A Força do Espiritismo - Introdução à filosofia de Léon Denis - 4ª parte - Thiago Barbosa

FEBtv Brasil 08/07/2025 (há 9 meses) 59:24 48 visualizações

"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às segundas-feiras, às 19h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.

Transcrição

Olá, pessoal. Boa noite, sejam bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo. Esta noite, né, como todas as noites de segunda-feira agora já marcaram aí na sua agenda depois dessa mudança de dia e horário. Toda segunda às 7:30 da noite, o programa A Força do Espiritismo, que é uma produção do espiritismo.net NET em parceria com a FEBTV e com a TV CER e retransmitido também por alguns outros canais parceiros. E estamos na quarta parte de uma série nova, né, onde nosso querido Thiago Barbosa tem trazido um pouco da filosofia de Leon, né, feito essa introdução à filosofia de Leoni. Então vamos chamar ele. Boa noite, meu amigo. Boa noite, meu amigo. Obrigado. Obrigado. Paz. Tudo certo. Tudo certo, graças a Deus. Muito frio. Isso. Isso aí. Mas a gente vence o frio também. Com certeza. Com certeza. Nada melhor do que dar uma aquecida com leão delin. Então eu vou deixar você agora nesse primeiro momento, nesses primeiros 40 minutos mais ou menos. Eh, já convidando o pessoal a fazerem suas perguntas, seus comentários e ao final eu retorno paraa gente bater um papo e colocar as questões aí do nosso público. Tá bom, Thaago? Ótimo, meu amigo. Vamos lá, então. Vamos lá. Palavra é tua, então. Obrigado. Minhas amigas, meus amigos. Boa noite para nós. Que seja uma noite de paz e de boas reflexões, não é? Bom, hoje nós vamos eh tratar de um tema que também é muito caro a Leoni. Esse tema permeia várias de suas obras. que é a crise e a renovação, né? Nós temos a obra que nós iremos utilizar hoje, que é esta depois da morte, a obra um olhar sobre o tempo presente, o problema do ser e do destino e o mundo invisível é a guerra. nessas obras, ele vai tratar da questão da crise, né, e também da renovação. Mas antes de entrarmos no pensamento de Leondeni, se faz necessário irmos à obra de Allan Kardec para entender como que o mestre lonês trata desse tema, como que ele explora essa temática para aí sim de maneira um tanto quanto mais segura, adentrarmos a obra de Deni Allan Kardec.

de Allan Kardec para entender como que o mestre lonês trata desse tema, como que ele explora essa temática para aí sim de maneira um tanto quanto mais segura, adentrarmos a obra de Deni Allan Kardec. No capítulo 18 de Gênesis. Boa noite, Elizabete. Boa noite, Soraia. Boa noite, Hilda. Eh, na obra Gênesis, lá no capítulo 18, Allan Kardec vai tratar desse tema de maneira muito ampla, extensa, eh, da seguinte forma. No Evangelho Segundo Espiritismo, lá no capítulo 3, quando ele vai tratar da questão da pluralidade dos mundos habitados, nós vamos encontrar neste capítulo uma comunicação do espírito de Agostinho, de Santo Agostinho. neste capítulo, eh, ele, melhor dizendo, neste item que intitulado A progressão dos mundos, ele vai tratar, eh, de toda a escala evolutiva dos mundos que o espírito percorre na sua trajetória de ascensão espiritual. Então ele vai falar dos mundos primitivos, vai tratar também do mundo de provas e expiações, que é exatamente este que nós estamos, do mundo de regeneração, dos mundos felizes e dos mundos celestes. Como nós dissemos, nós estamos no mundo e de provas e expiações, num processo de interregno entre o mundo de provas e expiações e o mundo de regeneração. E o que depende da leitura de deste capítulo, especificamente da comunicação de Santo Agostinho, é que quando há um processo de eh de transição entre um estado eh um estado, né, moral, intelectual, espiritual para outro, ou seja, nessa transição entre o mundo de próas expiações e o mundo de regeneração, há uma crise, uma crise que naturalmente nós podemos que é chamada ali por Kardec, né? E no capítulo 18, agora sim, na obra Gênese, ele vai tratar da nova era também, ou melhor dizendo, da nova geração, perdão, né? E no capítulo, nesse item da nova geração, ele vai dizer que eh todas as vezes em que há uma nova geração e naturalmente uma geração velha, se abre uma crise por valores novos, novos modos de encarar a vida e a existência se contrapõe, né, a geração velha que não quer, que

vezes em que há uma nova geração e naturalmente uma geração velha, se abre uma crise por valores novos, novos modos de encarar a vida e a existência se contrapõe, né, a geração velha que não quer, que inclusive nesse sentido dialoga muito com a reflexão que um filósofo italiano chamado Antônio Gram, ele faz sobre esse processo de crise que ele diz assim, mais ou menos assim: "Eh, a crise é quando o velho não morreu e o novo ainda não nasceu, né? Então nós ficamos num estado assim intermediário. Inclusive há comunicações ali de dois espíritos neste capítulo que aprofunda de maneira nossa, eu diria assim extremamente interessante. Nós podemos dizer que é como se fosse assim uma sociologia da crise à luz do espiritismo, né, que é o espírito de Paleci e do espírito de Árago. São duas comunicações, né? Ele diz que eh essas eh eh essas crises, esses processos, eles começam comumente no mundo espiritual, a repercussão no mundo material e naturalmente quando se estabelece que no mundo material repercute no mundo espiritual e que isso obedece a leis e ciclos. O que nós podemos dizer que é o que há de mais interessante nessa comunicação. Ele é afirmativo de ambos os espíritos dizendo sobre isso, né? Que então que a lei, a a a essas crises, elas também eh obedecem a leis, né? tem o seu tempo, tem a sua duração, tem a sua motivação, tem seu objetivo e as consequências esperadas, né? E que muit das vezes comoove toda uma multidão e depois tem um processo de transformação e, por fim, estabilização, né? Então, e os esses espíritos ainda dizem que isso eh eh a a essa esse processo de transformação do globo terrestre eh começou justamente ali por volta do período da Revolução Francesa, Revolução Industrial. não é, que impactou eh eh não só a Europa, mas o mundo todo, né, trazendo uma nova era do ponto de vista político, social, econômico e, claro, espiritual, nãoé? Eh, então, eh, eh, isso nós já encontramos na obra de Allan Kardec lá nesse capítulo 18. Tudo isso, né? Tudo isso eh faz parte do

ponto de vista político, social, econômico e, claro, espiritual, nãoé? Eh, então, eh, eh, isso nós já encontramos na obra de Allan Kardec lá nesse capítulo 18. Tudo isso, né? Tudo isso eh faz parte do processo de aquilo que comumente nós chamamos de transição. Transição do quê? De um estado para outro. Quando que isso vai terminar? Não sabemos, né? Nós mesmo não sabemos, né? afirmar que, ah, vai terminar nesse período, naquele, eu acho que é é é enfim, não é tão interessante assim. Bom, e aqui na obra Depois da Morte, o último capítulo, né, da primeira parte, eh, que é intitulado Crenças e Negações, não é? Depois de fazer análise de algumas doutrinas da antiguidade que se assemelham por demais com o espiritismo, Deni, ele vai tratar justamente o processo de crise e de renovação no capítulo A crise moral. O tempo que Leon Denil está escrevendo é mais ou menos eh uns 40 eh 40 anos. 40 não, 30 anos, né? 30 anos. Porque Kardec publicou esse texto em 1800 e 1868, né? E Deni vai publicar em 1890. Então dá quantos anos? Eu acho que nem 30, né? Falei besteira. Nem 30. 70 é mais ou menos aí eh eh 20 22 anos. Mas o mundo já havia se transformado em muito, né? E qual que era o o, digamos assim, o o cerne, né, da reflexão de Leon Den ao analisar a questão, o diagnóstico é que nós tínhamos uma crise na religião, na ciência, na educação, na filosofia, nas artes, né? Eh, e, eh, nas sociedades, né, principalmente no que tange a moral, né? Então, qual que era a questão com a ciência? A ciência, ela havia se encastelado e transformado eh eh a o seu conhecimento, instrumentalizado seu conhecimento para assim a composição de grandes fortunas, por um lado, de eh a serviço também muit das vezes, daicosidade, né? Vale lembrar que Deni, ele observou de perto a guerra francopruciana, que foi uma guerra terrível, matou e centenas de milhares de prussianos, na época ainda não eram alemães, né? Não tinha nascido o estado alemão e de franceses, algo em torno de 170.000. Isso era muita gente, coisa que depois vai, né, piorar

tenas de milhares de prussianos, na época ainda não eram alemães, né? Não tinha nascido o estado alemão e de franceses, algo em torno de 170.000. Isso era muita gente, coisa que depois vai, né, piorar ainda mais. E era uma ciência eh eh materialista que muito embora ela tentar se contrapor, se contrapor a a religião, ela transformou o materialismo em sua própria religião, né? Então, a ciência, primeiro que ela havia se encastelado, havia uma pouca conexão entre as demandas da sociedade, naturalmente, a ciência, né? A técnica, ela tava muito mais vinculado à soberba do que à libertação e emancipação da sociedade da criatura, né? Então, digamos assim, a principal crítica de Deni, crítica no sentido filosófico, né, a da análise de Leon Deni era justamente essa. Por outro lado, a religião, né, a religião extremamente dogmática que eh eh aprisionava a criatura em medos, né, em muitos medos. Então isso é era um é um ponto, era uma crítica que Leandrin vai fazer, não só aqui no depois da morte, mas também na obra cristianismo e espiritismo, né? Ele concentra principalmente na análise da doutrina católica do seu tempo, que hoje mudou e mudou para melhor, né? É preciso reconhecer isso. Nossa, hoje tanto do ponto de vista teológico quanto do ponto de vista pastoral, doutrinal, melhorou e muito, né? A Igreja Católica progrediu bastante. Eh, mas então a a a questão da religião era basicamente essa, né? Havia o problema da economia que Deni reconhecia que tava a serviço de poucos, né? e igualmente o problema político, as artes, ela havia perdido a conexão com um certo idealismo. Isso Leon Denê vai aprofundar eh na obra Espiritismo, na arte, não é? que era um conjunto de artigos que Denise escreveu em 1918. Eh, nossa, que é um texto assim de uma elevação espiritual enorme, né, muito grande. Então, também tinha essa questão, tinha essa questão com as artes. ele eh eh porque a arte também ela havia sido instrumentalizado, né, pelo capital e enfim, então faltava um ideal elevado, né, mostrar o bem, o

bém tinha essa questão, tinha essa questão com as artes. ele eh eh porque a arte também ela havia sido instrumentalizado, né, pelo capital e enfim, então faltava um ideal elevado, né, mostrar o bem, o belo, o justo, enfim, a educação eh havia perdido o seu vigor, né, vigor no sentido tanto intelectual quanto espiritual. E e tudo isso, se a gente for analisar bem o pensamento de Deni, tem o problema do ideal, que é o problema do sentido. O por que se tá educando, por que que tá se produzindo arte? Por que que tá se produzindo ciência? Isso tá muito relacionado aos interesses e naturalmente ao egoísmo, ao orgulho, ao vaidade, né? Então, denivia que esse conjunto de coisas, que esse conjunto de coisas produzia uma crise moral. E essa crise moral, ela tinha a sua a sua, digamos, perdão, gente, o seu ponto nevrálgico tava muito relacionado também à filosofia do seu tempo. a filosofia do seu tempo, que era uma filosofia extremamente pessimista, que novamente carecia de um ideal elevado, de uma algo que profundamente pudesse conectar o ser consigo mesmo. ao mesmo tempo com o transcendente, com elevado, né? Então, eh, inclusive ele traz aqui um exemplo do filósofo Joli Sorri, né, que ele diz assim: "Olha só que interessante o texto desse filósofo que é extremamente pessimista, né? Há alguma coisa de vão e inútil no mundo. é o nascimento, a existência e a morte de innumeráveis parasitas, faunas e floras que medram com o mofo e agitam-se pela na superfície desde ínfimo deste ínfimo planeta, indiferente em si, necessária em todo o caso, pois existe. A vida desses seres tem por condição a luta encarniçada de um contra o outro, a violência e a astúcia. Olha só, gente, o que que ele diz. O amor mais amargo que a morte. Olha só, parecerá ao menos a todos os seres conscientes, um sonho sinistro, uma alucinação dolorosa, ao preço da qual o nada seria um bem. Mas se somos filhos da natureza e se esta nos criou e nos deu a vida, por nossa vez somos nós que temos dotado com todas as qualidades ideais que a

ação dolorosa, ao preço da qual o nada seria um bem. Mas se somos filhos da natureza e se esta nos criou e nos deu a vida, por nossa vez somos nós que temos dotado com todas as qualidades ideais que a embelezam ao nossos olhos. Somos nós que tecemos o véu luminoso sob o qual ela nos aparece. Portanto, é realmente obra nossa, a eterna ilusão que encanta ou atormenta o coração do homem. No universo, onde tudo são trevas e silêncios, só ele revela e sofre sobre este planeta, porque talvez somente ele entre seus irmãos inferiores medita e pensa apenas agora. Começa a compreender a verdade de tudo que tinha acreditado, de tudo o que amou. O nada da beleza, gente, vou até repetir, o nada da beleza, a impostura da bondade. Olha o que que ele tá chamando bondade de impostura. A ironia de toda a ciência humana, após ter ingenuamente adorado os que julgavam seus deuses e seus heróis, quando não tem mais fé nem esperança, eio sentindo de que a própria natureza lhe falta. Pois como tudo mais, ela não passava de uma aparência de engano. Então isso aqui é apenas um extrato daquilo que graçava na filosofia do tempo de Deni. Esse tipo de pensamento extremamente pessimista. E por que a filosofia e as ideias de um tempo, elas são tão importantes para análise da conjuntura, análise eh do tempo em que essas ideias foram forjadas e naturalmente a o tempo que a sucedeu. Por quê? é justamente com essas ideias, geralmente as ideias dominantes, é que eh forja uma sociedade, né? por exemplo, o pensamento utilitarista, né, e e de prosperidade, né, tem feito eh de nós uma sociedade hedonista, uma sociedade que busca desenfriadamente os bens materiais, a riqueza, o poder, isso tudo. E no fundo isso não traz e não responde às grandes necessidades do ser espiritual. E hoje nós somos uma sociedade com muitas pessoas infelizes, né? Então por isso que a filosofia do tempo, né, de um determinado tempo é tão importante para Leonir para analisar o seu próprio tempo. Por quê? ela vai eh eh ela vai, digamos, influenciar a

felizes, né? Então por isso que a filosofia do tempo, né, de um determinado tempo é tão importante para Leonir para analisar o seu próprio tempo. Por quê? ela vai eh eh ela vai, digamos, influenciar a educação, ela vai influenciar a ciência, ela vai influenciar as artes, ela vai influenciar a política, ela vai influenciar a espiritualidade de um tempo, né? Então, por isso que na análise de Denis é tão importante. E aí, gente? Mas inclusive o já sempre quando nós conversamos e nós conversamos muito sobre Leand, ele diz assim que o que mais chama a atenção de Leonir é que ele apresenta o problema, mas ele também apresenta a solução e e sempre termina um texto que num primeiro momento pode parecer um tanto quanto pessimista, depois aparece a esperança. né? Então, Denise sempre faz isso e aí ele mostra de maneira muito clara que haverá renovação, não é? Porque inclusive, antes de entrar, inclusive no texto que eu ia eh planejei aqui para ler, é interessante pensarmos o seguinte, eh todo o processo de evolução das ideias, muit das vezes o momento que a gente diz assim: "Nossa, a coisa tá tão difícil". Gente, primeiro, não há noite que perdure. Não há noite que perdure, sempre eh um dia vai raiar, né? Então esse, sem dúvida, é o primeiro ponto para nós aqui. Se hoje, do ponto de vista pessoal ou coletivo, o alguém que está nos ouvindo tá atravessando um grande desafio, fique tranquilo, isso vai passar, né? Eh, eh, há sempre problema, há sempre na história, inclusive quando nós formos tratar da ideia de progresso, Leonir, ele tem um opúsculo chamado o progresso, que ele trata dessa questão, onde que ele diz assim que eh o progresso ele é como as águas do mar, né? Vai, volta, vai e volta. Então, e o professor Jorge Andreia, ele tem uma obra incrível chamado Impulsos Criativos da Evolução, né? Que ele diz que na humanidade é mais ou menos assim, como se a gente eh eh subisse dois degraus e depois descesse um. Não no sentido de retrogradar, né? Mas no sentido assim, eh eh porque o

lução, né? Que ele diz que na humanidade é mais ou menos assim, como se a gente eh eh subisse dois degraus e depois descesse um. Não no sentido de retrogradar, né? Mas no sentido assim, eh eh porque o espírito ele não retrograda, ou seja, aquilo que ele conquistou ele permanece. Mas às vezes parece que coletivamente a humanidade avança, né? E por que que avança? Porque determinados espíritos vieram, espíritos mais evoluídos. Aí abriram um caminho, aí depois chegam a vez, né, daqueles espíritos mais atrasados. Aí parece que a humanidade, a gente fala assim: "Nossa, não existe progresso, parece que o mundo tava tão melhor e agora tá pior". Mas por quê? Porque eh desceu um degrau, né? Mas nunca eh eh digamos assim retorna a uma estaca zero, né? Não mesmo. Não retorna mesmo. Quanto a isso, podemos, tô olhando aqui o tempo, podemos ficar muito tranquilos, né? Que isso não há. Bom, então e e aí depois desse tempo mais sombrio, haverá de ter renovação. Podemos mostrar isso historicamente? Podemos. Podemos sim, né? Eh, todos nós sabemos que o Ocidente ele passou por aquilo que o nosso, um dos grandes historiadores da Idade Média, um medievalista, Jaques Legov, ele chama de ocidente medieval, né? Nós passamos um período de quase 1000 anos onde eh eh a humanidade parece que passou por uma grande noite. Inclusive é conhecido também a Idade Média como idade das trevas, né? idade das trevas, porque foi um período de fato bastante eh eh bastante sombrio mesmo. E aí depois disso houve o renascimento e e antes que houvesse o renascimento, a a Europa passou por um período muito difícil, né, de muitas guerras, guerras. conflitos com outros povos, mas entre nações europeias. E depois nós tivemos a peste negra que dizimou milhões de pessoas em toda a Europa. Milhões de pessoas, né? E aí depois disso houve um intenso momento de florescimento espiritual. Nós tivemos no campo das artes grandes gênios da pintura, como por exemplo Michelângelo, Leonardo da Vin Donatelo, né? Escultores também, no caso do do eh do

tenso momento de florescimento espiritual. Nós tivemos no campo das artes grandes gênios da pintura, como por exemplo Michelângelo, Leonardo da Vin Donatelo, né? Escultores também, no caso do do eh do Michelângelo, não é? Nós tivemos no campo da filosofia um renascimento com Montesquier, com Robs, com eh eh Maquiavel, Nicolau Maquiavel. Na política, nós começamos um ensaio de renovação que vai florescer eh justamente na Revolução Francesa, né, depois séculos depois. Eh, nós vamos ter o retorno à ciência. Aí nós vamos ter Kepler, Galileu Galilei, nós vamos ter Newton, né? Então, eh é um um processo intenso de florescimento. Então, para aqueles que imaginavam, para aqueles que imaginavam que eh eh a a idade média seria, né, eterna, da mesma forma que as pessoas imaginavam que o império e a tirania romana seria para sempre. Era difícil imaginar que o Império Romano iria cair. Quem imaginaria? Não, a pessoa tinha que ser muito assim descompensada a imaginar que o Império Romano um dia ele iria, ele iria, né, morrer, que ele iria acabar, que iria entrar num processo de declínio. As pessoas não imaginavam mesmo, né? e acabou que isso, enfim, eh, não aconteceu, melhor dizendo, que isso aconteceu, né? Então isso mostra para nós que não existe mal eterno. Na verdade, o que existe de fato é um bem eterno. À medida que a gente observa que a história ela sempre avança para um horizonte melhor. Se a gente olha hoje, né, momento histórico que nós estamos vivendo, ele é bem melhor do que o momento em que havia no passado. E aí, e por assim vai, né? E por assim vai. Então, eu vou começar a ler aqui eh eh a reflexão de Deni e na semana que vem, naturalmente, nós iremos continuar. que ele diz assim: "A hora presente é de crise e de renovação. O mundo está a fermentação. A corrupção aumenta, a noite estende-se, o perigo é grande, mas por trás da sombra vemos a luz. Por trás do perigo a salvação. Uma sociedade não pode parecer. se trazem si elementos de decomposição. Também possui os germes de transformação

, o perigo é grande, mas por trás da sombra vemos a luz. Por trás do perigo a salvação. Uma sociedade não pode parecer. se trazem si elementos de decomposição. Também possui os germes de transformação e de ressurgimento. A decomposição anuncia a morte, mas também precede o renascimento. Olha que bonito, né? Pode ser o prelúdio de uma outra vida. De onde virão a luz? a salvação, o reergimento da igreja, não, porque ela impotente para regenerar o espírito humano da ciência também não. Pois está, pois esta se preocupa com os com os caracteres, perdão, pois que essa não se preocupa com os caracteres, nem com as consciências, mas tão só com o que fere os sentidos e tudo que faz grande os corações, fortes as sociedades, a dedicação, a virtude, a paixão do bem, não podem apreciar-se pelos sentidos, mas levar levantar o nível moral para deter a dupla corrente da superstição e do ceticismo, que arrastam igualmente a esterialidade. É preciso uma nova concepção do mundo e da vida que apoiando-se no estudo da natureza e da consciência não, né, perdão, da consciência na observação dos fatos do nos princípios da razão, fixo alvo na existência e regule a nossa marcha para diante. O que é preciso é um ensino moral do qual deduza um incentivo de aperfeiçoamento, uma sanção moral e uma certeza para o futuro. Ora, essa concepção e esse ensino existe já e vulgarizam-se todos os dias por entre as disputas e as divagações das escolas, uma voz fezse ouvir a voz solene dos mortos. ergueram-se do outro lado do mundo, do túmulo, mais vivos do que nunca. E e perante suas instruções, dererrou-se o véu que nos ocultava a vida futura. O ensino que nos dão vem reconciliar todos os sistemas inimigos, fazendo brotar uma chama nova dos escombros cinzas do passado, dos escombros, perdão, da e das cinzas do passado. Na filosofia dos espíritos, encontramos a doutrina oculta que abrange todas as idades. Ela faz reviver essa doutrina debaixo das maiores e das mais puras formas. reúne os destroços esparços, cimenta-os

a filosofia dos espíritos, encontramos a doutrina oculta que abrange todas as idades. Ela faz reviver essa doutrina debaixo das maiores e das mais puras formas. reúne os destroços esparços, cimenta-os com um forte argamaça para reconstruir um monumento grandioso, capaz de abrigar todos os povos, todas as civilizações, para assegurar as duras a a perdão, para assegurar a duração, assenta-se assenta-o sobre a rocha da experiência direta, do fato que se renova sem cessar e graças a ela e que se desenrola aos olhos de todos, na espiral infinita dos tempos, o drama imenso da vida imortal, com as existências inumeráveis e os progressos incessantes que reserva a cada um de nós na escala colossal dos mundos. Tal doutrina poderá transformar povos e sociedades, levando claridades a toda parte, onde for noite, fazendo fundir ao seu calor o gelo e o egoísmo que houver nas almas, revelando a todos os homens as leis sublimes que os unem nos laços de uma de uma estreita de uma eterna solidariedade, estabelecerá conciliação com a paz e a harmonia. Por ela aprendemos a agir com um com o mesmo espírito e um mesmo coração. E a humanidade consciente de sua força caminhará com passo mais firme para seus magnificentes destinos. É esse o ensino que exporemos. Bom, aqui ele só vai fazer uma introdução ao que vem, né, eh eh nas outras partes da obra. Mas qual é o ponto? é que a semelhança daquilo que ele faz no último capítulo da primeira parte da obra O grande enigma é que nós precisamos de algo potente que faça uma síntese do presente e das crenças atemporais do do passado, né? aquilo que ele chama de doutrina secreta. E nós podemos chamar também de doutrina ou filosofia perene. Se nós formos, como nós fizemos nos estudos precedentes, analisar todas as culturas, todos os povos, nós vamos verificar que há algo comum na tradição espiritual desses povos. E é preciso então reavivar esse sistema, fundi-lo, né, eh eh com o tempo presente. E esta é justamente a proposta da doutrina espírita, uma

ficar que há algo comum na tradição espiritual desses povos. E é preciso então reavivar esse sistema, fundi-lo, né, eh eh com o tempo presente. E esta é justamente a proposta da doutrina espírita, uma doutrina que se conecta com aquilo que há de mais sagrado e perene na tradição espiritual, né, do passado, mas também que eh responda às questões do tempo presente, né, para que possa constituir uma educação do ponto de vista integral, não é? Porque a educação é ela que de fato consegue reavivar, reanimar e fazer com que você descubra em si mesmo potências que por vezes dormitam em estado de sono e a partir daí consiga de fato aprofundar essa renovação espiritual, né? Eh, e transformando ser, naturalmente nós conseguimos transformar o mundo e a sociedade. Naturalmente que quando nós falamos de renovação, isso nós vamos ver um pouquinho mais à frente, ela se dá em duas direções, uma do e outra das coletividades, né? há mudanças que elas operam nas coletividades e naturalmente a importância de cada um de nós eh eh estarmos nos renovando. E a partir disso, maneira que nós vamos reconhecendo, né, essa e fazendo essa transformação, o mundo vai melhorando, o mundo vai se renovando, né? é um processo lento, longo, mas que é mais, digamos, ele é duradouro, ele é perene. A partir do eh, do momento que o ser ou as coletividades elas se de fato educam, elas se transformam, não é? Então, esse é o primeiro estudo. Na semana que vem nós vamos utilizar outros textos para aprofundar essa temática. E agora vamos chamar o nosso querido já, né? Olha nós aqui, Thago. Eh, essas reflexões sempre são muito boas, né? Leonir é aquele que sempre mexe com a cabeça da gente. E aí é até em cima disso que eu queria que você fizesse uma reflexão eh sobre vamos falar primeiro dessa dessa renovação do indivíduo. Uhum. Tá. Hã, porque vejam, existem estímulos. Você tava falando aí da educação e tal. Então, existem os estímulos ã que são recebidos na família. Existem os estímulos são recebidos na sociedade,

duo. Uhum. Tá. Hã, porque vejam, existem estímulos. Você tava falando aí da educação e tal. Então, existem os estímulos ã que são recebidos na família. Existem os estímulos são recebidos na sociedade, nas nos diversos meios onde o indivíduo vai estar inserido e tal, né? Eh, mas existe uma motivação que às vezes não não não brota na pessoa de querer fazer a sua uma transformação. Enfim, então, qual o peso da dos estímulos externos que são recebidos para que o ser possa efetivamente se sentir motivado a uma transformação? Você entendeu o que eu quis perguntar? Uhum. Já já. eh tem um peso grande nas suas variadas esferas, né? E cada esfera tem uma intensidade. A primeira dessas esferas é a família. A família ela exerce um poder transformador no indivíduo muito potente. Allan Kardec, inclusive já vai reconhecer o papel da educação e o livro dos espíritos, né? Então esse primeiro núcleo basilar, né? eh eh basilar tanto da, no sentido da de base, né, e é fundamental para que o ser ele consiga eh verdadeiramente se renovar e se transformar e naturalmente contribuir para o meio onde ele está, né? Então, eh os pais inclusive é reconhecido por Allan Kardec Lio dos Espíritos como missionários, né? À medida que ele ele reconhece que a paternidade, a maternidade ela é uma missão, não é? Então, ter uma família estruturada em bases sólidas de amor, de bondade, né, de compaixão, de ternura, de carinho, todos os elementos que compõem a afetividade dentro da família é fundamental para que um espírito se renove, não é? Então, este é o primeiro ponto. Eh, naturalmente que inclusive nós reconhecemos isso, eh, em o livro dos espíritos, na lei de sociedade, nós somos seres sociáveis, ou seja, nós somos seres enquanto espíritos, né, encarnados ou não, nós somos seres que tendemos para a coletividade, né? Eh, não pelo o isolamento nos faz mal. né? Então, quando eh eh nessas outras esferas, por exemplo, a escola tem uma importância, tem um papel, né? As amizades do sujeito, eh eh a religião, né? Tudo isso contribui para

olamento nos faz mal. né? Então, quando eh eh nessas outras esferas, por exemplo, a escola tem uma importância, tem um papel, né? As amizades do sujeito, eh eh a religião, né? Tudo isso contribui para forjar a personalidade de um determinado C, que vai fazer com que ele aja de maneira mais segura ou insegura, feliz ou infeliz dentro de uma sociedade. De maneiras que quando nós observamos um grande crime, por exemplo, na verdade isso sem dúvida nenhuma é um tem um peso individual, mas também tem um peso coletivo, né? porque na medida que aquela sociedade pode de alguma forma ter colaborado para a digamos e instigar, impulsionar eh forças inferiores daquele sujeito. Então, é por isso que Leondeni ele vai nas mais variadas esferas da sociedade, ele promove ali uma análise, né, eh, seja na ciência, seja na família, na religião, na filosofia e por aí vai. Então, eh eh nós somos seres sociáveis, nós somos influenciados pelo nosso meio na medida que também nós influenciamos o meio em que nós estamos. Então, ter uma sociedade em bases sólidas, tanto ponto de vista espiritual, moral, uma sociedade onde eh prime valores como fraternidade, solidariedade, caridade, compaixão e por aí vai, é fundamental para que eh os sujeitos que estão inseridos nessa sociedade sejam mais eh eh amáveis, né? sejam pessoas melhores. Eu não sei se eu respondi. Respondi. Respondeu sim. Agora, da mesma forma que cada um de nós recebe estímulos para que esse processo de transformação, de renovação se dê, existe também, como dizia um amigo meu, a turma do Ferrugem, que fica só soprando ali que, ah, isso não vai dar certo, esse mundo não tem mais jeito. e enfim, que nos coloca numa condição de eh de não buscarmos, não, de achar que não vale a pena a gente buscar uma renovação, uma transformação, ã, sem que seja uma receita de bolo, né? Mas como a gente pode se blindar disso? Já já. Eh, é interessante porque nesse texto não, mas no eh um olhar sobre o tempo presente e também no capítulo 18 lá de Gênese, nós eh

ma receita de bolo, né? Mas como a gente pode se blindar disso? Já já. Eh, é interessante porque nesse texto não, mas no eh um olhar sobre o tempo presente e também no capítulo 18 lá de Gênese, nós eh observamos na reflexão tanto de Kardec Teni que essas forças sempre vão existir, essas esse pessimismo, isso que tá tudo errado, tá meu Deus, né? Muit das vezes até o desespero, o desânimo, não é? Eh, a melhor forma, a melhor forma de nos blindarmos é termos fé e termos uma fé profunda em Deus. Entendermos que a força maior que dirige a vida é ele. E ele sempre dota a vida de esperança, não é? nos momentos mais sombrios da história, houveram assim um lampejo onde onde ninguém esperava. um exemplo disso que inclusive nós vamos tratar de maneira mais aprofundada quando formos falar eh da filosofia da história de Leonelin, que é o seguinte: a França durante um tempo ali por volta do século XV passou por um período muito sombrio, que é chamada a guerra dos 100 anos. Os ingleses haviam invadido e tinham tomado conta da França e parecia que não havia mais esperança. Todo mundo assim, muito esperançoso, tá tudo errado, tá tá horrível, meu Deus, Deus nos abandonou, tá nos punindo aquela coisa toda. E veja uma camponesa de 18 anos, que do ponto de vista intelectual nunca tinha estudado, nunca, né, estratégia militar, nunca havia lido nada. Ela libertou um povo, né, sem ela mesma ter matado ninguém. Aí ela libertou o povo. Então, e isso nós vamos encontrar vários exemplos ao longo da história. Não é só esse, são vários. Então, eh, o que nós temos que ter frente à adversidade é serenidade. Serenidade, gente, não é uma virtude que olha pras coisas e diz assim: "Não, tá tudo certo". Ou então o bordão que muitas vezes as pessoas usam é: "Deus tá no controle". Gente, Deus tá no controle de tudo, mas ele respeita a liberdade dos seus filhos, né? Então, é preciso ter lucidez. Não, eh, isso aqui não tá certo, aquilo ali não tá legal, isso aqui realmente tá difícil, mas para além da dificuldade, para além da noite, a

berdade dos seus filhos, né? Então, é preciso ter lucidez. Não, eh, isso aqui não tá certo, aquilo ali não tá legal, isso aqui realmente tá difícil, mas para além da dificuldade, para além da noite, a dia, para além da dificuldade há sempre solução, né? Então, eh, manter o coração serendo é fundamental para inclusive encontrarmos a soluções. E a gente percebe com muita tranquilidade que depois de uma de um momento muito difícil acontece isso, a vida se renova, né? Então eu eu acredito que fortemente que uma fé robusta, uma fé que ao mesmo tempo que é racional, né, mas que também tem aquele virtuosismo esperançoso de toda a alma que tá em fé, que muit das vezes ela não tá enxergando os raios do de um novo dia, mas ela sabe que ele vai vir. Eu acho que é isso que faz com que tenhamos mais tranquilidade. Outro ponto já já que eu acho que aí a gente percorre as três virtudes paulinas, que é fé, esperança e caridade. É se manter solidário. Se a gente tá vendo que tem muita fome, que sejamos aqueles que leve pão. Se a gente tá observando que tem gente que tá sofrendo, que sejamos nós aqueles que consolam, que se estamos observando que aqueles que estão doentes, que sejamos nós os portadores do bálsamo, do remédio, né? Então, estarmos sempre atento às necessidades daqueles que estão sofrendo. Eu acho que isso faz com que o nosso coração tenha sempre muito mais fé. muita mais esperança e também caridade. E você me fez lembrar daquela mensagem do Evangelho Segundo o Espiritismo, né? O mal e o remédio, que vai muito nesse sentido mesmo, né? Exatamente. Exatamente. Bem lembrado. O mal é o mal eh em torno de nós, mas quando nós temos a fé, ela se torna o remédio, né? Ele até faz fala faz aquela imagem do eh da névoa, né, que se dissipa com o poder da fé, né? Exatamente. Consegue ver mais adiante. E aí, Thago, pra gente fechar por hoje, eh, do ponto de vista da coletividade, né? De certa forma, na sua falas você já tocou nisso? até agora na resposta, mesmo eu tendo direcionado pro pro

adiante. E aí, Thago, pra gente fechar por hoje, eh, do ponto de vista da coletividade, né? De certa forma, na sua falas você já tocou nisso? até agora na resposta, mesmo eu tendo direcionado pro pro indivíduo, você também falou sobre a questão da coletividade, mas e a nossa contribuição a partir do momento em que nós desejamos eh ter uma sociedade renovada, nós ansiamos por isso, nós já conseguimos identificar, como você falou, que eh no processo da renovação individual, Eu também auxilio no processo da renovação coletiva, mas sem muitas ansiedades, né? Eh, como que eu consigo colaborar? Como eu, como eu poderia dizer para aquele que tá nos acompanhando, como eu posso colaborar nesse processo de renovação da humanidade? Já, já, isso é uma coisa bem interessante, sabe? Porque muit das vezes nós imaginamos que tem que ser algo extraordinário, que tem que ser algo nossa, né? Mas as grandes eh transformações elas começam com pequenos gestos. Então, acho que a melhor forma de colaborarmos é sermos gentis, é muit das vezes observando a a as grandes dificuldades do mundo, mas olharmos o que há de belo também. Gente, todos os dias tem uma criança sorrindo, tem pássaros cantando, tem um céu lindo, né? tem um sol aconchegante, tem uma natureza que nos encanta, enfim, há muitos motivos para termos esperança. Esse é o ponto. E para agirmos desta forma, com esperança. Então, não esperemos grandes gestos. Façamos aquilo que nos é possível. Façamos o melhor daquilo que é possível. né, em nossa casa, no nosso espaço de trabalho, na nossa comunidade de crença, seja dentro de um centro espírita, seja dentro de uma igreja católica, onde formos. Então, nós podemos ser portadores dessa mensagem de boa nova. Mas para isso, primeiro nos libertemos dessa ideia de que nós temos que ser perfeitos para fazermos esses feitos. Não precisa. Da forma como eu sou, eu já posso fazer muito, né? E não ter ansiedade. Eu acho que uma das coisas que atrapalha inclusive a evolução espiritual é já se querer ser perfeito

esses feitos. Não precisa. Da forma como eu sou, eu já posso fazer muito, né? E não ter ansiedade. Eu acho que uma das coisas que atrapalha inclusive a evolução espiritual é já se querer ser perfeito antes da hora, né? nos reconheçamos imperfeitos, mas mesmo os imperfeitos podemos fazer muito. Eu acho que é isso. Muito bem. Nossa querida Hilda coloca assim pra gente, né? Obrigada, queridos, pelo estudo desta noite. Serenidade e fé a tônica deste final. Deus nos abençoe para essa compreensão. Thaago, alguma coisa mais que você gostaria de colocar nesse final? Vamos lá. Não é só isso mesmo, meu amigo. E já deixar aqui eh eh dizer que na próxima semana nós vamos retornar esse tema, que eu acho que é um tema importante, né? E Leand tem muito a colaborar nesse sentido. E agradecer novamente aos amigos, amigas que nos acompanharam e até a próxima semana, né? Isso aí. Semana que vem estaremos aqui de volta paraa continuidade dessa série de estudos, né? Introdução a filosofia de Leão Deni. E se é Leão Deni é bom, hein? Então não percam. É isso aí, Thago. Obrigado mais uma vez. Te agradeço. Obrigado aí ao pessoal que nos acompanhou, pessoal que vai acompanhar depois também. E até a próxima semana. Fiquem com Deus. Ciao. Ciao. O Espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lionês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do

e consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. pespiritismo.net/congresso Congresso. Что?

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