#106 • Jesus e Saúde Mental • Perguntas e Respostas
Websérie | Jesus e Saúde Mental » Apresentação: Leonardo Machado com participação de Ana Tereza Camasmie » Episódio 106 - Perguntas e Respostas
seja muito bem-vindo em nosso programa Jesus e saúde mental periodicamente além dos temas que nós vemos trabalhando sempre na perspectiva de trazer novos ângulos dentro do Evangelho de Jesus a partir da obra de Kardec a obra de Joana as obras espíritas Nós também abrimos espaço para perguntas e respostas e Hoje iremos fazer perguntas e respostas que vocês nos enviaram especialmente a partir do meu canal do Instagram Prof under Leonardo under Machado e mais uma vez nós temos a grata participação especial da nossa amiga Ana Teresa CMI peço Então para que você fique conosco depois da vinheta mais uma vez Olá Ana seja muito bem-vinda mais uma vez mais uma vez gratidão em nome da TV da mansão em nome do programa especificamente pela sua participação pela sua disponibilidade de estar conosco passo então a palavra para você para fazer a sua saudação Inicial muito obrigado pelo convite tô feliz de estar aqui com vocês de novo uma alegria agora que a gente está se preparando pro Natal desejo que vocês todos sintam essas bênçãos né que a mansão do caminho que a nossa fonte inspiradora também esteja protegida Pelas bênçãos de paz obrigada Ana uma pergunta que mandaram muito boa assim é possível se liberar dos obsessores somente com autoconhecimento e oração vou passar também pergunta pergunta boa isso né e é um bom começo um excelente começo Mas a gente pode esar esse seu pedido a gente pode se apoiar também na pergun CeC perguntou Exatamente isso pros espíritos né perguntou isso na questão 478 que eu vou ler Pergunta assim qual o melor meio de nos livrar dos Espíritos obsessores resposta curtinha cansares a paciência nenhum valor dá as sugestões com tempo eles perdem o interesse porque não encontra sintonia de né com a gente em vendo que nada conseguem se afasta Então quando você cita aqui autoconhecimento e oração Então vamos pensar por que o autoconhecimento é importante porque quando você faz esse processo né de olhar para você você vai perceber aonde que você faz a liga com
ita aqui autoconhecimento e oração Então vamos pensar por que o autoconhecimento é importante porque quando você faz esse processo né de olhar para você você vai perceber aonde que você faz a liga com esses espíritos menos felizes se você você é distraído disso você não sabe aonde que você engata aonde que você dá chance para que eles permaneçam na sua companhia isso vai se repetir inde definidamente então o autoconhecimento é necessário para você descobrir esses pontos de contato que nós temos muitos né muitos mesmo quem são os obsessores de hoje né minha gente São os nossos companheiros de outras experiências né ou às vezes os obsessores também aparecem porque a gente tá começando a a trazer mudança em algum lugar quando a gente começa a fazer o trabalho do bem por exemplo e contraria os interesses dos Espíritos que estão ali adoecidos eles começam a nos atacar não tem nada a ver com a gente pessoalmente mas eles têm uma eh ficam adversos porque não concordam da gente ajudar pessoas a se melhorar que são pessoas que interessam para eles que continuem naquele mesmo lugar então Jesus falou isso né bem-aventurados aqueles que são perseguidos por minha causa Então por que que bem-aventurados significa que o trabalho do bem que incomoda é um excelente trabalho do bem um trabalho do bem que não incomoda tem é uma coisa esquisita uma coisa estranha né então autoconhecimento PR gente conhecer esses pontos de contato e mesmo que não tenha ponto de contato como no caso de uma tarefa assim o autoconhecimento ajuda a gente acionar os nossos recursos internos de defesa para isso né paciência resiliência e principalmente compaixão quando você coloca o oração eu gostaria de acrescentar que Jesus dizia orai por aqueles que vos perseguem caluniam então na sua oração por você também faça por eles mas faça por eles com seu coração compassivo que significa assim ele tá tão adoecido quanto eu já fui né ele tá tão adoecido e alguma coisa eu tenho a ver com esse adoecimento então eu gostaria que ele melhorasse Sinceramente
coração compassivo que significa assim ele tá tão adoecido quanto eu já fui né ele tá tão adoecido e alguma coisa eu tenho a ver com esse adoecimento então eu gostaria que ele melhorasse Sinceramente eu gostaria que ele melhorasse então na sua oração você abre espaço para que ele possa ser beneficiado Então você precisa desejar que ele seja beneficiado Então em vez da gente só pensar de se livrar a gente também acrescentar tudo bem eu quero poder ter uma vida um pouco mais leve mas eu também desejo bem para esse que tá na ignorância tá mergulhado no mal-estar né E eu acrescentaria então o terceiro fator então autoconhecimento coração que você sugeriu e o terceiro seria o trabalho do bem porque quando a gente trabalha no bem meu Deus do céu não tem para ninguém a gente muda a nossa frequência sabe a frequência de pensamento repetido quando a gente tá lá entregando cesta básica empacotando as comidas entregando um prato de sopa o obsessor acha isso chat térreo ele não tem vontade de fazer isso né ou ele vai se sensibilizar com esse teu movimento ele vai começar a achar interessante an esse seu movimento e talvez aconteça com ele algum tipo de transformação então a gente viu isso no filme do Divaldo a gente vê esse pedacinho né o obsessor quando vê o Divaldo acolhendo a mãe dele quanto criança na mansão do caminho enternece o coração dele O Máscara de Ferro vocês lembram então quando a gente faz o trabalho do bem não só a gente muda frequência e a gente melhora de humor produz serotonina melhora os níveis dos nossos neurotransmissores neurotransmissores a gente também sensibiliza os nossos obsessores positivamente Então é isso cansar pela paciência através do bem também no Livro dos Espíritos Ana há uma passagem que eles nos explicam que os espíritos eles influenciam as nossas vidas mais do que nós imaginamos de tal modo que ordinariamente ou seja gera mente eles acabam até comandando teleguiado a nossa existência né E aí é interessante pensar em alguns níveis de aproximação dessa influenciação eh tem
amos de tal modo que ordinariamente ou seja gera mente eles acabam até comandando teleguiado a nossa existência né E aí é interessante pensar em alguns níveis de aproximação dessa influenciação eh tem um nível mais próximo mais em brincado que há quase um comando mesmo físico né a gente pode até ver o exemplo máximo disso a subjugação E aí há uma subjugação física e também Alan Kardec diferencia uma subjugação moral que seria mais um aspecto emocional né mas ele quer dizer assim que existe uma uma influência muito próxima inclusive fisicamente falando né do ponto de vista de espaço aí existe uma outra eh em que ele não consegue influenciar a nossa vida de forma tão intensa mas ele consegue penetrar o nosso ambiente ele fica próximo na nossa casa devido ao teor vibratório que a gente possibilita e existe uma outra situação em que pelo trabalho no bem pelas todas coisas que a Ana falou a gente muda um pouco a nossa psicosfera ambiental eh e aí o o obsessor não consegue penetrar um campo né um campo físico e aí eles às vezes lançam pensamentos né é uma influência que a gente chama assim telepática e então são vários níveis de de de e consequentemente dependendo do nível vai ficar um pouco mais fácil ou um pouco mais difícil se desvincular e a ideia de que quanto mais né que falou só oração eh tudo isso vai mudando a nossa psicosfera né vai mudando o nosso estado íntimo para que esse esse tipo de influenciação muito próxima não consiga ser feito agora nunca ninguém fica livre de uma possibilidade de influenciação à distância mesmo os trabalhadores do bem e por isso que tem que eh tem muita humildade também né no lidar que a gente não é invulnerável perceba ali o próprio exemplo do Divaldo que você trouxe Ana era um perseguidor já fazia mais de 400 anos por uma vida eh um pouco mais de atrapalhos ali que o Divaldo teve ali 1600 e 400 anos depois esse espírito continuava perseguindo mas às vezes esse perseguidor ele conseguia obsediar quando por exemplo o Divaldo perturbado muito jovem quase comete
que o Divaldo teve ali 1600 e 400 anos depois esse espírito continuava perseguindo mas às vezes esse perseguidor ele conseguia obsediar quando por exemplo o Divaldo perturbado muito jovem quase comete suicídio e a Joana deangel fala para ele por conta da tu do teu teor de melancolia de decepção né Eh aquela perseguição conseguiu efetivar-se né E ali ficou um quadro obsessivo mesmo então isso nos mostra a humildade e a paciência baseada nessa humildade a ideia Ana também que eu queria trazer seguinte de que às vezes é muito difícil sair da nossa mono ideia sabe especialmente a gente pensar em termos reencarnatório a gente vê isso no quadro quadros psiquiátricos em que às vezes eh você vai conversar eu isso recentemente eu ia conversar com a pessoa e ela com um quadro grave da psiquiatria parecia que não escutava era porque a ideia dela fixa parecia que não tava escutando então ela não conseguia estabelecer um diálogo e isso era um processo de auto-obsessão a mono ideia é uma auto-obsessão isso também fica influenciado pela obsessão externa aí eu lembro de uma palestra que eu terminei isso já várias vezes aconteceu de ver uma pessoa fazer uma pergunta e não conseguir escutar a resposta e ela me fazia uma pergunta eu falei assim olha você precisa aprender a ajudar sem querer salvar e ela então respondia parecia que não tinha falado nada eu falei olha eu queria que você escutasse porque aí eu percebi que ela tava sendo induzida né Para que ela não escutasse porque ela vai até ah eu falei com a Ana Mas ela não falou com a Ana ela não escutou a resposta da Ana ela fez uma pergunta e não escutou o que a Ana disse ela então vai falar com a Ana e a resposta que ela fica na mono ideia é meio que para até afirmar mas foi Ana que me disse isso e Ana não falou isso ela apenas escutou então S uma estratégia dos obsessores para que a gente não saia da vibração aí lembro que eu falei como eu captei isso eu falei assim olha eu queria que você escutasse não escutei não não queria que você
ão S uma estratégia dos obsessores para que a gente não saia da vibração aí lembro que eu falei como eu captei isso eu falei assim olha eu queria que você escutasse não escutei não não queria que você escutasse eu vou repetir é preciso querer ajudar sem querer salvar aí ela repetiu a mesma história eu pera aí você não tá escutando escute um pouco e aí repeti eu tive que repetir umas cinco vezes como um mantra ou seja assim como o obsessor queria cansar a cabeça dela o meu mantra quis cansar o obsessor e a ela conseguiu né Depois dessa conversa eu falei com você você não tá escutando você acha que tá escutando mas não tá escutando Eu queria que vocês escutasse essas duas palavras Então é isso O que a gente tem que fazer eh dar uma contra ideia e aí a gente fica eu conversava com isso sobre o Divaldo ele fala é muito difícil meu filho a gente fala sobre oração mas é muito difícil o pessoal mudar quando tá nesse processo e não é à tua conversava eu e ele que as pessoas buscam O que as distrações buscam as festas buscam as sabe para tentar ver se muda a faixa vibratória né porque não consegue só que é o problema é busca mudar a faixa vibratória em uma libação alcoólica E aí pega outro problema busca mudar a faixa vibratória aqui fica às vezes teleguiado eu tô aqui com o celular né fica teleguiado às vezes fica distraído porque é uma forma de tentar aliviar um pouco mudar a conexão entendeu busca um humor e aí tenta mudar a faixa vibratória distraindo o pensamento só que é uma coisa que não alimenta profundamente não muda a psicosfera internamente então eu acho interessante an o que eu conversava com ele pois é sabe o que que eu vi com uma paciente com esquizofrenia ela começou esquizofrenia muito jovem e ela fica com as vozes da própria esquizofrenia a obsessão de tudo junto lá tem duas coisas nesse sentido que a gente tá conversando que ela me falou que consegue que é quando ela tá eh desenhando Que Ela Gosta de fazer o desenho então quando ela gosta de fazer uma atividade quando ela ela ela tá lá
ntido que a gente tá conversando que ela me falou que consegue que é quando ela tá eh desenhando Que Ela Gosta de fazer o desenho então quando ela gosta de fazer uma atividade quando ela ela ela tá lá interessada ela muda a atenção porque ela tá fazendo outra coisa e uma coisa que ela gosta então ela bota um prazer que consegue rivalizar com a obsessão né então ela me dizia assim que quando ela faz alguma coisa ela se distrai tanto que as vozes nem aparecem veja as vozes da doença a mono ideia qualquer interpretação que a gente queira dar como ela tá distraindo a cabeça dela com algo prazeroso que é algo que faz bem ela consegue ficar sem escutar as vozes então cansar nessa perspectiva mais prática é distrair a cabeça só que qu distrair com coisas construtivas porque aí depois não tem a ressaca que piora ainda mais a a obsessão né eu conversava Ana com um obsessor de uma pessoa que tava ajudando e ele falava assim olha você tem paciência eu também tenho e ache bem interessante ele captou isso aí e aí no diálogo pode falar assim é só que a sua paciência é baseada na Vingança e de fato a primeira lição que eu conversava isso com ele a primeira lição que nós temos de paciência é a partir da vingança o ditado popular diz né A vingança é um prato que se come frio tem que ter paciência para comer o prato frio só que essa paciência se esgota né porque ela não sacia e a paciência que eu tô aprendendo a ter a paciência é baseado no amor então ela rivaliza com mais força e a parte daquilo sabe eh a gente conseguiu dialogando foi bem bonito que simboliza um pouco cansar só que o amor ele é eh insaciável no sentido que ele não sacia ele tá sempre saciado e ins saciado ao mesmo tempo né como diia Sócrates é um poro que passa e nunca retém então para ampliar um pouco é que bacana isso também lembrei aqui na questão 660 do Livro dos Espíritos que Kardec pergunta se a prece melhora o homem e aí os espíritos vão dizer uma coisa bonita né que a prece deveria ser um estudo de se mesmo claro que a prece melhor o homem
660 do Livro dos Espíritos que Kardec pergunta se a prece melhora o homem e aí os espíritos vão dizer uma coisa bonita né que a prece deveria ser um estudo de se mesmo claro que a prece melhor o homem mas a gente pode fazer preces decoradas que não tem conexão com o nosso sentimento né então a gente fazia as preces para nos ajudar a sair desses quadros difíceis de de obsessores tenazes né a gente precisa ser tenaz também né como você falou aí paciente insistente e tal e nas orações você ir fazendo um estudo de você mesmo as coisas que eu tô melhorando as coisas que ainda estão difíceis é um lugar é um diálogo íntimo com Deus né então você pode pedir ajuda para sustentar sua força diante desse assédio que tá frequente para você nessa perspectiva tem uma outra pergunta que acho que tem a ver assim eh porque a gente tá falando de trabalho oração a oração o trabalho do bem ajud dando a a melhorar Uma Obsessão melhorar uma auto obsessão mudar a frequência aí a pessoa pergunta mas olha também tenho crenças tem que eu tenho crenças de que eu tenho que trabalhar sem parar eu não me dou oportunidade do descanso e aí ela coloca isso até como angústia como é que eu posso me livrar disso como é que eu posso me livrar disso então eh eu acho que tem a ver com essa perspectiva às vezes nós estamos fazendo um trabalho repetitivo que é quase obsessivo né Nós não estamos mudando faixa vibratória nenhuma eu acho interessante um livro eh inglês que eu tô lendo assim com muita avidez e gostando muito que eu nunca tinha lido é O Retrato de Dorian Grey é o único romance de um inglês chamado osc Wild eh e ele vai fazer um retrato de uma sociedade do século XIX que tava digamos assim encharcada de muitas informações e ele falando assim algo muito interessante a o máximo de mortalidade não é ele né o personagem Lord Henry que é bem assim bem irônico sabe é um inglês bem típico bem irônico ele é o máximo de mortalidade que o século 19 inglês dá é o sucesso no tabloid tabloide aqueles jornais sensacionalistas de 5 minutos né
é bem assim bem irônico sabe é um inglês bem típico bem irônico ele é o máximo de mortalidade que o século 19 inglês dá é o sucesso no tabloid tabloide aqueles jornais sensacionalistas de 5 minutos né E aí eu fico pensando também essa ideia atualmente de tantas bombardeios informações tanta velocidade tanta coisa e a gente fica também robotizado é uma é outro tipo de obsessão obsessão uma hipnose cultural né que a gente porque obsessão É aquela ideia de repetição que não leva a lugar nenhum aquela ideia de fixação então às vezes nós também Ficamos obsediados pela cultura do nosso momento que vem a influência também obsessiva por ali sabe e o trabalho na ideia do excesso do excesso que não profunda a gente sempre tem que est conectado atualizado mas atualizado com coisa nenhuma porque se f para pensar algumas notícias né são tantas tanta coisa faça esse teste eu já fiz isso comigo assim eh quando é alguma coisa realmente importante vai chegar até você não precisa você ficar se atualizando veja as o noticiário de manhã tarde e noite é praticamente a mesma coisa já fez esse teste é praticamente a mesma coisa porque tem ficar gerando notícia tem ficar gerando informação informação informação e tudo isso são processos hipnóticos na ideia de que a obsessão nos tira de nós mesmos n é aquilo que é muito repetivel nos tira de nós mesmos é a principal característica da obsessão auto-obsessão obsessão de desencarnados obsessão cultural uma hipnose cultural Então esse é um ponto importante que a pessoa pergunta né como é que eu posso tirar essa crença então primeiro que eu tô colocando aqui e vou passar PR né Eh questionar né ter um senso crítico para o momento histórico que a gente vive de repetição para tentar eh ver assim será que tem que ser assim será que eu preciso fazer igual então eu achei bacana Esse aspecto que você tá dizendo que é o momento que a gente vive que fica o tempo todo dando essa informação que a gente não pode parar a gente não pode parar nada não só a gente não pode parar de trabalhar como
que você tá dizendo que é o momento que a gente vive que fica o tempo todo dando essa informação que a gente não pode parar a gente não pode parar nada não só a gente não pode parar de trabalhar como a gente não pode parar de ler as mensagens do WhatsApp a gente não pode parar para descansar não pode parar porque parece que se a gente parar a gente vai perder o bonde né a gente vai ficar excluído de Fora a gente teme ficar de fora então gente tá o tempo todo para se sentir incluído a gente se desconecta de si para poder se conectar com tudo isso porque pra gente dar conta de tanta conexão de tanta demanda por conexão só alguém muito desconectado para dar conta disso e e eu acho interessante esse diagnóstico psiquiátrico déficit atenção que a gente tem que é um diagnóstico important mas euas vezes veo que esse diagnóstico poderia ser aplicado para too mundo acho que todos nós est com déficit de atenção porque a gente não consegue ficar concentrado é impossível você ficar concentrado numa coisa E aí se alguém é muito concentrado é cham de autista porque tem hiperfoco é muito maluco né então nós estamos vivendo a era da desatenção Porque quanto mais desatento mais Consumista a gente se torna Consumista de qualquer coisa tá de comida de objetos de informação de imagens de vídeos né então de modos de viver a gente também consome isso modos de ser modo de viver então pra gente encontrar o nosso eixo novamente a gente apoiar isso no nosso coração precisa de um grande trabalho um trabalho diário persistente de conexão Então esse é um ponto do mais eh importante e mais intenso mas tem um segundo ponto que eu queria acrescentar que são os estudos transgeracionais né os estudiosos né que estudam as nossas gerações passadas e as ligações que a gente tem com elas quanto que a gente ainda é tomado eh o quanto que a gente sente eh na alma da gente necessidades que não são nossas mas são de nossos ancestrais E se a gente pensar reincarnator falando is faz muito sentido porque nós somos eles né na
eh o quanto que a gente sente eh na alma da gente necessidades que não são nossas mas são de nossos ancestrais E se a gente pensar reincarnator falando is faz muito sentido porque nós somos eles né na verdade somos nós voltando né os estudos transgeracionais falam uma coisa muito importante sobre os filhos de imigrantes filhos e netos de imigrantes ou até quem veio do Nordeste para o sul do país pode ser Imigrante fora do nosso país como pode ser que no sul o que acontece quando alguém emigra né quando alguém sai do seu país de origem e vai pro outro a finalidade é trabalhar sem parar para poder conseguir justificar para poder buscar uma vida melhor e para poder eh compensar tanta distância física e afetiva Então olha eu não tô com você vocês meus amores minha família meus queridos porque eu tô trabalhando para poder oferecer uma vida melhor para todos nós então eu não posso deixar minha família e todos os amores e ficar na praia isso pareceria irresponsável ou desamor então todo Imigrante que veio para Brasil os italianos os portugueses os japoneses e os tantos né a a nossa origem brasileira ela é toda assim eh trouxeram esse modo de pensar forte que não pode parar de trabalhar porque isso faz isso justifica e compensa tanto esforço afetivo tanta falta afetiva eu me lembro quando eu era criança tinha portugueses na minha no bairro que eu morava eu morava num bairro de casas portuguesas né E era muito mas muito comum eles juntarem dinheiro o ano todo trabalhavam muito e iam passar as férias em Portugal levava o dinheiro todo para Portugal todas as coisas que compraram durante um ano iam comemorar com a sua família todo o esforço do ano inteiro então assim eles não podiam parar de trabalhar quando tavam aqui tavam trabalhando eles só podiam ser felizes e sofr a vida quando voltavam para Portugal então pra gente poder também acrescentar que é possível que esteja nas nossas crenças eu não posso parar de trabalhar porque não é certo parar de trabalhar porque eu tenho experiências
m para Portugal então pra gente poder também acrescentar que é possível que esteja nas nossas crenças eu não posso parar de trabalhar porque não é certo parar de trabalhar porque eu tenho experiências familiares e e vozes familiares que reforçam esse lugar eh do medo da escassez do Medo da falta do desespero de faltar então é uma coisa para pesquisar se na sua história de vida tem isso a Joana De Angeles no livro conflitos existenciais Tem um capítulo maravilhoso chamado neurastenia que vai dizer que se a gente mantém esse modo de viver trabalhando sem parar a gente adoece e a gente precisa poder respeitar as leis do trabalho não só as leis Nossa humanas mas tá no Livro dos Espíritos na parte sobre as leis Morais tem lá lei do trabalho limite do trabalho então o repouso faz parte e é necessário para que a gente tenha êxito no trabalho é a Joana é bastante eh primorosa até na antecipação de algumas de algumas temáticas sobre esse tema você trouxe essa passagem que o termo atualizado você seria síndrome de fadiga crônica ou mais ainda Burnout né só que o Burnout é O esgotamento ligado ao trabalho e aí o pessoal Perguntou mas será que não tem um joto de vida né tem a fadiga crônica né tá sempre cansado né que era a nenia e é justamente no século X que cresce muito nós estamos uitas resquícios do século X sabe não só a guerra mas as resquícios das guer essa coisa transgeracional nós mesmos que voltamos a encarnado e outro ponto no livro O despertado espírito da Joana De Angeles Ela traz também não só essa ideia mas a ideia de que precisamos de um pouco de desconexão com lado de fora para uma conexão real né o jogo de palavras que você trouxe só alguém muito desconectado consigo consegue ficar tão conectado com a cultura externa E aí a gente pode pegar o jogo do Ego o externo com o self então a conexão com self conexão com Deus a conexão excessiva com o mundo com a cultura com o mundo social com as coisas as necessidades temporárias e a conexão com o ego Aí você fica nesse
com o self então a conexão com self conexão com Deus a conexão excessiva com o mundo com a cultura com o mundo social com as coisas as necessidades temporárias e a conexão com o ego Aí você fica nesse estado de desconexão aí ela propõe a Solitude né ela propõe um estado de conexão com a natureza e aí é interessante que são temas né atuais assim que você falou muito até na pandemia muito sobre Solitude Solitude aí você vja de anges 1999 é esse livro despertar do Espírito ou seja antecipando né E e esse exal Ok Isso é o que eu encontrei na internet sobre esse livro curioso eu tô achando assim curioso porque isso mostra como tô fazendo uma live e tá no computador essa internet já me desconectou algumas vezes é a c Inteligência Artificial do meu computador que capta a minha voz eu não sei como é que desliga e o WhatsApp web que meu telefone tá no silencioso mas o WhatsApp web tá ligado para ver as perguntas aí foi alguém que me ligou então sempre tá conectado né impressionante isso que acho que é exemplo e prática de que como as coisas nos distrai é impressionante Com intenção de nos ajudar nos atrapalha não pois é no eu tava pensando sobre isso assim e tem tudo a ver com a a leitura do despertar do Espírito eh um o TDH que você colocou antigamente quando eu fiz residência médica TDH era um diagnóstico que tinha que começar na infância hum aí começou a sair jogo eh sair artigo científico inclusive de brasileiros dois brasileiros que estudam muito o tema e fizeram um segmento e mostraram com outro um dado muito novo Olha é possível começar a TDH na vida adulta isso causou um rebolo Ana na minha área porque era entendido como residual né se aparece na vida DDA é residual da infância é era na infância que começava E aí eles lançaram ess esses artigos bem feitos cada um de forma independente meio que em paralelo e mostrando evidências de que pessoas que não tinham diagnóstico na vida na na infância começaram a ter na vida adulta e aí se levantou vários debates a erro diagnóstico é super diagnóstico sempre
elo e mostrando evidências de que pessoas que não tinham diagnóstico na vida na na infância começaram a ter na vida adulta e aí se levantou vários debates a erro diagnóstico é super diagnóstico sempre são debates eh muito possíveis e muitas vezes verdadeiros mas aí começaram a vir outros e hoje você tem replicação de outros dados mostrando algo parecido E aí Além de a gente pensar sobre super diagnóstico influência de remédio influência de indria farmacêutica todo esse debate que é sempre importante de ter há uma outra coisa Central que toca com que a gente tá conversando aqui eh se as doenças da do nosso psiquismo elas não são não são apenas coisas genéticas elas também T influência cultural Ambiental do momento a gente tá falando Inclusive essa proposta da Cultura como sendo um obsessor de nós mes né então se o externo no nos nos influencia E se a gente ver assim doenças tipo depressão fatores externos aí antigamente se falava depressão endógena que era aquela mais genética e psicógena não psicogênica aquela mais externa a ideia hoje é que TDH o número de Diagnóstico aumentou também porque o estilo de vida também está muito cheio de estímulos uma quantidade maior do que o nosso cérebro consegue dar conta pode aguantar então assim é um adoecimento eh que começa depois não só pela questão de moda tal tal de Diagnósticos são debates que mais uma vez repito importantes mas a ideia de que Olha o estilo de vida inclusive do ponto de vista atencional de de função de função executiva de habilidades do cérebro tá adoecendo Porque é tanta coisa e acho que que peguei o exemplo aqui de duas coisas tô fazendo uma live em dois momentos sou interrompido pela tecnologia e pela hiperconexão né porque veja tudo bem É legal ass sir para você falar mas tem um um escritor brasileiro que fala assim eu acredito que o que desenvolve a tecnologia é a preguiça eu achei muito interessante é verdade é verdade fando veríssima ele fala preguiça porque veja e a pegar minha voz porque eu não posso mais escrever ou seja para
ue desenvolve a tecnologia é a preguiça eu achei muito interessante é verdade é verdade fando veríssima ele fala preguiça porque veja e a pegar minha voz porque eu não posso mais escrever ou seja para ser mais rápido e aí a pergunta é com esse tempo que foi economizado pela tecnologia o que é que a gente tá fazendo com esse tempo consumindo com mais coisas então J De Angeles inclusive faz essa proposição no livro despertar do espírito sobre essa questão da Solitude né olha a tecnologia vem nos dá tempo porque agora a gente consegue eh fazer mais rápido um trabalho que a gente poderia fazer o juiz consegue ver mais processos com um aa tá bom E esse tempo que ele economizou ele tá fazendo o quê Bota mais demanda bota mais demanda Aí o cérebro adoece TDH transtorno Dev de atenção porque é muita demanda nós adoecemos nós nos desconectamos a ideia de que E aí fica sempre não mas é bom porque a gente pode ter mais tempo Tempo Para quê Para quê essa é uma pergunta bem Central né na Perspectiva da obsessão na questão mais mais profunda né mais profunda sobre o que é obsessão como é que a gente pode eh Se Curar dessas obsessões a cultura com obsessão uma acho que é um debate interessante né pra gente poder pensar e como é um debate interessante a gente não vai terminar aqui eh e como a gente ampliou muito Eu até queria fazer mais perguntas hoje paraa Ana eh mas eu acho que vem a um encontro né talvez porque a gente tá gravando esse programa A as vésperas do Natal fica repensando sobre o tempo sobre o siglo do ano como é que foi como será o próximo ano como é que vamos administrar o nosso tempo como é que nós vamos administrar a nossa vida nossos pensamentos nossos esforços né O que que a gente vai precisar renunciar para dar lugar para outras coisas porque a gente quer enfiar coisas novas Mas a gente não entende que para entrar um novo a gente vai ter que abrir espaço então na sua lista de propostas pro ano novo também tem que incluir as coisas que você vai romper que você vai
as novas Mas a gente não entende que para entrar um novo a gente vai ter que abrir espaço então na sua lista de propostas pro ano novo também tem que incluir as coisas que você vai romper que você vai abrir mão que você vai deixar para poder abrir espaço paraas coisas novas que você tá querendo acrescentar então parece que a gente é um posto sem fundo parece que vai caber tudo sempre não é verdade não cabe tudo tudo o nosso dia é de 24 horas e esse limitador do tempo ele é próprio da vida corpórea e necessário para ser finito corpó nos ajuda a fazer escolhas Então se a gente não fosse finito se o dia não fosse finito a semana não fosse finido a gente não não amadurecer o espírito porque não tinha que fazer escolha né então nessas suas propostas para 2025 que todos vocês devem estar fazendo as suas listinhas aí eh inclua as coisas que você vai renunciar é isso a renúncia como sendo a possibilidade de não fracassar até né porque se você vai fazer tanta coisa ao mesmo tempo vai fracassar né vai falhar e a ideia do trabalho excessivo é para Não falhar é para não né então a ideia da renúncia Eu costumo dizer isso na renúncia nessa perspectiva mais prática psicológica é a possibilidade que a gente tem de não fracassar inclusive isso isso dá tempo de eu acrescentar uma coisa que eu me lembrei no livro no Mundo Maior tem um caso maravilhoso sobre exesso de trabalho que é Pedro e Camilo né e Pedro assassina Camilo essa dor dele ter cometido um crime é tão grande que ele usou o excesso de trabalho para se esquecer então ele trabalhou exaustivamente Ele casou teve cinco filhos mas ele trabalhava sem parar sem parar para não pensar então a gente tá falando aqui do trabalho sem parar pensamos aqui no trabalho sem parar como sendo o mundo moderno que a gente tá tendo sem sem pausas né falei aqui dos aspectos também que você pode est ligado com experiências familiares Então são questões que não são suas que você precisa poder se diferenciar Mas também você pode usar o excesso de trabalho
aqui dos aspectos também que você pode est ligado com experiências familiares Então são questões que não são suas que você precisa poder se diferenciar Mas também você pode usar o excesso de trabalho como fuga psicológica de ág is ser exatamente como a história do pedro e do Camilo mas veja que interessante ele adoeceu adoeceu o cérebro Uhum ele foi pro hospital ficou internado ponto de morrer porque ele foi tendo falência foi tendo falência da memória do pensamento foi tendo falência muscular de excesso de trabalho então assim não é esse lugar que Deus espera pra gente não viu trabalho tem que ser meio não pode ser finalidade da vida Não beleza Ana Muito obrigado espero que a gente possa ter aí um um ano de 2025 com mais conexão profunda e também conexões entre nós aqui na TV da mansão tudo de bom para você de bom para você que tá nos escutando
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