AMORES QUE VOLTAM - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão foi nessa casa que aprendi. Toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor Uh. Olá, pessoal. Boa noite aos que nos assistem, aos aos que nos assistirão, a quem está aqui presente, tanto corporeamente como espiritualmente. Sejamos todos bem-vindos a mais um momento de estudo e reflexão doutrinária sobre o espiritismo que tanto se propõe a florescer Jesus nos nossos corações, que tanto se propõe a fazer com que a gente compreenda as questões da nossa vida. que tanto se propõe a nos servir como se fosse um lenço para enxugar as nossas lágrimas. A grande bússola do pensamento imortal construído a partir da obra de Allan Kardec. Para quem porventura esteja aqui a primeira vez, a nossa reunião pública se divide em três momentos. O primeiro é uma prece inicial que se destina a gente aiguar os nossos corações. O segundo é a palestra propriamente dita e por último a prece final. Depois a equipe do passe vai chamar, não é obrigatório, toma quem quiser. Para quem já frequenta casa e às vezes é repetitivo falar isso, eu peço desculpas, mas eu tive o meu primeiro momento de espírita. E foi bem marcante, porque eu não sabia o que iria acontecer. Eu não era nem espírita na época, nem pensava em ser espírita na época. Pensava que o pessoal ia ficar subindo pelas paredes, mas graças a Deus não foi assim. Eu também já tive o meu primeiro momento na comunhão espírita de Brasília num sábado à tarde. Então a dinâmica da vida aí a gente não conhece a dinâmica da vida do outro. Feitos esses breves e importantes registros, vamos à nossa prece inicial. Para quem quiser ficar com os olhos fechados, fique à vontade. Olhos abertos, fique à vontade. Prece é a mesma coisa que oração do que reze. Tentemos mentalizar Jesus Cristo, nos contando uma historinha sobre o nosso futuro.
om os olhos fechados, fique à vontade. Olhos abertos, fique à vontade. Prece é a mesma coisa que oração do que reze. Tentemos mentalizar Jesus Cristo, nos contando uma historinha sobre o nosso futuro. E a historinha que Jesus nos conta diz mais ou menos assim: "Meu amigo, minha amiga, tá sendo difícil, você pensa que não vai suportar, mas uma coisa eu te assevero no final tudo, tudo dará certo. Tente repousar. o teu coração, no meu evangelho, porque eu busco apazviguar os corações por intermédio das palavras de vida eterna, que é o reino de Deus nos nossos corações. Saiba, meu amigo, saiba, minha amiga, que nós não estamos sozinhos. Deus na sua infinita bondade, justiça, sabedoria e misericórdia, além de nos acompanhar diariamente e nos manda emissários, como é o caso do nosso anjo da guarda. Portanto, quando a vida te pedir um sopro de ânimo, pense na lei de adoração, que é uma lei natural, louvar, pedir e agradecer. me procura, porque enquanto bom pastor da humanidade, eu sempre estou disponível apacentar as minhas ovelhas. Assim, com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Hoje a gente fecha uma intervenção por blocos que começou há duas semanas. A gente tá trabalhando a temática dos amores da vida. Então, a gente começou há duas semanas com um tema intitulado Amores que se vão. Depois a gente trabalhou o tema amores que chegam. E para hoje a proposta é trabalharmos o tema amores que voltam nas nossas idas e vindas, nas nossas escolhas, nos nossos processos de encontro e reencontro. Eu quero dar boa noite aqui para Carlos lá de João Pessoa, Raquel de Manaus, olha só, Emiliana, Emiliana de Juazeiro do Norte, Antônio Fernando, Gisaura, muito obrigado, Gisaura, lá de Minas Gerais, de Nova Lima, Fabiana Barbosa, Larissa de Belém e Ricardo do Rio de Janeiro. Como é um espírito de Brasil, ele é bem cosmomopolita, né? Então assim, é essa mais uma função social do centro espírita, que é divulgar, que é pulverizar o evangelho do Cristo. E Jesus nos ensina no capítulo 15 do
rito de Brasil, ele é bem cosmomopolita, né? Então assim, é essa mais uma função social do centro espírita, que é divulgar, que é pulverizar o evangelho do Cristo. E Jesus nos ensina no capítulo 15 do Evangelho de João que a sua obra sempre vai se espalhar para o mundo. E a única coisa que o Cristo nos pede, a única coisa, a única coisa que Jesus nos pede é acreditarmos nele e na gente. No capítulo 15 do Evangelho de João, Jesus vem falar sobre a videira. Ele vaiciar a videira é uma árvore que ela se ramifica por galhos. Então Jesus vem falar que é a videira e que a obra de Deus se ramifica por intermédio dele. E ele pede mais ou menos assim: "Por favor, na verdade Jesus pede: "Por favorzinho, por favorzinho, confie em mim, permaneçam em mim, porque eu sou o caminho, a verdade e a vida. Eu faço uma proposta de espalhar como se fosse um pól divino de esperança, amor, luz, consolo e fraternidade. Jesus ele é ponderado como é, porque ele é um espírito perfeito. É um espírito da categoria crística. É um espírito que passou por inúmeras situações, não iguais às que a gente passa, mas semelhantes, porque a nossa vida não é igual à vida do outro. E Jesus ele vem como se tivesse uma proposta do futuro, dizendo: "Olhe, o caminho foi espinhoso, eu caí, foi muito difícil, mas eu resisti. Eu resisti e lutei contra as minhas próprias aflições." É quando ele vem nos falar na passagem do capítulo 16, versículo 33 do Evangelho de João, no mundo tereis aflições, mas tendes bom ânimo, porque eu venci o mundo. Então, a proposta de Jesus é tentar nos acalmar, sobretudo quando a nossa vida está em uma turbulência, porque pela lei do progresso, nós estamos em constante evolução. Tem pessoas mais abre aspas retrógradas do que nós, fecha aspas lá no mundo primitivo, por exemplo. como também tem entidades mais adiantadas, mais maturadas nos mundos felizes, por exemplo, nos mundos ditosos, nos próprios mundos de regeneração, que por intermédio do seu próprio esforço, por intermédio do seu próprio
idades mais adiantadas, mais maturadas nos mundos felizes, por exemplo, nos mundos ditosos, nos próprios mundos de regeneração, que por intermédio do seu próprio esforço, por intermédio do seu próprio arregaçar de mangas, continuaram aí aos trancos e aos barrancos, tentando se ajustar. tá tentando estabelecer um processo de equilíbrio, um processo de homeostase na perspectiva de continuar. E uma grande dificuldade que nós temos é em relação nós a nós nos autorregularmos quando estamos desequilibrados. é de nós nos autocontrolarmos quando estamos com pensamentos viscerais. Em um Evangelho Segundo o Espiritismo tem um texto incrível chamado cólera ou a cólera, vai depender aí da tradução, que é um registro no sentido de que esse nosso pensamento colérico, esse nosso pensamento raivoso, normalmente é quando o orgulho ele vai aí ruminando, porque é muito difícil para a gente se deparar com a situação com a qual nós não queremos. Não é nem não esperarmos, porque às vezes a gente vê pro centro espírito, o tempo pode virar, começa a chover. A gente não esperava a chuva, aí chove. é diferente de uma situação que a gente não queira, sobretudo nas nossas relações interpessoais, em qualquer em qualquer perspectiva em que se pensa, amorosa, afetiva, no trabalho, no movimento espírita, no mundo virtual. Porque quando a gente se depara com a situação que a gente não quer, a gente, pelo menos na época de criança, a gente fazia birra, cruzava os braços, fazia careta. A depender do desenvolvimento cognitivo, falava algumas impropriedades, como por exemplo, minha mãe sempre fala: "Vocês eram muito taludinhos". Taludinhos de onde eu venho significa respondão, inquieto e resignado. Mas a proposta da vida é a gente maturando. E como é que a gente matura? Pelos nossos erros. O amadurecimento não vem no estalar de dedos. O amadurecimento não vem no piscar de olhos. Não cai do céu assim como se fosse um interruptor de uma tomada ligando. Não. O amadurecimento requer que nós reflitamos sobre as
vem no estalar de dedos. O amadurecimento não vem no piscar de olhos. Não cai do céu assim como se fosse um interruptor de uma tomada ligando. Não. O amadurecimento requer que nós reflitamos sobre as nossas escolhas, que nós reflitamos sobre as nossas certezas, porque às vezes às vezes as nossas certezas não são tão certas assim. E aí quando a gente reconhece isso, vem uma vontade, uma vontade gigante de pronunciarmos a palavra desculpa, que muitas vezes essa palavra é silenciada pelo orgulho, porque o nosso componente ainda ele gravita no entorno do interesse pessoal. Às vezes a gente não pede desculpas, às vezes a gente não reconcilia por algum receio de nos desmos vulneráveis por algum medo de nos mostrarmos instáveis, como se nós fôssemos máquinas, como se nós fôssemos alecrãs dourados. o suprassumo do progresso moral, o suprassumo das certezas. Mas a nossa atual reencarnação, pela faixa etária que a gente tá aqui, demonstra que nós já erramos algumas vezes e não tem nada em errar. Todo erro, todo erro ele tem como nascedouro, ele tem como sustentação, ele tem como coluna cervical a certeza de que nós estamos certos, sobretudo quando eventualmente a gente erra de propósito, porque todos nós somos movidos por uma força motriz. Todos nós temos um núcleo de pensamento como se fosse uma esfera gravitacional que nos leva onde nós formos. E não nos enganemos no sentido de que em umas férias, em uma viagem, essa esfera vai sumir. Ela não some. Ela pode ficar um pouco adormecida. Ela pode ficar um pouco latente por causa de outras ocupações, mas essa esfera gravitacional é efetivamente a nossa estrutura de pensamento. Cada um de nós aqui, cada um de nós tem a sua própria casa mental. Muito embora na perspectiva fisiológica nós tenhamos um cérebro, nós temos um componente chamado sinapse, mas a psiquê, o subjetismo do ser, ele é individual, porque todos nós somos seres únicos e singulares diante da obra de Deus. E quando a gente começa a conviver com o outro, nós temos a oportunidade de
as a psiquê, o subjetismo do ser, ele é individual, porque todos nós somos seres únicos e singulares diante da obra de Deus. E quando a gente começa a conviver com o outro, nós temos a oportunidade de descobrir outro mundo, de descobrir outras certezas, de descobrir outros equívocos. E a depender da regra estabelecida paraa convivência, nós temos uma incrível capacidade de exercitar um pensamento que nós temos. Por incrível que pareça, nós temos que é a paciência. Papá, si em siá lá no bombral espiritual, porque é a paciência que vai nos levar a um caminho para o nosso processo de amadurecimento. Esse caminho é uma palavra composta. Ponderação. Pondera a ação. Calma, respira. não pira, como diz aí a juventude. Porque nos nossos processos, quando a gente encontra uma situação diversa que a gente efetivamente não quer, normalmente a gente tem uma tendência de soltar os nossos dragões bem alados, mas a proposta de espiritismo é observarmos para dentro e aprender não a domar os nossos dragões, mas a conviver com eles, no sentido de dizer: "Meu amigo, segundo um pouquinho aí sua onda. Eu sei que você tá ruminando, eu sei que você tá doido para esbaforir, mas respira aí um pouquinho. Essa proposta é trazida pelo Espiritismo lá na questão 919. O espíritismo fala muito em autoconhecimento, mas muito assim da orelha cair. Mas como é que a gente trabalha na prática o autoconhecimento? A partir de duas situações. O que nós queremos e onde nós estamos. Essas duas situações funcionam como se fossem dois pilares que alicerçam o nosso processo de autoconhecimento. Se a gente se dispõe a assistir uma palestra espírita, a estudar um pouco do Novo Testamento, se for o caso das obras de Allan Kardec, alguma vontade latente a gente tem aí de espiritualizar o pensamento. E o que é que significa espiritualizar o pensamento? Espiritualizar o pensamento significa sabermos efetivamente que a vida vai muito além da matéria. O microfone um dia vai falhar, que não seja agora, nessa noite. Da mesma forma que o corpo um dia vai
Espiritualizar o pensamento significa sabermos efetivamente que a vida vai muito além da matéria. O microfone um dia vai falhar, que não seja agora, nessa noite. Da mesma forma que o corpo um dia vai parar, que o meu não pare agora também nesses próximos minutos. Nós estamos numa geração, numa época, segundo o pensamento espírita, muito lúcida, porque nós sobrevivemos a um flagelo destruidor que acontece a cada 100 anos, que foi a pandemia do COVID, do Covid-19, o último flagelo destruidor da humanidade. Nós estamos tendo aí uma sobrevida. Para além disso, há dois meses foi publicado um estudo que a pessoa que vai desencarnar com 150 anos já nasceu. E eu espero que seja eu, com todo respeito a vocês, porque Deus eles, ele tem nos concedido uma moratória. E para que essa moratória? pra gente aprender. Há 100 anos a expectativa do mundo, a expectativa de vida do mundo era explodindo 60 anos. Explodindo. Aos 20 anos, quando uma pessoa completava 100 anos, saía no jornal. Normalmente era um oriental lá do Japão. Japonesa completa, japonês completa 100 anos. Aí tava lá o japonês. Hoje em dia aqui no Brasil já tem gente com mais de 100 anos e a nossa expectativa de vida é mais de 70 anos. Aumentou 10 anos, 10, 15 anos de 100 anos para cá. Isso significa Deus dizendo assim: "Olhe, aproveite, porque você tá voltando pro planeta Terra numa fase bem legal chamada fase de transição. Nessa fase de transição, você vai ter uma sobrevida. E muito cuidado com as suas escolhas, porque agora a humanidade já está em tempo para operacionalizar a conjugação do verbo amar. Porque a humanidade já tem muito conhecimento científico, já tem muito conhecimento religioso. Só falta agora colocar em prática o que Jesus tenta nos ensinar há 2025 anos. Então, nós temos aqui um recorte da lei do progresso, da questão 780 do livro dos espíritos, do progresso intelectual e o progresso moral. A mesa está posta. O grande banquete de Jesus está à mesa para nós comungarmos ou trabalhando a temática do nome deste
questão 780 do livro dos espíritos, do progresso intelectual e o progresso moral. A mesa está posta. O grande banquete de Jesus está à mesa para nós comungarmos ou trabalhando a temática do nome deste centro espírita para nós comunharmos todo mundo aqui, uma grande comunhão espírita, uma grande comunhão cristã. E na lei de amor, a proposta do Cristo é pensarmos sobre apaziguar os nossos corações, mas respeitando a individualidade do outro. Muito cuidado quando a gente se coloca, quando a gente está na verdade em uma relação e a gente se vê muito mais abre aspas, avançado, fecha aspas do que a outra pessoa. Muito cuidado com isso, porque os nossos equívocos eles vão se diferenciar pela espessura de um fio de cabelo. Porque pela natureza do mundo que a gente habita, o orgulho, a vaidade e o egoísmo são a força central, habitam aquela esfera gravitacional que falamos no começo do nosso encontro. E a título de exemplificação sobre o que é progresso, na questão 251 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec faz o seguinte questionamento à equipe do espírito de verdade. Os espíritos são sensíveis à música? Em outras palavras, os espíritos sintonizam com a nossa obra? Aí os espíritos perguntam, eles devolvem com a pergunta: "Que música? A vossa música?" Sim, nós somos sensíveis à música, mas a música íntima que a gente conhece está distante, distante da música que vocês conhecem. Estamos falando aqui de 1857, 18 de abril, século XIX. A música era um pouquinho melhor do que a hoje. A gente tinha música, muita música instrumental, muita música clássica. Então, quando a gente vai relativizar essa questão do progresso, que eu sou mais maduro do que Mário, que eu sou mais maduro do que Fátima, que é minha mãe, que eu tô num outra dimensão do que Manuela, que é minha irmã, muito cuidado. A gente tá no mesmo campo gravitacional, que é o planeta Terra. E no planeta Terra é o nosso interesse pessoal que muitas vezes prende a gente como se fossem duas bolas de ferro que impedem a gente um pouco de se
o mesmo campo gravitacional, que é o planeta Terra. E no planeta Terra é o nosso interesse pessoal que muitas vezes prende a gente como se fossem duas bolas de ferro que impedem a gente um pouco de se locomover. a gente até se que se locomove, mas bem devagarinho. E se tem uma coisa que ainda nos é difícil, é abnegação. Se tem uma coisa que ainda nos é difícil, é nós abstrairmos as situações adversas que nos chegam. A psicologia, por exemplo, ela tem uma atividade de indução cognitiva de todos nós imaginarmos um canto de segurança. Então, você tá lá na sessão, no divan, psicó fala: "Ó, vamos fazer o seguinte para as intemper aí um local de segurança." Aí fecha o olho, aí pensa assim: "Meu Deus, é tanto sofrimento que eu não tenho. Não tenho não. Imagine. Não tenho. Tudo bem, eu espero. Porque tem umas perguntas que o terapeuta faz que constrange e deve ser engraçado isso. Aí não imagina. Tô imaginando aqui a comunhão, o salão Bezerra de Menezes. Então, pronto. Cada vez que você for desequilibrar, pense você nesse seu ambiente de segurança. É como nós, se nós, nesse ambiente de segurança, em uma perspectiva subjetiva do ser, estabelecêssemos como se fosse um campo fluídico e no nosso imaginário pensarmos, não, aqui só entra quem efetivamente eu permito. As situações do mundo ficam do lado de fora, porque aqui é o meu local de segurança. E no nosso local de segurança, nós temos a possibilidade de trabalhar a calmaria do coração, de selecionar o que e quem efetivamente nos atingem. Mas isso é uma conversa de divan, porque na prática a teoria é outra. Na prática nós vivemos ondulações como se fossem tsunamis. na dinâmica da vida, que a vida passa longe de ser algo pereneo, a vida passa longe de ser algo estático. E são nessas situações de adversidades que nós temos uma grande possibilidade para crescermos. E aí vem a temática que nós estamos trabalhando nessas últimas duas semanas sobre as relações conjugais. Começamos lá atrás, amores que se vão. Se a gente se relaciona com alguém e
de para crescermos. E aí vem a temática que nós estamos trabalhando nessas últimas duas semanas sobre as relações conjugais. Começamos lá atrás, amores que se vão. Se a gente se relaciona com alguém e esse alguém feliz ou infelizmente que seguir o caminho dele, tranquilo. No começo a gente tenta argumentar, mas rapaz, por quê? Aí a pessoa vai tentando se desprender e a gente vai tentando se agarrar na perna dele ou dela. Não, veja bem, me dê mais uma chance. é o nosso processo natural, porque nós acreditamos no amor. Mas se a outra pessoa quiser ir, aí, meu amigo, aí minha amiga, foge ao nosso controle, porque a outra pessoa, por incrível que pareça, tem a sua própria vida, as suas próprias escolhas. Em um sentido inverso, quando nós estamos em uma relação e queremos sair. E às vezes o outro fica tentando ponderar, tentando refletir. Às vezes a gente dá mais uma chance, vamos ver se muda alguma coisa. Não muda, ó. Então valeu, foi bom. A Deus não que é pesado. Até logo. E muito cuidado para nós termos a efetivamente a lucidez de deixar o outro ir. Muito cuidado de a gente não se prender uma pessoa por vaidade. Eu vou acabar minha relação, o que é que as pessoas vão dizer? Muito cuidado com isso. Nesse encontro dia duas semanas, amores que se vão, no finalzinho a gente até trabalhou uma canção de Leandro e Leonardo. Não aprendi dizer adeus, mas deixo você ir sem lágrimas no olhar. O tempo vai curar e apaga a cicatriz porque dói. Eu não sei se vocês sabem o que é uma dor de cotovelo, minha gente. Vou até me segurar aqui porque estremece. E se vocês não sabem o que é, talvez seja por causa da lei do esquecimento. Porque enquanto seres imortais, ó, já tivemos muitas, muitas dores de cotovelo, mas depois da dor de cotovelo, nada melhor do que o tempo. E não nos enganemos. Quando os amores se forem, tentemos, com todo respeito a quem pensa o contrário, tentemos vivenciar um processo interno de digestão, um processo interno de luto das relações. Não vou me recolher aqui
Quando os amores se forem, tentemos, com todo respeito a quem pensa o contrário, tentemos vivenciar um processo interno de digestão, um processo interno de luto das relações. Não vou me recolher aqui e vou ver como eu vou me reinventando. ver a dimensão da minha neuroplasticidade, porque a vida precisa continuar. Aí a vida continua. Tempos depois a gente trabalhou a outra palestra que foi amores que chegam. Por, meu amigo, por minha amiga, quando o amor chega, nossa, o pulmão fica dessa largura. Tudo é colorido. Tudo é colorido. Dá uma chuva assim, a gente olha para cima. Ô São Pedro, coisa boa. Você tá trabalhando hoje? Graças a Deus. Tomar um banho de chuva aqui para lavar minha alma, que eu não tenho mais nem dor de cotovelo, só tem cicatriz. E quando os amores chegam, a gente tem uma possibilidade de se reinventar, de se formatar. E muito cuidado pra gente não tá comparando parâmetro. Eu utilizei até como exemplo Manu, minha irmã e Fátima, minha mãe, famosa mainha. Então, namorava com Manu, aí veio o Fátima, aí tô enamorada por Fátima. Aí tudo que Fátima faz, eu lembro de Manu. Aí eu olho para Fátima e vejo Manu. Então muito cuidado com esse nosso processo de matur maturação sentimental, porque se tem algo que é bom e que pode nos ensinar são as relações sociais. E aí, meu amigo, aí minha amiga, ninguém é igual a ninguém. E outra, uma grande dica, uma grande dica, ninguém é perfeito. O grande mote da vida como um todo é aprendermos a conviver com as diferenças. é aprendermos a conviver com a adversidade e a diversidade, que a gente vai se ajustando, que a gente vai se automodelando. Mand Maciando de modelar, se reestruturando. E aí pode ser que nos nossos processos a gente passe um tempo de luto, comece a se relacionar com outra pessoa, tenha um viés de maturidade, observe que realmente não dá e termine a relação. O tempo passa e pode ser que a dinâmica da vida nos coloque em uma situação semelhante. Pode ser que a dinâmica da vida nos traga uma oportunidade de fazer
ve que realmente não dá e termine a relação. O tempo passa e pode ser que a dinâmica da vida nos coloque em uma situação semelhante. Pode ser que a dinâmica da vida nos traga uma oportunidade de fazer diferente o que não conseguimos fazer em uma relação anterior. E é o tema da noite de hoje, amores que voltam. vai muito aqui para quem sabe o que é voltar um namoro, voltar uma relação. E eu não tô falando aqui em uma perspectiva romantizada da vida, que são aqueles filmes que as pessoas namoram na adolescência e se casam, tem não sei quantos filhos, aí lá se reencontra e foram felizes para sempre. Pode ser agora, independente da idade que a gente tenha. Pode ser agora se a gente eventualmente vivencia uma dúvida para voltar uma relação. E o grande termômetro para isso, pros amores que voltam, somos nós sentirmos o amor dentro da gente, porque a lição é de Jesus, amar o próximo. Como? como a si mesmo. Então, quando a gente se estabiliza, quando a gente reconhece os nossos valores inegociáveis, a gente pode se relacionar de uma maneira mais sólida conosco. E dizendo o seguinte: "Eu posso não saber o que eu quero, mas eu sei o que eu não quero". Em relação a repetir ciclos. Na vida é natural que a gente se equivoque. É natural, por incrível que pareça, que a gente se arrependa. E o livro dos espíritos nos traz a partir da questão 990 inúmeros, inúmeros conceitos e reflexões sobre o arrependimento. Quando a gente se arrepende, nós temos uma vontade súbita, súbita de voltar no tempo, mas não temos uma cápsula, não temos o Delório, que é aquele carro do filme de volta pro futuro. O que passou, passou. Quando a gente se arrepende, a gente pode olhar para dentro. e se observar esperando uma nova oportunidade, porque Deus é tão bom, tão bom, que ele vai nos dar novas oportunidades. E as oportunidades não são as mesmas, não são porque a vida não é estática, a vida não é hermética, tudo arrumadinho assim, não é? E a gente vai vendo a própria dinâmica do nosso dia a dia, nos trazendo situações para fazermos
as mesmas, não são porque a vida não é estática, a vida não é hermética, tudo arrumadinho assim, não é? E a gente vai vendo a própria dinâmica do nosso dia a dia, nos trazendo situações para fazermos diferentes. Porque enquanto nós fazemos tudo semelhante, nós não quebramos um ciclo. tem um pensamento atribuído a Einstein, por exemplo, que é mais fácil quebrar um átomo, e é difícil quebrar um átomo, do que desconstituir um preconceito. Pré conceito. Às vezes, quando uma pessoa erra com a gente, a gente fica parado lá no tempo, lá no tempo, tendo aquele mesmo conceito, utilizando um recorte temporal aqui antes da pandemia, o mesmo conceito lá de 2019, de 2018. Isso é engraçado, na verdade é constrangedor, porque utilizando esse mesmo lapso temporal, quem nós somos hoje diante de quem nós éramos em 2018. O que se quer dizer com isso? Se quer dizer com isso que a vida é muito dinâmica, muito dinâmica. E quando a gente chora, quando a gente fica em choro e ranger de dentes, pedindo a nova oportunidade a Jesus, tudo, tudo se transforma no nosso entorno. Allan Kardec tem um texto sobre isso quando ele vem falar sobre Deus, no capítulo 2 do livro a Gênesis, a providência. Porque o pensamento é energia. O pensamento em ação é transformador. O espírito de Emanuel tem um livro bem curtinho, dá para ler ainda nesse ano, chamado Pensamento e Vida, que ele vem falar em capítulos de uma página, uma página e meia sobre as nossas situações. Quando ele vem falar em pensamento, ele traz um componente que é a vontade. A psicanálise temu entendimento de Kung que vontade e energia disponível. Não basta termos a energia, precisamos disponibilizá-la. Eu quero correr uma meia maratona, por exemplo. Então, tá beleza. Eu quero correr, eu tô com a vontade. Aí, como é? Eu vou acordar e vou correr 21 km. Não. Exige uma adaptabilidade da minha rotina. Preciso separar um horário para treinar. Eu não vou começar correndo 5 km. Não vou. Mas não vou mesmo. Posso até ir, mas vou ficar todo doído.
rer 21 km. Não. Exige uma adaptabilidade da minha rotina. Preciso separar um horário para treinar. Eu não vou começar correndo 5 km. Não vou. Mas não vou mesmo. Posso até ir, mas vou ficar todo doído. Começa caminhando. Aí depois é o que na corrida chama de trote. Aí depois vai correr. Aí vem os primeiros 2 km. Mas no pensamento de Poliano, os 19 serão completados. em 6 meses. E agora tô falando um espaço tempo curto. Então não basta à vontade, é preciso reformularmos a nossa conduta. E se tem algo, se tem algo, minha gente, que é difícil de modificar, é a rotina. Porque na nossa rotina estão hábitos enraizados. Então, pra gente mudar a rotina, a gente tem que começar a mudar o hábito. Que o diga antigamente na nossa fase escolar, mãe era terrível. Ela adiantava o relógio em 15 minutos. A gente acordava desesperado, eu e meus dois irmãos, Manuel e Gregório, saí esbaforido. Aí chegava no colégio, tava o porteiro chegando. A gente abriu o colégio e dava uma raiva assim, né? Aí depois a gente vai falar com mainha e mãha bem cuidadosa. Não, meu filho, é para você não perder o horário. E era pior quando a gente voltava das férias. O que é que se quer dizer com isso? que na vida é preciso ajustarmos o hábito. E se a gente não ajustar o nosso próprio hábito, o outro pode até ajustar, mas não vai ser um movimento autêntico. Não vai ser. Enquanto a gente dependia do relógio adiantado da minha mãe, dos famosos 15 minutos, a gente não começou a desenvolver um relógio biológico até que a vida ensinou. E aí, minha gente, para quem quer, para quem quer aprender, a vida ensina. Depois de uns 2, 3 anos letivos. O relógio dos 15 minutos. Não, não é agora ainda. Ainda tem 15 minutos de cochilo. Essa situações que a gente passa na vida, no nosso processo de viver, no nosso processo de bem-estar, elas dizem muito respeito à construção da nossa história. E a construção da nossa história é intrínseca a cada um de nós. O outro pode julgar, o outro pode interferir, o outro pode querer influenciar, mas o
izem muito respeito à construção da nossa história. E a construção da nossa história é intrínseca a cada um de nós. O outro pode julgar, o outro pode interferir, o outro pode querer influenciar, mas o poder de escolha está conosco. É o nosso livre arbítrio, a incrível capacidade que o espírito tem de pensar e escolher. É certo que ele é influenciado? Sim, ele é influenciado por quem tá vivo e por quem tá vivo, barra morto. E cabe a gente estabelecer o que nós queremos para si. Porque quem vai viver a nossa vida somos nós. Não é o julgamento do outro em uma perspectiva de supergo controladora. Não é o julgamento moral do outro que às vezes a gente fica com medo da reprovabilidade, não é? Quem vive a nossa vida somos nós. Isso é muito difícil de entender por causa da conjuntura na qual nós estamos. Porque tem um pens, tem um sentimento que nos faz ser induzidos por outras pessoas, que é a vaidade, que é às vezes uma vontade de validação externa que nós temos. Ah, vou fazer isso. O que será que vão pensar, comigo? Você fazendo ou não, vão pensar, porque se você não fizer, vão lhe chamar de preguiçoso. E se você fizer, vão dizer que você poderia ter ponderado. O julgamento vem, sossegue. Trabalhando a fonética, sossegue com u. Sossegue. Cabe a gente tá em paz conosco, porque a lei de Deus está na nossa consciência. É questão 621 de O livro dos Espíritos, quando Allan Kardec começa a escrever sobre as leis leis naturais. É a terceira parte, o começo da terceira parte do livro dos espíritos. Nós devemos tomar as nossas atitudes de acordo com as nossas conveniências. Porém, nos alerta Paulo apóstolo, ponderação. Abre aspas, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Fecha aspas. E qual o grande modelo? Jesus Cristo, não a perfeição de Jesus, que a gente tá longe. E Jesus não pede para nós sermos iguais a ele. Ele só pede pra gente seguir a trilha que ele deixou. Jesus é o Google espiritual, o A, o GPS. Eu sou da época de mapa que a depender do ser eu colocava muito mapa de cabeça para baixo.
iguais a ele. Ele só pede pra gente seguir a trilha que ele deixou. Jesus é o Google espiritual, o A, o GPS. Eu sou da época de mapa que a depender do ser eu colocava muito mapa de cabeça para baixo. Tem gente que é da época de bússola. Então, tentando aqui adaptar para nossa faixa etária, Jesus é a referência independente do nome que dermos. E quando ele vem falar no nosso processo de progresso, ele pede responsabilidade conosco. Quando fores construir uma casa, construa a casa sobre a rocha. Não construia sobre a areia, porque a areia vem o vento e derruba. Vem a chuva e derruba. A casa sobre a rocha não. E a costa sobre a rocha requer um estudo mais adequado. Que o curso de técnic de edificações, por exemplo, fala de topografia, que a engenharia também repercute isso. A gente vê, não quer construir uma casa aqui. Então vamos primeiro nivelar. Ah, não tem como nivelar. Então, fazer um ajuste aqui, vai ter que sair. E essa casa que a gente constrói, ela diz muito sobre as nossas prioridades. Por quê? Depois de construir a casa, e a casa já tá construída, tá? Porque nós somos seres imortais, a gente tá reformando. E reformar, ó, é pior muito do que construir. A gente tá reformando com as nossas escolhas e na casa do coração, aí, meu amigo, entra quem a gente permitir. que não lutemos, não lutemos contra o coração, porque em vão. Se a gente vê que eventualmente uma relação que não deu certo se aproxima de recomeçar, ponderemos primeira questão, por que terminou lá atrás? Ah, foi por causa do outro. Ó, o dedinho é uma relação. Nenhuma relação é um ato unilateral. O que é que eu hoje posso fazer diferente? Não é o que eu devo, é o que eu posso, porque a gente faz o que pode. Então, se o contexto ele se reaproxima, pensemos quem nós somos, quem é o nosso eu de hoje, que é diferente do eu lá de trás. E vale muito a pena, muito a pena dar uma chance pro amor. Porque tem um registro no livro dos espíritos, na questão 303, que todos nós seremos simpáticos um dia uns aos outros.
ente do eu lá de trás. E vale muito a pena, muito a pena dar uma chance pro amor. Porque tem um registro no livro dos espíritos, na questão 303, que todos nós seremos simpáticos um dia uns aos outros. E aqui é para quem sofre, para quem vivencia um eventual processo de mágoa. Segure sua onda. Porque a mágoa é uma grande miragem que nós temos. Não resolve. Sabe o que é a mágoa? Ao final e ao cabo a mágoa é uma grande vontade que nós temos de sermos amados. Nada mais do que isso. O rancor diz respeito a uma frustração por nós não termos nos sentido acolhidos. Nada mais do que isso. Nós somos muito carentes, graças a Deus, e precisamos modular esses nossos comportamentos. Caso contrário, a gente vai rivalizar com o outro e o outro tem as suas próprias escolhas que nós não temos ingerência. Podemos até querer ter ingerença, mas não temos. O respeito ao outro ainda é um pouco difícil de se conjugar. Por quê? Porque como nós somos imediatistas, nós sempre queremos prevalecer as nossas decisões. E muito cuidado, muito cuidado com os nossos pensamentos viscerais quando a gente tá com raiva. E tem uma música de uma dupla sertaneja chamada Henrique Juliano, na hora da raiva. Porque antigamente não era esse negócio celular, não. Era uma câmera e eram três tipos de filme, 12, 24 e 36 poses que a gente tirava foto. Não tinha menor noção do como ia sair. Não tinha menor noção de como ia sair. Aí esperava umas duas semanas para revelar. Aí vem o álbum de fotografia. Aí esses esses artistas, essa dupla vem cantar uma música Na hora da raiva que vai contar a história de uma vida conjugal, que no momento de raiva o camarada rasgou tudo lá e depois se arrependeu. Porque na raiva a gente não consegue ponderar. Não consegue ponderar. Nós temos um pensamento, um movimento reativo, quase radioativo, quase radioativo. Aí no começo da música ele começa a chorar mingando. Encontrei aqui uma caixa, vou abrir. Não é a caixa de Pandora. Vou abrir aqui a caixa. O que que é a caixa? Um monte de foto rasgada.
e radioativo. Aí no começo da música ele começa a chorar mingando. Encontrei aqui uma caixa, vou abrir. Não é a caixa de Pandora. Vou abrir aqui a caixa. O que que é a caixa? Um monte de foto rasgada. Aí ele vai chorando. Aí ele vai como se pedesse desculpas pra pessoa. Que que ele fez na hora da raiva? E certamente eu não vou cantar o refrão, porque como a vida ensina, eu tô começando a aprender ter senso do ridículo. Cometi a loucura de nossas fotos rasgar. De uma por uma eu vou ter que colar. Mas foi na hora da raiva. Na hora da raiva. Na hora da raiva. Ele pondera ali o arrependimento que não ponderou na hora da raiva. Naquele segundo eu pensei que te odiava, mas respirei fundo e vi que eu te amava. Mas foi na hora da raiva. Na hora da raiva. Muito cuidado com o que nós fazemos em relação aos nossos pensamentos coléricos, sobretudo na vida conjugal, que a gente vai escondendo, escondendo, não vai modulando, mas todo sentimento que a gente esconde, que a gente coloca debaixo do tapete, uma hora nós vamos verbalizar, porque nós somos seres psicossomáticos. Então, nada melhor do que o diálogo. Para quem ainda está desenvolvendo habilidade emocional, tem uma técnica de linguagem chamada comunicação não violenta, que é um divisor de águas na vida da gente quando a gente estuda comunicação não violenta. E uma das premissas da comunicação não violenta é nós validarmos o que nós entendemos do outro. Aí eu vou dar um exemplo aqui, manã tá me ligando. Lembrei dela aqui. Samuel, meu sobrinho. Samuel, que a gente chama carinhosamente de Buel, ele tá ali começando a viver a fase da adolescência, que segundo registro o livro dos espíritos, a mudança do comportamento é porque o espírito começa a adquirir a consciência de si. Aí, Samuel estudando português, mãe, a professora passando umas férias com Samuel. Aí Samuel lá doido para jogar videogame, que não sei o quê. Não, Samuel, vamos aqui. Você tá estudando o que na escola? Ah, tô estudando adjetivo. Então, me fale uma frase com adjetivo.
as com Samuel. Aí Samuel lá doido para jogar videogame, que não sei o quê. Não, Samuel, vamos aqui. Você tá estudando o que na escola? Ah, tô estudando adjetivo. Então, me fale uma frase com adjetivo. Vovó é muito chata. Aí eu perguntei: "Mãe, o que é que tu disse na hora?" Mario, gostei. Vou fazer o quê? Fiquei bem sério assim, fiquei tentando rir, mas ele tava certo. Não na perspectiva semântica da individualização de mainha, mas na construção linguística do adjetivo. O que é que a comunicação violenta propõe em relação a essa questão do Samuel? Uma validação. O que é que você tá querendo me dizer? Um exemplo de adjetivo. Se a senhora não gostou, vou mudar. Vovô é muito linda. Um exemplo. Então, nas nossas relações, quando a gente se sentir ofendido, perguntemos para validar, porque às vezes pode ser uma interpretação nossa. E quando a gente pergunta para validar, dá a oportunidade do outro de ponderar, de vivenciar o protagonismo da música na hora da raiva. Mas foi na hora da raiva, na hora da raiva, na hora da raiva. Nos encaminhando pro final. Deixe me ver. Tem uma pergunta aqui do canal do YouTube. Boa noite, Eda, lá de Canoas. Víor Alves, Verônica, Raquel, ó, declaração de amor. Nossa, olha só, cadê? Tá aqui. Te amo, Raquel. Você é a mulher da minha vida. Perdão pelo meu erro. Rapaz, que declaração, Raquel, pondere, aproveite. No Natal, o pquismo de Jesus, ele se sobrepõe à terra. Então o nome do colega é Mix Salada. Então às vezes Mix Salada pode ter lhe chamado para ir para um rodício de carne. Então ele errou e tá pedindo uma desculpa aqui, né? Virgem Raquel respondeu: "Só se estou com você é porque te perdoo e amo você demais. Eu não acredito não. Vou chorar aqui também. Não sou perfeita. Vamos juntos fazer dar certo o nosso amor. Raquel, vá comer salada, mulher. Emiliana, tá todo mundo aqui, ó, dando os parabéns pro casal da reconciliação. Estamos, olha só, tem mais outra temporada, segunda temporada. Estamos há 12 anos juntos. Nesse ano vivemos um tsunami, mas decidimos tentar
undo aqui, ó, dando os parabéns pro casal da reconciliação. Estamos, olha só, tem mais outra temporada, segunda temporada. Estamos há 12 anos juntos. Nesse ano vivemos um tsunami, mas decidimos tentar e essa sempre será a melhor escolha. Obrigado a todos e obrigado Mário por essas palavras, essa linda palestra. Olha só rapaz. Iara lá de Contagem, Isabela Teodoro, Judit da Espanha, Ana Dias, Cine Mendonça, Fabiana. Eu tô bem encabulado com a história de salada Mix e Raquel. Eu vou começar lá da SISA agora na junta em homenagem a vocês. Então era isso que a gente tinha para falar na noite de hoje, amores que voltam. A gente tem um exemplo prático e ao vivo, ao vivo e a cores, de Raquel e Salada Mista. Um relacionamento de que há 12 anos não se rompeu. Teve o tsunami, vida conjugal não é fácil. Não é fácil. Nós somos seres imortais. com lutas milenares. Então, se você aí aqui presencialmente, ó, aí que vai nos assistir, tá pensando, tá brigado com o namorado e com a namorada, tá pensando em voltar, pense no exemplo aí de Salada Mix e Raquel, uma relação de 12 anos que brigaram, se afastaram, vieram assistir a palestra aqui e foi uma declaração de amor no mural do YouTube. Acho que eu não vou nem fazer a prece final, vou fazer. Então, era isso. Muito obrigado, pessoal. Vamos fazer a prece final. Conforme nos ensina esse casal aqui no canal do YouTube, que as dificuldades de uma vida conjugal não signifiquem uma estrutura pro rompimento, que possamos ponderar, que possamos saber que mesmo jeito que nós não temos um dia bom, o outro também pode não ter. E que a gente tente dentro do nosso mínimo inegociável, a reconciliação. Porque a pureza do amor, ela se sobrepõe ao orgulho. A pureza do amor se sobrepõe à mágoa. A pureza do amor se sobrepõe ao rancor. Sim, com essa prece. Se porventura você que escuta esse áudio agora, pensa, pondera em voltar um relacionamento, lembre-se que os amores voltam, que a oportunidade que Deus nos dá é diária. Que Deus nos abençoe hoje e sempre.
orventura você que escuta esse áudio agora, pensa, pondera em voltar um relacionamento, lembre-se que os amores voltam, que a oportunidade que Deus nos dá é diária. Que Deus nos abençoe hoje e sempre. Muito obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas [música] pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais
sos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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