Parábola do semeador • Paulo de Tarso
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista recebe um convidado especial para abordar temas do cotidiano à luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se reúnem em momentos de aprendizado e reflexão sobre o Evangelho de Jesus. *Realização:* União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #Espiritismo #DoutrinaEspirita #EvangelhoDeJesus #PalestraEspirita #UEVC #VitoriaDaConquista #EstudoEspirita #LuzDoEvangelho #ReflexaoCrista #TVMansaoDoCaminho *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Boa noite a todos e a todas. Sejam todos muito bem-vindos, amigos que se encontram conectados a nós pelos dois planos da vida. Gostaríamos de saudar aqueles amigos que nos acompanham aqui pela UFCTV e aqueles outros que estão conosco pela TV Mansão do Caminho. É sempre uma imensa satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um instante de reflexão em torno da mensagem do Mestre à luz da doutrina espírita. E para que melhor sintonizemos com esse instante, que possamos elevar o nosso pensamento em uma prece, rogando ao nosso mestre de Jesus que abençoe, ilumine palestrante dessa dessa noite, o ituuindo nessa fala para que não seja somente escutada, mas sobretudo internalizada por todos nós que assim Sim, a escutamos. Possamos, mestre, estar abertos à transformação íntima que a sua mensagem nos convida. E agradecemos imensamente a oportunidade de nos depararmos com esses momentos que são banquetes de luz. Ser conosco hoje e sempre. E agora convidamos o nosso grande amigo e colaborador da UVC. Seja bem-vindo, Paulo de Tars. >> Boa noite, Lorena. Boa noite, Naira. A todos os amigos. Muita paz. Gratidão, meu amigo. Que o mestre Jesus te abençoe e te ilumine imensamente. Palavra é sua. Meus amigos, muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa, amiga, que nos ajuda na divulgação da doutrina espírita, esteja conosco, nos trazendo paz e nos trazendo luz no coração. Eu espero que todos estejam bem e que nós possamos agora nos próximos minutos fazer as nossas considerações a respeito de um dos textos que eu considero um dos mais profundos e mais belos do Evangelho. Não que os outros não sejam, mas a parábola do semeador, ela tem uma característica especial de profundidade, de atualidade e que nos desafia todas as vezes que vamos fazer qualquer digressão a respeito dela. Sempre é um grande é uma grande eh aventura quando estamos diante de um texto que nos permite olhar sobre várias perspectivas.
esafia todas as vezes que vamos fazer qualquer digressão a respeito dela. Sempre é um grande é uma grande eh aventura quando estamos diante de um texto que nos permite olhar sobre várias perspectivas. Ele é uma parábola. Essa é uma parábola que ela não nos permite engessar o pensamento em absoluto e cabe para qualquer que seja o desejo ou a forma de pensar ou de conduzir o pensamento. Essa parábola dá apoio, apoio de ideia e apoio de eh como substrato filosófico até mesmo para o embasamento dessas ideias. Então, o nosso desafio hoje é falar sobre essa parábola dentro de um contexto espírita, dentro do contexto da alma, do espírito imortal, da lei do progresso. Será que cabe tudo isso aí dentro dessa parábola do semeador? Para começar, uma pergunta, não é? Porque Jesus falava por parábolas. Essa é uma questão que é colocada e que nós sempre precisamos responder olhando para o passado, olhando para aquele momento do passado, porque a literatura rabínica já possuía a tradição de falar por parábolas. Então, nós temos a a os textos rabínicos falando sobre o Machal, que é a tradução para parábolas, e o mechalim, que seria o livro, o livro de Provérbios, ele é também chamado de mechain, que é o conjunto de parábolas. Então, essas parábolas, elas já estão já estão no passado, no Velho Testamento, nos livros de Esdras e outras eh referências, não com a mesma estética, talvez, da do Novo Testamento, dos chamados evangelhos canônicos, mas certamente trazendo já o a forma do símbolo eh do símbolo espiritual eh traduzido em elementos materiais. Então essa talvez seja a grande estrutura da parábola, porque ela nos convida sempre a pensar sobre porque Jesus usava desse instrumento para passar os seus ensinamentos e obviamente que com muito sucesso até hoje, digamos assim, né? Podemos dizer que até hoje nós podemos entender os as mensagens de Jesus por conta dessas desses textos que chegam até nós 2000 anos depois. Naquele tempo nós tínhamos pessoas analfabetas, pessoas que não tinham a capacidade de
nós podemos entender os as mensagens de Jesus por conta dessas desses textos que chegam até nós 2000 anos depois. Naquele tempo nós tínhamos pessoas analfabetas, pessoas que não tinham a capacidade de leitura, nem muito menos de acesso a uma literatura mais sofisticada. Então, eram pessoas que eram instruídas através dos sábios, dos doutos, daqueles que eram os oradores públicos e que faziam então as suas digressões a respeito dos textos que estavam já disponíveis aquela época. talvez não formato que nós conhecemos hoje, mas certamente alguma coisa nessa direção. E obviamente que quando eh essa população é formada por pessoas do campo, por pescadores, pessoas simples, eh as analogias elas não podem ser com coisas que estão fora do seu mundo. É preciso que as analogias sejam trazidas paraas trazidas para elementos que compõem o cenário daquelas pessoas. jamais situações em que elas não possam fazer as suas abstrações, não é? É como o Piagê vai trazer depois no seu método pedagógico de sair do concreto para o abstrato. Então, é sair das sementes, sair das pedras, das pérolas, das redes, eh, de da farinha, eh, para chegar naquilo que é o simbolizado espiritual, que é a grande mensagem que está íncita em todos esses textos. No caso específico dessa parábola que está no Evangelho de Mateus, capítulo 13, e também ela está no Evangelho de Marcos, capítulo 4, e no Evangelho de Lucas, capítulo 8, com outros formatos, mas é basicamente a mesma ideia. Então, no Evangelho de Mateus, onde ela está bem completa, a história é um semeador que sai a semear, fazendo uma ressalva de que essa é a primeira das parábolas do reino. As chamadas parábolas do reino que são muito bem elaboradas por Mateus, elas se apresentam tendo o semeador como a primeira das parábolas, essas chamadas parábolas do reino. E ela é justamente quando o semeador sai na sua pregação, levando a sua ideia pelo mundo. E a medida em que ele vai lançando essas ideias pelo mundo, essas ideias vão chegando em ouvidos e corações
o. E ela é justamente quando o semeador sai na sua pregação, levando a sua ideia pelo mundo. E a medida em que ele vai lançando essas ideias pelo mundo, essas ideias vão chegando em ouvidos e corações diferenciados. Já fazendo aqui uma tradução, porque em verdade ele utiliza de um elemento concreto que é a estrada, pedra, espinho e terra boa para falar a respeito dessas diversas possibilidades de corações e mentes que recebem a mensagem do semeador. Então, na passagem de Mateus, o Evangelho conta que o semeador sai lançando sementes e as sementes caem na estrada em primeiro plano. E essas sementes que caem na estrada, elas são comidas pelos pássaros. Elas foram abandonadas e elas são comidas pelos pássaros. Logo, elas não vão viscejar, elas não vão lograr o seu objetivo princípio ou sua função, que é produzir as plantas que seriam derivadas e os frutos consequentes da sua germinação. Então, ela não vai acontecer isso porque ela foi abandonada na estrada e a estrada é um terreno pedregoso, é um terreno onde não existe a possibilidade de formação de sementes, de raízes, etc. Então ali a a a semente vai ficar num num situação muito vulnerável. Os pássaros vêm e comem aquela semente. Em seguida, ele lança essa semente sobre as pedras. Pedras no sentido agora mais das rochas, não só da estrada, dos pedregulhos da estrada, mas sobre as rochas, o terreno ruchoso. E nesse lugar existe uma outra reação que é o sol. vai esquentar as pedras e vai queimar a semente. Ou seja, a semente será será calcinada, será queimada pela ação do sol e também não vai atingir os seus objetivos. No terceiro plano, a semente cai em um espinheiro. E nesse espinheiro, as sementes, elas também não conseguem produzir as suas os seus frutos, as suas o seu desenvolvimento, porque não consegue alcançar a terra, não tem luz suficiente, ficam abafadas naquele grande, naquela confluência dos espinhos que formam aquela vegetação. Então a semente ela vai morrer por inanição. Ela não vai conseguir ter os elementos da
tem luz suficiente, ficam abafadas naquele grande, naquela confluência dos espinhos que formam aquela vegetação. Então a semente ela vai morrer por inanição. Ela não vai conseguir ter os elementos da terra, nem muito menos a luz que seria necessária para o seu pleno desenvolvimento. A semente só vai produzir alguma coisa quando ela chega na terra boa. Aí sim ela produz 70 para um, 100 para um. Então, quando se conta essa história, fica se imaginando primeiro que é um agricultor que está com um saco de sementes, que eventualmente vai lançar essa sementes sem pensar muito bem aonde está lançando e sem considerar ou sem se importar se a semente está caindo num lugar ou em outro, porque ele sabe que numa dessas, desses seus lançamentos, caso caia em um terreno propício, essas sementes vão psejar, vão florescer, vão frondejar, enfim. Então esse é o esse é o é o é o pensamento inicial. Existem outros que falam sobre a língua ou a palavra. Então, a semente seria a correspondência da palavra e na medida em que essa palavra vai sendo disseminada, ela é colocada em situações diferentes de análise, de aceitação. Existem pessoas que não ligam para essas palavras, ignoram essas palavras, deixam a memória apagar por falta de uso, por falta de apropriação sentimental. Depois essas palavras podem cair em outras outras mentes e outros ouvidos um pouco mais ácidos, um pouco mais ríspidos do ponto de vista da oposição. E obviamente que assim como as sementes queimadas do sol, essas sementes, nessas palavras elas seriam rechaçadas pelas pelas pelos argumentos contrários, pela visão da nulidade daqueles conceitos, pela absoluta falta de possibilidade de aqucência de qualquer coisa que venha daquela natureza. Então, por esse motivo, nós podemos imaginar que pessoas que não acreditam na religião, pessoas que são assim refratárias a esses conhecimentos, seriam espécies de pedras que estariam rechaçando essa semente. Portanto, essas palavras não alcançariam esse coração e não surtiriam esses
ão, pessoas que são assim refratárias a esses conhecimentos, seriam espécies de pedras que estariam rechaçando essa semente. Portanto, essas palavras não alcançariam esse coração e não surtiriam esses efeitos. Depois nós temos uma uma outra um outro tipo, né, que as palavras caem no meio da acidez da sombra de cada um. E aí, óbvio, que a gente tem aí já dentro de uma análise psicológica que não adianta fazermos aqui essência eh aparente de determinados conceitos se nossa internalidade, nossa intimidade não for capaz de aceitar, não for capaz de responder ou corresponder com os as consequências daquela palavra, com algo que nos que nos promova uma mudança, mas haja uma resposta interna negativa que não aceite e que não permita que essa palavra promova a mudança que seria esperada naquelas pessoas que estivessem ao alcance dessas palavras. No caso, nós estamos falando da libertação, estamos falando do reino. E aqui Jesus está falando do reino, está falando que essa produção da semente é a produção daqueles que forem dignos de entrarem no reino. Por isso é a parábola do reino. Todas essas parábolas, a parábola da rede, da pérola, a parábola do tesouro, a parábola é da mostarda, do grão de mostarda, a parábola da farinha, que eu gosto muito dela. Todas essas são parábolas do reino. A parábola do joio e o trigo também é uma parábola do reino. Todas falam sobre esse reino, esse lugar maravilhoso que Jesus dá como proposta para aqueles que querem segui-lo, para aqueles que querem estar com ele nesse lugar maravilhoso, para além da terra que é cheia de prantos e rangeires de dentes. Essa é uma linguagem exclusiva de Mateus, né? Eh, Mateus usa muito esse esse termo prantos e rangeires de dentes. Então, nesse contexto da interpretação, você vê que nós já temos uma outra possibilidade de analisar essa parábola através do processo da aquiência, da capacidade do sujeito em aquecer aquelas aquelas eh palavras. E obviamente nós estamos falando de cenários diferentes, de pessoas diferentes, em em públicos
rábola através do processo da aquiência, da capacidade do sujeito em aquecer aquelas aquelas eh palavras. E obviamente nós estamos falando de cenários diferentes, de pessoas diferentes, em em públicos diferentes. Então, por exemplo, eh Jesus tá pregando para um determinado tipo de pessoa e outras culturas que não estão vinculadas com aquele tipo de base de sustentação para receber essas ideias, eles não aceitariam, né? Então você pregar, por exemplo, inicialmente para os romanos, seria muito difícil naquele momento, porque havia uma disputa entre os deuses do paganismo e a questão do Deus de Yahé, né? Aquela coisa da crença dos do povo judeu, que obviamente de onde nascem essas ideias. Então, isso tudo, óbvio, que eh passa por interpretação. Eu, particularmente, olhando do ponto de vista da doutrina, a gente tem que analisar essa movimentação pensando na lei do progresso, obviamente, pensando nessa nesse desenvolvimento, no nosso desenvolvimento enquanto espíritos, que estamos passando por uma experiência na Terra de, acima de tudo, de transformação de alma e não simplesmente de aparência comportamental. Nós não estamos aqui para aprender a nos comportarmos como pessoas dignas de uma sociedade chamada sociedade organizada. Nós estamos como espíritos vivendo uma experiência humana porque essa, a partir das suas eh notáveis possibilidades, essas experiências vão despertar em nós outros as capacidades que estão adormecidas a partir justamente do esforço que nós vamos fazer para superações, para vencermos esses obstáculos e até ressignificarmos as coisas que estão nos acontecendo dentro de uma perspectiva desse espírito imortal que está passando por essa experiência de evolução. Então, óbvio que olhar essas parábolas do reino inicialmente, o reino como o logro desse estado mais alto de desenvolvimento de evolução espiritual é o estado que está lá na questão 132, que nós saímos da condição da simplicidade, ignorância e da completa falta de saber sobre o que somos, que está na questão
desenvolvimento de evolução espiritual é o estado que está lá na questão 132, que nós saímos da condição da simplicidade, ignorância e da completa falta de saber sobre o que somos, que está na questão 115, para a perfectude da questão 132. que é ao final das reencarnações, o espírito estará no seu estado de perfeição. Então, óbvio que também é possível imaginar que nos estágios iniciais da nossa existência, nós tenhamos a possibilidade de sermos quais aqueles que são estradas ou pedras ou espinhos, enfim. Mas o importante é dizer que há a necessidade de olharmos para ela, para essa parábola, pensando nesse nessa perspectiva do espírito que evolui, que sai de um estado para outro e que a palavra é a mesma, a semente é a mesma. O que vai mudar é a maneira como, a partir da nossa nova disposição evolutiva, nós vamos ter a capacidade de compreender aquilo que está sendo dito de uma outra forma. Então, eh, não seria possível, por exemplo, nós ouvirmos amar aos inimigos e achar que isso é um comportamento apenas imitável ou apenas reproduzível a partir de uma de uma de um anelo ou de uma vontade de corresponder a essa expectativa exterior. É preciso que isso eh responda inicialmente pelas nossas necessidades internas, muito internas. Então, observe o que seria, olhando isso, uma estrada, por exemplo, a estrada é uma experiência, é uma experiência eh nula do ponto de vista da sua interação, porque a palavra, no sentido de um coração de estrada, ela não interage. Ela não interage. está ali próxima, mas não há nenhuma, como se diz aqui na linguagem, nenhuma química entre a palavra e o coração ou a mente que recebe aquela, o que ouve aquela palavra. Então, a tendência realmente é o abandono. A tendência é que as coisas, as minudências do mundo, da vida, vão roubando essas essas ideias, tirando elas do espaço mental para que elas, esse espaço mental seja ocupado de outras frivolidades do dia. Então, não é possível pensar que uma pessoa que não dá menor importância para esse tipo de mensagem vá eh ter qualquer
tal para que elas, esse espaço mental seja ocupado de outras frivolidades do dia. Então, não é possível pensar que uma pessoa que não dá menor importância para esse tipo de mensagem vá eh ter qualquer tipo de emoção, positiva ou negativa que seja, não tem nem raiva, nem muito pelo contrário, nem se sente bem diante das palavras, porque elas são inócoas do ponto de vista da relação. Então, podemos dizer que há pessoas ou há momentos evolutivos em que aquela semente, ela não produz efeito nenhum, nem positivo, nem negativo, ignora-se completamente. É o estado da plena ignorância. É o estado inicial do espírito que vive embrutecido, que vive mais para as necessidades fisiológicas, que está no estado dos instintos ou das sensações, não é? eh naquele momento inicial dos do dos do périplo evolutivo, conforme eh os amigos espirituais assim estão nos dizendo. Então, é preciso que nós tenhamos a possibilidade de pensar que há uma época em que há a possibilidade de pessoas agirem assim. Hoje pode existir gente assim, pode ter gente que hoje simplesmente ouve isso e ignora completamente. Não tem nenhum tipo de aquiência. E observe que quando eu falo isso, eu não estou dizendo daqueles que reagem externamente, porque isso não quer dizer que a pessoa não tenha eh um conflito interno eh com relação aos ensinamentos. Não quer dizer, às vezes a pessoa reage, diz: "Eu sou ateu, sou agnóstico, etc." mas vive um drama, uma um drama de consciência que já não seria mais esse caso. Esse caso é o caso da do completo eh estado de inércia absoluta da palavra ou da ideia em relação à alma que recebe aquele ensinamento. O segundo momento é o momento pedra. No momento pedra, observe que o efeito ele é de fora para dentro. Já existe uma movimentação no sentido de trabalhar aquela ideia, aquela palavra ou aquela semente, mas é algo que vem de fora. Às vezes uma cultura, uma cultura que rechaça, às vezes é a própria formação, eh, a formação da própria pessoa do ponto de vista emocional. A pessoa não aceita, não quer aquilo lá,
go que vem de fora. Às vezes uma cultura, uma cultura que rechaça, às vezes é a própria formação, eh, a formação da própria pessoa do ponto de vista emocional. A pessoa não aceita, não quer aquilo lá, né? Ela simplesmente acha que aquilo é piegas, acha que aquilo é uma tolice, acha que aquilo é algo assim que não se deve, é, que não coincide com o padrão outro de religiosidade que foi adotado. Eu eu eh nós temos alguns nós temos alguns dados aí que são alarmantes. Hoje no mundo existem uma existe uma população de cerca de 380 milhões. Esse é o número de cristãos que estão sendo perseguidos em 60 países. Então, muitas pessoas negam esses números, mas eles são reais. Eles são reais. Na África existem lugares aonde pessoas eh que professam a fé, a fé cristã, que estão no cristianismo, elas morrem número de 12 por dia. Então, isso é um é uma é uma é uma quantidade alarmante de pessoas que estão sendo perseguidas em pleno século XX, portanto, 2000 anos depois de Jesus. Nós ainda temos pessoas que estão passando por isso, porque há culturas divergentes que rechaçam essa ideia, que que mandam essa ideia para outros lugares, querem destruir e desconstruir. Nós assistimos isso no notícia, nvelas, nós assistimos isso na mídia eh tradicional, aonde os filmes retratam a caracteres burlescos e e e anedóticos, né, da questão da própria eh fidelidade religiosa, sobretudo com o cristianismo. Então, existe uma perseguição muito forte hoje, nós podemos dizer que a sociedade pós-moderna é uma sociedade predominantemente de pedras espirituais, espíritos na forma de pedra. Quando Jesus chamava Pedro de pedras, dizia: "Pedro, tuas pedras e sobre essa pedra eu vou erigir a minha igreja, não era sobre essa pedra, é sobre a firmeza, a firmeza de propósitos, né? Aí a o piloti da igreja que Jesus fala, da eclésia que ele propõe naquele momento, era a base sustentação de todo um pensamento que ecludiria a partir dessa ideia de que existe uma relação próxima dos homens com Deus, com o reino celestial. Então,
sia que ele propõe naquele momento, era a base sustentação de todo um pensamento que ecludiria a partir dessa ideia de que existe uma relação próxima dos homens com Deus, com o reino celestial. Então, por isso é que eles ficaram tão eufóricos, tão animados, os apóstolos, pela pelo convite ao vçareiro de Jesus para que eles participassem desse reino. Então, nesse caso, especificamente, o estado de pedra é o estado onde há esse embate externo, causas exógenas que estão atuando sobre a ideia, estão atuando sobre a semente. No caso da parábola é o sol que aquece a pedra. e por aquecer a pedra promove a destruição da semente. Pensando assim socialmente falando, nós temos a cultura. a cultura seja um determinado tipo de eh pensamento refratário e isso faz com que a pessoa jogue fora, queime, destrua. Não basta não acreditar, não basta não não considerar, como no caso da estrada, é preciso destruir, é preciso desconstruir ativamente. E óbvio que essas pessoas não vão participar de reino nenhum porque estão muito mais ocupadas em destruir as possibilidades de reflexão sobre os caminhos do reino na proposta de Jesus, do que eventualmente de eh estudar as possibilidades daquilo fazer sentido, de aquilo realmente ter algum tipo de significado maior paraas suas vidas. Então, óbvio que a gente tem que pensar que quando estamos falando de uma oferta tão generosa, que é a conexão do homem com Deus, esse imeneu, né, do homem com Deus, nós precisamos realmente entender que o caminho não é fácil, mas é preciso pensar que o nosso coração tem que estar preparado para receber então essa essa grande mensagem que vem a partir de Jesus. A terceira situação espiritual é a situação que nos é trazida através da ideia do espinho. Na ideia do espinho, imagina só o seguinte, agora não é mais exógeno, a causa é endógena. A causa é endógena porque observe que no caso do espinho, olhe como a parábola é construída, né? Ela, os detalhes da parábola, o espinho agora entra no espinheiro, a semente entra no
causa é endógena. A causa é endógena porque observe que no caso do espinho, olhe como a parábola é construída, né? Ela, os detalhes da parábola, o espinho agora entra no espinheiro, a semente entra no espinheiro, ela está no meio dos espinhos. Ou seja, a pessoa entendeu, botou para dentro. Estamos, na grande maioria de nós, numa condição muito parecida. Olha só como é. Nós botamos essa palavra, aceitamos essa ideia, compreendemos o a o fundamento, mas quando isso entra no nosso mundo íntimo, vai passar pela nossa área sombria, que é muito parecida com a sombra dos espinheiros. E nessa zona sombria, ela não ela não se ela não se constitui em elemento suficiente para promover as mudanças que ela pode promover. No caso, a representação simbólica da mudança é a eclosão da semente enquanto algo viável na produção de frutos, de flores, de folhas, etc. Então, nesse caso, o espinho representa quando uma pessoa tem os seus conflitos internos, as suas dificuldades, as suas próprias eh imagens, projeções, as suas não eh o seu não desenvolvimento de potencialidades ainda. Esse lugar muito complexo que os seres humanos vivem quando eles não se permitem, o desenvolvimento, o autodescobrimento, etc. Não adianta, muitas pessoas até são cristãs, eh, vão lá, se metem nas igrejas, nos centros, nos templos de modo geral, mas na vida cotidiana isso não reverbera em nada. É, é como se não existisse, é como se fosse um negócio assim completamente eh é fora. De um lado você tem os que abandonam, do outro lado tem os que criticam e do outro lado tem os que aceitam e dizem que aceitaram, incorporaram no seu mundo íntimo, mas não sentem o aflorar das consequências. Por quê? Porque aquela disposição, ela não aconteceu ainda, ela não se permitiu, a pessoa não se permitiu ainda dar-se a condição de receber aquela mensagem e fazer com que ela seja o elemento catalisador das mudanças evolutivas. não consegue. E por isso existe uma certa, eh, digamos assim, momento de frustração. A pessoa diz assim: "Poxa, eu conheço tudo, eu sei de
que ela seja o elemento catalisador das mudanças evolutivas. não consegue. E por isso existe uma certa, eh, digamos assim, momento de frustração. A pessoa diz assim: "Poxa, eu conheço tudo, eu sei de tudo, mas eu tô passando por um problema e aqueles meus conhecimentos não estão funcionando aqui agora." Eu me lembro muito bem, eu estava acompanhando o meu pai no hospital, meu pai espírita, e ele estava numa situação já terminal. E eu nas noites que dormia lá com ele, ele falava, ele chorava bastante, minha mãe reclamava muito disso, né? Minha mãe falava muito: "Olha, seu pai tá muito triste e tal, nós precisamos encontrar uma forma de trazer ânimo para ele." Ele estava eh com 73 anos, 74 anos, o que hoje é considerado uma idade ainda muito jovem para alguém que quer se despedir da vida. Ele tinha muita apego à família, aos filhos, etc., aos netos sobretudo. E óbvio que ele não queria partir, ele queria ficar mais um pouco, né, usufruindo dessa nova companhia dos que chegaram, mas ele estava ainda, o convite que chegou foi para que ele partisse e ele era espírita, ele compreendia tudo isso aí que a gente compreende, mas ele passou por esse momento da dificuldade. Então você vê que às vezes uma coisa que a gente acha que é tão simples, a gente só vai realmente experimentar nos momentos em que nós estivermos de fato diante das chamadas provações. É por isso que a vida é muito rica e deve ser sempre um convite à experiência evolutiva por causa disso, porque eu aceito alguma coisa. Mas se isso de certa forma não encontrar as disposições para que ela possa realmente encaixar-se como eh ferramenta ou como repertório da minha reação diante do mundo, a minha dificuldade vai ser imensa de aceitar isso, de colocar isso ou de internalizar isso conforme Calderário vai pensar lá na causa mental, no mundo maior, que ele diz assim, ó, você tem a super consciência, né, que são as aspirações maiores, a consciência, que é o plano do hoje, Na consciência, as nossas aquisições superiores, elas exigem demandas de
r, que ele diz assim, ó, você tem a super consciência, né, que são as aspirações maiores, a consciência, que é o plano do hoje, Na consciência, as nossas aquisições superiores, elas exigem demandas de esforços muito grandes, né? a gente precisa se esforçar para fazer, a gente precisa pensar que vai fazer, mas isso vai girando um automatismo até chegar então no porão, aonde nós temos lá no, né, na parte baixa da casa, nós temos as inconsciências, ou seja, os automatismos inconscientes. Então, e esse processo da evolução passa por vivências e o recurso, o repertório, ele ajuda na superação das dificuldades e até mesmo na compreensão do fenômeno evolutivo como um todo. Mas para isso acontecer de fato, o coração tem que ser um coração que aqueça, que aceite, a mente tem que estar preparada. Então, quando Joana de Angeles nos convida ordinariamente para que nós façamos o nosso trabalho de autoconhecimento, o nosso trabalho de eh burilamento, enfim, eh a reforma íntima tão falada dentro do meio espírita quando isso acontece, então nós precisamos imaginar que isso tem um fundamento. Ou seja, e enquanto eu carregar ódio dentro de mim, enquanto eu carregar mágoa, enquanto eu carregar ressentimentos, eu não vou conseguir transmultar ideias sublimes em concretudes eh existenciais, porque ainda estou lidando com o barro frio da do substrato de um eu ainda indefinido, que está ali como um diamante bruto, mas escondido debaixo da lama. E ele não consegue ter nenhum brilho, nem nem nenhum destaque, porque está escondido nesse grande sipoal, nesse grande eh espinheiro que é a minha sombra, que são esses meus lugares desconhecidos do eu, que a vida vai oportunizar a todos nós fazermos essa busca. Então, é importante eh destacar que na parábola do semeador eh não existe eh urgência na transformação de ninguém. Não existe mágica no processo da transformação. Observe que tem um um crescendo, né? a coisa vai não crescendo. E óbvio que uma das grandes importantes eh situações em todo o
transformação de ninguém. Não existe mágica no processo da transformação. Observe que tem um um crescendo, né? a coisa vai não crescendo. E óbvio que uma das grandes importantes eh situações em todo o processo de mudança é quando aquele que se modifica, ele enxerga um horizonte superior àquele que ele está nesse momento. Ele enxerga algo que que é que é melhor do que o que ele está fazendo. Então, quando ele está fazendo isso, ele se inspira, ele se inspira naquilo que é o grandioso e ele diz: "Olha que maravilha, eu quero aquilo, eu quero aquele lugar maravilhoso ali". E para isso a mudança ela fica mais, digamos assim, palatável, porque existem disposições que vão, em termos favoráveis, vão favorecer as transformações possíveis. Então, não existe pressa. Cada encarnação tem a sua cota, digamos assim, de andar, de aquecer, de receber. Nessa encarnação, nós estamos recebendo uma enchurrada de informação vinda de todos os lugares. Isso é bom, claro, porque nós temos a possibilidade de conhecer coisas que a gente antes talvez não tivéssemos oportunidade de conhecer. Temos sistemas hoje de inteligência artificial que são capazes de fazer assim uma uma busca eh dentro da internet, esse mundo de informação que é internet e trazer aquilo que nós queremos de uma maneira muito reduzida do ponto de vista do esforço para que nós possamos então aumentar o nosso cabedal de conhecimento. Mas a sociedade ela, a sociedade do conhecimento, ela desenvolve muito o aspecto racional. Por isso que uma característica da sociedade de conhecimento é necessariamente o hedonismo, eh, por dois motivos. Primeiro porque o hedonismo ele é a experiência mais notória do sensório, do físico, do concreto, douto, daquilo que é percebido, não é? eh, do ponto de vista da concretude e também a fuga, porque a quantidade de informação nos deixa um tanto quanto apreensivos diante de uma eh de uma situação que a vida está aí o tempo todo, notícia, eh, é fulano que faz aquilo, é fulano que faz aquilo, a sensação de impotência que dá em cada um
um tanto quanto apreensivos diante de uma eh de uma situação que a vida está aí o tempo todo, notícia, eh, é fulano que faz aquilo, é fulano que faz aquilo, a sensação de impotência que dá em cada um de nós. Então, às vezes, esse esse mundo de informação ele cobra-se o preço e por isso a sociedade hedônica é uma sociedade de sofrimento, de muito sofrimento, como nós estamos vendo hoje, muitas pessoas drogadas pelas ruas, etc., porque elas se abandonaram, elas preferiram se abandonar do que fazer processos de autoconhecimento, isso tudo, porque não vale a pena. Eles não viram o sol, não enxergaram, porque isso foi uma perversidade que fizeram com a humanidade, tornaram a humanidade uma espécie de sofredores em busca do lenitivo ou em busca do remédio para o sofrimento. E na verdade a perspectiva talvez tivesse sido outra. A humanidade se tivesse sido educada para buscar os anelos divinos, para buscar a luz, para buscar o que tem de bom, de melhor, ela talvez não sofresse tanto com essa culpa. de viver sempre olhando eh a punição, olhando sempre o negativo. Então, tudo isso compõe essa imagem sombria, esse inconsciente que está aí povoado de cerceamentos teológicos, ideológicos, culturais e até mesmo pessoais. Nós temos muitas crenças mórbidas que nos impedem de imaginar saltos mais ornamentais e e grandiosos do espírito. Então, tudo isso é espinho, gente. Isso aí tudo é espinho. Isso aí é nesse lugar do espinho, a semente para. Ela até dá uns umas, observe que ele diz assim, ela até dá umas raizezinhas, mas quando ela não encontra a disposição do solo, não encontra o sol, que é importante, a luz, né? Isso aí é interessante, o contexto da sombra com o inconsciente, com a falta do sol, quando não encontra isso, ela realmente ela estiola, ela fica apiquenada. E o que leva muitas vezes a pessoa a pensar que não vale a pena. Olha quantas pessoas desistiram, quantas pessoas acharam que isso tudo era grande bobagem, porque não conseguiram obter os os favores que projetaram para si nas suas relações com
que não vale a pena. Olha quantas pessoas desistiram, quantas pessoas acharam que isso tudo era grande bobagem, porque não conseguiram obter os os favores que projetaram para si nas suas relações com Deus. Imaginaram que Deus era um provedor e um salvador simplesmente ao que aquele que fizesse o caminho, que aquele que seguisse a regra, aquele que fosse orientado por tal e tal conduta, esse seria visto por Deus com olhos mais generosos. Então isso foi muito ruim para toda a humanidade de um modo geral, porque nos criou essa heteronomia, né? Nós ficamos nessa dependência sempre do externo para poder nos movimentar internamente. E também nós tivemos muito eh muito pessimismo instalado. Eh, sempre a ideia de que é é é sofrimento, é pagar, é essa coisa que está no nosso eh DNA cultural, né? Então, mas isso precisa mudar, porque essa fórmula não ajudou a humanidade decididamente, porque se a humanidade tivesse um senso de moral que pudesse estabelecer uma um parâmetro de comparação com uma nova regra e a partir daí fosse motivado por essa mudança, por esse crescimento moral, a fazer suas mudanças pessoais, tudo bem. Mas não, a indolência permanece. os indivíduos, conforme Lázaro disse, ainda estão na fase dos das emoções, da da da das sensações, das fases iniciais do processo do desenvolvimento. Então isso dificulta bastante qualquer tipo de eh preparação do solo para que essas coisas que vêm do plano espiritual cheguem e trazendo as verdadeiras mudanças nas disposições. O que aconteceu, por exemplo, século XIX é o exemplo disso. Nós tivemos, por exemplo, a terceira revelação chegando meados do século XIX, apresentadas por Allan Kardec. Quantas e quantas oposições não sofreu o Espiritismo? Quantas e quantas oposições não sofrem o Espiritismo? Então temos aí a situação de pedra, temos a situação de estrada, porque há quem diga que o espiritismo é uma filosofia barata, menor, que não tem graça, como alguns filósofos brasileiros, esses da modinha aí da atualidade. Então eles falam
os a situação de estrada, porque há quem diga que o espiritismo é uma filosofia barata, menor, que não tem graça, como alguns filósofos brasileiros, esses da modinha aí da atualidade. Então eles falam coisas horríveis, assim como se o espiritismo fosse uma coisa diminuta do ponto de vista da importância. Então, há outros que criticam, que se eh se arvoram de serem aqueles defensores do pensamento crítico humano da humanidade e pegam esses dissidentes do espiritismo e botam para dar entrevistas aí em podcasts e tal, acabando com o espiritismo. Quantas e quantas quantos ataques Divaldo Franco não recebeu e ainda recebe em redes sociais de espíritas, de pessoas que deveriam estar ali observando essa essa obra grandiosa. eu tive a oportunidade de estar lá na eh ontem, na quinta-feira, eles estavam fazendo as celebrações de Natal com as crianças, as crianças, as pequenas e as que já estão com uma certa idade, eh, com os os músicos mirins que estão sendo formados naquela instituição. E eu vendo aquela movimentação de pessoas humildes, os seus filhos, as crianças dormindo ali na creche, os outros ali na arte, eh naquele envolvimento e aquele clima de absoluta paz daquela mansão do caminho, que é uma coisa incrível, impressionante. E eu fiquei pensando, nossa, como alguém pode falar mal disso aqui, como alguém pode desconstruir um trabalho desse? Mas tem gente que faz isso. Então observe que mesmo apesar de todas essas esses essas notícias alviçareiras de que existem alternativas boas paraa humanidade, a o pessimismo ainda impera e isso precisa mudar. Nós precisamos trazer uma perspectiva nova de que nós somos espíritos, que caminhamos na direção da luz e que a importância que o espírito deve dar ao seu desenvolvimento não é o de alcançar a a a luz, a iluminação para ser melhor, não é para servir. servir melhor, porque a finalidade precípoa dessa luz interna, que é uma emanação de Deus, é a luz do serviço e não a luz do servir-se. Não é a luz do sentir-se elevado, é a luz do elevar o
ra servir. servir melhor, porque a finalidade precípoa dessa luz interna, que é uma emanação de Deus, é a luz do serviço e não a luz do servir-se. Não é a luz do sentir-se elevado, é a luz do elevar o outro, do elevar o mundo, de fazer aquilo que estava ali acontecendo na mansão do caminho ontem, quando aquelas crianças estão sendo convidadas a partir de um seio, de um útero que os acolheu, eh, que as acolheu para que elas possam se desenvolver mais e mais. Então isso, isso é muito importante, gente, que a gente pense sobre isso. A parábola do semeador é um convite, porque observe que o próximo passo é a terra boa. E na terra boa a semente frutifica. Não é de um para um, é de 70, de 100, de 200 para um. é uma coisa incrível, imensa. Então, é a capacidade de multiplicação, é a capacidade de alcançar outras pessoas, é a capacidade de fazer uma contaminação social a partir justamente da possibilidade de esse conhecimento ser disseminado em todos os outros eh recantos do mundo para que se possa pensar alguém que está ali naquela situação mais do conflito, na situação mais da aflição, ela possa chegar e dizer assim, Opa, olha, existe isso aí. Tem gente produzindo 70 e 100 e a sensação de servir é muito melhor do que a sensação de se servir. Porque quando a gente se serve, a gente fica sempre assim achando que nós estamos sendo assim aquele consumidor do mundo. E ao passo que servia a sensação da doação, da entrega, da devolução, da de fazer com esse contato direto da energia divina que flui e que passa, não acumula, não fica estagnada, ela passa, ela flui como rio, mesmo simples às vezes, mas a água é pura, é cheio de peixinhos ali, de animais, de vida, porque a água flui diferentemente daqueles lagos grandiosos, mas que a água parada vira O ambiente é ali da morte. A própria morte ali se insinua o tempo inteiro. Então, nós precisamos imaginar que o convite da parábola é o convite do reino, porque ela é a primeira parábola do reino, mas também é o convite da transformação para que nós possamos nos
mpo inteiro. Então, nós precisamos imaginar que o convite da parábola é o convite do reino, porque ela é a primeira parábola do reino, mas também é o convite da transformação para que nós possamos nos preparar para receber essas mensagens que estão chegando do plano espiritual, para que essas mensagens chegando em nós outros possam produzir as disposições, aquelas disposições que estão ali no Evangelho Segundo o Espiritismo, né? colocar os nossos corações em condição de receber, não permitindo que na nossa mente passe qualquer pensamento mundano ou fútil e preparando essa terra para que ela possa realmente ser o espaço do florescer de um novo ente existente, mais presente. Olhe quantos entes estão aí, né, na sua existência para que ele possa realmente sentir a verdadeira vida fluindo. Não importa se tem um corpo físico ou se não tem um corpo físico, porque esse estado de fluidez, digamos assim, da energia divina, ele não está restrito à experiência carnal, nem restrito à experiência espiritual, quer seja no corpo físico ou em um outro lugar aonde nós estejamos aí em uma outra circunstância, é claro, nós precisamos imaginar que a condição é a mesma. a condição de sermos veículos dúcteis, né? Vivemos esses esses espaços do do da passagem de Deus, como vai dizer Emanuel, né? Deus se mostra o homem através do homem. É a nossa condição de estarmos do mundo a partir dessa perspectiva. Olha que grandeza dessa parábola. Olha a grandeza disso tudo. Porque você pergunta assim para mim, Paulo, é isso mesmo, a parábola do semeador? Ol, gente, eu vou falar que nem aquele rapaz lá do filme se é assim ou não é. Eu só eu não sei. Eu só sei que é assim. Para mim é assim. chega para mim desse jeito, porque não faz sentido eu imaginar um semeador tolo que fica largando as semente sem pensar onde as sementes vão cair, não? eh e ou ou pensar que simplesmente eh seja uma uma um conjunto de civilizações ou culturas aonde essa mensagem vai chegar nesses espaços de forma diferente. Não, não, não é isso.
mentes vão cair, não? eh e ou ou pensar que simplesmente eh seja uma uma um conjunto de civilizações ou culturas aonde essa mensagem vai chegar nesses espaços de forma diferente. Não, não, não é isso. Eu eu penso dessa maneira porque quando eu entendo que o espírito evolui e tal, aí eu fico pensando, eu fico pensando mesmo assim, ó. Um dia eu eu fui pedra, eu fui estrada, eu fui estrada, eu eu já tive esse momento de estrada, certamente. Em alguma vida passada minha, eu já fui isso aí. Eu já fui uma estrada que essas mensagens elas não falavam para mim, elas falavam para pessoas que queriam salvação, etc. Mas eu talvez estivesse muito ocupado com as ciências, com a racionalidade, com a filosofia, certamente. E isso não me tocou a alma. Mas a morte redentora chegou para esse personagem e me levou para um plano espiritual aonde eu pude compreender melhor de que havia um grande embate entre o bem e o mal, de que havia essa grande disposição da mudança, mas haviam forças que pareciam ser mais poderosas do que outras nesse combate, nessa luta. E a minha ignorância me levou a me ajustar com determinados tipos de pensamento que eram contrários a esses que estavam sendo trazidos pelo simples rabiéia. E isso, obviamente, que um carpinteiro, humilde, analfabeto, não poderia superar. Um grande sábio saído dos das grutas e das dos conhecimentos do Oriente, certamente. Então, eu combati certamente essa ideia. Eu fui um grande combatente dela em todas as suas vertentes. Tentei destruir ela de todo jeito, mas a morte redentora me levou de novo pro plano espiritual e eu pude entender que embora singela, a mensagem de Jesus ela é poderosa, porque justamente ela não é complexa, ela é simples. Complexo não é entender, complexo é viver, complexo é aquecer, é internalizar essas mensagens. Por isso é que é tão difícil muitas vezes. Mas aí eu me convenci que realmente isso traria muito mais vantagem para esse espírito cansado. E e eu estou ainda reencarnando na minha condição de espinho e já faz
é que é tão difícil muitas vezes. Mas aí eu me convenci que realmente isso traria muito mais vantagem para esse espírito cansado. E e eu estou ainda reencarnando na minha condição de espinho e já faz algum tempo que eu encarno e sucessivas vezes. Mas cada vez que eu venho a essa terra e que eu posso pensar na possibilidade que a consciência me traz de estar tendo oportunidade de pegar um livro, de pegar uma um conhecimento, então de ver isso na prática sendo o elemento transformador de pessoas improváveis que se transformaram a partir das mensagens de Jesus, eu fico imaginando como eu gostaria de ser uma terra boa, de como eu pediria a Deus todos os dias que transformasse o meu coração em um jardim para que essa semente pudesse um dia florescer e ser como um campo florido de possibilidades da oferta das benécias divinas à humanidade. Eu sei que isso pode estar distante de mim, particularmente por conta ainda das minhas, dos meus embates pessoais, das minhas disputas intestinas comigo mesmo. Mas certamente dia vai chegar e eu desejo que ele chegue breve. aonde eu já conheço essas mensagens. Eu sei que elas existem. Eu eu compreendo a sua o seu alcance, mas eu preciso ainda vencer alguns obstáculos para que eu não seja como os espinhos e não permita que a minha sombra apague essa luz imensa desse salvador da humanidade, que ele não veio para resolver os problemas meus de dona Maria, de seu José, mas ele veio para trazer uma mensagem alviçareira de que existe um reino e esse reino nos aguarda a todos. E mais do que isso, dentro de nós existe luz. E essa luz é o que nos fortalece, é o que permite que nós nos levantemos e sigamos adiante todos os dias na busca desse ideal, desse ideal grandioso, que é o ideal da salvação através da liberdade do espírito, através da sua conquista pessoal. Então esse lugar é o lugar que estamos aí hoje experimentando nesse momento, essa vontade de transcender ainda sem poder, ainda fazer limitações, mas o fato é que o desejo existe e ele
quista pessoal. Então esse lugar é o lugar que estamos aí hoje experimentando nesse momento, essa vontade de transcender ainda sem poder, ainda fazer limitações, mas o fato é que o desejo existe e ele existe assim autenticamente, né? Ele não é um desejo assim fraco, não. Ele é um desejo autêntico. E o que eu peço todos os dias é força para que essas minhas disposições internas elas vão elas elas sejam amainadas dia a dia e no seu lugar novas disposições possam ser colocadas para que eu possa de repente começar a compreender a vida de uma outra forma, a partir de uma outra perspectiva e trazer de fato na minha existência um contributo real pra humanidade. Aí sim eu vou entender que eu sou um veículo dessa luz. Jesus dizia nas suas mensagens de que nós viemos aqui para brilhar. Brilhe a vossa luz. Seja a luz do mundo. Seja o sal da terra. Ilumine essa terra com o brilho do espírito que você representa como emanação de Deus. Seja o amor que fala a todos os corações aflitos das necessidades de todo tempo e, acima de tudo, seja as mãos disponíveis para os suerguimentos dos caídos, dos que ainda não conseguiram transformar os seus corações sequer em espinhos e ainda perdem os seus tempos de vida, rechaçando as ideias que vêm para melhorar e não para destruir, nem para obliterar os pensamentos da humanidade. E é por isso que nós devemos todos os dias agradecer, agradecer aos espíritos de luz que nos trouxeram tantas mensagens de libertação. agradecer a esses trabalhadores que mesmo nas nos bastidores eles contribuem ativamente para que esse movimento se fortaleça, cresça, ganhe espaço, dimensões maiores para que mais e mais pessoas tomem conhecimento dessa boa nova e assim nós possamos um dia ver essa terra melhor. O Brasil passa por uma situação das mais difíceis. Eu tenho na minha vida inteira, não me recordo de um momento de tamanha dificuldade moral. Nós passamos pel um processo de dificuldades imensas e nós precisamos agora, mais do que nunca, como nação, como povo, termos a a decência de
não me recordo de um momento de tamanha dificuldade moral. Nós passamos pel um processo de dificuldades imensas e nós precisamos agora, mais do que nunca, como nação, como povo, termos a a decência de fazermos o nosso dever de casa. Se existe esse lamaçal como proposta social, cada pessoa tem alternativa de dizer não e fazer a sua própria opção de mudança. Sermos nós as mudanças que queremos, sermos nós as mudanças no nosso microcosmo, na nossa casa, paraas nossas famílias, pros nossos filhos. permanecermos íntegros, apesar de toda chuva de maldades que está pululando em todo canto. E para isso nós precisamos realmente muito de Jesus. Precisamos da sua força, precisamos das suas mensagens, precisamos desses mensageiros e precisamos, acima de tudo, dos espíritos amigos que estão conosco para que nós não desistamos dessa jornada tão difícil e ao mesmo tempo tão maravilhosa que é a vida, é estarmos aqui vivendo essa experiência plural, rica em nome desse nosso companheiro que um dia saiu a semear, buscando os nossos corações como alvo. E a mensagem que nós podemos dizer a esse semeador: "Amigo querido, eis aqui o meu coração. Jogue, pois as tuas sementes e eu serei aquele que vai como servo, amigo e fiel reproduzir e deixar que elas se desenvolvam e floresçam de 70, de 100, que seja até de 10 para um, mas que possamos fazer isso com amor e com a vontade de servir. agradecido a esse amigo que perdeu o seu tempo, disponibilizou o seu tempo de espírito perfeito e puro para vir a terra a dizer que nós somos mais do que aquilo que disseram que nós somos, que veio aqui para nos empoderar e assim possamos caminhar na direção dessa nossa luz, transformando esta terra. Aproveito nesse momento para desejar a todos um feliz Natal. Que esse ano seja um ano de muita união, de muita paz, de muita tranquilidade e acima de tudo de renascimentos. Renascimentos de corações que vão fortalecendo-se dia a dia em nome do Cristo, em nome de um mundo melhor. A todos muita paz. >> Gratidão, meu amigo, pela palestra tão
acima de tudo de renascimentos. Renascimentos de corações que vão fortalecendo-se dia a dia em nome do Cristo, em nome de um mundo melhor. A todos muita paz. >> Gratidão, meu amigo, pela palestra tão acessível. tão tocante aos nossos espíritos. Que o Mestre Jesus te abençoe e te ilumine imensamente. Muito obrigada. >> E nós agradecemos a todos pela presença e que sejamos cooperadores do Mestre no trabalho do bem, que tenhamos um abençoado final de semana. Boa noite a todos e a todas. เ
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