Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 13 | 01.06.25
Estudando com Jesus | 01.06.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 13: Ação da prece Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5053460718813184
เฮ Olá a todos, um excelente domingo a quem está nos assistindo aqui pelos canais da internet. Olha, pra gente aqui é uma satisfação assim imensa poder iniciar o domingo com Jesus, iniciar o domingo com esse estudo maravilhoso, não é? Estudando com Jesus, mais uma edição, continuando ali eh as nossas reflexões e o aprendizado sobre a obra O Espírito da Verdade. Hoje nós temos uma lição de André Luiz muito muito bacana. E antes de tudo, eu já quero convidar aqui a minha companheira da vida, Eliane. Olá. Olá. Bom dia. Bom dia, Juliano. Bom dia a todos que nos acompanham. Hoje nós temos esse tema tão importante, né, paraas nossas vidas, que é a prece. Como é que nós entendemos do que a prece, que que significa a prece? Então, assim, faz parte da nossa vida, do nosso cotidiano, ou deveria fazer, né? Então nós vamos saber aqui junto com essa obra de de Emanuel e tantos outros espíritos que nos escrevem, né, hoje a mensagem de André Luiz, mas sobretudo uma mensagem psicografada pelo nosso querido Chico. Então, antes de fazer o nosso estudo, né, você faz a prece para nós. Vamos, vamos começar então. E olha aí quem já mandou mensagem, nosso amigo Walter. Bom dia, Walter. Bom, vamos então convidando aos nossos irmãos que fechem os olhos, sentem numa posição agradável. Esse estudo para nós, ele é um verdadeiro culto do evangelho no lar. Vamos elevando os pensamentos e mentalizando muita luz para os nossos lares, muita luz para nós, todos, nossa família, nosso ambiente doméstico, convidando os nossos benfeitores amigos a estarem conosco aqui nesse momento para nos inspirar, para nos guiar aqui nessa compreensão aqui dessa mensagem tão interessante, André Luiz. E agradecidos que estamos, elevemos os pensamentos ao alto. Muito obrigado, Deus, nosso pai maior pela nossa vida, pela oportunidade de aprendizado, por esse momento aqui de meditação, de reflexão, de aprendizado aí sobre as verdades espirituais. Rogamos, Deus que proteja nosso lar, que nos permita aqui esse aprendizado,
ortunidade de aprendizado, por esse momento aqui de meditação, de reflexão, de aprendizado aí sobre as verdades espirituais. Rogamos, Deus que proteja nosso lar, que nos permita aqui esse aprendizado, que nos inspire, Senhor, que fortaleça aqui o nosso ambiente doméstico, fortaleça a nossa moral, nossa força de vontade nesse instante. Muito obrigado por essa presença, por esse apoio e assim damos início a mais um estudo nessa manhã de domingo. Muito obrigado. Que assim seja. Que assim seja. Então, para iniciar o nosso estudo de hoje, a obra O Espírito da Verdade, de autores diversos. Essa obra, ela foi psicografada por Francisco Cândido Xavier e Valdo Vieira, os dois médiuns. E hoje a mensagem foi psicografada por Chico Xavier. Ação da prece é o tema de hoje. Você é o lavrador, o outro é o campo. Você planta, o outro produz. Você é o celeiro, o outro é o cliente. Você fornece, o outro adquire. Você é o ator, o outro é o público. Você representa, o outro observa. Você é a palavra. O outro é o microfone. Você fala, o outro transmite. Você é o artista, o outro é um instrumento. Você toca, o outro responde. Você é a paisagem, o outro é a objetiva. Você surge, o outro fotografa, você é o acontecimento, o outro é a notícia. Você age, o outro conta. Auxilie quanto puder, faça o bem sem olhar a quem. Você é o desejo de seguir para Deus. Mas entre Deus e você, o próximo é a ponte. O criador aproxima, desculpa, o criador atende as criaturas através das criaturas. É por isso que a oração é você, mas o seu merecimento está nos outros. André Luiz, que mensagem bonita, né? É linda, é linda, linda. Eu achei assim muito tocante a forma que André Luiz nos traz, como nós somos codependentes uns dos outros, né? Nós não nós não vivemos sem a participação dos outros nas nossas vidas. Então é muito interessante a forma que ele coloca. Mas assim, acima de tudo, eh, falando um pouquinho o que que é a prece, né? O que é a prece? Precisamos entender então o que o que que é a prece para nós espíritas, né?
essante a forma que ele coloca. Mas assim, acima de tudo, eh, falando um pouquinho o que que é a prece, né? O que é a prece? Precisamos entender então o que o que que é a prece para nós espíritas, né? Então, lá no capítulo capítulo não, lá na lei de adoração do livro dos espíritos, nós temos lá assim questões das 658 a 666, que dá pra gente estudar bastante sobre isso. Nós não vamos estudar hoje sobre isso aqui que não vai dar tempo, né, de todas as questões. Mas, por exemplo, Allan Kardec pergunta para os espíritos superiores o que é a prece, qual o caráter da prece. Então, os espíritos superiores respondem a Kardec que a prece é um ato de adoração. E todas as vezes que nós fazemos uma prece, nós estamos pensando em Deus, nós estamos nos aproximando e nós estamos nos comunicamos, nos comunicando com Deus. Olha só. Então, a gente acha que nós estamos distantes demais de Deus, mas aí os espíritos v falaram: "Não, através da prece nós podemos nos comunicarmos com Deus". Agora, olha só, comunica-se como? Precisa ser uma prece muito bonita, precisa ser uma prece elevada. E os espíritos vem falar que não, né? A prece pode ser um sentimento, um pensamento, uma frase que eu tenho consentimento para com Deus, eu já estou me comunicando com ele. Então, a coisa mais importante que a gente tem que aprender sobre a prece comunicação com Deus. Porque quando eu quero falar com a minha mãe, eu pego o telefone e ligo para ela. Mas quando eu quero falar com Deus, como eu faço? Entendeu? Então assim, nós temos essa possibilidade de falarmos com Deus, que é o nosso pai. Então, olha só, tanto que isso é bom. E aí os espíritos venha com aquela preocupação, né, de nos orientar que a prece não precisa ter fórmula certa, palavra certa, né? tem que ser clara, mas não existe palavra bonita para que Deus nos ouça, nem acessórios para que Deus nos ouça com mais, né, com mais força, nem posição do corpo para que Deus me ouça, para que eu mostre a ele que eu estou, né, com sentimentos bons. O espírito superioroso
nem acessórios para que Deus nos ouça com mais, né, com mais força, nem posição do corpo para que Deus me ouça, para que eu mostre a ele que eu estou, né, com sentimentos bons. O espírito superioroso falam que não, que Deus vai se agradar com a minha prece quando eu tenho um bom sentimento. é na minha intenção, é na minha sinceridade. Tou importa se a prece longa, se é se é curta, se a palavra é é difícil. Não, os espíritos superiores vem nos falar que através do nosso próprio coração, do nosso sentimento e sinceridade é que Deus nos ouve. Aí eu vou passar para você agora, Juliano, porque são muitas, né, as as orientações que a doutrina espírita nos traz, né, no Evangelho Segundo o Espiritismo, né, nós vamos encontrar no capítulo 27, no capítulo 28, né, assim, não a a a rigidez e nem a regra de se fazer prece, pelo contrário, Allan Kardec fala lá na coletânia de preces, no Evangelho, que é somente uma forma de orientar aqueles que acham que não sabem orar. Então nos orienta ali os tipos de prece, né, nas reuniões espíritas, prece para os médiuns, prece para si mesmo, para afastar mal os espíritos nas aflições da vida, não uma fórmula, mas um modelo que a gente pode ali aprender e depois seguir, né? Porque se já é uma comunicação pessoal com Deus, nós temos aí um desenvolvimento através da prece dessa relação com Deus, né, que é nosso pai, né? Então, uma relação muito, um relacionamento íntimo, né, que nós temos, né, cada um de nós tem ali a sua relação particular, que é nosso pai. Então isso é muito importante, né, que nós saibamos que a doutrina espírita não nos traz uma fórmula, mas nos traz ali uma uma ideia de que Deus nos ouve a partir do momento que nós emitimos a ele um pensamento e um sentimento sincero. Muito bem, muito bem, concordo plenamente. Inclusive, eu fui lendo essa mensagem essa semana e eu fui ficando assim impressionado, impressionado com a profundidade dela e quanto que ela é atual, sabe? Eu fiquei assim muito impressionado e eu quero até começar falando disso, sabe?
essa semana e eu fui ficando assim impressionado, impressionado com a profundidade dela e quanto que ela é atual, sabe? Eu fiquei assim muito impressionado e eu quero até começar falando disso, sabe? Dessa impressão que me trouxe. Então, André Luiz já abre essa essa essa lição falando sobre essa relação entre nós e o outro, né? entre cada um de nós e as outras pessoas que nos seram. A importância dessa relação. Quando nós estudamos algum tema, alguma disciplina, quando nós lemos um livro, recebemos uma informação, e aí eu estou falando não é apenas do espírita, estou falando de todo mundo, da sociedade, de uma pessoa que está no banco da universidade, um aluno que está na escola. Mas é uma pessoa que está fazendo aí eh eh um um um curso para qualquer tipo de área, né, profissional, qualquer assunto. Então nós mesmos queremos ler um livro, sentamos, nós vamos ler, aprendemos alguma coisa, né? é uma ação isolada, podemos dizer assim, ação. Então, a gente adquire esse esse essa informação. Não vou dizer que a gente adquiri o conhecimento, não. A gente adquiriu uma informação. Mas o que André Luiz quer dizer é o seguinte: para validar essa informação que a gente recebe, é necessário que a gente aplique o que a gente aprendeu em alguma situação da realidade. Olha que interessante a profundidade do André Luiz. Então eu estou, né, com conhecimento, não estou com informação aqui. Isso é, essa informação, ela é real, ela é concreta. Eu posso dizer que essa informação é uma verdade? André Luiz diz: "Simpos aplica na vida, num cenário real com a pessoa ou comquer situação. Ah, alguma pessoa escreveu um livro sobre um tipo de teoria política, política não, econômica. Ah, como é que vamos fazer, né, na economia? Ah, então vamos aplicar para ver se isso é real. Ah, estou com ideia aqui de como é que nós poderos melhorar a vida das pessoas nesse sentido, nesse n Ah, vamos aplicar para ver se é real. Esse André Luiz tá falando. Ah, eu tenho uma filosofia religiosa, filosofia de vida, não é? Que
que nós poderos melhorar a vida das pessoas nesse sentido, nesse n Ah, vamos aplicar para ver se é real. Esse André Luiz tá falando. Ah, eu tenho uma filosofia religiosa, filosofia de vida, não é? Que que ensina me ensina a ser feliz. Ah, ótimo. Então, a André Luía fala assim: "Vamos aplicar para ver se funciona, a gente vê se isso é real ou não. A partir disso é que vem o conhecimento nosso, né? o que não é real, ou seja, ih, apliquei, não funcionou muito bem. Eh, realmente na prática não é assim que que vai dar certo. Não, a André Luiz diz questa aí, André Luiz questiona isso. Não, então isso não é real, isso não serve. E onde é que essa aplicabilidade ela é mais forte e nos dá a melhor resposta quando envolve pessoas? Como isso reflete nas pessoas essa ideia que eu tenho, um pensamento que eu tenho, um sonho que eu tenho, uma teoria que eu tenho. Não, vamos aplicar com as pessoas para ver qual que é a resposta das pessoas, se as pessoas vão viver melhor, vão ficar melhor com isso que eu pensei, que eu escrevi, que eu teorizei, que eu que eu li algum lugar, v aplicar isso sim é conhecimento real. É disso que André Luiz tá falando para nós aqui, né? tese não existe realidade fora do outro. Então o que que ele quer dizer? Nenhuma ação nossa, ela pode ser isolada. Para ela ser real e eh verdadeira aplicação. Quer dizer, o outro ele está nos vendo, estamos tudo que a gente faz é exemplo pro outro. automaticamente o outro é que vai acolher ou não as nossas intenções, que vai multiplicar as nossas intenções se gostar, se achar que é válido, vai retransmitir tudo que a gente fizer, se ele se o outro achar que o que a gente fez ou falou é importante, né? Então tudo isso é faz parte do que André Luiz quer quer citar como ponto de partida da prece. É uma ação. A prece é uma ação. Prece é um momento de de exercício cristão, mas que tem impacto no outro. A Então, quer dizer, a Helene começou falando bem sobre o impacto da prece, não é? Ah, eu faço aqui a prece que é um desejo meu, mas existe uma realidade na
ício cristão, mas que tem impacto no outro. A Então, quer dizer, a Helene começou falando bem sobre o impacto da prece, não é? Ah, eu faço aqui a prece que é um desejo meu, mas existe uma realidade na prece. Então, a real, então, já é outro assunto. Então, eu estava falando da realidade do que a gente pensa que pode ser bom. Será que isso é bom na na na realidade? André Luiz vai falar aí sobre a prece, um movimento espiritual, mas que tem muita ação real no mundo que a gente vive. Oro e aquilo de alguma forma pode se materializar sim na vida alheia. O meu objeto de prece pode receber sim um tipo de impacto daquilo que eu tô buscando com Deus, dessa conexão com Deus, essa intercessão, vou dizer assim, né? Queremos uma interseção em prol de uma situação. Elena falou muito bem aí, né? Em prol de uma situação, em prol de uma pessoa, em prol de um de um de um contexto. A prece ela serve para isso. Então, André Luiz ele já inicia, né? Se você vê as relações que André Luiz cria, né? Primeiramente a realidade da aplicabilidade, tudo que a gente aprende, vive no outro. E a E aí você a gente pensa assim: "É, mas a prece, mas a pressa é uma coisa que eu faço sozinho. Não, mas não é isso impacto". André Luiz, quer dizer, essa realidade da visão espiritual, eu acho, eu acho também muito fantástica, né? Quando André Luiz nos traz, é interessante, né? Porque André Luiz, ele vem dizer que nós não vivemos sozinhos, né? Olha o que ele fala aqui. Você é a palavra, o outro é o microfone. Você é o ator, o outro é o público. Como que o ator vai atuar sem ninguém? né? Então assim, nós estamos o tempo todo dependendo uns dos outros, não totalmente que não pode acontecer isso, né? Mas a referência, por exemplo, aqui que a obra que que essa mensagem nos traz eh lá do Evangelho Segundo o Espiritismo, do capítulo 25, buscai e achareis, ajuda-te e o céu te ajudará. Então, Allan Kardec vem trazer assim, de forma bem clara para nós, que Deus criou o homem sem veste, sem abrigo, mas deu-lhe a inteligência para fabricá-los.
i e achareis, ajuda-te e o céu te ajudará. Então, Allan Kardec vem trazer assim, de forma bem clara para nós, que Deus criou o homem sem veste, sem abrigo, mas deu-lhe a inteligência para fabricá-los. A ação da prece, como é dito, né? É uma ação, né? Nós vamos orar a Deus, pedir algo, né, que nós necessitemos, mas o outro é a resposta da nossa oração. Olha só, ou nós seremos a resposta da oração de alguém. Então, é a ação, né? É uma prática, está acontecendo. Mas e o que que a gente faz a partir disso? É aí, é aí que Jesus quer que nós exercitemos a nossa inteligência, né? O ajuda-te e o céu te ajudará. Nós precisamos também desenvolver essa visão, essa sensibilidade do que que o céu está nos trazendo, né? Então, por exemplo, meu patrão nesse momento é a resposta da minha oração. Eu preciso trabalhar, eu preciso comer, eu preciso viver aqui na terra, né? E aqui é um lugar imaterial. E aí eu peço a Deus, então, um trabalho, um meio de sobrevivência, toca o telefone, né? É um emprego, é uma oferta de trabalho. E aí, será que nós temos então essa visão? É isso que a doutrina espírita quer nos fazer, né? Fazer com que a gente reflita sobre isso e que nós possamos a partir disso também entender o impacto que nós somos na vida uns dos outros. Ó, tanto que isso é importante, né? Se eu planto, o outro produz, né? Quem vai comer, não é? E aí nós temos quem? O cliente, como diz André Luiz. Então, nós estamos todos ligados uns aos outros. Agora, onde isso pode impactar nas nossas vidas? Eu vejo aqui uma forma de humildade, de tirar de nós essa ideia de superioridade, dizer que nós somos seres, né, necessitados uns dos outros. Uma hora nós ajudamos, outro nós somos ajudados. Então, eu acho que já dá uma uma ideia de que nós estamos o tempo todo precisando uns dos outros. Para nascer, nós precisamos de uma família, precisamos de um pai, de uma mãe, de uma família. Olha tanto que isso é importante para nós. Nós estamos dependendo já de pessoas para viver aqui. Nos tire isso para ver o tanto que
os de uma família, precisamos de um pai, de uma mãe, de uma família. Olha tanto que isso é importante para nós. Nós estamos dependendo já de pessoas para viver aqui. Nos tire isso para ver o tanto que isso vai impactar nas nossas vidas. Mas nós temos trazido de forma tão natural isso que nós não temos nem gratidão, porque a prece também é agradecer. Tá vendo? Na ação da prece, eu devo ter gratidão a tudo que eu tenho, né? Agradecer esse cliente que me vai lá na loja para poder continuar com o meu negócio. André Luiz fala aqui, né? Nós temos o cliente e aí quantas coisas nós podemos fazer, né? Então, essa resposta que o outro é paraa nossa vida, então precisamos criar uma visão assim mais eh mais espiritualizada das coisas, porque senão nada vai nos acontecer. Aqui, ó, você deve fazer o bem sem olhar a quem. Por quê? Auxiliar quanto puder e sem olhar a quem. Porque você é o desejo de seguir para Deus. Porque se nós somos instrumentos para o outro, isso não tem nada a ver conosco, tem a ver com Deus. Eu me lembro daquela obra Após a morte de Leonir, que ele fala assim que todo o bem que nós fizemos, a caridade, né? Nós falamos muito de caridade. Nós espíritas achamos que tudo que nós fazemos ao outro é caridade. Você entender que a caridade é um uma virtude, é um sentimento na ação que foi prestada. Não é somente a ação em si. Ah, vou doar sopa. Ah, tô fazendo caridade. Não, a sopa é, né, uma ação. Agora, quando coloca o amor, né, a bondade, né, a tolerância, muitas vezes que precisa, né, paciência, aí sim entra a caridade, né, como Paulo de Tars fala lá em Coríntios, né, tudo que nós fizermos façamos com caridade. Então, não é ação, mas é o sentimento na ação. E aí então nós vamos entendendo aqui como o Leon Deni fala, que todo o bem que nós fizemos ou fizermos para o outro em vida foi a nós mesmo que nós beneficiamos. Porque na ação do bem que nós fizemos, nós desenvolvemos virtudes. Então, tanto faz se foi você ou se foi outro. Porque aquela criatura que fez uma
outro em vida foi a nós mesmo que nós beneficiamos. Porque na ação do bem que nós fizemos, nós desenvolvemos virtudes. Então, tanto faz se foi você ou se foi outro. Porque aquela criatura que fez uma prece, que rogou a Deus, que pediu, ela vai ser assistida por Deus. É aí que entra a misericórdia de Deus que nos alcança. Se não for você que vai ajudar aquela pessoa necessitada, vai ser outro. Mas que pena, né? Quando não somos nós. É isso que Leand quer falar, né? Então, se não for você, vai ser outro. Mas que bom que foi você o convidado a ajudar, a fazer, a acolher, né, a matar a fome que seja. Então é para nós, né? Esse bem quando nós fazemos é para nós mesmos. É por isso que André Luiz vai falar: "Faça o bem sem olhar quem". Porque se a gente começar a olhar quem merece, né? Esse aqui merece, esse aqui não merece. Nós estamos fazendo o quê? O trabalho de Deus. Porque quem vai analisar no final das contas é somente Deus. Inclusive os espíritos superiores lá nessa lei de adoração do do livro dos espíritos falam isso. O homem ele na sua prece ele pode sim, né, pedir, né, para que os espíritos intercedam por ele. Nós fazemos muito isso, né? Pedimos aos nossos anjos guardiões que intercedam por nós. Ô meu anjo guardião, me ajuda nisso, nisso. Aí ele envia para Deus as nossas orações e é Deus que analisa se nós merecemos ser atendidos naquela oração ou não. Aí sim. Mas os espíritos superiores, Mezerra de Menezas, né, ou um outro espírito que nós confiamos, gostamos, eles não têm o poder que Deus tem. É Deus que valida, né? É Deus que dá. Então, a a resposta ali final. É Deus que envia os seus emissários divinos para que nos nos ajude. Então, inspira pessoas, né, para que nos ajude, nos auxilie ou nos inspira a auxiliar alguém. Então não é assim, orou, aconteceu. Mas de todo jeito, essa questão de resposta das orações como positiva, precisamos olhar também na forma, não da questão em si. Às vezes nós queremos algo inalcançável, não é para nós mesmos, mas então vem de outra forma, né? Apaziguar
resposta das orações como positiva, precisamos olhar também na forma, não da questão em si. Às vezes nós queremos algo inalcançável, não é para nós mesmos, mas então vem de outra forma, né? Apaziguar o momento, às vezes numa dor, numa dificuldade, às vezes não daquela forma, mas vem como consolo, como paz. interior, né, como calma, como resignação, tudo é resposta. O problema é que a gente quer a resposta, né, que nós buscamos, né, uma resposta concreta, aí a gente se frustra. Mas eu acho muito interessante isso aqui, né, que André Luiz coloca, né, fazer o olhar, fazer o bem sem olhar a quem é isso, né? Sem julgar quem merece ou não. É uma é uma questão assim bem interessante para nós, né? Porque se a gente começar a observar demais quando a gente for fazer o bem ao outro, o socorro, né, ele pode tardar, né, e aí pode acontecer também o mal, né, que os espíritos superiores vão falar também sobre isso, né, que fazer o bem, fazer o mal não é não fazer o bem. Aliás, fazer o mal é também não fazer o bem, né? Quantas coisas podem acontecer porque nós não fizemos o bem a alguém, né, que precisava. Muito bom. Você comentou aí sobre o o que é a caridade, né, sobre o valor das nossas ações sobre esse ponto de vista da caridade. E eu vejo muito isso nessa nessa frase que André Luiz usa aqui, que é fazer o bem sem olhar a quem. Aqui é uma frase muito antiga que é muito utilizada, é um grande clichê, né, entre aspas, cristão, mas é algo que a gente exercita, mas sem pensar muito. É interessante quando a gente avalia realmente o valor de seis sobre o ponto de vista da caridade, porque vamos falar de nós espíritas, né, e olhar pro nosso pro nosso quintal espírita aqui. Olha, os espíritos são muito conhecidos por manter obras sociais e às vezes faz uma sopa ou doa ou doa cestas básicas, roupas de frio, não é? Nós temos visto aqui, pelo menos em Goiânia, esses movimentos aí de arrecadação de de agasalhos, né? Período frio aqui que tá chegando em Goiás. um exemplo, e nós arrecadamos e doamos.
de frio, não é? Nós temos visto aqui, pelo menos em Goiânia, esses movimentos aí de arrecadação de de agasalhos, né? Período frio aqui que tá chegando em Goiás. um exemplo, e nós arrecadamos e doamos. E bom, essa doação é uma doação, nós doamos, entre aspas, para as pessoas sem rosto, entre aspas, sabemos que tem grupos de pessoas que necessitam, doamos, nem sempre as conhecemos intimamente e doamos. Não sabemos a vida de nenhuma delas. Nós sabemos que que que nem todo mundo que tá recebendo essas doações são pessoas batalhadoras. Sabemos que nem todas as pessoas são pessoas honestas. Tem muitas pessoas que são trabalhadoras honestas, passando por dificuldades, né? Pessoas que estão sofrendo doença, mas nós estamos encaminhando as do nós estamos não estamos olhando os problemas individuais de cada um, né? Da mesma forma na reunião mediúnica, mudando um pouco de áreas, reunião mediúnica, nós atendemos ali uma série de desencarnados que trazem muitos problemas, muitas dificuldades, muitos criminosos. Inclusive nós os atendemos normalmente ali, não conhecemos também profunda profundamente nenhum deles, né? Não são exatamente normalmente não são amigos nossos, são pessoas nós espíritos que nós conhecemos naquele momento, a reunião mediúnica, né? Nós os atendemos sem pensar, né? Se são ou não criminosos, se são devedores da lei divina. Nós não pensamos sobre isso, acolhemos e atendemos. E nisso nós temos facilidade. Agora, quando nós vamos, somos convidados a prestar auxílio para uma pessoa às vezes que a gente conhece, é um desafeto, a nossa postura muda. Quando é um desafeto, aí a gente já tem um pouco mais de preguiça para ajudar. A gente já pensa, né, várias vezes se realmente compensa ir lá mexer com aquela pessoa. Ah, mas tá precisando, precisando de um passe, precisando de uma oração, tá precisando ali de um auxílio que leve no médico. Ah, mas essa pessoa é tão difícil, né? já nos adivinha esse pensamento, ah, mas essa pessoa nos ofendeu tanto. Então, quando a gente conhece
oração, tá precisando ali de um auxílio que leve no médico. Ah, mas essa pessoa é tão difícil, né? já nos adivinha esse pensamento, ah, mas essa pessoa nos ofendeu tanto. Então, quando a gente conhece a gente e tem algum tipo de problema, nós, né, travamos um pouco. Pode ser que alguma daquelas pessoas que a gente esteja fornecendo a cesta básica, atendendo na reunião medita, pode ser uma pessoa às vezes, né, mil vezes pior moralmente do que aquela que nós temos algum desafeto. Mas nós, quando a gente conhece, a gente já tem essa essa eh eh resistência. Então, essa frase é para a gente refletir sobre isso. Por que é que para atender o desconhecido, que às vezes ele é moralmente, não é uma pessoa terrível, a gente não tá nem aí. Mas quando a gente vai atender uma pessoa que tem um mínimo defeito ou que tenha um mínimo de de problema conosco, menor que seja, às vezes nem é um problema moral, às vezes é um problema de opinião, a gente trava. Por que que é isso? Por que que o nosso orgulho grita tanto nessa hora? E o nosso senso moral parece que acusa tanto nessa hora, mas quando a gente vai atender uma pessoa que a gente não conhece, o nosso senso moral, ele não não acusa tanto, né? E eu acho que Eliane falou bem nesse ponto, porque caridade é isso, né? Caridade não é você dar coisas para os outros, isso é assistencialismo. É uma política de de de cuidado com o outro. É assistencialismo. A caridade está justamente no que a Liane falou aí. Achei que ela falou super bem, que é justamente a gente ter o sentimento quando vai fazer. Qual a diferença na casa do espírita do assistencialismo material, né, sem sentimento, a coisa muito crua, fria. Qual que a diferença disso paraa caridade? É o sentimento. Então, se nós vamos distribuir cesta básica, isso não, às vezes não é caridade. Às vezes a gente tá fazendo só uma prática assistencialista. Mas agora se a gente faz com amor, com vontade mesmo, não tô com vontade porque vai ser bom para aquelas pessoas e ter um sentimento mínimo assim, né, de de
tá fazendo só uma prática assistencialista. Mas agora se a gente faz com amor, com vontade mesmo, não tô com vontade porque vai ser bom para aquelas pessoas e ter um sentimento mínimo assim, né, de de satisfação com isso, porque a gente sabe que vai ser importante e a gente se se alegra com isso. Aí sim a gente pode falar em caridade, né? Aí sim a gente pode falarem, estamos falando da caridade. Então são reflexões que André Luiz traz para quando a gente for pensar no valor das nossas ações, a gente pensar, bom, deixa eu ver aqui o que que tá me motivando, né? Então, por exemplo, se eu consigo vencer o orgulho para atender aquela pessoa que é um desafeto meu, é uma caridade que eu tô fazendo. Tô quebrando o orgulho, tô aprendendo nesse processo, tô eh plantando amor no meu coração para que esse amor possa florescer com o tempo. Não é, não é à toa que que o que o que o Allan Kardec no Evangelho vai falar que, por exemplo, a a prece por um criminoso, a prece por um inimigo, é um ponto de partida pra gente melhorar o orgulho nesse aspecto. Ué, mas é uma coisa muito lógica. Eu penso a gente orar pelas nossas inimizades. Por quê? É uma forma da gente reconhecer nossa fraqueza. Um exemplo aqui, vou dar só esse exemplo aqui. Eh, por exemplo, né? Ah, tem um desafeto, uma pessoa difícil que eu tenho que conviver com ela e é uma pessoa que tem dificuldade em dialogar, em agir, trabalhar em conjunto. O que que nós fazemos? Não importa seja na família ou na casa espírita, a gente ora para quê? Deus me auxilia, Senhor, porque eu tenho dificuldade a lidar com essa pessoa. Não sou capaz de vencer essas barreiras com a minha inteligência, com o meu amor. Não sou capaz, porque eu sou limitado emocionalmente. Essa pessoa me afeta, Senhor. Então, Senhor, intercede por nós. Faz com que aquela pessoa lá amenize as atitudes dela, meu Deus. e faz com que eu também seja mais sábio nas minhas atitudes para que eu sofra menos nesse processo, possa agir com mais inteligência e lá também, Senhor, quebrando aquele coração
tudes dela, meu Deus. e faz com que eu também seja mais sábio nas minhas atitudes para que eu sofra menos nesse processo, possa agir com mais inteligência e lá também, Senhor, quebrando aquele coração também para que aquele coração ele possa ser mais receptivo, possa ser pacificado também. Então a gente convida, não é, essa força espiritual que é Deus ou os benfeitores amigos para interceder por aquelas pessoas que nós temos algum tipo de de problema nos nossos relacionamentos. Tá vendo como a prece pode nos auxiliar a vencer, né, as nossas barreiras, as nossas dificuldades? Eh, Eliane falou muito bem sobre espiritualizarmo-nos, né, nos nossos nas nossas relações, mas é isso que é espiritualizar as relações. Não é eu simplesmente dizer assim: "Ah, não vou me calar e aceitar todo o mal que vier, porque assim eu mostro humildade." Não, mas isso não é inteligência. Sofreremos e ninguém irá se transformar nesse processo, né? que nós estamos tratando aqui é justamente desse processo de transformação. André Luiz já inicia a o estudo falando sobre transformação, ou seja, a minha postura, ou seja, minha palavra, as minhas atitudes geram um impacto transformador no outro. André Luiz já fala disso lá no começo. A prece é um elemento transformador. Eu você tenho um exemplo aqui de como é que um um a prece pode auxiliar a transformar as nossas inimizades e amenizando as relações. Um exemplo, mas vários outros existem, é claro. Mas André Luiz tá falando desse impacto transformador em nós sobre os outros. E eu acho que mais interessante, eu quero até finalizar essa pelo menos essa essa essa essa fala minha tratando de de um item que eu considerei talvez uma das falas mais poderosas de André Luiz nessa mensagem aqui. Olha só que interessante que André Luiz fala, não é? Quer dizer, todos nós então estamos aprendendo esse processo, esse amadurecimento de nos relacionarmos com o outro. E aí o que que André Luiz fala sobre isso? Você é o desejo de seguir para Deus, mas entre Deus e você, o
s então estamos aprendendo esse processo, esse amadurecimento de nos relacionarmos com o outro. E aí o que que André Luiz fala sobre isso? Você é o desejo de seguir para Deus, mas entre Deus e você, o próximo é a ponte. Aí sim chega onde o André Luiz queria chegar aqui para explicar a importância do outro nesse nessa, nessa escalada espiritual que a gente tá. Ora, André Luí, ele não diz assim que nós temos um desejo íntimo de encontrar a Deus, nos aproximarmos de Deus, não. And Luiz diz que nós somos o desejo, nós somos desejo. Significa então, eh, de maneira assim, acho bem simplificada, que o a nossa essência espiritual, a nossa essência enquanto ser, nós somos elementos conectados a Deus de maneira indissociável. que nós somos atraídos para Deus essencialmente. Isso é uma coisa que não dá para quebrar, que não dá para mudar, porque nós existimos nesse sentido. Se não for nesse sentido, a gente não existiria no sentido de escond que somos, né, essa fagulha divina. Nós já ouvimos esse termo várias vezes, né? Somos então uma fagulha divina que é atraída para Deus para que os nossos princípios sejam princípios divinos sempre. Então, inevitavelmente, nós iremos escalar até encontrar Deus, nos aproximarmos o máximo possível de Deus na moral divina, nas atitudes divinas, no pensamento divino. Nós somos atraídos para nos transformar nisso. Isso é indissociável da nossa existência. Só que para chegar nisso, que que André Luiz fala? O outro é a ponte, o outro é a estrada, o outro é o caminho, é o trilho que a gente vai percorrer para chegar a Deus. É pelo outro. Ou seja, eu e Deus temos uma relação indissociável e nós somos atraídos para essa moral. Ou seja, se eu tô numa moral que não é cristã, eu sou atraído magneticamente em todos os âmbitos, na minha existência a a me tornar moralizado de maneira cristã. Se eu não sou moralizado de forma cristã, isso me traz conflitos íntimos, isso me traz processos depressivos, me traz me traz transtornos psicológicos. Eu não tô dentro da moral
ado de maneira cristã. Se eu não sou moralizado de forma cristã, isso me traz conflitos íntimos, isso me traz processos depressivos, me traz me traz transtornos psicológicos. Eu não tô dentro da moral cristã. É mais ou menos isso que André Luiz quer dizer, porque eu sou atraído a Deus. Olha como é que eu aprofundo isso aí. Só que não é eu sozinho ir lá. Ah, eu vou me elevar aqui, vou estudar bastante, melhorar meu coração aqui sozinho na minha casa aqui trancado para mim me Não. Enquanto você não souber se relacionar com o outro de forma cristã, de forma madura, você não vai chegar a Deus. O outro é o é o nosso trilho, né? Se a gente fosse um trenzinho de ferro, né? O outro é o nosso trilho pra gente chegar lá no nosso destino. Essa lição aqui é muito interessante. Daria um seminário aqui. O quanto que essa lição é profunda, né? Nossa, um seminário. É, eu acho assim, falou muito da caridade aí, né? E eu acho assim tão bom quando Kardec ele coloca lá na no capítulo 17, "Sede perfeitos" do Evangelho, né? Ele fala assim, que o espiritismo ele precisa ser compreendido, mas sobretudo bem sentido eu acho isso tão bom, porque a caridade, né, essa palavra caridade é muito forte, né, na doutrina espírita, né, fora da caridade, não a salvação. E aí parece que a gente tá querendo se salvar, né, fazendo todo tipo de caridade e acha que é tudo é caridade, porque sem caridade não se salva. Será que é essa que é a ideia? né, de de que nós espíritas estamos tendo sobre o que é caridade. Então, tá ficando muito eh, como é que eu vou falar? Superficial até, sabe? Porque o que a doutrina espírita nos nos quer fazer com que a gente entenda é que a gente precisa ter o sentimento, né, sentir e vivenciar tudo aquilo que nós estudamos, né? Esse bem-sentir tem a ver com a nossa prática, tem a ver com a nossa vida prática. Então não é é fazer um trabalho de caridade, não é viver na própria caridade, né? Então é nas mínimas tarefas que nós fizermos termos esse sentimento de bondade, de caridade, né?
a nossa vida prática. Então não é é fazer um trabalho de caridade, não é viver na própria caridade, né? Então é nas mínimas tarefas que nós fizermos termos esse sentimento de bondade, de caridade, né? Essa benevolência, né? Então é a proposta é isso, até um dia a gente se tornar um espírito bom de verdade, né? É lá na questão é 885, se não me engano, no livro dos espíritos, que fala que a caridade compreendida por Jesus é a benevolência, né, Juliano? A indulgência para com para com as faltas, né, e o perdão das ofensas. Então, como que nós vamos entender tudo isso? É na prática, né? Na é no na vida diária, não é lá na casa espírita, é aqui no nosso lar, é nas mínimas tarefas, né? No nosso lar, na nossa família. Quando Jesus fala no amor ao próximo, ele fala que o próximo é aquele que está próximo, né? Então aquele que a gente tem mais problema. Muitas vezes, o nosso lar é a primeira e a maior escola da alma que tem. É aqui no lar que nós vamos estreitar os laços uns com os outros. É a primeira comunidade que nós temos, é no nosso lar, conv com o nosso cônjuge, com a nossa mãe, com o nosso pai, nossos irmãos. Aí vai se estendendo pelo parentesco, mas a gente vai vendo tanto que é complicado e difícil, porque a gente tem que sair de nós mesmos, né? A nossa renúncia particular, né? Renunciar ao nosso orgulho, nosso egoísmo. É a mais difícil caridade que eu acho é essa, né? É. E não só eu não, mas lá na no Evangelho, né, no capítulo 9, um espírito amigo fala que a paciência é uma grande caridade, que a paciência, né, a caridade moral é a mais difícil de se fazer, porque pegar uma cesta básica e doar um pedaço de pão e doar é fácil de forma material, mais fácil que fazer, por exemplo, eh essa atividade moral. que implica a gente ser mais paciente, silenciar nas horas necessárias. Não é um silêncio de omissão, mas um silêncio pacífico para pacificar. Então, calar muitas vezes não é fácil. Então, a doutrina espírita quer fazer com que a gente entenda que nós passando por essas etapas, né,
ilêncio de omissão, mas um silêncio pacífico para pacificar. Então, calar muitas vezes não é fácil. Então, a doutrina espírita quer fazer com que a gente entenda que nós passando por essas etapas, né, de de servir um ao outro, seja da forma que for, né, no trato eh material, né, moral, espiritual, está fazendo com que nós cresçamos, né, porque Jesus, ele fala assim que ele não veio para servir. Aliás, ele não veio para ser servido, ele veio para servir. E por que que nós também não podemos enxergar que muitas vezes nós vamos ser convidados a servir e aí quando chega a nossa vez nós, né, falhamos, né? Tem uma frase aqui de Jesus lá em Lucas, né, que ele fala assim, ó, mas quando fores convidado, vai, né, que tá lá na obra Pão Nosso, convite ao bem. Olha que bonito isso. Quando for convidado, vai. Então, isso é um sinal, né? Ah, mas eu quero fazer, eu quero ajudar, eu quero fazer uma caridade, eu quero colaborar. Então, observa o convite, que convite é que nos chega, né? Convite muitas vezes é um convite de oração, não é? para orar uns pelos outros, uma forma de servir. Quando nós somos procurados na na casa religiosa, nós somos ali postos para sermos representantes dessa doutrina espírita. Como que é que nós agimos, né? Que vai falar que a maior caridade para com a doutrina espírita é a divulgação dela. Mas é só no falar aqui, como nós estamos fazendo, não é? principalmente nosso exemplo, né, nosso comportamento, porque nós somos o quê? O o cartão de visita da casa espírita, nosso, a forma como nós agimos, como nós recebemos as pessoas. E mais que isso, né, como nós estamos aí mergulhados, né, nesse nesse mundo, né, material, mas nós temos o lado espiritual constantemente, nós somos muitas vezes inspirados a servir o outro, ajudar. Imaginemos nós muitas vezes ali na nossa deficiência moral prejudicando alguém, uma pessoa que bate a nossa porta na casa espírita para ser consolado, para ser ajudado. Às vezes é a última porta que ele vai bater e aí ele é distratado. Então, se nós começarmos a colocar de
lguém, uma pessoa que bate a nossa porta na casa espírita para ser consolado, para ser ajudado. Às vezes é a última porta que ele vai bater e aí ele é distratado. Então, se nós começarmos a colocar de forma séria que todo o bem que nós fazemos, nós estamos impactando o outro, tendo um efeito, uma ação, né, de efeito na vida do outro, tanto pro mal quanto pro bem, nós vamos começar a tomar cuidado com as nossas atitudes, né, mesmo que seja mínima, porque é interessante como uma palavra ela pode mudar tudo. Uma palavra, tanto pro bem quanto pro mal, né? Uma palavra que a gente fale pode mudar a vida da pessoa. Olha, tanto que isso é sério. Com uma palavra negativa pode mudar também tudo. Que Deus assim possa nos instruir e nos inspirar essa essa situação, sabe, na hora de nós agirmos, né, em relação ao outro. Eu acho que essa ação da prece também é uma forma assim de nós exercitarmos, sabe, esse essa essa essa comunicação com Deus, até mesmo fazermos a caridade, né? Sentir, pensar, falar como que como que eu posso agir, né? Não agir de de por impulso, né? Um dia eu tava lá no meu trabalho e aí um cliente falou que fazia caridade, fazia muita doação de cesta básica, muita gente. E aí eu achei bonito, falei: "Que bom, tal, isso é muito importante". Aí depois ele falou assim que ah, mas parece que começou a ficar bagunçado lá o lugar. Pessoas que não necessitavam pegavam a cesta, né? pessoas que não mereciam, que não tinham necessidade, não aproveitavam bem aquilo tudo. E aí ele falou assim: "Mas deixa para lá, né? Porque o importante, igual um amigo meu falou, é fazer. Não vai lá, faz sua parte e tudo certo, pronto. Se a pessoa vai aproveitar, problema dela." Aí eu fiquei assim e falei: "Não, mas a gente tem que sentir a necessidade, né?" E muitas vezes essa necessidade ela exige o quê? um estreitamento com as pessoas que vão ao local, né? Então assim, entrega a cesta básica e tchau. A gente não sabe nem o nome da pessoa, não sabe quem é aquela pessoa, não sabe o que ela precisa. Será que é a cesta
o com as pessoas que vão ao local, né? Então assim, entrega a cesta básica e tchau. A gente não sabe nem o nome da pessoa, não sabe quem é aquela pessoa, não sabe o que ela precisa. Será que é a cesta básica mesmo? Ou será que é um medicamento também? Sabe? Então assim, esse essa sensibilidade que a gente tem que a aprender a ter, porque a gente começa a sair de nós. O importante sou eu doar, parecendo em uma conta, né, que eu tenho com Deus, né, que eu tô lhe batendo uma meta, né? Não, eu entreguei pronto. Mas é esse sentir, essa necessidade que a gente tem de ver o outro de verdade, a necessidade dele, né? Será que ele precisa é disso mesmo ou será que é de outra coisa, né? Então, a importância de nós sabermos, né, a real necessidade, né, o discernimento. Eu tenho uma uma frase bonita que até vi numa casa espeta, uma placa assim acima da porta onde se fazia sopa, que era assim, discernimento, uma frase de Amanda. É preciso discernir o momento em que o conselho deve ser substituído por um pedaço de pão. Aqui achei aquilo maravilhoso, porque muitas vezes a gente dá um pão, a pessoa precisa de um conselho. Ou você tá dando um conselho, a pessoa tá com fome. Então discernir é você entender o outro, é você saber, é você entender o porquê das coisas, sabe? discernir o que fazer, né? O que é, né? Para quê, como nós vamos fazer? E assim, pegando o gancho aí dessa fala desse desse senhor que disse, né, que fazia essa caridade e tanto faz para quem iria. Eu me lembro daquela obra Ação e reação, onde o coordenador, acho que é o Drusos, ele fala assim: "Olha, a caridade ela precisa ter ordem". Olha só, achei isso tão interessante. Na caridade é necessário ter ordem, ter organização, não é assim, né? De qualquer jeito, a caridade ela tem que ser necessária, mas ser compreendida, ter um objetivo. E a gente não está tratando somente corpo, mas estamos tratando alma. É por isso que fazer o bem exige de nós esse sentimento. Sentimento, silêncio, né? Organizar quem é, por precisa. Aí sim nós estamos
a gente não está tratando somente corpo, mas estamos tratando alma. É por isso que fazer o bem exige de nós esse sentimento. Sentimento, silêncio, né? Organizar quem é, por precisa. Aí sim nós estamos chegando no outro com respeito. Nós estamos chegando no outro dentro das necessidades dele. Porque nós estamos tratando de seres que Deus se preocupa. É Deus que está nos inspirando a ajudar aquela pessoa. Ela é um filho de Deus. Então vamos olhar aquela pessoa, né, com sensibilidade, né, que ela precisa. É isso mesmo. Eu quero até inclusive até continuar esse raciocínio. Achei bacana essa maneira de enxergar porque nos traz a a essa visão da nossa responsabilidade, nos traz essa importância da nossa responsabilidade, não é? Nós temos eh um valor e não é pequeno. Da Luí vai falando sobre isso, a lição toda praticamente, não é? Nós causamos impacto, nós somos referência, nós causamos transformações. Só que isso tanto pro bem quanto pro mal, né? Nós podemos ser elementos transformadores pro mal. Se eu sou uma pessoa intratável, eu vou gerar reações contrárias a mim, transforma as pessoas, não é, como inimigas minha. Posso ser uma pessoa também agregadora, né? Que coloca as pessoas ao meu redor para nós trabalharmos em conjunto, trabalharmos bem. Posso pessoa inspiradora, que eu falo uma palavra, faço uma coisa, as pessoas me olham, digo: "Olha que legal isso, não é? Também posso fazer". Essa lição de André Luiz hoje, acho que no fundo ela contraria muito um pensamento muito recorrente no meio espírita. Eh, alguns meses atrás, o ministre tem um curso de passe lá na nossa casa espírita, um curso de teoria e prática do passe. E aí falando dessa importância do quanto nós podemos ser relevantes quando a gente ministra o passe nos processos de cura, nos processos de reequilíbrio da saúde orgânica e espiritual, saúde mental, né? tratando sobre isso, sobre a luz da doutrina espit. Então, de repente uma trabalhadora da casa disse assim: "Nossa, mas será que nós estamos tão relevantes
úde orgânica e espiritual, saúde mental, né? tratando sobre isso, sobre a luz da doutrina espit. Então, de repente uma trabalhadora da casa disse assim: "Nossa, mas será que nós estamos tão relevantes assim? Porque a gente sempre ouve que nós vamos paraa casa espírita para receber, que a gente recebe mais do que doa, que na verdade a gente mais atrapalha do que ajuda. E me trouxe esse pensamento tão arraigado, tão antigo, tão desatualizado sobre o nosso papel, não apenas na casa espírita, mas no mundo. Esse papel de que a gente é irrelevante. Nós não somos relevante, porque os espíritos fazem tudo. A gente, coitadinho de nós, a gente não é nada. Não é? E traz esse pensamento, essa falsa humildade. Todos, muitos espíritos carregam essa falsa humildade dentro de si do tipo assim: "Nossa, quem sou eu? Tô nessa reunião mediúnica aqui, mas é que a gente mais atrapalha que ajuda também, que vai receber. E assim, nos tratamentos espirituais, nas reuniões mediúnicas, no passe, para tudo quanto é atividade, a gente houve e essa cultura ainda tão atrasada, esse pensamento atrasado e essa falsa humildade nos atrapalha a ajudar. Porque onde a gente poderia estar sendo relevante, a gente acha que a gente não é nada. A gente acha que a gente é uma coisa pequena, sem valor, que os espíritos fazem tudo que a gente não faz nada, porque a gente é muito pequeno, primário. E não é verdade. Que que André Luiz tá falando essa mensagem aí, potencial transformador dentro de cada um de nós. Jesus falou muito disso e eu penso que a gente não ouve Jesus adequadamente. Por exemplo, a parábola dos talentos é uma parábola dessa aí. Um um trabalhador recebeu um talento, ele achou que ele era muito pouco e falou: "Não, não vou fazer nada. Eu vou ficar quietinho, porque esse talento meu ele é tão pequeno que ele não vale nada. Enterrou o talento no final, né? Ele foi punido severamente por ter escondido esse talento. Ou seja, ele achou que ele era irrelevante. Ele achou que era melhor não fazer nada do que fazer alguma
ada. Enterrou o talento no final, né? Ele foi punido severamente por ter escondido esse talento. Ou seja, ele achou que ele era irrelevante. Ele achou que era melhor não fazer nada do que fazer alguma coisa, porque o talento dele era muito pequeno. Então é é um exemplo, né? Todos nós temos talentos e nenhum talento é pequeno. É isso que Jesus vem nos dizer. Nenhum talento é pequeno. Importante é sabermos usar as nossas potencialidades em prol dessa multiplicação. Multiplicar é uma palavra que André Luiz ele explorou bastante nessa mensagem. Todos nós somos potenciais fonte de multiplicação do bem, multiplicação de boas atitudes. Podemos ser multiplicadores do mal também. And Luiz quer que a gente foque nessa multiplicação do bem, onde a prece é o ponto de partida, onde a conexão com Deus é o ponto de partida para que a gente possa nos tornar multiplicadores de coisas boas. Prece será o primeiro passo pro cristão, primeiro passo para o espírito. Vamos primeiramente fazer a prece. Façamos a nossa prece, nos espiremos com a prece e a partir da prece multipliquemos as boas atitudes. E inclusive vai ser o fechamento de André Luiz será esse raciocínio. Ele vai dizer o seguinte: "Olha, Deus atende as criaturas através das criaturas. Nós somos a fonte divina de bênçãos que vai para os outros. Se não somos, podemos ser." É escandalista falando. Entenda que você é fonte de bênção para o outro. Entendo que você é uma fonte de auxílio para o outro, entendo que você é uma fonte de inspiração para o outro, uma fonte de coragem para o outro, seja lá o que a gente tiver para oferecer, né? Uhum. Desde uma palavra até uma mão amiga, tudo é fonte. E final, e finaliza então André Luiz dizendo o seguinte: "Olha, no final das contas, a oração é você. Eu sou a oração. Não quer dizer que eu estou orando, não. Eu sou a oração. Ou seja, eu sou a inspiração. Eu sou a fonte de conhecimento. Eu sou a fonte de referência, o o eu sou um espelho onde as pessoas podem me olhar e se verem nela. São as possibilidades que estão
ração. Ou seja, eu sou a inspiração. Eu sou a fonte de conhecimento. Eu sou a fonte de referência, o o eu sou um espelho onde as pessoas podem me olhar e se verem nela. São as possibilidades que estão incluídas aí nesse tipo de raciocínio, né? Finalmente, o seu merecimento está nos outros. Que que é isso? É o fruto da árvore. É o fruto. Nossa, eu penso tanta coisa, eu tenho tantas ideias, eu tenho tanta vontade, mas na prática aí a gente volta para aquilo que eu tinha falado no comecinho, né? Lembra? Tá vendo agora meu raciocínio? se completa que eu trouxe lá no começo. Tudo que eu penso, que eu acho, que eu acredito, que eu estudei, que eu li, que fruto que isso gerou fora, fora da das linhas do do papel, fora da minha imaginação, da minha criatividade, que fruto que isso gerou na terra. Isso serve pro cristão que às vezes quando lê uma obra espírita, quando lê um livro qualquer, quando faz um curso, a gente volta pra história do curto do aprendizado, da da aquisição de de de informação. Nossa, olha só o tanto de coisa que eu descobri lendo esse livro aqui. Ótimo. Que frutos que isso deu. Assim, eu vou saber quais as filosofias da Terra são mais adequadas aos princípios cristãos. Vou ler aqui esse livro. Olha que interessante o que esse autor, esse que esse filósofo, que esse pensador está falando. Mas na prática, o que que isso vai dar de resultado? Isso já foi aplicado em algum momento na história da humanidade? Isso frutificou em quê? Ih, frutificou numa coisa ruim aí, ó, e numa guerra, frutificou num problema. Não, não. Então isso, essa filosofia não serve ao cristão. E então são ensinamentos que André Luiz vai nos colocando de maneira sutil aqui pra gente tentar entender como é que a gente vai eh eh qualificar o que a gente sabe para entender. Bom, eu sei tantas coisas, mas na prática como é que isso aí se materializou? Ah, não, que se materializou como coisas boas. Ótimo. Então essa filosofia interessante ao cristão. Então eu sei que o tempo é muito curto para tanto,
as na prática como é que isso aí se materializou? Ah, não, que se materializou como coisas boas. Ótimo. Então essa filosofia interessante ao cristão. Então eu sei que o tempo é muito curto para tanto, né, aprendizado, tantas informações, mas é que nós lançamos essa semente para frutificar nos lares de todos que estão nos assistindo, para frutificar no nosso próprio lar aqui, não é? Amanhã quando eu ler um livro, fizer um curso, alguém me apresentar aí um autor, seja um amigo meu da casa espírita, seja uma pessoa desconhecida do meu serviço, dizer aquele livro legal, eu vou ler. Mas eu tenho que pensar o seguinte, bambu, se eu aplicar isso aqui na vida, o que que vai acontecer? Alguém já aplicou isso aqui para dizer que deu certo ou errado? Porque o doutrina espírito não é uma doutrina de teóricos, é uma doutrina de pessoas práticas, né? E eu acho que essa leção é muito bonita justamente por isso, né? And Luiz Vendes falar assim: "Olha, finalizar justamente falando disso aí. Você cristão, qual é o seu fruto? Será que nós conseguimos medir os nossos frutos? Será que você que tá em casa aí, eu aqui na Eliane, a gente vai olhar pra nossa vida que fala assim: "Nossa, gente, eu que que eu frutifiquei aqui na terra, hein? É isso aqui que pô a gente vai para pensar, né? Quer dizer, a gente tá frutificando o quê? Porque Deus tá agindo através de nós e aí através de nós a gente planta o bem ou planta o mal? Não tá plantando nada. pensar assim: "Nossa, uma coisa que eu fiz lá atrás que deu bons frutos, o que que foi?" É disso que André Luiz tá falando, sabe? Assim, porque no campo da imaginação, né? No campo das teorias, das vontades, dos sonhos, a gente pensa muita coisa bonita, né? Muita coisa bonita. Mas quando a gente vai praticar isso, a gente tá praticando de que forma, né? O perdão. Nossa, o perdão é tão bonito. Nossa, eu acho que eu não tenho nenhum tipo de problema com ninguém. Mas na prática recebeu uma ofensa, deu conta de perdoar? Não, não dei conta. É disso que
é? O perdão. Nossa, o perdão é tão bonito. Nossa, eu acho que eu não tenho nenhum tipo de problema com ninguém. Mas na prática recebeu uma ofensa, deu conta de perdoar? Não, não dei conta. É disso que André Luiz tá falando. A gente refletir sobre o fruto, né? O fruto de estudar o perdão é aprender a perdoar. O fruto de estudar amor é aprender a amar. Não é o fruto de você sonhar com a justiça é você ser justo, né? E por aí vai. São questões da doutrina espírita, né? Ah, eu pensei em aqui a disciplina é tão bonita, né? Na na teoria, mas na prática eu consigo ser disciplinado. Por aí a gente vai, né? Muito bom. Só para finalizar com a frase de Paulo lá em Romanos, ele fala assim: "Sede unânimes entre vós". Ou seja, sejam unidos, né? Hoje nós podemos achar que nós não conhecemos as pessoas que podemos fazer o bem, mas no futuro essa pessoa pode ser uma que vai nos ajudar, né? Mesmo que seja em outras vidas, quantos espíritos benevolentes nos ajudam, nos orientam por conta de uma ação nossa no bem, podem empatizar conosco. Olha o tanto que isso é importante. Nós estamos nesse momento criando laços com pessoas desconhecidas. É assim que começa a amizade, né? Jesus fala: "Grangeai amigos". É aí que está, né? A nossa força. Que seríamos de nós sem os nossos amigos espirituais, os nossos amigos aqui na terra, né? Uma família que nos recebe. É quando nós não merecemos, né? Nós temos aí a misericórdia divina, porque alguém intercedeu por nós, né? Nós temos aí notícias, né? Que o mundo espiritual, né? Essa nuvem, né, que nos cerca, né, que que é que Paulo de Tar fala, né, a nuvem de testemunha, né? Quantas testemunhas nesse momento que nós estamos tendo, né, os amigos espirituais que nos tutelam. que rogam a Deus por nós, que estão aí nos dando créditos, né? A nossa encarnação, não foi fácil para chegar até aqui. Então, hoje nós podemos ser aí uma força, uma ajuda, um alívio para o outro. Mas e quantas vezes nós recebemos esses alívios, né, para nascermos, né, as riquezas que nós recebemos, né, para
até aqui. Então, hoje nós podemos ser aí uma força, uma ajuda, um alívio para o outro. Mas e quantas vezes nós recebemos esses alívios, né, para nascermos, né, as riquezas que nós recebemos, né, para nos mantermos aqui de todas as formas, né, espirituais. emocionais, os suportes emocionais de espíritos que se ligam a nós por simpatia, porque nós fizemos um bem a alguém, uma pessoa importante, uma pessoa preciosa para alguém. Todos nós somos amados por Deus e amados por alguém. Imaginemos nós nesse momento que nós, se nós desencarnarmos alguém ajuda um filho nosso aqui na terra, um familiar nosso, seremos gratos. E a vida continua, né? tanto no plano físico, no plano, no plano espiritual, no mundo físico, as relações continuam e são criadas a todos os momentos. Então, que sejamos assim conscientes disso, né? Agir com sinceridade, não é fazer por fazer, vamos servir, vamos servir, não. Fazer com sentimento, com bondade, com sinceridade naquilo. É isso que nós vamos fazer. na na vida diária, né, no nosso lar, na nossa simplicidade, no nosso trabalho, na nossa sociedade. Então, tudo isso é em prol de nós mesmos. Nós precisamos de uma de uma sociedade mais pacífica. Então, o bem que nós fazemos, a caridade que nós fazemos também tá pacificando o outro, tratar bem o outro, o outro que tá nervoso, fica mais calmo. Calma. Olha, nós estamos ajudando a sociedade. Nós precisamos viver bem em sociedade. A gente fica pensando no céu. Ah, não, um dia nós vamos pro céu. Nós vamos morrer, nós vamos pro mundo espiritual. Eu quero viver num lugar melhor. E agora vamos centralizar, vamos entender que nós estamos no agora. Então, fazer o bem, mais do que essa ideia espiritual é uma o bem é para facilitar a nossa convivência social. Nós estamos precisando disso, né? Ter uma uma sociedade mais pacífica. Então, se cada um fizer o bem e a gentileza, teremos então uma uma sociedade mais pacífica, vivermos melhor agora nesse mundo que nós precisamos. Então nós vamos encerrando, né, o nosso
mais pacífica. Então, se cada um fizer o bem e a gentileza, teremos então uma uma sociedade mais pacífica, vivermos melhor agora nesse mundo que nós precisamos. Então nós vamos encerrando, né, o nosso estudo de hoje, agradecendo a Deus, agradecendo aos amigos que puderam nos prestigiar com a presença, aqueles que irão assistir posteriormente. agradecer a doutrina espírita, essa doutrina que nos consola, que nos disciplina, que nos coloca frente a nós mesmos, as nossas responsabilidades. agradecer a Jesus, esse nosso irmão, que nos tutelam o tempo todo, que tem paciência conosco, acredita no nosso futuro, que é um futuro belo, porque nós iremos, sim, Senhor, junto contigo, no teu evangelho, aprender a desenvolver em nós as virtudes necessárias. Mas enquanto nós não conseguimos, Senhor, abençoa as nossas vontades, a nossa força de vontade, que é melhorar cada dia mais, tirando de nós esse orgulho que prejudica tantas coisas, primeiramente a nós mesmos, no nosso lar, na nossa sociedade, que nós possamos viver como verdadeiros irmãos, Senhor. Abençoa, Jesus o nosso o nosso planeta, o nosso país, a nossa cidade, os nossos lares e os nossos corações. Que possamos ser representantes do teu evangelho ao falarmos uns com os outros, ao sentir, Senhor, a necessidade do outro, que possamos ver a Ti. O Senhor mesmo nos ensinou que todas as vezes que nós assistimos a um pequenino, que é o Senhor que nós estamos vestindo e atendendo. Então nos ensina, Senhor, esse coração bondoso, um coração alegre ao servir a quem quer que seja. E nós também já de pronto agradecemos a todos aqueles que nos servem, Senhor, a sociedade que nos servem, aos amigos que nos servem. aos nossos familiares que nos servem e a Deus nosso pai que recebe as nossas orações e consegue então atender os nossos pedidos, nos amparando, nos consolando, nos fortalecendo nas nossas vidas. E assim, Jesus vai de encontro a todos aqueles que sofrem, que têm sentido, Senhor, dores espirituais, emocionais e físicas, que somente o teu amor e a tua paz pode
nos fortalecendo nas nossas vidas. E assim, Jesus vai de encontro a todos aqueles que sofrem, que têm sentido, Senhor, dores espirituais, emocionais e físicas, que somente o teu amor e a tua paz pode apaziguar e acalmar. Em teu nome, nós agradecemos por esse estudo e queremos encerrar. Que assim seja. Assim seja. Uma boa semana a todos. É isso, né? Que Jesus possa nos abençoar muito essa semana. Domingo que vem tem outro estudo, outra dupla. E estejam com seu livrinho na mão, hein? Essas mensagens são muito boas pra gente já estudando elas previamente, aprender mais, gente. Muito obrigado, viu? Até a próxima. Tchau, tchau. Um grande abraço. Tá bom. M.
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