Diálogo Franco – Evangelização Infantojuvenil: nosso compromisso com o amanhã

Mansão do Caminho 12/10/2025 (há 5 meses) 1:25:55 7,662 visualizações 1,358 curtidas

Neste encontro especial, teremos a alegria de receber Mário Sérgio, Lusiane Bahia, Tânia Menezes e Sandra Borba para uma conversa fraterna e esclarecedora sobre a Evangelização Infantojuvenil. Vamos refletir juntos sobre a importância da formação moral e espiritual de nossas crianças e jovens, compreendendo nosso papel e responsabilidade na construção de um futuro mais consciente e fraterno. Uma oportunidade para pais, educadores e todos os interessados no tema aprofundarem seus conhecimentos à luz da Doutrina Espírita. Prepare suas perguntas, participe conosco e vamos juntos fortalecer nosso compromisso com o amanhã! 🔔 *Ative o lembrete para não perder!* #Espiritismo #EvangelizaçãoInfantil #DoutrinaEspirita #MansãoDoCaminho #DialogoFranco *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com

Transcrição

Então, mais uma vez, muito boa noite a todos. Vamos dar início hoje a uma reunião especial que é o diálogo franco, né? E antes de darmos seguimento, vamos aqui dar umas uns poucos avisos a respeito das nossas atividades que estão em desenvolvimento nos próximos dias. No dia 13, agora de outubro, é o ato comemorativo do surgimento do primeiro Centro Espírita do Brasil. vai ser lá na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia às 10 horas. Então, seria bom que a os nós espíritas pudéssemos participar, o nosso irmão Geraldo Campete da Federação Espírita Brasileira, ele vai desenvolver essa essa atividade lá na Assembleia. Então fica o convite a todos segunda-feira às 10 horas da manhã para nós prestigiarmos esse evento. No dia 18 eh próximo, no sábado, nós teremos reencarnação na Bíblia com o nosso irmão Severino Celestino. É um um seminário, uma que vai se desenvolver das 16 horas até às 19. Tem um pequeno intervalo. Depois teremos a reunião doutrinária no sábado à noite. Aqueles que tiverem interesse de participar, o Celestino é um expert no assunto da Bíblia. Ele fala fluentemente algumas línguas extintas, principalmente ele fala muito bem o hebraico, fala, lê, escreve, traduz inclusive diretamente, né? Então, quando o assunto é bíblia, o Celestino é um professor, aliás, ele é professor lá na Paraíba. Então, recomendo muito a participação de todos aqui. No dia 19, lá na COBEN, na Casa de Oração Bezerra de Menezes, nós teremos um, através do Departamento da Infância e da Juventude e Família, um seminário ansiedade e felicidade. Esse seminário Dr. Leonardo Machado já desenvolveu aqui na instituição. Poderá repetir lá na COBEN dia 19, que é o domingo, das 10:20 às 12 horas. de forma presencial. Aqueles que tiverem interesse em participar, podem ir lá na COBEN se inscrever no site da instituição. No dia 30 de outubro até o dia 2 de novembro, nós teremos o Congresso Espírita da Federação Espírita do Estado da Bahia, né? Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Esta é a lei.

stituição. No dia 30 de outubro até o dia 2 de novembro, nós teremos o Congresso Espírita da Federação Espírita do Estado da Bahia, né? Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre. Esta é a lei. É o tema central do dia 30 de outubro até 2 de novembro. 21º Congresso Espírita. Então, convido a todos também para participar. Haverá uma homenagem a Divaldo Franco no no encerramento do congresso. Então, podemos nós ir lá participar dessa atividade que se repete todos os anos. No dia 8 e 9 de novembro, teremos o o terceiro congresso espírita Joana de Angeles, que acontece aqui na mansão. Começa sábado, às 8:30 até às 20 horas, depois da palestra noturna do sábado. E a atividade se envolve no domingo de manhã, das 8:30 às 12:30. diversos médicos, psiquiatra, diversos psicólogos, todos coordenados pelo Dr. Gelson, né? Dr. Gelson é o responsável, digamos assim, pelas obras da psicografia de Divaldo Franco, relativamente à série psicológica da benfeitora Joana de Angeles, né? todas as traduções aos ao estrangeiro, ele sempre é o grande coordenador dessa atividade. Então, foi realmente um sucesso. As duas primeiras edições, as inscrições estão abertas aí no site da mansão do caminho e eu convido a todos que possamos participar. Vamos agora ao último aviso que é o centenário Divaldo Franco. Divaldo Franco comemoraria aniversário o dia 5 de maio de 27. Então, nós estamos promovendo o centenário dele lá no centro de convenções da Bahia. Nós reservamos 3.000 lugares, já está reservado, já está alugado, digamos assim, né? E irá acontecer primeiro e 2 de maio de 2027. É uma é uma uma programação que foi desenvolvida pela Federação Espírita Brasileira, a Federação Espírita do Estado da Bahia. o Conselho Espírita Internacional e a Mansão do Caminho. Nós nos reunimos de 15 em 15 dias, temos atividade, já temos a programação feita, é uma atividade muito larga, muito ampla, vai ser internacional com a participação de diversos países e diversos amigos do Divaldo que vem do exterior.

, temos atividade, já temos a programação feita, é uma atividade muito larga, muito ampla, vai ser internacional com a participação de diversos países e diversos amigos do Divaldo que vem do exterior. Então, já colocamos os ingressos à venda no site da mansão do caminho, né? Então, contamos com a participação de todos e vamos agora ver então o vídeo promocional desse centenário do Divaldo Franco. Senhoras, senhores, nossos votos de muita paz. Entre os dias 30 de abril e 2 de maio de 2027, Salvador dará lugar a um grande evento em comemoração ao centenário de nascimento de Divaldo Franco, um encontro de amor e união em torno daquele que tanto semeu. do Caminho. Federação Espírita do Estado da Bahia, Federação Espírita Brasileira e Conselho Espírita Internacional promovem este encontro de amor e união, reunindo nomes do movimento espírita do Brasil e do mundo no Centro de Convenções Salvador, onde são esperados cerca de 3.000 corações vindos de todos os cantos do planeta. Faça parte deste inesquecível momento de luz e vamos compartilhar histórias, ensinamentos, momentos de alegria e a saudade desse mensageiro de luz. Para mais informações, acesse www.mansondocaminho.com.br. br. Então vamos ao nossa reunião da noite, né, que é o diálogo franco, onde o tema é evangelização. Evangelização infanto juvenil, o nosso compromisso com amanhã. Nós estamos aqui com duas especialistas que é a Tânia e a Luziane e mais a Sandra Borba remotamente esse tema da educação, esta obra Mansão do Caminho é uma obra que ela é voltada para a educação. Como complemento, nós temos a saúde e temos também a parte da assistência social, mas o foco sempre da benfeitora Joana deângeles foi educação. Ela acredita e investe que quando nós educamos o ser, e se o ser for educado, o ser humano educado na doutrina espírita, nós estamos desenvolvendo uma nova criatura, um novo ser mais bem preparado para os enfrentamentos do mundo. Então, é importante a gente darmos a assistência social para aqueles mais

outrina espírita, nós estamos desenvolvendo uma nova criatura, um novo ser mais bem preparado para os enfrentamentos do mundo. Então, é importante a gente darmos a assistência social para aqueles mais necessitados, darmos a saúde paraa pessoa ter condições de se estabelecer, mas o importante mesmo é a gente educar, né? Educar a criança, principalmente. Se nós formarmos o jovem, o jovem leva os conhecimentos, os conceitos para dentro da casa dele. Então, ele ajuda a educar os irmãos, os vizinhos, a família. os pais. Essa é a grande tarefa da mansão do caminho. Nós acreditamos que a educação é o caminho para humanidade melhor, para o futuro melhor. Quando os nossos jovens então são capacitados, seja na educação cultural, formal, e nós procuramos dar aqui a educação moral, né? Como disse o benfeitor, o preclaro codificador da doutrina espírita Allan Kardec, educar para o jovem será criar um roteiro seguro para o futuro da vida dele. Então, hoje nós estamos aqui com a Luziane Bahia, é colaboradora voluntária da Manão do Caminho, atua como evangelizadora e expositora espírita. Colabora com grupos de estudos na Federação Espírita Brasileira. A Tânia Menezes é expositora espírita, atua como evangelizadora da infância e coordenadora dos projetos Manuel Fel de Miranda e um salto para o futuro. Na web TV da mansão do Caminho é cofalicitadora do grupo de estudo se lical da Schuber com transmissão aos domingos. E nós temos aí a nossa amiga Sandra Borba, que é expositora e evangelizadora espírita. É ex-presidente da Federação Espírita do Rio Grande do Norte, atualmente é coordenador adjunta da infância pelo Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira. E eu vou convidar a Sand para fazer a apresentação para todos nós. S. Fique à vontade. >> OK. Estão me ouvindo? Então é um prazer muito grande recebemos o convite pela Luziane. Realmente emocionou, né, porque a saudade, em primeiro lugar, do nosso amado Divo, é realmente algo que nos eh nos toca profundamente o coração, né? Então, nós

grande recebemos o convite pela Luziane. Realmente emocionou, né, porque a saudade, em primeiro lugar, do nosso amado Divo, é realmente algo que nos eh nos toca profundamente o coração, né? Então, nós estamos felizes, agradecidos pela oportunidade e gostaríamos de eh referendar o que o nosso querido Mário Sérgio nos diz. De fato, a obra Mansão do Caminho é por excelência uma obra de educação. E obviamente que essa educação ela vai chamar outras atividades, né? Mas o foco principal eh desta obra extraordinária e da sua mentora é o processo de educação do homem, o homem visto na condição de espírito mortal. Então, eh todas as vezes que eu visitei a mansão do caminho, sempre senti esse amor pedagógico, vamos dizer assim, e cristão, né? E é uma alegria estar aqui para conversar com a Tânia, com a Luziane sobre a batuta aí do nosso coordenador. É uma alegria muito grande. Nós desejamos muita paz a todos os que integram a mansão do caminho, a todos os que estão aí, os que nos acompanham virtualmente. >> Muito obrigado. S. Eu convido também a Tânia para que a Tânia fale um pouco sobre esse trabalho que é desenvolvido aqui na Mansão do Caminho na parte da evangelização. Quais são as atividades nossas que que nós desenvolvemos aqui em relação a isso? Boa noite a todas as pessoas que estão nesse espaço físico, os que nos assistem pela web TV Mansão do Caminho. A querida Sandra, uma alegria compartilhar deste momento com você, que é uma referência para mim no trabalho da evangelização. A Luziane também, ao querido Mário Sérgio. Nós queremos primeiro dizer que a evangelização em nossa casa, ela começou no ano de 1949. Então, foi o primeiro trabalho, né, nesse sentido, de trazer para as nossas crianças esta proposta e ela recebe o nome de Nise Moaci, porque eh eh a Nise foi irmã da Solange Moaci, que durante a sua vida se dedicou o Solange ao trabalho da evangelização. E quando ela chega, ela desencarnou com 18 anos, eh, um problema cardíaco. E aí, tio Divaldo, como Solange já estava eh

Moaci, que durante a sua vida se dedicou o Solange ao trabalho da evangelização. E quando ela chega, ela desencarnou com 18 anos, eh, um problema cardíaco. E aí, tio Divaldo, como Solange já estava eh principiando nesse trabalho, sugeriu colocar o nome da sua irmã em homenagem à nossa evangelização. O nosso trabalho ele acontece aos domingos às 9 da manhã até às 10:30. Nós recebemos crianças de 3 a 12 anos, mas temos também o trabalho da evangelização na comunidade, que aí Luziane poderia falar também desse trabalho, mas nós também tivemos experiência nesta evangelização da comunidade quando eu integrava a juventude espírita Nina Aroeira, mas também quero destacar que nós tivemos durante alguns anos, a evangelização que funcionava no horário da reunião doutrinária. Tio Divaldo percebia que muitos pais não tinham com quem deixar as suas crianças e resolveu criar este horário da evangelização eh concomitante à doutrinária. Isso aconteceu quando o salão doutrinário funcionava na entrada da nossa instituição. E nós iniciamos este trabalho como evangelizadora. Eu ainda era adolescente, mas eu não preciso dizer qual é a idade, né, para ninguém fazer conta. E eh eu trabalhava, que era um grande desafio, com Maria Luía Peixinho, a irmã do nosso querido Peixinho, com grupos nós começamos de 7 a 12 anos uma única sala. De 13 a 21 anos ficava Edilton com Maria Helena Leal com o grupo da juventude. Este trabalho nós iniciamos em 1977 e ele só finalizou em 91 quando nós deixamos de ter o prédio lá da calçada e a evangelização que acontecia domingo de manhã lá na calçada passou a funcionar aqui. Então, tio Divaldo resolveu eh acabar, né, para que nós não tivéssemos no mesmo espaço duas evangelizações. Então, nós eh convidamos a todos vocês que estão a a nos assistir, que tragam as suas crianças. É um momento muito prazeroso. Amanhã é feriado, mas nós estaremos aqui. É dia das crianças e vamos celebrar com elas este dia. >> Muito obrigado, Tânia. Foi uma bela explicação para ver como é longo esse

m momento muito prazeroso. Amanhã é feriado, mas nós estaremos aqui. É dia das crianças e vamos celebrar com elas este dia. >> Muito obrigado, Tânia. Foi uma bela explicação para ver como é longo esse caminho, essa trajetória da evangelização infanta juvenil na mansão do caminho, iniciativa naturalmente do Divaldo sobre orientação da benfeitora Joana de Angeles. Luziane, que que nós temos também para você nos falar sobre a evangelização que você desenvolve aqui? >> Nós cumprimentamos a todos que estão aqui presencialmente, aquele que nos acompanham virtualmente, a querida Tânia, o querido Mário Sérgio e a nossa querida Sandra. É uma alegria, querida, tê-la aqui conosco. As nossas atividades também acontecem. Essa atividade da infância acontece no domingo às 9 horas da manhã. A juventude espírita às 9 horas da manhã de domingo. Só que a gente começa às 7:15 com a reunião, a reunião mediúnica da juventude com evangelizadores e coordenadores às 7:15, às 8:30. 9 horas nós começamos o departamento de infância e juventude como um todo e nós seguimos até o meio-dia porque além da atividade em sala nós temos os projetos que são realizados com a juventude e também oficina de mediunidade e o estudo do livro dos médiuns, por percebermos esse essa necessidade de apresentarmos a mediunidade com esse cunho mais próximo do jovem para que possa desenvolver-se na percepção conceitual, mas também entender esses fatores cada vez mais próximos deles. Nós temos essas atividades, como dissemos, aos domingos e sempre estamos aqui, como Tânia também colocou, amanhã feriado, nós estaremos aqui para o desenvolvimento dessa atividade. Convidamos a todos para que venham participar conosco. A Gena, ela foi criada em 28 de janeiro de 1950. É uma iniciativa do nosso tio Divaldo, a partir de um diálogo que ele teve no finalzinho do ano de 1949 com o Chico Xavier. Ele foi a Uberaba e num diálogo com Chico, Chico conversando sobre a mocidade espírita e falando de Nina Arra, que uma jovem de Campos do

que ele teve no finalzinho do ano de 1949 com o Chico Xavier. Ele foi a Uberaba e num diálogo com Chico, Chico conversando sobre a mocidade espírita e falando de Nina Arra, que uma jovem de Campos do Goitacaes, no Rio de Janeiro, que desencarnou aos 19 anos. Nina muito idealista. E quando o Chico fala pro tio Divaldo acerca da Nina, tio Divaldo se encanta e diz: "Também: "Quero uma juventude em Salvador". E esse nome, Mocidade Espírita Nina Aroeira, é assim que começa em 28 de janeiro de 1950. Aos sábados, a partir das 14 horas até às 16 horas, nós temos aqui na nossa instituição o grupo de ação comunitária Eliabanhos, que é uma atividade de evangelização para as nossas crianças e jovens que estão aqui no nosso entorno, nesse bairro do Pau da Lima, no bairro de Jardim Cajazeiras, São Marcos, Susoarana, que é essa região toda aqui que nos abriga e que acolhe a mansão do caminho. e que vocês também tão mais do que convidados, estão convocados para estarem aqui conosco participando dessa tarefa e para vir conhecer também os nossos trabalhos. >> Muito obrigado. Às vezes as atividades passam invisíveis aos nossos olhos. Muitos daqui participam das reuniões doutrinárias, não sabem o que existe atrás da estrutura da mansão do caminho. Nós temos aqui reuniões terças, quintas, sábados e domingos às 16. Mas a grande atividade a gente não percebe. É como se fosse algo, é a verdadeira caridade invisível, se faz sem que ninguém divulgue. Hoje nós estamos aqui mostrando um pouco daquilo que nós realizamos em relação ao jovem e à juventude. Sandra, eu convido você também para fazer uma breve exposição a respeito das atividades da Federação Espírita Brasileira e da Federação Espírita do Rio Grande do Norte em relação à evangelização infantil. Eu >> estava aqui fazendo as contas, viu? Evangelização. A Tânia não queria não, mas eu fiz a conta, tá? Então, a a mansão do caminho, nossa, mãe do céu, passou a perna eh na campanha de evangelização, né? Porque eh 1949, 76 anos de evangelização infantil, tá?

ânia não queria não, mas eu fiz a conta, tá? Então, a a mansão do caminho, nossa, mãe do céu, passou a perna eh na campanha de evangelização, né? Porque eh 1949, 76 anos de evangelização infantil, tá? Em 1950, a juventude Nina Aroeira, então 75 anos, né? Eh, em 2014, a Federação Espírita Brasileira, ela comemorava os 100 anos de início do trabalho da evangelização infantil em sua sede histórica na Avenida Passos 30. E o que é interessante, talvez muitos não conheçam, porque nós que somos da área quem temos mais, vamos dizer assim, mais acesso a essas informações. A evangelização infantil foi uma sugestão, pensem, de Viana de Carvalho, o grande e expositor espírita que psicografou tanta coisa linda pelo nosso Divaldo e, sem dúvida nenhuma era um espírito que sempre o acompanhou em suas palestras. Então, o searense da cidade de Icó, ele manda para Náia Franco, para a Federação Espírita Brasileira e talvez mais umas outras duas personagens, eh, dizendo da sua preocupação com a evangelização da infância para que a criança ela tivesse acesso a um ambiente específico para ela, com uma linguagem também específica, né, com conteúdos devidamente trabalhados para atender, vamos dizer assim, as suas necessidades. Então, foi exatamente em 1914 que a Federação Espírita Brasileira, ela inaugura a sua evangelização infantil. Depois era será preciso que apareça o nosso Leopoldo Machado para começar o trabalho de juventude que é posterior a Nina Aroeira, né? Então a mansão do caminho fez história mesmo. E é como o Mário diz, né? Eh, o que aparece muitas vezes é aquilo que é muito visível, é a reunião pública, é o passe, é o atendimento fraterno. Mas essa atividade que é a atividade da semeiadura das eh sementes do evangelho, a luz da doutrina espírita junto às novas gerações, muitas vezes tá aí caladinha, né, assim, bem discreta, porque é um trabalho discreto. Então, a Federação Espírita Brasileira, que começou então em 2014, em 1914, comemorou em 2014 e nós seguimos com uma proposta de trabalho que foi

é, assim, bem discreta, porque é um trabalho discreto. Então, a Federação Espírita Brasileira, que começou então em 2014, em 1914, comemorou em 2014 e nós seguimos com uma proposta de trabalho que foi fruto de uma discussão nos anos 70, eh, motivada pelo pessoal do Rio Grande do Sul e isso gerou uma grande reunião extra do Conselho Federativo Nacional em 76 e em 77 foi lançada a campanha Nacional de Evangelização Espírita em F juvenil, ou seja, estamos no mês de comemoração do aniversário do lançamento da campanha, que com todo o entusiasmo depois passou a se chamar a campanha aí. A internet de vez em quando, ouvindo, >> tá? Estamos ouvindo. Pode continuar aí. Pronto. Então, na Federação Espírita Brasileira, ela tem um trabalho imenso e nós devemos a Cecília Rocha em especial, que já passou um ano aí, inclusive a convite do nosso Divalto na mansão do caminho, a nossa irmã Maria Cecília Paiva, que foi a primeira diretora do departamento de infância e juventude nessa fase e pasmen, né, para muitos que talvez não lembrem Tenho essa informação ao nosso Divaldo. O nosso Divaldo saiu com Maria Cecília Paiva pelos países da América para divulgar a campanha de evangelização. Lindo reformador tem foto dele, hein, Luziane? Segurando bem bonitinho, bem disciplinado, lindo, fofo, né? segurando cartaz da evangelização. E a nossa Cecília Rocha, antes mesmo de todo o trabalho da campanha, ela desenvolveu nos anos 60, 70 um trabalho imenso de formação de evangelizadores no país todo. Ela não era da FEB, ela era da FERGs, a Federação Espírita do Rio Grande do Sul. E o grande apoio a esse trabalho de formação de evangelizadores era Divaldo que dava. ele ligava para as pessoas nos estados e falava do trabalho dela e nunca faltou a ela o apoio, né, a hospedagem, enfim, toda aquela infraestrutura necessária. Então, hoje o trabalho gigantesco que a Federação Espírita Brasileira faz através da sua área de infância e juventude, porque hoje nós temos, além do trabalho de formação, da publicação

ra necessária. Então, hoje o trabalho gigantesco que a Federação Espírita Brasileira faz através da sua área de infância e juventude, porque hoje nós temos, além do trabalho de formação, da publicação de materiais e tudo mais, nós temos uma forte eh presença da educação à distância. Nós temos os cursos com mais já hoje de 5.000 evangelizadores do Brasil e do mundo participando da formação panorâmica. Também temos um trabalho muito importante, eh, que diz respeito à educação ou à evangelização inclusiva. Passamos com uma comissão trabalhando de 4 a 5 anos. Hoje já temos também esse curso a oferecer. Temos também a evangelização de bebês e temos, né, também um grupo que está preparando um trabalho muito interessante que é de práticas criativas em que tá a presença dos baianos, viu? forte presença dos baianos, destaque aí pro Marquito, para Nanc. Então, a Federação Espírita Brasileira hoje desenvolve esse trabalho imenso e que recebe muita participação do estrangeiro. Quanto a Federação Espírita do Rio Grande do Norte, ela nasceu exatamente há 99 anos atrás. Próximo ano nós estaremos comemorando o centenário da Federação Espírita do Rio Grande do Norte, que no seu nascimento tem uma escola, a escola Dr. Leucário José Correa. São os mistérios das ligações espirituais entre o Rio Grande do Norte e o Paraná, né? Então, desde aquela época, ou seja, desde o seu, a sua fundação, a Federação Espírita do Rio Grande do Norte mantém o trabalho da evangelização infanto juvenil. Então em rápido as palavras que o tempo aqui é ouro. >> Muito obrigado, Sandra, aí pelas explanações, pelas explicações. Quando nós pensamos na evangelização infanto juvenil, mas a a evangelização ela começa no lar, dentro do lar, na família. Como é que se faz então, Tânia, esse desenvolvimento do evangelho no lar como a base de sustentáculo para que nós possamos levar os nossos filhos depois, os nossos netos, filhos, amigos, parentes para a evangelização infânta juvenil. Quais são as barreiras que temos encontrados no desenvolvimento às

para que nós possamos levar os nossos filhos depois, os nossos netos, filhos, amigos, parentes para a evangelização infânta juvenil. Quais são as barreiras que temos encontrados no desenvolvimento às vezes familiar para a elaboração do evangelho no lar? As barre, as barreiras são muitas. Nós hoje lidamos com as tecnologias, esse movimento que diz respeito também à transição que nós estamos vivendo. Quando Sandra trouxe Viana de Carvalho, eu tinha separado, né, pelo tema esta obra sublime sementeira. Ela foi organizada pela Federação Espírita Brasileira, reúne mensagens de diversos espíritos, inclusive a abertura é de Viana de Carvalho, as primeiras mensagens e ele vai tratar desse momento de transição que nós estamos vivendo. E essa transição muitas vezes causa, né, conflitos, dificuldades. O que essas crianças e jovens são consumidos pela mídia em termos de imagens fictícias da do corpo físico, é a violência. E muitas vezes isso vai afastar deste momento do evangelho, porque alguns são independentes, sem ser independentes, porque estão ainda sobre a custódia. O os recursos são os pais que oferecem para que eles prossigam. Então, é preciso insistir como é que nós insistimos sendo exemplo. Então, como pais que recebemos este compromisso, um compromisso que vem antes de reencarnar, temos que colocar como meta dentro do nosso lar o evangelho. esse evangelho que nós temos inclusive neste livro SOS Família, três capítulos que a benfeitora Joana de Ângeles, ela vai destinar ao evangelho no lar. Então, que nós possamos inclusive buscar essas leituras para ver como é a orientação, observando qual é a constituição da nossa família. Porque se nós temos crianças ainda pequenas, porque tem crianças que já estão chegando a fase da pré-adolescência. O evangelho não pode ser um evangelho muito demorado. Ele precisa ser adequado à idade da composição familiar. O evangelho também não pode ser um momento onde nós vamos estar reprimindo os nossos filhos, chamando atenção de comportamentos

muito demorado. Ele precisa ser adequado à idade da composição familiar. O evangelho também não pode ser um momento onde nós vamos estar reprimindo os nossos filhos, chamando atenção de comportamentos equivocados ou de algo que recebemos de notificação da escola. Então, tem que ser aquele momento onde Jesus está visitando o nosso lar e que seja um momento aprasível e que nós pais sejamos os exemplos naquilo que estamos levando para os nossos filhos. Então, colocar como rotina esta experiência semanal sempre no dia escolhido e horário, porque os benfeitores eles vão estar assumindo o compromisso com a nossa família naquele dia e horário. Então, não podemos, ah, hoje eu tenho aniversário. Bom, se você tem o aniversário e você vai sair, você não vai fazer o evangelho. Mas observe se aquele dia e aquele horário você não vai ter sempre um compromisso que vai ser impeditivo de você marcar essa presença dos benfeitores espirituais. É desafiador, sim, mas nós conseguimos. E não podemos permitir que os nossos filhos que estão em casa, ah, eu não quero participar do evangelho. Ora, como ele não quer participar? Por quê? Se ele está conosco, se ele depende de nós e nós consideramos como importante o evangelho, é necessário passar para ele que aquele é um momento de família onde a afetividade vai estar presente e esta vinculação nós vamos também fortalecendo neste momento do evangelho. >> Muito obrigado, Tânia. E para você, Luziane, como é que é esse desafio do evangelho no lar? >> O evangelho no lar é a presença de Jesus Cristo em nossa casa. Convidarmos a família para aquele momento de oração é convidarmos as crianças e os jovens e dizermos assim: "Olha, Jesus destinou um momento para est aqui com a gente e nesse instante que ele vai estar aqui com a gente é precioso demais. é a coisa mais importante, é a visita mais importante que a gente poderia receber. Então vamos observar e estar por inteiro naquele contexto. E a Tânia foi muito feliz quando ela foi trazendo os pontos que a

sa mais importante, é a visita mais importante que a gente poderia receber. Então vamos observar e estar por inteiro naquele contexto. E a Tânia foi muito feliz quando ela foi trazendo os pontos que a gente não deve abordar para não transformar algo que deve ser tão prazeroso em algo de cobrança, em algo que vai trazer desafios ainda maiores. Então, se nós concedemos tarefas para as nossas crianças, os nossos jovens, quais são as tarefas do culto? Separa o livro, separa a água. Mas só isso? A prece. a leitura, o comentário. Se a gente torna aquele momento participativo, se a gente quer escutar a criança, se a gente quer escutar o jovem, aquele momento não vai ser o culto do evangelho no lar dos pais, vai ser o culto do evangelho no lar da família. E todo mundo vai se sentir pertencente àquele contexto. E assim a gente vai desenvolvendo a oportunidade de conhecer um pouquinho mais a tarefa. E Mário foi exímio ao dizer. A evangelização começa no lar. Somos nós, pais, mães, nós, os responsáveis, que temos esse dever de apresentar Jesus aos nossos filhos. São tantos conceitos que nós apresentamos aos nossos filhos. Tantas coisas na vida, tantas curiosidades, primeiros instantes de descobertas. E Jesus, esse amigo que é incomparável, esse que é um verdadeiro mestre, esse que não vai jamais apartar-se dos nossos filhos. Este que quando nós não podemos estar e os nossos filhos não podem ter a segurança da nossa presença, é ele sempre que está. Então, trazer este ponto é trazer uma segurança para esses seres que estão em formação, essas crianças e esses jovens que estão em formação, para eles se sentirem mais firmes na jornada, porque eles têm um amigo onde aquele ideal, aquele comportamento não vai se estremecer pelas conveniências. Os ídolos materiais são muitos. E esses ídolos materiais às vezes estão lá e às vezes estão lá. oscilações e os impactos desses ídolos na vida dos nossos filhos, das nossas crianças e jovens. Mas Jesus é o rei solar. Jesus é incorruptível e ele jamais vai decepcionar os nossos

às vezes estão lá. oscilações e os impactos desses ídolos na vida dos nossos filhos, das nossas crianças e jovens. Mas Jesus é o rei solar. Jesus é incorruptível e ele jamais vai decepcionar os nossos filhos. Então é essa aproximação. Quando vamos desta forma, o evangelho no lar fica um momento aprasível, onde nós podemos em comunhão, em família trazer o melhor, que é essa semente boa pro nosso coração. E ali mantemos o lar com uma estrutura psíquica, com uma estrutura de vibração, de amorosidade, porque a presença do Cristo dos benfeitores espirituais. E diante das adversidades, vamos tendo mais fortalezas para superarmos os embates da vida, porque estamos mantendo a conexão com o alto, com Jesus. >> Muito bom os exemplos. Luziane. Sandra, qual é a sua opinião também relativamente a esse assunto do evangelho no lar para a sustentação da evangelização infanta juvenil? O lar, nós sabemos é a primeira escola, né? Então, quando a gente consulta logo de cá o livro dos espíritos, na sua questão 203, Kardec ele vai trazer para nós a indagação em torno da tarefa, né, dos pais. Ele indaga eh, os pais transmitem aos filhos uma parcela de suas almas ou se limitam a lhes dar a vida animal, a qual uma nova alma vem mais tarde adicionar a vida moral. E aí nos apresenta o espírito verdade, somente a vida animal, pois a alma é indivisível. Um pai estúpido pode ter filhos inteligentes e vice-versa. E aí vem uma sequência de questões onde o espírito verdade vai dizer exatamente que compete aos pais essa tarefa da orientação, essa tarefa da educação. Então os pais, nos diz eh o espírito Emanuel, são os primeiros evangelizadores. As meninas, né, Tânia e e Luziana foram muito felizes. Eu acrescentaria só um detalhezinho, porque muitas vezes, e isso a Tânia colocou muito bem, né, e a Luzane também, muitas vezes a gente tem uma espécie de evangelho no lar protocolar, né? Então a gente tem uma espécie de um rito, né? E aí a tá lá a criança inquieta, né? Tá lá o jovem querendo curtir uma outra coisa. Então a

es a gente tem uma espécie de evangelho no lar protocolar, né? Então a gente tem uma espécie de um rito, né? E aí a tá lá a criança inquieta, né? Tá lá o jovem querendo curtir uma outra coisa. Então a gente também tem que entender que é quando a gente organiza o evangelho no lá, a Tânia colocou muito bem, não pode ser uma coisa muito extensiva, né? Inclusive a gente pode fazer o quê? Ter um momento específico paraa criança e depois ela tá mais livre, vamos dizer assim. e umas demandas que a gente evoca aqui, a nossa querida Isabel, que tá lá no livro mensageiros, quando ela fazia evangelho com as suas crianças, ela pegava uma notícia de jornal para comentar. Nunca vi uma atualidade tão grande nessa prática. Trazer também para o evangelho no lar, não é? Algo que interesse ao jovem. Eu ando assim muito preocupada com os nossos adolescentes, né? Não sei vocês aí, mas aqui eh as notícias chegam alarmantes, não apenas no Brasil e não apenas no exterior e não apenas nas capitais, mas também no interior, né? São notícias eh que a gente adoece se a gente não tiver a fortaleza da fé e a compreensão de que nós estamos realmente na transição planetária. Então, os pais são os primeiros evangelizadores. Agora, é preciso criar aquele ambiente agradável pro evangelho no lar, para que de repente, né, não se torne aquela coisa enfadonha. Eh, conheço o evangelho no lar de famílias que é uma hora, é um martírio, né, para criançada, é um é uma situação complicada e é o evangelho, como uma de vocês colocou, para os pais. Então, se a gente vai envolver a criança, o adolescente e o jovem, a gente vai ter que encontrar, não é isso? uns elementos, né, de acolhimento, porque é essa a grande característica da família e evangelização. É um acolhimento, inclusive na própria casa espírita, não é, para podermos então ah nos reunirmos em nome de Jesus. A Luziano colocou algo muito importante, é um psiquismo também que se cria, né, uma atmosfera espiritual no próprio lar. Então é a água fluida, é aquela

dermos então ah nos reunirmos em nome de Jesus. A Luziano colocou algo muito importante, é um psiquismo também que se cria, né, uma atmosfera espiritual no próprio lar. Então é a água fluida, é aquela orientação que vem, aquela intuição, é aquela aquela eh, vamos dizer assim, aquela preocupação com uma situação específica e nunca converter realmente, como também já foi dito o evangelho no lá, numa sessão de recriminações, de imposições. Então, cabe realmente aos pais aí criarem e esse ambiente eh de eh momento interessante, de um momento compartilhado e de um momento em que crianças, adolescentes e jovens se sentem respeitados nas suas dificuldades, nas suas necessidades, né? Então, a família realmente é o grande ponto de apoio ao trabalho também da evangelização da própria casa espírita. Muito bem, aproveitando, ô Luziane, as observações levantadas pela nossa querida Sandra Borba, relativamente a esses conteúdos que nós vemos hoje nas redes sociais, de que forma isso pode influenciar no desenvolvimento da criança e do jovem, que ele mergulha muito na rede social e se esquece um pouco do outro lado, né, do amparo da família e das orientações familiares. As redes sociais ou os aspectos tecnológicos da humanidade foram vislumbres do avanço do progresso, vem como propostas de nos conectar. Todos esses fatores estão para facilitar a nossa comunicação, facilitar o nosso diálogo, nos aproximar, diminuir as distâncias. Mas o grande equívoco sempre se apresenta no excesso e no conteúdo que se busca. o excesso à quantidade de tempo que se busca esses fatores das telas, do virtual, esses fatores que vão nos conduzindo a um distanciamento da realidade. Porque quando adentramos em artigos, em reflexões científicas acerca do uso das telas na atualidade, vemos que o uso das telas continuado desperta a contribuição, a elaboração do neurotransmissor da dopamina, que traz para nós um reflexo de satisfação. Quanto mais acesso, mais produção dessa satisfação. Quanto mais vídeos curtos,

inuado desperta a contribuição, a elaboração do neurotransmissor da dopamina, que traz para nós um reflexo de satisfação. Quanto mais acesso, mais produção dessa satisfação. Quanto mais vídeos curtos, mais o nosso cérebro é bombardeado por estes aspectos de conteúdo e que nós não damos conta. Nós adultos que já temos uma certa formação, uma certa experiência, nós não damos conta da quantidade de informações que chegam por instantes em nosso cérebro, pra nossa avaliação, para aquilo repercutir emocionalmente, para ter um impacto onde evolutivo. A nossa, as nossas crianças e os nossos jovens, eles estão em formação. Não se trata de proibir ou de permitir, porque proibir e permitir são opostos e são atitudes fáceis. É dizer o sim ou dizer o não. Naquele momento eu quero, naquele outro momento eu não quero. Naquele momento me é conveniente, naquele outro não é. Não é simplesmente analisar se é proibir ou se é permitir, mas é o outro processo que é mais laborativo e que é o processo educativo de acompanhar. E acompanhar exige tempo, exige dedicação, exige entrega nossa de pais e responsáveis para sabermos o que que o nosso filho está aprendendo como conteúdo. Nós já pensamos, já paramos para pensar que esses conteúdos aprendidos pelos nossos jovens e crianças são elaborados por outras mentes. Quem são essas mentes? O que que eles desejam? O que que eles buscam através de um vídeo curtinho, porque há uma mensagem e o tema já é influência. é influenciar, influenciar uma massa, influenciar um um grupo. O que é que está por trás disso? O que que se busca com isso? Que influência é essa que está naquele vídeo, naquele filme, naquele conteúdo? Por conta da evangelização infanto, juvenil e também por ser mãe, acesso os conteúdos que estão sendo expostos para as nossas crianças e os nossos jovens. E digo aos senhores com segurança, as faixas etárias indicadas não são indicadas paraas nossas crianças e os nossos jovens. O conteúdo que está tão banalizado, tão comum, ah, eu posso fazer porque todo

digo aos senhores com segurança, as faixas etárias indicadas não são indicadas paraas nossas crianças e os nossos jovens. O conteúdo que está tão banalizado, tão comum, ah, eu posso fazer porque todo mundo está vendo, não deve ser acessado. A depender da idade, não deve ser acessado, porque um bombardeio de estímulo já não é só mais estímulo visual. E eu lembro muito de André Luiz quando nos fala de evoluções de mecanismos no plano espiritual que vai fazer com que nós assistindo um filme, vendo uma cena, nós sejamos completamente transportados para aquele contexto. É exatamente isso que a gente enxerga em muitas produções que são voltadas para as crianças e os jovens. Por quê? Porque eles são influenciáveis, eles consomem, eles trazem uma devolutiva para aquilo que se almeja. E são conteúdos que despertam não somente os sensores, a visão, a audição, mas desperta a emoção. Um determinado filme que foi exibido no ano passado, voltado para as crianças na faixa etária de crianças, algumas tiveram crisees de ansiedade assistindo o filme, porque dentro do próprio filme a personagem é conduzida a uma crise de ansiedade. É para todas as crianças só porque é uma animação. é para acessar todas, ou seja, e de que forma acessar? Nós vamos deixar que eles conduzam-se nas telas e que aquele conteúdo nós não participemos, porque aquilo não vai ser instrução, vai ser absorção de conteúdo, informação e impacto vibratório, emocional, sentimental e espiritual. Porque aqui nós estamos imersos numa realidade espiritual e o que nós estamos consumindo, estamos sendo influenciados e nós influenciamos. Então, a partir do momento que nós conectamos as nossas crianças, os nossos jovens, a depender do conteúdo, eles estão assessorados por mentes do plano espiritual que se afinizam com aquele conteúdo que o pai, que a mãe, que os responsáveis não estão acessando. Então, é muito importante no contexto em que estamos vivendo a nossa participação. E é como eu disse, não se trata de proibir ou de permitir, mas de estarmos

, que os responsáveis não estão acessando. Então, é muito importante no contexto em que estamos vivendo a nossa participação. E é como eu disse, não se trata de proibir ou de permitir, mas de estarmos juntos. Porque às vezes um conteúdo nos é tão aprasível e quando começamos ver acontece ali alguma coisa que não seria ainda do despertamento daquela idade. Mas aconteceu. A gente aguarda que a criança pergunte, que o jovem pergunte, porque nós estamos ali do lado para esclarecer e se não soubermos, vamos juntos. É desafiador. É porque nas escolas nós temos telas. Nos diversos ambientes da sociedade, nós temos telas e a acessibilidade é muito grande, mas é como a gente começou a fala, não se trata de um produto ruim, mas o excesso de uso e o conteúdo que se busca nesses fatores aí sim pode ser pernicioso. E nós podemos perder as nossas crianças e os nossos jovens, sim. Tanto que os que os formuladores do chat GPT estão sendo processados ou precisaram fazer reformulações por causa da condução num diálogo a jovens ao suicídio e eles cometeram o ato. Então o mecanismo, a plataforma teve de fazer mecanismos de modificação para não convergir para este ponto. Então são sinalizações que nós evangelizadores, educadores, todos nós que amamos as crianças e os jovens, porque eles não são o futuro, eles são o nosso presente e cada vez mais influenciam e são influenciados e a nossa responsabilidade, os conteúdos que eles acessam, então vamos estar mais próximos, mais parceiros. O jovem pode às vezes se manter arredil, mas adentremos, observemos, assist. Eu como evangelizador assisto várias coisas que são da juventude, aprendo a cantar as músicas que estão na juventude, avaliando o conteúdo junto com eles para que assim a gente consiga trazer uma contribuição efetiva e eles não sejam arrastados por influências de mentes encarnadas e desencarnadas que objetivam outros fatores para eles. >> Obrigado, Luziane. Eu convido agora o Júnior para nos passar um filme com o Divinaldo a respeito do tema que nós

uências de mentes encarnadas e desencarnadas que objetivam outros fatores para eles. >> Obrigado, Luziane. Eu convido agora o Júnior para nos passar um filme com o Divinaldo a respeito do tema que nós estamos desenvolvendo aqui. A família ideal é essa constelação. Mas quando por acaso o sol deixa de britar e a lua em consequência não pode refletir a luz, a família deve permanecer unida. E o maior vínculo para unir a família é o amor. Aliás, é o sangue que circula e que mantém a família através das artérias do sentimento. Faz muitos anos, a Igreja Católica Romana lançou uma campanha que ficou célebre através de um sacerdote americano que começou a viajar pelo mundo com o seguinte slogan: "A família que ora unida permanece unida. era o padre Peitão. Hoje, em nossa visão, teríamos como vínculo grandioso de união da família o estudo do Evangelho no lar, segundo as propostas da doutrina espírita, guardar uma vez por semana, pelo menos, para reunir a família à mesa durante 20 minutos, meia hora e trazer Jesus para dentro de casa, porque na condição do maior educador da história da humanidade, como ele o é. Porque mestre eu sou, disse-o ao jovem: "Bom, porém, só meu pai nós podermos receber dele as lições profíguas e profundas da família feliz." Então, prepare a mesa, coloque um vasilhame com água, reúna os filhos de todas as idades em volta da mesa. Se os maiores não aceitarem, digam-lhes: "Não podemos estar junto pelo menos durante 20 minutos, uma vez por semana? Isto eu exijo porque os pais também podem pôr condições na área da educação. Abram o Evangelho, leiam a página, comentem-la, peçam para que os filhos opinem, dialoguem, falem sobre os problemas, as ocorrências da semana, as dificuldades que houve, os desafios. Mantenho esse intercâmbio de desculpas, de reabilitações. Depois diminua a luz. Ore pedindo a proteção dos espíritos nobres, a presença do Cristo Jesus dentro de nossa casa, para que ele abençoe a nossa água, fazendo dela o veículo de luz do reino dos céus.

Depois diminua a luz. Ore pedindo a proteção dos espíritos nobres, a presença do Cristo Jesus dentro de nossa casa, para que ele abençoe a nossa água, fazendo dela o veículo de luz do reino dos céus. E oremos em favor dos que sofrem. fazendo vibrações a benefício daqueles que choram, daqueles que têm problemas, dos infelizes, dos maus, dos nossos inimigos, dos que nos perseguem, nos caluniam. Façamos 5 minutos de vibrações. Peçamos aos guias espirituais que nos apliquem a bioenergia, o paz. Se alguém estiver doente, ministremos o socorro. magnético, fluídico. Depois encerremos com a prece, abracemo-nos, convivamos, forcemos Jesus para casa, evitemos as discussões estéreis. A televisão perturbadora nos seus programas de grande aflição. Evitemos aquilo que nos leve às paisagens mórbidas do cotidiano. Nesta noite, pelo menos, que é convidado Jesus a vir à nossa casa, torne-se o grande sol da nossa constelação familiar. >> Muito bem, muito bom. As observações do Divaldo foram bem esclarecidas, esclarecedoras e nós já víamos através da Luziane, da Tânia e da própria Sandra abordado alguns desses tópicos, né? E nós sabemos que o nosso grande desafio na vida, na existência, é a família. Não adianta vencer no mundo e perder a família. O foco sempre é aos nossos vínculos familiares, não somente os vínculos familiares da conseguinidade, mas principalmente os vínculos familiares da espiritualidade. Nós somos seres imortais e nos educamos, crescemos e nos desenvolvemos ao longo das existências neste grupo, no nosso grupo familiar. Tânia, como fica então o aspecto da reencarnação dentro desse processo, dos nossos vínculos espirituais com os nossos filhos, com os nossos netos, com os nossos parentes, amigos, cunhados, primos, irmãos, como essa evolução e que de que forma nós podemos conduzi-los também ao evangelho no lar e os filhos dos nossos filhos. para evangelização infanto juvenil. >> Já tínhamos trazido na nossa exposição inicial que a família ela é programada no mundo espiritual.

-los também ao evangelho no lar e os filhos dos nossos filhos. para evangelização infanto juvenil. >> Já tínhamos trazido na nossa exposição inicial que a família ela é programada no mundo espiritual. Neste livro, tio Divaldo traz Vivências do Amor em Família. Tio Divaldo traz diversos relatos, inclusive eh tem uma fala de alguém que conversava com ele dizendo assim: "Eu não pedi para nascer nesta família". E aí tio Divaldo diz a pessoa: "Realmente você não pediu, você suplicou nascer nesta família". Então, o primeiro entendimento que nós precisamos ter é que este planejamento foi muito bem organizado no mundo espiritual há essa aproximação aqui no livro Constelação Familiar. É um livro de berço para nós aprofundarmos a respeito essa eh uma edição mais antiga para aprofundarmos a respeito desses diferentes papéis. que transitamos na família, porque hoje eu estou aqui com os meus pais e o meu esposo. Certamente em outra existência esses papéis foram diferentes, mas nós estamos neste processo de ir e vir modificando esses papéis para poder atender as nossas necessidades evolutivas. Então, quando os pais eles se unem para poder constituir a família, no momento do desprendimento parcial do sono, este pai e esta mãe será levada ao mundo espiritual para relembrar aquele compromisso que foi firmado para receber aquele filho, aquela filha. E muitas vezes nós temos aqui, por exemplo, em constelação familiar, eh, a benfeitora Joana de de Ângeles trazendo para nós que a filha rebelde hoje ela tá naquela condição, porque em outra existência talvez aquele pai tenha relegado esta filha que era a sua amante, que era a sua companheira. Então, esses papéis eles vão se invertendo exatamente para poder atender as necessidades evolutivas. Nem sempre nós estamos naquela família que desejamos. E aí vamos pensar se existe os laços afetivos, também existe os laços de desafetos que precisam ser rompidos e vamos reencarnar exatamente para poder aprimorar a evangelização. aí trazendo a questão

. E aí vamos pensar se existe os laços afetivos, também existe os laços de desafetos que precisam ser rompidos e vamos reencarnar exatamente para poder aprimorar a evangelização. aí trazendo a questão da evangelização, muitas vezes, especialmente quando vai chegando a pré-adolescência, 9, 10 anos, 11, 12 anos, as crianças já começam a ter uma certa reação, a vir a evangelização. E aí os pais precisam dialogar, mostrando a importância de estar naquele espaço. o que vai aprender. Eu lembro muito na minha época que era evangelizada na calçada, nós tínhamos todo uma uma parte conhece aqui João Neves, que teve oito filhos e eles saíam da evangelização, já iam com roupa de praia, de lá eles seguiam para a praia aquela época. Então, era uma estratégia utilizada para que a evangelização fosse um lugar, um lugar legal para se ir. Então, hoje nós precisamos ver quais são as estratégias para atrair os nossos filhos à evangelização. Dependem dos pais, sim, mas também depende de nós evangelizadores. O que é que nós estamos levando para essas crianças que seja atrativo para que no domingo de manhã elas acordem mais cedo? Crianças de 10, 11, 12 anos às vezes já tem atividades na escola no sábado. Então, domingo seria o dia de acordar mais tarde. Ah, eu estou cansado, eu estou com sono, eu estou com preguiça. Aí eu já contei aqui, vou lembrar do nosso querido Agnaldo Jan, que foram filhos da casa e que eh certa feita eh para trazer a evangelização, eles moram em Vilas do Atlântico, Lauro de Freitas, não é tão perto daqui. E aí os meninos estavam se amarrando para ir tomar banho, tomar café e vir para a evangelização. O pai foi a primeira vez, Javô, Painho, foi a segunda vez. Aí na terceira vez eles não levantaram. E painho mostrou o cinturão para poder acelerar a vinda, a evangelização. É claro que isso não é a estratégia da atualidade, mas foi a que ele encontrou para que o do meio que era mais resistente levantasse, fosse tomar banho e vir à evangelização. Então nós precisamos encontrar as nossas

o não é a estratégia da atualidade, mas foi a que ele encontrou para que o do meio que era mais resistente levantasse, fosse tomar banho e vir à evangelização. Então nós precisamos encontrar as nossas estratégias, aquilo que vai funcionar, mas não com promessas, como nós já ouvimos aqui a época. Uma pessoa que frequentava há algum tempo na nossa casa, a criança era do grupo de 3 e 4 anos, não queria entrar na sala. Isso é comum de crianças nessa idade, é só uma vez na semana, às vezes deixa de vir um domingo, dois domingos. Aí fica naquela resistência. Aí a mãe estava na porta da sala. Se você entrar eu vou lhe dar aquele carro também. Não é esse o caminho de estar fazendo promessas, trocas desse tipo para que a criança ela adentre a sala e participe da atividade. É sempre gente muito desafiador, mas nós vamos vencendo e fazer compreender nessa importância o quanto no futuro aquela base ela foi formada, porque talvez a resposta não venha na adolescência, não venha no início da idade adulta, pode não vir nem na presente encarnação, mas se nós acreditamos que toda semente boa lançada ao solo, ela vai dar frutos. Ainda que esses frutos cheguem tardios, ele chegará no momento oportuno. >> Obrigado, Tânia. Nós sabemos pela doutrina espírita que os nossos filhos não são nossos filhos e são filhos de Deus que foram concedidos a nós para que nós os educássemos. Sandra, qual é a responsabilidade dos pais então na obra da criação? >> Olha, se nós observarmos tudo que foi dito aqui, a responsabilidade da família é extraordinária. É na questão 208, de modo especial, que o espírito verdade diz algo que abala as nossas estruturas, né? quando ele diz exatamente, os espíritos dos pais têm por missão desenvolveros de seus filhos pela educação. Isto constitui para eles uma tarefa. Se falharem, serão culpados. Ai meu Deus. Quando eu leio essa pergunta, né, e quando leio o do capítulo 14 do Evangelho Segundo o Espiritismo, a mensagem, a ingratidão dos filhos, desculpa, e os laços de família,

serão culpados. Ai meu Deus. Quando eu leio essa pergunta, né, e quando leio o do capítulo 14 do Evangelho Segundo o Espiritismo, a mensagem, a ingratidão dos filhos, desculpa, e os laços de família, Santo Agostinho pergunta, diz assim, que eh nós seremos indagados. Deus perguntará a cada pai, a cada mãe, que fizeste do filho que vos confiei? Então, a reencarnação já foi colocada aqui, a Tânia colocou bem, ela se dá por um processo na nossa condição evolutiva, salvo as exceções, né, das reencarnações automáticas, vamos dizer assim, mas nós participamos de planejamentos reencarnatórios e a reencarnação é uma porta excepcional. A nossa querida Joana de Angeles diz que a reencarnação é um método pedagógico, né? Se é um método pedagógico, tem um objetivo. E o livro dos espíritos nos ensina que as crianças elas são, vamos dizer assim, os espíritos que entram na vida corporal com objetivo que é evoluir. Evoluir. Então, nós já entendemos em especial pais espíritas, pessoas que estudam, que compreendem um pouco da doutrina espírita, que o formato família é um formato de profunda responsabilidade. É também num livro que eu acho maravilhoso, Adolescência e Vida, também da nossa Joana de Angeles, né, que nos diz que a família é um laboratório de emoções e ela situais tipos de família, a família bênção e a família aprovação. E diz tranquilamente que a família bênção é como se fosse uma exceção, né? Então, eh, são espíritos que pode até ter conflitos, mas tudo é resolvido, eh, vamos dizer assim, uma boa, né, uma tranquilidade. Mas a maior parte das nossas famílias são famílias provações. É um ponto de encontro das almas, agora usando uma expressão de Emanuel. E esse ponto de encontro das almas, eh, tem uma finalidade. A finalidade é o amor, é a reeducação, é a reparação, é a orientação. Então, reencarnar em família, estar em família, é ter todas essas oportunidades, a oportunidade de crescimento, a oportunidade de transformar antipatias, não é, em sentimentos de aproximação e

ntação. Então, reencarnar em família, estar em família, é ter todas essas oportunidades, a oportunidade de crescimento, a oportunidade de transformar antipatias, não é, em sentimentos de aproximação e principalmente uma oportunidade de doação, né, em especial os pais, certo? Agora, é preciso que nós, enquanto pais, tenhamos algumas atitudes avaliativas na nossa eh visão, rapidamente, porque o tempo, né, já tá aí clamando, né? Então, nós precisamos avaliar, porque nós em termos de família, a nossa instituição familiar como eleição, vamos dizer assim, afetiva, é algo relativamente eh novo na história da humanidade, vamos dizer assim. Então, nós precisamos entender que a constituição familiar, a constelação familiar, ela vai exigir de nós algo muito mais do que uma simples, vamos dizer assim, né? Um simples cenário material, né? De atender as necessidades materiais. Nós lidamos com almas, espíritos imortais, sendo nós também espíritos imortais. Então, é preciso entender a família, em especial nessas relações um tanto quanto complicadinhas que ocorre muitas vezes de rejeição, de agressão, não é? como uma oportunidade em especial de reconciliação. Reconciliação entre pais e filhos, entre irmãos, né, entre cônjuges. E tudo isso objetivando aquilo que é o objetivo primordial da família, que é conduzir os seus, né, elementos, os seus participantes a padrões, né, de vivências de fraternidade e de amor. Então, sem isso, a nossa família continuará sendo de fato um pouso neurótico, né? E a gente vai precisar cada vez mais lutar para transformar. Lembrando duas coisinhas antes de fechar a nossa fala. Primeiro que de fato a infância, já foi colocado aqui, alguém postou aqui, a infância ela é um período extremamente receptivo para o espírito receber boas influências. É um processo de semeiadura, né? Então, é principalmente na infância, é principalmente com três elementos que a maior autoridade em educação moral apresentou. O Dr. William Damon, ele falava em três atitudes importantes da

adura, né? Então, é principalmente na infância, é principalmente com três elementos que a maior autoridade em educação moral apresentou. O Dr. William Damon, ele falava em três atitudes importantes da família. Primeira, ela ele coloca como disciplina limite, segunda desafio. A terceira data vênia, ele colocaríamos e o amor na base de tudo e o amor porque não adianta disciplina, não adianta limite, não adianta desafio. Ser um clima de amorosidade, de cumlicidade, de carinho entre aqueles que integram o grupo familiar. E só uma segunda colocação na fala da nossa Luziane, eh, faz uma sugestão. O livro para além das telas digitais, da autoria da nossa querida Lúcia Moisés, do movimento espírita de Niterói, evangelizadora, que aborda exatamente essas questões tão bem colocadas. E a nossa Luizane colocou algo extraordinário que é isso mesmo. Eu fico horrorizada com os chamados influencer, com todo respeito, que parece que é para influenciar o que não não dá certo, né? eh influenciar para suicídio, influenciar para grupos de extrema, né, na de nazismo, até imagina nazismo no Brasil, né, realmente precisa ter muita cabeça, né, eh, muita cabeça desparafusada, né, estimular adolescente a se trancar e fazer a experiência do talco e morrer, inclusive asfixiada, como já aconteceu, não é verdade? estímulo ao assassinato, né? Dá inclusive elementos de como fazer o processo. Então, para além das telas digitais da minha querida e amada Lúcia Moisés, vende aí, tá aí no Mercado Livre, vende também. É importantíssimo para nós, pais, educadores e evangelizadores. Lembrando que nós não estamos reencarnados para brincar. Essa é uma oportunidade única. A gente não sabe quando é que a gente vai reencarnar. de novo diante de 24 bilhões, como dizia de volta numa palestra, 24 bilhões, nós estamos aqui 8 bilhões e um pouquinho, então vamos aproveitar e vamos responder da melhor maneira possível na orientação daqueles que a bondade divina colocou em nosso caminho para restauração, para nós mais uma vez transformarmos

uquinho, então vamos aproveitar e vamos responder da melhor maneira possível na orientação daqueles que a bondade divina colocou em nosso caminho para restauração, para nós mais uma vez transformarmos provas e expiações em lições de companheirismo. e de amorosidade. >> Muito obrigado. Aproveitando então que você falou bastante de amor, vamos ver mais um vídeo do Divaldo agora, quando vemos o jovem muito carente de lideranças morais, espirituais, filosóficas do bem, fascinado pelos desejos perturbadores e atraído pelas facilidades que corrompem, Temos uma grande preocupação, porque a infância e a juventude são as herdeiras de toda a tradição histórica da humanidade. E por isso, em nossas aflições da atualidade, merece recordarmos que nos encontramos realizando uma colheita espiritual de atos que desempenhamos no passado próximo ou remoto em outras reencarnações, mas também os frutos apodrecidos de alguns na conduta atual. na qual a sua existência tem sido um verdadeiro desastre. Com estas palavras, desejo lembrar os pais. Nós temos evangelização infanto juvenil. Todo domingo, evangelho, espiritismo para crenças. Temos as atividades doutrinárias especificamente trabalhadas para jovens. os programas elaborados da FEB, Federação Espírital Brasileira, por sociólogos, pedagogos, psicólogos, o que há de melhor na área da educação, deixando legado para nossos filhos, porque nós às vezes temos dificuldade de explicar a eles como é que eu vou explicar reencarnação meu filho de 3 anos. Os evangelizadores são hábilmente preparados através de cursos para encaminhar as gerações novas e evitar a tragédia da droga, a tragédia dos vícios, das dependências de natureza destrutiva, destruidora, como nós temos visto. Então, parabéns aos nossos jovens atuais, os pais que desejarem estimulem os filhos para vir. Eu sei que é muito complicado que o jovem diz: "Mas a semana inteira eu estudo no domingo para ir à praia. Venha correndo, aja correndo, corra praia depois, mas passe pelo menos correndo aqui para ver. Não

i que é muito complicado que o jovem diz: "Mas a semana inteira eu estudo no domingo para ir à praia. Venha correndo, aja correndo, corra praia depois, mas passe pelo menos correndo aqui para ver. Não julguem sem ter visto. Venham um dia de domingo de manhã. Eu sei que é domingo de manhã, a pessoa acorda cedinho, 1 da tarde, 3 da tarde, mas vem um dia 9 horas assistir. Depois o trabalho de assistência social no tema vulgar de caridade realizado pela nossa juventude em homenagem a uma das nossas tias lianhos. Atendimento aos meninos daqui do bairro. Há uma casinha dirigida pelos nossos jovens, visita, construções de casas, atendimento a doente, alimentação, a entrega da cesta básica, porque às vezes os doentes não podem vir buscar e os jovens vão levar em casa. Então, vamos dar aos nossos filhos betas, edificantes, para que eles deem a sua vida o sentido, para que eles encontrem a sua alma, o seu sentido de viver, sem a necessidade de escorregarem aos abismos da perversidade, da indiferença, da frustração. Aos dramas atuais da ansiedade, da depressão, da desarmonia íntima. da agressividade, principalmente do desrespeito aos pais, como dizia Chico Xavier, amor e disciplina. Aí é que está manter a disciplina. Daí quando puderem, venham ver a juventude Nina Aroeira para que seus filhos tenham uma certidão de segurança moral para enfrentar a vida. então convido você fazer as suas considerações finais sobre o nosso assunto, o nosso tema maravilhoso dessa noite. >> A evangelização espírita é uma parceira nessa tarefa da educação e dessa construção do ser espiritual. Nós evangelizadores estamos aqui para abraçarmos as famílias, acolhermos todos vocês para juntos trilharmos esse caminho de construção, de segurança e de firmeza para as nossas crianças e jovens. É um contexto de parceria onde todos nós olhamos juntos para esse ser espiritual que está em formação e queremos apresentar para eles o melhor, o conteúdo espírita, a vivência do evangelho, a difusão da doutrina, a prática e tudo o que possa trazer para

os para esse ser espiritual que está em formação e queremos apresentar para eles o melhor, o conteúdo espírita, a vivência do evangelho, a difusão da doutrina, a prática e tudo o que possa trazer para ele sentido, como disse o nosso tio Divaldo, e trazer para eles a segurança de que Jesus é sim esse modelo e guia, é esse mestre, é esse irmão que está conosco sempre. Gratidão a todos vocês por essa oportunidade, já convidando vocês a estarem conosco nesse processo da evangelização. >> Obrigado, Danânia, também as suas observações finais. A minha gratidão vai aos meus pais que estão aqui, que me apresentaram a evangelização. Eu iniciei aos 5 anos de idade, sendo evangelizada a princípio lá na FEB, terreiro de Jesus, porque nós morávamos nos Barris. E depois meu pai, não, eu estou na mansão do caminho, vocês vão ser evangelizados lá. Então, aos domingos pela manhã, nós saíamos dos barris, íamos para a calçada. E hoje o resultado disso vocês estão vendo com a minha presença aqui. Então, vale a pena investir. Invistam nas crianças, nos jovens, porque o futuro é este presente, conforme Luziane já trouxe. Mas pode ser que você não assista ao futuro encarnado, assistirá de onde você estiver. E como as famílias elas também se modificam nos seus papéis, nós estaremos indo e voltando e usufruindo dessas sementes boas que foram plantadas no processo da evangelização infanto juvenil. É com muita alegria que nós recebemos a todos vocês domingo pela manhã, crianças, jovens, pais e familiares, não deixe que o trem passe sem vocês entrarem neste trem e fazerem essa viagem maravilhosa que se chama evangelização. >> Obrigado, Tânia. Você é o exemplo vivo, é o exemplo vivo presente aqui a respeito da evangelização. E eu convido então a nossa irmã Sandra Borba para a sua consideração final. Sandra, >> a campanha de evangelização completa, aliás, completou dia 9, agora 48 anos. O seu tema era é a criança e o jovem reclamam direção no bem. o seu slogan: "Evangelize, coopere com Jesus". que nós

ra, >> a campanha de evangelização completa, aliás, completou dia 9, agora 48 anos. O seu tema era é a criança e o jovem reclamam direção no bem. o seu slogan: "Evangelize, coopere com Jesus". que nós possamos então cooperar com Jesus como dirigentes, como evangelizadores, como pais, como jovens, como frequentadores, enfim, como pessoas que entendem o compromisso com o amanhã, tema da nossa reunião nesta noite. Muito obrigada pela participação. Estamos sempre à disposição. Um abraço a todos, especialmente a vocês que estão aí, né? Aí, Mário, a Tânia e a Luziane. Beijo no coração de cada um, muita paz e sigamos porque entendo sido semeado, cresce. Vamos, enfim, agir nesse plantil. Muito obrigado, Sandra, pela sua participação, pelas suas palavras e as observações ricas de conhecimento a respeito da evangelização. Foi um tema muito bom. O tempo passou assim tão rápido, de 21:30 já se aproximando. A nossa reunião sempre até às 21 horas, né? Eu peço desculpas aí, mas foi tão emocionante e tão rico, né, que o tempo passou realmente muito, muito rápido. Então eu agradeço imensamente a Sandra Borba, a Tânia Menezes, a Luziane Bahia, a vocês que se fizeram aqui presentes fisicamente, nos ouvindo com atenção. A Maria Gorete que veio do nosso congresso espírita, está aqui conosco também, Congresso Espírita Internacional lá no Uruguai. Agradeço a presença de todos aqueles que nos assistem aí de forma virtual pelos canais virtuais. A minha equipe é da Mansão do Caminho na televisão TV Web Mansão do Caminho. Nossa gratidão a todos. Vamos agora então para o capítulo final da reunião, né? a nossa parte prática, nosso exercício, que é a doação das nossas energias através dos médiuns passistas da casa, a quem convido agora para se colocarem ao longo dos corredores e nos prepararmos então para o encerramento da reunião, a nossa reunião diálogo franco, com a presença do nosso amado e querido nesse estimável amigo Divaldo Pereira Franco. Senhor e mestre Jesus, somos todos irmãos, nossos filhos,

encerramento da reunião, a nossa reunião diálogo franco, com a presença do nosso amado e querido nesse estimável amigo Divaldo Pereira Franco. Senhor e mestre Jesus, somos todos irmãos, nossos filhos, nossos irmãos. Deus nos concede aventura da maternidade, da paternidade. É uma honra sermos cocriadores com Deus. Ele nos lega os filhos para que nós os eduquemos. Mas nós podemos abrilhantar essa educação, concedendo aos nossos herdeiros a oportunidade do conhecimento da doutrina espírita. O espiritismo enriquecido, vivenciado, traduzido nas ações, nos exemplos, na forma de viver. Que a nossa vida seja um exemplo para os nossos filhos, que os nossos atos sejam um molde, que eles possam seguir de forma segura e se recordar após a nossa partida dos bons atos, da boa herança, a herança sólida que legamos a eles, a herança moral do exemplo e da dignidade. Ser um homem, um pai, uma mulher, uma mãe, dignos, dignos para que seus filhos também sejam dignos. Honrai pai e mãe. Rogamos agora as bênçãos da espiritualidade. Rogamos e agradecemos a Deus a oportunidade concedida a todos nós. Nossa gratidão a tio Nilson, Adivaldo Pereira Franco, aos nomes que foram colocados na entrada desse cenáculo, a misericórdia de Jesus para com eles. a água seja fruidificada pelos bons espíritos e o nosso retorno ao lar abençoado de forma feliz, levando aqueles que lá nos esperam o nosso amor e a nossa paz. Despede-nos, ó Jesus, neste momento, culminando a nossa reunião com encerramento radioso, pensando em ti, a nossa gratidão pela doutrina espírita. Abençoa-nos, ser conosco hoje e sempre. Que assim seja. Está encerrada a nossa reunião. A nossa gratidão a todos.

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