#65 • Jesus e Saúde Mental • Estoicismo e Cristianismo (Parte 1)

Mansão do Caminho 20/02/2024 (há 2 anos) 29:08 4,354 visualizações 752 curtidas

Websérie | Jesus e Saúde Mental » Episódio 65: Estoicismo e Cristianismo (Parte 1) » Apresentação: Leonardo Machado

Transcrição

Olá a partir de hoje nós vamos fazer interfaces entre a filosofia estóica e o cristianismo pegando várias referências do Evangelho da Boa Nova e também referências de livros espíritas como livros de Emmanuel livros de Leon Denir livros de Allan Kardec A ideia é que possamos fazer uma um paralelo entre o estoicismo e o cristianismo Rede Viva E vamos dividir esses encontros essa temática maior em alguns vários encontros para que nós possamos aprofundar o entendimento desse manual estoico que é tão útil para coisas no nosso dia a dia para podermos viver melhor para podermos viver em paz então fica conosco ao longo dessas semanas hoje e nas outras semanas para que a gente possa se debruçar sobre o estoicismo e o cristianismo dentro do estoicismo nós temos alguns períodos e a chamada última fase do estoicismo ela é composta sobretudo por três grandes nomes três grandes pensadores três grandes filósofos o primeiro deles epiteto sneca e Marco Aurélio cada um desempenhando funções diferentes mas trazendo Talvez o ápice dessa doutrina dessa filosofia que influenciou muito a Grécia antiga e não só a Grécia antiga mas como vários segmentos da humanidade e aqui nesse programa nós vamos nos debruçar sobre esse manual o manual de epiteto ou a arte de viver melhor mas antes de adentrar no manual nós queremos falar um pouco sobre epiteto para você que nunca conheceu que não procurou um pouco sobre a história de pecto Ele viveu entre 50 depois de Cristo e 120 depois de Cristo Ele ele foi um escravo só que desde o início da sua vida ele se mostravam uma alma muito resignada uma alma muito corajosa uma alma diferenciada a tal ponto que o senhor dele ou seja o dono dele e era uma pessoa bastante sádica uma pessoa bastante cruel e colocava a submetia a EPO A V há várias situações muito difíceis há vários testes e sempre para querer provar que epito era uma pessoa pior do que aparentava era como se o sadismo do Senhor que era dono do epiteto quisesse demonstrar que epiteto era também uma pessoa ruim isso é muito

empre para querer provar que epito era uma pessoa pior do que aparentava era como se o sadismo do Senhor que era dono do epiteto quisesse demonstrar que epiteto era também uma pessoa ruim isso é muito comum de acontecer né a pessoa na sua perturbação sente Se inveja daquele outro que é mais equilibrado e quer perturbar o equilíbrio da pessoa porque dessa maneira ele se equipararia no grau de perturbação era isso que acontecia com o senhor de epicteto mas ele fez tantos testes fez tantas manobras né tanta eh impôs tantas situações jos epicteto e epiteto sempre com resignação coragem calma tranquilidade que o senhor acabou eh se dobrando né de que talvez epicteto fosse uma pessoa diferenciada e acabou libertando epicteto epicteto ficou então um homem livre e é muito importante situarmos aquele momento da história porque a chamada cidadania né a chamada democracia ateniense ela vinha com um uma cidadania mas para poder ser cidadão de Atenas era preciso ser homem e liberto ateniense Então os estrangeiros não eram não eram não tinham não podiam participar de algum processo democrático as mulheres também não e muito menos os escravos então o escravo era um subhumano né não gozava de todas as as eh aberturas do daquele momento da Grécia é importante também situar que nesse momento do do estoicismo nós estamos falando de um período chamado helenismo o helenismo vem como uma consequência Direta do império que Alexandre o Grande né o macedônio Alexandre que era uma região da Grécia impôs ao mundo dominador conquistador Alexandre conseguiu eh Levar né a cultura grega para vários cantos do mundo só que dentro do império de Alexandre muda-se a forma política dentro da Grécia Porque até então eram cidades estados que vinham sofrendo especialmente com a Pérsia que naquele era um império maior né da da ocasião que Alexandre aparece era o maior pro Império fazia 200 anos que a Pérsia eh na época com o rei Dário que rivalizou diretamente com Alexandre o Grande e saiu derrotado e Alexandre traz o

da da ocasião que Alexandre aparece era o maior pro Império fazia 200 anos que a Pérsia eh na época com o rei Dário que rivalizou diretamente com Alexandre o Grande e saiu derrotado e Alexandre traz o império eh macedônico né o império grego macedônico com o império os atenienses eles passam a não poder exercer a influência digamos democrática como foi no no passado na época de Sócrates na época de Platão e mesmo na época inicial de Aristóteles que aliás Aristóteles parece ter sido tutor de Alexandre durante um tempo né quando Alexandre era moço Aristóteles ensinou eh o macedônico e talvez por isso a gente vê em Alexandre né o desejo de levar Não só a dominação pela guerra mas também a dominação cultural a dominação do que ele acreditava ser a a cultura mais elevada E aí vamos ver vê a Alexandria sendo criada por ele como tendo um sendo não só um centro comercial um centro econômico mas também um centro cultural com a grande Biblioteca de Alexandria É nesse momento que muda e os os filósofos Eles não têm mais a ocasião de exercer um ideal de mudança política digamos assim porque eles não podiam mais ir na Ágora eles não podiam mais exercer aquele dom da oratória como Sócrates exerceu eh do ponto de vista de tentar mudar as situações e agora né aparece uma série de outros interesses e o principal interesse das escolas helenistas eram um era um interesse bem escrito aí nesse manual a arte de viver melhor mas a arte de viver melhor consigo mesmo então o tema do sofrimento o tema da felicidade o tema de como lidar com as dores de como portanto governar a alma passa a ser o tema central da filosofia helenista todas as escolas elas tinham como convergência essa esse objetivo como nós podemos viver uma vida melhor que não seja necessariamente desejando uma mudança política porque quando a gente vê a obra de Aristóteles a gente vê uma obra também sobre política porque na ideia dele a Pólis ateniense deveria ser Ou seja a cidade ateniense a cidade grega era o local possível para se criar a

nte vê a obra de Aristóteles a gente vê uma obra também sobre política porque na ideia dele a Pólis ateniense deveria ser Ou seja a cidade ateniense a cidade grega era o local possível para se criar a felicidade é curioso porém que Aristóteles em determinado momento no seu ética anico ele vai dizer que a política seria um meio de criar felicidade para para as pessoas para as pessoas que vivem só que há muito tempo diz Aristóteles os se desviaram do seu caminho e eu acho interessante ele falar isso antes mesmo de Jesus né de um período anterior e ele já está decepcionado com os políticos porque a política vinha com esse esse essa função Nobre de proporcionar um um espaço de convivência entre as pessoas na construção da felicidade das pessoas mas haveria se desvirtuado o próprio Platão ele acaba ficando bastante em entristecido digamos assim porque o principal eh foco dele né Ou seja a pessoa que ele mais admirou que foi Sócrates acabou sendo morta pela democracia sócrate morreu democraticamente tanto que ele tem um pretenso julgamento em que você conhece o julgamento pela Apologia de Sócrates ou seja ah a transcrição do do julgamento em que Sócrates vai se defender usando a oratória e tentando dizer assim olha tudo que eu falei eu não falei nadas escondidas eu falei pelas cidades atenienses porque ele foi acusado de introduzir novos Deuses de seduzir a a juventude algo aliás que foi muito parecido com a acusação que Jesus sofreu futuramente pois bem o Platão acaba ficando decepcionado com a política Também com esse ideal de República ele acaba escrevendo que o a república poderia ser construída de uma forma ideal desde que o rei né fosse na verdade um rei filósofo é Platão falando de um tipo de aristocracia então ele não era muito a favor a democracia ele era a favor de um líder que juntasse eh a a o conhecimento com a filosofia né ou seja era um rei filósofo juntasse o poder à filosofia porque a filosofia simbolizava ali uma espécie de ideal né se a filosofia era a o local em

ue juntasse eh a a o conhecimento com a filosofia né ou seja era um rei filósofo juntasse o poder à filosofia porque a filosofia simbolizava ali uma espécie de ideal né se a filosofia era a o local em que a pessoa podia crescer evoluir eu acho muito parecido essa proposta do Rei filosofo com um escrito um texto de Allan Kardec em que ele fala sobre ar isocracia intelecto moral ou seja Existe sim uma uma hierarquia entre os seres Só que essa hierarquia no plano da terra é muito construída na base dos tirânicos ou seja aqueles que usando o poder usam eh para tiranizar é uma democracia baseada no dinheiro né é uma ou melhor uma hierarquia baseada no dinheiro é uma hierarquia baseada no status é uma hierarquia baseada no poder quando na realidade A Hierarquia que a gente começa a perceber inclusive no mundo espiritual pelas obras do Filomeno de Miranda pelas obras de André Luiz por essa proposta de Allan Kardec é uma uma hierarquia intelecto moral espíritos que pela pela sua evolução conseguem equilibrar a inteligência com o espitual e fazem essa evolução de liderança pelo próprio papel espiritual pela próprio Horizonte que conseguem enxergar em relação AAS outras pessoas pois bem quando nós saímos e desse desse momento de Sócrates Platão Aristóteles que foi assim Sócrates O Grande Mestre Platão discípulo direto de Sócrates e Aristóteles discípulo direto de Platão a gente começa a ter então o império de Alexandre mudando a forma de de de as pessoas se organizarem da política se organizar e o cidadão mesmo que fosse o cidadão ateniense ou seja homem livre e grego Mesmo que tivesse essa esses pré-requisitos ele não podia mais exercer uma influência tão grande dentro da política e aí o interesse da filosofia helenística eraa o interesse de voltar para a alma de voltar-se para o governo de si não mais o governo externo porque não tinha muito mais o que fazer e sim o governo interno epicteto foi um desses líderes estóicos da última fase do estoicismo quando a gente fala de filosofias helenísticas a

o governo externo porque não tinha muito mais o que fazer e sim o governo interno epicteto foi um desses líderes estóicos da última fase do estoicismo quando a gente fala de filosofias helenísticas a gente não tá falando só de estoicismo tá falando também de ceticismo está falando do cinismo está falando do epicurismo está falando também do ecletismo as cinco princip principais filosofias helenísticas sendo que sem sombra de dúvida o estoicismo foi um dos mais influentes dessas cinco o esmo foi um do que mais influenciou e que mais perdurou e ele que a gente vai se dedicar e ao invés de pegar de uma forma genérica a gente vai pegar esse manual o manual de epiteto para poder aprofundar epicteto quando ele se torna livre quando ele se torna liberto ele toma contato com estoicismo ele não era estoico enquanto escravo ele não tinha conhecimento dessa teoria quando ele se torna liberto ele se toma contato com estoicismo mas a a alma dele a vida que ele tinha vivido como escravo estava em Total consonância com que ele estava lendo aprendendo com o estoicismo Portanto ele logo tem adesão ao estoicismo não existia na época só o estoicismo na Grécia como eu falei pelo menos essas cinco escolas ali ou três ou quatro eram bastante faladas mas ele toma contato com o estoicismo e passa a ser uma figura de referência e ele próprio nada escreveu ao longo do manual nós vamos ver ele cita Sócrates como um grande exemplo porque todas essas escolas derivam de certa forma de Sócrates o estoicismo deriva de Sócrates o próprio ceticismo deriva de Sócrates o cinismo deriva de Sócrates são todas escolas que observam um ângulo de esse Grande Mestre da filosofia Sócrates e acabam eh desenvolvendo um ângulo dessa visão o estoicismo que epicteto prega e vive parece muito muitos pontos parecem com o que a gente vê na vida de Sócrates e o próprio epiteto coloca Sócrates como sendo um ideal né um exemplo a ser seguido ele próprio não escreveu nada ele acreditava muito mais na oralidade e esse manual a gente tem pelo escrito

Sócrates e o próprio epiteto coloca Sócrates como sendo um ideal né um exemplo a ser seguido ele próprio não escreveu nada ele acreditava muito mais na oralidade e esse manual a gente tem pelo escrito depois né provavelmente da morte de epiteto né como um resumo que um dos seus principais discípulos conseguiu escrever então não é uma fala direta de epicteto mas é um relato eh indireto de um discípulo bastante próximo de epicteto eu queria também situar o momento que ecto vive 50 a 120 a gente tá falando de uma momento que está florescendo o cristianismo Inicial O Chamado cristianismo primitivo o momento em que Jesus já havia completado a sua epopeia mas os discípulos estavam começando a traçar as próprias trajetórias e ali quando epiteto começa a ficar liberto a gente tem mais ou menos um período em que os primeiros escritos cristãos Começam a surgir Apesar de nós termos vários Evangelhos o primeiro escrito Cristão mesmo que surge são as cartas são as epístolas de Paulo e isso mais ou menos em torno de 70 depois de Cristo e as epístolas de Paulo de certa forma vão influenciar muito eh os outros escritos dos Evangelhos dos Atos dos Apóstolos vão influenciar diretamente por exemplo o Evangelho de Lucas porque Lucas não conheceu Jesus tem o contato de Jesus a partir da pregação a partir da missão de Paulo mas também vai influenciar a visão que Paulo traz a visão mais abrangente crística Porque até então os discípulos estavam ali meio que pensando que talvez o cristianismo viesse como um desdobramento do Judaísmo uma nova versão do Judaísmo sendo que Paulo ele amplia por isso que é conhecido como o apóstolo dos gentios Não essa mensagem não pode ficar só no judaísmo é uma mensagem que veio para o mundo e ele torna então a pregar a primeira grande eh celeuma né Richa que acontece inclusive na Igreja Primitiva de Jerusalém é a visão de Tiago que pensava num cristianismo mais judaico portanto era preciso fazer a circuncisão que era um costume absol amente judeu né e Paulo

ontece inclusive na Igreja Primitiva de Jerusalém é a visão de Tiago que pensava num cristianismo mais judaico portanto era preciso fazer a circuncisão que era um costume absol amente judeu né e Paulo colocando que não não era preciso fazer a circuncisão e Pedro é o grande intermediário que consegue eh fazer com que não a não não não houvesse uma uma racha de fato que esses dois seres com visões bastante fortes pudessem se conectar o último Evangelho é o escrito dos canônicos né dos oficiais é o evangelho de João curiosamente e João só traz a tona o evangelho a gente não sabe se foi ele próprio que escreveu Ou foram discípulos mas quando ele tá ali na Igreja de Éfeso Na comunidade de Éfeso e quando você vai ver o evangelho de João Como já tivemos oportunidade de analisar aqui em Jesus e saúde mental há uma clara eh influência ou um Claro diálogo não sabemos se direto é possível porque essas ideias estavam ali correndo né no mundo antigo ideia do logó a ideia de No princípio era o verbo e o verbo era Deus ou a ideia do logó né que é a o arqué a arquitetura que mantém o mundo que é uma ideia estóica é uma ideia do estoicismo que a gente vê desenvolvida pelo estoicismo Então a gente vai ver muitas semelhanças impression iante por isso que eu me me toquei tanto lendo que eu já gosto muito do estoicismo mas me tocando de filosofia antiga mas lendo esse manual simples direto objetivo eu via várias passagens dos Evangelhos várias passagens do espiritismo e não pude me furtar a o compartilhamento aqui no nosso programa para que a gente possa ter essa esse manual de como viver bem pegando o evangelho pegando o estoicismo pegando o espiritismo curioso é que um escravo né que estava mudando a vida naquela Encarnação ele vive também nesse período o escravo chamado nestório que nós encontramos a história em 50 anos depois como sendo a reencarnação de pbl lentulos de portanto uma das reencarnações fundamentais para a trajetória Espiritual do Espírito Emanuel uma das reencarnações dele nestório ele vive ali

0 anos depois como sendo a reencarnação de pbl lentulos de portanto uma das reencarnações fundamentais para a trajetória Espiritual do Espírito Emanuel uma das reencarnações dele nestório ele vive ali naquele período mais ou menos contemporâneo a epicteto né só que de origem Judaica ele era um um judeu da diáspora existiam aqueles judeus que moravam ali na Palestina e portanto preservavam mais os hábitos eh judeus e Existiam os judeus da diáspora aqueles que estavam pelo mundo e que em geral absorviam mais eh outros ensinamentos especialmente ensinamentos gregos é mais ou menos isso que a gente vê na figura de nestório que quando era criança conviveu um pouco na cidade na comunidade de Éfeso com o próprio João Evangelista já idoso né já na maturidade da vida e fazendo as pregações tudo isso para dizer que existia um caldeirão me parece um caldeirão de ideias que Deus colocou à humanidade naquele momento muito semelhantes como que dando a oportunidade para gregos e troianos numa figura da linguagem para todos encontrarem o caminho de viver melhor Então nesse sentido a gente encontra no próximo slide a primeira parte que eu queria eh chamar a atenção no ponto 16 do livro do epicteto ele vai dizer assim não hesite em mostrar-te solidário com ele a pessoa que sofre e caso surja uma oportunidade deves inclusive acompanhá-lo em seus gemidos entretanto cuida para não interiorizar também os teus gemidos eu queria fixar aí um ponto importante eu peguei o ponto 16 do do manual que está lá mais ou menos no meio nós temos cerca de 52 pontos então não tá bem no início porque o que é que basicamente o historicismo vai falar olha Tudo na vida tem um porquê e esse porquê dos acontecimentos é um porquê que vem para o bem esse porquê que vem para o bem se a gente não consegue entender o bem É porque nós estamos desconectados da nossa percepção porque as coisas da vida acontecem por uma providência divina então eles trazem a ideia da providência divina nesse sentido a postura que eles propõem é uma postura

os desconectados da nossa percepção porque as coisas da vida acontecem por uma providência divina então eles trazem a ideia da providência divina nesse sentido a postura que eles propõem é uma postura resignada uma postura tranquila uma postura que não entra em desespero diante das Dores e também nem entra em digamos assim soberba diante das coisas boas que acontecem uma postura que a gente fica que a gente fica conhecendo como sendo uma postura estóica uma postura tranquila tanto sem enaltecimento do sofrimento como também sem se perder na alegria só que isso pode gerar Às vezes a percepção de que o estoico é um chato para com uma a du alheia né uma pessoa não empática e aí é muito interessante essa passagem de epiteto não existe não exites em mostrar-te solidário com a pessoa que sofre Olha você quando tá sofrendo entenda que existe uma Providência existe um porquê que colocou isso na tua vida para o teu melhor para algum aprendizado na vida da pessoa também mas se ela está passando por um momento de dor de gemido né não fica julgando mostra-se solidário né caso uja a oportunidade inclusive acompanha essa pessoa nos gemidos dela ou seja empatiza quando ele coloca é como é quase essa palavra empatiza acompanhar a pessoa nos seus gemidos é empatizar com a pessoa é fazer com que a pessoa sinta que você está lá sofrendo com ela entendendo o sofrimento dela ajudando portanto nessa empatia a tirá-la eh da dor a ajudá-la a sair da dor e aí ele complementa mas não interiorize os teus gemidos Ou seja a empatia ela é importante é fundamental no complemento dessa visão mas não interiorizar significa não adoecer com a pessoa não interiorizar significa não eh fadigar se com a dor que a pessoa está sentindo adoecendo você também esse essa é uma arte muito difícil porque em geral a gente vai para um caminho da indiferença a gente não quer interiorizar o gemido da pessoa e vai para um caminho da indiferença não é esse o caminho que o historicismo propõe também não é o caminho mais fácil do

para um caminho da indiferença a gente não quer interiorizar o gemido da pessoa e vai para um caminho da indiferença não é esse o caminho que o historicismo propõe também não é o caminho mais fácil do julgamento então diante de um sofrimento diante de uma dor a gente pode muito bem utilizar o nosso intelecto utilizar o nosso conhecimento Espírita por exemplo para fazer julgamentos do por a pessoa está sofrendo a gente pode também passar a nosso intelecto para fazer julgamentos de como a pessoa deveria passar pelo sofrimento prescrevendo atitudes né prescrevendo ética pros outros mas também nós podemos criar uma indiferença para poder nem pensar na situação não não quero julgar aí me torno indiferente esse caminho proposto por epiteto que é o caminho proposto pelo espiritismo que é o caminho proposto por Jesus é o caminho mais difícil que é o caminho assim de entender a do do outro empatizar com o outro mas não introjetar o desespero do outro até para poder levantá-lo até para poder ajudá-lo a passar pelo sofrimento e nessa perspectiva a gente passa um ponto fundamental nesse primeiro encontro entre o estoicismo e o cristianismo esses conhecimentos não vêm para nos tornar pessoas indiferentes vem para nos tornar pessoas tranquilas vem para nos tornar pessoas não desesperadas com a dor mas Ao vermos o desespero do outro a dor do outro nós não nos tornemos um julgadores nem nos tornemos um prescritor de moral alheia né sendo evoluído com a dor do outro que é muito fácil ser evoluído com a dor do outro Ah mas a pessoa Devia passar assim dessa maneira dessa forma devia vai falar deveria falar aquilo fala aquilo outro não reclamar não é isso que a gente deve prescrever a gente deve prescrever a empatia do entendimento para podermos ajudar o indivíduo e a partir daí a gente vai aprofundando nos outros capítulos outros ensinamentos do estoicismo em conexão com o cristianismo com o espiritismo mas tendo em mente essa postura fundamental de não querer ser evoluído com a dor alheia nem ser

o nos outros capítulos outros ensinamentos do estoicismo em conexão com o cristianismo com o espiritismo mas tendo em mente essa postura fundamental de não querer ser evoluído com a dor alheia nem ser indiferente à dor alheia entender sem cair no desespero sem introjetar a dor mas sentir para poder ajudar que você fique em paz estejamos juntos no próximo programa i

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