A Força do Espiritismo - Introdução à filosofia de Léon Denis - 1ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às segundas-feiras, às 19h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
Olá, pessoal. Boa noite, sejam bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo. Lembrando, hein, novo dia, novo horário, vocês não podem se confundir. Sempre as segundas-feiras, às 7:30 da noite. Lembrando que hoje nós vamos começar uma nova série de estudos com o nosso querido amigo Thiago Barbosa. Agora é introdução à filosofia de Leon Deni. Olha que isso vai ser bom demais, né? Não. Então vamos aqui chamar o nosso amigo antes de chamar, né? Lembrando que o programa A Força do Espiritismo é uma produção do Espiritismo.net em parceria com a FEBTV e com a TV Serge e também retransmitido por alguns canais parceiros. Thago Barbosa, seja bem-vindo. Oi, meu amigo. Tá joia. Boa noite. Boa noite. Eu estou bem. Espero que você também esteja bem. E espero que eh esse estudo sobre a filosofia de Leon Deni, a introdução à filosofia de Leon Deni possa fazer com que os nossos amigos aí se apaixonem por Leon Deni também. tanto quanto você é apaixonado, né? Eh, passando então a palavra agora para você, deixando eh aquele aviso, né, pro pessoal fazer seus comentários, suas perguntas, porque depois dessa sua fala inicial eu volto para que a gente possa bater um papo, trocar uma ideia e é o momento em que as perguntas dos nossos amigos são colocadas aqui. Bom, vai lá, Thago. Palavra é tua também. Tô tô ansioso para ouvir sobre o tema. Opa, minhas amigas, meus amigos, boa noite para nós. É uma alegria sempre e o espiritismo.net é, a nossa casa virtual, né? Mas esse espaço da força do espiritismo, espaço aí paraa gente eh construir eh o conhecimento espírita e de alguma forma aprofundar também, mas também celebrar, né? E falar sobre Leão Deni para mim sempre é uma alegria enorme, muito grande. Bom, eh eu acredito que esse estudo será bem mais longo do que foi eh Platão e o Espiritismo, que foi os mitos eh de Platão e o Espiritismo. no ano de 2023, nós eh tratamos também sobre como interpretar um novo e o Antigo Testamento, né? E eh esse será bem mais longo, porque eh
o Espiritismo, que foi os mitos eh de Platão e o Espiritismo. no ano de 2023, nós eh tratamos também sobre como interpretar um novo e o Antigo Testamento, né? E eh esse será bem mais longo, porque eh eu acho assim, a filosofia de Leon Deni, muito embora ela esteja, digamos assim, dentro da estrutura da própria filosofia espírita, mas em uma certa medida ela tem contornos muito próprios, que são muito ricos e nem sempre muito explorados, não é? E por outro lado, o que nos motivou a esse estudo também, além desse primeiro que eu elenquei, um segundo, é porque muitas pessoas dizem assim: "Bom, ler leondenia é difícil porque, claro, tem a questão eh de um autor que escreveu, né, eh, no final do século XIX, início do século XX. tem uma linguagem muito própria, né? É um autor francês, enfim, eh, que em alguma medida tem um distanciamento cultural, não é? Eh, um distanciamento cultural da nossa cultura, né, a brasileira e, enfim. Então, a ideia é que isso inclusive é projeto de um livro, né? com esse mesmo título. Eh, mas de alguma forma é aqui construímos um espaço para entendermos um pouco mais da filosofia de Lambeni, né? Tem termos muito próprios como a doutrina secreta, a lei circular, né? E por aí vai. Então, a o nosso singelo esforço aqui é é construir, ou melhor dizendo, introduzir eh o pensamento de Leon Deni a fim de facilitar a leitura e o contato com as obras do nosso querido mestre de Tur, né? Mas antes de começarmos, dar o nosso boa noite à nossa querida Lina, a Sheila, Elizabe, ao nosso querido Teixeira. Todo mundo bem? Então vamos lá. Antes de entrarmos, eh, digamos, fazermos um panorama da filosofia de Leonir, nós precisamos entender quem foi Leão Denir. Mas isso nós faremos de maneira muito suscinta, porque nós já fizemos várias várias lives sobre a vida e também a obra de Leandi. Então, é só mais pra gente ter uma noção eh de quem nós estamos falando, né? Le deni, como nós dissemos, ele é um francês, nasceu na cidade de Fug, na região da Lorena, primeiro de janeiro de
Leandi. Então, é só mais pra gente ter uma noção eh de quem nós estamos falando, né? Le deni, como nós dissemos, ele é um francês, nasceu na cidade de Fug, na região da Lorena, primeiro de janeiro de 1846, né? Eh, com a idade de 18 anos. Boa noite, Pablo. Tudo joia? com a idade de 18 anos, ele conheceu o espiritismo, não é? Conheceu como ele estava atravessando uma crise eh de ceticismo, né? Havia se tornado cético. E mas assim, ele se tornou cético muito mais como reação, como do que uma causa, né? reação porque, perdão, ele não reconhecia na filosofia e na religião do seu tempo alguma coisa substancial que pudesse eh esclarecer as suas dúvidas e que eram muitas, principalmente em torno da religião católica, que era religião religião dos seus pais, não é? Então ele ele entra em uma livraria num determinado dia e ali ele toma contato com o livro dos espíritos. Isso Deni, ele narra em dois textos. O primeiro é o desenvolvimento do Espiritismo intu, que é um texto de 1918, e um outro que vai sair em 1927, que é a introdução, ou melhor dizendo, o prefácio que ele faz para a biografia de Allan Kardec, eh, do seu amigo Henri Sce, não é? E ele diz que ao ter contato com o L dos Espíritos, aquela obra de alguma sorte eh esclareceu todas as suas dúvidas. Então, por um lado, na verdade é que por um lado ela esclareceu todas as suas dúvidas e por outro eh ele reconheceu como se aquilo, aquele pensamento, aquela filosofia já fosse a sua, né? E aí, e é uma das questões da própria reencarnação, porque muit das vezes a reencarnação ela faz isso conosco, né? nós descobrimos determinadas coisas, é, que eh já estava em nós, mas nós precisávamos de alguma coisa, de algum acontecimento para que reconhecêsemos isso. Então, foi mais ou menos isso com o Leon Denis, uma experiência também que eh Bezerra de Menez vai reconhecer, né, quando ler o livro dos espíritos e por aí vai. Eu acredito que muitos de nós também já passamos por isso, né? Às vezes estávamos em outra crença, eh, e ter contato às vezes com
nez vai reconhecer, né, quando ler o livro dos espíritos e por aí vai. Eu acredito que muitos de nós também já passamos por isso, né? Às vezes estávamos em outra crença, eh, e ter contato às vezes com uma determinada obra, seja espírita ou de outra tradição, a gente se reconhece de tal forma que eh parece que aquilo já habitava em nós, mas nós precisávamos de algo para reconhecer isso, né? Enfim. E então Leon Deni, ele passa um período de preparação, né, como orador e como escritor. Ele vai participar de alguns grupos espíritas, mas de algumas outras organizações como a maçonaria, né, e a Liga do Ensino, que era uma organização política de inspiração socialdemocrata, enfim, que onde Leonir pôde eh exercitar a oratória e além disso escrever, né, Deni? escreveu bastante quando esteve ali na Liga do Ensino. Entretanto, ao chegar ali por volta da década de 70, não é, ele recebe eh ele já participava de alguns grupos dedicados à prática do espiritismo, né, ou seja, da mediunidade. E ele então no no dia dos mortos de 1873, ele recebe a comunicação daquele que seria o seu guia e também carinhosamente, como o próprio Deni gostava de chamar, pai espiritual, Jerônimo de Praga. Jerônio de Praga, a partir de então, eh, eh, com sucessivas comunicações, o incentiva ao labor em torno do espiritismo, no sentido de propagá-lo, né? Enfim, e isso eh naturalmente, né, tudo demanda tempo para que amadureça. Na década seguinte, no ano de 187 e 1882, no dia 31 de março, Deni, ele vai proferir uma conferência, eh, uma conferência eh em Paris junto ao túmulo de Allan Kardec, né, como comumente os espíritas de Paris gostaram de fazer na data eh do falecimento. de Kardec, né? Muito bem. Então, Deni, ele volta de Paris e quando ele chega em casa já havia um convite, né, dos amigos de Paris para que ele então eh começasse a proferir conferências espíritas por toda a França, né? e Deni. Eh, esse a carta foi assinada por Pierre Guatan Learry, que a época era uma das lideranças do movimento espírita
ele então eh começasse a proferir conferências espíritas por toda a França, né? e Deni. Eh, esse a carta foi assinada por Pierre Guatan Learry, que a época era uma das lideranças do movimento espírita francês, não é? E então ele começa a fazer conferências por toda a França, mas também pela Suíça, pela Bélgica, Itália, eh o Norte da África, né? a Argélia, por exemplo, eh, a Tunísia e Deni vai ter muito sucesso nessas conferências espíritas. No ano de 1885, Deni vai lançar a sua primeira obra espírita, que em verdade é um opúsculo, né? Estamos falando da obra O porquê da vida, uma obra que teve eh, digamos, um sucesso tremendo, né, muito grande mesmo, eh, em toda a França, mas no mundo todo. No mundo todo, né? E essa obra, por exemplo, de Leonir foi traduzido para o português, para o espanhol, para o italiano, para o russo, para o teco, eh, para o sueco e por aí vai, né, Deni, eh, enfim, ele era alguém que, eh, teve muita penetração, né, nos círculos os espiritualistas eh de todo mundo, né? Independente de ser espírita ou metapsiquista ou a ado ao novo espiritualismo ou a teosofia, Deni teve um alcance surpreendente. Bom, depois dessa obra nós vamos ter depois da morte, né? depois da morte que a intenção de Leon Deni era que fosse uma introdução ao espiritismo, uma obra de cinco partes, onde Deni na primeira parte ele faz uma investigação sobre os princípios espíritas ao longo de toda a antiguidade, né? na Italia, ele vai falar eh do espiritismo entre os gauleses, né, que eram celtas, que viviam ali na região da Fran, hoje França, né, França, Bélgica, parte da Espanha, enfim, eh, mas também no Egito, eh, entre os cristãos, eh, entre os hindus, né, entre os gregos. E naturalmente Delin poderia falar, né, muito mais sobre isso. A obra é a seguinte é cristianismo e espiritismo, uma obra dividida. Eh, faltou faltou eu completar o raciocínio torno depois da morte, né, gente? Perdão. Então, eh eh na primeira parte é isso. Nas três partes seguintes, Leandia vai tratar dos princípios
obra dividida. Eh, faltou faltou eu completar o raciocínio torno depois da morte, né, gente? Perdão. Então, eh eh na primeira parte é isso. Nas três partes seguintes, Leandia vai tratar dos princípios espíritas. Então, Deus, a justiça divina, a reencarnação, a mediunidade, a sobrevivência da alma. E na última parte, o caminho reto, ele faz um desenvolvimento dos da filosofia moral e da ética espírita, né, ou como se quisermos da religião. Então, ele fecha a obra contemplando todos os aspectos possíveis e todos os princípios possíveis. do espiritismo, né? A obra seguinte, eh, cristianismo e espiritismo, onde Deni ele vai eh mostrar as relações profundas que há entre o cristianismo e o espiritismo. Mas a questão que fica, eh, inclusive ele trata disso na introdução da obra, é qual o cristianismo? E naturalmente se trata do cristianismo, principalmente o cristianismo eh primitivo, né? Aquele eh aquele período que vai do período apostólico, né, que é quando Jesus tá pregando, depois a vida dos apóstolos, até quando Constantino, o imperador romano, ele adere, entre aspas, né? foi uma adesão muito mais política, eh, do que de fato genuína do sentimento ao cristianismo, né, o imperador Constantino ali, né, por volta do século V. E a partir de então nós temos o fim do período que é chamado de cristianismo primitivo e começa então eh a Igreja Católica, né, e naturalmente a Idade Média, né? E então Leondeni, ele vai fazer uma amarração eh desses princípios que o espiritismo elabora, mostrando que esses princípios eles estavam presentes no cristianismo primitivo, né? Então, a mediunidade, a ideia da sobrevivência da alma, de uma justiça divina para além da morte, né? e também é da reencarnação. Naturalmente que é preciso dizer o seguinte, o cristianismo primitivo não era todo ele que tinha eh esses princípios como eh princípios teológicos, né, a serem seguidos, porque o cristianismo primitivo ele era muito diverso, né? Existia um cristianismo de Roma, existia um cristianismo mais helênico, existia
incípios como eh princípios teológicos, né, a serem seguidos, porque o cristianismo primitivo ele era muito diverso, né? Existia um cristianismo de Roma, existia um cristianismo mais helênico, existia um cristianismo que era, né, o chamado copta, que era ali do norte da África. Existia um cristianismo de aspiração neoplatônica, né, a sede dele, nós podemos dizer que é Alexandria, né, que misturava cristianismo, neoplatonismo e alguns princípios do antigo Egito, o hermetismo, por exemplo, né? Então, Deni, eh, nessas duas partes, na verdade, a gente pode dizer que a obra tem três partes, porque a última parte é as chamadas notas, né, que na verdade Denin não elabora como a terceira parte, mas a gente pode considerar porque ela tão importante quanto as outras também, né? Enfim, depois de cristianismo e e espiritismo, Deni vai lançar a obra No Invisível, né? No Invisível vai sair em 1901. a sua primeira edição, ela vai ter uma segunda edição em 1911. E é uma obra que Leon Deni, ele vai tratar do espiritismo e da mediunidade, né, em três partes, como o Espiritismo vê isso, né? Então, ele faz uma análise, eh, melhor dizendo, ele cataloga, né, e, e analisa as mais variadas possibilidades de comunicação com invisível, né, as faculdades de de efeitos físicos e de efeitos inteligentes. Na primeira, isso na segunda parte, tá, gente? Na primeira parte ele faz uma análise das leis que regem a comunicação com o mundo espiritual, né? E a última parte, ele trata das misérias e das grandezas da mediunidade, né? Os cuidados que é preciso ter, como que a mediunidade ela tá sempre presente na história da humanidade e por aí vai. Muito bem. Depois de eh no invisível, Deni, ele vai lançar obra aqui. Eu tô tratando das grandes obras, porque naturalmente ele escreveu também muitos opúsculos, né? Ele vai escrever a obra O problema do ser e do destino. Nós podemos dizer que é uma obra síntese do pensamento denisiano, uma obra dividida em três partes, né, onde ele vai analisar o que que vem a ser o ser.
escrever a obra O problema do ser e do destino. Nós podemos dizer que é uma obra síntese do pensamento denisiano, uma obra dividida em três partes, né, onde ele vai analisar o que que vem a ser o ser. e alguma coisa que eh tava na agenda daquele momento, né, porque eh a sociologia havia eh trazido à tona o ser social, né, a psicologia, mas também a psicanálise com a descoberta do inconsciente, né? Muita gente fala que o inconsciente foi descoberto por Freud, mas não, né? Vários autores, inclusive espíritas, já postulavam a teoria do inconsciente, como Alberto de Rochá, por exemplo, né? Mas a a descoberta do inconsciente, eh, que inclusive Freud fala que é uma da que a terceira ferida narcísica da humanidade, né? Eh, trouxe à tona é o ser psíquico, né? Eh, Charles Darwin, século, um século atrás havia trazido à tona o ser biológico. Com isso, Deni vai dar uma resposta, principalmente à luz da infervescência, eh, da ideia de um ser psíquico, ele vai trazer à tona o ser espiritual, né? tá mostrando o que que é o espírito. Eh, que o espírito ele sofre influência do seu tempo, mas ele também carrega diversos elementos que lhe compõem uma consciência profunda, né? Que inclusive Deni vai elaborar uma reflexão por demais interessante sobre a consciência. O que que é a consciência, né? ele vai dividi-la em três partes: consciência sensória, a consciência intelectiva e a consciência moral. E ele vai dizer que para além dessas três, existe a consciência subliminal, né, que seria essa consciência, justamente essa consciência mais profunda que UNG, de uma certa medida já havia vislumbrado e apontado nessa direção, não é? Enfim, eh, e Deni vai tratar da questão da reencarnação, apresentar as evidências do ponto de vista histórico, né, eh, eh, antropológico e também eh as experiências que começavam eh a fervilhar no seu tempo eh experiências que evidenciavam a reencarnação. E novamente precisamos falar de Alberto Derrochá. que foi quem descobriu, né, a exteriorização da sensibilidade da
omeçavam eh a fervilhar no seu tempo eh experiências que evidenciavam a reencarnação. E novamente precisamos falar de Alberto Derrochá. que foi quem descobriu, né, a exteriorização da sensibilidade da motoricidade, mas também foi aquele que primeiro sistematizou uma técnica para investigar a reencarnação através eh eh de um trans muito mais profundo que o sujeito ele mostrava, né, um conjunto de evidências que apontavam na direção da reencarnação, né? E por último, nessa obra magnífica, ele nos apresenta eh as potências da alma, né? Isso é uma coisa inclusive muito interessante que no no tempo próprio nós iremos explorar, mas que cabe aqui um uma breve reflexão que é a seguinte: muit das vezes quando nós falamos de reforma íntima, de reforma moral, de análise íntima e por aí vai, muit das vezes nós imaginamos que este recurso nos serve para investigar os nossos defeitos, as nossas falhas, né? Não que isso não se possa fazer, mas Leon Deni, eh, de maneira muito madura, ele nos apresenta que isso ele tem, digamos assim, melhor resultado quando nós observamos as potências que dormitam dentro de nós. E que potências são essas? São variadas, né? O amor, por exemplo, a própria consciência, o livre arbítrio, a dor é um tipo de potência da alma também. né? Eh, enfim, então, Leoneni, principalmente no capítulo A consciência, o sentido íntimo, ele aprofunda isso, né? Eh, por último, por último, não, eh, é importante dizer da obra O Grande Enigma, que é outra grande obra, muito embora e diminuta, uma outra obra extremamente importante, onde Leandir vai eh nos apresentar Deus de maneira muito original, não é? e muito comprometido também com o pensamento de Allan Kardec, mas muito original, onde Leonir ali ele introduz uma reflexão que ele vai aprofundar na segunda parte da obra, que é o quê? Ele vai dizer que nós não podemos conhecer Deus na sua intimidade, mas nós podemos conhecer Deus através das suas obras, né? E aí na segunda parte da obra ele vai tratar do livro da natureza,
é o quê? Ele vai dizer que nós não podemos conhecer Deus na sua intimidade, mas nós podemos conhecer Deus através das suas obras, né? E aí na segunda parte da obra ele vai tratar do livro da natureza, né? Teríos, nossa, muito para falar sobre isso, mas eu gostaria de pontuar algumas coisas. Primeiro que Leon Denir, ele vai recuperar uma tradição do século XIX, que na verdade começou no século XVI, que é o romantismo. O romantismo, ele foi um movimento filosófico, artístico, literário, enfim, teve influência na música, na literatura, na pintura, mas também na filosofia, né? E o que que acontece tanto na na Alemanha como na França? Eh, esses filósofos e pensadores e artistas, enfim, eles reconheceu a importância de se voltar paraa natureza, que o homem ele se voltasse paraa natureza, que isso era premente importante, porque o homem, a semelhança do que a gente vê, por exemplo, na obra Emílio, né, de Jean-Jussa. Emílio é um romance filosófico muito interessante, né? Eh, que inclusive inspirou eh Pestalose, né, a desenvolver seu método pedagógico e depois foi influenciar eh o professor Rivaio, nosso querido Allan Kardec. Hã, então, eh, Leondeni na segunda parte da obra, ele vai reconhecer a importância disso, de se o homem voltar para a natureza, pro contato à natureza, né? E hoje, inclusive, a neurociência, vários neurocientistas eh estudando isso, né, e e reconhecendo que muito do adoecimento mental contemporâneo tem muita relação eh com as grandes URBs, né, com a vida eh extremamente corrida e para além disso com pouco contato com a natureza, né? Nós não somos apartados da natureza, né? como vai nos dizer Leonardo Bof, né, com a sua ecoespiritualidade, eh, que de inspiração franciscana, eh, que esse contato não é só do ponto de vista orgânico e biológico, ele é importante, porque é a neurociência mostra isso, mas também de para uma espiritualidade mais profunda, né, mais profunda. Enfim, então o Leandin vai fazer isso na terceira parte da obra, lei circular, ele vai tratar um pouco sobre a lei do
tra isso, mas também de para uma espiritualidade mais profunda, né, mais profunda. Enfim, então o Leandin vai fazer isso na terceira parte da obra, lei circular, ele vai tratar um pouco sobre a lei do progresso e o desenvolvimento humano nas sucessivas fases que o organismo eh, né, desde a infância até a idade mais madura atravessa, como que isso de alguma sorte influencia o espírito e o espírito influencia naturalmente o seu organismo biológico, né? Bom, Leon Dani, ele fez uma biografia espiritual de Joana Dark, a obra Joana Dark Médio, ou a primeira edição da obra surgiu como mistério de Joana Dark. eram dos espíritos guias de Leondeni. A alma que Leondeni tinha mais afinidade, mais profundidade. E essa obra vai nos servir de reflexão na medida que nós formos estudar uma filosofia da história proposta por Leon Denir justamente nesta obra Jonadé, mas também na obra eh O grande enigma, onde tem um capítulo que ele trata de da eh da intervenção de Deus ou divina na história, né? mostrando que há uma eh que Deus interfere na história naturalmente diversas formas, diversos mecanismos, muito embora a liberdade dos homens, né? Isso ele consegue conciliar muito bem, né? De maneira muito lógica e bem eh estruturada e elaborada. E por fim, né, tratar só rapidamente duas obras, que é a obra eh O mundo invisível à guerra, né, que ele escreveu no período da Primeira Guerra, de 14 a 19. A a Primeira Guerra termina em 1918, mas ele vai concluir de fato a obra e lançá-la em 1919, né? Por fim, a obra O gênio célutico e o mundo invisível, né? né? E o gênio céltico e o mundo visivo. Vai ser a última obra de Leon Deni, onde ele vai tratar eh da desse tema que era uma verdadeira paixão para Leonir e para mim também, né? que é o celtismo. E como que o celtismo ele tem eh uma e ele se conecta com o espiritismo. Nós podemos dizer com muita tranquilidade que o druidismo, né, que era a filosofia dos dos celtas, é aquela que mais se aproxima da forma como o Espiritismo vê Deus, como vê evolução,
m o espiritismo. Nós podemos dizer com muita tranquilidade que o druidismo, né, que era a filosofia dos dos celtas, é aquela que mais se aproxima da forma como o Espiritismo vê Deus, como vê evolução, como vê reencarnação, né? Eu acho que o único tema que não tem tanta proximidade talvez seja mês de unidade, né? Eh, mas tirando isso, sem dúvida nenhuma, eh eh é a tradição espiritual da antiguidade que mais tem proximidade contato com o espiritismo, né? Allan Kardec também reconheceu isso. Um artigo que ele escreveu em outubro, não, abril de 1800, 1858. Perdão, gente. 1858, na revista espírita, um artigo intitulado espiritismo entre os druidas, né? Bom, gente, então esses 15 minutinhos que nos faltam, eu vou explorar eh algumas questões, né, que são marcantes eh na filosofia de Leonir, né? A primeira dela é um existencialismo espírita, né? Ou seja, gente, deixa eu colocar o casaco que começou a dar uma esfriadinha boa aqui. Ou seja, o existencialismo, ele é um movimento eh filosófico que ele é transversal. nós fôssemos dividir a filosofia, né? Por exemplo, quem já viu o quadro de Rafael Sano, aquele grande renascentista, né? A escola de Atenas. Escola de Atenas é um um quadro belíssimo. Temos ali grandes filósofos, matemáticos, enfim. Mas no centro desse quadro nós temos eh Aristóteles apontando para horizontalidade e Platão apontando para eh verticalidade, né, apontando para cima, que é os grandes os as duas grandes correntes, né, que vão surgir da filosofia grega, que é a metafísica ou espiritualismo. e o materialismo, né? E então, eh, e o existencialismo ele é transversal na medida que nós temos filósofo existencialista, que é tanto espiritualista quanto materialista. um exemplo de um de um existencialista que, na verdade, nós podemos dizer que é o pai, né, do existencialismo eh pelo menos e eh moderno, que é queart, né? Eh, se não tô enganado, ele é sueco, acho que ele é sueco. Eh, ele era cristão, né? propôs um existencialismo de aspiração espiritualista e de maneira mais
h pelo menos e eh moderno, que é queart, né? Eh, se não tô enganado, ele é sueco, acho que ele é sueco. Eh, ele era cristão, né? propôs um existencialismo de aspiração espiritualista e de maneira mais contemporânea, eh, João Paul Sartre, né, que era materialista e propôs, portanto, um, né, um um existencialismo materialista. e Leon Deni, eh, principalmente no porquê da vida, eh, e no problema do ser, ele propõe um existencialismo, digamos assim, espírita, né? Como que o espiritismo encara e vê os problemas da existência, né? Eh, eu e Já já inclusive fizemos uma época, não sei se já já lembra, né? foi na época da pandemia, um série de podcasts, né, sobre isso, o eh Leonil, os problemas da existência, né, se eu não tô enganado, era isso. O Vittor também chegou a participar, enfim. Então, Leon Deni, ele se dedicou a isso, né? Ele tratou dessa questão também. Uma outra característica do pensamento de Leon Deni que ela não era desconectada do seu tempo, pelo contrário, ele utilizava o espiritismo para analisar as grandes questões do seu tempo, né? Isso nós vamos ver ele fazendo, por exemplo, no depois da morte, quando no na última no último capítulo da primeira parte, eh, a crise moral, né? Ele vai tratar da crise contemporânea daquele tempo, né? Que que ah, a nossa Sheila eh tá me corrigindo aqui. O Kegart, ele era dinamarquês. Muito obrigado, minha amiga. Obrigadão. Então, eh, Leandeni também vai fazer isso numa série de artigos que nós tivemos oportunidade de organizar e foi traduzido pela nossa amiga Helena Gaidano, né, pelo Celd, que é um olhar sobre o tempo presente, onde ele faz uma ele fez uma análise filosófica do seu tempo do pós-guerra, né, pós-guerra da Primeira Guerra, né, porque era pós pós guerra, porque Leandir ele ele falece em 1927, né? Mas é o período que historicamente é conhecido como entre guerras, né? Enfim, eh, e uma análise muito interessante, a introdução de o problema do ser. Deni também faz isso, ele faz uma análise do seu tempo, né? Então, ele tinha muito
e é conhecido como entre guerras, né? Enfim, eh, e uma análise muito interessante, a introdução de o problema do ser. Deni também faz isso, ele faz uma análise do seu tempo, né? Então, ele tinha muito sobre isso. Ele também eh ele discutia o papel da renovação social que o espiritismo poderia influenciar. Ele vai fazer isso tá no problema do ser, ele vai fazer isso no depois da morte, ele vai fazer isso em socialismo e espiritismo, né? Eh, então nessas obras ele analisa do ponto de vista político, sociológico e naturalmente, né, como que a filosofia espírita poderia encarar e enxergar eh esses temas, né? Leão Daniel propôs uma o que a gente pode chamar de uma filosofia da sobrevivência, né? Ou seja, que que é essa filosofia da sobrevivência? Porque Leon Deni, ele não só constata, né, de maneira eh empírica, mas também metodológica, mas a semelhança de Allan Kardec, ele extrai uma filosofia disso, néudo. Porque veja por que isso é importante? Porque muitos ao tempo de Leon Deni eles eh fizeram a experimentações mediúnicas. Aqui podemos falar de William Crooks, Oliver Lodg, hã, Charles Richet. Pegemos o exemplo de Richet. Richet escreveu uma obra magnífica e muitos artigos para jornais, né? a os artigos intitulados As materializações da Vila Carmen, né, uma série de 8 a 10 artigos, né, muito interessantes, mas também tratar de metapsíquica, onde ele constata que a alma sobrevive ao corpo. OK? Isso é muito interessante. Mas que que filosoficamente isso muda eh na existência do sujeito? Quais são as implicações disso? Esses pensadores, eles não tiveram eh essa preocupação, não tiveram. Leonir foi aquele que eh claro, Allan Kardec também, né? Allan Kardec vai fazer isso tanto na segunda parte, na segunda e na principalmente na última parte do livro dos espíritos, né, onde ele vai começar a elaborar uma justiça pósm, né? Ele vai aprofundar isso em céu e inferno. Vai tratar disso também capítulo 5, capítulo 6 de O Evangelho Segundo o Espiritismo. e Leão Deni, né, na obra Depois da
meçar a elaborar uma justiça pósm, né? Ele vai aprofundar isso em céu e inferno. Vai tratar disso também capítulo 5, capítulo 6 de O Evangelho Segundo o Espiritismo. e Leão Deni, né, na obra Depois da Morte, na obra na terceira parte de eh no invisível, na primeira parte de O problema do ser e numa obra intitulado além a sobrevivência do na verdade uma obra, é um opúsculo, né? Um opúsculo. Então o Leonden vai fazer isso. Leondeni ele vai elaborar uma estética espírita. El vai propor, elaborar e propor ou propor, elaborar, como queiramos, uma estética espírita num conjunto de artigos intitulado O espiritismo na arte, que ele vai escrever ao longo de 1918, né, que eh hoje é publicada aqui no Brasil por três editoras, o Celd, a FEB, que lançou por último, né, e também eh a Laxatre, né, tempos atrás ela lançou essas obras, eh lançou essa obra, né? Dá um nosso boa noite a Solange, tudo bem? Tá falando lá da Alemanha. Que legal. Eh, então, gente, eh, além disso, só para fecharmos a nossa reflexão, um último ponto que eu acho que é valioso destacarmos, que é o papel da ciência no espiritismo e uma busca por uma ciência espírita. Veja, são coisas distintas, né, mas que podem ser feitas eh conjuntamente. Ou seja, e no tempo de Leon Deni, isso tava muito em roga, porque eh muitos cientistas de renome estavam eh lidando com questões espirituais, né, como nós falamos. William Crooks, que é foi um grande químico inglês, né, descobridor do do T lá da tabela periódica, né, construtor do eh da ampola de Crooks, né, e, enfim, um químico e um físico renomado, né, o Charles, que foi inclusive Nobel de eh de fisiologia, né? Oliver Lodger, o William James, né? Eh, só para citar alguns nomes e muitos eh dessas pessoas com vinculações com a academia, né? William J, por exemplo, foi reitor da Universidade de Harvard, né, nos Estados Unidos, uma das maiores universidades eh do mundo, né? infelizmente sob ataque eh eh por esses tempos, né? Enfim, então, com isso eh havia um debate muito grande qual era o papel dessa ciência na
ados Unidos, uma das maiores universidades eh do mundo, né? infelizmente sob ataque eh eh por esses tempos, né? Enfim, então, com isso eh havia um debate muito grande qual era o papel dessa ciência na investigação dos fenômenos espirituais, né? Eh, por quê? Veja, o paradigma da ciência é um paradigma materialista. Ou seja, quando a gente fala materialista, inclusive materialismo é uma categoria, gente, que muit das vezes nós eh tornamos ele muito homogêneo e não é, né? Nós podemos há vários materialismos, né? a até aquele materialismo existencialista, ou seja, que é só que existe não existe nada para além da matéria e consequência disso, uma das consequências pode ser o apego, então, às coisas da matéria até eh esse eh materialismo que a gente pode dizer metodológico, que é a partir do real, daquilo que é concreto, né? Então, se eu eu quero analisar, por exemplo, um metal, eu tenho que ter o metal para analisar e por aí vai, né? E esse foi um tema muito premente na obra, né, por exemplo, Renê Decartes, né, de Bacon, eh, nomes que influenciaram muito a ciência contemporânea, eh, Kant, Hegel, né, eh, Popper e por aí vai, né, o C Popper e por aí vai, que é aquilo que a gente pode chamar de uma filosofia da ciência, né, ou epistemologia. Eh, mas a a questão naquele momento era esse tipo de paradigma pode ser utilizado para analisar as questões espirituais, né? Nós temos várias respostas e muitas dessas respostas em direções distintas, né? Leon Denito tratou de questões assim, por exemplo, no invisível, problema do ser, o além a sobrevivência do ser e por aí vai. Mas por outro lado, Deni também percebia eh que se podia fazer aquilo que nós podemos chamar de uma ciência espírita, não é? Que naturalmente o paradigma é outro, né? Se a ciência do tempo de Denis do nosso paradigma é a matéria, né, nós podemos, sem dúvida nenhuma, construir uma que esteja baseada eh no espírito. Mas aí, qual seria o método para isso? Quais são os desafios de uma coisa assim, né? Então, são coisas eh temas
a, né, nós podemos, sem dúvida nenhuma, construir uma que esteja baseada eh no espírito. Mas aí, qual seria o método para isso? Quais são os desafios de uma coisa assim, né? Então, são coisas eh temas como como esse e tantos outros. Leon Deni, ele encarou de maneira muito profunda, muito interessante, enfim. E hã ao longo desse, né, eu acredito que vão ser aí uns 35, 40 estudos que nós faremos, praticamente quase um ano fazendo isso, eh nós iremos tratar de todas essas questões que o nosso mestre Editor eh apresentou na sua obra. Então, a doutrina secreta, temos como mais próximos de nós, como a reencarnação, a mediunidade, né, as questões eh da análise do tempo de Leão Deni, né, da crise que se atravessava, a ideia de progresso na obra de Leondi, a lei circular e por aí vai. Nós vamos tratar desses temas, né? O primeiro bloco temático que nós iremos tratar é a doutrina secreta, né, que Leandin vai desenvolver depois da morte, grande enigma, cristianismo e espiritismo e o problema do ser e o gênio céltico e o mundo invisível. Então nós vamos fazer um um estudo a partir de semana que vem em torno da questão da doutrina secreta, entendendo o que é a doutrina secreta. Eh, e quais foram as tradições espirituais que Leon Denis eh se utilizou para eh analisar essa questão da doutrina secreta, tá certo? Então, quem tiver interesse pode ir à obra depois da morte lá na sua primeira parte, né, intitulado Crenças e Negações, onde Leondeni desenvolve de maneira mais profunda e ampla, né, não só profunda, mas também ampla essa temática, tá certo? Então, ficamos por aqui, né? Falei demais. Vamos chamar o nosso já já para ver se tem algumas questões. Opa, já deixou um gostinho aí de Quero Mais, né, paraa nossa próxima semana. E nós temos, sim, nós temos questões, mas antes de passar para as questões, nós vamos dar boa noite pra Sheila Cavalcante, que você não viu quando ela chegou. Nossa, desculpa, minha amiga. Boa noite, Sheila. Boa noite. Hoje temos duas sheas aqui, né? Eh, então vamos
questões, nós vamos dar boa noite pra Sheila Cavalcante, que você não viu quando ela chegou. Nossa, desculpa, minha amiga. Boa noite, Sheila. Boa noite. Hoje temos duas sheas aqui, né? Eh, então vamos lá. Nós temos aqui o o comentário e pergunta da nossa querida Lina, né? Então ela começa dizendo assim: "Meu amigo, Deni abraçou a doutrina espírita e nos possibilitou alcançarmos o entendimento sobre a natureza, o entendimento de nossas próprias almas, o mundo espiritual e sobretudo o mundo que existe dentro de nós, ainda necessário de ser desbravado. para a nossa transformação no rumo constante para a evolução. Estaria correta correta esta linha de pensamento, Thago? Sim, na medida que eh ele propõe esse existencialismo e ele vê o ser como um um sujeito complexo, né? muito embora eh vinculado à matéria, ele é de origem espiritual, muito embora marcado pela cultura do seu tempo, ele é herdeiro de tantas outras tradições que ele atravessou em sucessivas vidas. com isso, eh, por isso que ele é um ser complexo, ele é um ser social, mas ele é um ser psíquico, mas ele é um ser espiritual, né? Um ser biológico e por aí vai. Muito bem. Então, eh, Deni, sim, ele nos ajuda o entendimento da nossa natureza mais profunda, né? eh, sem desconectá-la com a realidade do seu tempo. E com isso ele nos ajuda nesse exercício de autoconhecimento, de aprofundamento em nós mesmos, né, e de uma vivência mais genuína eh na comunidade onde nós estamos inseridos. E tudo isso, sem dúvida nenhuma, gera evolução, progresso, né, e por aí vai. Muito bem. E agora ela faz uma pergunta, Thaago, que pra gente vai ter que ser um compromisso. Olha só, suas obras belíssimas me fazem pensar muito e tenho prazer em lê-las e relê-las. Teríamos, porventura, todas elas disponíveis em nossos congressos? Não disponho de todas. E agora, Thago? Pois é. Pois é, L. O que que acontece? Eh, se Deus quiser, nós vamos ter, né? Nós nós as teremos. Mas hoje, eh, a, a, a FEB e o CELD, né, tem a maior parte do arcevo de das obras de Deni, né, mas
ago? Pois é. Pois é, L. O que que acontece? Eh, se Deus quiser, nós vamos ter, né? Nós nós as teremos. Mas hoje, eh, a, a, a FEB e o CELD, né, tem a maior parte do arcevo de das obras de Deni, né, mas também a editora do conhecimento. Mas eh nem todas nem todas as obras eh estão estão disponíveis, infelizmente, né? Algumas já esgotaram, né? Mas enfim, as que tiverem disponível nós vamos colocar no nosso congresso, né? Se Deus quiser. Agora tem que tá, né? Agora não tem jeito. Eh, Thago, eu tava pensando aqui numa questão que é a seguinte. nosso querido Leão Deni, a gente sabe também, né, por biografia dele, que ele não teve muito acesso à educação formal, né, e que toda a sua obra foi fruto assim eh de conhecimentos que ele foi adquirindo ao longo do tempo. ele foi um autodidata e tal, mas nós sabemos também que o espírito traz muito conhecimento de suas vidas anteriores, né, de suas existências anteriores. Então, na lata, Thago, quem foi Leon Deni nas existências anteriores para trazer todo esse conhecimento pra gente? Ai, ai, que pergunta, meu amigo. Bom, eu acho que para além do, né, eh, Leoneni, ele nas suas obras ele aponta em algumas direções, né, grande enigma, capítulo montanha. Ele fala de uma existência na época de Napoleão. Não vou dizer, né, quem é, mas leiam lá no capítulo montanha, né? O além sobrevivência do ser, o além sobrevivência do ser, traduzido pela Federação Esíita Brasileira, tem uma segunda parte que é um conjunto de artigos intitulado A reencarnação. O primeiro artigo, ele fala, né, de ter vivido ali eh no período dos vikings, né? Isso gastou luz também. o o grande biógrafo de Leonir, ele trata dessa questão também, dando um depoimento daquilo que ele ouviu de Leon. O nosso querido, e esses dias eu quando eu estava no Rio, eu tava conversando com o Jajá sobre o Alace Leal, né? Alguém que tanto eu quanto Jajá admiramos muito, foi um grande escritor e tradutor espírita, traduziu muitas obras do francês, do inglês, do espanhol, né? E o Alace ele
o Jajá sobre o Alace Leal, né? Alguém que tanto eu quanto Jajá admiramos muito, foi um grande escritor e tradutor espírita, traduziu muitas obras do francês, do inglês, do espanhol, né? E o Alace ele traduziu a obra Leondenina intimidade da nossa querida Clére Balmar. E ele faz uma longa introdução onde ele sugere uma vida de Leand que particularmente eu acredito que é mais ou menos por aí que foi de John Wcliff, né? um grande pré-reformista que viveu no século, entre os séculos eh 14, 15 na Inglaterra e foi um grande teólogo, tradutor, enfim. Bom, além disso, Denir fala que teria vivido uma vida de um monge benitino, beneditino, perdão. E mas eu acho que para além dessas questões, o que nos interessa é o seguinte. Uma alma como Leão Deni, com assim, como o Jaj já colocou, o Deni e ele não teve acesso à educação formal. Tudo que ele adquiriu foi como auto de data. E um auto de data, nós poderíamos dizer que ele foi um verdadeiro polímata. Que que é um polímata? É alguém que tem erudição em vários temas. Leandite tinha erudição em filosofia, em religião, em arte, em literatura, né? Em história, principalmente história antiga e medieval. Eu tô falando de erudição, não é um conhecimento, né? Não, erudição. Ele era erudito. Leão, quando se tratava, por exemplo, de a figura de Joana Dark, Leonir era alguém que era ouvido entre os historiadores do seu tempo, né? Então, isso é uma conquista de um de uma alma madura e antiga, né? é alguém que naturalmente tem um conhecimento extraordinário, uma vivência muito profunda, né? Então, coisas assim nos chamam naturalmente muita atenção, né? Então, Leondeni é em resumo e em síntese, primeiro, uma alma virtuosa, né? E uma alma eh de um conhecimento profundos. tudo aquilo que, eh, né, como vai dizer o William Shakespeare, tudo aquilo que era humano, tudo aquilo que eh tinha relação com a nossa humanidade interessava muito Leandir, né? Enfim, uma sensibilidade única, né? E evidentemente, evidentemente, né, Thago, com uma grande assessoria
humano, tudo aquilo que eh tinha relação com a nossa humanidade interessava muito Leandir, né? Enfim, uma sensibilidade única, né? E evidentemente, evidentemente, né, Thago, com uma grande assessoria espiritual, alguém que teve um contato assim com os espíritos de de uma forma até bem íntima, né, e que pôde também ser fiel a esses ensinamentos que ele recebia. Eh, é muito importante isso, né? Ó, boa noite paraa Soraia que se manifesta. Boa noite, né? E olha, eu já ia fechar quando o Pablo faz uma pergunta. A gente não pode deixar ele no vácuo, não, né? Vamos lá, Thaago. Há alguma linha de estudo filosófico atual que dialoga com as ideias de Deni? Em outras palavras, a filosofia de Deni seria atual no meio acadêmico de hoje? Nossa, uma questão muito interessante, viu, Pablo? Olha, eh, da filosofia contemporânea, nós podemos dizer assim, a filosofia contemporânea, ela tá em crise, né? Ela tá em crise, eh, várias razões, não vai dar tempo da gente dizer como que eh como que se deu e qual é a gênese, né, e as características dessa crise. Mas ela tá em crise, sem dúvida nenhuma. Mas o grande último filósofo no campo da metafísica, né, é, sem dúvida nenhuma, Hry Bergson. E a obra de Leonir tem um profundo, um profundo contato com a obra do Henry Bergson. Quem já leu, por exemplo, Evolução Criadora, que é, né, Opus Magna, né, a obra magna do do Bergson, é, nós podemos que ela dizer que ela dialoga em profundidade com a obra Problema do Seio e do Destino, mas em profundidade é incrível, né, com e e assim o mais interessante que o Henry Bergson tinha um assim uma uma um carinho, uma admiração muito grande por Leon Denir, né? Ele escreveu inclusive alguns artigos sobre isso e Leon Denu artigo sobre Henry Bergson, quem tiver interesse, tem o opúsculo que, né, foi lançado, eu acho que em 2, foi 18, né? Já já o futuro do Espiritismo, eu acho que foi 2018, né? Eu acho que não, não me lembro. É 2018. Foi 2018. Isso foi 2018. Lá tem um artigo justamente Bergson e espiritualismo, né? Então,
, foi 18, né? Já já o futuro do Espiritismo, eu acho que foi 2018, né? Eu acho que não, não me lembro. É 2018. Foi 2018. Isso foi 2018. Lá tem um artigo justamente Bergson e espiritualismo, né? Então, vale muito a pena ler. Então, assim, eh, dos grandes filósofos que nós tivemos, porque o a a a crise, digamos assim, que nós chamamos no pensamento ocidental, ela é caracterizada e sintetizada por aquilo que alguns filósofos chamam de eh pós-modernidade, né? No campo da sociologia, por exemplo, um dos grandes sociólogos do nosso tempo, muito embora já falecido, o Balma, vai chamar de modernidade líquida, né? Mas é assim, em síntese, uma das questões da pós-modernidade que ela acabou com as grandes narrativas e naturalmente com os grandes sistemas filosóficos, né? Então, por isso que hoje é muito difícil você encontrar um filósofo que sistematiza o seu pensamento, como fez Kant, como fez Renê Decartes, como fez Hegel, como fez Bergson e como fez Leon Deni, né? Então, por isso que é difícil a gente encontrar, a gente encontra coisas esparsas, né? Mas um nome de peso, assim, quem hoje é o nome de peso? As pessoas que são mais conhecidas na filosofia, elas não têm um sistema filosófico próprio, elas tratam de maneira elas tratam de filosofia de maneira genérica, né? Por exemplo, aí sem nenhuma crítica, tá, gente? Mas o Feliponde eh eh não tem um sistema filosófico por trás robusto, né? Encadeado não tem, né? Eh, os últimos filósofos fizeram isso, ficaram no século passado, no início do século passado, depois com a Segunda Guerra Mundial isso ruiu completamente, né? Então, por isso que a gente não vai encontrar muitos contatos, né, e diálogos da filosofia de Leandó contemporâneo hoje. Mais ou menos isso. Mas, por exemplo, outro ponto de contato com um sistema filosófico muito rico é o estoicismo. A obra de Leon Denis se conecta profundo com Cicca, com Epiteto, com Marco Aurélio, né, e por aí vai, com a obra de Platão, né, enfim. Muito bem. E a gente deu uma avançadinha no tempo, mas valeu a pena, né? Com toda
enis se conecta profundo com Cicca, com Epiteto, com Marco Aurélio, né, e por aí vai, com a obra de Platão, né, enfim. Muito bem. E a gente deu uma avançadinha no tempo, mas valeu a pena, né? Com toda a certeza. Olha só para deixar aqui a informação pros nossos amigos. Eh, você citou, Thago, aquele podcast, né, Leonir e os problemas da existência humana. Não, não tenho que desculpar não, Pablo. Foi muito bom você ter feito essa sua pergunta. Eh, então o podcast Leon e os problemas da existência humana, ele pode ser ouvido eh por vocês acessando o site do espiritismo.net, né, www.spespiritismo.net. Você vai ter lá no topo do site uma sequência de ícones que levam para determinadas redes sociais e outros serviços. Um desses é o link, o ícone que vai dar Spotify, no perfil do Spotify do Espiritismo.net e lá está o podcast Leonil, os problemas da existência humana, além de outros, tá? Que tem outros lá, inclusive alguns estudos das obras de Leonir, né? Alguns estudos já completos, como o estudo do livro Depois da Morte. Eh, o o desculpa, o programa grande enigma é o grande enigma. Eh, socialismo espiritismo. Socialismo e espiritismo. Mas tem um quarto. Não, o quarto espiritismo na arte. Espiritismo na arte. É espiritismo na arte também. É espiritismo na arte. Exatamente. E começamos o problema do ser, né? Não, na verdade o espiritismo na arte ainda não tem. Não é o problema do ser. É, é o problema do ser a gente iniciou. Eh, e tá lá no episódio número 242 e não se sabe nem quando que vai ter na metade do livro. Exatamente, porque é muito rico, né? Muito rico. Tá bom, amigos. Thago, faz o fechamento de hoje, já convidando o povo paraa semana que vem. Não é, é só agradecer, né, e dizer aos amigos e amigas que eh vai ser uma jornada muito bacana estudarmos Leandir de maneira um pouco mais detida, né? Não será nenhuma obra específica, né? Nós vamos fazer uma apanhar de várias das suas obras. E esse primeiro bloco temático, como nós dissemos, vai tratar da doutrina secreta, quem tiver
is detida, né? Não será nenhuma obra específica, né? Nós vamos fazer uma apanhar de várias das suas obras. E esse primeiro bloco temático, como nós dissemos, vai tratar da doutrina secreta, quem tiver interesse. Então, vale começar pela primeira parte do depois da morte, né? E a partir disso nós vamos avançando. Isso aí, dever de casa do Thiago. Meus meus amigos, muito obrigado, tá, pela presença de todos vocês. Obrigado, Thago, mais uma vez. Agradeço. Opa. E semana que vem estaremos de volta. Fiquem todos com Deus. Uma excelente noite. Tchau. Tchau. Tchau. Tchau. O Espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lonês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. espiritismo.net/congresso. Congresso. Что?
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