A Força do Espiritismo - Introdução à filosofia de Léon Denis - 3ª parte - Thiago Barbosa

FEBtv Brasil 24/06/2025 (há 10 meses) 50:09 31 visualizações

"A Força do Espiritismo" é ao vivo e traz convidados para discutir aspectos relevantes da Doutrina Espírita, sempre às segundas-feiras, às 19h30. Vamos estudar e debater juntos? Uma produção do Espiritismo.NET em parceria com o Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro - CEERJ e a FEBtv.

Transcrição

Boa noite, boa tarde, bom dia, boa madrugada para quem irá nos assistir em outro momento. Meus queridos e minhas queridas amigas, sejam todos bem-vindos a mais uma edição do programa A Força do Espiritismo, uma produção do canal Espiritismo.net em parceria com a TV CRE e com a FEB TV e que também tem é retransmitido pelos diversos canais parceiros agora em um novo horário, né, todas segunda às 19:30. E hoje vamos dar continuidade, né, a introdução do Filosofia de Leon Demir na terceira parte que vem sendo abordado pelo nosso querido amigo Thiago Barbosa, a quem eu faço o convite agora para nos fazer companhia. Boa noite, querido Thago. Tudo bem? Hello querida, boa noite, minha amiga. Tudo muito bom Thaago. É um prazer estar com você mais uma vez, né, no filosofia. Força, já falar filosofia. É a força do espiritismo. Não deixa de ser uma filosofia, né? Sem dúvida. Sem dúvida. Thago, você fique à vontade para sua exposição. Eu já aproveito a convidar o pessoal, amigo do chat, que eu tô vendo que tem amigas queridíssimas ali nos acompanhando, né, para contribuir, né, deixando seus comentários, as suas perguntas sobre o tema que vai ser tratado e ao final da fala a gente volta para poder estar passando os comentários e as dúvidas, ok, Thago? Ótimo. Vamos lá, então. Até já. Até já, minhas amigas, meus amigos, boa noite para nós. É sempre uma alegria renovada estar por aqui. Eh, dar o nosso boa noite pra nossa querida Lina, pra querida Elizabe, pra querida Lídia. Espero que vocês estejam bem, todos que vocês amam em casa, no trabalho, né? tudo esteja em paz. Bom, eh nós estamos nessa série que eu, como eu já disse, vai ser uma série longa de estudos em torno da obra e do pensamento de Leonir, que visa eh uma introdução à filosofia do Mestre de Tour, que é tão rica, tão punjante, né, cheia de eh de vários que enriquece, aprofunda e alarga a filosofia espírita, não é? Nesse primeiro momento, nós estamos estudando um conceito que aparece nas obras do mestre. Nós dissemos semana

né, cheia de eh de vários que enriquece, aprofunda e alarga a filosofia espírita, não é? Nesse primeiro momento, nós estamos estudando um conceito que aparece nas obras do mestre. Nós dissemos semana passada, a obra Depois da Morte, cristianismo e espiritismo, o grande enigma, o gênio céltico e o mundo invisível, não é? Que é o conceito da doutrina secreta. No primeiro episódio da semana passada, nós explicamos conceitualmente o que se trata a doutrina secreta, não é? O contexto histórico de onde Leondeni aprendeu eh eh esse conceito, não é? E desenvolvemos traçando eh um paralelo com algumas eh Boa noite, Soraia. eh, tanto na Grécia quanto no antigo Egito, né? Hoje nós vamos tratar eh do celtismo, que é um tema, né, que se insere dentro da doutrina secreta, claro, e é muito, mas muito caro ao pensamento de Leon Denil. Deni vai tratar desta temática de maneira mais específica e objetiva na obra O gênio céltico e o mundo invisível. Foi sua última obra de 1927. Uma outra obra que saiu em 1919 que é o Mundo Invisível e a guerra. Deni também trata desse tema na obra O Grande Enigma, na obra Problema do Ser, na obra Depois da Morte, não é? E claro, eh, faltou dizer, eh, Jonad Médium, né? ele tem um um capítulo que ele aborda essa questão. Então, o objetivo nosso hoje é entender quem foram os celtas, como é que eles se organizavam enquanto cultura e povo e como que a filosofia eh do celtismo, mais conhecido como druidismo, ela dialoga com a doutrina espírita. E de que forma, né? Hoje eu até esqueci de dizer, nós vamos fazer um programa um pouquinho mais curto, na verdade vamos diminuir aí 10 minutinhos, vamos até 8:20, né? Findando 8:20, de fato. Então ali por volta de 8:15 eu vou tá a gente encerra as questões, né, paraa nossa querida Eloa encerrar, certo? Então vamos lá, gente. O Celtas eh foi um povo que viveu na Europa continental, né? Eh, que países nas ilhas britânicas. Então, eh, a Inglaterra, a Irlanda, Escócia, Vila de Mã, a Cornoalha, né? Todas as ilhas britânicas, todas. né?

eh foi um povo que viveu na Europa continental, né? Eh, que países nas ilhas britânicas. Então, eh, a Inglaterra, a Irlanda, Escócia, Vila de Mã, a Cornoalha, né? Todas as ilhas britânicas, todas. né? Eh, também parte da Espanha e Portugal, França, que hoje nós entendemos como França, não é? Eh, parte da Itália, Bélgica, hã, parte da Áustria, parte da Alemanha, chegando até próximo à República Checa, né? Eles viveram algo em torno aí de 1000 a 700 anos antes de Cristo. Até porque assim o os celtas eles foram meio que sendo comprimidos, né, principalmente eh pelas invasões romanas, né? Então eles foram comprimidos o eh na Europa central, né, ou continental, o último bastião ali foi justamente as galhas, onde hoje a Europa e eh eh Europa não, perdão, a França e a Bélgica, né? E o último país mesmo que eh que inclusive a gente pode dizer que nem exatamente foi dominado pelos romanos, foi justamente a Irlanda. né? Irlanda, Corno e Edman, só na Idade Média que eles foram eh colonizados e viram sua cultura ser, digamos, implodida, né? Bom, eles tinham um idioma em comum, né? Uma matriz, melhor dizendo, idiomática, como se fosse um latim. E dali eh teve várias eh troncos, né? como o gaélico, o gaulê, eh também ali, né, o o irlandês, uma espécie de um irlandês, que é um idioma que se falava ali, eh, na Irlanda, né? Enfim, e era uma era uma a gente pode dizer que os celtas eles tinham uma organização extremamente avançada para o seu tempo. Enquanto os romanos ainda eh eles tinham uma uma organização política muito engessada, muito embora tivesse o Senado, mas somente os patrícios, né, podiam eleger os seus senadores, né, e durante um bom tempo, eh, sendo o império, eles tinham um imperador, né, primeiro Augusto César, né, o sobrinho de Júlio César. E aí foram a sucessão de imperadores até a queda de Roma por volta do século eh quinto, né? Eh, depois de Cristo, onde teve o último imperador, né? Eh, o Rômulo. Enfim, eh, os celtas, eles possuíam uma democracia com deputados,

peradores até a queda de Roma por volta do século eh quinto, né? Eh, depois de Cristo, onde teve o último imperador, né? Eh, o Rômulo. Enfim, eh, os celtas, eles possuíam uma democracia com deputados, né? Não havia distinção entre homens e mulheres. Então, qual a mulher eh era uma sociedade que a gente poderia dizer que nem patriarcal, nem matriarcal, né? Ali a civilização celta tinha uma uma igualdade de gêneros, né? Então, tanto homem como mulher poderia postular a qualquer posto da vida pública, né? Então, nesse ponto, era uma civilização bastante avançada do ponto de vista cultural, do ponto de vista eh político, né? Então, era um povo bastante assim, tinha uma organização muito interessante. Bom, então, eh, vamos direto ao que interessa, né, que é a doutrina dos celtas, né? O Celtas era, portanto, uma uma civilização, né, que estava em diversos países, como nós dissemos, né, e o que uniam os celtas? primeiro a língua, né, a cultura, a filosofia e a religião. Era esses elementos que unia e que fazia com que olhando hoje para determinados povos, nós eh podemos dizer: "Esse povo era um povo celta", né? Então, eram um povo extremamente espiritualizado. Eles tinham eh uma crença profunda na imortalidade da alma, inclusive numa obra chamada do belo galálico. Do belo galálico, eh, que é uma obra, foi a única obra escrita por Júlio César, né? O imperador, eh, imperador, não, né? senador Romano. Eh, eh, o que que acontece? Ele diz uma coisa assim muito eh muito, mas muito curiosa, gente. Eu acho isso bem interessante. Ele diz que os celtas eh eles iam para a batalha de peito nu, eh tamanha a crença na imortalidade da alma. Então eles não tinham medo de morrer. Isso é muito curioso. Inclusive era alguma coisa que assustava que assustava o céu. Eh, eh, os romanos, melhor dizendo, os romanos então ficavam com medo que assim, nossa, lutando com com um pessoal que ia de peito nu, né, enquanto eles iam todos eh muito paramentados, né? Eh, já eh então eh eh assim chamava muito atenção,

omanos então ficavam com medo que assim, nossa, lutando com com um pessoal que ia de peito nu, né, enquanto eles iam todos eh muito paramentados, né? Eh, já eh então eh eh assim chamava muito atenção, né? Os romanos iam todos paramentados, todos cheios de escudo, né? Peitoral, enfim, e os celtas iam de peito novo, né? E até uma coisa curiosa que serve até de uma espécie de uma anedota, não é? Porque os a crença dele, não só na imortalidade, mas também na reencarnação e na vida no mundo espiritual, era tão grande que às vezes eles emprestavam dinheiro para receberem uma outra vida. Olha só que curioso, gente. Olha só que curioso. Esses eram os celtas, né? Bom, eh, os sacerdotes dos celtas eram conhecidos como os druidas. Os druidas era uma classificação sacerdotal e o o druida seria justamente o ápice, né, dessa carreira sacerdotal que era dividida em três partes. Primeiro, o iniciado, né? Então, geralmente eles pegavam os jovens eh jovens ali por volta da idade de 12 a 15 anos, né? e eh levavam para as florestas onde eram os templos dos celtas. E ali eles eh ali eles eh ministravam todo o conhecimento, tanto do ponto de vista teórico quanto do ponto de vista prático, não é? Então assim se dava eh eh a iniciação depois da de iniciado, né, nós tínhamos dois graus, eh, que era o Ovat e o Bardo. O A Ovart ele se dedicava, dedicava os seus estudos à matemática, astronomia, a uma, entre aspas, medicina, né? Eh, astronomia, que eles amavam muito as estrelas, né? Na verdade, os celtas, eles tinham um amor profundo por tudo aquilo que foi criado por Deus. Tudo aquilo que foi criado por Deus. tinha um amor profundo à natureza, né? Nós podemos dizer que a essência da alma céltica é justamente esta, o amor à natureza. Por outro lado, né, nós temos os o Bardo. O Bardo ele era um filósofo, um poeta, músico, literato, né, principalmente, ficou muito conhecido esse termo na Idade Média, né? Inclusive o nosso querido Francisco de Assis, ele tem um codinome que é o Bardo de Deus, né? Por

o, um poeta, músico, literato, né, principalmente, ficou muito conhecido esse termo na Idade Média, né? Inclusive o nosso querido Francisco de Assis, ele tem um codinome que é o Bardo de Deus, né? Por quê? O poeta, o cantor de Deus. Então, eh, isso é bem interessante. E eles, então, inclusive o que nós conhecemos da doutrinas eh dos druidas é justamente por conta das famosas tríades bárdicas, que eram um conjunto de poemas, né? E esses poemas, eh, que eram, eh, eh, assim, eles eram ministrados, esse conhecimento era ministrado em forma de poema justamente para facilitar eh que o discípulo guardasse isso na mente, né? Tivesse isso em sua mente. Pois muito bem. Eh, e por último, nós tínhamos justamente o Druida, que ele reunia o conhecimento tanto do Bardo quanto do Ovat, né? Então, essa era a organização sacerdotal. Bom, o que que eh reza essa filosofia? Hum, o que que reza essa filosofia? Bom, primeiro, primeiro sobre Deus, isso é muito interessante porque a visão deles sobre Deus, assim, antes até mesmo de entrar nesse ponto, eu já queria adiantar uma questão. De todas as correntes de pensamento da antiguidade, aquela que mais se assemelha à doutrina espírita é justamente o druidismo. pessoa é incontestável, não é? Nós vamos ver isso então. Sobre Deus, eles eh os druidas diziam que eles viviam em em um círculo chamado Celgante, onde a luz de Deus penetrava tudo. Entretanto, nada penetrava. E por por isso mesmo é imutável esse círculo chamado Gante. Deus ele é o criador incriado, ou seja, ele não tem não teve início, mas não tem fim. Ele cria, mas não foi criado. Em Deus há toda a justiça, todo o amor e toda a inteligência, né? Diz inclusive uma das tríades bárdicas, todo amor, toda justiça, toda inteligência. Não há nada maior do que Deus. E Deus age no mundo através de suas leis, que converge sempre para o melhor, para o mais justo, para aquilo que é bom. Então, a visão deles sobre Deus, inclusive os atributos de Deus, a lei de Deus é muito semelhante à aquela que a

suas leis, que converge sempre para o melhor, para o mais justo, para aquilo que é bom. Então, a visão deles sobre Deus, inclusive os atributos de Deus, a lei de Deus é muito semelhante à aquela que a doutrina espírita postula, né? Esse é o primeiro ponto paraa nossa reflexão. Eles tinham uma crença profunda na reencarnação. Isso é bem interessante porque, gente, muitos povos da época, muitas civilizações, estamos falando do antigo Egito, da Grécia, né? Pitágoras, Sócrates e Platão, né? Eles tinham a crença na mentepsicose, ou seja, que a alma ela poderia reencarnar eh às vezes num animal, até mesmo num vegetal, já para os celtas, não. A escala ela era evolutiva. E esse processo de evolução ele se dava em três fases. Três fases. Que fases são essas? Primeiro, o ananolf. Ananolf. Que que é isso? O Ananov são as primeiras experiências de eh do princípio inteligente, né? Ou seja, eh, nós temos aí, né, Allan Kardec, mas principalmente Gabriel Delane, Leon Deni, Gustavo Gelei, André Luiz, né, esses quatro autores vão tratar, né, no caso André Luiz na obra Evolução em Dois Mundos e na obra eh no Mundo Maior. Ó, evolução em dois mundos. Toda a obra, né, no na obra no mundo maior, salve melhor juízo, capítulo 3. Eh, o Gabriel Delane, evolução anímica, toda a obra, Leonir, né, na obra o problema do ser, o capítulo evolução, a finalidade da alma. E Gustavo Gelei tem uma obra só sobre esse tema, né? Então, esses autores, eh, eles vão dizer que o princípio inteligente ele tracega antes de adquirir consciência de si mesmo, né? E aquilo que o livro dos espíritos, Allan Kardec vai começar a tratar o espírito com e maiúsculo, não é? Eh, ele tracega em experiências no reino mineral, vegetal e animal. Cada uma dessas serve de eh despertar para esse princípio inteligente até o momento que ele se complexifica e tendo consciência de si mesmo, né, e do mundo, ele começa a sua jornada enquanto um espírito autoconsciente. E aí começa os os círculos de reencarnações. Então, o ananov é justamente essa faixa de experiências na

ência de si mesmo, né, e do mundo, ele começa a sua jornada enquanto um espírito autoconsciente. E aí começa os os círculos de reencarnações. Então, o ananov é justamente essa faixa de experiências na matéria que vai do reino mineral até o reino eh animal. O círculo abre é o círculo das reencarnações, onde o espírito, então, tendo consciência de si mesmo, ele compreende eh e age e reage sobre a lei, né? Ou seja, é a lei de causa efeito. Tudo aquilo que o espírito faz, ele vai de alguma forma sofrer as consequências, não como punição, mas como forma de aprendizado, não é? Então, todas as experiências em que o espírito tem necessidade da reencarnação e para o céu, para os druidas, seria justamente nesse círculo das experiências do Abred. A próxima, a próxima é o próximo círculo, que é justamente quando, depois de ter saído dessas experiências, né, eh ele entra como um espírito puro e perfeito no círculo do Greenfield, não é? Nessas experiências, o espírito já tá depurado. Ele não tem mais necessidade da matéria. Não tem mais necessidade da matéria. Muito embora possa retornar à matéria. Possa retornar à matéria como missão. Por exemplo, Jesus é um exemplo desse. Não sofre nenhuma influência da matéria, não tem necessidade da matéria. Entretanto, por eh como a lei ela é de solidariedade, ele eh atravessa essas experiências justamente nessa faixa, né, que é a faixa da eh eh como missão, né, ele estando já no círculo Greenfield, ou seja, ele não tem mais, né, não sofre mais nenhuma influência da matéria, já tá completamente desprendido, mas vem justamente por amor à humanidade, né, Isso é algo bem interessante. Eu vou até ler aqui um trechinho de depois da morte para nós, onde o bardo Taliesen, eh, ele diz uma algumas coisas bem interessantes sobre esse processo de evolução. Alizen, ele foi um dos bardos mais célees, célebres, perdão, da Gália, né? Ele compôs um assim uma quantidade enorme de sabedoria espiritual de maneira poética. Vocês vão ver que beleza. Olha só o que que ele diz.

oi um dos bardos mais célees, célebres, perdão, da Gália, né? Ele compôs um assim uma quantidade enorme de sabedoria espiritual de maneira poética. Vocês vão ver que beleza. Olha só o que que ele diz. Existindo desde toda a antiguidade, no meio do vasto, dos vastos oceanos, não nasci nem de pai, nem de uma mãe, mas das formas elementares da natureza, dos ramos da betula, do fruto das florestas, das flores das montanhas. Brinquei à noite, dormi pela aurora, fui víbora no lago, águia nas nuvens, lice nas selvas. Depois, eleito por Guinon, que é justamente Deus, né, o espírito divino, pelo sábio dos sábios, adquiri a imortalidade. Bastante tempo decorreu, depois fui pastor. Vaguei longamente pela terra antes de me tornar hábil na ciência. Enfim, brilhei entre os chefes superiores. Revestido do hábito sagrado, empunhei a traça do sacrifício. Vivi em 100 mundos, agitei-me em 100 círculos, né? de maneira poética, ele tá dando um resumo do que é a vida então do espírito, desde o princípio inteligente que ele fala aqui nas formas elementares, né, no reino mineral, depois no reino vegetal, né, aí no reino animal, onde ele fala que brinquei à noite, dormi pela aurora, fui víbora no lago, águia nas nuvens, liice na selva. É por isso que inclusive os druidas são tão, né, hoje a gente fala muito de ecologia, os druidas já falavam isso ó milênios atrás, né, melhor dizendo, é, milênios atrás, né? Eles já tinham essa consciência ambiental. Eles viam que toda a vida era sagrada. Por quê? Ali havia princípios inteligentes que um dia seriam espíritos, né? Até alcançar esse ápice, né? quando ele fala que enfim brilhei entre os chefes superiores. Aqui inclusive ele já vê uma uma certa hierarquia espiritual, né? Então é eh essa visão, digamos, essa é a síntese da percepção dos druidas sobre o a evolução espiritual, né? Além disso, gente, além disso, olha só que interessante. Além disso, como eu disse, eles tinham um amor profundo pela pela, né? E nessa obra, inclusive, Taliesen, né, numa obra chamada Cântico do Mundo,

ém disso, gente, além disso, olha só que interessante. Além disso, como eu disse, eles tinham um amor profundo pela pela, né? E nessa obra, inclusive, Taliesen, né, numa obra chamada Cântico do Mundo, olha só o que que ele diz. Perguntei aos bardos e aí tratando da pluralidade dos mundos habitados, que é outro princípio espírita. Perguntei aos bardos e por que os bardos não responderam? Não responderão, perdão. Perguntarei o que sustenta o mundo. Porque privado de apoio, este globo não se desloca? Que lhe poderia servir de apoio. Grande viajor é o mundo, correndo sempre e sem repouso. Nunca se desvia da sua linha. e quão admirável a forma dessa órbita para que jamais se escape dela. Então eles tinham uma noção muito grande como que era, digamos, a a a constituição astronômica do nosso mundo, né, da do nosso eh globo. E naturalmente eles tinham essa percepção também de vários mundos habitados. Bom, gente, outra coisa, outra coisa muito interessante e para eles é justamente a prática da mediunidade. A prática da mediunidade para eles era assim vista de maneira muito natural como algo, né, que eh eh algo da vida, né? não é nem algo assim que eh nós podemos dizer que seja praticada sob o véu de algum tipo de mistério, não. Inclusive o chamado dia dos mortos, né? Eu acho que é 2 ou 3 de novembro. Na verdade, ela foi cristianizada e a origem dessa data é justamente pela prática que os eh pela eh uma uma prática que eles tinham de uma vez ao ano ir até as vilas e dar passividade aos espíritos dos ancestrais. Então eles iam até as vilas e ali nas vilas eles eh os druidas, né, que eram grandes médiuns, poderosos médiuns de variadas possibilidades, né? Eh, e então eles como médium davam passividade aos espíritos. Inclusive, muitos desses princípios que nós encontramos nas tríades bárdicas ou nas obras de alguns bardos, como o Taliesen, nós acabamos de ler, eram ministradas por espíritos superiores, né? Sem dúvida alguma. Falamos que eles são espíritos superiores pela qualidade,

árdicas ou nas obras de alguns bardos, como o Taliesen, nós acabamos de ler, eram ministradas por espíritos superiores, né? Sem dúvida alguma. Falamos que eles são espíritos superiores pela qualidade, né? Qualidade dessas comunicações era algo natural, era algo que era feito com muita naturalidade, não é? eh em várias eh lendas e e relatos históricos, né? Estão ali eh os espíritos se manifestando através dos druidas, né? Talvez o druida mais famoso seja justamente o Merlin, né? Que aparece nas lendas arturianas, quem não se recorda, né? Então eles vão estar ali presentes, enfim, eh eh o o o mago Merlin, que inclusive, gente, tem eh eh hoje nós já temos registros históricos que demonstr, de fato, Merlin não foi só uma criação lendária, mas de fato um personagem histórico. Ele viveu, né, muito provavelmente ali na região. É, eh, há, claro, né, uma certa disputa se França, Inglaterra, né, mas muito provavelmente na região ali da Inglaterra, né, entre os chamados betrões, Beltrões, perdão, né, os Betrões que eram a da um povo, né, que vivia ali na Britânia, né, que era a ilha e ali onde hoje nós compreend compreende a região da Inglaterra, né? Então, a mediunidade ela era praticada de maneira muito tranquila e, né? Nós temos registros dele se utilizando da psicografia, da psicofonia, da mediunidade de cura, da mediunidade de transfiguração, de materialização, de transportes, de voz direta, de escrita direta, né? eh uma infinidade de fenômenos que eles produziam e foi isso tudo foi registrado, né, pelos bardos. Enfim. Bom, então veja, nós já tratamos aqui, né, de como eles encaravam a Deus, a reencarnação, a mediunidade, a pluralidade dos mundos habitados, né? E claro, naturalmente com isso a questão da imortalidade da alma. Não tem como a gente falar de mediunidade sem, né, naturalmente a ideia da imortalidade da alma, não é? Eh, agora o mais interessante também era a ética deles, né? Primeiro, que essa crença na imortalidade da alma fez com que eles constituíssem uma ética

uralmente a ideia da imortalidade da alma, não é? Eh, agora o mais interessante também era a ética deles, né? Primeiro, que essa crença na imortalidade da alma fez com que eles constituíssem uma ética eh pósm que tem uma ligação profunda com a vida, não é? Que da forma como eles encaravam a a a vida aqui na Terra, eles viveriam a vida além da morte. Está claro, não é? Então, havia isso, havia isso. E a ética deles era toda baseada na na fraternidade, na caridade. Então, eles acreditavam no bem comum, né? Era um povo que vivia em comunidade e com isso em comunhão, né? Não, inclusive eles não tinham apego aos bens materiais, né? Era uma sociedade que ninguém tinha grandes posses, né? Não tinha assim: "Ah, essa terra é minha". Não, era comum, né? Porque eles viam que o único caminho era justamente pelo caminho do bem comum, um ajudando o outro, não um disputando com o outro, né? Eh, então era toda baseada na fraternidade, na caridade. Isso é bem interessante também, né, gente? Mas vamos ficando por aqui porque eh hoje, né, como nós vamos encerrar um pouquinho mais cedo para dar tempo da gente bater um papo também, mas eu acho que deu para dar uma ideia mais ou menos do que vem a ser os celtas, né? Eu acho que isso que era a nossa intenção. Eu acho que isso que é importante que tenhamos ideia, né? Então vamos chamar a nossa querida amiga Elô pra gente bater um papo, né, Elô? Muito bom, Thago. Eh, como eu te falei, eu tô lendo, né, o livro depois da morte e eu tô achando fantástico. Eh, eh, depois que eu comecei a ler, comecei a a me intronizar mais nessa literatura, eu percebi eh tudo isso que você falou, eh, fazendo essa comparação, né, eh, de da dos do desses povos com a doutrina nossa de hoje, fazendo a comparação com a doutrina espírita, né, mortalidade da alma, reencarnação, mundos espirituais, lei causa efeito, né, Thaago, que os celtas acreditavam que os atos de uma vida influenciavam nas próximas, né? A única coisa que eu acho assim que tem de diferença assim, você me corrige, é esse

ais, lei causa efeito, né, Thaago, que os celtas acreditavam que os atos de uma vida influenciavam nas próximas, né? A única coisa que eu acho assim que tem de diferença assim, você me corrige, é esse contato com os espíritos, né? Que as práticas dele eram continentares, rituais de vocação, né? De consulta aos mortos, que não é o caso do espiritismo, né? Essa comunicação que tem, não é isso mesmo? É, sei, mas é, não, não, assim, a muito embora a ética da mediunidade seja a mesma, seja basicamente a mesma, havia sim, né, eh um o contato deles era mais, eu diria, natural, né, com a mediunidade, não tinha nenhum tipo assim, ah, vamos fazer uma reunião específica para isso, né? Ela se dava de maneira mais natural. Agora, claro que em alguns momentos da história dos celtas haviam, por exemplo, sacrifícios, né? O que que inclusive eram sacrifícios que tinham um vínculo com eh a prática da mediunidade, o que ao nosso ver, né, não é algo assim tão interessante, pelo contrário, né? Então, ah, sim, eu concordo contigo na que tange a questão da mediunidade, algumas diferenças. Sim. Isso. A Lina fez alguns comentários aqui, né? Inclusive ela falou que os gêneros musicais, né, que evoluíram a parte das tradições do folclore, do povo Celta, né, nós temos muitas, inclusive filmes, né, nós temos dos anéis hoje, né, alguns filmes temos até uma banda muito bonita que é a Celtic Woman, né, que que tem aqueles muito bonitos. Ah, sim, sim, sim. É, então assim, os instrumentos, né, a gaita de fo, mas ela colocou aqui que ela estranhou a nomeclatura para os princípios inteligentes, porque se tivesse fazer uma prova de conhecimentos gerais, ela estaria frita, não se lembraria desses nomes, né? Ah, sim. Pode falar. Não, eh, eles tinham eh pois é, a o idioma deles, né, tinha essa matriz comum que na eu falei, mas não cheguei a nomear ele, né, que é o Ogan, que é tanto a escrita quanto a fala. Porque os celtas, inclusive eles demoraram a escrever, porque eles tinham uma era uma cultura mais oral, era mais

, mas não cheguei a nomear ele, né, que é o Ogan, que é tanto a escrita quanto a fala. Porque os celtas, inclusive eles demoraram a escrever, porque eles tinham uma era uma cultura mais oral, era mais oral, por isso que muito poética, para que eles conseguissem assimilar com mais facilidade esse conhecimento, né? Eh, eh, mas realmente tem uns nomes assim mais um pouco complicadinho, né? A Nanf, a Bread, Winfield, né? Enfim. Tá, tá sem som, amiga. Ah, tá. Eu continuando aqui, né? Ela faz uma pergunta para você aqui. Estão baseadas na língua inglesa desde o início pelos estudiosos citados? Eh, eh, eu acredito que ela tá falando do do conhecimento, né, do dos celtas. Bom, o que que acontece? O o o inglês ele não é uma língua celta. né? Eh, ela é uma língua de matriz anglossaxônica, né? que inclusive tem a mesma matriz que o alemão, por exemplo. Eh, eh, a, o idioma do dos celtas, né, ele foi durante muito tempo proscrito, inclusive ele era proibido em de se falar, né, entre os bretões bretões, né, eh entre os irlandeses, entre os escoceses, né, primeiro pelos romanos, quando os romanos invadiram a ilha da Britânia, né? Eh, e aí depois quando foi invadido já na Idade Média, né? Eh, o pelos anglos-saxões, eles invadiram a a Inglaterra, o que hoje nós conhecemos como Inglaterra, eles constituíam o idioma inglês, né? E com isso eles levaram, né, à custa de muitas guerras, esse mesmo idioma para Irlanda, para Escócia, né, paraa Ilha de Mã, enfim. Então, mas o os estudos inclusive em torno dos celtas, eles eram de tal forma perseguido e proibido que eles só foram florescer num período que nós chamamos de panceltismo, que começa ali no século XVI, né, e avança até o século XX, que aí começaram a eh chegar muitos estudiosos, né, eh tanto na Irlanda, na Escócia, na própria Inglaterra, na França, né, de Arar Boys de Rondon Billy, eh o Yats, né, que é um grande poeta irlandês e por aí vai. Eh, eh, e aí que nós começamos a ter conhecimento um pouco mais da cultura dos celtas e da

rra, na França, né, de Arar Boys de Rondon Billy, eh o Yats, né, que é um grande poeta irlandês e por aí vai. Eh, eh, e aí que nós começamos a ter conhecimento um pouco mais da cultura dos celtas e da filosofia dos druidas, né, que inclusive Allan Kardec vai se utilizar desse conhecimento para constituir um artigo longo, mas muito interessante chamado O Espiritismo entre os druidas, né? Um artigo que surgiu ali eh na revista Espírita abril de 1858, né? Enfim, não sei se eu respondi isso. Fala aí, Lina. Bom, a Lina faz um último comentário aqui, né? Os celtas já eram bem evoluídos e não eram únicos e sim um conjunto de tribos com características culturais e linguísticas em comum. Certo, amigo? Sim. Primeiro que eles eram sim eh bastante evoluídos, a meu ver, né? Agora eles não eram eh eh digamos assim, eles não eram eh eram únicos assim, únicos, mas a unidade deles era pela língua, né? O ah, eu acho que eu entendi únicos assim que eram vários povos, né? Várias tribos mesmo. Cada tribo, né? tinha uma tava numa região específica ali da Europa e o que unia era essas características, a cultura, a língua, né, a religião, a filosofia, eh, que eh uma forma de também, eu acho que isso é muito interessante, muito bonito, de encarar a natureza, não como uma fonte de recursos, né, inclusive inesgotáveis, não, Mas, irmãos, a natureza era vista pelos celtas como uma força irmã a das a dos humanos, né? Então eles viam que tudo estava construído em uma teia única que era unida, né? e que isso fazer com que eh eles não a explorassem no sentido de predar, né, a natureza, mas de se unir a ela. Então, inclusive a a essência da religião dos celtas é esse culto à natureza, essa reverência à natureza de eh sacralizar, né, tudo aquilo que foi criado por Deus, né, o espírito ginvino, ou seja, Deus. Então, eh, eu acho que isso também é um legado assim muito bonito, né? Enfim, mas ach já estamos quase no finalzinho, né, Lu? É, mas eu queria que você falasse pra gente mais um pouquinho de Joana Dark.

tão, eh, eu acho que isso também é um legado assim muito bonito, né? Enfim, mas ach já estamos quase no finalzinho, né, Lu? É, mas eu queria que você falasse pra gente mais um pouquinho de Joana Dark. Ah, então Joana Dark, gente, primeiro que ela nasceu numa região celta, né, em Doremi, Doremi. E eh, em vários, tem várias biografias que o que que acontece? Os druidas eles construíam alguns monumentos megalíticos, né? O, por exemplo, o mais famoso deles é o Storning Hange, né? era um domen, eh, que eram onde locais onde eles realizavam cultos espirituais, né? Então, Jonad é reconhecido pela tradição céltica como uma grande druideza, como uma grande druideza, né, que tinha todas as características eh dessa cultura tão rica, né, uma grande médium, eh que tava sendo guiada, né, por forças espirituais, né, e que, de certa forma, tinha comissão a libertação da daquela aquela região, né? Para só para caso alguém não saiba, eh, Jonad, ela nasceu num período muito conturbado da história da França, que é a antiga Galha, que é justamente a invasão dos ingleses na na chamada guerra dos 100 anos, que foi uma guerra que durou quase 100 anos, se eu não tô enganado, 98 anos. Eh, onde eles invadiram e cobravam, né, eh eh o trono dos franceses, enfim. E Jonad foi aquela que libertou os franceses, né, desse período. E tinha uma alma celta também, né, uma alma livre, uma grande amante da natureza, né? E então, eh, Deni a vê assim, né, como uma grande druideza, como um resgate das du dos dois grandes gênios da França, que é o gênio Celta e o gênio cristão, né? Então, Jonad era constituída por esses dois grandes gênos, né, dessas duas grandes forças da tradição espiritual da França. Muito bom, Thago. O seu tempo já tá se esgotando, então já vamos te liberar e te aguardando a semana que vem, né, a segunda, 19:30, paraa continuação, né, da introdução filosofia de leenia. É isso mesmo, né? vai ser continuando nessa na semana que vem, na verdade, vai nós vamos ter um momento especial com o

, né, a segunda, 19:30, paraa continuação, né, da introdução filosofia de leenia. É isso mesmo, né? vai ser continuando nessa na semana que vem, na verdade, vai nós vamos ter um momento especial com o Fabinho e com Daniel Salomão, onde eles vão fazer uma análise do censo de 2022, o senso das religiões. Então vai ser bem interessante, né? Um momento bem bacana. Já fica o convite para todo mundo e a gente te aguarda semana que vem. Muito obrigada, viu? Eu te agradeço. Fica em paz mais uma vez, né? Uma boa noite para você. Bom, pessoal, terminou o programa, né? A gente agradece a todos que estiveram conosco, essas queridas que estão aí, aqueles que não se pronunciaram, mas a gente sabe que tá aí ouvindo. Muito obrigada pelo carinho de estar conosco, pela paciência, né? E vamos aprendendo, né, gente? devagarzinho, aguardamos você semana que vem novamente, né, pra gente poder estar dando continuidade, como disse o Thago, vocês não podem perder a segunda que vem. Uma boa noite para vocês, muita paz no lar de cada um, beijo no coração e até mais. O espiritismo surgiu como uma ciência de investigação das relações do mundo espiritual com o mundo material. Allan Kardec, o sábio mestre lonês, se utilizou das luzes do seu tempo para iluminar o mundo invisível e aclarar uma realidade nova. Não mais véus e mistérios sobrenatural e nada, mas uma perpétua continuidade entre os dois mundos. Pesquisando a mediunidade com lógica e razão, Allan Kardec pavimentou uma estrada segura entre o além túmulo e o plano físico, demonstrando que o espírito triunfa sobre a morte e que céu e inferno são apenas estados de consciência. É pensando nisso que o espiritismo.net convida você e toda a comunidade espírita a se debruçar sobre o tema invisível, ciência investigativa como instrumento ético. O sexto congresso do espiritismo.net nos dias 27 e 28 de setembro de 2025 no Rio de Janeiro. Informações e inscrições no site www.espiritismo.net. espiritismo.net/congresso. Congresso. Что?

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