AMORES QUE SE FORAM - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] estou aqui para agradecer de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui [música] eu entendi qual o valor >> dessa missão foi nessa casa que aprendi. >> Meus irmãos, boa noite. Aqueles que aqui vêm pela primeira vez, sejam bem-vindos e aqueles que nos prestigiam sempre com a sua presença, receba também o nosso abraço fraterno. Saudamos também aqueles que nos assistem e nos ouvem pela TV Rádio Web Comunhão. Pedimos que aqueles que têm celular que o mantenha no modo silêncio, desliguem, por favor. O livro Resposta Divina há de voltar. Não raciocíes como se a vida, através da lei de causa e efeito, não se desdobrasse para além da morte do corpo físico e nas existências que haverão de suceder no infinito do tempo. dessas injustiças que muita vez não serão reparadas agora. Mas tudo que for subtraído de maneira indébita, através da iniciativa daqueles mesmos que te causaram prejuízo, há de voltar à tuas mãos. Amanhã, sem dúvida, terás de volta tudo que te pertence ao mérito e ao esforço que vem dispendendo, sem reconhecimento algum da parte de quantos fazem questão que o teu trabalho continue a ser ignorado. Não te entristeças, pois, ante a indiferença dos que não te reconhecem o valor e nem deixes de cumprir com as tuas obrigações. Por quê? de quem aguardava as manifestações de incentivo, apenas tem recebido palavras de desencorajamento. cedo ou tarde, ainda que o tempo te peça um pouco mais de tempo para tanto, justiça a de ter ter ser feita e o que de fato couber a ti, quanto menos esperares, baterá a tua porta e tirá e te será entregue. Nós aproveitamos um instante para pedir a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas e pedir a esses abnegados amigos espirituais, os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr.
a Deus, o criador universal de todas as coisas, pedir a Jesus, o tutor das nossas almas e pedir a esses abnegados amigos espirituais, os nossos anjos guardiães, ao mentor espiritual desta casa, o Dr. Ador Bezerra de Menezes, para que nos abençoe. abençoe todos aqueles que estão na nossa tela mental, aqueles que estão pelos hospitais, aqueles, Senhor, que estão tão somente em busca do pão material, que possamos levares o lenitivo da prece, dizendo: Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade aqui na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação, mas livra de todo mal. E que assim seja. Meus irmãos, não passar a palavra nosso irmão Mar Augusto, que vai nos brindar hoje amores que se foram. Olá, pessoal. Boa noite a todos os presentes, os que nos acompanham e acompanharão nas redes sociais, sobretudo no canal do YouTube. Um abraço aqui para Eliana, que frequenta a nossa Comha Espírita de Brasília, Denise, que eu não sei de onde é. Coloca aí, Denise, de onde você é, que estamos aqui reunidos. para mais um momento de reflexão e por que não falar de divulgação doutrinária do evangelho, do espiritismo, que tanto nos apresentam, que tanto respostas às vezes para perguntas que nós não temos. Primeiro momento, quero fazer um registro para quem esperava o colega Daniel, ele teve um imprevisto, não pôde vir. A gente vai tocar aqui outro tema. ensina a terceira parte de O livro dos Espíritos na lei de sociedade que nós precisamos conviver em conjunto. Isso também é um reflexo da própria psicologia que apresenta o entendimento no sentido de que nós somos seres gregários. Nós precisamos viver em bando desde sempre. Aí, se a gente pegar a história da humanidade, na época em que nós éramos nômades, por exemplo, nós nos reuníamos em tribos que íamos mudando de local para local de acordo com o clima,
o desde sempre. Aí, se a gente pegar a história da humanidade, na época em que nós éramos nômades, por exemplo, nós nos reuníamos em tribos que íamos mudando de local para local de acordo com o clima, sobrevivendo aí as intemperes climáticas do planeta, que não tinham essas mudanças repentinas como a gente tem hoje. E no nosso processo de socialização, existe uma força centrípeta de dentro para fora que nos faz procurar o outro tentando como se fosse completar um pedaço da gente. É um sentimento minúsculo em termos de palavra, mas polêmico em termos de sentido, que é o amor. Porque como nós somos criações divinas, nós temos uma grande tendência para amar e uma maior necessidade ainda de sermos amados. Aí às vezes a gente escorrega porque a gente também tem um pensamento automático no sentido de sermos correspondidos. E o outro, infelizmente ou felizmente não foi criado para nos servir, não foi criado necessariamente para corresponder às nossas expectativas. Ele tem os seus próprios processos, ele tem os seus próprios porens, ele tem a sua própria caminhada. E às vezes quando a gente começa a conviver com alguém que resulta em um processo de enamoramento, no começo tudo são flores, tudo é bom. A gente vê um colorido onde não tem, os olhos brilham, o tempo não passa e quando a gente se afasta a gente fica suspirando de saudade, esperando ali o próximo reencontro. E agora nessa modernidade de hoje, nós temos aí a figura do celular, que nós podemos inclusive fazer uma chamada de vídeo, ligar, mandar um áudio que não seja longo para tentar aí essa perspectiva de aproximação, porque se o áudio for mais de 10 segundos, liguemos, que é melhor que a gente escuta a voz, tem uma interação, às vezes pode até resultar num encontro inesperado, no meio do dia. Porque quando nós estamos imersos no sentimento de amor, nós rompemos as barreiras, nós quebramos o paradigma, nós ativamos, como diz a juventude e a matrix, no sentido de que a gente amplia, de que a gente percebe que o nosso psiquismo vai ampliando, vai
, nós rompemos as barreiras, nós quebramos o paradigma, nós ativamos, como diz a juventude e a matrix, no sentido de que a gente amplia, de que a gente percebe que o nosso psiquismo vai ampliando, vai se dissipando muito além do corpo do qual nós temos, na verdade, no corpo no qual Deus nos empresta, que a nossa morada temporária. E esses processos, muitas vezes, eles vão resultar numa convivência pacífica e harmônica, a depender do caso, por anos, por décadas. E aqui, me perdoe a indelicadeza, Wagner Andreia, quanto tempo de casado? 17 anos de casado e muito amor, literalmente aqui com fruto que a gente vê. Mas pode ser que não se tenha um casal como Wagner e Andreia. Pode se pode ser que não se tenha um casal que chegue aí aos 17 anos. Pode ser, por exemplo, que esse vínculo afetivo se dissolva por outras escolhas ou se rompa numa perspectiva compulsória por questão de convivência, por questão de administração de ânimo. E às vezes quando o outro decide ir, quem fica fica aí resignado, sem entender, chorando. Não sei se vocês sabem, mas às vezes a gente perde até o apetite, perde o sono, perde o ânimo, pensa que não vai conseguir continuar e aquele amor se transforma em uma lacuna. Aquele amor que se foi, ele pode também significar a semente de uma mágoa. Porque na nossa irresignação nós temos uma tendência de projetar responsabilidade para o outro. A gente vai como se fosse delegando a competência da nossa vida para as pessoas. Mas se o outro resolveu ir, pensemos como nós podemos nos moldurar a atual situação. Não tentemos pensar porque ele se foi, porque essa lágrima pesa. Porque quando a gente fica pensando em relação aos amores que se foram, porque o outro se foi, nós podemos replicar um sentimento de bumangue, um pensamento de bumerangue um pouco radioativo, no sentido de nos colocarmos culpas. É quando a gente, por exemplo, se depara com a teoria do si. E se eu tivesse sido diferente, será que Mário teria ido? E se eu tivesse tido uma rotina diferente? Será que Manu, Manu é minha irmã? Será
É quando a gente, por exemplo, se depara com a teoria do si. E se eu tivesse sido diferente, será que Mário teria ido? E se eu tivesse tido uma rotina diferente? Será que Manu, Manu é minha irmã? Será que Manu teria rompido a relação? E às vezes quando a gente fica se questionando, a gente começa a ter outra perspectiva e a gente já vai para um pensamento de areia movediça no sentido de se anular, no sentido de não compreender que o outro fez uma escolha. E a escolha do outro não está sob o nosso controle. Por incrível que pareça, o outro tem a sua própria autonomia, o seu próprio jeito de conduzir a vida. E como é que a gente deve se comportar quando a gente vivencia uma situação de amores que se foram? A doutrina espírita nos apresenta a perspectiva de refletirmos sobre a resiliência, que é uma grande capacidade que nós temos em relação à adaptabilidade do que nos acontece, que nos traz efeitos diversos dos quais a gente espera. O espírito de Lázaro, no livro Evangelho Segundo Espiritismo, tem um texto incrível intitulado obediência e resignação e que ele vem falar que obediência é a perspectiva racional do ser. Como por exemplo, se eu for obediente, a palestra termina em 39 minutos. A gente tem aqui o tempo cronos. Às vezes a gente tá num local, enfrenta uma fila, ali, a gente tem uma perspectiva de obediência. por uma construção de lei social. Por outro lado, segundo o espírito Lázaro, e eu concordo, a resignação tem muita correlação com as questões do espírito, de sabermos que o nosso tempo, o nosso sofrimento vai passar e a gente não sabe como, nem quando. A gente sabe uma ferramenta chamada tempo. O que é que é ter fé em Deus? Por exemplo, fé em Deus é nós entregarmos a nossa vida a criação, no sentido de não saber, de não termos a menor ideia como os nossos problemas vão se ajustar, mas termos a certeza, a certeza que eles serão resolvidos. Isso é um pouco do conceito de fé. E o nosso tempo não é o tempo de Deus. E a grande questão pro espírito imortal vivenciando num planeta de provas
rmos a certeza, a certeza que eles serão resolvidos. Isso é um pouco do conceito de fé. E o nosso tempo não é o tempo de Deus. E a grande questão pro espírito imortal vivenciando num planeta de provas expiações, que é o segundo num escala de um a cinco, é ter essa perspectiva de adaptabilidade, porque fácil é falar. Mas quando a gente vivencia efetivamente, efetivamente a perspectiva dos amores que se vão, aí a gente estremece. Quer ver um exemplo? Quem porventura é pai e principalmente principalmente mãe amorosa de filho adolescente. Não quero dar um spoiler do que vai acontecer com vocês. Quantos anos tem? 13. Vai demorar um pouquinho ainda, talvez. Quando a gente começa a se desenvolver, que a gente sai da primeira infância lá paraos 7, 8 anos, nós construir, começamos a construir a nossa autonomia. Isso demanda um tempo, mais ou menos 8 anos. A gente chega na fase da adolescência, como é o nome dela, Wagner? Maria Clara tá na pré-adolescência. daqui a pouco ela chega na adolescência e como ela da evangelização infantil, provavelmente ela não passe pelo estado da aborrescência. E quando a gente chega na fase da adolescência, nós nos identificamos com quem nós efetivamente somos. O livro dos espíritos ele traz isso. Kardec questiona o que é que justifica a alteração de uma pessoa que sai da fase da infância para adolescência? Parece que é outra pessoa. Aí os espíritos respondem, o espírito começa a dar conta de si, começa a despertar a sua consciência. E quando a gente chega na adolescência, nós começamos a fazer as nossas próprias escolhas. Aí, às vezes eu sou mãe, assisto uma série com a minha filha, aí primeira temporada, segunda temporada, vou pro cinema, saio para tomar um sorvete, fico conversando. Aí a terceira temporada demora uns 2, 3 anos. Aí a série que Andreia assiste com Maria Clara hoje, por exemplo, vai sair a próxima temporada daqui a 2 tr anos. E quando dá a notícia, a André, a minha filha vai sair a próxima temporada. É, mamãe, eu vi e eu não vejo a hora de assistir com as
a hoje, por exemplo, vai sair a próxima temporada daqui a 2 tr anos. E quando dá a notícia, a André, a minha filha vai sair a próxima temporada. É, mamãe, eu vi e eu não vejo a hora de assistir com as minhas amigas. Nossa, é uma facada no peito. Nossa, chega, bateu forte agora aqui. Como assim? É, mamãe não quero assistir mais com a senhora não. Vou assistir com minhas amigas, depois a gente vai sair para conversar, para tomar um sorvete. Não, minha filha, mas o senhor vai terar comigo. Não, mamãe, já foi muito tempo com a senhora. E esse voo solo da nossa fase adolescente para os pais é um rompimento que simboliza um amor que se vai, mas não que se vai na perspectiva de nos abandonar, mas na própria individualização do espírito que faz as suas escolhas. E é preciso, por exemplo, nós que ficamos, reajustarmos, reprogramarmos o nosso cérebro através da construção de novas rotinas. Da mesma forma para quem se relaciona com alguém de uma maneira conjugal e esse relacionamento, porventura não dê certo. Aí o relacionamento não dá certo. Aí todo canto que a gente vai a gente lembra da pessoa. E a depender da saudade as lágrimas descem. ou a depender da mágoa, o ódio lateixa. Porque ao final e ao cabo, nós somos seres, por incrível que pareça, sociáveis. E aí o cérebro, a neurociência ensina que tem uma incrível capacidade de neuroplasticidade, que somos nós nos adaptarmos a situações que nós não esperávamos. Por exemplo, por exemplo, eu tenho todos os sentidos de uma maneira abre aspas normal, fecha aspas. Vamos supor que eu saia hoje voltando, seja atropelado e a partir de amanhã comece a ficar numa cadeira de rodas. É um caso hipotético que pode ser realidade. Eu preciso então estabelecer novos parâmetros paraa minha mente. Preciso recalcular a rota. É uma intervenção bem drástica. Já sobre os relacionamentos, a gente pode ter essa perspectiva da neuroplasticidade estudando o evangelho, por exemplo, para quem acredita em Deus, ou estudando o espiritismo, por exemplo,
m drástica. Já sobre os relacionamentos, a gente pode ter essa perspectiva da neuroplasticidade estudando o evangelho, por exemplo, para quem acredita em Deus, ou estudando o espiritismo, por exemplo, para quem porventura seja espírita, para quem não for, não sabe o que está perdendo. Por que o Espiritismo veio nos ensinar na questão 298 de O livro dos espíritos que não existe alma gêmea? E aí, meu amigo? E aí, minha amiga? E aí, você de casa? Se até agora você acreditava na alma gêmea, sinto muito, respire bem fundo que não existe. E aqui a gente trabalha uma perspectiva meio que dicotômica. Para quem está passando por um processo de decepção, por um processo de desilusão amorosa, não se preocupe, que não é o primeiro e nem vai ser o último, porque nós somos seres imortais. Por outro lado, sinto muito em dizer, para quem vive um processo de grande namoramento, de grande enamoramento, não vai ser o primeiro e nem vai ser o último. Uma vez eu tinha uma namorada que não era espírita, eu fui dizer isso para ela em forma de uma declaração de amor. Como assim você tá me dizendo isso? Você quer acabar o namoro? Não, pelo contrário, eu tô dizendo que você é mais uma convivência que eu tenho na minha imortalidade. Ah, ela olhou para mim, aí disse: "Mário, eu não sei se eu rio ou se eu choro, porque é muito difícil para quem não é espírita não entender o raciocínio da obra de Allan Kardec. Porque o raciocínio da obra de Allan Kardec, como amplia a visão do mundo, como amplia em uma perspectiva bem mais panorâmica a visão que nós temos da vida, pode não que vá conseguir, mas pode nos proporcionar oportunidade de pensamento, de nós sabermos que o turbilhão que a gente porventura esteja passando hoje, vai ser superado. Que esse turbilhão que a gente tá passando hoje é apenas um redemoinho, um redemoinho num oceano gigantesco que é o tempo. registra a questão 920 de O livro dos Espíritos que a felicidade plena a gente não consegue atingir na atual reencarnação. E aqui também um raciocínio dicotômico
o num oceano gigantesco que é o tempo. registra a questão 920 de O livro dos Espíritos que a felicidade plena a gente não consegue atingir na atual reencarnação. E aqui também um raciocínio dicotômico que eu particularmente faço muito, faço muito. Toda vez que eu tô triste, eu penso: "Calma, vamos lá pra questão 920". Aí vai, estuda, aí dá um alívio no peito, vai passar. Por outro lado, toda vez que eu tô muito feliz, muito eufórico, eu me autorregolo. Aí eu, calma, vamos pra questão 920. Aí vai pra questão 920. Aí eu leio. Aí eu tenho a seguinte conversa com Jesus. Rapaz, eu falo assim com ele, tá? Cada um fala conforme quer. Na lei de adoração, o livro dos espíritos nos ensina que o diálogo com Deus e com Jesus é um diálogo aberto. Não existe palavras selecionadas. Ilustríssimo Jesus Cristo. Venho por intermédio dessa oração pedir a Vossa Excelência intercessão na minha vida. Se quiser falar assim, beleza. Mas Jesus se preocupa com o que a gente sente e não com o que a gente fala. Aí quando eu tô bem feliz, aí eu me autorregulo, vou lá pra questão 920, aí leio, aí falo: "Jesus, rapaz, já pensou aqui? Eu bem feliz, bem feliz. E essa felicidade plena, plena que eu tô tendo agora, passa longe de ser o conceito de felicidade. E sabe o que é o conceito de felicidade? Jesus Cristo nos ensina nas bema-aventuranças lá no capítulo 5 do Evangelho de Mateus. Pobreza de espírito, a persistência no bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados. A pacificação. Bem-aventurados os pacificadores. A sede e a fome de justiça. Bem-aventurados os que têm sede e fome de justiça, porque verão o reino de Deus. Então, a felicidade plena é aquela perspectiva de ponderação que o Cristo nos apresenta, nos dá de presente lá no Sermão do Monte. E tem uma linda, linda, que é a da sede, da fome de justiça. E quais são as nossas escolhas para hoje? Reverberando uma música do conjunto titães. Você tem sede de quê? Você tem fome de quê? A gente não quer só comida. Porque o espírito precisa de algo muito
a. E quais são as nossas escolhas para hoje? Reverberando uma música do conjunto titães. Você tem sede de quê? Você tem fome de quê? A gente não quer só comida. Porque o espírito precisa de algo muito muito além da matéria para se completar. E o amor, o amor é um alimento psíquico. E às vezes a gente se engana quando pensa que tá numa relação, aí começa a amar uma pessoa. Me permita, João. João, eu te amo, te conheci no centro espírita e não paro de pensar em você. Mas o amor conjugal, por exemplo, é mais uma ramificação do amor que a gente tem dentro da gente. Quando a gente convive com a pessoa, é uma escolha que nós fazemos. A gente não arranca o amor que a gente tem dentro da gente e dá exclusivamente para o outro. Ó o dedinho. A gente dedica atenção. A gente dedica, conforme Jung escreve, energia psíquica para o outro na perspectiva de compartilhar a vida, compartilhar alegria, compartilhar tristeza, compartilhar frustração, compartilhar projeção e principalmente, principalmente compartilhar escuta. Ruben Alves tem um poema incrível chamado Escutatória, que ele começa assim: "O mundo está cheio de curso de oratório, mas precisamos, na verdade, de cursos de escutatório." O que é que isso significa? Que nós temos respostas prontas. O outro nos chega com um problema e a gente quer enquadrá-lo numa resposta do nosso padrão cognitivo. Mesmo o outro tendo toda a sua história de vida que é bem singular. Cada um de nós tem uma história de singular, tem uma história singular bem específica. Aí o que é que a gente faz? Donos de si e donos do mundo. Não, isso vai resolver. faço assim, assim, assado. A gente chega ao absurdo, ao absurdo de dizer para uma pessoa depressiva que vai passar. Não, não se importe com isso, não. Vá fazer uma viagem, vá para uma festa. A gente chega ao absurdo, ao absurdo de dizer para uma pessoa ansiosa: "Se acalme". Diga aí, diga aí, meu amigo, a tendência do ser de apresentar respostas prontas. Aí a proposta de Ruben Alves é o seguinte: "Não, segura
urdo, ao absurdo de dizer para uma pessoa ansiosa: "Se acalme". Diga aí, diga aí, meu amigo, a tendência do ser de apresentar respostas prontas. Aí a proposta de Ruben Alves é o seguinte: "Não, segura um pouco a sua onda aí. Escute, escute, porque às vezes as pessoas nos procuram só para falar. É igual a gente quando a gente tá com problema. Às vezes a gente procura uma pessoa só para desabafar, aí a pessoa vai interrompendo, interrompendo, interrompendo, interrompendo e a dependendo da pessoa ainda fala: "Ah, isso é tão fácil de resolver, como é que você não tá enxergando?" "Ô, meu amigo, me empresta aí teu óculos, né? Porque meu grau da vida é diferente do seu. Então é na perspectiva da escutatória que nós podemos fortalecer as nossas relações sociais e afetivas. É também através da escutatória que nós podemos nos fortalecer internamente por intermédio, por através do autoconhecimento. Porque quando a gente vai processando as situações da vida na perspectiva de internalizar, de digerir e depois de raciocinar, nós temos duas camadas de respostas. Primeiro a alta, a autorregulação e segundo o autocontrole. Um depende do outro. A autorregulação é assim, a gente trabalha um processo de autoconhecimento e a gente vai se descobrindo o que é que nos desestabiliza. E na medida que algo vai nos desestabilizando, a gente tem a perspectiva de regular, de modular. Então, se eu tô num ambiente aqui e o ambiente começa a ficar barulhento e eu não gosto de barulho, eu posso me ausentar do ambiente, mas às vezes eu não consigo, porque pode ser, por exemplo, um momento de trabalho, pode ser um vizinho que toca a música bem alto. Então, a gente tem uma um viés de autorregulação na perspectiva de dissipar energia. Quando o nosso grau de irritabilidade começa a transbordar, nós podemos fazer, ter estratégias de voltar a CNTP, as condições normais de temperatura e pressão. Lá da época do Mobral, não sei nem se hoje em dia se vê CNTP. Na época eu estudei CNTP. Se me perguntar, não sei o que, eu decorei a
as de voltar a CNTP, as condições normais de temperatura e pressão. Lá da época do Mobral, não sei nem se hoje em dia se vê CNTP. Na época eu estudei CNTP. Se me perguntar, não sei o que, eu decorei a sigla e a bendita da sigla nunca caiu na prova. A vida é difícil. Aí quando a gente sai da perspectiva de autorregulação, que o psiquismo começa a estremecer, começa a se descontrolar, a gente tem a outra camada do autocontrole. O Espiritismo nos ensina, por exemplo, quando a gente tá com raiva, nós temos a oportunidade de tomar um copo d'água porque vai processando. Não sei se vocês assistiram ao filme Nosso Lá, mas quando André Luiz estava nas câmaras de retificação, ele perguntava muito, ele e um coleguinha do lado. André Luiz perguntando muito, perguntando muito. Lises muito carindoso, rapaz. Meu sonho era ter um amigo igual a Lises. Ainda vou chegar lá. Ou então eu ser o Lises para alguém. André perguntando. André, se acalme, observe. E André perguntando, perguntando, perguntando. André, toma um copo d'água. André Luiz sem entender, está no livro Nossular, que é replicado no filme. Até que um certo dia André Luiz entendeu que a água lá na câmara de retificação era um momento que ele poderia parar para pensar. Aí ele absorveu aquilo, começou a observar os outros e toda vez que ele tinha muita dúvida imediata, ele tomava um copo d'água. Aí quando ele entendeu isso, ele começou a tentar explicar pro colega de enfermaria ao lado, sendo que o colega de enfermaria era mais curioso do que André Luiz. Isso no filme é patente, mas patente mesmo. Ainda tentando explicar, tentando explicar. E o colega, não, André, mas eu quero saber, eu quero saber, rapaz, descansa um pouquinho, tira um cochilo que a gente tá aqui na Câmara de Retificação, daqui a pouco a gente vai pro Ministério do Trabalho, mas nem agora não. Se acaba não, mas eu quero saber. Tome uma água, eu quero saber. Aí chega uma cena que o colega de enfermaria de André Luiz tá tão agoniado, tá tão agoniado, que o próprio
Trabalho, mas nem agora não. Se acaba não, mas eu quero saber. Tome uma água, eu quero saber. Aí chega uma cena que o colega de enfermaria de André Luiz tá tão agoniado, tá tão agoniado, que o próprio André Luiz dá o copo d'água. Beba agora, beba devagarinho. Aí ele vai se tremendo assim. Aí começa a tomar o goba, aí vai se acalmando, aí vai se controlando. O livro nosso lar e o filme nosso lar, pelo exemplo da água, nos ensina como a gente autor se regula e se autocontrola. E a depender, a depender do caso, a depender da nossa situação, não nos envergonhemos de tomar um galão de 20 L de água, sobretudo na época da seca, que a umidade vai lá embaixo. Porque nós precisamos de pausas. Nós precisamos escutar os nossos lamentos, as nossas dores. Nós precisamos escutar os nossos choros, porque ao final e ao cabo, Mário não chora por Wagner, Mário não chora por Andreia, Mário não chora por João, não. Mário chora porque não se sente amado. Mário chora porque não se sente acolhido. Mário chora porque não se sente contemplado. E aí, meus amigos? E aí, minhas amigas? E aí, quem nos assiste no YouTube? O sujeito pode ser João, pode ser Andreia, pode ser Wagner, pode ser Manu, pode ser quem quer que seja, mas aquilo é do psiquismo de Mário. E as nossas inquietações e insatisfações fala muito sobre quem nós somos. Jesus registra isso. A boca fala do que o coração está cheio. A psicologia, com ênfase na psicanálise, nos traz uma reflexão de que muito dos problemas de adulto são situações da infância. Isso na perspectiva da atual reencarnação. Porque se nós subirmos os drones de cada um aqui em termos de planejamento reencarnatório, os nossos processos estão além, além, muito além do que o que nós estejamos estejamos passando hoje. Agora, Allan Kardec tem dois textos incríveis no capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, justiça das aflições. causas anteriores das aflições e causas atuais das aflições. Normalmente a gente faz o quê? Coloca a culpa na outra reencarnação. Isso é um
lo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, justiça das aflições. causas anteriores das aflições e causas atuais das aflições. Normalmente a gente faz o quê? Coloca a culpa na outra reencarnação. Isso é um karma que eu tô passando. É a lei de causa e efeito. Eu preciso sofrer. Aí Kardec vem escrever. Não, amiga, é o seguinte, deixa eu te falar uma coisa aqui. É certo que não existe texto sem contexto. O que a gente passa hoje é um reencontro com quem nós somos. Tem lá também um registro sobre isso na questão 171 do livro dos espíritos. Aí Kardec diz assim: "Olhe, algumas situações realmente são das outras vidas, das outras reencarnações, mas a maioria, a maioria é da atual. Quando a gente volta pra matéria no planejamento reencarnatório, nós escolhemos os gêneros das provas. Os gêneros. Vou reencarnar em Natal. Puf, vem a reencarnação em Natal. Aí, ao longo da vida, pela lei de liberdade, pelo livre arbítrio, o sujeito vai tomando algumas escolhas e chega uma escolha de Sofia, se fica em Natal ou se vem paraa Brasília. A escolha é de Mário. É certo que existem fatores externos da vida. É certo que existem fatores externos em termos de intuição espiritual. Não vá, não fica aqui. Não vá. Vá para lá que vai ser bom. Parece que lá tem um centro chamado Comunhão Espírita de Brasília. Pode ir que é garantido, tá na conta do Cristo. Aí às vezes a gente fica duvidando o que é que faz, que é que eu sigo? Sigo assim, sigo assado, como é que eu escolho? Nesse processo de dúvida, quem efetivamente escolhe somos nós. É isso que Kardec quer dizer no texto causas atuais das aflições. Trazendo esse texto pra intervenção de hoje, amores que se foram, há um primeiro momento, é natural. Olhe, é natural choro e ranger de dentes. E tá aqui uma pessoa que entende dor de do cotovelo, até porque é imortal. Então, às vezes, cuidado, você que deu uma risadinha, você também entende, mas às vezes você não admite, porque nós temos outras existências. A depender do caso, nós já matamos outras pessoas. por uma relação de amor não
dado, você que deu uma risadinha, você também entende, mas às vezes você não admite, porque nós temos outras existências. A depender do caso, nós já matamos outras pessoas. por uma relação de amor não correspondido. Que o diga André Luiz no livro Mensageiros na reencarnação de Sérgismo, que conta lá a história de Adélio e o duelo que ele teve com Sérgio Mundo na atual na na reencarnação passada que duelaram lá pelo amor de uma mulher. Então, se o outro foi no primeiro momento é difícil. Porque a gente não tá preparado, não tá? Aí o tempo passa, as portas se abrem e a gente vai vendo ao longo do tempo que a vida continua, mesmo com as dores, mesmo com as marcas. E nos amores que se foram, nós temos duas perspectivas de escolhas. Primeiro é a tristeza. A tristeza asfixia. João até escreveu aqui sobre o viagem da saudade até colar. Segundo João, com essa voz bonita que ele tem, a letra é tão bonita, não é tão bonita quanto a voz, porque a voz dá para ser, acho você foi cantor de ópera na reencarnação passada. Seidea, dá para ser nessa. A saudade é a maior prova de que o passado valeu a pena. Então, nós temos duas perspectivas para os amores que se foram. Podemos ficar triste, podemos. Fica só no começo, só no começo, nos 4, 6 meses. Vamos dar um prazo aqui porque a vida é paraa frente. Vamos chorar, ficar com rosto inchado, chorar até dor de cabeça, até perder o sono. Mas depois vamos tentar nos recompor, vamos tentar nos autorregular no sentido de que aquele amor durou um tempo. Aquela convivência foi incrível, incrível quando estava vivo. E nós temos na perspectiva da neuroplasticidade, já dita aqui, uma reflexão sobre a saudade. O que é que significa, por exemplo, a saudade de um relacionamento que terminou? O que é que significa a saudade de um amor que foi embora? A saudade é o reconhecimento que nós temos em relação a que tudo valeu a pena. A saudade significa simbologia da presença no tempo. Aquela convença foi tão boa que eu respiro de saudade. E é bom, por intermédio da saudade, nós
to que nós temos em relação a que tudo valeu a pena. A saudade significa simbologia da presença no tempo. Aquela convença foi tão boa que eu respiro de saudade. E é bom, por intermédio da saudade, nós termos respeito pelas relações que nós tivemos. e não crucificar o outro que quis ir embora. Porque se o outro quis ir embora, é porque o outro almeja, assim como eu, a felicidade. E que eu não questione porque ele foi, porque foi uma decisão dele. O que eu posso fazer? observar a perspectiva da relação e ver se realmente eu fiz o que eu pude. Porque se eu fiz o que eu pude, meu amigo, se eu fiz o que eu pude, minha amiga, quem nos assiste, então pronto. Não tentemos ser e não queiramos ser uma pessoa que nós não somos. E aqui outra parte da intervenção para a noite de hoje, no sentido de nós termos responsabilidade afetiva. Muitas vezes, quando se fala no conceito de responsabilidade afetiva, a gente sempre se preocupa em dizer pro outro: "Não, eu tenho responsabilidade afetiva. Tô começando a me relacionar com o Manu. Quando eu tenho responsabilidade afetiva, fala muito para dentro, eu tenho responsabilidade, às vezes fala pra pessoa, mas a responsabilidade afetiva parte de dentro, é a vivência do luto. Não, com todo respeito a quem faz isso. Com todo respeito a quem faz isso, quem pensa diferente de mim. Mas não engatemos um relacionamento no outro. Por quê? Porque nós somos fluidos. Fluido para o espiritismo na linguagem popular significa energia. Nós somos energia. Então, se o relacionamento terminou, se o amor for embora, tentemos recompor o nosso fluido, recarregar as nossas energias, reconstruir a pessoa que nós somos. estabilizar as nossas emoções que ficam trêmulas, porque nós não somos máquinas. A gente tenta ser, mas nós não conseguimos sel-lo. E ponto, ponto final. E para chamar atenção, ponto final e coloca uma trave assim para virar uma inflamação. Nós precisamos de pausas, porque nas nossas pausas a gente consegue se compreender, a gente consegue respirar,
l. E para chamar atenção, ponto final e coloca uma trave assim para virar uma inflamação. Nós precisamos de pausas, porque nas nossas pausas a gente consegue se compreender, a gente consegue respirar, a gente consegue estabelecer estratégias para nos reconectarmos, para nos fortalecermos. Pode ser assistindo uma série, pode ser fazendo uma viagem, mas não nos enganemos. Tem até uma piada que diz: "Ah, viajei, vou resolver meus problemas, vou viajar". Muito cuidado com isso, porque para onde viaja a gente vai est lá. Ninguém foge do que é. Pode ser lendo um livro, assistindo uma palestra, indo para um tratamento espiritual, indo para o diálogo fraterno, indo pro grupo acolher. Se vocês não sabem, a Comita de Brasília oferece um serviço. Eu gosto muito e eu gosto muito de falar no grupo Acol porque eu conheço o grupo Acudi. A gente fica numa roda, são dois momentos. Nos primeiros 30 minutos tem uma passagem do Novo Testamento, do Evangelho Segundo Espiritismo, pra gente ler e quem quiser, quem quiser falar. Como é um grupo por adesão, normalmente todo mundo fala. Aí é a primeira meia hora. Na segunda meia hora, a pessoa que conduz a dinâmica insere uma palavra. O que é amor para você? Ou então uma pergunta existencial. A gente começa a falar. O grupo acolher fica aqui na sala 13 à minha direita. É só chegar quinta, 7 horas da noite, vai até 8. 8:15 é gratuito, não precisa de inscrição. Então, a gente tem na perspectiva de reformulação do pensamento, de reformulação da conduta, de reformulação do hábito, de reformulação da rotina, a oportunidade de conhecer novos horizontes, de conhecer novos ares. Palestra tá se encaminhando pro final. Deixa eu ver se tem alguma dúvida aqui no canal do YouTube. Larissa, quando é teu aniversário? Larissa é lá de Belém, diz quando é teu aniversário para fazer uma prece para tu. Rubens, olha, Rubens, Rubens é do agora. Ele tá trabalhador da comunhão. Um abraço, Rubens. Gisaura lá de Nova Lima, Minas Gerais. Laciene, Judit lá da Espanha.
iversário para fazer uma prece para tu. Rubens, olha, Rubens, Rubens é do agora. Ele tá trabalhador da comunhão. Um abraço, Rubens. Gisaura lá de Nova Lima, Minas Gerais. Laciene, Judit lá da Espanha. Estem, primeira vez assistindo. Luzia gosta do sotaque? É o sotaque, né? Sotaque, ninguém foge de si. Já que ninguém tem uma pergunta, a gente vai se encaminhando pro final aqui. Se o amor que a gente queria que tivesse ficado foi, soltemos. É que nem um balão. Imaginemos um balão que uma corda liga o balão. Aí o balão tá querendo subir, a gente segura aqui na corda. E o balão fazendo força para subir, a gente segura com as duas mãos. A mão começa a rasgar porque o balão vai subir, a pessoa quer ir embora. Tentemos soltar, porque quando a gente solta, aquele balão vai embora e a gente começa a contemplar o céu de outra maneira. A gente começa a ver assim que depois que o balão vai embora tem umas nuvens bem carregadas, que é a tristeza do começo. Mas pelo movimento rotacional da Terra, pela dinâmica que é a vida, aquela nuvem vai sair, aí vai vir o sol e virão outras oportunidades. E o diga, por exemplo, quem vivencia um segundo namoro, um segundo casamento, o amor restaurativo que o diga, por exemplo, quem já voltou um casamento, quem já voltou um namoro, que aquele aquele amor se foi ou então nós que podemos ter ido. Quando chegou ali na porta, a gente pensa assim: "Não, eu realmente eu poderia ter feito diferente, eu vou tentar, eu vou dar um voto, eu vou respeitar a história que eu tenho e que eu tive." A gente volta, a gente se reconcilia e a gente segue. E se a gente pede pro outro voltar e o outro não volta, tomemos uma água. Deixemos o outro ir. A gente pode fazer até o seguinte, rezar pro meu anjo da guarda, falar com o anjo da guarda de Manu. Sim, amigo, você tá vendo aqui que tá difícil? Fala lá com o anjo da guarda dela para demovê-la dessa ideia. Aí, coitado do anjo da guarda, lá vai conversar com o anjo da guarda de Manu. Aí o anjo da guarda de Manu deve dizer:
aqui que tá difícil? Fala lá com o anjo da guarda dela para demovê-la dessa ideia. Aí, coitado do anjo da guarda, lá vai conversar com o anjo da guarda de Manu. Aí o anjo da guarda de Manu deve dizer: "Não, diga a Mário que ela quer outra perspectiva de vida e nós não podemos interferir no livre arbítrio das pessoas. Se o amor se foi, paciência, porque tem uma música que fala sobre isso, de Leandro Leonardo, que é da época da minha avó, certamente, que ela cantava: "Meu filho, tem uma música". Não aprendi dizer a Deus aquela música, talvez, eu não sei, mas quem compôs tem um pouco de literatura espírita ali, porque tem muito, muito, muito de resignação, muito. A segunda estrofe para dizer, só o silêncio vai falar por mim. Eu sei guardar a minha dor e apesar de tanto amor, vai ser melhor melhor assim. Não aprendi dizer a Deus, mas tenho que aceitar que amores vem vão. São aves de verão. Aí vem que é para acabar. Inclusive a palestra. Se tens que me deixar que seja então feliz. O amor numa relação afetiva somos nós aceitarmos a pessoa como ela é e não como a gente quer que ela seja. E se tem uma coisa que simboliza amadurecimento espiritual, somos nós deixarmos, deixarmos a pessoa aí, mesmo sem entender, mesmo sem aceitar. Amores que se vão. Era isso que tínhamos para falar. E na próxima, pra gente trabalhar uma rede de sororidade, vamos trabalhar o tema amores que chegam, trabalhar a dinâmica da vida. Muito obrigado, como nosso irmão citou André Luiz, eu lembro muito de uma frase dele, conversando com um mentor espiritual, dizendo: "Quando o amor não sabe dividir-se, A felicidade não consegue multiplicar-se. Aí a gente tira os não. Quando o amor sabe dividir-se, a felicidade consegue multiplicar-se. Fazer a nossa prece. E nós vamos nesse instante pedir aos nossos mentores espirituais, os nossos anjo guardiães, que leve até Jesus e este leve até Deus os nossos agradecimentos, os nossos agradecimentos pela oportunidade de aqui estarmos reunidos. os nossos agradecimentos, Senhor,
ais, os nossos anjo guardiães, que leve até Jesus e este leve até Deus os nossos agradecimentos, os nossos agradecimentos pela oportunidade de aqui estarmos reunidos. os nossos agradecimentos, Senhor, pela família que temos. Os nossos agradecimentos pelo prato de comida que nos foi ofertado à mesa no dia de hoje. Os nossos agradecimentos pelo teto que nos abrica. Os nossos agradecimentos pelo ontem, pelo hoje e antecipadamente pelo amanhã. Mas que amanhã possamos ser melhores do que hoje. E que assim seja. Aqueles que vão fazer o do pode aguardar sentados que já serão chamados. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo [música] físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o
a] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, [música] abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes [música] de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, [música] santificado seja o teu nome, venha a nós o teu [música] reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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