Momentos Evangélicos com Lusiane Bahia

Mansão do Caminho 25/05/2025 (há 10 meses) 1:02:17 17,344 visualizações 3,125 curtidas

Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #evangelho

Transcrição

Queridas irmãs, queridos irmãos, a paz do Mestre Jesus nos nossos corações. Cumprimentamos a todos que estamos aqui nesse espaço físico presencialmente, a todos aqueles que nos acompanham virtualmente. Cumprimentamos a equipe da TV Mansão do Caminho, nosso querido Mário Sérgio também. E vamos juntos aproveitando o que este ambiente, o que os espíritos responsáveis por esta tarefa, o que eles trazem para nós como efúvios, como energias, como magnetismo de bondade e de amor. Antes de nós iniciarmos a nossa conversa da noite de hoje, nós gostaríamos de trazer uma lembrança que aqui em nossa casa, aos domingos é dia de evangelização. Todos os domingos a partir das 9 horas da manhã, nós nos reunimos aqui na instituição, crianças, jovens, pais, com os evangelizadores, com os facilitadores, para conversarmos, para aprimorarmo-nos em torno do Evangelho de Jesus, em torno da doutrina dos espíritos. E é sempre importante que nós apresentemos para as nossas crianças e os nossos jovens esse modelo e guia da humanidade que é Jesus. Porque é muito natural crianças jovens terem os seus ídolos. Nós que somos adultos, temos os nossos. Imaginemos eles que são seres em formação. E como é importante nós transmitirmos segurança para as nossas crianças e os nossos jovens. Como é importante eles terem como uma base a referência, o parâmetro Jesus, porque eles não vão se decepcionar jamais. Eles não vão ter entraves nesta relação, porque desta relação só advirá o amor, só advirá a construção, as coisas boas, as propostas salutares enriquecedoras. Então, dia de domingo aqui em nossa casa é dia da evangelização e convidamos todos as crianças, os jovens, os adultos, pais, mães, avós, tios, a família, para que estejam aqui com a gente, para que a gente possa construir a partir do parâmetro da nossa doutrina dos espíritos, reflexões positivas paraa nossa sociedade, para que a gente, enquanto seres espíritas, quanto cristãos espíritas, possamos juntos construir uma sociedade diferente. Então, fica registrado o nosso convite e

xões positivas paraa nossa sociedade, para que a gente, enquanto seres espíritas, quanto cristãos espíritas, possamos juntos construir uma sociedade diferente. Então, fica registrado o nosso convite e nós estaremos sempre aqui, todos os domingos às 9 horas para recebê-los com muito amor, com muito carinho. espanhola espírita Amália Domingo Soler, que esteve encarnada de 1835 a 1909, trouxe-nos muitas mensagens, muitas construções positivas. A autora do livro que registrou talvez a sua maior expressão Memórias do Padre Germano, apresentou através desta obra para que todos nós conhecêsemos este doce espírito que trafegou na existência terrena e que tanto colaborou para o seu contexto como religioso, mas como cidadão, como alguém que fez a diferença no contexto da sociedade como um padre que ouvia as confissões e que conseguia trazer para todos um lenitivo, um bálsamo. Ler as memórias do padre Germano traz sempre uma fonte de estímulo, de crescimento para nós leitores que temos a oportunidade de ter contato com a sua vida, com os seus feitos, com estas memórias. Só que certa vez o espírito padre Germano aproximou-se da Amália Domingo Soler e buscou um diálogo que foi bem interessante. Ele disse então para médium: "Você já pensou a importância de deixar para as pessoas uma herança?" E ela pensou: "Herança?" Mas que herança? O que que eu posso deixar para as pessoas? Que herança ao que o Senhor se refere? Ele disse: "Mas todas as vidas, todas as pessoas tem marcas importantes. alguma coisa que tenha e esteja presente nas suas recordações, porque você experimentou e experimenta muitas dores e seria muito interessante compartilhar as suas dores, mas as suas superações com as outras pessoas, porque dessa forma elas também, experimentando desafios, não iam se sentir sozinhas, iam se sentir amparadas pela possibilidade de encontrar alguém que também atravessou grandes embates, grandes desafios, mas foi vitoriosa. E ela disse que ficou pensando, mas o que que poderia compartilhar? O passado ela não gostaria

ibilidade de encontrar alguém que também atravessou grandes embates, grandes desafios, mas foi vitoriosa. E ela disse que ficou pensando, mas o que que poderia compartilhar? O passado ela não gostaria porque estava marcado de muitas dores. Realmente o presente apresentava receios e o futuro também as suas dúvidas, os seus questionamentos. Então ela deixou aquela provocação do padre Germano sem maiores ações, sem maiores realizações. E o tempo foi passando e as suas atividades espíritas, as suas realizações no movimento espírita, até que numa determinada noite, voltando de uma atividade da doutrina, no seu quarto, alojada, reflexiva, sentiu a presença espiritual. que avizinhou-se dela e que trouxe à sua mente alguns questionamentos. Será que nada do que você viveu pode ser relevante? Será que não existe nada que você possa realmente compartilhar? Não tem nada nem ninguém a que você possa agradecer? Será que nem mesmo aquela que desvelou-se pelas noites, que cuidou de você na infância, que te deu abrigo, suporte? Será que nem mesmo ela? Recordar memórias traz gratidão. É debruçar-se sobre as lembranças e trazer para si gratidão. Será que nenhum destes pontos são relevantes? Ela sentiu, minhas irmãs, meus irmãos, que naquele momento havia uma conexão expressiva e ela identificou que aquele espírito era a sua mãe, que naquela existência havia se desvelado, cuidado, se dedicado. E ela começa a chorar, sentindo que o seu coração talvez estivesse mergulhado na ingratidão por imaginar que as suas memórias não teriam qualquer tipo de sentido, nem nenhum valor. E a partir deste momento, ela resolve então registrar algumas coisas. Registrou nesse pequeno opúsculo intitulado Memórias. é tão pequenino, dividido em duas partes, mas que aqui tem tanta sabedoria, tantos relatos de momentos de solidão. Ela que apresentou a cegueira como desafio na sua existência. Quanta solidão, quanto silêncio, quantos aspectos tão profundos pessoais e que à medida que ela compartilha, que nós lemos, temos a

lidão. Ela que apresentou a cegueira como desafio na sua existência. Quanta solidão, quanto silêncio, quantos aspectos tão profundos pessoais e que à medida que ela compartilha, que nós lemos, temos a oportunidade, exatamente como disse o padre Germano para ela, mas também como a sua mãe lhe disse, termos a oportunidade de refletirmos sobre a nossa própria existência e verificarmos diante dos nossos desafios como estamos lidando, como estão sendo as nossas escolhas e a consecução dos nossos dias. Memórias, recordações são fatores que nos estimulam sim a análises, a reflexões. Rememorar pessoas, acontecimentos, situações, faz com que nós voltemos, porque afinal de contas recordar é viver. fazemos com que aquelas memórias elas venham para um tempo presente e aquelas emoções possam retomar-nos a consciência, a percepção e de alguma maneira fazermos sobre estas memórias as nossas análises. Existem coisas que nós fizemos e que não deveriam ser feitas no transcurso da nossa história. Existem decisões que nós nos arrependemos por termos tomado, que não deveríamos nos direcionar porque nos direcionamos por aquela escolha e as consequências nós estamos sentindo agora. Será que nos debruçando sobre estas revelações sobre nós mesmos, não conseguimos devaçar aspectos desconhecidos e que às vezes estão no porão de nós mesmos e que precisam ser identificados e que precisam ser analisados para que assim o tempo presente possa ter maior liberdade, maior atuação, maior verdade e memórias também no sentido de gratidão, porque todos nós, por mais que tenhamos personalidades muitas vezes firmes, fortes, decididas, marcadas com tranquilidade de quem nós somos, do que estamos aqui fazendo e realizando, o que nós queremos para esta existência, sempre somos influenciados e desde Quando aqui chegamos, abrigamos em nós a receptividade das marcas daqueles com os quais convivemos. Então, hoje nós somos um conjunto de emoções, de sentimentos, de construções, de aprendizados, de cultura, que nós amealhamos pelos nossos

a receptividade das marcas daqueles com os quais convivemos. Então, hoje nós somos um conjunto de emoções, de sentimentos, de construções, de aprendizados, de cultura, que nós amealhamos pelos nossos esforços, mas também pela convivência com os nossos pais, com os nossos familiares, amigos, instrutores, pessoas até mesmo desconhecidas, mas que marcaram em algum mesmo no anonimato, experiências na nossa vida, enfim, quem nós somos hoje tem a marca das pessoas que passaram pela nossa existência, pelas pessoas que cruzaram o a trajetória e o caminho da nossa reencarnação. E mesmo sem que elas saibam, influenciaram-nos e trouxeram e proporcionaram o estágio no qual nós estamos. mesmo que esses fatores possam nos ser inconscientes. Mas por isso a gratidão para termos a humildade de reconhecermos que formamos um conjunto vibratório de todos estes que passaram na nossa existência e que de alguma maneira na vida de relação levamos conosco a marca, a lição, mesmo que seja de algo que não devemos fazer, mas estamos sempre aprendendo na vida de relação. E isso traz um significado para essas memórias. Se olharmos do ponto de vista material, as memórias são aquelas recordações que vêm à tona em determinados momentos e nos trazem essas emoções e essas lembranças que aqui nós destacamos. Se pensarmos em contextos biológicos, orgânicos, o cérebro é a sede dessa memória sob o prisma material. destacam os estudiosos a região do hipocampo, mas um muitos outros afirmam que estas sinapses cerebrais, essas conexões cerebrais acabam por trazer a memória a todo o contexto do órgão e não teria um local específico localizado, determinado para essas eminiscências. E este fator, estas conexões, elas podem ser de um curto prazo quando nós buscamos memorizar coisas que serão apreendidas ou que serão utilizadas num breve tempo. Então, às vezes a gente encontra alguém, não tem nada para anotar, um contato e quer registrar o contato do telefone. Hoje não é mais isso não, né? É Instagram, é o @ alguma coisa.

as num breve tempo. Então, às vezes a gente encontra alguém, não tem nada para anotar, um contato e quer registrar o contato do telefone. Hoje não é mais isso não, né? É Instagram, é o @ alguma coisa. E ali a gente grava e repete. Repete para auxiliar a memória. É uma memória de curto prazo, porque quando a gente anotar, às vezes aquela memória já não vai ter mais sentido. Nos dias posteriores, nós anotamos, esquecemos, alcançou o objetivo, atingiu a finalidade, memória de curto prazo. Mas existem aquelas memórias de longo prazo. são aquelas que ficam fixadas em nós. Vez que outras retornam ou não. Às vezes estão lá escondidas e demora muito tempo para que venha à tona. E quando vem, quando traz uma lembrança, aquela beleza de recordar alguma coisa boa ou aquela insatisfação ou descontentamento por recordar alguma coisa ruim. e recobramos, a depender da emoção, os fatores fisiológicos que aquela memória nos traz. E essa memória de longo prazo pode ser arquivada por nós através de processos conscientes. Por exemplo, quando nós estudamos, nós queremos marcar aquele conhecimento para nós de uma forma mais fixa, mais demorada, que perdure mais e que nós não esqueçamos com facilidade. Então, fazemos métodos memônicos, lemos, relemos, gravamos, escutamos. Voltamos ao conteúdo, utilizando de várias formas e mecanismos mnemônicos para gravarmos aquela informação e de forma consciente mantermos registrada em nós. De outra forma, pode ser inconsciente. Aquilo está sendo tão repetitivo em nós, tá acontecendo tantas vezes. E às vezes isso acontece em contextos destas emoções que não são positivas ou dos sentimentos que não são bons e que guardamos com um certo rancor, uma certa mágoa e nem percebemos o quanto estamos fixando aquilo na memória, o quanto estamos impregnando o nosso mundo íntimo com aquela mesma imagem que nos trouxe uma insatisfação, aquele mesmo acontecimento que nos trouxe um aborrecimento. E ali aquela memória se perdura. Existe a memória sensorial, a memória do toque, do gesto,

ela mesma imagem que nos trouxe uma insatisfação, aquele mesmo acontecimento que nos trouxe um aborrecimento. E ali aquela memória se perdura. Existe a memória sensorial, a memória do toque, do gesto, do olhar. A memória que tem um significado desta percepção mais sensitiva e que pode ser de curto ou longo prazo. E essa é a memória sobre o prisma material. Mas quando avançamos para o prisma espiritual, fazemos uso do olhar sobre o corpo espiritual. Quando falamos de memória, nos recordamos do perespírito e de uma das suas funcionalidades de arquivar em si as lembranças, o perespírito, como este corpo, este modelo que também serve como modelo para a nossa constituição corpórea. Super espírito arquiva todas estas nossas lembranças, mas todos os nossos pensamentos, todas as nossas decisões, todas as nossas ações, mesmo que mentais, mesmo que nunca tenhamos compartilhado, efetivado, realizado, mas são registradas nesta organicidade sensível que tem a grande característica de ser o arcabolso de toda a nossa história. E tudo, simplesmente tudo, mesmo aquilo que desconhecemos sobre nós mesmos, está gravada no perespírito, porque ele se constitui como característica nesse arquivo que vai ser necessário ao transmitidura numa nova roupagem física, de ser esse contexto que impregna para aquela aquela constituição fisiológica, para aquele contexto cerebral, uma carga e uma parcela destes fatores. Porque também sabemos que quando mergulhamos na carne, somos atendidos pela misericórdia do Pai com o esquecimento do passado. E mesmo que assim não fosse, o cérebro enquanto organicidade, enquanto órgão material limitado, finito, não teria condições de abrigar todas as memórias do ser. E o esquecimento do passado se apresenta como essa dádiva de Deus para a oportunidade do recomeço. Quando visitamos o Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos no capítulo 5to: "Bem-aventurados os aflitos". E ali nos debruçamos sobre as reflexões que o codificador coordena para nós. Identificamos as justiças das

o Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos no capítulo 5to: "Bem-aventurados os aflitos". E ali nos debruçamos sobre as reflexões que o codificador coordena para nós. Identificamos as justiças das aflições, as causas anteriores das causas atuais e encontramos ali esquecimento do passado. E o que que ali se reflete acerca desta possibilidade que nós encontramos quando mergulhamos aqui na carne? que o esquecimento do passado é a oportunidade de zerarmos para nós mesmos aquelas situações, aqueles fatores que estão impregnados, que nos incomodam, que são impessos, que são as realidades nossas do passado. E investirmo-nos no projeto de amor, que é a nova existência, trazendo para aquela o aproveitamento. Porque se nos lembrássemos com exatidão de tudo que nos aconteceu, como iria ficar a reconciliação? Como iria ficar as lembranças em relação às nossas faltas? Porque muitas vezes podemos pensar, seria tão bom se nós pudéssemos começar ou recomeçar numa nova existência partindo de onde nós paramos. E aí seria muito bom que a gente se lembrasse, porque partindo de onde nós paramos, poderíamos ter efetividade nas nossas ações. Mas será que conseguiríamos partir de onde paramos? Basta que a gente olhe aqui as memórias atuais. Quando nós identificamos as causas que são atuais das nossas aflições, como é que lidamos com ela? aquelas faltas que cometemos e que nos arrependemos e que ficamos muitas vezes parados no mesmo ponto, pensando: "Eu não deveria ter feito isso. Eu não deveria ter tido essa atitude, eu não deveria ter me comportado desta forma. Será que eu, como cristão espírita, deveria ter tido esta atitude? Isso não é admitido a mim mais, comportar-me desta maneira. Isso é seguir adiante de onde parou ou é ficar paralisado diante de uma culpa, de um remorço, de uma constatação de uma falta sobre a qual ainda não consegue se libertar. Se as nossas faltas cometidas nesta encarnação às vezes nos trazem os tormentos destas lembranças e nós gostaríamos de não ter realizado, nós

de uma falta sobre a qual ainda não consegue se libertar. Se as nossas faltas cometidas nesta encarnação às vezes nos trazem os tormentos destas lembranças e nós gostaríamos de não ter realizado, nós gostaríamos de não termos sido os atores, aqueles protagonistas de determinadas histórias. Se isso nos abala tanto, imagina conciliarmos isto com as lembranças do passado, identificarmos nos nossos familiares, nos nossos pais, filhos, companheiros, amigos, parceiros de diversas experiências, identificarmos ali o nosso algós, a nossa vítima. Então, Kardec esquecimento do passado é processo terapêutico para que a reencarnação seja efetiva. E na questão 395 do livro dos espíritos, nós encontramos o codificador perguntando se algumas recordações nos são possíveis, se é possível que nos lembremos de algumas coisas, de algumas coisas do passado. E os espíritos respondem que nem sempre, se nem sempre nos lembramos, significa que às vezes nos lembramos. E se a regra é o esquecimento do passado, quando nós nos lembramos, tem uma funcionalidade pedagógica, tem algum sentido que vai advirça, aí sim, que não vai ser uma lembrança total, vai ser uma parcela daquela lembrança, o exato ponto, a exata medida que vai ser essencial para que sigamos com equilíbrio e que sigamos com assertividade. ali o êxito vai depender em alguns casos destas lembranças. E isso é tão evidente que quando voltamos na literatura espírita e nos defrontamos com algumas obras, alguns livros, percebemos o quão esse cuidado da recordação é meticuloso. Vemos isso lá no livro Nosso Lar, livro famoso, bestseller de André Luiz, psicografia do querido Francisco Cândido Xavier, que nos traz ali a história inicial deste médico do Rio de Janeiro e traz as suas experiências de despertamento, as suas experiências de antfrontar-se com a vida imortal, com os laboratórios no mundo espiritual E convivendo com algumas destas pessoas que se tornam personagens do livro, André Luiz vai trazendo as experiências delas e nos ensinando, nós que estamos

rtal, com os laboratórios no mundo espiritual E convivendo com algumas destas pessoas que se tornam personagens do livro, André Luiz vai trazendo as experiências delas e nos ensinando, nós que estamos aqui no plano material, como estes fatores que estão na nossa codificação, nós vamos vendo na realidade vivencial de cada um, como é que isso vai sendo lidado nas experiências da vida. Então ele relata, por exemplo, a dona Laura, que é uma das personagens do livro, e o Ricardo, que é o seu esposo, e que num determinado momento lá no plano espiritual eles começam a ter lembranças, flashes em suas mentes que traziam um certo desconforto, um certo incômodo. E eles começam a achar aquilo curioso, conversam entre si, percebe o que está acontecendo com os dois. Então eles resolvem buscar o Ministério do Esclarecimento para entender por aquelas imagens estão vindo, o que é que elas representam, o que é que elas significam. E nesse painel, o instrutor que os recebe indica-os que eles começam a ter lembranças das suas vidas anteriores. E a gente pensa, mas está no plano espiritual há tanto tempo, não seria natural que eles já se lembrassem de tudo? que todo o seu arquivo, todas as suas memórias, todas as suas existências viessem à tona naturalmente. E aí, nessa experiência nós aprendemos que não é assim, que eles chegam nesse ministério e o instrutor entrega para eles livros sobre as memórias deles, sobre as recordações, sobre as vivências, sobre as experiências deles. E eles vão se debruçar sobre aquele conteúdo por 2 anos. E André Luiz pergunta: "Basta apenas ler?" Então, basta apenas ler sobre si mesmo, sobre as histórias? Eles disseram: "Não, esse foi o primeiro passo, mas depois, com recursos magnéticos específicos sobre nós, sobre a nossa organicidade cerebral, outras memórias retornaram referentes aos três últimos séculos. Mas por que não recuar mais? Porque aquele que recua para além destes três séculos não se identifica com aquele que foi antes desses três séculos. Porque em termos de barbárie,

s três últimos séculos. Mas por que não recuar mais? Porque aquele que recua para além destes três séculos não se identifica com aquele que foi antes desses três séculos. Porque em termos de barbárie, de escolhas, de primitivismo, de condições ainda e de defecções, de imperfeições, sente-se agredido e aquilo pode ter um reflexo danoso, prejudicial. de abater, de confundir, de prejudicar. Então, os espíritos nos esclarecem que todo este fator de esquecimento é uma grande forma de cuidado, de pedagogia, de percepção para que seja utilizado na medida certa, nos expedientes certos, nos momentos devidos. Sobre essas coisas de memórias, recordações, lembranças tem sido as minhas reflexões nestas duas últimas semanas. Fiquei pensando na importância dos acontecimentos das nossas vidas. Fiquei pensando na importância das pessoas nas nossas vidas, porque chegamos aqui na existência e encontramos aqueles que nos recebem, que nos acolhem, que nos protegem, que velam por nós, que nos ensinam a nos alimentarmos, que nos ensinam a caminharmos, que evitam as nossas quedas, que querem nos acolher, nos proteger, nos conduzir e também aqueles que vão nos instruindo, ensinando-nos as primeiras letras, apresentando-nos a magia da leitura, devaçando esse universo incrível da cultura, intelectualidade, do saber, do conhecimento, de todas as pessoas que fizeram parte da nossa história. e dos acontecimentos dessas memórias, dessas recordações. E sendo espírita desde o berço e sendo baiana, não tem como não conhecer ou não identificar nestas memórias uma voz impactante, um verbo indiscutível que sempre trouxe para as multidões o convite para a vivência do Evangelho de Jesus Cristo. É recordar nas memórias da formação religiosa a presença desta voz retumbante que sempre, ao falar explanava, emitia o magnetismo a partir da força das suas palavras. Uma voz que identificou na sua história e da trajetória de vida muitos desafios. Desafios da primeira hora, desafios das sucessivas horas, desafio

tia o magnetismo a partir da força das suas palavras. Uma voz que identificou na sua história e da trajetória de vida muitos desafios. Desafios da primeira hora, desafios das sucessivas horas, desafio nas últimas horas. Mas graças a Deus que é uma voz mundial e que não somente ficou com alguns, mas ficou marcado em toda a história da humanidade, ficou marcada na história do espiritismo. E porque é um legado, é imortal, além de ser espírito e de ser imortal. Uma voz que encarnou em 1927, mas que em 1947, com apenas 20 anos, decidiu ter um rumo específico na sua existência, um rumo de potência, que não é uma decisão que todos nós tomamos aos 20 anos. fundar um centro espírita, apresentar às pessoas um espiritismo de seriedade, de dedicação, de disciplina, de entregar a sua vida em nome da caridade, de apresentar todas as suas horas para viver, pensar, sentir o evangelho. de Jesus apenas aos 20 anos decidir ser representante juntamente com amigo fiel e outros amigos queridos, de uma obra sob a autorização de Francisco de Assis, sob a coordenação disciplinada e reta do espírito Joana de Angeles, cuja marca na história deste Deixa exemplos de testemunho, bravura e fidelidade ao Mestre Jesus. É uma voz que tem muita coragem e que se debruça, vencendo os medos, as dificuldades, que não foram poucas, para desbravar um caminho em nome de Jesus, porque traçou para si esse Jesus como seu modelo e guia. As recordações dessa voz talvez estejam no próprio centro espírita a caminho da redenção. Talvez as memórias estejam na casa de Jesus, um morredouro, onde ele, tio Divald e tio Nilson, recolhiam as pessoas em estados últimos da existência, periclitando na saúde, apresentando uma qualidade e uma dignidade para estas pessoas no momento do seu desprendimento, onde muitas vezes A humanidade pode pensar, mas são os últimos instantes, viveu a vida sempre em solidão, já está morrendo. Qual o significado de acolher estas pessoas? E o significado da casa de Jesus sempre foi apresentar para aquele

pensar, mas são os últimos instantes, viveu a vida sempre em solidão, já está morrendo. Qual o significado de acolher estas pessoas? E o significado da casa de Jesus sempre foi apresentar para aquele que expira a companhia, a presença que faz toda a diferença. De fechar os olhos nesta existência, neste campo material, sabendo da companhia de alguém, para abrir com esperança na vida espiritual. vendo que a vida continua, mas tendo a esperança de que a vida aqui na Terra tem sentido e vale a pena. Porque algumas pessoas se dedicaram a trazer dignidade a outras no momento da morte. Estas memórias estão na construção da mansão do caminho, fundada em 1952, 5 anos depois, onde esta voz retumbante contava 25 anos, uma obra de cunho social, da saúde, da educação, da assistência, enveredando pelos meandros de identificar no seio da sociedade as carências inúmeras, muitas delas silenciosas, muitas delas não declaradas, infortúnios ocultos, reais, memórias do seu verbo, das suas palavras, das suas palestras, palestras lindas, por mais que estivessem sendo apresentadas histórias que nós já tínhamos escutado, nós ríamos tudo de novo. Nós nos encantávamos novamente, porque é um verbo preparado ao serviço. Lembrar destas palestras é sentir a energia e a emoção vibrante que aquela fala, por mais que estivesse em conteúdos e disciplinas de oratória, trazia carregada em si uma vivência de entrega restrita a Jesus. E por isso palavras tão verdadeiras, um verbo tão forte e que até mesmo para aqueles que às vezes o criticavam ou que não concordava com muitas das suas ações, não podia discutir a beleza e a profundidade destes momentos encantadores. Memórias, talvez nos movimentos em prol da paz. de ir às praças públicas, ir aos contextos das nossas da nossa cidade, não somente aqui, mas em outras cidades, em outros estados, outros países. está presente no seio, no contexto, pelo menos aqui na nossa cidade, em muitos bairros difíceis, tradicionalmente violentos, e se levantar com alguns recursos simples de

outros estados, outros países. está presente no seio, no contexto, pelo menos aqui na nossa cidade, em muitos bairros difíceis, tradicionalmente violentos, e se levantar com alguns recursos simples de amplificação da voz e falar de Gand, de Martin Luther King, da Madre Teresa, da irmã Dulce, desses pacificadores que também ele é. mas trazendo o reverberar naquelas falas de que a paz é uma evidência de necessidade nossa em todos os contextos. Rememorar isso faz bem, porque é lembrar que alguém levantou a voz com muita coragem em nome de algo que está dentro de nós para eclodir e não consegue ter propensão. que ainda estabelecemos campos minados ou ainda estabelecemos movimentos violentos, seja nas palavras, nas ações, nos olhares. Ah, talvez as memórias sejam as psicografias, os mais de 250 livros, cada um com especificidade especial, característica daquele espírito ou daquele objetivo que o espírito apresentava. Porque o espírito Jana deângeles tem um leque de expressões de mensagens a série psicológica. atendimentos maternais de abrirmos, por exemplo, vida feliz. Quem é que não já abriu vida feliz e disse assim: "Meu Deus, era isso que eu precisava para mim. Parece que a benfeitora tá aqui conversando comigo. Será que essas memórias estão nos livros? Todas estas atitudes, todas estas ações estão marcadas na eternidade, foram escolhidas, pensadas e realizadas. foram materializadas em que pesem as adversidades. Fica então o exemplo da coragem, da justiça, de ser um homem de bem, seguidor da lei de justiça, amor e caridade. Fica a memória de ser um homem correto, probo, digno, firme, coerente, do sim, sim, do não, não, do homem sensível, caridoso, irmão, que para todos nós incansavelmente sempre teve palavras, expressões para nos consolar, para nos acolher e para nos permitir seguirmos em frente. São muitas as lembranças, são muitas as recordações, são muitas as memórias, mas nós gostaríamos de destacar dois momentos mais recentes, emblemáticos, fortes e que a gente pode

r seguirmos em frente. São muitas as lembranças, são muitas as recordações, são muitas as memórias, mas nós gostaríamos de destacar dois momentos mais recentes, emblemáticos, fortes e que a gente pode revisitar para que a gente consiga manter esta memória desses exemplos vivos em nós e não se permitir deixar que a poeira do tempo leve, porque dizem que nós temos memórias muito curtas. Uma dessas lembranças aconteceu aqui, aliás, as duas aconteceram aqui. No dia 25 de janeiro deste ano, o nosso tio Divaldo entrou nesse salão depois de um tempo afastado por conta do tratamento e entrou exultante com humor e alegria que sempre foram incomparáveis. Olhar para ele era fazer desanuviar as dificuldades dos embaraços e se encantar. A energia desse espaço aqui com ele sempre foi diferente. Ele entrou, subiu, sentou aqui e começou a conversar conosco sobre o quê? Sobre a sua vitória. Para mostrar que ele era alguém que conseguia vencer a si mesmo? Claro que não. É um irmão mais velho, experiente, que esforçou-se, mesmo com todas as dificuldades, para vir aqui e colocar para a gente uma frase linda que ele disse nesse dia, 25 de janeiro. Ele disse: "Então, quero dizer com tudo isso que vale a pena viver. Alguém com 97 anos às portas de 98 veio nos dizer com todas as dificuldades enfrentadas na vida, que não foram poucas, que os biógrafos dele, Suelicalda Schubert, semeador de estrelas, Ana Lande, Divaldo Franco, Altivo Noronha, o Peregrino do Senhor, Paulo de Tarço dos Nossos dias com Ana Maria Spranger, algumas das biografias sobre o nosso tio Divaldo, que mostram essas dificuldades, esse caminho áspero e ele veio aqui para nos dizer não somente a nós presencialmente, mas ao mundo que vale a pena viver e veio nos ensinar ou reensinar uma forma de orientarmos o nosso pensamento para autocurarmo-nos. e disse o quão era importante que quando tivéssemos qualquer dificuldade, ele falava de um diagnóstico, recebemos um diagnóstico, não fiquemos entregues a ele. Foi a lição que ele nos

autocurarmo-nos. e disse o quão era importante que quando tivéssemos qualquer dificuldade, ele falava de um diagnóstico, recebemos um diagnóstico, não fiquemos entregues a ele. Foi a lição que ele nos deixou, que nós olhássemos e pensássemos, eu vou envolver este processo, que no caso dele foi um câncer, com a minha mente emanando pensamentos positivos, orações, vibrações de cura. Mas ele dotado de tanta humildade, que que ele fez? Ele disse que o processo de cura dele não foi só por isso. Ele contou também de uma energia que ele identificou e que aquela energia vinha das nossas preces e que a cura adveio da combinação desses fatores e da intercessão dos bons espíritos que pediram e receberam a autorização de fazerem o procedimento da moratória e prolongar um pouco mais a existência fica. física dele aqui. Ele veio para nos falar de felicidade, de otimismo, de vibração positiva, de pensar no bem, de não nos abatermos, porque a vida, a existência, ela é difícil mesmo, é cheia de sobressaltos. São muitos os desafios. Viver a existência no corpo físico num contexto de mundo de provas e expiações. A transição pro mundo de regeneração não é fácil, mas se estamos aqui, estamos preparados para enfrentarmos as ondas, o mar revolto e bravio e as tempestades, por mais que não identifiquemos ainda quais seriam esses recursos, mas a sua fala motivadora no janeiro último nos mostrava que nós podemos Basta que queiramos. A palestra começou com humor, porque ele disse, porque quando ele entrou, ele foi aplaudido. Ele disse que agora ele sabia como é que Lázaro, como é que os amigos de Lázaro tinham se sentido quando viram retornar, ressuscitar. Ele começou com humor característico da sua fala para trazer um testemunho. Será que precisaria falar? Falou tanto, escreveu tanto, compartilhou tanto, mas o amor é tanto, a entrega a Jesus é tanta que se movimentou e veio ao nosso encontro. saiu exultante e todos nós exultante também. Mas depois desse momento, alguns embates, alguns desafios, idas e vindas dos

é tanto, a entrega a Jesus é tanta que se movimentou e veio ao nosso encontro. saiu exultante e todos nós exultante também. Mas depois desse momento, alguns embates, alguns desafios, idas e vindas dos hospitais, processos da debilidade, da fragilidade, do sistema imunológico que foi abalado, da sua defesa, da sua organicidade. 15 de fevereiro, seminário do Severino Celestino aqui em nossa casa, que falou lindamente nos passos do mestre. E nós passamos uma tarde tão especial, aprendemos tanto e de repente quem entra? nosso tio Divaldo, com as dificuldades físicas mais acentuadas, não era o mesmo vigor de 25 de janeiro, já estava mais alquebrado, mais fragilizado, mas mesmo assim estava onde? no trabalho, porque enquanto energia para o trabalho ele teve, ele trabalhou incansavelmente, com as dificuldades, sentou-se, não conseguiu naquele dia levar a termo à palestra. Não foi o tempo todo, foi um breve tempo, mas um breve e valioso tempo que também nós gostaríamos de destacar, porque a mensagem dessa vez não foi para nós reforçarmos em nós a nossa capacidade de sermos felizes e de nos autocurarmos, mas de vigiarmos, porque ele narrou embates vivenciados por ele mesmo, inclusive neste este contexto de derradeiros dias, meses, de ataques espirituais. E ele veio nos relembrar de que o mal não tem ética e que não dá para fazer acordo com o mal, que não dá para fazer conciliábulos com o mal, porque é perder-se, é confundir-se, é desviar-se. Falou-nos de obsessão e o quão é necessário vigiar os pensamentos. para não abrigarmos às situações maléficas, que são frutos muitas vezes de distrações. o nível de consciência que nós estamos, muitos de nós que buscamos, seja do espiritismo, seja de qualquer outra vertente religiosa, filosófica, nós que buscamos um pensamento e uma ação religiosa, dificilmente somos maus, cruelmente falando, os nossos males são de distrações, de invigilância. As nossas defecções são desses momentos em que não estamos mantendo a mente naquilo que sabemos que temos de

ilmente somos maus, cruelmente falando, os nossos males são de distrações, de invigilância. As nossas defecções são desses momentos em que não estamos mantendo a mente naquilo que sabemos que temos de fazer e nos distraímos e nos permitimos licenças. E nesses instantes dessas licenças somos alvos de influências que se conectam conosco, encontram campo de conexão, de afinidade, de sintonia. E ali começa, se instaura a obsessão, se prolonga e os nossos ambientes familiares do trabalho, nosso ambiente religioso, todos os ambientes nos quais nós convivemos, começamos a trazer embaraços para estas convivências, porque estamos eivados naquele instante destes males que abrigamos e que demos proeminência. Então, o tio destacou a importância do perdão, perdoarmos. E ele nos trouxe a mensagem do perdão, porque muitos dos nossos embaraços estão exatamente na ausência do perdão. Muitas reencarnações se multiplicam pela nossa condição orgulhosa de não admitirmos as nossas faltas. ou diante de uma outra oportunidade, no esquecimento do passado, nós caímos novamente nas defecções. O caráter não está na memória, está no mundo íntimo e naquilo que somos. Nós não somos quem somos porque lembramos do que estamos fazendo, simplesmente somos. é o nosso conjunto de virtudes, de vícios, independente desses fatores. E ele nos chama atenção para nos desvencilharmos dos processos obsessivos o perdão. Perdão é humildade, é exercício de humildade. é busca do conhecimento ou do reconhecimento das nossas faltas, dos nossos equívocos, das nossas imperfeições e darmos um passo à frente rumo à própria transformação. Perdoar, conceder o perdão ou buscar o perdão. Esse processo é de amadurecimento e de crescimento para nós mesmos. Porque quando não perdoamos, algemados ficamos. O outro tem a sua história de vida. E nós quando falhamos uns para com os outros, nós maculamos. É a lei divina. Nosso compromisso é para com a lei divina. Mas o que que nós fazemos? Tornamos estas questões tão pessoais, tão embrincadas, tão

quando falhamos uns para com os outros, nós maculamos. É a lei divina. Nosso compromisso é para com a lei divina. Mas o que que nós fazemos? Tornamos estas questões tão pessoais, tão embrincadas, tão correlacionadas. culpando, atribuindo responsabilidades ao outro, ao invés de identificar em si processos de libertação. A saída deste contexto foi a última, foi o último momento em que ele compartilhou conosco o seu verbo, verbo às portas dos 98 anos, mas encantador como sempre. ressaltando e revolvendo dentro de nós emoções e sentimentos necessários para a nossa alerta, o nosso o nosso processo de consciência, para a partir dali promover, estimular a nossa transformação. Tinha o costume de falar muitas vezes? Nunca. Não sei se vocês já tinham prestado atenção nisso. Em algumas palestras ele falava: "Nunca, ao longo de todos estes anos eu me defendi, por exemplo. E sempre que eu ouvia, eu ficava refletindo. Alguém dizer: "Nunca, nunca cometi esta defecção." Dizer nunca para o futuro seria prepotência. E ele nunca disse. Mas dizer nunca em relação ao passado e compartilhar nada mais é do que consciência. É autoconhecimento, é percepção da sua condição. Nunca me defendi. E é uma memória a ser resgatada. É o ensinamento do espírito Joana de Angeles, que se diante das acusações, das agressões, os nossos atos, os nossos comportamentos não nos defendem, não serão as nossas palavras que farão. Nunca reclamei diante das adversidades, diante dos embates, diante das lutas e aqueles que puderam testemunhar vários dos seus desafios. principalmente os finais podem corroborar de que efetivamente nunca houve reclamação, nunca houve exclusão, olhando-nos para todos nós com as nossas limitações e enxergando possibilidades para o trabalho, para o aperfeiçoamento, para nos indicar esta ou aquela tarefa, esta ou aquela possibilidade aqui dentro desta casa nunca. É uma palavra tão forte que nós evitamos expressar, mas alguém que dedica à existência e à vida com tanta seriedade a Jesus consegue

tarefa, esta ou aquela possibilidade aqui dentro desta casa nunca. É uma palavra tão forte que nós evitamos expressar, mas alguém que dedica à existência e à vida com tanta seriedade a Jesus consegue expressar-se assim: São muitas as memórias, são muitas as recordações e como sempre a marca da força destas memórias está no trabalho incansável e acima do trabalho no serviço que sempre apresentou a Jesus. Deixa-nos memórias belas, advertências, lições, alguém que viveu ao lado, alguém que viveu na nossa era, no nosso contexto de reencarnados, que tivemos a oportunidade, muitos de nós, de conhecermos pessoalmente, outros apenas pelo vídeo, outros apenas pelos livros, mais que para aquele es que o conheceram. Ele deixou essa marca de seriedade, de fidelidade, de correção e de comprometimento em relação ao evangelho de Jesus. O padre Germano e a mãe da Amália Domingo Solé disse que as recordações e as memórias elas devem ter uma utilidade para nós. Elas devem fazer um sentido para a nossa análise, para a nossa transformação. Que todas estas memórias, aqui compartilhadas, algumas, possam trazer para nós, como símbolo de gratidão, um movimento nosso, por termos tido a oportunidade de vivermos no mesmo contexto reencarnatório que Divaldo Pereira Franco, gigante aralto do Cristo, mensageiro do Senhor. que as nossas ações, nós que admiramos, que gostamos ou que muito mais tivemos a vida transformada por este grande homem, possamos caminhar fazendo destas memórias, destas recordações, destas lembranças, atitudes no presente, modificando, sendo mais assertivos, mais coerentes, caminhando para a felicidade, Porque a vida dele foi entregue a Jesus para nos auxiliar nessa trajetória de amor e de felicidade. Que o Mestre Jesus nos abençoe sempre. Nossa gratidão pelas palavras, pelas felizes recordações que a nossa Luziana nos trouxe nessa noite, expressando e marcando nós em profundidade a saudade que todos nós sentimos do nosso amado irmão. Vamos agora à nossa prece então de encerramento, convidando os médiuns

Luziana nos trouxe nessa noite, expressando e marcando nós em profundidade a saudade que todos nós sentimos do nosso amado irmão. Vamos agora à nossa prece então de encerramento, convidando os médiuns passistas para a aplicação dos passos coletivos, colocando-se ao longo dos corredores. Os médiuns passistas desta casa. Senhor e Mestre Jesus, o que é a saudade? A saudade do ser ausente que nos faz sentir em profundidade o sentimento de gratidão. Gratidão pela companhia. Gratidão a Jesus e a Deus que criou condições para que todos nós aqui presentes pudéssemos conviver por largo tempo com a divina companhia de um homem de bem. São tão raros, são aves raras, são estrelas que descem a terra em determinadas ocasiões e que propiciam um rasto de luz, deixando nos céus e trazendo-nos a luminosidade da noite, que é tão escura para todos nós. É de tal forma significativo que podemos nós seguir estas pegadas luminosas que se direciona ao firmamento, convidando-nos a seguir os mesmos passos que foram desenvolvidos com amor e com muita com muita paz. Rogamos-te, ó Jesus, que abençoe os médiuns passistas desta casa, para que eles possam transmitir as boas energias saudáveis, ricas deste ambiente, dando-nos a sensação da presença dos bons espíritos entre nós. Abençoa a água, Senhor, que colocamos na entrada do cenáculo, os nomes dos encarnados e dos desencarnados. Por eles rogamos a vossa misericórdia. Ao retornarmos ao lar, conduz-nos em paz, levando para os nossos que nos aguardam as boas energias desta ambiência. Faculta-nos, portanto, a declaração de encerramento da nossa reunião, não sem antes te agradecer a generosidade e a boa companhia. Abençoa-nos. S conosco, Senhor, hoje e sempre. E que assim seja. Muita paz a todos. Muito obrigado. Tá encerrada a nossa reunião.

Mais do canal