Vivendo com Jesus • Paulo de Tarso

Mansão do Caminho 20/06/2025 (há 9 meses) 51:30 2,347 visualizações

Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #palestraespirita #espiritismo #evangelho #vivendocomjesus

Transcrição

Olá, boa noite amigos, em nossa sala virtual. Sejam todos muito bem-vindos. Que Jesus nos abençoe sempre. Vamos à nossa prece, voltando o nosso pensamento ao nosso querido mestre Jesus. Divino amigo Jesus, aqui nos reunimos mais uma vez em teu nome, rogando sempre a vossa proteção para toda a humanidade, Senhor Jesus, que o nosso palestrante da noite, Paulo de Tarso, seja envolvido com as tuas bênçãos de sabedoria, de inteligência e de discernimento. E que todos nós possamos aproveitar estes ensinamentos da noite. Que Jesus nos ampare, nos abençoe sempre. Viva Jesus. Hoje nós temos o prazer imenso de receber em nossa sala virtual o nosso querido amigo Paulo de Tarso. Boa noite, Paulo. Seja muito bem-vindo. Noite, Naira. Boa noite amigos queridos. Muita paz. Que Jesus te abençoe. Então Paulo irá nos falar sobre Vivendo com Jesus. Fique à vontade, amigo. A casa é sua. Obrigado, amiga. Meus irmãos, boa noite. Muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa, amiga, que nos ajuda na divulgação da doutrina espírita, esteja conosco nesse instante, nos trazendo paz e nos trazendo luz no coração. É uma alegria imensa estarmos mais uma vez aqui reunidos nesta egrégora virtual, nesse nesse grande espaço da virtualidade, para falarmos sobre essa vivência ao lado desse companheiro amigo que tanto nos trouxe ensinamentos e possibilidades para que nós pudéssemos através desses ensinamentos, desses conteúdos, ressignificarmos as nossas vidas, fazermos com que o andar pelas estradas da existência se torne algo mais palatável, tranquilo, possível diante das adversidades que se nos serão apresentadas. Por esse motivo, é sempre bom falar de Jesus. trazer ele à tona traz-nos uma lembrança daqueles tempos passados, onde repente a humanidade vivia um tanto quanto perdida entre uma filosofia que exortava a razão para que o entendimento das coisas pudesse se dar. E aqueles grandes homens coptando, fazendo proséritos dentre os os sábios, os doutos, para que eles

perdida entre uma filosofia que exortava a razão para que o entendimento das coisas pudesse se dar. E aqueles grandes homens coptando, fazendo proséritos dentre os os sábios, os doutos, para que eles também pudessem ser convidados a estas reflexões. Eis que surge um homem que grita para o populaço de que o reino dos céus é uma porta aberta para todos. É nesse lugar, justamente nessa possibilidade que aqueles outros tem nariz. Como assim para todos? não são para os eleitos, não são para este povo especificamente que firmou aliança com Deus lá atrás em outras épocas e que a ele foi dada a prerrogativa de serem a os os donos do mundo, os herdeiros de toda a terra. Não. O populacho a eles é reservada a escravidão, a serventia. Eles são apenas aqueles que vão colocar eh colocar as suas vidas a serviço dos eleitos, dos privilegiados da sociedade. E dessa maneira a sociedade se estruturava entre pobres, misérios seres e aqueles que eram os ricos, os privilegiados. Mesmo sob a tutela de Roma, havia uma casta de judeus que estavam ali eh experimentando naquele momento uma expressão de riqueza, de liberdade, que não quadunava, que não parecia que eles estavam sobre a égede de um dominador, nem parecia que eles eram escravizados, porque eles tinham liberdade de culto, eles tinham liberdade para acúmulo de riquezas, era na mãos, eram em suas mãos que passavam os os tributos que eram arrecadados de alguma maneira. Eles eram aqueles que aplicavam as leis, conforme assim estava eh apresentado lá nos códigos do templo. Eles só não tinham o poder do ju Gládio, que era morte. Eles não podiam matar. E para isso eles contavam com seus acqulas, que eram os romanos, que eram pessoas assim muito fáceis de se convencer quando era ou se falava sobre a prática da violência ou o exercício do mal. E era dessa maneira que eles conseguiam controlar aquela turba ignara que de certa forma se sujeitava aos caprichos da religião dominante. Mas ao mesmo tempo, no recôndito dos seus lares, certamente que

era dessa maneira que eles conseguiam controlar aquela turba ignara que de certa forma se sujeitava aos caprichos da religião dominante. Mas ao mesmo tempo, no recôndito dos seus lares, certamente que havia um sofrimento. Haviam corações que estavam ali pedindo, implorando pela liberdade. E foi esse grito dado por um galileu, um homem pobre, absolutamente improvável. Ele não carregava uma espada, ele não tinha um exército, ele não tinha sequer um cavalo. Daqueles cavalos que normalmente os grandes conquistadores apresentam, ele não tinha um incitatos, ele não tinha um bucéfalos, ele era simplesmente um andar que andava com as suas sandálias, uma túnica, talvez uma fita amarrada na altura da cintura, um pequeno cantil amarrado nessa nessa corda e nada mais. Ele não possuía dinheiro, não possuía ouro, não possuía posses, não possuía nada. Ele não carregava um livro sequer. E à medida em que ele se aproximava daquelas pessoas, ele fazia uma espécie de imantação psíquica, algo assim, que fazia com que aquelas pessoas fossem cooptadas imediatamente aos seus ao seu a sua empresa, a sua proposta de libertação da humanidade. E é dessa forma ele conseguia convencer mesmo aqueles que estavam estavam estabelecidos em suas vidas. Pedro. Pedro tinha uma empresa, ele era dono de barcos, ele era casado, ele morava numa bela casa, à beira do mar de Tiberiades, né, do mar de Genezaré. Ele estava ali, eh, vivendo sobre essa essa vida tranquila com seus irmãos, fazendo da pesca a a a causa da do sustento da sua família. E de repente aparece um desconhecido ali naquelas areias, né, ali na beira da praia e de repente convida-os a serem pescadores de almas. E eles são imediatamente atraídos por aqueles olhos simples, aquela aquela aquela fala absolutamente singela. Não há o que prometer em termos materiais. Jesus não tinha como prometer tesouros, riquezas. Talvez ele tenha prometido poder, talvez ele tenha prometido a possibilidade desses homens assentarem-se a um trono que seria o novo reino, o novo governo

s não tinha como prometer tesouros, riquezas. Talvez ele tenha prometido poder, talvez ele tenha prometido a possibilidade desses homens assentarem-se a um trono que seria o novo reino, o novo governo das 12 tribos, enfim, que estariam reunidas sobre o império da paz. E por esses esses convites ao viçareiros, ele foi fazendo, arregimentando ali pequenos grupos e começando com aqueles 12 que vão segui-lo. Mas uma turba outra de pessoas que não o conheciam, mas que começaram a tomar conhecimento daquelas coisas que ele fazia, das coisas que ele dizia, iam de repente ouvindo o som daquela liberdade tão desejada e por isso o seguiam também. E essa multidão só aumentava. Ele curava, ele fazia algo que não era comum se fazer normalmente. Ele tinha a capacidade de expulsar demônios, de recuperar as vidas perdidas, de curar as peles eh destruídas, as úlceras que estavam ali colocadas pelas chagas das doenças diversas, como a lepra, por exemplo. Ele restituía a visão dos cegos e a audição dos surdos. podia fazer com que aqueles que não tinham a sua vida normal, como a mulher que sangrava, voltasse a viver. Mas ele também possuía o dom de tocar as almas e fazer uma transformação moral a aqueles que estavam vivendo uma vida errática, como a nobre Maria de Magdala, que foi também convidada por ele a mudar de vida, a colocar-se em um outro patamar de existência e tantos e tantos e tantos outros que ao ouvirem falar simplesmente daquele homem humilde e simples, eles se encantavam pela beleza daquela proposta que estava sendo ali colocada. Jesus, ele era uma espécie de de homem, de ser que vivia fora do seu tempo. Havia um certo anacronismo na sua existência, porque ele não combinava com absolutamente nada daqueles valores, daquelas coisas que estavam ali postas para a observação comum. E por esse motivo podemos dizer que Jesus era um ponto fora da curva. Ele era, talvez, se fosse uma paisagem em preto e branco, ele seria um ponto de múltiplas cores, porque tamanha era a sua diferença,

por esse motivo podemos dizer que Jesus era um ponto fora da curva. Ele era, talvez, se fosse uma paisagem em preto e branco, ele seria um ponto de múltiplas cores, porque tamanha era a sua diferença, tamanha era a maneira como ele se expressava de maneira tão diversa que as pessoas realmente não conseguiam entender. não entendiam, mas serviam-no, seguiam-no, iam atrás dele, faziam as coisas que ele pedia e, de certa forma, se sujeitavam aos seus códigos novos de vida, suas propostas de transformação ético mororal. Outros, simplesmente, por não entendê-lo, odiavam-o. E foram justamente esses que o odiavam, que o perseguiram até chegar o momento em que o colocaram sobre os auspícios de uma justiça absolutamente corrupta. uma coisa que não se justificava, a aquela aquele conjunto das aquela narrativa, aquela aquele conjunto das acusações que lhes eram dirigidas, nada daquilo fazia sentido. Mas, no entanto, aquelas pessoas queriam queriam destruí-lo de alguma maneira e tanto fizeram que o colocaram à frente de um governo também igualmente formado por psicopata, um homem que não tinha nenhum problema de matar as pessoas. que já havia condenado outros inclusive a a à morte. Eh, e isso obviamente que não podia passar em colum aquele galileu imundo simples, que tentava de alguma forma subjugar as pessoas por uma proposta diferente daquela que era ofertada a mancheia pelo templo e pelos poderes romanos. E ele fazia, de certa maneira, com as duas mãos, uma destruição do reino de Roma pela liberdade das almas e pela destruição daquela daquele estado teocrático a partir de uma liberdade de crença, aonde não mais no templo, mas no recôndito da do isolamento, no silêncio dos corações, ali haveria a possibilidade de ele realmente fazer o encontro daquelas almas com Deus. Então tudo isso fez com que ele parasse numa cruz. uma cruz imunda, uma cruz que foi colocada ali em cima daquele morro do Gólgota, o morro da caveira, para que todos pudessem ver o que que acontecia com aqueles que ousavam eh desafiar os

e numa cruz. uma cruz imunda, uma cruz que foi colocada ali em cima daquele morro do Gólgota, o morro da caveira, para que todos pudessem ver o que que acontecia com aqueles que ousavam eh desafiar os poderes vigentes. É isso que a gente faz até hoje. Porque passados esses anos todos, a humanidade parece que tenta relembrar esse momento em que as pessoas que estão, de certa forma propondo algo diferente ainda são perseguidos. O próprio Cristo, mesmo morto, ainda é muito perseguido no mundo. Ainda bastante. Os seus discípulos são também perseguidos. Igualmente, alguns em alguns lugares do mundo podem ser até crucificados, terem mortes horríveis, porque ainda existe aquela situação em que mesmo sob a batuta, sob a ameaça, não é, de uma espada, as pessoas não desistem de Jesus. Aqueles que realmente se encontram com ele não desistem de Jesus. Mas a humanidade evoluiu, né? Podemos dizer assim, a sociedade evoluiu, saímos do tempo, do tempo do primitivismo, da barbárie, pelo menos aquela estabelecida pelos códigos da própria lei. E vamos avançando numa sociedade que conseguiu conquistar muitas coisas. Se nós fizermos uma análise, se formos fazendo uma análise pregressa recente, né, dos últimos 200, 300 anos, olha o avanço que a humanidade passou, que ela que ela que ela se submeteu, porque houve em todos os segmentos, na ciência, na medicina, eh na vida social, de um modo geral, melhorias significativas. É claro que ainda existem diferenças sociais, ainda existem muitas situações ruins para os seres humanos aqui na Terra, mas isso, óbvio, que passa longe, mas muito longe daquilo que era antigamente. No início do século XIX, por exemplo, a taxa de mortalidade infantil beirava os 80% ou mais. Então, as pessoas eram, as famílias eram grandiosas porque morriam muita gente, muitas pessoas muito cedo, a, a, a expectativa de vida era muito baixa e por isso havia assim uma dificuldade grande de se falar sobre dignidade, apesar de existir ainda um anelo moral muito forte, contradições

soas muito cedo, a, a, a expectativa de vida era muito baixa e por isso havia assim uma dificuldade grande de se falar sobre dignidade, apesar de existir ainda um anelo moral muito forte, contradições passadas, a rigidez de certos costumes, sobretudo aqueles de natureza religiosa, porque sim, o cristianismo, ao longo desse tempo estab estabeleceu um padrão de conduta ético moral que deu aos homens uma linha de demarcação entre o céu e o inferno, aonde a partir dessa linha é o céu, abaixo dessa linha seria o inferno. E isso obviamente que nos deu a um ânimo, né, para que a partir do medo nós nos controlássemos nos impulsos negativos, nos impulsos do mal. Então isso criou uma sociedade ordenada. E essa sociedade ordenada, ela reflete em costumes sólidos. Há um certo conservadorismo ainda nesse momento. Mas a partir do momento em que o homem começou a explorar outras dimensões, sobretudo daquelas de natureza humanística, onde ele começou a entender o ser humano não mais como um um a criança como adulto em miniatura, não mais o ser humano como serviçal dos maquinaria da terra, mas começou a entender que haviam outros aspectos, como a psicologia, por exemplo, começou a adentrar nos meandos das dinâmicas psíquicas do ser. Tudo isso fez com que houvesse a ramificação de outras possibilidades daquilo que se chama de sentido existencial. Então, o materialismo começou a se mostrar de maneira mais intensa e o homem foi abandonando Deus e junto com Deus tudo aquilo que Deus representava. Representava a transcendência, a liberdade, as potências da alma. Tudo aquilo que se falava a respeito de um reino, tudo aquilo que se falava sobre a transformação do mundo, foi tudo embora. E simplesmente a partir desse instante o homem começa a trazer uma espécie de eh sensação de que ele próprio é o divino. Ele é a grande é a grande eh é o é o ápice da criação e que é ao homem que devem ser direcionadas todas as atenções, sobretudo aqueles que são capazes de fazer coisas grandiosas na sociedade, como os grandes políticos, os

ande eh é o é o ápice da criação e que é ao homem que devem ser direcionadas todas as atenções, sobretudo aqueles que são capazes de fazer coisas grandiosas na sociedade, como os grandes políticos, os grandes artistas, os grandes cientistas. Agora, mais recentemente os influenciadores, aquelas pessoas que têm milhões e milhões de seguidores nas redes sociais, então são esses que trazem para si a ideia de que eles são os verdadeiros deuses. Mas juntamente com essa liberdade suposta que o homem carregou, veio junto uma consequência que ele não imaginava. Ao dizermos em final do século XIX que Deus morreu, nós trouxemos para o século XX duas guerras mundiais logo no começo, né? Entramos no século XX, tivemos ali logo no começo, nas duas primeiras décadas, tivemos já uma guerra mundial e entre essas duas guerras, tivemos um armistício de mais ou menos aí 10, 12 anos. E entre esse período, nesse período nunca houve de fato uma paz, sempre houve um flirte com a violência. E quando entramos ali por volta dos da década de 30 do século XX, tivemos o acirramento de uma outra guerra, uma guerra terrível, que foi uma guerra que se eh começou ali de maneira subrecia com os movimentos da Alemanha e de repente aquilo culmina com o extermínio dos judeus, com toda aquela aquela grande quantidade de pessoas, milhões de seres humanos aniquilados pela fome, pela violência e isso tudo porque de repente o homem pref preferiu as balas, preferiu a grana, o dinheiro, o sucesso, o poder do que aquilo que era viver em paz, andar, lembrar daquele andarilho que não tinha nada disso e, no entanto, conseguiu transformar os códigos morais da terra. Então, foi esse movimento que fez com que a partir da década de 50 o homem começasse a perguntar: "Mas será que é isso mesmo? Será que a vida é isso mesmo? Será que a vida é é dessa forma?" E os jovens começaram a se levantar. Levantava os dedinhos de paz e amor, pedindo para que houvesse liberdade. E esse outro grito, para que não houvesse a violência, para que o homem, de certa

forma?" E os jovens começaram a se levantar. Levantava os dedinhos de paz e amor, pedindo para que houvesse liberdade. E esse outro grito, para que não houvesse a violência, para que o homem, de certa forma, amainasse um pouco a fúria de serem lobos uns dos outros, eles começaram a criar movimentos de liberdade e aí veio uma outra onda. Porque a liberdade sem uma orientação, a liberdade sem o sentido, ela também ela pode ter as suas consequências nefastas. E foi o que aconteceu, porque por aí, por volta da década de 60, as drogas sintéticas começam a chegar e sobretudo na década de 70 temos um movimento de explosão da drogadição mundial em escala industrial, refletindo nos nas consequências do que experimentamos hoje, como as facções, os crime, o crime organizado, as comunidades armadas por conta do tráfego de drogas e um consumo cada vez maior dessas substâncias. Porque embora livre para fazer o que quiser, para que seja capaz de se expressar, ter liberdade de movimento, de falar, ele não sabe o que dizer, ele não sabe o que querer, ele não sabe o que desejar, ele não tem nenhuma nenhum propósito pra vida sem aqueles atratores que a vida oferece, aquelas coisas, aquelas luzes daquela ribalta artificial. Ele não é nada, ele é apenas um instrumento manipulado por um sistema que o cooptou a viver de uma forma tal que parece ser uma vida feliz, uma vida cheia de alegrias e e e de vitórias e tudo mais, mas são todas as vitórias são fictícias porque elas não logram trazer um algo mais a essa pessoa. E a gente tem que lembrar que Jesus dizia que nós não somos capazes de fazer algo mais do que botar nenhum fio de cabelo na nossa cabeça a mais do que o que é. Então, se nós precisamos entender isso como um sentido de limitação, nós temos que alcançar qual que é a possibilidade que nos é dada, mesmo que sejamos limitados a fazer coisas, como, por exemplo, botar fios de cabelo em nossa cabeça, porque hoje até isso o povo tenta fazer artificialmente. Então, essas coisas a gente traz uma reflexão na sociedade

s limitados a fazer coisas, como, por exemplo, botar fios de cabelo em nossa cabeça, porque hoje até isso o povo tenta fazer artificialmente. Então, essas coisas a gente traz uma reflexão na sociedade pós-moderna, que é uma sociedade de consumo, é uma sociedade hedonista, é uma sociedade onde as pessoas estão sendo preparadas para serem consumidas. É, é um é um momento em que nós estamos nos preparando para sermos amados e não para amar, sermos consumidos pelos outros como se fôssemos carne, como diz Eric Fron, pendurados ali nos mercados das carnes, não é? fazendo essa essa exposição de uma maneira eh de uma maneira perversa, porque isso resulta naquele vazio existencial do sujeito quando ele está sozinho e ele procura a alma que está ali dentro tentando entender o movimento daquela vida, simplesmente começa a gritar. E a pergunta que vem é: "Vem cá, o irmão querido. Eh, foi para isso que nós dois viemos aqui, você como personagem e eu na extensão da existência? Foi para isso que eu te contratei? Se a se o espírito fosse assim, tivesse contratado o corpo, talvez ele dissesse: "Foi para isso que eu te contratei, irmão, para você vir aqui fazer essa pantomima e me esquecer aqui dentro dessa caixinha, desse ergasto do carnal, aonde eu me sinto preso querendo abraçar aquele que eu preciso abraçar e você não deixa, querendo fazer algo maior do que aquelas pequenas expressões cosméticas, estéticas que você está acostumado a fazer. É para isso mesmo. E daí surgem os conflitos existenciais, aquela coisa entre o conflito entre a pulsão do ser e a sua possível expressão. Isso faz com que o indivíduo fique eh uma espécie de eh frustração, porque ele não consegue ser aquilo que ele poderia ou que ele precisaria ser. E isso faz com que nós tenhamos estatísticas alarmantes. 800.000 1000 pessoas se suicidando, eh as drogas aumentando a quantidade em proporção eh nunca vista, eh os remédios de toda sorte sendo colocados aí a serviço dessas angústias humanas, tudo isso. E mais recentemente agora as

uicidando, eh as drogas aumentando a quantidade em proporção eh nunca vista, eh os remédios de toda sorte sendo colocados aí a serviço dessas angústias humanas, tudo isso. E mais recentemente agora as guerras, várias guerras explodindo no mundo, países agora em conflito, medindo as potências das suas capacidades bélicas. E as pessoas, a os habitantes desses lugares estão, eh, agora se perguntando se é isso mesmo, se foi para isso. E observe que hoje, agora, exatamente nesse momento, é naquele lugar onde o peregrino passou. É, foi naquele lugar que ele lançou essas rosas, essas pétalas de paz. É justamente nesse lugar que mais se disputam pedaços de terra, eh privilégios ou possibilidades até de se implantar na Terra sistemas ditatoriais, divinos que poderiam trazer uma noite escura sobre todos nós. Então, tudo isso vale uma reflexão. Vale reflexão. Onde foi que nós abandonamos o nosso Galileu? Em que lugar nós abandonamos o nosso Galileu? Se nós fizermos essa reflexão mais antiga, voltando agora de novo no tempo para responder essa pergunta, mal descia o túmulo e eles já brigavam sobre quem teria a razão, sobre qual seria o verdadeiro sentido das palavras de Jesus. E vão multiplicando-se os evangelhos, as as literaturas das mais diversas e aqueles que eram seus seguidores diretos, que tinham passado ali aquele período, ouvindo direto da fonte direta tudo aquilo e vendo aqueles atos que ele praticava, todos esses tinham suas dúvidas. Então, inicialmente, eh, antes de Pentecostes, nós temos os fugidios, aquelas pessoas que estavam escondidas. eh estavam com medo de serem presos, de com eles acontecesse algo, de que com eles acontecesse algo pior do que aconteceu com Jesus. Por isso eles se esconderam em todos os cantos. Pedro, eh Tiago, eh eh André, Bartolomeu, Felipe, todo mundo se escondeu. Por quê? Porque eles estavam com medo. Eles estavam com medo do que podia lhes acontecer. Talvez eles não tivessem ainda a ideia da imortalidade da alma. Talvez eles não tivessem ainda realmente fixado a ideia

Porque eles estavam com medo. Eles estavam com medo do que podia lhes acontecer. Talvez eles não tivessem ainda a ideia da imortalidade da alma. Talvez eles não tivessem ainda realmente fixado a ideia do reino de Deus no coração e na consciência humana e da alma liberta que se permite a partir do momento em que se liberta do corpo, sair na direção da luz. Talvez eles não tivessem apreendido ainda esses conceitos. precisou que chegasse aquele momento em que a mediunidade mediunidade explodisse naquela pequena casinha para que todos pudessem ver as línguas diversas sendo faladas e pessoas entendendo tudo e raios no céu e tudo mais, fenômenos de toda espécie para que eles pudessem entender que de fato em suas vidas havia acontecido algo diferente. Então o Pedro, o próprio Pedro sai dali para transformar a vida daquele, daquele homem que não andava, que estava à porta, a porta formosa e que ele estende a mão para aquele homem convidando para que ele ande, porque esse era o único, era a sua única fortuna. Era só isso que ele poderia dar aquele homem que lhe pedia algum dinheiro. Não tenho ouro, não tenho um prata, mas o que eu tenho eu lhe dou, levanta e anda. E assim ele se levantou. Mas isso não fez com que eh eles vivessem um certo período de paz. Porque quando surge Paulo, Paulo o convertido de Damasco, ele ele começa a imaginar um Jesus diferente, um Jesus para todos os povos, não só para aqueles eleitos dos da da da Judeia, da Galileia, mas de todos os povos de todo o planeta. Paulo pregava para os gentios, Tiago pregava para os judeus e havia aquele conflito entre Pedro, Tiago, Paulo, que está muito bem documentado lá em Atos dos Apóstolos, justamente porque ninguém ainda sabia de fato qual era a verdadeira mensagem de Jesus. Passados os tempos, eles começaram a empacotar essas verdades em livros, em alterações, em mudanças, etc., e passaram a entregar essa disseminação do conhecimento na nas mãos de pessoas que não tinham respaldo moral nenhum. Eram pessoas eram eram às vezes outros

em livros, em alterações, em mudanças, etc., e passaram a entregar essa disseminação do conhecimento na nas mãos de pessoas que não tinham respaldo moral nenhum. Eram pessoas eram eram às vezes outros psicopatas que estavam agora perseguindo aqueles que os perseguiam em outros tempos, que estavam fazendo com eles o mesmo que fizeram com o seu povo. Eles estavam agora repetindo as os mesmos equívocos. E a pergunta que não quer calar, e Jesus, onde estava nisso tudo? Onde eles estavam carregando Jesus? Apenas do nome, apenas da boca para fora. Jesus nunca pediu que ninguém exortasse suas palavras ou que pelo menos falasse sequer o seu nome. Jesus pedia apenas que as pessoas no seu no seu aposento íntimo tivesse a capacidade de pensar um pouco sobre tudo aquilo e dissesse assim: "Meu Deus, como é que eu posso incorporar isso na minha vida? De que maneira eu posso fazer com que isso seja para mim uma orientação segura e que eu possa seguir os meus passos? E dessa maneira as religiões foram se espalhando. Tivemos aí a entrada eh do movimento da reforma com o o a ruptura do movimento protestante. E a partir daí tivemos também o islamismo que acontece a partir do século VI. Tivemos aí outras eh possibilidades também acontecendo, sobretudo agora no século XX, no século XIX, nos século XIX, entrada do século XX, muitas religiões novas surgindo em explosões. Hoje nós temos, por exemplo, o movimento chamado movimento evangélico. esse movimento evangélico entre os tradicionalistas, os pentecostais, os neopentecostais, nós podemos dizer aí alguma coisa em torno de 17 templos sendo erigidos todos os dias no Brasil. 17 por dia são mais de 110.000 igrejas eh colocadas em solo brasileiro. É uma quantidade muito grande de igrejas para falar de Jesus. E aí a pergunta que não quer calar esse tempo todo, o que que onde Jesus estava dentro dessas igrejas, dentro desses corações? Em verdade, ele estava presente. Sim, ele estava presente, mas não nas palavras dos pastores necessariamente. Ele estava presente nos

e onde Jesus estava dentro dessas igrejas, dentro desses corações? Em verdade, ele estava presente. Sim, ele estava presente, mas não nas palavras dos pastores necessariamente. Ele estava presente nos corações ávidos da libertação. Porque mesmo com todas essas mudanças que existiram no planeta, com todas essas mudanças na tecnologia, na cultura, nas artes e tudo mais, o homem continua sendo um espírito vivente. E mais do que tudo, ele continua sendo um espírito vivente que tem em si um algo chamado de teotropismo, que é a sua atração a Deus. Ele é levado a Deus pelos seus movimentos naturais. E é dessa maneira que nós podemos dizer que nos encontramos com a possibilidade de Jesus chegar nossas vidas como um grande menestrel, cantando uma canção que anima nosso coração, mesmo quando estamos perdidos, quando estamos nos sentindo ali no chão, como muitas pessoas assim o fazem, quando ouvem o cantar do libertador das almas, falar sobre fé, falar sobre Deus, falar sobre a esperança. Não importa se isso veio numa linguagem truncada e às vezes com uma mensagem subreptícia de devorar as casas das viúvas no interesse financeiro, no interesse da prosperidade, não importa. O que importa é que às vezes há almas que estão sensíveis de tal sorte que conseguem no meio daquilo tudo entender o chamado de Jesus e fazem a mudança das suas vidas. E a partir daí, não mais a bebida, não mais o crime, não mais as disensões do lar. Agora é uma conversão, uma conversão para um novo momento, aonde as pessoas simplesmente não mais olharão para as coisas do mundo, para o usufruto das coisas do momento, mas olharão para um futuro maior, para um algo maior. É, existe a terra, existe a necessidade daquilo que nós podemos chamar de teluricidade, que são os aspectos da terra, os aspectos das coisas do mundo. Existe, claro, mas existe também algo mais. Existem as potências da alma, existem as grandezas do nosso grande vira evolutivo. Existe a reencarnação, existem uns encontros aqui na Terra que são verdadeiras

e, claro, mas existe também algo mais. Existem as potências da alma, existem as grandezas do nosso grande vira evolutivo. Existe a reencarnação, existem uns encontros aqui na Terra que são verdadeiras oportunidades que Deus nos concede para que nós tenhamos a oportunidade de refazermos as pontes que foram destruídas no passado como resultado dessa ignorância. E nós possamos fazer tudo isso lembrando do que nós somos. E ele nos lembra, o nosso querido Galileu, de que a primeira aparição pública dele foi em uma festa de casamento. E aí a gente lembra disso, né, como o homem que transformou a água em vinho. Na verdade, ali poderíamos fazer uma outra leitura. É o momento em que a humanidade entendeu que antes de Jesus é uma coisa, depois de Jesus é outra coisa. antes de Jesus é um vinho que que inebria, um vinho que deixa as pessoas ali eh completamente eh eh eh loucas eh dentro de um de um de um estado de catarse do mal, vamos chamar assim. E aí de repente aparece aquele captoso vinho, aquele vinho que convida ao sabor. E é diferente porque foi Jesus naquele momento que ele bota a mão e faz a transição entre dois estados da festa, o estado da embriaguez e o estado do aproveitamento de um sabor. E aí o homem das mesas diz assim: "Por que não trouxe esse vinho primeiro?" E aí os espíritos explicam: "Não trouxe primeiro porque talvez o mal ele tenha que se mostrar muito para que o homem entenda que ele não leva lugar nenhum. Talvez nós tenhamos que experimentar os vinhos amargos da vida para um dia olharmos para aquela garrafa desse vinho majestoso. E eu estou usando aqui, obviamente, a figura do vinho apenas como uma comparação para dizer: será que não existe algo melhor do que viver desse jeito que nós estamos vivendo? Será que nós não temos uma outra opção que não seja essa? Será que de repente eu viver nesse movimento em torno do meu corpo? Será que isso, de certa forma isso não causa algum efeito na minha na completude da minha vida, da minha felicidade, e simplesmente eu vou acabar

epente eu viver nesse movimento em torno do meu corpo? Será que isso, de certa forma isso não causa algum efeito na minha na completude da minha vida, da minha felicidade, e simplesmente eu vou acabar num túmulo e nada mais vai resultar da minha consciência? Se tu não tá certo, eu preciso repensar isso de alguma forma. A humanidade precisa ser chamada, não precisa se ajoelhar no milho, porque Jesus não pediu para ninguém se ajoelhar no milho. Não precisa botar uma Bíblia debaixo do braço, porque ali tem ensinamentos interessantes para você ver, para você estudar, para você refletir, mas aquilo não foi feito para você decorar. Aquilo não foi feito para você sair repetindo. Aquilo é feito pra gente poder repetir dentro do silêncio da alma e dizer assim: "O que é a semente de mostarda? explodindo no meu coração. O que é o o fermento que a mulher mistura na farinha telévedar? O que é o semeador? O que são essas posições diferentes da semente nas plurais expressões da vida? O que é isso tudo? Então aí a partir daí a gente começa a pensar um pouco sobre como podemos trazer Jesus de outra forma para nossa vida. E Jesus então vai chegando de mansinho e vai se assentando naqueles naquelas posições abandonadas do eu e vai preenchendo na esperança do futuro e dizendo: "Meu filho, eu estou aqui, irmão querido, eu não te abandonei. Eu eu saí naquela cruz para mostrar que os seres humanos são assim. Quando a gente chega trazendo uma verdade inconveniente que os obriga a largar esses prazeres do mundo, eles às vezes ficam zangados, eles ficam assim meio chateados e fal são capazes de fazer coisas horríveis, mas a morte ela só mata um corpo, ela não mata o espírito e o espírito permanece. E o espírito permanece irradiando toda a sua energia, a sua força e continua através das donas Marias, dos seus, de todos esses seres simples da terra que se levantam como fênix no meio daquele pântano, das das suas sujidades, das suas das coisas horríveis das suas vidas. Eles são capazes de se suerguer, se levantar e se

esses seres simples da terra que se levantam como fênix no meio daquele pântano, das das suas sujidades, das suas das coisas horríveis das suas vidas. Eles são capazes de se suerguer, se levantar e se apresentarem para o mundo como almas novas, como os homens novos, renovados a partir de Jesus. Então isso é o convite que ele nos faz na vida, não para que nós sejamos convertidos e deixemos de viver a vida como nós precisamos viver. Os soldados precisam trabalhar. Os soldados eles precisam ir pra guerra, eles precisam ir pras ruas. As pessoas precisam continuar nos seus ofícios diários. Nós precisamos sair todos os dias, fazer as coisas que fazemos. Temos ainda os hábitos que são necessários para a nossa fisiologia e precisamos eh viver esse momento, experimentar tudo isso aqui na terra. Afinal, estamos encarnados, mas conforme está nos dizendo lá o homem no mundo, fazer isso de uma maneira tal que nós possamos dignificar todas essas coisas, tal como ou tais como coisas santas, fazer isso de uma maneira que nós as possamos santificar essas coisas. Então isso é o que nós temos que fazer, eh, de uma certa maneira ter a prudência para entender as lições como um convite, a liberdade e, acima de tudo, a potencialidade da alma. Ser luz no mundo não é fácil. Trazer para fora essa luz significa que as nossas mãos vão ser operosos e instrumentos da paz. Os nossos olhos serão também luzes no mundo, porque vão iluminar aqueles caminhos trevosos daqueles que se encontram ali chafurdando na lama da ignorância, para que possamos, com a paciência devida conduzi-los na direção da luz, mas não mais com as palavras, não mais com a o proselitismo barato, mas fazer da nossa vida a conversão do outro, fazer da nossa vida o exemplo para que o outro se sinta inspirado e a partir daí ele possa pensar um pouco melhor sobre si mesmo, porque Jesus tem isso. Eu fico lembrando sempre desses personagens, né, que que foram transformados por ele. Porque observe que quando nós falamos de Paulo, falamos

sar um pouco melhor sobre si mesmo, porque Jesus tem isso. Eu fico lembrando sempre desses personagens, né, que que foram transformados por ele. Porque observe que quando nós falamos de Paulo, falamos de Maria de Magdala, quando falamos dessas pessoas todas que foram trazidos e de um lugar para outro lugar sobre a batuta de Jesus, Agostinho de Pona e muitos outros, nós realmente eh estamos falando de pessoas que a sua história fala mais do que suas palavras. Porque talvez nós não sejamos capazes de reproduzir as cartas de Paulo. Talvez nós não sejamos capazes até de sequer de interpretá-las no seu sentido histórico, no seu no seu contexto real, mas não há uma única pessoa que não se emocione ao ver aquele moço que era um doutor da lei, que perseguia os seus, os seus opositores, que matava pessoas e que fazia tudo assim com aquela energia dos grandes, dos grandes algozes da humanidade. aquele homem se converter daquela maneira, humilhando-se diante de Jesus às portas de Damasco. E não só isso, depois disso devolver a sua vida de forma tão intensa ao serviço do Cristo. Mas tantos outros, milhares, milhões de pessoas que fizeram um movimento muito parecido, que se entregaram a Jesus simplesmente confiando nas suas palavras e acima de tudo fazendo um contraponto entre aquilo que a vida, essa vida do dia a dia nos dá e aquilo que ele nos oferece. Ele nos oferece a liberdade. Ele nos oferece o plano do encontro com Deus a partir da purificação do coração. Ele nos nos oferece todo o reino da terra a partir da da mansuetude, a partir da a partir da pacificação também da alma. Então, tudo isso faz com que nós tenhamos a possibilidade de ver em Jesus muito mais vantagens para o ego, até mesmo do que essas que o mundo dá. Porque as atrações do mundo, as felicidades do mundo são passa, são passadias, são aquelas eh passageiras que nós eh eh fugidias, né, melhor dizendo, são passageiras, são aquelas aquelas aqueles prazeres fruídos e depois logo em seguida experimentamos a sensação do vazio, porque eles vão

as eh passageiras que nós eh eh fugidias, né, melhor dizendo, são passageiras, são aquelas aquelas aqueles prazeres fruídos e depois logo em seguida experimentamos a sensação do vazio, porque eles vão embora, eles perdem completamente o sentido para nós outros. Ao contrário da sensação de estarmos presentes com Deus, nos preenchendo totalmente. E Jesus nos conduz a isso quando ele diz a respeito do reino e nos diz a respeito das formas de conquistarmos as portas do reino, de caminharmos pela estrada estreita, pelas portas estreitas do mundo, não necessariamente carregando esses apetrechos que são amealhados ao longo da estrada, mas ao contrário, fazermos isso de uma maneira eh mais simples, muito mais simples. carregarmos uma alma repleta de amor, de mansuetude, de humildade, de sinceridade, de eh fraternidade na expressão mais pura dessa palavra, considerando a todos como iguais, muito antes até de chamá-los de irmãos. Não há diferença entre espíritos. Não há diferença entre espíritos que não sejam aquelas experimentadas pelos seus graus, diferentes graus de evolução. Nós somos exatamente a mesma coisa, desde a origem ao destino. Somos aqueles que fomos criados simples e ignorantes porque não sabemos. Estamos sendo eh desenvolvidos a partir de ciclos de reencarnação que vão nos colocando uns com os outros através de leis divinas como a lei de sociedade, a lei de progresso, que vão fazendo com que esses estímulos venham nos provocando de uma maneira tal que sejamos capazes de aprender com eles, mesmo que eles nos coloquem no chão. Mas há uma diferença crucial entre aqueles que carregam e que caminham com Jesus e aqueles que caminham sem absolutamente nenhuma possibilidade de encontrar em si mesmo força para além daquelas que o mundo dá. A diferença é que quando o mundo se esvazia nas suas ofertas, o indivíduo se esvazia junto. Ao passo que o indivíduo que está preenchido por dentro, quando o mundo se esvazia, ele compreende o mundo e caminha repleto de si mesmo, mesmo sobre os escombros do

tas, o indivíduo se esvazia junto. Ao passo que o indivíduo que está preenchido por dentro, quando o mundo se esvazia, ele compreende o mundo e caminha repleto de si mesmo, mesmo sobre os escombros do mundo que ele está vivendo naquele instante. Não importa, não importa qual seja nesse instante o estado externo das pessoas. Muitas pessoas estão dizendo: "Não vale a pena viver com Jesus, porque o mundo hoje é dos maus. O mundo hoje só prosperam os sabidos, os espertos, aqueles que são capazes de fazer atos de maior edez. Esses são os donos do mundo. E Jesus nos convida a vivermos em paz. E nós seremos aqueles que vamos vencer todas as guerras. Se nós entendermos uma coisa, esses vão passar. nós também enquanto personagens, mas haveremos de nos encontrar em outras outros cenários, em cenários bem diferentes, aonde os libertos estarão livres e os cativos estarão aprisionados em si mesmos. Aqueles que hoje estão sendo aprisionados, mas que se libertam na alma, serão as chaves que vão libertar os seus algozes no futuro, estendendo-lhes as mãos para que eles possam caminhar também na direção da luz. Jesus nos traz a possibilidade de encontrarmos no mundo o sentido da existência e que nós possamos olhar para as nossas vidas e agradecer, porque afinal de contas recebemos tudo que nós precisávamos para viver, aquilo que precisávamos viver, viver a experiência necessária ao nosso desenvolvimento espiritual. Então, é nesse lugar que nós temos realmente que dizer que vale muito a pena viver com Jesus, trazer esse amigo, companheiro do lado e até de vez em quando conversar com ele, porque não dizer assim: "E aí, irmão, o que que eu faço agora? Dá-me uma luz, uma uma dica, como a gente faria com um grande amigo, por que não? E sem nenhum receio de estar incomodando esta grande alma. Lembremos que a fonte da luz que nos trouxe é a mesma fonte da luz que trouxe Jesus à Terra. E por esse motivo, em conexão com o divino, nós podemos receber desse irmão sempre que necessário, as orientações precisas para

e da luz que nos trouxe é a mesma fonte da luz que trouxe Jesus à Terra. E por esse motivo, em conexão com o divino, nós podemos receber desse irmão sempre que necessário, as orientações precisas para o desenvolvimento das nossas existências. Portanto, amigos, não tenhamos nenhum tipo de dúvida de que estamos sim sobre a ed de um momento que clama por Jesus, clama por esse viver com Jesus, por esse caminhar com esse amigo querido que vai nos trazer ainda vai nos dar muitas felicidades. E será ele mesmo ausente. Não precisa aqueles, se aqueles homens lá do do, né, do do Sinédrio e aqueles homens lá da Torre Antônia, aqueles homens lá dos palácios, se eles soubessem que o corpo não é nada, eles não teriam se ocupado de aniquilar aquele corpo. Tivessem deixado Jesus conosco mais alguns anos até que a idade o carregasse eh em definitivo. Mas o fato é o seguinte, é que todos os dias, ao fazer su erguerse da lama, da sarjeta, aqueles que estavam ali caídos, fazer eh esses se levantarem, olharem para cima e agradecerem a Deus a presença de Deus em seus corações, mesmo apesar de terem ocupado sua vida numa grande expressão de tempo ali perdidos, chafurdando nessa lama da ignorância. Mesmo esses, ao vermos esse se levantando, nós temos a certeza da presença de Jesus conosco aqui na terra. Não percamos tempo com louvores, nem muito menos com adjetivações maiores, mas sejamos mais capazes de percebê-lo junto a nós. Sejamos mais capazes de absorver das suas palavras os seus verdadeiros ensinos. Transformemos as nossas vidas em hinos de conversão, mas acima de tudo hinos de inspiração, para que possamos fazer coisas cada vez maiores dentro das propostas alviçareiras que esse homem nos trouxe, esse espírito de luz nos trouxe para que nós possamos ajustar os parâmetros da nossa existência na direção do perfeito, na direção do absoluto, na direção de Deus. que nós possamos, amigos, nesta terra ainda, talvez nessa encarnação nossa, que nós possamos perceber o quão importante seria se nós falássemos dele

rfeito, na direção do absoluto, na direção de Deus. que nós possamos, amigos, nesta terra ainda, talvez nessa encarnação nossa, que nós possamos perceber o quão importante seria se nós falássemos dele nas linguagens capazes de alcançar corações e mentes. E ao invés dos homens serem coptados à ribalta, à noite, às drogas, à guerra, a violência, eles fossem cooptados pela paz, pela mansuetude e pelo amor. E esse amor, que é o grande fanal de todos nós, pode ser experimentado se nós seguirmos aquela máxima. Se vier comigo, poderás encontrar o reino dos céus. Sem mim fica mais difícil. Sem as minhas orientações, o homem vai ainda tatiar na ignorância, tentando encontrar as portas que o conduzem à luz. Jesus nos trouxe essa possibilidade, purificar o coração e encontrar a Deus com toda a nossa força, com todo o nosso entendimento e desenvolver com ele o máximo amor. E em fazendo isso, nós também podemos expandir essa amorosidade em toda a terra, contaminando outros para também encontrarem em si mesmos a fonte, a joia preciosa do amor divino em seus corações. E com isso, o amor de um, o amor do outro, vamos compondo uma grande sinfonia que vai falar mais alto que os gritos dos sofredores, vai falar mais alto do que o grito dos impérios que ainda insistem em se manter sobre a terra. E o homem vai, o homem vai compreender que sem ele, sem ele não tem, não tem estrada, sem ele não tem destino. Por isso é muito mais, muito mais valoroso olharmos para esse companheiro hoje como amigo querido que nos conduz os passos e que nós possamos dizer assim: "Obrigado, amigo companheiro. Obrigado, Senhor. Obrigado, este homem de muitos nomes, de muitas vidas e muitas possibilidades, porque me deste desse instante a possibilidade de olhar para mim, esse ser apquenado, ignorante, e encontrar em mim a fonte da vida, a fonte da vida que me conduz ao Pai. E eu agradeço a oportunidade do dia, das noites, da existência, das plurais experiências, da dor que toca o meu coração e que me inspira a buscá-lo todos os dias e

fonte da vida que me conduz ao Pai. E eu agradeço a oportunidade do dia, das noites, da existência, das plurais experiências, da dor que toca o meu coração e que me inspira a buscá-lo todos os dias e noites, para que ele console a minha dor e o meu sofrimento, para que as minhas lágrimas sejam transformadas em livros, em linhas de um livro que me ensinam a respeito da vida e a respeito das superações. Obrigado, Senhor, por ter me me dado essa possibilidade de ver que a vida é linda, de ser vivida e que estamos aqui para aprendermos um pouco mais sobre ti mesmo. Por isso, dá-nos o entendimento e a luz para que sejamos capazes de ler cada vez mais profundamente as tuas lições. Obrigado, Jesus. Que possamos viver com este amigo agora e para sempre. Que assim seja. Gratidão, Paulo, por essas tão belas eh reflexões muito inspiradoras. Que Jesus te abençoe e te ilumine sempre. Muito obrigada. Obada. Muito obrigada. será sempre bem-vindo. Obrigado. Agradecemos a companhia amorosa de todos os nossos internautas que se conectam conosco toda quarta-feira, toda sexta-feira. Então, os nossos agradecimentos e os convidamos para o momento, né, de reflexão todos os dias às 7 horas da manhã e também a próxima quarta-feira e a sexta-feira estaremos juntos aqui em nosso canal. Uma boa noite a todos, um bom fim de semana. Que Jesus abençoe cada um.

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