Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 17 | 29.06.25

Conecta Espiritismo TV 30/06/2025 (há 9 meses) 1:07:55 30 visualizações 5 curtidas

Estudando com Jesus | 29.06.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 17: Crianças doentes Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184

Transcrição

Bom dia, minha gente. Boa noite, boa tarde, sei lá que hora que você tá assistindo, né? Bom dia, Cirlei. Tudo bem? Como nós estamos hoje? Isabela, bom dia, meu povo. Bom dia, amigos encarnados e desencarnados que vieram estudar com a gente. Sentem-se, acomodem-se bonitinho. Prestem atenção. Olha a nossa querida amada Teca, a nossa convidada que não quer vi, né? A danadinha Walter, bom dia, amigo. Ó o canal Teu novo membro, ó. Devilom, seja bem-vindo. Obrigada por se tornar membro do nosso canal, né? Que bacana. E dá aquele bom dia especial. Hoje, domingo, muita chuva aqui em Santa Catarina, menina. Pensa na chuvarada que tá aqui. Ah, imagina. É Rio Grande do Sul, já com muitas cidades alagadas. Olha, Florzinho querido, bom dia, amor. Bom dia. Tudo bem? É isso aí. E aqui também a gente já tem alguns pontos bem dramáticos, sabe? Muita chuva. Uhum. Muita chuva. Época agora para nós, né? Mas a gente é forte. A gente tá acostumado. É, aqui tá fazendo sol, tá fazendo sol. Não aceita, mas se acostuma. É, pois é. no Goiás aqui tá sols, sei lá, a a teca movimentando o Binho, ela gosta dele. Isso aí. A teca, gente, para quem não sabe, ela é uma convidada nossa, né, Isabela, para vir aqui dar o estudo junto. Mas a danadinha é uma fujona, tá? Mas uma hora a gente consegue, né, Isabela? É, consegue sim, né? É isso aí. Vamos iniciar hoje então com a prece. Você gostaria de fazer a prece para nós, Clei? Ah, eu faço. Tá bom, eu faço. Eh, querido mestre Jesus, viemos te agradecer por mais um dia, mais um momento de união aqui, eu e minha amiga, querida parceira Isabela. Peço-te que abençoe ao coração a essa querida amiga Isabela, que mande teus anjos na casa da Isabela que tá precisando por um momento que teve de algum aborrecimento, algum algo que saiu dos caminhos, né? Mas que o Senhor mande teus anjos e acalme e abençoe, ilumine muito a casa dessa minha amiga, de todos que estão aqui assistindo, eh, aos animais de rua, aos animais das nossas casas, querido mestre, nossos pets, nossos

nde teus anjos e acalme e abençoe, ilumine muito a casa dessa minha amiga, de todos que estão aqui assistindo, eh, aos animais de rua, aos animais das nossas casas, querido mestre, nossos pets, nossos irmãos animais andam tão assustados, andam tão abandonados, ando tão com medo dessa psicosfera da Terra que nos rodeia, com energias tão densas de medo, de insegurança. Te pedimos, Senhor, que acalmai a todos, que abençoai o nosso dia e que iluminai os caminhos de todos os governadores do planeta Terra. Que Ismael, nosso querido governador do Brasil e que o Cristo, governador planetário, estejam sempre junto, orientando, dirigindo e dando aos nossos governadores a direção correta pro povo, pra humanidade, para um fim e um bem melhor para todos, com muita paz, com muita união. com muita calma. Muito obrigada, Senhor. Que assim seja. Assim seja. Isso mesmo. E hoje o nosso estudo, né? Vou até colocar na telinha aqui para nós. Olha aí. O nosso estudo vai ser o capítulo 17 do livro Espírito da Verdade, né? Que trata do capítulo oito, item três, do Evangelho Segundo Espiritismo, né? É. E você prefere que eu leia esse leitura? Pode ser, Isabela. Eu vou pôr aqui na minha tela, né, pra gente ler. Uhum. Hoje nós vamos falar sobre crianças doentes. Acalenta nos braços robusto que o lar te trouxe e com razão de orgulhos dessa pérola viva. Os dedos lembram flores desabrochando. Os olhos trazem fugurações dos astros. Os cabelos recordam estrigas de luz e a boca assemelha-se a uma concha na carada, ou seja, né, de cor madre pérola em que os teus beijos de ternura desfalecem de amor. Guarda-o de encontro ao peito por tesouro celeste, mas estende com passivas mãos aos pequeninos enfermos que chegam à terra, com lírios confundidos pelo granizo do sofrimento. Para muitos deles, o dia claro ainda vem muito longe. São aves cegas que não conhece o próprio ninho. Pássaros mutilados, esmolando socorro em recantos sombrios da floresta do mundo. Às vezes parecem anjos pregados na cruz de um corpo paralítico ou mostram no

ves cegas que não conhece o próprio ninho. Pássaros mutilados, esmolando socorro em recantos sombrios da floresta do mundo. Às vezes parecem anjos pregados na cruz de um corpo paralítico ou mostram no olhar a profunda tristeza da mente anuveada de densas trevas. A quem diga que devem ser exterminados para que os homens não se inquietem. Contudo, Deus, que é a bondade perfeita, nos confia hoje para que a vida amanhã se levante mais bela, diante, pois de teu filhinho quinhoado de reconforto, pensa neles. são nossos outros filhos do coração que volvem das existências passadas, mendigando entendimento e carinho, a fim de que se disfaçam dos débitos contraídos consigo mesmos. Entretanto, não lhes guardes rogativas de compaixão, de vez que por agora sabem tão somente padecer e chorar. Enternece-te e auxilia-os quando possas. E cada vez que lhe lhes ofere a hora de assistência ou a migalha de serviço, o leito agasalhaste ou a a lata de leite, a peça de roupa ou a carícia do talco, perceberás que o júbilo do bem eterno te envolve a alma no perfume da gratidão e da melodia de bem. Lindo. Mei foi cuidadosa, né, Isabela? Foi, foi cuidados. Mei foi assim. Olha, a gente até para começar eu indico uma boa leitura para quem tá grávida, para quem Olha, Marcondes, bom dia, amigo querido, feliz domingo. Eh, para quem, né, às vezes tá passando por uma gravidez mais complicada, às vezes tá com ideias não muito boas, eu recomendo a leitura do livro Nossos Filhos são espíritos. Tu já leu, Isabela? Não, eu tem ele aqui em casa, mas eu nunca li, não. Fantástico, fantástico. Ele consegue abraçar todo, tudo, tudo do plano espiritual pro material, a mãe grávida, o pai, os familiares, o nascimento. Depois é, é, é assim, ó. É um manual, é muito excelente. Eu recomendo e até para quem também, né, de repente não, ah, não tô grávida, não, não, mas o, o conhecimento nunca é demais, né? E daí tu lê ele e daqui a pouquinho alguém vai precisar, vai conhecer alguém ou vai, né? A gente nunca sabe o que que a vida

ão, ah, não tô grávida, não, não, mas o, o conhecimento nunca é demais, né? E daí tu lê ele e daqui a pouquinho alguém vai precisar, vai conhecer alguém ou vai, né? A gente nunca sabe o que que a vida nos reserva. Às vezes a gente vai no mercado, num pronto socorro, numa loja, encontra alguém que tá precisando naquele momento. E a espiritualidade ela já nos prepara, né, Isabela, muitas vezes com uma leitura, uma simples leitura de um livro, onde daqui a pouco ali tu vai encontrar aquele irmão e tu vai dar aquela palavra, vai dar aquele conforto que a pessoa precisa e depois tu vai entender, ah, olha só que interessante. Agora eu vejo o porquê de ter lido aquele livro, o por que eu entendi sobre isso aí. Então eu recomendo, gente, esse a leitura desse livro, Nossos Filhos são espíritos. Muito bom, muito bom. E a gente também, um outro da obra, né, de de André Luiz, que é evolução em dois mundos, né, Isabela? eh, que também evolução em dois mundos, lógico, ele é um livro mais técnico, um livro mais que precisa, requer um pouco mais de de entendimento e atenção, porém ele explica, né, eh, os dois lados de uma forma única, se é o lado, a preparação de quem vem e a preparação de quem espera, quem tá aqui aguardando, porque muitas vezes a gente, né, tem pessoas que diz assim: "Ah, a Isabela teve um filho, veio com síndrome de Dal, que hoje não é mais, mas antigamente se julgava, se discriminava muito, né? os autistas, eh, as pessoas com borderline hoje, eh, por mais que ainda existe espíritos primitivos que julgam ser uns espíritos, sei lá, com algum problema, mas é muito contrário, muito contrário. Os problemáticos aqui é nós. Nós eles vêm para nos ensinar, para mostrar em primeiro lugar a capacidade do amor que a gente tava perdendo, né? É. Então hoje eh não se fala quase mais numa criança com síndrome de D, numa numa pessoa com síndrome de D, né? se fala mais no no autismo, no no na nas síndromes e tal que tem por aí, mas eh olha só como a espiritualidade ela ensina e dá esse essa oportunidade pra

de D, numa numa pessoa com síndrome de D, né? se fala mais no no autismo, no no na nas síndromes e tal que tem por aí, mas eh olha só como a espiritualidade ela ensina e dá esse essa oportunidade pra gente de aprender e a gente muitas vezes não enxerga, acha que é um castigo, acha que é um alguma coisa que eu fiz. né? Geralmente a gente pensa que foi alguma mancada que deu na vida passada. Aprontei uma cilada para alguém, botei alguém aí numa situação difícil e agora não é assim, gente. É isso quando a pessoa é espírita, né? É porque quando a pessoa não não é espírita e tal, porque a gente tem a questão, a gente sabe que a gente não tem só essa vida aqui, é eh a gente eh tem várias existências, então a gente contrai débitos nessa existência e nas anteriores, né? Mas geralmente a pessoa que não é espírita, o que que acontece? Eh, pode vir tipo uma revolta, né? Por que que aconteceu comigo? né? Eu e é muito difícil, geralmente quando essas coisas acontecem, nada acontece por acaso, né? os espíritos que reencarnam ali numa condição dessa, seja a criança com doença física ou ou alguma doença eh eh tipo paralis eh que vem para um corpo paralítico, né, como diz na lição lá, que a que a criança está como numa cruz, como se a cruz fosse aquele corpo dela que não consegue fazer os movimentos, ou então, eh, a primeira coisa que vem uma família assim é a questão da da negação, né? Uhum. Por porque que tá acontecendo? E até Joana deângeles, ela ela vem nos ajudar, né, dizendo que o seguinte, que muitas vezes, seja com nosso filho, ele tando doente ou não, porque pode, ele pode ter um um problema que às vezes não seja visível, né, que isso só vai manifestar depois, mas eh ela nos ensina a cultivar a paciência nas diversas situações que podem acontecer, né? e qualquer e cultivar essa paciência, autocompaixão, entender o nosso filho, seja ele acometido de uma doença que veio e que muitas vezes eh torna a vida dos pais praticamente, às vezes a pessoa tem que abandonar tudo que ela tá fazendo para se dedicar

entender o nosso filho, seja ele acometido de uma doença que veio e que muitas vezes eh torna a vida dos pais praticamente, às vezes a pessoa tem que abandonar tudo que ela tá fazendo para se dedicar exclusivamente para aquele filho. Muitas vezes acontece isso. Um dos pais acaba sumindo. Eu não digo que só a mãe. Hoje em dia a gente tem uma parceria muito grande entre pai e mãe. Antigamente era mais a mãe que assumia, mas hoje a gente tem pais, né, que compartilham esse tipo de coisa, não fica tão pesado. É. Então, ela nos convida, ela ela diz o seguinte: "Olha, gente, pra gente cultivar esse sentimento de de paciência com as coisas que a nos acomete na família, né, na vida como um todo, ela primeiro ela nos convida ao autoconhecimento, é observar os gatilhos de raiva e de frustração que acontece, identificar situações específicas que testam a paciência e refletir como é que a gente age sobre elas. Uhum. Né? Numa família que venha cometida com a criança, com Imagina com como dependendo da crença dos pais, o sentimento eh modifica muito. Uhum. As mesmos pais espíritas, né? Clei que não aceitem. É, tem aquela fase de negação, aquela fase de Então a gente tem que tá sempre, ela dá dicas de autoconhecimento, da gente praticar empatia, colocar no lugar da criança, saber que aquele ser ali, embora possa ser um espírito milenar, quando a gente volta paraa carne, a gente tá naquele início ali, a gente tá numa fase de aprendizado, de reorganização da vida. A família é muito importante, né? A rotina da família e toda pequena conquista que a gente tem, ela diz assim: "A gente tem que celebrar, tem que celebrar e junto, porque são essas pequenas conquistas que vão fazer diferença. Não é fácil. você vê que não é fácil e muitas vezes inessa, né, o sentimento às vezes que a gente tá tá sentindo ou de às vezes de raiva por ter acontecido isso com a gente ou de negação ou então sei lá, até a gente chegar na condição de saber que aquilo ali não aconteceu por acaso, que aquela criança ali que chegou no

s vezes de raiva por ter acontecido isso com a gente ou de negação ou então sei lá, até a gente chegar na condição de saber que aquilo ali não aconteceu por acaso, que aquela criança ali que chegou no seio da nossa família que ela precisa de muito amor, de muita compreensão, entendeu? Então, até a gente poder entender, porque nós estamos imersos no mundo de muitos, é o que você falou, psicosfera da Terra, ela ela às vezes é muito pesada. O que a gente tem de sofrimento no planeta? E olha que o sofrimento que a gente tem conhecimento é apenas uma pequena parte, a parte que interessa a mídia divulgar. Uhum. Porque tem países aí que estão em conflito, estão em guerra, cristão, cristão, que estão sendo atacados e tal, eh, por pessoas que não são cristãos e tal, com intolerância de religião, essa coisa ainda existe. Mas tem países que tá acontecendo isso que nem aparece, entendeu? na mídia. Então, a nossa psicosfera da Terra, ela tá pesada. O crime organizado, né? Esses dias eu tava vendo uma reportagem falando que no Rio de Janeiro e São Paulo, o que que aconteceu? O último censo do IBGE mostrou que as pessoas estão saindo do Rio de Janeiro de São e de São Paulo. Antigamente todo mundo ia para lá porque era a terra das oportunidades, né? Uhum. Não tão indo. E sabe qual que é o destino maior agora que o pessoal tá procurando? sua terra aí, ó. Santa Catarina. É Santa Catarina. Pessoal tá indo para aí. O pessoal por qu, gente? Segurança. É segurança. Segurança. Tem segurança, sabe? As pessoas eh não têm paz. Infelizmente, eh, o coisa preocupante do senso também. Eu tava vendo o Jorge Alarai trabalha no IBGE, né? Uhum. Ele tava falando na web rádio fraternidade. A questão mais preocupante é que os o sem religião, né, as pessoas que não têm religião aumentou muito. As pessoas tão discrentes até de ter fé. Uhum. Uma coisa que melhora muito a nossa vida, né, é a nossa fé. Quando a gente tem fé, quando a gente tem a oração, quando a gente procura eh manter a serenidade nos momentos mais

tes até de ter fé. Uhum. Uma coisa que melhora muito a nossa vida, né, é a nossa fé. Quando a gente tem fé, quando a gente tem a oração, quando a gente procura eh manter a serenidade nos momentos mais difíceis, nos momentos de desafios da nossa vida, são momentos cruciais. Então, o que que nos ajuda a manter essa serenidade, essa paz, essa calma, às vezes conter uma revolta que às vezes vem no coração, entendeu? É a nossa crença, a nossa fé. É o que você falou, o planeta Terra tem os governadores espirituais. Nós estamos aqui com um propósito. Isso aqui não é simplesmente não, não sou um verme que vim existir aqui e terminar e pronto e tudo acabou. Não, gente, tudo tem um um objetivo maior, um objetivo maior. Então, eh, a gente não tem noção, a gente não tem nem noção desse objetivo maior, mas a gente sabe que a gente tem que tá disposto a a ser um pouco melhor hoje do que fomos ontem, né? É. e amanhã melhor do que fomos hoje. A gente tem que ter isso no coração, ter em mente a questão da evolução. E não é fácil num mundo como nosso, cheio de sentimentos pesados, muitas emoções. Então não é fácil. A gente tem que praticar isso aí, praticar a paz, a serenidade, não cultivar a revolta. Olha aqui, a Teca fez uma contribuição aqui, vamos ver o que ela falou. Já assisti a um documentário onde a criança mais velha, devia ter uns 7 anos, foi diagnosticada com esquizofrenia. O casal também tem um menininho que depois foi diagnosticado com esquizofrenia. Olha só. Aí ela falou: "Uma prova dupla para os pais". Exatamente. E é isso que eu é é esse ponto com a com a contribuição da teca que eu quero puxar agora o outro lado. A gente tá muito acostumado a ver o lado assim, eh, popularmente falando, aonde foi que eu errei, o que foi que eu fiz para merecer isso. E gente, já pararam para pensar lá no plano espiritual vai ter a encarnação dos espíritos com problemas. Aí esse vai vir com autismo, esse vai vir com a esquizofrenia, o outro com algum outro problema e tal, tal. Os espíritos estão prontos e daí a

iritual vai ter a encarnação dos espíritos com problemas. Aí esse vai vir com autismo, esse vai vir com a esquizofrenia, o outro com algum outro problema e tal, tal. Os espíritos estão prontos e daí a espiritualidade chega. Olha, precisamos agora pais e mães. Mas não pode ser qualquer pai e mãe, tem que ser alguém especial, porque mães em primeiro lugar são portais, gente. Ninguém, ninguém ninguém do plano espiritual vem para cá se não for pelo portal mãe, pelo portal mulher. né? A ciência já fez tanto, mas ainda não conseguiu construir lá uma mulher reborne com útero reborne para nascer uma criança de carne e osso, né? Não tem. E daí de repente essas crianças ali prontas, chega Isabela, eu vou, eu vou. Tu vai, Isabela? Eu vou. Pode me confiar essas crianças que eu vou ali, vou ser a mãe, vou primeiro, depois preparem, eles vão e nascem, eles vão ser meus filhos, eu vou cuidar. Meu marido vai ser o pai, nós vamos cuidar deles. Aí a espiritualidade pensa: "Nossa, palmas". Olha só, Isabela. Isabela, mas tu não é obrigada. tu teria outro caminho se tu quisesse. Tu podia esperar um pouco. Não, mas eu vou, eu vou ajudar esse espírito. É, aí a espiritualidade chega. Pois é. Sabe porque em outras vidas teve esse encontro entre vocês aqui, ó, mas já foi resolvido, já tá tudo certo. Dívida tá pago, boleto tá em branco, tá com crédito de novo, pode, né? Aí a Isabela vem como mãe, como missão. Então, eh sempre que eu vejo uma mãe, um pai cuidando de uma criança especial, de uma criança com, eh, algum problema grave ou que nasce, às vezes até nasce bem de saúde, de repente, pum, né? dá um problema lá que precisa de uma um uma transfusão de sangue, precisa medula, precisa um órgão e do nada mais sabe, aparece. Aí eu olho, eu penso assim, ó, que espírito especial é esse? Eu sempre procuro olhar por esse lado. Que espírito grandioso é esse que foi confiado tamanha missão para esse casal ou para essa mãe ou para esse pai, né? Ou quando assim aos que adotam as crianças, que acontece também no plano espiritual.

ue espírito grandioso é esse que foi confiado tamanha missão para esse casal ou para essa mãe ou para esse pai, né? Ou quando assim aos que adotam as crianças, que acontece também no plano espiritual. Hoje eu posso estar desencarnada, venho. Tô no plano espiritual, venho. E a espiritualidade por algum momento, ó, tu não vai ter filho nessa nessa nova reencarnação, nessa tua nova vida. Porém, a Isabela vai ter, mas a Isabela vai passar por alguns momentos de dificuldade muito grande na vida. Tem um problema de saúde que ela precisa expurgar isso, isso ela precisa resolver primeiro. E tu vai pegar os filhos da Isabela e vai cuidar, tu vai adotar e tu vai cuidar. Serão os teus filhos, porém vindo da Isabela. Olha que grandiosidade, gente, que confiança que a espiritualidade deposita nesse espírito que vem com essa missão, né, Isabela? É isso mesmo. Não olhar só pelo lado do castigo, pelo lado do, sabe, do ai eu devo ter eh colado chiclete na cruz, eu devo ter salgo a Santa Ceia. Não, gente, ó, se recebeu dois espíritas, né? Espíritos, né? Dois espíritos, é, é nessa condição, é porque devem ter mérito. Imagina a volta gloriosa de isso. Quando esses pais voltarem, eu sempre brinco assim, ó. Quer evoluir rápido, duas vezes mais rápido, pede para nascer mulher. Aí que é evolu, né? Pede para mulher. Eu falo isso sempre. É interessante, né? E quer evoluir mais rápido ainda, seja mãe, mulher e mãe, né? Que não propriamente da gente, mas mãe de pet, mãe de de idoso, né? Quantos filhos hoje tão sendo pai e mãe dos seus pais, gente. Não abandonaram, não largaram, tão ali cuidando. Volte meia a gente ver na internet, né? Mães idzinhas com Alzheimer e a filha ali cuidando e a mãe, eu quero ir embora, quero ir paraa casa da minha mãe, não quero ficar aqui não, já vou arrumar, já vou levar você, você vai me levar, vou. Eu eu olho aquilo, eu penso assim, olha só, um filho sendo mãe, um filho sendo pai, né? se inverteu e assim, ó, olha a chance, a chance que a espiritualidade tá dendo já

você, você vai me levar, vou. Eu eu olho aquilo, eu penso assim, olha só, um filho sendo mãe, um filho sendo pai, né? se inverteu e assim, ó, olha a chance, a chance que a espiritualidade tá dendo já aqui, aqui para nós aprender e passar por essa prova, né? Que bacana que aprendizado. Isso. Então é essa questão do Alzheimer, você falou aí, é muito certo que muitas vezes a pessoa ela ela tá na casa dela e fala que quer ir pra casa dela. É. É. Aí você tem que, né, no caso aí usando a paciência, a empatia, tentar entender aquele momento que aquela pessoa tá fazendo, entrar junto com ela ali e falar assim: "Não, realmente você não está na sua casa, mas eu vou te levar para casa". É, sabe, gente, quando nessas horas é difícil a gente ficar brigando com a pessoa, fala: "Mas você tá na sua casa?" "Não tô entendendo. Tem gente que não tem paciência. É, olha aí o cultivo da paciência, da empatia, do entender a situação daquele outro que você tá, né, cuidando. Exato. E olha, olha a mágica acontecendo, gente, né? Muitas vezes, eu sou filha da Isabela hoje. Aí tá, daqui a pouquinho a gente desencarna, vai pro plano espiritual e volta numa próxima vida. Eu, mãe da Isabela. Aí a espiritualidade pensa assim: "Não, vamos dar uma melhorada nisso aí. A Isabela vai ficar velhinha, vai precisar, vai ter um um Alzheimerzinho, vão, né, temperar um Alzheimerzinho ali em cima da Isabela e a Cirlei, filha vai cuidar, vai passar a ser mãe dela. Vamos trocar os polos agora. E a gente tem a oportunidade aqui de viver essa experiência, de aprender com ela. E faz o quê? O quê? reclama. Ai, porque eu eu sou um, né? Eu fui muito castigado. Eu eu O que que eu fiz para merecer isso? Tenta olhar com outros olhos, tenta ver de outra forma, tenta ver como uma oportunidade, não como um castigo, para ver se não muda. A gente abraça aquilo a partir do momento, Isabela, e e pros amigos que estão aqui, isso é um fato. A partir do momento que tu pega uma dificuldade e tu olha para ela como uma oportunidade, o problema diminui, tu

ça aquilo a partir do momento, Isabela, e e pros amigos que estão aqui, isso é um fato. A partir do momento que tu pega uma dificuldade e tu olha para ela como uma oportunidade, o problema diminui, tu cresce e consegue resolver e aprender com ele. Agora, se tu vê sempre como uma dificuldade, né, tu vai sofrer, tu vai perder a força, tu vai desanimar, daqui a pouquinho tu vai contrair ali um, sei lá, um desame, depressão, né? depressão. Pessoa pode até ficar deprimida, é achar, ninguém me ama, ninguém me quer, eu não sirvo para nada, se isola, se enclausura, né? A gente, lógico, não precisa sair peitando e querer resolver tudo, né? Deixa um pouco para pro planeta de regeneração e e transição planetária e regeneração. Deixa um pouco para lá, mas é só procurar olhar, né? Tem uma uma frase que eu acho muito bacana da Lucia Helena Galvão, que ela fala eh que Cal Gibran sempre diz eh falava isso nas obras dele, né? Tem gente que entra numa floresta e só vê lenha para cortar. Só vê lenha para cortar. Entra dentro da v beleza, né? Não vê, não, não aproveita, não respira, não sente, não capta aquela energia ali do irmão vegetal, né? Quantas, quanta gente pensa, quantas espécies que tem ali de plantas, de árvore, de vegetação, uma flor, um até um musgo, até sem contar, né, o lado espiritual que tá ali, tudo isso, né, o os espíritos protetores de floresta, os elementais que ficam por ali. Eu acredito muito nisso, né? Já entro numa floresta, já saio levantando uma pedrinha para ver se eu acho um algum elemental ali brincando. Mas pensa na energia que tem ainda, né? E mesmo assim a gente faz o quê? Muitas pessoas entram reclamando: "Ai, mas não tem lixo? Ai, um inseto. Ai, eu tenho medo de ficar aqui." Quanta, quanta coisa boa que a gente desperdiça, né? Um dia de chuva. Ai, que tédio, que saco. Um dia de chuva, gente. Isso é verdade. Nós aqui no sul estamos passando, né? O nosso inverno aqui, ele é um inverno gelado, todo mundo sabe, a gente passa por frios extremos mesmo. E eu era

que saco. Um dia de chuva, gente. Isso é verdade. Nós aqui no sul estamos passando, né? O nosso inverno aqui, ele é um inverno gelado, todo mundo sabe, a gente passa por frios extremos mesmo. E eu era assim, tu sabes que toda entrada de inverno eu eu parece que eu desencadeava uma depressão, existe um nome para isso, eh uma certa melancolia com o inverno. Eu tinha o ranço com o inverno, sabe? Até que uma vez eu pensei assim, eu tenho que parar com isso. Eu tenho que parar com essa frescura e começar a olhar de outra forma, porque assim como as plantas t a época da dormência, no verão tu sai, tu trabalha, tu vai pra academia, tu volta, tu corre para cima e para baixo, né? Aí lugares que tem horário de verão, tu vai até mais tarde. Aí no inverno a gente também de certa forma é planta. A gente precisa daquele sossego, daquela dormência. Então, para, para um pouco, vai ler um livro, né? Vai ver um documentário, vai escutar o audiobook do Nossos Filhos são espíritos, que bacana que é. E por aí vai. E a gente não entende. Então, procura olhar tudo como uma oportunidade e não como uma dificuldade que melhora. Melhora. É avisos muitas vezes é que vem pra gente, mas a grande maioria pode ser a oportunidade que nós nós pedimos, né? Aí a espiritualidade, olha, sei não, sei não. É pesado o negócio. Tu vai morar lá em Santa Catarina, é frio, vai ter neve, gelo. Hum. Não, mas eu vou. Nossa, espírito, eu quero fazer um bonequinho, ó. Vou fazer um bonequinho de gelo, tá? Com azinha ainda em homenagem. Olha, pensa bem. E eles vão, né? E a gente não bate no peito. Eu dou conta, eu dou conta. Depois ele chega lá. Eu sabia. Agora vai ficar no Oi. A Clei caiu ou fui eu? Deixa eu dar uma olhada aqui no YouTube, gente. Pera aí. Oi. Voltamos. Ah, deu uma queda aí. Ah, você voltou. Foi você que caiu? Foi nós duas. É, eu fui olhar lá no YouTube lá se Uhum. Foi nós duas. Mas não é isso? Ah, pois é, né? É. E essa lição que a gente leu aí, ela ela foi uma psicografia depois de do estudo, né, que o grupo fez do capítulo

u fui olhar lá no YouTube lá se Uhum. Foi nós duas. Mas não é isso? Ah, pois é, né? É. E essa lição que a gente leu aí, ela ela foi uma psicografia depois de do estudo, né, que o grupo fez do capítulo 8ito do Evangelho. E tem três. Vamos pôr aqui na tela essa parte do capítulo 8 e tem três. Olha aí. Vamos ler aqui, ó. E tem três. A pureza do coração é inseparável da simplicidade e da humildade. Exclui toda ideia de egoísmo e de orgulho. Por isso é que Jesus toma a infância como emblema dessa pureza, do mesmo modo que a tomou como o da humildade. Poderia parecer menos justa essa comparação, considerando-se que o espírito da criança pode ser muito mais antigo, muito antigo, e que traz, renascendo para a vida corporal, as imperfeições de que se não tenha despojado em suas precedentes existências. Só um espírito que houvesse chegado à perfeição nos poderia oferecer o tipo da verdadeira pureza. É exata a comparação, porém, do ponto de vista presente, porquanto a criancinha, não havendo podido ainda manifestar nenhuma tendência perversa, nos apresenta a imagem da inocência e da candura. Daí o não dizer Jesus de modo absoluto que o reino dos céus é para elas, mas para os que se lhes assemelhem. Assemelham. É a pureza de coração, né? a pureza de coração, a nossa fé no nos ajuda a a ter esses momentos, né? Ah, ó lá, Clei, travou. É, agora voltou. Ah, então foi ela que travou. Achei que era eu. Porque geralmente quando um trava o o outro fica. Eu falei, gente, ó, eu fui lá no YouTube, né? Mas graças a Deus você voltou. S. Graças. É. É, e é isso, amiga. A gente a gente tá num assim no modo muito automático ainda, né? A gente ainda é espírito que tá caminhando, então a gente é mais se pega mais a à dificuldade muitas vezes do que a força, né? Quando a gente vê, é e o sentimento de orgulho egoísmo que muitas vezes de mimim, tadinha de mim. Ai, tadinha, né? Ai, meu Deus, que que vai ser de mim? A gente ainda quer aquele, sabe, aquela tensão de que somos vítimas e não algzes, né?

orgulho egoísmo que muitas vezes de mimim, tadinha de mim. Ai, tadinha, né? Ai, meu Deus, que que vai ser de mim? A gente ainda quer aquele, sabe, aquela tensão de que somos vítimas e não algzes, né? Mas quando a gente, a gente vê, né, no planeta aí, você vê esses governantes aí que estão à frente dessas desses países lá, o governante dos Estados Unidos, o governante do Irã, do do da Rússia, do o tanto que esse povo tem orgulho e também lá da da do Benjamim Eteniar. É, e cada um, né, aquele orgulho, aquele egoísmo. Se a gente soubesse, gente, que o futuro da da humanidade está na cooperação e não nessa questão de disputa, de competição, de que eu sou mais forte, eu tenho mais arma, só eu que posso fazer um negócio desse, entendeu? Uhum. Onde tá isso? Quando a humanidade acordar para esse tipo de coisa, nós vamos conseguir tirar o sofrimento da terra. É, né? Você vê que no Brasil o crime organizado mandando e desmandando. É, gente. E daí por aqui a gente já pode ter uma ideia, né? Daí, lógico, eh, a gente ouve também que pro planeta de regeneração, esses espíritos muito endurecidos, eles vão ser convidado a pegar o passaporte, a malinha, né, o champanhe deles e os dólares escondido e migrar e morar lá num país num num planeta primitivo, né? começar. Olha o que a a Suzi tá colocando. Eh, boas essas mocinha para puxar nossa orelha. Vamos mudar, vamos servir de exemplo. É, como é que começa a mudança? Ela começa num tijolinho em cada um de nós. Quando a situação ao nosso redor, ela parece um turbilhão, não é? Vamos, vamos supor, você tá numa situação que tá aquele turbilhão, aquela coisa, uma modificação que você faz cultivando, né, a empatia, como diz Joana de Angeles, cultivando a a tentar colocar no lugar do outro, tentar ver a É, eu sou capaz, pois é, conseguir serenidade. Então essas pequenas mudanças que a gente faz na gente mesmo, a gente consegue mudar toda a energia em volta. E as pessoas, a gente fala: "Nossa, fulano mudou tanto, né? Fulano mudou demais". Mas por quê? Porque a mudança

mudanças que a gente faz na gente mesmo, a gente consegue mudar toda a energia em volta. E as pessoas, a gente fala: "Nossa, fulano mudou tanto, né? Fulano mudou demais". Mas por quê? Porque a mudança começa em nós. Uhum. No nosso modo de ser. Uhum. No nosso modo de ver as coisas. Quando a gente muda uma atitude, o outro muda. Porque se já se já eh prestou atenção, Silei, quando é que as coisas, as discussões te potencializam e ficam eh cada vez piores? É quando você tem um embate, é um fala alto, o outro quer falar mais alto, o outro vai falar mais alto ainda, mas não. Quando a gente, quando a gente modifica, fala assim: "Não, pera aí, vamos ouvir o que você tem para dizer. Eu quero ouvir o seu lado. Eu quero sentir o seu sentimento, né? Estar, tentar estar no seu lugar. É, se eu fosse você, né? Se a gente pudesse trocar de corpo e ver como é que é a vida do outro. É, mas a gente não é. E a essa mãe menina que que tem um filho doente, uma deficiência, eh, a gente tem uma pessoa na família assim que tem um filho assim, as mínimas coisas levar no dentista é maior dificuldade. Aham. Porque quando a pessoa é uma pessoa igual a gente, assim, a gente vai no dentista, a gente sabe que vai ter dor, vai ter isso, vai ter aquilo, né? Mas a a criança que tem problema, às vezes não tem nem como a gente eh falar para ela. Ô Isabela, eu acho que a dificuldade tá para nós, porque para essas mães, esses pais que vêm com essa missão, eles já vem com uma, tu não vê notícias muitas vezes de uma criança que cai no córrego, a mãe pula lá dentro, é automático um instinto de mãe de defesa. Pula e salva no incêndio, entra e tira aquele filho sem se importar. Bom dia, Júnior. Esse é o amigo nosso aqui de Santa Catarina também. Olha o que que a Teca falou. Hoje tá difícil. Até um bom dia incomoda as pessoas. O que que é isso? Inveja, né? É inveja. Às vezes a pessoa fala assim: "Bom, aí você fala assim: "Bom dia, só se for para você, porque para mim uma porcaria". É, para mim tá ótimo. É isso.

as pessoas. O que que é isso? Inveja, né? É inveja. Às vezes a pessoa fala assim: "Bom, aí você fala assim: "Bom dia, só se for para você, porque para mim uma porcaria". É, para mim tá ótimo. É isso. É. Fal assim, para mim tá uma porcaria, para você tá ótimo. A pessoa tem inveja até de um bom dia. Você fala assim: "Oi, bom dia para você", né? É. Um sorriso é uma afronta a quem não tem os dentes. Olha só. Exatamente, Teca. Então é um mundo assim que a gente tem que tá fal: "Nossa, se eu ficar sorrindo demais e uma pessoa não tem os dentes, eu tô afrontando aquela pessoa." É, não é bem assim, gente. É. E assim a gente procurar ver desse lado, né? É difícil. É, é difícil. Nossa, a gente ainda tá dependendo do noticiário, né? A gente tá aqui, tá fazendo a live, né, Isabela? Poxa, cheia de pensamentos bons. Uma para começar a não botar na esqueira comunista já ajuda bastante também. Olha esse negócio de esquerda, direita, gente, o que a gente tem que que ver é o seguinte. A gente quer o bem-estar de todos. É de todos. E esse o eh vocês já perceberam que até no conflito lá que houve entre Israel e Irã, as pessoas nas redes sociais estavam elegendo um lado para torcer como se fosse um jogo de futebol. Uhum. Não tem lógica um negócio desse. Não existe isso. A gente tem que ver o seguinte, eh, é que eh o que tava acontecendo ali era guerra. Pessoas estavam morrendo, ficando feridas. Quando fala assim, tantos morreram, tanto ficaram feridos. Gente, deve ter gente que ficou mutilada. A gente tem que pensar aí nisso, o tanto de sofrimento que foi gerado ali. E uma guerra não justifica nada e não tem lado pra gente torcer. Uma guerra não deveria nem existir na época de hoje, com o grau de conhecimento que a humanidade tem. a humanidade vê além do planeta, vê as galáxias mais distantes, né, com com os equipamentos que a gente tem no céu, o telescópio de web aí que a gente tem, nós chegamos num nível de conhecimento que esse tipo de coisa é um absurdo. É como se a gente voltasse para aquelas

com os equipamentos que a gente tem no céu, o telescópio de web aí que a gente tem, nós chegamos num nível de conhecimento que esse tipo de coisa é um absurdo. É como se a gente voltasse para aquelas arenas onde os gladiadores lutavam até a morte. É, você entendeu? E então é isso, guerra, guerra não, não tem lógica a gente assistir a uma guerra como se fosse uma competição olímpica ou uma competição de futebol. Não, ali tem muito sofrimento, muita dor, não é? A gente e olhar olhar com olhar diferente, né? Eu eu nem procuro entrar nisso, sabe, Isabela? Quando eu entro numa rede social e vem muito eh esses noticiários de guerra, eu já saio. Não é uma assim, tem pessoas que diz assim: "Nossa, mas tu tás sendo omissa?" Não, muito pelo contrário. Se eu entrar ali, eu vou ter pensamentos, despertar lados ruins que eu quero. Eu insisto em sepultar e mudar. Então é a tal coisa, né? Quando uma pessoa alcólotra quer se curar do vício, o que que ela faz? Ela evita o primeiro gole. É, ela evita o primeiro gole. Então, para certas coisas na vida da gente, tu tens que pensar: "Opa, isso aqui pode ser um primeiro gole para mim". Então, recua, sai fora. Muitas vezes recuar, desistir, voltar atrás é mais sinal. de inteligência e de valentia, não é bem a palavra, mas de força do que enfrentar, bater boca, discutir. Isso muitas vezes é que gera, cria um covarde, né? Ir ali para uma rede social, discutir algumas vezes. Eu entendo, tem coisas que não dá para aguentar. Eu entro em muitos canais, às vezes noticiário de maus tratos animais. Então, dependendo do que a gente vê, caramba, é impossível tu não entrar ali no comentário, né, e falar alguma coisa, porque é inadmissível isso com criança, com idoso, quando tu vê alguma coisa assim. Mas depois eu penso, adiantou o meu comentário? Resolveu? Ah, resolveu. Eu incitei, eu dei uma gota, o meu comentário foi uma gota de gasolina a mais para a coisa aquecer, pra coisa incendiar. Aí vem outro, dá um comentário pior, vem outro dá um pior.

olveu? Ah, resolveu. Eu incitei, eu dei uma gota, o meu comentário foi uma gota de gasolina a mais para a coisa aquecer, pra coisa incendiar. Aí vem outro, dá um comentário pior, vem outro dá um pior. Então, assim, ó, eh, às vezes tu desistir, tu voltar para trás é muito é um ato muito mais corajoso e heróico do que tu enfrentar. e acabar perdendo a razão, perdendo a paz, perdendo o tempo, né? Tem pessoas que não dá para te conversar com ela, tem assuntos que não dá para te discutir porque ela já acaba te roubando o próprio tempo. Então é a gente parar e refletir um pouco. É difícil, é a gente age ainda muito no impulso, mas aos pouquinhos, rezando todo dia, pedindo a Ismael, né? Uma coisa que a gente tem que passar a fazer, né? reza, eh, pede à espiritualidade, a Deus, ao Cristo, né, e começar puxar mais também, né, o nosso bom pensamento para Ismael, pro Cristo, governador planetário Jesus, Arcanjo Miguel, essa tríade poderosa, né, começar a fazer mais uma, eu não posso não fazer muita coisa, não consigo segurar o míssil. ser uma bola de canhão, mas que eu sirva também para ajudar a levar uma palavra ou não ver essas coisas e não proliferar ainda mais. Lázara, bom dia, amiga. Deu tempo para ela vir aqui. Que bom. Um beijo carinhoso, amiga. A Lázar. É, é, a gente sabe que domingo é um dia, né, para todo mundo. É, é, é isso aí, Lázaro. Que bom que você veio. Mas é isso. Então, às vezes essas coisas acontecem na nossa vida e tudo tem um motivo. E a família, ela é a célula matter da sociedade. É na família que nós desenvolvemos, né? toda essa questão dos sentimentos, da evolução, onde os pais são exemplo, tudo que os filhos, né? E a gente acaba imitando os pais quando a gente tem a própria família. Algumas vezes sim, algumas vezes não, porque tem família de todo jeito, né? Muitas vezes a gente tenta ser melhor pai ou melhor mãe do que os nossos pais foram para nós, que a gente acha, não, eu sei mais ou menos, né? Mas a gente, pai, mãe, aquilo ali tá sempre eh errando, tentando acertar, né?

tenta ser melhor pai ou melhor mãe do que os nossos pais foram para nós, que a gente acha, não, eu sei mais ou menos, né? Mas a gente, pai, mãe, aquilo ali tá sempre eh errando, tentando acertar, né? É desse jeito. E quando a família eh tem essa questão de que a gente tá abordando aí que um filho, porque pode ser que o filho nasça com problema, pode ser que ele adquira o problema depois, vamos supor que até uma idade lá de 15 anos a criança tava normal, de repente acontece um acidente ou ela tem um AVC. Eu tive uma prima que teve uma VC muito nova. Ela trabalhava, já era advogada e tudo, né? Trabalhava e ela teve um AVC e a vida dela virou de cabeça para baixo. Ela teve que reaprender a falar que ela teve a fazia, né? No AVC que ela teve. Nossa, ela a fazia. O que que que acontece? Toda aquela memória que a gente tem quando da palavra e o objeto, aquilo some. Então ela olha para um copo e chama esse copo aqui de abaju, vamos supor, entendeu? Então ela não consegue falar, não consegue comunicar, ela teve que reaprender. Isso aconteceu com ela nos anos 2000, já tem 25 anos. Isso ela recuperou, hoje ela fala, ela consegue se comunicar, mas ela tem um lado prejudicado e ela ela foi aposentada naquela época, não nunca mais trabalhou, entendeu? E ela eh cuidava da irmã que que era surda e hoje a irmã que é surda que cuida dela. Olha só, é como eu disse, inverter os polos. Inverteram. É, o pai cuidava muito dela, mas o pai também faleceu com câncer. Agora ela tá com a mãe, com a irmã, tem um irmão também, dois irmãos. Mas é isso, gente, sabe? E na época que aconteceu, a família toda ficou assim, gente, mas por que que aconteceu isso? uma menina, né, que tinha tudo e tal, mas nada é por acaso. E ela foi vencendo cada desafio. Hoje ela é uma pessoa, né, que ela consegue já eh sair de casa, faz as compras, faz atividade física e tudo com limitação. Sim, mas ela tá conseguindo, né? E mas imagina o tanto, né, que você tinha uma família de um jeito, de repente tudo vira de cabeça para baixo. Isso pode

ras, faz atividade física e tudo com limitação. Sim, mas ela tá conseguindo, né? E mas imagina o tanto, né, que você tinha uma família de um jeito, de repente tudo vira de cabeça para baixo. Isso pode acontecer comigo, com você. Ninguém tá livre disso. Ninguém tá livre. A gente tem que estar sempre pensando nisso. Por isso que a gente tem que tá sempre fortalecendo a nossa fé para suportar os desafios que virão. Porque nós todos na nossa família somos espíritos que estamos numa jornada de várias vidas. Não sabemos, por exemplo, eu posso até ser um espírito mais novo do que meus filhos. Posso ou não ser, a gente não sabe. Então, a gente tem que tá sempre preparado e tem que tá sempre buscando. Porque, gente, quando uma coisa dessa acontece, ela tira todo mundo sério. Uhum. Se a nossa fé não tiver fortalecida, os nossos valores também, é o que você falou, Sirlei, o primeiro, no primeiro momento, a gente se desespera e quando a gente desespera, a gente não consegue mais agir. A gente fica meio que paralisado pelas circunstâncias. Por isso é muito importante, gente, o evangelho no lar é muito importante. Esses dias minha filha falou para mim, sabe que eu acho o evangelho no lar mais importante do que a frequência na casa espírita? É porque é um momento que a gente tá ali em família, a gente faz a oração, a gente tem os aprendizados juntos ali, entendeu? A gente vivencia o evangelho e leva esse evangelho paraa nossa vida no dia a dia, na semana. E é tão gostoso, né, Isabela? Eu faço aos domingos e eu sempre eh perguntando aqui quais são os canais que estão vinculando. Deixa eu eh o canal do Igzi, Facebook também do Igzi, tem um canal internacional aqui, né, que eu deixa eu ver aqui na no nosso banner deve ter direitinho o nome dos canais. Deixa eu colocar aqui para você. Aí, deixa eu e e assim, Isabela, hã, a gente também quando vai fazer, eu sempre digo, né, falo pros amigos, falo paraas pessoas, quando tu vai fazer o evangelho no lar, faça algo especial, faça algo bacana,

ixa eu e e assim, Isabela, hã, a gente também quando vai fazer, eu sempre digo, né, falo pros amigos, falo paraas pessoas, quando tu vai fazer o evangelho no lar, faça algo especial, faça algo bacana, faça algo de coração, assim, ó, porque a espiritualidade ela Ela tá deixando o tempo dela ali e vindo até a tua casa, né, participar, te trazer aquele conforto, fluidificar a água, te dar uma energia boa. Então é gente, isso não é ritual, hein? que as pessoas fala: "Ah, negócio de ritual, toalha branca não, isso aí é muito bom para fortalecer o nosso lance religioso." Aqui a resposta tava embaixo de mim aqui, eu não vi, eu cilei. Aqui o canal Conecta Goiás Espírita, portal da Luz, o canal do JES e o DSN. O que que é DSN? Vamos ver aqui. Não dá para ler aqui. A Discovery Spirities Network. É daquele colega, né? É. E assim, gente, sabe? Coloca flores, acende. Ah, mas acende p uma música suave uns 5 minutos antes, né? Isso. Se arruma, se arruma. Não vai de qualquer jeito, né? Se arruma. A gente não sente tão bem quando toma um banho, se arruma, compra às vezes uma roupa nova, um brinco, já dá um, né? Um, a gente se sente bem. Então se arruma, bota uma roupa bonitinha, bota uma toalha na mesa, bota flores, uma música, acende um incenso, receba bem esses amigos ali que tão chegando. É aí, ó, a Teca falou: "É, tá na parte de baixo aí da tela". Isso mesmo, Teca. Isso. É, a gente até esqueceu de agradecer esses parceiros, né? É, TV Goiás Espírita, TV Conecta, a o Portal da Luz e esse o DSN também, né? A gente agradece muito a parceria de vocês na divulgação da nossa mensagem. É, né? Então, eh, a gente já tá nos momentos finais da nossa live. Isso. Eh, vamos partir para as nossas considerações finais agora, tipo tarefinha paraa semana que tá seando agora. Vamos lá. Vamos lá. Vamos começar exercício. Exercício da semana. Olhar as dificuldades como oportunidade, como tarefinhas, vencer. Vamos vencer elas. Não vamos nos entregar, né? Nada nasceu ali. Eu sempre brinco assim: "Ah, tem que tirar aquele

Exercício da semana. Olhar as dificuldades como oportunidade, como tarefinhas, vencer. Vamos vencer elas. Não vamos nos entregar, né? Nada nasceu ali. Eu sempre brinco assim: "Ah, tem que tirar aquele prego daquela parede. Ah, mas não vai dar. Dá, não nasceu ali, não brotou ali, eu vou conseguir tirar, né? Faço o evangelho no lar. Coloque, arruma a mesa linda durante a semana. Não dá para fazer o evangelho. Chega em casa muitas vezes não tem como. Gente, liga os salmos. Tem uns canal no YouTube que tu espelha pra TV ou paraa caixinha de som, pro Bluetooth, tanto faz. Ouça os Salmos 23, 91, 121. Deixa tocar dentro de casa. Não posso estar ali orando os salmos. Deixa tocar. Quem precisar ouvir vai vir. E quem não precisar e não querer ouvir vai sair, vai carcar fora, vai deixar o ambiente livre. Então assim, ó, faz isso. Flores na mesa, flores brancas na mesa, abre as cortinas num dia de sol, deixa o sol entrar, agradece. Agradece, gente. Vamos passar a agradecer mais, sabe? Por mais que o dia foi difícil, às vezes a dificuldade foi grande, mas eu ainda posso andar e eu ainda tenho os braços que possam mover a solução para essa dificuldade. Vamos ser mais forte na coragem e na capacidade que a gente tem. Vamos acreditar mais em nós e não ficar dependendo e esperando muito pelos outros, não. Ótima ideia. Se lê isso aí. Deixa os sóos tocar. Funciona, gente. É, funciona. É maravilhoso. O salmo 23, então, né? Muito bom. É, é muito bom. Deixa tocando dentro de casa, vai tomar banho, vai fazer algum trabalho ali ou quem mora em apartamento, vou lá embaixo levar o lixo ou vou até a Deixa os salmos tocando. Deixa ali. Gente, eu garanto, a vibração muda. A vibração muda, pode ter certeza. É isso, amiga. É isso aí. Então a gente deixa essa mensagem para vocês e para você, né, que tem uma família que e que tem alguém, como na minha família eu citei que tem pessoas que tem doenças que foram graves, que modificaram a vida dessas pessoas. outras que já nasceram e tiveram problema quando beber e

a que e que tem alguém, como na minha família eu citei que tem pessoas que tem doenças que foram graves, que modificaram a vida dessas pessoas. outras que já nasceram e tiveram problema quando beber e desenvolveram assim. Não perca sua esperança, não fique revoltado. É, olha, entenda isso como uma missão que você tem aqui na terra e que Deus, né, a gente fala que não dá um frio maior que o cobertor. esse cobertor que precisa fortalecer sua fé, precisa praticar a paciência, né, como diz Joana deângeles, entender, ter empatia com o outro. E se você eh e a gente tem uma capacidade de desenvolver o amor diante de oportunidades como essa que a gente nem imagina. Então, minha gente, que essa semana seja repleta de luz. Não vamos esquecer do desafios aí lançados pela nossa amiga Cirlei para cada um de nós, né? para que a gente possa praticar. E nós vamos terminar agora com a nossa prece. Como a Cirlei fez a prece de início, eu faço a prece do final, tá? Vamos fechar os nossos olhos, desconectando um pouco com a nossa realidade, voltando o nosso espírito para dentro do nosso ser, pedindo nesse dia muita paz, muita serenidade, para que possamos resolver os desafios do dia a dia sem medo, para que possamos possamos ter dentro de nós a nossa fé como uma chama que a gente tá todo dia fortalecendo, todo dia a gente tá dando mais combustível a essa chama para que ela nos sustente nos momentos mais dolorosos, mais difíceis da nossa vida. Meu Deus! Queremos agradecer por momentos como este que estamos tendo agora, momentos que nos ajudam a esclarecer, a fortalecer a nossa fé, a não desanimar no meio do caminho, a não desanimar da nossa missão aqui na terra. Obrigada, Senhor, por essa oportunidade e que tudo que a gente estudou e que essa lição que a gente viu agora, ela possa penetrar nos nossos corações com muito amor, com muito carinho, para que a gente possa absorver, para que ela faça parte do nosso consciente e inconsciente para que a gente possa no dia a dia transformar esse aprendizado

corações com muito amor, com muito carinho, para que a gente possa absorver, para que ela faça parte do nosso consciente e inconsciente para que a gente possa no dia a dia transformar esse aprendizado em ação. Porque caridade nada mais é do que o amor em ação. Estamos aqui, meus irmãos, para aprender a amar e vão sair daqui um pouco melhores do que entramos. com a graça de Deus e desejo a todos vocês uma semana iluminada, de muito amor, de muita luz. Fiquem com Deus e semana que vem já é um mês novo, julho. Isso aí. E no próximo domingo teremos outra dupla maravilhosa para estudar o capítulo 18. Isso aí, não é mesmo? Até a próxima. Muito evangelho no lar, muito salmo dentro de casa. Oportunidades, transformem as dificuldades em oportunidades. Vamos lá. Um lindo mês de julho a todos nós. Isso mesmo. Bom domingo abençoado por Deus. Eu sou Marcos. Obrigada, gente. Ó, ó. Walter, muito obrigado. Bom dia. Bom dia, Walter. Obrigado, teca. Gente, capacidade nós temos. Vamos lá. Até mais. Até.

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