Live 01 - Programa Reflexão | A Juventude no Movimento Espírita
Na temporada Conecta Espiritismo Reflexão, teremos a live 2 com um proveitoso debate sobre o Jovem e o Movimento Espírita. Lideranças jovens, apresentadores, palestrantes, dirigentes e artistas, mostrando a força jovem em favor do trabalho doutrinário. Victor Hugo Menino, João Marcelo, Noah Miranda de Lara, Thiago Brito e outras participações, te esperam para reflexões e conexões.
Eu sempre Ainda bem que você tá aqui comigo, Boa noite a todos vocês. Sejam bem-vindos a mais uma live especial do Conecta Espiritismo. Eu sou Rodnei Lara, fazendo aqui já o início da nossa apresentação, né, para esse encontro bacana com o movimento jovem no Espiritismo. E já tá aqui do meu lado um companheiro aqui, meu filhão, o Noa, que também vai estar junto com a gente. Mas vamos chamar aqui eh a nossa mediadora, apresentadora, jornalista e tantas outras funções que só quem conhece ela sabe o que ela faz. Então vamos trazer aqui a Cristiane Drux, nossa querida Cris Drux. Boa noite, Rodney. Olha, você não apresentou o No a direito, eu tenho que te recriminar. Ele é o chefe da nossa equipe raízes. Por conta disso, a gente chama ele de nosso curumim. Tá conosco em todas as produções mediáticas que o projeto audiovisual Raízes executa. E além disso tudo, além de ser nosso chefe, ele é o nosso apresentador Mirim também. Seja bem-vindo, Noa, querido. Boa noite, pessoal. Agradeço a recepção tão calorosa e esperamos ao longo ao longo do programa que conseguimos trocar impressões aí com nossos amigos, colegas e trazemos muitas, tiramos dúvidas e entre muitas coisas e é uma gratidão estar aqui e como a Cris falou, sou chefe aí do comandante, mas que Deus abençoe a gente e um ótimo programa. É o CEO, né? é o CEO da nossa da nossa empresa Raízes aqui, Rod, tem muita gente boa nos bastidores, não tem? Tem tem bastidores super aquecido aqui, né? Além do pessoal que tá no chat também já movimentando, né? Também é justamente isto, né? Pessoal do chat assistiu a live anterior, solicitou a o pessoal colocando lá seus comentários e tá aí o programa hoje feito pelos jovens. Então vamos trazê-los, né, Cris? Quem que você quer chamar? As damas primeiro. OK. Clarinha, seja bem-vinda. Maria Clara Chaves, lá do Tocantins. Clara, se apresenta pra gente, por favor. Olá, queridas e queridas. Eu sou Maria Clara ou Clarinha, né? Eu comecei a trabalhar aí no movimento espírita no Tocantins, na Federação Espírita do
ocantins. Clara, se apresenta pra gente, por favor. Olá, queridas e queridas. Eu sou Maria Clara ou Clarinha, né? Eu comecei a trabalhar aí no movimento espírita no Tocantins, na Federação Espírita do Tocantins, mas hoje eu tô morando em São Paulo, então ainda colaboro ali à distância com Tocantins e também tô na assessoria da área de comunicação social espírita da nossa FEB, Federação Espírita Brasileira, junto com a crise, inclusive, né? Então estamos aqui com vocês, uma alegria e desde já obrigada pelo convite. De nada, Clarinha. a gente que agradece a sua presença e com certeza você vai compartilhar com a gente muito da sua experiência, não só de jovem atuante no movimento espírita, como também de uma liderança que hoje ajuda a organizar projetos que abracem os jovens, né, que promovam a integração deles às atividades espíritas. Então, vai ser ótimo poder conversar com você por aqui, Clarinha. Gratidão. E a gente também tem uma super força jovem do Rio de Janeiro. Rodney, coloca o nosso irmão para dentro. João Marcelo, seja bem-vindo, João. Olá, pessoal, queridos amigos. Cris, Rodnei, Noa, Maria Clara. Uma alegria muito grande estar aqui com vocês nessa noite para refletirmos sobre o papel da juventude no movimento espírita. Me chamo João Marcelo, como vocês disseram, tenho 23 anos, sou aqui do Rio de Janeiro, capital, sou expositor espírita desde os 16 anos e atualmente faço parte da diretoria da União Espírita Humberto de Campos, minha casa espírita aqui no Rio. Uma alegria muito grande estarmos juntos. Muito bom, João. João é um uma um agente atuante na instituição espírita e no Conselho Espírita de Unificação, que são os órgãos braços da nossa federativa aqui no Rio de Janeiro, atuando firmemente aí pela divulgação doutrinária, pelas atividades doutrinária. Então, assim, nós estamos eh bem atendidos eh com pessoas que realmente atuam no movimento espírita e que fazem uma grande diferença. Nós estamos ainda na expectativa da chegada do Vittor Hugo, que se comunicou comigo
estamos eh bem atendidos eh com pessoas que realmente atuam no movimento espírita e que fazem uma grande diferença. Nós estamos ainda na expectativa da chegada do Vittor Hugo, que se comunicou comigo um pouquinho antes da live começar. Víor Hugo Menino, né? Ele já está aqui, então vamos colocar o Vittor também nessa linda roda. Oi, Vittor, seja bem-vindo. Boa noite, Cris. Boa noite, Maria Clara. Boa noite, Noa. Boa noite, Rodney. Boa noite, João Marcelo. Boa noite a todos e a todas que nos acompanham nesse instante. Privilégio, um prazer estar aqui pra gente poder prosear um É isso. A nossa intenção é de uma prosa, de uma boa roda de conversa. O Rodney agora vai dar a dinâmica inicial da nossa live. Nós temos a proposta, meus amigos, de fazermos efetivamente uma conversa trocando impressões com os nossos internautas, que já são muitos, né, amigos queridos aqui, que sempre participam do chat também para trocar com eles impressões, colher ideias também para manter aquecida a nossa conversa e também ao longo da nossa live nós exibiremos participações gravadas com muito carinho. de companheiros que convidamos, mas que não puderam estar presentes aqui ao vivo, mas deixaram as suas contribuições e nós preparamos essas sonoras para exibir essas sonoras para vocês. Mas antes de começarmos efetivamente, eu entrego a palavra pro Rodney. Obrigado, Cris. É um, eu, olha, é realmente algo muito bem elaborado, eh, esse projeto Conecta Espiritismo, tá? porque eles estão atentos a todos os comentários, estão todos atentos também à questão do chat, né, que as pessoas podem estar aqui compartilhando as informações, colocando ali as suas impressões de de cada transmissão, as suas ideias, as suas sugestões. E inclusive eu sempre peço, tá, a você que está no chat ou que coloca faz os comentários depois da live, você pode colaborar colocando assim o seguinte comentário: "Olha, no tema que foi proposto nesta live, faltou comentar sobre determinada coisa, né, determinada situação. Gostaria de pontuar eh essa
e, você pode colaborar colocando assim o seguinte comentário: "Olha, no tema que foi proposto nesta live, faltou comentar sobre determinada coisa, né, determinada situação. Gostaria de pontuar eh essa minha reflexão do que eu aprendi. Então assim, dessa forma a gente vai est fazendo com que todos nós estejamos e empenhados em est trocando aqui essas impressões, as nossas reflexões e aprendizados. Então, é dessa forma que a gente compartilha o conhecimento. Então, hoje dando oportunidade pros jovens, porque os jovens precisam ocupar mais locais em que possam trazer a forma encantadoras em que eles recebem a doutrina espírita e sabe vivenciar isso muito bem, com essa forma pujante, alegre, contagiante, inspiradora, mas que existe justamente uma questão muito importante que é ter aquele respeito de quem já tá mais tempo dentro da doutrina e que tem esse viés, né, de mão dupla, né, vamos trocando experiências, né? Eh, eu tenho muitas ideias, eu tenho uma vontade tremenda de cooperar, mas também tem aquele que fala assim: "Calma, vamos direcionar, vamos somar, vamos direcionar os jovens por aqui, por ali, mas também vamos dar atenção justamente essas ideias inovadoras. Por que não? Por que não experimentar, né? Esse movimento é pujante. O jovem precisa ter o seu espaço dentro das instituições, dentro das mídias sociais. E nada melhor, né, do que ver essa vitalidade junto com a experiência, tornando o nosso movimento espírita bem mais robusto, encantador, porque é esse o nosso convite a você que ainda não conhece a força do espiritismo, mas para que você conheça. E é lógico, nós estamos construindo, nós estamos ali, é justamente pegando informações aqui a colar, ideias de diversos pontos, até pra gente fazer um cartaz para colocar no banner, toda uma equipe opina e todo mundo tem a validação do companheiro que falou assim: "Gente, observe, isto aqui pode ferir de repente alguém nesse sentido. ou a nossa proposta é chamar atenção também para esse segmento. Então, todos nós estamos muito cuidadosos com aquilo
falou assim: "Gente, observe, isto aqui pode ferir de repente alguém nesse sentido. ou a nossa proposta é chamar atenção também para esse segmento. Então, todos nós estamos muito cuidadosos com aquilo que a gente vai estar externando e apresentando. É lógico, não somos 100%, a gente pode cometer erros, mas é nesse sentido que a gente, se você identificou alguma coisa errada, saiba se manifestar de maneira educada e apontar para nós sugestões. É isso que faz com que todos nós possamos ter uma convivência melhor, tá? OK. Dado o meu recado, minha gente, olha, de falar para vocês que já tem 67 comentários, né, e que a coisa vai crescendo. É assim que funciona, né? O pessoal do chat é muito colaborativo, então a gente vai ter que suar a camisa aqui para vencer os comentários, porque nós damos vez e voz para eles, tá bom? Ô Rod, deixa eu te pedir um favor, meu amigo. O o nosso curumi tá com o rostinho coberto pelo pela tarde do caracteres da legenda, do seu nome. Eh, Noa, isso, levanta um pouquinho, tá ótimo. Que a gente quer ver esse rosto lindo, tá bom? Isso que eu ia te pedir. É diferença de altura aqui, de de de cadeira. Isso, Rod. Eu sei que a gente tem uma primeira participação do do Thiago, né, Thiago Brito, que não pôde estar aqui, mas muito amorosamente mandou um material pra gente. Eh, a fala do Thiago já vai aquecer aqui as reflexões, mas fique à vontade, amigo. Eu acho que a gente pode ou rodar agora e já com a mesa composta, né, com a nossa roda de conversa, com a nossa mesa redonda composta, na sequência da fala do Thago, a gente já distribui aqui paraas reflexões. Quero ouvir Vittor, quero ouvir João, quero ouvir Noa e quero ouvir Clarinha. Tá bom? Então, Rod, você pode exibir pra gente para começar a fala do Thiago Brito, Rio de Janeiro. Posso colocar? Depois a gente tem aquela apresentação do vídeo conecta, né? Ah, sim. Daqui a pouquinho a gente fala só para manter a questão. A gente fala, não, a gente comenta aqui já para deixar tiçada a curiosidade. Isso.
gente tem aquela apresentação do vídeo conecta, né? Ah, sim. Daqui a pouquinho a gente fala só para manter a questão. A gente fala, não, a gente comenta aqui já para deixar tiçada a curiosidade. Isso. Isso aí. Então vamos lá pro Thiago né? a participação dele. Frades sintonizados no Conecta Espiritismo. Fala meu povo, bom dia, boa tarde, boa noite. Não sei que horas você tá assistindo isso e eu não falo daquele jeito. Eu acredito que essa linguagem seja mais um obstáculo, mais uma barreira pra gente aproximar corações juvenis. Isso é uma estratégia simples de comunicação. Se não há identificação, não há interesse. Notem, a gente não precisa mudar o espiritismo, reformular o espiritismo, atualizar a obra básica, nada disso. É só pensar na maneira de entregar. A gente precisa estimular uma postura ativa desses jovens. O jovem, ele tem muita energia. Se você chamar ele para um lugar, para ele só ficar sentado escutando, não vai funcionar. Ele já fica sentado escutando na sala de aula a semana inteira. A gente precisa estimular essa força criativa, dando lugar de fala para idealizar, para realizar, porque o jovem também não pode ser protagonista nos estudos em grupo, facilitando estudos, ministrando palestra. movimento espírita, a gente subestima esse potencial do jovem, já que ele apresenta trabalhos, ele fala em público na escola, na faculdade, quando aí centenas de casas espíritas espalhadas por diversos estados, diversas cidades. E às vezes eu escuto uma queixa, o seguinte: o jovem não assume tarefas, a gente não pode esperar que o jovem venha ofertar isso. Isso tem que partir de nós. Nós temos que estimular essas asas para que eles possam voar. A gente precisa dar esse empurrãozinho estimulante. É chegar o momento de nós irmos até eles em nome da proposta do espírito de verdade, da proposta do Cristo, esse ide e pregai. E com o cuidado de não continuarmos criando movimentos paralelos. A palestra é enfadonha, é cansativa, a reunião, a dinâmica tá chata pro jovem. E aí a
rdade, da proposta do Cristo, esse ide e pregai. E com o cuidado de não continuarmos criando movimentos paralelos. A palestra é enfadonha, é cansativa, a reunião, a dinâmica tá chata pro jovem. E aí a gente cria um movimento paralelo. O jovem ele não frequenta a palestra espírita, ele vai só na salinha da mocidade, nos centros que tem grupos jovens. Se essa reunião fosse gostosa, fosse legal, seria mais atrativa e a gente fazia uma coisa só, todo mundo junto e misturado. Fica esse parêntese também pros congressos espíritas. Estamos falando a linguagem de todo mundo. Entre oito congressistas, não dá para colocar dois jovens pra gente coexistir, pra gente coabitar. Não com espaço exclusivo pro jovem, mas um movimento espírita que fosse jovial, independente de idade física. Esses são os apelos que eu tenho feito. Eu tenho realizado rodas de conversa em diferentes cidades pelo país, reunindo dirigentes, espíritas, reunindo trabalhadores e trazendo essas reflexões. Uma das dinâmicas que eu faço nas rodas de conversa é pedir que os dirigentes coloquem no papel quais os maiores medos e anseios pro futuro da casa espírita. E é praticamente unânime. É o medo da continuidade, da falta de trabalhadores, quando muitas vezes nós estamos sendo esse obstáculo que tanto tememos. Vejo vocês em breve aqui no Conecta Espiritismo. Viva Jesus! Viva Jesus! Eh, eu acho muito interessante quando o Thigo fala na abordagem dele a questão da linguagem. O Thaago, ele tem adotado uma um recurso, uma ferramenta doutrinária que é o Standup Comedy. na verdade é a ele ele se apresenta em várias cidades pelo Brasil, eh, trazendo de uma forma mais irreverente, de uma forma mais dinâmica, descontraída, né, uma apresentação teatral, né, e ao mesmo tempo se utilizando muito do humor, né, a crítica eh calibrada com humor para evidenciar algumas questões doutrinárias. Clarinha, você que faz um trabalho de coordenação junto à área, né, eh, de infância e juventude da FEB, é comunicadora também da área nacional.
com humor para evidenciar algumas questões doutrinárias. Clarinha, você que faz um trabalho de coordenação junto à área, né, eh, de infância e juventude da FEB, é comunicadora também da área nacional. Você acha que isso que ele fala da linguagem e desses componentes de adequação para que o jovem se sinta mais atraído? Você realmente acha que esse é um caminho de solução? Com toda certeza. Eu até enviei aqui, vou pedir pro Rod colocar na telinha. Tem um documento eh foi feito pelo CFN. Para quem não sabe, o CFN é o Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, né? O CFN é formado pelas 27 entidades federativas do movimento espírita brasileiro e a partir disso são tomadas decisões em conjunto, enfim, eh planejados os o futuro, né, do nosso movimento espírita aqui no Brasil. O CFN fez esse documento que é orientação para ação evangelizadora espírita da juventude, subsídios e diretrizes. E nesse documento traz exatamente o que o nosso colega tava falando anteriormente, a necessidade do protagonismo do jovem, né, ali nas atividades do movimento espírita, da casa espírita, pensando na sustentabilidade do nosso trabalho e do espiritismo também aqui no Brasil. E para que isso aconteça, é necessário que nós adultos, né, nos atentemos ali, eh, ao contexto em que esse jovens estão inseridos, né, a como eles se comunicam, eh, o que eles gostam de assistir, o que eles gostam de fazer, né, as atividades que os interessam, eh as virtudes que eles estão trabalhando ali no período da pré-adolescência, no período da juventude. Então, é necessário que a gente possa levar o espiritismo de acordo ao nosso público, né, com a linguagem correta, com os meios corretos. Na comunicação a gente fala, né, das cores, das imagens, do vídeo, tudo isso possa eh interessar esse público, né? E já fazendo a propaganda aqui no nosso movimento espírita ali com a área de infância juventude e a área de comunicação social espírita, nós temos uma página voltada a esse público, né, ao público jovem, que
zendo a propaganda aqui no nosso movimento espírita ali com a área de infância juventude e a área de comunicação social espírita, nós temos uma página voltada a esse público, né, ao público jovem, que é o @sjovemespíritbr. @soujovemespíritbr, que é uma iniciativa da FEB, né, dessas duas áreas. E a gente tem uma equipe de trabalho majoritariamente formada por jovens, né, jovens de todo o Brasil. E é como o Bezerra fala, né? A gente tem que ser ali as varas unidas ali pela unificação. E assim que a gente consegue força, assim que a gente consegue trabalhar levando representatividade também, né? Temos jovens das quatro eh das quatro regionais, né? Do movimento espírita ali no nosso trabalho. E convido vocês a seguirem, né, a compartilharem e estarem junto. É um trabalho que a gente tá eh ainda melhorando bastante, né? Não tem muitos anos, mas é necessário para que a gente continua, né? o nosso movimento espírita tá envelhecendo, a gente sabe disso. E para continuar, porque a doutrina espírita ela precisa tá aí, né, paraas próximas gerações. Então, a gente precisa confiar mais no jovem, né? Lembrar que ele é um espírito imortal, herdeiro de si mesmo, que traz aí virtudes a serem eh aprimoradas, virtudes a serem, na verdade, estimuladas e desafios, né, a serem eh trabalhados com a nossa ajuda. Muito bom, Clarinha, obrigada. Queria ouvir agora também o Vittor, primeiramente, depois o João na sequência sobre esses elementos que o Thiago trouxe pra gente para iniciar o aquecimento aqui da nossa conversa. Vittor, então vamos lá, né? Vamos. Eu peço desculpa por ter comido um pão de queijo e uma maçãzinha. É porque eu tô tomando antibiótico e eu cheguei de viagem, não teve nem tempo de comer nada. Então, só justificar isso. Perdão. Eh, mas tá, né? Uma primeira ideia, só pra gente introduzir aqui a nossa fala, é, a gente tá aqui no intuito de, né, mais do que comentar, né, procurar encontrar caminhos, porque para apontar o que precisa mudar, a gente não precisa de muito, né? a gente, qualquer pessoa
a fala, é, a gente tá aqui no intuito de, né, mais do que comentar, né, procurar encontrar caminhos, porque para apontar o que precisa mudar, a gente não precisa de muito, né? a gente, qualquer pessoa hoje, eu acho que olhe e tem, né, pontos críticos a serem considerados, mas é fortalecer essa disposição em nós de ser essas respostas, porque o mundo espiritual vai contar com a gente e cada um tem alguma coisa para fazer, cada um tem uma coisa para colaborar. Quando a gente pensa na juventude, né, o Thiago foi trouxe várias questões e eu procurei sistematizar em termos de ideia, né, uma forma de perceber eh isso. Ah, hoje a gente poderia considerar um público jovem, 13, 28, não sei, seria um espectro interessante dentro desse espectro, né, de de alcance dos 13 aos 28, a gente poderia entender esse jovem no ensino fundamental dois, ensino médio, ensino universitário. Cada uma dessas faixas etárias trazem dinâmica diferente, dinâmica diferente, porque quem tá na universidade o rolê vai ser outro de quem tá no ensino fundamental dois, oitavo, nono, enfim. Então, é, seria, é muito difícil pra gente chegar aqui, né, e comentar de forma tão abrangente, levando em conta esse espectro de idades. E pensemos, ah, o nível de experiência de cada uma desse, desses momentos, ele é bastante particular. E a gente precisaria entender que dentro desse espectro, né, de idade, a gente tem também um um espectro, né, que atravessa, que é em termos de comportamento, em termos de postura, que vai de um, eh, de um introvertido ao extrovertido. A gente sabe que nem todo nem todo jovem ele é extrovertido, como às vezes pode ser pintado, né, por uma fala nossa que a gente vai considerar que todo mundo é de um jeito, gente, não é? Por isso que tem um desafio na questão da representação. Como que a gente vai pensar o jovem espírita? Querendo ou não, a gente vai lidar com o estereótipo, que o meu trabalho, pelo menos pessoalmente, não é de, tá, eu tô lidando com estereótipo e todo mundo tem que se adequar a ele e
o jovem espírita? Querendo ou não, a gente vai lidar com o estereótipo, que o meu trabalho, pelo menos pessoalmente, não é de, tá, eu tô lidando com estereótipo e todo mundo tem que se adequar a ele e todo mundo tem que ser desse jeito. Não, eu acho mais interessante a gente considerar esses matizes, porque tá tudo certo. Se você for mais introspectivo, né, você gostar de atividades que sejam diferentes, né, e ou você de alguma forma for mais extrovertido e gostar de atividades mais expansivas, eu acho que são dois perfis, né? E aí a gente não pode generalizar porque existe esses matizos, ou seja, há variações num momento mais introspectivo, extrovertido. Então a gente deveria também considerar tudo isso paraa gente poder falar. Ah, a gente precisaria também considerar que existe uma diferença de perfil político. E aqui eu não tô falando perfil político partidário, que fique bem claro, porque, enfim, eu respeito o direito de todo mundo ser desse ou daquele partido e tá tudo certo. Mas existem visões de mundo que elas se entrelaçam. O jovem não pensa da mesma forma. O mundo hoje não analisa politicamente as experiências da mesma forma. Então, se a gente só pensar num jeito, vai ser difícil se encontrar em outros. Então, são atravessamentos que a gente tem que também levar em conta. E aí quando a gente fala no jovem, eu também consideraria que nós teríamos quatro etapas para pensar, pelo menos, né? Tudo isso é uma proposta didática apenas para para refletir, mas que poderia ser feito qualquer outra categorização. Mas tá, quando a gente olha pro nosso trabalho, a gente poderia pensar em desafios eh da da casa espírita para fora, ou seja, como que a gente poderia fazer, quais são os desafios hoje pra gente convidar a juventude que tá aí espalhada para estar num num centro, para fazer parte de uma casa espírita. Existem desafios. Nós estamos vendo que várias pessoas têm trabalhado nas mídias sociais para isso, porque há um alcance interessante. É claro que existem também
para fazer parte de uma casa espírita. Existem desafios. Nós estamos vendo que várias pessoas têm trabalhado nas mídias sociais para isso, porque há um alcance interessante. É claro que existem também outros meios, mas ok, temos que pensar nos desafios antes de chegar na casa espírita. Tem os desafios dentro da casa espírita relativos à mocidade, a juventude. Como é que essas mocidades juventudes têm acontecido? várias questões a gente poderia trazer aqui. Outro ponto, como é que essa juventude é integrada no coletivo do centro, porque às vezes é só um juventude e não tem é aquele dia específico, né, como ele trouxe e fica bem restrito ali. OK? Então, mais desafios pra gente poder pensar dentro da casa espírita, pelo menos dentro da juventude, e nessa integração com a casa como um todo. E a gente teria um outro desafio, pensar o movimento espírita, ó, o jovem no movimento espírita em termos de eh lugar, voz, que seria também um outro desafio. Então, trazendo essas ideias à tona, eu acho que quanto mais a gente vai abrindo esses leques de percepção, mas a gente vai propor soluções mais viáveis, caminhos mais interessantes do que generalizações que no fundo, no fundo, elas podem até servir como uma reflexão inicial, mas às vezes elas não vão dar conta porque caminhando por aí, né, eu cheguei e esse final de semana tivemos o Congeludde e aí no Congel Eh, a gente teve a ala adulta, a ala jovem e a ala mirim. Foi maravilhoso o evento, sábado e domingo. Fantástico. Se Deus quiser, vamos ter em Juiz de Fora também, o Conecta Jovem, enfim, mas são questões, né, que que nos cabe pensar e eu só gostaria de dar essa contribuição inicial para ver que tipo de abordagem a gente gostaria de ter pra gente poder dar mais consistência às nossas reflexões. Maravilha, Víor. Eu te agradeço por esse voo rasante. largou aí o nosso olhar. Pra gente agora dar profundidade alguns aspectos. Eu vou pedir pro João dar o testemunho dele, contar-nos um pouco a história do João, porque o João ele além de ser expositor espírita, ele
osso olhar. Pra gente agora dar profundidade alguns aspectos. Eu vou pedir pro João dar o testemunho dele, contar-nos um pouco a história do João, porque o João ele além de ser expositor espírita, ele participa ativamente da diretoria de uma casa espírita que também tem desdobramento nos conselho espírito espírita de unificação. Ou seja, o João dentro da sua classificação, Vítor, ele navega aí em várias esferas, né, João, fala pra gente qual é a sua experiência. E acima de tudo, como é que você rompeu as resistências? Perfeitamente, Cris. Eu ingressei na doutrina espírita quando tinha por volta de 13 anos. Cheguei a um colégio evangélico e ao ler livros espíritas, os meus colegas viam a cena e me traziam a Bíblia para ler, porque a Bíblia seria o livro que me conferiria a salvação, ao passo que o Espiritismo me levaria à perdição. Então isso serviu de estímulo para que eu pudesse estudar mais a doutrina e pudesse provar o contrário, que o espiritismo não era algo do demônio, conforme de forma superficial se fala. Então, estudei a doutrina espírita. Os anos passaram, fui me aprofundando nas obras de Allan Kardec, as quais tenho estudado diariamente, tenho lido, tenho tido contacto diariamente com elas. E aos 16 anos fui chamado para realizar a minha primeira palestra espírita, minha primeira exposição na casa espírita, onde a minha avó Mourja, a União Espírita Humberto de Campos, situada no bairro de Rocha Miranda, aqui no Rio. Após isso, aumentou-se o envolvimento com a casa. Passei a assumir algumas atividades que me foram conferidas pelos dirigentes da casa, que foram me dando responsabilidades e sobretudo confiando no meu trabalho, confiando na minha atuação. Então, uma coisa que eu tenho muita gratidão à minha casa espírita é pela oportunidade, pela confiança que todos tiveram por mim, em especial pelo presidente Jonat Souza, com o qual mantenho uma amizade muito grande. De lá para cá, eu entrei na diretoria da Casa Espírita em 2023, salvo engano. Então, nós temos contribuído nessa forma, né?
l pelo presidente Jonat Souza, com o qual mantenho uma amizade muito grande. De lá para cá, eu entrei na diretoria da Casa Espírita em 2023, salvo engano. Então, nós temos contribuído nessa forma, né? Eh, tive a felicidade de fazer parte, tenho a felicidade de fazer parte de uma casa espírita, onde existe muita receptividade para as ideias novas, onde existe muita receptividade para o que a juventude traz, né? Infelizmente, eh, a quantidade de jovens é bem pouca, então assim, frequentando de forma assídua a casa, apenas eu, mas, eh, estamos abertos a pensarmos, a dialogarmos com a juventude, porquanto o espiritismo, conhecimento do espiritismo é de grande valia pra juventude, uma vez que ele equipa o indivíduo dos recursos morais necessários para que leve uma vida mais feliz e mais sadia. dia. Esse é o nosso objetivo comum, sermos felizes. E o espiritismo nos dá as respostas paraas angústias, pras paraas aflições, pras injustiças que caracterizam o mundo odierno. Apresentá-lo à juventude na sua comunicação é de fundamental importância. Da forma como a juventude se comunica, na forma como a juventude dialoga, é de fundamental importância. Nós nos recordamos da parábola do semeador. Quando Jesus nos fala da semente que cai em uma pedra e da semente que cai em uma terra boa, faz-se necessário que nós, os espíritas, o movimento espírita, sejamos a terra boa, que recebamos a semente, possamos acolhê-la e desenvolver as suas potencialidades. Muito bom, João. Eh, de novo se evidencia a palavra oportunidade e acolhimento, né? a gente vai ao longo da live pontuando algumas coisas só para que essas palavras possam reverberar, né, a partir da nossa iniciativa de reflexão nesse espaço aqui que estamos todos juntos com muito coração, querendo ver a coisa funcionar, né? Nós queremos agora ouvir o nosso Noa querido, né? Noa, que também eh tem uma participação muito ativa no Paraná, né, Noa? Você de Curitiba, qual é a cidade? É Curitiba, né? Pinhais. Pinhais. Tá pertinho. Fica pertinho.
ouvir o nosso Noa querido, né? Noa, que também eh tem uma participação muito ativa no Paraná, né, Noa? Você de Curitiba, qual é a cidade? É Curitiba, né? Pinhais. Pinhais. Tá pertinho. Fica pertinho. Pertinho. Colado. Colado. Noa. Conta pra gente eh o que você tem feito e aí diz para mim, querido, qual é o que que te encanta, o que que te aproxima do trabalho, o que que faz brilhar os seus lindos olhos. Cris, atualmente eu tô trabalhando, né, com o a moral da história, contando essas histórias, os mitos. que é uma um programa muito legal, que não é só pela história e sim pelas vivências e pela pelo convívio das, né, dos personagens da história, no desenrolar, que também para mim às vezes nas histórias traz um pouco do espiralismo e alguns pontos e algumas reflexões que cabem dentro do da nossa religião. E já também já fiz outros vídeos, entrevistas no Cantina Aconchego com Valdim Fredini. Mas atualmente mesmo eu tô cuidando da área ali da das gravações, da moral da história, das lives e que eu gostei muito. E teve um jovem que é Mateus Luz, que é da CAIS, onde eu estou ali frequentando na evangelização, que ele narrou, que foi o sapo cururu lá da história. E eu vi um potencial ali no meio do no meio da minha sala ali e que temos potenciais mesmo e que eu acho que a gente deve correr atrás, a gente deve fazer que nem o Vittor Hugo disse, mas com ânimo, só que também tendo meio termo, não muito ânimo, nem tanto, acho que o exagero, nem tanto muito morno, porque nas casas espíritas a gente vê muito realmente essa questão de fri frieza, uma coisa que fica chata. E por isso que teve essa esse depois dessa reunião a diminuição de espíritas. Muitos jovens estão migrando para outras religiões, tipo umbanda, outros tals que estão crescendo bastante de jovens por conta que a gente por outras razões e por causa da libertinagem e tals e por conta que nós espíritas não estamos segurando o jovem na casa espírita, então eles estão migrando para umas que são mais diversão, mais eh saídas, mais
razões e por causa da libertinagem e tals e por conta que nós espíritas não estamos segurando o jovem na casa espírita, então eles estão migrando para umas que são mais diversão, mais eh saídas, mais brincadeiras, mais outras coisas, enquanto os espíritos estão lá só numa palestra, palestra, palestra e outras coisas e fala. a gente deve trazer jogos interativos, eh, interação em grupo, que eu acho que é bem difícil na nas casas espíritas hoje, que nem o João disse que tem na casa dele, né, no centro onde já foi e tals, teve a recepção bacana. Tem outras casas que não tem, tem outras casas que tem estrutura e outras também não, que às vezes falta evangelizador, falta gente para frequentar a casa, então fica um vazio. Já tive, infelizmente, essa experiência, mas que é tá praticamente geral, mas graças a Deus encontrei uma um centro que uma casa que me acolhe, que sempre tem gente lá para participando, mas acho que tem que ter uma melhora ali na realmente na questão do grupo de interação, do jovem com o jovem, de música, de pular, de alegria. Claro, tem aquele momento do aprendizado, mas um aprendizado com mais leveza. Eu acho que é isso que a gente tem que levar paraos centros espíritas, que tá difícil, tá difícil mesmo. E e participar mais também dos trabalhos também, participar na questão de palestra, contribuindo com o com o seu conhecimento, com a sua visão da da doutrina espírita e dos conhecimentos que já foram passados na evangelização. Agora, o que o que me traz para a que eu meus olhos que nem aqueles brilham, que é o que que me a atrai é realmente é o espiritismo, vamos assim dizendo por completo. Todos os ensinamentos para mim eu levo com uma a religião mais perfeita, a mais assim, vamos dizer, mais pura. Não que as outras não sejam, mas para mim, né, nesses desde que eu, né, nasci, praticamente bem antes de eu nascer, já tava ali no berço, espírita ali já trabalhando. Então, eu acho que essa religião para mim é essa mesmo. Não, não, não vejo por esclarece, sempre tá
, né, nasci, praticamente bem antes de eu nascer, já tava ali no berço, espírita ali já trabalhando. Então, eu acho que essa religião para mim é essa mesmo. Não, não, não vejo por esclarece, sempre tá lá esclarecendo minhas dúvidas, minhas perguntas de uma forma bacana, suave. Claro que temos alguns assuntos que são mais difíceis, que são mais elaborados. Mas difícil para compreender, mas acho que é é a religião por um completo, pelos ensinamentos, eh por coisas que a gente vê que realmente acontece, que nos esclarece nossas ideias, que nos ilumina da forma mais pura e bacana. Conhecer Jesus também de uma forma amorosa, de uma forma bacana. Deus, tudo, tudo ali, os nossos guardiões que nós temos, quem nos protege. Então eu penso que é num todo num todo ali o espiritismo. Então que realmente tr vamos que a nossas que é os centros em geral tragam essa interação, uma coisa bacana, com suavidade, mas uma coisa legal que atraia e e deixa ali o jovem ali na casa, é, vamos assim dizer, de uma forma segurando mais legal, porque senão não prende o jovem na casa, não, não, não vai ter essa essa recepção, essa coisa bacana, sempre vai ficar só fala, só fala, só fala e fica meio chato. Muito bom, Noa. Para quem não conhece ainda o Noa, o Noa ele divide a bancada, digamos assim, de apresentação com a Sandra Borba, viu Clarinha? A Sandra tá contribuindo também com esse projeto do Conecta Espiritismo, com o projeto Raízes, que acaba por produzir, eh, acaba entrando uma vez por mês, porque o tempo de produção é bastante bastante trabalhoso, o programa é bastante trabalhoso, mas nós estamos recuperando os os mitos, as lendas, as lendas brasileiras, a mitologia mundial, nós, as histórias dos irmãos Grim, as histórias histórias de Disney, enfim, todas essas grandes histórias que trazem no seu pano de fundo eh um recado, né, ético, moral, bastante interessante. A gente tá a gente tá eh recontando essas essas histórias a partir de vídeos especiais que são elaborados para esse recontar da história. E o apresentador
ado, né, ético, moral, bastante interessante. A gente tá a gente tá eh recontando essas essas histórias a partir de vídeos especiais que são elaborados para esse recontar da história. E o apresentador desse programa, né, o nosso chefe, é o Noa, que divide a bancada com Sandra Borba e que depois de exibido o vídeo, eles fazem todo um desdobramento filosófico, moral da história. Então, o Noa, ele tem se destacado muito e entregado o seu talento para essa função. Agora, eh, uma coisa que eu gostaria, antes da gente rodar, né, digamos assim, a próxima participação em vídeo, eh, trazer para vocês aqui uma informação que eu tenho que, infelizmente, eu não tenho o número e nem a fonte dessa pesquisa, mas é só para eh colocar essa ideia na mesa. Eh, é uma pesquisa recente, uma pesquisa que antecede o censo de 2020 2022. Eh, essa pesquisa ela aponta que muitos jovens eles não frequentam nenhum tipo de eh local religioso, não estão afiliados a nenhuma dinâmica religiosa, mas mesmo assim eles não se dizem ateus, eles gostam do sentimento da religiosidade. E aí quando eu me deparo com uma pesquisa que aponta isso, muitos jovens nessa situação, não adesos a uma dinâmica religiosa, de uma religião, mas que não eh subtraíram em si o sentimento religioso. Eu fico me perguntando o que que falta pro movimento espírita acolher a esses jovens, uma vez que dentro deles ainda se vê vivificada essa ligação, né, da criatura com o criador. Vocês gostariam de comentar isso, Maria Clara, Vittor, João, vamos fazer uma rodada aí comentando isso. Pode começar por você. Começa aí. Oi, Clara. Tá é começa aí comeza. É, eu tive a impressão que eu eu tinha ficado sem sinal, mas começa por gentileza. Eh, então, amiga, assim, a gente sabe que num futuro bem distante a gente não vai precisar de religião, né, para se relacionar nos planetas e etc. Mas eh quando a gente fala desse envolvimento e desse acolhimento, a tônica principal é o amor, né? a gente precisa saber exercitar esse amor através eh da caridade, através da
nar nos planetas e etc. Mas eh quando a gente fala desse envolvimento e desse acolhimento, a tônica principal é o amor, né? a gente precisa saber exercitar esse amor através eh da caridade, através da piedade, através, enfim, de todas as virtudes que Kardec traz ali no Evangelho Segundo Espiritismo, principalmente, para que a gente possa acessar esses corações e de maneira genuína, né? A criança e o jovem, principalmente, eles percebem quando não há essa abertura de espaço, né? quando eh palavras são postas ali só da boca para fora, quando não é algo que vem do coração. Eh, e dentro disso, dessa dificuldade de amar o outro a ponto de abrir os braços e falar: "vem a gente, vem aqui tem lugar para você de verdade, né, em que você vai poder não só participar, mas também atuar, né, ajudar no trabalho." Eh, entra sempre os nossos males que a gente conhece, né? O orgulho e o egoísmo, né? a gente vê muita centralização nos trabalhos, infelizmente, ainda no movimento espírita, né? Lembrando que nada disso está dentro da doutrina espírita, né? Todos esses defeitos, digamos assim, estão no movimento espírita que é composto por pessoas, como nós, nós, né, espíritos aqui reencarnados dando trabalho paraa espiritualidade clássico. Então, é necessário que a gente eh exercite esse distanciamento desse orgulho e desse ego e desse amor. E eu acho que uma reflexão, pelo menos para nós voluntários espíritas, que ajuda muito a entender um pouco melhor isso e a ter mais empatia para com os jovens, as crianças, né, que são públicos às vezes, eh, que as pessoas não enxergam de verdade ou não dão a devida importância, né? No documento que eu citei para vocês, tem uma mensagem de Bezerra de Menezes que ele fala que é preciso que nós evangelizemos nossas crianças e nossos jovens. Jesus espera isso de nós, né? Evangelizai a todas as gentes. Então, é necessário que a gente se distancia desse egoísmo, desse orgulho. E o que ajuda nisso, pelo menos quando eu penso no bem que a doutrina faz para mim, no bem que o voluntariado
odas as gentes. Então, é necessário que a gente se distancia desse egoísmo, desse orgulho. E o que ajuda nisso, pelo menos quando eu penso no bem que a doutrina faz para mim, no bem que o voluntariado traz para mim, né, pro meu equilíbrio pessoal, eu fico pensando, gente, isso na vida de um jovem é essencial, né? Como o João Marcelo, eu também comecei mais nova ali no movimento espírita, movimento federativo também. Eh, e porque a gente teve ou oportunidades ou porque alguns de nós foram ali eh abrindo picadas, né, sem a oportunidade eh carinhosa, sem a oportunidade afetiva, mas como tipo assim, isso foi minha realidade, infelizmente não tinha braços abertos, mas eu me identificava tanto com o trabalho que eu fui indo, fui indo sempre as coisas foram dando certo. Então, mas não pode ser assim pro nosso jovem, né, para as nossas crianças, principalmente eh numa pós pandemia, que é um momento extremamente delicado. Eh, a juventude tá muito fragilizada, né? Tem saído estudos científicos a respeito disso. Então, é necessário que a gente pense nesse bem que a doutrina faz para que a gente tenha empatia de verdade com os jovens, né? e identificar trabalhadores que tenham eh essa proximidade com esse público. Não é todo mundo que vai conseguir acolher um jovem, não é todo mundo que vai conseguir acolher uma criança. Então as nossas lideranças do movimento espírita precisam estar atentas a quem tem esse perfil para que de maneira organizada, planejada possam ser pensadas ações para acolher esse público. Não é de qualquer jeito, não é só a pessoa chegando lá e dando um sorriso e falando: "Seja bem-vindo, que o jovem vai chegar, que o jovem vai ficar". É necessário estudar, que é uma coisa que a gente precisa muito fazer no movimento espírita e muitas pessoas não gostam muito, infelizmente, mas é necessário estudar nossos documentos orientadores, né? Para além do pentateu espírita e questões também da humanidade, né? da pedagogia, tratando aqui da juventude, da infância, para que a gente acolha de verdade esses
nossos documentos orientadores, né? Para além do pentateu espírita e questões também da humanidade, né? da pedagogia, tratando aqui da juventude, da infância, para que a gente acolha de verdade esses públicos, né? Então, assim, essas são as reflexões que me chegam e eu sei que é um desafio aí imenso. É muito bom, Clarinha. Eu vou o o Víor balançou a cabeça ali significativamente em alguns momentos da sua fala, Víor. Essa preparação, né? Eh, essa esse cuidado em se preparar para lidar com o jovem é um elemento importante. Olhe, eu acho que enquanto espíritos, né, que que vão necessariamente atravessar essa jornada e e caminhar por essas estações, eu acho que o cuidado em lidar com o ser humano, ele tem que ser muito expressivo, independente da porque, eh, e talvez aí eu vou colocar um ponto, né, que o nosso desafio em relação à juventude seja de dialogar mais com esse mundo ao invés de querer impor determinadas normas. Então esse eu acho que é é uma grande questão, porque existe um eh as por parte, né, daqueles que estão há mais tempo na carne, quilometragem maior e tal, existe um medo, um receio de que eh o jovem em alguma medida ele acabe se perdendo e tal. Então, a pretexto de desse cuidado, né, que ele não se perca, que ele tem uma direção, existe às vezes uma exacerbação, né? existe um certo excesso que acaba sufocando, que acaba muitas vezes criando uma estrutura que não é muito legal, porque eu eu acredito que ninguém goste de ser silenciado, eu acredito que ninguém goste de ser ignorado, eu acredito que ninguém assim deseja em alguma medida se perceber é isolado. Então, ah, essa dificuldade de diálogo, ela parte por diversos fatores, diversos fatores, como a Maria Clara diz, eh, tem pessoas e mais pessoas com perfis, né? Porque nem todo mundo realmente vai dar conta de ter esse diálogo com mais elasticidade, com mais flexibilidade, com mais jogo de cintura. E tudo bem, eu compreendo que são perfis na Casa do Camim, Paulo Estevão, frente de trabalho. A questão é que cada
esse diálogo com mais elasticidade, com mais flexibilidade, com mais jogo de cintura. E tudo bem, eu compreendo que são perfis na Casa do Camim, Paulo Estevão, frente de trabalho. A questão é que cada frente precisa ser valorizada e às vezes quando se vai dialogar com esse universo jovem, né, às vezes quando se pretende e existe muito mais um silenciamento. Então, uma uma estratégia pedagógica, né, que a gente poderia estar investindo mais, eh, aqueles que têm perfil, por exemplo, são React, né, que eh porque o que que hoje no universo jovem acontece e que o Espiritismo pode propor diálogos, pontes, como é que essas coisas podem se dar? Porque veja, se sai um filme, todo mundo vai lá para comentar e tudo mais, não seria interessante também a gente poder ter, né, a juventude colaborando, por exemplo, né, nesses diálogos? Como é que com as lentes espíritas a gente tem uma possibilidade de leitura? Porque também, meu Deus, me gela a espinha quando eu vejo um vídeo assim, visão espírita, visão do espiritismo sobre tal coisa, rapaz, pensa num trem complicado, porque o espiritismo tá sujeito a leituras de toda a natureza e tem pessoas que pensam de um jeito, pensam de outro. Então, OK, a gente poderia estar de alguma forma, né, dialogando mais com a cultura jovem e aí com, por exemplo, no rap, no funk, no aché, no pagode, no trap, como que a gente tá se portando diante desses diversos elementos que significam esse esse eh essa realidade juvenil? Como é que a gente tem se importado? Ah, não pode escutar funk. Mas gente, não estamos nessa época de, olha, você não vai fazer isso, você não vai fazer aquilo. Esse modelo talvez já funcionou como proposta de educação para muita gente, mas agora a questão é diálogo, é entender possibilidades, caminhos e tudo mais. Então, como é que esse indivíduo, porque senão a gente corre o risco de formatar esse jovem para ele ser aceito no movimento, para ele ser aceito na casa espírita, ele precisa ter. E essa régua de exigência que a gente coloca,
ivíduo, porque senão a gente corre o risco de formatar esse jovem para ele ser aceito no movimento, para ele ser aceito na casa espírita, ele precisa ter. E essa régua de exigência que a gente coloca, às vezes, ela é muito cruel, porque tem tanta gente que poderia ter espaço, voz, isso seria tão fantástico. E a gente pode valorizar, pega um filme lá, que que dá para trazer de reflexão, né? citaram a Carol do Meninas Espíritas, ela eh juntamente com outras pessoas tinha um trabalho maravilhoso, acho que estão até meio sumidin de trazer elementos desse universo para que isso possa compor e precisa ser feito, né, por jovens que tm esse perfil. E eu acho que tá faltando às vezes olhar, falar assim: "Olha, você tem perfil, vem cá trabalhar." Porque eu, por exemplo, não sou essa pessoa que tem todo jeitão e não vou não vou me aventurar por uma coisa que eu entendo que não não é da minha alçada, mas eu ficaria tão feliz de perceber que outros corações que tm esse perfil, rede social, essa disponibilidade tivessem isso e pudessem criar. Então, acho que a gente precisa também avaliar como é que a gente tá considerando, né, esse universo do outro. Perfeito, Vittor. João, a gente tem falado muito aqui, falamos isso na na primeira live, né, que deu pontapé inicial para toda essa imersão reflexiva desse espaço de live do domingo às 9 horas da noite. Eh, a gente tem falado muito das ações espíritas irem além muros da casa espírita. E você como uma liderança atuante numa instituição espírita, João, você acha que esse ir além muros da casa espírita em relação aos jovens, por exemplo, da comunidade, né, da onde a sua casa espírita se localiza, você acha que teria um efeito positivo nesse sentido? Sem dúvida, Cris. A chacoalhada que o censo 2022 produziu em nós me fez recordar de uma crítica que o célebre filósofo da atualidade, Pondé, formulou a respeito do espiritismo. Segundo ele, na sua visão, o espiritismo era uma das religiões mais sem graça com a qual tinha entrado em contato. Isso porque
élebre filósofo da atualidade, Pondé, formulou a respeito do espiritismo. Segundo ele, na sua visão, o espiritismo era uma das religiões mais sem graça com a qual tinha entrado em contato. Isso porque não possui o elemento da corporalidade, o elemento da alegria, não tinha música, não tinha o que nós vemos nas demais religiões. Muitos de nós nos preocupamos em rebater a sua crítica e poucos foram aqueles que realmente fizeram uma autocrítica, uma autoanálise para identificar se aquilo que havia sido falado por ele possuía algum sentido racional e que pudesse ser aplicado à nossa vivência espírita. O fato é que realmente as nossas casas espíritas não estão tendo o elemento da alegria, não estão tendo o elemento de chamar o jovem da dinâmica, o elemento de ser uma casa espírita ativa, porque em realidade o que a gente precisa é demonstrar a alegria de sermos cristãos, demonstrarmos a alegria de sermos espíritas, de possuirmos o tesouro que temos junto a nós. E como é que a gente está vendendo o nosso peixe, como a gente está chamando o jovem para isso. Eu acredito que a utilização de ferramentas virtuais, redes sociais, como o Instagram, como o próprio TikTok, como o Facebook, são de vital importância, a fim de que nós possamos levar as nossas instituições até o jovem. Porque o jovem, ao passar de fronte a uma casa espírita, possivelmente se sentirá retraído de entrar, de procurar, de falar, de demonstrar o interesse chegando a um lugar novo. Mas se tiver acesso, primeiramente pelas redes sociais, por curtos vídeos, é uma tendência que a gente sabe na internet que a gente não demora muito tempo vendo um determinado conteúdo. a gente se prende mais aqueles conteúdos rápidos, né, de no máximo um minuto. Então, estimularmos a utilização da rede social é esse benefício. Quando o Divaldo Franco estava lançando, quando a produção do filme do Divaldo Franco estava lançando o filme, é Divaldo, Mensageiro da Paz, uma das mensagens que o Divaldo nos trouxe foi o seguinte, que
ndo o Divaldo Franco estava lançando, quando a produção do filme do Divaldo Franco estava lançando o filme, é Divaldo, Mensageiro da Paz, uma das mensagens que o Divaldo nos trouxe foi o seguinte, que é necessário que ocupemos as redes sociais com bons conteúdos, porque se ela não estiver sendo ocupada com bons conteúdos, logo será campo fértil para a propagação do mal e da ignorância. levarmos paraas nossas redes sociais as nossas atividades, propormos nas nossas casas espíritas a realização de cine debate. O Vittor Hugo muito bem nos trouxe a recordação sobre filme, sobre o material audiovisual. Existem tantos filmes, tantas séries que nós podemos trazer para o contexto espírita, contextualizar dentro do conhecimento espírita e levar isso pra juventude. Recentemente eu assisti a série Stranger Things, que que fala que versa a respeito de um mundo invertido e pude fazer alguns paralelos com a doutrina espírita sendo esse mundo invertido, que nós chamamos de mundo espiritual. Então, se nós elencarmos esses filmes, essas produções e fazermos conexões, vermos os pontos de contato com a doutrina espírita, apresentarmos isso na nossa casa, vai ser um motivo de grande alegria, vai ser um motivo de grande eh proximidade com a linguagem dos tempos atuais. A gente também tem o recurso de trazermos os pequenos vídeos do grupo Amigos da Luz. Não sei se ainda hoje eles estão atuando na realização, na gravação desses vídeos, mas nós temos vários materiais maravilhosos que nos ganham eh pelo riso, que nos trazem muitas vezes críticas a temas sensíveis, críticas construtivas, mas arrancando de nós riso. Então, me recordo mais uma vez de Divaldo Franco quando ele nos traz a frase de São João Crisóstomo. Um santo triste é um triste santo. Então, estamos aqui para fazer um movimento espírita cada vez mais alegre, forte e unido. Para isso é necessário que haja o pertencimento. Muito bom, João. Muito bom. Foram vários caminhos apontados aí. Tá rico, né? Essa live tá rica de sugestões, conteúdo
a vez mais alegre, forte e unido. Para isso é necessário que haja o pertencimento. Muito bom, João. Muito bom. Foram vários caminhos apontados aí. Tá rico, né? Essa live tá rica de sugestões, conteúdo bastante significativo. Agora, antes da gente passar pra próxima participação em vídeo, eu preciso perguntar uma coisa pro Noa e pro Rodney, porque o Noa amanhã tem escola. Noa, como é que tá seu horário? Eu acho que a nossa combinação foi que você ficaria entre nós até 10 horas, não foi isso? É isso, sim. Então, então, pra gente não não eh abusar de você mais, que você tem os seus a sua necessidade de sono e a gente não quer ser abusivo nesse sentido, eh a gente vai pedir então que logo após a sua fala o Rodney exiba a próxima participação. Mas antes de você se despedir, eu já quero te dar uma ótima notícia para mim, uma ótima notícia que você foi escalado para ser o apresentador da próxima live aqui desse espaço reflexão. Então você vai, eu vou ceder aqui a posição de mediadora, de apresentadora para você. Fechado. Fechado. Ótimo. Então tá bom. Então já coloca aí na sua agenda. Domingo que vem você tem um compromisso às 9 horas na apresentação do conecta espiritismo reflexão. Tá bom, meu amigo? Perfeito. Então tá. Então contigo paraas suas despedidas. Pessoal, realmente concordo com tudo que falaram aqui, a minha participação da Maria Clara, do João, do Vittor Hugo, que são praticamente já adultos, jovens, que vão ter grandes potenciais, grandes eh vão ser ter grandes potências aí no no espiritismo. E que Deus abençoe todos nós, todo mundo que está acompanhando. Agradecemos a todos mesmo, a Cris por essas produções e a toda a equipe que tá por trás disso. Meu pai que também tá passando as coisas, tá passando os videozinhos também tem a participação que é aqui o nosso coapresentador, vamos assim dizer, colaborador. Então agradeço a todos que é para essa noite maravilhosa. Infelizmente eu tenho que, né, sair rapidinho aqui, mas que Deus abençoe a todos e que vocês brilhem aí e
dor, vamos assim dizer, colaborador. Então agradeço a todos que é para essa noite maravilhosa. Infelizmente eu tenho que, né, sair rapidinho aqui, mas que Deus abençoe a todos e que vocês brilhem aí e levando a luz, o consolo para todos. É mais ou menos isso. Beijinho, Noa. Beijinho. Então, amigos, com essa despedida do No, no, a gente fica agora com o vídeo, com a participação da Glícia Teodoro. Vamos acompanhar. Oi, pessoal, tudo bem? Meu nome é Clícia Teodoro, eu sou de São José do Rio Preto. Agradeço muito pelo convite de estar aqui com vocês hoje. Queria ter estado ao vivo, não pude, mas tô tentando me fazer presente aqui por esse vídeo para falar um pouquinho da minha experiência no movimento espírita que é muito singela, que é muito pequena, mas que eu vou tentar contribuir de alguma forma. Eu nasci numa família espírita, tive esse privilégio, cresci no centro espírita que eu trabalho hoje aqui em São José do Rio Preto, cresci na evangelização infantil aqui e comecei trabalhando na evangelização. Eh, eu falo que eu e todos os voluntários que trabalham junto comigo, a nossa equipe toda, a gente teve muita sorte, porque os diretores da nossa casa, eles sempre nos deram uma abertura muito grande para trabalhar, sabe? Eles sempre ouviram muito as nossas ideias, acolheram as nossas ideias, nos deram esse espaço. Eu sei que às vezes a gente lida com eh uma diretoria de casa espírita muito tradicional, né? Eles são extremamente experientes, muito mais experientes do que nós, porque são mais velhos e tem uma experiência que a gente não teve e a gente respeita muito isso. Mas ao mesmo tempo, mesmo cuidando de toda essa tradição que a casa espírita tem, eles nos deram essa abertura. Eles querem saber as nossas ideias, eles querem que a gente coloque em prática as ideias que a gente traz. E isso fez toda a diferença para nós. Eh, no ano passado nós decidimos fazer o nosso primeiro evento de jovens. A gente fez um acampamento tentando movimentar mais a mocidade dentro da nossa casa espírita.
o fez toda a diferença para nós. Eh, no ano passado nós decidimos fazer o nosso primeiro evento de jovens. A gente fez um acampamento tentando movimentar mais a mocidade dentro da nossa casa espírita. Eu sei que é uma dor que quase toda a casa espírita tem, que é reter a mocidade e se inspirando muito nos nossos irmãos católicos e evangélicos que tem feito muito isso. E eu acho que a gente tem que aprender muito com eles. A gente fez o nosso primeiro acampamento que a gente chamou de conexão espiritual e foi uma grande surpresa para nós, uma grata surpresa, porque a gente achou que ia ser muito legal, a gente se dedicou muito para que fosse, mas o impacto que a gente sentiu que teve na vida de cada adolescente que esteve ali foi muito maior do que a gente imaginava na nossa vida também. Mas a gente ficou muito surpreso com o quanto eles se abriram, o quanto eles se emocionaram, o quanto eles fizeram amizade entre eles e e criaram um vínculo de confiança entre nós. E isso fez com que eles quisessem frequentar o centro espírita, com que eles se sentissem pertencentes à aquele lugar, porque o adolescente, ele precisa sentir que ele pertence, ele precisa criar criar vínculos com quem tá ali, né? Então eles têm que sentir que eles são acolhidos por nós, que o espiritismo não julga, o espiritismo acolhe, que o que eles vivenciam hoje na vida deles faz sentido dentro do espiritismo. Então eu acho que a gente tem que conseguir mostrar para eles as respostas dentro do que eles vivenciam, né? Então, é o que a gente tem tentado fazer através de dinâmicas, brincadeiras, de uma forma muito lúdica, que é um uma coisa que a gente consegue trazer muito no acampamento, porque a gente tem tempo, né? é um evento de três dias, então a gente consegue fazer isso, ter tempo de passar tudo isso para eles de uma forma dinâmica, lúdica, uma imersão mesmo na doutrina, ao mesmo tempo que eles se relacionam entre eles, fazem amizades, abrem o coração para nós, pra gente poder entrar, pra gente poder ajudar de
uma forma dinâmica, lúdica, uma imersão mesmo na doutrina, ao mesmo tempo que eles se relacionam entre eles, fazem amizades, abrem o coração para nós, pra gente poder entrar, pra gente poder ajudar de alguma forma a colher. E isso tem feito muita diferença para nós, porque o movimento de jovens dentro do nosso centro aumentou significativamente, não só frequentando a evangelização, mas estando junto com nós em várias outras atividades da casa, visita a Lar de Idosos, eh os eventos que a gente faz de promoção de feijoada. Então, a gente fez recentemente a feijoada na casa, entregamos e vários jovens vieram participar, o que não tava acontecendo antes. Então, a gente, eu acredito que isso, esse encontro que a gente fez, fez toda a diferença, claro, apoiados pela diretoria da casa, que também nos ajudou muito. E e outro motivo que eu acho que assim é essencial para que tudo isso aconteça é o engajamento da equipe de voluntários entre a equipe, sabe? Eh, nós aqui, a gente conseguiu criar um time que se ama muito. A gente se ama muito. Eu falo que é um encontro de almas, porque a gente não quer ficar longe. É diferente a gente fazer um trabalho na casa espírita ou no espiritismo de uma forma geral, sentindo que é por uma obrigação, né? Agora, quando a gente vai para encontrar pessoas que a gente ama, nossos amigos, que a gente quer estar junto, que a gente não quer ir embora, porque a gente quer ficar conversando até amanhã, é muito diferente. E esse amor que vibra entre a equipe, ele exala e todo mundo sente, o jovem sente e isso faz com que ele queira estar ali, com que ele queira permanecer com nós. Então, é isso que eu tenho sentido no meu coração, junto com a equipe maravilhosa que trabalha comigo aqui, com os nossos diretores que nos apoiam muito e espero contribuir com vocês de alguma forma. Contem comigo para tudo. Um beijo com muito carinho. Obrigada mais uma vez por essa oportunidade. Desejo um ótimo encontro e uma ótima reunião para vocês. Já estamos contando. Clica Teodoro.
ma forma. Contem comigo para tudo. Um beijo com muito carinho. Obrigada mais uma vez por essa oportunidade. Desejo um ótimo encontro e uma ótima reunião para vocês. Já estamos contando. Clica Teodoro. Tenho que fazer uma errata. que na no caracteres de identificação do vídeo da Clícia, eu errei, eu coloquei com um G, mas é Clícia Teodoro, @clíciateoro, inclusive é o endereço da rede social dessa querida amiga que nos falou tão lindamente. Vamos fazer um efeito ao contrário, depois eu quero passar a palavra pro Rodney, mas eu queria só efeito, ao contrário do que eu digo na distribuição das falas, né? Vamos começar pelo João agora. João, outra palavrinha que eu tô sublinhando aqui, eu quero ouvir de você se tem a ver pertencimento, noção de pertencimento. Isso faz diferença pro jovem? faz total diferença. O jovem se sentir importante no contexto da casa espírita, onde ele está inserido é de fundamental relevância para que ele se sinta parte naquele grupo. Então, dar atribuições para o jovem, dar tarefas para o jovem de modo que ele se sinta responsável com aquilo. Se for a tarefa de conduzir a reunião pública, que ele esteja no dia e no horário na reunião pública para conduzir. Se for a tarefa de organizar os alimentos na bolsa para a cesta básica, o jovem estará lá no dia e no horário previstos para que a cesta básica seja organizada. Então, quando a gente dá responsabilidade, a gente cria esse vínculo. A gente passa a incutir na mente do jovem que o centro espírita é uma tarefa que é sobretudo dirigida pelos espíritos, mas que necessita de mãos operosas, a fim de que a vontade deles possa se manifestar no mundo material. Então, acredito que o pertencimento seja de fundamental importância. Obrigada, João. Agora a gente quer ouvir um pouquinho Rodney, que o Rodney tá sumindo aqui da tela. Queremos você pertinho, Rod, entra aí, fala com a gente. Tem participação no chat, né? É, tem muitas aqui. Eu quero ver como é que eu vou vencer toda essa esse Mas tem alguma pergunta? Tem alguma? Porque eu eu tô
ê pertinho, Rod, entra aí, fala com a gente. Tem participação no chat, né? É, tem muitas aqui. Eu quero ver como é que eu vou vencer toda essa esse Mas tem alguma pergunta? Tem alguma? Porque eu eu tô prestando atenção no que os nossos convidados estão falando e eu tô pouco prestando atenção no chat. Tem alguma pergunta? Porque aí a gente distribui pra Maria Clara e pro Litor. Ah, depois eu coloco aqui na live, tá? Eh, o o Noa tava para encerrar aqui e nós tínhamos comentado para ele trazer uma informação aqui dentro da live, tá? E então eu vou passar já que ele foi já lá se alimentar e daqui a pouco já vai dormir. Mas então assim, eh não é só a responsabilidade que a gente tá trazendo aqui do centro espírita. Nós temos que pensar assim, a nossa família vai levar o a criança, o jovem para o Santo Espírito? Então, o processo de evangelização começa dentro do nosso lar. Aí a gente leva porque tem a didática. Hoje melhorou muito, avançou muito a questão didática nas casas espíritas. a gente consegue observar isso. Ainda temos casas espíritas com grandes dificuldades. Aí cabe a nós paz, né, adentrarmos dentro da da estrutura da da casa espírita e perguntar o que nós podemos auxiliar no sentido em que a gente possa ter aqui materiais inclusíveis para que tem uma biblioteca que a gente a gente tá preocupado às vezes só comprar livro pro pro adulto e não investe num nossa, de uma gama de livros infantis, né? né? E da juventude que são assim, tem produção para para essa galera, como eles falam aqui, né? Tem produção, temos realmente assim orientações de livros e pessoas que fazem belíssimas ilustrações, que encantam. Então, digamos assim: "Poxa, eu vou na casa espírita, tá com meu filho lá na evangelização, não custa nada eu adentrar essa linha, dar aquela olhada, verificar assim: "Que que vocês precisam? de auxílio, comprar mais aquisição de livros. Vamos fazer aqui uma campanha e vamos comprar livro. Ah, precisa de material de pintura, vamos comprar. A gente tem que tá atento a isso. Não é só levar os
e auxílio, comprar mais aquisição de livros. Vamos fazer aqui uma campanha e vamos comprar livro. Ah, precisa de material de pintura, vamos comprar. A gente tem que tá atento a isso. Não é só levar os filhos para que a casa espírita faça tudo por eles, não. A gente tem que se a gente tem que se e ter esse sentimento de pertencimento a essa tarefa. Nós temos que investir nas condições da casa espírita. Nós temos que fazer com que ela fique um lugar encantador, ajudar na pintura, deixar o negócio colorido, né? A gente pode, a, a casa espírita, ela pode promover o banco de talentos. Pessoal vai assistir lá na palestra, quem é eletricista, quem é o encanador? Vocês gostariam de fazer algum trabalho voluntário com a gente aqui, fazer uma pintura, né? até ensinar um um jovem a fazer a pintura, fazer uma gente tem muitas opções. É, o jovem quer trabalho, o jovem quer estar ali à frente de execução das coisas que tá aprendendo, né? Então assim, a evangelização com essa nova didática tem sido assim maravilhoso pro Noa, porque nos enfrentamentos dele na escola pública, ele poôde aplicar o poder da gentileza, o poder do respeito e de tantas outras situações. Ele foi um, digamos assim, uma pessoa que ao ver uma injustiça com o professor movimentou o grupo para ir conversar com o diretor para não tirar o professor da escola. E isso vem da onde? Vem da estrutura de dentro de casa, a educação e justamente da convivência dentro do centro espírita que ensina isso. E nós não vamos ajudar a estrutura espírita a se melhorar. a ter eh projetores, a melhorar a mídia, investir até na própria Casa Espírita que ela possa gravar um a sua palestra, porque tem gente que às vezes tá acamado em casa e não pode acompanhar. A juventude tá lá, eles fazem isso, eles fazem transmissão. A minha rádio Espírita do Paraná, que eu falo assim, falei agora, desculpe, a nossa rádio Espírita do Paraná, porque não é minha, ela foi concebida de uma ideia que é para todos. E os jovens têm Casa Espírita e que fazem transmissão da Casa
falo assim, falei agora, desculpe, a nossa rádio Espírita do Paraná, porque não é minha, ela foi concebida de uma ideia que é para todos. E os jovens têm Casa Espírita e que fazem transmissão da Casa Espírita em áudio na nossa rádio Espírita do Paraná. Então eles têm até uma habilidade fantástica de fazer registros fotográficos de imagens. São os futuros produtores que nós precisamos, roteiristas. Tá tudo na juventude. O que precisa é do adulto, do senhorzinho que já do jovem há mais tempo que está aqui na existência. tá tá ali junto orientando, ó, doutrinariamente, meus meus meus meus queridos, segue essa linha aqui que tá tudo certo. Vamos fazer uma peça teatral, a gente vai estar revisando com vocês, apresenta para nós, qualquer coisa a gente dá um ajuste aqui. Mas tem essa interação, essa convivência, salutar que a gente precisa. Por isso que a moral da história tá dando certo, porque é justamente reviver memórias afetivas que foram há muito tempo esquecidas, que era a gente sentar e contar história pro nosso filho, né? Então tem tudo isso, minha gente. Nós pais temos a nossa obrigação moral com a instituição onde a gente tá deixando os nossos filhos e os nossos jovens. Nós temos que ser a mão de obra. para que ajude as instituições a justamente preparar esse campo. Gente, o solo é fértil, é fértil e essa juventude aí tá, ó, eu quero semear, eu quero florir, eu quero produzir e nós temos que dar condições. Falei demais, gente, mas é que você nunca fala demais. Eu tô só pontuando aqui mais uma palavrinha, passando pro Vitor. Às vezes o peso que às vezes a gente coloca em cima da casa espírita, mas na verdade por detrás de uma casa espírita tem pessoas e nós precisamos de pessoas com entusiasmo. Eu lembro que a gente fez campanha de eh arrecadar aqui livros e mandar pro estado de Manaus, porque há uma dificuldade de levar nos centros espíritas mais distantes. Então, por também, olha, outra coisa, rapidinho, Cris, evangelização infantil das crianças pequenininhas, quando teve aqui no
, porque há uma dificuldade de levar nos centros espíritas mais distantes. Então, por também, olha, outra coisa, rapidinho, Cris, evangelização infantil das crianças pequenininhas, quando teve aqui no Paraná problema de enchente por meses, a cesta básica foi com um cartãozinho pintado pelas crianças. E quem recebeu, quem recebeu a cesta básica robusta, o alimento do corpo não teve mais interesse do que o alimento da alma, que foi justamente receber aquele cartão que Deus estava ali abençoando, que tivesse força. E as os pequenininhos sabiam fazer isso, eles desenhavam aquilo que eles podiam escrever, escreviam. E aí as as tias, né, que eles falam, complementava com alguma frase de de engajamento, de de carinho que a gente tem muitos, né, dos benfeitores espirituais, então levava ali. Então, às vezes eu me emociono, por isso que eu dei uma segurada aqui para não ficar chorando aqui na live, mas as pessoas chegaram a chorar quando receberam o alimento do da alma, que foi um cartãozinho produzido pelas crianças da evangelização. Então, nós temos que dar oportunidade elas fazerem isso e elas se sentem valorizadas em fazerem essas tarefas. Então, gente, confie. Se você não é espírita, leve seu filho para a evangelização. Se não é a sua religião, mas você leve aonde você tenha justamente esse lugar onde pode ajudar a dar o direcionamento na vida da sua criança, do seu jovem. É isso, Rod. Eu tava pontuando aqui uma outra palavra, né, passando pro Víor agora. Eh, Vittor, orientação, né? Orientação, a oportunidade da de travamento de contato com o evangelho. Fala um pouquinho pra gente, tá? Eh, eu, se me permite, me vê ao coração de comentar algumas ideias que estão dando certo assim, que de certa forma podem servir de maneira eh para orientar-nos, né, um uma ideia pensando mocidade, né, já que a gente dividiu, falamos um pouquinho a respeito do extrapolar da casa espírita, como é que a gente chama? Temos que dialogar com o que tá acontecendo no mundo, né? OK. Mas dentro da casa espírita, como é que a
vidiu, falamos um pouquinho a respeito do extrapolar da casa espírita, como é que a gente chama? Temos que dialogar com o que tá acontecendo no mundo, né? OK. Mas dentro da casa espírita, como é que a gente pode fazer? Eh, reuniões de juventude. A depender de quem coordena, a gente vai ter alguns desafios, né? Porque às vezes estabelece um cronograma, o jovem nunca foi chamado para fazer parte de pensar esse cronograma. Uma ideia que dá certo. Eu tava visitando diversas mocidades, vendo tudo de Juiz Fora, passei numa num domingo, 10 horas da manhã. E aí o que os coordenadores fizeram? Colocaram eh alguns eh como é que fala? É uma espécie de cartolina, né? E dividido por eixos temáticos e falaram assim: "Quais perguntas pensando nesses eixos aqui vocês teriam para fazer? E aí foram eixos muito abrangentes, porque o objetivo era pensar em várias coisas. Então eles colocaram diversas perguntas relacionadas às temáticas. Para que que serviriam essas perguntas? Para orientar o planejamento. Ou seja, de alguma maneira, né, o jovem, esse é um meio de chamar a participação desse jovem para ele contribuir no que que vai ser estudado, no que que vai ser pensado, né? É tudo bem ter às vezes aquelas eh reuniões que estão previstos determinados temas que é interessante, precisa realmente ser falado e não vamos descartar estudar sobre princípios, OK, espíritas, né? Mas também dá essa possibilidade, o que que ele quer entender, o que que ele quer saber, enxergar, porque eu acho que esse é o desafio, enxergar um pouco melhor, porque não não existe um uma receitinha de bol falar assim: "Olha, é isso, ele quer só saber disso". Não, ele não quer só saber disso. São realidades diferentes. Soccio culturalmente, economicamente falando, são realidades diferentes. Mas tá, então dentro da mocidade, essa é uma sugestão. Além de ter música, né, da possibilidade pessoal, né, trazer ali violão, essas coisas. OK. Ah, pensando na ideia de do da juventude, mocidade dentro da casa espírita, o que que dá para fazer? As
stão. Além de ter música, né, da possibilidade pessoal, né, trazer ali violão, essas coisas. OK. Ah, pensando na ideia de do da juventude, mocidade dentro da casa espírita, o que que dá para fazer? As reuniões públicas normalmente são feitas por adultos. para adultos, OK, tá tudo certo, não tá errado isso, OK? A maior parte do público é isso, mas que dá um dia do mês, uma reunião, ela não ser dirigida, orientada pelo di, sobretudo pela juventude, propor ali uma roda de conversa, tema família, essas coisas, né? Dá esse espaço para que esse espaço do salão e do extrapolar da casa espírita seja entendido não como o espaço do adulto, que às vezes acaba acontecendo, né? mas como um espaço de interação, de pertencimento, que pode aumentar um pouco mais. Então, será uma vez no mês não seria interessante engajar uma vez a cada dois meses, mas dá essa oportunidade de discussão, de reflexão, né? E aí prepara bonitinho, faz a roda de conversa, cada um colabora ali, porque a gente pode pensar outros modelos de reunião pública também. Não precisa necessariamente ser sua palestra. Um, uma sugestão, né, pro pensando a porque a gente tem desafio, às vezes o jovem espírita, ele só fica dentro da casa espírita com outros jovens espíritas, mas e coisas que poderiam acontecer fora da casa espírita e que esses jovens poderiam se encontrar para cultivar ela os pertencimentos. Porque quando o nosso grupo eh de amizades ele é integrado por pessoas espíritas, quando isso extrapola a casa espírita, ganha mais sentido o que a gente tá cultivando e tudo mais, porque a gente já sabe pela neurociência que o aprendizado perpassa o afeto, a emoção. Então tudo aquilo que vai sendo construído com base nisso tudo, né, vai sendo fundamental na nossa vida. E aí uma ideia, por exemplo, conheço o projeto chamado Missionários da Luz lá de Brasília, pessoal extrapola, Casa Espírito tem diversas iniciativas feito por jovens que entenderam que tem um objetivo em comum e estão fazendo a acontecer iniciativas sociais,
sionários da Luz lá de Brasília, pessoal extrapola, Casa Espírito tem diversas iniciativas feito por jovens que entenderam que tem um objetivo em comum e estão fazendo a acontecer iniciativas sociais, iniciativas de trabalhos entre eles, de pertencimento mesmo, experiências. Isso precisa ser mais incentivado, né? Uma outra sugestão, vou falar bem rápido para não ocupar, eh, eu participei pensando no jovem universitário, né? Eu participei em Uberlândia do Go, Grupo Espírito Universitário. A gente estudava dentro da Universidade do Espiritismo. Ainda existe esse grupo, né? Infelizmente não tô mais lá, então não faz parte. Mas a gente tinha reunião de estudo do evangelho, estudo do livro dos espíritos, o nível da discussão era outro. Era porque pensa, você tem um monte de gente na universidade dialogando com pensamento científico, era uma discussão de outro mundo e era muito legal, tá ali dentro. Então, outra sugestão, existem coisas pra gente poder fazer, né? E dentro, né, da do movimento como um todo, quantos jovens não podem ter oportunidade, né, de poder falar, se expressar às vezes nos congressos, por que não abrir um uma alazinha ali? Olha, eh, o espaço da juventude e tal, no meio ali propor uma roda de conversa, um debate, alguma coisa, chamar a galerinha, os eventos que vão ser feitos. Gente, a gente precisa de jovem pensando evento, você coloca 40 adultos para fazer um negócio e cadê um jovem para opinar e tal. Eh, enfim, fica tão pobre. Eu participo do Congresso Espírita eh de Uberlândia do jovem ali ajudando a coordenação. É um adulto pro resto tudo que é jovem. Então de 15 a 30 tem uma diversidade ali gigante e todo mundo colabora, contribui e a gente vai crescendo, que é fantástico. Maravilha, Víor. E só para sublinhar isso, Vittor Hugo é o nosso coordenador do Congresso Jovem de Juiz de Fora. que acontece agora 15, 16 e 17 de agosto e tem todo um espaço jovem preparado e coordenado pelo Víor Hugo, né, brevemente em Juiz de Fora em agosto. Compareçam, né, animem os seus jovens a
iz de Fora. que acontece agora 15, 16 e 17 de agosto e tem todo um espaço jovem preparado e coordenado pelo Víor Hugo, né, brevemente em Juiz de Fora em agosto. Compareçam, né, animem os seus jovens a participarem também desse encontro que vai ser maravilhoso. Agora a gente tem, meus amigos, eu vou pedir permissão pra gente exibir uma outra participação. Fala, Rod, fala aí. Olha o comentário aqui embaixo da Fátima Salvo. Sim, lê pra gente. Sugestões para as próximas lives. Pode ser até hoje, viu, gente? Tá. Literatura para os jovens, como é recebida por eles? Conhecem ou não? Quais os títulos mais títulos mais interessantes? Legal. A gente vai voltar da nossa sonora e aí eu vou pedir dicas de literatura paraa Maria Clara. pro João e pro Vittor, tá? Vamos rodar então a participação do Nicolas de Goiás. Chamo Nicolas, eh, sou coordenador de Mocidade há 3, 4 anos e sou coordenador regional da juventude também, a 13ª Regional de Goiás. O trabalho à frente da juventude, além da gente ser jovem, né, estar com as suas obrigações, iniciando processos, finalizando outros processos, a gente ainda tem essa bênção que eu considero, que eu imagino que se não fosse as suas coordenações na juventude da regional, quem seria o Nicolas? Então esse sentimento, esse amor e também a fé, ela tem que transmitir pros jovens. Então como é ser um jovem espírita? A gente compreende sobre todas as nossas bases, compreende sobre a reencarnação, compreende sobre a imortalidade da alma. Com essas compreensões, a gente vai começando a tomar certas decisões em nosso em nosso caminho, de acordo com essa compreensão que Allan Kardec, sua codificação, trouxe pra gente. Ser um coordenador da juventude exige duas responsabilidades: acolher o jovem e exemplificar o evangelho para esse jovem. Então, se a gente não cria esse afeto, esse amparo pro jovem, não tem como ele se sentir acolhido dentro de uma cidade ou dentro da casa espírita. Eh, sobre o exemplificar, entrando em quesitos doutrinários, o estudo muito
cria esse afeto, esse amparo pro jovem, não tem como ele se sentir acolhido dentro de uma cidade ou dentro da casa espírita. Eh, sobre o exemplificar, entrando em quesitos doutrinários, o estudo muito importante, muito, muito importante. O que o estudo nos ensina são coisas que o próprio estudo fala pra gente que a gente nunca mais vai esquecer. a gente não esquece daquele ensinamento. Então, como eu transmito esse ensinamento e como aquele jovem pega esse ensinamento para ele, é muito importante, porque aquilo pode reger um futuro muito, muito próximo. Como é estar dentro do movimento espírita sendo um jovem e o local em que as decisões são realizadas e se sentir membro, se sentir parte dessas decisões, mesmo que você não tome alguma decisão, mas se sentir ali dentro do movimento, sentir as ondas indo e voltando, sentir tudo aquilo dando certo e saber que teve uma parte de contribuição sua é muito bom. Mas o que eu posso fazer hoje para me mudar, para me transformar como pessoa? O que eu posso fazer hoje para acolher aquele jovem que entra na porta do centro de melhor forma? O que eu posso fazer hoje para que o meu movimento espírita local seja um movimento mais forte, mais unificado, mais eh conjunto, sendo um todo, não separações, não divisões. Então, o que a gente pode fazer hoje, ser jovem espírita, é isso. Qual a minha próxima decisão? Essa decisão afeta o meu próximo positivamente ou negativamente? Quando eu faço algo, eu estou sendo um exemplo para algum jovem. Então, será que essa decisão que eu estou tindo agora, por exemplo, de trazer esse vídeo até vocês, essa decisão vai ser vai ser um um uma motivação para algum jovem? O que realmente nós jovens espíritas queremos? Queremos palco ou queremos ajudar, acolher, exemplificar, participar do movimento espírita é muito bom. Por favor, quem estiver vendo esse vídeo, abra as portas para a juventude. A juventude é o presente, porque se ela não for trabalhada agora no presente, ela não será o futuro. Então, é, repetindo e também
favor, quem estiver vendo esse vídeo, abra as portas para a juventude. A juventude é o presente, porque se ela não for trabalhada agora no presente, ela não será o futuro. Então, é, repetindo e também compartilhando essa mensagem com vocês que eu finalizo esse vídeo. Muito grato por estar aqui, eh, muito grato por ter essa oportunidade e continuemos firmes e fortes. O espiritismo, desde o censo de 2022 trouxe mudanças e o amor resplandeceu dentro da doutrina. A doutrina obviamente já tem o amor. O espiritismo é perfeito. Porém nós espíritas somos seres ainda em processo. Porém nós temos o conhecimento. Nós temos a terceira revelação. E o que estamos fazendo com ela? Fica a reflexão e muito obrigado por essa oportunidade e uma boa noite para quem está nos assistindo. Muito bom, né, gente? Olha, a Ivana Heisk, que é a nossa querida companheira aqui do Conecta Espiritismo, ela tá capitaneando o chat, ela tá lá respondendo como conecta espiritismo no chat. E ela tá contando um bastidor da história do Nicolas, que ele estava assistindo a nossa live no domingo passado, ficou entusiasmado com esse espaço, com essa oportunidade de reflexão, se comunicou conosco e tá participando da live hoje, mandando esse inspirador depoimento, né? Gratidão, Nicolas. Eh, é isso aí. Temos que abrir o nosso coração para essa luz do espiritismo entrar, facultando isso a todos os jovens de forma indistinta. Rapidamente, gente, a gente tem que fazer uma circulada bem bem rápida agora no depoimento de vocês, porque a gente ainda precisa exibir três outras participações. Mas como a gente entrou nessa seara de dica de leitura, vamos fazer um pingafogo rápido aqui. Clarinha, recomendação de leitura. Tá, vamos lá. Eu vou defender o time da galera que é mais visual, que sempre teve dificuldade com leitura, que eu fui essa jovem, essa criança e sou essa adulta, né? Então, na juventude ali, no meio da juventude, eu percebi que eu gostava mais de estudar livros do que ler. E dentro da doutrina, os que eu
, que eu fui essa jovem, essa criança e sou essa adulta, né? Então, na juventude ali, no meio da juventude, eu percebi que eu gostava mais de estudar livros do que ler. E dentro da doutrina, os que eu mais me interessei de fato e os que eu estudei foram os livros do Pentateuco. Mas pra juventude espírita, eh, livros que me interessaram muito foram do Luís Ruivas. Eh, ele tem uma coleção que chama, tem o livro Espiritismo Fácil, Evangelho Fácil. É muito legal, é tudo muito objetivo, tem informações ali, é quase que um uma mistura científica, filosófica, eh, né, relacionada ali com espiritismo, que é muito legal. O nome é kit Espiritismo sem mistérios. É muito legal, muito legal mesmo. E para além da literatura, que é um uma forma de arte extremamente relevante, que a gente usa muito eh no espiritismo, venho lembrar também das outras artes, né, que chamam muito a atenção do jovem e que são instrumentos de trabalho eh importantíssimos pra gente tá trabalhando aí com a nossa juventude, né? Já fiz parte, não sei se os meninos aqui também, mas grupo de música, de teatro, dança, não é muito comigo, mas tem a galera aí indica um grupo que eu acho que é o grupo hoje que eu conheço no Brasil que mais se aproxima do público jovem, que é equipe Um. É um grupo de música espírita do Espírito Santo. A o Vitor Hugo conhece, eu acho que é o que mais se aproxima do público jovem. os outros grupos eu acho que é tudo muito mais sereno, mais calmo, não vejo ali tanta identificação, não. Então, essas são minhas dicas, Luiz Rivas e equipe Um. E só para falar rapidinho ainda do que tavam falando, eh, sobre o a orientação, eh, no livro que eu comentei com vocês é justamente isso, oportunidade mais orientação sempre. E dentro desse documento também existem várias ideias e exemplos de atividades que podem ser realizadas com os jovens dentro de todas as áreas funcionais do CFN. Então, área de assistência e promoção social espírita, área de comunicação social espírita eh área de estudo, área de mediunidade, tem
lizadas com os jovens dentro de todas as áreas funcionais do CFN. Então, área de assistência e promoção social espírita, área de comunicação social espírita eh área de estudo, área de mediunidade, tem várias dicas de atividades que podem ser realizadas com jovem, não só tipo, ah, precisamos de jovens para carregar cadeiras, isso não é o protagonismo juvenil, jovem pode ajudar, todo mundo pode ajudar, né? clássico, mas é importante a gente ouvir, como o Víor Hugo trouxe, a gente precisa ouvir o jovem. Eu não vou me sentir parte integrante. Só chega alguém e fala: "Faça isso". A gente precisa ver o que que o jovem gosta de fazer, né? Ah, esse jovem fotografa bem, vem fazer a cobertura de um evento pra gente, olha de todas as áreas que funcionam no centro espírita e fala: "Olha, a gente tem isso, isso, isso, isso, isso outra área tem isso, isso? Que que você gosta? o que que, né, tu tá com vontade de fazer. Então, é preciso ouvir o jovem, né, não só, enfim, e orientar. É um trabalho junto, é para o jovem e com o jovem. Não existe fazer evento paraa juventude sem ter jovem no no planejamento. Isso não existe. Nos últimos anos isso tem sido incentivado na área de infância e juventude nacional a participação dos jovens na construção. Isso muda o caráter do evento, muda tudo, a programação, o que é feito, muda a quantidade de jovens que aparecem, né? o quanto eles se envolvem mais com evento. Então são as duas palavras que Rômulo, meu amigo que tá aqui, também já foi coordenador da área de infância juventude, traz oportunidade e orientação sempre. Obrigada, Clarinha. Queremos ouvir o João Marcelo aí de dicas de entretenimento, livros. Quais são as suas sugestões, meu amigo? Antes de dar minha dica de leitura, gostaria de recordar que grande parte dos autores espíritas das principais obras que conhecemos tiveram um engajamento na doutrina enquanto jovens. Se recordarmos a codificação, veremos a participação ativa de Juli e Caroline Bodã nos primeiros dias da obra espírita. Irmã Sidufô também aos 14
os tiveram um engajamento na doutrina enquanto jovens. Se recordarmos a codificação, veremos a participação ativa de Juli e Caroline Bodã nos primeiros dias da obra espírita. Irmã Sidufô também aos 14 anos, Leon Denil, apóstolo do Espiritismo, leu o livro dos espíritos quando possuía 18 anos. Já Chico Xavier, que foi o missionário da divulgação do livro Espírita, publicou os 22 anos parnados de Além Túmulo, enquanto Divaldo Franco, que nos trouxe em vida cerca de 300 obras espíritas, proferiu a sua primeira palestra aos 19 anos, no dia 27 de março de 1947. Então, o livro espírita tem a participação do jovem, tem a participação daqueles que ingressaram na juventude no nosso movimento. A minha indicação feito esse introito, seria do livro Após a Tempestade do Espírito Joana de Angeles, psicografado pelo médium Divaldo Pereira Franco. Porquanto é um livro que nos traz inúmeras questões da atualiz da atualidade analisadas sobre a ótica da doutrina espírita. É uma obra que versa sobre diversos temas. Quais? Aborto, viciação alcoólica, suicídio, uso de vícios, uso de bebidas alcoólicas, uso de entorpescentes. É uma obra que trata eh da nossa relação também com os nossos familiares, o nosso papel do mundo. Então, é tudo que o jovem quer saber. Porque o que eu sinto muitas vezes nas nossas casas espíritas é que a gente quer impor um determinado conhecimento ao jovem que nem sempre é do interesse dele. Então, por exemplo, conhecimentos mais técnicos, quais o perespírito, a mediunidade, a bicorporeidade, a transfiguração, as propriedades mais íntimas do perespírito, que são de uma relevância muito grande para nós que estudamos a doutrina, mas atende aos anseios do jovem, atende às buscas, às necessidades do jovem? Então, façamos uma pesquisa, utilizemo-nos no recurso do Google Forms para fazer pesquisa com os jovens dos temas que eles gostariam de entender e utilizemos o jovem sobretudo na compreensão do mundo atual. Algo que Allan Kardec fazia na revista espírita era trazer notícias, fatos da
quisa com os jovens dos temas que eles gostariam de entender e utilizemos o jovem sobretudo na compreensão do mundo atual. Algo que Allan Kardec fazia na revista espírita era trazer notícias, fatos da sua atualidade e comentá-los à luz do espiritismo. Então assim, isso dá um sabor de atualidade ao espiritismo. Isso dá um caráter ao espiritismo de aplicabilidade ao contexto tão conturbado, tão aturdido da sociedade atual em que o jovem se encontra. Então, trazermos temas que falem a necessidade do jovem. lembrando-nos da do convite que o espírito Joana de Ângeles nos fez em novos rumos para o centro espírita. Espiritizar, qualificar e humanizar. Precisamos humanizar qual a necessidade humana, qual a necessidade dos corações sedentos de conhecimento e informação que eu tenho no centro espírita. qualificar, fazer essa propaganda de forma mais atraente. O jovem tem o senso estético em geral para as redes sociais, para os posts, para os vídeos e pode nos auxiliar nesse sentido, na tarefa de trazê-los à nossa doutrina e espiritizar no intuito de trazermos sempre a doutrina espírita como sendo o norte das nossas existências, apesar das modificações que façamos na forma, não porém no conteúdo. Obrigada, João. Foi ótimo, ótimo ouvir você também nesse sentido. E agora a gente vai, Vittor, vamos exibir mais uma sonora e aí eu vou te ouvir com muito prazer, dando sequência e aí a gente faz uma rodada de encerramento com vocês para depois a gente colocar as outras duas últimas participações, tá? Porque aí fica equilibrado e a gente consegue contemplar as participações também. Rodney, exibe pra gente duas participações de Goiás, que inclusive vão atestar o valor da arte associada a um trabalho com um jovem. Eh, eu vou te pedir para exibir as duas, tá? Do Eduardo e na sequência a segunda participação de Goiás, tá? E a gente deixa a comunicação eh da Francesco por último e antes disso a gente ouve o Víor. Pode ser assim, Rodney? Tá. Então o Eduardo na sequência o Anderson. Isso. Eduardo e Anderson de
Goiás, tá? E a gente deixa a comunicação eh da Francesco por último e antes disso a gente ouve o Víor. Pode ser assim, Rodney? Tá. Então o Eduardo na sequência o Anderson. Isso. Eduardo e Anderson de Goiás. Meus amigos falando também muito da importância dos eventos que reúnem jovens em torno da produção da arte, produção musical. OK. Me chamo Eduardo Veira Mesquita. Atualmente estou vice-presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás e também presidente da Associação Campo da Paz. A Campo da Paz realiza há mais de 35 anos o EVA, que é o encontro de evangelizadores através da arte. O Eva durante todos esses anos tem reunido inúmeras mocidades espíritas, grupos de evangelização, trabalhadores, né, da casa espírita embuídos nessa tarefa junto à criança e ao jovem, especialmente a juventude. O Eva tem sido um evento que tem trazido inovações para as atividades junto à juventude ou com a juventude. Isso porque os estudos do evangelho são realizados por meio da arte, das vivências. E o que torna ainda mais especial é que é junto à natureza. A associação ela está sediada em uma fazenda ecológica próximo à cidade de Goiás. E ali então nós temos cachoeiras, as matas, toda uma abundância junto a essa natureza para o estudo do evangelho, para as atividades artísticas que os os jovens realizam. Então, este é o caráter do encontro e o EBA tem sido esse celeiro para o nosso movimento espírita em Goiás, no que se refere a lideranças, no que se refere a trabalhadores que realmente se engajam nas atividades do centro espírito, do nosso movimento espírita. Fiquem aí o convite para aqueles que assim desejarem participarem conosco do nosso EVA. Um abraço. OK, agora vamos para o outro vídeo. Boa noite, pessoal. Aqui Anderson Assista falando. Então, referente ao movimento espírita, as mocidades, vou falar um pouquinho aqui. Eh, a gente tem dois cenários, um pós pandemia e um antes da pandemia. Pós-pandemia a gente percebe que as mocidades diminuíram, infelizmente, a quantidade de jovens,
des, vou falar um pouquinho aqui. Eh, a gente tem dois cenários, um pós pandemia e um antes da pandemia. Pós-pandemia a gente percebe que as mocidades diminuíram, infelizmente, a quantidade de jovens, né? são eh o público também, os jovens hoje em dia são jovens eh mais novos, as mocidades ficaram mais novas, né? Então assim, antes tinham jovens, muito jovens de 25, 30 anos, mais velhos. Hoje em dia eu tenho as mocidades são compostas por jovens ali na fase de 12 a 15 anos, 16 anos. Esse é é a maioria, né, do dos jovens. O estilo do jovem também mudou, né? O jovem de antes eram jovens mais animados, hoje os jovens são mais retraídos. Mas como ponto positivo disso são jovens com auxílio da internet, vê bastante vídeo sobre espiritismo, estudam, eh, tem essa criatividade mais para vídeo. Antes os jovens eram mais animados, né, tanto na alegria cristã, nesses, né, paraa criatividade também. E os jovens de hoje em dia são mais retraídos, mais quietos. Mas como ponto positivo em sala de aula, o fator de serem mais quietos, eles são mais atentos, ouvem mais, eh, em casa estudam. Então, eu percebo que são jovens também estudiosos. Assim, muitas casas espíritas têm medo de darem a oportunidade aos jovens, né? Eh, eu, o que eu venho a dizer é justamente para confiar, é na responsabilidade que o jovem cresce, é na responsabilidade que o que o jovem amadurece. né? E se dedica. Então assim, eh, dá trabalho, dar responsabilidade, confiar, erros vão acontecer, mas é assim que cresce, assim que se torna o futuro, né, da dos centros espíritas. Então assim, dê oportunidade ao jovem, confie nesses jovens, mesmo com a idade sendo inferior, mas é com a oportunidade que que auxilia, que ajuda eles a crescerem. referente ao Eva, que é um encontro de evangelizadores através da arte, para quem não foi, recomendo bastante. É um evento muito bom, aonde a gente estuda, trabalha, conhece novas pessoas, faz novas amizades, em que toca o íntimo da pessoa, em que trabalha no seu melhoramento, momento de de oração,
o bastante. É um evento muito bom, aonde a gente estuda, trabalha, conhece novas pessoas, faz novas amizades, em que toca o íntimo da pessoa, em que trabalha no seu melhoramento, momento de de oração, de encontrar seu propósito. Vale muito a pena, tá? Eh, conheço valorosos depoimentos, né, Vittor? Eh, Vittor, queria os seus últimos comentários assim pra gente fazer essa varredura final. Depois a gente tem mais uma participação para exibir e aí eu ouço o comentário da Clarinha e as despedidas dela e do João fechando. Pode ser assim, Vittor? Então, a palavra é sua, considerações finais, meu amigo. Eh, vamos agradecer, né, essa oportunidade da gente tá aqui debatendo, refletindo, como a gente disse inicialmente, honrando todos aqueles que vieram até então, todos aqueles que fazem do jeito que dão conta. Nosso intuito não é de desvalorizar, de negar ninguém, mas é entender que se estamos aqui, a gente pode fazer alguma coisa. Então, enquanto um jovem adulto, nesse momento espírita, eh, eu estou procurando, tentando fazer aquilo que eu dou conta, aquilo que eu posso me engajar, né, nesses diversos espaços, longe de apontar dedo, longe de ficar, né, criticando as pessoas, eu acredito que o que a gente mais precisa é gastar essa energia na nossa criatividade e sobretudo enxergar, escutar as pessoas. Então, eh, enquanto um jovem, eu tenho um perfil e eu não quero que todo mundo seja igual a eu, mas eu quero que essa diversidade ela esteja estampada e cada um possa encontrar o seu lugar para trabalhar naquilo que gosta. Se for nas eh audiovisual, maravilhoso. Se for no na reflexão, maravilhoso. Se for na arte, maravilhoso. A gente só precisa de, né, espaços mais horizontais, acolhedores e que a gente possa trabalhar cada um como pode, porque representar o jovem não é dizer que tem que ser de um jeito, mas é a gente pensar que pode ser de muitos jeitos se a gente tiver sensibilidade. E como a Clara bem resumiu, a proposta é para o jovem, mas sobretudo com jovem. Eu acho que esse dá um virou slogan.
mas é a gente pensar que pode ser de muitos jeitos se a gente tiver sensibilidade. E como a Clara bem resumiu, a proposta é para o jovem, mas sobretudo com jovem. Eu acho que esse dá um virou slogan. Fantástico. Muito bom, muito bom, Víor. Agradecemos demais. E olha, uma lembrança também. A gente falou que o Víor tá coordenando o Congresso Jovem, né, de Juiz de Fora, mas ele também é expositor dentro da programação, digamos assim, adulta do Congresso. E a gente vai est muito feliz recebendo o Víor Hugo lá. Na verdade, ele que vai me receber, porque ele tá morando em Jir Fora, não é isso? Então ele que está nos recebendo, que o Congresso de Juiz de Fora é hoje, né, eh um esforço conjunto capitaneado pelas lideranças também do Conecta Espiritismo, Rafael Papa. Enfim, a gente tá fazendo um grande congressamento de reunião de esforços e corações em agosto desse ano, 15, 16 e 17, Congresso Espírita de Juiz de Fora, também com Vittor Hugo na programação das palestras. Eh, vamos exibir João e Clarinha. Peço permissão só paraa gente exibir eh a última participação dos nossos convidados que gravaram sonoras e aí a gente volta para vocês dois, né, paraas considerações finais, tá? Vamos lá. É, Cris, você sabe que tem gente que tá nos bastidores também mandando aqui alguns recadinhos, né? Então, vamos lá. É, exatamente. É porque não, tudo bem, é porque a gente ia depois voltar pros pro chat, mas faz aí, toca aí. Pode toca aí. É que é que apareceu um cidadão aí que vai est na em agosto, né? Então eu vou colocar aqui, ó. É que chegou agora, eu tive que subir rapidamente, tá? Tá bom. É rapidinho, rapidinho. Olá, amigos, do dia 15 ao dia 17 de agosto, teremos o Congresso Espírita de Juiz de Fora e eu estarei aí presencialmente para participar. Conto com a sua presença. Até lá. Foi rapidinho o recado dele, tá? A passagem de Aroldo convidando, endossando o nosso convite. Realmente vai ser uma experiência incrível, muito bacana. E aí, agora a gente vai ouvir, né, a nossa convidada Francesco. Eu só
o dele, tá? A passagem de Aroldo convidando, endossando o nosso convite. Realmente vai ser uma experiência incrível, muito bacana. E aí, agora a gente vai ouvir, né, a nossa convidada Francesco. Eu só gravei o sobrenome, mas vamos ouvi-la. Boa noite, gente. Eu sou a Sofia Francesco, tenho 15 anos, sou da moidade luz, lá do centro João Ramalho, em São Bernardo. E hoje eu vim falar um pouquinho do que as casas espíritas podem fazer para tornar mais atrativo para jovem. Nós jovens sentimos a necessidade de termos um lugar para chamar de nosso. Então, é muito importante que as casas espíritas elas tenham uma sala que sejam dos jovens, que nós jovens podemos ir lá pintar do nosso jeitinho, que a gente pode dançar, cantar lá, é desenhar, pintar, tornar aquela sala o nosso lar, a nossa segunda casa e que a gente sinta confortável ali dentro e que a gente vá pro centro espírita por vontade própria, pra gente brincar, pra gente, é, pra gente conversar, para fazer novos amigos. Ponto também muito importante é a arte, porque a arte ela conecta os jovens com a espiritualidade. Então a casa espírita ela precisa mostrar todas as formas de arte dentro da espiritualidade. Então um filme, uma série, o The Chosen, eh músicas espíritas, eh teatros, pinturas mediúnicas, porque cada indivíduo, cada jovem tem seu dom. Um tem o dom de falar o teatro, o outro tem o dom de tirar foto, o outro tem o dom de desenhar, o outro tem um dom de cantar. Cada um tem sua forma de de se expressar. Outro ponto também muito importante é a importância, a necessidade que o jovem tem de ter uma responsabilidade. E onde que isso pode encontrar? no centro espírita, na casa espírita, o trabalho, nem seja para encaminhar as pessoas pro passe, para entregar água, para encher a a jarra de água, porque quando o jovem tem o trabalho, a responsabilidade, ele se conecta e se sente pertencente ao lugar e sente que sem ele o trabalho não vai ficar também. E se cada jovem se sentir assim, o projeto nunca morre. É importante também os responsáveis pela
de, ele se conecta e se sente pertencente ao lugar e sente que sem ele o trabalho não vai ficar também. E se cada jovem se sentir assim, o projeto nunca morre. É importante também os responsáveis pela casa espírita darem oportunidade para esses jovens. Então, eh, para eles passarem por todos os cursos que tem na casa, para eles verem quais eles querem mesmo, porque tem um tem um jovem que gosta muito de falar, então deixa ele começar a fazer a prece numa numa exposição, numa palestra. Tem aquele jovem que gosta de tocar violão. Deixa ele, deixa ele começar a tocar violão quando tiver harmonizando com a música. Tem aquele jovem que é muito ativo nas atividades sociais, deixa ele planejar uma nova atividade social pra comunidade. Então é importante a gente dar espaço e voz para nós jovens, porque a gente sente a necessidade, a gente sente a sede de ajudar Jesus, de viver uma vida por ele. O acolhimento também é essencial dentro da casa espírita e dentro da mocidade. A linguagem jovem para jovem é imprescindível. Um problema para nós adolescentes, talvez seja um pequeno problema pros adultos, mas pra gente é o fim do mundo. Então, quando a gente conversa com outro jovem, a gente vê que tem outras pessoas que sentem a mesma coisa. E essa linguagem é essencial para nós jovens nos mantermos firmes e continuar na casa espírita com os nossos amigos, com amigos que a gente vai levar pra vida inteira. Hoje, enquanto eu estava assistindo uma live de Uberlândia com a minha mãe, a mocidade de lá falou que a casa espírita achou um jeito de chamar os jovens. Ela aproximou os jovens a partir do esporte, a partir do vôlei, chamava para jogar vôlei e no final do vôlei começava a conversar sobre a semana, começava a falar: "Ai, vamos fazer uma arrecadação de tal coisa, vamos entregar marmita pros moradores de rua". Então, tem várias formas da gente chamar os jovens, da gente aproximar os jovens. Um sonho meu, que talvez seja impossível, mas eu acho que não, é a gente ter um grupo de WhatsApp ou uma
ores de rua". Então, tem várias formas da gente chamar os jovens, da gente aproximar os jovens. Um sonho meu, que talvez seja impossível, mas eu acho que não, é a gente ter um grupo de WhatsApp ou uma rede social, um Instagram, um YouTube, o que seja, que tenha todas as nossas cidades sem fronteira mesmo do Brasil, que a gente possa conversar com outro jovem de outro centro, sem esse negócio de ai não pode conversar com outro centro, com outra mocidade, não. pra gente ver que outros jovens passam pela mesma coisa, pelas mesmas angústias, porque o jovem sente muitos, muitos, muitos, muitas dores e muitos sentimentos. Quando a gente conversa com outro, a gente entende que não é só a gente e que a gente e que vai passar aquilo, entendeu? Então, a gente precisa de acolhimento, a gente precisa de amigos e essa rede de comunicação seria muito legal pra gente aproximar todos os jovens sem fronteiras. Aí, Clarinha, uma rede de comunicação sem fronteiras. Dá para falar do Sou Jovem espírita ou não? Com certeza. Com certeza. Ai, gente, eu fico tão feliz vendo isso, que venham ainda mais jovens, né, para esse campo de trabalho e para tantos outros que a gente tem. Eh, Cris, você quer que eu já emende aqui das minhas considerações? Sim, faz as considerações, por favor. Queridos, obrigada pelo convite. Parabéns pela iniciativa, por trabalhar sempre essa temática. Cris está sempre levantando aí essa bandeira, graças a Deus, e aos que estão nos assistindo, né? Que possam também fazer isso, né? A gente ama quando nos ouvem, quando o que a gente sente, o que a gente pensa é levado em consideração. Então, que a gente possa ouvir nossos jovens, né? Que a gente leve em consideração, dê a devida importância, dê a oportunidade, né? e o direcionamento, correto, né? A nossa doutrina espírita, ela precisa disso para ela continuar crescendo no Brasil e no mundo. E para além de pensar em números, no, né, ou, enfim, nessa doutrina que vai alcançando outros rincões, que a gente possa, na verdade,
a precisa disso para ela continuar crescendo no Brasil e no mundo. E para além de pensar em números, no, né, ou, enfim, nessa doutrina que vai alcançando outros rincões, que a gente possa, na verdade, fazer isso, se esforçar para trazer o jovem para esse protagonismo dentro da casa espírita, lembrando no consolo dos corações, né? Se essa doutrina nos salva todos os dias, ela pode salvar outras pessoas também que estão aqui reencarnadas. Então, vamos seguir aí nesse esforço de abrir espaço paraos jovens. Se tem algum jovem, né, assistindo aqui esse momento, tem espaço para você no espiritismo, no movimento espírita, no movimento federativo, tem espaço para você e pros seus sempre. Muito bom, Rodney. Queria que você fizesse uma varredura aqui do chat pra gente entregar depois pro João. Olha, Cris, o chat tá recheado, tá? Eu não terei condições assim de vencer todos, mas assim, vocês nos abasteceram de muitas ideias, de diversas sugestões e e encontrei aqui eh muitas manifestações colaborativas e principalmente reflexivas. E num geral, tá, vocês jovens trouxeram eh muita bagagem, tá? em que dividiu o conhecimento com todos nós e nos encanta a essa oportunidade de vê-los atuante em suas atividades nas casas que pertencem, no movimento espírita que estão vinculados e dão justamente essa inspiração para os pais apresentarem essa live, mostrarem para seus filhos e falar assim: "Olha, tá aí, ó, esse é o caminho que nós todos vamos trilhar em família, tá? Porque não é só o jovem isolado, não é só a criança, é toda a família trabalhando junto para produzir grandes resultados. Então, fiquei muito feliz que o pessoal também gostou daquela parte que eu falei, vamos tirar um pouco do peso da casa espírita, porque a responsabilidade começa dentro do nosso lar, né, do nosso amado e querido lar. E aí sim a Casa Espírita nos auxilia com toda a sua estrutura de convivência para que a gente possa se fortalecer e aí sim como a proposta dos jovens sair das nossas do nosso comodismo e justamente para
aí sim a Casa Espírita nos auxilia com toda a sua estrutura de convivência para que a gente possa se fortalecer e aí sim como a proposta dos jovens sair das nossas do nosso comodismo e justamente para aqueles que estão necessitados e que precisam do nosso apoio, do nosso carinho, da nossa convivência além das nossas estruturas para que a gente não vivia não viva numa bolha, né? A gente vive num planeta. Então, nós vamos ter que fazer o encantamento para o planeta. Então, tô muito satisfeito de ter participado dessa live com a juventude e e confesso, jovem, ocupem todos os seus espaços, porque nós precisamos muito, mas muito mesmo dessa força para inspirar tantas outras pessoas, porque a porta larga tá muito escancarada, tá? os convites para as coisas erradas do mundo está aí muito forte, né? E nós e nós temos condições de trazer todo esse time para nós aqui. Muito bom, Rod. Víor, uma última pergunta para você no chat aqui. Maria Regina Cardoso, deve ser Cardoso, 10:57, colocou há um minuto atrás. Como posso inscrever alguém para o grupo jovem do Congresso de Juiz de Fora? Ó, a Ivana foi rapidíssima no gatilho. Ela já 10,58 ela colocou aí, ó, pra gente. Maria Regina, acesse nosso site www.conectaespiritismo.com.br. As inscrições abrirão em breve. Então, quem nos ouve é de Ju de Fora Imediação ou vai estar com a gente às vezes e até então só os adultos. Lembra, vai ter esse evento aí no sábado e no domingo, especialmente produzido por jovens desejosos de colaborar no espaço dinâmico, vai ter muita coisa boa. Obrigada, Vittor. E, ó, eu decorei o slogan, tá? Já fiz uma compilação aqui de slogan, ações para os jovens, mas com os jovens. Quando o jovem assume responsabilidade, ele se conecta, viu? Já ganhamos slogans. Agora a gente vai encerrar a nossa live, né? Porque eu também quero passar o meu bastão para ele. João Marcelo, meu amigo, tá contigo o encerramento dessa live. Eu não vou falar mais nada. você faz as suas considerações finais e encerra a live para mim, por gentileza. Nosso João
u bastão para ele. João Marcelo, meu amigo, tá contigo o encerramento dessa live. Eu não vou falar mais nada. você faz as suas considerações finais e encerra a live para mim, por gentileza. Nosso João Marcelo. A juventude é rica de possibilidades para o futuro. No entanto, é imprescindível que o futuro comece nas ações do hoje, nas ações nobilitantes do agora, para que não se converta em dor, arrependimento e tristeza. A conquista da espiritualidade, a busca pelo autoconhecimento, por adquirir o sentido existencial, é o que pode nos conferir uma vida isenta de arrependimentos, porquanto podemos nos arrepender de tudo aquilo que fizermos durante a nossa existência física, menos da conquista da espiritualidade. Podemos nos arrepender da carreira pela qual seguimos, dos bens materiais, das aplicações que fizemos aos nossos valores monetários, das nossas reuniões conjugais, mas nunca de termos buscado o sentido para existência, o viver em Deus. Gostaria de dizer aos jovens, meus amigos, que a doutrina espírita nos orienta o caminho reto na direção da felicidade, ao passo que o mundo nos chama às diversas ruas sem saída, onde adentraremos e teremos o trabalho de voltar por elas, a fim de tornarmos a via que nos conduz à felicidade. Porque essas ruas sem saída não conduzem a lugar nenhum, a não ser a desencantos e a desânimo. Que possamos nós jovens nos engajar na doutrina espírita, já que ela é esse consolador prometido por Jesus, chamando-nos à vivência de uma vida mais feliz e mais plena. Paz a todos. เ
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