PERDOE-SE - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 07/11/2025 (há 4 meses) 1:06:50 1,779 visualizações

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Transcrição

Entrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver. >> Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual o [música] valor dessa missão foi nessa casa [música] que aprendi toda beleza. de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. >> Vamos aqui a mais um momento de estudo e reflexão doutrinária, cujo tema se propõe a gente refletir sobre os nossos processos. sobre os nossos equívocos, sobre as nossas quedas, mas principalmente, principalmente sobre a incrível capacidade que nós temos de se levantar e seguir em frente. Apesar dos pesares, apesar das dores, apesar das lágrimas, apesar de tudo, a vida é uma bênção que Deus nos dá pra gente aprender e descobrindo paulatinamente a intimidade do seu amor. Para quem porventura esteja pela primeira vez aqui no salão Bezerra de Menezes, receba o nosso abraço. E a nossa reunião se divide em três momentos, que é uma prece inicial que se destina a tentar acalmar os nossos corações, a palestra propriamente dita e por último a prece final. E ao final tem um passe para quem quiser, a equipe vai chamar. Então vamos à nossa prece inicial. Olhos abertos, olhos fechados. fica o nosso critério, porque a prece é uma lei de adoração a Deus em que a gente o procura, abre o nosso coração para que ele possa semear esperança, amor e solidariedade em nossos corações. Amado mestre Jesus, que na minha culpa eu consiga me perdoar, entendendo que eu sou um espírito em constante lapidação e tenho no teu evangelho de amor, de misericórdia, novas oportunidades para seguir o meu caminho de uma maneira mais maturada, de uma maneira mais experimentada e principalmente de uma maneira mais firme, que eu possa ver nos meus erros não uma fragilidade, mas um potencial que eu tenho para me desenvolver junto do teu amor e do amor de Deus. que eu possa me fortalecer cada vez mais e principalmente, principalmente confiar em mim. Com essa

a fragilidade, mas um potencial que eu tenho para me desenvolver junto do teu amor e do amor de Deus. que eu possa me fortalecer cada vez mais e principalmente, principalmente confiar em mim. Com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. O tema se intitula Perdoe-se. E eu quero fazer aqui um registro que recentemente eu conheci uma colega que eu conheço do canal do YouTube, a colega Eliana. A gente sempre se fala no canal do YouTube, ela frequenta comunhão. A gente nunca tinha se encontrado. Eu acho que na semana passada eu consegui encontrá-la pessoalmente e finalmente um abraço virtual que eu tanto dava, eu consegui dar presencialmente. Não tem nada melhor do que a fé pros nossos propósitos. Deixe me ver quem está aqui no canal do YouTube nos acompanhando. Gisaura lá de Minas Gerais. Telma, que foi outra pessoa que eu tive alegria de conhecer pessoalmente. Eliana, você tá aqui, Eliana, outro abraço. Luciene Brasileiro, Luiz Gonzaga. Muito obrigado, Luiz. Vamos lá, Telma, escutar aqui o que Jesus tem para dizer pra gente. Larissa lá de Belém, Juliana Souza dos episódios diário também no comão lá e Cláudia Leite. Bem, pessoal, está novamente temporariamente na carne não é fácil, porque o espírito, ele tem os seus porquês, ele tem o seu processo de padrão de pensamento e ele tem a incrível liberdade de pensar. E nós, enquanto seres imortais, carregamos ao longo do tempo a construção da nossa individualidade, a construção da nossa identidade, que diariamente a gente vai colocando mais uma pedrinha em relação a quem nós somos, onde nós estamos e principalmente para onde estamos indo. Há certos momentos da vida em que a gente meio que desliga a bússola, em que a gente se perde, em que a gente fica com a sensação que está sozinho, como se tivesse a deriva. E nesses momentos em que a gente se sente sozinho, é muito difícil, porque nós temos uma tendência à tristeza, nós temos uma tendência ao desacreditar. E nada melhor do que um dia depois do outro, principalmente para quem como nós

te se sente sozinho, é muito difícil, porque nós temos uma tendência à tristeza, nós temos uma tendência ao desacreditar. E nada melhor do que um dia depois do outro, principalmente para quem como nós é um ser imortal. para quem como nós pode aprender. E se tem algo que o pensamento espírita ensina, é que para quem quer aprender, a vida ensina, ensina muito. É tanto que a dinâmica da vida nos coloca em situações semelhantes até a gente romper os nossos ciclos, até nós quebrarmos os nossos paradigmas. E Jesus nos alerta sobre a confiança que nós temos que ter em si, a alegria que nós temos de viver. Em várias das passagens do Evangelho e paraa noite de hoje eu separei três. O Cristo nos orienta a confiança, nos orienta à fé e nos prova, porque Jesus nos prova efetivamente que ele está conosco, principalmente nos momentos em que nós estamos mais vulneráveis. A primeira passagem da noite de hoje evangélica vem lá do capítulo 13, versículo 6 do Evangelho de Lucas, que é a parábola da figueira infrutífera. E conta o evangelista Lucas a seguinte historinha narrada pelo Cristo, que tinha um fazendeiro que tava ali no seu viés de semeadora na sua terra com o seu arado. Arado, arado é uma máquina que corta a terra, que hoje em dia nós temos os tratores, mas naquela época era um pouco mais rudimentar. Nós éramos um pouco mais rudimentares do que nós somos hoje. E certa vez aquele fazendeiro saiu para cortar a terra com os seus funcionários e vi uma figueira, uma planta que nunca dava fruto. Aí ele observa a planta, conversa com o seu colaborador e diz: "Pode arrancá-la". Arrancá-la é essa figueira é em frutífera. é imprestável. Vamos, faz anos que ela está aqui e não frutifica. Vamos arrancá-la para plantar outra árvore. E o servo, o colaborador pediu mais uma chance. Vamos dar mais uma chance à plantinha. Vamos dar mais uma chance para ver se ela efetivamente vai germinar. E o fazendeiro muito árido em seu coração, na perspectiva de produtividade, disse: "Não pode arrancar.

mais uma chance à plantinha. Vamos dar mais uma chance para ver se ela efetivamente vai germinar. E o fazendeiro muito árido em seu coração, na perspectiva de produtividade, disse: "Não pode arrancar. Se tu não arrancar eu arranco." Ele não disse isso não. Tô adaptando, tá? Se tu não arrancar, eu arranco. Home. Vamos dar só mais uma chance. Vamos fazer o seguinte. Vamos adubá-la e esperar o tempo. O fazendeiro, então, um pouquinho desconfiado, um pouquinho desconfiado, acatou a ideia. O que é que se quer dizer com isso, com essa parábola? Que às vezes nós não damos o fruto que nós queremos e, por vezes, queremos desistir dos nossos objetivos. A gente cai, por exemplo, num sentimento de marasmo, num sentimento de tristeza, num sentimento de desacreditar. Mas todos nós, assim como uma planta, precisamos de tempo. E aqui a importância de observarmos ou tentarmos observar a obra de Deus em uma perspectiva bem panorâmica. bem panorâmica, porque a natureza ela também reflete a dinâmica da vida. É impossível até onde eu sei de biologia. E eu sei pouco porque na escola eu colava muito. Colei, colei, colei até aprender o que era uma planta briófta na recuperação do primeiro ano do segundo grau. Aí por colar eu não aprendi. Até hoje eu não sei o que é abriófono. Vou pesquisar no Google quando terminar a palestra. E nenhuma planta consegue dar um fruto instantaneamente. Porque todos nós para frutificarmos dependemos de tempo. E se tem algo que o Cristo nos fala, nos adverte, nos ensina, nos convida, é a respeito da reflexão sobre o tempo. Tempo de escolha do solo, tempo de corte da terra com o arado, que é difícil, é trabalhoso, tempo de semeadura, tempo de regar e depois depois colheita. E às vezes nas nossas vidas a gente tá em um processo de colheita e fica insatisfeito. É aí onde a gente vai mudar a rotina, mudar o hábito, mudar a conduta. E para nós termos outro fruto para provar, vai demandar um pouco de adubo. E o adubo, espelhando essa passagem do capítulo 13 do Evangelho de Lucas,

ai mudar a rotina, mudar o hábito, mudar a conduta. E para nós termos outro fruto para provar, vai demandar um pouco de adubo. E o adubo, espelhando essa passagem do capítulo 13 do Evangelho de Lucas, significa a nossa renovação na fé. Quando a gente erra, vem um sentimento da culpa que é muito pesado, muito pesado. E o sentimento da culpa, em uma perspectiva metafórica, ele praticamente nos deixa corcundos, porque é o peso de cairmos em vergonha. a respeito dos nossos erros, quaisquer que sejam. E quando nós estivermos nessa perspectiva encurvado, é o momento, por incrível que pareça, que o Cristo mais se mostra disponível. Porque o governador espiritual da terra, o bom pastor de todas as ovelhas, sobretudo as perdidas, ele se disponibiliza a colocar o seu rebanho em uma perspectiva de equilíbrio. E nas curas de Jesus, ele fala muito isso, que não existe tempo, não existe hora para ele nos socorrer. Toda hora é hora. E aqui vou paraa segunda passagem da noite de hoje, que é uma cura linda, no capítulo 13, versículos 10 ao 17, também do evangelho de Lucas, que é a cura da mulher encurvada. Falou em culpa, falou em curva. Aí eu lembrei dessa cura da mulher encurvada. A mulher encurvada, segundo relata Lucas Evangelista, tava com a doença da coluna há 18 anos. 18 anos, não era de idade, era 18 anos de uma doença aí da coluna. E certa vez ela amanheceu e foi procurar Jesus desesperado em um sábado. Procurou Jesus, encontrou e começa ali mais um diálogo. Mais um diálogo de uma pessoa em desespero com Cristo. um diálogo de uma pessoa em aflição com Jesus, pedindo como se fosse: "Pelo amor de Deus, me dê mais uma chance. Pelo amor de Deus, arrum, ajuste, conduza a minha vida." E ela vai ali se revelando, mostrando o seu drama. Porque quando nós estamos na intimidade com Jesus, as nossas facetas elas caem. Porque quando nós nos encontramos intimamente com o Cristo, a gente coloca tudo para fora, o nosso sofrimento para fora, sobretudo as lágrimas silenciosas, sobretudo as dores da alma, as marcas da

em. Porque quando nós nos encontramos intimamente com o Cristo, a gente coloca tudo para fora, o nosso sofrimento para fora, sobretudo as lágrimas silenciosas, sobretudo as dores da alma, as marcas da vida, marcas espirituais, os nossos processos de tristeza, os nossos processos de trauma, os nossos processos de rancores, enfim, as dores que nós temos, porque Jesus é o grande médico do universo, o médico das almas. E quando a mulher encurvada foi procurar o Cristo e o Cristo começa a estabelecer ali um diálogo com ela e procede a mais uma cura, ela fica muito, muito feliz, como se não acreditasse da renovação corpórea e também espiritual, da renovação de ânimo, de uma nova oportunidade de corrigir o rumo da sua vida e ela visitar novos pomares com o mesmo olhar, mas com outra perspectiva. Porque quando Jesus cura o nosso coração, nós continuamos com os mesmos olhares, com esses mesmos olhos que nós temos, que são milenares, porém com outro viés, com outro perfil de termos coração tocado por Jesus, como se ele dissesse: "Meu amigo, minha amiga, se perdoe". Se perdoe. O erro faz parte do aprendizado. Ninguém amadurece sem errar. E nós somos seres falíveis. Cada um aqui com a sua própria história. E quando Jesus termina de mulher de curar a mulher encurvado, algumas pessoas o interpelam. indignadas, mas é indignadas mesmo no tempo de hoje com caixa alta, que é para dar destaque. E Jesus, sem compreender, acolhe ali e eles começam a interpelá-lo. Jesus, hoje é sábado. No dia de sábado ninguém trabalha. Como ousas curar essa mulher que poderia ter esperado outro dia. Eu não tava na hora, mas acho que Jesus respirou bem fundo, bem fundo assim lá de dentro. E ele começa a ponderar sobre o sentimento de fraternidade, sobre o sentimento de solidariedade, ensinando pra humanidade que toda hora, todo tempo, todo horário, todo clima é hora de ele nos curar. Às vezes, pela restrição da matéria, nós estabelecemos padrões sociais, condutas sociais. E o exemplo da mulher encurvada, da cura da mulher encurvada,

odo horário, todo clima é hora de ele nos curar. Às vezes, pela restrição da matéria, nós estabelecemos padrões sociais, condutas sociais. E o exemplo da mulher encurvada, da cura da mulher encurvada, nos provoca uma reflexão em relação ao acolhimento de Jesus. E aqui vai uma reflexão para todos nós que estamos vivenciando um processo de culpa, um processo em que a gente precisa aprender a se autoerdoar, a compreender efetivamente os nossos processos e as nossas quedas. Não esperemos o amanhã, nem o próximo segundo para reajustar a nossa rota. Porque o que o Cristo nos ensina é disponibilidade. Se tem um sentimento que eu tenho aprendido com Cristo, é um sentimento de alteridade de gente observar e respeitar a realidade do outro sem perder a nossa essência. E um dos grandes motes da vida é nós sabermos qual é a nossa essência, no que nós podemos ceder. A lei de sociedade, na terceira parte do livro dos espíritos, nos ensina muito a possibilidade que nós temos de ceder quando a gente vai socializar. Muito cuidado se nós somos ainda um pouco rígidos, porque se tem algo que ensina, é a diversidade e a adversidade. Já pensou se o mundo fosse como nós quiséssemos? Graças a Deus que não é. Porque assim nós faríamos uma reverberação do rei Midas, por exemplo, quanto a mitologia grega, que tinha um rei um pouquinho, um pouquinho avarento, chamado Midas. E certa vez ele se deparou com um Deus e o Deus disse: "Eu vou te realizar um desejo." Um desejo, mas é só um. Não confundamos a história do rei Midas com a história do gêno da lâmpada. Dá mais nesse horário, 8:19, depois de uma semana que hoje é quinta. O cansaço às vezes a mente vai aí nos proporcionar alguma miragem. É diferente. O gênio da lâmpada é lá de Aladin. O rei Midas é da mitologia grega. Aí o Remidas se depara com o Deus e ele fala: "Eu vou te realizar só um deseo, seja certeiro, porque vai ser só um." Aí o Remidas para, pensa: "Meu Deus, e agora só um? Acho que eu vou pedir um tesouro. Não, não vou pedir um tesouro. Não

le fala: "Eu vou te realizar só um deseo, seja certeiro, porque vai ser só um." Aí o Remidas para, pensa: "Meu Deus, e agora só um? Acho que eu vou pedir um tesouro. Não, não vou pedir um tesouro. Não vou pensar melhor aqui. Me deu um tempo. Aí o Deus, tudo bem, eu sou eterno, eu lhe espero, mas não demore muito, senão eu procuro outro. Aí mes não, não, não, não, não, não, não. Já sei. Tudo que eu tocar, eu quero que se transforme em ouro, que eu vou multiplicar muito, muito meu patrimônio. Aí o Deus olha assim, aí tem um olhar, uma troca de olhar 43 com reiidas. E o rei Midas fala: "Tu tá falando sério, né? Vai realizar. Então é isso, tudo que eu tocar se transforma em ouro. Plim ou então sim, salabim. Agora você tem esse super poder. O rei Midas fica eufórico. Eufórico. E quando a gente fica eufórico, a gente tem uma tendência de procurar quem a gente gosta para compartilhar as nossas vitórias. Hoje em dia a gente tá perdendo um pouco o promo porque por causa do celular a gente resolve tudo com a mensagem, a depender da pessoa com áudio. Mas não mande áudio longo, não, porque áudio depois de 5 segundos dá para ser uma ligação. E uma ligação a depender da felicidade, dá para ser um encontro para dar um abraço assim bem apertado. Aquele que instala a coluna. E o rei Midas, como não tinha celular para mandar um zap, foi procurar seus amigos. Aí começou a abraçar o povo. Aí quando abraçava a pessoa puf se transformava em ouro. Num primeiro momento, aquela euforia começa a se transformar em uma preocupação e ele continua, puf, transforma em ouro. Aí vira uma angústia. de que vale ter tudo na vida se nós não temos amor para compartilhar, para conviver. Nascia ali, lá na mitologia grega a expressão ouro de tolo. Muitas vezes, na miragem da matéria, o nosso pensamento imediatista, ele não consegue ver a amplitude da vida. a amplitude, por exemplo, da lei do amor, da lei de justiça, da lei de caridade, que ensina o finalzinho da terceira parte de o livro dos espíritos, da bondade que é Deus em relação à

plitude da vida. a amplitude, por exemplo, da lei do amor, da lei de justiça, da lei de caridade, que ensina o finalzinho da terceira parte de o livro dos espíritos, da bondade que é Deus em relação à possibilidade de nós convivermos em um condomínio social, quer seja reencarnado, quer seja espiritual. E às vezes, pelos nossos processos de mediatismos, nós queremos encontrar respostas prontas. Mas sinto muito dizer, não existe resposta pronta, sobretudo paraa vida, sobretudo pro mundo de provas e expiações, que é o segundo numa escala de cinco, em relação ao progresso moral, em relação ao progresso cristão, em relação à espiritualização e cristianização do pensamento. Na questão 920 livro dos espíritos, quando Kardec inaugura a quarta parte, que ele começa a escrever sobre as penas e os gozos terrestres, pergunta dele é bem pontual. A gente consegue conhecer a felicidade plena neste planeta? A resposta é não, porque a felicidade ela é relativa. E aqui uma provocação para todos nós. Tentemos lembrar qual foi o nosso último momento de felicidade. Tentemos lembrar qual é a felicidade que a gente almeja, não a felicidade material, mas a felicidade emocional, uma reconciliação, uma nova oportunidade, a capacidade de perdoar incrível, incrível que a gente tem, mas que a gente segura por causa do nosso processo de orgulho. em que nós em que nós mesmos colocamos farpas na gente. Porque o nosso, a nossa projeção da felicidade diz muito quem somos nós, diz muito qual é a nossa prioridade. Independente, independente qual seja a nossa projeção de felicidade, levemos em consideração que nós somos um ser em construção. Se a gente convive com arrependimento, lembremos que temos a imortalidade, a imortalidade para nos corrigir. Um grande desafio do pensamento espírita, um grande desafio do pensamento espírita é efetivamente nos vermos imortais. O que são 100 anos? na verdade 150, porque saiu um estudo faz um mês e meio que a pessoa que vai desencarnar com 150 anos já nasceu. E como eu tenho fé, eu espero

a é efetivamente nos vermos imortais. O que são 100 anos? na verdade 150, porque saiu um estudo faz um mês e meio que a pessoa que vai desencarnar com 150 anos já nasceu. E como eu tenho fé, eu espero que seja eu, porque a gente tá num processo de moratória. Isso é a lei do progresso. Há 100 anos a expectativa de vida era 50, 60 anos. Hoje em dia tá ali em 75. São 20 anos a mais, minha gente, duas décadas. E para quem agora está aí reencarnado, é uma possibilidade melhor ainda, porque passou por um flagelo destruidor, que foi a pandemia do coronavírus. Há 5 anos. O pai estava todo fechado, o mundo tava todo fechado. E hoje em dia nós que sobrevivemos na matéria estamos contando história. As nossas prioridades, elas demonstram muito quem nós somos. E é natural no nosso processo de socialização nós querermos impor as nossas vontades. Isso é natural. Ainda é natural. Um dia, um dia nós viveremos o amor ágape, que é o amor do Cristo por nós, que é um amor desapegado, sem esperar nada em troca. Um dia nós teremos um relacionamento em que nós diremos: "Você me ama?" A pessoa fica calada. Por que você não diz que me ama? Eu te amo. Mas o amor não se fala. O amor se sente, o amor se vivencia. E conforme escreve Paulo na carta aos Coríntios, o amor tudo sofre, tudo espera, tudo crê e tudo suporta. O amor é a grande alavanca da vida. é a oportunidade que nós temos de nos fortalecermos, de puxarmos um ânimo lá de dentro e o amor do Cristo sorrir, sorrir pra gente que eu diga Tomé, um dos 12 parceiros de Jesus, que quando Jesus foi crucificado, que começaram as aparições que chegaram as notícias a Tomé. Tomé disse: "Não, não acredito." Mas Tomé, a gente viu, a gente convive, a gente vive. Tomé, não, não acredito. Só acredito se eu tocar na chaga do Cristo. Tomé aquele coleguinha que a gente fala, vê para crer. Só acredito se eu tocar na chaga do Cristo. Acho que Jesus quando sentiu o psiquismo de Tomé deve ter pensado: "Tu não perde por esperar. Passa o tempo e quem conta essa

ue a gente fala, vê para crer. Só acredito se eu tocar na chaga do Cristo. Acho que Jesus quando sentiu o psiquismo de Tomé deve ter pensado: "Tu não perde por esperar. Passa o tempo e quem conta essa historinha é João Evangelista. No finalzinho do seu evangelho, no capítulo 20, versículos 24 a 31, estavam os discípulos reunidos contando essa história para Tomé. E Tomé, não, isso é história de Carochinha, eu não acredito. Aí do nada, plf, Jesus Cristo no meio da sala. Aí todo mundo olha aí, Tomé deve ter se assustado. E se fosse dessa geração de hoje, Tomé teria dito: "Oi, sumido". Aí começa o diálogo do Cristo com Tomé. Tomé, que bom te encontrar celebrando a minha vida, celebrando a minha obra. E já que tu, Tomé, não acredita, eu faço questão de você tocar nas minhas mãos. Eu faço questão de você apalpar as minhas pleuras. E Tom é muito, muito constrangido, porque quando a gente passa por um processo de ceticismo em relação a Jesus, que a gente sente a sua presença imponente, a gente se sente constrangido. Aí começa, continua o diálogo, aí Tomé fala: "Jesus, bem-aventurado é o Senhor e toda a sua obra". Aí Jesus vira para Tomé e diz: "Tomé, bem-aventuraros, bem-aventurados são os que não ouviram, mas creram." E aí a gente vai lá para as bem-aventuranças no sermão do monte, no Evangelho de Mateus. Todas as bem-aventuranças são a perspectiva de autoconhecimento que a gente tem na nossa jornada. E a mais linda é da aflição. Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. Que muitas vezes é ininteligível. Muitas vezes a gente pensa que não faz sentido, mas a interpretação do evangelho, ela não se propõe, não se propõe a ser de uma maneira isolada. O evangelho a gente interpreta sistematicamente, teleologicamente. É uma interpretação que a gente busca o sentido. A gente busca o sentido. Quando Jesus passa pelas bem-aventuranças, que ele vem nos alertar sobre os nossos processos, depois ele nos dá um recado, que é uma bem-aventurança que não tá no capítulo 5, ela tá mais adiante,

ido. Quando Jesus passa pelas bem-aventuranças, que ele vem nos alertar sobre os nossos processos, depois ele nos dá um recado, que é uma bem-aventurança que não tá no capítulo 5, ela tá mais adiante, que não é uma bem-aventurança explícita, mas é um convite que Jesus tem pra gente. É uma passagem linda que eu aprendi no grupo Acolher aqui da Comunão Espírita de Brasília. Abrindo um parênteses, o grupo Acolher, ele se destina a pessoas que passam por uma dificuldade na vida. É lindo. É um grupo psicoterapêutico, fica na sala 13. É só chegar segunda, quarta e quinta, sexta também, 7 horas da noite. Como é a dinâmica, a gente chega, não precisa nem ser espírito. A gente chega aí, no começo tem uma leitura do evangelho, aí a gente faz uma roda, aí fala quem quer a interpretação, aí depois a gente vai pontuando, no final tem uma pergunta existencial e a gente vai tocando. Em um belo dia eu já conhecia essa passagem no Vindam e no grupo acolher eu tive a oportunidade de esmçá-la. Vinde a mim os que estão cansados e sobrecarregados, porque eu vos aliviarei. O meu fardo é leve e o meu julgo é suave. O convite do vinde a mim. Não é para quem tá de bom humor, não é para quem tá fazendo uma viagem feliz, entrando em férias, equilibrado. Não. O vind a mim é específico. Específico. Abre aspas os que estão cansados e sobrecarregados. Fecha aspas. É quando a gente não consegue mais suportar o peso da vida. É quando a gente começa a ficar desacreditado em si, triste, quando a gente cai em um sentimento de marasma, que a gente pensa que tá sozinho, a Jesus tá lá de braços abertos. E tem a segunda parte do vinde a mim. O meu fardo é leve e o meu jugo é suave. Jesus é tão pontual que na estrutura da carroça ele falava também para pescadores e agricultores. A maioria do público alvo de Jesus era pescador e agricultor. Na estrutura da carroça, o jugo são aquelas duas traves que liga a carroça ao lombo do animal e o fardo é é o peso que tem a trave. Aí Jesus fala: "O meu jugo é suave

Jesus era pescador e agricultor. Na estrutura da carroça, o jugo são aquelas duas traves que liga a carroça ao lombo do animal e o fardo é é o peso que tem a trave. Aí Jesus fala: "O meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Toda vez que eu passo pelos meus processos de cansado e sobrecarregado, eu lembro do vind de Amim. E a trave da vida, ela fica como se fosse alcochoada. O peso é o mesmo. É o mesmo. Uma tonelada de pedra pesa a mesma coisa do que uma tonelada de papel. Só eu sei o que eu errei para aprender isso com a sandália da minha mãe do lado. Mas eu aprendi e tô aqui vivinho, contando história. O que era a aflição se transforma em uma anedota que eu conto sorrindo. Porque essa é a lógica da vida quando a gente gira a chave do aprendizado. se tem algo que nós temos a possibilidade de fazer e não conseguimos ainda, é rir dos nossos erros. Mas pela mania de perfeição que nós temos uma tendência de ter, a gente quanto mais erra, mais se culpa. E vem a teoria, a linda teoria que não funciona em canto nenhum, só na nossa cabeça, a teoria do abre aspas e se fecha aspas. E se eu tivesse feito diferente? E se eu não tivesse ido para aquele local? E se eu tivesse me controlado e não tivesse proferido uma agressão verbal contra uma pessoa? Não tem essa doc. A vida é o que ela é. Ela não é o que a gente quer e ninguém nasce pronto. Ponto. Deus sabe disso a ponto de nos proporcionar inúmeras inúmeras religiões pra gente se aproximar do seu amor, pra gente descobrir a sua intimidade. Para além disso, ele ainda nos dá um anjo da guarda, como se ele dissesse assim: "Mário, tu vai voltar e vai ser difícil, porque você é difícil". Mas vamos fazer o seguinte, vou falar aqui com um amigo teu ou uma amiga tua que te ama. Mas te ama bem de muitão mesmo. E ela é um pouco mais adiantada do que você. O anjo da guarda ele é mais experimentado que a gente, tá pessoal? Vocês me perguntaram isso na turma de ESD. Aí eu abri o livro dos espíritos e respondeu ali na hora. Por quê? Porque ninguém se dispõe a cuidar de

rda ele é mais experimentado que a gente, tá pessoal? Vocês me perguntaram isso na turma de ESD. Aí eu abri o livro dos espíritos e respondeu ali na hora. Por quê? Porque ninguém se dispõe a cuidar de alguém nessa perspectiva do anjo da guarda se não tiver um processo de amadurecimento. O anjo da guarda, ele não vive a nossa vida. Ó o dedinho. Ele nos ajuda, ele nos intui, ele nos aconselha. Ele sempre está conosco. E quando ele se afasta, porventura se afasta pela sua própria vida ou quando a gente não escuta os seus conselhos, basta uma prece, uma prece que ele vem pela força do pensamento. E se tem algo que é ligeiro é o pensamento. Já canta cidade negra, o pensamento é o firmamento. Eu giro o mundo sem sair do lugar. E na questão 495 tem uma historinha de O livro dos espíritos, tem uma historinha contada por São Luís e por Santo Agostinho falando sobre anjo da guarda, dizendo assim: "Olha, não se preocupe se a gente tá cansado, isso aí é com a gente. Se preocupe de pedir ajuda, não tenha vergonha. Deixa esse orgulho de lado. Por quê? Porque para quem quer ajudar, meia meia oportunidade basta. E nos nossos processos em que a gente cai num viés de arrependimento e que a gente tem uma perspectiva de automírio, já não basta o erro. Já não basta o equívoco, já não basta o constrangimento, já não basta o arrependimento. A gente fica revivenciando, revivenciando, como se colocasse assim, ó, um dedo no machucado e apertasse. Aí vem a recomendação da questão 980 o livro dos espíritos, quando Kardec maestria que lhe é peculiar, com a maestria que lhe é peculiar, começa a questionar a equipe do espírito de verdade a respeito do arrependimento. Quando é que a gente se arrepende? E aí não da boca para fora, que é muito fácil falar que tá arrependido. Quando é que a gente efetivamente se arrepende? Aí os espíritos respondem: "Olha, normalmente é do lado daqui, porque do lado daqui, do lado de cá, a gente não tem mais as máscaras sociais. Quando a gente desencarna, e graças a

amente se arrepende? Aí os espíritos respondem: "Olha, normalmente é do lado daqui, porque do lado daqui, do lado de cá, a gente não tem mais as máscaras sociais. Quando a gente desencarna, e graças a Deus, a gente vai desencarnar de novo e de novo e de novo, nós somos o que nós pensamos. Às vezes os espíritos respondem: "É do lado de cá". Mas pode ser, pode ser que o efetivo arrependimento já comece daí. Aí Kardec fala assim: "Sério, é sério? Tu tá duvidando da gente? Não tô não. Tô só investigando. E quando é que do lado reencarnado a gente realmente se arrepende de coração? Os espíritos falam quando você começa a distinguir o que é bem do que é mal, a gente para assim. O que é que é bem? O que é que é mal? A partir da questão 629 o livro dos espíritos, Kardec começa a traçar o espiritismo aqui nem o evangelho. A interpretação é sistemática. Aí na questão 630 Kardec pergunta exatamente isso. Como distinguir o que é bem do que é mal? Aí vem uma resposta assim de uma interpretação incrível. Incrível. Bem é tudo aquilo que está conforme a lei de Deus. Mal é tudo aquilo que está contra. A gente para assim, aparenta ser óbvio, né? Na minha época, quando uma coisa era óbvio, a gente falava na na infância, né? Descobriu o Brasil. Oh, descobriu o Brasil. Bem é tudo aquilo que está conforme a lei de Deus. Mal é tudo aquilo que está contra. Mas o que é que significa a lei de Deus pra gente? Na questão 619 de L dos Espíritos, Kardec: "Olhe, deixa eu te perguntar uma coisa aqui. É no começo das leis naturais. Deixa eu te perguntar uma coisa aqui. Se a gente, se vocês aí, espíritos, tão dizendo que nós somos seres imortais, que nós somos criações de Deus, por nós efetivamente não sabemos sobre a lei de Deus que Jesus tanto fala. Por quê? Aí os espíritos respondem, a resposta é longa, a gente resume um pouquinho. Olhe, é o seguinte, todos vocês conhecem a lei de Deus, porque vocês são obra do criador, porém é preciso senti-la. E a lei de Deus no nosso coração a gente sente no nosso processo de socialização.

o. Olhe, é o seguinte, todos vocês conhecem a lei de Deus, porque vocês são obra do criador, porém é preciso senti-la. E a lei de Deus no nosso coração a gente sente no nosso processo de socialização. Um exemplo, capítulo 5, a partir do versículo 23 do Evangelho de Mateus, a questão da oferenda. Jesus fala o seguinte: "Se estiveres com oferenda no altar e lembrares que tem algo contra alguém, volta imediatamente. Imediatamente se reconcilia com o adversário. Ali é a recomendação do Cristo. Jesus não fala: "Vá passar um final de semana em Pirinópolis descansando. Vá para Natal agora no feriado de novembro. pega uma praia lá, aí volta, toma um bando de mar, aí você se reconciliu. Não é imediatamente. Aí sabe qual é a nossa realidade em relação à lei de Deus? Está conforme a lei de Deus. A gente tá com oferenda no altar. Se a gente lembra do nosso desafeto, se a gente pudesse, se a gente pudesse, a gente voltava imediatamente e jogava ofereira na cabeça dele. Não faz isso porque tem uma lei dizendo que a gente pode ser preso. A lei de Deus, ela vai despertando em nosso coração na medida em que a gente vai socializando, na medida que a gente vai entendendo, na medida que a gente vai respeitando o outro. O outro não foi feito para nos criar, para nos servir. Infelizmente não foi o outro, assim como a gente, tem o seu próprio processo, tem a sua própria escolha, tem a sua própria história. E se o outro nos magoa, tentemos compreender o que ela aquela dor pode nos ensinar. Porque a mágoa, a mágoa nada mais é do que uma necessidade reprimida que nós temos de sermos amados. Nada mais é do que isso, de sermos acolhidos, de sermos valorizados. Aí quando a gente não é, a gente se frustra. E o outro tem os seus próprios porquês, assim como a gente. Assim como a gente. E se tem algo que o Cristo nos ensina, é olharmos para dentro. Porque quando a gente olha para dentro, nós temos a oportunidade de ponderar, de ponderar. Quem nós somos? O que nós plantamos lá atrás? O que nós estamos plantando hoje e o que nós

armos para dentro. Porque quando a gente olha para dentro, nós temos a oportunidade de ponderar, de ponderar. Quem nós somos? O que nós plantamos lá atrás? O que nós estamos plantando hoje e o que nós estamos colhendo. Jesus ensina, abre aspas, reconhece-se a árvore pelos frutos. Fecha aspas. Se a gente colhe hoje um fruto amargo que é difícil de descer, paciência e resignação. Dois sentimentos que nós temos que trabalhar. O espírito de Lázaro, no Evangelho Segundo Espiritismo tem um texto incrível, obediência e resignação, que ele vem falar dos processos que nós temos na vida. a gente erra pela nossa convicção e às vezes é difícil a gente saber efetivamente do fundo coração que errou. Todos nós, todos nós vivenciamos uma bem-aventurança, que é a bemaventurança linda. Salv engano, capítulo 5, versículo 9 do Evangelho de Mateus. Bem-aventurados os que têm sede e fome de justiça, porque serão saciados. Qual o conceito de justiça pra gente? Saulo, ao perseguir os cristãos, aos ao apedrejá-los, praticava ali no seu viés a lei de adoração. Ele tinha fome e tinha sede de justiça. Até que se encontra com o Cristo a caminho de Damasco para apedrejar mais um, Ananias. E a história de Paulo, de Saulo para Paulo, nos ensina muito sobre as prioridades que a gente tem na vida. Porque conforme com sede de justiça, o rabino Saulo apedrejou muita gente. Aí se encontra com Cristo e a fome e a sede de justiça permanece. Mas com outro viés que já disse hoje aqui, o mesmo olhar, mas outro viés que é o viés do cristianismo, que é uma filosofia de vida independente, independente do credo religioso que se professe. O cristianismo é uma filosofia de vida. E Saulo, o perseguidor, passa a ser Paulo, o fundador das igrejas, meu amigo, minha amiga, numa única reencarnação. Diga aí se Paulo, o vaso escolhido por Jesus, descrito no capítulo 9 de Atos dos Apóstolos, não tivesse perdoado, tivesse mergulhado num processo de vergonha. pelos erros. A mesma coisa Pedro de negador também passa a ser o

o escolhido por Jesus, descrito no capítulo 9 de Atos dos Apóstolos, não tivesse perdoado, tivesse mergulhado num processo de vergonha. pelos erros. A mesma coisa Pedro de negador também passa a ser o divulgador. E quando Jesus encontra Pedro nas aparições, isso, essa história finaliza o evangelho de João. Ele pede: "Pedro, me faz um favor. Se tu me ama mesmo, me faz um favor. Qual é o favor? Apacenta as minhas ovelhas. Apacentar é um verbo policêmico. É cuidar, é guardar, é acalmar, é tanger, é tudo de bom. Por isso que Jesus pediu para Pedro apacentar as ovelhas dele. Se a gente vive um processo em que a gente se martiriza, em que a gente se culpa, tentemos, não que vá conseguirmos, tentemos trabalhar um processo de autoperdão. Rossandro Clis tem um livro incrível, auto perdão, aprendizado necessário, incrível. Nos encaminhando pro final, deixe ver se tem alguma dúvida aqui do canal do YouTube. Boa noite, Isabela Suelen do Uruguai. Diga aí. Do Uruguai. Nossa, Gisaura, tamo junto, Gisaura. Telma é Telma é rir para não chorar. Ela tá dizendo aqui: "Seu senso de humor é incrível. R para não chorar as coisas da vida, né?" Ktia e Eliana, vamos se encontrar de novo, Eliana. Aqui, aqui tem um café, pessoal, a livraria tem um lanche. Pense num lanche bom. É um lanche fluidificado, que não gera gordura visceral. É o lanche de Jesus, né? Então, se a gente se culpa, se a gente se martiriza, tentemos nos encontrar com Deus. Porque quando a gente se encontra com Deus, a gente se encontra consigo. Quando a gente se encontra com Deus, a gente se acolhe. A gente vê que erra, errar não tem nadinha, nadinha. O processo do erro, ele é fundamental pro aprendizado. Que diga a criança quando começa a aprender a andar. Já bastam, já bastam as aflições que a gente já tem. Não criemos mais uma numa perspectiva de autoflagelo. Tentemos nos libertar das amarras, porque normalmente a culpa ela rima com orgulho. A culpa ela rima com um processo que a gente não aceita os nossos erros. Na questão 895 de O Livro dos Espíritos.

o. Tentemos nos libertar das amarras, porque normalmente a culpa ela rima com orgulho. A culpa ela rima com um processo que a gente não aceita os nossos erros. Na questão 895 de O Livro dos Espíritos. Flávio, eu tô tocando aqui. A a a a luz não apareceu não. Eu vou finalizar. Já são 8:55 aqui. É porque tem uma luz vermelha ali que ela acende, que é a hora da gente terminar a palestra. Então já faz 5 minutos aqui que eu tô no sambar love espiritual. Mas se fosse para falar de Jesus, a gente passava aqui uma semana até o final do ano, né? Mas em respeito ao horário que tá adiantado, ao passe que a gente vai tomar, acendeu a luz. ao passe que a gente vai tomar, a gente vai finalizando por aqui com a música de Vanderlei, onde Deus possa me ouvir. Essa música é linda e ela fala nos nossos processos de dores. Ela fala nos nossos processos de aflição e de angústia. E ela fala mais ou menos assim, que certamente eu não vou cantar, viu? Sabe o que eu queria agora, meu bem? sair, chegar lá fora e encontrar alguém que não me dissesse nada, não me perguntasse nada também, porque nas nossas dificuldades, tudo que a gente não quer julgamento. A gente quer ser acolhido, a gente quer ser compreendido, a gente quer ser abraçado, a gente quer um cafuné, quer ficar no colo. E Vanderle vem cantar isso, sair e chegar lá fora e encontrar alguém que não me perguntasse nada também, que me desse um colo amigo. E ali ele vai cantando o processo a respeito das nossas dores e do nosso processo de continuidade. Independente, meu amigo, independente, minha amiga, do erro que você eventualmente tenha cometido e porventura esteja se culpando, se perdoe. Nós estamos longe da perfeição. Longe da perfeição. Nós projetamos o que nós queremos. Como, por exemplo, quero dar um abraço em Ad que tá ali já para chamar os passos, mas daqui a pouco eu lhe dou um abraço, meu amigo. A gente projeta e não necessariamente a gente tem o que a gente projeta. Lembremos dos primeiros cristãos. A história do cristianismo tem muito a nos

mas daqui a pouco eu lhe dou um abraço, meu amigo. A gente projeta e não necessariamente a gente tem o que a gente projeta. Lembremos dos primeiros cristãos. A história do cristianismo tem muito a nos ensinar, muito a nos ensinar. E aqui, por exemplo, a gente falou da história de Paulo e de Pedro, que se não tivessem se perdoado, não teriam construído, construído a linda e eterna obra que fizeram. Era isso que tínhamos para falar no tempo que nos foi concedidos, fortaleçamos-nos com amor de Jesus Cristo. Vamos agora paraa prece final. Quem porventura quiser fechar os olhos, fique à vontade. Quiser abrir os olhos, particularmente eu estou de olhos fechados. Amado mestre Jesus, que eu possa encontrar no teu evangelho um consolo. Que tu luz, amigo mestre, me sirva de socorro para me fortalecer diante do meu sofrer. que eu sorria para o teu amor porque é ele que consola a minha dor, me amortece, está comigo e faz com que eu perceba que os desafios da vida são essa estrada que me ilumina com as minhas quedas, com os meus erros e com meu levantar. Ó Jesus amado, que eu possa perceber sempre tu no meu caminhar. Com essa prece, damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. Agora a gente fica sentadinho para quem quiser tomar o passe. Um beijo no coração de todos nós. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira

inta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira [música] tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo [música] físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que [música] eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando [música] a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos

de, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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