DEIXEMOS IR - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração [música] a paz dentro de mim. que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu. Olá, pessoal. Boa noite a todos aqui presentes, quem nos acompanha aí nas nossas redes sociais, no nosso canal do YouTube. Sejamos todos bem-vindos. para quem porventura esteja passando por um processo de tratamento espiritual, que esteja vivenciando um sufoquinho ou um sufocão, uma angústia, alguma dor, tentemos nos fortalecer com o amor do Cristo. Para quem porventura esteja aqui pela primeira vez, a nossa reunião ela se divide, tá dando microfonia, Flávio. A nossa reunião, ela se divide, melhorou, obrigado. Em três momentos, a prece inicial, a palestra propriamente dita e a prece final. Depois, para quem quiser, tem o passe. É uma mensagem aparentemente simples e lógica e repetida para quem frequenta centro espírita, mas é sempre bom lembrarmos que nós, para quem já frequenta centro espírita, teve uma primeira vez, né? Então assim, é para quem tá aqui pela primeira vez ou quem nos assiste aí no canal do YouTube, quem nos escuta e tem interesse em conhecer a comunhão presencialmente, a gente funciona dessa maneira. Feito esse registro, vamos à nossa prece inicial. Não precisa fechar os olhos, particularmente eu estou de olhos fechados. que tentemos amortecer os nossos corações, pousar nessas cadeiras e serenar os nossos ânimos nesse momento de comunhão cristã, nesse momento de comunhão espírita e que tentamos conectar intimamente os nossos corações com a preciosidade que é o evangelho. com a luz que é a obra de Jesus. Amado mestre Jesus, que eu possa me socorrer na tua obra que me apresenta uma outra porta, a porta do autoconhecimento, a porta do burilamento e a porta pela qual eu possa efetivamente encontrar e conhecer a intimidade do amor de Deus, que não me
a tua obra que me apresenta uma outra porta, a porta do autoconhecimento, a porta do burilamento e a porta pela qual eu possa efetivamente encontrar e conhecer a intimidade do amor de Deus, que não me deixa sozinho, que sempre me ampara e que não me quer ver sofrer. nas intempérias da minha vida, que eu possa lembrar do meu anjo da guarda, estabelecer um diálogo com ele para ter uma caminhada mais fortalecida. Com essa prece, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Eu quero deixar aqui um abraço a quem está no canal do YouTube, André Pires. Boa noite, Telma. até uma recifense que mora aqui em Brasília e frequenta a comunhão. Boa noite, Gisaura, lá de Nova Lime, Minas Gerais. Muito obrigado, Gisaura. e Juliana, que também aqui de Brasília frequenta o nosso estudo, acompanha a programação da comunhão, os episódios diário, comunhão no lar, o pessoal que tá aqui vibrando conosco. O tema de hoje ele se propõe a refletir sobre um assunto que às vezes nos causa algumas dores. O assunto proposto pra noite de hoje é: "Deixemos ir. Deixemos ir as dores, deixemos ir os rancores e deixemos ir os amores. É muito difícil no nosso processo de socialização quando a gente se frustra com alguém, porque a tendência do ser humano, a tendência de todos nós, sem exceção, é estabelecermos um processo de socialização. é estabelecermos um processo de conexão. E a gente vai vendo durante a caminhada algumas pessoas com as quais a gente se identifica e a gente busca aproximação, a gente busca uma convivência, busca uma troca, às vezes consegue, outras não. Às vezes, quando a gente consegue estabelecer uma convivência que pra gente no começo é algo saudável, ao longo do tempo pode ser que a situação desajuste um pouco. E aí nós temos uma tendência que é natural de ficarmos tristes. E porque essa tendência de ficarmos tristes nos nossos processos de frustração é natural, porque nós somos seres eminentemente de amor. Nós temos uma necessidade fisiológica e espiritual de sermos amados, de sermos
tendência de ficarmos tristes nos nossos processos de frustração é natural, porque nós somos seres eminentemente de amor. Nós temos uma necessidade fisiológica e espiritual de sermos amados, de sermos correspondidos. Por isso, por exemplo, quando a gente gosta de alguém em termos de convivência, e é uma convivência mais ampla, não necessariamente uma convivência conjugal, o nosso sorriso se expande, o nosso olho brilha. É quando nos nossos encontros a gente não percebesse o tempo passar ou até mesmo percebendo o tempo passar, quiséssemos prolongar aquela convivência, prolongar aquele encontro. É como se nós estivéssemos, por exemplo, morrendo de sede, mas morrendo de sede mesmo. E naquela interação, nós temos uma água. um copo d'água, como se fosse um oasis no meio do deserto. Algumas convivências que nós temos, elas funcionam como se fosse um anestésico da vida. É quando a vida, por exemplo, tem um colorido mais incandescente. É quando a vida tem um sentido mais forte. Esse é o lado bom da nossa convivência. Mas às vezes as turbulências da vida podem nos colocar de ponta cabeça, podem nos colocar de cabeça para baixo. E aquele mundo de encanto que nós construímos dentro dos nossos corações começa paulatinamente a desabar. É como se fizéssemos, como tinha essa brincadeira antigamente na infância, uma carta de baralho e tirasse uma. Não necessariamente carta de baralho, não, desculpa, uma casa. Não necessariamente a casa vai cair automaticamente. É como se nós colocássemos dominóis emparelhados e déssemos um peteleco em um. No começo tudo vai cair, mas não necessariamente o final cai. São os arranjos sociais que nós fazemos para mantermos as nossas relações, para mantermos as nossas convivências. É sempre bom uma atividade reflexiva para o espírito imortal, a ponderação, a capacidade, a incrível capacidade que nós temos de ceder. Porque quando a gente convive em sociedade, quando a gente convive com outro, a gente vai percebendo outra realidade ou não. Se formos um pouco
apacidade, a incrível capacidade que nós temos de ceder. Porque quando a gente convive em sociedade, quando a gente convive com outro, a gente vai percebendo outra realidade ou não. Se formos um pouco etnocentristas, se formos um pouco egoístas, se formos um pouco controladores, a gente não vai perceber a vivência do outro, a beleza que é a sua liberdade de pensar, o exercício do seu livre arbítrio. E na no nosso processo de socialização é natural nós cedermos. É completamente natural, não é? vergonhoso. Porque se tem algo que nos provoca amadurecimento, é sermos flexíveis com a diversidade e com a adversidade. E nesse nosso processo de flexibilidade, de maleabilidade, a gente tem que se observar. Por isso que o Espiritismo fala muito sobre autoconhecimento, registrado, por exemplo, na questão 919 o livro dos espíritos. Porque uma situação somos nós cedermos. Outra completamente completamente diferente é nós perdermos a nossa essência, nós perdermos a nossa identidade. Todos nós, sem exceção, temos um pensamento central, temos uma forma de funcionar. E aqui é uma situação específica e singular que todos nós temos o nosso próprio jeitinho. E é interessante nos nossos processos de socialização sabermos qual é esse núcleo central, qual é essa coluna cervical. São valores de vida, são valores morais, são princípios que fazem os nossos olhos brilharem. E nesse nosso processo de socialização, nesse nosso processo de ponderação, se a gente perder esse núcleo central, é importante termos atenção, porque quando nós perdemos o eixo de quem nós efetivamente somos, nós primeiro nos desrespeitamos e segundo nós nos agredimos. Nós é como se a gente tivesse dando as costas pra linda pra linda história que nós temos. Nós temos uma história em duas perspectivas. Para quem porventura seja espírita, nós temos a perspectiva imortal, milenar, de inúmeras batalhas que estamos enfrentando e aos trancos e aos barrancos estamos superando. Para quem porventura não seja espírita, primeiro não sabe o que tá perdendo
perspectiva imortal, milenar, de inúmeras batalhas que estamos enfrentando e aos trancos e aos barrancos estamos superando. Para quem porventura não seja espírita, primeiro não sabe o que tá perdendo e segundo tem uma visão mais micro somente desta atual reencarnação, somente desta vida. Em uma perspectiva mais micro, por exemplo, a psicanálise vem trazer uma reflexão que muitas das questões do adulto estão em uma infância. e uma infância mal resolvida, e uma infância mal compreendida, e uma infância às vezes não correspondida. E a gente vai internalizando, internalizando, cristalizando e formando os nossos padrões de pensamento. E quando a gente vai nessa perspectiva mais micro, é muito difícil entendermos alguns processos da vida. Porque um dos grandes notes da compreensão a respeito do que é a vida está no conceito de reencarnação, na lógica da imortalidade da alma. E a lógica da imortalidade da alma nos ensina que nós temos a eternidade para sobreviver. Nós temos a eternidade para aprender. Nós temos a eternidade para continuar e fazer outras escolhas. Conhecer novas pessoas. Às vezes, uma pessoa que era do nosso convívio tem uma escolha, uma tendência de afastamento e a gente tenta, do nosso jeito, mantê-la. A gente tenta pela nossa carência, que é normal, porque nós somos seres carentes de amor, querer com que ela fique do nosso jeito. E muito cuidado. E hoje eu conversava com uma amiga minha chamada Laura, muito cuidado com o processo em que eventualmente a gente mendigue a atenção, em que a gente peça por tudo para aquela pessoa não ir. A gente peça por tudo para aquela pessoa nos perdoar em uma relação de amizade, por exemplo. E aqui um grande uma reflexão dos ensinamentos de Jesus e da doutrina espírita. Todo o processo de desafeto que nós temos lá atrás, em algum momento, foi um processo de convivência, foi um processo de boa convivência, foi um processo de camaradagem. Foi um processo de coticidiano que por uma situação ou outra desvinculou, que por uma situação ou outra a gente magoou a
onvivência, foi um processo de boa convivência, foi um processo de camaradagem. Foi um processo de coticidiano que por uma situação ou outra desvinculou, que por uma situação ou outra a gente magoou a pessoa ou a pessoa nos magoou. E muito cuidado com o nosso processo de julgamento. Eu sei que é normal julgar, até porque nós somos seres gregários. Nós temos uma grande tendência de conviver em sociedade. Isso significa que o ser humano é tão difícil, tão difícil, que ele não se aguenta. Se a gente ficar trancado em casa, a gente vai padecer psiquicamente. No nosso processo de socialização, a gente tem que ter ponderação quando formos, não é si, não é si, é quando formos julgar o outro. Lulu Santos tem uma música linda que fala sobre, eu acho que fala sobre isso, pelo menos na minha interpretação fala sobre isso. O nome da música chama Tudo Bem e começa assim: "Certamente eu não vou cantar. Já não tenho dedos para contar de quantos barrancos despenquei, de quantas pedras me atiraram ou quantas eu atirei. Tanta farpa, tanta mentira, tanta falta do que dizer. Nem sempre é sou easy se viver. Sou easy é uma expressão em inglês que fica fácil, né? Então, no começo tem uma reflexão que eu entendo bastante pertinente em relação aos nossos processos de socialização, aos nossos processos de julgamento. Já não tenho dedos para contar, é uma perspectiva metafórica. Eu tenho 20, 10 na mão e 10 nos pés, né? Então, o cantor, o o o compositor vem dizer numa perspectiva mais poética, mais metafórica. Já não tenho dedos para contar de quantos barrancos despenquei. Ele vem falar dos processos da vida. Ele vem falar das nossas quedas, dos nossos erros. E não existe um processo de amadurecimento sem erro. Muito cuidado com a perspectiva que nós temos de culpabilização de quem nós somos, de condenação pelos nossos erros. Viver não é fácil. Deus sabe disso e nos dá de presente, de presente, um anjo da guarda. E o autor, o compositor continua: "Quantas pedras me atiraram! Quanto eu fui julgado!
nação pelos nossos erros. Viver não é fácil. Deus sabe disso e nos dá de presente, de presente, um anjo da guarda. E o autor, o compositor continua: "Quantas pedras me atiraram! Quanto eu fui julgado! E quantas eu a tirei? Como eu julgo o outro? Não é por é como? Porque o processo de convivência ele é ato reflexo, ele é conexo, ele é anexo com o processo de julgamento. Não o julgamento no sentido pejorativo, não. Mas de avaliarmos o quanto aquela pessoa nos faz bem. Aí o autor continua. tanta farpa, tanta mentira nos nossos processos de verborragização do sentimento, que muitas vezes descompensados a gente expressa linguisticamente os sentimentos mal processados que nós temos. Aí passa um tempo, a gente respira fundo e se arrepende. Quer voltar no tempo e graças a Deus, graças a Deus que não consegue, porque nós temos nos nossos equívocos uma grande porta para outros caminhos. E aí, meu amigo? E aí, minha amiga? Para quem quer? Para quem quer aprender, a vida ensina. E como a vida ensina. Os processos da vida, eles não se repetem porque a vida é dinâmica. Os processos da vida eles se assemelham, que a gente vai estabelecendo ciclos. Nós vamos pelas nossas escolhas, moldurando a nossa forma de pensar, estabelecendo um padrão de escolha. E às vezes, por exemplo, nos nossos processos de mágoa, a gente internaliza maus sentimentos como se fosse resolver, como se o outro, como se o outro fosse responsável. pela aridez dos nossos corações. No máximo, no máximo, o que o outro é responsável é por nos frustrar, no máximo, porque ele, assim como nós, tem os seus próprios processos. O outro, me desculpem dizer, o outro não foi criado para nos servir. O outro não foi criado para nos atender numa linguagem clínica 24 por 24, a inteira disposição. Não, o outro foi criado para amar. O outro foi criado para acertar e o coleguinha ou a coleguinha, assim como nós, erra. Jesus já fala isso no capítulo oito do Evangelho de João. Atire a primeira pedra aquele que nunca errou, aquele que
outro foi criado para acertar e o coleguinha ou a coleguinha, assim como nós, erra. Jesus já fala isso no capítulo oito do Evangelho de João. Atire a primeira pedra aquele que nunca errou, aquele que nunca pecou. O Cristo não condena, abre aspas o pecador. Fecha aspas. O Cristo faz uma reflexão, abre aspas sobre o pecado. Fecha aspas. Ele vem nos ensinar que no nosso processo, quando a gente cai, Deus nos dá inúmeras, inúmeras oportunidades. Porque ao final e ao cabo, Deus, uma fonte infinita de amor, de misericórdia, de benemolência, ele quer que a gente continue os nossos processos. Ele quer que a gente continue as nossas caminhadas. E no nosso anjo da guarda, Deus nos dá como se fosse uma babá espiritual, como se ele dissesse assim: "Lá no nosso planejamento reencarnatório, amigo, vem aqui." A equipe de Deus é desse jeito que fala, segundo as obras de André Luiz. Amigo, vem aqui. Olha, Mário vai reencarnar. E Mário, você conhece Mário de alguns séculos e você sabe a vulnerabilidade de Mário. Mas como você é parceirinho espiritual de Mário e você é um pouco mais experimentado do que ele, eu quero fazer um combinado com você, um contrato espiritual com você. Aí o espírito mais experimentado, que só quer o bem, deve coçar a cabeça e dizer assim: "Hum, pode dizer como se já tivesse esperando a oportunidade". Aí vem o met espiritual. Tu quer ser o anjo da guarda dele na próxima? Quero. Chama Mário aí. Aí Mário vem. Isso é o processo de planejamento reencarnatório na segunda parte do livro dos espíritos. Certamente que eu tô adaptando a linguagem. Aí chama Mário. Aí lá vem Mário. Olhe Mário. É o seguinte. Tá aqui se anjo da guarda. Vocês estão vendo que vocês se conhecem há muito tempo. Aí Mário, um espírito que ainda gravita na questão 101 de livro dos espíritos, na imperfeição, do orgulho, da vaidade, do egoísmo, do interesse pessoal. diz logo assim: "Anjo da guarda, não, não precisa não." Por que não precisa não? Porque é o seguinte, eu passei uns 50, 100 anos ali
erfeição, do orgulho, da vaidade, do egoísmo, do interesse pessoal. diz logo assim: "Anjo da guarda, não, não precisa não." Por que não precisa não? Porque é o seguinte, eu passei uns 50, 100 anos ali no Umbral, aí fui resgatado, vim para uma colônia espiritual, fiquei estudando mais uns 20 e eu tô experimentado. Aí a equipe de Jesus, os emissários de Deus, dizem o seguinte: "Mário, não é bem assim. Por que não é? Porque aqui no mundo espiritual a gente não tem as limitações do corpo. A gente não tem o contrafo da matéria. A matéria é como se fosse um contrafluxo que a gente precisa aprender a conviver. Como se tivesse correndo contra o vento. Aí a equipe de Jesus fala: "Você vai precisar de um anjo da guarda". Então tá, vamos voltar. Vamos voltar. Aí o processo de volta, vejamos como nós somos complexos. Quando porventura uma pessoa lhe chamar de complexo, de complicada, pode dizer: "Eu sou, assim como você, eu sou imortal." E a minha complexidade começa no processo de gestação, que eu demorei nove, 1 2 3 4 5 6 7 8 9 meses para voltar. O processo não é fácil. Aí Mário volta e começa a estabelecer as suas novas escolhas. E o anjo da guarda sempre tuindo, sempre tuindo. E às vezes Mário estabelece uma escolha de conviver com alguém que aquela pessoa não corresponde por um motivo ou outro que é intrínseco a ela. Nós não temos governança em relação à vida do outro. ponto de exclamação. Aí Mário fica triste. Meu Deus, e agora? O que é que vai ser da minha vida? Se for um espírito zombeteiro, ele vai dizer: "Vige, é mais uma frustração, é mais uma dor de cotovelo. Pode segurar aí o Rojão. Mas se for o anjo da guarda aí, como diria uma pessoa que eu conheço, a visão é outra. O papo é muito mais acolhedor. Hoje o daada chega não, Mário, fique tranquilo. Vamos dar tempo ao tempo, porque para a dor o remédio é o tempo. E às vezes a gente não entende, porque quando a dor é intensa, é como se nós acabássemos de ter uma topada. O dedo fica latejando, dói em todo canto do corpo.
o, porque para a dor o remédio é o tempo. E às vezes a gente não entende, porque quando a dor é intensa, é como se nós acabássemos de ter uma topada. O dedo fica latejando, dói em todo canto do corpo. E a dor espiritual tem no tempo uma espécie de analgésico. Cabe à gente colocar esse conhecimento na prática, que é difícil. Fácil é falar, difícil é atravessar as intempérias da vida. Difícil é nós vermos no deserto, abre aspas da solidão, fecha aspas, um momento de se auto reconstruir. E às vezes a gente passa por um sofrimento e pensa que Deus nos abandona. Que conversa de anjo da guarda. Se eu tivesse anjo da guarda, nem teria caído. Se eu tivesse anjo da guarda, eu nem estaria sentindo essa dor que ele estaria aqui me dando um passe, me anestesiando. Se o Espiritismo fala tanto em anjo da guarda, cadê ele diante dessa dor que eu tenho? que eu não consigo nem falar, é tanto que eu choro. E a depender, a depender da dor, a gente chora, chora, chora até não ter mais lágrima. É uma dor sofrida que o rosto fica inchado. Às vezes de tanto chorar, a gente começa a torcir, que é o corpo psicossomatizando as percepções da alma. E às vezes esse contesto, cadê o anjo da guarda? Por que ele não aparece aqui? Aí vem a questão 501. 501 de o livro dos espíritos. Quando Allan Kardec questiona por a intervenção do anjo da guarda não é de uma maneira ostensiva, que a gente efetivamente veja, não ver com os olhos, mas sentir com o coração. Posse uma dica, o cara vem ou a anja da guarda vem, dá uma dica, a gente apruma a vida e começa a dar tudo certo. Por que não é assim? Kardec questiona e a resposta eu acho incrível no meu livro, não sei se dá para ver, eu risquei tanto essa questão que quase rasgou com a libertação. Por que é oculta a ação dos espíritos sobre a nossa existência? E porque quando nos protegem não o fazem de modo ostensivo? Olha uma pergunta estilo Tomé. Kardec é o cara. Sério? Fecha parênteses. Aí a resposta é grande, a gente abrevia. O espírito, nós precisa de experiência para adiantar-se.
ão o fazem de modo ostensivo? Olha uma pergunta estilo Tomé. Kardec é o cara. Sério? Fecha parênteses. Aí a resposta é grande, a gente abrevia. O espírito, nós precisa de experiência para adiantar-se. Experiência que na maioria das vezes deve ser adquirida a sua custa. Deus ele não nos deixa sozinho, mas ele quer que a gente aprenda a andar. É que nem uma criança. A criança começa a andar, aí começa a cair, aí chora. Porque na adversidade a gente chora, desde criança a gente chora. Aí o adulto tá ali, o adulto já sabe andar, observa, não, como é fácil andar. Não, meu filho, se levante para cair de novo. A depender do coração, fala assim: "Ou a depender, se levante que eu tô aqui com você". A criança vai, começa a te tuar e a gente ampara. Os espíritos bons que ajudam o nosso processo de desenvolvimento, eles não pegam nas nossas mãos, mas eles dizem mais ou menos assim: "Vai dar certo, estamos aqui. Além de estarmos vibrando, estamos te aconselhando, mas a escolha é sua." Ninguém vive a vida do outro. Ninguém vive a vida do outro. Se o coleguinha, um amigo, um familiar se magoou com a gente, tudo que a gente pode fazer no máximo é pedir desculpa. E muitas vezes a gente pede desculpa verbalizando. E o comportamento como anda? Quando a gente erra com alguém? Nós temos uma possibilidade moral de externalizar. de procurar a pessoa e dizer: "Me desculpe, se a pessoa vai aceitar ou não". É uma questão dela. Nos encaminhando pro final, deixemos ir os amores aqui. Para quem porventura passa por alguma situação com coração partido ou a depender da situação, coração de laacerado. Vai demorar um pouquinho, mas vai passar. Porque virão muitos, muitos outros amores. A gente se engana quando a gente pensa que dedica o amor para uma pessoa. Eu te amo como se a vida não mais existisse. Não. A gente escolhe dissipar o amor que está dentro de nós. A gente escolhe, ama o irmão, a irmã, o filho, o neto, o sobrinho, o afilhado, o namorado, a namorada. O amor é uma grande grande energia
. Não. A gente escolhe dissipar o amor que está dentro de nós. A gente escolhe, ama o irmão, a irmã, o filho, o neto, o sobrinho, o afilhado, o namorado, a namorada. O amor é uma grande grande energia psíquica. E Paulo na carta aos Coríntios vem dizer que o amor tudo crê, tudo suporta, tudo espera e tudo sofre. fala sobre a eternidade, sobre os nossos processos, sobre o amor. A gente já se encaminha pro final. Tem uma música linda de Chico Boarque chamada Futuros Amantes. Não se afobe não, que nada é para já. O amor não tem pressa. Ele sabe esperar em silêncio. Não posso afirmar que seria uma presunção, mas eu tenho quase certeza que Chico leu a carta de Paulo aos Coríntios quando escreveu aquela estrofa. Aí no finalzinho ele vem falar de novo: "Não se afobe não, que nada é para já. O amor não tem prece, ele sabe esperar. Futuros amantes se amarão sem saber com a força do amor que um dia deixei para você. Porque o amor é uma força gravitacional, além de ser uma força psíquica, ele não encontra uma reverberação, ele vai procurar outra, porque o amor é um sentimento divino. Para finalizar, em homenagem à arte, vou decar uma poesia aqui intitulada Deixemos ir, que tem aderência com a palestra. Antes, deixe me ver se tem alguma pergunta aqui no canal do YouTube. Boa noite, Juaci. Gilberto do ESD, já tá terminando o ESM. Carla, grande Pedro Teixeira, um abraço, meu irmão. Verônica Lelê lá de Maresias, Maricleid, Tatiana, Fabiana, Telma. Deixa eu ver se tem mais Emanuel. E vamos aqui terminar com essa poesia. Deixemos ir. E se a vida não tem sido o que esperamos? Paciência. Deus não nos deixa em abandono. A lógica da reencarnação é o aprendizado. Nas batalhas da vida, o evangelho é corolário. Jesus nos demonstra a dimensão do amor. Ele significa perdão, recomeço, fé e não dor. Paulo nos traz quatro dimensões e a sua lógica. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. A paciência é uma habilidade cognitiva que pensemos nela nas intemperes da vida. Temos o anjo da guarda que nos aconselha. O seu amor por
sua lógica. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. A paciência é uma habilidade cognitiva que pensemos nela nas intemperes da vida. Temos o anjo da guarda que nos aconselha. O seu amor por nós é uma espécie de emblema. A sua existência é uma ajuda que Deus nos dá. que aproveitemos essa dádiva no caminhar, nos tropeços da vida, fortaleçamos os passos e que as nossas dores nos sirvam de aprendizado. Independente da dor que estivermos passando por um processo de socialização, deixemos ir. Olha só, a gente não tem o controle do outro. A gente tem o controle sobre o que a gente vai modular do dano emocional que às vezes a gente tem pelas nossas convivências. A vida é linda, é um presente de Deus, vale muito, muito a pena vivê-la e todo capto floreia, todo coração endurecido amolece. Basta um encontro íntimo com Jesus que nos ensina, que o amor de Deus nos conduz. Era isso que tínhamos para falar na noite de hoje. Vamos agora à nossa prece final. Quem porventura quiser ficar de olhos fechados ou abertos, fique à vontade. Eu estou de olhos fechados, amado mestre Jesus, que eu consiga encontrar um lenitivo para as minhas dores no teu evangelho. que eu possa encontrar compreensão para minha vida na tua obra, que tanto me recomenda o trabalho acreditar em mim, acreditar em Deus, acreditar que eu não estou sozinho, que eu possa semear independente da colheita que porventura eu tiver, porque tu me ensina, mestre amigo, que o amor é uma dádiva que Deus nos quer. Assim, com essa prece, damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. Quem quiser tomar o passe, fica sentadinho que a equipe vai chamar. Boa noite, pessoal. Chegamos com firmes com Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo
a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa [música] auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de
estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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