito da >> exente >> da gente não perder o nosso senso crítico. A gente tem que pensar, a gente tem que racionalizar, a gente tem que questionar, né? Uma coisa tão a ver com a nossa doutrina, esse o questionamento, a liberdade de conhecimento. E eu gosto muito de um que chama como fazer amigos e influenciar pessoas. Ah, sim. Clássico. >> Muito sobre relacionamento. É, bestseller sobre relacionamento mesmo assim com outras pessoas, sabe? Como se relacionar. Maravilhoso. >> Maravilha. Três filmes inesquecíveis. >> Três filmes. Eu gosto muito de um também, é um pouco antigo. É o pera aí. A espera de um milagre. Sei se você conhece, maravilhoso. Já assisti umas mil vezes. Choro todas. Choro todas as vezes. >> Também >> aquele grandão. >> Nossa, é, é muito lindo, meu Deus. E eu vejo espiritismo em tudo, né? Porque ele tem mediunidade, então [risadas] >> é muito lindo. Eh, o a procura da felicidade do Will Smith, >> lindo também. >> Ele tá procurando um emprego. Nossa, é maravilhoso. >> Garotinho, né? Eh, ele e o garotinho. E a vida é bela. >> A vida é bela >> também da que é que traz ali o nazismo, Segunda Guerra e um pai que que fica poupando o filho de tudo que tá acontecendo, né? Mostrando, tentando brincar com ele o tempo inteiro para que ele não percebesse todo aquela Nossa, é maravilhoso. É lindo, lindo, >> maravilhoso. >> E ó, o livro, terceiro livro, >> lembrou? >> É Pensamento e Vida. >> Pensamento e Vida. É, meu Deus do céu. Cada cada pequeno capítulo, >> pensamento e vida, >> pouca gente, pouca gente se atenta a isso, né? É uma cartilha, né? >> É uma cartilha plano espiritual para quem tá encarnado, né? >> Exatamente. Exatamente. Manuel fala que um coração amigo pediu para ele, se não tinha um livro no plano espiritual que

a cartilha, né? >> É uma cartilha plano espiritual para quem tá encarnado, né? >> Exatamente. Exatamente. Manuel fala que um coração amigo pediu para ele, se não tinha um livro no plano espiritual que pudesse ser adaptado pra Terra. E é o mesmo nome lá, pensamento e vida, ele adaptou. E é tão pequenininho no tamanho, né? Mas é um livro tão grandioso, >> curtos, >> mas assim, a cada parágrafo >> cada palavra tá ali, né? Bem colocada, né? >> Nossa, você lê de novo e lê de novo. É um livro que precisa ser estudado também, né? Todos os livros da doutrina, na verdade. >> E o capítulo sobre o pensamento é qualquer coisa de magnífico, né? >> Demais. Demais. >> Plasma. É, você tava falando até da >> tudo, né? A gente exatamente é o espelho da vida, né? Ele fala que a mente é o espelho da vida. >> Ó meu cachorro. >> Que bravo. Acho que ó lá vai ficar latindo agora. Dar um jeito nisso. Ô Clissa. três personalidades que você admira espíritas ou não? E por quê? Por quê? Bom, eu não vou eu não vou falar Jesus para não ser tão óbvio, tá? Então assim, vamos fingir que não tem a possibilidade de falar Jesus, mas assim eu não vou, né? >> É, não, não tem como. >> É, exatamente, mas eu eu não vai ter como, eu vou ser óbvia. Paulo, primeira Paulo de Tarso, porque assim, a trajetória dele para mim, a transformação de vida em uma encarnação, eu penso tanto na vida dele quando às vezes a gente pensa assim, eh, o quanto eu ainda posso melhorar, né? O que que eu ainda posso fazer? E a gente lembra a mudança que Paulo teve naquela trajetória de vida, o que era como Saulo e como ele se transformou. São tantas lições que estão dentro da vida dele ali como eh essa às vezes a gente olha para alguém e fala: "Nossa, será que tem jeito? Será que vale a pena a gente tentar insistir para e sempre vale a pena, porque a gente pode mudar tanto em uma única encarnação. Eu penso muito também no como o amor cobre uma multidão de pecados, porque tantas coisas aconteceram como Saulo de Tarso, ainda que ele tava ali sendo, dentro do

e mudar tanto em uma única encarnação. Eu penso muito também no como o amor cobre uma multidão de pecados, porque tantas coisas aconteceram como Saulo de Tarso, ainda que ele tava ali sendo, dentro do entendimento dele fiel a Moisés, né? Ele achava que ele tava sendo fiel à lei de Deus, então fazendo tudo que ele fazia. Mas eh dele sair ali de alguém, um doutor da lei, abrir mão de toda a sua vida, da riqueza que tinha, do poder, do prestígio para seguir Jesus, né? Aquela vida que ele ele não entendia porque as pessoas eram tão felizes, aqueles cristãos vindo morrer e ele que tinha tudo, não não tinha aquela paz. E quando ele busca Jesus, a transformação que ele tem, eh, a gente vê como o amor cobre a multidão de pecados, porque tudo que a gente lembra dele é tudo que ele fez como Paulo de Tarso, né? Então, assim, como ficou gravado o bem que foi feito, então a transformação de vida que existe dentro da trajetória da história dele para mim é muito marcante, muito e muito inspirador para todos nós, sabe? É pra gente olhar o tempo inteiro, pra gente se esforçar para melhorar, pra gente acreditar que a gente pode melhorar muito ainda nessa encarnação. >> Então é, >> desculpa interromper, eu lembrei agora, o Edivaldo comentava que lá na Mação do Caminho >> era uma prática todo mês de dezembro reler Paulo de Tarso, né? E eu tô relendo, inspirado no Divaldo, né? E o momento em que ele vai, depois que ele se converte, depois do encontro com Jesus, com Jesus, depois que que Ananias vai, né, eh, devolver a visão para ele. E aí ele tenta, né, ele ele decide ir pra sinagoga de Damasco, apesar do alerta de Ananias, né, olha, uma boa ideia. E ele vai e aí uns acham que ele tá louco, outros por compaixão, não, enfim, né? Foi foi um um barque danado que ele sofreu ali. E no ato seguinte, Ananias leva ele paraa casa de uma viúva e ele ali vai conviver com os cristãos. É um momento tão singelo. E ele começa eh, né, Emano vai narrando pra gente, né, o olhar dele, o vendo aquilo que

inte, Ananias leva ele paraa casa de uma viúva e ele ali vai conviver com os cristãos. É um momento tão singelo. E ele começa eh, né, Emano vai narrando pra gente, né, o olhar dele, o vendo aquilo que você falou sobre o grupo de vocês aí dos jovens, a gente se ama, né? E ali aquele grupo em Damasco, pessoas simples, né? E você citou há pouco, eh, ele deixou para trás o poder, o prestígio, né, recursos num cargo, né, um cargo no como o doutor da lei, né, ele seria eh o o a sequência de Gamaliel. Então, esse momento é é muito sublime. E fala do que você disse com relação ao grupo seu de jovens aí. >> É, >> a gente tem que se amar. >> É verdade. É. se amar. É, são tantas lições, >> não, por favor, faça, né? São tantas lições que a gente que a gente vê na vida dele assim, tantas, tantas, até como a gente que quer falar da doutrina, a gente que quer levar na palavra, ele tinha uma vontade de converter todo mundo a a Jesus de uma hora para outra. E eu não, eu não, você vai me lembrar porque você tá lendo o livro, eu não sei se é Pedro, que eu acho que conversa com ele e fala assim para ele, Paulo, não adianta você atrair a cidade inteira, porque você não vai conseguir convertê-los através da palavra. Porque converter uma alma a Cristo, a gente não faz através dos argumentos do mundo, mas através da vivência do evangelho, né? Não é, a gente não precisa de quantidade, a gente precisa de transformação de vidas. Isso é muito mais profundo. E aí ele entende que ele precisava vivenciar aquilo. Então, olha a lição que isso é para nós que queremos falar sobre Jesus, sobre evangelho, sobre o espiritismo. Como que a gente sobe para falar se a gente não tiver minimamente se esforçando para viver o que a gente fala? Então isso também é muito forte para mim na vida dele, sabe? >> Perfeito. Muito bom. >> Bom, segundo primeiro primeiro. >> É. Paulo este o livro Paulo de Star. Segunda personalidade, Allan Kardec. Paulo, não consigo não falar Allan Kardec é um espírito tão sublime que assumiu

ito bom. >> Bom, segundo primeiro primeiro. >> É. Paulo este o livro Paulo de Star. Segunda personalidade, Allan Kardec. Paulo, não consigo não falar Allan Kardec é um espírito tão sublime que assumiu uma missão tão difícil num momento como aquele, a coragem que ele teve de enfrentar tudo que ia contra, né, o o na época todas aquelas ideias, ele com uma inteligência tão grande, eu falo que mais importante do que as respostas do livro dos espíritos são as perguntas. como ele pode fazer perguntas tão inteligentes antes de estudar as respostas, a gente precisa estudar as perguntas que ele fez. Então, assim, eh, uma alma sublime, sabe, que esteve com a gente ali, eh, e, e, e com muita perspicácia, com muita inteligência, com muita sabedoria para nos trazer o que o que a gente tem hoje, né? Se não fosse ele, onde estaríamos, meu Deus. Então, eh, minha admiração e gratidão eterna a essa alma sublime. E terceiro, Chico Xavier. Não, não consigo não falar de Chico porque uma alma tão grandiosa e se colocando tão pequena entre nós, sabe? A humildade dele, a maneira como ele se colocava pequeno, falando que ele era um cisco, né? se denominando como Cisco. Eh, então, >> a PA do leão. >> Exatamente. Hora que a gente ouve isso, a gente fala: "Meu Deus!" E e se dedicando tanto no trabalho e horas de trabalho, né? Fazendo, cumprindo com a sua obrigação eh de sociedade ali, de cidadão, né? no seu trabalho como funcionário público, mas depois dedicando todo o seu momento livre ao trabalho da doutrina, eh buscando se vincular cada vez mais aos espíritos superiores para que o seu trabalho pudesse ser cada vez mais bem feito, passando tanta dificuldade, tanta humilhação e sendo tão resignado ali, né? que exemplo que é para nós, porque as dificuldades que a gente passa estão tão distantes da que ele passou. E e às vezes eu eu até, nossa, eu penso, às vezes a gente não tem nem motivo para reclamar de nada, né? E com tantas dívidas que ainda temos, quantas coisas não virão, eu penso: "Meu Deus, se Chico

u. E e às vezes eu eu até, nossa, eu penso, às vezes a gente não tem nem motivo para reclamar de nada, né? E com tantas dívidas que ainda temos, quantas coisas não virão, eu penso: "Meu Deus, se Chico passou por tudo, por tudo aquilo, né?" E às vezes eu vejo muito passando como um exemplo para nós, para nos dar força para passar pelos nossos desafios, >> né? Então também fica a minha admiração e minha gratidão eterna por essa alma que foi o complemento, né, do trabalho de Kardec. Então, eh, a gente vê às vezes muitas pessoas falarem, a gente vê muito no Instagram ali no no contato com as pessoas que, ah, eu não acredito nisso que tá escrito lá na obra de Chico, né, de André Luiz, porque Kardec não falou sobre isso, mas na verdade ela, as obras não se contradizem, elas se complementam perfeitamente, né? O espiritismo só é o que é no Brasil por causa de Chico Xavier. Então a gente tem que agradecer, admirar muito essa alma maravilhosa. >> Poxa, que legal. Excelentes citações, né? Eu acho que iria com você nessas aí, viu? Bom, [risadas] muito bom. Eu fiquei pensando aqui, né, quando a gente olha, por exemplo, eh, pelo pro pro Kardec, né? Ah, vamos olhar a história da humanidade acadêmica. Aí eu me lembrei de Bed Campos, naquela, naquele texto que ele fala que houve aquela reunião no plano espiritual e Napoleão recebe, reverencia o codificador, né? Exatamente. >> A gente olha pra história, todo mundo conhece Napoleão. E aí a gente olha para Allan Kardec e uma pequena parcela da humanidade terrestre sabe quem é Ana Kardec? A gente tem que que que reconhecer e entender isso, né? >> É. Uhum. >> Mas aí a realidade espiritual é bem outra, né? Exatamente. Legal também. Isso >> é muito >> essa situação que você disse, eu acho que tem até mais personalidades ali reunidas, né? Eles citam várias pessoas assim que a gente conhece e eles falam que quando ele surge todo mundo reverencia. Você fala: >> "É". Fala: "Meu Deus, que alma que que é essa, né? que esteve entre nós para essa

citam várias pessoas assim que a gente conhece e eles falam que quando ele surge todo mundo reverencia. Você fala: >> "É". Fala: "Meu Deus, que alma que que é essa, né? que esteve entre nós para essa missão tão maravilhosa. >> É porque Napoleão estava encarnado. Ele é uma reunião que igual >> eles estão desprendidos do corpo físico, né? >> E aí o McS ele cita várias personalidades, como você bem lembrou, >> né? Mas quem tá conduzindo a o encontro é Napoleão Moraparte, >> né? E quando >> desce Allan Kardec, né? E o né? Uma escada. Napoleão não se sustenta e reverencia ele. É muito legal. >> Meu Deus demais. >> Clícia querida, muito obrigado pela tua participação, por contar pra gente a tua história, o teu trabalho. Parabéns pelo teu trabalho. Você com a tua equipe aí, ao pessoal. >> Obrigado >> professor de Assis. Muito legal ter você com a gente. Espero que a gente possa contar outras vezes. Nos veremos certamente >> em fevereiro lá no Conecta Campinas. E vou te pedir para fazer a prece final pra gente, mas antes, últimas colocações, se você quiser acrescentar. >> Ah, eu só quero só agradecer, Paula, você pelo convite, a toda a equipe do Conecta Espiritismo, por me dar essa oportunidade maravilhosa de estar com vocês. Vai ser um prazer enorme para mim. Eu tô muito feliz de estar entre tantas pessoas que eu admiro tanto, com quem eu aprendo tanto. Para mim vai ser uma grande honra e uma grande responsabilidade. Obrigada por essa oportunidade, por todo mundo que esteve com a gente aqui, que nos assistiu. Não vejo a hora de estar com todos vocês pra gente se ver pessoalmente, se abraçar, conversar, se emocionar junto, que eu sei que é o que vai acontecer e vai ser muito bom e aprender juntos, né? e seguir juntos aí nessa trajetória tão abençoada que Jesus e o Espiritismo deixa para nós. Então vamos fazer nossa prece, né? Vamos elevar o nosso pensamento a Deus, nosso pai e a Jesus, o nosso mestre. Senhor Jesus, agradecemos imensamente por essa oportunidade bendita de

o deixa para nós. Então vamos fazer nossa prece, né? Vamos elevar o nosso pensamento a Deus, nosso pai e a Jesus, o nosso mestre. Senhor Jesus, agradecemos imensamente por essa oportunidade bendita de estarmos aqui reunidos em seu nome, unidos, Senhor Jesus, pelo mesmo propósito de divulgar a nossa tão abençoada doutrina espírita. Obrigada, Senhor Jesus, pela presença dos benfeitores espirituais que nos auxiliam e que nos sustentam nas nossas provas a todo momento. Obrigada, Senhor, pela oportunidade que cada pessoa envolvida nesse evento abençoado, que estaremos juntos, estão nos proporcionando. Senhor, que os benfeitores espirituais possam desde já preparar os corações de cada uma das 2.000 pessoas que estarão reunidas em um mesmo propósito nesse dia tão abençoado. Que nós possamos, Senhor Jesus, aproveitar cada minuto, cada instante desse evento sublime para que a gente possa sair daquele local transformados pela sua luz, pelo seu evangelho, pelo seu amor. Ser conosco, mestre, amigo, hoje, agora e sempre. E que assim seja. Que maravilha. Beijo a todos mais uma vez, Clícia. Muito obrigado, querida. >> Eu que agradeço muito. Até. Beijo.

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