Momentos Evangélicos com Paulo de Tarso - Os últimos e os primeiros
Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo. #espiritualidade #espiritismo #evangelho
Meus irmãos, boa noite. Muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa, amiga, que nos ajuda na divulgação da doutrina espírita, esteja conosco, nos trazendo paz e nos trazendo luz ao coração. Espero que todos estejam bem. É sempre um motivo de muita alegria estarmos aqui nesta casa sobre os auspícios ainda da energia das entidades benfeitoras, que com certeza estão e permanecerão conosco para sempre. e trazendo os temas do Evangelho, que são sempre temas importantes para que nós possamos fazer reflexões a respeito da da nossa vida cotidiana, né, de como a gente está vivendo, de que maneira esses evangelhos e essas mensagens podem nos ajudar dos enfrentamentos das coisas que nós eh à quais nós nos submetemos de outurnamente. O tema de hoje está em Mateus, capítulo 20, versos de 1 a 16. E fala sobre uma passagem que é conhecida como a parábola dos trabalhadores da última hora. E essa parábola, ela já foi contada e recontada muitas vezes e nós vamos aqui fazer um estudo dela na medida do nosso entendimento acerca do que significam essas passagens do evangelho. E por que eu estou dizendo isso a vocês? Primeiro porque quando observamos algumas passagens que estão lá no Evangelho, nos evangelhos de um modo geral, todos quatro, a gente percebe que ali não estão histórias, fatos ocorridos em um determinado dia do tempo, mas o que está ali é um conteúdo material de simbologia espiritual. Estão ali palavras de sabedoria empacotadas em uma história contada para que nós possamos então a partir desse entendimento aprender ou apreender melhor os conteúdos que estão sendo passados por essas passagens. Então, quando se fala que houve um trabalho, um senhor que foi dispensar trabalhos para pessoas que estavam na praça, não quer dizer que um dia na história, há 2000 anos atrás tem havido essa ocorrência, mas que essa foi a representação simbólica utilizada por Jesus na certa para explicar aos seus o que é que estariam embutidas, as
que um dia na história, há 2000 anos atrás tem havido essa ocorrência, mas que essa foi a representação simbólica utilizada por Jesus na certa para explicar aos seus o que é que estariam embutidas, as mensagens que estariam embutidas naquelas palavras. Então, eh, assim a gente começa entendendo que o evangelho não conta histórias de uma de fatos ocorridos, mas sim traduções de palavras de sabedoria. A segunda coisa que a gente precisa entender é que quando Jesus usa de metáforas como essa, ele começa principalmente essas parábolas que tem o começo como essa tem. O reino dos céus é como a gente deve esperar que além do conteúdo simbólico de palavras de sabedoria, nós temos que fazer uma transmissão ou uma tradução daqueles conteúdos para a mensagem do reino que foi trazida por Jesus. Então essa mensagem, juntamente com as outras passagens chamadas parábolas do reino, elas vão constituir uma insistência de Jesus em tentar dizer que o reino dos céus é algo acessível e explicar isso em palavras humanas bem simples, para que eu e todos que estejam interessados em prestar atenção nas suas palavras possam entender. Jesus usasse naquele tempo de uma metafísica sofisticada para dizer que o reino dos céus é uma um alcance a partir do momento da transcendência do espírito imortal que vai alcançar os altiplanos da perfeição. Provavelmente aqueles homens ninguém ia entender nada do que ele está dizendo. Mas quando ele diz: "O reino dos céus é como a mulher que misturou o fermento na farinha até levedá". E até eu entendo quando diz assim: "Ah, o fermento do o reino dos céus é como a semente do grão de mostarda, a menor das sementes, mas que quando cresce vira uma árvore que até os pássaros podem se abrigar embaixo dela." Até eu entendo. Então, a gente vê que Jesus teve um esforço pedagógico de traduzir coisas complexas em linguagens muito simples. E nesse caso, especificamente, a passagem fala sobre um homem que tem uma vinha, um lugar de trabalho e que na primeira hora, entendendo aqui a primeira hora como 6
plexas em linguagens muito simples. E nesse caso, especificamente, a passagem fala sobre um homem que tem uma vinha, um lugar de trabalho e que na primeira hora, entendendo aqui a primeira hora como 6 horas da manhã, que é o horário marcado da primeira hora na contagem desse tempo, esse homem saiu à praça e resolveu contratar pessoas para trabalhar. E ele foi então chamando aqueles que estavam lá e diszendo, dizendo assim: "Olha, venha trabalhar na minha vinha e eu lhe darei um denário pelo dia de trabalho". 12 horas de trabalho e você recebe um denário. Vamos imaginar que seja alguma coisa que pague esse trabalho. Tanto que as pessoas resolveram aceitar e vieram com ele para vir e começaram a trabalhar à 6 horas da manhã. Vamos fazendo as contas pra gente ver como foi essa esse grau de empregabilidades usado pelo nosso irmão. Às 9 horas da manhã, portanto, a hora terceira, ele retorna à praça, só que com um discurso diferente. Ele diz: "Agora, venha trabalhar na minha vinha e lhe pagarei o que é justo." Não falou mais do denário, falou agora de um outro acordo. Eu vou lhe pagar o que é justo. A mesma coisa ele fez a sexta, a hora sexta, que é meio-dia e a hora que é às 3 da tarde. Quando chegou a 11ª hora, ou seja, 5 horas da tarde, ele volta à praça e ainda tem trabalhadores lá. E ele diz: "Por que que vocês não vieram?" Porque ninguém não chamou. Então eu estou chamando. Venha trabalhar na minha vinha. E as pessoas então vão trabalhar na vinha para receber um salário justo. Quando chegou às 18 horas, portanto na dua hora, ele chama o encarregado, diz: "Reúna todos os trabalhadores para pagarmos o salário". Começando pelos últimos. E vocês vão entender que ele começa pelos últimos, senão toda a sua passagem estaria perdida. ele não teria condição de passar a mensagem que ele quer passar. E quando ele começa pelos últimos, ele chamou aquele que chegou a 11ª hora e deu um denário. Aquele que chegou 6 horas da manhã viu ele pagando um denário e ficou todo feliz. Porque se ele chegou às 5 da
uando ele começa pelos últimos, ele chamou aquele que chegou a 11ª hora e deu um denário. Aquele que chegou 6 horas da manhã viu ele pagando um denário e ficou todo feliz. Porque se ele chegou às 5 da tarde e recebeu um denário, quanto eu se receberei? Vou receber provavelmente aí uns 10 na no mínimo botar na conta, né? Vou botar uns 10 na conta. E ficou cheio de expectativa. A fila foi andando, foi andando e quando chegou na vez dele, ele recebe um denário. Ah, não, tá errado. Por que está errado? Porque não é justo. Ele chegou aqui 5 horas da tarde, recebeu o mesmo que eu recebi para chegar aqui 6 horas da manhã. E o patrão falou para ele assim: "Vem cá, eu por acaso rompi com o meu trato com você? Eu deixei de cumprir aquilo que eu havia comprometido com você?" Não. Então, se eu estou honrando o que eu combinei com você, combinado não é caro, não reclame. Você está reclamando a minha bondade? Por acaso você está querendo mandar no meu dinheiro? meu dinheiro, o dinheiro é meu, eu dou a quem eu quiser. E a gente fica imaginando assim, onde que vai parar essa parábola de dinheiro, essa discussão monetária, pecuniária. E diz assim: "Ah, se eu fosse uma pessoa ligada aos direitos trabalhistas, certamente que eu ia dizer um absurdo. Como é que injustiça? Como é que você paga a uma pessoa que trabalhou uma hora o mesmo que você pagou a quem trabalhou 12? Não tem justiça nisso. É porque talvez a gente não esteja falando de dinheiro. É porque talvez a gente não esteja falando de essa justiça de distribuição, de trabalho simplesmente. É porque o simbolizado espiritual dessa parábola neutraliza os efeitos negativos do exemplo. Então, se a gente imaginar que a vinha é o campo de trabalho e que esse senhor é o grande senhor que convida a todos para trabalhar no seu campo de trabalho, começa a fazer sentido a seguinte questão: o que ganharia um trabalhador da vinha que viesse e atendesse a um pedido do Senhor, o Senhor da vinha, o Senhor de todos os espaços. O que ganharia um trabalhador
a fazer sentido a seguinte questão: o que ganharia um trabalhador da vinha que viesse e atendesse a um pedido do Senhor, o Senhor da vinha, o Senhor de todos os espaços. O que ganharia um trabalhador desse? a plenitude do reino dos céus, ganharia a paz de espírito, ganharia o amor em seu coração, ganharia a sua realização espiritual. O que é um espírito puro e perfeito senão aquele que consegue mostrar em evidência, em essência, aquilo que ele traz na sua interioridade? Ele mostra totalmente claramente aquilo que ele possui nas suas capacidades. Então, não há mais o que oferecer a um espírito que completou a sua jornada evolutiva. Então, não existe como pagar mais a quem já alcançou o máximo possível a ser recebido. Portanto, esses que chegaram primeiro, que trabalharam, eles alcançaram usufruto do reino, tanto quanto os últimos. Os últimos vão usufruir das benéces do reino tanto quanto os primeiros. Esse é o chamado que está posto ali. Quem vier, quem aceitar o convite, receberá em retributo, em em contribuição a esse trabalho, receberá como paga a realização espiritual na sua plenitude, na sua maior plenitude. E o convite está sendo posto. E Jesus apresenta uma outra face dessa questão, que é qual é a reclamação que está sendo colocada? Aquele que chegou primeiro está dizendo: "Isso não é justo". E Jesus então diz: "Você não tem que reclamar, porque o que eu te prometi, eu te ofertei". E muitos são aqueles que receberam os primeiros chamados para trabalhar neste campo e que, por conta disso, estavam achando que eram merecedores de uma glória maior do que os que chegaram depois. Então, de repente, eu já estou nesse lugar há 150 anos. Como é que essa pessoa que chega agora, de repente senta e vai, né, já chega e já vai sentar na janelinha. Então essa ideia de que quem estava antes tem prerrogativa sobre quem chega depois é anulado também pelo mesmo motivo. Porque quando você aceita esse convite, você se entrega a esse convite, você não tem mais, você não tem menos.
estava antes tem prerrogativa sobre quem chega depois é anulado também pelo mesmo motivo. Porque quando você aceita esse convite, você se entrega a esse convite, você não tem mais, você não tem menos. Todo mundo igual, não estamos nem diferença. Não há diferença para quem aceitou o convite para trabalhar na vinha desse senhor. E obviamente que aqueles horários das 6 da manhã, das 9 do meio-dia, 3 horas da tarde e 5 horas da tarde tem a ver com os diversos convites e momentos que foram feitos para pessoas diferentes em épocas diferentes para receberem esse convite e serem aceitos ou aceitarem esse convite para entrarem nessa nessa vinha. E aí a gente vai pensar quantos foram antes de Jesus, os que vieram anunciando a chegada de um lugar melhor para que nós pudéssemos colocar os nossos corações e as nossas mentes? Quantos poucos aceitaram esses convites? e os outros que vieram depois e os conflitos todos que existiram dentro das agremiações religiosas por conta justamente de alguns acharem que eles eram os donos das chaves das portas desse reino. Olha gente, isso não é pouca coisa não, porque no século XI nós vamos ver os cátaros alingentes sendo queimados ali no sul da França porque simplesmente eles tinham ideias livres sobre o que era a mensagem de Jesus, contraditando aos padres analfabetos que eram utilizados para fazer pregações sem saber exatamente o que estavam pregando. E quando a igreja entendeu que estava ali perdendo para o gnosticismo, ela atacou com a violência, queimando aquelas pessoas em estacas. Isso é o que está sendo colocado aí, que não poderia acontecer jamais. Como se pode ter uma hierarquia no reino celestial? Jesus estava vivo. A sua tia Salomé tem dois filhos, João e Tiago. E ela chega para Jesus e diz assim: "O, eh, ela chamava de Yesua, Ixinha, né? Porque era tia Xixinha. Eh, o Jesus, Gjé, você pode colocar meu filho à direita e o outro à esquerda? E ele pergunta: "Vocês estão dispostos a beber do cálice que eu hei de beber?" E aí os dois desavisados
e era tia Xixinha. Eh, o Jesus, Gjé, você pode colocar meu filho à direita e o outro à esquerda? E ele pergunta: "Vocês estão dispostos a beber do cálice que eu hei de beber?" E aí os dois desavisados disseram: "Sim, estamos dispostos. Claro, a gente aceita tudo". E ele disse: "Olha, vocês aceitarem, tudo bem, mas para sentar do lado direito ou do lado esquerdo, não depende de mim. Quem criou essa regra do reino? Quem criou essa regra da ascensão espiritual? Não fui eu. Eu sou um espírito evoluído, o mais puro espírito perfeito que já pisou na face da terra. Mas não foi eu quem criei essa regra. Portanto, não peça a mim, porque eu não tenho o direito de te colocar nesse lugar. Você através do seu processo evolutivo, do seu mérito, dos seus esforços, você conseguirá chegar e sentar nesse lugar, independente de eu saber ou não, que esse lugar lhe pertence como pertence a todos nós. Então, essa colocação que é posta nessa passagem, importantíssima para que nós possamos entender que toda vez que chega um convite à nossa frente, nós temos sempre a opção de dizer: "Não, não, não quero, não é chegado o meu momento." ou simplesmente dizer: "Não, é agora o meu momento". Quando o Francisco de Assis recebe o seu convite, ele era João Pedro. E João Pedro era um menino que ele era o rei da patota, ganhou uma plaquinha lá, né? O rei da turma, porque ele queria ser uma pessoa muito destacada. E quando chegou o seu convite, ele aceitou. E quantos não aceitaram? Quantos? O convite bateu à porta e simplesmente essas pessoas viraram as costas e disseram: "Não, não, não quero, porque isso vai exigir renúncia, isso vai exigir sacrifícios que eu não estou disposto agora a honrar, a aceitar, a trazer para minha vida". Então essa dificuldade com a aceitação de um convite tão grandioso faz com que muitas vezes nós tenhamos oportunidades que estão passando de outurente, de outurnamente à nossa frente e a gente não está aproveitando. E o convite está sendo colocado, é como a parábola do semeador,
muitas vezes nós tenhamos oportunidades que estão passando de outurente, de outurnamente à nossa frente e a gente não está aproveitando. E o convite está sendo colocado, é como a parábola do semeador, está sendo colocada a toda hora, sementes espalhadas a toda hora, mas nem todos os corações aceitarão essa semente para produzir de 100, de 70 para um. Então, o que que a gente poderia imaginar? Porque quando o padre Natividade, que é vindo aqui, vem na sua mensagem nesse livro Compromissos de Amor, de Divaldo, eh quando ele vem trazer essa explicação dessa passagem, ele fala que nós espíritas seríamos os trabalhadores da última hora. Quem aqui já ouviu essa essa essa afirmação alguma vez? Levanta a mão, por favor. Vocês estão dispostos a beber do cálice? Porque entrar no centro espírita é fácil. Sair do centro espírita é mais fácil ainda. Ficar no centro espírita com os compromissos da espiritualidade, perceber esse espírito imortal, transportar para sua vida cotidiana as percepções do espírito imortal. Aí está a dificuldade, porque como é que eu posso ser um espírito imortal? Aquele espírito que levará para o plano espiritual a consciência tranquila dos anjos e fico aqui brigando por qualquer da cá minha palha. Fico aqui me ferindo por picadas de agulha. Fico aqui nos milindres, nos conflitos, nas brigas, nas divisões, nas separações. Como posso imaginar que isso vá refletir no meu mundo espiritual, na minha realidade espiritual, se eu não conseguir ainda trazer para o meu mundo íntimo, para minha realidade cotidiana, as coisas que eu aprendo, que eu ouço e que eu vejo o tempo todo aqui nos livros trazidos pela espiritualidade. Então, isso é a dificuldade. Por isso é que nós ainda não transitamos o mundo, porque ainda estamos com essas dúvidas se vamos ou não aceitar os convites para irmos a vinha ou se vamos ficar sentado na praça esperando lá 11ª hora para chegar, enfim, ao final da nossa vida aqui na terra, quando estivermos aposentados, tranquilos, sem esforço, sem nada, sem
a irmos a vinha ou se vamos ficar sentado na praça esperando lá 11ª hora para chegar, enfim, ao final da nossa vida aqui na terra, quando estivermos aposentados, tranquilos, sem esforço, sem nada, sem compromisso com ninguém. Mas agora sim, agora eu vou trabalhar na caridade, agora eu vou fazer as coisas, mas a gente tem uma situação que os espíritos já nos advertiram que nós não temos a certeza do amanhã. Quem aqui sabe o amanhã ou é mãe de ou tem assim uma vidência de futuro, né, muito clara, porque não é usual. A pessoa pode fazer planos. Vamos ler no evangelho. O homem está com suas riquezas, acabou de coletar tudo do campo. Aí disse assim: "Amanhã eu vou ampliar os meus meus galpões, vou plantar duas vezes mais, vou colher três vezes além". E os espíritos olhando tolinho. Oh mentira, essa noite a gente vai recolher o espírito dele. A gente não sabe, gente, o problema do convite que é assim, você aceita agora. Não importa se você vai aceitar de um dia, se você vai aceitar de dois dias. O importante é que o convite é feito agora. E a gente pode ou não aceitar esse convite, porque eh quando a gente faz uma pergunta, como por exemplo João fazia, ele chegava numa assembleia como essa e perguntava assim: "Quem ama Deus? Por favor, levanta a mão." Ninguém ama Deus aqui. Vou perguntar de novo. Quem ama Deus aqui? Aí, ó. Tá vendo? Muito bem. Muito bem, parabéns. Aí João dizia assim, ó. Quem diz que ama Deus e não ama seu irmão é um mentiroso. Nenhuma ofensa a vocês, pelo amor de Deus. Vocês tudo amamos todo mundo. Porque como é que você pode amar quem você não vê e não amar aquele a quem você vê? Olha que coisa interessante, João. Porque às vezes a gente tem essa ideia de que para dizermos que amamos a Deus, a gente simplesmente faz as regras, segue os procedimentos. Mas é muito mais simples do que isso. Basta confiar e entregar a sua vida a ele. Quando a gente pensa que Jesus, o espírito mais puro e perfeito que já pisou na face da terra, veio aqui ao planeta trazer uma mensagem de paz e
do que isso. Basta confiar e entregar a sua vida a ele. Quando a gente pensa que Jesus, o espírito mais puro e perfeito que já pisou na face da terra, veio aqui ao planeta trazer uma mensagem de paz e implantar o reino de Deus no coração dos homens. Como Haná vai dizer nas primeiras pregações de Humberto de Campos. Pergunta a ele: "O que viesse fazer aqui na terra forasteira? Eu vi implantar o reino de Deus no coração dos homens", diz Jesus. "E um homem que vem com essa missão, o espírito mais puro e perfeito que já pisou aqui, ele está numa cruz com o corpo todo cravado de espinhos. O que pensa um ser humano nessa hora? Onde foi que eu errei? Porque se eu vim aqui trazer a paz, olhe quantos méritos eu tenho. Eu perdoei, eu curei, eu espalhei benéces, eu distribuí a paz, distribuí o amor, eu implantei aqui o reino, fiz tudo e é assim que eu termino. É assim que você me paga, pai, por estar recebendo esses pregos no meu corpo. É desse jeito que você me paga. E ele diz assim: "Por que me abandonaste?" Mas ao mesmo tempo ele diz: "Senhor, em tuas mãos eu entrego o meu espírito. Eu confio na providência. Eu confio na sua providência. Eu confio na certeza dos seus passos. Eu confio na certeza dos das suas deliberações. Por isso, eu jamais vou duvidar do seu amor para comigo e, acima de tudo, da retidão dos seus atos. Porque observe que se não fosse aquela cruz imunda, nós não falaríamos de Jesus hoje. Nós tivemos a oportunidade de vê-lo morrer e vê-lo renascer no domingo para que ele pudesse continuar vivo em nossos corações por uma eternidade. E para isso, quem somos nós para dizer: "Está errado você crucificar aquele homem na cruz?" Está errado. Claro, do ponto de vista ético, do ponto de vista moral, da nossa visão apquenada das coisas. Mas diante da grande visão de Deus que nos enxerga muito mais do que as nossas pequenas e parcas visões, nós não temos capacidade para duvidar de Deus. Portanto, a única coisa que nos cabe do ponto de vista dos convites a viçareiros que chegam todo
ga muito mais do que as nossas pequenas e parcas visões, nós não temos capacidade para duvidar de Deus. Portanto, a única coisa que nos cabe do ponto de vista dos convites a viçareiros que chegam todo instante é dizer: "Senhor, em tuas mãos eu entrego o meu espírito" e confiar de que tudo aquilo que vai acontecer será absolutamente certo e preciso e não tem dúvidas de que nós temos realmente que confiar e entregar a ele as nossas vidas e as nossas existências. Então, por que seria diferente? Que tipo de benefício a mais nós poderíamos ter do que isso? Do que nos sentirmos presentes em Deus o tempo inteiro? Gente, eu fico imaginando como seria maravilhoso viver nesse planetinha azul lindo, com o coração cheio de amor. Imagine a cena de você chegar agora ali e andar pelas ruas. Mário falou aqui, estamos começando mais cedo. Uisses trouxe a a proposta, anunciou por conta da cidade, das questões que estão acontecendo hoje. E a gente cada vez mais vivendo sobressaltados, cada um pensando, olhando nas esquinas, qualquer sombra nos assusta. Mas vocês se imaginaram se saíssemos por essas ruas de Salvador, de qualquer lugar, e encontrássemos os nossos irmãos com suas gemas preciosas dos olhos de amor, brilhando, iluminando os nossos caminhos, trazendo energia dos seus braços em abraços que nos envolvem de forma absolutamente mágica e contaminante, para que nós possamos formar um psiquismo realmente de uma terra transitada na regenera. ou até mesmo mais até do que isso. Vocês já imaginaram como seria bom se nós não tivéssemos medo dos nossos irmãos? pudéssemos viver aqui na beleza, na absoluta majestade desse planeta mais lindo do universo, pegando ali aquelas flores cheirosas e generosas em beleza e pudéssemos caminhar pelas ruas e pelas estradas absolutamente conscios de que nossa existência ali basta e nós somos luz do mundo e salda da terra, como os nossos irmãos também o são. Seria muito melhor do que vivermos sobressaltados, tensos, angustiados, pensando na possibilidade de um irmão
a ali basta e nós somos luz do mundo e salda da terra, como os nossos irmãos também o são. Seria muito melhor do que vivermos sobressaltados, tensos, angustiados, pensando na possibilidade de um irmão vir e nos assaltar, tirar de nós a nossa vida. Não seria muito melhor? Sim ou não? Claro que sim. Então, o que nos está sendo ofertado não é prisão, é liberdade. O espírito Joana de Angeles, fazendo uma análise sobre isso, diz: "Vivemos em tempos difíceis." E os tempos difíceis, eles são difíceis. E é fácil explicar porque nós temos uma miríade de qualidades de espíritos vivendo de forma conjunta agora na Terra nesse exato momento. Espíritos de graus dos mais variados estão coabitando nesse instante o planeta. Por isso, tantas coisas aparentemente exóticas estão sendo colocadas. Inclusive alguns que estão dizendo: "Não, não, Jesus não serve para nada. A religião é óbvio." Aí aí vocês já viram o que que acontece. Tirando das pessoas o chão, o chão da sua existência. Gente, eu vou contar para vocês uma história. Eu costumo estudar Jesus histórico. Eu gosto desse personagem. É o homem Jesus, filho de Maria, mulher, seu José, carpinteiro, que fere a mão no prego, sabe? Esse povo normal que nem a gente? E eu gosto de estudar isso. E aí um dia eu estava fazendo uma palestra falando sobre as peripécias do Jesus homem, coisas que os historiadores já sabem que estavam falando sobre ele. E aí eu ouvi assim claramente no meu ouvido, um irmão falou assim: "Você não tem o direito de tirar o Jesus de ninguém." Aí eu falei assim: "O que será que quer dizer isso?" Parei absolutamente naquela hora. Parei de falar o que eu estava falando e comecei a imaginar o que que eu estaria fazendo, tirando um Jesus daquela pessoa. Porque tem muitos Jesus. Tem um Jesus que salva, tem um Jesus que cura, tem um Jesus que tira da da bebida, tem um Jesus que vem e e e protege aquela casa. Tem uma senhora perto lá da nossa residência que ela tem uma casinha bem humilde e ela bota na porta todas as frases que você puder imaginar sobre
bida, tem um Jesus que vem e e e protege aquela casa. Tem uma senhora perto lá da nossa residência que ela tem uma casinha bem humilde e ela bota na porta todas as frases que você puder imaginar sobre Jesus. Como quem diz, nessa porta aqui o mal não entra. Porque ao ler essas frases vai dizer: "Essa moça é poderosa, é a amiga dele, já sentou do lado do irmão". Então, eh, a gente está aí nessa nessa situação, vivendo nessa sociedade agora. E eu fico pensando, se eu tirasse o Jesus dessa pessoa, se eu apresentasse um Jesus frio, um homem simplesmente como qualquer homem que se realizou por si mesmo, quando lis traz aqui o criador, o administrador do planeta Terra, é bem distante de um homem que simplesmente nasceu de uma mulher e que tem o espírito que é o criador da terra, o administrador de todo o planeta, mas naquele momento ele estava encarnado. E aí quando você começa a trazer isso a mulher de repente que precisava desse Jesus para curar a sua ferida, para resolver o problema monetário que estava acontecendo na sua casa, ela diz assim: "E agora eu recorro a quem?" E a minha pergunta é: "O que eu boto no lugar desse Jesus? Que tipo de aliança, de chão, de sustentação eu dou para essa mulher nesse instante? Porque eu tirei o chão dela? Então eu não posso fazer isso nunca mais. Por isso eu digo, se você tem o seu Jesus que salva, que voa, que faz todas as coisas, continue com ele, porque ele é lindo tanto quanto qualquer outro. Mas não percamos a referência desse espírito que desceu à terra para nos iluminar a consciência e nos tirar da escravidão, nos tirar desse lugar do marasmo, da pequenez, nos tirar desse lugar aonde nós não conseguimos sequer manifestar uma célula pequena do nosso amor. Não conseguimos ainda entender por o ego não deixa, o orgulho não deixa, a vaidade não deixa. E no fundo, no fundo, talvez o que nós precisemos fazer, simplesmente um ato de entrega, como Paulo diante de Damasco, que ele sai para perseguir os os cristãos, ele está com a carta de perseguição nas mãos e
do, no fundo, talvez o que nós precisemos fazer, simplesmente um ato de entrega, como Paulo diante de Damasco, que ele sai para perseguir os os cristãos, ele está com a carta de perseguição nas mãos e quando ele chega na entrada, ele cai do animal e se levanta ajoelhado e diz assim: "Senhor, o que queres tu que eu faça? Se rende a Jesus, se rende na entrada de Damasco. O que que custa isso? Dizer o seguinte: na minha vida, nos meus próximos passos, seja tu a estrada em que meus pés vão trilhar na direção dos céus. Que sejam os meus olhos os teus olhos e os meus pés os teus pés. Que eu seja a vontade do teu coração e da tua alma. que eu tenha, na minha percepção do outro mesmo amor com o qual você abraçou aquelas prostitutas, aqueles bandidos do caminho e da estrada, os pobres, os estropeados, que nós sejamos transportados, Jesus, por você nesse lugar. E possamos encontrar então a plenitude em nós mesmos e o salário, o salário do trabalhador, como está em Levítico, o trabalho é o sono do trabalhador. É merecido, é doce o sonho de um trabalhador, porque ele sabe que ao fazer o seu trabalho, ele recebe a sua recompensa. Qual é a missão do espírito na terra? Qual é a missão de cada um de nós aqui senão fazermos cada dia uma parte maior, uma parte melhor do ser que somos, para que possamos alcançar essas fronteiras expandidas do espírito imortal? Muitas pessoas pensam que para fazer agrados a esse espírito grandioso que foi Jesus, precisam de músicas, de louvores grandiosos e ficam cantando e levantando o braço ao Jesus. Eu te amo. Eu te amo, eu te amo. E Deus, ó Senhor, grandioso, ser das estrelas, magnânimo, ser de todos os espaços, eu entrego as minhas, a minha alma, as tuas mãos. Observe que a gente faz todo um rodeio para dizer assim: "Senhor, em ti confio e em ti entrego a minha vida." Porque não precisamos de arrudeios para conversar com esses espíritos. Não precisamos de música. A única coisa que a gente precisa é do silêncio, da contemplação e da nossa abnegação e o
minha vida." Porque não precisamos de arrudeios para conversar com esses espíritos. Não precisamos de música. A única coisa que a gente precisa é do silêncio, da contemplação e da nossa abnegação e o devotamento. Essas são os as propostas de Allan Kardec, abnegação e devotamento para nos entregarmos nessa missão, para sermos esses missionários e esses trabalhadores da via que estão postos aí agora. Portanto, sermos espíritas não nos garante nada. Nos garante apenas que nós estamos dispostos a receber a carteira da autonomia. E isso já é muito, gente, porque até um determinado momento nós fomos instados a sermos conduzidos pelo fenômeno da heteronomia, aquele lugar aonde o outro vinha para me tirar do meu lugar e me colocar no lugar melhor. Agora, como espíritas, cientes de que somos os trabalhadores da vinha, somos nós quem plantamos, somos nós quem encolhemos, somos nós, os verdadeiros agricultores desta grande planta que é o espírito, que somos nós. Nós cientes disso, nós sabemos que o que fizermos colheremos, o que plantarmos colheremos. Nós seremos aqueles que vamos plantar hoje, o que vamos colher amanhã. Olha que maravilha. Quem gosta de coco, planteo. Quem gosta de laranja, planteja. Quem gosta de manga, como eu, plantea. Porque se você gostar de manga e plantar espinho, o que que você vai colher? espio. Então, não faz sentido plantar espio e querer colher manga. Então, se a gente sabe disso, a nossa responsabilidade aumenta, porque nós somos os trabalhadores, mas temos que ter consciência do que isso significa. O que consignifica sermos esses artífices da nossa própria eh imortalidade? Como diz o Espírito de verdade, bebei na fonte viva do amor e preparai-vos cativos da vida para vos lançar no colo daquele que vos fez frágeis e que quer vos torneis perfeitos. E quer também que modeleis a vossa maleável argila a fim de serdes artífices da vossa própria imortalidade, nos pedindo para que nós sejamos esses artífices, esses trabalhadores autônomos da vinha do
E quer também que modeleis a vossa maleável argila a fim de serdes artífices da vossa própria imortalidade, nos pedindo para que nós sejamos esses artífices, esses trabalhadores autônomos da vinha do Senhor. Se tivermos a possibilidade de alcançar esse ideal, certamente que nós vamos transitar o planeta. Algumas pessoas dizem assim: "A transição planetária vai acontecer no dia 15 de outubro do ano 2056, às 3 horas da tarde. Vocês já ouviram isso? Não tem dessas conversas assim? Ó, vai acontecer daqui a 30 anos. Começou há 50 anos atrás e tem 30 anos. Na verdade, e o Ulisses trouxe uma data aqui que eu acho que foi quando começou a transição planetária, 4 bilhões 500 milhões de anos atrás, porque a Terra transitou de um estado de uma massa ígnea até o lugar desse maravilhoso espetáculo que nós assistimos hoje. E nós viemos a reboque disso. Estamos vivendo nessa história de evolução a esse tempo todo. E quanto tempo mais leva paraa frente? quanto tempo a gente quiser, porque vai depender da nossa vontade, vai depender do nosso esforço, vai depender do nosso sacrifício, vai depender do quanto tempo nós vamos levar para aceitar os convites que estamos recebendo todos os dias. Então, se a gente não pensa sobre isso, que momento será que nós vamos resolver olhar para dentro de nós outros para entender o que nós precisamos fazer para sermos um pouquinho mais do que a gente era ontem, no dia de ontem. Eu sei que essa conversa, gente, fica parecendo uma espécie de um sermão que a gente fica assim dizendo assim, todo mundo prestando atenção, como se dissesse: "Tá todo mundo fora disso". Eu sei que vocês já sabem disso. Eu tô careca, não careca ainda não, mas eu estou quase careca de pensar, de saber que vocês já sabem disso. Todo mundo sabe disso. A minha função aqui não é trazer algo novo para vocês. É apenas lembrar, talvez com um pouco da minha emoção, aquilo que nós precisamos considerar como prioridade, talvez em nossa existência, ao invés de pensar em uma coisa, pensar em outra. Eu
ara vocês. É apenas lembrar, talvez com um pouco da minha emoção, aquilo que nós precisamos considerar como prioridade, talvez em nossa existência, ao invés de pensar em uma coisa, pensar em outra. Eu tenho sempre muitas opções e de repente nesse rol de opções, eis que surge essa ideia que talvez faça mais sentido do que outras em outras circunstâncias, não seria melhor se a gente tivesse a possibilidade de o espiritismo nos trazer essa consciência clara. E aqui em homenagem à minha amiga Ednola, que está aqui presente, eu vou trazer uma imagem que aparece do dia 18 de abril de 57, trazido por Canuto de Abreu. Canuto Abreu, em verdade o nome dele. Ele falando sobre Allan Kardec, que escreve no seu diário naquele dia, hoje foram dados ou vendidos cerca de 1000 exemplares de O Livro dos Espíritos, cada exemplar, uma gota de vida nova no coração de homens velhos. 1200 gotas de verdade ou sementes de a verdade lançad no campo da observação. Se cair em corações maduros, gloriosas ressurreições haverão de ser percebidas. E ele fala assim ao final da sua mensagem: "Se apenas uma dessas sementes frondejar, todo o nosso trabalho terá valido a pena". Allan Kardec naquele 18 de abril não tinha ideia do alcance daquele livro de que ele iria atravessar os mares, os oceanos, ia chegar na América da forma que chegou, ia chegar no Brasil, juntamente com uma mensagem trazida da religiosidade embutida no no espiritismo, que deu uma característica especial ao brasileiro, o espiritismo brasileiro, que fez com que nós católicos, de nascimento, de cultura, pudéssemos aceitar aqueles ensinos de uma forma mais fácil e agasalhar no nosso coração a possibilidade de estarmos vivendo com Jesus e sendo espírito imortal, sendo aqueles que estamos vivendo sobre o farol, sobre o guarda-chuva de Deus. Então, maravilhosamente, o espiritismo se fixou no Brasil e ganhou força para ser exportado para o mundo. E homens como Divaldo Franco que pegaram a sua vida inteira, ele pega a sua vida inteira e sai de país em país, de cidade em
iritismo se fixou no Brasil e ganhou força para ser exportado para o mundo. E homens como Divaldo Franco que pegaram a sua vida inteira, ele pega a sua vida inteira e sai de país em país, de cidade em cidade, fazendo a divulgação dessa doutrina, trazendo Jesus junto com a proposta do Consolador, a terceira revelação que vai mudar o mundo, que vai transitar o planeta, que vai fazer com que nós nos tornemos pessoas melhores. E isso é só um semeador que está jogando as sementes no campo, esperando que só uma fronde, quem sabe um de vz, um de nós, quem sabe uma dessas pessoas que estão diante desta, desses infortúnios, desses conflitos e de repente nesta hora da escuridão, nesta hora do vazio, nesta hora do nada, simplesmente essas pessoas podem dizer sim a ideia do espírito e converter as suas vidas e mudar o destino das suas existências. Então, meus amigos, quando estamos diante de uma passagem como essa, tão rica como a passagem dos trabalhadores da vinha, o que que nós podemos trazer para o nosso dia a dia que nós estamos certamente envolvidos? Mas será que qual é a qualidade desse envolvimento? falando sobre essa passagem, especificamente um rabino, ele diz assim que ele estava diante de um enterro de um jovem que também era era um parceiro dele nas divulgações da sua religião e que tinha 28 anos ele tinha morrido. O rapaz tinha morrido com 28 anos e ele faz ali aquele discurso inflamado lindo e o outro diz assim: "Vem cá, por que que esse jovem merece tantos elogios?" E ele disse: "Porque este homem fez em 28 anos o que outros não fizeram em 100. Porque ele está se referindo à qualidade do trabalho, a qualidade do tempo." E aí a gente, obviamente que deve pensar, há pessoas que já estão no espiritismo há 50 anos, há 40 anos, há 30 anos, mas qual é a qualidade desse movimento? Qual é a qualidade dessa entrega? E aí esse exemplo não pode deixar de existir. É o exemplo de Frederico Figner, que trabalhou 50 anos na doutrina espírita, que se dedicou à doutrina espírita com a Finco e de
qualidade dessa entrega? E aí esse exemplo não pode deixar de existir. É o exemplo de Frederico Figner, que trabalhou 50 anos na doutrina espírita, que se dedicou à doutrina espírita com a Finco e de repente quando ele se viu na hora do desencarne, ele se percebeu com dificuldades típicas daquelas pessoas que não conhecem a doutrina espírita. E ele fica dizendo, mas por que? E aí depois ele vai entender que simplesmente o seu coração não se abriu para as emoções mais profundas dos encontros espirituais, dos encontros emocionais. Ele era um trabalhador, mas é um trabalhador aí aquele de fazer as coisas, mas ele não tinha a delicadeza dos abraços, ele não tinha a sutileza das rosas que os espíritos normalmente encontram quando eles se se desenvolvem na capacidade de Abá. Então ele não tinha isso. Ele percebe isso. Ele percebe que a sua encarnação foi de labor e não foi de amor. E quantas pessoas silenciosas que não são espíritas, gente, que estão fazendo esse trabalho hoje. Quantas pessoas não rotuladas que aceitaram um convite da vinha e que estão ajudando a sociedade em outras denominações religiosas. Eu me lembro, o Marcos, lembra dele? Aquele rapaz, como era o nome dele? Marcos do presídio lá do Rio de Janeiro, ele tinha um nomezinho. Você outro dia você me falou, você me corrigiu o nome dele, mas é a história dele é mais ou menos o seguinte, ele era um presidiário e ele estava no presídio no Rio de Janeiro, provavelmente pegando uma pena acima de 20 anos e ele tava com a ideia de fugir. E essa ideia de fugir, ele soube que tinham os espíritas presos. espíritas presos e que estavam querendo fugir. Tá vendo aí? Trabalhador de vinha danado. E aí o que que ele fez? Ele se reuniu com os espíritas, dis: "Quero ficar do lado dos espíritas". Na verdade, ele não queria espiritismo, não. Ele só queria fugir. Ele era ateu. E aí ele pega e fica ali com os espíritos. E os espíritas gostavam de estudar e ficava ali repetido aqueles ensinos e tal e tal e tal. E ele ia paraas reuniões refutar os ensinamentos,
. Ele era ateu. E aí ele pega e fica ali com os espíritos. E os espíritas gostavam de estudar e ficava ali repetido aqueles ensinos e tal e tal e tal. E ele ia paraas reuniões refutar os ensinamentos, porque ele não aceitava aquilo. Aquilo chegava na cabeça dele e ele jogava para fora. Só que água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. E ele começou a se perguntar: "Por quê? Por quê? Por quê?" E foi dobrando e começou a estudar. Gente, ele começava a estudar às 6 da manhã e ia até às 18 horas. Ele fazia exatamente como o trabalhador da primeira hora. Ele ia para esse campo, estudou Emanuel, estudou todas as obras de André Luiz, estudou revista espírita, estudou o livro dos espíritos, o Pentateuco inteiro, estudou e se transformou realmente num espírita convicto. Saiu da cadeia, não pela porta da chaminé, ele saiu e volta para casa. E qual é o seu conflito? a sua esposa evangélica. E ela dizia assim: "Como é que pode o meu marido se se abraçando com capeta e eu aqui olhando para Jesus?" E ele então, para não perder a esposa, ele vai para a igreja evangélica. E aí a pergunta que foi feita a ele, o amigo, como é que você faz isso? Você normalmente é o contrário. A pessoa vai pra igreja evangélica, depois a pessoa vai para o espiritismo. Você fez o sentido contrário, você foi pro espiritismo para depois ir pra igreja evangélica. Aí ele disse assim: "Em qualquer lugar eu sirvo a Jesus. Eu posso servir a Jesus em qualquer lugar. Não importa a linguagem. Eu posso adaptar a linguagem com tanto que eu não perca o foco no meu trabalho que eu vim fazer. E ele então não podia ser promovido na igreja, porque quem tirou ele da cadeia não foi o evangelho, quem tirou ele da cadeia foi o espiritismo. E ele não podia usar isso como exemplo, né? Ele não podia fazer o que eu estou fazendo agora. Ele simplesmente ele ficou numa posição menor, mas sem perder a esposa, mantendo a família e servindo a Jesus. Esse trabalho não é somente dos espíritas, são seres humanos. almas humanas que estão recebendo esse
mente ele ficou numa posição menor, mas sem perder a esposa, mantendo a família e servindo a Jesus. Esse trabalho não é somente dos espíritas, são seres humanos. almas humanas que estão recebendo esse convite em suas casas, no silêncio das suas contemplações. Às vezes, dona Maria com a barriga ali no tanque, cuidando dos seus filhos para que eles sejam pessoas melhores. Essa mulher dedicada que entrega a sua vida a seus filhos, esse homem que trabalha desde 4 da manhã para manter a sua casa, para se dedicar à sua família com dando a eles educação de ordem moral, para que eles sejam pessoas do bem, são os trabalhadores da vinha, aqueles que estão divulgando essas mensagens, mas mais do que isso, os que estão abraçando as pessoas na rua, os que estão coletando, os que estão caídos ali na estrada, Eu conheci um rapaz ali na na região do comércio. Nós íamos fazer uma distribuição de alimentos ali uma vez ali nos domingos e ele chegava lá, descia o elevador Lacerda naquelas ruas escuras do comércio com as garrafas de café no seu braço. Ele descia o elevador, o táxi deixava ele lá em cima, ele descia e ele entrava pel aquelas ruas com um saco de pão e café sozinho. Ele fazia isso. Por que que ele fazia isso? Por que que ele não ficava em casa? Não era mais tranquilo ele ficar em casa, mas ele estava ali servindo a quem? Aos desconhecidos. As pessoas que não vão pagar nada a ele. Jesus dizia: "Se você for servir, sirva a quem não pode te pagar. Sirva quem não vai nem te agradecer. para que o seu coração não fique cheio de vaidade, para que você não tenha que receber deles a paga do seu serviço para que você possa se entregar incondicionalmente a esse irmão. É assim que ele estava fazendo. Quem é esse homem? Não sei o nome dele. Não faço ideia qual é o seu título. Nenhum. Um Zé, talvez um Zé qualquer que trabalhou durante o dia e à noite não pôde dormir, lembrando que tinha irmãos seus com fome na rua. Esse aceita o convite de Jesus. E tantos, gente, são tantos esses trabalhadores de todas as horas. São
abalhou durante o dia e à noite não pôde dormir, lembrando que tinha irmãos seus com fome na rua. Esse aceita o convite de Jesus. E tantos, gente, são tantos esses trabalhadores de todas as horas. São tantos os trabalhadores que recebem um chamado e que de repente resolvem entregar as suas vidas no seu tempo para converter a inteligência em labor no serviço do próximo. Converter a amorosidade já possível no labor a serviço do próximo. Quantas e quantas pessoas estamos aqui? Nós não podemos perder a fé na humanidade. A humanidade é boa. A humanidade é essencialmente divina. O que nós precisamos fazer é lembrar a todos nós o tempo inteiro o que nós somos de verdade deuses na terra, vivendo na obscuridade da ignorância, mas em busca da nossa eterna luz. É isso que nós somos e é isso que nós viemos fazer aqui. Todos nós, nós precisamos dizer para um, para o outro, quando o outro estiver caído ali na estrada, irmão, não desista jamais. Não desista, porque essa sua queda é o prenúncio do seu erergimento. Eis aqui as minhas mãos como alavanca para te ajudar a ficar em pé e andar novamente. Ande com seus próprios pés. Ao teu lado estarei presente para não te deixar cair de novo e para te lembrar que sempre que você se tiver no chão, alguém vai te levantar. Se nós juntos pudermos fazer isso uns com os outros, com certeza nós vamos apressar a transição planetária, vamos reduzir o tempo que nos separa dessa grande dimensão dos desejos, que é vivermos num lugar tranquilo, cheio de paz e de amor. Tenho certeza que todos queremos isso. O que nós precisamos fazer é não esperar mais pelo outro, não esperar mais pelo governo, não esperar mais pelos padres, não esperar mais pelos grandes gurus, não esperar mais pelos grandes nomes. fazermos na nossa intimidade, na nossa, no silêncio das nossas pequenas casas, dos nossos pequenos atos, gestos que são capazes de serem transformados em atos divinos, em louvor à vida. Pequenas coisas. Uma vez eu estava muito mal, muito, mas muito mesmo, no chão. Andava
casas, dos nossos pequenos atos, gestos que são capazes de serem transformados em atos divinos, em louvor à vida. Pequenas coisas. Uma vez eu estava muito mal, muito, mas muito mesmo, no chão. Andava pelas pela orla de Recife em busca de respostas a perguntas. que eu achava que não tinham respostas. E de repente veio uma senhora com vestido simples, pegou um único papel que tinha nas mãos, é uma esses papeizinhos de mensagem assim, e ela chegou e entregou na minha mão. Eu confesso a vocês que eu não tinha muita paciência para ler esses papéis, porque tudo sempre uma mensagem muito assim, muito parecida e tal. E eu fiquei meio sem paciência, a cabeça tava cheia de problemas, botei no bolso e continuei a minha caminhada angustiada. Aí eu cheguei no hotel, quando eu tirei aquele papel, resolvi ler. Gente do céu, vocês não acreditam. Aquela mulher escreveu um bilhete para mim. Era tudo que eu precisava ouvir. O resto do meu dia foi maravilhoso, porque aquela senhora, sem saber mudou meu dia. Ela, sem saber, num gesto simples de tirar um papel, de entregar nas minhas mãos, ela mudou o meu dia. E eu não sei dizer a vocês se não mudou os dias subsequentes também, porque eles eram resultado da força que nasceu no meu coração quando eu ouvi aquelas mensagens chegando para mim e falando do amor e falando da paz e falando das forças de Deus dentro do meu coração. E é por isso que eu não canso de dizer isso e dizer sempre que nós temos que viver em louvor à vida e agradecer aos convites alvissareiros. Porque afinal de contas, nós temos que agradecer a Deus e entregar as nossas vidas a ele e dizer: "Senhor, em tuas mãos eu entrego as minhas as minhas o meu destino, os meus dias, as minhas histórias. Em tuas mãos eu entrego os meus destinos de todas as existências, dos personagens que vivo e viverei, e de todos aqueles por que já passei, pelos quais já vivi. Eu estou aqui agora, Senhor, entregando as minhas mãos operosas ao serviço da tua vontade, os meus olhos a serviço da claridade da
e viverei, e de todos aqueles por que já passei, pelos quais já vivi. Eu estou aqui agora, Senhor, entregando as minhas mãos operosas ao serviço da tua vontade, os meus olhos a serviço da claridade da tua visão e as minhas palavras, a inspiração do teu coração. Senhor, conduz os nossos passos na direção do bem e faz desta terra uma terra de luz e de paz, para que nós possamos sempre ter essa visão positiva do mundo e da vida. Não desistamos diante do mal, mas possamos mostrar para o mal que existe o bem e que o bem é muito melhor do que o mal. Que o bem é capaz de transformar as pessoas, de elevar os corações, de melhorar a vibração do planeta, de transmutar as nossas aspirações maiores e fazer com que nós caminhemos na direção da tua luz. Por isso, faz brilhar a tua luz em nossos corações e traz a nossa vida a semente da esperança do dia de amanhã. Nós fazemos muitas orações aos nossos irmãos. E aí eu me lembro de um livro de Hermínio Miranda. Esse livro é as Sete Vidas de Fenelon. E nesse vídeo, nesse livro, ele conta a história de um personagem que foi canonizado, ele virou santo e que na última encarnação ele aparece na terra como um psicanalista frio chamado Erlo von Wavrin. E aí eu fico imaginando Erlow, Erlow não era religioso, mas Erlow de repente, vamos supor que ele encontrasse uma semente de mostarda na vida dele e se transformasse num religioso e que ele tivesse o vislumbre de São Fenelon e dissesse: "Esse santo é muito bom. Olha a vida dele, como é legal". E aí eu fico imaginando Erl von Wen ajoelhado numa igreja rezando por São Fenelon. Olha que negócio interessante. Ele está rezando para quem? Para ele mesmo. E aí eu vendo essa história, eu fiquei pensando nisso. Eu disse: "Por que que a gente não faz orações para nós mesmos? Por que que nós temos sempre que fazer orações pensando no outro? Por que nós não podemos fazer uma oração pedindo à nossa alma que reaja diante das coisas do mundo?" Alma querida e amiga, ser comigo nesse instante. Viba comigo nas posições
rações pensando no outro? Por que nós não podemos fazer uma oração pedindo à nossa alma que reaja diante das coisas do mundo?" Alma querida e amiga, ser comigo nesse instante. Viba comigo nas posições positivas do mundo e seja comigo à luz dessa existência. Vamos caminhar nas estradas empoeradas sobre as pedras e espios do caminho. Vamos fazer deste mundo o mundo de luz e de paz. Vamos transformar os pequenos brinquedos, hoje chamados de problemas em força, para que possamos transmitir às gerações futuras o exemplo das nossas superações. Vamos caminhando assim, abraçando com os nossos braços aqueles que estão pelo caminho e transferindo a nossa amorosidade possível dos nossos corações a todos aqueles que encontramos pela frente, os nossos filhos, queridos amigos, a família, todos esses. Por que não? E que seja sim, Senhor, para mim esta alma vivente, as forças da tua existência e que eu possa realizar em mim mesmo a tua vontade. Por que nós não podemos fazer isso todos os dias? orarmos para nós outros, pedindo a força dos sorguimentos e das superações. Portanto, o convite dos trabalhadores de todas as horas é que não importa se até ontem eu não fui o operoso trabalhador, mas hoje eu posso ser. Hoje eu posso dizer: "Senhor, vou contigo para tua vinha e trabalharei para o salário justo. E a única coisa que eu te peço é que traga em mim a esperança e a luz de dias melhores. E que eu possa ser um dia o espírito puro que um dia desenhaste para meu destino, que desenhou e minha alma construiu como perspectiva da minha existência. E eu te peço, faça em mim a sua vontade, porque em tuas mãos eu entrego a minha vida. Muita paz. E agradecemos as palavras do Paulo, a palestra desta noite e vamos agora então nos preparar para o encerramento da nossa reunião. Convidamos os médiuns passistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos, erguendo os nossos pensamentos em gratidão a Deus e a Jesus. Eis-nos, Senhor, diante da vossa misericórdia, a vossa misericórdia que
olocarem ao longo dos corredores na aplicação dos passes coletivos, erguendo os nossos pensamentos em gratidão a Deus e a Jesus. Eis-nos, Senhor, diante da vossa misericórdia, a vossa misericórdia que sempre estendestes a todos nós, vimos buscar e achamos aquilo que procurávamos, que é os ensinamentos da doutrina espírita. A vossa generosidade nos propicia a lógica do raciocínio, o desenvolvimento útil das ações e a fé contínua na vossa misericórdia e na esperança dos dias melhores. Os passistas aqui presentes nesse instante se predispõe a exercer a caridade no exercício da ação, da doação, das suas próprias energias em direção a todos nós e também incluído aí os espíritos que nos fazem companhia nesta noite. Nós vos rogamos, Senhor, que os vossos benfeitores, espíritos de luz, de paz e de amor, possam se juntar a nós e a transmissão dos bons fluidos originados pelos nossos irmãos recaiam sobre todos aqui presentes, indistintamente. cabe-nos receber através dos bons pensamentos, acreditando que as energias aqui reinantes são ações positivas para os nossos problemas, sejam eles físicos, emocionais, mentais, espirituais. abençoa-nos e conduz o nosso pensamento de amor e de gratidão aos fundadores desta associação, a Nilson de Souza Pereira, Adivaldo Pereira Franco. Abençoa, Senhor, os nomes que colocamos na entrada do cenáculo. A eles a vossa misericórdia. Segundo o mérito de cada um, abençoa a nossa água na entrada do cenáculo para que ao sorvê-la possamos sentir as boas energias que foram aqui depositadas nesse fluido medicamentoso. Conduze-nos de retorno ao lar em paz, pensando em ti, levando o sentimento de amor à aqueles que nos esperam. os nossos amigos, companheiros, familiares, a todos, enfim. Permita-nos neste momento declarar encerrada a nossa reunião e que a vossa paz permaneça conosco hoje e por todo sempre. Que assim seja. Nossa gratidão a todos.
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