A Força do Espiritismo - Introdução à filosofia de Léon Denis - 2ª parte - Thiago Barbosa
"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às segundas-feiras, às 19h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.
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ecreta, como que isso apareceu no pensamento de Leondi. É isso que nós iremos então e nesses minutos abordarmos, certo? O tema da doutrina secreta vai aparecer primeiro na obra Depois da Morte de Leon Deni, a obra que foi lançada em 1890, 25 de dezembro de 1890. E Deni vai dedicar eh a primeira parte a investigar esse tema, muito embora a primeira parte da obra tenha como tema crenças e negações. E o primeiro capítulo é aquele que se intitula ah como a doutrina secreta. Entretanto, lendo o primeiro capítulo, A do Dutrina secreta, vamos perceber com muita tranquilidade que eh toda essa primeira parte se constitui eh eh trata desse tema, né? Depois de eh depois da morte, nós vamos encontrar este tema na obra Cristianismo e Espiritismo, que é a segunda obra de a segunda grande obra de Leond, né? eh, que vai aparecer em 1903, perdão, 1893, não é? Também a obra eh O grande enigma e o problema do ser e do destino. Bom, o que que o que que é a doutrina secreta? Esse termo vai aparecer na obra de um dos grandes eh estudiosos do campo da religião, Eduard Chorré, né, na obra Os Grandes iniciados. Nós vamos ter também esse mesmo termo utilizado eh na Madame Blavatsk, né? Ela construiu algumas obras com tratando desse tema. Entretanto, claro, né, a doutrina espírita eh aborda isso de maneira um tanto quanto diferente, né? não radicalmente diferente, mas com algumas singularidades muito próprias. Enfim, a doutrina secreta, portanto, na verdade é uma ideia de que os grandes princípios que vão nortear o espiritismo, né, como a reencarnação, a mediunidade, a sobrevivência da alma, a pluralidade dos mundos habitados, já estava presente num conjunto. Eh, na verdade podemos dizer que em quase todas as tradições espirituais, só que isso tudo eh esquentou, então vou tirar. Eh, isso tudo vai tá, digamos assim, de maneira codificada, né? Ou seja, somente aqueles que têm, que foram iniciados nessas tradições que vão ter acesso ao real conhecimento. Além disso, eh, tanto Deni quanto Eduardé, eles vão ver que, eh,
maneira codificada, né? Ou seja, somente aqueles que têm, que foram iniciados nessas tradições que vão ter acesso ao real conhecimento. Além disso, eh, tanto Deni quanto Eduardé, eles vão ver que, eh, havia, por exemplo, no antigo Egito, uma doutrina para os os iniciados e uma doutrina para o povo, digamos assim, para a massa, né? Da mesma forma, nós vamos ver na antiga Grécia, né, nos mistérios dos eleuses, nos mistérios órficos, tudo isso era eh esses princípios só eram revelados para os os iniciados, não é? Eh, então foi alguma coisa que norteou a tradição espiritual de todas as grandes tradições. Portanto, nós vamos ver isso na Índia através das obras do Bagavagita, né, do Hamayana, é do Mahabata, né, nos livros dos Vedas, nós vamos ver a isso também ensinado por Buda, o Sidarta Gautama, né, eh, entre os primeiros cristãos, entre os celtas. Eh, esses princípios estão presentes, só que novamente, somente para aqueles que eram iniciados. E isso eh eh se distingue do espiritismo na medida que o espiritismo ele traz isso de maneira muito clara, sem nenhum tipo de véu que ou eh algum tipo de artifício que esconda isso de quem quer que seja, né? Então, as leis que regem o mundo invisível, a comunicação entre os vivos e os chamados mortos, tudo isso, tudo isso é feito de maneira clara e objetiva, não é? Então, a nossa ideia nos próximos programas e claro começando por hoje, é nós abordarmos algumas dessas tradições, mostrando essas singularidades, essas peculiaridades e até fecharmos esse ciclo. Até aqui, gente, tá tudo bem, tranquilo? Tem alguma questão? Eh, se tiver, né, se não, algum ponto não tiver ficado claro, aí vocês, por favor, tragam, tá? Eu vou começar, eu vou começar abordando no antigo Egito. Deni no capítulo Egito em Depois da Morte, ele naturalmente vai tratar de um conjunto eh de princípios, né? eh mostrando que de princípios que eram codificados, digamos assim, mas de maneira mais eh eh abrangente, Deni, nesse capítulo, ele vai falar que o o antigo Egito é o berço
junto eh de princípios, né? eh mostrando que de princípios que eram codificados, digamos assim, mas de maneira mais eh eh abrangente, Deni, nesse capítulo, ele vai falar que o o antigo Egito é o berço espiritual do ocidente. Foi dali que eh demana toda a luz espiritual que vai, por exemplo, alcançar eh a filosofia grega, mas também vai influenciar eh esses mistérios, né? Seja os mistérios órficos, seja os mistérios dos eleuses, seja o pitagorismo, que na verdade foi uma grande reforma que foi feita dos mistérios dos eleuses, né, por Pitágoras de Samos, esse grande filósofo, matemático e líder espiritual, não é? Eh, então o o antigo Egito na antiguidade ele serviu, né, dessa eh fonte iniciadora nos mistérios espirituais para várias tradições. Isso aconteceu também com Roma, né? Ele fo ele vai influenciar Roma, ele vai influenciar várias tradições também ali do norte da África, como em Cartago, nãoé? Eh, enfim, mas o Egito, nós podemos observar que o seu ápice, o ápice da sua filosofia e da sua reflexão filosófica e espiritual foi justamente com o Hermes trinegisto, né? Hermes trinego. Claro que é uma uma eh é um uma forma latina, né, do nome eh do antigo Egito, que eu não vou me arriscar aqui a pronunciar, né? Mas Hermes ele foi eh aquele que condensou em alguns papiros justamente eh como que ali nos grandes templos de Carnaque e tantos outros, esses mistérios se apresentaram, não é? Então, nós, num determinado momento, nós vamos ver eh nos escritos de Hermes um diálogo entre ele e a Deuses, né, que era uma das responsáveis eh pela iniciação de vários nos mistérios do antigo Egito. Diz Hermes que certa feita estava no pátio do templo a contemplar as estrelas. indaguando a si mesmo o do porquê da vida, o porquê das estrelas, o porquê da dor, do sofrimento e porque algumas almas, ou melhor dizendo, alguns homens aqui na Terra, eh, tinham uma vida tão fácil, tão aivada de saúde, de recursos financeiros, de status sociais, enquanto que outros viviam na penúria, na miséria.
lmas, ou melhor dizendo, alguns homens aqui na Terra, eh, tinham uma vida tão fácil, tão aivada de saúde, de recursos financeiros, de status sociais, enquanto que outros viviam na penúria, na miséria. faltando tudo. Então, nesse clima de indagação, é que ele se vê num determinado momento saindo do corpo e ele se sente que sua alma subia, subia, subia. Então, um determinado momento, ele se vê fora do globo terrestre e ali ele vê de mais perto as estrelas, os mundos e a entidade espiritual de Iis se apresenta para ele e diz mais ou menos assim: "Vê, Hermes todos esses mundos, a Terra é é um dos primeiros na escala dos mundos. O mundo ainda atrasado, cheio de misérias, mas apontando para outros órbes, ela diz: "Entretanto, todos esses mundos são habitados. Neles vivem muitas almas, almas ainda em peregrinação, mas almas também próximos da perfeição. De mundo em mundo, melhor dizendo, perdão, de vida em vida, o homem vai saindo da ignorância para a luz. E aí que ele encontra a a felicidade e a verdade, dando, portanto, nesse sentido, a ideia de que todos os mundos são habitados. Todos os mundos são habitados. Entretanto, entretanto, em condições diferentes. Isso, de certa forma se conecta com o princípio da pluralidade dos mundos habitados, não é? E que mais do que isso, que há uma escala progressiva a percorrer na escala evolutiva também por esses mundos. Se formos em o Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo 3, onde Allan Kardec vai dissertar sobre há muitas casas, eh, há muitas moradas, perdão, na casa do meu pai, né? Essas são palavras do Cristo. Se encontram no Evangelho de João. Eh, nós vamos encontrar uma comunicação do espírito de Santo Agostinho, onde ele vai tratar da progressão dos mundos. Então diz o Santo Agostinho que há mundos primitivos, há mundos de provas e expiações, há mundos regeneradores, há mundos eh felizes e há mundos celestes, né? A Terra, como nós sabemos, ela tá na condição de mundos de provas e expiações. Provas e expiações, não é? Bom, e nesse sentido,
há mundos regeneradores, há mundos eh felizes e há mundos celestes, né? A Terra, como nós sabemos, ela tá na condição de mundos de provas e expiações. Provas e expiações, não é? Bom, e nesse sentido, a Terra tá no início da sua evolução, né? Então, o que Isis tá trazendo para Hermes é justamente essa noção de que todos os mundos são habitados. Aí a gente pode dizer assim: "Mas, Thago, calma aí que tem um problema, né? Por quê? H, várias sondas já foram, por exemplo, a Marte, telescópios de muita potência, como Robel, eh, o James Web agora, né, mais moderno ainda que o Robalo, eh, ao lançar o seu olhar para esses mundos, nada encontraram. Então, parece que não é bem assim. Bom, gente, é porque nesses mundos a condição espiritual ela é diferente, né? O que que eu tô querendo dizer com isso? Nós, Allan Kardec, os espíritos ensinam que há um corpo que ele é intermediário entre o corpo físico e o próprio espírito, que é o perespírito. Quanto mais sutil é o nosso perespírito, naturalmente que eh naturalmente que digamos eh ele vai ser, digamos, mais difícil de ser captado, né, por essas eh por essas, digamos, engenhocas humanas, não Não é? Mas vejamos, bilhões e bilhões, talvez podemos falar até na casa dos trilhões que existe, né, mundos infinitos que é impossível um homem contar desde o início até o final da sua vida, porque são muitos mundos. se são bilhões de estrelas, né? Vocês imaginam quantidade de mundos? Então, não é? Então, eh, naturalmente, naturalmente que, eh, a condição espiritual, né, dos seres que ali habitam é mais sutil. sendo mais sutil, né? Eh, eh, nós ainda talvez não temos os mecanismos necessários para perceber essa realidade. Mas veja o que que eu tava falando dessa quantidade? Será que essa quantidade toda de mundo Ah, o nosso querido Henrique colocou: "Olgol estimou a ver 1 trilhão de galáxias". Galáxias, gente, cadaxia tem uma quantidade enorme de sós, né? Então vocês imaginam na nossa galáxia, o nosso sol, ele é, ó, pequenininho, né? E tem uma quantidade grande de mundos.
lhão de galáxias". Galáxias, gente, cadaxia tem uma quantidade enorme de sós, né? Então vocês imaginam na nossa galáxia, o nosso sol, ele é, ó, pequenininho, né? E tem uma quantidade grande de mundos. Então, veja, será que nessa quantidade todo de mundos só o nosso teria vida, né? Me parece que filosoficamente isso é muito pouco provável, né? E por outro lado, já tem várias sondas, né, que já t encontrado o mundo semelhantes o da Terra, o que naturalmente sugere que ali haja vida, porque se a condição orgânica daquele orb semelhante, não é? Então, o princípio da pluralidade dos mundos habitados foi postulado, né, pelo antigo Egito, inclusive dos povos, né, da antiguidade, os egípcios eram aqueles que tinham, né, eh, já uma ciência, claro que, né, não como a nossa, mas uma ciência, ainda mais para as condições, né, da época. Eh, mas tinha uma astronomia já bastante desenvolvida, né? A construção das pirâmides foi baseada, né, no alinhamento eh do coxeiro, né, onde fica, eh, o sistema capela, não é isso? e enfim, mas além disso, no diálogo de Hermes com Ises, vejam vocês, ela trata também da pluralidade das existências, porque ela diz a Hermes que de vida em vida, de vida em vida, né, o homem vai dar ignorância para a verdade, né? E mas claro, gente, quando por isso que a reencarnação eh ela resolve uma quantidade de questões, porque, por exemplo, nós temos diferenças muito grandes quando analisamos os aspectos intelectomorais de cada sujeito. Gente, há almas, há almas como a Madre Teresa de Calcutá, um Chico Xavier, um Martin Luther King, não é? Um padre Júlio Lancelote. Mas falemos também das grandes almas que construíram as bases para as religiões da antiguidade. O Cristo, né? um Sócrates, um Buda, um Laudsé, um Forri, um Krishna, um Hana, Orfeu e por aí vai. E como que mesmo tendo almas assim, nós encontramos criaturas que ainda são perversas, criaturas que se deleitam ainda por vezes na prática do mal. Como que se explica isso? Não é? É difícil às vezes de entender,
esmo tendo almas assim, nós encontramos criaturas que ainda são perversas, criaturas que se deleitam ainda por vezes na prática do mal. Como que se explica isso? Não é? É difícil às vezes de entender, de compreender pessoas que são geniais, como Albert Einstein, né? como a Madame Cry, eh, uma física e química polonesa que se radicou na França, né? Então, eh, e às vezes pessoas que não têm nenhum tipo de conhecimento, né, capacidade reflexiva. Então, essas distinções, essas diferenças intelectuais e morais, elas se explicam pela reencarnação, porque essas almas mais elevadas, elas viveram mais vezes e ao longo desse percurso foram depurando. Porque veja, não dá para explicar isso somente com a cultura do seu tempo. É impossível, gente. Na cultura do tempo de Jesus, o que reinava era a barbárie, era a morte, era o olho por olho, o dente por dente, era a lei do mais forte. Quem ao tempo de Jesus ensinou ele ser assim? Quem? E mesmo assim ele foi o que foi. Por quê? Porque Jesus, como nós sabemos, puro e perfeito, né? enquanto que, enquanto que, eh, nós ainda estamos no princípio, né, no início, esse é o grande ponto. Esse é o grande ponto, né? Então, gente, isso é natural, né? É algo natural. Enfim, mas também no Egito a prática da mediunidade, ela era utilizada quase que o tempo todo, né, nos templos. Os templos, os grandes templos, eles serviam para evocação, perdão, gente, evocação dos mortos, os oráculos. para que eh muit das vezes o faraó tomasse uma decisão, era evocado os grandes espíritos que eram colocados como deuses, né? E evocando esses deuses, eles prescreviam orientações. Eles utilizavam também, sabemos nós, do magnetismo para a realização de curas, para que determinados sujeitos entrassem em transe, em estado de trans. Muit das vezes sobre o efeito magnético era levado o sujeito a viver ou reviver as múltiplas vidas em que ele havia atravessado experiências na Terra. essa tradição, né? Eh, inclusive em termos dos ritos, claro que revestido para a cultura do seu próprio tempo,
a viver ou reviver as múltiplas vidas em que ele havia atravessado experiências na Terra. essa tradição, né? Eh, inclusive em termos dos ritos, claro que revestido para a cultura do seu próprio tempo, vai eh ganhar uma nova forma na antiga Grécia, né? Eu não vou explorar muito a antiga Grécia porque nós fizemos uma longa série, né, estudando o pensamento de Platão e, claro, de Sócrates, né? Então tem, sei lá, eu acho que umas 40, 30 a 40 lives sobre o tema, né, onde nós tratamos eh do pensamento e dos princípios que se conectam ao espiritismo, mas também bem como eh as os mitos, né? E aqui, gente, fica claro, tanto no Egito quanto na Grécia, que muita das vezes quando nós lemos, né, a a literatura principalmente helênica, a literatura grega, né, de das obras, como por exemplo a Odisseia e a Elida de Homero, né, o trabalhos dos dias, né, e a teogonia de Exildo. né? São obras assim espetaculares, né? obras carregadas de um sentido muito e por demais interessante. Nós vamos ver que isso era uma das formas de codificar esses princípios, por exemplo. E aí entrando na obra Odisseia, né, que tem como personagem principal Ulisses. era o rei de Taca pra pequena ilha grega que havia se juntado à Menelau para ir até eh Troia, a cidade, né, eh a época, a cidade mais fortificada. e mais segura eh do mundo antigo, né? Porque eram famosos os portões e a muralha de Troia. E a Odisseia, na verdade, eh, para muitos, e eu sou um daqueles, muito embora não tenha autoridade, né? lendo alguns helenistas que acredita que a odisseia na verdade trata de um processo iniciático, não é, de ascensão espiritual. Coisa semelhante nós vamos ver com a obra de Dante Aligieri, né? A Divina Comédia. Adivina Comédia, que é uma obra assim extraordinária, que trata do inferno, do purgatório do céu, não é? Eh, que também vai tendo alguns estágios, mas no sentido ascensional, né? Então, há ali uma ascensão. Então, eh eh da mesma forma, a Odisseia nas suas no seus vários cantos, nós temos ali eh como que
Eh, que também vai tendo alguns estágios, mas no sentido ascensional, né? Então, há ali uma ascensão. Então, eh eh da mesma forma, a Odisseia nas suas no seus vários cantos, nós temos ali eh como que a alma ela faz para desvencilhar, né, das suas dificuldades e ascender espiritualmente. Tanto que há momentos, né, no princípio da Odisseia, que que o Ulisses, né, ou Odisseu, né, Ulisses foi o nome, digamos, eh eh romano, né, latino. E Odiseu é o grego, eh, que ele deixa se levar pelos seus instintos mais carnais, digamos assim, mas chega um momento em que há um processo todo de purificação, né? Um dia, quem sabe, a gente faz um estudo sobre isso, mas é interessante porque ele tá voltando para Itaca, né, meio que perdido e e isso nós vamos ver que é que é bem interessante porque também por a a Ilade e a Odisseia, que são obras, né, complementares, sem dúvida nenhuma, ele sai de Itaca, vai paraa guerra e depois volta. para casa. E é mais ou menos o que nós vamos ver, por exemplo, na parábola do filho pródigo. O filho ele sai da casa do pai, ele vai para uma guerra. O que que é a guerra nesse sentido simbólico, né? Senão a alma se deixando levar pelas suas paixões. Até que um determinado momento ela desperta, sente saudade da casa do pai e volta paraa casa do pai. Da mesma forma na Odisseia, né? Ele depois de se deixar eh enveredar pelas paixões, né, e matar, enfim, cometer grandes atrocidades, depois, um determinado momento, ele desperta e em despertando, ele retorna para casa, né? Belíssima a Odisseia. É belíssima a Odisseia. num momento mais oportuno a gente trata disso, né? Mas é preciso, portanto, a odisseia para muitos seria eh eh ritos iniciáticos da alma, né? saindo da paixão e da ignorância e encontrando à luz o bem e a verdade. Além, né, da grande obra Odisseia, que é uma obra carregada de espiritualidade, nós vamos encontrar também na figura de Pitágoras de Samos como um dos grandes gênios da Eldade, né, como um dos grandes gênios da mentalidade grega do seu tempo. Ele
bra carregada de espiritualidade, nós vamos encontrar também na figura de Pitágoras de Samos como um dos grandes gênios da Eldade, né, como um dos grandes gênios da mentalidade grega do seu tempo. Ele vivia, né, em Samos, uma ilhota ali na Grécia, e ele construiu uma escola que funcionava em uma caverna e ali ele ministrava a pluralidade das existências. Nós podemos ver isso na sua obra, né, que é o único legado que ficou para nós de Pitágoras no campo da filosofia, porque no campo da da matemática, da geometria, nós temos, né, enfim, um legado também. Mas primeiro ele reconhecia a pluralidade das existências, está no em seus versos dourados. Muito embora é preciso dizer que não exatamente como o Espiritismo imaginava. Por quê? Para ele eh eh porque a reencarnação no espiritismo, ela tem uma finalidade. Qual é a finalidade? Alcançarmos a perfeição. Alcançarmos a perfeição. Essa é a grande finalidade, né? eh eh da reencarnação. Além disso, há a chamada solidariedade entre as reencarnações. Uma vida é solidária à outra. Que que tá querendo dizer com isso? É o seguinte, que aquilo que eu faço em uma vida repercute nas próximas. Ou seja, há uma solidariedade, há uma continuidade, né? é a essa repercussão, inclusive é como Denomina, né, a lei da repercussão que ele vai chamar no problema do ser lá na segunda parte. Então, para Pitágoras não exatamente assim, né? E e além disso, e Pitágoras acreditava que eh nós poderíamos reencarnar em um animal, né? Coisa que o espiritismo, a teoria da mentapsicose que foi herdada inclusive do antigo Egito, sabemos nós que Pitágoras ele foi iniciado no antigo Egito, ele passou um tempo lá, assim como Platão, né? Platão, isso, né? E eh é consenso, né? Entre os platonistas, enfim. E e Pitágoras também praticava mediunidade. Muit das vezes ele ensinava em estado de trânsito, não é? Eh, ali havia vários fenômenos de voz direta, de materialização, eh fenômenos de tiptologia das pancadas, os chamados reps, né? Eh, e Pitágoras, quando nós dissemos, foi o
m estado de trânsito, não é? Eh, ali havia vários fenômenos de voz direta, de materialização, eh fenômenos de tiptologia das pancadas, os chamados reps, né? Eh, e Pitágoras, quando nós dissemos, foi o grande reformador dos mistérios órficos, né? Foi um mistério também que acreditava na reencarnação, acreditar, praticava a mediunidade, os grandes templos, não é? Inclusive há uma passagem muito interessante, é que é narrado, é narrado por Heródoto, né? Eh, não Homero, Heródoto, que é considerado o pai da história, né? e ele eh trata de uma passagem bem interessante da vida de Creso, o rei da Lídia, né? e que eh essa questão só foi resolvida no templo de Apolo. Ficava eh agora me fugiu o nome do da cidade antes, falhou a memória. Mas é uma história bem interessante, né, que ele teve um sonho e eh esse sonho só foi o significó foi revelado justamente no templo de Apolo, né? E e o mais interessante que ele havia, digamos assim, eh, que ele pediu então que as pessoas eh eh ou melhor dizendo, a Pitoniza, que para nós, na verdade seria a médium, ela dissesse o que ele estava fazendo naquela hora, naquele dia e naquela hora. Isso foi feito. Inclusive, era uma coisa bem inusitada. Ele tava cozinhando algumas tartarugas, ele tava no tacho e ele anotou, ele fez coisas assim meio descabidas justamente porque claro que um reino não iria fazer isso, né? Mas justamente para que não fosse nada assim do senso comum, ah, ele tá conversando com alguém, alguma autoridade, esse tipo de coisa, né? Então isso é bem interessante. É bem interessante. Portanto, na antiga Grécia, né, tudo isso era praticado de maneira muito tranquila. E como nós dissemos, nós não vamos gastar o tempo com isso, mas hã na eh eh Sócrates, né, foi o ápice da espiritualidade grega, foi justamente em com Sócrates, naturalmente com seu grande discípulo, que é Platão, né? Teve outros também, como Xenofonte, que escreveram sobre ele, que escreveram sobre eh Sócrates. Nós temos apenas três, né? Os que eh os discípulos, né, que é
om seu grande discípulo, que é Platão, né? Teve outros também, como Xenofonte, que escreveram sobre ele, que escreveram sobre eh Sócrates. Nós temos apenas três, né? Os que eh os discípulos, né, que é justamente Platão e Xenofonte. Mas enfim, eh vamos ficando por aqui. Na semana que vem nós vamos aprofundar um pouquinho mais esse tema, essas questões, né? e até que a gente encerre a questão da doutrina secreta. Então, vamos chamar o nosso querido Henrique pra gente trocar uma ideia. Eh, Thaago, há muitas observações, perguntas e para dar assim o pontapé inicial, né, com uma observação, não. Ah, não. Olha só, foi uma coisa interessante aqui. A Lídia Zimbard, né, querida Lídia, um beijo para você, né? Ah, eh, a Lídia, né, que ela lá do Centro Espírito Sebastião. Lídia, olha só, interessante o Ah, pera aí, melhor colocar aqui, né? A falta de hábito, hein, gente. Desculpa, o Jaíton ia dar dando show aqui. A, ela pergunta, ela ela faz uma observação interessante, o quão semelhante é a fala de Ises a Hermes e o que os espíritos nos dizem. Na questão 793 do livro dos espíritos, estamos na primeira fase da civilização. Eh, eu já capturei aqui a questão do livro dos espíritos. Se quiser eu apresento aqui para você fazer uma Uhum. Então, tá aqui a questão. Dá para você ler? Que que eu lei? Eh, porque ixe, meu amigo, você puder ler porque eu não tô conseguindo não. Pois é, deixa até aumentar um pouco para mim também, né? Porque indício se pode reconhecer uma civilização completa? Respondem os espíritos. Reconheccê-la a exis pelo desenvolvimento moral. Credes que estáis muit muito adiantados, porque t feitos grandes cobertas e obtido maravilhosas invenções, porque vos alojais e vestis melhor do que os selvagens. Todavia, não tereis verdadeiramente o direito de vos civilizados, senão quando a vossa sociedade houverdes banidos vícios que é desonrem, e quando viverdes como irmãos, praticando a caridade cristã, até então seria apenas povos esclarecidos que iam percorrido a primeira fase da
a vossa sociedade houverdes banidos vícios que é desonrem, e quando viverdes como irmãos, praticando a caridade cristã, até então seria apenas povos esclarecidos que iam percorrido a primeira fase da civilização. Muito bem. É, não é só essa a ideia mesmo de que nós estamos ainda bastante atrasados, né? É claro que isso não é muit das vezes isso é falado como se fosse algum demérito. Não, gente, não é porque senão Deus estava errado, né? E não tá e é porque faz parte do processo. É como se a gente dissesse assim: "Ah, os meninos que estão na quinta série é um demérito para eles". Não, né? Eles estão onde precisam estar. E no tempo a partir quando forem amadurecendo, elas vão alcançar naturalmente a evolução, né? Enfim, então é natural, mas que ainda nos falta muita coisa para que sejamos de fato e e reconhecidos como uma civilização, né, onde não haja mais fome, onde não haja mais guerras, onde ninguém passa a dificuldade, todos têm o as condições para viver e para trabalhar e constituir uma vida feliz e digna, né? Então, e e isso, sem dúvida nenhuma, nós estamos um tanto quanto distante. A gente vê aí quantas guerras, quantas coisas assim tristes acontecendo no mundo, mas que é da natureza, isso é preciso dizer, de um mundo de provas e expiações também, né? Eh, a segunda, o segundo comentário foi da Nascredalina. Eh, eu eu acredito que foi num contexto quando a gente tava falando quando você tava falando dos iniciados, porque eu penso também, eu acho que dessa forma com Malina, porque muitos acham que os os iniciados são aqueles escolhidos especiais, não são aqueles que podem suportar, né, aquelas aqueles momentos em que eles vão ser submetidos a algumas provações. E ela fala assim, ó, são muitos capacitados para a ciência, os estudos e contrários sentimentos mais nobres, humanitários, quer dizer, as deficiências, né, que os iniciados podem possam carregar. É, é isso. É exato. Eu acho que não tem nem muito o que comentar, não é por aí. Eu acabei que eu eu respondi, né? Tô meu
ários, quer dizer, as deficiências, né, que os iniciados podem possam carregar. É, é isso. É exato. Eu acho que não tem nem muito o que comentar, não é por aí. Eu acabei que eu eu respondi, né? Tô meu amigo, que é isso? Tô avançando na seara. Daqui a pouco o Thiago não vai mais participar disso não, hein? Não, meu amigo, tranquilo. Mas vamos lá. Olha só. Ah, eu eu gostaria também, viu? Poderíamos estudar a Odisseia, mas essa palavra permenorizadamente. Olha, parabéns, Linda. E é tão interessante e representativo. E claro, ela comentou bem como a Ilíada. Ah, não, claro. Quem sabe mais à frente a gente não faz um estudo sobre isso, né? Podemos sim fazer. Eu adoro, né, Odisseia e Elida, principalmente Odisseia, minha assim, é uma das minhas paixões. Eh, a Emanuel Façano, ele diz assim: "Lei tinha na doutrina secreta conhecimento e ligação com os rosa cruzes ou da doutrina secreta de Badani Blavatsk, que até você citou no início." OK. É, eh, eh, ah, é interessante, sem dúvida nenhuma, que eh a obra da Madame Blavatsk, ela saiu justamente por esse tempo, né, que Leon Denise escreveu depois da morte. Foi uma obra que teve um impacto no campo espiritualista muito grande, né? Em alguns pontos ela diverge com a doutrina espírita, mas é é alguma coisa que eh que faz muita muita desses princípios faz sentido, né? Então se conecta. Então eu diria que há sim um diálogo, não é, entre esse campo. A gente não pode deixar de de eh de salientar que a doutrina espírita ela faz parte de uma tradição. Que tradição é essa? O espiritualismo, né, que tava nascendo ali na passagem do século XVI para o X. vai eh aparecer o novo espiritualismo, né, na Inglaterra, nos Estados Unidos, a metapsíquica, a os rosa cruzes, né, eh a teosofia de Blavatsk. Eh, claro que cada um com a sua singularidade, mas que há pontos de conexão, né? E a percepção em torno do tema da doutrina secreta. Sim. Eh, há essa conexão, há essa ligação. Acho que é isso, meu amigo. Eh, tá tá sem som. Eh, estamos em casa, né? Então, às vezes
s de conexão, né? E a percepção em torno do tema da doutrina secreta. Sim. Eh, há essa conexão, há essa ligação. Acho que é isso, meu amigo. Eh, tá tá sem som. Eh, estamos em casa, né? Então, às vezes tem alguns sons incidentais. Nossa querida Lídia, novamente, como você vê a grande semelhança entre os ensinamentos de Krishna e o Espiritismo contra os propósitos e finalidades da reencarnação? Ah, sim. Então, Krishna é o autor e digamos o mentor de Arjuna. Está narrado na obra épica, o Bagavaguita, né, ou a sublime canção. É uma obra que compõe o o os Vedas, né? É uma das obras, é um dos livros dos Vedas. É como se fosse assim o nós podemos, só por analogia, a gente poderia dizer que o o bagavaguita seria o Novo Testamento, né, da na nossa Bíblia, né, mais ou menos isso. E ali Krishna tá orientando a Juna, né? É, é uma obra metafórica que ela começa em um campo de batalha, mas é a representação da luta do espírito contra si mesmo, né? O o Krishna, o melhor dizendo, o Arjuna, ele tinha os Pândavas e os curavas. Os Pândavas eram os seus primos que queriam tomar o seu posto, né? Que aí é justamente a luta da consciência contra as paixões e os curavas. né, que é aqueles que estavam do seu lado, que eram seus irmãos, enfim. Então, eh, e, e aí em vários momentos o Krishna ele fala para o Arjuna sobre a reencarnação, a passagem que inclusive é muito famosa. Ele diz mais ou menos assim, eh, que eu conheço todas as minhas vidas que eu vivi e as que eu viverei, mas tu, pobre Arjuna sabe, nada se recorda, né? mas dando a ideia da pluralidade das existências, que é assim que a alma ela se purifica e ela avança, né? Então, há sim eh eh pontos de contato, ligação, né? Claro que há distinções também, mas que é uma obra de espiritualidade, sem dúvida nenhuma, superior, né? Eh, e vale muita leitura, né? tem várias traduções, inclusive uma famosa do Humberto Roden, né? Muito bonita, por sinal, com muitas notas, enfim. Então, é uma boa lembrança, assim, eh, quando nós formos falar sobre a Índia, nós vamos tratar
traduções, inclusive uma famosa do Humberto Roden, né? Muito bonita, por sinal, com muitas notas, enfim. Então, é uma boa lembrança, assim, eh, quando nós formos falar sobre a Índia, nós vamos tratar desse tema também. E o nosso querido Pablo Marques traz aqui, Thago, podemos dizer que nessa primeira parte do livro Denise traz uma introdução, uma filosofia perene que o Espiritismo tentaria evidenciar, organizar e defender com a comunicação dos espíritos? Ah, muito bom. Nossa, o Pablo, como sempre muito inteligente, sem dúvida nenhuma, né? O princípio da doutrina eh da filosofia perene, né? É alguma coisa que vai permear a tradição filosófica do Ocidente. E vários autores vão tratar desse tema, como nosso querido Humberto Schubert Coelho, tem uma obra com inclusive com esse título, a doutrina a filosofia perene. Huskley, que foi um grande escritor inglês, eh, inclusive de algumas distopias, né? Eh, tô tentando lembrar a sua principal obra. H, enfim, esqueci, mas eh é uma obra de distopia, enfim, um autor muito lido, celebrado, mas ele tem um livro de filosofia que trata justamente da filosofia perene, que a ideia é que as verdades espirituais, né, elas estavam espalhadas de desde todo sempre, né, a verdade com V maiúsculo, né, e que naturalmente em vários momentos momentos da nossa evolução histórica, isso vai aparecendo, não é? Eh, então, sim, é uma espécie de uma introdução. A única coisa que eu diria que se distingue um pouco, um pouco, né? Eu acentuo esse um pouco, é que eh Deni, o nosso querido Deni, ele vai aprofundar isso no sentido que ele vai mostrar que eh na verdade isso era feito de maneira velada, né? Porque houveram aqueles que falaram de maneira aberta, né? A exemplo de Buda, por exemplo, né? Mas enfim, é bem por aí mesmo. Eu concordo com eh eh com o Pablo. Bom, muitos elogios, os pedidos de continuidade e aí nós estamos aproximandoos então já do nosso final, antecipar alguns minutos, né, Thaago? Oxe, isso, isso. Sem dúvida, meu amigo. Tranquilo, tranquilo. E bom, ah,
ogios, os pedidos de continuidade e aí nós estamos aproximandoos então já do nosso final, antecipar alguns minutos, né, Thaago? Oxe, isso, isso. Sem dúvida, meu amigo. Tranquilo, tranquilo. E bom, ah, as pessoas aqui, eh, eh, Lina, não precisa pedir pedindo desculpa pela digitação apressada assim, meu Deus do céu. A gente tá, não tranquilo. Já estamos, né, em em grande em grande avanço desde a pandemia, né? Então não tem que pedir desculpas mais por nada desse desse tipo. Bom, então vamos finalizando aqui o nosso eh a força do espiritismo, né, convidando todos, né? É um novo horário, não é isso, Thaago? Exatamente, um novo horário, um novo dia, né? Pois é. Então, segunda-feira, né? Então, às 19:30, um horariozinho bom, não é? Um horariozinho bom, né? Porque a gente pode emendar, né? outras atividades depois e eu agradeço muito a presença de todos. Thago, eu que agradeço, meu amigo. Então, eu que agradeço isso. E, ó, fique conosco, espiritamin.net, sempre com atrações maravilhosas e nós nos pedimos. Um abraço a todos e até a semana que vem. Tchau. Tchau. O Espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lionês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios, sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. pespiritismo.net/congresso /congresso
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