AMORES QUE SE FORAM - Mário Augusto [COMUNHÃO INSPIRA]
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Amor, vibrando, luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão [música] longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor dessa [música] missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Boa noite, sejam todos muito bem-vindos à nossa querida comunhão espírita de Brasília para mais um comunhão espira. Nós agradecemos a presença de todos vocês, daqueles também que nos acompanham através dos nossos canais e infelizmente anunciar que hoje o Ricardo não veio e eu tive que substituí-los. Então vocês vão ter que ter um pouquinho de paciência comigo porque eu não tenho o mesmo carisma dele. Mas vamos lá. Antes, né, de nós falarmos, eu gostaria de cumprimentar aqui, né, o Mário, Mário Augusto e cumprimentar o Wagner. Eh, o Mário foi, nós convidamos, né, para falar sobre amores que se foram, né? Ele fez um três palestras. Mário é palestrante aqui da casa, também dirigente. Mas antes de conversar um pouquinho mais com o Mário, nós vamos passar a palavra ao Wagner para ele fazer a nossa oração inicial. Bem, Vagner, >> obrigado, Mário. Obrigado, Flaviana. Sejam todos bem-vindos. Quero agradecer também a todos que nos ouvem aqui através dos nossos canais, da Gisaura, da Eline, da Juliana. Inclusive eu aprendi com o Mário a interagir com as pessoas aqui. Sejam todos bem-vindos. Não esqueçam de ativar as suas notificações, seguir a nossa página para que possamos continuar levando o evangelho. Eh, obrigado a todos que estão aqui no auditório. A nós temos a nossa irmã lá que tá com a pranchetinha para as perguntas, aquelas que aquelas pessoas que quiserem fazer pergunta. >> A Débora. >> A Débora. E a e a todos aqui do chat que quiserem fazer a pergunta, é só colocar aqui que eu levo até a Flaviana. Vamos fazer a nossa prece inicial pra gente passar a palavra paraa Flaviana, fechar os nossos olhos, dizer: "Pai de infinita bondade, mestre amado Jesus", queridos amigos espirituais, obrigado por este momento, por mais um comunhão espírita espira que possamos
paraa Flaviana, fechar os nossos olhos, dizer: "Pai de infinita bondade, mestre amado Jesus", queridos amigos espirituais, obrigado por este momento, por mais um comunhão espírita espira que possamos aos dirigentes desse espiritual desse momento, a Dr. Bezerra de Menezes, diretora espiritual dessa casa e todos os espíritos e benfeitores que comandam esse horário. Muito obrigado. Pedimos permissão para dar início. Passo a palavra pra Flaviana. >> Então, vamos lá, né, Mário? Como é que você está se sentindo? Tá tudo bem? Como é que foi a semana? Como é que foi? Antes de nós começarmos com o nosso tema, que é um tema bem interessante, nós tem a palestra dele, tá gente, que foi 50 minutos aqui na casa e outras duas sobre o mesmo tema, amores que foram, amores que vão, voltam, né, as amores que chegam. Então, fala um pouquinho, Mário, desse projeto. >> Nem sabia que seria um projeto. Boa noite, pessoal. Eu tô me sentindo máximo dando entrevista ao vivo, mas é mais sobre espiritismo, né? Então, eh, a ideia foi a gente trabalhar um pouco a temática dos relacionamentos, que é algo que eu gosto de abordar, porque é uma vivência prática de todos nós. Então, mês passado e no mês retrasado, houve uma sequência de três palestras: Amores que se foram, amores que surgem e amores que voltam. E uma dessas palestras, inclusive, que foi a última, um casal tava se reconciliando no canal do YouTube lá. E foi bem emocionante e engraçado também, inesperado, né? Porque às vezes as situações que a gente faz sobre o cristianismo, sobre o espiritismo, elas podem reverberar no coração do outro de uma maneira que a gente nem sequer consegue imaginar. Isso é verdade, porque eh os meninos me falaram, eu coordeno as palestras, né? E eles falaram: "Flaviana, olha o o teve um um uma reconciliação aqui no chat com a palestra do Mário. Aí eu morri de Achei uma graça. Que bom! E bonito também, né? Porque é o amor. Então vamos lá. A primeira pergunta aqui que é proposta é: como o espiritismo entende,
i no chat com a palestra do Mário. Aí eu morri de Achei uma graça. Que bom! E bonito também, né? Porque é o amor. Então vamos lá. A primeira pergunta aqui que é proposta é: como o espiritismo entende, Mário, o término de relacionamentos amorosos? É prova, expiação ou simples acidente de percurso? >> A depender da situação, como diria um amigo meu, é luta, né? Mas vamos primeiro para diferenciar um conceito entre provas e expiações que tem no livro Consolador, que é um livro muito bom que é uma psicografia de Chico Xavé pelo espírito de Emmanuel. E na questão 243, ele traz o 246, ele traz a diferença que a prova quando a gente volta pra matéria no nosso processo de planejamento reencarnatório, é pra gente saber se realmente tá experimentado. É como se a gente lá no nosso planejamento reencarnatório com os mentores dissesse: "Não, para determinadas situações eu tô pronto e consigo encarar". É. É. Então, vamos ver. Isso é uma prova. Já a expiação é diferente. A expiação quando a gente comete algo muito grave em relação à justiça divina, como se a gente cometesse abre aspas um crime, fecha aspas. Então, se na e a terceira proposta da pergunta é >> provas >> de percurso >> ou simples acidente de percurso. Aí vai muito da nossa interpretação do que vem a ser um relacionamento. Muito cuidado para um romantismo das relações que é natural nós termos, porque nós somos seres feitos por amor e para o amor. E ao final e ao cabo, todas as relações que a gente tem, quaisquer que sejam, a gente sempre espera ser correspondido, porque nossa limitação material ainda espera que o outro faça algo em troca. Muito embora estejamos do caminho, a gente tá um pouco distante do amor que ensina Jesus, que é o amor ágape. Então, o final de um de um relacionamento, a depender da situação, lá em Natal, lá no interior do Nordeste, a gente fala que a depender da relação pode ser um livramento, né? Então assim, provas, expiações ou acidente de percurso, depende muito do contexto. A proposta da noite de hoje, que foi que é a proposta
ente fala que a depender da relação pode ser um livramento, né? Então assim, provas, expiações ou acidente de percurso, depende muito do contexto. A proposta da noite de hoje, que foi que é a proposta das três palestras, é nós pensarmos nas nossas relações no sentido de fortalecimento do espírito, no sentido de amadurecimento moral, amadurecimento cognitivo, na perspectiva de caminharmos passos mais firmes e lentos, porque o processo evolutivo ele não é fácil. O processo evolutivo ele demanda muito tempo. É tanto que as reencarnações estão aí para isso. >> Muito bem. Até porque nós somos seres sociais, precisamos interagir com outro, né? E os relacionamentos eles nos ensinam algo, não é isso, Mário? Eles sempre vão nos ensinar algo. Eh, aí tem uma outra pergunta, tem muitas perguntas e vocês também podem fazer. Segundo a doutrina espírita, os amores que se foram podem ser retomados em outras existências? Pode, pode, porque a vida ela não é algo hermético, ela não é algo moldurável, não é algo que a gente tenha o controle. Então, a gente pode sim reencontrar, mas com a responsabilidade de dizermos que não existe alma gêmea. Me desculpa aí para quem porventura acredita. Até porque se existisse alma gêmea, a vida seria um pouco sem graça. Porque imagina aí a gente conviver com a mesma pessoa, a mesma pessoa por milhões de anos, né? a rotina seria mais desafiadora ainda. Mas sobre isso, sobre essa questão dos reencontros, na questão dos o livro dos espíritos, Allan Kardec questiona se os espíritos têm sexo. Ele trabalha a variante entre o espiritual e o corporal. Os espíritos respondem que não. O o a questão do sexo é um componente do corpo. Os espíritos, ou seja, todos nós somos ligados por graus de afinidade, por empatia, por sentimentos, porque nós somos seres, conforme ensina Joana de Ângeles, psicossociais, né? Nós psicossomatizamos os nossos sentimentos e pensamentos. a respeito de pensamento, a gente vai falando aqui ao longo da noite. >> Exato. Porque cada um que chega para nós
Ângeles, psicossociais, né? Nós psicossomatizamos os nossos sentimentos e pensamentos. a respeito de pensamento, a gente vai falando aqui ao longo da noite. >> Exato. Porque cada um que chega para nós é para o nosso desenvolvimento, nosso aperfeiçoamento moral, não é? Então, a terceira pergunta é: de acordo com a doutrina espírita, como devemos trabalhar o desapego? É importante, né? Nos casos de amores perdidos, de relacionamentos que acabam, a princípio, antes, né? E a gente às vezes pensa que é antes da hora, né? Mas como é que é isso, Mário? >> Com muito evangelho no lar. [risadas] Depende do ponto de vista. Quando a gente termina uma relação ou quando a relação se termina que a gente não quer, no primeiro momento é muito doloroso. É muito doloroso. Porque quando a gente confia o amor, confia o coração a outro ser para uma perspectiva de convivência conjugal, a gente não tem a tendência de pensar que vai terminar. Não tem. E às vezes por uma situação ou outra pessoa decide tomar outro rumo ou até mesmo nós decidimos tomar outro rumo. E quando se rompe um relacionamento, quando termina, a depender da circunstância, é algo muito latente. Pode ser inclusive traumático, como se tivesse levado uma topada assim. Aí o dedo começa a latejar ali, dói muito, né? E vale aqui uma reflexão trazida pelo livro dos espíritos, que o sofrimento do espírito é a dor moral, é a lacuna que nós temos em querermos sermos amados. A respeito dessa questão do desapego, o espírito de Lázaro no Evangelho Segundo Espiritismo é um texto do qual eu sou cliente VIP. Não sou nem cliente, eu sou cliente VIP. Tem um texto incrível chamado obediência e resignação, que ele vem traçar essas duas perspectivas de espera pro espírito. Ele diz que obediência é algo mais racional, é algo mais palpável. Nós devemos, por exemplo, ser obedientes e terminarmos aqui 19:50, faltam 40 minutos. Já por outro lado, a resignação não. A resignação é um tempo mais espiritual, é um tempo mais sentimental. E a respeito das nossas relações
ser obedientes e terminarmos aqui 19:50, faltam 40 minutos. Já por outro lado, a resignação não. A resignação é um tempo mais espiritual, é um tempo mais sentimental. E a respeito das nossas relações afetivas, pode ser que uma relação que tenha terminado, por exemplo, há um ano, 2 anos, 5 anos, ainda seja muito presente no nosso coração. Pode ser que nós estejamos fluídicamente ainda muito apegados nessa questão de seguirmos a nossa vida, como também deixarmos o outro seguir. A questão do desapego, essa pergunta, ela é muito lúcida e responsável. Porque fácil é falar, ah, desapegar, vamos ler aqui tal, tais questões, tais textos. E quando é a gente com sol no rosto? E quando é a gente que tá aqui eventualmente chorando até não ter mais lágrima, o rosto inchado, como é que pratica o desapego? com o tempo. Porque para quem é imortal nada melhor do que o tempo, nada melhor do que as lições de Jesus a respeito da construção do reino de Deus que é no nosso coração. E aí o arquiteto, o engenheiro, o projetista somos nós. Nós temos a diretriz de Jesus em relação ao componente espiritual. Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Se o amor é uma máxima divina, nós devemos com o tempo, com o nosso tempo, aprender efetivamente a praticá-la, como na experimentação da matéria. Não é assistindo uma palestra, não é dormindo, não é rezando, não. Às vezes esses movimentos de contrafo, como se a gente tivesse nadando contra uma correnteza, a correnteza seria, no caso, a vida querendo seguir, a gente querendo segurar relação a, bou, c, né? E a questão do desapego é algo muito desafiador pra gente ainda, pelo menos para mim. >> É porque é uma questão de luto, né? você toda separação, ela passa a ser um luto. Então é um processo, não é um piscar de óleo de, né, que olha eu não quero mais, acabou. Não é isso, Mário? É um processo que a gente precisa se olhar, mergulhar em si mesmo, mergulhar em si mesmo e confiar, né, e seguirem adiante. >> Inclusive, Flaviana, eh muito cuidado
ro mais, acabou. Não é isso, Mário? É um processo que a gente precisa se olhar, mergulhar em si mesmo, mergulhar em si mesmo e confiar, né, e seguirem adiante. >> Inclusive, Flaviana, eh muito cuidado com a expressão popular, com todo respeito a quem pense dessa forma, um amor se cura com outra amor. Muito cuidado com isso. Nós quando terminamos ou quando uma relação que a gente tá imerso termina, é recomendável, ia falar necessário, mas vai muito de cada um de nós, mas é recomendável que nós passemos um processo de luto, né? Esse deserto que nós devemos enfrentar nos ensina bastante e muito cuidado em uma relação que eventualmente terminou, que a gente ainda fica apegado por um sentimento de ódio, por exemplo, porque registra a questão 292 de O Livro dos Espíritos que o ódio é intrínseco ao espírito impuro. Espírito impuro, com todo respeito a nós que estamos presentes aqui reencarnados, somos nós de terceira ordem. Então, quando a gente tiver raiva de alguém, tentemos lembrar o porquê. Joana de tem um texto incrível no livro Conflitos Existenciais, que ela vem falar sobre raiva. A questão da raiva, quanto mais a gente tem um pensamento visceral, quanto mais a gente tem uma raiva da verdade, por incrível que pareça, é um pouco de filosofia espírita isso. É um amor que não foi correspondido, que nós não somos seres raivosos, me desculpa, não somos. >> Muito bem. Isso aí. tem uma pergunta, por favor. Wagner, >> vou fazer a primeira do chat aqui. Eh, é possível a a nossa ouvinte aqui, a Eliane, ela tá perguntando o seguinte: "Mário, é possível viver um amor nessa existência? Tem o medo de não conseguir vivenciar o amor. Será? >> Deixa eu ver quem foi que perguntou. Primeiro eu quero dar aqui um boa noite pra Gisaura lá de Nova Lima, Eliana que nos acompanha aqui e é da casa. Juliana nos acompanha nos episódios diários. Flaviano Miriam, Emiliana lá do Ceará, Ana Pazito, minha colega de ESD, Juracci, Mônica, daqui a pouco a gente chega na pergunta de Mônica e Lelei lá de Maresias. A
os acompanha nos episódios diários. Flaviano Miriam, Emiliana lá do Ceará, Ana Pazito, minha colega de ESD, Juracci, Mônica, daqui a pouco a gente chega na pergunta de Mônica e Lelei lá de Maresias. A pergunta se a gente pode encontrar uma nessa existência, minha amiga, pode. Eu já encontrei vários. Porque assim, o o grande norte da vida é que às vezes a gente pensa num viés mais de perfeição, num viés mais romantizado, que uma relação precisa ser algo perfeito, algo dos contos da carochinha. E não é bem assim. Às vezes, por qualquer situação que nós já passamos durante esse nosso processo reencarnatório, nós podemos ter um trauma que nos bloqueia, porque o trauma costuma trazer medo, medo de sofrer e o medo paralisa. E às vezes a gente associa o amor. Eu tava conversando com Wagner aqui. Wagner e André são casada há 27 anos. Aí eu disse: "O que é que tu veio fazer aqui numa palestra amores que se foram, né? Você e Andreia, né? Andreia tá ali de verde. Que que você vai fazer aqui, né? Vai trabalhar, mas em Andreia, né? Mas assim, aí ele não, Mário, porque não é de hoje que eu venho pensando amor de outra forma. Então, às vezes, e essa é a proposta espírita, um relacionamento afetivo é mais uma temporada para aprendizado. Nós, enquanto estivermos nos relacionando com alguém de uma maneira afetiva, de uma maneira conjugal, nós podemos e devemos aprender. Esse amor que porventura nós estejamos imersos hoje, não é o primeiro. E desculpa falar pros apaixonados, não será o último. Então, respondendo aí de uma maneira mais diretiva, sim, minha amiga, é possível, porque a gente voltou pro corpo, para amar >> isso. E tem uma palestra da Mais em que ela fala, né, de algumas pessoas que são só. ser só não significa, né, estar na solidão, porque às vezes a gente precisa de uma pausa de reajustamento afetivo e a e não é só em um dia, mas às vezes numa existênciazinha, a gente precisa dessa pausa para se recompor, né? E lembro Maria Dolores, tem um poema que fala assim: "Obrigado", porque a Maria
o afetivo e a e não é só em um dia, mas às vezes numa existênciazinha, a gente precisa dessa pausa para se recompor, né? E lembro Maria Dolores, tem um poema que fala assim: "Obrigado", porque a Maria Dolores sempre esteve só. É uma uma é um espírito, né? que escreve muitos poemas e ela enquanto encarnada vivia só, não encontrou amor. Ela buscava um amor e esse amor não chegava. E quando ela volta pro mundo espiritual, ela escreve um poema bem muito bonito, eu não sei de, mas que ela fala: "Obrigada, Senhor, porque me disseste não, né? Não para aquilo que eu pedi, que agora eu posso perceber e entender o quanto foi bom". Eh, Teixeira, ele conta uma história sobre Chico bem interessante, que uma vez uma pessoa perguntou a Chico, fez um comentário, na verdade, pô, Chico, você vive trabalhando, aí você não tem nada. Aí Chico ficou, segundo Raul Teixeira, um pouco se lastimando. Aí chega Emanuel, que é que você tá triste? Não, tô triste por isso. Se isso a pessoa pensou e realmente ela tem razão. É mesmo, Chico. É. Aí, mas não começa, Chico. Beleza. Você pode não ter um relógio de marca, você pode ter um carro, você pode não uma cobertura. Mas tente imaginar, tente, talvez você não consiga, mas tente imaginar quantas mães você consolou, quantos órfãos você acolheu, quantas dores você curou. Então, às vezes a gente pensa que se deparar com alguém para conviver pro resto da vida é uma obrigação, mas não necessariamente. A gente pudesse, a gente a gente não pode, mas se a gente pudesse mensurar o amor de Chico, o amor de Divaldo, a gente levaria acho que uns 10 anos falando e por isso eles deixaram de amar. É >> isso. Temos mais perguntas, V? >> Sim, temos mais perguntas. Me assustei aqui, Mário. Pergunta da Andrea. Eu falei: "Nossa, teve algum amor que se foi, Mário?" E não, >> mas chegou você. >> Brincadeira. Ela tá falando aqui dos amores que a gente estava conversando. Quando olhamos para os amores que se foram ao longo da vida sobre a ótica do Espiritismo, de que maneira as
chegou você. >> Brincadeira. Ela tá falando aqui dos amores que a gente estava conversando. Quando olhamos para os amores que se foram ao longo da vida sobre a ótica do Espiritismo, de que maneira as existências de encontro e desencontro, a reconstrução dos vínculos nas nos convidam a reflexão sobre a responsabilidade afetiva, reparação e crescimento espiritual. um copo d'água aqui para pensar. >> Depois tem outra pergunta aqui de outra pessoa. >> Mas é interessante essa pergunta de Andreia porque a gente não tá num ponto isolado. A gente não tá como se fosse numa ilha deserto. Nós estamos numa relação de fluência. Nós estamos numa relação milenar. O espírito imortal é um ser viajante do tempo. E nessa viagem a gente vai aprendendo, a gente vai se reencontrando, a gente se separa por uma relação, por exemplo, de desencarne. Mas o que nós temos que ter em mente é que o amor ele funciona como se fosse uma força vital, uma força gravitacional que diz muito a respeito de nós. Nós ainda temos um viés de um amor um pouco infantilizado, um amor de esperneio, um amor de caras e bocas, um amor de rancores, de mágoas. Mas o espírito quando ele se depara com um contexto imprevisível a sua expectativa, ele tem uma grande oportunidade de aprender, de trabalhar um sentimento chamado abnegação. O que é que nós fazemos com a situação que não está ao nosso controle? Absolutamente nada. O estoicismo, por exemplo, tem um livro incrível de Marco Aurélio chamado Meditações, que ele vem falar sobre isso. Olhe, o que não está no nosso alcance, a gente precisa aprender a se comportar perante isso. Ele vem traçar um pouco da ideia de resiliência, que o espírito, o espiritismo vem falar bastante bastante no Evangelho Segundo Espiritismo e também no livro Céu e Inferno, sobretudo na segunda parte, a história de Sanson, que era lá um companheiro de Allan Kardec Espírita de Estudos Parisienses. E Sanson, ele brincava com as pessoas da reunião mediúnica. Olhe, quem morrer primeiro volta para dar o recado se tudo
anson, que era lá um companheiro de Allan Kardec Espírita de Estudos Parisienses. E Sanson, ele brincava com as pessoas da reunião mediúnica. Olhe, quem morrer primeiro volta para dar o recado se tudo isso existe ou se todo mundo aqui é esquizofrênico. Beleza? Beleza. Aí, por sorte, Sanson foi o primeiro. Aí ele vem dar uma comunicação do necrotério. Aí ele vem dizer: "Rapaz, é verdade, eu tô vivinho aqui e tem mais". E aí, muita atenção para quem porventura tá triste por um processo de uma quebra de um relacionamento. Aí Sanson diz: "Olha, agora do lado de cá eu percebo que efetivamente nós somos sentimentos". Eu pensava que eu amava vocês, mas agora sem um corpo eu vejo o quanto eu sou ligado. Aí ele fala: "Eu não sou mais Sansomon, eu sou um espírito cidadão do universo." É lindo isso, sério. Tudo arrepiado. Cidadão do universo. Qualquer coisa, André, a gente procura ali no cafezinho em complemento. >> Tem mais um aí, Wagner, por favor. Na verdade, essa pessoa que fez duas perguntas, eu vou resumir aqui. Como diferenciar ilusão que podemos bloquearos que podemos bloquear de esperança, de perdão e reconciliação, que são sentimentos nobres? Não existimos, não existe almas gêmeas. Há o conceito de almas afins. Se quiser o papelzinho aí. >> Quero. Obrigado. Vamos lá dividir a pergunta aqui. A ilusão. A ilusão, a pessoa pergunta, ela associa que a ilusão pode nos bloquear. Talvez o contexto de ilusão tenha sido empregado aqui no sentido de uma projeção. Não, então vou fazer uma projeção aqui porque eu conheço Wagner que tem um casamento de 27 anos e meu relacionamento vai durar no mínimo isso, no mínimo para empatar aqui. E eu vou pedir aqui uma dica com o André. eu começo a namorar, não dura um mês e meio. Então, às vezes eu posso pensar, não, o amor não é para mim, então eu não vou me iludir mais com isso. E qualquer situação de aproximação que eventualmente eu possa amolecer o meu coração, eu vou fugir, eu vou correr. Eu atualmente, na época aí da internet, vou bloquear a pessoa, vou simplesmente
isso. E qualquer situação de aproximação que eventualmente eu possa amolecer o meu coração, eu vou fugir, eu vou correr. Eu atualmente, na época aí da internet, vou bloquear a pessoa, vou simplesmente sumir como um pó de perilim pimpim. Puf, bem mágico. Então, às vezes essa questão da ilusão, se for esse sentido, da gente tentar vincular a uma projeção, muito cuidado, porque não existe gabarito pra vida. Não existe gabarito pra vida. O que mais se aproxima do gabarito da vida é o evangelho e o livro céu e inferno. Kardec, ele separa a primeira parte, ele vem dissociar os nossos sofrimentos e na segunda parte ele vem dar um gabarito espiritual sobre categoria de espíritos. Então vamos aqui paraa segunda parte do questionamento. Esperança, perdão e reconciliação, que são sentimentos nobres. São como diferenciar isso na vivência e não tem fórmula mágica. É muito difícil, por exemplo, quando a gente se relaciona com a pessoa e a pessoa não atende as nossas expectativas, a gente fica querendo manipular a pessoa como se fosse assim um jogo de marionete. Então assim, a pergunta ela tem uma correlação. A primeira parte ela trata da ilusão e meio que no segundo período da pergunta já responde quando a pessoa vem falar perdão e reconciliação, que são sentimentos nobres. Humberto de Campos tem um livro incrível, Contos Dest de outra vida, que ele vem falar exatamente isso de nos nossos processos, quando a gente tiver ruminecendo, ruminando, na verdade alguma inquietação, pensemos em sentimentos nobres, como se a gente fosse altear a frequência do pensamento. Aí a segunda pergunta é o seguinte: não existindo almas gêmeas, há o conceito de almas afins? Sim, são nós somos almas afins. Nós vamos nos relacionando por afinidade. Intimamente falando, a gente se relaciona por afinidade, mas às vezes a gente se preocupa com o externo e o externo pode querer construir uma representação social nossa que a gente não tem, não tem. E aí o tempo é o senhor da razão. Então essa pergunta, esse esse segundo comentário aqui é
com o externo e o externo pode querer construir uma representação social nossa que a gente não tem, não tem. E aí o tempo é o senhor da razão. Então essa pergunta, esse esse segundo comentário aqui é muito pertinente. Somos almas afim. Nós temos uma afinidade aqui hoje, por exemplo, todos nós ou a maioria de todos nós queremos aqui refletir sobre amores que se foram. É uma afinidade. >> É. E para conhecer alguém, né, já diziam o ditado antigo, como 1 kg de sal, né? conviva com a pessoa durante um bom tempo para você poder conhecer. Mas temos as afinidades, as amizades, né? Nós temos, mas a convivência é que vai nos fazer conhecer melhor cada um, não é? Vamos, Wagner, tem outra pergunta? >> Segura essa pergunta aí, Mário. Ela é bem bem catomante. >> Vamos lá. É, vamos lá. Vamos lá. Mas eu gostei muito da pergunta, viu? É possível um parente desencarnado manifestar oposição a um amor? É, sabe por quê? obsessor, >> porque quando a gente desencarna, a gente continua pensando, a gente continua sentindo que diga as reuniões mediúnicas, a gente continua sentindo, mas de uma maneira muito mais ampla. Então, sim, agora essa pergunta tem um efeito rebote. O efeito rebote dessa pergunta é que às vezes a gente começa a se relacionar com alguém e fica preocupado com a validação da família reencarnada, fica preocupado com a validação dos amigos. Mas quem tem que aceitar a pessoa, pelo menos até onde eu sei, é quem convive, quem tá ali nos bastidores do relacionamento. Então a resposta sim, o a lei interfere e o próprio processo aqui reencarnatório às vezes interfere mais ainda. Por quê? Porque o contexto da família dos amigos é mais ostensivo. O espiritual é diferente porque é sutil. Mas não nos preocupemos com a validação e a aceitação do outro, porque Falou da questão do quilo do sal. Quem gosta, quem quem sente o gosto do tempero é quem experimenta a comida. O resto é só, como a colega colocou aqui, ilusão. Hoje eu tava, fui almoçar com mainha, aí tinha um íã de geladeira assim: "Cuidado,
ta, quem quem sente o gosto do tempero é quem experimenta a comida. O resto é só, como a colega colocou aqui, ilusão. Hoje eu tava, fui almoçar com mainha, aí tinha um íã de geladeira assim: "Cuidado, porque nem sempre o que se ouve ouve". Eu achei incrível assim uma grande reflexão sobre a fofoca, né? Nem sempre o que se ouve ouve. Tematizando isso pro encontro de hoje à noite, a experiência do relacionamento só sabe quem efetivamente vivencia. Vamos caminhando. >> Eh, só reiterando o que Mário falou, né, com relação a a essa questão. Nos grupos mediúnicos, nós observamos muito essa questão e às vezes nós somos os obsessores também dos daqueles que já partiram. Então, por isso nós temos que ter cuidado, né, com os nossos pensamentos, vigiar e orar, como diz Jesus. Mais uma pergunta aí. Eu trabalho várias vezes aqui, mas nunca vi tanta pergunta. Isso é bom. É do Rafael, ele tá perguntando o seguinte: "Mário, por que temos a impressão nos últimos tempos o amor está cada vez mais superficial e as pessoas estão mais individualistas? Sim, tem um autor que eu nunca li, mas leu muito uma frase dele, Amores líquidos, Digman Balman, hã, né? Então assim, amores líquidos, amores líquidos, povo falando amores líquidos, amores líquidos. Não, amigo, amor é concreto, né? Agora, quando a gente entra em uma relação, aí depende muito da gente, do quanto a gente se doa, porque o amor é uma doação. Vou falar no microfone. >> E é uma construção também, né? >> Diária. Diária. Muito cuidado com a questão. Eu começo a me relacionar com Wagner. É um exemplo, tá, André? Não precisa ficar nervoso. Eu começo a me relacionar com Wagner. Eu amo Wagner, amo, amo, amo. Não é uma escolha que eu faço da ramificação do amor que eu tenho em mim, que eu diga, por exemplo, quem é uma mãe amorosa, quem é um avô amorosa, né? Então, o amor ele é uma ramificação. As relações estão superficiais? Depende. Às vezes sim, por causa da busca do elo perdido, que é a perfeição. Então eu começo a conviver, por exemplo,
amorosa, né? Então, o amor ele é uma ramificação. As relações estão superficiais? Depende. Às vezes sim, por causa da busca do elo perdido, que é a perfeição. Então eu começo a conviver, por exemplo, com Francisca, aí observo aqui que Francisca tem alguns defeitos que eu não gosto. Eu já termino com Francisca e vou buscar Joana e assim vou caminhando. Então essa questão da Qual foi o último conceito que o que o colega utilizou no final da pergunta? favor superficial e teve outro >> é individualista. >> Individualista. Muito cuidado com isso, porque o outro não é perfeito. Perfeito é Jesus. Nós somos seres em construção. Se tem um grande conselho que o espiritismo oferece para a construção e relacionamento afetivo, é uma construção, é ponderação e empatia. Porque às vezes a gente toma uma atitude do outro como se fosse o conceito do que ele é. Então esse nosso imediatismo da busca do elo perdido, da perfeição, pode nos gerar uma miragem e aí pode ser que nós nos equivoquemos. Inclusive, só também reiterando que que o Mário falou aqui, tem um filósofo que chama Levinás, que ele fala que o outro é um outro eu. Então, quando nós olhamos pro outro, entendendo que nós, como também temos as nossas falhas, o outro também tem, fica mais fácil pra gente poder viver esse processo, né, de alteridade, de olhar para esse outro com olhar, entendendo que ele é como eu e que se eu erro, ele também tem o direito de errar, por que ele não tem, né? Então, a gente precisa estar atento a isso. Tem mais algum aí, Wagner? Então vamos, tem um monte aqui aqui também, mas a gente vai deixando. Vamos, vamos as perguntas. Bom, tem uma aqui, Mara, que é o seguinte. Quer ver? Após ter procurado tanto amor de pele e até ter se casado e não ter sido feliz, pode-se concluir que nessa encarnação não estava o projeto de um enlace amor ou casamento. E também para, só para tem uma uma outra pessoa aqui perguntando sobre a importância do amor entre irmãos, né? Se isso também é, pelo que eu entendi aqui, é uma prova,
de um enlace amor ou casamento. E também para, só para tem uma uma outra pessoa aqui perguntando sobre a importância do amor entre irmãos, né? Se isso também é, pelo que eu entendi aqui, é uma prova, >> tá? A primeira pergunta eu tô vindo aqui é de Gisaura. Ela nos assiste lá de Nova Lima e Minas. E a resposta é não, Gisaura. É tanto que nesse projeto você se casou nessa atual reencarnação. Mas se por uma questão ou outra a relação não continuou, isso não quer dizer que você ou nós ou qualquer um de nós devemos desistir. Que o diga, por exemplo, alguém que já namorou com uma pessoa mais de uma vez. Por exemplo, terminei com Mário, comecei com João. Que eu diga, por exemplo, uma pessoa que tá em um segundo casamento, que eu digo uma pessoa que já voltou um relacionamento. Então, o amor na nossa vida é uma constante e nós, a grande escolha que nós devemos fazer é efetivamente de dar vazão ao amor, certamente com algumas cautelas em relação a quem a gente convive. Mas não devemos esperar perfeição. Porque se a gente for esperar perfeição, a gente não vai nem exercer o amor próprio que Jesus tanto nos recomenda no Evangelho de Mateus. >> Exatamente. >> Porque é bem miudinha a pergunta sobre as dores. Tô fazendo aqui um exame de revisão de oftalmologista. sobre as dores causadas por um amor. Tento me ter a mesma ideia dos demais desafios da vida, a serem superados para a nossa evolução, desenvolvendo certos valores e atitudes. Pode comentar sobre Posso. A segund o segundo ponto seria quando saber se o luto é necessário ou ainda medo de novo amor ou desesperança. Boa noite. Obrigado. Vamos lá. Sobre as dores causadas por um amor. Sei se vocês sabem, é, é tanto que a dor de cotovelo dói em todo canto, menos no cotovelo, né? Então assim, sabe porque é difícil? Não sei se é o colega ou a colega, porque a gente não espera, né? Quando a gente se relaciona com alguém, a gente entrega o nosso maior bem. que é o nosso coração. A gente exerce a nossa melhor boa vontade, que é acolher aquela pessoa na
rque a gente não espera, né? Quando a gente se relaciona com alguém, a gente entrega o nosso maior bem. que é o nosso coração. A gente exerce a nossa melhor boa vontade, que é acolher aquela pessoa na nossa vida, na nossa rotina. E às vezes quando a relação termina, a gente meio que não entende. A gente é tomada como se fosse de um assalto assim bem súbito. E ficam aí as marcas da vida, né? As cicatrizes da alma. Porém, devemos continuar, porque enquanto seres eternos, é natural que nos deparemos e nos encontremos com outras pessoas. Se alguém vive aqui esse exemplo que a pessoa traz as dores a serem superadas, no capítulo 14 do livro A Gênese, no item 15, tem um texto incrível, fotografia do pensamento, que é quando Allan Kardec vem trazer a questão da estrutura fluídica que nós temos. E no livro Boa Nova, aqui eu já encerro e me controlo Flavengo, que eu às vezes gosto de falar e sobre esse tema. Ah, pode. Então, pronto. No livro Boa Nova, no capítulo 21 tem a história de Maria Magdala, que o colega Anderson Portugal, ele grava aqui um programa e ele me chamou para fazer esse capítulo. Era um programa, acho que foram quatro. E a história de Maria de Magdala diz um pouco sobre isso, porque ela descobriu o amor cristão com o próprio Jesus. E o amor cristão não diz respeito a nós sermos necessariamente correspondidos. O amor cristão é a perspectiva de doação. Maria de Magnela é uma menina muito bonita, muito bonita e completamente desacreditada, porque era uma mulher, segundo ela, abre aspas, filha do pecado, fecha aspas, era muito julgada. E ela se contestava muito internamente. Meu Deus, será que eu não vou conhecer o amor? Aí começa a começa a escutar sobre o Cristo. Preciso conhecer Jesus. Aí uma vez conhece Jesus pessoalmente, né? E Jesus fala: "Eu sei o que você passa e eu te acolho, mas não se intimide, porque o amor bate a nossa porta". Aí chega um ponto que Maria de Magdala decide efetivamente viver o amor. Aí ela vai cuidar de gente com ranceníase, antigos leprosos. E ali tem uma grande
intimide, porque o amor bate a nossa porta". Aí chega um ponto que Maria de Magdala decide efetivamente viver o amor. Aí ela vai cuidar de gente com ranceníase, antigos leprosos. E ali tem uma grande história de amor, uma grande história de doação. A gente criou uma cultura romantizada que o amor é uma relação 100% amigável. Inclusive, relações duradouras não significam serem relações harmoniosas 24 horas por dia. Até porque todos nós temos uma construção psíquica e imortal. individualizada. Então, essa questão das dores é difícil. Aí vem a segunda pergunta. Eu pensava que a primeira era difícil. Aí, olha a segunda. O segundo ponto seria quando saber se o luto é necessário ou ainda medo do novo desesperança. Aí vai muito de cada um. Vai muito de cada um. Mas eu vou dar uma dica de um conjunto chamado roupa nova. Certamente eu não vou cantar a música. Amar é quando não dá para disfarçar. É Clode. O olho brilha, tudo começa a ficar colorido, a gente começa a rir. Dá até vontade de trabalhar na casa espírita. >> É, tem um o luto é é uma travessia. Então, à medida que a gente vai se sentindo fortalecido, né? Aí nós vamos, olha, pergunta, é só perguntar para si mesmo. Será que eu já passei pelo luto? Será que eu já atravessei esse luto? Eh, eu vou fazer uma pergunta daqui, né, também para não ficar o que a doutrina espírita nos diz sobre a possibilidade de reencontro de antigos amores de outras encarnações? É só o que tem. né? Hã, é, é só o que tem. Porque, entendam, entendamos, entendamos. O amor, como ele é uma máxima, ele bate a nossa porta diariamente. E aqui eu vou dar um exemplo do livro Nosso Lá, lá de André Luiz, quando André Luiz finalmente adquire bônus hora para visitar a família. Aí ele volta morrendo de saudade da esposa, aí vê a esposa já com outra família, com outra vida. No começo, André Luiz fica completamente desnorteado. Ele vai dar como se fosse um rolezinho no umbral, mas bem, não foram uns 7 anos, não, foi mais rápido. Aí ele recupera a lucidez. Não, pera aí. Esse
começo, André Luiz fica completamente desnorteado. Ele vai dar como se fosse um rolezinho no umbral, mas bem, não foram uns 7 anos, não, foi mais rápido. Aí ele recupera a lucidez. Não, pera aí. Esse amor que eu tô pensando, que eu estou vibrando, porque o amor é uma vibração. Esse amor que eu estou vibrando agora não é o amor que eu tô aprendendo na câmara de retificação lá de nosso lar. Então eu vou voltar. Aí o novo marido da sua atual esposa, então a esposa tava adoecido com a água lá do lado da cabeceira, ele vai e fluidifica a água. Então essa questão do amor, ela tem que ser vista com um drone levantado. Com um drone levantado. Porque a gente pensa que o amor se resume à nossa atual relação ou a nossa última relação. Mas ó, o dedinho. A relação que a gente tem, ela se propõe para nos ensinar e para nos fortalecer enquanto espíritos imortais. Isso. E tem a história da mãe do André Luiz. Você quer falar? >> Tem, mas pode falar. É no capítulo 28, serviços de mulher. Mas pode falar, Flabiana. Eu tô falando demais. >> Não. É, >> a mãe de André Luiz, >> ela fala que vai voltar, né, a reencarnar para auxiliar o pai dele que estava num num um bral bem numa situação muito difícil com as duas amantes que ele tinha. Então ela iria reencarnar para casar-se com ele novamente. Olha o amor, e receber as duas amantes como filhas. Então esse é o amor, essa é a construção desse amor que vai cada dia se ampliando e colocando a todos depois, né? Vai vai chegando até a chegar o amor ágape, como o Mário falou no início. Mas é é assim que nós aqui nós estamos para aprender a amar. a vibrar no amor, não no amor, como às vezes a gente traz da ilusão de príncipe encantado, a princesa. E nós sabemos que a Disney nos enganou, como diz a Maíse durante muito tempo. Mas vamos, tem mais alguma pergunta no chat? Aíton, ao desencarnar, eu posso ter, ele grifou a certeza, eu posso ter a certeza que vou encontrar o meu amor desencarnado. Pode, mas você não vai saber o tempo, né? Como grifou aqui a certeza, porque o
on, ao desencarnar, eu posso ter, ele grifou a certeza, eu posso ter a certeza que vou encontrar o meu amor desencarnado. Pode, mas você não vai saber o tempo, né? Como grifou aqui a certeza, porque o tempo do reencontro depende da vibração que o espírito está. Então assim, como nós somos seres imortais, essas vibrações são um pouco também de física quântica. O pensamento é como fosse uma vibração. E essas vibrações que a gente faz, elas se encontram. Mas às vezes, a depender do caso, eu vou utilizar para mim um exemplo, tá, Ilton? Eu posso desencarnar e posso ficar, na verdade, acho que vou ficar num estado muito forte de perturbação. E às vezes o meu amor pode tá como se fosse no viés aí que Flavio acabou de falar da mãe de André Luiz, pode estar na vibração do espírito de Alcino lá do livro Renúncia, né, num numa vibração espiritual, numa esfera bem mais ampla e bem mais lúcida. Então, pode ter a certeza, pode. Agora, o tempo aí só o tempo dirá. E >> aí tem esse outro amor. Por isso vocês tem, ó, vamos ler renúncia. Aun sai de uma esfera superior para auxiliar um afeto do passado e vem para a Terra sujeita todas as as dificuldades desse planeta na Idade Média. Isso é amor, renúncia. >> É lindo. Os outros nos ensinando. >> É bom. Tem uma outra pergunta aqui, Mário. A gente ainda tem um tempinho. Tem mais pergunta no chat? Tem mais uma. Vamos responder mais uma. Depois a gente >> Vamos lá. Bom, Mário, falando desse negócio do espírito evoluído, eu acho que quando eu e André desencarnar vai ser isso. Ela vai estar num num país bem mais elevado, no mundo bem mais elevado. Sou de Lagoa da Prata, Minas Gerais. Como saber se é amor ou paixão quando conhecemos alguém? Guarda essa daí. E tem uma outra aqui sobre os irmãos, como explicar um amor maior por alguns. Dou bem com todos, porém sinto em sintonia maior com três. É duas perguntas, né? >> Vamos lá começar do final. Essa questão dos irmãos, eh, é muito do componente do ser, né? Essa pessoa tem, não sei quantos irmãos tem, mas ela se vincula
tonia maior com três. É duas perguntas, né? >> Vamos lá começar do final. Essa questão dos irmãos, eh, é muito do componente do ser, né? Essa pessoa tem, não sei quantos irmãos tem, mas ela se vincula muito a três. Por será? Certamente que é algo de afinidade desta atual reencarnação, como também de afinidade e simpatia espiritual de outras. Mas fazendo um contraponto, um contrafluxo ao questionamento na família é onde está o celeiro do amor. Aquela pessoa que a gente tanto rejeita, que a gente tanto refuta, ensina bastante a incrível capacidade que nós temos de amar que ainda está adormecido, que a gente ainda nega. Santo Agostinho tem um texto incrível no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo honrai vosso pai, vossa mãe. O item nove é finalizando em gratidão entre pais e filhos, que ele traz essa reflexão que é no âmbito da família que tá aí o nosso grande celeiro do amor. >> Então vamos, tem mais umas perguntinhas aqui. Ah, essa é boa. alguma situação em que a separação entre casais pode favorecer o amadurecimento psicológico e o crescimento espiritual dos envolvidos? Pode, porque a separação a um primeiro momento, ela pode significar um momento de reflexão. Ela pode significar o que já foi dito aqui a mesa hoje, um certo deserto que nós devemos passar. E nos nossos desertos, a nossa consciência transparece. Nos nossos desertos, nós vemos a intimidade dos nossos. A depender da situação, quando a relação termina, quando a relação se rompe, no primeiro momento, se a gente conseguir transplantar, digamos assim, a frustração e cairmos nesse momento de reflexão, pode ser que nós saibamos que erramos, saibamos que podemos fazer melhor e procuremos a pessoa para pedir desculpa, não necessariamente no movimento de voltar, mas do movimento de reaproximação. E é diferente isso. É diferente isso. É um movimento de nós assumirmos o que nós não víamos, porque ao final e ao cabo a gente erra diante das nossas convicções. Ninguém erra porque quer. Ninguém erra porque quer. A
sso. É diferente isso. É um movimento de nós assumirmos o que nós não víamos, porque ao final e ao cabo a gente erra diante das nossas convicções. Ninguém erra porque quer. Ninguém erra porque quer. A gente erra diante das nossas convicções. Então assim, às vezes uma relação termina e a gente tem essa oportunidade de fazer um juízo de valor. Não, realmente agora que afastou da convivência, eu posso além de respirar um pouco, refletir como eu fui, como eu poderia ser e principalmente, principalmente como eu consegui. O ponto é esse, como eu consegui ser e não como eu deveria ser. Jesus fala, né? reconcilia-te com os teus adversários enquanto estás a caminho com eles. Mas às vezes é difícil a gente chegar e pedir desculpa ou a outra pessoa também pedir desculpa e a gente perdoar, porque o perdão também é um processo. Agora, o movimento de já não desejar o mal, de já querer, né, perdoar mesmo afastado, já é um passo grande a ser dado dentro desse processo. Então é importante que nós reflitamos, como o Mário falou, né? Como como é está a minha situação? Será que eu já consigo perdoar ou será que eu consigo pedir perdão? Se eu não posso pedir perdão pessoalmente, eu posso ir pedindo perdão por oração. Tem até num livro, né? Eh, foi qual dos livros que uma história de um dois duas pessoas que viajavam juntas, dois eh inimigos? Eles eram amigos antes e ficaram muito tempo sem poder sem se comunicar com raiva, né, um do outro. E um deles orava todo dia pedindo perdão. E aí eles precisam viajar juntos a serviço e quando eles se encontram no avião, o outro já estava pronto para perdoar. Então é um processo e o o querer, né, nos a vontade de perdoar e de ser perdoado pode ajudar nesse processo. Isso. Mais alguma coisa? Bom, vou fazer uma a pergunta importante aqui que ele vai responder da adolescente. Quanto aos adolescentes, como devemos entender os casos de amores não correspondidos e as decepções amorosas na juventude podem ter alguma relação com fatos ocorridos em existências
er da adolescente. Quanto aos adolescentes, como devemos entender os casos de amores não correspondidos e as decepções amorosas na juventude podem ter alguma relação com fatos ocorridos em existências passadas? >> Como toda resposta do espiritismo, pode. Mas é bem legal essa pergunta. sobre adolescência paraa juventude, né? Porque na juventude a gente vai despertando, a gente vai começando a alçar o nosso próprio voo e a gente vai se deparando com algumas portas se fechando. Então, na juventude a gente tem a oportunidade de conhecer a utopia da vida em sociedade e, por outro lado, também a realidade. A realidade é dura. E a realidade não é o que a gente quer que ela seja, ela é o que ela é. E ela se impõe na adolescência. Aí quando eu vi essa pergunta, eu me lembrei de uma história minha na adolescência que eu tinha assim uma paixão platônica por uma pessoa e ela nem sabia que eu existia. Aí eu ficava assim, né, ai teorizando como é que vai ser quando a gente se casar, quantas vezes a gente vai ter. Eu tinha o quê? Uns 14 anos. Aí olhando assim, aí tocou uma música de Alba Ramalho com Geraldo Azevedo. Se um dia você se lembrar, escreva uma carta para mim. Bote logo no correio com frase dizendo assim: "Faz tempo que eu não lhe vejo, quero matar meu desejo." Aí que saudade de você. Aí eu ficava em casa assim, bem romantizado, olhando a janela, esperando um passarinho abrir com uma carta no no bico, né? Não, a gente fala isso porque assim, pela nossa faixa etária, pela nossa faixa etária, a gente hoje vê isso e ri, mas eu já passei por isso e hoje assim eu morro de rir disso. Aí eu fiquei com raiva da natureza, fiquei com raiva do passarinho, né? Mas não me criou um trauma, porque aquela ideia me fez acreditar que o amor é uma construção interna minha. É bom quando é quando é correspondido, meu amigo. É ótimo. E se não for, aí a gente aprende. Então hoje em dia, por exemplo, não se tem o passarinho, tem o WhatsApp. Manda uma mensagem, manda um áudio que não seja longo, porque depois de 10
eu amigo. É ótimo. E se não for, aí a gente aprende. Então hoje em dia, por exemplo, não se tem o passarinho, tem o WhatsApp. Manda uma mensagem, manda um áudio que não seja longo, porque depois de 10 segundos vamos ligar, né? Porque saudade é para para se encontrar, né? E hoje em dia, por exemplo, não é o passarinho portador da carta, sou eu. Eu escrevo, mando, fiz até uma poesia pra Wagner num dia desse, né? Então, assim, a gente vai aprendendo com a vida. Então, naquela época o passarinho não entrou na minha janela, mas eu não me revoltei. >> Isso, né? Quem não teve um amor de adolescência, de uma apaixonite, né? >> Nossa. >> Então, vamos lá, já nos encaminhamos para momentos finais, mas tem uma pergunta aqui que eu acho muito importante. A gente já falou um pouco. Como lidar com a saudade de um amor que se foi? A >> paz. Vamos lá. Rapaz, não, né, mulher? São duas variantes da resposta. Um amor que eventualmente tenha desencarnado e um amor que eventualmente tenha decidido seguir o seu caminho, construir outra vida. No começo é difícil. E nós temos duas vibrações de sentimentos para quando essas situações acontecem. Primeiro é a tristeza que a gente meio que não espera e segundo, mas bem depois, como se fosse uma camada, uma escada, é a frustração. Poxa, como deveria ser legal se eu tivesse dado certo com Francisco. Como deveria ser legal se eu tivesse dado certo com Joano, mas não deu. E essa saudade, ela não é um impeditivo, pelo contrário, ela é uma mola propulsora para eu continuar acreditando. Porque essa saudade de uma relação significa que eu tenho a consciência, a consciência que não fui correspondido, que eu tenho a consciência, a consciência que eu tenho um vazio a ser preenchido. ou uma vida, a gente trabalha um pouco a linguagem poliana, ou uma vida a ser complementada, a ser compartilhada. E abrindo o coração pra vida, a gente consegue perceber que o amor ele é uma constante que bate porta nas nossas vidas. tem uma uma sobre saudade, tem uma uma pensamento de Paulo na carta em
rtilhada. E abrindo o coração pra vida, a gente consegue perceber que o amor ele é uma constante que bate porta nas nossas vidas. tem uma uma sobre saudade, tem uma uma pensamento de Paulo na carta em uma carta aos Coríntios, que eu sou cliente VIP também dela. O amor tudo pode, na verdade, o amor tudo suporta, tudo crê, tudo aguenta e tudo espera. Porque o amor, como é uma construção psíquica interna nossa, ele vai se ramificando. Posso ter um viés não correspondido de uma relação conjugal, que eu posso dissipar essa força gravitacional que é o amor numa relação no trabalho, numa relação do movimento espírita, numa relação de evangelho, num processo de namoramento com Jesus, vai muito da variante. Mas a saudade, pessoal, para quem tem ou para quem já conhece o que é uma saudade de amor, é difícil, mas passa. Obrigada, Mário. Muito obrigada por nos blindar com seus conhecimentos através sobre relacionamento, né, de experiências, claro, que todos nós temos com relação a isso. E obrigada também ao Wagner, a Débora, que esteve aqui nos auxiliando. Muito obrigada a todos vocês que aqui estiveram nos prestigiando. E eu vou retornar para palavra ao Mário para que ele faça um comentário final sobre o tema e uma prece. Tudo bem? >> Nossa, vamos lá. Um comentário final. Acreditemos, independente do que a gente passa, que nós possamos acreditar no amor. E aqui já encaminhando pro final, eu quero fazer uma reflexão de uma música de Chico Boarque, que eu acho incrível, chamada Futuros Amantes. Não se afobe não, que nada é para já. O amor não tem pressa, ele sabe esperar. em silêncio no fundo do armário. Aí ele continua aí lá no finalzinho ele volta falando de novo sobre esse nosso processo de afobamento com o amor. E ele fala, ele canta, ele escreve, ele constrói uma melodia em relação à amordoação, que eu acho incrível, incrível. Ele transforma o sujeito protagonista da amor. Isso é minha interpretação, tá pessoal? Eu sou um pouco fantástico mundo de Bob. Ele transforma a interpretação daquele ser
e eu acho incrível, incrível. Ele transforma o sujeito protagonista da amor. Isso é minha interpretação, tá pessoal? Eu sou um pouco fantástico mundo de Bob. Ele transforma a interpretação daquele ser que estava em um momento triste e vem nos contemplar com a lição sobre o amor. Não se afobe não, que nada é para já. Futuros amantes um dia irão se se amar com o amor que um dia eu deixei para você. Então assim, o amor é legal quando ele é correspondido, é ótimo. Mas a gente tem que trabalhar na dinâmica da vida duas perspectivas. Primeiro, relações que eventualmente terminaram e que a gente não teve o controle. Às vezes a gente se amargura, a gente se angustia. e segundo também o nosso próprio processo de decisão de sair de uma relação. E a gente trabalha aqui finalizando o conceito de responsabilidade afetiva. Se eu convivo com a pessoa que eu vejo que não dá certo, não tem para que eu enganá-la, não tem para que eu me enganar. Relacionamento deve ser algo construtivo, embora seja desafiador. Relacionamento deve ser algo amoroso com quanto às vezes nos provoque inquietações. Mas o que a gente tem que ter certeza, mas assim é certeza é que uma relação conjugal é desafiador. E se a gente puder fazer o que for em termos de orgulho, em termos de parcimônia, em termos de empatia, que façamos. Mas chega um ponto que a gente precisa observar o contexto. Se realmente não dá certo, deixemos ir. Não adianta, eu até trazer um um um analogia dessa. A noa dessas palestras, a gente ficar segurando um balão, segura um balão, um balão, um balão, o balão querendo sair, o balão querendo sair. Chega um ponto que a mão fica toda ensanguentada e a gente não consegue mais e o balão sai, porque é o curso natural da vida. Nós somos construções fluídicas onde o nosso pensamento ecoa. Que possamos ter a confiança no amor de Jesus, de Jesus por nós e que nós possamos dentro das nossas relações e limitações, amar conforme o mestre nos ensina. Prece. Vamos lá. Amado mestre Jesus, nesse momento
mos ter a confiança no amor de Jesus, de Jesus por nós e que nós possamos dentro das nossas relações e limitações, amar conforme o mestre nos ensina. Prece. Vamos lá. Amado mestre Jesus, nesse momento de prece finalizando os trabalhos da noite de hoje, que possamos nos acolher no teu amor quando não estivermos entendendo uma situação de amores que se foram. Saibamos, mestre amigo, que o teu amor é um cobertor para nossa alma. Teu amor é o alimento para o nosso espírito. É o teu amor, Jesus, que nos ensina que a construção do reino dos céus é um processo diário em que nós somos responsáveis. Se dói, se eu ainda não compreendo uma relação que terminou, me ensina a aprender com o tempo, porque eu sei que tu estás sempre comigo e que eu veja em eventual dor um processo de cicatrização, que eu veja em eventual mágoa como se fosse o amor sendo abafado. Que eu liberte as minhas gaiolas, que eu abra as minhas portas, que eu veja novas janelas para respirar novos ares e conhecer novos amores. Com essa prece, devolvemos a palavra à irmã Flaviana para que ela possa encerrar os trabalhos da noite de hoje. Mais uma vez, obrigada a todos. Uma boa noite. Vamos ficar com paz. Obrigada, Mário. Obrigada Wagner. Obrigada Andreia por você ter feito parte também do nosso processo aqui, tá? Um abraço a todos que nos acompanham pela TV Comunhão, pelo pelo YouTube. Até a próxima. Sejam bem-vindos à nossa [música] sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais [música] e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa [música] auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um
stabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com [música] o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos [música] de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais [música] possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto [música] a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado [música] seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como
santificado [música] seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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