Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 31 | 05.10.25
Estudando com Jesus | 05.10.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 31: Oração da migalha Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
Alô. Bom dia. Bom dia a todos. >> Alô. Bom dia. Bom dia a todos. >> Bem-vindos a mais um estudo de domingo de manhã da obra Espírito da Verdade. Nós eh estamos com problemas técnicos, então tem esse atraso aí de meia hora. Eu peço desculpas, eu tô até um pouco aflito. Eh, então, hoje nós vamos ter o capítulo 31 dessa nossa obra. Já passamos da metade. Um bom dia a todos, uma boa tarde, uma boa noite, uma boa madrugada para aqueles que estão nos vendo de outro país ou então assistirá a transmissão que ficará aqui gravada no canal do Igese. Esse estudo nós fazemos todo domingo pela manhã e a óbia já passou da metade. fazer uma prece de harmonização para poder fazermos a abertura. Pai amado, pai amigo, mestre Jesus, irmão de todas as horas, estamos aqui mais uma vez. Várias pessoas chegaram cedo e estão, vejo aqui que já deram seu bom dia. Agradecidos que estamos pela oportunidade do estudo dentro da medida que nos é necessária e sendo hoje esses 30 minutos que serão suficiente, porque assim o senhor quer, Pai Celestial, e damos graças a Deus. Bem, amigos, nós hoje, deixa eu ver aqui, ó, a Patrícia já chegou, até me ajudou aqui. Teca, bom dia. Foram problemas técnicos, Teca. Aí esse teu amigo aqui. Bom dia, Marcondes. Hoje nós vamos tratar de uma oração, a oração da migalha. É psicografia de Chico Xavier. O espírito é Mei, esse espírito de luz. E começa assim. Senhor, quando alguém estiver em oração, referindo-se à caridade, faz que esse alguém me recorde para que eu consiga igualmente ajudar em teu nome. Então, essa oração de hoje já começa abrindo com a caridade e sempre tem uma referência para cada mensagem psicografada. Bom dia, Carla, seja bem-vinda. E a referência de hoje, que é o Evangelho, é sobre o óbvulo da viúva, que nós conhecemos tão bem, que tá no Evangelho de Marcos, capítulo 12, versículos 41 a 44. também está no evangelho de Lucas, capítulo 21, versículos de 1 a 4. E ela já começa, Meimei, pedindo o mais importante, né, que é a caridade. A caridade é aquilo que para nós sempre é
ículos 41 a 44. também está no evangelho de Lucas, capítulo 21, versículos de 1 a 4. E ela já começa, Meimei, pedindo o mais importante, né, que é a caridade. A caridade é aquilo que para nós sempre é mais difícil, né? Eu vou falar por mim, eu geralmente eu gosto de escolher a caridade. Isso não é bom. Por quê? Porque essa caridade seletiva, ela tem algum merecimento? Ela tem algum merecimento, mas ela mostra um traço meu que que é eh não se doar completamente, não se lançar a doação, eh uma uma falta de presença real, uma falta de uma presença moral seria a palavra que Kardec usaria parafraseando, né? Apesar de eu não ser merecedor. E lembrando que o aniversário de Kardec, né, foi ontem, foi muito celebrado. E ela continua assim, mei: "Quantas criaturas me fitam indiferente e quantas me abandonam por lixo imprestável?" Então ela traz aqui o traço da indiferença, que é um traço silencioso, mas muito perigoso. Tão perigoso quanto o orgulho egoísmo, tão perigoso quanto a vaidade, é a indiferença. Porque a a indiferença ela nos deixa tranquilos. A indiferença, ela não fica remoendo, ela não fica ali te desgastando, você fica acomodado, você você se sente eh falando figurativamente, é uma areia movediça, porque ela está te trazendo mal e você não tá percebendo aquele mal se realizando. Dizem que sou moeda insignificante, sem utilidade para ninguém. Contudo, desejo transformar-me na gota de remédio para criança doente. Então, aqui mostra como é que é o crescimento e o desenvolvimento da qualidade. Por quê? Porque se eu faço da forma que eu comentei antes, que é essa caridade seletiva, mas se eu tiver com uma boa intenção, uma benevolência e se eu buscar as outras medidas, que é o perdão das ofensas, o autoperdão, se eu buscar esses outros fatores, apesar de estar sendo seletivo na caridade, Ela vai como uma semente brotar. E ela vai brotar aos até o seu patamar máximo de uma árvore, da semente virar árvore. E ela traz aqui de forma muito bonita, transformando-se na gota de remédio para
, Ela vai como uma semente brotar. E ela vai brotar aos até o seu patamar máximo de uma árvore, da semente virar árvore. E ela traz aqui de forma muito bonita, transformando-se na gota de remédio para a criança doente. Ou seja, em algo muito importante para aquela criança em defesa. Essa criança aqui é figurativo. Pode ser um idoso, pode ser um trabalhador, um pai de família, pode ser uma mãe de família, pode ser famílias reunidas. E e assim, de forma poética, ela vai nos instruindo eh com a verdade. E ela continua: "Mei, atiram-me à distância quando surjo na forma do pedaço de pão que sobre a mesa. No entanto, aspiro a fazer ainda a alegria dos que choram de fome." Ela dá mais um exemplo aqui. Outro dia eu tava no ponto de ônibus, eu tava comendo um biscoito de polvío, aí já tinha. Aí de repente eu perguntei para o morador de rua, quer? Aí eu ofereci, né, que às vezes eu tô no ônibus e me oferecem, aí eu não agradeço. Aí eu lembrei disso, eu fiz a mesma coisa. Aí a pessoa, ah, quero sim. Aí eu olhei, eu já tinha comido 2/3 do polvilho. Aí eu peguei, aí eu entreguei tudo. Aí eu falei: "Pô, já comi bastante". Aí eu falei assim: "Ah, então aqui, ó, toma". Mas assim, eu não esperava ou sim, entendeu? Eu eu fiz aquela aquele oferecimento de educação, né? Aquele de eh de etiqueta, oferecimento de etiqueta. E eu me assustei com com a resposta e eu reagi também do dando tudo, né? Mas no fundo esse esse terço que eu dei eram as migalhas, né? Porque aquilo não era algo sincero que que tava assim eh se expandindo do meu coração. Então a Memeia aqui ela traz dois exemplos, né? O que eu acho maravilhoso, porque se você não compreende no primeiro, você fica com mais facilidade. E ela continua assim. Muita gente considera que sou trapo velho para os fregão, mas anseio agasalhar os que atravessam a noite de pele ao vento. Então aqui nós temos o exemplo daquela roupa usada que nós doamos até para eh bazar de centro espírita, porque ele vai direcionar e trazer recursos paraa manutenção do
vessam a noite de pele ao vento. Então aqui nós temos o exemplo daquela roupa usada que nós doamos até para eh bazar de centro espírita, porque ele vai direcionar e trazer recursos paraa manutenção do centro espírita. Mas tem pessoas aqui, nós temos campanha de agasalho que foi feita há 4 meses e, né, agora nós estamos na primavera, então foi feito bem antes, há 4 meses. Mais um exemplo aqui que Meimei nos traz. Outros alegam que sou o resto de prato para a calha do esgoto, mas encontrando mãos fraternas que me auxiliem, posso converter-me na sopa generosa para alimento e consolo dos que jazem sozinhos no cátre do infortúnio, refletindo na morte. Ou seja, aquele que tá sozinho, aquele que tá esquecido, aquele que tá desanimado, que desapareceu o entusiasmo em razão de reveses e que fica com pensamento eh oscilando em torno da morte, oscilando em torno do do eh chega, basta, não falei mais nada, desiste. Então a pessoa quando chega esse ponto, ainda que façamos uma caridade simples, essa caridade ela não tá só nas nossas mãos, ela também está em mãos espirituais que eu não consigo ver. E e na verdade eu sou um coadjuvante. Nesse exemplo aqui de meimei da sopa, nós somos coadjuvantes. E também tem os centros espíritas que pedem, né, ah, precisamos de latas de óleo, precisamos de proteína, eh, já temos o arroz, mas não temos o feijão. E eles podem dar a comida pronta. Aqui nós temos um centro espírita no meia que se você bater e pedir comida, sempre tem uma pessoa que vai fornecer. Então os moradores de rua já conhecem, eles fazem isso. Assim como também temos aquelas caravanas, né, de de veículos, um ou dois veículos, o ideal é é ter pelo menos dois veículos e os às vezes o segundo tá repleto de água mineral. Então você vai lá e oferece quando você faz com eh data certa, horário é estabelecido, eles até se reúnem. Eu voltando do trabalho, eu vejo aquelas, eles fazem até uma fila aguardando o carro chegar. Aí às vezes eles pedem dois ou três aí, ah, porque tem pessoas que não podem vir
ecido, eles até se reúnem. Eu voltando do trabalho, eu vejo aquelas, eles fazem até uma fila aguardando o carro chegar. Aí às vezes eles pedem dois ou três aí, ah, porque tem pessoas que não podem vir andando até aqui. Então, um que vai receber já se preocupa e cuida dos outros dois que estão incapacitados de chegar até lá. Uma vez eu segui, eles estão perto, mas eles não não podem andar porque tão muito doentes ou então tá seelado, né? tem aquela trombose venosa profunda que dá uma inflamação que que dá um fogo dentro da pessoa, né? geralmente acomete o pé, a perna, atinge o joelho, o joelho fica enorme. Então, essas pessoas elas conseguem receber aquela iniciativa do carro por meio de um auxiliado, ou seja, tá sempre trabalhando, a caridade tá sempre trabalhando, é sempre alguém tem o que oferecer. Ninguém tem a miséria absoluta total. A pessoa sempre pode ser útil de alguma forma, mas desde que ela esteja agindo com o coração, querendo agir com amor, com com misericórdia, com compaixão, com esperança. Aí nós aí nós temos essas situações acontecendo. Aí o o próximo parágrafo. Afirmam que sou apenas migalha e por isso me desprezam. Talvez não saibam que certa vez quando quiseste falar em amor narraste a história de uma dracma perdida e reportando ao reino de Deus tomaste uma semente de mostarda por base de teus ensinos. Então aqui ela também comenta outras passagens de do Evangelho em que nós temos a dáma perdida, que ela vai lá para tudo que tá fazendo e vai em busca da falta dessa dracma. também menciona o reino de Deus, em que você tem aquela passagem das sementes, em que você vai jogar as sementes ao solo, mas qual é o tipo de solo que vai encontrar? E ela continua, né, falando assim: "Faz, Senhor, que os homens me aproveitem nas obras do bem eterno e para que me compreendam a capacidade de trabalhar, dize-lhes que um dia estivemos juntos em Jerusalém, no templo de Salomão, entre a riqueza dos poderosos e as joias fascantes do santuário. E conta-lhes que me viste e me
dam a capacidade de trabalhar, dize-lhes que um dia estivemos juntos em Jerusalém, no templo de Salomão, entre a riqueza dos poderosos e as joias fascantes do santuário. E conta-lhes que me viste e me abençoaste nos dedos mirrados de pobre viúva na feição de um vintém. Graças a Deus. palavras de Mei, ela conclui essa oração que sempre podemos recorrer e ela nos dá como exemplo com o óbvulo da viúva, com a história principal do da mensagem de hoje, que é o óbvulo da viúva. Ou seja, que isso já aconteceu. O óbvulo da viúva, ele não é um mito, ele é uma história com H. É uma história com H. É baseada em fatos e foram fatos que foram apreciados por Jesus. fatos que Jesus presenciou e que os evangelistas registraram para nós termos eh como saber conhecer desses fatos, dessas passagens que chamamos de passagens bíblicas, passagens evangélicas e que nos dão muito ensinamento. Por quê? Porque o exemplo daquele que já conseguiu atingir virtudes, ele nos auxilia e nos auxilia em muito que nós vemos é que é possível sim e que tudo transcorre normalmente, que não há eh não há nenhum fenômeno extraordinário, que isso teria que ser até o corriqueiro, o habitual, o costumeiro. Apesar de não termos ainda assimilado isso como uma cultura. Então, eh, nós temos esses heróis, que assim não querem ser chamados assim, mas eu ouso chamá-los, que deixam eh a demonstração daquilo que eles conseguiram atingir. E vocês fiquem à vontade, se vocês quiserem fazer algum comentário, alguma colocação, se lembrar de algo, se estão com dúvida. Vocês podem comentar aqui. Lembrando mais uma vez que hoje nós tivemos problemas técnicos, então eh eh essa forma de estudo tá sendo feita dentro do que tá sendo possível fazer, porque nós todos somos duplas, mas cada um tá em um estado, cada um tá numa cidade, um tá no Sul, o outro tá no centro do Brasil. Então não não dá para eu, por exemplo, descer aqui no prédio, atravessar a rua e ir para outra quadra e bater e perguntar: "Olha, como é que você tá? Não sei quê.
Sul, o outro tá no centro do Brasil. Então não não dá para eu, por exemplo, descer aqui no prédio, atravessar a rua e ir para outra quadra e bater e perguntar: "Olha, como é que você tá? Não sei quê. Vamos, vamos fazer isso daqui a pouco. Não, a gente acaba utilizando o mecanismo do celular, de aplicativos de mensagens para poder nos comunicar e isso depende de um sinal que esteja com qualidade. Agora, sem fugir do do estudo, né, que que que acabou que eu estou fugindo, vamos ver um pouco então do óbulo da viúva. esse óbvulo da viúva. Eh, eu vou, antes de contar a história, eu já passei por uma situação, quando eu fui paraa faculdade, eu acabei fazendo o que a viúva fez e eu já contei numa outra palestra há alguns anos, e eu fiquei sem ter dinheiro para voltar para casa. Aí eu ajudei quatro pessoas antes de voltar para casa. Aí o RR minhas contas. Bom dia, amiga Eliane, seja bem-vinda. Aí eu errei minhas contas, aí faltou dinheiro para pagar o trem. O trem hoje aqui tá 7,60. O trem que traz a gente do centro do Rio pro pra zona norte, pro Meia. Aí eu fiquei sem o dinheiro do trem. Aí eu tive que pedir na estação, mas eu eu tinha, por exemplo, 6,80, mas não tinha tudo. Aí eu fiquei pedindo. Aí teve um moço que ele falou assim: "Não, eu vou pagar passagem para você". Aí eu mostrei o dinheiro. Não, mas eu tenho dinheiro aí falei assim: "Não, não, não. Eu vou te, eu quero te ajudar, mas eu quero pagar a passagem para você". Aí ele pagou, aí eu consegui voltar para casa. Então, por exemplo, como a mensagem aqui começa falando sobre a escassez, né, a dificuldade, a nós também temos que ter uma disciplina, uma temperança, uma moderação, porque se você se fascinar muito, você também se complica, porque você acaba exagerando. uma coisa escassez que é 96%, 99%, mas também pode acontecer o excesso. Como assim? Ah, se eu me se eu se eu vou trabalhar numa região com doação, eu tenho que pelo menos dividir em três pontos. Três pontos definem um triângulo para que três subregiões
contecer o excesso. Como assim? Ah, se eu me se eu se eu vou trabalhar numa região com doação, eu tenho que pelo menos dividir em três pontos. Três pontos definem um triângulo para que três subregiões consigam ser alcançadas, porque se senão eu fico focando muito num ponto específico, que também é uma forma de caridade, mas se eu posso escolher entre apenas um ponto e três, é preferível eu optar ficar com a opção dessa divisão em três. para aumentar, para irradiar mais, ter um raio maior de de resultado, de atingimento, de alcance, de pessoas que possam receber aquele auxílio que que às vezes você tá ali como portador e e levando eh mantimentos, alimentos, comida, prato. Às vezes você nem doou, às vezes você tá com a tua doação é a gasolina que você botou no carro ou a disposição de pegar uma bicicleta e pedalar para poder fazer o percurso. Existe tudo isso quando você trabalha nessa parte de assistência que é a caridade, é o amor em movimento. Então o óbvulo da viúva, nós temos ele aqui, é o capítulo 13. Que vossa mão esquerda não saiba o que dê a vossa mão direita. fazer o bem sem ostentação. Então aqui nós temos esse exemplo lindo, maravilhoso. Nós temos essa oração também linda, maravilhosa. E vamos ver um pouco do exemplo. Estando Jesus sentado de fronte do gasofilácio, a observar de que modo o povo lançava ali o dinheiro, então esse gasoofofilácio, vamos considerar assim como se fosse uma varanda, um local, um local prestigiado em que é feito para você observar melhor, você ter uma observação de um de um de um certo local aí. Ele viu que muitas pessoas ricas, ó, de modo o povo lançava-lhe o dinheiro, viu que muitas pessoas ricas o deitavam em abundância. Nisso veio também uma pobre viúva que apenas deitou duas pequenas moedas do valor de 10 centavos cada uma. Chamando então seus discípulos, disse-lhes: "Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu muito mais do que todos os que antes puseram suas dádivas no gasofilácio." Então, gasofilácio aqui é como eu falei
ando então seus discípulos, disse-lhes: "Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu muito mais do que todos os que antes puseram suas dádivas no gasofilácio." Então, gasofilácio aqui é como eu falei errado, gasofilácio aqui não não seria um uma varanda, não. seria como se fosse uma fonte, tá? O centro ali para você fazer o depósito das suas doações. E ele comenta que ela deu muito mais do que todos os que antes puseram suas dádivais no gasofilácio. Então aqui o que que é importante a gente falar interrompendo que todos deram de coração porque ele chamou de dádivas. é a minha interpretação. Mas ele percebeu ali que havia uma dádiva especial, uma dádiva com riqueza de virtudes. Por isso, e continua, né? Por isso que todos os outros deram do que lhes abunda, ao passo que ela deu do que lhe faz falta. deu mesmo tudo o que tinha para o seu sustento. Então aqui ele comenta que aquelas pessoas, apesar de eu ter eh falado sobre o meu episódio em que eu exagerei, ele aqui ele fala sobre uma coisa que é o antônimo da indiferença, é você fazer com sem sacrifício. É você fazer porque em você existe abundância. Então você não vai ficar numa situação desfavorável, numa situação eh de desconforto, você não vai ficar apertado. E ela, apesar de fazer falta para ela, aquela dádiva, ela deu porque ela sabia dentro dela que aquela dádiva ia ser importante para muitas pessoas. Olha a beleza, né? A beleza do do do acontecimento, porque são coisas paradoxais. Ah, como é que a menor moeda vai servir para muitas pessoas? Porque ela dá acreditando nisso e ela contribui para aquele mutualismo, né? Em ciências sociais, nós chamamos isso de mutualismo, mas ela dá com gosto, ela dá de alma, dá com esperança, dá com amor. De repente, algum ali até incomodado, ah, eu tenho que dar, então vou dar logo, vou fazer a minha doação, porque eu tô preocupado com outra coisa que eu tenho que fazer. Eu já quero sair dali logo, sabe? Eu, por exemplo, a pessoa que tem abundância, ela pode ficar ali e ver,
ogo, vou fazer a minha doação, porque eu tô preocupado com outra coisa que eu tenho que fazer. Eu já quero sair dali logo, sabe? Eu, por exemplo, a pessoa que tem abundância, ela pode ficar ali e ver, eh, e hoje foi doado muito pouco. Nós tivemos doação, então eu vou, eu tô achando, eu estou achando que está pouco. Então eu vou fazer uma adição, eu vou fazer um complemento, eu vou dar mais esse ou como naquela situação, né, do que pede perdão, eu vou agora eu vou fazer um complemento que é o dobro do que eu fiz antes. Por quê? porque ele tá na expectativa de impulsionar ele. Ele quer que aquele dia, naquele local, que a doação não seja a menor que tem havido. Então, ele tá com esse propósito. Ele quer que aquele fator de auxílio ao próximo, ele naquele dia ele seja o melhor possível. Então, existe tudo isso que que essa passagem ela consegue nos trazer. Agora, o ponto principal que Jesus queria destacar é aquela doação que você faz de alma com seu sacrifício, com até mesmo com o teu próprio prejuízo, prejuízo momentâneo, porque Deus tá sempre agindo. Então, às vezes você dá de tudo que você tem. Porque você também tá sempre recebendo, né? Existe um um uma história que eu já vi do morador de rua nos Estados Unidos que ele recebia, aí ele dava, ele recebia, aí ele dava. Aí um moço que tava no carro, ele parou, estacionou o carro e passou a seguir. Aí ele veio e comentou: "Poxa, eu te dei, você deu para aquela pessoa". Ele até se incomodou, né, na hora que que que tava parado no sinal, ele conseguiu ver que a doação dele não ficou com aquele morador de rua que o pediu diretamente, que ele passou para, se eu não me engano, para uma senhora que tava indo como se fosse a uma padaria, a um estabelecimento, né? Aí ele questionou o cara. Aí no que ele tava questionando, chegou uma jovem com comida para ele. Ó fulano, que bom que eu te encontrei aqui. O que que eu preparei com você? Eu trouxe um pouco aqui para você. Eu quero que você experimente. Então, no mecanismo da caridade, que é o
comida para ele. Ó fulano, que bom que eu te encontrei aqui. O que que eu preparei com você? Eu trouxe um pouco aqui para você. Eu quero que você experimente. Então, no mecanismo da caridade, que é o amor e movimento, existe essa construção. O mutualismo, a solidariedade, a fraternidade, ela é como se fosse gravet. Cada graveto, por si só, ele é incapaz de sustentar a ponte, mas ele juntos, eles permitem que caminhões de toneladas atravessem a ponte. Eles se transformam pelo agir, pela dinâmica, sem alterar a essência. continua a ser lá madeira, celulose ou bambu, o que for, mas agora conseguindo oferecer um trabalho de sustentação que antes era incapaz de fazer e se fizesse iria se quebrar, né? ia se quebrar ou no mínimo se envergar e ficar torto, né, que a gente chama de sequela. Então, quando nós estamos agindo assim e eh também estamos mexendo com com a nossa vaidade, porque, por exemplo, ah, eu vou doar, então eu quero que que a doação parta das minhas mãos. Não, você pode deixar que outras mãos habilidosas, amorosas, eh, destinem, levem até o destino a quem irá poder usufruir daquilo que você tá doando. O importante é doar com amor, né? Aqui nós temos um trabalho que também é feito uma vez por mês, que você deixa uma caixa e as pessoas botam. Às vezes nós fazemos por temas, ah, eh, o foco é agasalho, o foco e lata de óleo, eh, mantimentos, ou então material de higiene, escovas de dente, fio dental, pasta. Aí, por quê? Porque a doação ela pode ser anônima e isso não vai desqualificar a doação. E Jesus ele demonstra isso. Assim como nós também eh temos que deixar claro que a doação com ostentação, ela acaba te complicando. Por quê? Porque o o fator que que te satisfaz em doar é você querer ser visto. E isso não é motivo para doar. Isso eh é você é uma um momento em que você quer se exibir, em que você quer aparecer, em que você quer ficar em destaque. Às vezes, de repente, existe uma solidão, às vezes você se sente eh sem contato, você quer se relacionar e quer
que você quer se exibir, em que você quer aparecer, em que você quer ficar em destaque. Às vezes, de repente, existe uma solidão, às vezes você se sente eh sem contato, você quer se relacionar e quer que aquela relação tenha uma pujança, tenha tenha assim uma um ânimo partindo dos outros, que se se você não vir aquele ânimo, você acha que não está sendo sincero. Ou seja, nós temos muitas ideias fixas, em resumo, na nossa cabeça, que nós pensamos que elas ajudam e nas na verdade elas atrapalham. Então, essa lição de hoje, ela nos mostra tudo isso, tá? Se alguém quiser fazer alguma colocação, seja bem-vindo. Nós estamos chegando nos nossos minutos finais, já tá 11:2. Eu vou então já agradecer aos canais parceiros que permitiram que houvesse essa transmissão. Lembrar que domingo que vem de 10 às 11 nós teremos uma dupla aqui que irá cuidar do capítulo 32. Hoje nós tivemos essa felicidade de receber Meio. 32 vai ser André Luiz, que vai trabalhar psicografia de Valdo Vieira e vai tratar do cuidado do corpo e do espírito. Então nós aguardamos vocês e vamos fazer a nossa prece final. Eu vou fazer a prece final hoje de uma forma diferente, ó. Eu vou abrir uma mensagem aqui de semente de felicidade de Lourval Lopes e ela vai funcionar como a nossa mensagem final. agradecer a Carla, ó, ela fez uma colaboração aqui. Exatamente. Essa mensagem de hoje é para isso, aprendermos a caridade, aprendermos ela, ou seja, trazermos ela para o nosso cerne, né? interiorizar a caridade e estar e vivenciá-la em nossos dias, ou seja, tornar a caridade parte da nossa vida, que ela seja uma expressão que que quando eu pensar no meu dia de ontem, lembrar que pelo menos alguma coisa que eu fiz foi algo caridoso. Ó, mensagem 178 de sementes de felicidade. Por tudo, agradeça. É difícil agradecer o que impõe sacrifícios. Aqui, ó, tem relação com o estudo de hoje. Mas entenda, ao agradecer, você emite pensamentos de aceitação, de renúncia, de compreensão, que atenuam ou eliminam as sensações de intranquilidade,
fícios. Aqui, ó, tem relação com o estudo de hoje. Mas entenda, ao agradecer, você emite pensamentos de aceitação, de renúncia, de compreensão, que atenuam ou eliminam as sensações de intranquilidade, dor, aflição, mágoa, revolta. Agradeça a Deus, agradeça a natureza, agradeça as pessoas. Não se revolte por nada. Você tem poderes para influir sobre as sensações do campo íntimo. Palavra final é nossa. Nós temos o poder. Agradecer sinceramente é se harmonizar com tudo e com todos. Olha que mensagem linda que Loural trouxe para nós. Então, nós podemos ver a renúncia, a abnegação, o sacrifício, como eles são importantes, porque nós temos a força suficiente. Graças a Deus. Estamos aqui então terminando e ficamos muito felizes pela presença de vocês. Nosso muito obrigado e mais uma vez nós nos desculpamos pelos problemas técnicos que aconteceram e fizeram assim que hoje ficasse de uma forma eh diferente. Meu muito obrigado. Uma excelente semana a todos. Fiquem com Deus. Que Deus os abençoe às suas famílias, aos seus lares, ao ambiente de trabalho, ao centro espírita que vocês frequentam, as instituições que vocês assistem ou ou participam. Fiquem todos com Deus. Tchau.
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