Estudando com Jesus | O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 29 | 21.09.25
Estudando com Jesus | 21.09.25 Estudo sequencial da obra: O ESPÍRITO DA VERDADE – Capítulo 29: Se tens fé Apresentação: Equipe IGESE Realização: IGESE
Bom dia. Bom dia a todos. Muito bom dia. Muito bom dia aos nossos amigos que já acordaram cedo para estar aqui com a gente, né, nesse bom dia, nesse dia alegre, nesse dia muito bom. >> Fala mais uma manhã de estudo. Boa tarde, boa noite para aquelas pessoas que estão nos vendo eh de outro país, de outros lugares afastados. É, >> lembrando que ficará gravado, então poderá ver após esse ao vivo que fica aqui no canal do Igzi. E hoje nós temos mais um estudo, né, do nosso livro Espírito da Verdade. >> É, hoje nós vamos discutir mais um tema aqui, né? Nós queremos aqui trocar uma ideia com vocês. Oi, bom dia. Bom dia. Bom dia. Como disse o Marcos, aqueles que chegaram agora e aqueles que chegarão depois, né? que será um bom dia, um boa tarde ou um boa noite, né? Sempre é bom estarmos juntos. E no nosso estudo de hoje, do nosso livro, né, continuando o nosso estudo que nós fazemos todos os domingos, nós vamos hoje, nessa sequência nós vamos falar sobre o Evangelho. O nosso tema de hoje é se tens fé do nosso livro poder, ó, do nosso livro Espírito da Verdade. E esse livro ele faz menção ao evangelho, aos capítulos do evangelho, né, amigo? E o capítulo de hoje, menção do Evangelho Segundo o Espiritismo, >> é pedi e obtereis. Então o ato de pedir, nós vamos falar sobre isso, mas antes nós vamos fazer a nossa prece, né, Marcos, >> para depois a gente dar entrada >> dar entrada ao nosso estudo. Enquanto isso, nossos amigos vão chegando aqui, né? Bom dia pro Walter, bom dia pra Teca. >> Ó, vamos. É, então vamos lá. Bom dia pra Laura, né? Chegou primeiro. Desculpa, é, desculpa, é porque o meu não vejo todos. >> Eu tô aqui caçando. >> É, >> é >> o nosso amigo Walter que tá sempre aqui conosco. Bom dia, a Teca. Bom dia. >> É a Laura ver a Laura aqui. >> É, então fazer uma peça de abertura para harmonizar. Amado Pai, mestre Jesus, irmão de todas as horas, estamos aqui nesta manhã mais uma vez reunidos para estudarmos a sua doutrina, a nossa doutrina. Essa doutrina que nos conforta, nos consola,
monizar. Amado Pai, mestre Jesus, irmão de todas as horas, estamos aqui nesta manhã mais uma vez reunidos para estudarmos a sua doutrina, a nossa doutrina. Essa doutrina que nos conforta, nos consola, nos dá esperança. Permita-nos estar receptivos a tudo aquilo que será tratado hoje, que possamos dar nossas opiniões, nosso ponto de vista, dividindo aqui para sairmos daqui melhor do que quando aqui chegamos. Graças a Deus. >> Graças a Deus. Graças a Jesus. Então, que nós possamos abrir aqui não só o coração, né, mas que os nossos ouvidos, né, a nossa mente, que nós possamos estar abertos a tudo que nós vamos eh conversar aqui. E não quer dizer que o que nós vamos conversar aqui somos nós que temos a razão da palavra, não. Nossa, aqui é o nosso entendimento, né, Marcos, daquilo que nós estudamos nessa lição de hoje. e a gente tem a colaboração de vocês naquilo que vocês acharem eh que seja contrário ou quiserem complementar, será muito muito bem-vinda aqui ao estudo nosso, né? Então, a começando aqui com o tema que nós falamos que ele faz menção ao evangelho, ele faz menção ao capítulo 27 no item 11, mas o capítulo 27 é o pedi e obtereis. Então nós vamos falar um pouco do evangelho nesse sentido de pedir e obter. O que que é o pedir e o que que é o obter? Será que tudo que nós pedimos nós vamos conquistar? Será que tudo que nós pedimos nós necessitamos? Tudo que nós pedimos é urgente? É para agora? Ele vai chegar para nós da maneira que nós queremos ou ele vai chegar por outras vias e vai nos mostrar o momento certo desse recebimento? Então nós vamos pedir a nós vamos prestar atenção aqui quando ele fala, ele começa falando na qualidade da prece e depois lá na frente o nosso item, eh, ele vai falar aqui pela prece como que nós conseguimos conquistar aquilo que nós necessitamos. Então, qualidades da prece, capítulo 27, pediz e obtereis. Quando orardes, não vos assemelheis aos hipócritas, que se comprazem em orar em pé nas sinagogas e nas esinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em
ades da prece, capítulo 27, pediz e obtereis. Quando orardes, não vos assemelheis aos hipócritas, que se comprazem em orar em pé nas sinagogas e nas esinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo, eles receberam sua recompensa. Mas quando quiserdes orar, agora vamos prestar atenção nisso aqui, gente, que isso aqui é muito profundo. É isso aqui que é a nossa lição, ó. Mas quando quiserdes orar, entrai para o vosso quarto. E estando fechada a porta, orai ao vosso pai em segredo. E vosso pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará. Isso aqui vai ser o nosso, nós vamos dissecar essas essa esse parágrafozinho aqui na nossa leitura de hoje. Não afeteis orar muito em vossas preces, como fazem os gentios, que pensam ser pela multidão de palavras que serão atendidos. Não vos torneis, pois semelhantes a eles, porque vosso Pai sabe do que necessitais antes de o pedirdes. Isso está em São Mateus, no capítulo 6, do versículo 5 a 8. Quando vos apresentardes para orar, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhes, a fim de que vosso Pai, que está nos céus perdoe também os vossos pecados. Se vós não perdoais, vosso Pai que estáais no céu, não vos perdoará também os vossos pecados? Isso também, isso aqui está em São Marcos, capítulo 11, versículo 26 e 28. Ele contou uma parábola a alguns que confiavam em si mesmos quando sendo justos e desprezando os outros. Dois homens subiram ao templo a fim de orar. Um era fariseu e outro publicano. O fariseu, estando em pé, orava assim consigo mesmo: "Meu Deus, eu vos rendo graças porque não sou como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como esse publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou dízimo de tudo que possuo." O publicano, ao contrário, mantendo-se distante, não ousava sequer olhar os olhos ao céu, mas batia do peito, dizendo: "Meu Deus, tende piedade de mim, que sou um pecador, eu vos declaro que este retornou entre os seus justificado, e não o outro, porque todo aquele que se eleva será
o céu, mas batia do peito, dizendo: "Meu Deus, tende piedade de mim, que sou um pecador, eu vos declaro que este retornou entre os seus justificado, e não o outro, porque todo aquele que se eleva será humilhado, e todo aquele que se humilha será exaltado." Isso está em São Lucas, no capítulo 18, versículo de 9 a 14. E aí ele termina que as qualidades da prece estão claramente definidas por Jesus. diz segundo, quando orardes, diz ele, não vos coloqueis em evidência, mas orai secretamente. Não afeteis de muito orar, porque não é pela multiplicidade das palavras que sereis atendidos, mas pela sua sinceridade. Antes de orar, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, porque a prece não será agradável a Deus, se não parte de um coração purificado de todo sentimento contrário à caridade. Orai enfim com humildade, como publicano, e não com orgulho como fariseu. Examinai os vossos defeitos e não as vossas qualidades. E se vos comparardes aos outros, procurai o que há de mal em vós. Capítulo 10, número 78. Olha só o término aqui, gente. Examinai os vossos defeitos e não as vossas qualidades. E se vos comparardes aos outros, procurai o que há de mal em vós. Então, ou seja, apontar o dedo pro outro. Vamos olhar primeiro para nós, né? Aí, esse aqui é a introdução do capítulo 27, onde ele tá falando do poder da prece e do pedir e obtereis, mas ele faz menção para nós nessa leitura ao item 11, que ele diz assim: "Pela prece, o homem chama para si o concurso dos bons espíritos, que vem sustentá-lo nas suas boas resoluções e inspirar-lhes bons pensamentos. adquire assim a força moral necessária para vencer as dificuldades e reentrar no caminho reto que dele se afastou, assim como afastar de si os males que atrai por sua própria falta. Um homem, por exemplo, vê a sua saúde arruinada pelos excessos que cometeu e arrasta até o fim dos seus dias uma vida de sofrimentos. Ele tem o direito de se lamentar se não obtém a cura? Não, porque poderia encontrar na prece a força para resistir às tentações. As
e cometeu e arrasta até o fim dos seus dias uma vida de sofrimentos. Ele tem o direito de se lamentar se não obtém a cura? Não, porque poderia encontrar na prece a força para resistir às tentações. As tentações de quê? do mal que ele mesmo causou o seu corpo. Então, falando aqui lá do início, tu pedis e obtereis, quando ele fala que é para nós entrarmos no quarto, quando quiserdes orar, entrai em vosso quarto. Que quarto é esse? Ele não tá falando de um espaço físico, ele não tá falando do nosso quarto ali, aquele ambiente doméstico nosso que nós temos de repouso. Pode até ser, a gente pode até silenciar nossa mente naquele quarto físico, mas ele tá falando para nós aqui é do quarto espiritual. Ele tá falando para nós entrarmos em contato conosco. Então aqui não eh entrai no vosso quarto estando fechada a porta. Que que é essa porta fechada aqui? É a porta do quarto físico. Pode ser também quando a gente entra ali pra gente se isolar. Mas quando a gente fecha a porta é que a gente isole os pensamentos. Pra gente isolar os pensamentos externos. pra gente confiar naquele momento que estamos nós e Deus, na confiança suprema do pai que ouve as nossas rogativas, que nós estamos ali silenciados do mundo ali de fora nesse nosso quarto interior, nesse nosso momento único entre nós e o criador. Então isso que é entrar no quarto íntimo e fechar a porta em vosso quarto. Estando fechada a porta, orai ao vosso pai em segredo. E o vosso pai que vê o que se passa em segredo vos recompensará. Por que em segredo? Porque eu vou conversar eu com meu Pai Celestial, eu com Deus. Eu não preciso falar palavras, palavras bonitas, eh, recitar versos. Eu não preciso falar, exteriorizar nada disso com a minha boca, com a minha fala. Eu posso pensar aqui no meu interior, no meu coração, porque o pensamento nosso é o que nos liga a Deus. Então, através do meu pensar, através da minha boca fechada, através desse silêncio interior, é que eu vou através do meu pensamento me ligar ao plano maior, me ligar ao Pai
o é o que nos liga a Deus. Então, através do meu pensar, através da minha boca fechada, através desse silêncio interior, é que eu vou através do meu pensamento me ligar ao plano maior, me ligar ao Pai Celestial e rogar o que que é a prece. E nós vamos chegar lá mais na frente que nós vamos falar que que é rogar, que que é o que que é orar. Nós vamos então orar ao Pai para que ele ouça as nossas rogativas e de acordo com nossa necessidade, porque entre nós necessitarmos e merecermos tem uma diferença. Muitas vezes nem sempre o que nós rogamos é o que nós merecemos ou é o que nós necessitamos. Então, muitas vezes ele, nós vamos aqui dirigir a Deus o pensamento nessa prece, nós vamos conversar com ele. Senhor, aqui estou. Ouça minha prece. Se for do meu merecimento, que eu receba tal e tal, que eu possa praticar tal e tal ato, que eu possa entender tal e tal situação. Então, daí eu vou conversando com Deus, porque nós podemos, esse diálogo é entre nós e o Pai. Quando a gente quer alguma coisa com o nosso pai físico, com o nosso pai terreno, a gente não senta diante dele e diz assim: "Pai, vem cá, eu queria fazer um curso. Olha, tem um curso tal, tem um curso ali de línguas que eu gostaria de fazer. Será que vai dar pra gente fazer? Será que cabe no orçamento? Olha só, será que cabe no orçamento? Eu gostaria de fazer. Vamos trazer esse exemplo aqui. Será que cabe no orçamento? Quem sabe é o pai, porque quem cuida do orçamento doméstico é o pai ou é a mãe. Então, se eu peço para fazer algo, esse algo é necessário a mim? Ele vai ser uma situação sinequanom para mim, porque se eu não fizer aquilo ali vai me trazer um mal? Não, ele é algo que pode ser necessário no futuro próximo, que pode adicionar conhecimento para mim na atualidade, no futuro próximo, mas não é no momento necessário se aquilo ali não cober no orçamento. Então, a necessidade e o desejo são diferentes. Então, da mesma forma que eu pedi aqui pro meu pai, meu pai da terra, aquilo que eu necessito, um desejo que eu externei, da mesma
o cober no orçamento. Então, a necessidade e o desejo são diferentes. Então, da mesma forma que eu pedi aqui pro meu pai, meu pai da terra, aquilo que eu necessito, um desejo que eu externei, da mesma forma nós vamos fazer assim com Deus, pai criador que está ali a nos ouvir no silêncio do nosso quarto, do nossa alma. Então eu vou pedir, por o ato de pedir é um ato de humildade. Porque se eu sei reconhecer que eu sou pequeno e que Deus é o pai maior e que só vai ser atendido se estiver na alçada do meu merecimento, eu estou sendo humilde para reconhecer. Quando ele fala pra gente não ser como aquele que ora em praça pública, em voz alta, é que eu não preciso externar lá fora o meu pedido pros outros e dizer: "Ó, eu pedi a Deus por isso. Olha, eu tô aguardando porque eu já pedi, porque Deus vai colocar nas minhas mãos." Porque aqui na prece, aqui no Evangelho, ele fala que tudo que pedirdes com fé vosso Pai Celestial que está no céu e vê o que se passa convosco, ele vos atenderá. Mas será que tudo ele vai nos atender está nos desígnios da nossa necessidade? Ou será que ele vai colocar situações ali no nosso dia a dia para o nosso aprendizado como resposta ao pedido da nossa prece? Aí ele vai mandar para nós a situação pra gente saber atravessar por ela e aí sim ele tá atendendo ao nosso desejo, ao nosso pedido. Porque às vezes a gente acha que a resposta vem pronta. A gente pediu: "Ah, Deus, me ajuda aqui, eu quero passar naquele concurso." Mas o que que eu tenho que fazer para passar naquele concurso? Eu não preciso me dedicar, estudar, ter disciplina, ter um horário marcado para aquilo ali, ter as matérias eh pertinentes aquilo que eu preciso buscar, ser orientada naquilo que precisa ser complemento. Então eu tenho que fazer o quê? A minha parte não é só o pedir, só porque Deus falou que tudo que pedirdes com fé vos será concedido. Será concedido sim, se eu fizer a minha parte, se eu colocar a minha a minha boa vontade e a minha fé, que que é a minha fé? A minha certeza de
s falou que tudo que pedirdes com fé vos será concedido. Será concedido sim, se eu fizer a minha parte, se eu colocar a minha a minha boa vontade e a minha fé, que que é a minha fé? A minha certeza de que eu tô fazendo a minha parte. Se eu fizer a minha a minha parte bem feita e eu tiver o merecimento de alcançar aquele pedido, isso sim será alcançado, será concedido. Marcos, desculpa que senão vou falar do evangelho todinho aqui. Desculpa. >> Chegou mais uma amiga, ó. Lívia de Paiva Rodrigues. Bem-vinda. Bom dia. Minha filha lá de Fortaleza. Obrigada. Que bom. Beijinho para ela. Bem-vinda. >> Tá assistindo a gente aqui. >> É, bem-vinda, Livinha. É importante, né, eh, toda essa explicação que você nos deu, porque nós estamos vivendo momentos difíceis, inclusive o setembro amarelo virou lei e lei nacional. Além da prevenção ao autocsídio, né, ao autoestermínio, eles também se preocuparam com autilamento. Eh, as duas estão na mesma lei. E lembrando, né, que a gente se preocupa muito com a prevenção e modernamente nós também nos preocupamos com a pós-venção, que é o que aconteceu e agora o que o que fazer, né? Certo. >> E esse capítulo nosso, por que que eu tô tocando nesse assunto? Porque o capítulo de hoje, o capítulo 29, se tem esfer, é exatamente o que é mencionado no Evangelho quando vai tratar desse assunto do setembro amarelo. Então, nós temos aqui um texto de Emmanuel, psicografia de Chico Xavier. E ele vai nos ajudar muito. Por quê? Porque nós já ouvimos aqui uma forma de ajuda que é por meio da prece, por meio das orações. A palavra segredo, ela significa, não é um ocultismo. A palavra segredo, ela significa também, não sei se vocês sabem, fora das outras vistas. Ou seja, como a a Lázara falou, eh, o meu agir em direção à prece já é o suficiente. E esse fechamento da porta, como a Lázar falou também, é eu diminuir os ruídos exteriores e aumentar o volume dos meus pensamentos, do dos meus sentimentos, das minhas emoções, do que se passa dentro de mim. É o me aproximar
ta, como a Lázar falou também, é eu diminuir os ruídos exteriores e aumentar o volume dos meus pensamentos, do dos meus sentimentos, das minhas emoções, do que se passa dentro de mim. É o me aproximar do meu interior, é é o focar no no meu centro, né? Então, eh, vamos começar aqui com texto. >> Vamos, >> Emanuel fala assim: "Em doutrina espírita, fé representa dever de raciocinar com responsabilidade de viver". >> Você se você quiser fazer comentário, >> não é? É só porque eu gosto de ler os trechinhos e sublinhar o que que aquela frase tá trazendo para nós, o que que ela tá encerrando de mensagem. Isso >> é e que que ele tá falando da fé? Ele tá falando que a fé representa o dever dever gente, ó, de raciocinar com responsabilidade de viver. Então, a fé não é aquele amém que a gente diz e tampa os olhos e os ouvidos e tudo que o outro falar é a verdade e acabou. Não. Ele diz aqui, como diz Kardec, que a fé precisa ser raciocinada. Eu preciso entender se aquilo que está sendo passado tem fundamento. Ele tem fundamento. Ele encerra uma verdade. Se aquela verdade contribui para uma melhora, se aquela verdade faz sentido no meio daquilo que eu estou buscando. Então o que que ele tá falando para nós aqui? Que a fé representa o dever de raciocinar. Então vamos mentalizar isso aqui. Vamos sempre ter isso aqui em mente. Se nós temos fé, nós temos o dever de raciocinar. Ele já começa deixando uma mensagem pra gente aqui de imposição. Ou seja, você precisa fazer isso. Ou seja, você precisa fazer o quê? Você precisa raciocinar. O Marcos me falou alguma coisa que eu devo fazer, eu vou lá e faço simplesmente? Não, eu vou analisar se aquilo que ele tá me falando tem fundamento, se aquilo vai me beneficiar, qual proveito eu vou tirar disso, qual o benefício que isso traz ao meio e para quantos mais isso vai servir. Isso é que a gente raciocinar com a fé da gente. Então, em todo o evangelho é nos colocado que nós devemos raciocinar, nós devemos aprender, introjetar e raciocinar. Então, continua, Marcos. É
servir. Isso é que a gente raciocinar com a fé da gente. Então, em todo o evangelho é nos colocado que nós devemos raciocinar, nós devemos aprender, introjetar e raciocinar. Então, continua, Marcos. É porque eu achei que isso aqui é de fundamental importância para nós. >> É. Ah, o nesse parágrafo o que eu gostei também muito é é isso que ele fala com responsabilidade de viver. >> Ou seja, nós temos que assumir um compromisso com a vida. Porque às vezes nós estamos sofrendo muito, mas é porque nós esquecemos que a vida faz parte de nós, que nós não ficaremos totalmente inteiros sem o amor de Deus e sem as bênçãos da vida, que é esse presente que Deus nos oferta. >> E olha aí o que você falou, a a sua introdução ali do setembro amarelo. Olha aqui a responsabilidade de viver. Essa responsabilidade de viver, ela está também em que nós olhemos o outro nessa responsabilidade. É exatamente o setembro amarelo que você falou ali. Qual é o meu olhar sobre o outro? Será que eu estou enxergando o outro nessa responsabilidade de viver? Porque nós não vivemos isolados, nós estamos num contexto. Então a responsabilidade de viver é a responsabilidade do meio onde eu me encontro, né? Só para lembrar do setembro amarelo que você falou, que eu acho que isso aqui tem tem ligação. >> Sim. Onde a vida há convivência, há interação, há relacionamento. E ele continua >> responsabilidade >> daí a responsabilidade, ele continua. Desse modo, não te restrinjas a confiança inerte, porque a existência em toda parte nos honra. a cada um com a obrigação de servir. >> Aí, aí, tá vendo? Esse aqui, ó, é o que a gente comentou ali atrás na introdução também. A confiança inerte, ou seja, não é pura e simplesmente confiar porque o outro falou, ela precisa ter ação. Essa confiança precisa de ação. Inerte é a gente quando não faz nada. É, a gente quando tá parado, não se restringe a ficar parado, porque a existência nos honra a cada um com a obrigação de servir. Quer dizer, cada um de nós temos um papel aqui enquanto
o não faz nada. É, a gente quando tá parado, não se restringe a ficar parado, porque a existência nos honra a cada um com a obrigação de servir. Quer dizer, cada um de nós temos um papel aqui enquanto estamos nesse meio, nessa parte de encarnados na terra que nós estamos todos juntos, cada um de nós tem um papel. E honrar esse papel, honrar aquilo que nós viemos fazer. Essa é a nossa parte, é trabalhar, é sair da inércia e pegar no trabalho, é estender a mão do outro, é buscar um estudo, é buscar participar de algo que pode ser engrandecedor tanto para nós quanto para outros, né? Então, é a gente sair da inércia e ir para a obrigação de servir. >> Que seja uma confiança ativa, proativa. >> É, exatamente. >> E ele continua. E ele continua: "Se tens fé, não permitirás que os eventos humanos te desmantelhem a fortaleza do coração." >> Uhum. Uhum. Então, olha aqui, a fé, quando ela é raciocinada, eh, se acontece algo, se eu peço algo aqui na minha oração e alguma coisa ao meu redor acontece que não é de acordo com aquilo que eu pedi, eu vou fraquejar, eu vou agora me lamentar ou eu vou desmantelar conforme a palavra que tá falando aqui? Não, porque se eu tenho um pedido feito ali em oração lá no meu quarto íntimo, se o que vem pela frente, que o que começa a acontecer, é para que eu preste atenção no meio e naquilo que eu pedi para ver se a resposta que chegou é uma resposta para mim ou é uma resposta pro meio. e de que forma essa resposta está vindo para que nós possamos enxergar nisso aí um meio de aprimoramento, não é uma resposta pura e simplesmente. E ele continua: "Transitarás no mundo, sabendo que o divino equilíbrio permanece vigilante e mesmo que os homens transformem o lado terrestre em campo de lodo e sangue, não ignoras que a infinita bondade converterá um e outro em solo adubado, para que a vida refloresça e prossiga em triunfo. for. >> Então aqui ele fala, né, que mesmo que a gente viva no seio de uma família, que não seja toda uma família de margarina daquela feliz da vida, né? Aquela que já
efloresça e prossiga em triunfo. for. >> Então aqui ele fala, né, que mesmo que a gente viva no seio de uma família, que não seja toda uma família de margarina daquela feliz da vida, né? Aquela que já começa o café da manhã, todo mundo sorridente, todo mundo amável, todo mundo feliz. Mesmo que a nossa família não seja essa família, que ali haja desavenças, que ali possa haver intrigas, que ali possa haver eh desmantelos ali, que uma vida, quando ele tá chamando de loda, um campo de lodo e sangue, que a gente não ignore a bondade de Deus, porque se nós estamos aqui ou ali naquele meio, é porque tem ali uma lição que nós precisamos aprender. ou então tem um contributo nosso a ser oferecido naquele ambiente. Ou eu tenho algo para aprender ou eu tenho algo para ensinar. Então que a gente possa aqui, ó, não ignores a infinita bondade, porque ela será um solo adubado para que a vida floresça e e prossiga em triunfo. Então, ou eu contribuo ou eu recebo, né? Ou eu aprendo. Por quê? Porque ali é a escola primeira que vem nos ensinar as lições da vida, né? A nossa primeira escola é o nosso lar, né, Marcos? É verdade. Muito bem comentado. Se tens fé, não registrarás os golpes da incompreensão alheia, porquanto identificarás a ignorância por miséria extrema do espírito, e educará generosamente a boca que injuria e a mão que apedreja. >> Olha só que que ele tá falando para nós aqui. Ele tá falando de humildade, né? quando ele fala aqui pra gente que a gente precisa compreender aqui, ó, eh, os golpes da incompreensão, que ali a gente identifica a ignorância e a e a e a miséria do espírito. Ou seja, se eu tenho um pouquinho de estudo, um pouquinho de entendimento, se eu já caminhei um pouquinho mais do que aquele meu irmão, eu devo calar a minha boca, fechar os meus ouvidos e não apedrejar aquele que ainda tá no caminho, aquele que ainda tem uma jornada que eu já percorri pela frente e eu não devo ali apontar o dedo e ficar menosprezando tudo aquilo que vem dele. Por quê? Porque não é porque eu caminhei
tá no caminho, aquele que ainda tem uma jornada que eu já percorri pela frente e eu não devo ali apontar o dedo e ficar menosprezando tudo aquilo que vem dele. Por quê? Porque não é porque eu caminhei um pouquinho que eu sou melhor e maior, não. Mas cabe a mim compreender mais, aceitar mais e me calar mais. Por quê? Porque nós estamos a caminho de Então, se aqui no meu lar, se junto de mim eu tenho esses amigos que eles estão precisando desse eh dessa palavra, dessa compreensão, desse ouvido, então eu devo me calar mais, eu devo ouvir mais, eu devo estender mais a mão, eu não devo apontar o dedo. Então, que a gente tenha esse entendimento, que a gente possa prestar atenção em que nós não somos e nem estamos melhores do que ninguém. Nós apenas aproveitamos melhor o momento de ensino que nos foi oferecido. Então, nós já aprendemos um pouquinho, então cabe a nós com o nosso exemplo retribuir ensinando. Então, esse calar, esse calar aqui eh no no gesto de humildade é um calar que a gente não diz que é a é fraqueza. Não é fraqueza, é humildade. É diferente. É não revidar, é não jogar as pedras de volta quando elas chegarem até nós. Porque é assim que eu dou exemplo. Às vezes o outro tá esperando a minha reação, aquela reação, pior que seja, e eu me calo, eu me retraio, eu desarmo aquele irmão que chega ali com aquela força de buscar uma briga. Aí, se eu me retrair, se eu me aquiietar, se eu entrar nesse silêncio do coração aqui, eu vou desarmar aquele irmão que tá ali pronto, esperando com as pedras na mão. Então, ele vai colocar as pedras no chão e vai ver que dali ele não vai conseguir o intento dele. Ou seja, pelo exemplo de eu me calar, eu dei a ele a oportunidade do aprendizado de também não jogar essas pedras na na próxima vez, de pensar antes de fazer, de não reagir ao invés de agir, né? Exatamente. É uma espécie de coragem moral que Kardec explica no Evangelho, no capítulo 5, quando ele trata da aflição. São coragens eh focadas nas virtudes, seja pela esperança, paciência,
agir, né? Exatamente. É uma espécie de coragem moral que Kardec explica no Evangelho, no capítulo 5, quando ele trata da aflição. São coragens eh focadas nas virtudes, seja pela esperança, paciência, resignação. Então você, se você assimilar o golpe da incompreensão por meio de uma reclamação, você tá estendendo essa violência, esse ataque. E a a partir do momento, como a Lázar falou, se você começar pelo silêncio, além de você ver como aquilo, você vê na prática como aquilo é é ruim, então você vai também buscar, será que eu tô fazendo isso com alguém da mesma forma que fazem comigo, né? Aí você faz aquela autocrítica. Por quê? Porque aí você vai melhorar essa educação que você tem por meio do falar, por meio do agir pelas mãos. E você vai evoluindo, você vai progredindo e sendo você uma pessoa que não faz isso, é menos um. Então isso vai desaparecendo aqui no planeta Terra. Ele continua: "Ainda que os mais amados te releguem à solidão, avançarás para a frente, entendendo e ajudando na certeza de que o trabalho te envolverá o sentimento em nova luz de esperança e consolação." >> É o que você acabou de falar, né, Marcos? >> É >> que se nos relegarem a solidão, né? que nós continuemos, né, entendendo e ajudando que o trabalho vai ser a luz da esperança e da constelação. Então, assim, o trabalho é o que mostra o nosso aprendizado. Se diante de todos os tropeços nós seguirmos adiante, continuarmos trabalhando, isso não será o entrave para nós e nós continuamos dando o exemplo, é sinal que nós estamos caminhando na direção certa, né? Ainda que os amados te releguem. Então, há mais a a gente sabe que nem todos comungam conosco dos pensamentos, da fé, né, de tudo. A gente sabe que cada um que convive conosco tem um temperamento, tem uma crença, né? Eh, vive de alguma forma diferente da nossa. E nem por isso nós vamos fazer a desarmonia e trazer a desarmonia para dentro do nosso lar. Eu falo assim em todos que convivem conosco, gente, a primeira célula nossa de aprendizado é a nossa casa, é o nosso
r isso nós vamos fazer a desarmonia e trazer a desarmonia para dentro do nosso lar. Eu falo assim em todos que convivem conosco, gente, a primeira célula nossa de aprendizado é a nossa casa, é o nosso lar, é a nossa família. Então, os primeiros que estão aqui para nos ensinar e para que nós possamos fazer essa troca são a nossa família, essa célula maior da sociedade. Se eu conseguir viver bem aqui dentro, entender uns aos outros, amarmos da maneira como nós precisamos, que eu possa aprender com eles, que eles possam aprender comigo, eu vou saber refletir isso aí lá fora, porque se eu não souber fazer isso aqui dentro, eu não vou saber fazer lá fora, porque aqui é a escola primeira. Aqui na minha casa, aqui junto com a minha família, é a minha primeira escola, é minha primeira infância. É, é a minha primeira infância. É aqui que eu vou aprender as normas de conduta de boas maneiras, de boas convivências. É aqui que eu vou aprender. Porque se eu não respeito aqueles que estão aqui comigo dia a dia, né, todas as horas ali, se eu não tenho por eles aqui admiração, respeito, carinho, compreensão, como que eu vou ter lá fora? Se com aqueles que estão lá fora, nem laços de sangue eu tenho, né? Eu posso ter os laços espirituais com ele, como a gente sabe que a gente tem a família espiritual lá fora, temos. Mas como que eu vou conviver bem lá fora se eu não souber e se eu não aprender a conviver bem aqui dentro? É uma parte também que a gente precisa analisar, né, Marcos? >> É verdade. Eu gostei muito desse parágrafo. Esse parágrafo é muito rico. Por quê? >> Porque ele traz aqui uma situação extrema que você tá isolado, você tá sem ninguém, >> tá sozinho, né? sozinho, até mesmo pelas pessoas que te amam. >> Uhum. >> E aqui parece um pleonasmo, ó. Ele fala assim: "Avançarás para a frente". O que que ele quer dizer? Se eu tô na solidão, então que eu saia dos flancos. >> E o que que é flanco? >> Franco são os lados. Ou seja, >> e o que é estar eh caminhando lateralmente? É buscando alguém.
que que ele quer dizer? Se eu tô na solidão, então que eu saia dos flancos. >> E o que que é flanco? >> Franco são os lados. Ou seja, >> e o que é estar eh caminhando lateralmente? É buscando alguém. É, buscando alguém. Ah, como assim? Ah, eu tô tô namorando uma pessoa e tá acontecendo alguma coisa no relacionamento. Às vezes ele mostra aqui para nós, você tem que avançar, ou seja, você tem que fazer uma caminhada, uma movimentação que te tire do lugar onde você está. Pode ser um flanco. Quando a situação é extrema, você está até mesmo na retaguarda, ou seja, você tá lá atrás, ficou para trás. Então você tem que voltar para pra frente, voltar para para a primeira linha, pra primeira fileira, né? Pro pro pra dianteira, né? E também mostra aqui que você não está em condições de subir. Ele não fala: "Avançarás para cima". Por quê? Porque você tá num momento de dois sofrimento. Então você tem que se movimentar. você, ele quer mostrar aqui que você não deve ficar parado, resumindo tudo, mas não ficar parado como você faz um movimento de entendimento, que é um um movimento interior, e você faz o movimento exterior, que é ajudar, ajudar os outros sem saber da sua dor e do seu sofrimento, que aquele quarto com a porta fechada que a Lázela comentou. E o próprio trabalho, ele traz para nós forças na forma de esperança, na forma de consolação. São forças que vão nos ajudar lá na fortaleza do coração a botar uma pedra que caiu, a consertar, a reformar. Olha quanto ensinamento tem aqui. E ele continua, Emanuel, se tens fé, não te limitarás a dizê-la simplesmente, qual se a oração, sem as boas obras te outorgasse direitos e privilégios inadmissíveis na justiça de Deus, mas sim caminharás realizando a vontade do Criador, que é sempre o bem para todas das criaturas. Olha que parágrafo lindo, né? >> É, ele tá dizendo aqui que a fé sem as boas obras não é nada, né? Não te limitarás a dizer simplesmente se oração sem as boas obras te outro lugares direitos e privilégios. Então, não é
lindo, né? >> É, ele tá dizendo aqui que a fé sem as boas obras não é nada, né? Não te limitarás a dizer simplesmente se oração sem as boas obras te outro lugares direitos e privilégios. Então, não é porque a gente diz que a gente tem fé, que a gente vai ter privilégio, não. Então, pra gente poder alcançar aquilo que a gente pleiteia, né, aquilo que a gente busca, a gente até vai falar disso aqui. Eh, a a oração, vamos fazer um parágrafo aqui, Marcos, porque já tá acabando o nosso para Não, vamos terminar aqui, depois eu volto. Desculpa, porque eu ia fazer um parêntese aqui, mas eu faço depois. Po, pode fazer, se quiser pode fazer a mesma falar 20 minutos. Por >> é porque aqui, ó, ele tá dizendo aqui, caminharás realizando a vontade do criador, que é sempre o bem da criatura. Então, se tens fé, não se limitará a dizê-la. Quando a gente vai orar, quando a gente entra lá naquele quarto secreto que nós falamos ali, o que que é oração, gente? A oração e a fé ela é pedir, louvar e agradecer. Quando nós estamos ali orando, nós somos pedintes. Somos porque nós temos um pai e cabe a nós externar. Quando ele fala assim que vosso pai que está no céu sabe o que o que de o que você necessita. Vou falar com minhas palavras. Então, quando você pede, Deus que é pai, que está no céu, ele sabe o que é necessário para você. Então, por causa disso, eu vou deixar de pedir? Eu vou deixar de ser humilde? Não. Por quê? Porque se a minha necessidade, olha lá, a necessidade minha daquele momento é o pedido que eu vou fazer. Mas se o que eu preciso é o que Deus sabe, aquilo não vai acontecer naquele momento. Então, quando a gente pede, a gente só pede quando a gente precisa. Concorda? Porque se tá tudo bem na sua vida, se tá tudo certo, não vai pedir nada para ninguém. Mas quando você quer, quando você deseja algo, você vai atrás e você busca, não é assim? Então, a oração é para nós esse pedido, esse desejo, esse desejo de alcançar. Então, se nós precisamos eh ter em nós esse desejo, eu quero, nossa, eu quero muito
ê vai atrás e você busca, não é assim? Então, a oração é para nós esse pedido, esse desejo, esse desejo de alcançar. Então, se nós precisamos eh ter em nós esse desejo, eu quero, nossa, eu quero muito isso, mas será que isso é necessário para mim? Então, entre esse pedir e aqui a gente saber que eu vou conseguir, eu vou conseguir quando conseguir aqui a palavra está eu pedireis, eh, obtereis, ela tá onde? Ela tá no futuro. Então tudo que pedires será dado. Quando obtereis, quando Jesus fala obtereis, gente, é porque tá no futuro. Ou seja, te será dado quando, ou seja, no momento adequado para que o seu pedido seja ouvido e seja lhe dado. Ou seja, mas ele vai ser dado de que forma que ele vai ser dado para nós? igual eu coloquei ali no no início, com situações que vão nos chegar para nós enxergarmos e para nós percebermos se aquela necessidade nossa, ela está de acordo com aquilo que Deus tá nos colocando ali. Nós não podemos ser maior do que Deus quando nós pedimos, nós dizemos: "Ai, Deus vai me ajudar. Ai, Deus precisa me ajudar. Ai, eu quero que Deus me ajude." Ou seja, eu tô impondo uma condição aqui a Deus. Ele é o maior. Deus é o Pai. Quem sabe o que eu preciso é ele. Não adianta que eu possa barganhar, porque a oração ela não é uma barganha. Ó Jesus, ó meu Deus, eu vou fazer tal e tal coisa se você me conceder essa e essa e aquela. Então isso é poder de barganha. Eu não, Deus não tá aqui para barganhar com ninguém. Então, quando ele fala que se tem fés não limitará a dizê-las simplesmente quando a oração sem obras. Então, se eu deposito confiança e fé, que eu possa fazer, que essas obras possam aparecer, que essas obras possam estar sendo executadas na nossa necessidade e na nossa conta e em nosso crédito, porque se eu tenho crédito porque eu realizei aquilo que foi o aprendizado, aí sim eu vou ter como contabilizar isso aí na hora do do meu pedido ser atendido, mas não uma barganha, a fé não precisa Nem pode jamais ser uma barganha com o criador. Porque não basta que a gente diga
sim eu vou ter como contabilizar isso aí na hora do do meu pedido ser atendido, mas não uma barganha, a fé não precisa Nem pode jamais ser uma barganha com o criador. Porque não basta que a gente diga Senhor, Senhor, igual fala aqui. É necessário que a gente se cale dentro do coração e que a gente estenda humildemente o nosso pensamento e o nosso olhar a Deus e diga: "Seja feita a tua vontade, Senhor". É assim que precisa. Isso. É o que a Lívia tá falando. Confiança e fé. É confiar. A palavra certa é isso mesmo, Lívia. palavra certa é confiança. É, se eu peço, eu confio. Eu confio em quem? Nesse pai misericordioso que ele vai sim atender a minha necessidade quando ele achar que o momento adequado se apresenta e quando eu estiver preparada para receber isso aí. Ainda tem isso. Eu tenho que estar preparada para receber isso aí. Porque quantas vezes nós vemos situações onde se apresenta assim uma uma graça muito grande, vamos dizer, onde situações eh vou dar um exemplo corriqueiro aqui, um exemplo muito banal. Vamos dizer que a pessoa peça só coisas materiais. Tem gente que pede, pede e olha só o lado material. Ai meu Deus, me ajuda a ganhar na loteria. Ai porque se eu ganhar na loteria eu vou. Mas nem joga, né Marcos? Apósto que pede, mas nem joga, né? Ai, me ajuda, Senhor, porque se eu ganhar, eu vou ajudar a casa tal, eu vou dar isso para aquilo, eu vou ajudar a minha família, eu vou fazer isso, eu vou fazer aquilo. Será que a gente vai com a gente? A prova do dinheiro é uma prova muito perigosa. Não é qualquer pessoa que sabe atravessar e passar por ela, não. Então, quando eu falei no exemplo banal, por quê? Porque a gente não sabe se aquela montanha de dinheiro chegar nas nossas mãos, se nós vamos ter força para poder atravessar o caminho que vai se apresentar para nós. Quantos amigos vão chegar até nós por causa do interesse daquele momento que tá acontecendo? Será que eu vou aprender? Será que eu vou conseguir me sair bem desse momento ajudando realmente aquilo que eu me propus ajudar
hegar até nós por causa do interesse daquele momento que tá acontecendo? Será que eu vou aprender? Será que eu vou conseguir me sair bem desse momento ajudando realmente aquilo que eu me propus ajudar ou não esbravejando com aqueles que eu tô vendo que estão chegando interessadamente naquilo que eu tenho que a posse material? Será eu vou conseguir através do exemplo, através desses ensinamentos aqui, será que eu vou conseguir atravessar? E quantos ganham quando pedem? ganham, ganham, ganham muito e perde tudo de novo. E começa tudo do zero de novo. Por quê? Porque aquele ali não era o momento dele ter aquilo que ele pediu. Então, por que que foi embora aquele dinheiro? Por que que aquela riqueza foi embora? Porque não era o momento dele usufruir e desfrutar daquele pedido que lhe foi concedido. Será que tudo que a gente pede é concedido? Depois nós vamos falar disso aqui no livro dos espíritos, né, Marco? Aqui, ó. Deixa só eh antes de terminar aqui, Marcos, lê aqui nesse pedacinho do Consolador, porque nós estamos falando da fé, né? No consolador, na questão 354, ele diz assim: "Poder-se a definir o que é ter fé". Ter fé é guardar no coração a luminosa certeza em Deus. Ó o que a Lívia falou ali, confiança, certeza que ultrapassou o âmbito da crença religiosa, fazendo o coração repousar. numa energia constante de realização divina da personalidade. Conseguir a fé é alcançar a possibilidade de não mais dizer eu creio, mas afirmar eu sei ou seja, a confiança é tão grande que a gente não não tá só acreditando, a gente tá vivenciando. Realmente eu sei que é assim que se que se dá com todos os valores da razão tocados pela luz do sentimento. Essa fé não pode estagnar em nenhuma circunstância da vida e sabe trabalhar sempre intensificando a amplitude da sua iluminação pela dor ou pela responsabilidade, pelo esforço e pelo dever cumprido. Traduzindo, a certeza na assistência de Deus, ela exprime a confiança que sabe enfrentar todas as lutas e problemas com a luz divina no coração e significa a
idade, pelo esforço e pelo dever cumprido. Traduzindo, a certeza na assistência de Deus, ela exprime a confiança que sabe enfrentar todas as lutas e problemas com a luz divina no coração e significa a humildade redentora que edifica no íntimo do espírito a disposição sincera do discípulo relativamente ao faça-se no escravo a vontade do Senhor. Olha aqui, tudo que nós já comentamos anteriormente encerra a resposta do que o responde para nós do que é ter fé. É tudo isso que nós conversamos aqui. É essa certeza, é essa prova, é essa coragem, é esse saber. Eu sei, eu sei que Deus é, eu sei que Deus está. Então, essa confiança, é essa certeza, é tudo isso aqui. Aí, Marcos, pode terminar lá que depois eu quero comentar o livro dos espíritos aqui, OK? Tá? Eh, em relação a esse sétimo parágrafo, eu vou comentar o seguinte, >> certo? >> No no anterior, no sexto, ele dá uma fórmula de como você pode se socorrer, >> porque, por exemplo, avançarás para a frente, >> eu tô me afogando na praia. Fui paraa praia de Copacabana. Aí tô me afogando. O que que eu tenho que fazer? Qual, como eu devo me socorrer? Eu tenho que nadar para fora do mar. Eu tenho que voltar para a areia. >> Hum. Isso. >> Então, eu tenho que fazer esse movimento. Se eu não fizer, alguém vai mergulhar, vai me pegar e me trazer para de volta à areia. Ele vai fazer por mim, mas ele tá fazendo por mim exatamente porque eu tenho que fazer. >> Uhum. >> Ele faz me substituindo. Nesse parágrafo aqui, o que que ele, o Emanuel traz de novidade? é que esse avanço paraa frente que a gente comentou antes, bem antes, também é uma realização da vontade do criador. O criador deseja que hajamos assim. >> Por quê? Porque ele quer o bem de todas as criaturas. Ele não esquece de nenhuma. Então, quando eu vou buscar avançar paraa frente, ajudando os outros, eu estou realizando a vontade de Deus, a vontade do criador, ainda que eu não saiba disso. E o primeiro a ser ajudado sou eu mesmo. Eu posso me socorrer? O Emanuel traz uma dica aqui, né?
o os outros, eu estou realizando a vontade de Deus, a vontade do criador, ainda que eu não saiba disso. E o primeiro a ser ajudado sou eu mesmo. Eu posso me socorrer? O Emanuel traz uma dica aqui, né? um um conselho. E aqui nesse que a Lázar muito bem desenvolveu, né, você tem todo esse aparato da oração, das preces para te ajudar, mas tem que ser de tal forma que, como dizia Francisco de Assis, o teu agir já seja a própria prece, né, amor? É exatamente. É igual ela, como é que é? Como ele diz assim que eh que você só quando as suas palavras, só quando as suas ações não puderem falar mais alto, você usa as palavras, né? E eh sintetizando ali de Paulo, né? Se as suas ações não puderem falar por si, use as palavras. Mas, ou seja, faça primeiro que as suas obras sejam a a a palavra não dita, né? >> É Paulo aí ele quer mostrar que se você ainda não consegue fazer, então procure divulgar. >> Por isso que é uma caridade divulgar a doutrina espírita, né? Eu ainda não consigo ter esse coração cristão. Mas então vamos falar sobre o a existência do coração cristão, né? Você, amiga, você falou que queria fazer um comentário do livro dos espíritos. Você quer fazer antes de eu ler o último parágrafo? Que que você prefere? >> Pode não pode ler o último. Não tem nada não. É porque ele ele diz respeito ao texto inteiro. Não tem problema não. >> Tá. >> É porque aqui questões pode falar. >> Então, então só vou comentar aqui o seguinte, ó. Ele tem 1 2 3 4 5 parágrafos que começa assim. se tens fé. >> É, >> então ele tá perguntando, eu posso tocar pela pergunta, você acha que você tem fé? >> Hum, verdade. >> Se você acha que você tem fé, você faz isso aqui que eu vou dizer logo em seguida. >> Uhum. >> Porque se eu responder sim pra primeira pergunta e responder sim pra segunda pergunta, então eu tô dizendo a verdade. >> Aham. Então vamos pra quinta assim pergunta implícita indireta de Emmanuel. Uhum. >> Se tens fé, sustentarás sobretudo o esforço diário do próprio burilamento através das pequeninas e difíceis
ade. >> Aham. Então vamos pra quinta assim pergunta implícita indireta de Emmanuel. Uhum. >> Se tens fé, sustentarás sobretudo o esforço diário do próprio burilamento através das pequeninas e difíceis vitórias sobre a natureza inferior, como sendo o mais alto serviço que podes prestar aos outros. De vez que aperfeiçoando a nós mesmos, estaremos habilitando a consciência para refletir com segurança o amor e a sabedoria da lei. Olha que parágrafo lindo, o último. Nossa, é lindo esse parágrafo. >> Muito bonito. >> Ele tá falando do próprio burilamento, né? Quer dizer, ele tá falando do nosso aperfeiçoamento. E outra coisa que ele tá mostrando para nós aqui, que as nossas vitórias, as nossas conquistas, elas podem ser bem pequenininhas, elas não precisam ser grandes. É uma uma uma pontinha de agulha assim, ó, que a gente pode conseguir no dia a dia, que a gente consegue vencer a nós mesmos e que ela vai somando, né? É igual os grãozinhos de areia. Ele vai somando um grãozinho, outro grãozinho. A fé é igual o grão de mostarda que é tão pequeno que você nem vê, né? Mas as nossas pequenas conquistas, essas pequenas vitórias, então são essas cabecinhas de agulha que vão se juntando ali para quê? para nos fortalecer, para dar para nós mesmos, para que eu me dê o meu exemplo. Não é eu só buscar o exemplo lá fora, mas que através da minha conquista, da minha melhora, eu me perceba uma pessoa melhor. Eu me perceba um ser humano em crescimento, um ser humano que tá ali tentando amealhar pouco a pouco, conseguir pouco a pouco. Eu não preciso almejar tudo de uma vez. Se eu venho aqui com uma proposta e eu me melhoro um pouquinho, eu subi um degrau, tá perfeito. Eu não preciso cobrar às vezes de mim algo que eu ainda não tô pronta. Às vezes eu não tô preparada ainda para oferecer tanto. Às vezes o que eu tenho para oferecer é isso. Nesse momento é isso que eu tenho para dar. Então que esse momento meu ele seja valioso para quem? para mim, pro meu coração. Então, é lindo esse parágrafo aqui que você
eu tenho para oferecer é isso. Nesse momento é isso que eu tenho para dar. Então que esse momento meu ele seja valioso para quem? para mim, pro meu coração. Então, é lindo esse parágrafo aqui que você falou, realmente é um parágrafo maravilhoso aqui, ó. É o burilamento das pequenas vitórias aqui sobre a natureza inferior como o mais alto serviço que eu posso prestar aos outros. Então, ou seja, é tão pequeno aquilo que eu consegui, mas se aquela pequenez minha prestou algum tipo de serviço para alguém, já é algo de muita valia. Então é nessas pequenas conquistas, nessas pequenas vitórias que a gente possa enxergar a perfeição divina, a soberania da lei, né? Como ele fala aqui, ó, que a consciência, nós estaremos habilitada a consciência para refletir com segurança o amor e a sabedoria da lei. Porque se eu pouco a pouco eu aprendo, né, Marcos, eu já consigo eh como é que fala? Eu já consigo analisar, eu já consigo me analisar. Eu falo: "Ó, será que nossa, eu eu hoje eu tô melhor do que eu era há tantos anos atrás, ó? Ó, não é que eu já cresci um pouquinho, mas esse crescimento ele importa a quem? Ele importa a mim. Porque não adianta eu ficar aqui me vangloriando e eu ficar contando aqui pro Marcos, ó, Marcos, eu me melhorei. Foi muito, ó, porque quando eu era assim, eu era dessa forma e quando eu fazia isso e eu fazia aquilo, não vai adiantar nada eu ficar contando isso aqui para ele. Se para mim eu não enxergar que há 10 anos atrás, se acontecesse tal e tal situação, hoje eu agiria diferente. E esse hoje agir diferente é esse aprendizado dessas pequeninas vitórias, dessas pequeninas conquistas. Então, se eu tenho fé, eu tenho fé nesse aprendizado. Se eu tenho fé, eu sei. Eu tenho a certeza de quê? Eu tenho a certeza de que as oportunidades se apresentam para nós. Por quê? Porque nós temos um pai misericordioso que ele tá aqui junto de nós, nos dando todas as oportunidades. A nossa estada aqui, ela não é única. Nós sabemos que nós viemos aqui de outras, de outras e de outras vezes. Nós
um pai misericordioso que ele tá aqui junto de nós, nos dando todas as oportunidades. A nossa estada aqui, ela não é única. Nós sabemos que nós viemos aqui de outras, de outras e de outras vezes. Nós estamos nessa situação hoje devido àquilo que nós de outras e outras vezes viemos atravessando e viemos evoluindo. Então, nós temos uma bagagem, nós trazemos uma bagagem de lá, que é o nosso conhecimento e nossa vivência espiritual, e nós acrescentamos nessa bagagem hoje aqui aquilo que é o nosso aprendizado de hoje, para que quando nós retornarmos essa bagagem esteja pelo menos mais cheia um pouquinho, né? Porque cada um carrega sua mochilinha. Será que a nossa mochilinha ela tá muito muito leve ou será que nós já conseguimos colocar um pouquinho mais lá dentro dessa mochila? Que a gente possa analisar o peso dessa mochila nossa? Que peso que ela tem? Ela tem um peso de amor ou ela tem um peso do rancor? Ela tem o peso da inveja ou ela tem o peso da humildade? Então, os defeitos que muitas vezes nós carregamos e que hoje nós somos capazes de enxergar, então olha só o nosso crescimento. Então, hoje eu enxergo que antes às vezes eu era egoísta, às vezes eu não faria isso que eu faço hoje. Às vezes antes eu podia ser invejosa, eu podia desejar o que o Marcos conquistou. Ah, mas eu queria estar no lugar do Marcos. Ah, mas o Marcos não merece. Quem devia estar lá era eu. Entendeu? Então, se hoje eu reconheço que lá no passado eu agi dessa forma e foi uma ação negativa, eu já reconheci que hoje eu aprendi. Então, nós somos capazes de ver onde é que nós estamos aprendendo, que que esse aprendizado trouxe para nós. Marcos, nosso tempo tá acabando. Eu queria só completar aqui, mas era só para falar de Kardec mesmo. Em que que consiste aqui >> nossa oração >> a nossa oração? É aqui na 649 do livro dos espíritos, ele fala do objetivo da adoração, ou seja, da da lei eh a lei da adoração quando ele faz menção. Isso, quando ele faz menção a oração, porque a oração também é um ato de
na 649 do livro dos espíritos, ele fala do objetivo da adoração, ou seja, da da lei eh a lei da adoração quando ele faz menção. Isso, quando ele faz menção a oração, porque a oração também é um ato de adorar a Deus, né? Então ele fala: "Em que consiste a adoração?" é a elevação do pensamento a Deus pela adoração. Desculpa, a alma se aproxima dele. Então, a adoração é o resultado de um sentimento inato ou produto de um ensinamento. Ele diz aqui que é um sentimento inato com a dividade, com a divindade. A consciência de sua fraqueza leva o homem a curvar-se diante daquele que o pode proteger. Ele diz aqui em outras questões que nós vamos depois poder ler com mais tranquilidade, ele diz que é um sentimento inato. Por quê? Porque ele diz que não existe ninguém no mundo que não creia em alguma coisa, que todos creem de alguma forma, todos creem em algo superior e em algo maior. Então esse ato de adoração, esse ato é um ato de respeito, de saber que nós estamos aqui em união com o criador, que esse criador é o nosso pai. Aí ele diz aqui na outra, qual é o caráter geral da prece? A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele, aproximar-se dele e colocar-se em comunicação com ele. Olha aqui, pensar, aproximar e colocar-se em comunicação. Então não é só simplesmente pensar só: "Ah, meu Deus, me ajuda". Não, eu tô pensando em Deus. Eu tô me aproximando dele aonde? lá naquele quarto escuro, quando eu entrei, fechei a porta, eu tô me aproximando dele e eu tô me colocando em comunicação com ele como conversando ali de coração para coração, colocando o meu coração aqui na proximidade com o Pai. Eu tô colocando aqui a minha intenção. Então, essas três palavras que ele fala aqui, ó, o caráter geral da prece, pensar, aproximar-se e colocar-se em comunicação. Pela prece pode propor-se três coisas: louvar, pedir e agradecer. Olha aí, se eu fecho, se eu entro em contato com ele, com Deus, com a natureza, eu estou louvando, eu estou apreciando, eu estou admirando tudo que ele nos concede. E se eu peço, eu peço
e agradecer. Olha aí, se eu fecho, se eu entro em contato com ele, com Deus, com a natureza, eu estou louvando, eu estou apreciando, eu estou admirando tudo que ele nos concede. E se eu peço, eu peço aquilo que o meu coração tá sangrando pela necessidade de alcançar. Porque se eu peço, eu tenho uma necessidade. Ninguém pede sem necessidade, né? E agradecer. Gratidão, gente. Gratidão sempre pela vida, por tudo que ela nos concede, pela oportunidade da reencarnação, por tudo que nós conseguimos e que nós confiamos que ainda vamos conseguir também, né? A Laura colocou um comentário, amigo. >> Ah, tinha visto. >> A fé é uma conquista pessoal com muito esforço, estudo, análise e quando conquistada sentimos uma paz interior maravilhosa. Olha que lindo. >> Muito bem colocado, Lauro. Muito lindo, viu? >> É isso aí mesmo. Aí, só mais outra questão aqui na 660, ele fala assim: "A prece torna o homem melhor?" Sim, porque aquele que ora com fervor e confiança é mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia os bons espíritos para o assistir. É um socorro que não é jamais recusado quando pedido com sinceridade. Olha aqui, tem tudo a ver com isso que ela falou. É uma conquista pessoal com esforço, estudo. Olha só, tá tudo dentro aqui, né, Laura? já respondeu, >> já respondeu aqui a questão. Então, essa aqui é uma das da da como é que fala, das questões aqui do livro dos espíritos que faz menção ao estudo de hoje, né, que tá mostrando para nós aqui do poder da fé, do poder da da confiança, da certeza, da serenidade. Aí ele ele fala mais outra coisa para nós assim da lei divina. Ele ele segue aqui só mais essa pergunta, essa resposta aqui, ó. que se deve entender por lei natural. A lei natural é a lei de Deus e a única e verdadeira para a felicidade do homem. Essa é 614. Ela lhe indica o que deve fazer e o que não deve fazer. E ele não é infeliz senão quando se afasta dela. Então o que que ele tá falando para nós aqui? que existe uma lei natural no mundo em que nós todos estamos dentro desse contexto
o que não deve fazer. E ele não é infeliz senão quando se afasta dela. Então o que que ele tá falando para nós aqui? que existe uma lei natural no mundo em que nós todos estamos dentro desse contexto e que nós só não somos felizes quando nós nos afastamos desse contexto. Então, o nosso destino é a felicidade. Se nós nos afastamos dele, é que nós não estamos nos sentindo nesse estado de felicidade. Aí a próxima que é a a 615, ele pergunta o seguinte: "A lei de Deus é eterna?" Ela é eterna e imutável tanto quanto Ela é eterna e imutável quanto o próprio Deus. Aí a última aqui, onde está escrita a lei de Deus? Todo mundo sabe, né, gente? Dentro da consciência. Ali na consciência que nós vamos prestar as nossas contas a nós mesmos. Quando a gente entrar no quarto escuro, que a gente for orar, que a gente for falar com Deus, é a essa consciência que vai ser cobrada. Essa consciência cobra de nós mesmos. A consciência, eu não vou cobrar do Marcos. Ah, Marcos, você não fez aquilo que você falou para mim que ia fazer. Eu não tenho que cobrar do Marcos. Eu tenho que cobrar de mim mesma. Será que eu dei conta? Será que eu tô dando conta do recado ou da Eu gosto muito de falar no acordo, no acordo que nós fizemos lá em cima e que nós assinamos um acordo para estarmos aqui? Será que eu tô cumprindo cada uma das cláusulas desse acordo que eu assinei lá em cima antes de chegar aqui? Porque tem hora que dá um desânimo na gente e a gente pensa: "Meu Deus do céu, eu não quero vir aqui de novo desse jeito não". Nossa, mas fulano, Ciclano e Beltrano que tá aqui ao meu redor, da outra vez eu não venho com eles. Epa, pera aí, pera aí, que a sua lição de casa é a convivência com eles. Se você não aproveitar esse momento agora com fé, com confiança, com ardor e na certeza de que nós estamos no aprendizado e aqui é que nós vamos dar conta desse aprendizado, eu vou ter que voltar aqui, ó, ó, outras e outras e outras vezes. Então, se eu quero dar conta do meu recado com essa fé, com essa certeza, é
dizado e aqui é que nós vamos dar conta desse aprendizado, eu vou ter que voltar aqui, ó, ó, outras e outras e outras vezes. Então, se eu quero dar conta do meu recado com essa fé, com essa certeza, é isso que a Laura falou aqui, ó, com esse esforço. É quando nós conquistamos e sentimos essa paz interior. Então, se nós estamos nesse caminho, se nós estamos com fé nesse caminho, nesse momento íntimo nosso ali desejando, falando, orando, louvando e agradecendo a Deus, nós estamos no caminho, né? Nós estamos no caminho do entendimento do que é ter essa fé, do que é ter essa certeza. Eh, como ele falou ali atrás, ele não crê, ele sabe que é, né? Então, quando nós tivermos verdadeiramente essa certeza, nós estamos aqui construindo um caminho melhor, né, Marcos? >> Amém. Graças a Deus. >> Amém. Amém mesmo. Olha ali, olha a Laura de novo. O sofrimento bem compreendido é a melhor prova de fé. Exato. É a resposta, né, Laura? é a resposta das nossas rogativas quando nós entramos lá no nosso quarto escuro e pedimos a Deus que nos conceda algo. Então, muitas vezes vem o sofrimento como resposta. Para quê? Para saber se nós damos conta de atravessar aquele momento e sairmos dali vitoriosos. É exatamente isso. Obrigada pela contribuição, viu, Laura? >> Lindo exemplo, hein? Obrigada, Laura. Obrigada mesmo. E aí, amigo, >> então o que você falou, né, a humildade, a simplicidade. Gostei de você ter falado sobre as leis, né? Porque aqui aqui Emanuel deixa claro que as leis divinas estão repletas de amor e sabedoria, né? >> É >> uma sabedoria sobrehumana, além do imaginável. É, >> mas que que pode ser assimilada, podemos tangenciá-la, tocá-la, experimentá-la e aprender com ela. >> É, >> é isso aí, amiga. Quer fazer alguma consideração final? Não, eu tô vendo se eu deixei passar alguma coisa aqui só no na questão do livro dos espíritos, a questão 258, porque lembrando sempre, né, o Emmanuel, ele ele trouxe uma referência ao capítulo 27, o item 11, >> mas essa referência ela não é exclusiva.
ui só no na questão do livro dos espíritos, a questão 258, porque lembrando sempre, né, o Emmanuel, ele ele trouxe uma referência ao capítulo 27, o item 11, >> mas essa referência ela não é exclusiva. Eh, eh, por isso que a Lázaro trouxe esse final, ele fica melhor compreendido com as questões que a Lázara leu. >> Então, ele traz uma referência central, mas isso não impede que você abdique de outras referências, né, que que podem ser até quase tão centrais quanto a principal. É, eu vou ler para nós aqui só um textinho, só mais uma questão do livro dos espíritos, >> escolha das provas, porque aí nós pedimos a Deus, né? Eu tava falando aqui, eu tava fazendo referência à aquilo que nós assinamos lá em cima, né? Ao tratado, né? Ao tratado das nossas provas. programação reencarnatória. >> Programação reencarnatória. Então, a escolha das provas, ele pergunta assim: "Quando no estado errantes e antes da reencarnação e antes de reencarnar-se, o espírito tem a consciência e a previsão das coisas que eles sucederão durante a vida?" Ele responde: Ele próprio escolhe o gênero de provas que quer suportar. E é nisso que consiste o seu livre arbítrio. Então, olha aqui. Aqui nós já começamos a saber aquilo que nós vamos pedir, o sofrimento compreendido, que o que ela tá falando ali, compreender a fé. Então, porque se nós pedimos isso que nós estamos atravessando hoje, qual é o nosso propósito? Então, é pedir a Deus que nos dê a certeza, que nos dê a confiança, a coragem de seguirmos e enfrentarmos esse momento que nós estamos atravessando. Porque se é isso que eu escolhi para que eu pudesse me gorilar aqui nesse momento, então o que eu tenho que pedir a Deus e o que eu tenho que ter a certeza é de pedir que Deus me dê força para seguir a caminhada, para continuar esse caminho na certeza de que eu vou vencer. Eu vim, isso aqui para mim é uma prova. Então essa prova eu preciso estudar para passar nela. E como que eu vou estudar para passar nela? É vivenciando cada etapa que se apresentar
que eu vou vencer. Eu vim, isso aqui para mim é uma prova. Então essa prova eu preciso estudar para passar nela. E como que eu vou estudar para passar nela? É vivenciando cada etapa que se apresentar no meu dia a dia. Então essa prova é minha, então quem tem que passar por ela sou eu. Não adianta eu dividir, eu partilhar ela aqui em fatias e dar um pedacinho para cada um que tá aqui ao meu redor. Não vai adiantar nada. Por quê? Porque sou eu que escolhi, sou eu que tenho que passar. Então, o que eu tenho que pedir a Deus no meu estado íntimo de consciência é que ele me dê a coragem, a confiança, a certeza de que eu vou conseguir, de que eu vou ter força para atravessar esse caminho. Então, a gente deve pedir sim força, coragem paraa gente atravessar esses momentos que são as nossas provas difíceis, onde nós provamos a nossa fé, a nossa confiança e a nossa certeza de que nós estamos sendo ajudados, né, Marcos? É verdade. >> É isso, Marcos. Eu acho que eu já falei muito. >> Ó, hoje, em razão do setembro amarelo, eu vou ler uma mensagenzinha Sementes de Felicidade do Lourivão Lopes. >> Ela, essa mensagem final vai servir como a nossa oração de encerramento, tá? >> Certo. Certo. >> 86. Mensagem 86. Descomplique a vida. Veja como a natureza trabalha. O seu corpo, por exemplo, o cérebro, o coração, o fígado, o estômago, o sangue, o sistema nervoso, trabalham em harmonia. Apesar da complexidade, tudo opera com função definida e sem exigências desnecessárias. A vida também é assim. Em tudo, simplicidade, sinceridade, verdade. Seja simples. Viver de forma descomplicada é simplificar o acesso a Deus. Olha que lindo. >> Hum, que coisa linda. >> Nossa, muito lindo. Nossa. >> Ó, >> olha, Laura, a primeira vez que nos acompanha. Muita gratidão por estar aqui, viu? Nossa, minha maior prova de fé foi a partida do meu filho, mais velho há do anos e sei que pedi essa prova. Lindo, Laura. Nossa, muito bem-vinda. Perda >> muito bem-vinda, Laura. Eu também tive um. O meu mais velho também partiu.
é foi a partida do meu filho, mais velho há do anos e sei que pedi essa prova. Lindo, Laura. Nossa, muito bem-vinda. Perda >> muito bem-vinda, Laura. Eu também tive um. O meu mais velho também partiu. Partiu o meu já tem 40 anos que ele partiu que era o mais velho. E a gente sabe que se Deus colocou na nossa mão, é porque nós damos conta e que foi através de nós que nós ajudamos esse irmãozinho e esse espírito a atravessar esse momento que ele tinha para cumprir aqui. Então com certeza você foi abençoada recebendo esse filho. que isso aí não é só essa prova, que essa aí é um momento de vocês todos que puderam juntos atravessar, né? Então que Jesus te abençoe muito ricamente, que ele esteja lá na espiritualidade amparado e abençoado, assim como você, viu? >> Você e sua família >> e toda sua família. Exatamente. Porque a prova não é só pra gente, né, gente? Quando eu vi que o meu filho que veio, que veio na minha mão, e foi um momento assim de muita dificuldade e que eu consegui passar, gente, mas eh é Deus mesmo na vida da gente, viu, né, Laura? A Laura passou, ela sabe, porque Deus dá uma uma certeza e uma confiança tão grande na gente que a gente não tem tempo de olhar paraa dificuldade. A gente não vê aquele momento como um momento de dificuldade. A gente vê como um momento de luta e que a gente quer muito conseguir que algo de melhor aconteça. E talvez o algo melhor que aconteceu foi a partida, né? Então, para nós fica essa compreensão e fica esse ensinamento que nem sempre aquilo que é bom para mim é bom pro outro, porque às vezes o bom para ele é ele ter partido, né? E para mim é bom tê-lo recebido e ter dado a ele a oportunidade de viver esse tempo curto que ele esteve aqui entre nós, né? Muito obrigada, gente. Muito obrigada. agradecer aos nossos agradecer aos nossos canais parceiros que fazem transmissão. Lembrar que domingo que vem de manhã nós vamos ter o capítulo 30 com outra dupla >> que tá lá para estudar conosco. Vai ser uma psicografia de Valdo Vieira,
sos canais parceiros que fazem transmissão. Lembrar que domingo que vem de manhã nós vamos ter o capítulo 30 com outra dupla >> que tá lá para estudar conosco. Vai ser uma psicografia de Valdo Vieira, >> as estatuetas. >> Isso, ó. Muito obrigado, Walter, pela presença. Uma excelente semana para todos vocês. >> Muito obrigada. >> E fiquem com Deus. >> É, que Jesus ampare a cada um de vocês, que tenha uma boa semana, um bom domingo, viu? E muita gratidão por nós estarmos todos aqui nesse momento, que nós podíamos estar fazendo outras coisas, mas nós estamos juntos aqui nesse momento de reflexão, viu? >> Até a próxima. >> Muita gratidão. Até a próxima. Gratidão a todos vocês. Beijinho, Livinha. Laura, o Walter e quem mais a que teve aqui conosco. Quem mais que tá aqui? Laura, >> a teca. >> A teca, esqueci. A Teca, a Lívia, a Laura é minha filha. E todos que nos verão posteriormente. Muita gratidão a vocês todos que pararem aqui no canal e que possam divulgar também, viu, gente? Porque isso para nós é importante, faz com que a gente possa levar essa mensagem a outras pessoas que possam estar precisando também, tá bom? Então, bom domingo, viu? Boa semana.
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