Paulo de Tarso • Momentos Evangélicos • 09/03/2024
Palestra doutrinária realizada no Cenáculo da Mansão do Caminho, todos os sábados, com transmissão ao vivo.
Muito boa noite a todos. Vamos dar início à nossa reunião doutrinária de sábado à noite. Preparemo-nos para a prece de abertura, por favor. Senhor e Mestre Jesus, nosso amigo, neste momento, uma grande necessidade se passa em todos nós. Uma ansiedade, Senhor, de paz e de harmonia nos nossos corações. mundo como se nos apresenta. Não nos propicia esta condição. E ao longo da existência e inúmeras vezes em diversos caminhos procuramos a calma e a harmonia. Mas o dia a dia, os enfrentamentos, as dificuldades, os compromissos sociais, profissionais, domésticos, sempre levam a mente a um turbulionamento e uma dificuldade de harmonizar e pensar de forma diferente. para estar contigo. A tua presença é muito necessária nas nossas existências, porque sem ti sabemos, Senhor, que nada somos. Muitas vezes nos caminhos recebemos a pupos e pedradas estando contigo e passamos a imaginar como seria se não estivéssemos contigo. Neste momento, enviemos uma súplica todos nós, aos bons espíritos que dirigem esta instituição, para que a harmonia, a paz e o amor possa estar em nossos corações. abençoa nosso trabalho, o esforço que desenvolvemos para apacentar o homem velho que reside em todos nós e fazer brotar um novo homem evangelizado e de acordo com os teus ensinos. Abençoa-nos, pois, ser conosco, Senhor, hoje e por todo sempre. E que assim seja. Vamos desenvolver então a nossa palestra de sábado à noite. Mas antes, boas notícias. Odivaldo está em Curitiba, está no congresso espírita, um dos maiores congressos espíritas do Brasil, com diversos palestrantes renomados e diversas atividades que lá se realizam por esses dias. Eu gostaria de lembrar a todos o retorno das nossas atividades da infância, juventude e grupo de pais que sempre se realiza aqui na instituição, no prédio em frente lianho, sempre a partir das 9 horas. Aqueles que tiverem interesse de participar estão convidados. Nós teremos no dia 23 de março um seminário de atendimento fraterno, algo muito interessante para aqueles que participam da
r das 9 horas. Aqueles que tiverem interesse de participar estão convidados. Nós teremos no dia 23 de março um seminário de atendimento fraterno, algo muito interessante para aqueles que participam da atividade, seja na nossa casa ou que participam das atividades de atendimento fraterno nas casas espíritas. Então, o projeto Manuel Filomeno de Miranda irá desenvolver este encontro no sábado a partir das 16 horas até às 19:30. E o Divaldo às 20 horas irá fazer a palestra de encerramento do tema atendimento fraterno. Aqueles que tiverem interesse de participar pode se inscrever no site da Mansão docaminho, mansocaminho.com.br. br. Também nós lembramos que todas as quartas feiras às 20 horas nós temos o encontro na TV Web Mansão do Caminho com a Cristiane Ibeira, cujo tema é psicologia espírita com Joana de Ângeles, que já está na sua sexta temporada. E aqueles que tiverem interesse também nas terças-feiras às 20 horas, Jesus e Saúde com Dr. Leonardo Machado. Então fica aí os avisos e o convite para as nossas diversas atividades. O nosso palestrante de hoje é o nosso irmão, o nosso amigo Paulo de Tarso, a quem agora eu vou passar a palavra. Meus irmãos, boa noite. Muita paz. Que a paz do nosso querido mestre esteja em nossos corações. Que a espiritualidade boa, amiga, que nos ajuda na divulgação da doutrina espírita, esteja conosco nesse instante, nos trazendo paz e luz no coração. Vocês estão bem? Eu nunca vi uma fraqueza dessa, gente do céu. Isso é o quê? A semana matou vocês, foi? Vocês estão bem, gente? Agora sim. É assim que a gente fala. A gente tá falando da vida, né? E quando a gente fala da vida, a gente tem que falar com alegria. Alegria de viver. E hoje a gente vai falar de Jesus. E quando a gente fala de Jesus, a gente fica mais alegre ainda, porque a gente fala sobre o sentido da vida. E é muito bom falar de Jesus. É muito bom falar de Jesus. E quando eu estava refletindo hoje sobre o tema da nossa do nosso encontro, da nossa conversa, não sei por me veio João.
re o sentido da vida. E é muito bom falar de Jesus. É muito bom falar de Jesus. E quando eu estava refletindo hoje sobre o tema da nossa do nosso encontro, da nossa conversa, não sei por me veio João. E o Evangelho de João, ele é diferente dos outros evangelhos, né? Vocês que já tiveram a oportunidade de dar uma olhada lá, nós temos esses quatro evangelhos, o Evangelho de Mateus, o de Marcos e o de Lucas, que são evangelhos sinópticos, que eles têm uma visão muito parecida. Eles são parecidos. Você pode botar um do lado do outro e eles vão ter mais ou menos a mesma forma de explicar as coisas. Mas o de João não. João é metafísico. João é diferente. João ele é ele explica as coisas de uma forma diferente. E eu acho que eu já sei porque ele ficou por último. Porque enquanto os demais iam pegando a pedra bruta da mensagem de Jesus, iam aperfeiçoando esta pedra para que ela pudesse ficar mais palatável para o nosso conhecimento, para nossa inspiração. João, ele se assenta num terreno já trabalhado e ele se dá o luxo de pensar em Jesus como algo além da carne pura e simples. Então, em Mateus, por exemplo, nós vamos ver o nascimento de Jesus, o nascimento especial de Jesus. Em Marcos, esse nascimento não vai aparecer, porque Marcos veio antes até mesmo do próprio Mateus, segundos alguns historiadores, outros discordam, mas aqui não é o tema falar sobre o prazo dos evangelhos, mas apenas para dizer que Lucas e Mateus falam desse nascimento, Marcos e João, não. Isso pouco importa. O que eu quero dizer é que a missão dos evangelistas era diferente. Mateus advogava pros judeus. Lucas fazia o registro histórico da vida de Paulo ao lado dessa mensagem trazida por Jesus em Atos dos Apóstolos. ele vai fazer isso. E depois nós temos eh o próprio eh João que escreve um evangelho para a humanidade. E lá nesse evangelho de João, ele começa falando sobre o verbo que se fez carne e habitou entre nós. Na nossa imaginação, a gente pensa que quando o verbo divino se fez carne e tabernaculou, tabernacular é habitar
angelho de João, ele começa falando sobre o verbo que se fez carne e habitou entre nós. Na nossa imaginação, a gente pensa que quando o verbo divino se fez carne e tabernaculou, tabernacular é habitar entre nós, é o próprio Deus quem desce na carne de um homem e se manifesta humanamente. Então, Jesus é como se fosse uma representação de Deus na terra. Mas não é exatamente isso que a gente vai depender das próprias linguagens usadas por João ao longo do seu evangelho. Porque o evangelho de João não é objetivo, ele é subjetivo, ele não é claro, ele não é assim, sabe, tão história quanto os demais. Ele é, ele leva a gente a buscar o significado. E para entender o significado de João, nós temos que encontrar as chaves que decodificam o Evangelho de João. Lá na frente, no capítulo 14, Jesus já havia anunciado que iria voltar ou voltar para o seu lugar de origem, já iria trazer de volta a sua verdadeira essência num plano diferente do nosso? E os discípulos estavam tanto quanto assim atônitos, meio apavorados pelo fato de Jesus deixá-los. E agora, como seria a nossa vida? Como seria o nosso povio? Como é que nós iríamos ficar? Como é que eu ia acordar? Como é que eu ia, quem ia me ensinar as coisas que esse homem me ensina? E Jesus dizia que o coração dessas pessoas não deveria ficar nem um pouco abalado, porque existem muitas moradas na casa do meu pai. E se não houvesse essas moradas, ele não teria dito que ele ia para preparar um lugar para estas pessoas que estavam hoje na terra poderem habitar. E é claro que quando esses homens ouvem Jesus dizer que existem muitas moradas e que ele vai preparar uma delas, ele diz assim: "Mas como é que eu vou até você não sei exatamente para onde você vai?" Essa é uma pergunta humana. Se eu não sei onde é esse tal desse lugar, eu achei que eu soubesse que era a casa de Deus, era o reino de Deus, que era um lugar só. Mas você tá dizendo que são muitos lugares. Olha a cabeça. E ele disse assim: "Eu sou o caminho, eu sou a verdade e eu
que eu soubesse que era a casa de Deus, era o reino de Deus, que era um lugar só. Mas você tá dizendo que são muitos lugares. Olha a cabeça. E ele disse assim: "Eu sou o caminho, eu sou a verdade e eu sou a vida. E ninguém vem ao Pai se não for por intermédio de mim". O que que a nossa mente faz num momento desse? Eu quero que Jesus me salve. A minha ideia é de salvação. E Jesus me diz que ele é um caminho. Quer dizer, Senhor, que eu tenho que caminhar? Não é um carregar nas costas. Não é um elevador que vai me pegar aqui e vai me levar magicamente para outro lugar. Eu achei que fosse. Quando eu fazia as minhas orações, quando eu fazia, pagava as minhas promessas, eu achei que alguém fosse me tirar da terra e me levar diretamente pro reino dos céus. Por isso eu acreditava que eu ia ser salvo. E agora você me diz que você é um caminho. É, eu sou um caminho, mas eu também sou uma verdade. E que verdade é essa, Senhor? Que verdade é essa que você tem para me dizer? A verdade é que existem muito mais coisas aqui na nossa relação do que vocês podem imaginar. Você pensa que você é um ser humano, que você é um ser causado, que você vai acabar, que você é finito, mas não. Você é tão filho do meu pai, do nosso pai, quanto eu. Você e eu somos muito parecidos. Qual que é a diferença entre eu e você? é que você ainda não sabe quem você é. Você ainda não conhece a essência da sua instância espiritual. Por isso você acha que você é esse ser pequenininho que precisa ser ajudado, que precisa ser levado, conduzido por outra pessoa. E o homem olha para Jesus e fica imaginando como seria essa esse caminhar na direção do Pai Celestial. Jesus ainda vai dizer mais. Ele vai dizer que se as pessoas amar amarem a ele de uma forma assim muito contundente, ele será capaz de mandar um advogado, aquele que irá trazer uma verdade nova, uma verdade esclarecedora e vai ficar com eles para sempre. Seria o paracleto, o advogado, aquele que vai ficar e trazer novas mensagens para a humanidade? E o que Jesus quer falar de amor?
dade nova, uma verdade esclarecedora e vai ficar com eles para sempre. Seria o paracleto, o advogado, aquele que vai ficar e trazer novas mensagens para a humanidade? E o que Jesus quer falar de amor? O que é amor para Jesus? É confiança. Se você confia, eu vou te ensinar coisas que vão fazer com que você caminhe nessa direção, na direção do Pai Celestial. vão se passar 1850 e poucos anos, 1820, vamos dizer assim, considerando os 30, anos depois, para que nós possamos entender o que Jesus queria dizer como muitas moradas na casa do meu pai, quando os espíritos afirmam que as moradas são, em verdade reinos de consciência, que nós estamos vivendo hoje aqui na Terra uma possibilidade da nossa nossa instância evolutiva, do nosso estágio atual de evolução, mas dia virá em que nós estaremos experimentando novos mundos e cada reencarnação, cada vez que passamos por aqui, aprendemos um pouco mais, voltamos pro plano espiritual, desenvolvemos mais e mais um pouco nossa capacidade e a partir daí a gente vai caminhando na direção de Deus. A nossa formação espiritual, quem somos nós? Questão 16 de O livro dos Espíritos. Nós somos o princípio inteligente do universo. E se caminharmos paraa questão de número 76, o princípio universo, o princípio inteligente do universo individualizado, na questão 79, isso fica mais claro. O princípio inteligente do universo individualizado somos nós. Mas por que que nós não podemos fazer já agora o que Jesus esperava ou pelo menos dizia que nós éramos capazes de fazer? Por que que nós ainda não temos a capacidade de caminhar nessa estrada para irmos diretamente ao lugar onde ele se encontra o espírito mais perfeito que já pisou na face da terra? Conforme questão 625 de o livro dos espíritos. É porque nós ainda não temos as capacidades espirituais para enxergarmos o transitar do espírito na direção do reino celestial. Nós ainda estamos aqui parado esperando que algo mágico, algo fenomênico aconteça e que nos leve magicamente de volta ou para esse lugar. Se já pensou,
sitar do espírito na direção do reino celestial. Nós ainda estamos aqui parado esperando que algo mágico, algo fenomênico aconteça e que nos leve magicamente de volta ou para esse lugar. Se já pensou, se Jesus fosse realmente esse cara, ele ia pegar assim naquela região, século o povo vivia numa dificuldade enorme, dificuldade moral. E ele ia pegar esse povo, aquele povo de Corinto. Vocês sabem que Paulo quando escreve aquela aquele hino ao amor, quando ele escreve aquelas cartas, ele está falando de um povo cuja concupiscência chegava ao máximo e ele falava sobre uma nova ordem de amor para quem só vivia do amor da carne. Vocês já imaginaram Jesus chegar no meio dessa sociedade corrompida e porque as pessoas se ajoelharam ou vestiram uma roupa ou fizeram alguma coisa, eles simplesmente disseram: "Você é um eleito, venha comigo embora. Passe por cima de tudo". Essa seria uma maior derrogação de lei natural que poderia acontecer. Jesus não faria isso. Agora, é claro que para nós, seres humanos, compreendermos para onde nós vamos, qual é o sentido da alma, qual é o sentido do espírito, é necessário que de vez em quando apareçam alguns alguns postes, algumas iluminações que vão clareando o nosso caminho pela frente, dizendo: "É por aqui, não é por ali, é desse jeito, não é daquela forma". O que fizeram com Jesus no século? Aqueles que não concordavam com essa liberdade do espírito, que queriam que o espírito ficasse aprisionado para sempre, mataram aquele homem que era o portador dessa verdade que libertava. Fizeram com ele tudo o que queriam. Humilharam, bateram, açoitaram, pregaram numa cruz imunda, covarde. Para quê? para que ele com seu exemplo vivo, não os humilhasse na sua pequenez moral, para que ele na sua realidade não fosse capaz de todos os dias dizer: "Olha como você é um hipócrita. Olha como você ainda não presta". E para isso a gente se livra do mensageiro e acaba com a mensagem. E nós vamos continuar ainda caminhando, fazendo as coisas que nós devemos fazer.
cê é um hipócrita. Olha como você ainda não presta". E para isso a gente se livra do mensageiro e acaba com a mensagem. E nós vamos continuar ainda caminhando, fazendo as coisas que nós devemos fazer. O que fizeram os descendentes da mensagem de Jesus? Empacotamos a mensagem de Jesus em um conjunto de ritualística. Criamos os dogmas, proibimos qualquer contestação a algo que pudesse ser contrária às interpretações maquinais que foram feitas pelos homens a respeito das mensagens de Jesus. E depois começamos a punir os próprios homens com a força daquele mal que Jesus tanto combateu. por volta do século XI, só para ter uma um gosto dessa história, por volta do século XI, no sul da França, os papas da época resolveram acabar com a gnose, resolveram acabar com uma seita que era a seita dos cátaros, que eles de certa forma resgatavam uma pureza original da igreja, coisa que Francisco de Assis fez. Eles queriam que o as pessoas que seguissem Jesus tivessem uma vida parecida com a vida de desapego, pregada pelo mestre. Mas isso não era compatível com o falso, com a riqueza. E eles foram massacrados. Durante 40 anos. Esse povo foi massacrado por aqueles que defendiam Deus, por aqueles que eram mensageiros de Jesus. colocavam nas estacas e tocavam fogo em pessoas vivas, simplesmente porque eles não concordavam com os dogmas que estavam ali estabelecidos. A inquisição é uma vergonha paraa humanidade, assim como todas as guerras, assim como todas as interpretações equivocadas que fizemos da mensagem de um homem dessa estatura que chega à Terra como uma espécie de farol e que vem iluminar o nosso coração, nos empoderar de vida, vida em abundância. E a gente pega esse homem, destrói, pega a mensagem dele, joga, reduz, bota no tamanho do homem comum. para que a gente continue vivendo nossa vidinha, achando que as coisas são aqui na terra, a matéria, as coisas aqui do dia. E não é de se estranhar que esse homem que vive perdido, que perdeu o endereço de si mesmo, que não tem a referência de lugares maiores, de
coisas são aqui na terra, a matéria, as coisas aqui do dia. E não é de se estranhar que esse homem que vive perdido, que perdeu o endereço de si mesmo, que não tem a referência de lugares maiores, de valores melhores, não é de se estranhar que esse homem viva tão atormentado e para ele precisa e verdadeiramente de múltiplas moradas, porque cada lugar será aquele que vai acomodar o estádio atual de evolução de cada espírito. Não é nem um lugar somente no sentido negativo, nem um lugar somente no sentido positivo, mas plurais manifestações de lugares aonde as pessoas poderão estar em função do seu caminhar na direção da luz. Então Jesus está nos dizendo exatamente isso. Olha para mim. Olhe para mim, dizia Jesus. E a gente vai ver esse movimento acontecendo com 12 pessoas. Eles eram os mais improváveis dos chamados eh candidatos ao reino. Porque é de se esperar que, como nós queremos falar de um reino novo, o reino de Deus, que esses homens fossem instruídos, capazes de compreender a metafísica de Jesus, a questão da elevação espiritual para eles não fosse uma coisa difícil de entender. mão das coisas da carne, isso também não seria problema. Mas esses daí que eram os candidatos originais, eles eram pescadores, analfabetos. A grande maioria deles era analfabeto, não sabia ler nem escrever, exceto Mateus, que era coletor de imposto, talvez um ou outro tivesse uma instrução, mas na grande maioria eles não sabiam sequer, como se diz, fazer um ó com a boca do copo. E como é que pode se imaginar esses homens que viviam das cordas, que viviam da pescaria, que viviam ali da da agricultura, eles fossem capazes de sair para poder dar continuidade a esse espírito que era Jesus quando Jesus se ausentasse da sua vida na terra. E não foi fácil fazer isso. O candidato principal a não ser um um sucessor de Jesus era Pedro. Pedro, a pedra cefas, ele era cabeça dura. Pedro, ele não entendia as coisas. E quando Jesus estava fazendo um discurso, estava falando alguma coisa, todos eles
ser um um sucessor de Jesus era Pedro. Pedro, a pedra cefas, ele era cabeça dura. Pedro, ele não entendia as coisas. E quando Jesus estava fazendo um discurso, estava falando alguma coisa, todos eles balançaram a cabeça. Como diz assim: "Tô entendendo tudo." Nossa, como ele fala pro nossa, Jesus. Só que quando saía todo mundo, ele chegavam: "Mestre, explica pra gente aquilo ali que você falou. Esse negócio de joio, de trigo, não entendi. Foi nada. Tem uma passagem interessante que é quando Jesus está ali no GSY, ele já está sendo preso naquela quinta-feira, né, véspera de Páscoa, Jesus está sendo preso e Pedro tentando salvar Jesus. Olha que Pedro tinha tido uma conversa com Jesus muito interessante, porque quando Jesus disse que ia lavar o pé dos discípulos, ia fazer aquela cerimônia, Pedro disse: "Não vai lavar meu pé não". Como que disse assim: "Não, o Senhor não vai lavar meu pé." Aí ele disse assim: "Pedro, se eu não lavar seu pé, você não vai comigo?" Ele f: "Então, se eu me dá um banho inteiro, lava minha cabeça também, porque eu quero ir estar onde você está e darei a minha vida para você". Pedro, calma. A sua vida você pode dar agora. Você ainda vai me negar antes. Depois dessa conversa, Pedro está diante de Jesus, do lado dele, Jesus fazendo a sua meditação naquela quinta-feira à noite, quando vem os soldados, eles vêm à noite iluminados por tochas e Pedro faz um gesto extremamente diferente daquele esperado. Ele saca uma espada velha, que era a única coisa que existia de contundência no grupo, e vai em direção ao primeiro soldado que chegava na frente, que era o soldado Malco. E ele dá um golpe na orelhinha de Malco, a orelha cai no chão. E Jesus então pega Pedro, empurra Pedro para trás e diz uma frase, gente, vocês não fazem nem ideia da frase que Jesus fala para Pedro. É porque está ali com tecla sap, com atenuantes e etc. Mas o que ele fala para Pedro é passe para trás adversário vocês já ouviram essa frase com outra tradução: "Vá de retro Satanás".
ala para Pedro. É porque está ali com tecla sap, com atenuantes e etc. Mas o que ele fala para Pedro é passe para trás adversário vocês já ouviram essa frase com outra tradução: "Vá de retro Satanás". Porque Satanás não era aquele cidadão que mora lá embaixo, que faz churrasco o dia todo. O Satanás é o adversário, é todo aquele que se opõe ao caminho do sujeito que quer fazer alguma coisa, quer construir, tem alguém pedindo na técnica, ele está fazendo esse papel. do adversário. Passe para trás, meu adversário, porque você está me atrapalhando. Até quando vos suportarei? Dizia Jesus. Quando seus discípulos vacilavam diante dos seus ensinamentos, não acreditavam nas suas capacidades. Mas Jesus persistia. Jesus persistia e insistia com eles. Muitas vezes os galileus eles tinham uma linguagem diferente. Os galileus eles eram eles eram chamados tabaréus. vocês, né, esse nome que a gente usa aqui no Nordeste, porque a pessoa quando ele falava, quando ele abria a boca, a pessoa já entendia o que ele estava dizendo, porque já sabia de onde ele era pelo sotaque. E foi assim que Pedro, ao sentar naquela fogueirinha, no dia que Jesus estava sendo julgado aquela noite, que ele abriu a boca, o povo disse: "Você está com ele, você tem esse sutaque?" E Pedro disse: "Não, não, não, não, não." E tinha acabado de ter uma segunda conversa. Olha a dificuldade de Pedro. Assim eram todos os outros. Eles não tinham capacidade para entender aquela mensagem. E a prova mais contundente disso, gente, é no dia, na sexta-feira de manhã, Jesus começa a apanhar por volta da hora terceira, que é 9 horas da manhã, e ele vai ser crucificado na hora 9, 3 horas da tarde. Quem estava com Jesus da hora terceira à hora? Nenhum deles, exceto João. Porque João era criança, João era novo, João era o discípulo amado, João não tinha ideia do perigo que corria. Os outros estavam com medo. Se fizeram isso com ele, o que que vão fazer comigo? E Jesus então estava persistindo porque ele dizia: "Se eu sou capaz de
mado, João não tinha ideia do perigo que corria. Os outros estavam com medo. Se fizeram isso com ele, o que que vão fazer comigo? E Jesus então estava persistindo porque ele dizia: "Se eu sou capaz de converter ou de resolver o problema desses 12, futuramente até Paulo de Tasso, o genérico, vai poder olhar para Jesus e dizer: "Ele também pode me mudar". Porque se Pedro mudou, meu irmão, isso é uma notícia boa para todos nós. Essa era a persistência dele, dizer: "O meu método é tal que eu sou capaz de transformar a terra, este Pedro numa pedra que vai se transformar na sede ou na no fundamento da minha igreja." E assim Jesus vai caminhando para a sua as suas explicações. E existe um fato que vai acontecer que está narrado em Atos dos Apóstolos, que é quando Jesus, terminada ali a crucificação, etc., aparece para esses discípulos em Pentecostes. Pentecostes foi o seguinte, na minha interpretação, quem me contou isso? Eu estava sonhando, sonhei e tô dividindo com vocês. Jesus morreu na cruz, volta para o pano espiritual e quando ele chega lá, ele encontra com o seu pai. E o pai diz assim para Jesus: "E aí, filho, como é que foi lá embaixo?" Pai, que dureza. Aquele povo tá difícil. Nossa, como é dureza aquilo lá. Eu te falei, filho, que não ia ser uma empresa fácil. Eu te falei que eles não são capazes ainda de entender. Mas você fez um bom trabalho. É, pai, mas eu acho que não. Porque depois que eu saí, eles saíram. se esconderam, cada um foi para um lugar e etc, mas eu não me dou pro vencido ainda. Me empreste aqui esse frasquinho aqui dessa prateleira que eu vou lá embaixo agora e vou soltar isso aqui que eu tenho certeza de que isso aqui será o creme da lacreme, será a cereja do bolo, será a forma de verdadeiramente convencê-los de que nós temos uma verdade. E aí vem em Pentecostes. No dia de Pentecostes acontece ali uma multiplicidade de fenômenos, xenoglo tudo. Eles entendem tudo. As linguagens vão sendo todas comuns e raios e foguetes e tudo cruzando os céus. Naquele dia, dizem os
ia de Pentecostes acontece ali uma multiplicidade de fenômenos, xenoglo tudo. Eles entendem tudo. As linguagens vão sendo todas comuns e raios e foguetes e tudo cruzando os céus. Naquele dia, dizem os evangelistas, muitos se converteram, mas mais do que os muitos que se converteram, sai Pedro e João em direção a uma porta formosa. Era uma porta muito comum no templo e na porta tinha um coxo de nascença. Esse coxo de nascença, ele vivia ali há muito tempo, pedia esmolas. E quando vem chegando Pedro e João, o homem diz assim: "Dá-me uma esmola". Pedro olha pro homem e se lembra de Jesus. Olhe para mim. Quando ele dizia, "Eu sou o caminho, a verdade e a vida, Jesus dizia: "Olhe para mim". E nessa hora ele diz: "Olhe para nós, veja os dois que estão na sua frente, João e Pedro". E Pedro então diz assim: "Eu não tenho ouro, eu não tenho prata, mas o que eu tenho eu te dou. Estende a mão para esse homem e levanta esse homem do chão para que esse homem possa continuar a sua vida. O homem pediu moeda e Pedro lhe deu a vida. O homem pediu uma esmola e Pedro lhe deu as circunstâncias e as condições para que ele pudesse viver. Não é a mesma coisa. Olhe quantas vezes Jesus vai falar isso quando ele está beirado a ao poço de Jacó na cidade de Sicá, perto da Samaria, e que a mulher diz assim para ele: "O senhor é um profeta? Porque está vestido, fala como profeta. Jesus tinha pedido a ela um pouco d'água e ela vai servir água para Jesus. E Jesus disse assim: "Se você soubesse quem eu sou e o que eu posso te dar, eu te serviria uma água viva que você nunca mais teria sede". Naquele momento que Pedro oferece ao homem coxo, a vida é como a água, a água viva. Saia dessa posição da inércia, meu irmão. Você está querendo esmola e eu te dou a possibilidade de você caminhar na direção da sua própria conceção. Pedro está empoderado de Jesus. Pedro está transformado por Jesus. E é nesse lugar que Jesus agora pode dizer claramente que a sua missão foi bem-sucedida na terra, porque houve a completação do
eção. Pedro está empoderado de Jesus. Pedro está transformado por Jesus. E é nesse lugar que Jesus agora pode dizer claramente que a sua missão foi bem-sucedida na terra, porque houve a completação do entendimento. Nós não estamos aqui para oferecer coisas para as pessoas, mas nós estamos aqui para oferecer vida e vida em abundância para as pessoas. O evangelho de Jesus não veio nos trazer coisas, não veio para amealharmos dinheiro, não veio para fazermos ou termos poder, veio para que nós pudéssemos simplesmente, como coxos na porta de Formosa, estendermos as nossas mãos para sermos acolhidos pela sua mensagem e levantássemos em direção à vida para seguirmos em direção ao reino de Deus. Quantas são as oportunidades que nós recebemos ao longo da nossa vida para fazermos este movimento do coxo, sairmos do chão para a realidade da vida? Quantas não são as circunstâncias de chamamentos que nós estamos recebendo dioturnamente e esperando que cheguem as mensagens da forma que a gente pensa que vai chegar. Eu me lembro de uma história e isso eu já contei algumas vezes, se eu já contei aqui, me desculpem, mas eu é boa por momento, de um homem que estava se afogando no rio e ele se afogava no rio e ele era muito crente, ele acreditava muito nessa salvação e etc. E aí o que que ele fez? Ele ora e pede a Deus que mande um barco para que ele possa se salvar. Só que era um rio no meio da floresta. Daqui a pouco, quando ele está orando, mas de forma tão fervorosa que até as águas se emocionavam diante da sua oração, veio de lá para cá um tronco numa velocidade que se ele não abaixa, ele tinha perdido a cabeça. Passou por eles unindo e ele sai do outro lado reclamando. Como pode eu estar aqui pedindo com tanta vemência ao Senhor que me mande um barco e o Senhor me manda um tronco para arrancar minha cabeça. Quando ele terminava a sua reclamação, lavei um galho de árvore. Daqueles bem pontudos, cheio de folhas, ainda tinha acabado de sair da árvore. E ele então se afasta porque aqueles
ancar minha cabeça. Quando ele terminava a sua reclamação, lavei um galho de árvore. Daqueles bem pontudos, cheio de folhas, ainda tinha acabado de sair da árvore. E ele então se afasta porque aqueles galhos, se se ele não se afasta, os galhos iam pegar a pele dele e arrancar o um ferimento terrível. E ele começa a reclamar mais ainda, nossa, que qualidade de Deus é essa sua que eu lhe peço e você está me mandando cada desafio? E por fim, quando ele termina de fazer a sua reclamação, vem uma porta. Essa porta ele quase morre mesmo, porque a porta veio certinho em cima dele. Bom, não precisa nem dizer que ele morreu afogado. E quando ele chegou no plano espiritual, primeira coisa que ele fez foi ir no departamento de reclamações. Tem, gente, tem achados e perdidos, reclamação. É bom vocês saberem disso. E ele foi lá no departamento de reclamações e bateu na mesa e disse: "Esse negócio de oração você manda a gente fazer, não funciona nada. Porque aí senhor, como é seu nome?" Ah, meu nome é tal. Vamos olhar sua ficha. Já tem informática lá também. O pessoal foi no computador, pegou a ficha e disse: "Pois não, senhor. O que o senhor tem a dizer?" disse: "Não, eu estava, nós nós tá tudo escrito aqui, pode ficar tranquilo, a gente já sabe da história toda." Então, o que que você tem a dizer? Pois é, o senhor tá no meio da floresta, num rio, e o senhor perde um barco. De onde ia sair um barco, meu amigo, no meio daquele rio? Não tem. Daqui que o barco chegasse até você, você já tinha morrido. Então, como não tinha um barco, a gente mandou um tronco, mas você não quis. Depois, como a gente viu que talvez o senhor não tivesse entendido, a gente mandou um galho, porque o galho é mais leve do que o tronco. Vai, que era um problema só de consistência. Aí o senhor também não quis. Agora a porta, você não tem ideia do sacrifício que foi botar aquela porta no rio, porque a gente teve que produzir um vento que entrou na casa do rapaz, arrancou a porta e olha que ele também é crente, vai reclamar aqui. O vento
deia do sacrifício que foi botar aquela porta no rio, porque a gente teve que produzir um vento que entrou na casa do rapaz, arrancou a porta e olha que ele também é crente, vai reclamar aqui. O vento entrou, arrancou a porta, jogou a porta no rio e o Senhor também não quis. Morreu porque não foi a salvação que não chegou para você. é que ela não chegou do jeito que você queria, ela foi da forma possível e era a melhor para você na época, mas você não quis. Então, quando a gente olha tudo isso junto, a gente pensa quantas portas e quantos troncos estão sendo jogados na nossa direção. E a gente quer um lugar legal, de preferência com via, com visão para as nuvens celestiais, indima no café da manhã, pãozinho delícia. Mas não é assim, gente, que funciona. Não foi para isso que Jesus veio. Ele veio para dizer que nós não podemos nos transformar. Nada será a transformação de fora para dentro, mas será de dentro para fora. Será o nosso coração transformado que vai fazer com que nós saiamos do rio. Será o nosso coração transformado que vai fazer com que nós sejamos capazes de ir na direção da luz mais rapidamente o quanto nós quisermos fazer essa essa transição. E é por isso que é tão importante o evangelho nos dias de hoje, visto na perspectiva do espírito imortal que caminha e progride para atualizar as suas potências divinas e transformar-se no ser de luz que nós já carregamos dentro da nossa própria essência do que ser que nós somos. Então, esse espírito surdo, cego, ignorante, que somos nós, à medida em que ele é despertado pelos troncos e pelos galhos da vida, ele vai tomando ciência da sua posição no estado do planeta, da existência e diz: "Ah, eu sou isso, que legal. Não erro mais. Não serei mais eu aquele que vai cavar o meu próprio buraco. Não serei mais eu que vai amarrar nas minhas pernas as pedras que vão atrapalhar a minha jornada na direção que eu devo ir. O mundo precisa de Jesus, mas o mundo precisa olhar para Jesus. Porque o verbo que se fez carne não é
amarrar nas minhas pernas as pedras que vão atrapalhar a minha jornada na direção que eu devo ir. O mundo precisa de Jesus, mas o mundo precisa olhar para Jesus. Porque o verbo que se fez carne não é Deus encarnado, mas é um homem que se mostra na terra com as potências divinas claras, explícitas, ali funcionando muito bem. É por isso que na questão 459 está lá o modelo e guia da humanidade. Eu sempre me perguntei um pouco sobre essa questão de modelo e guia, porque eu fico dizendo assim: "Como pode ser o modelo guia um ser de outro planeta, um ser de outra esfera, de outra dimensão?" Não poderia ser modelo e guia para nós. Mas se ele é modelo e guia para nós, quer dizer o quê? que se nós tivermos fé do tamanho de um caruço de mostarda, nós poderemos fazer tudo que nós quisermos e o que ele fez também e muito mais. Olha que legal. E não tenham medo de pensar que o espírito humano trabalhado na condição da eclosão das suas potências divinas poderá ser até mais do que o que Jesus foi. Isso é empoderador, porque a heteronomia nos tira a força da superação dos problemas. A heteronomia nos coloca na condição de pedintes. E nós somos os agentes. Nós somos os que agimos na transformação das coisas. E nós precisamos ter consciência disso. Quando a tia de Jesus, impressionada com a conexão de Jesus com Deus, diz assim para ele: "O senhor podia por acaso botar meu filho?" Ela tava falando de de Tiago e de João. "Você poderia botar meus dois filhos aí, um do lado direito e outro do lado esquerdo?" Ela era tia dele. Os dois eram primos. Ali era uma empresa familiar. E Jesus diz assim pros dois meninos: "Vem cá, vocês estão dispostos a beber do cálice que eu hei de beber?" Olha a pergunta que Jesus faz. Vocês estão dispostos a beber do cálice que eu hei de beber? Aí, claro, eles não estão bebendo, eles vão dizer: "Claro, assim como Pedro que dizia que dava vida por Jesus naquele momento, os dois disseram: "Claro, estamos m do cálice". Aí Jesus disse assim, até isso vocês podem resolver, mas quanto a ficar do
: "Claro, assim como Pedro que dizia que dava vida por Jesus naquele momento, os dois disseram: "Claro, estamos m do cálice". Aí Jesus disse assim, até isso vocês podem resolver, mas quanto a ficar do meu lado direito, ao meu lado esquerdo, quem decide isso não sou eu. Quem decide isso é o Pai que está nos céus. são as leis divinas. No livro dos médiuns, a gente quando faz a interpretação no espiritismo, quando Kardec fala: "Deus isso, Deus aquilo", etc., a gente fica achando que Kardecede deísta, ora teísta. Ora, Kardec evoca um Deus que se mete nas coisas, ora ele fala de uma potência de forças cósmicas, etc. Mas olha o que acontece no livro dos médiuns, no esquecido livro dos médiuns. Olha o que ele diz. Quando Deus quer, isto é, quando as forças, as leis divinas permitem. Então, quando nós estamos falando dessa evolução, quando nós estamos falando dessa consciência, quando nós estamos falando dessa revelação, estamos falando que as leis divinas estão atuando em nós o tempo inteiro, promovendo essas gloriosas ressurreições. Isso aí é Canuto de Abreu. Canuto de Abreu, ele escreve um livro bacana contando a história do livro dos espíritos. E ele diz sobre o 18 de abril de 57. Ele diz assim: "Quando Allan Kardec chega em casa, por volta aí das 10 horas da noite, trabalhava, ele era worker holic e ele estava assim exausto, mas ele tinha uma escrivaninha bonita e tinha uma agenda de couro. E ele chega nessa agenda de couro e escreve assim: "Hoje foram dados ou vendidos cerca de 100 exemplares de O Livro dos Espíritos. Cada exemplar, uma gota de vida nova no coração de homens velhos. 12 sementes de verdade lançad experimentação. Se apenas uma semente dessa frondejar, todo o nosso trabalho terá valido a pena. O que Allan Kardec escreve nesse 18 de abril de 57 é: se de todas as pessoas em todas as épocas que lerem a obra do Espiritismo, tiverem a condição de compreender o que está escrito ali e transformarem as suas vidas como transformaram-se os discípulos de Jesus, todo o trabalho da codificação
cas que lerem a obra do Espiritismo, tiverem a condição de compreender o que está escrito ali e transformarem as suas vidas como transformaram-se os discípulos de Jesus, todo o trabalho da codificação e todo o trabalho dos continuadores de Kardecá sido em vão. O cuidado que nós temos que ter quando recebemos a revelação do espiritismo é não deixar que o espiritismo caia na vala comum das nossas expectativas. Perdemos a oportunidade da autonomia do espírito em nome da heteronomia confortável das religiões tradicionais. fazermos esse movimento de sermos os livros vivos de Kardec, as cartas vivas de Paulo, as mensagens vivas de Emanuel, de nossa querida Joana de Angeles, fazer isso deoturnamente, fazer da nossa vida, do nosso estudo, da nossa prática, a realidade do espírito que se faz carne, o verbo de Deus. O que é o verbo divino? O verbo divino não é a expressão, a palavra simplesmente que está em nós. É uma palavra divina, surda, muda, silenciosa, que a gente não ouve porque não quer ouvir, porque fechamos os nossos ouvidos para não ouvir. E nós precisamos simplesmente deixar que essa voz fale nos nossos atos, nas nossas atitudes, que o nosso coração seja o receptáculo de Deus, que a nossa alma seja um terreno, um terreno fértil, aonde as sementes do semeador possam eir profusão de 100, de 200 para um. que nós possamos fazer dos nossos caminhos as estradas pavimentadas para os que vêm depois, aqueles que estão conosco na jornada da vida, os nossos filhos, companheiros, amigos, aqueles que podem estar ao nosso lado, que possam estar trilhando nas estradas seguras dos que se revelaram, dos que se transformaram a partir das mensagens que explodiram em seus corações. Nada mais do que isso importa. Porque se nós ficarmos simplesmente repetindo um verbo, um verbo que é só a palavra morta, a gente não consegue ainda despertar no nosso coração a semente viva do evangelho que está em cada um de nós. Porque essa semente que foi lançada em profusão, ela foi lançada e foi caindo
lavra morta, a gente não consegue ainda despertar no nosso coração a semente viva do evangelho que está em cada um de nós. Porque essa semente que foi lançada em profusão, ela foi lançada e foi caindo em terrenos duros, difíceis, estradas, pedras, espinhos. E ainda há corações de espinho, ainda há corações de estrada, ainda há corações de pedra. Mas existem também corações ávidos da luz. Existem corações desejosos da transformação e que nós possamos, acreditando nessa mensagem consoladora, transformar as nossas vidas nesses jardins floridos, as flores de Deus, exalando o perfume da paz e do amor em todos os lugares da terra. Você pergunta assim: "Paulo, isso é possível? Isso não é uma utopia?" Não, meus amigos. Pedro, Pedro, o que tinha negado Jesus, ao ser colocado diante da cruz, disse: "Não sou digno de ser crucificado como o meu mestre. Quero ser crucificado de cabeça para baixo. Todos os discípulos de Jesus, todos foram massacrados, exceto um, João, que ficou para fechar a porta, que ficou para contar a história. narram outros espíritos que João ao sair ao sair da ilha de Pátimos, ao estar livre, ele vai se refugiar no promotório de Éfeso junto à Maria Santíssima, aquela que fora prometida por Jesus ser mãe de João aos pés da cruz e aquele que recebe a maternidade de Maria como o filho de Leto, que iria amá-la para sempre. E os dois ali na igrejinha da santíssima, no no naquela ponta muito linda, um mar imenso na sua frente, a paz do mundo batendo a porta. E uma mulher, uma mulher que se diziam, falavam sobre ela que ela era pecadora. Ela foi açoitada por sete demônios. Ela vivia uma vida de falsa e de riqueza. E ela nunca imaginava que a sua vida fosse se transformar daquela forma. Um dia, esvaziada de sentido, ela procura um mendigo e diz a ele: "Quando esse homem estiver nas cercanias da minha casa, me avise que eu quero estar com ele." E naquela noite, o homem bate na porta daquela mansão. A mulher entediada ali, jogada num canto em alta depressão, recebe a notícia alviçareira,
as da minha casa, me avise que eu quero estar com ele." E naquela noite, o homem bate na porta daquela mansão. A mulher entediada ali, jogada num canto em alta depressão, recebe a notícia alviçareira, pega um barco à noite e vai na direção de Jesus. Nunca mais ela será a mesma. E essa mulher, ela quando Jesus se despede da terra, ela se encontra com aqueles leprosos que vinham de dar uma luta e resolve segui-los ao vale dos leprosos, tornando-se ela mesma portadora do mal de Hansen. E quando ela está beirada da morte, ela faz um planejamento de ir ao encontro de da santíssima no promotório de Éfeso. E vai se esqueirando à noite, porque o sol queimava as feridas da pele e ela ia de noite como um fantasma pelas árvores, pelo meio do mato, até chegar à porta daquela igreja. Ao avistar aquela mulher caída, Maria corre e a tem nos seus braços. Maria era uma mulher que desde o nascimento de Jesus foi assustada pela possibilidade de uma seta transpassar o peito do seu filho. Pensa uma mãe pegar seu bebê e ver uma senhora dizer: "Esse vai ser transpassado, minha senhora". E ela ficava atormentada, porque meu filho, se ele tivesse vivido uma vida normal, talvez ele estivesse comigo aqui agora, não precisava ter sofrido tanto. Mas ao ver aquela mulher andar pela noite se esgueirando, depois de tamanha transformação de alma, Maria pega a outra Maria no colo e entende a missão do seu filho. Jesus, mesmo morto, mandava mensagens consoladoras. Maria se despede da Maria e depois a Maria se despede do mundo. E hoje é Maria de todas as Marias, de todas as mães, de todas as mulheres aqui homenageadas no seu dia que passou na data de ontem, mas que Jesus até hoje homenageia na presença da sua mãe. E nós o que estamos fazendo? Desperta tu que dormes, diria Paulo. Nos levantemos para ação, saindo da inércia, do pensamento de que um dia alguém vai nos tirar daqui com sua mão. E a única coisa que a gente vai desejar é que Deus esclareça em nosso coração a força que temos, nos levantemos e marchemos em
rcia, do pensamento de que um dia alguém vai nos tirar daqui com sua mão. E a única coisa que a gente vai desejar é que Deus esclareça em nosso coração a força que temos, nos levantemos e marchemos em direção ao alto, em direção à luz. O mundo precisa de nós e nós precisamos de Jesus. Que a paz de Deus esteja em seus corações agora e sempre. Que assim seja. Muito obrigado, Paulo, pela palestra. Vamos agora nos preparar para o encerramento da nossa reunião. Convidamos os médiuns passcistas da casa para se colocarem ao longo dos corredores para a aplicação dos passes coletivos. Senhor e Mestre Jesus, nosso orientador amigo, estamos neste instante nos preparando para a parte da ciência da doutrina espírita. com a aplicação dos passes, a vontade de ser um doador por parte do passista, que movimenta as suas energias internas para o bem do próximo. Mas a misericórdia de acréscimo de Deus nos propicia algo a mais que se origina no mundo espiritual, na grande riqueza dos fluidos do mundo espiritual, que associados às nossas próprias energias nos dão as condiçõ de emitirmos esses raios luminosos que podem transformar os aspectos físicos da nossa constituição, os aspectos moleculares do nosso corpo, da nossa mente e do nosso espírito. Basta, portanto, que nos predisp nos preparemos para receber essas energias a predisposição para que os fluidos medicamentosos originados do mundo espiritual possam enriquecer o nosso organismo, dando-nos nos bem-estar, saúde física e saúde mental. Leva, Senhor, também ao nosso irmão Divaldo Franco os nossos bons pensamentos, a nossa saudade, o nosso reconhecimento pelo labor desenvolvido em prol da doutrina espírita e ao cundador Nilson de Souza Pereira, nosso reconhecimento e gratidão por todo o trabalho desenvolvido no erguimento desta casa de amor, que é uma homenagem a Jesus. Abençoa, Senhor, a água que vos expomos, os nomes dos encarnados e dos desencarnados no nosso pórtico de entrada. Por eles nós rogamos as vossas bênçãos. na condução de retorno aos nossos lares.
esus. Abençoa, Senhor, a água que vos expomos, os nomes dos encarnados e dos desencarnados no nosso pórtico de entrada. Por eles nós rogamos as vossas bênçãos. na condução de retorno aos nossos lares. Permita-nos levar as boas energias deste ambiente aqueles que nos são caros, dando a eles a mensagem viva do vosso evangelho que foi exaltado na noite de hoje. Abençoa-nos, Senhor, conduz-nos em paz, permaneças conosco hoje e por todo sempre. E que assim seja. Declaramos encerrada a nossa reunião da noite de hoje. Nossa gratidão a todos.
Mais do canal
Conversando Sobre Espiritismo | Mário Sérgio, Solange Seixas e Marco Antonio
1:06:33 · 5.3K views
Em Busca do Sagrado | #193 • A Alegria
🔴 AO VIVO | Diálogo Franco: Sexualidade - Uma Visão Espírita
[EN FRANÇAIS] Nul ne meurt - Divaldo Franco
1:27:15 · 240 views
[EN FRANÇAIS] Pike et son fils toxicomane - Divaldo Franco
1:10:29 · 293 views
Estudo da Obra – Loucura e Obsessão | T7:E34 – Cap. 17: Terapia desobsessiva – Parte 2